TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº295_16_07_1978 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº295_16_07_1978Número da edição295Data de publicação16 de julho de 1978Número de páginas12GeoCoordenada -22.108543455483815 , -56.51085491894733 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº295_16_07_1978 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto B Fundador lvaldo Pereira Ano Vil ·, Bela Vista Mato Grosso do ul Dia II- Entrada dos unimís )in 1» - Pesem do unimals Ilia I(; • (Do111lnl-(n) As 1) horas Ato inuuurul d 7.n EX l'OIJEL, co111 n (ll'P!'.P11ça clt! 11uto1 ltladeH munteipl e etudunuf. A 11 horas - Entrea de titulo ratlfi- c111loH polo lncrn 1} horas - Almoço ,ri lf> horns Desfile de anlrnultl As I9 horas - Grande Rodeio e '.:-how Artistleo AR 2} hor - Baile do Fazendeiro com o conjunto Grupo Eufhorl11 o dupla ,lui mo o .l11cyr no Clulw E. ela vlstese )la 17 (Segunda Feiru) 8 hora~ !leal>el'!un1 do Purque ) horus Iiclo do julgamento dos uni muls 1:1 horas Contfnuução do ,Julgume,nto 1 horas Grande Tourada nu recinto do parque. l!J hura1< Gruude 1·odelo e Show ,t·t[<;tlco Uiit 18 (1,rçu r,'oira) 8 horas . Heubcrturu cio Purqun 10 horus Encontro de Lltlerunça,; Hu- ral,, T<::-.,n: Palestru pelos técnicos d11 Emulcr. l<1 horas Desfile de Equinos 15 horas Grnntle Tourudu l!l horas Granrle Tourada '! ,Sl,v"' c/{rt111i·v Dia I) (Quarta Feira] 8 hora;; 1-!.eal.>Prtura do Parque !) 1lnr11i; JJnrurlo Llvrn parn Con:é1·cio II horas Defile de Animais Pr 3miados e Entrega de pt·êmlos . Hl horas Grande Rodeio Prnflssloual P Amador Show Jrl[sllco com Los Bardos Carlbo ::l e Bu llet Foklórlco da Profes sora Jrny Estlgarrlhlu. Oia ~O (Quinta Feira) 8 horafi Heab<>rlurn do Parque Pela manhã fei,;Hvldarlcf! horneaugennd•> o n nl vcrsárlo ele ílela Vista pela PrPfeílu r,1 Mualclpal. As I horas Penca com 1111lmai-1 de lo do o Estado de Mato Groso e Paraguai. ,~ Hl horns Hodelo (Profirislonal H A nrndor) Show Artistlco (Curlbe H) As "?2 horas B}1i!> no CIub3 Esp rlve Bela vistenso abrilhantado pelo Los Bor dos, Cnrlba a e Sllow Artí:;tlco. Diu 21 (Sexta f'tlru) 8 horas - Reabertura do Porque 10 hras Entregi de Prémios ao campeão o causp2ã tipo figorifeo. As 18 horas • Eucarram~ato do Gran de Rodeio Aa 20,3íl horas • Show .-rtísllco com los B:udo3 - Carlbé! 3 e Ballet Folclórico. ' e 7 e PD . Segundo iforçõs de Edson 'lloraes, Relações Públicas da EXPO BEL os peeuarIstas Anibal Heiseck e Cândido Pinheiro doaram dois pavl!hõrs para o Parque de Exposiçõei-. Os p11vi11Iõ2J de mangueiros cobertos, foram orçados em A Coml.si-ão Organizadora da EX POBEL contr.'.!.tou ern Assunção, espe cialmente pura abrillrn.ntar as festivida des, os coÔ.jualos CARIHE 3, Los Bardos e o Ballet Folclórico da Professora . .my Estigarribln. Tud,> está sendo feito com 50.00J,OO (cincoenrn mil cruzeiros) cada e vieram pree,ncller uma grave lacuna no setor. e. impertante frisar que o gesto dos dois tr11diclouais pecuaristas da re gião, deverá motivar ainda mais a classe no sentido de UNIR ESFORÇOS. muilns sacriiicios, o que valoriza ainda mais o trabalho de todos os integrantes da Comissão. Oe artistas paraguaios con tmtados se apresentarão no parque e no baile u. ser realit.11.ào no Clube Bela vistense. AGRA.DE CIMENTO A Comissão Orgnlza«lura da 7' EXPOBEL gradece o llr. ('armellto Torres, da Cernat, 11 duuç,}o do G111po Gerador para o parque de Exposições. Maís uma vez ela Vsta recebe suh·tan clul ajuau do Governo do Estado. . 'o,; os sinceros gradeia1entes. A CO.llSS,O TRAHSPO T COLETIVOS Foram colocados dois cnibu a dii,po,i.;ão dos rnorndnn s de Nunca Te Vi t1 Agua Doce para tanserte uo parque de exposição .. tarlía miuirna m-í de :3,GO. Oe Bellii Vista (Paraguai) ao parqu~ circu lará umn. Kombl de propriedade do Sr, Orlo!. Os peeuuristus belvistenses Edon Moraes, Antonio Urbieta, Ohmpio 'ardi- • ção pele ràdio, Moraes comunicou que nal e ~ebast1íío Znearias Filho. rstlvernm existe uma linha dr crédito no Hunco Jo receutemeutt- na cidurlt> rle Conceição, Brasil de Assunção para atender· os M 19 ltepública du P11rag::ai, por ocusilo da cuaristas parguuios interessados na com- [ fJJj 1J Exposiç:io igropecuuria, manter:do ron- pr>1 de matrizes e reprodutore1111u EXPO- 1 l:1tos ecm inzenddros e ai1toridades. Nu BEL. A visita, sob todos os pecos, foi ' D111 16 (domingo) no Clube Espcrtf vo Bela vlstense reallzar-i-E'-á o tradiclo· ou) Baile do Fazendeiro, onde eFtarão reunidos os fazrndelro,i da região, expo silore11 e aut0rtdades. O bail<'I i;arí>. nbri lllantado pelo Gru!JO Eufllorla. Reservas de mesas na portaria do clube. Eenubliea do Ba1l Assessorl!.1 lÍP Heluçõei Pubficns, llmo. Sr. Iva!do Pe· reira MD Red11tor Chofc dr, Tribuna du Froatelru. Bela Vista MT Prezado Senhor O aBsessor de Rela çõeH Pública<= e Impren sa dtl Presidência da RE· pública, reconhecido à cativante gentileza d!ci V.sfl agradece a remes sa do atualizado lnformu livo. Atencloaamentc RubPn Carlos Ludwig Assessor - Chefe de Re lações Públicas da Pre sldêacia da República. o saúda Parabens Clube Organizadores positores da 7 a ExpobeL - ABRAAO Belcivistense e Ex- ~elavistense. ZACARIAS Presidente Bl V+tu _ ......._,__._.. __ 'T'rhuna da Frontelra o que Não cxl~1.o 110 rnunrlo oclrknlal nenhum Intituleio não onfeslonal (Jllí' con,11',(U l{llill',lllr t:1o IH)lll eUS I t+las, 'endo un número tão raude de nd•·ptol'!, igunl : !,,çonarla. c,,1110 101lu oooied,lllfl rir- cnrúl•·r lnlelólloo, Pia Rlltl· elta adesões qe não uceltan reservut, IIlfR pl'll/(1()11, l11mll0n,. l'l'CIIHIIH que n/lo 11drnl111m l'X(llfCll(.!(li'N. (Uns a dmirum pela obsessão eoi (]li'' ela preconlzi nu soberuuin da Iuzào sobre o Fanatimo, poelamiundo eomo fund unto do tofu a orpanlzção +o eil a yradu ttllopin: L!erdnde, Iunl da.Jl•, Frnl(•rnlt111cl1•. Outr,,11 11 HCU um !e pBrp ·luar a JW<hg-ngla 11,11 t1111lo a1111erO· nlea de um tmbolismo vno e polivu lente, que oxst muito longe da tmpltel «du.de despretensto do estilo rne!onal, l' rlt1 1111111tor umu l1t11ri,!la ,rnlv,!lmentl' Nlncrotl~ln, em <JUI' 11 tealrnl PX!lll<;flo (IIIR <lsc11l1111 hler{uqule11K hl' propôll u re produzir. p•ira aprlmorun,enlo ellpirllu:il do honwm, 11 própria onlrm do ünlver1-o. O 1is respeitáveis maçons do 11,undo 11110 t;e ca11~11111 de rnpPllr que o ,tacon•ll'ln uão é nem umu religião, nem um purlido po!íllco, nrm um l'!ndlcuto. / rellghio procura um poder espiritual, o rrnrtldo bu~ca o p .. der temporul. 11 or gunlzaçiio slncllcul se llusela ua relvlndl• cuçáo. A ~t,1çouarl11 nào luta por poder nenhum, não reivindica nada. Como todas uti lostltulçõrf- fecll'1- d;1s, ela não pode sor julgndu correta, mente nem a pu1·llr dus análises dos que u estullam dt> fora, nem u partir do clt1s sico recurso dos depoimentos dos perju ros. Cabe aqui um esclarecimento. Mui ln gente pensa que a Maçonaria, atuul mente, não pnssa de um& soclE>dude ele uuxílto mútuo, de um fundo de benl'fi cênoia, ou Lle um trampolim para se su bir 1111 vida. O Gr/io-,festre do Grande Orl0nte de F1·11nçn, Fred Zelle, faz a e8i;e rel:'pel to uma observnçll.o que vale n pena re produzir: "Nos adversários apresentam a nossa Ordt m como um meio de fazer c:trt6!ra. 011 mPdíocres cuslom a acredi tar que um homem possa vencer, e gu r.inllr o ,;ea si.cesso, aprnas pc,r seu próprio vulor. : soma de obrlgaçõeb e sacrifícios t1 que se submt>te um maçom é multas vezes bem maior que dos be n~ficlos matt:,riais qu~ eventualmente ele poderia esperar da Ül'dem. "Quem entra na sorlPdade movi do apenas pela ambição tucor.tra u,uito cedo motivu; cte so_bra para del>1 ~e reti rar decepclonado. E preciso entretanto, reconhecer que somos profund11ménte salidãrios entrr irmãos, capazes de tudo o que for po1,sivel para ajudar aquele11 , e • açonar1a um pode e»quever a influência iec1!