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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº314_27_01_1979
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POR M
Página 7
E
e
(Páylna 2 - é pois é)
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t
-_; .. ,,
' .
M possui cinquenta e claco munl
cfplos todos grandes e belos. Mas des
tes existem dois pelos quais mais tenho
simpatia. Trata-se de J ar d i !D ( que
nome lindo ) e Ma r a c a j ú. o primei•
ro o povo é tão bom P- trabalhador que
com poucos anos de vida eRtu Cidade
já tem coisas que multai, grandes e an
tigas metrópoles deste Estado, não têm.
E. o que é mfll3 importante, sabe reco
nhecer o valor do alienígena que de lon
ge vem trnzer um pouco do seu tsforco
parn a melhoria de Rua gente. E o se
gundo, tem o Prefeito mais inteligente
e trabalhadc.r de todo l'rlato Grosso do
ui. Prata Braga ou melhor Doutor Prata
Brga Mui Digno e Honrndo Prefeito dsi.
Cidade de Marncajú Doutor? Por que'/
Há de perguntar aqueles que sabem da
simplicidade de formação acadêmica do
Senhor Prata. Doutor, sim. Porque um
título pode ser frio como o mármore,
de uma sepultura, st> :ili.o dermos ao
0
mais cotado para. substituir o atual mesmo, o calor da vida de quem etu-
Prefelto dando obteve um g&.1-'lrdão deste. apro•
- vella-se para dar melhor condições de
vida aos seus semelhantes.
O advogado. médico, engenheiro,
professor, farmaceutico ou o•Jtro profis•
slonol de nível superior é um srvo da
comunidade já que esta deu-lhe condi·
ções de, pelo estudo, alcançar cuminãn
cias que habilitaram-no a liderar orlen•
ter e comandar coisas para a melhoria
daquela de quem é devedor: o povo.
Sim meus amigos todos os homens ao
receher, um Diploma deveriam, em pri
meiro lugar, agradecer a DEUS e em
segundo prometer dar tudo de si para
honrar o Titulo que fez júz mas que
todos através impostos ou outros tipos
de contribuições ajudaram a pagar.
Ora, meus leitores, se, sem na
disto, um homem consegue levar coofo1•
to e melhoria pora o seu povo. Ora caros
amigos sem ter diplomas, titulos ou pa
péis Maracajú é previlegiadu pois tem o
homem sábio que conseguiu já para sua
gente tanto conforto com o que eles não
contavam para os próximos dez .anos
ou mais. Mudou, disse-me noutro .dia
um gaúcho lá daqut>la região. Mudou
tudo e- dizia ele, mudou para melhor.
Normalmonte os Homens que dP.verlam
executar as mudanças mudam mesmo
mas sempre parn pior a nós temos um
montllo de exemplos por aí.
Não conheço, pessoalmente, Sua
Exela. e prefeito de Maracajú e talvez
nunea vá ter esta oportunidade mas se
tivesse hoje de escolher o Executivo do
Ano a o voto final fosse meu, vocês jó
sabem quem seria o homem.
f ,
e F
r
1
Ely de Araujo Barbo a
Sindicato Rural de Bela Vista
Convocação
1
l
O Presidente do Sindicato Rural de
Bela Visto, convoca a Comissão da 7a
Expobel de Bela Vista, para urna reunião
no dia 31 de Janeiro, às 0 hs. na sede
do mesmo, pura tratarem de assunto re•
lattvo a Prestação de Coutas da última
expuslção.
Dr. Roberval Borges
Presidente
Dr. Olavo Monteiro
Mascarenhas
ADVOGADO
OAB/ MT 1615
Causas ivVle e Criminais
Rua Antonio João, 842
Bela Vl;,ta Mato 6rosao Sul
a.r
Educação e
DE P
Políi'ica
Clube Esportivo Selavlstente
ConvocJ.çüo:
Convocamos os senhores ns
so&lados paru Assembléla
Geral, a ser realizada dia
5 do fevereiro, na Sede do
Clube, com o. finulidn<le do
apesntagão de chpus p
ru a t•lerçno dli novn dlro
toriu.
Abraão Armou Zacarias
Presidente
Poderia lhes dar uma série de e
xemplos mas ttcrel sómente com um.
O Governador Amorim Costa, resolveu
d a r u m atliantameato de ver
bas para o conserto de escolas uflm de
que as mesmas estejam em condições
de funcionar ulod& a primeiro de marQ.:l
Mal disse, elhor fez. Algumas prefeitu
ras organizadas, como Maracujá, já ti
nhom feitos o8 seus orçamentos para Ili·
to e, de cara, viu que a bo vontade
de Sua Excia o Governador nlio la dar
para nado lá em !!eu município. E o que
fez o prefeito Braga; Correu até os As
sessorE-9 de Amorim Costa? Não. expôs
a situação de sua gente e suo escol& e
falou, isto não dá nem para a saída e
se fôr só para isto lá em Campo Gran
de não vou. E não ia mesmo até que
recebeu aviso de que com multo sacrifi
clo (e é verdade) o Governador iria au
mentar a cota de sua cidade. Cota esta
que p.ara alcançar o previsto no orça
m ao to de Prata Braga só faltou cinquen
te mil cruzeiros. Era de mll e quatro
centos, recebeu til trezentos e cinquenta.
E é por loto que digo Diploma é
bom é útil te-lo (eu tenho alguns) mas
vale multo mais ser henesto, trabalh!!.
dor e honrado pois 11ão coisas que não
são adquiridas nas escôlas e, por Isto
fazem parte do homem que vive para
St,rVir e nunca para ser servido.
Parabéns Maracajú onde o homem
que manda liga pouco para etiquetas e
muito para o seu Povo que jamais Irá
esquecê-lo pois o que é bom não neces
sita de " Curriculum Vltue " ... florido.
Ivan do Nascimento
A Pedido
Rachid em Porto Murtinho
O Senador Rachld Saldanha Derzi
esteve em Porto Murtiho no dia 17 do
Corrente e num espaço de três horas,
reulu os vereadores da ARENA e expos
aos mesmos, a sua meta ele oral para
~enador 9iôoico que serà submetida ao
Colégio Regional, dia 27 do corrente, pe
dindo, naquela oportunidade a colabora.
ção da· Edilidade em apolo ao seu nome.
Antes de se despedir, convidou os
vereadores para estarem naquele dia na
Capital de Estado, sendo o transporte e
hospedagem por sua conta.
Fazemos votos que a vitória biônica
do Senador se ooncrettze, onde ficará, se
eleito, representando Mato Grosso do Sul
no Senado Federal por mala quatro anos.
A.F.N.
Brasileiros Assaltam
€Cetro te Saide de
Pedro J. Gaballero
Pedro Juan Caballe
ro, (Paraguai • AFP) Qua
tro delinquentes brasilei
ros assaltaram a tiros
o Centro de Saúde da
cidade de Pedro Juan
Caballero, situada oa
fronteira do Paraguai e
Brasil - provocando feri·
mentos e tres pessoas.
Os assaltantes pre
tendlam resgatar outro
bandido, também brasi
leiro, procurado pela po
licia do seu Pais e que
depois de matar um
paraguaio, foi internado
no hoFpitaJ daquela ci
dada.
Pedro Juao Caballe
ro é uma cidade gêmea
da de Pont!l Porá, em
Mato Grosso do Sul, da
qual está eeparada por
apenus uma larga aveni
da.
Liberdade
Cnmpo aberto pra correr,
Eu não quero soCrcr,
Quero ser lire como as an
dorinhas do céu,
Desenhando num papel,
Os desenhos de viver a liber-
dade.
Cnda miouto, cada presença.
Acorrentando a minha mio.
S6 meu pensamento é livre.
Pra ir longe da solidão.
Longe do raciemo, tóxico&,
drogas, idas pra vender.
Liberdade pra fugir eu quero,
Pra conseguir sobrevirer.
Guerra», correntes segurando
o negro.
A escravidão_passou só no pa
pel.
Guerras, corrente, ,cguro.ndo
a humanidade,
Medo da, bombas qac explo
de pra matar.
Quero fugir pra otifrcntnr,
Hois enquanto alguém se de-
»espera,
Fabricam armas em outro lu-
F b
. gar.
aricando o computador,
Esquecem;-se de pensar mais
ao amor.
Beatriz Sant'Anna
Coninghamn
Dela Vta MS
11
BINCI DE REVISTAS DE
Proprital de 0levar Barlosa
Fica bem aí, pert.o do Belavistense
Não deixe de
SITA-LA
kampa Desenhos
Dc.cnhos Arq111lcti>nico1
C6pi« Helliogrficas
DoacnlioR Pohidtárioa
'l'opogr:Hico, - Duenbo•
e Plano• cm Ocrnl
Sergio Romão Knmpn
Av. Draoll . Ed. Cinelnudi• • S111& 201 • l• Andor
Ponta Por
!llnto Groseo do Sul
Tribuna da
- SEMANÁRIO -
(20/2/72)
F U N D A Ç A O lvnldo Pereira
Administração Redação e Imprewio Tua
Duque de Caxiftl 1/n Dela Vutn 111S. Cx. P. 20.
EXPhDlE
Diretora
!llaria E1teln V l'ereira
Editor
I nldo Prreira
Gerente
Gil,on Silva Santo,
Regi■tro Tllulo1 e Documento■1066 CGC-MF
o:-1.?0l266i00Ul•90 lote. Eat. 1306923-13
AS SI
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Fronteira
TE
ATURAS
Bel Vista-- CrS 300,00
Muuicipios CrS 400,00
E O NEGÓCIO .., ovo
do !Rto é. nuo pegou mesmo, 0 %. _
o quer as deduções diretas (só leiç0%}
na s, jsl; ações levem o
reteis e,""%,,""i s credo.
pensamento e este s fol asslm que
qua treco complicado, mn e, Gran•
um leitor nos encreveu de ampo seu
ie. is@i puro o 4fl"",, si
nome, ser atendido. Diz,ele q mo ue
riio irrevereiie «os fe°E%k
faz us delicias da lmpronsa a . • TF
P junto com s sisudas matérias da ,
• 1 dos melhorei; r
0
torn11 este jorna um d vlcld
i«tão (@ 4 piada 340) 1p}, ', i
basta comparar. Intimo a reça E
jíU:A editar novamente o E POIS
• ízer de volta o brllbnnto Podru Pedreira
E O BOM 'FILHO Á cAsA TOA
Voltei ... para rever os amigos ,que u ,
dia ... 6, pols é... atá parece ~uslca d11
seresta, mns tô ui e no bro, PP de
volta e o É Pois É na 1ogndu.
• Um 'abração a patolfl o.miga que
deu o.quéla força e encucou u direção
do jornal. forum buscar o PP ló. das
prahis e ele começa tudo de novo.
SUCESSÃO ,
0onversel com o Adalberto Sant Anno,
veterano dn polltlca belavlstense e o
mesmo n08 informou a respelto de um
trnbalho que está realizando juntamente
com o Rotary e a lfaçonaria, Trans
formar Belo. Visto. em polo regional. É
isso ai. a turma bota a boca, mas o
Sant' Anna é um verdadeiro jovem, sem
pre entusiasta e defenso:.- do. terra. Os
"intelectuais" e os "políticos:•,só servem
mesmo para criticar, em rodinhas fecha
das, degustundo o bom escoces. e o
gov'ernador nomeado para ~rato GrC1sso
do Sul, Hn.rry Amorim, resolver substitu
ir o atual prefeito de Belo. Vlstn, em
minha humilde opinliio ele deverá
nomear um TÉCNLCO. Um-cara que goste
da AGRICULTURA e da PECUÁRIA
(que não seja gigolô de boi) e que tenha
a oabPça fria para encarar o desafio de
torDllr Bela Vista uma cidade pro
gressista. Fica aí a deixa ...
Ob■crvaçAo O, artigos publicados com
as,inntura• do1 outorc• nõo tra.duzcro ne
ce■Páriamcnto n opiuiilo e pensamento do
Jornal. Sua publicação obedece aos propó
sito• do• dcbnte1 <los 1iroblemn• mun1c1pau
0 de rcílotir as diverso• tendência■do
pcnnmento univer,nl. .
MAS ..
se o Dr. Castro continuar . . . PELO
Alü0R DE DEUS, contrate um ASSESSOR
para c.ssuntos urbunos, outro para
ASSU lTQS P0LITIC0S, e outro para
RELAÇÕES PÚBLICAS, senil.o a vaca
------------------------------------------------------------ -
EZZE BT&t
Ambiente Seleto
Antonio João
f/
pedro pedreira
t nte é S0 fAR es
vai pro brejo. 0 1m%"anvóisimento
1 d. acelar d
torgos via k; quele ne6elo 1o
do Dela Vista. U' te. Apesar de
f: ti ur a correm '. l
Médiei: 10r1!+ " ·ditamos que 0 so
tudo, nós inda cre
,;olt:uú a b•i11H1r.
" I'l É QUE E FAZ
A5' prata. de Ma-
r · G <' tz; r d •
q11u;1tl('I o prP lllt<>
1
·' ,-. , . " foi rece-
'ú <l •'(· tempo de loucura
ro.coJ , r> , . as; reformos das
er u su parcela par8,,, trc-mendo gri-
cerceies gi"e,%iã, «Go«rir
to. QuerHl CrS
100 000 00
Prata gritou,
iria dar nper,a!' • • ' ' •1o e chorou.
io 4a.por s %,'h. e isso si.
Resultado: levou · ,J. • •
qccm nilo chf))'n, uilo mama.
E A BRIGA a, CAmara
agora é pela preidenc!a,"; ae '
ireses que'0 «,""?ia ão
vembrn mudou o quo ro
1
mun'cíp1o. Os dois vereadores do tu
prefeito. 'T'urlnl e CenturJíl.o, nlio se( er
coutrnro em po6içõe:i confortâvels n o
rei ser.,c, 6 ave"+.,,2%32"
o ex,rnílCHdnto à drputado y
raujo Bnrbosa·· é o mal6 ootado para
absttulr Castro Pinto. Marques 14 /%
o que devrrln ser feito, 0dillon _
11
franco ntlrador; G~tulio e Iàelfon&o sao
do MDB, fica então o mais provável e
telvez o mais Indicado: Nivaldo de Barros.
E O NIVALDO
é. reolmente, o político que possui aque
la quulldude que drsperta entusiasmo e
as vezes rancor. mas... carrega dentro
de si u vocação político..
PER0NDI
o advogado Perondi, eAfriou um pouco
no t'lconte no o.sRunto po!ítlcn. O que é
que aconteceu com o gnúr.ho? Sl.'rá que
as conjunturas não são propiclni-? Ou a
busca do tutu não permltE! tempo para
a política? Vamos deixar de acnmular e
pensar um pouco mais na comunidade ...
e oão adionta reclrirunr ... é o povão que
pede a presença de Sergio Perondi na
política.
ESTE ANO
nosso. coluna vai analisar e se possível
elogiar ou criticar, a formação do Dire
tório da Arena e do MDB. Chega de a
comodados. '/amos dinamizar o. politlca
municipal, nprovPito.ndo novos vulores e
reconhecendo o trabalho dos vatera
nos (alguns)
Desenvolvi
da vacina
contra a
Cárie
Cumpina11. Cienll tw·
da Faculdudfl de Odon
tologlu da Universidade
Estadual de Campino,
em Piracicaba, consegul
rom tsolur o prl'ldpnl
agente cnrlugênico e de
tormlnur uma vacina ca.
pnz cle• pr1-1venlr o radu
zlr inéldenclu de crie
dontnrla no País em pelo
menos 60 por cento.
o diretor do Depar
mento d(.) Biologia e Pa.
tologla Buco-Dental dn
FOP Lourenço Bozzo,
disse: a cárie dental é u
ma rla mais prevalPcPn•
tes doenças dos sere
bumenos, nfi.o havendo
no mundo, praticamente
nenhuma órea geográll·
ca, cujos habitantes no
exibam algumu evidencia
de cárie. Afetando at
bos os sexos. ll doenca
atinge no Brasil, utu11l
mente, mats de 95 por
cento de sua população.
A va clna já està
pronta e os testes básl
cos com animais, em la·
boratórtos, jó. foram ren,
llzudos pelos Integrantes
da equipe do professor
Bozzo. A equipe iã
000
•
clulu que a vacina deve
ser iugerlda e atuará,
sempre, por lnterwédlo
da saliva.
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Clinica espeClalizitda. em doenças reumáticas, doenças da colu
fietoterapla, recupere9ão e clínica méiilca
Ex-Prealdente da Escola de Medicina
Ex-professar assistente da Assistência Médica de São Paulo
} R. ide Setembro, 409 Fone: 431-2194 -~Ponta Porã-MS
Estado de Mato Grosso do Sul
Prefeitura Municipal de Porto Murtinho
Edital de Concorrência Pública n ° 001/79
0 Prefe!to Municipal de Poro Murtinho
Estado de Mato Grosso do Sul. torno púhllco, pa•
ra conhecimento dos interessados, que fará rea.
lizar às I0 horas do dla 8 de fevereiro de 1979
na arde dn Prefchura ."llunioipal de Porto Murti
uho ~.S, concorrGndu l'úbllca, de coníormidnde
com o Decrelo lei Fedcrnl a.o í3!40Jí3 e Drcre,
to Lei n.o 700/67, para execução do asfaltamento
melo fio (guias sargeta»), coletores de águns Plu
vais e suas obras complementares em vias logra.
douros públicos da cldado de Porto Murtinbo MS
ob a forma ,le l'lnno Comunitário, conforme Lei
;1uniclpal n,o 536 de 21 du Uezombro do 1.978
no sii!ema de execuçno por administrução índire•
ta em forma de conceufio e emprri!acla direta
mente,
l • Objetivo da Concorrencia
1-1 A concorrência de que trata o presen
te Edital destina-+e a receber propostas de pre
ços unitário» dos serviços para execução de pai
mentação asfáltlca, meio fio (Guia» e argeta»),
galeriu1 de águns Pluviais e suas obras comple·
mentares em vias e logradouros públles de Por.
to Murlioho MS, co11forme espeoificnçõe1 cone.
lllnlc do projeto anexo e normas delermioodus
por oste Edirnl.
11 • Disposições Gerais
2-1 O proponente deverá entregar ao Pre
widente da comissão de Licitações, designado an
tecipadamente para este fim na sede da Prefeitn
ra luniclpal de Porto lllurtinho ilS, nté ãs 10
horas do dia 7 de Fevereiro de 1,979, dois nve
lopes separados fechados, locrudos e rubricados,
contendo em 1110 parle externa e fronteira o8 se
guintes dizeres:
A Prefeitura ilunicipal <le Porto Murti
nho l1S.
Concorrência Pública • Editnl n.o 001/79
l<'irma ------------
Endereço --·--·-········-····-···-·-··-·-·-···-·-·-
Declnrando as seguintes caracterlsticaa cor•
respondentes a cada envelope:
Envelope I Documentos
Enveloptl li Propo,!a
2-2 O Envelopo I Documentos, será aber
to em primeiro lugar no ato da concorrência e
deverá conter a relação documento citados neste
Editnl e camprobnt6rios da idoneidade téc
nico, financeira e personalidade jurídica do pro•
ponente, os quais serão analisados no ato da con
corrência.
2-3 O Envelope II 6rnentc será aberto a.
p6e anuli,n1o o envelope I desde que o me,mo
tenha sido npro1•ado. Deverá conter a proposta
em três vlas, sem rasuras ou entrelinhas, istadas
todas as vlas pelo proponente.
111 . Oocumentaçilo
.1 Todos os documentos exigidos neste
Edital, poderl!.o serem apro&en!ados ecn forma de
fotocópia autenticada, desde que não boja rcatrl•
ções pelos 6rgiios expedidores dos mesmos.
