TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº314_27_01_1979 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº314_27_01_1979Número da edição314Data de publicação27 de janeiro de 1979Número de páginas8GeoCoordenada -22.117449388986444 , -56.52043721175012 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº314_27_01_1979 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto POR M Página 7 E e (Páylna 2 - é pois é) --------------·---------------- .. ' -· t -_; .. ,, ' . M possui cinquenta e claco munl cfplos todos grandes e belos. Mas des tes existem dois pelos quais mais tenho simpatia. Trata-se de J ar d i !D ( que nome lindo ) e Ma r a c a j ú. o primei• ro o povo é tão bom P- trabalhador que com poucos anos de vida eRtu Cidade já tem coisas que multai, grandes e an tigas metrópoles deste Estado, não têm. E. o que é mfll3 importante, sabe reco nhecer o valor do alienígena que de lon ge vem trnzer um pouco do seu tsforco parn a melhoria de Rua gente. E o se gundo, tem o Prefeito mais inteligente e trabalhadc.r de todo l'rlato Grosso do ui. Prata Braga ou melhor Doutor Prata Brga Mui Digno e Honrndo Prefeito dsi. Cidade de Marncajú Doutor? Por que'/ Há de perguntar aqueles que sabem da simplicidade de formação acadêmica do Senhor Prata. Doutor, sim. Porque um título pode ser frio como o mármore, de uma sepultura, st> :ili.o dermos ao 0 mais cotado para. substituir o atual mesmo, o calor da vida de quem etu- Prefelto dando obteve um g&.1-'lrdão deste. apro• - vella-se para dar melhor condições de vida aos seus semelhantes. O advogado. médico, engenheiro, professor, farmaceutico ou o•Jtro profis• slonol de nível superior é um srvo da comunidade já que esta deu-lhe condi· ções de, pelo estudo, alcançar cuminãn cias que habilitaram-no a liderar orlen• ter e comandar coisas para a melhoria daquela de quem é devedor: o povo. Sim meus amigos todos os homens ao receher, um Diploma deveriam, em pri meiro lugar, agradecer a DEUS e em segundo prometer dar tudo de si para honrar o Titulo que fez júz mas que todos através impostos ou outros tipos de contribuições ajudaram a pagar. Ora, meus leitores, se, sem na disto, um homem consegue levar coofo1• to e melhoria pora o seu povo. Ora caros amigos sem ter diplomas, titulos ou pa péis Maracajú é previlegiadu pois tem o homem sábio que conseguiu já para sua gente tanto conforto com o que eles não contavam para os próximos dez .anos ou mais. Mudou, disse-me noutro .dia um gaúcho lá daqut>la região. Mudou tudo e- dizia ele, mudou para melhor. Normalmonte os Homens que dP.verlam executar as mudanças mudam mesmo mas sempre parn pior a nós temos um montllo de exemplos por aí. Não conheço, pessoalmente, Sua Exela. e prefeito de Maracajú e talvez nunea vá ter esta oportunidade mas se tivesse hoje de escolher o Executivo do Ano a o voto final fosse meu, vocês jó sabem quem seria o homem. f , e F r 1 Ely de Araujo Barbo a Sindicato Rural de Bela Vista Convocação 1 l O Presidente do Sindicato Rural de Bela Visto, convoca a Comissão da 7a Expobel de Bela Vista, para urna reunião no dia 31 de Janeiro, às 0 hs. na sede do mesmo, pura tratarem de assunto re• lattvo a Prestação de Coutas da última expuslção. Dr. Roberval Borges Presidente Dr. Olavo Monteiro Mascarenhas ADVOGADO OAB/ MT 1615 Causas ivVle e Criminais Rua Antonio João, 842 Bela Vl;,ta Mato 6rosao Sul a.r Educação e DE P Políi'ica Clube Esportivo Selavlstente ConvocJ.