· 5 0 n olucô? de Ili da!! IOJII'· mncon {',11< !),ln ' " • probleras que a humanidade '%,_" enfrunlar ao r,1lur do Sléel' dcS Lnml-rr,,. que, dontre os nosrno, »iio ~íllmas dos rigores do destino ou das injustiças dos homens, E natural que homens dinuos mneçacn a ujuda de homens dino. lSo bro tudo quundo essa judna fci objeto do um j111umonlo 1 1 spoclal.'' Nu realidade, ao atravear !a: h•rln uuhrc do Pulácln M,1çOnlco rio Grau· de Orlent- do Hrasll, os retrtos dos llra;;IIPlt-oA lluHlre::i que com;tltut•m o nr gulho ela Maçonurin de D. Pedro I, o ''lrrun,, Guatlm ozln''. a Hui HarlJ01,a, pus ndo por José Bonifcio, pelo VI conde :hi filo Branco. Dendoro <la Fon B11cn. Flortano Pt>lxoto, Be11jamim Cons· tant, pura +ó eitur alguns - fazem lem brar oi; nomes de t.untoR grnr:jeR ht>1nPne ()Ili' se lnlclurnm nes1m Úrdem, u ela corando mult veze o melhor de uAs vidas; Voltaire, Lafayette, Mozart, Llszt, Goethe, Geor~P. W,11,hington. lodos os íl.oo6evell, Churchill l' mullut! outra!! colunus mestras" du Maçonaria unlvPrsal. OH olll'•'iroM • llvr<>s figuram rw. ,pon tn da evolução Frencesa. No lüttdo, as ;-,::uulõei; muçOnlcnF C(10slilaem lJfll[l !'!l péeie de assembléia deliberativa perna ente, em que homens qualificados de ba tl'm prolllemaH que ou(raH u_s,em biéluR importantes se recusam a analisar. E nor mal que a Mçonori chegue na frente. Basta dizer que uxs lojas tem como uB· /!Unto de pauta de suas reuniões a p!' puração da +sociedade para o século XXI. E as 11JscuQ1«iíeR se travam em circulos o::de Iiurum professores, médicos de re nome, grandeti udvogudos, hum?ns do te: tras de ci·nela, tistas, oeiólgos € simples represntantes de funções pública. A porta do Palácio do Vale do l.u vrudio 110 Rio ,te ,Janeiro, onde fur,clona o Grar;dc Oriente do Brasil. um "Irmão" conclui enfático: "; ,far,;rinnr!a no e ir;tresa por promoções ele cunho publlcltá!'IO. Mus f0 você!!, profanos lgnornm a força e a be· !!'.ZH de nClssa Ord1~m. a culpa uão é de la. Nós niio a escondemos". PREVISTO O fim do "biônico·· Pelo gabluele do Grão-Mestre Ge ral desfilam advogados, mllltures, polltl co, homens de negócio ou modestos puis de familla que põem u servico du Ordem, umu generoRldade e um11 Integri dade morul que o~ profanos fnz,•m ques· tüo de enaltecer. Há, allái,, um ponto cuja lmporHln cln passa em gerl des11 percebida dos profanos. As l)brlgações maçônlcat! In cluem umu certa asriiduldade ús reuniões per!ódlcat! das lojas. Essns reuulõrs se processym, segundo os depoimentos, nu mn uunosfera de frunquna e seriedade quti ojuda o esclurecrr muit<>R uRpectos obscuros de determinados assuntos. Nin- Tribuna da Fronteira - SEMANÁRIO -- F U N D A D O E M 20 I 2 /72 Diretora ;lnria Estela V Pcrcirn Reda1or Chcl~ hnldo P .. reiru Drpnrtnmen10 Comercial: Aharo .i:'creirn Redução Administra~ào e Oficinas: H . Duque de Caxias ;/n Bela Vis1n llS. • , Hgurn eh ,r,n•l,,r bióntco' poderá de«4,a 1 í-·t!t'f oill<l,1 ,·Ulr> 1111 11 purque não atende tine às teces+Idade do gover. or•. unlt'fl 011ti.t1fdtns. h través do blarttdtísmm previu n sení1dor Teotõnio V!!l'ia" (Al18- N..·AL), anunciando o êxito parcial da emend Franco tl'loutoro, qu.o pro. põe o restnhelecimento das eleições diretas pa. rn os governos estadual~ e para um terço do Senado. 1 O sena.dor ala~ouuo ll· firmou que ·'o blonlco foi rejeitado pela socil'dade dcFpertou o asco da opi nião pública e desapa. recrá com mudanç do quadro partidúrlo." ASSINATURAS ,,~innmrn Anual Bela lisln CrS :/00,00 Demais Municipios CrS 250,00 Tribuna du Fronteira é uma publicação da Gráfica e Editora A P , CGC-MF: 03.:l01266100Ul•90 lnsc. Es1. 1305923-1-3 Dire1ora Proprietária: Murin Es1el11 V. Pereirn Escritório Técnico de Agrimensura Rua Barão do Ladário (em frente ao Bradesco) Medições de Fazendas para ratificação - desmembra mentos . curvas de níveis - serviços de alta qualidade Engenheiro Credenciado Dr. Aldo Nunes Rocha 1 opografo: José Bento de Godoy Pariicipa da alegria geral e du entusiasmo pela realização da 7ª EXPOBEL. Parabens Or· ganizadores e Expositores. JED Ambiente Seleto Antonio João de João Freire de Úliveira RefeiçihJ Cuse!ra O seu lar em Antonio João -- O Hotel da Fronteira. Hospede-se no Jeane Hotel e sinta-se em sua Ctisa. Padrão de qualidade Rua Amambai com Bela Vista Mato Grosso do l Sul 1 - BVEllN.O DOS REIS tíllm llDI , OTICII CIENTIFICll Avelino dos Óculos, Jóias, Relógios, Presentes e Reis: ( Rua 14 de julho, 2104 Campo Grande, A ÓTICA E Troféus Esportivos DA CAPl1'AL ) REGIÃO Mato Grosso do Sul 1 l _ HA. -- 'frlbuoa:....,:l::..::.a~F;..::.ro::;.:.D_~•;.;::1r.::...•-~----------------~- petn VI«ta -------,-.c...c--------1 l- 1· 't .l OBJETIVOS OEF NIDOS -- ee 10 . ..a.f SSOI stad ERMO GAKEI O Governo do Estado de ! Mato Grosso, tem procurado ' / colaborar, em todos os senti- , dos, visando acelerar o pro gresso belavistense e canse- quentemente proporei o no r melhores condicões de vida a ' seu povo. • O G o v e r n o Garcia Neto, um governo politico, cuja meta principal é o HO!vEM, desde o micro da a'dministração de Castro Pinto, dotou Bela Vista de melhorias substandais no setor educa cional, energético, estradas, saúde e procura despertar novos talentos artísticos através da Cosa do Artesão. Com a realização da 7.a Expobel, através da Sec.retaria da gri cu!tura, mais uma vez o governador Garcia Neto colabora com o municipio. Realmente M~JO ;íl,ij$$f0) Ê o Estado Solução e Bela Vista, antes promessa, hoje representa um polo impqrtante na Agricultu~a e Pecuária do Estado. A Princesa do Apa rnuito recebeu do Governo do Estado e retribui este apoio atra vés da açào dinâmica de seus filhos. BEM 1 i . HIRMONII A Assembléio Legislativa do Estado de Mato Grosso, através de seu presidente De putado PAULO SALDANHA, cumprimenta. a classe pecuarista local, os organizadores do: 7ª Expobel, expositores e o P"JVO em geral, por mais esta demonstracão de trabalho e de otimismo. ' A realização da EXPOBEl é uma prova real das potencialidades do municipio de Bela Vista integrado d filosofia do Governo Estadual e Federal imbuído do espírito de intensificar o progresso e acelerar a economia da NAÇÃO Nossas congratulações aos componentes da Comissão Organizadora e ao po vo laborioso da fronteira. Neste ano, tão importante para todos nós é salutar sentir que em Bela Vista, os desafios foram aceites e estão sendo vencidos através do trabalho de sua gente. Parabéns Bela Vista DEPUTADO PIULO $LA@#H f '{ata - MS • Tribuna_do"dd ' o I se Já se tem dito que o povo - o belovistense em especial - é parco de elogios, é relutante e opõe sempre um mos, principalmente a questão é apoior ou aplaudir aluem. Contudo, e a nosso ver, essa singular característica da boa gente da terra, longe de ser uma inconveniência, é uma vantagem, é uma virtude e um bonito traço de personalidade, que termino valorizando os raros conceitos elogiosos, quando os omite. hgora, exemplo, tem um significado maior e mais sério a euforia e o contentamento do povo belavistense com a realização da 7.a EXPúBEL. Seguramente. podemos dizer que o entusiasmo popular existe tão in1enso e sincero quanto honesta e dinâmica a ação dos organizadores da exposição. Atualmente, vivemos de desafios, de chamamentos, e a realização da 