• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº313_20_01_1979

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É HORA
H poucos dlus, estivemos em
Campo Grando, a Jovem capital, e lá vi­
sitamnos o nosso migo deputado Sergio
Cruz, lidar do MDB na AHsemhlérn. Nu
oportunidade oonhl'Cl'tnos o dPputudo
Oetullo Oldeilo, tu mbem do MDB, cuja
nrén do Influencia atinge os municípios
cio Vale do Ivlnhema.
É slutnr o chega n ser estimu­
l1111te sentir o ideal dos jovens d<'putndos
t>leltos no último pleito, poli; n tarPfa
que os aguardtl é árdua e exlglrã umu.
partleipco respónsável e efetiva nus
problemas que acnnetarão a rormaçllo
do MS, problemas, Inclusive, polltlcos.
Sentimos no Jovem deputado GI•
delio. aquela vontude que ruz dos ho.
meus lldereEI e os Incitam à ação dlnâ•
mica. De parabéns o Vo.!e do lvlnhemo.
pelu escolha de t/lo nobre po.rlameotnr
e de pnrnbens o povo mutogrossense
pela reeleição de Serglu Cruz, lei doti
espíritos mais lúcidoR da novo geração
de poUtlcos. No momento Serglo, Cruz
polariza ns atenções por sua pregaç!io
contra o Senador biônico, numa cruzada
crntrn esse "tipo de escolha'', verdadei­
ra aberraç!lo. Somos e ileremos sempre
favorãve!s u eleição direta, pois o povo
é que deve escolher os seus governantes.
Queira Deus que o eminente presidente
Figueiredo consigu concretizar o ideul
de toclo o povo bra,;:llelro democrnciu
total, plenn, uma democracia sem adje-
tlvos e m elos termos. No caso de Bela
Vlelu, al'éa considerada de Segurança
Nacloaal, cujo prefeito ó nomeado, epe­
ramos que a cla~se politlca ( Diretório
da ARENA ) se conscienttzo que o mo­
ml'nto e'Clge Idéias novas e ruente aber­
ta ao diálogo. O novo Governo está se
Impondo pelu coêrencla de idélas e pelo
alto poder de diálogo d!l seus membros,
o que é necessário numa slstemátlea
onde o trabalbo de equipe é o que ren­
de frutos. Ninguém administrn sózinho.
Ninguem é dono da verdade. Politíe«.
mente, u nossa cldade tornou-se motivo
de " piadns " em grupos políticos, t1qul,
onde u ARENA é mujorllárla, a divisão
no pnrtlrto chega n ser absurda. Nilo
existe união de propósitos, porque nem
sempre os propósitos levam ao objetivo
comum. Não ndmltiremos, jamais, o abu­
so do poder, a prepotência e o arbltrlo.
ossa luta e n c o n t i n u i d 11 d e
de nossos objetivos, assim como, o de­
ver que temos perante a comunidnde
fronteiriça, nllo permitirão qu~ crnzemos
os bruços numa hora vital para a socie­
dade belavistense. Se os politícos pre­
ferem permanecer a margem de uma
situação que está se tornando insusten­
tável, nos procuraremos estes politicos
e os mei;:moH prestarão contas de seus
ato AO POVO. Nas ultimas eleições
ficaram patent<?adas novas lideranças que
estas lideranças sejam ouvidas, pois te-
Há Desafios Difíceis
u
1
Dr. Olavo Monteiro
Mascarenhas
ADVOGADO
OAB/ MT 1615
Causas Glvlil e Criminais
Rua Antonio João, 842
Bela Vlõtn Mato Grosso ui
8

l
---
Umn empresu jornnlístlcu é algo
mais que máquinas e equipamentos, sua
mercadoria princlpul são as ldéiot:1. A
própria noiicla é uma idéia viva. lo
caso dt: uma emprrsu que E1dlta jornais
emanar1os no interior é um desafio dl­
licll e que exige além de umu esquema­
tlzaç!lo, multa luta e cerla rtose de re­
núncia. Há desafios difíceis, e uns dos
desalias do mundo modero, é a cres.
cente tensão que impera enti e os homens.
o caso da questão politieu belavistense,
imos, diáriamente, homens tensos, em
busca de posicionamentos numa socieda­
de conuttlva onde Impera o temor.
Fazse mister reconhecer que a so­
ciedade belavistenf'e tilravessa um ciclo
de evolução, onde as divergências se fa­
zem sentir de maneira latente. E iso é
Próprio nus sociedades em transformoção.
Em DOBRO caso, uma empresa
em luse de organização, atravessamos
momentos criticos, devido principalmente,
li falta de elemento l.rnmano e da recep­
llvlda de "polltica. de nossas ações. O
Papel do Joral, em Bela Vista, está
f:nc!o n111is formador do que informativo,
to devido a falta de mot.ivaçüo du clus­
se politica. Acéfala, alunada e subjugada
Por contlngênclai; geridas pela sua pró­
Ptlu apatlu, nutna demosntração cabal de
suas idéias são germinadas dentro
e um circulo restrito de poder. Quem é
quem em Iela Vista? As lidernnças "an­
lgas" estão no dilema de atuar ou de!­
?" própria _atuaco a critério da mar­
} inexorável da histórig. Ainda surgi-
o os lideres que Bela Vista preciss?
Flvez. Consideramos o momento propi­
e
O
para o desabrochar ele novos olit1.
Cos, desvinculados e descompromissados
Com o passado de erros dos curreiristas
~~J11 o t.tbjetivo único de servir à corou­
~ !ide. A fase é de translçãCl. A épncn
n f
0
lutas e de desafios. Desafios difí•
.e
8
, mus que todos devem encc.rar scb
Pena de o futuro julgar "nossa geraçil o'
como a geraçlio dos "homens com a mão'
DE DECISAO
no bolso". Veja-se, como exemplo, o pa­
pel <la oposição: omarrada, amordaçado,
e:}curru Ioda. J.o existe aquilo que seria
o elixir do debate e o joroal passo a ser
o único veículo livre o suficiente para
motivar uma classe dPspersonalizada. No
decorrer de sua existência, o homem en­
frenta e tenta dominar as duas dimen­
sões básic::i1: Tempo e Espaço. Em Bela
Vista t'S politieos Astão fora do tempo e
do epuço, como o relógio da proça Ál­
varo Mascarenhas, que existe, mas mar­
cando hora rle um tempo que passc,u.
Funcione. como enfeite, como símbolo de
uma época que ainda permanece. Pro.
blemas metafisicos a parte, é preciso, e
já, que os homens que vivem a política
se compenetrem de que, lembrando Mé­
dici, "homem do [Ileu tempo, tenho pres-
88.". Ecquanto os outros municípios, ou­
tros homens, procuram compunbar o
ritmo dos acontecimentos, lutando. vi­
vendo a vida como ela deve ser vivida,
como missão, nós permun2cemos de bra­
ços crnzaclos. É por estl ruz!lo que a
Tribuna da Fronteira se propõe, a partir
de boje. mais do que nuoc11, exercer, até
mesmo agressivamente, o seu papel na
soclednde local. Diga-se de passagem,
conquistado com muita luta e muitos
seriiicios, é não seria agora, após oito
anos de batlhns que entregaríamos os
pontos. Os desbravadores de Bela Vista
"ª revoltam no túmulos. nossos nntepas­
ados sentem a apatia e a falta de fibr,1
do muitos de seus filhos, sentindo que
(alta aquilo que Beto definiu bem em seu
livro Oração na Ação: "Para que a vida
divina seja alimento de nossa vida, e a
nossa v!da seja alimento de outras vldns,
é preciso que morra em nós, a cada dia,
o Burgues, o Mentiroso, o Covarde, 0
Derrotista, o Orgulhoso". Belavistense,
politico em especial, não esqueça, o seu
papel ns. sociedade é de t-uma importân­
cia para o desenvolvimento dest11 socie­
dade. At.Jelte-o ou dê o lug .. r pariJ outro
que queira Servir. (IP) .
