• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº293_02_07_1978

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~ 8 u D a
findador lvaldo Pereira ] : Ano VII 1
N.O 293 1 -
-
o 1 1 o
Este É o lugar dequado para exminsr +e
Í 1h•nuu-,n(c l1 polhicu heluvistt'flH: ulru'('8"-U honN
''n momentos, Continuo supondo que o
""},nto exige mudança de alternativas pmta al
UI • / • •
rall~'JIÍ um pnilC lJI.JUUJCJllU JlUSJ(J'O no ontxto -
ollricu -oturluul.
"jtez no linju nlt,·rnurivn m•i• v!di,In ,lo <Jlle
rcnovnção de vnlure•. Com cfeir.,, Feria •nlurnr
erar na penumbra da política locnl, uma rés.
tia de luz que proporcionasse pelo menos epe­
rança de dias melhore+. klo consigo avançar ne».
r•• rrrva• (11 política lorul). Detenho me qunndo
111
, faliu !' luz de meu urchorc. _Já é rnfu:ienrc
ue consiga ver té onde poso ir. E preciso u­
{mente prevenir os espíritos dos menos visa­
do• e fo1.e-lo• rclemhrnr <(IH' n polhirn é uma ur­
te mutável. Tolvc:,: nilo lrnja quc,rfio mais simple,
do qure na un6li,n da 'nova política" qu +c reu
11
,,. no triruinlÍo Ciimarn • Prcfoiturn • Dircr6río.
t'ada umn fulnnrlo umo lín,::ungc,11, e, 61 vezes, 1111111
linguagem muda. Dá para entender! São várias a­
las, divididas entre si, com objetivos diferentes e
pe;lfnCente• uo mesmo partido• AH ENA.
;goru níln h6 mai, tempo paru fingir to-
1111da, de posições. A• reformns r•tílo ui.
ÜA polhicos belnvistcnoe,, ucoelumado• com
a política de nomeaçen, deverão se eonsienti­
z.ur ,la nuvu f•ru quo "~ nproximn: a era dtmo,-r(,~
tiva. 'em rótulos, '3em mio» tr1os, Simplnrnen•
Ir OEilOCflACIA. (.lcrnndo afirnrnmo• ~n e•lc, o
lugar udequitrin pnrJ1 nnali11,11 u pulitica loc,tl. r-ea.
firmamos um princípio traçado de«de fundação
do jornnl, a independência. em partidarimo. No
rn polítirn (11 d,, B,·la Vjt) rume em Cnsrro
l'inru, Jliori Muruno, Ely H:irl,osa. Turi11i, ivaldo
rle Unrros e a,JeF'1e~ por prindpins ou c,,u,·eniên­
cío;, Cnda cidndllo ncirna cir,rlo fala 11111n llni,!UII e
todoa prrrencem 111, mern10 partido: .HE"iA. Tal­
vez alternativn mais promissora para o tevigo­
rnrncnto dn polhica local seja me»mo a criação de
novos pn,ridos lo •1ue •er/i ht'llÍllzcjo para tola
Nação) e o despertar de novos con,e,én,·ia, polhi•
r.u, nd,,rrnt'cirlno pelo próprio ,i.remn de coisas,
Liherdu,Ic (, o poder de agir, jii dizia V,,lraire, r
talvrz, o prohlcn111 maior de nos+os políticos seja
rucunn u nçüo. No devemos temer a liberdade de
tomar ini<·iutÍ"n~. De"cmori lcmcr u iniírciu como
fator de desagregação do poder político. E frrer
da A) uau o+o «· +p++++oauvnto de uo»4
potencialidades. Hesumindo: convidamos o» poli •
tico, locais .i de• e e r r ur em o, ,·éus que
encobrem os rnaí vo:rd,deiru, inren:õc,. l I .P)
f
DESTA
O Advogado Sergio Hobcrto Perondi,
filho de tradicional famili de jornalimu e poH·
ticos do Hio Grnndc do Sul, vem se destacando
na rtgiio como um dos mni• atuantcs causídicos.
Além de exercer com brilho ""ª' funçõe~, Scrgio
l'trondi granjeou n e.rimo e n ndmiraçi,o dos 111"•
radores de Jn,·dim, ilnrncaju. Anrnnio Joilo, Porro
Mortinho e lleln Vis ln, pela lrnnquczo de otitu,Jcs e
roerência de opir.iõ<:s. No cidade de Maracaju (em
contínuo progresso após a rbegada dos goúchosl
a polhicn local foi "dominada" pelos Jayuurciros,
induatriois e comercinnrcs oriundos do Rio Grnn­
do. Ari Higo é uma prO"o diste>. AHim como
PIILM E 1
"Nio
O advogado Pedro P11lmleri, ex
presidente Jo Diretório da ARENA, ex
presidente de Câmara Municipal e inte­
grante do Diretório (ARENA), afirmou a
nossa reportagrm que não é candidato
1
l suc~ssão do prefeito Castro Pintv. Se•
gundo o advo "ado. "minhas inúmeras
- - t,
1
•cu~açoes impedem que t>U asf;uma com-
promissos políllcos": Palmie1 i fechou a
questão em torno de sua candidatura. Já
e comento que o conht>cido advogado
nllo mais se envolverá com questões
Politlcas. Lamentamo8 profu!:!.damente o
F 1
2a9-7-78 1 Bela Vist:i _ ___..,,_M_a_to_G_ro_s_s_o_, _d_o __ Sul
u
REGIONIL
G·rmano Belain e adi, vereadores naquela <'ida­
de. Talvez, em Bclu Vi,10. P"ron,Ii •ejn o pre •
cursor ela Nova PoHticn, feiro de oçào e dinamis-
1110, lilo e,pernela pelos belavtstenses. Um advo­
gudo d,,ixa n pollticu [ Pcdrn Pnlmieri), outro, dia
o dia, cresce no conceito populnr (Ptroodll. Exü­
re 1111111 ola (por sinal fortíssima) que pr<•tende
lnnçur o nome ,te Sergio l'crondi na polhiea lo­
co!. N61 que o conhecemos de longa doto, cslam<'s
rorccndo pelo seu ingresso na "velha orte". Con­
diçôcl' ele tem, basta querer. f: 11 tilo propolndn
reno'O<,:ilo.
desligamento de Pedro Palmieri da poli·
tica belavistense mas, eternos nós, novos
elementos rnrgirão no. polilica local. Está
surgindo uma nova classe política em
Bela Vista, numa prova cabal de que a
renovação dos quadros trará novo alento
e novas motivoçõei;, com otl tradicionais
polílicos incentivando esta renovação. O
ussunto Palmieri, no tocante a politica
bela vistense, é assunto Pncerrado. Ele
agora se dedicará mals a profissão e
aas seus afazeres pnrticularAs.
Um Breve
Comentário
7.a EXPOBEL
De lü a 2I de julho próiro, realizar.
se-á Ta Expo-ião Agropecuária dr Bela Mi.+a,
organizada pelo inlicato Mural, com a colabora­
lo da Prefeitura Municipal, erretaria da Agi­
cultura e Gorro Federal Já e tornou tradição,
ri no«a cidnude, realização da amostra que
rune precuaristas de todo o Fado. lesta feít»,
receberá novo impulso om a preença ma,iça de
pecuarista» do larazuay. raças, principalmente, o
trabalho desenvolvido por Edson Mores na izi
nh lepública. Geralmente, mprcrndirentos le+­
lt: vulr,, ,-xi,:tm trJb,,11,,, n·dut,rndo da "'" •e pr ·
uari-ta e das forças vlas do n,uuicfpio. É llf"C••- ...
sírio qur todos cerrem fileiras n torno desta
ren izoç,io pui•. é hru por demais conhecido que
ela troduz o t·eplrilo de inicia1i,n tlu ~l'Oh~ h ·l.1•
visten-e. A hora é de união: E de conjugar e«for­
ços e comungar o me«mo« ideais de grandeza,
Todos devem colaborar. De uma forma on de ou•
tra. Nós sempre acreditamos em Hela Vista, prova
a{ t -«S r »e-n ppin nn vnn » +n
listico e indutra gratca, centralizando a nossa
atuuçiio u11ui JIJ l:'rincc•a do Apn. Nem ,empre
merecemos a recíproca, Muita "gente" não acre­
ditava 'na sobrevivência do jornal" Mas isto é
outra história. loje editamos trc, jornais. De
Dela Vista para o Estado. O ia,portante, no mo­
mcnlu, é u realizaç:1o ela Expobel. Devemos viver
dia u dia u Expoeiç,io. Niio ,6 ''" que tão en­
volvidos dirt!tamentt! corn o orf.!:ani1 .. .nc.--fio da me­
ma, mos lodo• nós. A F. x p o 1, e I é u,nu
atração turlsrica. Pron,ove Dela Vista. Acrediramos
no progreno da Princesa do Apa <' 11credita11101
m11ilo mnis que n realização, todos os anos, da
Expobd, colaborará ele forma posirirn para acele­
rar este progresso. Belavistense: Voce é fator in­
dispensável para o ProgreêEO de nos,;n cidade,
Comunicado
à Praça
A partir de 1, de
,Julho, o jornnl 1'rlbuna
da Fronteira paxsará
1H!1· prc,priedu<lt• da Grt­
ficn o Edllorn .p11. A
Orjlvupe rte vldo A pro­
blotnau Úl' ordt>nR ndrnl­
nistrutivas encerar sua«
utividades 'Toda as obri­
uçõew débitos e crêdI­
tos) da Orjivnpfl J.ma@a,
rilo plHa a Or!'.lfle11 e
Edito:-o Aptl. Üíl C<>Dtruto(I
publiclLô.rio!J ll.Jllutldos u
partir de 1° de julbo, de­
verão ser efetuados com
a r!t "1 -'u firma. Pabl!c11-
çi'io que se faz para efel­
to de e<:clureelmento.