7.a Expobel foi um desafio aceito por Luiz Aldi e sua equipe. Os nossos sinceros parabéns. Mais uma etapa vencida. BELA V I S T A: NO VOS NO V A TEMPOS ... M E NT A L I D A D· E. Representante Exclusivo Adubos Manah CASA A TEIMAISI DE EYILDO G. LftRINGEIRI Vacinas, Antibióticos, Mata Bicheiras (em latas o spray), Vermílugos, Vitaminas, Sais Minerais, Herbicidas, Bernicidas, Inseticidas, Sal Comum, Sal Mineralizado, Vacinas Anti-Rábica, Pulverizador, Plantadeiras, Máquinas de Matar Formigas, Sementas Certificadas (ja.raguá, braquiária, colonião arroz, sorgo, milho) «A Casa dos Bons Negócios » R U A DUQUE DE CAXIAS, 1 O 8 O BELA VISTA - MS 1 lfi ;-., "A Ptrl é 11 fomlllu nmpll· feda" - diz1n o runde Iul Dar o0a- +m, a Pátria B0Is nó drpostrios da trnudlção e do hrroiRlllO cl<' 110/ifl!JM IIJIIPJH1/Jf!ll· dos, O Brasll despertou pura o H'I ,:rrandt• 1l<>hlfno. /utes de 1!Jtl4, era n acornodnç:1o, o peíl Rlmisrno, OR erroH 111Jumuladoi;. Hoje ó o trab11!ho, u vontade co l1!llv11 de crPM'l'I', de nmpllur OI! horizonte, de ueelerur o deen volvtrnonto. O,i l1ome11s quo flzc rnm nu Iovoluçio, criarum condi çõo+ pr o brusllelro desenvol. ver uns potencinlidndes Hoje e acredltu mfs, No homem Nu torm. No futur>1. NPt<lt• cltm1l propicio pum us re111lzuçõe11, '"' grande fumlllt brnus)leiru, umu pequena celulu e desenvolve. aluunle, vc11eend1J do,ufloR, q•1elm1111<lo elapus. Falamos n u hio· tórleu Belnu 'Vi«tn, Na qu9rida Princesa do Apa. O povo de Por- to Murtlnho, na pes~oa de 1<011 prefeito municipal, envia culuro R'.1t1 s1rnd,1ÇÕPH ao8 organ!zudoros da 7.a EXPOBEL, fruto do ar rojo 11 do dmamnismo da gente belavistense. Parabéns □ela Vista. Ildefonso Soares da Silva • Prefeito PORTO . ,· Municipal de MORTINHO MIÍQUIND OE ARROZ PIIULISTD de Sergio Zanardo B onoficiamonto do arroz - comp_ra. de vc nd 1 'ªd de . . . 1· • ~ • . ten o mos o a a cereais - qualidade • eticiénc1a a reg1ao. Hua BarJo Jo LadC,rio .. Caixa Postal 25 BELA VISTA - MA TO GROSSO, "Há oito anos servimos Bela Vista e a r·egião, sempre procurando dinamizar_e aprimorar os nossos serviços. Nós sempre acreditamos no futuro da Prin cesa do lpa. lqui, onde o respeito e a compreensao imperam, reina também a ha,moma e a coerência de propósitos. Todos querem o desenvolvimento. Tab!!!gm /a:3 isso. Nssta ogr!uni]ade, quando se promove a 7.a EXPOBEL, parabenizo os organizadores e autoridades participando do otimismo geral na arrancad~ do desenvdlvimento. Parabéns Luiz Aldi e equipe. Parabéns pov:J de Bela Vista O ünlco melo de realizar grar,des coisus neste mundo é penr,ur tamlwm em termos g,·auclicsos. Parafraseu ndo Dlsraeli, n vicia é curtu demais p'lra ser pequen:i: Os !>elavldteDties acrectllam na força do penss mento. O pensamento otl· a " ' '- . ; 4>[s., á 1) VEREDIIDOR !IRNDLDO MDRQUES DIDl S!lVEl Câmara Municipal de Antonio João mista e criador ger:i co11dições de suees- no. A 7ª Exµobel é um ·reflexo de&sa naneira de pensar. Pensar com grandeza ri o primeiro caminho para r·ealizações grandiosas. Vereador (Arena r -. 1 . - . "Almaziultas d~ patrlotae: em flor··. como dizia Rui, ou "a prova de que Deus tão perjeu a esperança nos homens", na expres;são dr Ra bindranah Togore, o notável pensador e filósofo hinrlu a criança ainda é a riqueza maior da comunidade. Os bslavistenses, <le hoje, truhalham para os belavistenses de amanhã. O exemplo é a muior orlentnção que se pode oferecer a uma crl,rnça, Que belo exemplo,, dignilicante e cons trutivo, oferecer os organlzadorell da 7" Expobel. Os pessimit;tas cantam derrota,s. Os otimistas mostram que o am_anhã é u_m novo dia e o sol voltará a brilhar. O maior mérltt• da Expobel é mostrar à jovem geração de hoje, qu~ tudo ê passivei através 110 trabalho. Nivaldo de Borras Bela Vista) -----~-------- fato, êxito das em Bela exposições realiza Vista, ·deve-se ao dos belavistenses, de um modo geral, umrem•se nas horas em que a un1ao e fator primordial para o sucesso, /A grande .corrente formada pelos dinâmicos moradores da. Princesa do Apa, rende frutos a cada ano que passa. A realização da 7.a Ex· pobel é uma afirmação do arroio do povo de Bela Vista. Nasta or:asião, orgulhosamente j parabenizo os organizadores e expositores. Parabéns Bela Vista . LIBIHDO DE ISSIS GODDY (A RENA • AQUIDAUANA) ' 1 r et4 Vista • MS 'Tribt_U"a rFoUUdUc " V'o]vamos o pensamento aos n0As untepassdos, de+bravdores das matas virens da fronteira, os pioneiros In-. + tréidos que aqui ficnram raízes. A longa caminhada ascent:loual qu e, mediante duros sacrifícios, proporcio- 1111u o crescimento de Bela Vista, fruto do arrojo dH seuR filhos, nos trouxe hoje a confiança firme 0011 destlno!I du Princesa do Apa. Os descendentes dos pioneiros, aliudos uos filhos que vieram de outras plagas, estão trnnsformnudo o munlciplo. Vivemos novoa Tempos, N"ova Mentulídade .. , estamos hnr,ul~lonnudo_ o progresso ... Ne9ta ocasifio, aos organlzadore;, riu 7n. Expobel, os meus sinceros parubéns. ,, CARLOS EDY SA DE MEDEIROS Fazenda /Vochorro e Costa Peron f Parabenizamos os org,anizadoro da 7o Expobel, amostra do talento e dinarisro d gente belavístense. M is urna voz fic. pa tenteado que a União faz. a Força e que reptos sao lançados para o desabrochar do potencialidades e o despertar de valoras .. Parabens à Comíssào Organizadora e· Expositores. Epaminondos Escobar (Bela Vista) Diuturnamente servimos o Povo Belnvistense ... Fnzcmo1< do DOf!SO ttubalho um meio de lntenslficur o Progre1Jso llelo:vlst(11· se.. Aqui estamos servindo.. Aqui estamos Ganhando... Aqui és. tamos aplicundo os lucros de osso trabalho ... Nossos slucetos parabeps uos organizadores da 7a Expobel... Marco de Progres so Belavistense. Açougue São João de Abraão Zacarias MITO GROSSO CHI SGIT QII Armandino Seabra É uma história antiga que vocês les e se tomar conta Ja coisa, dá-lhe:i todos conhecem. Atrevo-me a repeti-la um adeus de mão fechada. Aliás, a. situa se me per;nltem. Foi no ano de 1.348. O ção agora é a mais caótica possível. A rei da Inglaterra Eduardo III, dançava turma descontente, por ter el<lo apeada com condessa de Salisbury. Uma da- de ca~go6, ou por perder eleições de 8 a quelas festas em oue a corte reluzia e a 3, ou por não ter competên<:la para aglu ostentaçiio era marcante e luxuosa. A llnar, ou até por falar gabarito de ''li üobreza P!<tava presente. Descrever a dPrs", truma as mais incríveis P.oisas e festa, é difícil porque o que se passava afinal talvez consiga obter, uma "bader naqueles 81llões ultrapassa n fantasia. na" daquelas que levarão o País a quais Num dado momento, cala a jarreteira da quer parte menos à parte aconse!bável à Condessa de Salisbury e risadas fizeram-se boa ordem. E talvez. tanto façam, que o ouvir, porqm, lhe caira uma peça do "maestro" se aborreç11 com esse estado vestuário. Jarreteira. como todos sabem de coisas e como nos ensaios musicais, é O que comumente chamamos da liga. diga aquela expressão conhecida em mú Aquela cinta elàsticu que as senhoras sica: "da capo". E aí volta tudo de no usam para segurar a meia. .