MOÇIS
Estamos pree[ando de mo
para tratalharem no Departamento
de Glrculção. Serviço penas pa
ra « horas as. Cmlwsões pa­
za no to. E necessário que seja
desin!b!da e goste de conversar.
Apena pura Bel Vista. Ven­
ha conversar conosco. Oportunl­
dade para ganhar de 2.00,00
3.000,00 mensais. Tratar com
D. E·tala.
Mio Grosso do Sul
presentam a oplnHio do povo bela vis•
tense. Isto ficou provado nas urnas. E
para nós a oplnlúo daa urna!! vale mais
que as opiniões de gablnete
11
• Qull
o senhor Governador Harry Amorim
ouça as vozes que clamam no município
e faça delas a mnensngem que o povo
belnvlslense quer ouvir. Tomamos con­
hecimento que elguns elementos estão
plelteRndo o cnr{!O de Chefe do Executl·
vo belavisten, elementos íntegros e
desejosos de participar da " arruncada
desenvolvimentista ". Que o senhor Deus
dos humlldeti não permita que o passado
volte. Somos favoráveis a escolha de
um polltlco ( pode até ser um técnico)
mas ... da nova geração, sem os vlclos
do passado e com a mente aberta à no­
va slstemát.lcu que Irá. so Impor. ltoga­
mos ao Deus todo poderoso que ilumine
os nosi,os governantes e que. escolham
um Prefeito para Bela VIta e não um
mero "homem que sentará no gabinete
do PrerPito", Isto se S. Excla, o gover­
nador Hnrry Amorim, resolver substituir
o atual prefeito médico Ruben Alberto
de Castro Ploto. ( IP)
10' RC COM NOVO
COMANDANTE
Com a transferencla do Cel. Or­
!ando Mentzingem para Brasllla, assumiu
o comando do 10º Regimento de Cava­
laria, o Ten.-Cel. Go brlel Conrado Dias.
oriundo do Rio de Janeiro. O Cel. Ment.
zingen delxa em eela Vista grandes a­
migos c1 admiradores pelo comando e­
xemplar que exerceu na fronteira, sendo
agraciado. inclusive, com o diploma de
Honra ao Mérito, outorgado por este jor­
nal, pelos zelevantes serviços prestados
à cnrnunidade. Estamos a disposição do
senhor comaadante do 10° RC, Ten -Cel.
Conrado, colocando o nossofi jornal a
serviço d~s Interesses mn!ores da comu­
nidade e da Pátria.
MDB esi'á sem forca
O deput1do Cecilio de Jesns Gaetu

do MDB, disse que seu partido está sem
forç para lutar contra o Senador biôni­
co, salientando que " o MDB, para ver­
gonha nossa. está pro;;tltuldo. Não com­
parecerei à elelçüo porque sou liderado
pelo deputado Se•gio Cruz, em termos
de partido porque ele é llder e vou pres­
tigiá.lo entretanto, é preciso que ele,
que iniciou esse movimento, retif!que a
sua posição ''Gaeta acha que um partido
que elegeu um senador e um governa­
dor biônicos não tem forças para lutar
contra a indicação de um blônleo a.re­
nlsta . ..firmando qufl tanto a ARENA
como o iJDB são" um saco de gatos",
Gaetu defendeu a extinção dos dois par­
tidos.
Recursos para as
Escolas
Os prefeitos de a­
proxlmudamente 40 mtt•
nícipios mat0grossenses
receberam dia 18 próxi•
mo pasado em sulenidn­
de realizado. na Assem­
bléia LPgislatlva, os cl.Je•
ques que gerarão rccur­
l'OS a serem utilizados
nas reformas dus eco­
las públicas. O G<,verno
do Estado Investiu cerca
de 28 mllhõi>e de cruzei­
ros já do recursos pró­
prios nas reforma11 dos
estabelecimentos da re­
de estadual nos vár11
municlpios, inclusive Be­
la Vista.
Presentes à soleni•
ela de, o g o ver n a d o r
Harry A morim, Senado­
res, deputadoH estaduais
e federais, assim como
os prefeitos dos munlcl­
plos.
ATRIBUIÇÃO ÀS
PREFEITUIUS
Segundo o governa­
dor Harry Amorim, seria
imposslvel ao Estado
licitar essas obras neces­
sárias e executá-las em
tempo e por Isso pas­
sou-se essa obrlgaçl!.e
aos municípios, que
possuem equipes para
dPsenvolverem os traba­
lhos. As municipalidade@
terão um prazo de 45
dias par promover tale
reformas.
Coluna
Agrícola
A partir da próxima
semana iniciaremos a
publicação da Coluna
Agrícnla, patrocinada
pelo Armazene Gerais
União Agrícola LTOA,
firma b e l a vis t e n s e,
pioneira, que neste ano
intensificará suas
atividades no setor.
Considerada uma das
ma!B dinâmicas na região
a Uülão 6mprega dezenas
de funcionários e cola­
bora ntivamente para o
desenvolvimento de Bela
Vista.
Preço deste exemplar
CrS 5,00

Eea Mi!z "l?- Tbu _da_Fronte!!
Em três anos, Capital
Social da Sanemat
CRESCEU DEZ VEZES
, pós qclnzo dluo de férla6, volto·
mos u circular, em Bela Vlnta e na re­
gill.o; o pov11o sentiu 11 folta d TF ne­
mo sendo dlstribuido o Correio Jardinen­
e, nosso [eltores reclamaram e bustI·
te ... fica a delx.a no departamento de
clrculuç!ío: Tribuna ela Fronteira é corno
a carne e o pllo, n!:lo pode Jult.u r na
mesas dos bolavltenses.
C',(C"(l
ESQUEMA
Um esquema violento foi montado
pelu Dlreçllo da empresa visando nprl·
morar e melhorar principalmente a dis­
tribuição doa jornais do grupo. A grande
n'Jvldade aos leitores da Porto Murllnbo
e Bonito, cujos jornais sllo quinzenais, é
que u partir de agora recelwrão quatro
edições mensais, sendo que os assinan­
tes do Jornal d& 9onllo receberllo alem
das duas edlçõc~ normais, ma11 duas do
Correio. E os da Trlbunn Murtlnbuni::e re­
cebero da TrlbUllll da Fronteiro, {qto to­
dos os mesea. A lnlclutlvu mereceu c.­
ploueos de todos.