Pe!u Orjlvape
lvnldo Pereira
Pela Graflca e Editora
Apa
~larla Estela Velusque;,;
Pereira
Repercutindo a
Candidatura de
CARLINHOS
No dia 24 pp, junto
com o deputt,do • Valter
de Caf!lro, o candidato
belavistense á Assem­
bléia Constituinte, Carlos
Edy Sã de Medeiros, es­
teve no vizinho munlcl­
plo de Jardim onde ficou
decidido, em reunião do
Diretório e vereadores,
que Jardim apoiará o
nome do p<lpu!ar Carlla­
hos. Em Gula Lopes o
fato se repetiu e Medei­
ros foi ovacionado por
imensa massa popular.
Mais de doze municíplol!
estão apoiando o cundi­
da to do Sudoeste ( do
MDB) que dia a d.la cre1-
ce Da cotação dos pro­
vá veis eleitos.
RUI SANT'ANNA PAGA
50 m i I p a r a o t i o matar
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. e s ' a n~ crít1eo; a~ crlauc:a!l uno t-1-('U-!ftlU ln!H~ ''"º b&·l•'<•l<-1 "'{" .. 11111. : ·
• • • • , • ' 1wu,1 pbí><; o Um do murid{, nilo po,!e P.i.- • pri,.,ei1., f.,; d,1, lJ"' ue; •J1-1
I y it dit 1te. ' erdote egípcio, nó mo z0g.
. 1 ' . . ·_. ... • • ' rn;_ii;'J-~J~t-~fut, 61'(á ,_ipo.irt-chla uo . , ..• rlr Cri~t,,:" ,~::,111ú1t f,j l
« 1a- encontra! nas minas da ,
fundo do seu coração. O jovens t o m, - : Jl,a Hauilô:1iu e ter,_, lflAI' d,,
Ci,lnd~, e E,cnl .. 1irir1idpnn1-~s:. . 1 a) Cr$ L.00),0 um mll cruzeiros) que será en- Jejoos e prezulçoos, pune cllogurUo ,! mil anos, a tercura perten.
Jardim· Escola de 1.o Grau Crl. Juvéncio trrevue ao Diretor ,Jn Escola ou pe+oa por ele re +eT COI9 u jnvcnlude de unte €o!u- a S6rates. que v.seu. ·n.
G. Lopr•. E.,.,,,. de J.o e l.o Graus Slomé deneiada. V er; nora juventude dr ltGJE' nu.o
1
,., i;o e :l,J9 :i.C; <' o ril!ie,~
de Melo tocha será capaz de manter nossa cultura. rereta o estado de ·pírito d
P. Martinho- Escola de lo Grau Claudio de 1) Um troféu 1 io l HIesido, no ano de T •
Olivdra 3. No11sa juvAntude oma o · uxo. na ,.1 ... c
6
,
1
,,. •
1
-
Cnrarol - Escola de l.o Gran Dr. Hulrnn de tem boas ma!lc>lrnl!, deFrei<pri!.a a nulo_·
e .. ,,., Pinto Aos demni, pnrtídpu,te,- n DHEC/06 • ri<ladl} e n.ão tem respeito algum para Pode se inferir que M ,
Dela Vista - Escola de L.o o 2.o Gr•us Custdo Seção dr Cultura, c•lur/1 oforeeeuilo Diploma de com Of' mula VP)llrs; 0-as rfunças de +íticas à juventude, com pou
Uinnco participuçuo. ] ta quando as alterações, sucedem +e pe.
Escola rlc Lo Gruu TisMr Silva boje sfio Ura.aa.s; nlo c,•un ornl e • .-l .
1
lo,; ,éc-n!o, .r,,r.,, ,·Rceloudo ali< f
fücolu de J.o Gruu Ari,;~ e Oíkins uma pe!!SO!l idosa entra na !lfl a, respon- '"º" teria falta de origahi.
F,cnl11 de 2.o Grnu Dr, Jmn1ulu.1 Murtinho 11 -- O, carn1 omisrn, 011 não constantes neste dem mg] à seus pais, são mesmo muin- dsde. A tónica da perdçio /·
1
rcgulome1110, •c-rfto julg11tlo1 pi-111 Comis,ão Orgn· to IDÚ!I, rnnri c·on•1ai1tt·. rt'p~1inrl<1-~
nizadoro.
4
. Não tenho esperança algumuu no fu- da mesmn forma que otr,
tll
ro do ncsso Paíi:!, s11 ,>s J·o..-em, ele bo_· lu<•.,r com,un i,:,1edr·1:t<1,t.e •1rl
h, vel: o que afirma tar o Ht.
je vierem a ser os dirigentes de amunid q beira do abismo. e ti
porque esta juventude é insuportável, ius- ,e mem,o. jlt reri,, euí,fo.
tável - upenas terrível. No Brasil, nação e·e. j
eia]mente [ovem, ras ober. '}
vu~õ1,., l(~n, mruo~ r-n7.ão .i,. I
ex+t, e não fosse a luen
tu'; como justificar as gran ]
des projeções do nos·o de e
l'ohimcnto'! lflo quero h,.,
distinção entre os jovens que
estudatn em nossas escolas e
Uuiver,idude• e ri, que já F.t
1
enconlrnal no mercado de
trabalho, participando da po.
pulaçãu economteamente a'i
Todo d59a ·a_yarcel ao
nosso IAKE- OI·F.
do
Tnmhore1, l'nndcíroB, Cnrnt·loN, Tuhinho11;
1
Triângulos, Aogos, P'ratos, Marimba,
2. UOS l'AHTICll'ANTES
:i1)auenl<: pud.-rá purticipur:
n) nl11uo1 111111ncul11do, nu E,coln corll'idailn.
h) l/8 de ex-alunos e'onu pessoas da comunidutle.
8 - Da Pernênein em frcnl1l no Pnlnnque
Contundo evoluções, 1vque+ c outras nprc-
wentaçües, fanfarra +ó podera permanecer em
lrenlt' uo pnlnnque il11rn11tc 6 minuto,.
·1 - DO JULGA ·,1ENTU
O jul"11tnt~nlo fit·nrí1 n cnrgo de umn co ..
miu~o julgnJ.1ra 1pto busenr•sc-á no orguinle JlO•
• rn o clu.,ificaçüo duo funlnrru,:
o) Disciplinn
b) Cndêuriu
e) Uniforme
dl Quulidatles dos loques
e) Apresenlnçilo da !Joudeirn Nocional
f) lde111ífirnçilo .
g) Tempo (l'erdr.rá ponto quem permanecer
em frenta no pnlnnque por mnis de 6 (sei,) minuto,
5 - DO IN{CIO
Após a fanfarra chegar ao local pré·deter­
mínndo paro espera do ll e 8 f i 1 (', •omenle
poderá locomover-se e/ou iniciar os loque• quando
receber o A'i110 d~ pessoa integrante da comislo
• orgnnizodora,
fl - DA CLASSIFICAÇAO
' A clooificnçilo •erá do l.o ao 3.o lugar,
7 - DOS PREMIOS
l.o lugar
a) CrS 2.000.110 (doi1 mil auzeiros, que será en•
lregue ao diretor da E1colo ou pessoa por ele
credenciaclo, ,
b) Uma taça. ,
2.o lugar
11) CrS 1.500,00 (hum mil e quinhrnlos cruzeiros',
que &erá entre-gue ao Diretor ou pessoa por ele
credenciada.
b) Uma taça
3.o lugar
l • DOS INSTHUMENTOS
Tribuna da Fronteira
- SEMANÁRIO --
FUNDADO E i1
• Diretora Maria Etela V Pereira
Redator-Chefe haldo Pt>reira
Departamento Comercial: Alvoro Pereira
Redação Adminim·a~ilo e Oficinas:
R. Duque de Caxias /n . Bela Visto :MS.
20 I 2 /72
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Auinotura Annal Bela Vista CrS
Dem:,.is Municipios CrS
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to,res niló traduzem a opinião do Jornal. Sua pu­
blicação obedece 10 propósito do debute do; pro·
lil~m11s municipais e de refletir as diversas cen•
dências do pc-nsnmento,
Fundador: lvaldo Pereirn
Tribana do Fronteira é uma publicaçiio
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Bela Vit, 7 ele Junlto cfo l.9i!l
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Rua 26 de Agosto, 384 - S'.l.la 24
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Cicero Gonçalves Costa.
Médico
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Rua Antonio João n.o 7 53
Bela Vista Mt Sul
= Milton Loureiro Filho ===
AD) 06AD0
Ru&. Ary C. de Oliveira, 262 Cep 79240
Jardim Mato Grosso Sul
Não se pode estigmatizar
os moços se alguns deles se
enquadrnrn __ nus crhit·a!' men­
cionadas. Em todas as gera
çõe+. nas mais diferentes par.
t.es d., inundo, La cnançn.g rt-­
beldes, jovens maliciosos e
preguiçosos, aqueles que de+
respeitam os mais velho,
Nem por isso se pode genera­
lizar a condenação. A te por-­
que o rebelde ele hoje, na fa-
se incendiaria, pode •er rx. i.,..
cde111e profiseional de lltnl•
nhã, quando ,e tornar bombei•
r-o.
