TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº293_02_07_1978 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº293_02_07_1978Número da edição293Data de publicação2 de julho de 1978Número de páginas8GeoCoordenada -22.12381042563998 , -56.5089767197794 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº293_02_07_1978 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ' ~ 8 u D a findador lvaldo Pereira ] : Ano VII 1 N.O 293 1 - - o 1 1 o Este É o lugar dequado para exminsr +e Í 1h•nuu-,n(c l1 polhicu heluvistt'flH: ulru'('8"-U honN ''n momentos, Continuo supondo que o ""},nto exige mudança de alternativas pmta al UI • / • • rall~'JIÍ um pnilC lJI.JUUJCJllU JlUSJ(J'O no ontxto - ollricu -oturluul. "jtez no linju nlt,·rnurivn m•i• v!di,In ,lo <Jlle rcnovnção de vnlure•. Com cfeir.,, Feria •nlurnr erar na penumbra da política locnl, uma rés. tia de luz que proporcionasse pelo menos epe rança de dias melhore+. klo consigo avançar ne». r•• rrrva• (11 política lorul). Detenho me qunndo 111 , faliu !' luz de meu urchorc. _Já é rnfu:ienrc ue consiga ver té onde poso ir. E preciso u {mente prevenir os espíritos dos menos visa do• e fo1.e-lo• rclemhrnr <(IH' n polhirn é uma ur te mutável. Tolvc:,: nilo lrnja quc,rfio mais simple, do qure na un6li,n da 'nova política" qu +c reu 11 ,,. no triruinlÍo Ciimarn • Prcfoiturn • Dircr6río. t'ada umn fulnnrlo umo lín,::ungc,11, e, 61 vezes, 1111111 linguagem muda. Dá para entender! São várias a las, divididas entre si, com objetivos diferentes e pe;lfnCente• uo mesmo partido• AH ENA. ;goru níln h6 mai, tempo paru fingir to- 1111da, de posições. A• reformns r•tílo ui. ÜA polhicos belnvistcnoe,, ucoelumado• com a política de nomeaçen, deverão se eonsienti z.ur ,la nuvu f•ru quo "~ nproximn: a era dtmo,-r(,~ tiva. 'em rótulos, '3em mio» tr1os, Simplnrnen• Ir OEilOCflACIA. (.lcrnndo afirnrnmo• ~n e•lc, o lugar udequitrin pnrJ1 nnali11,11 u pulitica loc,tl. r-ea. firmamos um princípio traçado de«de fundação do jornnl, a independência. em partidarimo. No rn polítirn (11 d,, B,·la Vjt) rume em Cnsrro l'inru, Jliori Muruno, Ely H:irl,osa. Turi11i, ivaldo rle Unrros e a,JeF'1e~ por prindpins ou c,,u,·eniên cío;, Cnda cidndllo ncirna cir,rlo fala 11111n llni,!UII e todoa prrrencem 111, mern10 partido: .HE"iA. Tal vez alternativn mais promissora para o tevigo rnrncnto dn polhica local seja me»mo a criação de novos pn,ridos lo •1ue •er/i ht'llÍllzcjo para tola Nação) e o despertar de novos con,e,én,·ia, polhi• r.u, nd,,rrnt'cirlno pelo próprio ,i.remn de coisas, Liherdu,Ic (, o poder de agir, jii dizia V,,lraire, r talvrz, o prohlcn111 maior de nos+os políticos seja rucunn u nçüo. No devemos temer a liberdade de tomar ini<·iutÍ"n~. De"cmori lcmcr u iniírciu como fator de desagregação do poder político. E frrer da A) uau o+o «· +p++++oauvnto de uo»4 potencialidades. Hesumindo: convidamos o» poli • tico, locais .i de• e e r r ur em o, ,·éus que encobrem os rnaí vo:rd,deiru, inren:õc,. l I .P) f DESTA O Advogado Sergio Hobcrto Perondi, filho de tradicional famili de jornalimu e poH· ticos do Hio Grnndc do Sul, vem se destacando na rtgiio como um dos mni• atuantcs causídicos. Além de exercer com brilho ""ª' funçõe~, Scrgio l'trondi granjeou n e.rimo e n ndmiraçi,o dos 111"• radores de Jn,·dim, ilnrncaju. Anrnnio Joilo, Porro Mortinho e lleln Vis ln, pela lrnnquczo de otitu,Jcs e roerência de opir.iõ<:s. No cidade de Maracaju (em contínuo progresso após a rbegada dos goúchosl a polhicn local foi "dominada" pelos Jayuurciros, induatriois e comercinnrcs oriundos do Rio Grnn do. Ari Higo é uma prO"o diste>. AHim como PIILM E 1 "Nio O advogado Pedro P11lmleri, ex presidente Jo Diretório da ARENA, ex presidente de Câmara Municipal e inte grante do Diretório (ARENA), afirmou a nossa reportagrm que não é candidato 1 l suc~ssão do prefeito Castro Pintv. Se• gundo o advo "ado. "minhas inúmeras - - t, 1 •cu~açoes impedem que t>U asf;uma com- promissos políllcos": Palmie1 i fechou a questão em torno de sua candidatura. Já e comento que o conht>cido advogado nllo mais se envolverá com questões Politlcas. Lamentamo8 profu!:!.damente o F 1 2a9-7-78 1 Bela Vist:i _ ___..,,_M_a_to_G_ro_s_s_o_, _d_o __ Sul u REGIONIL G·rmano Belain e adi, vereadores naquela <'ida de. Talvez, em Bclu Vi,10. P"ron,Ii •ejn o pre • cursor ela Nova PoHticn, feiro de oçào e dinamis- 1110, lilo e,pernela pelos belavtstenses. Um advo gudo d,,ixa n pollticu [ Pcdrn Pnlmieri), outro, dia o dia, cresce no conceito populnr (Ptroodll. Exü re 1111111 ola (por sinal fortíssima) que pr<•tende lnnçur o nome ,te Sergio l'crondi na polhiea lo co!. N61 que o conhecemos de longa doto, cslam<'s rorccndo pelo seu ingresso na "velha orte". Con diçôcl' ele tem, basta querer. f: 11 tilo propolndn reno'O<,:ilo. desligamento de Pedro Palmieri da poli· tica belavistense mas, eternos nós, novos elementos rnrgirão no. polilica local. Está surgindo uma nova classe política em Bela Vista, numa prova cabal de que a renovação dos quadros trará novo alento e novas motivoçõei;, com otl tradicionais polílicos incentivando esta renovação. O ussunto Palmieri, no tocante a politica bela vistense, é assunto Pncerrado. Ele agora se dedicará mals a profissão e aas seus afazeres pnrticularAs. Um Breve Comentário 7.a EXPOBEL De lü a 2I de julho próiro, realizar. se-á Ta Expo-ião Agropecuária dr Bela Mi.+a, organizada pelo inlicato Mural, com a colabora lo da Prefeitura Municipal, erretaria da Agi cultura e Gorro Federal Já e tornou tradição, ri no«a cidnude, realização da amostra que rune precuaristas de todo o Fado. lesta feít», receberá novo impulso om a preença ma,iça de pecuarista» do larazuay. raças, principalmente, o trabalho desenvolvido por Edson Mores na izi nh lepública. Geralmente, mprcrndirentos le+ lt: vulr,, ,-xi,:tm trJb,,11,,, n·dut,rndo da "'" •e pr · uari-ta e das forças vlas do n,uuicfpio. É llf"C••- ... sírio qur todos cerrem fileiras n torno desta ren izoç,io pui•. é hru por demais conhecido que ela troduz o t·eplrilo de inicia1i,n tlu ~l'Oh~ h ·l.1• visten-e. A hora é de união: E de conjugar e«for ços e comungar o me«mo« ideais de grandeza, Todos devem colaborar. De uma forma on de ou• tra. Nós sempre acreditamos em Hela Vista, prova a{ t -«S r »e-n ppin nn vnn » +n listico e indutra gratca, centralizando a nossa atuuçiio u11ui JIJ l:'rincc•a do Apn. Nem ,empre merecemos a recíproca, Muita "gente" não acre ditava 'na sobrevivência do jornal" Mas isto é outra história. loje editamos trc, jornais. De Dela Vista para o Estado. O ia,portante, no mo mcnlu, é u realizaç:1o ela Expobel. Devemos viver dia u dia u Expoeiç,io. Niio ,6 ''" que tão en volvidos dirt!tamentt! corn o orf.!:ani1 .. .nc.--fio da me ma, mos lodo• nós. A F. x p o 1, e I é u,nu atração turlsrica. Pron,ove Dela Vista. Acrediramos no progreno da Princesa do Apa <' 11credita11101 m11ilo mnis que n realização, todos os anos, da Expobd, colaborará ele forma posirirn para acele rar este progresso. Belavistense: Voce é fator in dispensável para o ProgreêEO de nos,;n cidade, Comunicado à Praça A partir de 1, de ,Julho, o jornnl 1'rlbuna da Fronteira paxsará 1H!1· prc,priedu<lt• da Grt ficn o Edllorn .p11. A Orjlvupe rte vldo A pro blotnau Úl' ordt>nR ndrnl nistrutivas encerar sua« utividades 'Toda as obri uçõew débitos e crêdI tos) da Orjivnpfl J.ma@a, rilo plHa a Or!'