-o notar as vo à esttsca zero. Porque o que o Brasil Tlsudas, pouco elegantes, o rei exclamou precisa é de Ordem e Progresso e não Honn1 1101t qui mal y pense. «Vergonha desordPm e retroces110. Todos querem tu ~ara quem mal pensar». E instituiu a Or- do. seja a que preço [or. Ninguém se em da Jarreteira, que uté hoje é. uma importa se alguma CIA ou KGB esteja das lilRls altas eondecora{,ões inglesas, fomentando esse ambiente por demais que os nobres usam na perna direita, pesado, contante; que ganhe nem que se {lUase á altura do joelho e a rainha no ja c nome nos jornais. Todos querem_ser taço esquerdo. O chefe dessa ordem é "os tais" e o Brasi! que se cozinhe. E já 0 .rel_e só 26 membros dela fazem parte. viram, como o povo, o povo que traba Eis n1 o qu~ resultou de uma liga. E eco Iha, que paga imposto para sustentar os ~ue dai em diante, as ligas foram aumen- figurões que enchem a paciência da gen ando, aumentando, até que se chegou te com longos discursos, não toma parte d0 ponto de se fazerem ligas de todas em nada? Eu sou de opinião que O espécies. Ligas metálicas, ligas tele- MAL POR SI SE DESTROI, e esses ho l Onicas. gente que liga, gente que nao meus que sem critério nem compostura ~rd• liga_s esportif,tas, até as desavergo-1 tudo fazem para conseguir pingues man- a as hgas poiiticas, que são feitas pa- dato!!, são um mal e acabarão pGr se ~/erem interrompidas com "arranjos" e destruir. Mas o pior é que também pode r° " uma serie e que ás vezes dão um rão destruir 06 que não são maus, os que 0 t~ultado contrário ao que se desejava pagam para que elos se locupletem à e. er. Deste caso, há pouco tivemos um custa do erário. à custa do povo. Deus ~emplo ridículo. ,Juntaram-se vários queira que alguém ponha cobro a ess" ' ~r.ócerP_s, cinco ou seis e combinaram mau estado de coisas e ajude o Brasil a P nfe RI. destruir o candidato escolhido ser um Pais com liberdade regulada e ,$" Governo central e tanto fizeram desregramento trancado. .., e deram azo a que- outro candidato encesse na convenoão. Foi um deus nos acuda. Agora "os tais", estão ~ u 1 - t (J sem g r a ç a, p o i s ganhador é pessoa que não precisa de- [-mansas,E] Época de construçõee, tempo de progresso; Bela 'ista re cebe novo alento oom a ajuda maciça do Governo Estadual. Aqui se respira uma atmosfera de otimismo. Os homens que comandam a polltica e a economia belavi~tense. trnbalbam d.lu turnamente para o engrandecimento do muolcipio, Parabens aos organizadores da 7 EXPOBEL. Confecções Eduardo DE WILSON FHILEMGI NAEHAN Confecções Civil e Militar - Especializado em uniformes e equipamentos. Toda linha para homem - Camisas • Gravatas - Calçados - Malas e meias. Artigos Escolares na linha de espor te, bolas Drible - salão • campo • handebol, rede de volel, campo, salão - joelheira, jogos de camisa. Aceita-se encomen das de bordados para limes e entidades esportí vas, Procure nos sos preços e coedições, mesmo a prazo. Agora com sortimento de Rádios e Caixa de Som de toda polegadas, Toca Fitas e Televisores - adquira seu Televisor e ve ja as condiçõt's. Rua Alcebiades B. da Cunha 319 • Bela Vista MS .,. , FAZENDA JATOBA E COQUEIRO de João Loureiro Pinheiro lhis uma rez, beh lista é palo de uma [si;ão lgp±a. Mst 'ti la, tcwn nrs mitos, nas mina;is, mas szme rm a fiaihde de ilsifi car o progresso e mostrar a nossa !orca na pecuária, na inâús!ria e no comércio. Pa ralis a lotos qe chamaram pana o éiit t [I?URL. O belvjten«e de um modo sr) 6 desses que precisa ver pra depois crrr. E, credite.+e ou debite-± pão abemn0s mo corto ea característten +inulr. ndquhida pelo nosso p,vo, à IúIran promessa não cumpridas. Aorna, porém ante n mu dnnça de mentalidade, ante cómoda, hoje dinsm;a. ja e er- dita no poder de rvallzago do homem bielavstense. A EXPOEL é um prov disso. Parabenzo os oraniz+dores t promotores de 7 Expolção: Luiz Aldi e Marlo Loureiro. GETULIO L TlT'""' ,A. .!. ' "--' Vereador (MDB - Bela Vista) ·----=------ ) nao povo ntepde per feitamente que, em troca do pro grcessoe de maiores comodidu do mterjais, ó neensrju o e forço e a união de todos. Bela Vista vive momento auspicioso no tocante às perspective futi raR, no campo dn peculrin. da n r l e u 1 t 11 r a, e da indúr.trlu. rloje e planeja e Jl!.> organiza uma exposição no moldes das mala famosa do País: Esta é a Bela Vista, onde o pre sents se cbnma TRABALHO' o o futuro DESENVOLVIMENTO. Pa rabéns uos organizadores da 7 EXPOBEL. Vereador Afonso Dilon - Arena (Bela Vista) p Prefelluro Municipal de Bela Vistu Estndo de Mato Groo Aren de Segurança Nacional Bela Vista - Mato Grosso Fronteira Brasil • Paraguai Presidente da Repúbllcu • Gal. Ernei;, Gelsel Governador do Estudo • Dr. José Gur clu Neto Profelto de Bela Visto . Dr. Ruben Al berto Abbott do Caeiro Pinto DI 19 de julho de 1.978 (quarta Il'I· ra). 22 horas • Baile em ho@enngem :'t. cidade no Gremlo Pedl'o Huflno. Dia 20 de julho de 1.978 (quinta feira) 6,30 horas • Alvorada festiva. 7,30 horas . Mista Campal n,i Praça Cas. to Alves. 9,00 horas - Recepço ao Exm. Sr. Go vernador do Estado Dr. Jo~é Garcia Ne to e suu comitiva, no Aeroporto Militar. 0.80 horas - Revistn uo grupemento estudantil, na Avenida Teodoro Sutlvu, p11lus Exmº" Sri. Dr. Governador do Es tado, Coronel Comandante do 10'! R.C. e Dr. Prefeito Municipal. 9 40 horai; • Inicio do desfile, na Ave nldá Teodoro Sativa: Militar • 10% Regi mento de Cavalaria, E><tud11ntll • Escolas E1taduai11 e Escolas Municipais. Curros ,.) ,. 1 BELs , "R E L I C A RIO Carvalho de Toledo "Salve, sagrada terra! ara infinita 'e pura! Relicário de herois, cuju ossada fulgura, Qual vfa-láele11 ideal a constelar-te a hlstóTla." Dom F. de Aquino Corrêa Almenára da Pátria, à margem do Apo erguida, - Sentinela vigll, herólcd e l'obranceiru - Vislumbro B. Vista • a terra hospitaleira, Orgulhosa e gentil, intrépida e aguerrida! E da gu<.rrll cruel, na luta fr~tic!da, . Sacrificando irmãos no,:; hndes da fronteira, Recordo com pesar, a pugna traiçoeira, A dois povo-s roubando a esplendorosa Vida! _ Ef-Io que vem ali! José Francisco Lopes! [f alrgórlcoR, motorh,tas, motociclista&, ca vnlarla civil. 1<1 Festival de Fanfarras de Bela Vista l t,ltO hcrns • Visita à Onsa do Artesão. 1 UlO horns - Visita o os prêdios das Es colas Municipais, coostruldoR na atuo.! Administração: 1 Escola M:rniclpal do 2° Grau Joaquim Murtinho 2 Escola Municipal de 12 Grau São Geraldo 3 Escola Municipal ele 1º Grau Serra dlnbo 4 Escola iluniclpal de 1 Grau Nunca Te-Vi 5 Escola Municipal de 1º Grau São Po tricio e os prédios reformados. 1 Escola Estarlual de 1 Grau Eslor Silvu.. 2 Escola Municipal de 1° Grau Artes e Otícios Engenheiro Garcia Neto 3 Escola Municipal Jardim de Infaocia e Pré Primário Castelinho Eocantado. 12,30 horas - Almoço às autoridades presentes. 14,UO horas • Lancameoto de paraque distas pelo Clube de Paraquedismo guia de Campo Grade na Praça do Quartel. Uí,00 horas - Despedida de sua Excla. Goveroador do Estado, no Aeroporto. Do árdego ginete aos trupitos galopes. Guia, de Carisão, a impávida coluna! E am pós de si, quem jo? Camisão lendário!... E Juvêncio!. .. E Tauoay! ... E Rufino!... E Cesário! ... - Heróis da Retirada excelsa da Laguna! Bela Vistu, 20 - VII - 1954. 