Em pena três no» de tfvida«dr de
1,1>75 a l97ll. o Cnplrnl Snrlnl 1l11 CornpBnliin ,lo
5anamento do Eitado de Mnato Gron SANE.
MAT atentou dez vezes, pasando de 3) pura
800 milhões de cruzeiro»,
O mais recente umento do Gnpltal {Social
da Empresn foi proposto pela tunl Diretorin.
Assembléia Gerl dos ncionl»tas, realizada no dia
22 de dezembro ob presidencin _de engenheiro
Carmelito 'Torres, Secrtirlo_de Viço o Obras
Pblie«_e !'rs, do Conselho de Administra;o.
Em 1975, n Sanemnt operava _penas l?
+istema de abastecimento em todo o Estado 0 o
~cu Cupltnl Socrnl rrn ele 30 milhões de cru­
zotroe· . ll~jo com Reli Cnpitul elevnclo parll
300 milhões, a Snemt faz-se prente em
10do o Eetn,lo ele Mnto Orouo, com obras de im·
l
,li,n!oçno d~ novot -~i11,111•K o nmplinçlo r me•
horta ,lc outomnP ia cm !uncion11mento,
Esn É sem dúvld um bel notícia só
que neve lucro enorme, deveria stnr incluídn
como beneficlárla, ineonte+to, « cidade de Jardim
que sem dúvida alguma, foi a que mal colnbo.
rou par o engrandecimento da fantnmng6rica
e 1_nexutcn1c ::ianomnt. A explioaçflo deste comcn•
Hirto é nmito fácil e trnnquílo, A cspeotrnl Sonc­
mut, em Jardim, vergonhosamente, únlea cola
que fez fo, urrecndnr, poi1 n popnlbçi,o jnrdincn­
se, sempre corretamente papou ua tnxa de água
para ter o precioso II'Z em suas torneiras, loto
que infellzmente nunca ocorreu, e continua pertia­
tmdo em não 11contecer. Em Jardim, n fami"ero·
dn Sanemt «ó fer ganhar dinhelro, em dar.«e o
luxo de pelo menos nplicar porte dole no própria
cidade, Assim é claro, lógico o super evidente,
que seu capital tenha crcscl,lo dez vez.
Dr. ·1van Alonso da Costa
Marques
ADVOCACIA EM GERAL
Rua Voluntário• da Pátria, 376 • Fone 210
Bela Vista Moto Grosso Sul
DR. FIORI MURJO
-MÉDICO­
Consultório 7 às 11 h1,
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IPEMAT e INPS - PO '1'0 DE SAÚDE
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Advocacia em Geral
Rua 15 de Novembro 17
BELA VISTA MATO GROSSO DO SUL
Dr. Laucido V aldez de
c:rurglão Dentista
CRO - 557 lU.
Barros
Território
Dr. Késio Loureiro Pinheiro
ADVOGADO -
Rua 15 de
Bela Tista
Rua 26 de Agosto,
4-0650 - Campo Grande MS
prio prefeito, Ildefonso Soares da Silva,
informou à noa reportagem que J
cumpriu com o eu dever. Dentro rios Ji­
rltgóes Imponta pelas contigêncla8,_O
reféto do Murtinho deu o seu recado.
O mesmo nfío Ae poclP dizer do mérltco
Ruben de Cnastro Pinto, pois o p0v0 €
perva mais de sua administração, de!­
o, principalmente, ao eu passado. as...
seguudo a voz geral. o prefeito de Bela
'Lia não realizou mais porque não re
cebeu o apolo que espern.vu.
• -,,<!
SUCESSÃO
O ast:unto do momento no área de
lnfluêncl11 do TF e do Tribuna Murllnhen­
se, é o problema sucessório munlcipol.
Em Belo Vista o povo aguarda a substl·
tulçúo do atual prefeito, RubPn de Cas­
tro Pinto, e em Porto Murtlnho, o pró·
Novembro S/N
Mato Grosso do Sul
384 - ala 24 Fone
VARIOS
nomes csWo seudu co1-,'1tados para suce-
der o prefeito nomeudo de Bela Vita
entre eles figura o do Ely de Araujo
Barboi:a, ,foi;~ Slmpllcio cln Costa Mor­
queA, Evllásio :Hrnnda, Pedro Palmieri, e
outros, outros ... Existe lambem o possi­
blllrla.de de o utual pi'efelto permanecer
no cargP. ;'!ós, parliculnrmenlo, nllo par­
tlclpuremos dcst11 polernlca polltlc0, polt:
a 01 lentoçíio íllgorosa da rlireçüo do
jornal para este uno, é a dE> não nos 1-
mlsrulrmos nos assuntos polit!cos do mu­
nlciplo (lc...) ficaremos com a tarefa de
trant1mltlrmos pura e slmµlesmente os
fatos... dú para entender?
!>'<?'>:sl
E OS FATOS
verdadeiros, llmpldos como n água da
fonte, que os políticos belavistenses
principalmente do Diretório da Arena
estilo se movimentando visando a suces­
súo do atual prefe!to. Se esta ln[ormaçíio
não procede, que nos desmintam ... lflnça­
mos o repto, nos dei-mintnm ... Fica entílo
bem expllcad!nha, a poslç!lo do Jornal. ..
+3
O GOVERNADOR
Harry Amorim Costa, durante entrevista
coletiva. afirmou que a imprensa deve
ter a liberdade para bem informar e
prometeu r.studar uma solução oura ell·
minnr o ponto de atrito criado pela Se­
cretarin de Sogurnnça com a imprenso.
campogrnndenee. E o SP.cretárlo dA Se­
gurança Pública, Euro Brando, disse que
os de_legados (de Cnmpo Grande?) estão
prolbtdos de dar entrevista porque estão
despreparados para tanto.
Dr. De o dato de Oliveira Bueno
Advogado
Escritório: Rua 7 de Setembro 230
Fone, 43-loG2 '
Residência:
Ponta Porã
Rua Coronel Camisão 54
Pane, 431-JJ 16 '
Mato Grosso do Sul
Cllnlta de Criança, e adultos _ Ralo
Atende-se cum hora marcada ?<
A. Duque de Cuiu 508 (A L d c;odn,ult6no
' o a.o o Banco
r».se.i» J471D1MA MAIO GRzgz ll [sã
Ricardo Brandão
- ADVOGADO
Av · Brasil, 1595.- Caixa Postal 355
431 1
T
6
e
4
1
6
, (CRod. (067), 431-1470 (Escr.),
• esldêncla)
lhal &as do Sul
E·TA
Equipe
;;,;(,;:.<!
COLUNA
TF
que circula sob a responsabilidade da
direção, será publ!cada simultaneamsnte
nos Jornal!' de Belo. Vista, P. :.furtlnho
Jardim 6 Bonito, com noticias dos munl­
cip!os dti ~egiiio, cobrindo, principalmen­
te, as atividades politicas.
!>'<,,€()
NA PRÓXIMA
seman~ voltaremos com os fatos e as
deduçoPs da chamada classe política que
em nos~n região, anda melo desligada
da reahdadi> nucionul... depois explico.