.lfle11 e Edito:-o Aptl. Üíl C<>Dtruto(I publiclLô.rio!J ll.Jllutldos u partir de 1° de julbo, de verão ser efetuados com a r!t "1 -'u firma. Pabl!c11- çi'io que se faz para efel to de e<:clureelmento. Pe!u Orjlvape lvnldo Pereira Pela Graflca e Editora Apa ~larla Estela Velusque;,; Pereira Repercutindo a Candidatura de CARLINHOS No dia 24 pp, junto com o deputt,do • Valter de Caf!lro, o candidato belavistense á Assem bléia Constituinte, Carlos Edy Sã de Medeiros, es teve no vizinho munlcl plo de Jardim onde ficou decidido, em reunião do Diretório e vereadores, que Jardim apoiará o nome do p<lpu!ar Carlla hos. Em Gula Lopes o fato se repetiu e Medei ros foi ovacionado por imensa massa popular. Mais de doze municíplol! estão apoiando o cundi da to do Sudoeste ( do MDB) que dia a d.la cre1- ce Da cotação dos pro vá veis eleitos. RUI SANT'ANNA PAGA 50 m i I p a r a o t i o matar CAMPANHA (Última Página) SE!GIO ROBERTO PERONDI ADVOGADO &$CRI7O)O- Rua 3 de Outubro (â0 LO a €C)13.8o2» Bela Vista Mato Grosso do Sul Dr. Cario~ Edy Sá Medeiros OAíl- Mt. 616 Dr. Cyrio Falcão Advogados Causs - Civis Criminais Inventários. TrabalWstas Rua Hui Barbosa, 2?74 C/1 Fone 4-6683 Campo Grande Mato Grosso 77 Rua Sebastião Crispim do Rego 319 Fone - 1 Bt1a Vista - Mato Grou • .:º..!----------------~--------------·-------------- RESIIURB TE CASS1NO Bella Vista PARAGUAY Ambiente Seleto • Bt>bidas NaciCl nais e Importadas - O maior atrativo da fronteira Dive:.-sões -· Som. Visite Bella Vista (Paraguai) e conheça o RESTAU RANTE CA8SlNO PARAGUAY. Paraguai "O Comercio Jovem de Mato GroHo do Sul" Basta levar o seu documento. O seu crédito é aberto pelo já Famoso Credi Big. 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O jovens t o m, - : Jl,a Hauilô:1iu e ter,_, lflAI' d,, Ci,lnd~, e E,cnl .. 1irir1idpnn1-~s:. . 1 a) Cr$ L.00),0 um mll cruzeiros) que será en- Jejoos e prezulçoos, pune cllogurUo ,! mil anos, a tercura perten. Jardim· Escola de 1.o Grau Crl. Juvéncio trrevue ao Diretor ,Jn Escola ou pe+oa por ele re +eT COI9 u jnvcnlude de unte €o!u- a S6rates. que v.seu. ·n. G. Lopr•. E.,.,,,. de J.o e l.o Graus Slomé deneiada. V er; nora juventude dr ltGJE' nu.o 1 ,., i;o e :l,J9 :i.C; <' o ril!ie,~ de Melo tocha será capaz de manter nossa cultura. rereta o estado de ·pírito d P. Martinho- Escola de lo Grau Claudio de 1) Um troféu 1 io l HIesido, no ano de T • Olivdra 3. No11sa juvAntude oma o · uxo. na ,.1 ... c 6 , 1 ,,. • 1 - Cnrarol - Escola de l.o Gran Dr. Hulrnn de tem boas ma!lc>lrnl!, deFrei<pri!.a a nulo_· e .. ,,., Pinto Aos demni, pnrtídpu,te,- n DHEC/06 • ri<ladl} e n.ão tem respeito algum para Pode se inferir que M , Dela Vista - Escola de L.o o 2.o Gr•us Custdo Seção dr Cultura, c•lur/1 oforeeeuilo Diploma de com Of' mula VP)llrs; 0-as rfunças de +íticas à juventude, com pou Uinnco participuçuo. ] ta quando as alterações, sucedem +e pe. Escola rlc Lo Gruu TisMr Silva boje sfio Ura.aa.s; nlo c,•un ornl e • .-l . 1 lo,; ,éc-n!o, .r,,r.,, ,·Rceloudo ali< f fücolu de J.o Gruu Ari,;~ e Oíkins uma pe!!SO!l idosa entra na !lfl a, respon- '"º" teria falta de origahi. F,cnl11 de 2.o Grnu Dr, Jmn1ulu.1 Murtinho 11 -- O, carn1 omisrn, 011 não constantes neste dem mg] à seus pais, são mesmo muin- dsde. A tónica da perdçio /· 1 rcgulome1110, •c-rfto julg11tlo1 pi-111 Comis,ão Orgn· to IDÚ!I, rnnri c·on•1ai1tt·. rt'p~1inrl<1-~ nizadoro. 4 . Não tenho esperança algumuu no fu- da mesmn forma que otr, tll ro do ncsso Paíi:!, s11 ,>s J·o..-em, ele bo_· lu<•.,r com,un i,:,1edr·1:t<1,t.e •1rl h, vel: o que afirma tar o Ht. je vierem a ser os dirigentes de amunid q beira do abismo. e ti porque esta juventude é insuportável, ius- ,e mem,o. jlt reri,, euí,fo. tável - upenas terrível. No Brasil, nação e·e. j eia]mente [ovem, ras ober. '} vu~õ1,., l(~n, mruo~ r-n7.ão .i,. I ex+t, e não fosse a luen tu'; como justificar as gran ] des projeções do nos·o de e l'ohimcnto'! lflo quero h,., distinção entre os jovens que estudatn em nossas escolas e Uuiver,idude• e ri, que já F.t 1 enconlrnal no mercado de trabalho, participando da po. pulaçãu economteamente a'i Todo d59a ·a_yarcel ao nosso IAKE- OI·F. do Tnmhore1, l'nndcíroB, Cnrnt·loN, Tuhinho11; 1 Triângulos, Aogos, P'ratos, Marimba, 2. UOS l'AHTICll'ANTES :i1)auenl<: pud.-rá purticipur: n) nl11uo1 111111ncul11do, nu E,coln corll'idailn. h) l/8 de ex-alunos e'onu pessoas da comunidutle. 8 - Da Pernênein em frcnl1l no Pnlnnque Contundo evoluções, 1vque+ c outras nprc- wentaçües, fanfarra +ó podera permanecer em lrenlt' uo pnlnnque il11rn11tc 6 minuto,. ·1 - DO JULGA ·,1ENTU O jul"11tnt~nlo fit·nrí1 n cnrgo de umn co .. miu~o julgnJ.1ra 1pto busenr•sc-á no orguinle JlO• • rn o clu.,ificaçüo duo funlnrru,: o) Disciplinn b) Cndêuriu e) Uniforme dl Quulidatles dos loques e) Apresenlnçilo da !Joudeirn Nocional f) lde111ífirnçilo . g) Tempo (l'erdr.rá ponto quem permanecer em frenta no pnlnnque por mnis de 6 (sei,) minuto, 5 - DO IN{CIO Após a fanfarra chegar ao local pré·deter mínndo paro espera do ll e 8 f i 1 (', •omenle poderá locomover-se e/ou iniciar os loque• quando receber o A'i110 d~ pessoa integrante da comislo • orgnnizodora, fl - DA CLASSIFICAÇAO ' A clooificnçilo •erá do l.o ao 3.o lugar, 7 - DOS PREMIOS l.o lugar a) CrS 2.000.110 (doi1 mil auzeiros, que será en• lregue ao diretor da E1colo ou pessoa por ele credenciaclo, , b) Uma taça. , 2.o lugar 11) CrS 1.500,00 (hum mil e quinhrnlos cruzeiros', que &erá entre-gue ao Diretor ou pessoa por ele credenciada. b) Uma taça 3.o lugar l • DOS INSTHUMENTOS Tribuna da Fronteira - SEMANÁRIO -- FUNDADO E i1 • Diretora Maria Etela V Pereira Redator-Chefe haldo Pt>reira Departamento Comercial: Alvoro Pereira Redação Adminim·a~ilo e Oficinas: R. Duque de Caxias /n . Bela Visto :MS. 20 I 2 /72 ASSINATURAS Auinotura Annal Bela Vista CrS Dem:,.is Municipios CrS 200,UO 250,00 Os 11rtigos publicndos com nuinuturas dos nu to,res niló traduzem a opinião do Jornal. Sua pu blicação obedece 10 propósito do debute do; pro· lil~m11s municipais e de refletir as diversas cen• dências do pc-nsnmento, Fundador: lvaldo Pereirn Tribana do Fronteira é uma publicaçiio da Gráfica e Editora AP . . CGC,Mt': 03.~0l266l00Ul•90 Imc. Est. 1305923-1-3 Diretora • Proprietária: Maria Eetelo - V. Pereira Bela Vit, 7 ele Junlto cfo l.9i!l D1 . .Joelson M. Peixoto -Advogado- Causas CIvis e Crlmlnah Rua Lo de Maio S/N Jardim - Mts Run Dr. Ivan ntonso da Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL Voluntário• tio Pàtrin. 376 • Fone 210 Bela Vista Mato Grosso Sul e Dr. Pedro José Palmieri Dr. Ary Escobar Ribeiro Advocacia em Geral Rua 15 de Novembro 17 BELA VISTA MATO GROSSO DO SUL Dr. Laucídic, Valdez de Barroi Clrurglão Dentista CRO - 557 Mt. Cllnlca d0 Crianças e adultos - Ralo X Atende-se com hor:i marc,sda Con,uh.6rio Av. Duque de Coxíu, 508 (Ao vidr, do Banco Financial) D~~lli)ijirí] FIOIIU MUIUHUJ -MÉDICO Consultório: 7 às_ 11 hfl 16 às .19 horas «IPEMAT e INPS» Posto de Saúde e Funrural: 12 às 15 hs D. Dr. José Atanasio Neto Advogado Causas Civis, criminais, Comerciais. I!? ventar!01; e Partilhas, Regularizações de Terras Junto ao Incra Etc. Av. Duque de Caxias. 1/.o 788, Jardim • Mt. Fazenda 2 de Ouro üula Lopes da Laguna Mt, Dr. Olavo Monteiro Mascarenhas ADVOGADO OAB / ~lT 1615 Causas nivle e Criminais Rua Antonio João, 842 Bela Vl;,ta Mato Grosso Sul Dr.