3. '2 Todas declaraçõc,, deverão ,,ontcr as
auinaturo (s) do responsável pelo proponente,
com firma reconhecida.
3. 3 Todas as certidões exigidas, deverão
estarem dentro do prazo definido pela legielnçilo
em vigor.
3. 4 Personalidade Jurídica
3. -1. 1 Fotocópia da Cédula de Identidade,
dos sócios diretores da empresa.
3. 4. 2 Certidão de ,egistro da firma na
Junta Comercial do Estado de Origem da firmo,
ou fotocópia do conlrato social regi,trado no
junta, com respectivas alterações e eus registros.
8.-l.3 Inscrição do Registro Civil das pes
os Jurídicas, do ato constitutivo e estaruto em
vigor da, sociedndc• civis, bem como do ato de
invc,tidura de ,cus represenuntea legoie em
11xercicio.
S,4.S Arquivamento no Junto Comercial
ou repartfçllo ~orresponJente do ato constitutivo e
esllltuto cm vigor, dos sociedades comercial, bem
como do ato de investidura de seu, diretore•.
3.45 Arquivamento na junta Comerclnl
ou reportlçfio Correspondcn!e cm caso de socie
dade anônlmn dn publicação das alas das assem
bléias gerai, que tenham aprovado ou alterado
os c,tatutos cm vigor e eleno, odmioistrndore,
no exercício do maodato.
3.4.6 Prova de quiuçiio com o oerviço
Militar, do diretores da firmo, ou atestado de
permanência no País, quando se tratar de eetran.
geiros, dispensados o rcconhrcimcnto de firma
em cartório.
3.47 Prova de quitação com Lei 8leitoral
a t r II v é • de apresentação de certidão
emitida pelo Cartbrio Eleitoral, dos diretore,
rrspone:ívei■pela empresa.
3. 5 CAPACIDADE TÉCNICA
3.5.l Ccrtidúo atualizada de regist.ro da
firma e do• rcspon,hcls Técnico, no CREA e
prou de quitação de ambos, no Crea.
3.5.2 Certidão ou atestado fornecidos
por entUade púolicn ou sociedade de Economia
mixta, comprabat6rio da &.:ecuç:1o dlretnmente
pela firma ou execução pelo seu responsável
Técnico de obrai similares ou objeto desta con•
corrêncfa.
3.6 IDONEIDADE FINANCEIRA
3.6.l Inscrlçllo no Cadastro G~.rul dos
Contribuintes (MF)
3.6.2 Certiduo negativa de Imposto de
Renda da Erupra.
3.6.3 Certidão negativa de Impostos Eta-
d uai,.
364 Cerldlo negativa da Importo Mu
aitipoi,.
3.6,3 Certificado de Heglarldades de mi
tuução do proponente junto ao Inamps
3.6 Hrova de quitsçlo de importo Sindi
cul deido pelos Empregadores e Empregado.
36.7 Pro de ituão regular perante o
FGTS.
3.6. Prova de situação regular junto ao
Programa do Integração Social (PI5).
3.69 Certídao negativa de falência o
concordatas da empresa o seus diretores, expe
pida pulo cttrtório da sede da Emprcn,
3-6.10 Ate,rndo de idnneldade (lnnnceira
da Empresa, expedido no lugar de sua sede por
dois E.iubdecimento, Bnnclirioa qne, por ei ou
pelos acionitns detendores de seu controle e nd
mini•trndore•, nllo piirticipem do capital ou da
direção dn emprern, emitidos no máximo triora
dias onte, dn concorrênoin.
:J.6.11 Certidão da lei do, :?/.1, artigo 360
da C:LT.
3.0.12 Certidão negativa de protestos da
empresa e seus diretores, expedida n Comar
ca onde a proponente tem sedo, no máximo 30
dias antes da concorrência.
3.7 Documentos Diverso•
3.7.1 Decl•rnçtlo de pleno conhPcímenlo de
todas as leis, regulamentos e usos locai vigentes
no Munic!pio de Porlo ~lu.rtinho MS.
3.7.2 Declaração de pleoo coRhecímento
do tudo que se relacione com as condiçõe, 1erala
da obra, inHalações especialmente o que diz res
peito a existencia de jazidas, materiais naturais e
artificiai condição de transporte, precaridade de
vias ele aceaso, condições climáticu e even1nai1
diflculdndes de mlio d<" obro.
3.7.3 Declaração de aceitação de füealiza
ção da obra. pela Prrfellnra Municipal de Porto
Murtinho !ilS.
3.7.-l Drclnraçllo que no preço unitário ou
total, estão incluida1 •• leis oclais, emolumento
e outros encargos a cargo do proponente.
3.7 5 Declaração de que caso vença a cion
correncia que trata este Edital de fnlciar vs tra
bailios com 30 dins após ouinatnra do contrato.
ANEXO I
Serviços a e:<ccutnr
I COLETOHBS DE ÁGUAS PLUVIAIS UNID.
1.1 Demolição de calçadas M2
1.2 E,caveçilo de vala, em terra compacta
até 1,50 m. <le profundidade .ML
Esca.-ução de valas em terra compacto de 1.50 a
3 m. de profundidade. ML.
1.4 Apiloamcnto do fundo nne vala, ML
1.5 As,enta1uento e rcjuntaruento de tubo, com
orgamassa de cimentos e reia, traço l3 incluaie
o trousporte Jo■referidos tubos até local da obra.
1.6.1 Tubo com 30 lf.L
1.5.? Tubo com 40 M.L
1.5.3 Tubo com (,O M.L
1.6 Fornecimento de tubos paro a mxecu
ção de rede de galeriu i'lovlai,, posto Porto
ilurtinho.
Tubos com
Tubo, com
Tubos com
U Alvenaria
lobo UN.
I8 Alvenaria completa dos PV, especificado
no projeto. UN.
1.9 Tnrupn doa PV. em concreto armado ou
ferro fundido conformne medidas do projeto,
1.10 Fornecicnento doe ralo, para bocas de
lobo cocforme projelo, UN.
l.ll Reaterro das vala, fortemente apiloadas
1.11.1 Até 1,50mn. profundidade. ML
1.11.2 de lS0m. n 3m de profundidade. L
1.12 Recomposição das calçadadas MA
1.13 Gaia• o ,ar:;:etu, fnndidas no local eon•
forme projeto, traço 13.4 ML
Il4 Reaterro em camadas de 0,20m, apiloadas
até 1.50m de profundidade. !i!L
Ll5 Reaterro em camadas de 020m. apiloa•
adas de l,50ru até 3m de profundidade. ML
1.16 Recomposição de calçadas. M2
li • ravimen!atão Asfál!ica Unid.
2.1 Abertura da Cai:u
2.1,l Escavação e carga compreen-lendo corte e
aterro até 0,A0m. de espessura, inclusive transpor.
te dos mnteriah nlé ;:, Km de distância. MZ
2.2 Re:;ularização do Sub Leito
2.2.l Regularização e compactação do sob leito
para estabilização necessária e suficiente do solo
de fundação. M2
2.:! Bn,e Ennbilizada
2.3.l Transpor!e d materiais, compreendendo
escavaçio, carga e transporte.
2.3.2 Execução da base estabelizada utilizando
materiais definidos no projeto.
'l.4 Imprimadnra Ligante e lmpcrmcabillzaote
2-1.1 lmprfmnçlio da base com asfalto CM30 no
mfoimo do 1,5 Vm2. compreodendo, foruecimc.n
to, transporte e execução.
2.4.2 Imprimadura ligante com material betumi
noso BI-2e no míniío de 0.5L, m'?., comprun
dcndo tran,porto, fornecimento e cx■caçiio.
2.5 Cupll de Rolamento
2.51 Execução da capn de rolamento, tratamento
uperficial de penetração inverida 'tripla, com
material especrficados no projeto anexo. com a-
30 UN.
-10 U.N.
60 UN.
completa do, Loc88 de
/
(Continua)
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~1omem tnnto r.1oral como eRpi-
1
• ' m o seroc
ritualmente. foi criado a ima?' esmo
Jl)anca de Deus. tendo por isso m • '
mal«so muito elovado cumprir. Nenhuf
outro ser vivente h tão dotado de pr
vllégíeR e rMpoo •ahllldoclcs como o ho·
roem tio (> enfim. u mil crln lurn (1Ut3
tem ~llanto de si um alvo dado por Deus
uma mi r-Ao que RÓ n elr.> é ntrlbulda.
Porém. pnrn. Cl bom do,:umpenbo. parn o
cumprimento fiel de tôdn,.; as as re
ponsnbllldritles, necei;sõrlo se foz a con·
servacúo de todos or- poderes pelos qun•
Is ]J{l de c111oprlr e~ta mlssllo. A consH
VAção própria. é abqoJutamente lndls
nensavol paro que poAsa ele levur fl
bom termo o noturnl programa cln vida
Todo o homem, deve ser bom ad
ministrador de si mr>smo, fiel mordomo
dos poderes, rlos ntrlhutos que lho foram
gractosnmente conrlnd')S pelv Criador.
De trêf: grandPi. lnlmti;os precisa ele de
Tender-se O8 qunls ão: A Doenca, a Po
br!lzn e u Morte. É sagrado. o dever do
homem lutar pela coni;;ervaçlio da sua
próprln viela. saúde e bem estnr tanto
material quanto ARplrllual. Por uma ra
zão natural. o homem cha-se exposto a
urna Férle do fatores anti-vida, aos quais
deve resistir a todo custo.
A lei da prei;ervnçfio própria é
fundamentnl em toda a nntureza. Todo
ser procura lnsllntlvumPnle a defesa e
preservnçüo próprio, fnto este f~ctlmente
observado entra os seres em geral des
de os de formal' mnf& deRenvolvldai:, cu
jos !'epresentnnte máximo é o homem.
Todos os sêres, tanto os rio reino ani
mal como oa do reino vegetal, são dota
dos de meioR de def Psa própria, 11endo
o homem o mais Instrumentado. O corpo
requt>r todo o cuidado pof-i;!vel, devido
ao grande papel que dPsernpenba no
cumprimento da missão do homem. O
esplrito requer maior cuidado ainda. A
falta de desenvolvimPnto do espírito im
pede quase torlaR !IR ntlvldadl's do ho
mem. porque êle só faz progresso. quan
do progride o espírito. O corço de
todo o progresso, é o progresso do co
rnçao. diz eroln<'nte pemmdor cristão.
PAra a prei;orvaQiio do corpo en
tram vários elementos indispensáveis, co
mo sejnm os alimentos em forma de co
midas, bebidas o ar que respiramos, bem
como o repouso, a limpeza, exercicios
hslcos. etc. etc. Para consPrvaçúo "' pre
servaço do espirito, precisamos cu]ti.
vara fé, mansidão, legris paz, lona
nimidade. benignidade. âif!idade, a}.
nlo p_róprlo. bumlldnde etc .. dentro dos
principios de vida ensinados por Je
Cristo e seus discipulos, ·sus
(Con.t. no próximo número)
(Colaboraç!lo da 1 Igreja Batista
de Bela Vista)
exemplai'
Direção Regulagem de M4
i:: o o ores
olda, Vulcanização. '
E'mo., Sr. Comenddo,
Pil.'Te Luielli O.,raun.
Araçatub - 5P
Ser,hor Comrn,hdor,
Através do Sr. dos M.
nnel M. Lobo, tomamos co.
nhecimento do espirito em
prcendednr rll' V. E'l:cb., o
eu entusiasmo pelo progres.
o do Brasil. Soubemos tum
hérn Q u e '. füu1. eu.
tre· oufr;1• nti,·iduclr•: expforn
industria de 'Tanino nesa
cidnde.
r.om a crluçõo do no,o
Estado de Mato Grus•o do
Sul, e,te mnnidplo rs16 (líl
boa perspectivas de de«en.
olvimento e para tal institul
mo3 o síslernn de ''Mutir,lo",
conforme decreto n11exo, Po,.
ivelmnte Portobras cont
truirii um terminal do expor
tação neta cidade, pois ons.
ta no plano do i.;overno Ferle.
mi.
Porto Murtinho posse
umo dn8 mniore1 resena, de
madeira tnnnnte qne Tinha
,t'ndl) indn•trinlinrl~ pela
Florc,ral Bm,!lt'irn .,. que
encerrou mas ntividnrle.5 e
coocnu Rua• ín•tolaç,ies à
'endn. Tal reserva e,tá ,eodo
qur.imadn nas dcrrubndas pi·
rn nproveltamf'nto do ola.
Portanto. 6 com ,urlsfoçno
que convirlamos il V. P.xn. r•·
rll e,tudnr n pos•ibilid,de
de pnrtl<'ipaçào no grande
"Mutir5n" de de.envolvimenro
do no,rn mnniclplo, vi,ilJin·
do-nos e estudando o po,,ibi
llclade de lmplnnta~õo de umn
emprl'~a ne,re município.
Desde jí colocamo-nos a di
po•lçáo de V. Exn. para aqul
lo que julj?ar ncus,úrlo.
'a oportunidade, apre·
,ent11mo1 à V. Exa. prote,to•
de elevada estimn e distinta
con,idernção, mui
Cordíalrucnlr.
lldefon,o Sonre, dn Silva
Prefeito ilunidpnl
ORAÇÃO AO DIVINO
ESPIRITO SANTO
Espirito Sanro você que
me eoclurece tudo que ilorni•
no todos ow caminhos pnrn qur
cu ntinja o meu idenl, voe~ qut
m.- dá o dom divino de per
doar e c,queccr o mel que. me
fnum; e que todos o, 1n•·
Lantes de minha ..;do eFIJÍ co
migo, eu quero ne;;te curto dii•
logo, agradecer-lhe por tudo t
c:on.firmnr mni.- uma vez, que
eu nunca quero me separa
?e ~ocê por maior que aeJ• •
:lu,ao material não serii o ,ai
nimo do voutnde que sinto
de um dia estar com você
todos os meus irmão• no ~16rt•
Perpétua. Obrigado maia um>
vez (a pessoa deverá fazer e+t
oração 3 dias !e,:uidos ,ca1
fazer o pedido. Dentro de S
dias ser:í nlcnnçndn a graça
por mais difieil que aejo) pu·
hhcnr assim que receber
8
grnça.
Funilaria e Pint
uras
(;;
u
Rua 13 de Maio, 1080
Porto
-
Murtinho tvS.
De
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leo,
l f•
o,
hg
27/179
0 MMISTÍ
Escreve David Nasser
l
O ministério di1 • 111.Jerlura está
pronto. Prevaleceu a declsflo 6nlcu de
Flguelrc:do, upó1l longos debates com
seus Ressores, Velhos astros, novas
estrelas, tudo a Indicar a vontade do
que se obtenha em pouco tempo uma
equipe harmtníosn, Certos observadores
talvez descubrum que em alguns casos
esta ou aquela pasta s uduptou a rala
ou aquela figura. Escolhidos os nomes,
• preouohldas 1111 va ~ao, o pranto é livre.
Golbery do Couto e SIiva seró. a
mo dlrelta do poder. Até seus adversá
rios reconhecem necessidade de um
loglsllco à retaguarda de um goveruo
qull onfrentará a turbulência da redemo
orutlz11çllo. Progmátlco, frio, lmpessoo l
o dlsnreto, elo li o próprlc, cimento do
Plunulto. Da suu manlpulaQão nasceu
11 estrnnha vitória de uma Arena venci.
da nas urnas.
Delfim Neto é a esperança do ho
mem do campo. Tel6rlcoe, o agricultor e
o pecuurlsta so, de natural, superslioloeos
Acreditam nos homens de sorte.
Delfim é um deleH. Prático, objetivo,
tem a criatividade, o untuslasmo e, O
bretudo, o boa estrela. Muitos compa
nhelros da terra se animam com a pers
pecllva desse mlnlt;tro da produção, a
pós a paRsagem do noero romântico e
didático Paulinelli. Espera-se de Delflm,
em um Ministério da Agricultura rees
truturado, com o cnfé, o açúcar, o ca
cau, e um banco rural em seus limites,
passe o Brasil a ser novümente um pro
dutor de alimentos para os seus filhos e
de divisas. Nessa área, estávamos pre
cisando de um mnet1tro. NãC bá ploneja
mento do que se deve plantar, não se
sabe o que temos de rebanhos, exporta
mos em um ano aquilo que Importar
mos um ano depois, a agricultura é
con!lsoada, enquanto a industrin é sub,
sldlada.
Talvez Delfim coloque a agricul
tura ao lado da indústria para que o
Brasil do sul deixe de jogar fora o nll
mento que falta no Brasil do orte. E.
preciso repetir, até cansar, que no ano
2000, os países ricos não serão aqueles
que tiverem petróleo, mns os que produ
zIrem alimentos. Houve, no Bra il, de
pois da Segunda Guerra Mundial, a
preocupação de se Industrializar a qual
quer preço. E o fizemos à custa da a
gricultura e da pecuárh1. Hoje, nüo
produzimos setenta por cento do que
comemos, mas a Argentina, ali oo lado,
depois dos terremotos peronistas e das
convulsões politlcos que lhe trouxeram
0 empobrecimento e a inflação, caminha
Pelas mãos seguras de um Martinez de
Roz para a recuperação econômico.
Sem televisão a cores, suas fábricas
lançando velhos modelos de automóveis
assiste ao crescimento do rebanho bovl
PQ(três vezes superior ao nosso em ren-
lmento), produz e exporta cada vez
11!.als trigo e é autosuflclente em petró
leo. Ou o Hrasil se oonsclentlz11 de que
l forço está na terra, ou nté o ano
2
1
000 voltaremos ao desonrosr- segundo
Ugar.
Acredito, piamente, seja este o
motivo da prioridade de Figueiredo à
%opecuária. Por Isso não foi em busca
e um anônimo burocrata ou de um
brilhante prolessor para resolver um
Problema desse magnitude. Para a agri
cultura, preclsAvamub de um Pelé, não
~e um Zoca. Em linguagem de televisão
e um Bônl chamado Delfim, é o que
Pensam 01:1 irmãos da terra. Ele está aí.
na Ponta dos cascos. o ex-embaixador
na França. Dêem-lhe porém um mlnlsté
!Ode verdade, _não essa fantasia minis-
erial que é o da Agricultura, mentira
S um séeulo. Dêem-lhe um ministério
5
Ivo, onde se incentiva a produção, onde
?? estimule a comercialkzção, onde e
namlze 11. exportação.
O deslocan.ento de Má.rio Henrl
~~e Simonen para o Planejamento preen
e o melo de camoo e é a mais natu
l'al das soluçõM. Essa ruanla, agora, de
Procurar culpados para todos os pro-
biamas que onfrentamos, ó tondCncfu de
fim de governo.
Tentam; por exemplo, estabele
cer comparação entre Delfim e Simon
sen, o8 nos das vacas gordas e os anos
das vacas magra. Na verdnado, Delfim
era ministro de Médiel, o presldente que
delegava. Slmonsen, ministro d~ Gelsel,
o cenlrullzador. Cada vez que Slm'Jni-en
entrava no Planalto devia se sentir
como um judeu entrando no Reichstag.
Nilo que o atual prneldente seja mau,
rlspldo, lnclvlllzudo. Aqueles que privam
de sua Intimidade se referem á maneire.
cortês e educada com que trata grandes
e pequenos. O próprio Rubem Ludwig,
o Rubfio, que conheci nas .-gulhas
Negras como cadete, comentava, entre
seus Irmos do turma, outra, a ver
dadeira !mugem de Gelsel: um horaem
duro, mas simples. Entre as virtudes
que todo mundo reconhece em Gelsel
não está, a meu ver, a de dividir. E ostn
era u principal qu'llldRde tle Médlcl
como presh.lente,a de ser um homem
habitável.