--G

PARA MEDITAR
nu.o é processando jornalistas oerseguin­
do, sabotando, culun!ando, que· 0 povo
reconhecerá as boas administrações É
trabalhando, produzindo, dialog11.ndo ·cri­
ando oportunidades, gerando empréaos
formando e educando, para o futur~ é
o que esta grande Nação espera de seus
ndmlm,;tradores, para ntlngirmo;;: a meta
da tgr~nde potencia mundial, de riquezas
ma .eriais ms, sobretudo, bens espirituais.
Residência
Rodoviário
em Coxim
O Governador C­
sslo Leite de Barros as­
Finou Decreto, no últi­
mo díu 29 de dezembro
p:rnco untes dn lllvlsllo,
crlnndo em Coxim u 17~
Resldéncla Rodovlúrlu
do DERMAT, com jurls­
dlçíio eobre os muolc[.
pios de Pedro Gomes e
Rio Verde e eubordlna­
nado no 2° Distrito Ro­
ruvlárlo Estadual, com
sede em Campo Grande.
A medida, diz o
Governador, em mena­
gem datada cio mesmo
dia e endereçada ,,o
Prefeito Franklin Rodri­
gues Masruha, vem aten­
der uma justa relvlndl·
cação daquela próspera
regio Matogrossense.
Cássio recebe
quinto Título de
Cidadania
Com n llpro,·ação unâni­
me dos Senhores Verendore•
Cimara Municipal rle Coxim
concedeu o titulo de Cirladáo
llonor/irlo daquela cidade ao
Gowrnndor Cé.s>io Leite de
Barro•. Dc,de que aseumiu
o GoYcrno, cm ugo,to de 1978
foi n~r-aciado, com idêntica
honraria, sempre com n apro·
vçlo unânime dos vereadores
pelos Cãmaru lluaiclpaf• dus
cidades de Maracajú, Butngua,­
sl't, ílochedo e Hio Verde,
l cerveja e o
câncer
Lyon, Frunça • Parn ali·
v-io de muitn gente, o profe••
or Walter Davis, que c-hefi•
Hmll equipe de pe,qutsadoree
do Centro Internacional de
Cnncerologin de Lyon há no•
vc anos, cootcston n afirro8·
ço de ,eu colega alemilo od·
dental, professor Preissmmn
da Organizaçào )lundial de
Saúdc-, de que um dos ele·
mentos químicos pr-csenre n•
cerveja - a nitrosamina­
causadora do câncer humano
emhorn conllrrnado que ele
o +ja · e muito - nos ratos
A alirmaç.iio de Prei•·
smnn já começa.-a a CllO,ar
p5nico cm alguns círculo!,
pois a nitrosamina está pre
,entr. em todas ns bebid31 nl- /
r.oólica• - onde apareci, e,pon·
taneamentt" .. e em vário! oa·
tros :iliraentoa conser-·ados :
nrtiílcialmente.
IE
Ambiente Seleto Refelçío
--- de João Freire de Ol iveira
Caseira O seu lar em Antonio J O e C ºªº Hotel da Fronteira
m auo. asa. Padrão de qualidade •
Rua Amambai com Bela Vista
Hospede-se no Jeane Hotel e ninta-se
Antonio João Mato Grosso do Sul

TIPln Vlsln MS
___________ Tr lbuna d Fron elt·a __ ._..;; __ .. _
21 1:70
Pcrdc>r u oportunMade, de ter urna
'J)iglna··· Inteira, no11 Jornalr; ria Gráfica
Editora Apn, de lvaldo P(>relra, Editora
doa ,Tot•nalA 'I'RIBUNA DA FRONTEIRA,
CORREIO JAROJNENSF.. TRIBUNA MUrt­
TINHENSE E JOHNAL DE BONITO é,
como diz o onrlocu, bobc•lra. Como nllo
llOU bobo e nem po1rno deixar de juntut·
o últll uo agr·udflvcl já que terei um ex­
oelente ~alárlo para os meus puroot1 re­
curse,g joronllslhios e a exiguidade ex­
perlmenlul do que sou possuidor. Expl'·
rlêncllL adquirida, no dia -a • dia desta
casa do Informação; pnrllculu minlmu
d" quarto poder da Dernocruoln quo é u
Imprdnsn Llvre e Sobtlrana.
Digo perder a oportunidade porque
p11Rso•1 pr.11 minha cubeçu deixar dtl
oeorever por aoúmuo de Bervlços noe.
atividades que brevemente irei desem­
penhr neste MS. Dei, disto couheclmen­
to n alguns dos meus amigos quo com
seu apolo e solidariedade fizeram dus
rulnhas esorllas, no1:1 jornais acima mo•
llvos de comentário!?, (críticas positivas
e negattvas),e, assim oonstrulrum ns
bases para o sim do oonvlte que ora
ORACIO A O DIVINO
ESPIRITO SANTO
utea1·0 digo que aceito, e ·crcvt•r, c;;crn·
ver o escrever sempre pelo bem estar
do Mou 1unlcíplo, EBtudci e I'aía. E- o
que vou escrever, nem i,;empre Irá
ugrudar uqueleR que f~JZern du bajula•
ç/lo seu bablüo de encoeltJ por sorem
lncompetent6s. Poderei, por sei· humano,
delxar de qualificar bem aos que traba·
lhom pela Comunidade. Jfl dizia o poetl'l:
é mais fAcll ver os defeitos que as qunll·
dades. Boas coisas não precisam ser
demontradns. ão há necessidade du
propaganda do que é bom. No eutunlo o
que não presta deve ser exlil'pudo e
lonçado longe para não contaminar o
qu~ de bom existir, pur perto, E Isto é
a funçilo dt1 Imprensa ser humanu no
erro, mas não admiti - lo nu rolncldêoo10
mesmo QUA seja para agradar 00 amigo
que amamos ou uo chefe de qutim
dependemos.
Por Isto ó que, aceito honmdo
por so ber-rue pequeno em relução ou­
tros grandes homens desta cidade que
deverinm pelo seu nowe e lntellgencla
estar a frente de uma dos páginas de
uni dos nossos jornuls a falar de E por-
tes, Administração, Socledade ou de um
dos muitos assuntos do universo grande
que é comunlcação.
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minhas escritas, 0011 jornais 11clm1t mo­
tivos do comentárloe, (crillcus positivai,
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bases pnra o sim elo convite que ora
alegre digo que uoolto, ei.crover, e&<:To­
ver o oscrevot· sempre pelo bem er;t.ar
do Meu ~lunlcíplo, Estudo e Puía. g n
que vou escrever, nem sempre irá
ogrudar aqueles que fnzem du bajula­
çl!.o seu btão de eucoet•> por sorer
Incompetentes. Poderei, por ser humano,
deixar de qualificar bem aos que traba­
lham pela Comunidade. Já dizia o 1rneti1:
é mala fácil ver os defeitos que as quali­
dades. Boas coisas no precisam ser
demonstrada11, t'1ilo bA neccssldudo da
propaganda do que é bom. No entanlo o
que não p1·esta deve ser extirpado e
lançado longe para nlio contaminar o
quo de bom existir·, pur perto. E Isto é
a função dn. Imprensa ser humana no
erro, mus nfio admiti - lo na relncldêooin
mesmo que seja pora ogrndor ao umlgo
que amamos ou uo chefe de quem
dependemos.