Quero fazer ne,tu crõ~i·
ca a apologia do Il!ºÇº bro11·
leiro, do jo,·cm mteresudo,
que se dá ao e,;tudo e ao Ira•
bolho com o elon de quew •e
entrega a uma nobre causa, O
nosso futuro está em suas
mão•.
DOCUMENTO
FERIO
Ario Pinheiro de Almeí·
da declara que extraviou 01
seguintes documentos: .
Carteira de Habilit.a.ção, C1e,
INPS. Incra - CGC do cocqér• .
cio, Identidade. Public<rçii
0 i'
que se faz par:i obfenção ~ l
2.n via. Av. Presidente Vargi
n.o 7-l-l.
Guia Lopes da Laguna, ibto
1 Gro,so do Sul.
AYEllNO DOS
, .
OJICI CIENTIFICII
A-v e f i n o d o s
Óculos, Jóias,
Reis:·
Rua 14 lle jollio, 2104
REIS
Campo Grande,
LIDA
Rel_ógios, Presentes e
(
 ÓTICA
E
DA CAPITAL
REGIÃO
Troféus Esportivos
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Mato Grosso do Sul
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q Rela VJsta -. 4S
r•a-~v~---------=------~:-:-'---...;._;..:.;;;.....:...:.;;;.=._...::.:,,;:
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Tbuna da Fretelra .. -
• I •t l
1 PESTE
,Júlio Cezar dE' f'rPltas e Ero&t Eckebatdt Muller do Depto. Mediein Veteriri
A peste uína nfriana foi descrita pela
·eira vez em I97l, no Kenya por Monto.
""''j, I92 a dona foi identificada n África
r'!· ",, I ; 1947 •
A 5
11
1 1-,ru ;,n~o • illtj'.!lll rn, u , e po,rnwr.
,e R moléstia foi relutada no Senegal, Mo­
",~iqu a +ri de dif rentes países do
',,rente africano. estes paíes 0 prejuírr,a,
';4;palmante económicos, foram e inda ·io
pr I' •
,ucalcu aveu. . .
No continente europeu a pe•te sulnn ufr,.
,na ocorreu pela primeiru v1:z rium diFtrito de
jjihoa, em l57, diweminando.e rapidamente
ur 87 provlndu de l'ortul!nl. A introdução da
{ue e deu em Lisboa ntravés da alimentação
~adequada de suínos com restos de alimentos
eletdos enu vis, oriundos duo colónias por­
tugu»as na Africa. la época tiveram que er
,a~rificado, drzena• de milhares de ouí110• ern
Portugal, visando a imediata erradicação da doença,
0 tJUO niio ocorreu, Pº'" em. 1%0, Jft nu E•panha, 1
cerra de 15 mil suínos rnorrernm atacado• pela
çjro!e e moí, de I0-1, mil tiveram que ,er
acriíicado,, 1
Em 1964 foram relatados os primeiros rni1101
n• I-'rnnça onde, gr11ças ào . rigorosas medida,
,anit/1ria• udotudn•. foi prontamente erradicada.
Apenr do rigoro,o controle adotado hú
ano» por autoridade, •onitárlu1 br111ileiru a
eene rnína n_fricnna irr_owpeu no corrente an,; no
E,1arlo do Rio de Jane110, provu~elmente, devido
11 nlimeotat/lo incorrct.1 do, •ulnog com restos
111imt.otlciu1 oriundo, do aeroporto intrrnacional
do Hio. Este fato vem preocupando 10bremaneira
autoridade,, médicos veterinário, e criodorea.
PHOPHIEDADE DO .GENTE
Sohrr o víru1 da peito snfn11 africana ainda
pouco 1e conhece ma, <liíerencin-sc antigcnicamente
da putr rnína clás,ica, aprescnt.11111!0 mni, de 2o
,·arlanre, irnunol6gicns, o 'IUC constitui urn sério
problema nu J,rofilaxia dn doençu.
Um fator importante constitui n alto re•
sistência do ,·írus frente a diferrntes fatores
ambientai,, resi.tindo, por exemplo, em carnes
cougelada, por mais de l5o dias, a t 4oC por 6
ano,, a IBoC por divenos 1emonoe e cm Hngue
potrefato oo redor de 4 meseJ.
EPIZOOTIOLOGIA
Na África o►)?0rcos selvageru comtituem
o reservatório primário da enfcrmidode, sendo 01
responsáveiJ pelo surgimento de surtos em rnínos
domésticos.
Na Europa os próprios aulnvs doméuico•
,Ao re•ervar6rios do vírus e consequentemente os
responsú,·eis p~la difu~ão do mesmo. A transmis­
filo da virose pode ocorrer das seguinte• formos:
contato direto de suínos parti suíno; 11trové• de
ahm_ento1 e • águ111 contaminados, por vetores
!Jlecanlcos como o homem e prova,·ehncnte
IDiet0f, '
O :mino enfermõ apresenta o vírus
em todoe os órgãos elimando-o pela u­
rina, fezes, secreções na11als, oculares e
buenls, A peoetrnçãr, do víru, se dá a­
lravó11 <ia vla d!gPstfva e trL1to re11plt-ató­
rlo i;uporlor.
Entre os diferentes animais domés­
tlcr;i; e o próprio homem, l>ÔillPUl(l o HllÍ·
no é !lUAcctível à vlJ•oi-e.
PATOGENI/
.pó.; penetruç:1o uo orr,anlsmo o
víru~ dlE!H•mlnn-se por via linUit11:n o 110-
mítica a todo3 os 6rios apre3n!ando
afinl<lade pelo llMema retículo hl8lioclta­
rlo onde provoca de~t1·lbuic/io dtrn L-élu­
lar< llufocilárla11 e 111ten,çõers, no endoté.
llo Vfl&cular, ooaslonando quadro he­
morrAglco.
SINTmt.TOLOGIA
O qu,1dro clínico da pe,;te suína 1:1-
frloana se aRsemelb:i em multo ao da
posto suína t!lne~ica, so caractarlzundo
sob o pouto de vista clínico. por uma e­
volução hfperaguda ou aguda, às vezes
subugada ou crônlca, ltwnnd o na maloriu
das vezes à morte do anlmel.
Na forma hlperaguda 011 suino11 a­
presentam um aumento brusco de tempe­
ratura, abatimento, parda de e petíte e
com freqtiênoln J2sões cutf1neas principal­
mente no ventre e orelhas. Pode ocorrer
morte brusca 11em maoUestaçõas de
sintomas.
A forma aguda se caracteriza lnl•
clalmenh, por febre, abatimento e perda
parcial do apetite. Cerca de 48 horas
antes da morte ocorre um agravamento
repentino nos sintomas com prostração
Intensa, pareela dos r..:.embros p11sterlor•11
dificuldade respiratória, feze11 geralmen­
te cobertas de muc.:o ou e_r,trlas s!lngulno­
lentas, conjuntivite mucopurulenttt e le­
sões cutâneas. A morte é precedida por
um estado de eoma e hlpotermla.
Ao lado das formas tipinas de ma­
nlsfestação da doença, vem ocorrendo
cada vez com maior freqtiência, quadros
clínicos 11 típicos com baixa mortalidade
eru suínor:1. acultos e alterações anàtomo­
pah. lógicas não caractnísticas, o . que
vem diiicultur ainda mais o diagnóstico
da doença.
DIAGNÓSTICO
O diagnóstico correto só pode sr
feito por médico vet,.riná.rio, através de
!lu■p~ito. clínil'R, qu·ldro on'ltomo-p ,tolú­
zico, Mendo imprescindíveik o exam R
Inborator!ui1'.
PROFILXIA
N11o ,•xts nllo ntó boj(• vorin1111 p,1-
rn o combato da poste +ui afrleann,
ruz.r,e necPs.:{u-lo u ílllont;llo dr 111 •ti! l,u
pro[i!ticas rigorosas como:
- ucrificio de todos os suinos ln
feetados
- aerlfielo dos uinos quo posam
ier ltdo COll!ll[O diruto ou luflur1)IO com ll
viro±e.
- cremar o enterrar couvcnlonte­
monte fül curcv.çu~
- desinfec,,ulcl completn de• tochlll
lnstulaçÕl'B, objetou, veículos, otc.
-- limentço correta dos ui0s
evitando o uso de retos tlo 111lmontos
-- suspensão t0tu1 do comercio (1
transporte de í!Uluos e f.ieus d<:rlvadoB na
aréa afolada,
- quarentRna rigoroso
- comunicar lruediaturn<'nte u um
médico veterinário ou u autoriclude sa­
nitária competente a suspeita de Iovus
focos.
Peste Suina governo de
Mato Grossr, Fiscailza
Frontefras
Campo Grande (SEDDJAT) O Governn do
Estudo, nu-avé6 ,la Secretaria de A;.l'Ículturn (Dc­
partomenro ,le Defe•a Snnitáriu Auimal), já tomt>n
todas as providências com vistas à fiscalização as
áreas frnuteiriça• coru outros E,tados. o firu de
impedir o entrado ou rnidn de suinos,
Um eficiente esquema de vigilancia foi i­
plant.a,lo pela Secreturia da Agricultura do Estado
a fim de rmpedir que a peste mina africana vc·
nham ulingir n ,uinocuhura m,uogroseense, em•
bora esta não seja ern grande eicala como e1n
outro• E,tado, bra•ileiroll, principaln,enle o% do
sul do pah
O ngronomo Neraldo Marques, delegado da
Secreturi11 do Sul <lo Estado. vem fozendCl npelo à
população, especlalwente oo• &ainocultore•, qni,
procurf' aquela delegacia, caso seja constaLada 11
pre•ença de qualquer anomalia em seus rebanhos
ou até mesmo em porco, de quintais.