. .,.
-e
'·º
e
1
rios; tgrônomos, enfermeiros, o ensino
médico se deteriora, a unlversldade no
Brasil é um um arquipélago. Das bases
sobem para o ensino superior transfu
gas do Mobral. E evidente que para dis
clpllnar a bagunça só vlguém que enten
da do problena horizontal e vertleal.
mente. O professor Eduardo Portela é
uma. esperança. O mesmo aconteci> no
setor de Comunicações, que terá como
reFpoosável o eficiente Haroldo Correu
de Mattos, Indústria e Com·rclo, João
Camilo Pena. Para o Milstérlo dos
Transportes, vlta a inteligência privlle-.
glada do mineiro Elizeu Rezende, o ho
mem tranqüilo. Da Bahia velo um bom
médico Mário Augusto Castro Lima para
a pasta da Saúde. Uma réplica do Nus
cimento e Sllvu para a Previdência 811-
clal, P.llpera-se que seja o Jair Soares. a
Justiço, o raposlsmo de Petrôolo Portella
o poliglota do regime. O ministério do
Trabalho é uma pastu politlc11 e nela se
Instalaria como uma luva alguém do
Laudo. Velo a figura serena e política
de Murilo Macedo. O ex-governador Ce
eor Cals para Minas e Energia. O nosso
Andreazza vai balançar o coreto do MI·
nlfltérlo do Interior. N!nguém tem dúvida
disso. Bem o negócio começa a engros-
8ar. Azeredo da Silveira foi, quer quei
ram quer não, um chanceler agressivo.
Fulou grosso com quem falava grosso.
Que se credite, por dever esse wérlto a
Geisel que o apoiou nessa postura. O
executivo do ltamaratl esteve A altura
da missão. A mesma filosofia de lnde
pendêocia será tônica de seu sucessor
Em buixudor Ramiro Guerreiro, o próxi
mo Chanceler. Na àrea econômico, o
mais importante seria reunir nu mesma
equipe os nomes de Delfim etto, Slmon
sen e (Da pasta da Fazenda) o Karlos
Rischbieler o mais jovem du con11tel!lcao.
os momentos agudos da crise econômi
ca, esses homens juntos darão ao presi•
dente a visão universal do problema.
"Um Ministério de exce
pcional impcrtância"
Delfim entrou naquele castelo
medieval ~ ocupou quaoe todos os
cômodos, Eixcetu os da segurança. Se
alguém ousasse meter o bedelho, era
enforcado na hora. Nãú sei se se lem.
bram de um mluistro ele origem japone
sa, o Yassuda, uma profecln nlpônlcn
Inventada não sei por quem. Perto dele,
o Uekl seria um gên)o, pois o nlsel se
meteu a desartar Delfim e de repente
se viu no melo da rua. Delflm era de
fato o ministro da Economia. O mesmo
não aconteceu a Simonsen.
Obviamente, o presidente ern
outro. A responsabilidade pela polltir.a
econômica do Brasil não dependia do
ministro da Fazenda, mos também de
outros minlo1térios consangüíneos, fican
do a palavra final a Geisel. Competia
lhe fazer a receita, mas não tinha matos
de controlar a despesa. Assim como
Armondo Falcão não passou de urn boi
de piranhas do Ministério da Justiça, o
cristão novo Mário Henrique Simonsen
virou u saco de pancada de todos os
fracassos e de todos os azares.
"Contra tudo isso (quando a
mutérln lhe passava pelas mãos) brada
va violentamente o ministro da Fazenda.
Mas Simonsen,'o mestre dos economistas
brasileiros, nil.o teve a Porte e a autori
dade que tiveram Barre, na França. ou
Martinez de Roz, na Argentina. O espi
rito de solidariedade de equipe A a ver
dadeira fascinação que tem pelo Presi
dente Geisel evitaram que sle abandonns
se uma pasta a que faltava a autorida
de imprescindivel. Com o melancólico
resultado de entregur o país ao governo
seguinte com mais do dobro da taxa de
inf111çiio que recebem." (Eugênio Gudln)
De longe, eu sentia pena dele.
Primeiro, porque acompanhei a sun
carreira desde o inicio, sob n orienlaQlio
helênica de Eugênio Gudin e Octavio de
Hulhões, e sabia de seu desinteresse por
outras vaidades que não fossem as da
intellgêncla. Lógico, quando surgiu a
possibtlldnde de ser ministro, ele acel
tou. Ninguém é de fero. Mas, este deve
ter sido o limite de sua ambição e n
dose dupla não figurava entre seus pla
nos. De repente, não mal3 que de re
pente. alguém, não sei se foi o Venturl
nl, o Marchezan ou Farhat, a lllmpada
se acendeu. "Para umu face de exce
pclonal lmportl:l.ncia, um ministério de
excepcional importância,"
As pastas militares estavam defi
nidas. A du Educação, tudo aconselhava
se partisse em busca de um técnico. Nes
se terreno, meter um político para agra
dar a um governador, ó gravo erro. O
Presidente Figueiredo há de estar infor
mado da crise por que passa o ensino
no Brasil. Não há planejamento, insta
lam-se faculdades em casatõee, advoga
dos trabalham como datilografo+s, faltam veterini-
Tudo prenuncia o desejo de
acertar os ponteiros
O foto é que o Presidente Figueire
do optou por um gabinete de peso, em
bora tenha o disposição de mud11.r este
ou aquele ao corrN do tempo. Só aque
les que o conhecem ele perto sabem qual
é o seu estilo de comandar, ma!I segun
do alguns. delega confiança e retira com
a me&ma rapidez. Segue aquele velho
provérbio àrabe de que, se alguem nos
engana uma vez, a culpa é dele, mas e
nos engana duas vezes, a culpa é nossa.
Não se trata de Ministério político,
uma vez que u mão estendida para a
conciliação ainda permanece no ar. Mas
não há dúvida que se trata de um gabt·
nete realmente de peso, reforçado no
segundo patamar, pela chamala de Os
waldo Col!in par,i. a presidência do
Banco do Brasil, de Carlos Brondão pa•
rn a presidência do Banco Central e de
Gil Macieira na Caixa Econômico Fede
ral. Tudo prenuncia o desejo de acertar
Oti ponteiros num momento em que o
Brasil há de se lançar por inteiro na
guerra autilnflacionsria, no último gover
no militar da Revolução. Só nos resta
desejar boa sorte.
Transcrito da Revista Manchete do
mes de Janeiro de 79.
Cortezia:
Armazens Gerais
União Agrícola Ltda.
'-Uma Organização Elio Batilani"
Bela Vista MS
Progresso com
Liberdade
No discurso em que
anunciou ofi<.'lulmc,nle, a
composição de seu futu
ro ministério, o presiden
te - eleito, João Daptista
Figu•-iredo, traçou um
brevP pnfil de como
será o eu governo e
prometeu ao País "pro
grosso com liberdade,
paz com justfçu, ordem
dentro du dcmocraclfl,
segurnnça uos lndlviduos
ao lado da segurança
do Estado o dcs institut
çõcs, doseuvolvlmento
para todos" Figueiredo
nflrmou que "o exilo de
nosso governo dependerá
da sua coesão interna,
da Ildolldade ele cuda
ministro às diretrizes da
presidência e de que es
sas sejam executadas II
elmeute em todos o8
escalões" confirmando
uma de nuas diretrizes
maior asGlstencla à pe
curia e à agl'lcultura-o
futuro presidente re
comendou: ''portanto,
que às atividades ruraiR
se destine parcela molor
de recursos disponlveis,
em terwos de crédito e
à organização de um
sistema de preços e
garantias de compra do
que for produzido.
Sala de
Imprensa
O presidente da As·
sembléla Constituinte,
d!lputado Londres Ma
chado, designou que a
sala número 40, no pri
meiro pavimento do pré
dlo da Assembléia fique
reservada para abrigar
os repórteres que farão
a cobertura dos traba
lhos daquela casa. O
deputado Londres Ja
chado, rem demonstran
do uma preocupação to
da especial com a Jm·
prensa, e segundo já foi
anunciado a .sala conta
rá com dois telefones e
futuramente com um
aparelho de telex. Guar
dando as devidas pro
porções, a Cfl.mara Mu
nicipal de Bela Vista de
veria lambem dar con
dições de trabalho aos
repórteres cedendo pelo
menos uma mesa e um
local mais apropriado.
Fica a sugestão.
BOCUME!TO
PERDIDO
Mário Godoy Filho.
extraviou oi; seguintes
documentos: Cartelra de
ldentid11de, certificado de
Reservista e Carta de
Motorista.
Publicação ;que se
faz para obteoçlio da
2.a via.
Bela Vista, MS
sns. VJAJ.N'rES
Quando chegar em Porto Murtlnho. hospede-se no
NOVO HOTEL CAIÇARAS - E inta-e com1o ne estivesse
em seu próprlo Lar: O NOVO HOTEL CAIÇARAS uulá 11onllo
uhmdldo poloa 11eue novos proprietários
WALTER E OSW ALDA RODRIGUES • quo osUlo do bruços
aberto pnrn recebo-los u quulquer hora 'do Dla ou dn Noilo
NOVO HOTEL CAIÇAR.AS
Porto Murllnho
Muto Gros!!0 do Sul
-
CONF tt
de Yilson Fhílemon
Rua Alcebiades B. da Cunha 319 - Bela Vista MS
{/oção
Senhor Governador Ha ry
tcodeudo 1!m moç'o elo. npolo
o a.d da Câmara
representando unanirl4atue I ·]
do V'eeadores dese município, resol
continuar à frente da AdrolnMrn?ªº
Munte!pal até o final do més de mal0
isto é, se merecer confiança de Vossa
de Apoio
Conlecções Civil e Militar e Equipamentos
Grande eorllmento de artigos e!lportivos, tnls r.omo: jogo
de oamln para futebol da oampo, de salão e volcy, chuteiras, 1
jogos da melas, camisas uvulsas de limas para adultos e crlan
ças, quedes rnlnba, equipe e topper, bola Drible para campo, '30-
11o e voley e também handebol. Aceita-se encomenda de caro!·
eas e bordados e jogos do número.
Rádios e loca dl~cos, caixa de som e jogos de caixas
noústicas para carro. Material escolnr, jogos de m a I a,
muohlllB 007. Novidades Camisas, calças, gravatas e ternos para
homens alem de ce.lçados. Tudo para crianças e as ultimas
novidades da moda femlninll. A vlarcontos em geral.
Procuro-not1 e faça. uma. vll'ita sem compromisso.
(Conflnu.:ic.1o)
Edital de Concorrência • - .
licacto no mínimo de 3,5 L m2 de sflto
É{é's5/1o0 compactada conforme especifica6e»
anexa±,
Normn!l Gerai•
3,0 Oufas o nnrµelM, aerüo executnclns no dJmen-
aionnmeuto do projelo 11ncKo, .••
3.J A execução dos coletores de rua Pluviais.
deverão seguir rigorosamente as especificações de
ervlço e o projeto fnrnec!rlo pela Pr_efelturn, no
cao de qualquer dúvida deverá seguir a orlentU·
çao da fiscaliza;o da Prefeitnr Municipal.
3 2 Todos rnaterini• e a mo de o lira n ,erem tl•
tilizados, n execução das obras, deverão rem
fornecidos pela proponente vencedora, inclueir
devendo propor prcçon unllnrio, pnru foroec,
mento dé tainpõés de ferro fundido, degraus de
ferro par PY, preço unitários d,s PV e boca!
de lobo, conforme projeto.
3.3 DeYu~ eer proposto os renju►te• n ac_rem
ofetuados durante n exccnçno Ô9 obrn, de acordo
com !n<lloe• oficiais,
3.4 0 proponeare deverá npre,cntnr o preço_ n
vlstn bem como preço n prnzo, com nlter~çocs,
plaOflS de pugamento e índice do coeficiente n
FCr opliou<lo .obro parcelas ou saldo devcdore•.
35 A proponente vencedor será responsável
por qualquer dnno seu ou de seus prepostos
cnurndo• á Prefeitura ou a terceiros.
3.6 Oe ,erviçor exlra conlrntuaie porvcnrura ,ur
gidos, só serão nceitoB pela Prefeitura, quaudo
devidamente nutorizu<lo• p,·fo mesma, e untes de
ma exccuçao.
3.7 Todos defeitos e vklo• de coa•lruçiio que
porventura ,urgirem, serão dcnunciodos pela Pre
feitura, devendo suu correção ser feita sob iatci
rn rcsponsnbili<lnde <ln proponente.
3.8 , Prcleituro Municipal, acatará a• medições
provl,ória, feita• e nprcseutadoe pelu proponenle
vencedora, após eoaferêncin da mesmn, efetuadas
mensalmente.
Gnhinelc dn Prefeito M unlclpul de Porto
Murlinbo Eotndo de ilnto Gro.,o do Sul, em 08
do Janeiro de 1.979,
lldefoa,o Soarei da Silvn - Prefeito Municipal
Amorim Co-sta
Excelência.
A Cilmnrn o o Executivo ).funl-
clpa 1 rntcndcrnm qua Ml devo aprovuitur
u harmon!a exi«tente entro Executivo,
r,
0
crit1Jatlvo , junlolpul o Cornunldndo,
coótnndo como certo o apolo do governo
do Vosoa Excolêncin, p rn:
r . Concluir os 300 km de ostra
das aberta esta admiuistraço, brir
outras, l!
6
nudo com a República do
Purngual e fonto produtora. dando UBPlm
LJnoío no dc&ouvolvlmento urrropecuárlo
e· Co'!!érclo: /
II - Criação do tormlnal do ex
porlaçílo, dando condlçõc:i 11 oxportnçilo /
e Importação; r
I I J • Pugnar pela lluha de l
trunsmlssúo de energia elétrica rio Uru-
1
,
bupungú;
IV - Con !rução do Centro Edu.
cacional pelo Estado e outrc, pelo 11uoi
cíplo:
V - Conclusão e equipamento do Hospi
tal Cesar Bordallo o construção de uma
Unidade Sanitária;
VI - Construção de um centro do )
Segurança Pública: Delegacia, Cadela e
Destacamento Pollclal;
Vil . Drenagem de óguas pluvl
a Is e pavimentação asfáltlca a lnlclaMo
na ~ª quinzena de janeiro de 1979:
urbanização da barranca do rio com
área de lazer.
Assim sendo, Senhor Governador,
con,•ldamos-lbe para unir-se a nós, na
luta de desenvolvimento do 0011so mun.1-
cípio, conforme Decreto nª 022178 anexo,
que será também o desenvolvimento de
:-1ato Grotiso do Sul.
Aproveitando 110 ensejo, rAD0·
vamos-lhe protestos de elevada estima
e eonslderação, augurando uo Gov1orno
de Vossa Excelrncla, completo êxito no
plano concebido para orientar o desen
volvlmento de ~rato Grosso do Sul, mui
Ateacio,amcnte
Jldefon,o S. da Silva• Prefeito Mun. tle P. Murlin~o
•
l
L
Acucar
)
E;I, 07
0 MERECERIA
" e Fasa
ffiIT@rn
c
D
1
-· Arroz Secos e
PEs
DOA
Molhados em Geral
E CES
M770 €G23$$0 SUL
-----------------
ESTE ESPAÇO ESTÁ RESERVADO À
A Pioneira em Bela Visto
____________ ::::::::::.:.:.:.::.:.:.:.:::..:.:.:.====================------------
Inovação
Si
D ■■ Lazer... ll C D Som
(Discotheque)
1
O Piá dnn Mom~mft® m!J
BONlTO
1-------------------------------- MATO GROSSO DO SUL
------------
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ESTA EDIÇÃO
~011formu foi publicado na TrIbuna Mur.
ttnlrnnr,o, clrculur(l e1J1 Porto Murllnbo,
distribuída à todos os assinantes., Aos
meooH nvlAacloR PXplícnmoe: o jornal de
Murtinho é quinzenal e para os asslurrn,
tes do mesmo, distribuiremos quatro edi
ções mensis, sendo duns da Tribuna da
Frontelrn e dunas d9 'Tribunn Murtinhen
se, totalizando s quutro edições prome
tidas. Os leltoros murtlnbonses nplnaudi
r11m u ldôlu, pois trilo acompanhar os
conte cimentos fronteiriços, e receberão
um Jornal "de peso" como o 'fF - um
Jornal Independente u servlço de Moto
Grosso elo Sul.
VERBA
A Prefeltum de Porto Murllnho reoe•
beu a primeira parcele, no valor de
135.000,G0 do Governo de Mato Grosso do
Sul, para as reformas das escolas esta,
duui11. É a primeira verba cedida por
Harry Amorlrn Co3ia ao povo de Porto
Murtlnho. O prefeito Ildefonso disse que
o governador está de prabens em valo
rizar as administrações munlolpuls e
disse ainda, que o mesmo prometeu fazer
um mutirão para arrumar as estradas do
munlciplo. com máquinas do Estado e
da Prefeitura.
.·
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a
o
no
e
• ·li
-
1
.l
HOTEL TURISTICO
Um grupo llguclo à COMAVE, (de Campo
Grande) mulH precisamente o diretor
delltu empresa. 011tá om vias de oonstr,1r
em Porto Murt.lnho, um hotel de catego•
ria lnlernaolonnl. O terreno para a oons
truQilo do mesmo foi doado pelo senbor
lbrnhln Cortado. sendo 4 hectares, na
Faz1:i11dn Tres Barras, um dos locais mais
altos de Porto Murtlnhu, imune nos pro
blemas ocaslonado11 pelas enchentes. Se·
guodo um elemento ligado ao empreem
dimento, o hotel a ser construido breve
mete, terá 2O0 apartamento8, suites, en
lim, todas as crmodlclndes de um hotel
"classe A". Alem de aeroporto próprio,
os hóspedrs tenio a sua dispo içúo uma
lancha com piloto pum. peso Ar no lllo
Paraguai. ' uma grande Iniciativa e com
prova mal!, ~ma vez as potencialidades
turlsticaa d!LJ bela cidade fronteiriço.
FALA 'DO EM PORTO MURTIHO
O prefeito municipal, Ildefonso Soares
ela Silva, rrcebeu upoio dn Càmra Mu.
nicipal e do Diretório da AR E A, assim
como, das classes representutivas do mu
nlolplo pnra contlnuàr no cargo. Ofício
nesse sentido foi enviado no Governdor
Hnrry Amorim (publicado na pãglnu ... )
sollclta ado o pPrmnnêncla do o tua! pre
feito murliohen~e. Nosrn reportagem, em
pesquisa pública, sentiu que o povo está
de acordo com as diretrizes pollticos do
cupula arenlsta do mun!ciplo.
1
) pre
feito Ildefonso solicita. ao Governador
que o mantenha no cargo até o mês de
maio, parn que posse terminar as obras
Iniciadas ( ver ofício).
NÓS... .
Somos contra a nomeação de pre-
feitos, mas... a regra permanece (até
qundo? ) e o prefeito de Porto Murti
nho, um homem honesto, simples, traba
lhnador, não quer "permanecer no podrr"
Pede apenas que o deixem até Maio, pa
ra concrclizur diversos obras.
Segundo suas palavras, " outros
Dnrtinhenses estio ciosos de servirem ao
município e acho que todos merecem es
ta oportunidade". Realmente, muitos pre
tendentes ao cargo já entabulam coo.
lattis visando 11 cadeira de Chefe do
Executivo, mas u senhor governador de
verfl. atQnder o apelo do prefeito mur
tinhense. Esperar até Maio... e ver con
cretizados os planos de Ildefonso Soares
da Silva.