36° aniversário da emuncipação política, t-levação à categoria de ciàade. A pedi1l0 de Adalberto R. de Sant'Anna é publicada esta poesia como homenagem "ANIVERSARIANTE BELA VISTA" e tarobém como homenagem ao brilhante poeta DR. José C. de Toledo. Haverá uma fórmula únlcs para o sucesso lrr&vers[vel? Sim. O trabalho de todos "m benefi cio do bem comum. A união de e1forçoa conjugados na concreli- 1 zação de um só objetivo. O de bate doa problemas na busca de soluções viáveis. Enfim, traba- lho, unrno, pensamento positivo, ideal e multa garra. Sii.o os ingr11dientes para o suceuo. Assim foi re:i.llzad11 a 6.a Exposição, aBsim está seudo organlza du a 7.a Expobel. Parabéns organizadores... parabéns povo de Bela 'Jsta. Prefeito Roosewelt Sá Medeiros É certo que o ADMINISTRADOR PÚBLICO,-para levar a bom têrmo os projetos que empreende, se por um lado deve dis por a enfrentar com humildade sobretudo a critica, nem sempré construtiva, ne<:essita, m>11s amda, trazer o espírito constantemen te receptivo e aberto às discordâncias e sugestões, não sendo outro, ahãi>, senao ilste, o sentido ds democracia e da 1· l i- • l N; uvre In CHativa. a verdade, quem somar a tndo isto boa dose de bom s:nso e eqmlíbrio, terá reunido as qualidades essenciais à mis sao de administrar o bem público. PARABÊN::i EXPOSITORES E ORGANIZADORES DA 7 ... EXPOBEL.: '" ü1c1des Flores - (Arena) Jardim MS ' ,. Í 1/r li ' ; .. i ,L.., ~ •k...._"""'-'-'CJ '·O f.:en11dor !tllln iu Coelho parabeniza os vr ~llntr.:-1duru .., axpo.1lfo rei! da 7' Expobcl. ,,u- 1,{Urando êxi10 tot•tl. Aproveita a opnrtnnidu- voto rle confiança no po vo fronteiriço e nai- au toridades municipais. O Hrni.11 trilha o seu ca minho de grandeza e a cadu município Ioi dlstrl bulrlo uma parcela de responsabilidade. Eu1 Be la Vista, o povo cons ciente de sua mlsqfio, encara com otlmtsmo o futuro. Parabéns Povo Belavistense ITALIVIO COELHO SENADOR Germina.çã BRICHIIIRII Sementes de alrums espécie de braqulári continuam sendo motivo de dúvida, tanto J)drn bvtO.nícoo1 como r• •rn analista de ementes, e me»to para pecuaristas. As caraeterísticas de em, de vá. rias espécies lo razoavelmente conhe ·idas e et» descritas em "Espécies do gêner·o Hrntlliúriu Gr·í~Pli nallv:.ni n exú tlcar; cu!tlvactus no l>tarlo du ~üo P11ulo"' do Hermóenes de Freitas Leitão Filho (2a edlçfw. Catí, 1077). ,Já ª" ClH>1dPl'J"· ticas das sementes dns vária l'i<p(:cieg nã.o r-;Uo multo llt:·m couheddo1<. No Laboratório de ,núlí fl do Sf.'" ment:?s do Posto do Scmett!Pg • Etl~on d MenezPs" <le Presidente Prudente, graças ll um trabalho Ininterrupto renliza<lo du rante lodo o auo fie W77. com RemenlPti de B. decumbens, 8. bumidlcola, o roais recente;;:eatP com B. ruzizlensis, foi pos sivd estabelecer alguns critérios pora ldentlllc 1ção d,H,tas sementes. assim co mo métnclos para •111àfü·e rl" germin:içl-'io. Inicialmente. foram analisados ;;e mentes de B. decurubens, cm decorrêu cla de rnu lntr,duçüo pioueira no região; pa1·1.1. 9SIAB, Vfll'lfíCOU·íl0 que ªº inclicl:lÇÕe!l de eBcal'ificacão química para quebrn de àormênda diio resulladof- positlvoB. Pos terlormrnte, npói; Implantação_ de' uma área co.n B. humldicola :,travé!:! de se mentes, foi despertado interesse p6r es ta edpéc:e no Oe,te <ln ~stado e foram reallzadati, então, :-ináliFes d2ssas semen tes. Por analogia, teutou-se apllcar os mesmos critérios de •rnális 0 r.n,:i testes de germlnaçslo. Fui coniillll'l.do que IJÜ o bá dormi>ntia neRta e.;péc!e, não bavenJo, portanto necessidade de escarificação químlc-a. Após um levantamento de todaa as aaálii:les deHta espécie, realizadas clurün- de t o no de [977es labor,too, po !•• rtfieat esstis ene}y«ó A pote?4 média de !0t mostras anal+untas fl d 140' variado de um mini«no de $/ 1 Ul11 m.í,lmn (lt' ( , 1 ,. Pt •1.- t,I tl. !11 ram realidos tste de germinação com 75 mo«Iras, usando e retuten'es ri fie«das quimicamente e e antes nlo • e: riHo d. fi l'vlllO ennlrnln Comparando-se as porcentaens de :::rrminaç.Go normnl de ementes ecari t1l'.:l'Ja>< co111 •> controle, YNifi<·ou-,fí qut. em t) amostras (25.3 do total) mi o IJOIIVI' (li!'(•rr•TJ(,'LI l'SlalíntlC'üITl•'llh• l1!nHl cn.t1vu: a média de purz desta atua. trs de Ai,N, e a erminç4o normal foi de jt" para emente eseatifieadns e 55.6%, pira wemeates não carifie«das, 12 amostra esearificadas (16, do totall :presentaram resultados superiores de germinação (cerca de 68,6%), em relação a! 11/io e, e, rillcu.dus(45,-l",0) /. µnrP/a média dl'"S:JR nmo,tra, foi de ,t;J,Gº/IJ,11 amoslrus. ou sejam, 58,7, do total, eom pureza média de 42,6%, deram resultado de gijrmiuo.çllo su periore-i. n (:7 .!l% qunn do nüo esco.rlfienrlafl, cout.1·u 3Ul' 1 /1, 1!11 ilemen!e3 escarlficadrui. Atualmente, a B. ruzlzlonsis vrm despontando como espécie de Interesse, O número de auáliRes feitas ató o p1 t'• sente é ainda pequeno, mas lem-~0 olJ· servado que a escarificaç.fo q:iímlea re sulta em melbor germinnçilo. Das três e;;pécies ciladas a B. hu mldlcola não consta dai; ''Regra!! JHna unálíi:e de sementes" of!ciullzada pelo Mlnblérlo da Agricullura, e mesmo pnr,1 11.; outras, não llá indicações de métodos para qu~bra de dormência. PECU STI LTDI Mater!ais elétricos Tudo para o seu padrão Cemat - Produtos Veteriaários Implementos e Defensivos Agrícolas - Ferragens ~1aterials para Construç!lo em geral - Forros de Pinho - Cimento;;, azulejos decorados, Tintas em geral -- Vermifugo1::,. vacinas, Seme::ites Braquiária e Jaraguá, Bombas Flutuantes para poço, zinco, Castradore;;, L<'uças, Sanitários, eternit, Tijolos, canos galvanizados e Plástico, conexão em geral. IYENIDD DUQUE DE CIUUBS, 608 Informação de Venda Brevemente HlRDIM MJITO GROSSO DO SUL Faça um bom negócio adquira seu lote em prestações na Imobiliária Vila llngélica - Rua 1.o de Maio 519 grande lançamento Vila Carolina Nossa vocação é CRESCER, para SERVIR. Acompanhamos o desenvolvimento de Beta Vista e as realizações de seu povo. Orgulhamo-nos de participarmos desta arran cada rumo ao progressoParabens povo de Bela Vista .. Nossas efusivas congratulações aos organizadores da Expobel os t E O. RD &OS DO SENA UR Ponta Porü - Com o titulo ' Os Ca b~los Bruncos do SentHlilr", o conhe1:idn colunista 11PILogro1<sen1;e 1lcodnn publi cou um urtigo destacand, 1 , com jusuç,1, o gmnde e~pfritn ele ahnegncüo 0,1 vid11 pública mut(lgroi;s,•11se elo HtHltldor R:,chlcl Suidnnha Derzl, umu das m~I~ expre:lsi vas figuras da politcu neste Estado. () menclonarlo artigo. pelo gu•n,r!to do 1-1·t: uutor, está merecendo grande desuque nu !aprensu mt grossense, Aleodan co meça dizendo: "T1 ir:tu unos e nem pure ce que tanto tempe passou... Trs déc 1- des de proHcna e 7, l,1fü exi 0tênci11 pú- blica :em parece qu..- tuntn tempo pn,,- sou A fdr.e llmp.1 ,1t.: qn,l!r,uer 111úcul11, brilhante de felicidade, jovtul e 1isonha, eem nud.1 de unmrgur<1, ct,~scrençu ... t·a .. belos negros como no instunte em que u noite ulcunça sua muiorlclu<le e esplendor e prese,1eia o abraço tPrno do seu ere nc, cdm as primeirus g1,ticulus de orva- Íh» da mndrugd Hdias dinn. Iteal vire'n an'lido te cendrada pt» hreza, Songo de bem «evir o sem»lhan te desojndu-e de si mesmo. Corai pulando amor ter serenata at fit1tos bon e justos. Alvorada de t cri«oldu le ternura, nt'i prece de escorret!i cunufiuuç», o Inlguatvel dia politico nu! mini+tra'to do então vereador FachlJ :a)'I 11 .:, :),'l'í'.I. 1, r,1). "· pol' l<:'o lll''l<ffiO. o llll>rlln o lt•V<JU, pr•I 1 e.colha livro e sol,tuna te • s conterrâneos, uo tovver» do se+l iaiei»lo, à direção de sua ente, a Zl'· ! ir cniu probictnd•J e rP(!d;'.o urr-u co11d tante em toda a tu vida os negócios ~!"f(lls do Bflll j)OVO, ú. prote.ção <IP ~U•t terra e à unurdna dos seus céus que se t•nrtquc,ceram com realizaçõei; eHtelru·ps <le brllllll utB utilidade come;,._ E dul em diante, pervp ndo sempre .:0111 PHloicl:-:mo a estr11<1n <lo eRtrito curn prirr,,~nto do dovor, com pa11•os lirmeH e enu~eientes clP frut 0rniclade. veto. 1om pendo 11 dl~tfluclu cio porvir, pnciliea 11do pntxõ<'R de!lor11;onlr11d111,, ualndn vlrtudei, ·dispersas, somando esforço dissld ante+, multipllcaudu l' doa1alo umlzfüH•. cuIn to ria II p11icrltu1le rln espont11ue1dade, edHI• cando bondade, tudo em pról <!Cl coletivo e sm chegou uo p ·lestul do coração da respeitabilidade ds opinião pública matogru· ens, como autêntico líder, ungido pela humilda de gralecila da vontade de cada um que e que dou ajoelhada de reconhecimento nos serviços presta:lo- n cada qual ·lesinteressadamente. lodier namente nlo ris pertence à M[to Grosso, ao Bra,il. f.: um t"x11ht·ra11tc r,a1ri111t,nio uuh·cri-al ele honesta e leal rapacilde e trabalho reto «e ilibado' Outorgou, sm peias ou limitações, u pri ma vera dos melhors unos rlc i-ua t·xi~tênriu. os mais queridos instunte de ua vivência, em bene-. fídn. t·m holoc.au~th ,fe tnt'llwrar ou lt·nir, .. ur,vi. z..u, pt·h, ntt'no:t. com o t·nlor ,te l'lUa comprc.