çüo: Convocamos os senhores ns so&lados paru Assembléla Geral, a ser realizada dia 5 do fevereiro, na Sede do Clube, com o. finulidn<le do apesntagão de chpus p ru a t•lerçno dli novn dlro toriu. Abraão Armou Zacarias Presidente Poderia lhes dar uma série de e xemplos mas ttcrel sómente com um. O Governador Amorim Costa, resolveu d a r u m atliantameato de ver bas para o conserto de escolas uflm de que as mesmas estejam em condições de funcionar ulod& a primeiro de marQ.:l Mal disse, elhor fez. Algumas prefeitu ras organizadas, como Maracujá, já ti nhom feitos o8 seus orçamentos para Ili· to e, de cara, viu que a bo vontade de Sua Excia o Governador nlio la dar para nado lá em !!eu município. E o que fez o prefeito Braga; Correu até os As sessorE-9 de Amorim Costa? Não. expôs a situação de sua gente e suo escol& e falou, isto não dá nem para a saída e se fôr só para isto lá em Campo Gran de não vou. E não ia mesmo até que recebeu aviso de que com multo sacrifi clo (e é verdade) o Governador iria au mentar a cota de sua cidade. Cota esta que p.ara alcançar o previsto no orça m ao to de Prata Braga só faltou cinquen te mil cruzeiros. Era de mll e quatro centos, recebeu til trezentos e cinquenta. E é por loto que digo Diploma é bom é útil te-lo (eu tenho alguns) mas vale multo mais ser henesto, trabalh!!. dor e honrado pois 11ão coisas que não são adquiridas nas escôlas e, por Isto fazem parte do homem que vive para St,rVir e nunca para ser servido. Parabéns Maracajú onde o homem que manda liga pouco para etiquetas e muito para o seu Povo que jamais Irá esquecê-lo pois o que é bom não neces sita de " Curriculum Vltue " ... florido. Ivan do Nascimento A Pedido Rachid em Porto Murtinho O Senador Rachld Saldanha Derzi esteve em Porto Murtiho no dia 17 do Corrente e num espaço de três horas, reulu os vereadores da ARENA e expos aos mesmos, a sua meta ele oral para ~enador 9iôoico que serà submetida ao Colégio Regional, dia 27 do corrente, pe dindo, naquela oportunidade a colabora. ção da· Edilidade em apolo ao seu nome. Antes de se despedir, convidou os vereadores para estarem naquele dia na Capital de Estado, sendo o transporte e hospedagem por sua conta. Fazemos votos que a vitória biônica do Senador se ooncrettze, onde ficará, se eleito, representando Mato Grosso do Sul no Senado Federal por mala quatro anos. A.F.N. Brasileiros Assaltam €Cetro te Saide de Pedro J. Gaballero Pedro Juan Caballe ro, (Paraguai • AFP) Qua tro delinquentes brasilei ros assaltaram a tiros o Centro de Saúde da cidade de Pedro Juan Caballero, situada oa fronteira do Paraguai e Brasil - provocando feri· mentos e tres pessoas. Os assaltantes pre tendlam resgatar outro bandido, também brasi leiro, procurado pela po licia do seu Pais e que depois de matar um paraguaio, foi internado no hoFpitaJ daquela ci dada. Pedro Juao Caballe ro é uma cidade gêmea da de Pont!l Porá, em Mato Grosso do Sul, da qual está eeparada por apenus uma larga aveni da. Liberdade Cnmpo aberto pra correr, Eu não quero soCrcr, Quero ser lire como as an dorinhas do céu, Desenhando num papel, Os desenhos de viver a liber- dade. Cnda miouto, cada presença. Acorrentando a minha mio. S6 meu pensamento é livre. Pra ir longe da solidão. Longe do raciemo, tóxico&, drogas, idas pra vender. Liberdade pra fugir eu quero, Pra conseguir sobrevirer. Guerra», correntes segurando o negro. A escravidão_passou só no pa pel. Guerras, corrente, ,cguro.ndo a humanidade, Medo da, bombas qac explo de pra matar. Quero fugir pra otifrcntnr, Hois enquanto alguém se de- »espera, Fabricam armas em outro lu- F b . gar. aricando o computador, Esquecem;-se de pensar mais ao amor. Beatriz Sant'Anna Coninghamn Dela Vta MS 11 BINCI DE REVISTAS DE Proprital de 0levar Barlosa Fica bem aí, pert.o do Belavistense Não deixe de SITA-LA kampa Desenhos Dc.cnhos Arq111lcti>nico1 C6pi« Helliogrficas DoacnlioR Pohidtárioa 'l'opogr:Hico, - Duenbo• e Plano• cm Ocrnl Sergio Romão Knmpn Av. Draoll . Ed. Cinelnudi• • S111& 201 • l• Andor Ponta Por !llnto Groseo do Sul Tribuna da - SEMANÁRIO - (20/2/72) F U N D A Ç A O lvnldo Pereira Administração Redação e Imprewio Tua Duque de Caxiftl 1/n Dela Vutn 111S. Cx. P. 20. EXPhDlE Diretora !llaria E1teln V l'ereira Editor I nldo Prreira Gerente Gil,on Silva Santo, Regi■tro Tllulo1 e Documento■1066 CGC-MF o:-1.?0l266i00Ul•90 lote. Eat. 1306923-13 AS SI Dcmai■ Fronteira TE ATURAS Bel Vista-- CrS 300,00 Muuicipios CrS 400,00 E O NEGÓCIO .., ovo do !Rto é. nuo pegou mesmo, 0 %. _ o quer as deduções diretas (só leiç0%} na s, jsl; ações levem o reteis e,""%,,""i s credo. pensamento e este s fol asslm que qua treco complicado, mn e, Gran• um leitor nos encreveu de ampo seu ie. is@i puro o 4fl"",, si nome, ser atendido. Diz,ele q mo ue riio irrevereiie «os fe°E%k faz us delicias da lmpronsa a . • TF P junto com s sisudas matérias da , • 1 dos melhorei; r 0 torn11 este jorna um d vlcld i«tão (@ 4 piada 340) 1p}, ', i basta comparar. Intimo a reça E jíU:A editar novamente o E POIS • ízer de volta o brllbnnto Podru Pedreira E O BOM 'FILHO Á cAsA TOA Voltei ... para rever os amigos ,que u , dia ... 6, pols é... atá parece ~uslca d11 seresta, mns tô ui e no bro, PP de volta e o É Pois É na 1ogndu. • Um 'abração a patolfl o.miga que deu o.quéla força e encucou u direção do jornal. forum buscar o PP ló. das prahis e ele começa tudo de novo. SUCESSÃO , 0onversel com o Adalberto Sant Anno, veterano dn polltlca belavlstense e o mesmo n08 informou a respelto de um trnbalho que está realizando juntamente com o Rotary e a lfaçonaria, Trans formar Belo. Visto. em polo regional. É isso ai. a turma bota a boca, mas o Sant' Anna é um verdadeiro jovem, sem pre entusiasta e defenso:.- do. terra. Os "intelectuais" e os "políticos:•,só servem mesmo para criticar, em rodinhas fecha das, degustundo o bom escoces. e o gov'ernador nomeado para ~rato GrC1sso do Sul, Hn.rry Amorim, resolver substitu ir o atual prefeito de Belo. Vlstn, em minha humilde opinliio ele deverá nomear um TÉCNLCO. Um-cara que goste da AGRICULTURA e da PECUÁRIA (que não seja gigolô de boi) e que tenha a oabPça fria para encarar o desafio de torDllr Bela Vista uma cidade pro gressista. Fica aí a deixa ... Ob■crvaçAo O, artigos publicados com as,inntura• do1 outorc• nõo tra.duzcro ne ce■Páriamcnto n opiuiilo e pensamento do Jornal. Sua publicação obedece aos propó sito• do• dcbnte1 <los 1iroblemn• mun1c1pau 0 de rcílotir as diverso• tendência■do pcnnmento univer,nl. . MAS .. se o Dr. Castro continuar . . . PELO Alü0R DE DEUS, contrate um ASSESSOR para c.ssuntos urbunos, outro para ASSU lTQS P0LITIC0S, e outro para RELAÇÕES PÚBLICAS, senil.o a vaca ------------------------------------------------------------ - EZZE BT&t Ambiente Seleto Antonio João f/ pedro pedreira t nte é S0 fAR es vai pro brejo. 0 1m%"anvóisimento 1 d. acelar d torgos via k; quele ne6elo 1o do Dela Vista. U' te. Apesar de f: ti ur a correm '. l Médiei: 10r1!+ " ·ditamos que 0 so tudo, nós inda cre ,;olt:uú a b•i11H1r. " I'l É QUE E FAZ A5' prata. de Ma- r · G <' tz; r d • q11u;1tl('I o prP lllt<> 1 ·' ,-. , . " foi rece- 'ú <l •'(· tempo de loucura ro.coJ , r> , . as; reformos das er u su parcela par8,,, trc-mendo gri- cerceies gi"e,%iã, «Go«rir to. QuerHl CrS 100 000 00 Prata gritou, iria dar nper,a!' • • ' ' •1o e chorou. io 4a.por s %,'h. e isso si. Resultado: levou · ,J. • • qccm nilo chf))'n, uilo mama. E A BRIGA a, CAmara agora é pela preidenc!a,"; ae ' ireses que'0 «,""?ia ão vembrn mudou o quo ro 1 mun'cíp1o. Os dois vereadores do tu prefeito. 'T'urlnl e CenturJíl.o, nlio se( er coutrnro em po6içõe:i confortâvels n o rei ser.,c, 6 ave"+.,,2%32" o ex,rnílCHdnto à drputado y raujo Bnrbosa·· é o mal6 ootado para absttulr Castro Pinto. Marques 14 /% o que devrrln ser feito, 0dillon _ 11 franco ntlrador; G~tulio e Iàelfon&o sao do MDB, fica então o mais provável e telvez o mais Indicado: Nivaldo de Barros. E O NIVALDO é. reolmente, o político que possui aque la quulldude que drsperta entusiasmo e as vezes rancor. mas... carrega dentro de si u vocação político.. PER0NDI o advogado Perondi, eAfriou um pouco no t'lconte no o.sRunto po!