PROJETO
DE L E 1
05;78
Autor 'arlos CenturlAo
Arena
Requito a mss, ouvido
o 'lenirio, para qa eja fite
uma O fiei o ao Faro
sr. Prefeito Muni+psl
congratulando-o pela aberta
ra da« roa« de Agua [e e
patr lauto, Eu antinado
a leão lo birro tosta
ln, em continuação ao lair-.
r,, CN111cllnliú, 1111, f.ttil,, ,n,lo
o cesso daquele que a diri
m e convergem da leziMo da
Caiera, dininuindo de a t kn
as voltas que nnte» realizavam
para chegar a idade a +aída
daquele airro. Foi um vnl­
tos obra para os transrant.
Sala das esões da Câmara
Municipal
bela ita (MI1), 19 de Julho
de. 19i8.
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1• M"" . Tribunri: ds Fror.ll~1r!I
-f hel_'!!"z:'!E!'_ri:'
Ministério da Agricultura •
lstitula #acional de {Coloria; o e Reforma Agrária-lcra
Coord0nadoria Regional de Mato Grosso - CR(13)
Projeto Fundiário Jardim CR (13) T (07)/DF
EDIIML COM PRAZO DE GO DIAS
O lu11tllulo Nnclonnl de Colontza-
91 e Rr:forma AgrArla-lNCRi, otravés
do Coordenador Ielonl no Estado do
Mto Grouo, com fundnmento no artigo
80 do Uacreto nº 7G.60it, do 28 de no vem·
hro do 1.07fi, comhlnudo com o dl~posto
nos rtlo 2 do Decreto-Lei n 1.414, do
I8 de goto do 1O75 o 5 do Lel n
4.047, de u de ubrll do U)(lG, convoca
Adalberto Lulz Nlero. Adu lberto V leira,
Adolfo Bnrbosn, Alulalo Arn11110 Loureiro,
Antonlo Morrno, A ntonlo S11 velra Xvler,
Anlbal C1.1brnl, .slurlo tlu Llmu, Alana­
zlo Loureiro, de Amelda, BrAs Barbou,
Cecllla Delvalle Lopo, CIudlo Inocencio
Barbos, Curumila Loureiro do Almeida,
Durvul Coelho Barbo, Etettmlus Teme8
Matraiane, Emlllo Moreno, Estevo RI­
boiro, Grlbaldi Ros, Genéslo de Melo,
Gentl Cnberro, Genll do Assis, Hélio L. de
Almeida, João Vaz Guimres, Jo+ó Ata­
na11l0 Lemos Neto, José Batista dn Cu­
nha, José do l◄'onsec:1 Stnut o Filhos, Jo­
slnu de Souza, Kéi;lo Lournlro Pinheiro
Lule Barbostl, Muri:os A vnlo, Murcos Gon- i
çnlves Ba rboso, Milltão Ribeiro, MIiton
de .Melo, Nestor Antunes do Amaral, O­
otuvlo L1,urelro do Almeida, Olan Gurcla
Pego Loureiro de Almolda, Rnchtd S. Der­
zl, Ramlio Balbuenn, Rarnllo Cabral, Ramilo
Torres, Reasilva do Souzn Marques, Sllvlo
Zocorlo, imüo Franco, izenando Mar­
tlne, Telmo Antonlo Albeeh Rossatto,
Thlrson Lourelrc, de AIII!elda, Tlbyrlçá
Loureiro de Almeida, Tupy de Almeida
Melo, Vampre F. de Souza, Vera Loureiro
Ttnoeo, Vlcent"' lnooenolo Barbo1m, Wal­
demar 'Thotonho da Silva, o demate de­
tentores de títulos sujeitos à r11llflca91lo
abrangidos pelo llemorlal Descritivo 1
seguir transorlto, n apresentarem seus
litulo11 e demais documentos n,laclonu­
dos no artigo 32 e sous paràgrafos, do
Deoreto nº 76.69~. de 28 de novembro de
1976, pelo prazo de 60 (sessenta) dias cor­
rldos, contudos a partir das 7,30 horas
do dia 26 de junho de 1.978 e até às
17,30 horas do dia 25 de agosto de 1978.
A apresentaç!lo dos citados docu­
mentos deverá ser feita na sede do Pro­
jeto Fundiário Jardim, à A vonida Duque
de Caxias, n2 989 em Jardim MT.
A não apresentação dos citados
documentos lmport11.rá em restrições le­
gals relativamente aos imóveis cujos de­
tentores no se bbllitarem ao processo
ratificatório no prazo acima estipulado.
nha de proprlcdnde do Sr. Irlnou do A­
mural Cardinal da( Regue pel
1
)1 llrn ltes
Sul da cltaclu J<'azenclu e na dlsW.nciu
aproximada de 8.760m, situa-se o ponto
MP-4 n margem esquerda da BR-00
(8olu VJsln. ,Jnrdlm), duí por esta rodo·
vln (rnmo Jardim) e llil dlstáncla de
a.500m, situa-si- o ponto MP-5. Deate ponto
deflete-se a direita, Rfgulndo pelo ei;plglio
divisor das guas dos rios Miranda e
.-po, numa dlstllaclu de 45.000m, uproxl-
1uudumente, ató encontrar o ponto MP,6,
situado na iutersecção da rodovia Ponta
Porll . Jardim com u linha de limite ln·
ter . munlclpul Ponta Porli • Eslu Vista.
Dai s<.>gue-se com o rumo de 510 30 SW
e disto.nela de 2.300m. até o ponto MP· 7,
df coa o rumo de 700 SE e distancia
do 1.100m. uté rncontrur o ponto .1P-8;
dai com o rumo do 6:!2 00 SE e dlslllnclo
de 1.900m, até encontrar o ponto MP-9;
dai com o rumo de 302 00 SE e distan­
cla de 700m, nté encontrar o MP • 10 nu
margem direita do Rio Apa e por este
11.bulxo, até 11uu oonfluêncla com o cór­
rego Sombreiro numa dlstil.ncln aproxl,
mnda de 80.000m, no ponto M-O, onde
deu Inicio a aeacrlç!lo desh1 porlmetro.
A área contido nos limites acima
descritos é de uproxinadmonte 76,590
hu (Setenta. e seis mil, qulnheutos e no­
vento heoturts), tomando-se como rfe.
rênclu mapa do Município de Bela Vista
MT na escnln de 1:100.000 elaborado com
lias e nas Cartas Geográficas publicadas
pelo Serviço Geográfico do Exército em
1.973.
CONFRONTAÇÕES
Ao Norte: Munlclplo de Jo.rdlm e Fazen­
dn Cupão do Lenha;
Ao Sul: Rio Apa;
Ao Leste: Munlciplo de Ponta PorA;
Ao Oeste: Correge Sombrdro e purte do
Rio Pirlpucu.
Culabé (llT), 02 de Junho de 1.978.
Cel. Clovls Rorlrlgues Barbosa
Coordenador Regional do Incra - MT
Viação Motta
ganha
concorrência
CIMPO GRINDE
Brasília
MEMORIAL DESCRITIVO
Partiu-se do ponto MP, situado na
confluência do rio Apa e córregv Som­
breiro, por este acima até sua mais alta
cabeceira, numa distância aproximada
de 30.000m, situa-se o ponto MP 1; dai,
com o rumo de 332 00 NE e umn dit:lân­
cla de 1.100m, aproximadamente situa• se
o ponto MP.2, na margem esquerJa do
rio Piripucu, atruvessando este rio, segue
por sua margem direita, rio acima, nu­
ma distância aproximada de 6.000m, até
encontrur o ponto MP-S. siluttdo juuto t1
cercs de limite da Fazenda Cupão d Lo-
A Viação Motta Ltd,.
salu vitorio+a na coneor­
reucl..t pública tl'nllw.dn
pAlo departamento Na­
clonal do Estradas de
Rodagens DNER, para
atuar nu Unha Cumpo
Graude-BrasiUtt, passan­
do pelar cldades de Pre­
Hldente Prudente, Rio
Preto e Golunla.
Esta concorrencla
realizada no Hio de J­
neiro, deu mostra de que
a Vle.çúo Mottil Lida.,
pertenca no quadra dos
mais lmnortante11 emprfl­
sus dt! Ónibus do pais,
com linhas nos Estndos
de üo Paulo, Mato Gros­
so do Sul e Norte, Purn­
n, Minas Gerais, Goiás
o no Distrito Federal.
SPgundo· o sr. José Fer­
relrs Filho, gnente da
Viação Moita Ltdu., se·
tor de Dourados, a em­
prern po,csl velmente P.1:1-
tará ativando dentro de
aproximadamente 60 dius
nesta r.ua nova mlasllo,
que passa a integrar
também u capitel brasi­
leira.