·t"n• ào, o rf:.dflo inrcrno tfUC cn,·oh·c percnt·rrwntt· cl1· de.aso oil, os humildes e humilhados, os fra t'º"' e oprimidot-, O!- ofrndido,. cotirlianamc11tt" pe. lo,-. inc,·i1.r,n·i1- e luciférico~ itcn.i; de infclicidude, ci1udo!- pelo destino de rodu Ufll e aprovados, o 111,·•11c com u inlcrfrrêndu de DEUS, pela própria vida de rudn u111. Companheiro intimoru10. Ami~o in1r111eru. to. Lutndor irwanto:h d e invicto pelo urejamrnt:, dn liberdade expungida de qualquer luirn ou aná- 1t·n1a ulienf~c:.nu . Dewis <le mencion1.1r O!ol: cmbatei:1 do vida polirira .. - co,Jnn conclui o mencionado artigo di zcnd•>: ~•E 1-cus cubcloi1- hrnnn.t!!, cada fio dclrs é umn hi-.tóriu nohiliu1111c de :-ncrifído pc!-►..ual t" de renú11ciu" individuuitl c111 ía,·or do hc:.nt t·t--lur do bo111 e do útil e do conforto geral e de todos nós toe r,·,·crdccc.rum ,le confiançn e reE-pt:ito. BOM DIA._xeepcional HOMIEM PUBLI. CO. Senador HAClllD ::.ALDANIIA DEHZI. EDUCAÇAO Para a Saúde «D e s i d r a t a ç ã o» O que é - : água é inrlispensável à I xlmo ela rP ·!dênci1.1 A após a co11sulta, vida. Quando. pur qualquer motivo, o or- fazer exaaner'e o que for acor.selllado gaismo perde muior quuntidnde ele li- pelo médico: quido do qu~ o normal, in,tula-se u riP.- - Voltar à consulta no dia marcndo; sidratação - dcença grave que pc de - Caso haja piora dos Plntomns, re- causar a morte. tornar ao Posto imedia turne11te: Causa~ - ·vômit' s, rliuri-(·ia, éXposi- - Quando a doenca surgir em dias cão d~morada llO sol c,u calor lnten!-c, que o Ambulatório não funclc-ne (sábu febre alt1.1 e flilta de ingestão l'êt cional de dos. domingos e feriados~. pro-:urar om líquidos são us c..1us1-.1s mais comuns ::!e Posto de Urgêncil1. onde s1::rão prestados desldrat:1çi!o. os primeiros socorros: Como Pre, enir - Não expor a crian- -- Asim que for possível, dirigir-se Ç!l ao sol Llurante muito terLpo: ao Posto ele Assistência Médica para - Dar u Pia água 1"1ltrncla P fe1Tidn contluuar o tntamenlo. nos !nte1·vul;;s ela alimC'ntaçilo. E Não Esqueça - D!!lrréia e vômito;. -- Vestir crirnça cum roupas leves são. às vezes, caueados por falw. de cui- durnnte o veri:i.o. dados de higiene. Por isto utl•nçiio às - Quuudo surr,irem vômitos, diarréia seguintes in6truçõei,: ou febre pt·ocura1· o médico. que iudlcarà - Ferver os utea8ílios - bicos, as providêud<'s a se!'em tumaclas,. de deira, co!ber de pau, chupet11s e arr,rdo com 0 ca!'o. objetos usatlos pelo bebê, ou no Comu Agir - Até que a criunçu pos- ro de Huas rPleiçõei;: sa ser examiuda r ... 10 méà;co, tomar ss - Utilizar upenas alimentos frescos e seguínt~s providência•: bem consetvsdo1:1 na alimentnçãu da - Eru caso de vôiaito,s ou di•Irréia sus- criança. Alimentos estragados podem pender a Eilimentaçli.o e dar apenas ãgnt1 causat· doenças graves e levar à morte, de arroz ou cilá Pl'eto e ba1stante água .. mesmo com boa assi::1tência médica; - Em cas0 de febre alia dar antitér- - Cuiclttr para que a criança não leve mko (re!llédi<J para baixar a febre) e à boca alimentos e objetos sujos; bastante água. - Lavar bem llS mãos toe.la Vl-'Z que -· Não dar qualquer outro remédio for necessário pegar o bebê ou prepa- sem ouvir o .11édico. rar seus alimentos. - Em qualqu"'r caso levar a criança LE1BRE-SE - A desidratação é grave e ao Posto de As!listêo<'ia :.lédica m•tis pró- pode causar a morte. C>1be a você evitá-la. mama outros prepa- HORACIO , cldudP f'íli.! d n da, vive menents festivos com a realização d4 7a Expobel. Nesta oportunidade parbe 11 l 1 o (li,a t m, ~ (111 ,1mo,1r,,, rJfl-(U.lllZ 1(1< rc·' l' pr, l l• I't•alJzuçfl" " Ct,!1tl1H,id :de ;.o r,111 to de deenvolvimento que atravessa Bela Veta DEPUTADO CERZóSIMO UIRENI.) A G R I s u l -- norírnensma 1,ldlo Grosso do Sul Me1ícões de fazendas para Relilirazies, lesmennls d las, l velamenlos, Gurm ~e Ilíveis ele. lá enlre~ue mais de 80 smicos ~ara Ralirim ies. qualquer ~arle do Brasil. Rua Antonio João, 1011 f mula smicos em Agrimensores Credenciados junlo ao IIICR4: '!elio DiJrio e Amauri Sona Parabeniza os.Organizadores da 7a. EXPOBEL Bela Vista MS Através dilo páginas villrantes des te sPmanário, tenho ncompanhudo a luta do po·,o b··lavistense. A vida é feita de conquistas. cada vitória é '..!mu soma importante na adição final, e. :.:reio firme mente, o povu de Bela Vis'a sempre saberá SO.tAR quando necessário. Algo está mudando .. · novas per.;peclivHs se abrem ... melhoras Ji11s virão... Parabéu:;, povo bela vistense ... naru béns or genizadores da EXPÔBEL. DEPUTADO VALTER PEREIRA -- [i D) ---=------ 1 1 1 ·, 7 . ~---------"' () futuro o apresenta romIsor, r conjuntu ra o fuvorvels, ocilf-lilO pedr- Trahnl110 e Crença. Tudo Ind lca que chc>g1J11 11 hora ele [! Vista. O Governo ueredita nu Princvsu do /pll. fün 1JUi11j autorldu de. E non povo. Bela Vl11tI1 nilo e!llá decepclo rruudo . .qul ue trauulhu. Pelo EHtndo. Pela :-./ação. Pnrnhrns povo beluvis tense. Congra lulu ções se nhores organizadores da 7.n EXPOBEL I í / [7 NEM A turca indelével de umn povo é O IPl! fl'l· der de realização, é ua vontade de ciar e desenvolver i dei e concito é sua obs tiração salutar em Coms 1, !.dr·; ó u " l! a 111 11 d o patriotmo que desperta seullmPntos profundoll e induz a feitos grandiosos. Parabéns povo de Bela Vista... Parabéns organizadores ela 7a E X P O BE L· • Há poucos dias, o "Estado" publi :rnu uma curta do sr. Elisru Frl'ífui, Vnll~ Germano, dE, São João da Boa Vista, na qual deouacia va o absurdo das promis• sórlas rurais, instituídas para beneficiar o comprador ·em detrimento do produtor. Traia-se de medida inadmis8ível, embora tomada há vários anos l' ainda em vigor. Vejamos ccmo funciona. O vende dor entrega sua mercadoria no compra dor e avaliza a promissória rural, que é descontada em banco. Conseqüentemente ele RFsume um11 rei;ponsabilidade que de- O Brasil vive da agricultura; é ela via caber única e exclusivamente ao com- que conquista divisas, enquanto a indús p~ador. O Iógicll seria" aval pessoal des tria e o comérP.io siio beneficiados com soclos da iii'ma comprado:-a, dr cetermi- subsídios de toda ordem. A crise da a nadas entidades ou de pessoas físicas, • g;:icultura está aí. O con5umo de insu mas nunca do vendedor que não pode mos caiu considerãvelmeote, llf.sim como assumir os débitos dos compradorei., es- diminuíram as áreas cultivada<::, poiR to peclolmente nos casos dE, falências e dos os lavradores estão em verdadeiro edoncordatas, quando eles tem de ser sal- pânico, ante a. falta de garantias pura o ados pelos vendedores. Assim, o pro riu- produto de seu trabalhe. O milho, cebola ter cetle a merc11doria e ainda assume cnl'é, leite etc, são importados para que eveutuai,; riscos d<• negóclu, do que re- não haja falta de alimentos, mas não se ~ultam polpudos lucros para os compra- procura diminuir o efeito da seca ou de ores g~rantidos pelos a v u i s d o s outra:; anormalidades mediante a snbsti. agr!cultores. tuição degse!