ítlcn. O que é que aconteceu com o gnúr.ho? Sl.'rá que as conjunturas não são propiclni-? Ou a busca do tutu não permltE! tempo para a política? Vamos deixar de acnmular e pensar um pouco mais na comunidade ... e oão adionta reclrirunr ... é o povão que pede a presença de Sergio Perondi na política. ESTE ANO nosso. coluna vai analisar e se possível elogiar ou criticar, a formação do Dire tório da Arena e do MDB. Chega de a comodados. '/amos dinamizar o. politlca municipal, nprovPito.ndo novos vulores e reconhecendo o trabalho dos vatera nos (alguns) Desenvolvi da vacina contra a Cárie Cumpina11. Cienll tw· da Faculdudfl de Odon tologlu da Universidade Estadual de Campino, em Piracicaba, consegul rom tsolur o prl'ldpnl agente cnrlugênico e de tormlnur uma vacina ca. pnz cle• pr1-1venlr o radu zlr inéldenclu de crie dontnrla no País em pelo menos 60 por cento. o diretor do Depar mento d(.) Biologia e Pa. tologla Buco-Dental dn FOP Lourenço Bozzo, disse: a cárie dental é u ma rla mais prevalPcPn• tes doenças dos sere bumenos, nfi.o havendo no mundo, praticamente nenhuma órea geográll· ca, cujos habitantes no exibam algumu evidencia de cárie. Afetando at bos os sexos. ll doenca atinge no Brasil, utu11l mente, mats de 95 por cento de sua população. A va clna já està pronta e os testes básl cos com animais, em la· boratórtos, jó. foram ren, llzudos pelos Integrantes da equipe do professor Bozzo. A equipe iã 000 • clulu que a vacina deve ser iugerlda e atuará, sempre, por lnterwédlo da saliva. Leia e assine Iria da Fronteira de João Freire de úliveira Refelçlit1 Caseira O seu lar em Antonio João O Hotel da Fronteira. Hospede-se no Jeane Hotel e sinta-se em sua Casa. Padrão de qualidade Rua Amambai com Bela Vista Mato Grosso do Sul ma lliJlllJ PRODUTOS: lnsc. Estadual 13063157 /4 -- CGCMF 03334612000109 E:d.Tel.± «FAZENDEIROS> Veterinários' Ma$19s, 3zeg_ ggja 9L33 32±pg s1y . Cred MA Port 25/72GEPA CR:1/n.!! 0516 VETERINÁRIOS: Vo.cluas, Sal 11inerc1I, Sôro .nti Ofídico, Antibióticos, -~UtiíJarusitários AGRIC0LAS: lnseticlda,3; lFolidol, LAVC, Edex) Herbicidas; Teflan, Bu.sugran e Sencor Tordon 101 e Secafix) lnoculautu 'SEMENTES: {_Arroz, Soja, MUho "Car_gll") SE:i_fü.lTE:S DE PASTO: (Coloniti.o Jarn~uii.. 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Postal 25 Mato Gro.s.so d, u 1 l L-IIBOCLÍN C Dr. Orozimbo Silva Neto MEDICO na, Clinica espeClalizitda. em doenças reumáticas, doenças da colu fietoterapla, recupere9ão e clínica méiilca Ex-Prealdente da Escola de Medicina Ex-professar assistente da Assistência Médica de São Paulo } R. ide Setembro, 409 Fone: 431-2194 -~Ponta Porã-MS Estado de Mato Grosso do Sul Prefeitura Municipal de Porto Murtinho Edital de Concorrência Pública n ° 001/79 0 Prefe!to Municipal de Poro Murtinho Estado de Mato Grosso do Sul. torno púhllco, pa• ra conhecimento dos interessados, que fará rea. lizar às I0 horas do dla 8 de fevereiro de 1979 na arde dn Prefchura ."llunioipal de Porto Murti uho ~.S, concorrGndu l'úbllca, de coníormidnde com o Decrelo lei Fedcrnl a.o í3!40Jí3 e Drcre, to Lei n.o 700/67, para execução do asfaltamento melo fio (guias sargeta»), coletores de águns Plu vais e suas obras complementares em vias logra. douros públicos da cldado de Porto Murtinbo MS ob a forma ,le l'lnno Comunitário, conforme Lei ;1uniclpal n,o 536 de 21 du Uezombro do 1.978 no sii!ema de execuçno por administrução índire• ta em forma de conceufio e emprri!acla direta mente, l • Objetivo da Concorrencia 1-1 A concorrência de que trata o presen te Edital destina-+e a receber propostas de pre ços unitário» dos serviços para execução de pai mentação asfáltlca, meio fio (Guia» e argeta»), galeriu1 de águns Pluviais e suas obras comple· mentares em vias e logradouros públles de Por. to Murlioho MS, co11forme espeoificnçõe1 cone. lllnlc do projeto anexo e normas delermioodus por oste Edirnl. 