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Hrae!Ha. Anda - Trabalho de In.
formnção nos crludore11 de porcos· Bobre
medidas que devoro ser adotuda.11 para
que possa ser evitada n peste uínn em
teus rebanhos, está sendo executado pe
lo Projeto Rondon, quando moblllzou. cm
cflrater de l'mergêi1Cla, universitários dos
Estados de ão Paulo, RIo de Jonelro,
Mluas Gerais, Paruná, Santa Catarluu,
Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Dahla
e Espírito Santo, que através de us
Diretorias Executivas e em oon.Junto corn
ua Secrdarlas de Agrlt:ulturn dee11es EH­
tadoa vão promover as tarefue.
Por ser a primeira vez em que o
Hondon participa de um trubo lho em
regime de emergencla, essa ativluade
será Integra.da no programa ~e operação
e11pecluis. Conforme, l!lformaçoee daquela
fundação, us Socretnrias de Agricultura
dos Estados ainda afio determinaram r·
quantos universltárioi;: deve1úo ser mo­
bllizados na realizttçâo de&se trabalh1
1

Isto porque, as entidades não dl11põer!l de l
um número suficiente de técnicos para a
realização desse trab&.lho e por Isso pe- t
dlram ajuda ao Projeto. ,
O trabalho a ser desl'nvolvldo pe-
1
.
los estudantes se re-,ume basicJtruente
na amostra aoe crlarores sob n impor­
tilncla de Isolar as áreas ainda nlio nfe•
1adu pela doença, bem como, da necessidade 1
de abater os anima.i• atingido• pern que não co~­
taminem os restantes. Farão também esclareci.
mcntos sobre as condições de ajuda por pa.rte du
governo pela perda de sua criação. As explicações
servirão também para que 01 criadores •aiham o
que fazer quando qualquer coisa anormal seja ob­
servado no rrbanbo, quando deverá se diri:?ir ao
posto mais próximo da SecrelAria d,. Agricu!tura
estadual.
E
Bra,llia, Anda - "A peste suína, se nio fur
erradicada de nosso Paf, impedirá todas u ex· 1
portações brasileiras, porque ninguém corprarí
nossos produtos, com medo de que, junto com
ele,. vá o vírus da doença", disse o Secrrtário Na·
cional da Defeea Agropecuária, José Albert.o Lira,
ao contestar argumento de setores do Ministério
da Agricultura qae dizem ser a doença incurí.nl
e, portanto, o Pala deve conviver com ela.
Além de inviabilizar as exportações brasilei­
ras Lira fruou ser ·•uma loucura convirer com a
peste suína africana, porque a doença, ~e não ti,
ver seus focos exterminados aqui, terminará atin­
gindo os países vizinho e finalmente todo o
Cominente Americano".
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fato Grosso, votou e provou, te enu, Prefeito
Munieipl. +unciono na seguinte Lei:
Ar-t. J•. Ficn o Poder Exeí:ulivo Mun.iripol uu ..
torizado a doar em ónus Centrins Elétrica
Mat0grossenses B,A Cemat todo o cervo qur
compõe o serviço de energia elétrica deste Muni.
cipi, compreendendo:
Ioda rede tJ,. 1ransmtuiio;
HI 201 Motor murc·a Mucede.1 Brnz n.o
320913/51.12002505 (desmontado)
13 205 Motor mnrca M ., r C "d .. e B ~ 11 F, ti.O
326913/51 H004t6 { em mau funeiouameuto)
13 213 Motor marca llwnbaj Mau, .o 32283 220
K V A (em máu funcionament.o);
17 28•1 motor Elétrko marca Thrir•e n.o
5148726 de 0,25 K VA; • º '
• 13 :l02 • Gerador Mnrca FIOUS, n.o
45721 tipo 1318/PBBS-4 H, 18W BP .I;
• 13 2"1 • Gerador Mnrca STJLL, n.o 541205
tipo D A 6 00 F8 / 6 G A 2 3 R K/i 4. 2 2 O
KVA.900 Hl'M;
• 13 !!18 • Gersrlor Marcn HOOS. n.o 95373
tipo GAET, IIO K V A, 1800 HPM (sem induzido):
• 13 222. Gerador Marco HOOS, n.o 95381 L­
pn GAET, 110 KVA, IBOO(em máu fnrwionarnento)
- 13 203 •• Ouadro de Controle n.o l3tll,
ilnrcu HOOS, 95;)10 K V A (estado de funcionomen­
mau).
• 13 207 • Quoclro de Controle, lllarca ROOS
no 1360, 95/110 K V A ( estado de funcionarncnlo
máu) •
• 13 211. Quadro de controle, Mnrca
... Brown Boveri, no B-596:7 (rm,do de
íµncionnrmmto mau):
13215 Quadro de Controle, Marca A EG (es­
tado de funcionamento mau);
13219 Qund:o de Controle, Marca HOOS n.o
2626, 9:'i/JIO 1<:VA (e&tado de funcionamento moa);
13 227 Qudro de .Controle, !1:larcu LONDON,
n.o. 5211718;
I3 248 Transformador à ôleo, n.o. 57199 300
KVA; ilnrco ELIN.
13 249 Trnmíormodor à 61eo, Marcn ZILMER.
n.o. lt97, 251) KVA;
l.'3 250 Trnn~formador a 61ec>, Marca ZIL;'iJER,
n.o. 1298, 250 KVA;
132 51 Tran,formador à 61eo, lllarr.a AEG n.o.
52082271, 160 KVA;
1 204 Tanque pi 6leo, com cap. p/ 314L.
13 '208 Tanque pi 61eo Die•el, com cap.
para 3),1 litrop;
13 212 Tanque pi 6leo Diesel, com cap.
para 190 litro,;
13 '.ll6 Tanque p/ 61eo Diesel, com cap.
para 250 litros;
13 220 Tanque p/ 6leo Diesel, com Cl!Jl,
para 3l4 litros;
I3 224 Tanque pi 61r.o Die,el, com cap.
para 3M litro,;
13 218 Tanque p/ 61eo Diesel. com cp.
para 314 litro•;
Tanque pi 6leo Diesel, com cap.
para 300 litros;
Tanque para Diesel, com capacidade para
Através do deputado 300 litros:
Uatuo arem o Hosoi- ,k,%$}. Gado Marca J1aquigeral, N.o 4890,
lal de. Jardim f8C8bt,rá. 13 260 Gerador Marca Maquigeral, N.o 4842,
oitenta mil Cruzeiros de 250 K V A;
verba destinada à sua 13 262 Gerador Marca Maquigcral, N.o 4859,
manutenção. rambem O
230 KVA;
H,e,ilpital _de Bela Vista Gerador Marca Codima ZTOLTZ, N.o 1097775
r b 380 KVA;
ece Prá CrS 80.000,00 e Gerador Marca Codima Ztoltz, N.o 880873
o de Porto Murlinho 13 259 Motor Marca Scfuúa, N.o 10015H. tipo
Crs 120.000.00 .As verbas DSJ.H-'tl-01;
foram liberadas atrav~a 13. 261 Motor llarca Scânia, N.1, l00157, tipo
da document - d I DSl-14-:M.OI;
Diput • . . açao O 13 263 Motor Marca Scânia, N·o 100177, tipo
lhlo ]Unto liO Mi- DS-14 M-01 (si bomba d'agua)
nlatérlo de Saúde. Motor Marca Cu.mmins N.o '2173í2-03;
]4 256 Quadro de Coutrolr, Marca Maqaieral,
l 27 Quadro de Controle. mrc maquigreral,
I 254 Quadro de Controle, marca maqu!geral;
(rem mau funcionamento);
Trtlllefurmadnr n, 53.136,220 V, 300 KVA
Transformador N.o 33l35,220 V, 300 KVA
l1 20 Lamba d'agua mrea Trium, No 333/
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I4 247 Bomba lua, marca Wise, No 51650
tipo Tmc-12,
14 252 Boba d'agua, mata Londos N.o 2
Mrmual:
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N.o 01
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N.o 5 (em nun funcionam·euto)
- ol 058 Armário <lo Marle!rn com 4 divisões,
medfodo 1,florn x o,6H x 2,lo;
99239 Cvaletes de Madeira, medindo o,Oo x
,, ,6nm x o,5o m
- Um Carregador de Bnterias, Marca Kit; um
protetor de ouvidos; duns vara de Manobra.
• -- 17235 Um apnrellrn Teltofonico, linha 11.u 26'.l;
uu, aparelho tolefonico linha 11-0 2/i:~; dois traiu­
formadores de 45 K V A à rua Conde de P. Alegre
um transformdor de -15 KY A à rua :1 de Outnbrt•,
Um transformador de 75 K V A à rua 3 de Outnlirn,
U rn transformador de ,15 K V A ; rua Parnuuny,
Uw transformador de ,JS K V A à rua X V de No.
vembro. .
Um transformador de 75 KV A à rua XV de No­
vembro.
Um trnnsformndor de -15 KVA à rn.a Auronio
.Maria Coelho, digo Antoul,1 João.
Quatro Tran1formadorcs de '15 KVA à rua Du•
que de Cuxia.
Um tramformador de 112 KVA i! rua Visconde
de Taunay, '
Um trnnsformador; de 45 KVA, à rua W-3
dois Transformadcres de 45 KVA à rua
W-1
Um Transforrnudor de 45 KVA nO Nhandepá
Um transformarlor de 45 KYA no Bairro
Antonlo João.