· Késio Loureiro Pinheiro ADVOGADO - Rua Rela Vista 16 de Novembro S/N Mato Grosso do Sul Rua 26 de Agosto, 384 - S'.l.la 24 4-0650 Campo Grande Fone MTS, Cicero Gonçalves Costa. Médico Oculista Oftalmologista Rua Antonio João n.o 7 53 Bela Vista Mt Sul = Milton Loureiro Filho === AD) 06AD0 Ru&. Ary C. de Oliveira, 262 Cep 79240 Jardim Mato Grosso Sul Não se pode estigmatizar os moços se alguns deles se enquadrnrn __ nus crhit·a!' men cionadas. Em todas as gera çõe+. nas mais diferentes par. t.es d., inundo, La cnançn.g rt- beldes, jovens maliciosos e preguiçosos, aqueles que de+ respeitam os mais velho, Nem por isso se pode genera lizar a condenação. A te por- que o rebelde ele hoje, na fa- se incendiaria, pode •er rx. i.,.. cde111e profiseional de lltnl• nhã, quando ,e tornar bombei• r-o. Quero fazer ne,tu crõ~i· ca a apologia do Il!ºÇº bro11· leiro, do jo,·cm mteresudo, que se dá ao e,;tudo e ao Ira• bolho com o elon de quew •e entrega a uma nobre causa, O nosso futuro está em suas mão•. DOCUMENTO FERIO Ario Pinheiro de Almeí· da declara que extraviou 01 seguintes documentos: . Carteira de Habilit.a.ção, C1e, INPS. Incra - CGC do cocqér• . cio, Identidade. Public<rçii 0 i' que se faz par:i obfenção ~ l 2.n via. Av. Presidente Vargi n.o 7-l-l. Guia Lopes da Laguna, ibto 1 Gro,so do Sul. AYEllNO DOS , . OJICI CIENTIFICII A-v e f i n o d o s Óculos, Jóias, Reis:· Rua 14 lle jollio, 2104 REIS Campo Grande, LIDA Rel_ógios, Presentes e (  ÓTICA E DA CAPITAL REGIÃO Troféus Esportivos ) Mato Grosso do Sul i' 1 ,. .... l 1 q Rela VJsta -. 4S r•a-~v~---------=------~:-:-'---...;._;..:.;;;.....:...:.;;;.=._...::.:,,;: ---- Tbuna da Fretelra .. - • I •t l 1 PESTE ,Júlio Cezar dE' f'rPltas e Ero&t Eckebatdt Muller do Depto. Mediein Veteriri A peste uína nfriana foi descrita pela ·eira vez em I97l, no Kenya por Monto. ""''j, I92 a dona foi identificada n África r'!· ",, I ; 1947 • A 5 11 1 1-,ru ;,n~o • illtj'.!lll rn, u , e po,rnwr. ,e R moléstia foi relutada no Senegal, Mo ",~iqu a +ri de dif rentes países do ',,rente africano. estes paíes 0 prejuírr,a, ';4;palmante económicos, foram e inda ·io pr I' • ,ucalcu aveu. . . No continente europeu a pe•te sulnn ufr,. ,na ocorreu pela primeiru v1:z rium diFtrito de jjihoa, em l57, diweminando.e rapidamente ur 87 provlndu de l'ortul!nl. A introdução da {ue e deu em Lisboa ntravés da alimentação ~adequada de suínos com restos de alimentos eletdos enu vis, oriundos duo colónias por tugu»as na Africa. la época tiveram que er ,a~rificado, drzena• de milhares de ouí110• ern Portugal, visando a imediata erradicação da doença, 0 tJUO niio ocorreu, Pº'" em. 1%0, Jft nu E•panha, 1 cerra de 15 mil suínos rnorrernm atacado• pela çjro!e e moí, de I0-1, mil tiveram que ,er acriíicado,, 1 Em 1964 foram relatados os primeiros rni1101 n• I-'rnnça onde, gr11ças ào . rigorosas medida, ,anit/1ria• udotudn•. foi prontamente erradicada. Apenr do rigoro,o controle adotado hú ano» por autoridade, •onitárlu1 br111ileiru a eene rnína n_fricnna irr_owpeu no corrente an,; no E,1arlo do Rio de Jane110, provu~elmente, devido 11 nlimeotat/lo incorrct.1 do, •ulnog com restos 111imt.otlciu1 oriundo, do aeroporto intrrnacional do Hio. Este fato vem preocupando 10bremaneira autoridade,, médicos veterinário, e criodorea. PHOPHIEDADE DO .GENTE Sohrr o víru1 da peito snfn11 africana ainda pouco 1e conhece ma, <liíerencin-sc antigcnicamente da putr rnína clás,ica, aprescnt.11111!0 mni, de 2o ,·arlanre, irnunol6gicns, o 'IUC constitui urn sério problema nu J,rofilaxia dn doençu. Um fator importante constitui n alto re• sistência do ,·írus frente a diferrntes fatores ambientai,, resi.tindo, por exemplo, em carnes cougelada, por mais de l5o dias, a t 4oC por 6 ano,, a IBoC por divenos 1emonoe e cm Hngue potrefato oo redor de 4 meseJ. EPIZOOTIOLOGIA Na África o►)?0rcos selvageru comtituem o reservatório primário da enfcrmidode, sendo 01 responsáveiJ pelo surgimento de surtos em rnínos domésticos. Na Europa os próprios aulnvs doméuico• ,Ao re•ervar6rios do vírus e consequentemente os responsú,·eis p~la difu~ão do mesmo. A transmis filo da virose pode ocorrer das seguinte• formos: contato direto de suínos parti suíno; 11trové• de ahm_ento1 e • águ111 contaminados, por vetores !Jlecanlcos como o homem e prova,·ehncnte IDiet0f, ' O :mino enfermõ apresenta o vírus em todoe os órgãos elimando-o pela u rina, fezes, secreções na11als, oculares e buenls, A peoetrnçãr, do víru, se dá a lravó11 <ia vla d!gPstfva e trL1to re11plt-ató rlo i;uporlor. Entre os diferentes animais domés tlcr;i; e o próprio homem, l>ÔillPUl(l o HllÍ· no é !lUAcctível à vlJ•oi-e. PATOGENI/ .pó.; penetruç:1o uo orr,anlsmo o víru~ dlE!H•mlnn-se por via linUit11:n o 110- mítica a todo3 os 6rios apre3n!ando afinl<lade pelo llMema retículo hl8lioclta rlo onde provoca de~t1·lbuic/io dtrn L-élu lar< llufocilárla11 e 111ten,çõers, no endoté. llo Vfl&cular, ooaslonando quadro he morrAglco. SINTmt.TOLOGIA O qu,1dro clínico da pe,;te suína 1:1- frloana se aRsemelb:i em multo ao da posto suína t!lne~ica, so caractarlzundo sob o pouto de vista clínico. por uma e volução hfperaguda ou aguda, às vezes subugada ou crônlca, ltwnnd o na maloriu das vezes à morte do anlmel. Na forma hlperaguda 011 suino11 a presentam um aumento brusco de tempe ratura, abatimento, parda de e petíte e com freqtiênoln J2sões cutf1neas principal mente no ventre e orelhas. Pode ocorrer morte brusca 11em maoUestaçõas de sintomas. A forma aguda se caracteriza lnl• clalmenh, por febre, abatimento e perda parcial do apetite. Cerca de 48 horas antes da morte ocorre um agravamento repentino nos sintomas com prostração Intensa, pareela dos r..:.embros p11sterlor•11 dificuldade respiratória, feze11 geralmen te cobertas de muc.:o ou e_r,trlas s!lngulno lentas, conjuntivite mucopurulenttt e le sões cutâneas. A morte é precedida por um estado de eoma e hlpotermla. Ao lado das formas tipinas de ma nlsfestação da doença, vem ocorrendo cada vez com maior freqtiência, quadros clínicos 11 típicos com baixa mortalidade eru suínor:1. acultos e alterações anàtomo pah. lógicas não caractnísticas, o . que vem diiicultur ainda mais o diagnóstico da doença. DIAGNÓSTICO O diagnóstico correto só pode sr feito por médico vet,.riná.rio, através de !lu■p~ito. clínil'R, qu·ldro on'ltomo-p ,tolú zico, Mendo imprescindíveik o exam R Inborator!ui1'. PROFILXIA N11o ,•xts nllo ntó boj(• vorin1111 p,1- rn o combato da poste +ui afrleann, ruz.r,e necPs.:{u-lo u ílllont;llo dr 111 •ti! l,u pro[i!ticas rigorosas como: - ucrificio de todos os suinos ln feetados - aerlfielo dos uinos quo posam ier ltdo COll!ll[O diruto ou luflur1)IO com ll viro±e. - cremar o enterrar couvcnlonte monte fül curcv.çu~ - desinfec,,ulcl completn de• tochlll lnstulaçÕl'B, objetou, veículos, otc. -- limentço correta dos ui0s evitando o uso de retos tlo 111lmontos -- suspensão t0tu1 do comercio (1 transporte de í!Uluos e f.ieus d<:rlvadoB na aréa afolada, - quarentRna rigoroso - comunicar lruediaturn<'nte u um médico veterinário ou u autoriclude sa nitária competente a suspeita de Iovus focos. Peste Suina governo de Mato Grossr, Fiscailza Frontefras Campo Grande (SEDDJAT) O Governn do Estudo, nu-avé6 ,la Secretaria de A;.l'Ículturn (Dc partomenro ,le Defe•a Snnitáriu Auimal), já tomt>n todas as providências com vistas à fiscalização as áreas frnuteiriça• coru outros E,tados. o firu de impedir o entrado ou rnidn de suinos, Um eficiente esquema de vigilancia foi i plant.a,lo pela Secreturia da Agricultura do Estado a fim de rmpedir que a peste mina africana vc· nham ulingir n ,uinocuhura m,uogroseense, em• bora esta não seja ern grande eicala como e1n outro• E,tado, bra•ileiroll, principaln,enle o% do sul do pah O ngronomo Neraldo Marques, delegado da Secreturi11 do Sul <lo Estado. vem fozendCl npelo à população, especlalwente oo• &ainocultore•, qni, procurf' aquela delegacia, caso seja constaLada 11 pre•ença de qualquer anomalia em seus rebanhos ou até mesmo em porco, de quintais. PROJETO DE L E 1 05;78 Autor 'arlos CenturlAo Arena Requito a mss, ouvido o 'lenirio, para qa eja fite uma O fiei o ao Faro sr. Prefeito Muni+psl congratulando-o pela aberta ra da« roa« de Agua [e e patr lauto, Eu antinado a leão lo birro tosta ln, em continuação ao lair-. r,, CN111cllnliú, 1111, f.ttil,, ,n,lo o cesso daquele que a diri m e convergem da leziMo da Caiera, dininuindo de a t kn as voltas que nnte» realizavam para chegar a idade a +aída daquele airro. Foi um vnl tos obra para os transrant. Sala das esões da Câmara Municipal bela ita (MI1), 19 de Julho de. 19i8. Cnrlo, Conturi1ln Verrncfor·. AHENA Esportes para Todos ,ARMAZEM E EXPORTADORA CLIPER de AHMAD H. HAIDAR lJma Organização AHMAD H. HAIDAR para servir Ponta Porá e Região. 