11 • Disposições Gerais 2-1 O proponente deverá entregar ao Pre widente da comissão de Licitações, designado an tecipadamente para este fim na sede da Prefeitn ra luniclpal de Porto lllurtinho ilS, nté ãs 10 horas do dia 7 de Fevereiro de 1,979, dois nve lopes separados fechados, locrudos e rubricados, contendo em 1110 parle externa e fronteira o8 se guintes dizeres: A Prefeitura ilunicipal <le Porto Murti nho l1S. Concorrência Pública • Editnl n.o 001/79 l<'irma ------------ Endereço --·--·-········-····-···-·-··-·-·-···-·-·- Declnrando as seguintes caracterlsticaa cor• respondentes a cada envelope: Envelope I Documentos Enveloptl li Propo,!a 2-2 O Envelopo I Documentos, será aber to em primeiro lugar no ato da concorrência e deverá conter a relação documento citados neste Editnl e camprobnt6rios da idoneidade téc nico, financeira e personalidade jurídica do pro• ponente, os quais serão analisados no ato da con corrência. 2-3 O Envelope II 6rnentc será aberto a. p6e anuli,n1o o envelope I desde que o me,mo tenha sido npro1•ado. Deverá conter a proposta em três vlas, sem rasuras ou entrelinhas, istadas todas as vlas pelo proponente. 111 . Oocumentaçilo .1 Todos os documentos exigidos neste Edital, poderl!.o serem apro&en!ados ecn forma de fotocópia autenticada, desde que não boja rcatrl• ções pelos 6rgiios expedidores dos mesmos. 3. '2 Todas declaraçõc,, deverão ,,ontcr as auinaturo (s) do responsável pelo proponente, com firma reconhecida. 3. 3 Todas as certidões exigidas, deverão estarem dentro do prazo definido pela legielnçilo em vigor. 3. 4 Personalidade Jurídica 3. -1. 1 Fotocópia da Cédula de Identidade, dos sócios diretores da empresa. 3. 4. 2 Certidão de ,egistro da firma na Junta Comercial do Estado de Origem da firmo, ou fotocópia do conlrato social regi,trado no junta, com respectivas alterações e eus registros. 8.-l.3 Inscrição do Registro Civil das pes os Jurídicas, do ato constitutivo e estaruto em vigor da, sociedndc• civis, bem como do ato de invc,tidura de ,cus represenuntea legoie em 11xercicio. S,4.S Arquivamento no Junto Comercial ou repartfçllo ~orresponJente do ato constitutivo e esllltuto cm vigor, dos sociedades comercial, bem como do ato de investidura de seu, diretore•. 3.45 Arquivamento na junta Comerclnl ou reportlçfio Correspondcn!e cm caso de socie dade anônlmn dn publicação das alas das assem bléias gerai, que tenham aprovado ou alterado os c,tatutos cm vigor e eleno, odmioistrndore, no exercício do maodato. 3.4.6 Prova de quiuçiio com o oerviço Militar, do diretores da firmo, ou atestado de permanência no País, quando se tratar de eetran. geiros, dispensados o rcconhrcimcnto de firma em cartório. 3.47 Prova de quitação com Lei 8leitoral a t r II v é • de apresentação de certidão emitida pelo Cartbrio Eleitoral, dos diretore, rrspone:ívei■pela empresa. 3. 5 CAPACIDADE TÉCNICA 3.5.l Ccrtidúo atualizada de regist.ro da firma e do• rcspon,hcls Técnico, no CREA e prou de quitação de ambos, no Crea. 3.5.2 Certidão ou atestado fornecidos por entUade púolicn ou sociedade de Economia mixta, comprabat6rio da &.:ecuç:1o dlretnmente pela firma ou execução pelo seu responsável Técnico de obrai similares ou objeto desta con• corrêncfa. 3.6 IDONEIDADE FINANCEIRA 3.6.l Inscrlçllo no Cadastro G~.rul dos Contribuintes (MF) 3.6.2 Certiduo negativa de Imposto de Renda da Erupra. 3.6.3 Certidão negativa de Impostos Eta- d uai,. 364 Cerldlo negativa da Importo Mu aitipoi,. 3.6,3 Certificado de Heglarldades de mi tuução do proponente junto ao Inamps 3.6 Hrova de quitsçlo de importo Sindi cul deido pelos Empregadores e Empregado. 