TERRENO E PRÉDIO
J Lote de Terreno no 39, quadra n.o 13 da Ave­
nida Teodoro Sativa medindo :lOm x 30m
2 Um Prédio de alvenar!t1. medindo
19,50 m x 18m de largura;
3 Uma casa da Madeira para Escri.
tório medindo 5m x üm
4 Uma casa de madeira para depó­
sito medindo 6,50m x 10,50m
5 Uma torre d9 refrigeração medin­
do 2,20m x 6,íl0m;
6 Uma torre de refrigeração m:~din­
do 2,80m x 4,80m.
Art. 2.o fica também o Poder Execu­
tivo lVlunicipal autorizado a aaslnar as
necessárias escrituras de doação dos
bens a que se referP o artigo primeiro;
Artigo. 3.n Em decorrencia do dis­
posto no artigo Primeiro, as Centrais E­
létricas Matogrossenses S/ A, CEMAT se
obriga a garirniir o supi-imento de Ener­
gia Elétrica mi sede do Municiplo, para
tanto, providenciará a con11trução de su­
.gestação e aplicsç!i.o de rede de
Distribuição, bem como outras obras que
façam necessárias para o bom desem­
penho dos serviços de suprimentos de
Energia Elétrica:
Art.º 4° - A doação de que trata es­
te Projeto é feita consoante a autoriza­
ção do Exme. Sr. Ministro de Minas e
Energia, em Portaria n" 274, do 21-2-78,
que autoriza a Cemat a sumlr o Ser
viço de Euezia Elétrica de Dela Vta:
Art, °.- E«ta Lel entrar em vigor
na data de sua publicação, revogadas as
disposlçáes em contrarlo
ala das Sessós da 'Amara Municipal
ela VIsta . MS... 1 do Abril de 1978
los6 Simplicio d« Costa Marque»
Presidente
Noedl Leite Larngelra
Socretflrl.o
·Reunião de Pais e Mestres
(CONVITE)
A Diretoria da Associação da Pals
o Mestres da Escola de 1+ 22 Graus
"Castelo Branco', independentemente do
convittJ indlvldual que cada nluno roce.
lJPró. para entrega llúfl reapeo>Uvo11 pti1s,
cr:uv!da-os pnra uma reurrlúo iierlll na
dia 8 tio Julho próx.lmo v1F1clo11ro u quol
obedecerá os horários abaixo discriml­
ni1dor; flrim de melhor atendimento aos
interessados.
s 08:.00 horas da mahã - Aos se­
nhores pais de alunos do turno matutino;
As 14:00 horao da turde- Com oG !!,enho­
res pais de !unos do turno vespertino
4R 2000 horas dn noite - Com o
senhores pais de alunos do período
NOTURNO
l;onaldPrarHlo que é diminuto o nú-.
mero de pula que vem comparrcon1!0 fla
reuniões anteriores, empenhumon do to­
dos um esforço maior comparecendo em
mnssu.
(11s) Leopoltllna Barbosa de Aruujo
Presidente APM.
Oração
Espírito
Espírito Santo você que me esclare­
ce tudo, que llum.lna todos o:s meus c.&­
mlnhos para que eu atinja o meu ideal.
Voce que me dá o dom divino de perdoar
e esquecer o mal que mo fazem e que to­
dos os instantes da minha vida e,;tã co­
migo, eu quero neste curto diãlogo, a­
gradecer-lhe por tudo e '!Onfümar m1t1s
uma vez que nunca quero me separar de
voe, por mzior que seja a ilusão mate­
rial, não será o mínimo da vo,rrtade que
sinto de um dis e'!ilar eom voce e todos
os meus irmãos na glória perpétua. O­
brigudo mais uma vez (A pessoa deverá
fazer esta oração 3 dias seguidos sem
dizer o pedido, dentro de 3 dias, ser
alcançada a graça, or mais difícil que
seja). Publicar aeelm q-u, r~•ceber a graça.
Publicado p::;r ter recebiclo uma Graça.
E'.M. M.
ao Divino
Santo
PECUIRISTD LTDI
~fater!ais e]étricoa . Tudo para o seu padrão Cemat Produtos Veterieários Implementos e Defensivo Agrícolas - Ferrag;eu
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27r7
a'
E
EKPOSI MGROFE"JÁ
IUSTRIAL DE BELI . VISTI
1 li 21 DE JULHO DE 1978
RURAL DE BELA PROMOÇÃO: SINDICATO
PATROCINIO SECRETIIRII DE IIGRICULTURI
ESTADO
Colaboração:
DE MATO
1
!
t
1
sti sr2 /
Amaral, Grande Coneelhelrc, de Minas· terruptamente buscando sua
t própria evolução, procurando
Gerais expressou se utravés da seguiu C eguir suas inclinações e o
mensagem sobre o eeul!.do de Ser Rosa• ditame• natmnu de rna pro-
cruz: pria natureza. para melhor @e /
''O Estudante Rosacrnz, por .;er capacitnr para a vida. Comer•
humano, é imperfeito; comete erros a ua mente continuamente j
falhas. Por isso, há de manifestar Incas- ~bert.a, para facilitar o desen-
volvimento de sua compreen• ,·
8antemente, o desejo de melho,rar-se. A são e de oua adaptnçiio ao me-
reallzação prática do desejo dé melhoria, io ambiente. Procura agir com
o conduz no 11preodizndo, e este se rea- bom discernimento e senso
llza, através da experiência. comum, para ajustar se à so-
TeIIl ·eis de confrontar-se com mui- ciednde de que fuz parte, uti•
lizando sua capacidade, ti.o
construtiva e .ab1amente- como
lhe seja pusível. Manifesta
constantemente. n expresslo v1•
va de ua filosofia em toda.!
ar ocasiõee, através da tole­
rância, dos at.ributoi de fra·
ternidade e da devoção.
O Rosacruz luta pa.ra ai·
cançar a Maturidade. essa eter­
Dn bu,ca du perfdçiío, e para
isso, pratica com grande en­
tmiasmo a vida espiritual, sen
descurar, entretanto, o lado /.
material da vida, uas nece {
sidades físicas e materiais. 'j
Entende, que para creser e
liruadurerer, é neceuário a_pren·
der. Sabe que •011 rvoluçã.o· e-
:,cige que de próprio carguc
seu "fardo cármico", e que et· 1
te fardo constitui a base de
sua evolução pessoal, pois, "é- y
na Cruz que floresce a Roa!
SER R05ACRUZ, é, em rcsn· M
mo, bucar o Autodom!uio
Ministério
CiROSSO
da
VISTA
Agricultura
Prefeitura Municipal
------.!---------------~
de Bela Vista
. ,'
Instituto
Ministério da Agricultura
Nacional de Colonização e Reforma Agrórla
Coordenadorla Regional de Maio Grosso
Comluão Permanente de Licitação
INCRA
A V 1 s o
O Instituto Nacional de Colonlzaçã_o
e Reforma Agrária - INCRA, Através da
Comissão Permanente tle Licitação. desi­
gnada pela Ordem de Serviço I~CRA
CR-18/N 002/77 de 07 de Janeiro de 1977,
torna G Público, paru conht>clmento dos
Profit;sionals Autônomos no ramo de To.
pogrufia, que durante o período de 60
(sessenta) dias, a pa.rtir da data de pu­
blicação dêste, estará re-cebendo na Se­
de da. Coordenadoria e na dos Projetos
Fundlãrlos da sua Jurisdição a documen­
tação necessária para fins de credencia­
meijto para extcução de Serviços de De­
marc,.wll.o de lotes de terra de domin1o
do INCRA, da União ou de particulares
lnteres!!ado1 em prgcePsos de regulariza­
ção F:1ndiárla junto ao INCRA.
Assim sendo, a partir do prazo t,S­
Upulado para o Credenclamento, não
mais aerllo aceltos trab_albos topográfic.:>s
de p.roflssionai~ não credencladoi; pelo
!NORA em processo tle qualquer naturez11.
DO CREDENCIAMENTO
Os prof(sslonals antônomos Interes­
sados em obter o seu cadastramento jun­
to ao IN'.)RA, devtirllo enviar rrquerimen­
to dirigido o Presidente da Comlss!o
de uicUa:çilo, a0orupa11bado ga seguinte
DooumentaçD.o:
a) Fotacópla autenticada da Carteira
d
1e fdienlldade-;
b) Fotocópia autenticada de prova de
qirltação com as obrigações eleitorais;
c) Fotocópia autenticada de prova de
quitação com o serviço militar;
d) Fotocópia do cartão de lndentifica­
ço de contrlbu.iates • CIC;
e) A test11do dEl Residência-;
I) Atestado de idoneidade financeira
f·orn.edd.o pol.' est.1beleclmento bancádo
g) Certidão negativa dos cartórios de
protestos de tit:ulos end,e tenha domieilío;
· h) Certidão negativa dos cartórios
dlstrlbuiçã& dos feitos criminais dos lo-
cais onde rHldia nos últimos 5 (ciuco anos;
1) Fotocópia autenticada do CREAA
com visto na respectlva regi!lo onde o
snrvlço será realizaóo;
j) Fotocópia de quitação da anuldtt·
de do CREAA;
1) C{lrtidão do CREA,, certHioando
que não tem proce~so administrativo e
que não está impedido de exercer a
profissllo;
m) Relação dos serviços iá realiza dos, tas lutas e tribulações, recebendo-as en­
com aprll@entaç!lo de atestado compra-
1
tre:anto, como oportunidades para pro­
bat61ios do sun capacidade têcnlca; mover sua evolução, e para adquirir o
n)Relaç!io dos equipamentos e mute- poder de superar as dificuldades e do­
rias pertencentes ao profissional autôno- minar os problemas que surgem em sua
m'o, destinados á realização dos trr..ba- vida.
lhos topográficos, devidamente compro- Reconhece que a vida bumaná é
vada sua p.oprledade, meditrnte fotocó- uma escola experimental, e, que está
pia autenticada de Nota Fiscal ou recibo aqui neste "Intervalo conBciente " para
de aquisição, ou ainda comprovada sua adquirir experiência e o domínio do Ser.
dlt1ponlbllidade assegurada atráves C:e A Jornada é longa; poi,3 Jonrro é O ca-
contr&lo de aluguei; minho a percorrer, e gránde ' paciência
o) Urna fotografia 3x4. a ser utilizada. Sente que é utmvéi; das
Os requerimentos e outras infor- próprias experiências, que recebe as
maçoes poderao ser obtidos nos endere- grandes lições da idu, e, atravé,s destas,
ço8 baixo: evolm e faz desabrochar Ileu caráter e
Coor(fenadorla Regional de Mato ua personalidade.