8ecos e lfolhados, Latariaa, Panelas de pressão, Lampião a Gás, Triturador de milho, Ferramentas Agrícolas e Aluminles. Produtos de Exportação datt mais afamadas marcas. [xparladara C L I r E R !em a mel~ar preca de Exparlacão para o Clienle Exi~enle. !rmazem Cliper: Rua Marec~al floriana, 604 fane 431-1131 Exporladara Cliper: Rua lil'Mechal floriano 50ã, fane 431-mO PONTA PORA - MATO GROSSO. DO SUL « 30 DNOS» Com Manah adubando dá casa • DO PECUARISTI DE EYIILDO G. LDRlNGEIRft * * * __ RUA DUQUE DE CAXIAS, 108 O -----------------·---------------- Vacinas, Antibióticos, Mata Bicheiras (em latas e spray), Vermífugos, Vitaminas, Sais Miaerals, Herbicida., Bernicidas, Inseticidas, Sal Comum, Sal MinP-rallzado, VaclnaH Anti-Rã.bica, Pulvêrizador, Plantadeiras, Máquinas de Matar Formigas, Sementes Certificadas (jaragu~, braquiária, colonlão arroz, sorgo, milho) « A Casa dos Bons Negócios» * * * -- BELA VISTA - MS J> 1 1• M"" . Tribunri: ds Fror.ll~1r!I -f hel_'!!"z:'!E!'_ri:' Ministério da Agricultura • lstitula #acional de {Coloria; o e Reforma Agrária-lcra Coord0nadoria Regional de Mato Grosso - CR(13) Projeto Fundiário Jardim CR (13) T (07)/DF EDIIML COM PRAZO DE GO DIAS O lu11tllulo Nnclonnl de Colontza- 91 e Rr:forma AgrArla-lNCRi, otravés do Coordenador Ielonl no Estado do Mto Grouo, com fundnmento no artigo 80 do Uacreto nº 7G.60it, do 28 de no vem· hro do 1.07fi, comhlnudo com o dl~posto nos rtlo 2 do Decreto-Lei n 1.414, do I8 de goto do 1O75 o 5 do Lel n 4.047, de u de ubrll do U)(lG, convoca Adalberto Lulz Nlero. Adu lberto V leira, Adolfo Bnrbosn, Alulalo Arn11110 Loureiro, Antonlo Morrno, A ntonlo S11 velra Xvler, Anlbal C1.1brnl, .slurlo tlu Llmu, Alana zlo Loureiro, de Amelda, BrAs Barbou, Cecllla Delvalle Lopo, CIudlo Inocencio Barbos, Curumila Loureiro do Almeida, Durvul Coelho Barbo, Etettmlus Teme8 Matraiane, Emlllo Moreno, Estevo RI boiro, Grlbaldi Ros, Genéslo de Melo, Gentl Cnberro, Genll do Assis, Hélio L. de Almeida, João Vaz Guimres, Jo+ó Ata na11l0 Lemos Neto, José Batista dn Cu nha, José do l◄'onsec:1 Stnut o Filhos, Jo slnu de Souza, Kéi;lo Lournlro Pinheiro Lule Barbostl, Muri:os A vnlo, Murcos Gon- i çnlves Ba rboso, Milltão Ribeiro, MIiton de .Melo, Nestor Antunes do Amaral, O otuvlo L1,urelro do Almeida, Olan Gurcla Pego Loureiro de Almolda, Rnchtd S. Der zl, Ramlio Balbuenn, Rarnllo Cabral, Ramilo Torres, Reasilva do Souzn Marques, Sllvlo Zocorlo, imüo Franco, izenando Mar tlne, Telmo Antonlo Albeeh Rossatto, Thlrson Lourelrc, de AIII!elda, Tlbyrlçá Loureiro de Almeida, Tupy de Almeida Melo, Vampre F. de Souza, Vera Loureiro Ttnoeo, Vlcent"' lnooenolo Barbo1m, Wal demar 'Thotonho da Silva, o demate de tentores de títulos sujeitos à r11llflca91lo abrangidos pelo llemorlal Descritivo 1 seguir transorlto, n apresentarem seus litulo11 e demais documentos n,laclonu dos no artigo 32 e sous paràgrafos, do Deoreto nº 76.69~. de 28 de novembro de 1976, pelo prazo de 60 (sessenta) dias cor rldos, contudos a partir das 7,30 horas do dia 26 de junho de 1.978 e até às 17,30 horas do dia 25 de agosto de 1978. A apresentaç!lo dos citados docu mentos deverá ser feita na sede do Pro jeto Fundiário Jardim, à A vonida Duque de Caxias, n2 989 em Jardim MT. A não apresentação dos citados documentos lmport11.rá em restrições le gals relativamente aos imóveis cujos de tentores no se bbllitarem ao processo ratificatório no prazo acima estipulado. nha de proprlcdnde do Sr. Irlnou do A mural Cardinal da( Regue pel 1 )1 llrn ltes Sul da cltaclu J<'azenclu e na dlsW.nciu aproximada de 8.760m, situa-se o ponto MP-4 n margem esquerda da BR-00 (8olu VJsln. ,Jnrdlm), duí por esta rodo· vln (rnmo Jardim) e llil dlstáncla de a.500m, situa-si- o ponto MP-5. Deate ponto deflete-se a direita, Rfgulndo pelo ei;plglio divisor das guas dos rios Miranda e .-po, numa dlstllaclu de 45.000m, uproxl- 1uudumente, ató encontrar o ponto MP,6, situado na iutersecção da rodovia Ponta Porll . Jardim com u linha de limite ln· ter . munlclpul Ponta Porli • Eslu Vista. Dai s<.>gue-se com o rumo de 510 30 SW e disto.nela de 2.300m. até o ponto MP· 7, df coa o rumo de 700 SE e distancia do 1.100m. uté rncontrur o ponto .1P-8; dai com o rumo do 6:!2 00 SE e dlslllnclo de 1.900m, até encontrar o ponto MP-9; dai com o rumo de 302 00 SE e distan cla de 700m, nté encontrar o MP • 10 nu margem direita do Rio Apa e por este 11.bulxo, até 11uu oonfluêncla com o cór rego Sombreiro numa dlstil.ncln aproxl, mnda de 80.000m, no ponto M-O, onde deu Inicio a aeacrlç!lo desh1 porlmetro. A área contido nos limites acima descritos é de uproxinadmonte 76,590 hu (Setenta. e seis mil, qulnheutos e no vento heoturts), tomando-se como rfe. rênclu mapa do Município de Bela Vista MT na escnln de 1:100.000 elaborado com lias e nas Cartas Geográficas publicadas pelo Serviço Geográfico do Exército em 1.973. CONFRONTAÇÕES Ao Norte: Munlclplo de Jo.rdlm e Fazen dn Cupão do Lenha; Ao Sul: Rio Apa; Ao Leste: Munlciplo de Ponta PorA; Ao Oeste: Correge Sombrdro e purte do Rio Pirlpucu. Culabé (llT), 02 de Junho de 1.978. Cel. Clovls Rorlrlgues Barbosa Coordenador Regional do Incra - MT Viação Motta ganha concorrência CIMPO GRINDE Brasília MEMORIAL DESCRITIVO Partiu-se do ponto MP, situado na confluência do rio Apa e córregv Som breiro, por este acima até sua mais alta cabeceira, numa distância aproximada de 30.000m, situa-se o ponto MP 1; dai, com o rumo de 332 00 NE e umn dit:lân cla de 1.100m, aproximadamente situa• se o ponto MP.2, na margem esquerJa do rio Piripucu, atruvessando este rio, segue por sua margem direita, rio acima, nu ma distância aproximada de 6.000m, até encontrur o ponto MP-S. siluttdo juuto t1 cercs de limite da Fazenda Cupão d Lo- A Viação Motta Ltd,. salu vitorio+a na coneor reucl..t pública tl'nllw.dn pAlo departamento Na clonal do Estradas de Rodagens DNER, para atuar nu Unha Cumpo Graude-BrasiUtt, passan do pelar cldades de Pre Hldente Prudente, Rio Preto e Golunla. Esta concorrencla realizada no Hio de J neiro, deu mostra de que a Vle.