36.7 Pro de ituão regular perante o FGTS. 3.6. Prova de situação regular junto ao Programa do Integração Social (PI5). 3.69 Certídao negativa de falência o concordatas da empresa o seus diretores, expe pida pulo cttrtório da sede da Emprcn, 3-6.10 Ate,rndo de idnneldade (lnnnceira da Empresa, expedido no lugar de sua sede por dois E.iubdecimento, Bnnclirioa qne, por ei ou pelos acionitns detendores de seu controle e nd mini•trndore•, nllo piirticipem do capital ou da direção dn emprern, emitidos no máximo triora dias onte, dn concorrênoin. :J.6.11 Certidão da lei do, :?/.1, artigo 360 da C:LT. 3.0.12 Certidão negativa de protestos da empresa e seus diretores, expedida n Comar ca onde a proponente tem sedo, no máximo 30 dias antes da concorrência. 3.7 Documentos Diverso• 3.7.1 Decl•rnçtlo de pleno conhPcímenlo de todas as leis, regulamentos e usos locai vigentes no Munic!pio de Porlo ~lu.rtinho MS. 3.7.2 Declaração de pleoo coRhecímento do tudo que se relacione com as condiçõe, 1erala da obra, inHalações especialmente o que diz res peito a existencia de jazidas, materiais naturais e artificiai condição de transporte, precaridade de vias ele aceaso, condições climáticu e even1nai1 diflculdndes de mlio d<" obro. 3.7.3 Declaração de aceitação de füealiza ção da obra. pela Prrfellnra Municipal de Porto Murtinho !ilS. 3.7.-l Drclnraçllo que no preço unitário ou total, estão incluida1 •• leis oclais, emolumento e outros encargos a cargo do proponente. 3.7 5 Declaração de que caso vença a cion correncia que trata este Edital de fnlciar vs tra bailios com 30 dins após ouinatnra do contrato. ANEXO I Serviços a e:<ccutnr I COLETOHBS DE ÁGUAS PLUVIAIS UNID. 1.1 Demolição de calçadas M2 1.2 E,caveçilo de vala, em terra compacta até 1,50 m. <le profundidade .ML Esca.-ução de valas em terra compacto de 1.50 a 3 m. de profundidade. ML. 1.4 Apiloamcnto do fundo nne vala, ML 1.5 As,enta1uento e rcjuntaruento de tubo, com orgamassa de cimentos e reia, traço l3 incluaie o trousporte Jo■referidos tubos até local da obra. 1.6.1 Tubo com 30 lf.L 1.5.? Tubo com 40 M.L 1.5.3 Tubo com (,O M.L 1.6 Fornecimento de tubos paro a mxecu ção de rede de galeriu i'lovlai,, posto Porto ilurtinho. Tubos com Tubo, com Tubos com U Alvenaria lobo UN. I8 Alvenaria completa dos PV, especificado no projeto. UN. 1.9 Tnrupn doa PV. em concreto armado ou ferro fundido conformne medidas do projeto, 1.10 Fornecicnento doe ralo, para bocas de lobo cocforme projelo, UN. l.ll Reaterro das vala, fortemente apiloadas 1.11.1 Até 1,50mn. profundidade. ML 1.11.2 de lS0m. n 3m de profundidade. L 1.12 Recomposição das calçadadas MA 1.13 Gaia• o ,ar:;:etu, fnndidas no local eon• forme projeto, traço 13.4 ML Il4 Reaterro em camadas de 0,20m, apiloadas até 1.50m de profundidade. !i!L Ll5 Reaterro em camadas de 020m. apiloa• adas de l,50ru até 3m de profundidade. ML 1.16 Recomposição de calçadas. M2 li • ravimen!atão Asfál!ica Unid. 2.1 Abertura da Cai:u 2.1,l Escavação e carga compreen-lendo corte e aterro até 0,A0m. de espessura, inclusive transpor. te dos mnteriah nlé ;:, Km de distância. MZ 2.2 Re:;ularização do Sub Leito 2.2.l Regularização e compactação do sob leito para estabilização necessária e suficiente do solo de fundação. M2 2.:! Bn,e Ennbilizada 2.3.l Transpor!e d materiais, compreendendo escavaçio, carga e transporte. 2.3.2 Execução da base estabelizada utilizando materiais definidos no projeto. 'l.4 Imprimadnra Ligante e lmpcrmcabillzaote 2-1.1 lmprfmnçlio da base com asfalto CM30 no mfoimo do 1,5 Vm2. compreodendo, foruecimc.n to, transporte e execução. 2.4.2 Imprimadura ligante com material betumi noso BI-2e no míniío de 0.5L, m'?., comprun dcndo tran,porto, fornecimento e cx■caçiio. 