Por 1sto ó que, acoito honrado
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21-1-79
"Discotheque,, massacrou a música
brasileira em 1978
O uno de 1978 foi um ano terrível
para mslca popular brasileira. Nunca
e sslstlu, em toda a hlstórl» de 1o8sa
cultura musical, a uma Invasão de um
rlllmo estmngeiro com tnntn violência
como foi n da malfudacla dlscothêque.
Quando se lzer um balanço dcs resulta­
dos desta Ivuso, val-so constatar o
terrlvel mal que ela faz a nossa cultura
popular, pois nllo eômPnte aliena a nos­
sa juventude como também deeempreg,i.
n08o músicos e desvaloriza n08os
oantoreA, na mrdlcla em que seus dlr300R
cedem lugar n esta Insuportável música
estrungelra. E lmpreicslonante como o.
dlscotbeque Invadiu o pais, atingindo a
todas s camadas sociais, particulnrmen­
te at1 menos favorecldaR e desejosas de
sconslo, ainda que pelo. porta da pura
Imitaço. Ainda recentemente, partieipel
em 'Londrina de uma festa de noivado
de jovens pobres e fiquei estarrecido em
observar que, no tosco aparelho de som
da casa humilde só e tocou dlscotheque
e cheguei a sentir piedade de jovens
operários, explora cios já por uma estru­
tura social Injusta e desumana, a maca­
quear-se ao som de uma musica canta­
da em lingua Inglesa à qunl eles no
tem o menor acesso e por ls110 não en­
tendem o &eu significado. E tem mal!!:
fiquei sabendo também que simples
menç!io à música brasllfllra ali seria mal
vista, pois eles temiam ser acoimados de
"cafonas" se ousassem tocar música brn­
slleira. Foi uma constatação terrível esta
e pude sentir até que ponto os poderosos
lntrumentos da comunidnde manipulados
pelas multinacionais do disco fazem mal
à nossa pátrl!i: pesson que nilo têm con­
dleões sequn de comprar alimentos, gas­
tal!l CrS 170 para comprar um disco de
musica estrangenlra, por puro espirlto
de Imitação, levados que são pela ln­
lluência do radio e da televisão que ao
promover 11 cllscothequr, prestam um
desserviço a nação.
Não faz multo tempo e o maestro
Marlos Nobre denunciou ao pnís as ele­
''adas cifras que são remetidas para o
exterior sobre a forma de pagamentos
de direitos autorais de remessa de lu­
crog, e de royalties, chamando a atenção
para o absurdo do fato: enquanto os
nossos músicos vivem desempregados, a
nossa cultura musical é vllipenrtlada e
0 nosso povo alienado por uma músicu
em linrua que ele nüc conhece, o Brasil
remete para o exterior omas astrono­
mlcas.
Sómente num país como o nosso,
com a sua soberania alienada ao capital
f
9lrangeiro, tais fatos podem ocorrer
mpunemente. Sitn, porque nenhuma
Providência foi tomada até agora para
defender a nossa música apesar da
denúncia de pessoas como Marlos Nobre,
com a sua autoridade de diretor do
Instituto Nacional d!'I Música, e de
tantos outros.
Agora mais um ma! vem-se acres­
centar a tantos que a dlscotlléque tem
Provocado o país; as casas onde tais
"""las são tocadas estão sob a suspei-
~
0 de provocar danos capazes de levar
surdez ou a cegueira e, no entanto,
esta@ casus estllo proliferando enorme­
mente.
E o pior de tudo é que a nossa
IDúsica popular é Infinitamente mala
bonita, devendo eu ressaltar aqui que
oe m(18lcos estrangeiros quando vêm ao
Brasll manifestam todo interesse em
conhecer melhor os nossvs mnúsleo e
acabam e!iiarrecldos ao constatar que
no país que produz n mais bela música
do mundo no so tocm os gêneros da
terra.
O exemplo está no último Fescl­
val Internarlonal de Juzz realizado em
Silo Paulo onde todos 08 nú8lcos
estr:ingelros se renderam perante o ta­
lento de um Hermeto Paschonl, que da
todos os múslcos participantes da mos­
tra foi o que melhor so apresentou.
O que o rádio e a televls!lo fazem
com nossa música popular é mais do
que um crime: estes Importantes lnll­
trumentos da comunicação social estão
n serviço da música eslrnngelrn e n/lo
se ouve oelrs a noPsa música. N1lo adian­
ta mudar de canal ou percorrer todo o
dlel porque só vamos ouvir mústca es­
trangeira.
Este é o panoro ma relnnnte neste
final de ano e ao que tudo Indica não
será diferente no ano que começa
para t r 1 1:1 t e z a doe verdarelros
patriotas.
Professor deve ganhar GrS 4.500
por mês no MS.
Campo úrande ( CETF) O gover­
nador Harry Amorim Costa pretende va­
lorizar oo máximo a importante função
do professor, que é de educar os jovens
do Mato Grosso do Sul, preparando-os
para assumir importantes papéis no do­
senvolvlmento estadu11l e até nacional.
Ainda não foram definidas exatamente
(multo menos oficialmente) as hases sa•
larlais do professorado, mas fonte cre­
denciada do governo revelou que deve­
rá se situar na faixa de 4.500 cruzeiros
mensais. oara cs recém contratados.
A fonte governamental explicou
que se uma servente do Edificlo das
Repartições Públicas recebe 3.500 oru­
zeiros mensais e um datilógrafo recebe
4.500, de acordo com os nivels .salariais
do DASP, é mais do que seguro que o
governo saberá a valia r a Importante
missão do professor, 'na pior das hipó­
teses equiporanuo-01, a esseR funclonarios
que não têm a miolma qualificação e,
muito menos, e importância que tem um
professor" .
Nos próximos dias, o secretario
Odilon Martins Romeo, da Secretaria de
Desenvolvimento de Recursos Humanoe:­
deverà anunciar os niveis oficiais dos
vencimentos do professorado, supondo-se
que sejam pelo menos nas mesmas ba­
ses de um datilógrafo comuo::., "um me­
ro copiador de textos" e, "na por das
hipóteses, apenas um pouco abaixo". Es­
sa !ufoJ.1mação deverá ter grande reper­
cussão entre o professorado. que até ho­
je vem vivendo de salários baixíssimos
em torno de 1.500 cruzeiros mensais o
que os obriga a tmbalhar três perfodos
para somar um salário aproximado de
4.500 cruzeiros, justamente o que deverá
ser pago, der.Iro de pouco tempo, aos
sacrificados e dedicados profeseores de
todo o Mato Grosso do Sul.
AGRISUL Agrimensura ~/ato Grosso do Sul
letitizs t Ias mn tprl- pn rtliari lesmentranlos te
a, Ilzanetas, tine'znats, ws e ris, te.
Grande experiência no ramo de topografia e ratificações
serviços executados de acordo com as exigências do INCRA O
único escritórlo que conta com 2 (dols) agrimensores forndos
pura garantlr precisão nos ervl;os executados, E lembre-se se­
nhores proprietários, na Agriul voce não contrata intermediários
NA AORISl1L É GARANTIA E PRECISÃO
NÉLIO, AMAURI e OSVALDO
Rua Antonio João, 1011 - Bela Vista MS.