çúo Mottil Lida., pertenca no quadra dos mais lmnortante11 emprfl sus dt! Ónibus do pais, com linhas nos Estndos de üo Paulo, Mato Gros so do Sul e Norte, Purn n, Minas Gerais, Goiás o no Distrito Federal. SPgundo· o sr. José Fer relrs Filho, gnente da Viação Moita Ltdu., se· tor de Dourados, a em prern po,csl velmente P.1:1- tará ativando dentro de aproximadamente 60 dius nesta r.ua nova mlasllo, que passa a integrar também u capitel brasi leira. OLHA AI UI • Ble t» IIIS em Mela Iist, lo [sprlir Belavislense. Dia 1.o de Julho 16 Conjunlo: SAfãRI SHOW inicio às 23,00 hs, mesa Gr$ 158,00 Convite Cr$ 50,00 rromocão: 3.o nno r écnico te tobililate - Mel lista IIS Sérgio Henrique Martins Apartamento com ar condicionado, quarto com ventilador, amhiente familiar • refeições fartas HOTEL FLUMIERISE SEU HOTEL EM AQUIAUIRA Rua Teodoro Rondon 586 Aquidauana MS CRIADORES de Porcos O r i e n ta ç ã o: PESTE Receberão SUIHA Hrae!Ha. Anda - Trabalho de In. formnção nos crludore11 de porcos· Bobre medidas que devoro ser adotuda.11 para que possa ser evitada n peste uínn em teus rebanhos, está sendo executado pe lo Projeto Rondon, quando moblllzou. cm cflrater de l'mergêi1Cla, universitários dos Estados de ão Paulo, RIo de Jonelro, Mluas Gerais, Paruná, Santa Catarluu, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Dahla e Espírito Santo, que através de us Diretorias Executivas e em oon.Junto corn ua Secrdarlas de Agrlt:ulturn dee11es EH tadoa vão promover as tarefue. Por ser a primeira vez em que o Hondon participa de um trubo lho em regime de emergencla, essa ativluade será Integra.da no programa ~e operação e11pecluis. Conforme, l!lformaçoee daquela fundação, us Socretnrias de Agricultura dos Estados ainda afio determinaram r· quantos universltárioi;: deve1úo ser mo bllizados na realizttçâo de&se trabalh1 1 • Isto porque, as entidades não dl11põer!l de l um número suficiente de técnicos para a realização desse trab&.lho e por Isso pe- t dlram ajuda ao Projeto. , O trabalho a ser desl'nvolvldo pe- 1 . los estudantes se re-,ume basicJtruente na amostra aoe crlarores sob n impor tilncla de Isolar as áreas ainda nlio nfe• 1adu pela doença, bem como, da necessidade 1 de abater os anima.i• atingido• pern que não co~ taminem os restantes. Farão também esclareci. mcntos sobre as condições de ajuda por pa.rte du governo pela perda de sua criação. As explicações servirão também para que 01 criadores •aiham o que fazer quando qualquer coisa anormal seja ob servado no rrbanbo, quando deverá se diri:?ir ao posto mais próximo da SecrelAria d,. Agricu!tura estadual. E Bra,llia, Anda - "A peste suína, se nio fur erradicada de nosso Paf, impedirá todas u ex· 1 portações brasileiras, porque ninguém corprarí nossos produtos, com medo de que, junto com ele,. vá o vírus da doença", disse o Secrrtário Na· cional da Defeea Agropecuária, José Albert.o Lira, ao contestar argumento de setores do Ministério da Agricultura qae dizem ser a doença incurí.nl e, portanto, o Pala deve conviver com ela. Além de inviabilizar as exportações brasilei ras Lira fruou ser ·•uma loucura convirer com a peste suína africana, porque a doença, ~e não ti, ver seus focos exterminados aqui, terminará atin gindo os países vizinho e finalmente todo o Cominente Americano". EXPORTAÇÕES - PREJU{ZO JEI E H T de João Freire de Oliveira L Ambiente Seleto - Refeição Cgseira O seu lar em Antonlo João - O Hotel da Fronteira. Hospede-se no Jeane Hotel e ninta-se em sua Casa. Padrão de qualidade Rua Amambai com Bela Vista Antonio João M -:- __ ........_ .......,__________________________ ato Grosso do Sul ±ee t- 1 ' 1 VISITEM LEI 1 BELA VISTA' POR » 0CASIAO D1 VII EXPOBEL VERBA PIRI JDRDIM N ·b • • Autoriza .E 6 & 6/7 8 D 12·04· 78 ·Doação d·e .patrimonio, Municipal m Energia Elétric 1a A Câmara Municipal de Bela Vi+ta, Eatado de fato Grosso, votou e provou, te enu, Prefeito Munieipl. +unciono na seguinte Lei: Ar-t. J•. Ficn o Poder Exeí:ulivo Mun.iripol uu .. torizado a doar em ónus Centrins Elétrica Mat0grossenses B,A Cemat todo o cervo qur compõe o serviço de energia elétrica deste Muni. cipi, compreendendo: Ioda rede tJ,. 1ransmtuiio; HI 201 Motor murc·a Mucede.1 Brnz n.o 320913/51.12002505 (desmontado) 13 205 Motor mnrca M ., r C "d .. e B ~ 11 F, ti.O 326913/51 H004t6 { em mau funeiouameuto) 13 213 Motor marca llwnbaj Mau, .o 32283 220 K V A (em máu funcionament.o); 17 28•1 motor Elétrko marca Thrir•e n.o 5148726 de 0,25 K VA; • º ' • 13 :l02 • Gerador Mnrca FIOUS, n.o 45721 tipo 1318/PBBS-4 H, 18W BP .I; • 13 2"1 • Gerador Mnrca STJLL, n.o 541205 tipo D A 6 00 F8 / 6 G A 2 3 R K/i 4. 2 2 O KVA.900 Hl'M; • 13 !!18 • Gersrlor Marcn HOOS. n.o 95373 tipo GAET, IIO K V A, 1800 HPM (sem induzido): • 13 222. Gerador Marco HOOS, n.o 95381 L pn GAET, 110 KVA, IBOO(em máu fnrwionarnento) - 13 203 •• Ouadro de Controle n.o l3tll, ilnrcu HOOS, 95;)10 K V A (estado de funcionomen mau). • 13 207 • Quoclro de Controle, lllarca ROOS no 1360, 95/110 K V A ( estado de funcionarncnlo máu) • • 13 211. Quadro de controle, Mnrca ... Brown Boveri, no B-596:7 (rm,do de íµncionnrmmto mau): 13215 Quadro de Controle, Marca A EG (es tado de funcionamento mau); 13219 Qund:o de Controle, Marca HOOS n.o 2626, 9:'i/JIO 1<:VA (e&tado de funcionamento moa); 13 227 Qudro de .Controle, !1:larcu LONDON, n.o. 5211718; I3 248 Transformador à ôleo, n.o. 57199 300 KVA; ilnrco ELIN. 13 249 Trnmíormodor à 61eo, Marcn ZILMER. n.o. lt97, 251) KVA; l.'3 250 Trnn~formador a 61ec>, Marca ZIL;'iJER, n.o. 1298, 250 KVA; 132 51 Tran,formador à 61eo, lllarr.a AEG n.o. 52082271, 160 KVA; 1 204 Tanque pi 6leo, com cap. p/ 314L. 13 '208 Tanque pi 61eo Die•el, com cap. para 3),1 litrop; 13 212 Tanque pi 6leo Diesel, com cap. para 190 litro,; 13 '.ll6 Tanque p/ 61eo Diesel, com cap. para 250 litros; 13 220 Tanque p/ 6leo Diesel, com Cl!Jl, para 3l4 litros; I3 224 Tanque pi 61r.o Die,el, com cap. para 3M litro,; 13 218 Tanque p/ 61eo Diesel. com cp. para 314 litro•; Tanque pi 6leo Diesel, com cap. para 300 litros; Tanque para Diesel, com capacidade para Através do deputado 300 litros: Uatuo arem o Hosoi- ,k,%$}. Gado Marca J1aquigeral, N.o 4890, lal de. Jardim f8C8bt,rá. 13 260 Gerador Marca Maquigeral, N.o 4842, oitenta mil Cruzeiros de 250 K V A; verba destinada à sua 13 262 Gerador Marca Maquigcral, N.o 4859, manutenção. rambem O 230 KVA; H,e,ilpital _de Bela Vista Gerador Marca Codima ZTOLTZ, N.o 1097775 r b 380 KVA; ece Prá CrS 80.000,00 e Gerador Marca Codima Ztoltz, N.o 880873 o de Porto Murlinho 13 259 Motor Marca Scfuúa, N.o 10015H. tipo Crs 120.000.00 .As verbas DSJ.H-'tl-01; foram liberadas atrav~a 13. 261 Motor llarca Scânia, N.1, l00157, tipo da document - d I DSl-14-:M.OI; Diput • . . açao O 13 263 Motor Marca Scânia, N·o 100177, tipo lhlo ]Unto liO Mi- DS-14 M-01 (si bomba d'agua) nlatérlo de Saúde. Motor Marca Cu.mmins N.o '2173í2-03; ]4 256 Quadro de Coutrolr, Marca Maqaieral, l 27 Quadro de Controle. mrc maquigreral, I 254 Quadro de Controle, marca maqu!geral; (rem mau funcionamento); Trtlllefurmadnr n, 53.136,220 V, 300 KVA Transformador N.o 33l35,220 V, 300 KVA l1 20 Lamba d'agua mrea Trium, No 333/ '/, I700 RP, I4 247 Bomba lua, marca Wise, No 51650 tipo Tmc-12, 14 252 Boba d'agua, mata Londos N.o 2 Mrmual: - 14233 Compressor d« ar, Marca CAIK EH, N.o 01 - 09 215 Bomba para 6lo, Marca LONDOS, N.o 5 (em nun funcionam·euto) - ol 058 Armário <lo Marle!rn com 4 divisões, medfodo 1,florn x o,6H x 2,lo; 99239 Cvaletes de Madeira, medindo o,Oo x ,, ,6nm x o,5o m - Um Carregador de Bnterias, Marca Kit; um protetor de ouvidos; duns vara de Manobra. • -- 17235 Um apnrellrn Teltofonico, linha 11.u 26'.l; uu, aparelho tolefonico linha 11-0 2/i:~; dois traiu formadores de 45 K V A à rua Conde de P. Alegre um transformdor de -15 KY A à rua :1 de Outnbrt•, Um transformador de 75 K V A à rua 3 de Outnlirn, U rn transformador de ,15 K V A ; rua Parnuuny, Uw transformador de ,JS K V A à rua X V de No. vembro. . Um transformador de 75 KV A à rua XV de No vembro. Um trnnsformndor de -15 KVA à rn.a Auronio .Maria Coelho, digo Antoul,1 João. Quatro Tran1formadorcs de '15 KVA à rua Du• que de Cuxia. Um tramformador de 112 KVA i! rua Visconde de Taunay, ' Um trnnsformador; de 45 KVA, à rua W-3 dois Transformadcres de 45 KVA à rua W-1 Um Transforrnudor de 45 KVA nO Nhandepá Um transformarlor de 45 KYA no Bairro Antonlo João. TERRENO E PRÉDIO J Lote de Terreno no 39, quadra n.o 13 da Ave nida Teodoro Sativa medindo :lOm x 30m 2 Um Prédio de alvenar!t1. medindo 19,50 m x 18m de largura; 3 Uma casa da Madeira para Escri. tório medindo 5m x üm 4 Uma casa de madeira para depó sito medindo 6,50m x 10,50m 5 Uma torre d9 refrigeração medin do 2,20m x 6,íl0m; 6 Uma torre de refrigeração m:~din do 2,80m x 4,80m. Art. 2.o fica também o Poder Execu tivo lVlunicipal autorizado a aaslnar as necessárias escrituras de doação dos bens a que se referP o artigo primeiro; Artigo. 