< produtos por outros de va- Como se vê, é de tnl modo paro- lor nutritivo semelhante. As importações dgxal a sistemática da transação que dão "status" mesmo que severflmente o ? 1 ão i::e compreende sua manut2nc;ão, pois neradas pela hidrntação, como aconttce ª ~m .fo-, rit,cos a que está sujeito, o a- com o leite, que chega ao consumidor ;/Ilto tem te responder por responsa- onerado por um transporte conplemen. lldades que não lhe dizem respeito. A tar de água, que jamais deveria ser ane tn:utos aventureiros não faltam recursos da ao leite em pó. O que se vê são enquanto os lavradores 5ão se,•eramente promessas de prioridade à agriculture, txados em tudo que produzem, de que mas tudo fica em palras. O caso das ~~o exemplos os confiscos criados à úl- notas promissórias ilustra bem a triste br:na_ hora. Isso mostra como o agrieultor situação a que foi raduzide. nossa agri- ra~Ueiro fica exposto a perdas de toda cultura • llspecfe, mas comerciantes e industriais hão podem enfrentar cl.éficits. porque di · zern, lst!o cria problemas de ordem social. Em. razão dessa orientação, ocorrem fa tos injus,ifiráveis. Assim enquanto o la vrador receia oito cruzeiros por cova de cufé em São Paulo, houve os privile· glados que receberam da mesma fonte 14 cruzeiros paru a mesma finalidade. Consta que is5o tumbém acoutece no Norte de Minas Gerais. onde muitos es tariam recebendo até 18 cruzeirGs por cova, quando o normal são 12. (O ESTADO) E para mim urna satisfação em participar da Exposição Agropecuária de Bela Vista. Conheço a fibra e n arrojo dos moradores desta fronteira histórica. Tenho procurado Servir o povo belavistense na Assernbléia Le gislativa. Hoje, mais urna vez, de mã os dadas com o povo parabenizo os organizadores da 7.a Expobel, traço marcante da economia local. Parabéns belavistense ... Parabéns Comissão Organ1zadora Deputaào Henrique Pires de Freitas o O CRI.ME CHEFE DE 011 MATO GROSSO casa c1v1 o SE DEFENDE 01S IC SIIÇOES li f , . ,,,li,,...,.,,.-~ , ..•• 1 - rn e::, O .. Jnr111tl d11 'furd,.' .. r,.,·,·l,tu d,, ~,. Ar· bivedes I'ereira Lia, chefe da Casa Civil do :!Ot·rnH d,: lato ,ro.n, -ta carta na qual ele e defende das nu-aoe« de enolirnto no ao Levy tampanuhi «de ouza: Cui,ihó, 0tl d,· jull111 d,· 1()7H. ;n •·Jnrnnl rl11 Turdt·'' !'-fu 11.111Jn . !',P enhn Diretor t•:.- .. , • Jornal edição de J lo t:1•rrr11f1• - JJll• bbea, mu ·ua piina I}, a prop'to do s-a-inii n 'i dre dezembro p pa>ado «,npo Grande «do lvoaulu le tampanhi he 5ora, ete! Jlt11l1·ria ('Ili qu,· t·iln .Ml"tl ,111lor lllt'II 1101111' ,:lri.1pl ees, procurando llo.mente me no]er em upeftas, de-tidas de qualquer fundunento de p.,r1idp,1.;:lo 110 i~11bbil 11f1•nl1H o t· lt"/111111 pn·mi-.• .. a• rom o uírido propf> .. i10 IÍt' dt·rw:trir 111in 11a rrplllll('I'º· O fo10 díl~tllt' o dln•Ífo dt• í11,·tu·1111do a li de prensa artigo 2) e I) e, mais que a l._1·1, nurmn 1nv11rr;1",.J11H•n1t~ oJi .... nailn nm• jornul~ vinculados o nome repeitvel de Julio de Me. quita, tliri1 . .dr-llH· u prt·i.c,·11lt' lhnudo do direito de ít'"'I'º"'ª· em e deter uns repera»sões qur tiverum, nest Capital e no Estalo, junto o« mus amigos e· no 1-t·i,, cl11 minha familia, cruel investida con trn 11 minha dignidde de homem /'úhli<'11 t• de• du•fr ti,· fo1111lin l'Olll 11111 pn,.>-udu e,~ •10 unoi- lo. do c·I,· ,h·1li,·ndo i1 t·1111t-11 púhlit:1 n que Jurnnlt· minha trabalhosa existêneiu venho servindo, en tio n quarta '(•t. <J•tc u.-11po, t1('ll1 tle~l11),1r/1-Jo um ,·urg11 d,· tit·rrt·lar rn dt• Ei-1udo, t1 u 011dn de indi ndos protestos que 110 H•in du c-u1111111idndc t·m qut• 'in1 o l'OU conht·t·ido provot·ou n rnlunioiin rrportugt·m_. '/urr!o· 11.IIHO C)UlllllO J)U:lfÍ t'l, ('in~ir· me. dl'i,.lru1111 o, um n uru, o pontos em f)IIC u n..-pl>rler, na mais gratuita das agressões qu já +o fri, me nlingc·, ttÍt·rHlt• e cnluniu~ Uiz o repóter, citando 111t· pela primeira vez. ºExh,trrn infora:rn·Üc~ H•g:nra,: dt' que dir.!l nntc::i dn morte de Lev, houve um jnntnr t'fll Cuin• bá do qual participaram Levy, eu cunhado Wil. Fon t' Huy :,nnt Annn tios ~nntoF. Durnute c~i-:,~ jnntnr Lr. 1y fez sl!rÍa;. ncu:-..i.ç<1t:l'I no c.·0111porr11111t·n• to do Chef,, ,lu Cu,a Cl'il. ,rcliime<lc• Per,•irn Limn, em relação à aplicação tio ,•crha, d,, E,111.111. ProHc~uinfl.·' ,-oh o titulo cm ncrrrito "Ü Edifi• cio rouba1lo': cliz o n·p6rtl·r. ºD,·Í,ois '!º jnntur ~nír11m o~ tn·~-Lcvy. o cunhndu e Huy Sanl .At111h PropoRitumcntc, Lt''}' (r1. l(llCl'lt;lu de ptt'-Sllr t•m frente a um prédio 1:111 con~tru~·:lo, fu1ura in,-tu luçilo de um jornul, ,, Dinrio ele l.1nto Gros<u, •1u~ J)~rlt·nccrá no Chefe da Cu,n Ci,·il, Archimi, c cs Pereira Limn. Lcvy comentou u fato t:om ,·i!-Í· nl i111li:,:naç~o íulan,lo cluramc111c ,obre Desvio de verba para a construção dese prédio. Antes de ,e, opnutn u como nma<lontc, Huy Sant'Annn foi con• vocnilo pelo• pc•licinis do DEIC puro depor. Ale• gou que não se lembrava desses fatos, narrados cm pormenores pelo cunhado de. l.evy. Sobre C~J-.c primeiro ponto t'ftl que !-OU fro111ulmcnte acusado e já nmplumclllc c,durecido por nós em rntrcvit-tu colcth·a concclli<l:i t1 iu,prenrn da C:upitul, temos u dizer: ,e o jantar f.,i, corno diz J repurtn~t•111. "'diui- nntt:!'l da morte de Le,·y", ,le,·e ter sido, portanto, em diu;; de de• zembro de 77, de ,·rz que Lcvy foi morto din 2~ de,ae n,ês. Oru, em <lczcmbro de 77 o prédio do Diário de ilato GroP<so não cs1,na 1uais em cns trução. Seu nlrnrá de "llnbite-;e". expedido pelo Depnrtamento de Urbanismo da Pr.-feituru, foi ex· pt:dido em li ele junho de 19i5 ( documeuto junto): o jurunl ju circulava desde 12 Je No,·cmbro dr I976 (exemplar junto) e n6s ,6 fomos m,meado chefo da Cu,11 Civil a U4 de r~,·ereir-> de 197i. Portanto, admitindo-se, como parece iu,i nuar u reportugem, s,,r "" capuz de tamunhu ,·ilu niu - dee,·iar verbas públiCJl' pnru cor:struçào de um prédio de minha prop,icclude - nào ha,cr, no E•tndo, um Tribunal d,• Contas, nem uma Junta de Pro,.·rnmui;ão Fiunnet·irn, nem um orçamento :.i f~r obser,·udo uc1u a ohrJgatoriedade de 1uais duo• ussinaturns, além du minhu, nos cheques de todos os pagamentos cfetuadJs pel11 Cnsn Civil, Jlt'l:O 11.t111po1u·,, Ufll J)i:J.-O.:HJ,; lar de qu lhe rsrr, quatrurzs retarjo de lotado, outra tanta .. , rtf';; prr·~í,J,·111,A ou ,lir<""lor tlt· ú1•, 1,10,- au, tirquieu+ ou sociedade» de Eonumi I M1t-l,.l, , .. ,.,u duni ou federai-, tendo lidado, w idt inteira cor dinheiros pblito», m que jamais e l!w (o-•r apo111:ulo o 11wnur ,l,·tlitt"; 11rin fo-."t'lfl f'~lu11 , ir. eun-taneias que constituem motio de orgulho par l •11Jf'III só pes 11i 11111 pa1rirn01,in 'l'JI' f .. o , 111u·~ito «de homem de hem, consolidado ao longo de 1) uno+, perante t comunidade a ,pa· pt'rl"fl('t'. n.i,, fosse tudo isso que parece nada ignifiesr para o repórter, e ainda a--im +tari de+montada a ndu nio-a insinuação vuntida naquela r porta;gm pvela pru'U '/llt' upri:,.t•1110: o prhfio citu,1o fni ronrJuí• lo e n 1lt'l"e •'lwhitt:·'1t"'" vrrea le dois anos unte ill' 111inlia ,•iruJa para n ('u.;a Ci il Em seguida, m nua reportagem, procuran do prqn,rur o t,.:pfrito do leitor para a» conclu Fi'w'" u 'ut· pnAtt•,ulcu <·l1t"U(lf, de-! qur t"sturiu eu t•1n•olvi, o trn morre ,Juqut•lt· lUf'U iufonunado co lahorudnr, upn•.:rnla•llle o n·pbrrt·r c·o1110 um ímpla <·ii,·e·l pereguidor de Levy, citando, em abono da eaviloa as-ertiva, os guintes fatos; ]) lo haver t·u dt·itignudo Lc-vy paru u rt·uni:1o n·alizutla Plll Br:1-.tlin 1·011,·o<·ntfa pt-la J>1-c:-:-orin dt• Hela-.