2.5 Cupll de Rolamento 2.51 Execução da capn de rolamento, tratamento uperficial de penetração inverida 'tripla, com material especrficados no projeto anexo. com a- 30 UN. -10 U.N. 60 UN. completa do, Loc88 de / (Continua) 27-í-it Trtbuu da l"ronlelra INDICADOR r. Ivan Manso la {Costa Marqaes ADVOCACIA EM GERAL fua Vol1111tlirio1 da Pátrio, 376 • Fone 210 Bel11 VlAtu Mato Grosso Sul FIORI MURANO -MÉDICO Consultório 7 às 11 h& 16 às 19 horas IPEMAT e INPS - POS1'O DE SAÚDE E FUNHURAL 12 às 15 bs DR. Dr. Pedro José Palmieri Advocacia em GE1rnl Rua 15 de Novembro 17 BELA VISTA MATO GROSSO DO SUL Dr. Laucído Valdez de Barro,; Clrurgllio Dentista CRO - 557 Mt. Clinica do Crianças o adultos - Ralo X Atende-se cum hora morcad11 Con1ult6rio A-.. Duque de Caxiu, 508 (Ao L:tdu do Banco F«ses» 2)47)D1M)- 2)A70 GROSSO Dr. Kleber S. Monteiro Vargas SEUROLOOIA E NEUROCinURGIA Ex-residente do In,titnto de Ncurocirurgin de Porto Al~gre • RS Fone: 62-1-,H9'.: Con,ult6r!o: R. ltui llarbosn, 2·210 • C11mpo Grande Ilorário da, 5 ào l'l,30 bs. t. ame Noto te Sa Pino ADVOGADO Cau,a Civi,, Criminais, Trnbalbiune, Re•ulari• uçõc, d~ terra• junto ao Incra. 0 Ecritório Provisório; Ru11 Antonio Morin r.oelho, 416 Futuris Instalações Ru11 Dr. Oorren' em frenta a Praça Thomáz Lar11njelra - Porto Murtinbo - Mo, Dr. nury Lima Marques Cardiologia - Eletrocarclio:;ramn Clcloergometria Consultório: Rua Gula Lopes, 320 Fone 431-1875 PROFISSIO- AL Dr. Késio Loureiro Pinheiro ADVOGADO - Rua Bola Vlsln Rua 26 de 15 do Novembro S/N Mato Grosso do Sul Agosto, 384 -- Sala 24 4-0650 - Cnmpo GrAnde Fone MS Dr. Deodato de Oliveira Bueno Advogado Escritório: Ru11 7 de SetPmbro, 230 Fone, 43-1062 Rosldêncln: Ponta Porá Run Coronel Camisão, 54 fone, 431-1116 Mato Grosso do Sul Ricardo Brandão ADVOGADO A v. Brasil, 1595: Cnlxn Postal 355 Tel. Cod. (067), 431-1470 (Escr.), 431-1646 (Residência) ronla rorã LN·e "ed Nato Grosso ao so Advogado Causas Civis e Criminais Rua filinlo Muller, 320 Maio Grosso ~o Sul BOlllfO • MS Dr. Edemar Gregorio ESPECIALISTA Üu'ldos -_ Nariz - Garganta - iousitc Tratamentos e Operações ,v. Presidente Vargas - Em fronte a Agencia dn Receita Federnl Ponto Pc>rll Mato Grosso do Sul Heitor Miranda dos ADVOGIDO OAB - MT t85t Santos Rua Joaquim Murtlnho, 169 Porto Murtinbo • MS. Dr. Joelson Peixoto. -Advogado- Preço deste ~ cn rsmo Convite Causas Civis e Crlminah Rua 1.o de Maio S/N de Jardim - Ms. Cr$ 5,00 Serviços de Mecanica em Geral, Aliamcnto de Serviços de Pr. José lzidoro du Silva O ~1omem tnnto r.1oral como eRpi- 1 • ' m o seroc ritualmente. foi criado a ima?' esmo Jl)anca de Deus. tendo por isso m • ' mal«so muito elovado cumprir. Nenhuf outro ser vivente h tão dotado de pr vllégíeR e rMpoo •ahllldoclcs como o ho· roem tio (> enfim. u mil crln lurn (1Ut3 tem ~llanto de si um alvo dado por Deus uma mi r-Ao que RÓ n elr.> é ntrlbulda. Porém. pnrn. Cl bom do,:umpenbo. parn o cumprimento fiel de tôdn,.; as as re ponsnbllldritles, necei;sõrlo se foz a con· servacúo de todos or- poderes pelos qun• Is ]J{l de c111oprlr e~ta mlssllo. A consH VAção própria. é abqoJutamente lndls nensavol paro que poAsa ele levur fl bom termo o noturnl programa cln vida Todo o homem, deve ser bom ad ministrador de si mr>smo, fiel mordomo dos poderes, rlos ntrlhutos que lho foram gractosnmente conrlnd')S pelv Criador. De trêf: grandPi. lnlmti;os precisa ele de Tender-se O8 qunls ão: A Doenca, a Po br!lzn e u Morte. É sagrado. o dever do homem lutar pela coni;;ervaçlio da sua próprln viela. saúde e bem estnr tanto material quanto ARplrllual. Por uma ra zão natural. o homem cha-se exposto a urna Férle do fatores anti-vida, aos quais deve resistir a todo custo. A lei da prei;ervnçfio própria é fundamentnl em toda a nntureza. Todo ser procura lnsllntlvumPnle a defesa e preservnçüo próprio, fnto este f~ctlmente observado entra os seres em geral des de os de formal' mnf& deRenvolvldai:, cu jos !'epresentnnte máximo é o homem. Todos