(Campo Grande CE TF) Foi drás­
tica, lmrdlatfl e inepta a reação da poli­
cia ao farto e geral noticiário da Im­
prensa desta Capital relacionado com o
espancamento de um r.ldadlio, que, deti­
do por suspeita de horulr.idle>, confessou
o rime debaixo de porrete.
Queria a polícia, certamente que os
órgãos de comuolcação, mesmo sbendo
do espancamento, calassem, escondessem
o fato fltn sinal de solldarledade ou co­
nivência com os espancadores. Não se
calando a imprensa, velo logo a re&ção
em forma de rtstriçõea á liberdade de.
imprensa. De agora en diante, segundo
lnformações prestadas a um dos nossos
repórteres, "é proibida a entrada de re­
pór.ter ~m qualquer órgilo da Secretaria
de Segurança", não tendo os represen­
tantes da imprensn trânsito livre nas de­
pendências das delegacias. Em cada dele­
gacia o escrivão ou plantão redigirá, em
duas vias, o que entender ser notícia e
entregará uma via ao repórter, que pas­
sará recibo do "papagaio" policial.
E tem mais; um dos repórteres do
Correio do Estado ouviu do eccrivão da
Delegacia do Amambaí a informação de
que "poderá ser preso" o repórter que
niio respeitar as decisões da policia.
Queremos pagar pra ver.
E gostaríamos também de saber
se tais absurdos parllram do senhor
t3t>cretáric de Segurança, ou so de Ini­
ciativa dos espancadores atingidos
pelo noticiário.
Se alguns policiais "estão de mal cone­
xão" tão melhor, porque nss!m não tere­
mos que ter contemplação com ninguém.
Como se vê, o Mato Grosso do
Sul está começando mal, julgando que
a nossa imprensa está atrelada ao "carro
da alegria", que está começando a que­
rer alçar vôos mais largos, pensando que
isto aqui é terra de ninguém.
Esperamos que o Governador
Amorim Costa saiba dizer aos seus au­
xiliares que devem respeitar para serem
respeitados.
A Imprensa local tem tradição de
luta A boa folha de serviços prestados
não dependendo dos cofre" públicos e
de mordomia para sobreviver.
Não é qualquer "Fernando" que
colocará mordaça em nossos jornais!...
Seres humanos
no lixo
Funcionários da
Supcrlutendêncfa de lim­
peza urbana de Belo
Horlzontd lêm encontra­
do um feto cada dez
dias, na trla gero do lixo
segundo noticia publica­
da pelo "Estado de
Minas", em edição re:
conte
Os fetos geralmen­
te silo descobertos em
sacos de papel ou em­
brulhados em panos.
Dlflcllmeote o sexo é
reconhecido pois os ca­
d6veres são triturado
no carro coletor, antes
de chegarem a usina
para triagem. Os fetos
s0:o simplesmente en­
terrados em cova rasa
no terrenos da usina da
prefeitura. A triagem do
lixo é feita por correias.
E as funcionárias que
ali trabalham assustam­
se o encontrar os ca­
dáveres dA nascituros e
até de recem- nascidos.
HA pouco foi encontrada
uma criança de um mês.
São fatos que ocorrem
numa grande Clipltal
br-atdlelra. Mas ...
sucederão apenas em
Belo Horizonte ?
ORACAO A O DIVlNO
ESPIRITO SANTO
Espirita Sanro você que
me e,clnrece tudo que ilumi­
na todos os carinhos para que
eu atinja o meu ideal, você qne
me dá o dom divino de per­
doar e esquecer o mal que me
fazem; e que todos os ins­
tantes de minha vida está co­
migo, eu quero neste curto dií­
logo, agradecer-lhe por tudo e
confirmar maia uma vez, que
eu nunca quero me separar
de você por maior que 1ej11 a
ilusão material não será o mi.
nimo da vontade que sinto
de um dia estar com você e
todoa os meus irmãos na gl6ria
Perpétua. Obrigada mais ma
vez (a pessoa deverá fazer esta
oração 3 dias seguidos sem
fazer o pedido. Dentro de 3
dias será alcançada a graça,
por maia difícil que seja) pu­
blicar assim que receber a
graça.
L
i.
f
1 / .
A. L.
Inovação.
• •
STUDI
Lazer. • • Luzes. D a Som
(Discotheque)
_ O Piá do Momento na Região
l ~ -----------------------------------------M_A_T_o_o_R_o_ss_o __ n_o_s_u_L __ .

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Charme Apresenta:
Ela1
Por Nancy
APÔS
nlun dias de descanso, aqui estamos paTd
contar n voce lune contrfmentos qu
+o de+taques em nossa Society.
"N Boutique Charme, voce 011oon-
tra.' artigos fino para enhorr, enhorlta
e ,·11ullrnlro,"
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HEVfüLLON
O grnndti ncon1rl'imonlo nePle finei
de ano (oi o badaladfsimo Baile do levlllon
1111 Grcmio Pcrtro Jlufino, Nnquclu 1wi1c ,le
festa vi tantos cn»is e enhoritus legun:
te. Usando zraciosos modelou, registre: Zair
01hi11, Uorn Alh:e, Vnu Hirn r Cri,;lione
london: Os els; D+d e Maria José, Eucli­
dos e Gullherrninu, Sidney o h.u,lnlcnn, Snu­
lo e Leila. Prestigiando ninda destaquei: Bas.
tio w Gerey, Mrgolla e Zli. Adll Ferreira e
Srn. E,ltou " Cc!!llin, Cri~16vno e Cnrloln, Si.
dney e eutrlz, Moeyr Dnioae e Yed11, Al­
hrrcu e Otlil11, Amnurv e Ev (ela multo clu­
i:111111'). t:el. Orlnado • ~fnrr, o, noivoR Orlzoly
" Tunicu, Josó Cnrlos o Zulelo11, lco e Ilen•
triz l'inheiro'
il!l<)!:,l:l
A juvenludo
nlmou e contagiou· Por lú: f:(dio, Sidney
Júmor, Cristina, Léo Henoto o N6dia Sérgio
e sua priminha eatriz Helena, Vager
ncompunhndo de umn gurn Cnrncolen,e,
c,,<;i)i!:!
A Decoroçfio
cio Clube esteve linda, A mcill noite cm
cndn meea fui colocacla uma garrafa de
champngne. Todos cuforicoe ,)iveuinm-se sa.
cllomenle, upenus o que empanou o brilho
do •~',nteoimento foi o conjunto musical
que deixou muito II de,ejnr. Mas ...disseram­
me que colllrotarnm uw conjunto, e no diu,
CATO
noite desas curtindo umn tremenda foseo.
O motivo? "paixonite aguda". Ela: a menina
dos lindos olhos azui,: Crietinne, Ainda bem
'ue ele se mondou pr(, C.id11dc Marnvilhosu
( lio) pr/1 ver se esquece. hso passo logo,
viu bem.,.
c,,:;c,;;o
"Das melhores fábricas do Rio e SIio
Paulo; camisas, bolsas e cnlçndos Sabem on­
de tem? Na Chorm<i Bomlquo."
ANIVF.R!lÁHIOS
30/12 dois ninhos do gorducho Victor Hugo
Velásquez Pereira
:x;x,
10/0 l J,,, uninlto <lo llncl.1o Ro!!ério Ocumpoi
Gome
.«:
l6/01 Tito e Preto !' mnlro! amlgos fizeram
urna linda serenata à Sr. Lidia Velásquez.