·Üt·ti1 l'ú hlicn,- da Presideneia da lepúblea. para di-nu-ao e elaboração de instiuçóe- 1wr111u:i,ui- p:irn o:- br ~:)o,.; ele clivulgu·,lo cio:- E,;1nd11 ... lt-to (, Vf'rdud.-,iro. Nao podendo, na oca-.ião, nhrir nHin da pn•:-c•u~a de Lrey na Capital, com outros encargos, de iguul rt'tipon""al,iliduc ,-. junto 11<1 l!º''Crno, tlr.i:Í:,!IICÍ para u q u t· 1 a r t· u n i i1 o o s t h e h e f e <ln Cn,u Ci,·il lluy Sant'Annn, ,ln IJIIC dei cicia pr{'Ín u Le"r• Qual o mui? 2) Teriu t•u mu,ulacl,l em qualquer t•xplh·a~·üo" rrtirnr dn <'a._:a 1·111 <(llt' IIIPru,a Lc)' o td<'fonc ela Casa Civil li i11t-lnla• cio .. por uuiorizurilo do µ:oYernndor". E:-1ou j11n - lnndo o t•t=tu o clorunu·nto nnrxo, for11cciclo pdn Tel..Côni,·a de ~l1110 Grmrn. TELEM • T. prn'1111<10 l)llt' o rt•frrido up11u·llw ~6 foi rctirndo du t'ill"U ,·m 'jllt' rc,:idiu Lc')', pnru er instalado na rc:-:idêncin , o """º dirt'tor do SED!,,IAT, ,·111 l:!/t1:I//!<, pela Ordem ,lc Serviço 11.0 b0l/711 [uncxn) por1•11110 a cc:rea de· três meses depols de sua morte. Ünln• Ot'U!iOi;"iio conrrctn contida nn rt•por .. 1a~1·11F teria niudu cu, o implaci1rcl J)('ri"t"~lidor, determinado, ·•cm ofício cn, indo diretomcnlc à, cmprt"SU" uén·a~' o cancelumcnto ele c:ut:"io de cré• dito pra aquisição de pa!ôFa:.:cni,;, nérent-, por t:onta da Casa Civil roncccHd,) n Lc,•y, cn~~u11rlo-ll1c Ct-Fe clirt·ito, "'ttem clur ncnhumn ~u1i~fuç1io". Junto n cs· tn c11'io n c~H· jornul f<tto,·ópin aulenlicudo da caria ile 12 de nbril de l.9ill, da ,,ií,rn rlt· LC')', d, H, ,a Murin 1'. Campanhã Souzn, devol'cndo il Cusa Ci'i) os corriie• de crédito 11.0, 18, coma 07. 7.17/V ASP, e CHUZEIHO. -146.066, forn~ddos, por uu1ori7.D:ào rio Caen Ci'il. u Le, r C. de Souza. A 't•r<lndc: quando fui convidnd,> pcl:, :::o ,·,·rnndor Gnn·i• Neto pnrn chefe da Casa Ci,·il e nceitei o honroso con,·itt, fi-lo, u1,b:c dl'clnrur.mc •· t'XR (JUC cu. na rcfcri,la e dfficil fun~ão pknn nuronomin. NcHn• cundiçõc~. endo o caro ri,· Diretor do EDIMAT da confiu11çn do cl,cf., du Casa Ci,il, poderia cu lt'r, ao cmpo,,ur 111c le 'udu outro nome ao ~O't•rn:uior paru aquela fun• ç,io. Binela mais consi,h·ranelo que hol'ia oran'le pressão de toda u imprcn,n do Esrodo paro~a eles• tituiçào de Cnmpunhà entre outros motivo; por· qu,· nilo cru ele jornalista profissional. Entrelanto consen·i:=:i-o monti'C"O no cargo, uo contrário fio que insinua n reportagem. Homem porlador de pr-r~onulidudr t"Xtremnmcnte complcxn. não foi, rle foto, de início. ':ícil o con'hio com Lcvy, mn;. com paciência, <'011,u do meu feitio, que to<los co nhecem rlemostrunrlo-lhe. a cada din, minha ,en·· ~·ào, meu espírito de justiça, minha incliuoçãc pe la conciliação, minha ,·ocaçilo pdns •oluções suu ~6rias, acabei conqui.tando a sua amizade, 11 po11 - to de, no mê, <lc dezembro, quando complNamen. te esgotado, tive de me ufastzr durant~ 20 di 411 , cm férias forç11du pllíu me rccup,•rar, ter dele reccbiclo em üo Paulo três telefonemas indaran do <lo meu e,tado rlc saúde e dcscjando1 11,c b;c,·c rt!forno. Nenhum. talvez, dos meus amigos, tenha mais profuuclamente <JUe cu lamentado e,sa bru tal uurruria, ujs roupleto elarrimrnto, [ ra nu6s o-titui prut, de Honra. inguén ruas ho q11t• ,,:, . ,. t '"1 • ;1hr111 , •... rpnhs no completo ,,,._, l.ucc i111f 1110 cJ,... .. H. t rJmt" 1111i11.nruu-n, ,:, 1,1 J,t-r lao, qur prufaursnu u noite he Natal e howa bru talento« antiatos de t»la a fanila mato. tu+pr, )aro punto ti ,. .. t.brr.•r,•r o e«tat, de las si» :_--r di,11.11.corn o «ru dres!ora·nto pura numa l»esta E.serial da Casa 'Iil, deu.se a pedido cor a nos·a conorHieia, e ma 110 u funt :io 'lt' _fi-t" integrava, plenamente ati»fito, como qur al+a lo, muito no t·o11tr!,rio d_o qu,· (· tnmhf•m 1w•n111,1• do na reportagem «dres-e jornal . ,. . . l-' 11r (i111. '"'· diri·tor. uuLra nf1r1.11~1t1,u 111frl1t, do n·p6rtt.·r •f'lt' u.io 111c.· ati11J,.!•·-: p,•.:,o:tl111t·nlf:' 11ni; »fende a toda a coletiidade matogro-nsr: t aquela cmu ·que_afirma ele que· "uwatar um ' uo Estado de Mato Gro--o alzo que n4 "U7 o w,· -no in1p.1clo que nos Estado« to >al. ". ln eomun, saqueie Estado, o- pistoleiro-, os mandar tc», a perícia m atirar rm alo fo n M quilo troes per hora. A«-im, elimiuscüo de Les {ol programada com extrema naturalidade, -implicida eh• nré. Tt·uho ., ele~ t't, Jl"'ª 1111nlm I rad_1ç20, d.'' e;-11: nome do povo tatozro·ren· repelir til este insy[toro roneitno o p,e feno nqui tran-re vendo o final de indignado artigo lo ubatte •• pc·r1i110 )oral E,111ipt' q1u·, rl'1·lu11,:a11dc, U _,1Í•J1:-t1 1·11 • 1•.,.rrou i"CII e e i, u riu 1 tlía·ndo. 1'u1~uP11 po de· pro,ar fJUt' 1nln Croi..-o ,-:c•ju urna lrrra ,I,· pi-.colcin,.:· .lns ta111bfrn n,lo J,1ode nC;.!':tf 11ut f"F-.l:.s é 1111111 tt:rr.a de homens de brio, capazes e r_t",1- 1,?Ír ,i ação dos pistoleiro- da caneta que aljat )!rntui1n111<·11h" e ,.u,·ur<lt•n1t'111t· u_ HUJ un1,rn. . i-r. dir.,ror: u lmpn:ni-u, cnmto diz José abantino Hn1110F, que com tanta di~nitlnd~ e t:l,·,a·âo t'.<t'r· ,·eu cSr't' difícil t' in,,rato ofício. favorece ou pr,. judicn. engrandece u dirimui pessoa- e institui çôes: Leva ela alegria ou lágrimas aos lwre·, tra q11ilidadc• 011 agitação ao povo, estimulo ou desa nimo noi:: que trnh11lharn t' u111 rnl _Jwdc·r, . U.i-'-Hll. cxtt.:ni-o e :,!ra,·~, - acr,•FCt."Ula - nao dcv~rin f1;n• cionar à mercê da negligencia ou do zelo, da c·u pidt·z ou dt•i-pr~ndim;.11~. do 6Jio ou da nrui1 .. a de de nenhum jornali,ta. Mu, ''r-6 a. imprt·nFn pndt• reparar os male causados pela Impren-a", como a--inalou, por ua ,ez, um t oli i,:rundc:; pontH1ccJl do i-érulo pni-~atlo. E~,c.ro. como rt'paruçt10 pelo que t·u e rninha fo • mí.in tofr..-moi-. u puhlico~·rlo ,fci-tu, {' o m o rncélnao d t t u q u e t.' n o m e !- n1 o l,,cal c111 que foi c .. fumpada n pérfida rt"portJ~tru l)Ut! tào fundamente nos atingiu pelas clamorosas invt"rdadc"' e irrepurá'cis oft'n-u;, nc.·la C'<•ntid:.t!". Alcncio!"amt'rttt: Archimedce Pcn·iru Lima Eru unexo: J.'ot,,c6JHU'- ou1cnt iciula:1 de: ,h-urfi de •·habite-se' du pi hlio <lo "Diário dt: Mato Grosso"; . !/ Oficio do Diretor Admini,tralirn da <:arn Ci,H " Ordrns de Sen·iço dn Cia. Tddõufcra; 3 Corta da viúva Lev Campanhã; 4 C,r111 <lo Sin<licato do, Jornnli;ta• l'rofi; 0ionai;, de Mnto Gro,,,,; 5 Hcc,.rlcs de jornni~ locai,. A uoticiu acima foi publica 1111 cdicão de 10 7 do "JORNAL DA T,HDE" SA°O PAULO de Ahmad H11sseir, c:.=.:::J zs e , __ :::.; P==5 íl.JL.íl L--- Haidar "10 anos trabalhando progresso de Ponta Ahrnad para o Porã e Região" Parabnizamss o s organizadores EXP9BEL e participamos da alegria do belauishmse. ·.'1 1; '" foi :d r!o E com alegria que parabenizo os organi zadores da 7.a EX~OBEL, c0n_q1;-1ista do povo e realidade de um mun1c1pio em franco progresso. Bela Vista atravessa uma fase de intenso desenvolvirr,ento em todos os setores, e a classe pecuarista é de surr,a importancia para acelerar ainda mais este desenvolvimento. Dr: Sergio Roberto Perondi ·--------------------~ - ------------------: o em geral. da parabeniza os organizadores expositcres, autoridades prese!ües A raalização da do maçã0 imbuído vontad~ dos turnàmente nicípio. vereador mais para o Eiy de Araujo Ja 7.a Expobel povo nobres e engrandecimento Barbo:a Expobel o , e uma belovistense que ideais trabalha diu- do mu• povo aFir• tq Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº294_09_07_1978 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº297_20_07_1978 Voltar para a lista de itens