3.n Em decorrencia do dis posto no artigo Primeiro, as Centrais E létricas Matogrossenses S/ A, CEMAT se obriga a garirniir o supi-imento de Ener gia Elétrica mi sede do Municiplo, para tanto, providenciará a con11trução de su .gestação e aplicsç!i.o de rede de Distribuição, bem como outras obras que façam necessárias para o bom desem penho dos serviços de suprimentos de Energia Elétrica: Art.º 4° - A doação de que trata es te Projeto é feita consoante a autoriza ção do Exme. Sr. Ministro de Minas e Energia, em Portaria n" 274, do 21-2-78, que autoriza a Cemat a sumlr o Ser viço de Euezia Elétrica de Dela Vta: Art, °.- E«ta Lel entrar em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposlçáes em contrarlo ala das Sessós da 'Amara Municipal ela VIsta . MS... 1 do Abril de 1978 los6 Simplicio d« Costa Marque» Presidente Noedl Leite Larngelra Socretflrl.o ·Reunião de Pais e Mestres (CONVITE) A Diretoria da Associação da Pals o Mestres da Escola de 1+ 22 Graus "Castelo Branco', independentemente do convittJ indlvldual que cada nluno roce. lJPró. para entrega llúfl reapeo>Uvo11 pti1s, cr:uv!da-os pnra uma reurrlúo iierlll na dia 8 tio Julho próx.lmo v1F1clo11ro u quol obedecerá os horários abaixo discriml ni1dor; flrim de melhor atendimento aos interessados. s 08:.00 horas da mahã - Aos se nhores pais de alunos do turno matutino; As 14:00 horao da turde- Com oG !!,enho res pais de !unos do turno vespertino 4R 2000 horas dn noite - Com o senhores pais de alunos do período NOTURNO l;onaldPrarHlo que é diminuto o nú-. mero de pula que vem comparrcon1!0 fla reuniões anteriores, empenhumon do to dos um esforço maior comparecendo em mnssu. (11s) Leopoltllna Barbosa de Aruujo Presidente APM. Oração Espírito Espírito Santo você que me esclare ce tudo, que llum.lna todos o:s meus c.& mlnhos para que eu atinja o meu ideal. Voce que me dá o dom divino de perdoar e esquecer o mal que mo fazem e que to dos os instantes da minha vida e,;tã co migo, eu quero neste curto diãlogo, a gradecer-lhe por tudo e '!Onfümar m1t1s uma vez que nunca quero me separar de voe, por mzior que seja a ilusão mate rial, não será o mínimo da vo,rrtade que sinto de um dis e'!ilar eom voce e todos os meus irmãos na glória perpétua. O brigudo mais uma vez (A pessoa deverá fazer esta oração 3 dias seguidos sem dizer o pedido, dentro de 3 dias, ser alcançada a graça, or mais difícil que seja). Publicar aeelm q-u, r~•ceber a graça. Publicado p::;r ter recebiclo uma Graça. E'.M. M. ao Divino Santo PECUIRISTD LTDI ~fater!ais e]étricoa . Tudo para o seu padrão Cemat Produtos Veterieários Implementos e Defensivo Agrícolas - Ferrag;eu Materiais para Construção em geral - Forros de Pinho Cimentos, azulejos decerados, Tintas em geral -- Vermifugos, vacinas, Sementes Braqu!ária e Jara.guá, Bombas Flutuantes para poço, zinco, Castradore11, Lt-uças, Sa,nitàdos, e,ternit, Tijolos, canos galvanizados e Plástico, conexão em geral. • IVENIDD DUQUE DE CAXIAS, 608 - JARDIM .MIJO GROSSO DO SUL F a ç a um 6 o m N e g ó e i o _ Adquira seu Lote em prestações na Imobiliária Vila lngélica • Rua 1.0 de Maio 519 Informação de Venda: Brevement·e Grande Lançamento Vito Carolir ------------ 27r7 a' E EKPOSI MGROFE"JÁ IUSTRIAL DE BELI . VISTI 1 li 21 DE JULHO DE 1978 RURAL DE BELA PROMOÇÃO: SINDICATO PATROCINIO SECRETIIRII DE IIGRICULTURI ESTADO Colaboração: DE MATO 1 ! t 1 sti sr2 / Amaral, Grande Coneelhelrc, de Minas· terruptamente buscando sua t própria evolução, procurando Gerais expressou se utravés da seguiu C eguir suas inclinações e o mensagem sobre o eeul!.do de Ser Rosa• ditame• natmnu de rna pro- cruz: pria natureza. para melhor @e / ''O Estudante Rosacrnz, por .;er capacitnr para a vida. Comer• humano, é imperfeito; comete erros a ua mente continuamente j falhas. Por isso, há de manifestar Incas- ~bert.a, para facilitar o desen- volvimento de sua compreen• ,· 8antemente, o desejo de melho,rar-se. A são e de oua adaptnçiio ao me- reallzação prática do desejo dé melhoria, io ambiente. Procura agir com o conduz no 11preodizndo, e este se rea- bom discernimento e senso llza, através da experiência. comum, para ajustar se à so- TeIIl ·eis de confrontar-se com mui- ciednde de que fuz parte, uti• lizando sua capacidade, ti.o construtiva e .ab1amente- como lhe seja pusível. Manifesta constantemente. n expresslo v1• va de ua filosofia em toda.! ar ocasiõee, através da tole rância, dos at.ributoi de fra· ternidade e da devoção. O Rosacruz luta pa.ra ai· cançar a Maturidade. essa eter Dn bu,ca du perfdçiío, e para isso, pratica com grande en tmiasmo a vida espiritual, sen descurar, entretanto, o lado /. material da vida, uas nece { sidades físicas e materiais. 'j Entende, que para creser e liruadurerer, é neceuário a_pren· der. Sabe que •011 rvoluçã.o· e- :,cige que de próprio carguc seu "fardo cármico", e que et· 1 te fardo constitui a base de sua evolução pessoal, pois, "é- y na Cruz que floresce a Roa! SER R05ACRUZ, é, em rcsn· M mo, bucar o Autodom!uio Ministério CiROSSO da VISTA Agricultura Prefeitura Municipal ------.!---------------~ de Bela Vista . ,' Instituto Ministério da Agricultura Nacional de Colonização e Reforma Agrórla Coordenadorla Regional de Maio Grosso Comluão Permanente de Licitação INCRA A V 1 s o O Instituto Nacional de Colonlzaçã_o e Reforma Agrária - INCRA, Através da Comissão Permanente tle Licitação. desi gnada pela Ordem de Serviço I~CRA CR-18/N 002/77 de 07 de Janeiro de 1977, torna G Público, paru conht>clmento dos Profit;sionals Autônomos no ramo de To. pogrufia, que durante o período de 60 (sessenta) dias, a pa.rtir da data de pu blicação dêste, estará re-cebendo na Se de da. Coordenadoria e na dos Projetos Fundlãrlos da sua Jurisdição a documen tação necessária para fins de credencia meijto para extcução de Serviços de De marc,.wll.o de lotes de terra de domin1o do INCRA, da União ou de particulares lnteres!!ado1 em prgcePsos de regulariza ção F:1ndiárla junto ao INCRA. Assim sendo, a partir do prazo t,S Upulado para o Credenclamento, não mais aerllo aceltos trab_albos topográfic.:>s de p.roflssionai~ não credencladoi; pelo !NORA em processo tle qualquer naturez11. DO CREDENCIAMENTO Os prof(sslonals antônomos Interes sados em obter o seu cadastramento jun to ao IN'.)RA, devtirllo enviar rrquerimen to dirigido o Presidente da Comlss!o de uicUa:çilo, a0orupa11bado ga seguinte DooumentaçD.o: a) Fotacópla autenticada da Carteira d 1e fdienlldade-; b) Fotocópia autenticada de prova de qirltação com as obrigações eleitorais; c) Fotocópia autenticada de prova de quitação com o serviço militar; d) Fotocópia do cartão de lndentifica ço de contrlbu.iates • CIC; e) A test11do dEl Residência-; I) Atestado de idoneidade financeira f·orn.edd.o pol.' est.1beleclmento bancádo g) Certidão negativa dos cartórios de protestos de tit:ulos end,e tenha domieilío; · h) Certidão negativa dos cartórios dlstrlbuiçã& dos feitos criminais dos lo- cais onde