Música e churrasquinho foi até altas da ma·
drug da'
()"<'')>()
30-12: dez anos do garoto Wgner Maca­
renhu•.
«<1:
14-1: foi com~mor11do o 11111 da linda mocinha
Ana Karlna Salomão Marques e de u ma­
no ego. Entre cachorro quente, refrigersn­
te e deliciu•o bolo, a pnizuclfl curtiu um
,om de tli,cutlu·que, Ana Knrina, Thafo,
VunUFn, Sandriuhu. e Carla. E como cmhn.
lornrn.
8<3-6
17 -1: com a presença de fomiliare• e ami­
gue, Dinéia Slumpf comemorou molb um nat.
+«3
VISITAS
recebemos visita do e~timndo Cap. Aldo
l!nmos e ele mn simpático tc~po,11, Vieram
rever umigns e motor rnu<lode•, poi; a1uul•
mente residem no Rio. Através cleleR recebe.
mos noticio• do llajor l!Mquelru e Dra. Áu•
rea, que empre lembram com cari­
nho e saudades aqui da rerrn, Tribuna da
Fronteira sempre que chega até nl, leva um
pedacinho de Belo Vl,rn nté voccs, jó. con­
sol, né? Um nbrnço da Equipe prá você.
no
1
"borr,ba'', foi umn pcniuba.
pareceu que1a
né?
«.rG
BOUTIQUE
Charme tem para voce os finíssimos artigo'
,ln: Cnri, Dehlu o Gledaon,
l)flC;;l><3
CLUBII. BP.LA VlSTENSfi:
01 VultoA foi o 11niurndl,1fmo conjunto que
tocou o b~i)P no C E.B. 'uquele din honv_c
l,nile no pnrn::uni, mesmo u<Pirn "o m•18
querido,. esteve lotado, Animados, dançando
'luas_ o torta• nolt!i: C lnurlio-Adelfa, Fcrrrnn •
e inho, Zen6bia, Luln-Perlrinu, llosevelr-lro­
ni (Irani aniversariava naquele dia, em sua
homcn:l"tm toraram umn ~f'leção de nd1•icnJ
Go&IO ,fc ver o cu,nl Dr, I<~•io-Marin, ,.,,no
em 1od1u, ,cmprc noomp11nhu111lo n filha
Veru Rito, E isso mesmo, os pnis qunndo
podem devem ucnmpnnhnr os filhon. Ruf6ri­
cos, ao som de discothéque vi: Nego Zaea­
rino e Vanin, Vr,lério Penhn e Srn., Ben<, e
Tnnhfio, Cnt<t e Zoir. flennlo e I..-dn, Gu•lovo
e Cri,tione, Gllo e Vera Hita, Dnrio Torrts
e ua namornd; "unn pnrngunya" Ao Presi­
dente Abrão Zuonrins e mo equipe o• nos­
os parabens pela bonilll aoirndu.
52993
Recebemos a visita de dois jovens belovis•
tenes, um aluante na polltko local. vereador Nl­
,,nldc. ~e Dnrro1, on1ro, com o ,angnc polltico •
nu vcrne, mn1 talvez. o~nardnndo um11 oportuni­
dode. Olno Mont .. lro Mnscarenhn•. advogado, fi­
lho do audoxso Alvaro Mascarenhas, Como não
~odrnn de _su, o assunto principnl foi a pnlltlca.
m Bela Vista uns dos poucos lugares onde se
falo em pollhcn,, é lia rcdnçilo do jornal, Aqui im­
pera a democracia. Fala.se bem do prefeito, fala­
se mnl, cnhc_am o DirMorio dJ Arena, eloi:iom
0
rio MDB e ~,ce-versn. ~ um nmblente dlnümico,
Fala-se também em crise, em contas a pagar, em
conqU1tas e derrotas e falo-se sobrrtudo ~no:
FUTURO DE BBLA VISTA
O presidente da Assembléia Cnns­
tituinle, no uso das atribuições que lhe
são legalmente conferidos. e em cumpri­
mento a dispositivos da Resolução n o
10425, de 31 de maio de 1978. do Colen­
clo Tribuno I Superior Eleitoral. e artigo
5 o da Resolução n.o 191. de 28 de julho
de 1978 do Egrégio Tribunal Regional
Eleitoral do Estado de Mato Grosso.
Considerando que a 28 de janeiro
do corrente ano deverá ser procedida a
elPiçüo do Senador e seus suplentes, que
tixerceriio o mandato no período com­
preendido entre 1.o d~ fevere!ro de 1979
ti a mesma data do ano 1987;
Con!litierando que foram regifltra­
dos, pela Mesa Diretora da Assembléia
Legislativa do Estado de Mato Grosso,
como candidatos a Senador e sem: f:U­
plentes para o Estado de ~fato Grosso
do Sul. respectivaci.ente, o senher Rachi­
de Saldanha Derzl, Jtalívio Coelho e
Waldlr dos Santos Pereira, pela Aliança
Renovadora Nacional.
Considerando q~e o Senador será
eleito por um Colégio Eleitoral, integrado
pelos membros da Assembléia Conati­
tulnte e por Delegados das Câmara; Mu­
nicipais. em número e dlsposlcões regi­
dos pelos Art. 2.o e 3.o, I, da Resolução
n.o 1042n, do 'I'SE; .
Considerando que as Câmaras Mu­
nicipis encaminharam os nomes e a
qua!H!csçao <los respectivos delt>gados
e seus suplentes, conforme o estabeleci­
do na Resolução n.o 191, de 28 de junho
de 1978, do 'l'rlbunal Regional Eleitoral.
F',Z SA RER QUE:
1.o) - Flcn por este edital convo­
cado ° Colégio Eleitoral, parn i,; tsPssão
destinada à eleição do Senllcior ( 111·t. 19
da !tesolução n.o 10425. de 31 de mato
de ,978 do TSE, que exercerá 0 manda­
to a tnlclar-se a l.o de fevereiro de 1979
cuja seesão realizar-se às dez (lO) h • '
g$ ia zs @e, ieiro ãe i9is, 6 t
a As~embléla Constituinte.
.o) - O prazo para aprP.sentação
• NOS
visitaram também o jovem dminitrador d
Empresas: A!eeu Tores e sua noivas, um4
vitrpática nissei, que veio conhecer seus fg
turos fomili,r<"l',
Botinha paro criaoçn, 1,ijouttrin.
de fina qualidade, +ó a Doutique Charme
tem para voce. Fia bem aí, na lua Antopio
Joio 256, ao lado da Exatoria
Di<,-><i
OESPEDIOA
O Cmt. do !O.o HC, Gel. Orlunclo e
e•p•i~n Mary. foram nlvos d!! inúmera, mn,
nifestões de carinhosas despedidas por
parte de elvls e milit.Ht'', A elei< deF.rjnmn,
feliddadr• ...