Grosso- Rua Comendador Henrique, Ser Rosacruz, é eslar permanente-
n- 43 - CuialJá M/T. mente disposto a buscar o cre~cimento
Projeto Fundiário Diamantino - Rua interior, e procurar controlú-lo, para que
Almirante Butista das Neves, 333 • Die- se torne um atributo da personalidade
mantino/MT. __, alma. Sabe, que esse crescimento, é um
Projeto Fundiário Cáceres - Rua dos processo gradativo porque rarame t
Operãrlos S/N 'Cáoeres MT. as experiências se' sucedem it ","
Projeto, Fundiário V. Do Arguaia mente. Procura pacientemente, ,"""la­
Av: Mato Grosso S/N B. do Garças/MT. harmonia com as leis naturais' e ~ e':11
Projeto Fundiário Corumbá - Rua An- e com toda a Humanidade EsÍá spin uais
tonto Jõao, 512 cerumb4._ Ms. tante luta, para ma@ter urn «4]"?s-
. Projeto Fundiário Dourados_- Rua uma vida emocional adequada, i "i"
Joaquim Text>íraAlves, 2408 Dourados MT superar as emoções negativa?' ,}9"ando
Projeto Fundiário Jardim - Av: Du- mo, a ambiçfio mórbidaº a ·rai' _ ais co-
que de 'Caxias, 989 - Jardim/MS. üliigde, a f@sinceridade' ~,""e l9s-
cutab4 17/05/1078 te ele saiist«cão em foae"";;8n
I manto das lronteiras do EU aiarga-
Valdir Alves da Silva almeja t!ar maior ex rºss- • e, portanto,
Pras. ComiHsão Permanente de Licitao!io. 1 prio Ser. ' P V ao ao seu pró-

,,
t'- -
Bela Vista
'fs. Tribuna da Fronttra


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RUY S NT'ANNI PAGA 50
MIL FIRA TIO
MIITIR
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CD MP N ff, I
(Cumpo Orando - Correlo do Estado)
Clncoontn mi! oruzelrcR foi o pre•
ço pago pelo ox-smb chefe da CrJHu Clvll
do governo du Mato Urosc;o, Huy S1111t'
Anna dos Santcs, no morglrrnl Oro~tos
Forrnz dons Santo, que também é seu
Uo, JMr1L mult1 r, 110 cllu 24 do d ezernbro
do uno p:rnsndo, o dvoado e ontíão u­
esor epocfal la Casa Civil, Levy Cu m­
punhi do oz. Essns Informações fo­
rem pretndus, sob juramento, pelo pró­
prlo Orestes e m Campo Grndo.
Efll!a 1.1cus11çllo contra o '-lX homem forte
do ovorno Gurcld Neto já havia sido
follu uulcrlormentn JH lo u1,sast1lno, em
c.lupolmonto r1·ehl11tlo no DEIG de Silo
Puulo, pdrunte o dekg,1do da Divisão de
Jiomlcidios, Julr Ce~.'Jl•lo du Silva e do
promotor Carlos ,Jofio Ectu1mlo Sengls,
1le11lgnado pela Procuradoria Gorul da
.Juetiçn de ~ão Puulo. Ot!11únclaR de r.or­
rupçllo, que serl1m retlus por Campanhl
11 que utinglrlorn dlrelameole Sant'Aana
levRrum o m1rndunte H uma situação de
desespero total que gerou o homicídio
cometido às 20,30 horus da vésyer do
Natal, quando tod11 11 fomlllu da vitima
e prepuruva para 11 celu de Natal.
Ruy Sanl' Annn doe SuatoR, que no
me passado d2encopatibilizou-so da
sub-cherla dn CaRa Civil (multo embora
contlnuue,;e ocup1rndo seu gablnetG em
Campo Grande),. eslava nu ,, u a ci­
dade nutul, Porto Murtloho, de onde re,
grassou à tarde. Ao saber que Orestes
Ferraz dos Santos fora preso e o eutnvu
ar.usando como mamlunte do crime, ele
dbS&p•1receu e allo buvla sido encontrt1-
do pel~s policiais do DEIC até às 23 ho-
Laura Vicuna
1
CIMP
DEMDI
FUI
(Cnmpo Grande• Correio do Estado)
Naquela noite de 2-t de dezembro, 11 fn·
m!lia de Lcvy Campanhã estnvn ,.ufórirn. Afinal,
peln primeira Yez em muit .. 1 ono• conseguia.se
reunir todo■os familiares paro n ceio nntalinn.
Donn Ro,n estnvn na cozinho, ultimando os pre·
l)Brativos, quando Levy, que nbrira bil pouco o
presente de um dos filhos, umn bicic!etn, rcsohcu
sair na calçndn pnra observnr o me"nino, pois rc­
velnrn temer qne algo de ruim pudesse ncontcccr
com o menino, em reloçiio ao tr-.insito.
Na cali;.ada, ele constatou que tudo esta,·a
bem e deddiu entrar na ,ua Cara,·an e moduln
o eu aparelho de rndiamndor, imtnlado nn vei­
culo. Do outro lado, Orestes e Hélio o c•preitu.
vam pan, ini<-folmcntc ,cquestrá.lo e depois nssas-
1iná,lo fora da cidade, levando, ninrlu, o V<'lculo.
Teriam, assim, maiores probabilidades de fuga e
nno 1eriam obrigados a, chnmar n ntenção de to•
do com os disparos que fariam.
Mas como o plano niio deu certo, porque
Lcvy eslrnuhou a chamada que recebeu de Heli­
nho, Orestes decidiu !uzilú•lo ali mesmo: ele re­
cebeu o impacto. cnmbaleúU e caiu na calçada
gemendo. Antes da queda Levy foi atirado no,·a­
mente, mas n bala Dilo o atingiu. E 01 dois ri­
minoso• fugiram. um pnre cad~ lado, em desnba­
lada curreiru,
Desde que fora afastado da direção cio
Serviço de Divu.lguçAo de ~luto Gro•sn • SEDl­
MAT • Le,·y Campanhã se preparava coletando
provas de corrupção na Casa Civil e em outros
órgãos. Uma "cai:.n amarela." e uma "pu•tlnba
marrom- e1e ltJlllrdavu, a sete chaves, numa casa
que alugara no Jardim Petróoolis, em Cuiabá e à
qulil só ele tinha ace.so, AÍ! estu·am, segundo
dona Iosa, as provas que seu ma:ido possuía pa­
ra divulgar o que ele mesmo classificou de "uma
grande bomb11 apó;; o feotejo das festas ele final
de ano, Natal e Ano l'!iovo.
Após o crime, Rosa C a m pau h à foi
até Cninbá paro buscar
l'flll. luformações oxtrn-ofl<'lal,, contudo,
davam conta de que Huy San'Annn te­
lefonaru puru o overador Garcia Neto,
em Culabú, 1iedlr1do 1.1 uu intervcm;fio
pum que ele níio fuss1: preso, d':lndo-ll1c:
n chancA de aprescntur-ile nus próxlmar,
boru1:1,
O envolvimento de Ruy S1111t'Anoa
dos S1rntos t'epurcutlu como uma verda­
dAira bnmba ~m Campo Grande, futura
Cupltal do Mato Urosso do Sul, mesmo
porque o ox-!b-chefe da Cosa Civil en­
contrava-se em plenu campa11h1:1 política,
dlspulundo uma vuga na Assemblél
Coa11lllulnte. Seus 11mlgos, do Edlllclo das
Ri>purtlçõe11 P ú b 11 c a s, u 1 11 d u
fllCU8!VUlU·6(J a ncrl'dllnr no HCU en­
volvimento no crime. O mesmo uconteclu
com UlleéloR Campanhã dP- Souztl, Irmão
de· Levy Campanhl, que mostrava-se tê
rl..'voltudo com umu noticia que fora da­
da à tarde pela Rádio Culturn, daarlo
detalhes sobre 11 ('lucldaçilo do ci·Jme,
que permaneceu envolto em mlst(•rlo nté
o último d!a 22, quando Oresta Ferraz
dos Santo8, o criminoso, foi locullzudo,
preso, em Cravinhos, Est. de São Paulo.