•
FRIGOPORTO
O principal ncionista do Frigopor
to, de Porto Murtinho, encontra-se endi
vldndo com o Banco do Brasil, que co
locará em leilão os bens da empresa.
Segundo comentários. já existe _um com
prador ( ligado ao grupo de Manuel Lo
bo, de Araçutuba) que pretende dar con
tinuid«de a rmpresa. Parece-nos que o
funcionamento do Frigoporto é de ex
trema necessidade, pois criará novos
empregos e gerará maiores divisas para
0
tnunlcipio. Com o fechamento da Flo
l'estaJ, Murtinho, principalmente, a i
mensa massu. de desempregados vive
momentos difíceis.
TELEMAT
O prédio da Telemnt, em Porto
~llrtinho, foi inaugurado, e também jO.
Se eneontru em pleno funcionamento o
ltterurbano. A iniciativa do prefeito llde-
fonso em convenlo com Telcmat Inte
gra Porto Murtlnho às demais cidades
brn1:1lclrr!R servlrlntJ pelo Interurbano. Dia
21 pp, em reunião reallznda no alio
nobre dna C)mra Municipal, n Prefeitura
firmou contrato com II Telrnge (de Golô.H)
para instalação de equipamento8, 50
termluolR e prédio com 60 metros para
o funcionamento do Serviço Telefónico
Urbuno, e, o tão esrwrndo telPfone. llals
umu Vltórlu do prefeito Ildefonso, que
está. cumprindo a risca o seu esquema
de trabalho. O contrato firmado com
Telenge tol da ordem de Cr 810.000,00
e s obras terão Inicio lmerllato.
EM PORTO MURTINHO
A Câmara :funlclpol P a Prrfeltura
trabalham lado a Iodo visando o pro
gresso e o bem estar <ia comunidade. Um
poder respeito o outro. e ambos, se har
monizam à serviço do povo. que lhes
outorgou este poder. O prefeito de
Murllnho é muito grato à Câmara de
Vereadores pelo apolo e incentivo às
reivindicações do municlplo. principal
mente ao vereador Nelson ílarnüo Vitó
rlo do Silva, uma dos esperanças jovens
na politica murlinhense e um, dos cota
dos poro substituir Ildefonso. Em Porto
Murtinho é assim, som mgoas, sem ódios,
t-:Pm perseguições. todos trabalhando, não
procun,odo um !ugnr "forçado" na hlstó
ri, mas fazendo do trabalho verdadeira
história viva de dedicação.
TERRITÓRIO LIVRE
é um espaço dedicado à polltica, aos
negócics, ao esporte, dos municípios do
Sudoeste matogrossense. e está sendo
publicada nos quatro jornais (Bela Vista,
Bonito, Porto l'v{urtinho e Jardim). Quais
quer sugestões ou críticas, favor enviar
corta ao jornalstu lvaldo Pereira, Reda
çilo de a Tribuna du Fronteira, Bela Vista.
Ms, o responsável pelu mesmu. Estamos
explicados?
HARMONIA
Se em Porto Murtinho a Câmera Mu
nicipal apoia o prefeito dando-lhe inclu
sive, um voto de coatiança, o mesmo
não se pode dizer de Bela Vl!;ta. Na
"Princesa do Apa" apenas dois vereado
rei, (O valdo Turlnl e Carlol:l Centurião)
apoiam a Administração Castro Pinto e
o Diretório aguarda a "chamada do Go
vernador'' para submeter à S. Excia a
lista triplice dos candidatos à sucessão.
Sinais dos tempos?
O PRESIDENTE FIGUEIREDO
dará enfn.se especial à Agricultura e à
Pecuária, pois reconheoe que o Brasil
poderá ser realmente o "eeleiro do mun
do". Nós sempre acreditamos nisto, in
clusive, já publicamoR matéria a respeito.
Bela Vista é uma cidade que desponta
pura 11 liderança a região, no tocante à
Pecuária o u Agril!u1tura, e seria de suma
lmportflncio. a nomeaçüo de um prefeito
ligado ao setor, Reconhecemos que o
11.tual realizou uma obra de vulto com a
implantação da sericicultura em peque
nas chácaras, mas poderia dinamizar
ainda mais o setor agrlcoln dando con
dições aos pequenos proprietários
de colonarem no mercado suas produ
ções. Falta. ao prefeito de Bela Vista
uma certa dose de humildade para re
conhecer que também é "humano'' e su
jeito a falhas. Errar é humano. Os erros
de S. Ex.ela silo do., caráter polltlco e
estes erros poderiam ser snnudos com
Equipe TF
um povo de boa vontdo. Bela Vista é
um munfeiplo que preisn do todos os
eu filhos e que stejm dispostos a
trabalhar pelo progresso do mesmo. De
+entendimento a parte, no setor educa
lonl Castro Pinto multo fez por Bel
Vta, mas sua permanencis no cargo
está multo difícil p o I fl n o
conta cem o apolo da CAmara e nem do
Diretórlo e para o Governador Harry
Amorim fato pesar na balança. Mais
uma vez frisa.nos; «omos contra a su
polltlca, mos consideramos u sua ndml·
nIstraço regular.
ASFALTO
Jardim, dn prefeito Fernando de
Freitas do MDB, está sendo asfaltada;
Bonito do prrfrlto P. Rosevelt está s11ndo
nsfoltada; Porto ;,[urtlnbo. !riem. Ponta
Porã ( o rico município ) está todo s
f!tnado, mns... em Rela Vis!Jl, nem se
quer uma quadra mneceu culdarlo11 do
alc&lde municipal... E o tal asfalto co
munitário? Jqul não 1:<Prla poi<slvel? Va
mos agunrdar com esperança, os melho·
rametos que Bel Vista tanto necessita.
CEMAT
A Cemat ei;tá d<·sculdando rle al
guns ti e tores da cldade. nas imedlacões
da rua da República a energia elétrica
é um fato raro. raríssimo. Mas a conta
da luz chega todos os meses, e não pa
gou no dia. Corta. Vamos cuidar Har
monicamente de todos os setores Doou
Cemat?
E DESPONTA
Um nome que cresce no "consen
so " para substituir o prefeito Castro
Pinto. Falamos no senhor Evilasio Nunes
rle Miranda, um nome que se Impõe pe.
lo trabalho e dedicação à Bela Vista.
Polillco na ar,epcão máxima da palavra
Eviláslo harmoniza as diversas tenden
cias e cremos nos, receberã o positivo
do diretório municipal da Arena, lógico.
JOVENS EMPRESÁRIOS
Em nossa cidade, é salutar ver o pro
grei;do e a µarticlpução de alguns jovns
na vida empresarial, exemplo disto são
os irmãos Brandão, de Casa Bom Gosto,
de Serglo Zanardo, da Máquina de Arroz
Paulleta; de Odevar Barbosa; de Miguel
Delvalles, João Batista (Bar Bossa Nova),
Ernando Gasco (persistindo até o fim,
voce vencerá amigo de guerra) e outros.
Slio jovens que trabalham (e como tra
blhan) desenvolvendo em diversos se
tores o comércio e a tndústria de Bela
Visto. ~1erecem todo o nosso respeito e
admiração, e acima de tudo, merecem o
apc,lo e a colaboração dos "tradicionais".
Força e fé minha ~ente
CRISES
E. costume, de carta panelinha, em Be
la Vista, ficar de "buluca·• (na escuta)
dos lutadores do comêrcio, da indústria,
etc, esperando a hora ruim, que todos
nós passamos, para sair crllicando, ex
pellndo venenos como cascaveis, ao Invés
de dar uma pala vrn de estimulo, de in
ceotlvo ... Estes elementos são ervas da·
ninhas e para extirpa-Jus de nosso meio,
é simples: quando alguem estiver cri
ticando algum elemento que voce reco
nhece ser un batalhador, peça-lhe que
não o faça pois estará colaborando para
melhorar o' "homem belavlstense".
ORACO A O DIVINO
ESPIRITO SANTO
E,p{rito SanlO l'ori' qne
me eclareve tudo que ilumi
n11 todug 01 caminho, pnra que
eu atinja o meu ideal, você que
rnr dr. o dom divino de per
doar r esquecer o mal que me
fazem; e que todos os ins
tantes de minha vida restá co
migo. qrro n+te curto dií
logo agradecer-lhe por tudo a
confirmar mai uma ez, que
u nunca quero me eparar
de você por maior que seja a
ilusão material não será o mf.
nimo da vontade que sinto
de um dia estar com você e
todos os meu irmão na glória
Perpétua. Obrigada mais uma
vez(a pessoa deverá fazer ta
oração 3 dias guidos sem
fazer o pedido. Dentro de 3
dia será alcançada a praça,
por mais cliíícil que 1eja) pu·
plicar assim que receber a
graça.
E. M.
l.linislério ~o Exéreila
11 Ex - 92 %ll-4a D
10º Regimenlo ~e Cavalaria
"Regimenlo Antonio João"
O Comanrfante do
Regimento de Cavalaria,
Informa que durante o
mês de janeiro de 1979,
cumprindo campanha de
documentaç!io conjunto
Mobral-Exérclto todo o
cidadão que etá em falto de
documentoe de quitação
com o serviço militar
deverá dirigir - se ao
quartel do 10º Regimento
de Cavalaria para maio
res esclareclmeutos.
Miguel Angelo Teixeira
Pedroso
S-5 do 16° RC
Preço deste exemplar
Cr$ 5,00
Ütica Ponta Porã Ltda.
A (specialisla
Rua Guia Lopes, N 300 Sala B
Ponta Porii
Mato Grosso do Sul
Boutique Charme Apresenta:
ELA: 1
Tribuna da Fronteira
Oue e peva seja bem informado
Bel i- MfS. Ano III - 27-132-79 - MM.o 3lt
ESTUDANTES
Uo Renato Mtrnnda follc!11Rlmo, poh1
pn,sou no vcl!tlbulnr pura Modlclnu
Vetertul'ula. JI enlá circulando "ca
roqulnhn".
Nossos parabéns, extonslvoa
aos 11ouo pnlM : Evlluslo e Elpldln.
«
"Nn boullquo Chnrme vooe
encontrn: urtlgos finos pnrn senhorne,
aenborltns e onvnlhclros".
M<IOO<l
Oulro
onaul que está multo feliz.com o SU
lcançado por seu filho, é o Erasmo
Modolros e u Ramonna. pois Sórglo
pssou no vestlbu. do Engenhnrlo.
Civil.
Dosojumoe sucessos no de
correr de eeu curso.
030
Dr. Robervnl e Tellu, tam
b6m estilo do pnrubens, seu filho
José Ronaldo Ealu vlto:-loso no ves
tibular pora Agronomia.
ANIVERSARIOS chcara vrlos amigos
23/1-78 unos dn Sra. Bclem n. Ro- cumprlmeutá lo pelo mat.
drlgues l:"<;';'4
<A(,)!!O "Bolinhas pU!"ll cr1unças,
24/1· O jovem João Carlos Velarquez. b!Jouterlns do finas q:H,J!dades, só u
coo Boutique Charae em para voee
24/1-16 ninhos dn jovem Zenimr Flcna bem al. na rua Automo Jouo
Ocnmpos, ora reuidlndo uoii EAtados 256, 110 lado rlu Exutoría".
UnldoR. C>'<l>.:<l
060
25/1· SR. RIgoberto Velasquez.
D@3
25/1- 15 primaveras da Menina moça
Fone Souza Corra.
?%3
25/1 Sidney Monteiro Ma11caronhas
Junior e Alemão. A festinha aconte
ceu nn ca11a do Junior, oom dellclo~os
Salgudlnho9 Refrigerantes o multo
SOM;
D9-8G
Entro os qut> lá foram para
nbrnQur os o.nlveraarlantes anotei:
Guto Rondon e Isabela, Léo e NAdla,
Jullnho e sua namoradinha, Jucely
o Aléo!a, Rosolbe, Orlandlnho, Joquo
llne, GIi.o, Cario..
0203
BOUTIQUE
Charme tem para voce oe flniselmoa DSC~
artigos da Cor!, Dobln e Glodson. 26/1· Sonln Penzo recebeu em suo.
Aprovação de Lei
que fornm
Por Nancy
PAfiTIDA
Jorginho Catureb já do volta pura
o colégto em Curitiba, afim de pres
tur alguns exames., Desejamos que
tudo eaio. bom. para que logo cslo!u
novmente entre nós.
VOCE
qu0 curto adoidado um carnaval, nlío
eaqueçn de reservar sua mesa no
G.S.S.P.R. Restam poucas a serem re
servudas.
(J
D
Os Mlnl&tro11 Militares encaminha
ram no Presidente do. Repúbllon oxposl•
ç!l.o de motivos o anteprojeto de Lei
objetivando amparar, com pensão es
pecial. os ox-comb11tontes lncapacltadoP
deflnltlvamento e necessitados. desde
que não façam jus a outras vantagens
peounlãrlus previstas na legislação.
Tendo sido aprovado pelo Con
gresso ~acional, o Presldeote da Repú
blico. sancionou, em t7 nov 78, a Lei
6592, toronndo realidade uma justa nspl·
raçlio dos nossos leblanos.
(Lei 6592, de 17 Nov 78)
Concede amparo aos ex-combaten
tes julgados Incapazes dofinlllvamente
para o senrlç'> militar.
O Presidente da República
Faço saber que o Congresso Na
cional decreto e eu sanciono a seguln•
te Lei:
Art 1 Ao ex-combatente assim
~ons!derado pela Lei 5315, de 12 set 67,
Julgado, ou que venha a ser julgndo
Incapacitado definltivarnente, por junt~
Militar de Saúde, e necessitado, será
concedido, mediante decreto do Poder
Executivo, pensão especial equivalente
ao valor de duas vezei; o mnlor salário
mml~o vigente no Pais, desde que niio
taça JUS a outras ,antngens pecuniárias
previstas no. legislação qu':3 ampara ex
combatentes.
§1!! Considera-se necessitado para
os ftns desta Lei, o ex-combatente' cuja
sltua~ão econômica comprometa o aten
dimento às nece111ldndes mínimas de sus
tento próprio da familia.
!>"':i:A:l
A FAMILIA
Múrlo Vargas já de volto, após uns
dias de férias pelo Rio Grnnde do
Sul, onde foram rever familiares.
!>-!(;;;€<!
CASAL DA SEMANA
Jollo Blsmarclc e Simone Acloly.
o<1
A BOUTlQUE
Charme espera voce que gosta Je
vestir-se bem com artigos de quall•
dnde. R. Antonio João 256 Bela Vis
ta - MS.
$2° A condição a que se refere o
parA~rnfo anterior 11erA constatada me
dia ale sindlcO.ncia a cargo do t11lnislé·
rio MIiitar a que .;stiver vlnoulado o ex
combatente.
Art 2° A pensão eapecle.l de que
ee trata esta Lei é intransferível e Ina
cumulável com quai~quer ren:limontos
racebldos dos cofres públicos, inclusive
pensno previdenc!6.rla ressalvado o di
reito de opção.
Art 32 Qualquer Organlzaç:io Mili
tar que tomar conhecimento da existên
cia de ex-combatente nas condlçõe11 es
tabelecidas no Art 1°, providenciará se
ja ele submetido à inspeção de saúde e
à sindicância u que se refere o $2° do
referic:lo Art 12.
Parágrafo Único As providências
referldar, neste artigo poderii.o ser reque
ridas pelo próprio ex-combatente.
Art 4 As despesas decorrentes
da aplicação da presente Lei serão aten
didas à couta da dotação orçamentõrio
de EncargoR Prevideneiários da União
Recursos sob supervisão do Ministério
da Fazenda, destinada ao pagamento de
pens10nlstus.
Art 5 O Poder Executivo regula
menturá esta Lei no prazo de 60 (ses
senta) dias, a contar da data de sua pu
bllcaçlio.
Art 6? Esta Lei entrar em vigor
na data de sua publicação, revogadus
as disposições em contrário'.
(Para Malort!s E~clnreclruentos ·Dirija-se
A 5 Sec/10° RC)
Meteoro caido no ílra
sil desperta interesse
Mundial
Rio, A - A descoberto,
no Brneil, ,relo primeira vez
"in natura, de uma liga de
ferro niquei nté então só obt
da atrdvé, de rcntore, nuclea•
res, ceu pro,·ocando ia1ere,ae1
,ln ciêndn internucionul. A li
ga foi encontrada no meteoro,
que cniu, no •éculo pn-.ndu
em Santa CRtnrina. A dc•co
berta foi feita pelo profe•sor
Jucque, Dnnon. do Centro
Ilra,ilciro de Pesquisas F!eic,u
vinculado ao Conselho Nacio
nnl de Desenvolvimento Cien
tllico e Tecnológico CNPq,
com n coopera~llo dt>• pcsqui
s,dc-rc• Rosa Scorzelli e Isa.
bel ousa Azevedo, do CBDF,
" Walter Curvelo, .'.luseu Nn
cionol.
Oma equipe de cicnti,tne
franceses deverá chegar bre
vemente ao Brasil. no fim de
detectnr, em Sunto Catarina,
n existênc!o de outro, ;;rnndes
frngmentos do meteorc, nlém
do que está emn poder do .'.lu.
seu n11cionnl. A equipe estrn
geira utilizará equipumento
dr. alta predsiio pnra a locoli
zaçáo dos fragmentos, com
vistns a aumentar o conheci
mento já ndquirido graças à
primeira d':!scobertn.
Trata.se de pe,quisn que
vinha sendo tnmbém efttua<lo
embora ecm auccseo, em dife
rentes pnlse,, entre elce a
França, onde era liderada por
cicntistus detccrlores do Pre•
mio Nobel de Fllicn. A des
coberto tem profundo implico•
ção no conhecimento do sistc•
ma solar e até em processos
industrias, nma vez que a li.
ga ó era obtido, até entiío.
mcdinnre reatores nucleares.
P possível, segundo pena o
professor Danon, que o mes
ma liga exista n natureza, no
próprio globo terrestre, ioclu-
1ivc no Brull.
"TADEU''
l'i!urnelle. nosso fanclonórlo logo os.
tará servindo no 10? RC. Seus com.
panhclros du Empresa desejam-lhe
fcllcldndes.
!)A..!:'-0
vIPS LUNCH
Aconre.:cu dia 6-lo lo grito carnavalesco
oa Vip's Luucb, nnlmudo pelo conjunto !'ia•
fari show, Foram destaqurs» pela animação 0
casais: Maneco-Nice, Edvalfo-Vera Iegina,
Ocrsy-Salomé, Veco-Lenira Jairo e a lourí-
1imo. Vanfnha, Preto-Zair, Negn-Cnrln, Cu,.
111vo-Jack, E11dínho-ll,-atriz Helena, Bcrnnde,
te, Adriana, Pola e Fatima Durlnmoqui.
-.<&
VERAO.
A noaea praia do Rio A pll ~alá íre
quentadfsslma. Durante a emana inúmero
visftan1e1, porem 1101 fim da semano mo
vimcnto é mais intenso. Falando em verio,
a piscina do garoto "Flavio Augusto", sempre
lotado por seus inúmeros amiguinhos,
O Imposto sobre Circulação de
Mercadorias ICM • uão atrasará neobu!!l
dia no E taclo de Mato Grosso do Sul.
Isto foi o que garantiu o titular da Se
cretaria da Fazenrla, Paulo de Almeida
Fagundes, ao depurado Walter Carneiro.