rHldia nos últimos 5 (ciuco anos; 1) Fotocópia autenticada do CREAA com visto na respectlva regi!lo onde o snrvlço será realizaóo; j) Fotocópia de quitação da anuldtt· de do CREAA; 1) C{lrtidão do CREA,, certHioando que não tem proce~so administrativo e que não está impedido de exercer a profissllo; m) Relação dos serviços iá realiza dos, tas lutas e tribulações, recebendo-as en com aprll@entaç!lo de atestado compra- 1 tre:anto, como oportunidades para pro bat61ios do sun capacidade têcnlca; mover sua evolução, e para adquirir o n)Relaç!io dos equipamentos e mute- poder de superar as dificuldades e do rias pertencentes ao profissional autôno- minar os problemas que surgem em sua m'o, destinados á realização dos trr..ba- vida. lhos topográficos, devidamente compro- Reconhece que a vida bumaná é vada sua p.oprledade, meditrnte fotocó- uma escola experimental, e, que está pia autenticada de Nota Fiscal ou recibo aqui neste "Intervalo conBciente " para de aquisição, ou ainda comprovada sua adquirir experiência e o domínio do Ser. dlt1ponlbllidade assegurada atráves C:e A Jornada é longa; poi,3 Jonrro é O ca- contr&lo de aluguei; minho a percorrer, e gránde ' paciência o) Urna fotografia 3x4. a ser utilizada. Sente que é utmvéi; das Os requerimentos e outras infor- próprias experiências, que recebe as maçoes poderao ser obtidos nos endere- grandes lições da idu, e, atravé,s destas, ço8 baixo: evolm e faz desabrochar Ileu caráter e Coor(fenadorla Regional de Mato ua personalidade. Grosso- Rua Comendador Henrique, Ser Rosacruz, é eslar permanente- n- 43 - CuialJá M/T. mente disposto a buscar o cre~cimento Projeto Fundiário Diamantino - Rua interior, e procurar controlú-lo, para que Almirante Butista das Neves, 333 • Die- se torne um atributo da personalidade mantino/MT. __, alma. Sabe, que esse crescimento, é um Projeto Fundiário Cáceres - Rua dos processo gradativo porque rarame t Operãrlos S/N 'Cáoeres MT. as experiências se' sucedem it "," Projeto, Fundiário V. Do Arguaia mente. Procura pacientemente, ,"""la Av: Mato Grosso S/N B. do Garças/MT. harmonia com as leis naturais' e ~ e':11 Projeto Fundiário Corumbá - Rua An- e com toda a Humanidade EsÍá spin uais tonto Jõao, 512 cerumb4._ Ms. tante luta, para ma@ter urn «4]"?s- . Projeto Fundiário Dourados_- Rua uma vida emocional adequada, i "i" Joaquim Text>íraAlves, 2408 Dourados MT superar as emoções negativa?' ,}9"ando Projeto Fundiário Jardim - Av: Du- mo, a ambiçfio mórbidaº a ·rai' _ ais co- que de 'Caxias, 989 - Jardim/MS. üliigde, a f@sinceridade' ~,""e l9s- cutab4 17/05/1078 te ele saiist«cão em foae"";;8n I manto das lronteiras do EU aiarga- Valdir Alves da Silva almeja t!ar maior ex rºss- • e, portanto, Pras. ComiHsão Permanente de Licitao!io. 1 prio Ser. ' P V ao ao seu pró- ,, t'- - Bela Vista 'fs. Tribuna da Fronttra # • 1 • - ---- Conheça a Nova linha de 1 E IMPLEMENTOS G I ? s /, AMA Apolinário Máquinas FILIIIS: Rua Sebastião Crispim do Rego S/N Fone 161 Agrícola LTDA Um novo conceito em A s s i s t ê n c i a T é. c n i c o Matriz: Rua Marechal FIoriano, Esq. e/ 1 de Outubro, Fone 139-421 - Ponta Porã - Mato Grosso DELI YISll • MS. Escritórios de Vendas: ltonio João, Caracol, Ara! Moreira, mambai, iguatemi, Eldorado e Mundo Novo. RUY S NT'ANNI PAGA 50 MIL FIRA TIO MIITIR -- CD MP N ff, I (Cumpo Orando - Correlo do Estado) Clncoontn mi! oruzelrcR foi o pre• ço pago pelo ox-smb chefe da CrJHu Clvll do governo du Mato Urosc;o, Huy S1111t' Anna dos Santcs, no morglrrnl Oro~tos Forrnz dons Santo, que também é seu Uo, JMr1L mult1 r, 110 cllu 24 do d ezernbro do uno p:rnsndo, o dvoado e ontíão u esor epocfal la Casa Civil, Levy Cu m punhi do oz. Essns Informações fo rem pretndus, sob juramento, pelo pró prlo Orestes e m Campo Grndo. Efll!a 1.1cus11çllo contra o '-lX homem forte do ovorno Gurcld Neto já havia sido follu uulcrlormentn JH lo u1,sast1lno, em c.lupolmonto r1·ehl11tlo no DEIG de Silo Puulo, pdrunte o dekg,1do da Divisão de Jiomlcidios, Julr Ce~.'Jl•lo du Silva e do promotor Carlos ,Jofio Ectu1mlo Sengls, 1le11lgnado pela Procuradoria Gorul da .Juetiçn de ~ão Puulo. Ot!11únclaR de r.or rupçllo, que serl1m retlus por Campanhl 11 que utinglrlorn dlrelameole Sant'Aana levRrum o m1rndunte H uma situação de desespero total que gerou o homicídio cometido às 20,30 horus da vésyer do Natal, quando tod11 11 fomlllu da vitima e prepuruva para 11 celu de Natal. Ruy Sanl' Annn doe SuatoR, que no me passado d2encopatibilizou-so da sub-cherla dn CaRa Civil (multo embora contlnuue,;e ocup1rndo seu gablnetG em Campo Grande),. eslava nu ,, u a ci dade nutul, Porto Murtloho, de onde re, grassou à tarde. Ao saber que Orestes Ferraz dos Santos fora preso e o eutnvu ar.usando como mamlunte do crime, ele dbS&p•1receu e allo buvla sido encontrt1- do pel~s policiais do DEIC até às 23 ho- Laura Vicuna 1 CIMP DEMDI FUI (Cnmpo Grande• Correio do Estado) Naquela noite de 2-t de dezembro, 11 fn· m!lia de Lcvy Campanhã estnvn ,.ufórirn. Afinal, peln primeira Yez em muit .. 1 ono• conseguia.se reunir todo■os familiares paro n ceio nntalinn. Donn Ro,n estnvn na cozinho, ultimando os pre· l)Brativos, quando Levy, que nbrira bil pouco o presente de um dos filhos, umn bicic!etn, rcsohcu sair na calçndn pnra observnr o me"nino, pois rc velnrn temer qne algo de ruim pudesse ncontcccr com o menino, em reloçiio ao tr-.insito. Na cali;.ada, ele constatou que tudo esta,·a bem e deddiu entrar na ,ua Cara,·an e moduln o eu aparelho de rndiamndor, imtnlado nn vei culo. Do outro lado, Orestes e Hélio o c•preitu. vam pan, ini<-folmcntc ,cquestrá.lo e depois nssas- 1iná,lo fora da cidade, levando, ninrlu, o V<'lculo. Teriam, assim, maiores probabilidades de fuga e nno 1eriam obrigados a, chnmar n ntenção de to• do com os disparos que fariam. Mas como o plano niio deu certo, porque Lcvy eslrnuhou a chamada que recebeu de Heli nho, Orestes decidiu !uzilú•lo ali mesmo: ele re cebeu o impacto. cnmbaleúU e caiu na calçada gemendo. Antes da queda Levy foi atirado no,·a mente, mas n bala Dilo o atingiu. E 01 dois ri minoso• fugiram. um pnre cad~ lado, em desnba lada curreiru, Desde que fora afastado da direção cio Serviço de Divu.lguçAo de ~luto Gro•sn • SEDl MAT • Le,·y Campanhã se preparava coletando provas de corrupção na Casa Civil e em outros órgãos. Uma "cai:.n amarela." e uma "pu•tlnba marrom- e1e ltJlllrdavu, a sete chaves, numa casa que alugara no Jardim Petróoolis, em Cuiabá e à qulil só ele tinha ace.so, AÍ! estu·am, segundo dona Iosa, as provas que seu ma:ido possuía pa ra divulgar o que ele mesmo classificou de "uma grande bomb11 apó;; o feotejo das festas ele final de ano, Natal e Ano l'!iovo. Após o crime, Rosa C a m pau h à foi até Cninbá paro buscar l'flll. luformações oxtrn-ofl<'lal,, contudo, davam conta de que Huy San'Annn te lefonaru puru o overador Garcia Neto, em Culabú, 1iedlr1do 1.1 uu intervcm;fio pum que ele níio fuss1: preso, d':lndo-ll1c: n chancA de aprescntur-ile nus próxlmar, boru1:1, O envolvimento de Ruy S1111t'Anoa dos S1rntos t'epurcutlu como uma verda dAira bnmba ~m Campo Grande, futura Cupltal do Mato Urosso do Sul, mesmo porque o ox-!b-chefe da Cosa Civil en contrava-se em plenu campa11h1:1 política, dlspulundo uma vuga na Assemblél Coa11lllulnte. Seus 11mlgos, do Edlllclo das Ri>purtlçõe11 P ú b 11 c a s, u 1 11 d u fllCU8!VUlU·6(J a ncrl'dllnr no HCU en volvimento no crime. O mesmo uconteclu com UlleéloR Campanhã dP- Souztl, Irmão de· Levy Campanhl, que mostrava-se tê rl..'voltudo com umu noticia que fora da da à tarde pela Rádio Culturn, daarlo detalhes