O envolvimento de Ruy Saat' Annu
dos Santos A as Jnf1>rmnçõeH de qut> a
morte da Cumpanhii ocorrera porquu e­
IA estava coletando prova! contrn asees­
sores do governo, lnclus[ve Sant'Anaa,
por corrupç!lo, abro uma nova crise no
governo de Garc!a Neto e afeta pro[un­
damentt1
1 as pnitensões de Arena em
Mnto Grosso do Sul, com vistas às pró­
ximas eleições.
MI
CM AI%E.
48ARE
A
PROVIDENCIAS
todo, o• perlcnres do marido e então o
sub-chefe dn Coso Ci'll, Uuy Sont'Anna requiFi­
tou-lhe a posto. a caixa e lti5 fitas. Sabe-se que
entre as provas ele corrupção coletados por Le­
')' Campanhã, estu,n umn fatura paga pela TUIU­
i'IIAT no Hotel Suntu Uoso Palace, de "Jc,iio Balão"
Abaixe, uma nnotnçào simples, do próprio punho,
de Levy: •·h,o é vergonhoso".
Todo o mn1eriol foi de'olvido pouerior­
mente, sem qu11lquer documentaç.'lo compromete­
dora, algumas fitas desgravadas, a maioria com gra­
Ynções tle músicas clássicas e orquestradas. A f.
tas desgravadas, pelo que se sabe, conteriam grn•
vuções de conversas das mais variadas, entre
determinados elementos do governo, envolvidos
em atos de corrupção e desvio de Yerbos·
f: difícil saber quem mais está envolvido
em toda n trama. ilas prete111lc-1e aindo, che"ar
ao esclarecimento de pontos obscuros, paro d;fi.
nir participações coo.cientes ou incotacientes cm
tudo.
A•sim. os policiais oinda não chegnrum a
uma conclusão plattsl'el, por exemplo, por que a
bala que motou Campanhã não foi encontrada, ou
porque não foi feita a necessária autópsia do ena­
dávc.-r, quando é J.lrimário qu<' isso deve ser feito
em casos de hormcfdio, pois muita coisa pode e,.
clarecer-se a partir do!. O que continham ap íitus
e a documentaçü.-? Quem !erâ re•ponsahilizado
pelo desvio bnvido?
Para :l policia, Levy Camp_anhã foi nssrs•i- •
·nnd.i porque sabia demais e a "bomba" que pro­
metera para o inicio do uno poderia levar muita
gentt a una situação delicada. as eles confiam
no governador Garcia Neto e tem certeza de que
ele, já •abenrlo de tud,, isrn, ,letcrmin:irá provi­
dencias para apurar muita coisa ainda não e.cln­
reeida, principalmente desvio de recurso• e a
impl1CJ1çiio de alguns elementos importantes do
gover.no em folcotruus muito pesadas
Laura, eu preciso de
você, ajuda-me!
H'ça por mim no be­
nhor.
Lu confio 1nu1'0 ul!.
+ua [terce-ão.
N ceasíto de ...
l1t-u Deu;,, Puf. fllbo
e Espírito Santo, dai
confurto
Também aos que c.bo­
ruro;
Iuruudi eaperu nçu noii
corações descrentes.
Dai-nos, Senhor. a fe,
a confianç, a eperan-
ÇJ, de Luuru! .
E fazei qut• rOJll, ,JUtHI·
to antes, declarada
su11 h1;1111lficaçüo parn
Vossa Gl6rla e paru o
b;•m da ,Juvem,ule!
Mlnlstórlo do Exército
11 Exército
9 Região Militar
4 D - 10% RC
"Regimento Antonio
Joün"
EDITDL
De ordem do Senhor
Coronel Orlaodc, '.lentzln­
gea Comandaute do 10º
lü>gimento de Cu V!ilarle,
torno públlco, para C()•
nhecimento dos !ateres­
sados, que ienilo r6cebi­
das no 16? RC, pr pos­
tu;i para foraecln,ento de
unlm'lls hubllitndos á re­
presentar o Exército em
competlçõe@ bíplcaB de
imito ele obstáculos.
As propostas deverão
ser l'ltregues tmpreterl •
velmente ao dia 10 de
Ju'ho de 1.978, precisa­
mente áe 14:00 horas. no
102 RC.
A cópia do presentf'
Edital poderá ser obtida
no endereço acima men­
cionado, Pm holárlo nor­
mal de expediente.
Bela 'lista, MS, em 26
de Junho de 1978.
Miguel Angdo 1'el­
xeira Pedroeo . Cap Cav
PresldP.ate da Comis­
são de LIitação.
COLUNA
SfiCHO-MO-IE
Paluna do dia 9 Ac- n.o 86
"Após uma Desgraça vem
0mm' •
O prnsnmento, além de
concretizar o seu conteúdo no
mundo dos formu, ntrni e
concretiza srguidamente vários
outros pro:;rnmn8, (aconteci ..
mentos) da _mesma frequência,
dendo à lei dn ''n.trução dos
semelhantes". Os antigos.
que conheciam iotuith·am:nte
esta lei, disseram: "Após uma
desgraça vem outra".
Quando acontece uma
de,graça e u pesrna fiCJ1 com
o pens-nmento triste. vem acon­
tecer •eguidomente outros fo.
tos tristes que se sintonizam
com ese pensamrnto. Por is.
so justamente quando acont.
cem infelicidades é que deve­
mos nos livrar mais depressa
dos Pensamentos Negativos.
Reuniões ni 2·a fe.iras
19 hs. Huu ~onto Afonrn 1R.
Alvares Cabral
O Clube Recreativo Estrela do Apa,
de a Pesca, Tiro e Acmpamrto,
B
,ll!Ç,i vº1at'1 , ., é UUll e.n!ld!ld() 1
de {' Pq " • +
civil fundada mn Janeiro de 1974, com
d. n rua Sebastião Crspim do Igo,
;~ ar ando 200 soeio. sempre e.
tá fazendo reuniões. a fira de uma
1
( f
'LZ"r chl.'l!ar ao conhedmcntn
pa et< ra, , ., , • , d e
de +eu: nsocfados u» mtol08 (1J ()
governo vem empreendendo com u f­
lidde de preservar nesa faunn, ter­
restres e nquátleu, js bartante escassa
em virtude de 11111118 Dnrnllalros caç_uúo·
res e pescadors, mesmo no,; que v1vorn
1
, cldnde íJOlll os mesmoi, faz .111
nos a , , [ , t ·
l
t " à caravana de ora rn-
eonve a fauna. Azo
zendo
O Pxterminlo H uossu LI ª , :: •
ra todos os habitantes de Bela Vista
eR!ão sabendo que a caço csltl pro1l••da
por dipoi'ivo governamental e awrim
mesmo ainda tem elementos desobedlen-
tes que inda etüo matando os unimais.
Ainda no dia 11 deste mes, entrou aqui
011
cidade uma caravana, daq:il me,mo,
trazendo uma anta morta, na carrocerla
de um Mercados, côr vermelho, Isto co­
mo para fazer pouco das autoridndes
tlocnrregadas da nscallz1wao à caça. Se-
ria de bom grado n Secretaria de ,grl­
t!Ultura do E;itt1do criar m•stn cidade um
po.,to de fülcallznção p.lli: se isto acon­
tecer, dito posto terá grande colabornçllo
por parte dos .f 12:endelros, pois os mes­
mos sempre eFtilo a reciumar contra aR
caçada~. invasão Je propriedadt', tudt, '
cúm tamanho desrei5pt!it'J uo que é alheio,
itinda mais uma leva de oaçudores clun­
destluos noturnos que entram nos carupo;,
da!! fazendas matando toda espécle de
animais silvestre;, tirando a pele e a pe
na, levundo para o paragual, fuz&ndo con­
trabando dando um lucro maluco parot
os negociantes da República do Para­
guai. B de tamauhs necessidade ter aqui
um órgão que possa dr combate ao a­
buso e desrespeito às nous leis. Aqui
tu nto pescador como caçador. não pro•
curam dar apoio à entidade fiscalizado-
ra preferindo uch;ncalhlir e mencspre,
zar às mesma.-, é grande o abuso de rê­
des, tarrafões e arrastão tudo o que ser­
ve pura depredar, é o que tais elemen­
tos procurem w,ar, ~ ne1:essário que o
Governo do fatado, pela Secretaria da
Agricultura organize um posto aqui, afim
de que possa e fornecer as carte.iras
de pflscadore!' amadores e também o~ '·
Regtstros de embarcações pesqueiras.
Até aqui fica a verd:..de, pedindo
providências.
Josioo Pinheiro
na
agropecuária
. O_ Banco do Brasil aplirou, nos Cl'm p.ri-
meiros dius deste nno, 6.QIJ0.000.000.110 de cruzei·
roxs na agropecuária, particularmente nas sna
quatro principais rubricas; cust.eio investiment.O
Proterra e PolocentTo. A aplicaçãc representa olXI
10
<;!emento dr. cinco por cento +obre o s.aldo de
Cr:; 09.000.0J0.000.00 apurados em 31 de deze.mbro
pn,sa.do.

O final do ano este ,aldo de,·er:í elevar•
e Cr 130.000.i00.000.0, segundo as esatfsia»
Banco. Considerando tais dados, com os re
tornos dos empréstimo, contrntad~~ ante,riormell·
te, o Banco do Brasil nplicará en, termo, líquido;
" ,";ghr! ± doiro, rio sai. sr
Cr · . l.000,0U
p
t
l
BANCO DO BRAS'IL j
intensifico
investimentos