Segundo o dt1putacio, esta aflrmaçlio,
slgnlfica uma tranqullldade paro a maio
ria dos prefeitos, tendo em vista que t,
ICM rnpresentará mais de um terço das
arrecadações muuícipals e ocorrem pro
fundos ob,;tãculos na execução do pro·
gruma de obras das administrações
quando o Estedo não libera esta Impor
tante sorna no tempo certo.
l
e
pe
Leia e Assine
Tribuna da Fronteira
Escritório ;eral de advocacia
Sergio Roberto Peronrii
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Página 7
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(Páylna 2 - é pois é)
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M possui cinquenta e claco munl
cfplos todos grandes e belos. Mas des
tes existem dois pelos quais mais tenho
simpatia. Trata-se de J ar d i !D ( que
nome lindo ) e Ma r a c a j ú. o primei•
ro o povo é tão bom P- trabalhador que
com poucos anos de vida eRtu Cidade
já tem coisas que multai, grandes e an
tigas metrópoles deste Estado, não têm.
E. o que é mfll3 importante, sabe reco
nhecer o valor do alienígena que de lon
ge vem trnzer um pouco do seu tsforco
parn a melhoria de Rua gente. E o se
gundo, tem o Prefeito mais inteligente
e trabalhadc.r de todo l'rlato Grosso do
ui. Prata Braga ou melhor Doutor Prata
Brga Mui Digno e Honrndo Prefeito dsi.
Cidade de Marncajú Doutor? Por que'/
Há de perguntar aqueles que sabem da
simplicidade de formação acadêmica do
Senhor Prata. Doutor, sim. Porque um
título pode ser frio como o mármore,
de uma sepultura, st> :ili.o dermos ao
0
mais cotado para. substituir o atual mesmo, o calor da vida de quem etu-
Prefelto dando obteve um g&.1-'lrdão deste. apro•
- vella-se para dar melhor condições de
vida aos seus semelhantes.
O advogado. médico, engenheiro,
professor, farmaceutico ou o•Jtro profis•
slonol de nível superior é um srvo da
comunidade já que esta deu-lhe condi·
ções de, pelo estudo, alcançar cuminãn
cias que habilitaram-no a liderar orlen•
ter e comandar coisas para a melhoria
daquela de quem é devedor: o povo.
Sim meus amigos todos os homens ao
receher, um Diploma deveriam, em pri
meiro lugar, agradecer a DEUS e em
segundo prometer dar tudo de si para
honrar o Titulo que fez júz mas que
todos através impostos ou outros tipos
de contribuições ajudaram a pagar.
Ora, meus leitores, se, sem na
disto, um homem consegue levar coofo1•
to e melhoria pora o seu povo. Ora caros
amigos sem ter diplomas, titulos ou pa
péis Maracajú é previlegiadu pois tem o
homem sábio que conseguiu já para sua
gente tanto conforto com o que eles não
contavam para os próximos dez .anos
ou mais. Mudou, disse-me noutro .dia
um gaúcho lá daqut>la região. Mudou
tudo e- dizia ele, mudou para melhor.
Normalmonte os Homens que dP.verlam
executar as mudanças mudam mesmo
mas sempre parn pior a nós temos um
montllo de exemplos por aí.
Não conheço, pessoalmente, Sua
Exela. e prefeito de Maracajú e talvez
nunea vá ter esta oportunidade mas se
tivesse hoje de escolher o Executivo do
Ano a o voto final fosse meu, vocês jó
sabem quem seria o homem.
f ,
e F
r
1
Ely de Araujo Barbo a
Sindicato Rural de Bela Vista
Convocação
1
l
O Presidente do Sindicato Rural de
Bela Visto, convoca a Comissão da 7a
Expobel de Bela Vista, para urna reunião
no dia 31 de Janeiro, às 0 hs. na sede
do mesmo, pura tratarem de assunto re•
lattvo a Prestação de Coutas da última
expuslção.
Dr. Roberval Borges
Presidente
Dr. Olavo Monteiro
Mascarenhas
ADVOGADO
OAB/ MT 1615
Causas ivVle e Criminais
Rua Antonio João, 842
Bela Vl;,ta Mato 6rosao Sul
a.r
Educação e
DE P
Políi'ica
Clube Esportivo Selavlstente
ConvocJ.çüo:
Convocamos os senhores ns
so&lados paru Assembléla
Geral, a ser realizada dia
5 do fevereiro, na Sede do
Clube, com o. finulidn<le do
apesntagão de chpus p
ru a t•lerçno dli novn dlro
toriu.
Abraão Armou Zacarias
Presidente
Poderia lhes dar uma série de e
xemplos mas ttcrel sómente com um.
O Governador Amorim Costa, resolveu
d a r u m atliantameato de ver
bas para o conserto de escolas uflm de
que as mesmas estejam em condições
de funcionar ulod& a primeiro de marQ.:l
Mal disse, elhor fez. Algumas prefeitu
ras organizadas, como Maracujá, já ti
nhom feitos o8 seus orçamentos para Ili·
to e, de cara, viu que a bo vontade
de Sua Excia o Governador nlio la dar
para nado lá em !!eu município. E o que
fez o prefeito Braga; Correu até os As
sessorE-9 de Amorim Costa? Não. expôs
a situação de sua gente e suo escol& e
falou, isto não dá nem para a saída e
se fôr só para isto lá em Campo Gran
de não vou. E não ia mesmo até que
recebeu aviso de que com multo sacrifi
clo (e é verdade) o Governador iria au
mentar a cota de sua cidade. Cota esta
que p.ara alcançar o previsto no orça
m ao to de Prata Braga só faltou cinquen
te mil cruzeiros. Era de mll e quatro
centos, recebeu til trezentos e cinquenta.
E é por loto que digo Diploma é
bom é útil te-lo (eu tenho alguns) mas
vale multo mais ser henesto, trabalh!!.
dor e honrado pois 11ão coisas que não
são adquiridas nas escôlas e, por Isto
fazem parte do homem que vive para
St,rVir e nunca para ser servido.
Parabéns Maracajú onde o homem
que manda liga pouco para etiquetas e
muito para o seu Povo que jamais Irá
esquecê-lo pois o que é bom não neces
sita de " Curriculum Vltue " ... florido.
Ivan do Nascimento
A Pedido
Rachid em Porto Murtinho
O Senador Rachld Saldanha Derzi
esteve em Porto Murtiho no dia 17 do
Corrente e num espaço de três horas,
reulu os vereadores da ARENA e expos
aos mesmos, a sua meta ele oral para
~enador 9iôoico que serà submetida ao
Colégio Regional, dia 27 do corrente, pe
dindo, naquela oportunidade a colabora.
ção da· Edilidade em apolo ao seu nome.
Antes de se despedir, convidou os
vereadores para estarem naquele dia na
Capital de Estado, sendo o transporte e
hospedagem por sua conta.
Fazemos votos que a vitória biônica
do Senador se ooncrettze, onde ficará, se
eleito, representando Mato Grosso do Sul
no Senado Federal por mala quatro anos.
A.F.N.
Brasileiros Assaltam
€Cetro te Saide de
Pedro J. Gaballero
Pedro Juan Caballe
ro, (Paraguai • AFP) Qua
tro delinquentes brasilei
ros assaltaram a tiros
o Centro de Saúde da
cidade de Pedro Juan
Caballero, situada oa
fronteira do Paraguai e
Brasil - provocando feri·
mentos e tres pessoas.
Os assaltantes pre
tendlam resgatar outro
bandido, também brasi
leiro, procurado pela po
licia do seu Pais e que
depois de matar um
paraguaio, foi internado
no hoFpitaJ daquela ci
dada.
Pedro Juao Caballe
ro é uma cidade gêmea
da de Pont!l Porá, em
Mato Grosso do Sul, da
qual está eeparada por
apenus uma larga aveni
da.
Liberdade
Cnmpo aberto pra correr,
Eu não quero soCrcr,
Quero ser lire como as an
dorinhas do céu,
Desenhando num papel,
Os desenhos de viver a liber-
dade.
Cnda miouto, cada presença.
Acorrentando a minha mio.
S6 meu pensamento é livre.
Pra ir longe da solidão.
Longe do raciemo, tóxico&,
drogas, idas pra vender.
Liberdade pra fugir eu quero,
Pra conseguir sobrevirer.
Guerra», correntes segurando
o negro.
A escravidão_passou só no pa
pel.
Guerras, corrente, ,cguro.ndo
a humanidade,
Medo da, bombas qac explo
de pra matar.
Quero fugir pra otifrcntnr,
Hois enquanto alguém se de-
»espera,
Fabricam armas em outro lu-
F b
. gar.
aricando o computador,
Esquecem;-se de pensar mais
ao amor.
Beatriz Sant'Anna
Coninghamn
Dela Vta MS
11
BINCI DE REVISTAS DE
Proprital de 0levar Barlosa
Fica bem aí, pert.o do Belavistense
Não deixe de
SITA-LA
kampa Desenhos
Dc.cnhos Arq111lcti>nico1
C6pi« Helliogrficas
DoacnlioR Pohidtárioa
'l'opogr:Hico, - Duenbo•
e Plano• cm Ocrnl
Sergio Romão Knmpn
Av. Draoll . Ed. Cinelnudi• • S111& 201 • l• Andor
Ponta Por
!llnto Groseo do Sul
Tribuna da
- SEMANÁRIO -
(20/2/72)
F U N D A Ç A O lvnldo Pereira
Administração Redação e Imprewio Tua
Duque de Caxiftl 1/n Dela Vutn 111S. Cx. P. 20.
EXPhDlE
Diretora
!llaria E1teln V l'ereira
Editor
I nldo Prreira
Gerente
Gil,on Silva Santo,
Regi■tro Tllulo1 e Documento■1066 CGC-MF
o:-1.?0l266i00Ul•90 lote. Eat. 1306923-13
AS SI
Dcmai■
Fronteira
TE
ATURAS
Bel Vista-- CrS 300,00
Muuicipios CrS 400,00
E O NEGÓCIO .., ovo
do !Rto é. nuo pegou mesmo, 0 %. _
o quer as deduções diretas (só leiç0%}
na s, jsl; ações levem o
reteis e,""%,,""i s credo.
pensamento e este s fol asslm que
qua treco complicado, mn e, Gran•
um leitor nos encreveu de ampo seu
ie. is@i puro o 4fl"",, si
nome, ser atendido. Diz,ele q mo ue
riio irrevereiie «os fe°E%k
faz us delicias da lmpronsa a . • TF
P junto com s sisudas matérias da ,
• 1 dos melhorei; r
0
torn11 este jorna um d vlcld
i«tão (@ 4 piada 340) 1p}, ', i
basta comparar. Intimo a reça E
jíU:A editar novamente o E POIS
• ízer de volta o brllbnnto Podru Pedreira
E O BOM 'FILHO Á cAsA TOA
Voltei ... para rever os amigos ,que u ,
dia ... 6, pols é... atá parece ~uslca d11
seresta, mns tô ui e no bro, PP de
volta e o É Pois É na 1ogndu.
• Um 'abração a patolfl o.miga que
deu o.quéla força e encucou u direção
do jornal. forum buscar o PP ló. das
prahis e ele começa tudo de novo.
SUCESSÃO ,
0onversel com o Adalberto Sant Anno,
veterano dn polltlca belavlstense e o
mesmo n08 informou a respelto de um
trnbalho que está realizando juntamente
com o Rotary e a lfaçonaria, Trans
formar Belo. Visto. em polo regional. É
isso ai. a turma bota a boca, mas o
Sant' Anna é um verdadeiro jovem, sem
pre entusiasta e defenso:.- do. terra. Os
"intelectuais" e os "políticos:•,só servem
mesmo para criticar, em rodinhas fecha
das, degustundo o bom escoces. e o
gov'ernador nomeado para ~rato GrC1sso
do Sul, Hn.rry Amorim, resolver substitu
ir o atual prefeito de Belo. Vlstn, em
minha humilde opinliio ele deverá
nomear um TÉCNLCO. Um-cara que goste
da AGRICULTURA e da PECUÁRIA
(que não seja gigolô de boi) e que tenha
a oabPça fria para encarar o desafio de
torDllr Bela Vista uma cidade pro
gressista. Fica aí a deixa ...
Ob■crvaçAo O, artigos publicados com
as,inntura• do1 outorc• nõo tra.duzcro ne
ce■Páriamcnto n opiuiilo e pensamento do
Jornal. Sua publicação obedece aos propó
sito• do• dcbnte1 <los 1iroblemn• mun1c1pau
0 de rcílotir as diverso• tendência■do
pcnnmento univer,nl. .
MAS ..
se o Dr. Castro continuar . . . PELO
Alü0R DE DEUS, contrate um ASSESSOR
para c.ssuntos urbunos, outro para
ASSU lTQS P0LITIC0S, e outro para
RELAÇÕES PÚBLICAS, senil.o a vaca
------------------------------------------------------------ -
EZZE BT&t
Ambiente Seleto
Antonio João
f/
pedro pedreira
t nte é S0 fAR es
vai pro brejo. 0 1m%"anvóisimento
1 d. acelar d
torgos via k; quele ne6elo 1o
do Dela Vista. U' te. Apesar de
f: ti ur a correm '. l
Médiei: 10r1!+ " ·ditamos que 0 so
tudo, nós inda cre
,;olt:uú a b•i11H1r.
" I'l É QUE E FAZ
A5' prata. de Ma-
r · G <' tz; r d •
q11u;1tl('I o prP lllt<>
1
·' ,-. , . " foi rece-
'ú <l •'(· tempo de loucura
ro.coJ , r> , . as; reformos das
er u su parcela par8,,, trc-mendo gri-
cerceies gi"e,%iã, «Go«rir
to. QuerHl CrS
100 000 00
Prata gritou,
iria dar nper,a!' • • ' ' •1o e chorou.
io 4a.por s %,'h. e isso si.
Resultado: levou · ,J. • •
qccm nilo chf))'n, uilo mama.
E A BRIGA a, CAmara
agora é pela preidenc!a,"; ae '
ireses que'0 «,""?ia ão
vembrn mudou o quo ro
1
mun'cíp1o. Os dois vereadores do tu
prefeito. 'T'urlnl e CenturJíl.o, nlio se( er
coutrnro em po6içõe:i confortâvels n o
rei ser.,c, 6 ave"+.,,2%32"
o ex,rnílCHdnto à drputado y
raujo Bnrbosa·· é o mal6 ootado para
absttulr Castro Pinto. Marques 14 /%
o que devrrln ser feito, 0dillon _
11
franco ntlrador; G~tulio e Iàelfon&o sao
do MDB, fica então o mais provável e
telvez o mais Indicado: Nivaldo de Barros.
E O NIVALDO
é. reolmente, o político que possui aque
la quulldude que drsperta entusiasmo e
as vezes rancor. mas... carrega dentro
de si u vocação político..
PER0NDI
o advogado Perondi, eAfriou um pouco
no t'lconte no o.sRunto po!ítlcn. O que é
que aconteceu com o gnúr.ho? Sl.'rá que
as conjunturas não são propiclni-? Ou a
busca do tutu não permltE! tempo para
a política? Vamos deixar de acnmular e
pensar um pouco mais na comunidade ...
e oão adionta reclrirunr ... é o povão que
pede a presença de Sergio Perondi na
política.
ESTE ANO
nosso. coluna vai analisar e se possível
elogiar ou criticar, a formação do Dire
tório da Arena e do MDB. Chega de a
comodados. '/amos dinamizar o. politlca
municipal, nprovPito.ndo novos vulores e
reconhecendo o trabalho dos vatera
nos (alguns)
Desenvolvi
da vacina
contra a
Cárie
Cumpina11. Cienll tw·
da Faculdudfl de Odon
tologlu da Universidade
Estadual de Campino,
em Piracicaba, consegul
rom tsolur o prl'ldpnl
agente cnrlugênico e de
tormlnur uma vacina ca.
pnz cle• pr1-1venlr o radu
zlr inéldenclu de crie
dontnrla no País em pelo
menos 60 por cento.
o diretor do Depar
mento d(.) Biologia e Pa.
tologla Buco-Dental dn
FOP Lourenço Bozzo,
disse: a cárie dental é u
ma rla mais prevalPcPn•
tes doenças dos sere
bumenos, nfi.o havendo
no mundo, praticamente
nenhuma órea geográll·
ca, cujos habitantes no
exibam algumu evidencia
de cárie. Afetando at
bos os sexos. ll doenca
atinge no Brasil, utu11l
mente, mats de 95 por
cento de sua população.
A va clna já està
pronta e os testes básl
cos com animais, em la·
boratórtos, jó. foram ren,
llzudos pelos Integrantes
da equipe do professor
Bozzo. A equipe iã
000
•
clulu que a vacina deve
ser iugerlda e atuará,
sempre, por lnterwédlo
da saliva.
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fietoterapla, recupere9ão e clínica méiilca
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Ex-professar assistente da Assistência Médica de São Paulo
} R. ide Setembro, 409 Fone: 431-2194 -~Ponta Porã-MS
Estado de Mato Grosso do Sul
Prefeitura Municipal de Porto Murtinho
Edital de Concorrência Pública n ° 001/79
0 Prefe!to Municipal de Poro Murtinho
Estado de Mato Grosso do Sul. torno púhllco, pa•
ra conhecimento dos interessados, que fará rea.
lizar às I0 horas do dla 8 de fevereiro de 1979
na arde dn Prefchura ."llunioipal de Porto Murti
uho ~.S, concorrGndu l'úbllca, de coníormidnde
com o Decrelo lei Fedcrnl a.o í3!40Jí3 e Drcre,
to Lei n.o 700/67, para execução do asfaltamento
melo fio (guias sargeta»), coletores de águns Plu
vais e suas obras complementares em vias logra.
douros públicos da cldado de Porto Murtinbo MS
ob a forma ,le l'lnno Comunitário, conforme Lei
;1uniclpal n,o 536 de 21 du Uezombro do 1.978
no sii!ema de execuçno por administrução índire•
ta em forma de conceufio e emprri!acla direta
mente,
l • Objetivo da Concorrencia
1-1 A concorrência de que trata o presen
te Edital destina-+e a receber propostas de pre
ços unitário» dos serviços para execução de pai
mentação asfáltlca, meio fio (Guia» e argeta»),
galeriu1 de águns Pluviais e suas obras comple·
mentares em vias e logradouros públles de Por.
to Murlioho MS, co11forme espeoificnçõe1 cone.
lllnlc do projeto anexo e normas delermioodus
por oste Edirnl.
11 • Disposições Gerais
2-1 O proponente deverá entregar ao Pre
widente da comissão de Licitações, designado an
tecipadamente para este fim na sede da Prefeitn
ra luniclpal de Porto lllurtinho ilS, nté ãs 10
horas do dia 7 de Fevereiro de 1,979, dois nve
lopes separados fechados, locrudos e rubricados,
contendo em 1110 parle externa e fronteira o8 se
guintes dizeres:
A Prefeitura ilunicipal <le Porto Murti
nho l1S.
Concorrência Pública • Editnl n.o 001/79
l<'irma ------------
Endereço --·--·-········-····-···-·-··-·-·-···-·-·-
Declnrando as seguintes caracterlsticaa cor•
respondentes a cada envelope:
Envelope I Documentos
Enveloptl li Propo,!a
2-2 O Envelopo I Documentos, será aber
to em primeiro lugar no ato da concorrência e
deverá conter a relação documento citados neste
Editnl e camprobnt6rios da idoneidade téc
nico, financeira e personalidade jurídica do pro•
ponente, os quais serão analisados no ato da con
corrência.
2-3 O Envelope II 6rnentc será aberto a.
p6e anuli,n1o o envelope I desde que o me,mo
tenha sido npro1•ado. Deverá conter a proposta
em três vlas, sem rasuras ou entrelinhas, istadas
todas as vlas pelo proponente.