''-<:>.,:)
PASSAGEM
rle comando ncontecen clia 12 pp, a pa1sj­
em de Comnnrlo cio 10,o HC. Paro o ncoa,
1 t!cimt·nlo ulém de uutoridu,le9 e pe~•oa, de
,kstnque de Bela Vi;ta Urus,ll e Ilella Vi,ra
l:'nra~uni. compareccrnm in(1mero.• militarei
de outras cidades acompanhados de •Ua! t••
prisns. Ao novo Com'lndanto Trn. Cd. An•
tonlo Oalirid Conrado Diu e familia, de~•·
jamos uma feliz estadia entre os belavi.
tenses.
33
CASA'i!ENTO
Foi no dia 30 pp. O eolace murrlmoniol do,
jo'ens: Castro e Eliza. A voce, desejamo,
tudo de bom nrste Jnicío de vida o doi,.
'>.,{,;,,,(,
A BOUTJQUE
charme espera voce que gosta de vestir - +e
hem com arrigoP de alta 11uahdade, H. Antonio
Jollo t56 Bel<1 vi,ra .IS.
. . A têndê_ncia do bela,;stense, cm geral, é
criticar a sua cidade, achar que Bela Vista não
va,. Sair da situação em que eRtá. Mas, caro léitor
n 11tuaçào de noesa cldn-lc ,e não C•lá ót'
l 1ma, pe.
o menos se encontra em nsccnsio, Provo: e.IA•
mos com tres agências bancárias e dentro de
pou_co•. dias •~rá lnaugnrada mnis uma; po.rnimo,
várias u~d<,stnn• no mnniolpio; nosrn comércio
conegniu certa estabelizço; está em vins de
,cr ,mplanlA<lo uma f:íhricn dt1 cimen10 e com
::%%.3.7.,ze ii@«. ."
lhores do Est d º· ·" pccuana é umn dn, me-
1
. n ° e lavoura ntravc,sa fase rela-
b
nlo pfrot ~rc"o, enlfo porque • queixa? Porque o
lavtstenRe está costr d, ··
e de lodo~ e .- 1 é o. utn º. 9 rcolnmar de tudo
oi«· e ~,", m:a ' mmto mnl. pois O!l visi.
iã, 4ki, ,}}}.hrgam. yezes, ·i6_deve+tiimu­
diisa",",P";gel d terra. No tontos
tio bon o I n, ro nto con,,dernmos ,ua r;e•-
ti a."~,,""" a,·er _educacional • a·«i­
N ' ra. as vicinais. No CO!?cordnmos e
," gncordaremos é com sua política. Polltica
,"" " " d r p a s · a g e m , ·telhante « e qu c r u m f e i -
11 °• ª!'''!!OS pnrtido (UNO, PSD, PTB. etc)
1
~ ª" P?
1
{i•c• • port<>, precienmo• crior ou gilizar
e existe] no»Ra Aociacão Comercial, asslm
como s· d' ' • •
q, os ndicatos de clns«e, e provocar at.rnvé•
.:. cursos (olha idéia, Rotnry) o palestra• mnio-
oportunidades ao nosso empresário e comer­
.,,~nlcs. Um<1 Coopcrnth·a serin também Yiá,·cl e
Rerima de ludo, valorizar msis n prata da cana.
YtiÍt•tn°• que tlOHOS pollticos [da Arena c do
. ) Procurem criar n• nlas joven• de •eu• pa.r­
t1do1. Multo já ec ícz. mn• nindo hll muito por
fazer, aqui rlo existe teatro para falar verdade
ª vida cnltural balavistense no que não ex:lua.
implesmente permanece releadn ao esqueclmen-
10. Vamo, dar s mãos, crlar uma corrente pra
frente, vamos fazer de nossa cidade um exemplar
de trabalho, de c11ltur11, de união'/ Vamos ei.carar
com fé ese desfio!
PS: Esta carta, é endereçada, prindpnl•
mente, nos nossos jovens leltore. (IPy
nssembléia Constituinte de Estado de Mato ®nsso do Sul
Colégio Eleitoral
Edital de Convocação
de credenciais dos delegados da Câmara
Mualclpals encerrnr·S!l·á no dia '.!8 de
janeiro de 1979, às nove (09) horas;
Gabinete d:i Presidência, em Ca;npo
Grande, 15 de janeiro de 1.97D
Deputado Londrel' Machado
Presidente
Mais d-
Curso para Forrnac;:ão de Sgt.
A p'l.rtir de 12 mar 79 estarão
o bertas as Inscriçõ.,s pura os Cursos
de Iormaçao de Sargentos para o
ano de- 1980. OS inter2ssedos deverão
observar o seguinte:
a. Recrutamento:
1) Praças das demais Forcas Siu­
gulares e Forças A uxllia res·
2) Civis, desde que possuam Cer­
tl_ficado de Reservista de 1 e 2!! catego­
ria e os possuidores de Certificado de
Dispensa de Incorporação por "exr.esso
de conttngente".
b. Requi~itos exigidos:
lJ Ser solteiro ou viúvo e s!lm
dependentes;
2) Completar, no ano da matrícula
(1981)) no máximo 24 anos,
3) Ter sido licenciado, no mínimo
comportamento "Bom":
4) Pagamento da Taxa dt> Inacrl­
çào de CrS 130,00 (cento e trinta crazei­
ros)
(para maiores esclarecimentos diri­
ja se a ;f' SEC/lOºRC)
Mais uma firma a serviço de B. Vista
Recentemente foi inaugnrad a ::Setea­
grl, (Serv1,ços técnicos de Agrimeusuras,
empresa ligada uo setor de agimensuru
que ntenrlet .. tumbém O município ª"'
Porto Murtinho. Através dos métodos
m!1" moaeraos, a Setengri está apta a
atender qualquer pedido na re"lão lnclu
SIV~ serv!ços pura Prefeituras o' r •
secepte &é o s6ir iivião 'a $!!!
e a firma está funcionando à
Antomo JC'ã.o nº 900. Ao l.);ivaldo de ifuºr~
ros, as nossns cHngratulnções.
nheiro p_ara
o cerrado
Enquanto o presiden·
te Ernesto Gelt,el apro·
vava a exposição de
motivos dos Ministros
do Planejamento, do ln·
terior e da Agr!cultura
parn a destinação de
verba de CrS 1.765 rol­
lhõEs ao Programa de
Desenvolvimento do
Cerrado - Polocentro -
o coordenador do p;:o•
grama na Secremria do
Plar.ejamento, Geraldo
Alencar, iz:formava que
está elaberando uma
propo,:ta prevendo a li·
plicação de CrS 4 bi·
lhões no financiamento
de projetos agropecuá•
J:ios na áreas abrangida
pelo Polooentro.
A exposição de mo·
tlvos aprovada pelo pre·
sidente afirma que o po·
locentro "vem !ipresen·
tandos resultados acima
da respectat!va inclal'º
tendo já propiciado_ ~
ocupação de 2,11 miJhoe.
de hectares de terra •
Ao distr-ibuir o do­
cumento à imprensa,
o ::,orta-,·oz do Pal!!.cl
0
do Planalto, coron~l Ru•
bem Ludwig, lembrou
0
o interesse com que
0
pret'ldente üelsel acolll·
panha o trabalho de a·
proveitamento dos cerra
àos tendo já., por duas
veze.;;, vi.sitando o eeB·
t.ro de pesqa!sas qU:3
11
Embrape mantém elll
Brasilla.