sobre 11 ('lucldaçilo do ci·Jme, que permaneceu envolto em mlst(•rlo nté o último d!a 22, quando Oresta Ferraz dos Santo8, o criminoso, foi locullzudo, preso, em Cravinhos, Est. de São Paulo. O envolvimento de Ruy Saat' Annu dos Santos A as Jnf1>rmnçõeH de qut> a morte da Cumpanhii ocorrera porquu e IA estava coletando prova! contrn asees sores do governo, lnclus[ve Sant'Anaa, por corrupç!lo, abro uma nova crise no governo de Garc!a Neto e afeta pro[un damentt1 1 as pnitensões de Arena em Mnto Grosso do Sul, com vistas às pró ximas eleições. MI CM AI%E. 48ARE A PROVIDENCIAS todo, o• perlcnres do marido e então o sub-chefe dn Coso Ci'll, Uuy Sont'Anna requiFi tou-lhe a posto. a caixa e lti5 fitas. Sabe-se que entre as provas ele corrupção coletados por Le ')' Campanhã, estu,n umn fatura paga pela TUIU i'IIAT no Hotel Suntu Uoso Palace, de "Jc,iio Balão" Abaixe, uma nnotnçào simples, do próprio punho, de Levy: •·h,o é vergonhoso". Todo o mn1eriol foi de'olvido pouerior mente, sem qu11lquer documentaç.'lo compromete dora, algumas fitas desgravadas, a maioria com gra Ynções tle músicas clássicas e orquestradas. A f. tas desgravadas, pelo que se sabe, conteriam grn• vuções de conversas das mais variadas, entre determinados elementos do governo, envolvidos em atos de corrupção e desvio de Yerbos· f: difícil saber quem mais está envolvido em toda n trama. ilas prete111lc-1e aindo, che"ar ao esclarecimento de pontos obscuros, paro d;fi. nir participações coo.cientes ou incotacientes cm tudo. A•sim. os policiais oinda não chegnrum a uma conclusão plattsl'el, por exemplo, por que a bala que motou Campanhã não foi encontrada, ou porque não foi feita a necessária autópsia do ena dávc.-r, quando é J.lrimário qu<' isso deve ser feito em casos de hormcfdio, pois muita coisa pode e,. clarecer-se a partir do!. O que continham ap íitus e a documentaçü.-? Quem !erâ re•ponsahilizado pelo desvio bnvido? Para :l policia, Levy Camp_anhã foi nssrs•i- • ·nnd.i porque sabia demais e a "bomba" que pro metera para o inicio do uno poderia levar muita gentt a una situação delicada. as eles confiam no governador Garcia Neto e tem certeza de que ele, já •abenrlo de tud,, isrn, ,letcrmin:irá provi dencias para apurar muita coisa ainda não e.cln reeida, principalmente desvio de recurso• e a impl1CJ1çiio de alguns elementos importantes do gover.no em folcotruus muito pesadas Laura, eu preciso de você, ajuda-me! H'ça por mim no be nhor. Lu confio 1nu1'0 ul!. +ua [terce-ão. N ceasíto de ... l1t-u Deu;,, Puf. fllbo e Espírito Santo, dai confurto Também aos que c.bo ruro; Iuruudi eaperu nçu noii corações descrentes. Dai-nos, Senhor. a fe, a confianç, a eperan- ÇJ, de Luuru! . E fazei qut• rOJll, ,JUtHI· to antes, declarada su11 h1;1111lficaçüo parn Vossa Gl6rla e paru o b;•m da ,Juvem,ule! Mlnlstórlo do Exército 11 Exército 9 Região Militar 4 D - 10% RC "Regimento Antonio Joün" EDITDL De ordem do Senhor Coronel Orlaodc, '.lentzln gea Comandaute do 10º lü>gimento de Cu V!ilarle, torno públlco, para C()• nhecimento dos !ateres sados, que ienilo r6cebi das no 16? RC, pr pos tu;i para foraecln,ento de unlm'lls hubllitndos á re presentar o Exército em competlçõe@ bíplcaB de imito ele obstáculos. As propostas deverão ser l'ltregues tmpreterl • velmente ao dia 10 de Ju'ho de 1.978, precisa mente áe 14:00 horas. no 102 RC. A cópia do presentf' Edital poderá ser obtida no endereço acima men cionado, Pm holárlo nor mal de expediente. Bela 'lista, MS, em 26 de Junho de 1978. Miguel Angdo 1'el xeira Pedroeo . Cap Cav PresldP.ate da Comis são de LIitação. COLUNA SfiCHO-MO-IE Paluna do dia 9 Ac- n.o 86 "Após uma Desgraça vem 0mm' • O prnsnmento, além de concretizar o seu conteúdo no mundo dos formu, ntrni e concretiza srguidamente vários outros pro:;rnmn8, (aconteci .. mentos) da _mesma frequência, dendo à lei dn ''n.trução dos semelhantes". Os antigos. que conheciam iotuith·am:nte esta lei, disseram: "Após uma desgraça vem outra". Quando acontece uma de,graça e u pesrna fiCJ1 com o pens-nmento triste. vem acon tecer •eguidomente outros fo. tos tristes que se sintonizam com ese pensamrnto. Por is. so justamente quando acont. cem infelicidades é que deve mos nos livrar mais depressa dos Pensamentos Negativos. Reuniões ni 2·a fe.iras 19 hs. Huu ~onto Afonrn 1R. Alvares Cabral O Clube Recreativo Estrela do Apa, de a Pesca, Tiro e Acmpamrto, B ,ll!Ç,i vº1at'1 , ., é UUll e.n!ld!ld() 1 de {' Pq " • + civil fundada mn Janeiro de 1974, com d. n rua Sebastião Crspim do Igo, ;~ ar ando 200 soeio. sempre e. tá fazendo reuniões. a fira de uma 1 ( f 'LZ"r chl.'l!ar ao conhedmcntn pa et< ra, , ., , • , d e de +eu: nsocfados u» mtol08 (1J () governo vem empreendendo com u f lidde de preservar nesa faunn, ter restres e nquátleu, js bartante escassa em virtude de 11111118 Dnrnllalros caç_uúo· res e pescadors, mesmo no,; que v1vorn 1 , cldnde íJOlll os mesmoi, faz .111 nos a , , [ , t · l t " à caravana de ora rn- eonve a fauna. Azo zendo O Pxterminlo H uossu LI ª , :: • ra todos os habitantes de Bela Vista eR!ão sabendo que a caço csltl pro1l••da por dipoi'ivo governamental e awrim mesmo ainda tem elementos desobedlen- tes que inda etüo matando os unimais. Ainda no dia 11 deste mes, entrou aqui 011 cidade uma caravana, daq:il me,mo, trazendo uma anta morta, na carrocerla de um Mercados, côr vermelho, Isto co mo para fazer pouco das autoridndes tlocnrregadas da nscallz1wao à caça. Se- ria de bom grado n Secretaria de ,grl t!Ultura do E;itt1do criar m•stn cidade um po.,to de fülcallznção p.lli: se isto acon tecer, dito posto terá grande colabornçllo por parte dos .f 12:endelros, pois os mes mos sempre eFtilo a reciumar contra aR caçada~. invasão Je propriedadt', tudt, ' cúm tamanho desrei5pt!it'J uo que é alheio, itinda mais uma leva de oaçudores clun destluos noturnos que entram nos carupo;, da!! fazendas matando toda espécle de animais silvestre;, tirando a pele e a pe na, levundo para o paragual, fuz&ndo con trabando dando um lucro maluco parot os negociantes da República do Para guai. B de tamauhs necessidade ter aqui um órgão que possa dr combate ao a buso e desrespeito às nous leis. Aqui tu nto pescador como caçador. não pro• curam dar apoio à entidade fiscalizado- ra preferindo uch;ncalhlir e mencspre, zar às mesma.-, é grande o abuso de rê des, tarrafões e arrastão tudo o que ser ve pura depredar, é o que tais elemen tos procurem w,ar, ~ ne1:essário que o Governo do fatado, pela Secretaria da Agricultura organize um posto aqui, afim de que possa e fornecer as carte.iras de pflscadore!' amadores e também o~ '· Regtstros de embarcações pesqueiras. Até aqui fica a verd:..de, pedindo providências. Josioo Pinheiro na agropecuária . O_ Banco do Brasil aplirou, nos Cl'm p.ri- meiros dius deste nno, 6.QIJ0.000.000.110 de cruzei· roxs na agropecuária, particularmente nas sna quatro principais rubricas; cust.eio investiment.O Proterra e PolocentTo. A aplicaçãc representa olXI 10 <;!emento dr. cinco por cento +obre o s.aldo de Cr:; 09.000.0J0.000.00 apurados em 31 de deze.mbro pn,sa.do. té O final do ano este ,aldo de,·er:í elevar• e Cr 130.000.i00.000.0, segundo as esatfsia» Banco. Considerando tais dados, com os re tornos dos empréstimo, contrntad~~ ante,riormell· te, o Banco do Brasil nplicará en, termo, líquido; " ,";ghr! ± doiro, rio sai. sr Cr · . l.000,0U p t l BANCO DO BRAS'IL j intensifico investimentos Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº292_18_06_1978 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº294_09_07_1978 Voltar para a lista de itens