111 . Oocumentaçilo
.1 Todos os documentos exigidos neste
Edital, poderl!.o serem apro&en!ados ecn forma de
fotocópia autenticada, desde que não boja rcatrl•
ções pelos 6rgiios expedidores dos mesmos.
3. '2 Todas declaraçõc,, deverão ,,ontcr as
auinaturo (s) do responsável pelo proponente,
com firma reconhecida.
3. 3 Todas as certidões exigidas, deverão
estarem dentro do prazo definido pela legielnçilo
em vigor.
3. 4 Personalidade Jurídica
3. -1. 1 Fotocópia da Cédula de Identidade,
dos sócios diretores da empresa.
3. 4. 2 Certidão de ,egistro da firma na
Junta Comercial do Estado de Origem da firmo,
ou fotocópia do conlrato social regi,trado no
junta, com respectivas alterações e eus registros.
8.-l.3 Inscrição do Registro Civil das pes
os Jurídicas, do ato constitutivo e estaruto em
vigor da, sociedndc• civis, bem como do ato de
invc,tidura de ,cus represenuntea legoie em
11xercicio.
S,4.S Arquivamento no Junto Comercial
ou repartfçllo ~orresponJente do ato constitutivo e
esllltuto cm vigor, dos sociedades comercial, bem
como do ato de investidura de seu, diretore•.
3.45 Arquivamento na junta Comerclnl
ou reportlçfio Correspondcn!e cm caso de socie
dade anônlmn dn publicação das alas das assem
bléias gerai, que tenham aprovado ou alterado
os c,tatutos cm vigor e eleno, odmioistrndore,
no exercício do maodato.
3.4.6 Prova de quiuçiio com o oerviço
Militar, do diretores da firmo, ou atestado de
permanência no País, quando se tratar de eetran.
geiros, dispensados o rcconhrcimcnto de firma
em cartório.
3.47 Prova de quitação com Lei 8leitoral
a t r II v é • de apresentação de certidão
emitida pelo Cartbrio Eleitoral, dos diretore,
rrspone:ívei■pela empresa.
3. 5 CAPACIDADE TÉCNICA
3.5.l Ccrtidúo atualizada de regist.ro da
firma e do• rcspon,hcls Técnico, no CREA e
prou de quitação de ambos, no Crea.
3.5.2 Certidão ou atestado fornecidos
por entUade púolicn ou sociedade de Economia
mixta, comprabat6rio da &.:ecuç:1o dlretnmente
pela firma ou execução pelo seu responsável
Técnico de obrai similares ou objeto desta con•
corrêncfa.
3.6 IDONEIDADE FINANCEIRA
3.6.l Inscrlçllo no Cadastro G~.rul dos
Contribuintes (MF)
3.6.2 Certiduo negativa de Imposto de
Renda da Erupra.
3.6.3 Certidão negativa de Impostos Eta-
d uai,.
364 Cerldlo negativa da Importo Mu
aitipoi,.
3.6,3 Certificado de Heglarldades de mi
tuução do proponente junto ao Inamps
3.6 Hrova de quitsçlo de importo Sindi
cul deido pelos Empregadores e Empregado.
36.7 Pro de ituão regular perante o
FGTS.
3.6. Prova de situação regular junto ao
Programa do Integração Social (PI5).
3.69 Certídao negativa de falência o
concordatas da empresa o seus diretores, expe
pida pulo cttrtório da sede da Emprcn,
3-6.10 Ate,rndo de idnneldade (lnnnceira
da Empresa, expedido no lugar de sua sede por
dois E.iubdecimento, Bnnclirioa qne, por ei ou
pelos acionitns detendores de seu controle e nd
mini•trndore•, nllo piirticipem do capital ou da
direção dn emprern, emitidos no máximo triora
dias onte, dn concorrênoin.
:J.6.11 Certidão da lei do, :?/.1, artigo 360
da C:LT.
3.0.12 Certidão negativa de protestos da
empresa e seus diretores, expedida n Comar
ca onde a proponente tem sedo, no máximo 30
dias antes da concorrência.
3.7 Documentos Diverso•
3.7.1 Decl•rnçtlo de pleno conhPcímenlo de
todas as leis, regulamentos e usos locai vigentes
no Munic!pio de Porlo ~lu.rtinho MS.
3.7.2 Declaração de pleoo coRhecímento
do tudo que se relacione com as condiçõe, 1erala
da obra, inHalações especialmente o que diz res
peito a existencia de jazidas, materiais naturais e
artificiai condição de transporte, precaridade de
vias ele aceaso, condições climáticu e even1nai1
diflculdndes de mlio d<" obro.
3.7.3 Declaração de aceitação de füealiza
ção da obra. pela Prrfellnra Municipal de Porto
Murtinho !ilS.
3.7.-l Drclnraçllo que no preço unitário ou
total, estão incluida1 •• leis oclais, emolumento
e outros encargos a cargo do proponente.
3.7 5 Declaração de que caso vença a cion
correncia que trata este Edital de fnlciar vs tra
bailios com 30 dins após ouinatnra do contrato.
ANEXO I
Serviços a e:<ccutnr
I COLETOHBS DE ÁGUAS PLUVIAIS UNID.
1.1 Demolição de calçadas M2
1.2 E,caveçilo de vala, em terra compacta
até 1,50 m. <le profundidade .ML
Esca.-ução de valas em terra compacto de 1.50 a
3 m. de profundidade. ML.
1.4 Apiloamcnto do fundo nne vala, ML
1.5 As,enta1uento e rcjuntaruento de tubo, com
orgamassa de cimentos e reia, traço l3 incluaie
o trousporte Jo■referidos tubos até local da obra.
1.6.1 Tubo com 30 lf.L
1.5.? Tubo com 40 M.L
1.5.3 Tubo com (,O M.L
1.6 Fornecimento de tubos paro a mxecu
ção de rede de galeriu i'lovlai,, posto Porto
ilurtinho.
Tubos com
Tubo, com
Tubos com
U Alvenaria
lobo UN.
I8 Alvenaria completa dos PV, especificado
no projeto. UN.
1.9 Tnrupn doa PV. em concreto armado ou
ferro fundido conformne medidas do projeto,
1.10 Fornecicnento doe ralo, para bocas de
lobo cocforme projelo, UN.
l.ll Reaterro das vala, fortemente apiloadas
1.11.1 Até 1,50mn. profundidade. ML
1.11.2 de lS0m. n 3m de profundidade. L
1.12 Recomposição das calçadadas MA
1.13 Gaia• o ,ar:;:etu, fnndidas no local eon•
forme projeto, traço 13.4 ML
Il4 Reaterro em camadas de 0,20m, apiloadas
até 1.50m de profundidade. !i!L
Ll5 Reaterro em camadas de 020m. apiloa•
adas de l,50ru até 3m de profundidade. ML
1.16 Recomposição de calçadas. M2
li • ravimen!atão Asfál!ica Unid.
2.1 Abertura da Cai:u
2.1,l Escavação e carga compreen-lendo corte e
aterro até 0,A0m. de espessura, inclusive transpor.
te dos mnteriah nlé ;:, Km de distância. MZ
2.2 Re:;ularização do Sub Leito
2.2.l Regularização e compactação do sob leito
para estabilização necessária e suficiente do solo
de fundação. M2
2.:! Bn,e Ennbilizada
2.3.l Transpor!e d materiais, compreendendo
escavaçio, carga e transporte.
2.3.2 Execução da base estabelizada utilizando
materiais definidos no projeto.
'l.4 Imprimadnra Ligante e lmpcrmcabillzaote
2-1.1 lmprfmnçlio da base com asfalto CM30 no
mfoimo do 1,5 Vm2. compreodendo, foruecimc.n
to, transporte e execução.
2.4.2 Imprimadura ligante com material betumi
noso BI-2e no míniío de 0.5L, m'?., comprun
dcndo tran,porto, fornecimento e cx■caçiio.
2.5 Cupll de Rolamento
2.51 Execução da capn de rolamento, tratamento
uperficial de penetração inverida 'tripla, com
material especrficados no projeto anexo. com a-
30 UN.
-10 U.N.
60 UN.
completa do, Loc88 de
/
(Continua)
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Serviços de
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O
~1omem tnnto r.1oral como eRpi-
1
• ' m o seroc
ritualmente. foi criado a ima?' esmo
Jl)anca de Deus. tendo por isso m • '
mal«so muito elovado cumprir. Nenhuf
outro ser vivente h tão dotado de pr
vllégíeR e rMpoo •ahllldoclcs como o ho·
roem tio (> enfim. u mil crln lurn (1Ut3
tem ~llanto de si um alvo dado por Deus
uma mi r-Ao que RÓ n elr.> é ntrlbulda.
Porém. pnrn. Cl bom do,:umpenbo. parn o
cumprimento fiel de tôdn,.; as as re
ponsnbllldritles, necei;sõrlo se foz a con·
servacúo de todos or- poderes pelos qun•
Is ]J{l de c111oprlr e~ta mlssllo. A consH
VAção própria. é abqoJutamente lndls
nensavol paro que poAsa ele levur fl
bom termo o noturnl programa cln vida
Todo o homem, deve ser bom ad
ministrador de si mr>smo, fiel mordomo
dos poderes, rlos ntrlhutos que lho foram
gractosnmente conrlnd')S pelv Criador.
De trêf: grandPi. lnlmti;os precisa ele de
Tender-se O8 qunls ão: A Doenca, a Po
br!lzn e u Morte. É sagrado. o dever do
homem lutar pela coni;;ervaçlio da sua
próprln viela. saúde e bem estnr tanto
material quanto ARplrllual. Por uma ra
zão natural. o homem cha-se exposto a
urna Férle do fatores anti-vida, aos quais
deve resistir a todo custo.
A lei da prei;ervnçfio própria é
fundamentnl em toda a nntureza. Todo
ser procura lnsllntlvumPnle a defesa e
preservnçüo próprio, fnto este f~ctlmente
observado entra os seres em geral des
de os de formal' mnf& deRenvolvldai:, cu
jos !'epresentnnte máximo é o homem.
Todos os sêres, tanto os rio reino ani
mal como oa do reino vegetal, são dota
dos de meioR de def Psa própria, 11endo
o homem o mais Instrumentado. O corpo
requt>r todo o cuidado pof-i;!vel, devido
ao grande papel que dPsernpenba no
cumprimento da missão do homem. O
esplrito requer maior cuidado ainda. A
falta de desenvolvimPnto do espírito im
pede quase torlaR !IR ntlvldadl's do ho
mem. porque êle só faz progresso. quan
do progride o espírito. O corço de
todo o progresso, é o progresso do co
rnçao. diz eroln<'nte pemmdor cristão.
PAra a prei;orvaQiio do corpo en
tram vários elementos indispensáveis, co
mo sejnm os alimentos em forma de co
midas, bebidas o ar que respiramos, bem
como o repouso, a limpeza, exercicios
hslcos. etc. etc. Para consPrvaçúo "' pre
servaço do espirito, precisamos cu]ti.
vara fé, mansidão, legris paz, lona
nimidade. benignidade. âif!idade, a}.
nlo p_róprlo. bumlldnde etc .. dentro dos
principios de vida ensinados por Je
Cristo e seus discipulos, ·sus
(Con.t. no próximo número)
(Colaboraç!lo da 1 Igreja Batista
de Bela Vista)
exemplai'
Direção Regulagem de M4
i:: o o ores
olda, Vulcanização. '
E'mo., Sr. Comenddo,
Pil.'Te Luielli O.,raun.
Araçatub - 5P
Ser,hor Comrn,hdor,
Através do Sr. dos M.
nnel M. Lobo, tomamos co.
nhecimento do espirito em
prcendednr rll' V. E'l:cb., o
eu entusiasmo pelo progres.
o do Brasil. Soubemos tum
hérn Q u e '. füu1. eu.
tre· oufr;1• nti,·iduclr•: expforn
industria de 'Tanino nesa
cidnde.
r.om a crluçõo do no,o
Estado de Mato Grus•o do
Sul, e,te mnnidplo rs16 (líl
boa perspectivas de de«en.
olvimento e para tal institul
mo3 o síslernn de ''Mutir,lo",
conforme decreto n11exo, Po,.
ivelmnte Portobras cont
truirii um terminal do expor
tação neta cidade, pois ons.
ta no plano do i.;overno Ferle.
mi.
Porto Murtinho posse
umo dn8 mniore1 resena, de
madeira tnnnnte qne Tinha
,t'ndl) indn•trinlinrl~ pela
Florc,ral Bm,!lt'irn .,. que
encerrou mas ntividnrle.5 e
coocnu Rua• ín•tolaç,ies à
'endn. Tal reserva e,tá ,eodo
qur.imadn nas dcrrubndas pi·
rn nproveltamf'nto do ola.
Portanto. 6 com ,urlsfoçno
que convirlamos il V. P.xn. r•·
rll e,tudnr n pos•ibilid,de
de pnrtl<'ipaçào no grande
"Mutir5n" de de.envolvimenro
do no,rn mnniclplo, vi,ilJin·
do-nos e estudando o po,,ibi
llclade de lmplnnta~õo de umn
emprl'~a ne,re município.
Desde jí colocamo-nos a di
po•lçáo de V. Exn. para aqul
lo que julj?ar ncus,úrlo.
'a oportunidade, apre·
,ent11mo1 à V. Exa. prote,to•
de elevada estimn e distinta
con,idernção, mui
Cordíalrucnlr.
lldefon,o Sonre, dn Silva
Prefeito ilunidpnl
ORAÇÃO AO DIVINO
ESPIRITO SANTO
Espirito Sanro você que
me eoclurece tudo que ilorni•
no todos ow caminhos pnrn qur
cu ntinja o meu idenl, voe~ qut
m.- dá o dom divino de per
doar e c,queccr o mel que. me
fnum; e que todos o, 1n•·
Lantes de minha ..;do eFIJÍ co
migo, eu quero ne;;te curto dii•
logo, agradecer-lhe por tudo t
c:on.firmnr mni.- uma vez, que
eu nunca quero me separa
?e ~ocê por maior que aeJ• •
:lu,ao material não serii o ,ai
nimo do voutnde que sinto
de um dia estar com você
todos os meus irmão• no ~16rt•
Perpétua. Obrigado maia um>
vez (a pessoa deverá fazer e+t
oração 3 dias !e,:uidos ,ca1
fazer o pedido. Dentro de S
dias ser:í nlcnnçndn a graça
por mais difieil que aejo) pu·
hhcnr assim que receber
8
grnça.
Funilaria e Pint
uras
(;;
u
Rua 13 de Maio, 1080
Porto
-
Murtinho tvS.
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leo,
l f•
o,
hg
27/179
0 MMISTÍ
Escreve David Nasser
l
O ministério di1 • 111.Jerlura está
pronto. Prevaleceu a declsflo 6nlcu de
Flguelrc:do, upó1l longos debates com
seus Ressores, Velhos astros, novas
estrelas, tudo a Indicar a vontade do
que se obtenha em pouco tempo uma
equipe harmtníosn, Certos observadores
talvez descubrum que em alguns casos
esta ou aquela pasta s uduptou a rala
ou aquela figura. Escolhidos os nomes,
• preouohldas 1111 va ~ao, o pranto é livre.
Golbery do Couto e SIiva seró. a
mo dlrelta do poder. Até seus adversá
rios reconhecem necessidade de um
loglsllco à retaguarda de um goveruo
qull onfrentará a turbulência da redemo
orutlz11çllo. Progmátlco, frio, lmpessoo l
o dlsnreto, elo li o próprlc, cimento do
Plunulto. Da suu manlpulaQão nasceu
11 estrnnha vitória de uma Arena venci.
da nas urnas.
Delfim Neto é a esperança do ho
mem do campo. Tel6rlcoe, o agricultor e
o pecuurlsta so, de natural, superslioloeos
Acreditam nos homens de sorte.
Delfim é um deleH. Prático, objetivo,
tem a criatividade, o untuslasmo e, O
bretudo, o boa estrela. Muitos compa
nhelros da terra se animam com a pers
pecllva desse mlnlt;tro da produção, a
pós a paRsagem do noero romântico e
didático Paulinelli. Espera-se de Delflm,
em um Ministério da Agricultura rees
truturado, com o cnfé, o açúcar, o ca
cau, e um banco rural em seus limites,
passe o Brasil a ser novümente um pro
dutor de alimentos para os seus filhos e
de divisas. Nessa área, estávamos pre
cisando de um mnet1tro. NãC bá ploneja
mento do que se deve plantar, não se
sabe o que temos de rebanhos, exporta
mos em um ano aquilo que Importar
mos um ano depois, a agricultura é
con!lsoada, enquanto a industrin é sub,
sldlada.
Talvez Delfim coloque a agricul
tura ao lado da indústria para que o
Brasil do sul deixe de jogar fora o nll
mento que falta no Brasil do orte. E.
preciso repetir, até cansar, que no ano
2000, os países ricos não serão aqueles
que tiverem petróleo, mns os que produ
zIrem alimentos. Houve, no Bra il, de
pois da Segunda Guerra Mundial, a
preocupação de se Industrializar a qual
quer preço. E o fizemos à custa da a
gricultura e da pecuárh1. Hoje, nüo
produzimos setenta por cento do que
comemos, mas a Argentina, ali oo lado,
depois dos terremotos peronistas e das
convulsões politlcos que lhe trouxeram
0 empobrecimento e a inflação, caminha
Pelas mãos seguras de um Martinez de
Roz para a recuperação econômico.
Sem televisão a cores, suas fábricas
lançando velhos modelos de automóveis
assiste ao crescimento do rebanho bovl
PQ(três vezes superior ao nosso em ren-
lmento), produz e exporta cada vez
11!.als trigo e é autosuflclente em petró
leo. Ou o Hrasil se oonsclentlz11 de que
l forço está na terra, ou nté o ano
2
1
000 voltaremos ao desonrosr- segundo
Ugar.
Acredito, piamente, seja este o
motivo da prioridade de Figueiredo à
%opecuária. Por Isso não foi em busca
e um anônimo burocrata ou de um
brilhante prolessor para resolver um
Problema desse magnitude. Para a agri
cultura, preclsAvamub de um Pelé, não
~e um Zoca. Em linguagem de televisão
e um Bônl chamado Delfim, é o que
Pensam 01:1 irmãos da terra. Ele está aí.
na Ponta dos cascos. o ex-embaixador
na França. Dêem-lhe porém um mlnlsté
!Ode verdade, _não essa fantasia minis-
erial que é o da Agricultura, mentira
S um séeulo. Dêem-lhe um ministério
5
Ivo, onde se incentiva a produção, onde
?? estimule a comercialkzção, onde e
namlze 11. exportação.
O deslocan.ento de Má.rio Henrl
~~e Simonen para o Planejamento preen
e o melo de camoo e é a mais natu
l'al das soluçõM. Essa ruanla, agora, de
Procurar culpados para todos os pro-
biamas que onfrentamos, ó tondCncfu de
fim de governo.
Tentam; por exemplo, estabele
cer comparação entre Delfim e Simon
sen, o8 nos das vacas gordas e os anos
das vacas magra. Na verdnado, Delfim
era ministro de Médiel, o presldente que
delegava. Slmonsen, ministro d~ Gelsel,
o cenlrullzador. Cada vez que Slm'Jni-en
entrava no Planalto devia se sentir
como um judeu entrando no Reichstag.
Nilo que o atual prneldente seja mau,
rlspldo, lnclvlllzudo. Aqueles que privam
de sua Intimidade se referem á maneire.
cortês e educada com que trata grandes
e pequenos. O próprio Rubem Ludwig,
o Rubfio, que conheci nas .-gulhas
Negras como cadete, comentava, entre
seus Irmos do turma, outra, a ver
dadeira !mugem de Gelsel: um horaem
duro, mas simples. Entre as virtudes
que todo mundo reconhece em Gelsel
não está, a meu ver, a de dividir. E ostn
era u principal qu'llldRde tle Médlcl
como presh.lente,a de ser um homem
habitável.
. .,.
-e
'·º
e
1
rios; tgrônomos, enfermeiros, o ensino
médico se deteriora, a unlversldade no
Brasil é um um arquipélago. Das bases
sobem para o ensino superior transfu
gas do Mobral. E evidente que para dis
clpllnar a bagunça só vlguém que enten
da do problena horizontal e vertleal.
mente. O professor Eduardo Portela é
uma. esperança. O mesmo aconteci> no
setor de Comunicações, que terá como
reFpoosável o eficiente Haroldo Correu
de Mattos, Indústria e Com·rclo, João
Camilo Pena. Para o Milstérlo dos
Transportes, vlta a inteligência privlle-.
glada do mineiro Elizeu Rezende, o ho
mem tranqüilo. Da Bahia velo um bom
médico Mário Augusto Castro Lima para
a pasta da Saúde. Uma réplica do Nus
cimento e Sllvu para a Previdência 811-
clal, P.llpera-se que seja o Jair Soares. a
Justiço, o raposlsmo de Petrôolo Portella
o poliglota do regime. O ministério do
Trabalho é uma pastu politlc11 e nela se
Instalaria como uma luva alguém do
Laudo. Velo a figura serena e política
de Murilo Macedo. O ex-governador Ce
eor Cals para Minas e Energia. O nosso
Andreazza vai balançar o coreto do MI·
nlfltérlo do Interior. N!nguém tem dúvida
disso. Bem o negócio começa a engros-
8ar. Azeredo da Silveira foi, quer quei
ram quer não, um chanceler agressivo.
Fulou grosso com quem falava grosso.
Que se credite, por dever esse wérlto a
Geisel que o apoiou nessa postura. O
executivo do ltamaratl esteve A altura
da missão. A mesma filosofia de lnde
pendêocia será tônica de seu sucessor
Em buixudor Ramiro Guerreiro, o próxi
mo Chanceler. Na àrea econômico, o
mais importante seria reunir nu mesma
equipe os nomes de Delfim etto, Slmon
sen e (Da pasta da Fazenda) o Karlos
Rischbieler o mais jovem du con11tel!lcao.
os momentos agudos da crise econômi
ca, esses homens juntos darão ao presi•
dente a visão universal do problema.
"Um Ministério de exce
pcional impcrtância"
Delfim entrou naquele castelo
medieval ~ ocupou quaoe todos os
cômodos, Eixcetu os da segurança. Se
alguém ousasse meter o bedelho, era
enforcado na hora. Nãú sei se se lem.
bram de um mluistro ele origem japone
sa, o Yassuda, uma profecln nlpônlcn
Inventada não sei por quem. Perto dele,
o Uekl seria um gên)o, pois o nlsel se
meteu a desartar Delfim e de repente
se viu no melo da rua. Delflm era de
fato o ministro da Economia. O mesmo
não aconteceu a Simonsen.
Obviamente, o presidente ern
outro. A responsabilidade pela polltir.a
econômica do Brasil não dependia do
ministro da Fazenda, mos também de
outros minlo1térios consangüíneos, fican
do a palavra final a Geisel. Competia
lhe fazer a receita, mas não tinha matos
de controlar a despesa. Assim como
Armondo Falcão não passou de urn boi
de piranhas do Ministério da Justiça, o
cristão novo Mário Henrique Simonsen
virou u saco de pancada de todos os
fracassos e de todos os azares.
"Contra tudo isso (quando a
mutérln lhe passava pelas mãos) brada
va violentamente o ministro da Fazenda.
Mas Simonsen,'o mestre dos economistas
brasileiros, nil.o teve a Porte e a autori
dade que tiveram Barre, na França. ou
Martinez de Roz, na Argentina. O espi
rito de solidariedade de equipe A a ver
dadeira fascinação que tem pelo Presi
dente Geisel evitaram que sle abandonns
se uma pasta a que faltava a autorida
de imprescindivel. Com o melancólico
resultado de entregur o país ao governo
seguinte com mais do dobro da taxa de
inf111çiio que recebem." (Eugênio Gudln)
De longe, eu sentia pena dele.
Primeiro, porque acompanhei a sun
carreira desde o inicio, sob n orienlaQlio
helênica de Eugênio Gudin e Octavio de
Hulhões, e sabia de seu desinteresse por
outras vaidades que não fossem as da
intellgêncla. Lógico, quando surgiu a
possibtlldnde de ser ministro, ele acel
tou. Ninguém é de fero. Mas, este deve
ter sido o limite de sua ambição e n
dose dupla não figurava entre seus pla
nos. De repente, não mal3 que de re
pente. alguém, não sei se foi o Venturl
nl, o Marchezan ou Farhat, a lllmpada
se acendeu. "Para umu face de exce
pclonal lmportl:l.ncia, um ministério de
excepcional importância,"
As pastas militares estavam defi
nidas. A du Educação, tudo aconselhava
se partisse em busca de um técnico. Nes
se terreno, meter um político para agra
dar a um governador, ó gravo erro. O
Presidente Figueiredo há de estar infor
mado da crise por que passa o ensino
no Brasil. Não há planejamento, insta
lam-se faculdades em casatõee, advoga
dos trabalham como datilografo+s, faltam veterini-
Tudo prenuncia o desejo de
acertar os ponteiros
O foto é que o Presidente Figueire
do optou por um gabinete de peso, em
bora tenha o disposição de mud11.r este
ou aquele ao corrN do tempo. Só aque
les que o conhecem ele perto sabem qual
é o seu estilo de comandar, ma!I segun
do alguns. delega confiança e retira com
a me&ma rapidez. Segue aquele velho
provérbio àrabe de que, se alguem nos
engana uma vez, a culpa é dele, mas e
nos engana duas vezes, a culpa é nossa.
Não se trata de Ministério político,
uma vez que u mão estendida para a
conciliação ainda permanece no ar. Mas
não há dúvida que se trata de um gabt·
nete realmente de peso, reforçado no
segundo patamar, pela chamala de Os
waldo Col!in par,i. a presidência do
Banco do Brasil, de Carlos Brondão pa•
rn a presidência do Banco Central e de
Gil Macieira na Caixa Econômico Fede
ral. Tudo prenuncia o desejo de acertar
Oti ponteiros num momento em que o
Brasil há de se lançar por inteiro na
guerra autilnflacionsria, no último gover
no militar da Revolução. Só nos resta
desejar boa sorte.
Transcrito da Revista Manchete do
mes de Janeiro de 79.
Cortezia:
Armazens Gerais
União Agrícola Ltda.
'-Uma Organização Elio Batilani"
Bela Vista MS
Progresso com
Liberdade
No discurso em que
anunciou ofi<.'lulmc,nle, a
composição de seu futu
ro ministério, o presiden
te - eleito, João Daptista
Figu•-iredo, traçou um
brevP pnfil de como
será o eu governo e
prometeu ao País "pro
grosso com liberdade,
paz com justfçu, ordem
dentro du dcmocraclfl,
segurnnça uos lndlviduos
ao lado da segurança
do Estado o dcs institut
çõcs, doseuvolvlmento
para todos" Figueiredo
nflrmou que "o exilo de
nosso governo dependerá
da sua coesão interna,
da Ildolldade ele cuda
ministro às diretrizes da
presidência e de que es
sas sejam executadas II
elmeute em todos o8
escalões" confirmando
uma de nuas diretrizes
maior asGlstencla à pe
curia e à agl'lcultura-o
futuro presidente re
comendou: ''portanto,
que às atividades ruraiR
se destine parcela molor
de recursos disponlveis,
em terwos de crédito e
à organização de um
sistema de preços e
garantias de compra do
que for produzido.
Sala de
Imprensa
O presidente da As·
sembléla Constituinte,
d!lputado Londres Ma
chado, designou que a
sala número 40, no pri
meiro pavimento do pré
dlo da Assembléia fique
reservada para abrigar
os repórteres que farão
a cobertura dos traba
lhos daquela casa. O
deputado Londres Ja
chado, rem demonstran
do uma preocupação to
da especial com a Jm·
prensa, e segundo já foi
anunciado a .sala conta
rá com dois telefones e
futuramente com um
aparelho de telex. Guar
dando as devidas pro
porções, a Cfl.mara Mu
nicipal de Bela Vista de
veria lambem dar con
dições de trabalho aos
repórteres cedendo pelo
menos uma mesa e um
local mais apropriado.
Fica a sugestão.
BOCUME!TO
PERDIDO
Mário Godoy Filho.
extraviou oi; seguintes
documentos: Cartelra de
ldentid11de, certificado de
Reservista e Carta de
Motorista.
Publicação ;que se
faz para obteoçlio da
2.a via.
Bela Vista, MS
sns. VJAJ.N'rES
Quando chegar em Porto Murtlnho. hospede-se no
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Porto Murllnho
Muto Gros!!0 do Sul
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de Yilson Fhílemon
Rua Alcebiades B. da Cunha 319 - Bela Vista MS
{/oção
Senhor Governador Ha ry
tcodeudo 1!m moç'o elo. npolo
o a.d da Câmara
representando unanirl4atue I ·]
do V'eeadores dese município, resol
continuar à frente da AdrolnMrn?ªº
Munte!pal até o final do més de mal0
isto é, se merecer confiança de Vossa
de Apoio
Conlecções Civil e Militar e Equipamentos
Grande eorllmento de artigos e!lportivos, tnls r.omo: jogo
de oamln para futebol da oampo, de salão e volcy, chuteiras, 1
jogos da melas, camisas uvulsas de limas para adultos e crlan
ças, quedes rnlnba, equipe e topper, bola Drible para campo, '30-
11o e voley e também handebol. Aceita-se encomenda de caro!·
eas e bordados e jogos do número.
Rádios e loca dl~cos, caixa de som e jogos de caixas
noústicas para carro. Material escolnr, jogos de m a I a,
muohlllB 007. Novidades Camisas, calças, gravatas e ternos para
homens alem de ce.lçados. Tudo para crianças e as ultimas
novidades da moda femlninll. A vlarcontos em geral.
Procuro-not1 e faça. uma. vll'ita sem compromisso.
(Conflnu.:ic.1o)
Edital de Concorrência • - .
licacto no mínimo de 3,5 L m2 de sflto
É{é's5/1o0 compactada conforme especifica6e»
anexa±,
Normn!l Gerai•
3,0 Oufas o nnrµelM, aerüo executnclns no dJmen-
aionnmeuto do projelo 11ncKo, .••
3.J A execução dos coletores de rua Pluviais.
deverão seguir rigorosamente as especificações de
ervlço e o projeto fnrnec!rlo pela Pr_efelturn, no
cao de qualquer dúvida deverá seguir a orlentU·
çao da fiscaliza;o da Prefeitnr Municipal.
3 2 Todos rnaterini• e a mo de o lira n ,erem tl•
tilizados, n execução das obras, deverão rem
fornecidos pela proponente vencedora, inclueir
devendo propor prcçon unllnrio, pnru foroec,
mento dé tainpõés de ferro fundido, degraus de
ferro par PY, preço unitários d,s PV e boca!
de lobo, conforme projeto.
3.3 DeYu~ eer proposto os renju►te• n ac_rem
ofetuados durante n exccnçno Ô9 obrn, de acordo
com !n<lloe• oficiais,
3.4 0 proponeare deverá npre,cntnr o preço_ n
vlstn bem como preço n prnzo, com nlter~çocs,
plaOflS de pugamento e índice do coeficiente n
FCr opliou<lo .obro parcelas ou saldo devcdore•.
35 A proponente vencedor será responsável
por qualquer dnno seu ou de seus prepostos
cnurndo• á Prefeitura ou a terceiros.
3.6 Oe ,erviçor exlra conlrntuaie porvcnrura ,ur
gidos, só serão nceitoB pela Prefeitura, quaudo
devidamente nutorizu<lo• p,·fo mesma, e untes de
ma exccuçao.
3.7 Todos defeitos e vklo• de coa•lruçiio que
porventura ,urgirem, serão dcnunciodos pela Pre
feitura, devendo suu correção ser feita sob iatci
rn rcsponsnbili<lnde <ln proponente.
3.8 , Prcleituro Municipal, acatará a• medições
provl,ória, feita• e nprcseutadoe pelu proponenle
vencedora, após eoaferêncin da mesmn, efetuadas
mensalmente.
Gnhinelc dn Prefeito M unlclpul de Porto
Murlinbo Eotndo de ilnto Gro.,o do Sul, em 08
do Janeiro de 1.979,
lldefoa,o Soarei da Silvn - Prefeito Municipal
Amorim Co-sta
Excelência.
A Cilmnrn o o Executivo ).funl-
clpa 1 rntcndcrnm qua Ml devo aprovuitur
u harmon!a exi«tente entro Executivo,
r,
0
crit1Jatlvo , junlolpul o Cornunldndo,
coótnndo como certo o apolo do governo
do Vosoa Excolêncin, p rn:
r . Concluir os 300 km de ostra
das aberta esta admiuistraço, brir
outras, l!
6
nudo com a República do
Purngual e fonto produtora. dando UBPlm
LJnoío no dc&ouvolvlmento urrropecuárlo
e· Co'!!érclo: /
II - Criação do tormlnal do ex
porlaçílo, dando condlçõc:i 11 oxportnçilo /
e Importação; r
I I J • Pugnar pela lluha de l
trunsmlssúo de energia elétrica rio Uru-
1
,
bupungú;
IV - Con !rução do Centro Edu.
cacional pelo Estado e outrc, pelo 11uoi
cíplo:
V - Conclusão e equipamento do Hospi
tal Cesar Bordallo o construção de uma
Unidade Sanitária;
VI - Construção de um centro do )
Segurança Pública: Delegacia, Cadela e
Destacamento Pollclal;
Vil . Drenagem de óguas pluvl
a Is e pavimentação asfáltlca a lnlclaMo
na ~ª quinzena de janeiro de 1979:
urbanização da barranca do rio com
área de lazer.
Assim sendo, Senhor Governador,
con,•ldamos-lbe para unir-se a nós, na
luta de desenvolvimento do 0011so mun.1-
cípio, conforme Decreto nª 022178 anexo,
que será também o desenvolvimento de
:-1ato Grotiso do Sul.
Aproveitando 110 ensejo, rAD0·
vamos-lhe protestos de elevada estima
e eonslderação, augurando uo Gov1orno
de Vossa Excelrncla, completo êxito no
plano concebido para orientar o desen
volvlmento de ~rato Grosso do Sul, mui
Ateacio,amcnte
Jldefon,o S. da Silva• Prefeito Mun. tle P. Murlin~o
•
l
L
Acucar
)
E;I, 07
0 MERECERIA
" e Fasa
ffiIT@rn
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1
-· Arroz Secos e
PEs
DOA
Molhados em Geral
E CES
M770 €G23$$0 SUL
-----------------
ESTE ESPAÇO ESTÁ RESERVADO À
A Pioneira em Bela Visto
____________ ::::::::::.:.:.:.::.:.:.:.:::..:.:.:.====================------------
Inovação
Si
D ■■ Lazer... ll C D Som
(Discotheque)
1
O Piá dnn Mom~mft® m!J
BONlTO
1-------------------------------- MATO GROSSO DO SUL
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ESTA EDIÇÃO
~011formu foi publicado na TrIbuna Mur.
ttnlrnnr,o, clrculur(l e1J1 Porto Murllnbo,
distribuída à todos os assinantes., Aos
meooH nvlAacloR PXplícnmoe: o jornal de
Murtinho é quinzenal e para os asslurrn,
tes do mesmo, distribuiremos quatro edi
ções mensis, sendo duns da Tribuna da
Frontelrn e dunas d9 'Tribunn Murtinhen
se, totalizando s quutro edições prome
tidas. Os leltoros murtlnbonses nplnaudi
r11m u ldôlu, pois trilo acompanhar os
conte cimentos fronteiriços, e receberão
um Jornal "de peso" como o 'fF - um
Jornal Independente u servlço de Moto
Grosso elo Sul.
VERBA
A Prefeltum de Porto Murllnho reoe•
beu a primeira parcele, no valor de
135.000,G0 do Governo de Mato Grosso do
Sul, para as reformas das escolas esta,
duui11. É a primeira verba cedida por
Harry Amorlrn Co3ia ao povo de Porto
Murtlnho. O prefeito Ildefonso disse que
o governador está de prabens em valo
rizar as administrações munlolpuls e
disse ainda, que o mesmo prometeu fazer
um mutirão para arrumar as estradas do
munlciplo. com máquinas do Estado e
da Prefeitura.
.·
,.
a
o
no
e
• ·li
-
1
.l
HOTEL TURISTICO
Um grupo llguclo à COMAVE, (de Campo
Grande) mulH precisamente o diretor
delltu empresa. 011tá om vias de oonstr,1r
em Porto Murt.lnho, um hotel de catego•
ria lnlernaolonnl. O terreno para a oons
truQilo do mesmo foi doado pelo senbor
lbrnhln Cortado. sendo 4 hectares, na
Faz1:i11dn Tres Barras, um dos locais mais
altos de Porto Murtlnhu, imune nos pro
blemas ocaslonado11 pelas enchentes. Se·
guodo um elemento ligado ao empreem
dimento, o hotel a ser construido breve
mete, terá 2O0 apartamento8, suites, en
lim, todas as crmodlclndes de um hotel
"classe A". Alem de aeroporto próprio,
os hóspedrs tenio a sua dispo içúo uma
lancha com piloto pum. peso Ar no lllo
Paraguai. ' uma grande Iniciativa e com
prova mal!, ~ma vez as potencialidades
turlsticaa d!LJ bela cidade fronteiriço.
FALA 'DO EM PORTO MURTIHO
O prefeito municipal, Ildefonso Soares
ela Silva, rrcebeu upoio dn Càmra Mu.
nicipal e do Diretório da AR E A, assim
como, das classes representutivas do mu
nlolplo pnra contlnuàr no cargo. Ofício
nesse sentido foi enviado no Governdor
Hnrry Amorim (publicado na pãglnu ... )
sollclta ado o pPrmnnêncla do o tua! pre
feito murliohen~e. Nosrn reportagem, em
pesquisa pública, sentiu que o povo está
de acordo com as diretrizes pollticos do
cupula arenlsta do mun!ciplo.
1
) pre
feito Ildefonso solicita. ao Governador
que o mantenha no cargo até o mês de
maio, parn que posse terminar as obras
Iniciadas ( ver ofício).
NÓS... .
Somos contra a nomeação de pre-
feitos, mas... a regra permanece (até
qundo? ) e o prefeito de Porto Murti
nho, um homem honesto, simples, traba
lhnador, não quer "permanecer no podrr"
Pede apenas que o deixem até Maio, pa
ra concrclizur diversos obras.
Segundo suas palavras, " outros
Dnrtinhenses estio ciosos de servirem ao
município e acho que todos merecem es
ta oportunidade". Realmente, muitos pre
tendentes ao cargo já entabulam coo.
lattis visando 11 cadeira de Chefe do
Executivo, mas u senhor governador de
verfl. atQnder o apelo do prefeito mur
tinhense. Esperar até Maio... e ver con
cretizados os planos de Ildefonso Soares
da Silva.
•
FRIGOPORTO
O principal ncionista do Frigopor
to, de Porto Murtinho, encontra-se endi
vldndo com o Banco do Brasil, que co
locará em leilão os bens da empresa.
Segundo comentários. já existe _um com
prador ( ligado ao grupo de Manuel Lo
bo, de Araçutuba) que pretende dar con
tinuid«de a rmpresa. Parece-nos que o
funcionamento do Frigoporto é de ex
trema necessidade, pois criará novos
empregos e gerará maiores divisas para
0
tnunlcipio. Com o fechamento da Flo
l'estaJ, Murtinho, principalmente, a i
mensa massu. de desempregados vive
momentos difíceis.
TELEMAT
O prédio da Telemnt, em Porto
~llrtinho, foi inaugurado, e também jO.
Se eneontru em pleno funcionamento o
ltterurbano. A iniciativa do prefeito llde-
fonso em convenlo com Telcmat Inte
gra Porto Murtlnho às demais cidades
brn1:1lclrr!R servlrlntJ pelo Interurbano. Dia
21 pp, em reunião reallznda no alio
nobre dna C)mra Municipal, n Prefeitura
firmou contrato com II Telrnge (de Golô.H)
para instalação de equipamento8, 50
termluolR e prédio com 60 metros para
o funcionamento do Serviço Telefónico
Urbuno, e, o tão esrwrndo telPfone. llals
umu Vltórlu do prefeito Ildefonso, que
está. cumprindo a risca o seu esquema
de trabalho. O contrato firmado com
Telenge tol da ordem de Cr 810.000,00
e s obras terão Inicio lmerllato.
EM PORTO MURTINHO
A Câmara :funlclpol P a Prrfeltura
trabalham lado a Iodo visando o pro
gresso e o bem estar <ia comunidade. Um
poder respeito o outro. e ambos, se har
monizam à serviço do povo. que lhes
outorgou este poder. O prefeito de
Murllnho é muito grato à Câmara de
Vereadores pelo apolo e incentivo às
reivindicações do municlplo. principal
mente ao vereador Nelson ílarnüo Vitó
rlo do Silva, uma dos esperanças jovens
na politica murlinhense e um, dos cota
dos poro substituir Ildefonso. Em Porto
Murtinho é assim, som mgoas, sem ódios,
t-:Pm perseguições. todos trabalhando, não
procun,odo um !ugnr "forçado" na hlstó
ri, mas fazendo do trabalho verdadeira
história viva de dedicação.
TERRITÓRIO LIVRE
é um espaço dedicado à polltica, aos
negócics, ao esporte, dos municípios do
Sudoeste matogrossense. e está sendo
publicada nos quatro jornais (Bela Vista,
Bonito, Porto l'v{urtinho e Jardim). Quais
quer sugestões ou críticas, favor enviar
corta ao jornalstu lvaldo Pereira, Reda
çilo de a Tribuna du Fronteira, Bela Vista.
Ms, o responsável pelu mesmu. Estamos
explicados?
HARMONIA
Se em Porto Murtinho a Câmera Mu
nicipal apoia o prefeito dando-lhe inclu
sive, um voto de coatiança, o mesmo
não se pode dizer de Bela Vl!;ta. Na
"Princesa do Apa" apenas dois vereado
rei, (O valdo Turlnl e Carlol:l Centurião)
apoiam a Administração Castro Pinto e
o Diretório aguarda a "chamada do Go
vernador'' para submeter à S. Excia a
lista triplice dos candidatos à sucessão.
Sinais dos tempos?
O PRESIDENTE FIGUEIREDO
dará enfn.se especial à Agricultura e à
Pecuária, pois reconheoe que o Brasil
poderá ser realmente o "eeleiro do mun
do". Nós sempre acreditamos nisto, in
clusive, já publicamoR matéria a respeito.
Bela Vista é uma cidade que desponta
pura 11 liderança a região, no tocante à
Pecuária o u Agril!u1tura, e seria de suma
lmportflncio. a nomeaçüo de um prefeito
ligado ao setor, Reconhecemos que o
11.tual realizou uma obra de vulto com a
implantação da sericicultura em peque
nas chácaras, mas poderia dinamizar
ainda mais o setor agrlcoln dando con
dições aos pequenos proprietários
de colonarem no mercado suas produ
ções. Falta. ao prefeito de Bela Vista
uma certa dose de humildade para re
conhecer que também é "humano'' e su
jeito a falhas. Errar é humano. Os erros
de S. Ex.ela silo do., caráter polltlco e
estes erros poderiam ser snnudos com
Equipe TF
um povo de boa vontdo. Bela Vista é
um munfeiplo que preisn do todos os
eu filhos e que stejm dispostos a
trabalhar pelo progresso do mesmo. De
+entendimento a parte, no setor educa
lonl Castro Pinto multo fez por Bel
Vta, mas sua permanencis no cargo
está multo difícil p o I fl n o
conta cem o apolo da CAmara e nem do
Diretórlo e para o Governador Harry
Amorim fato pesar na balança. Mais
uma vez frisa.nos; «omos contra a su
polltlca, mos consideramos u sua ndml·
nIstraço regular.
ASFALTO
Jardim, dn prefeito Fernando de
Freitas do MDB, está sendo asfaltada;
Bonito do prrfrlto P. Rosevelt está s11ndo
nsfoltada; Porto ;,[urtlnbo. !riem. Ponta
Porã ( o rico município ) está todo s
f!tnado, mns... em Rela Vis!Jl, nem se
quer uma quadra mneceu culdarlo11 do
alc&lde municipal... E o tal asfalto co
munitário? Jqul não 1:<Prla poi<slvel? Va
mos agunrdar com esperança, os melho·
rametos que Bel Vista tanto necessita.
CEMAT
A Cemat ei;tá d<·sculdando rle al
guns ti e tores da cldade. nas imedlacões
da rua da República a energia elétrica
é um fato raro. raríssimo. Mas a conta
da luz chega todos os meses, e não pa
gou no dia. Corta. Vamos cuidar Har
monicamente de todos os setores Doou
Cemat?
E DESPONTA
Um nome que cresce no "consen
so " para substituir o prefeito Castro
Pinto. Falamos no senhor Evilasio Nunes
rle Miranda, um nome que se Impõe pe.
lo trabalho e dedicação à Bela Vista.
Polillco na ar,epcão máxima da palavra
Eviláslo harmoniza as diversas tenden
cias e cremos nos, receberã o positivo
do diretório municipal da Arena, lógico.
JOVENS EMPRESÁRIOS
Em nossa cidade, é salutar ver o pro
grei;do e a µarticlpução de alguns jovns
na vida empresarial, exemplo disto são
os irmãos Brandão, de Casa Bom Gosto,
de Serglo Zanardo, da Máquina de Arroz
Paulleta; de Odevar Barbosa; de Miguel
Delvalles, João Batista (Bar Bossa Nova),
Ernando Gasco (persistindo até o fim,
voce vencerá amigo de guerra) e outros.
Slio jovens que trabalham (e como tra
blhan) desenvolvendo em diversos se
tores o comércio e a tndústria de Bela
Visto. ~1erecem todo o nosso respeito e
admiração, e acima de tudo, merecem o
apc,lo e a colaboração dos "tradicionais".
Força e fé minha ~ente
CRISES
E. costume, de carta panelinha, em Be
la Vista, ficar de "buluca·• (na escuta)
dos lutadores do comêrcio, da indústria,
etc, esperando a hora ruim, que todos
nós passamos, para sair crllicando, ex
pellndo venenos como cascaveis, ao Invés
de dar uma pala vrn de estimulo, de in
ceotlvo ... Estes elementos são ervas da·
ninhas e para extirpa-Jus de nosso meio,
é simples: quando alguem estiver cri
ticando algum elemento que voce reco
nhece ser un batalhador, peça-lhe que
não o faça pois estará colaborando para
melhorar o' "homem belavlstense".
ORACO A O DIVINO
ESPIRITO SANTO
E,p{rito SanlO l'ori' qne
me eclareve tudo que ilumi
n11 todug 01 caminho, pnra que
eu atinja o meu ideal, você que
rnr dr. o dom divino de per
doar r esquecer o mal que me
fazem; e que todos os ins
tantes de minha vida restá co
migo. qrro n+te curto dií
logo agradecer-lhe por tudo a
confirmar mai uma ez, que
u nunca quero me eparar
de você por maior que seja a
ilusão material não será o mf.
nimo da vontade que sinto
de um dia estar com você e
todos os meu irmão na glória
Perpétua. Obrigada mais uma
vez(a pessoa deverá fazer ta
oração 3 dias guidos sem
fazer o pedido. Dentro de 3
dia será alcançada a praça,
por mais cliíícil que 1eja) pu·
plicar assim que receber a
graça.
E. M.
l.linislério ~o Exéreila
11 Ex - 92 %ll-4a D
10º Regimenlo ~e Cavalaria
"Regimenlo Antonio João"
O Comanrfante do
Regimento de Cavalaria,
Informa que durante o
mês de janeiro de 1979,
cumprindo campanha de
documentaç!io conjunto
Mobral-Exérclto todo o
cidadão que etá em falto de
documentoe de quitação
com o serviço militar
deverá dirigir - se ao
quartel do 10º Regimento
de Cavalaria para maio
res esclareclmeutos.
Miguel Angelo Teixeira
Pedroso
S-5 do 16° RC
Preço deste exemplar
Cr$ 5,00
Ütica Ponta Porã Ltda.
A (specialisla
Rua Guia Lopes, N 300 Sala B
Ponta Porii
Mato Grosso do Sul
Boutique Charme Apresenta:
ELA: 1
Tribuna da Fronteira
Oue e peva seja bem informado
Bel i- MfS. Ano III - 27-132-79 - MM.o 3lt
ESTUDANTES
Uo Renato Mtrnnda follc!11Rlmo, poh1
pn,sou no vcl!tlbulnr pura Modlclnu
Vetertul'ula. JI enlá circulando "ca
roqulnhn".
Nossos parabéns, extonslvoa
aos 11ouo pnlM : Evlluslo e Elpldln.
«
"Nn boullquo Chnrme vooe
encontrn: urtlgos finos pnrn senhorne,
aenborltns e onvnlhclros".
M<IOO<l
Oulro
onaul que está multo feliz.com o SU
lcançado por seu filho, é o Erasmo
Modolros e u Ramonna. pois Sórglo
pssou no vestlbu. do Engenhnrlo.
Civil.
Dosojumoe sucessos no de
correr de eeu curso.
030
Dr. Robervnl e Tellu, tam
b6m estilo do pnrubens, seu filho
José Ronaldo Ealu vlto:-loso no ves
tibular pora Agronomia.
ANIVERSARIOS chcara vrlos amigos
23/1-78 unos dn Sra. Bclem n. Ro- cumprlmeutá lo pelo mat.
drlgues l:"<;';'4
<A(,)!!O "Bolinhas pU!"ll cr1unças,
24/1· O jovem João Carlos Velarquez. b!Jouterlns do finas q:H,J!dades, só u
coo Boutique Charae em para voee
24/1-16 ninhos dn jovem Zenimr Flcna bem al. na rua Automo Jouo
Ocnmpos, ora reuidlndo uoii EAtados 256, 110 lado rlu Exutoría".
UnldoR. C>'<l>.:<l
060
25/1· SR. RIgoberto Velasquez.
D@3
25/1- 15 primaveras da Menina moça
Fone Souza Corra.
?%3
25/1 Sidney Monteiro Ma11caronhas
Junior e Alemão. A festinha aconte
ceu nn ca11a do Junior, oom dellclo~os
Salgudlnho9 Refrigerantes o multo
SOM;
D9-8G
Entro os qut> lá foram para
nbrnQur os o.nlveraarlantes anotei:
Guto Rondon e Isabela, Léo e NAdla,
Jullnho e sua namoradinha, Jucely
o Aléo!a, Rosolbe, Orlandlnho, Joquo
llne, GIi.o, Cario..
0203
BOUTIQUE
Charme tem para voce oe flniselmoa DSC~
artigos da Cor!, Dobln e Glodson. 26/1· Sonln Penzo recebeu em suo.
Aprovação de Lei
que fornm
Por Nancy
PAfiTIDA
Jorginho Catureb já do volta pura
o colégto em Curitiba, afim de pres
tur alguns exames., Desejamos que
tudo eaio. bom. para que logo cslo!u
novmente entre nós.
VOCE
qu0 curto adoidado um carnaval, nlío
eaqueçn de reservar sua mesa no
G.S.S.P.R. Restam poucas a serem re
servudas.
(J
D
Os Mlnl&tro11 Militares encaminha
ram no Presidente do. Repúbllon oxposl•
ç!l.o de motivos o anteprojeto de Lei
objetivando amparar, com pensão es
pecial. os ox-comb11tontes lncapacltadoP
deflnltlvamento e necessitados. desde
que não façam jus a outras vantagens
peounlãrlus previstas na legislação.
Tendo sido aprovado pelo Con
gresso ~acional, o Presldeote da Repú
blico. sancionou, em t7 nov 78, a Lei
6592, toronndo realidade uma justa nspl·
raçlio dos nossos leblanos.
(Lei 6592, de 17 Nov 78)
Concede amparo aos ex-combaten
tes julgados Incapazes dofinlllvamente
para o senrlç'> militar.
O Presidente da República
Faço saber que o Congresso Na
cional decreto e eu sanciono a seguln•
te Lei:
Art 1 Ao ex-combatente assim
~ons!derado pela Lei 5315, de 12 set 67,
Julgado, ou que venha a ser julgndo
Incapacitado definltivarnente, por junt~
Militar de Saúde, e necessitado, será
concedido, mediante decreto do Poder
Executivo, pensão especial equivalente
ao valor de duas vezei; o mnlor salário
mml~o vigente no Pais, desde que niio
taça JUS a outras ,antngens pecuniárias
previstas no. legislação qu':3 ampara ex
combatentes.
§1!! Considera-se necessitado para
os ftns desta Lei, o ex-combatente' cuja
sltua~ão econômica comprometa o aten
dimento às nece111ldndes mínimas de sus
tento próprio da familia.
!>"':i:A:l
A FAMILIA
Múrlo Vargas já de volto, após uns
dias de férias pelo Rio Grnnde do
Sul, onde foram rever familiares.
!>-!(;;;€<!
CASAL DA SEMANA
Jollo Blsmarclc e Simone Acloly.
o<1
A BOUTlQUE
Charme espera voce que gosta Je
vestir-se bem com artigos de quall•
dnde. R. Antonio João 256 Bela Vis
ta - MS.
$2° A condição a que se refere o
parA~rnfo anterior 11erA constatada me
dia ale sindlcO.ncia a cargo do t11lnislé·
rio MIiitar a que .;stiver vlnoulado o ex
combatente.
Art 2° A pensão eapecle.l de que
ee trata esta Lei é intransferível e Ina
cumulável com quai~quer ren:limontos
racebldos dos cofres públicos, inclusive
pensno previdenc!6.rla ressalvado o di
reito de opção.
Art 32 Qualquer Organlzaç:io Mili
tar que tomar conhecimento da existên
cia de ex-combatente nas condlçõe11 es
tabelecidas no Art 1°, providenciará se
ja ele submetido à inspeção de saúde e
à sindicância u que se refere o $2° do
referic:lo Art 12.
Parágrafo Único As providências
referldar, neste artigo poderii.o ser reque
ridas pelo próprio ex-combatente.
Art 4 As despesas decorrentes
da aplicação da presente Lei serão aten
didas à couta da dotação orçamentõrio
de EncargoR Prevideneiários da União
Recursos sob supervisão do Ministério
da Fazenda, destinada ao pagamento de
pens10nlstus.
Art 5 O Poder Executivo regula
menturá esta Lei no prazo de 60 (ses
senta) dias, a contar da data de sua pu
bllcaçlio.
Art 6? Esta Lei entrar em vigor
na data de sua publicação, revogadus
as disposições em contrário'.
(Para Malort!s E~clnreclruentos ·Dirija-se
A 5 Sec/10° RC)
Meteoro caido no ílra
sil desperta interesse
Mundial
Rio, A - A descoberto,
no Brneil, ,relo primeira vez
"in natura, de uma liga de
ferro niquei nté então só obt
da atrdvé, de rcntore, nuclea•
res, ceu pro,·ocando ia1ere,ae1
,ln ciêndn internucionul. A li
ga foi encontrada no meteoro,
que cniu, no •éculo pn-.ndu
em Santa CRtnrina. A dc•co
berta foi feita pelo profe•sor
Jucque, Dnnon. do Centro
Ilra,ilciro de Pesquisas F!eic,u
vinculado ao Conselho Nacio
nnl de Desenvolvimento Cien
tllico e Tecnológico CNPq,
com n coopera~llo dt>• pcsqui
s,dc-rc• Rosa Scorzelli e Isa.
bel ousa Azevedo, do CBDF,
" Walter Curvelo, .'.luseu Nn
cionol.
Oma equipe de cicnti,tne
franceses deverá chegar bre
vemente ao Brasil. no fim de
detectnr, em Sunto Catarina,
n existênc!o de outro, ;;rnndes
frngmentos do meteorc, nlém
do que está emn poder do .'.lu.
seu n11cionnl. A equipe estrn
geira utilizará equipumento
dr. alta predsiio pnra a locoli
zaçáo dos fragmentos, com
vistns a aumentar o conheci
mento já ndquirido graças à
primeira d':!scobertn.
Trata.se de pe,quisn que
vinha sendo tnmbém efttua<lo
embora ecm auccseo, em dife
rentes pnlse,, entre elce a
França, onde era liderada por
cicntistus detccrlores do Pre•
mio Nobel de Fllicn. A des
coberto tem profundo implico•
ção no conhecimento do sistc•
ma solar e até em processos
industrias, nma vez que a li.
ga ó era obtido, até entiío.
mcdinnre reatores nucleares.
P possível, segundo pena o
professor Danon, que o mes
ma liga exista n natureza, no
próprio globo terrestre, ioclu-
1ivc no Brull.
"TADEU''
l'i!urnelle. nosso fanclonórlo logo os.
tará servindo no 10? RC. Seus com.
panhclros du Empresa desejam-lhe
fcllcldndes.
!)A..!:'-0
vIPS LUNCH
Aconre.:cu dia 6-lo lo grito carnavalesco
oa Vip's Luucb, nnlmudo pelo conjunto !'ia•
fari show, Foram destaqurs» pela animação 0
casais: Maneco-Nice, Edvalfo-Vera Iegina,
Ocrsy-Salomé, Veco-Lenira Jairo e a lourí-
1imo. Vanfnha, Preto-Zair, Negn-Cnrln, Cu,.
111vo-Jack, E11dínho-ll,-atriz Helena, Bcrnnde,
te, Adriana, Pola e Fatima Durlnmoqui.
-.<&
VERAO.
A noaea praia do Rio A pll ~alá íre
quentadfsslma. Durante a emana inúmero
visftan1e1, porem 1101 fim da semano mo
vimcnto é mais intenso. Falando em verio,
a piscina do garoto "Flavio Augusto", sempre
lotado por seus inúmeros amiguinhos,
O Imposto sobre Circulação de
Mercadorias ICM • uão atrasará neobu!!l
dia no E taclo de Mato Grosso do Sul.
Isto foi o que garantiu o titular da Se
cretaria da Fazenrla, Paulo de Almeida
Fagundes, ao depurado Walter Carneiro.
Segundo o dt1putacio, esta aflrmaçlio,
slgnlfica uma tranqullldade paro a maio
ria dos prefeitos, tendo em vista que t,
ICM rnpresentará mais de um terço das
arrecadações muuícipals e ocorrem pro
fundos ob,;tãculos na execução do pro·
gruma de obras das administrações
quando o Estedo não libera esta Impor
tante sorna no tempo certo.
l
e
pe
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Tribuna da Fronteira
Escritório ;eral de advocacia
Sergio Roberto Peronrii
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