os sêres, tanto os rio reino ani mal como oa do reino vegetal, são dota dos de meioR de def Psa própria, 11endo o homem o mais Instrumentado. O corpo requt>r todo o cuidado pof-i;!vel, devido ao grande papel que dPsernpenba no cumprimento da missão do homem. O esplrito requer maior cuidado ainda. A falta de desenvolvimPnto do espírito im pede quase torlaR !IR ntlvldadl's do ho mem. porque êle só faz progresso. quan do progride o espírito. O corço de todo o progresso, é o progresso do co rnçao. diz eroln<'nte pemmdor cristão. PAra a prei;orvaQiio do corpo en tram vários elementos indispensáveis, co mo sejnm os alimentos em forma de co midas, bebidas o ar que respiramos, bem como o repouso, a limpeza, exercicios hslcos. etc. etc. Para consPrvaçúo "' pre servaço do espirito, precisamos cu]ti. vara fé, mansidão, legris paz, lona nimidade. benignidade. âif!idade, a}. nlo p_róprlo. bumlldnde etc .. dentro dos principios de vida ensinados por Je Cristo e seus discipulos, ·sus (Con.t. no próximo número) (Colaboraç!lo da 1 Igreja Batista de Bela Vista) exemplai' Direção Regulagem de M4 i:: o o ores olda, Vulcanização. ' E'mo., Sr. Comenddo, Pil.'Te Luielli O.,raun. Araçatub - 5P Ser,hor Comrn,hdor, Através do Sr. dos M. nnel M. Lobo, tomamos co. nhecimento do espirito em prcendednr rll' V. E'l:cb., o eu entusiasmo pelo progres. o do Brasil. Soubemos tum hérn Q u e '. füu1. eu. tre· oufr;1• nti,·iduclr•: expforn industria de 'Tanino nesa cidnde. r.om a crluçõo do no,o Estado de Mato Grus•o do Sul, e,te mnnidplo rs16 (líl boa perspectivas de de«en. olvimento e para tal institul mo3 o síslernn de ''Mutir,lo", conforme decreto n11exo, Po,. ivelmnte Portobras cont truirii um terminal do expor tação neta cidade, pois ons. ta no plano do i.;overno Ferle. mi. Porto Murtinho posse umo dn8 mniore1 resena, de madeira tnnnnte qne Tinha ,t'ndl) indn•trinlinrl~ pela Florc,ral Bm,!lt'irn .,. que encerrou mas ntividnrle.5 e coocnu Rua• ín•tolaç,ies à 'endn. Tal reserva e,tá ,eodo qur.imadn nas dcrrubndas pi· rn nproveltamf'nto do ola. Portanto. 6 com ,urlsfoçno que convirlamos il V. P.xn. r•· rll e,tudnr n pos•ibilid,de de pnrtl<'ipaçào no grande "Mutir5n" de de.envolvimenro do no,rn mnniclplo, vi,ilJin· do-nos e estudando o po,,ibi llclade de lmplnnta~õo de umn emprl'~a ne,re município. Desde jí colocamo-nos a di po•lçáo de V. Exn. para aqul lo que julj?ar ncus,úrlo. 'a oportunidade, apre· ,ent11mo1 à V. Exa. prote,to• de elevada estimn e distinta con,idernção, mui Cordíalrucnlr. lldefon,o Sonre, dn Silva Prefeito ilunidpnl ORAÇÃO AO DIVINO ESPIRITO SANTO Espirito Sanro você que me eoclurece tudo que ilorni• no todos ow caminhos pnrn qur cu ntinja o meu idenl, voe~ qut m.- dá o dom divino de per doar e c,queccr o mel que. me fnum; e que todos o, 1n•· Lantes de minha ..;do eFIJÍ co migo, eu quero ne;;te curto dii• logo, agradecer-lhe por tudo t c:on.firmnr mni.- uma vez, que eu nunca quero me separa ?e ~ocê por maior que aeJ• • :lu,ao material não serii o ,ai nimo do voutnde que sinto de um dia estar com você todos os meus irmão• no ~16rt• Perpétua. Obrigado maia um> vez (a pessoa deverá fazer e+t oração 3 dias !e,:uidos ,ca1 fazer o pedido. Dentro de S dias ser:í nlcnnçndn a graça por mais difieil que aejo) pu· hhcnr assim que receber 8 grnça. Funilaria e Pint uras (;; u Rua 13 de Maio, 1080 Porto - Murtinho tvS. De 1 l 1 r t atJ ~ tt (, J1 d de e D' s t! II e, t tur;z B; rner pr 20. q z1, p Pr, q0 gr Pr co de] f Co 0 Pe' hlo, Se, lar as ot din ll:!a leo, l f• o, hg 27/179 0 MMISTÍ Escreve David Nasser l O ministério di1 • 111.Jerlura está pronto. Prevaleceu a declsflo 6nlcu de Flguelrc:do, upó1l longos debates com seus Ressores, Velhos astros, novas estrelas, tudo a Indicar a vontade do que se obtenha em pouco tempo uma equipe harmtníosn, Certos observadores talvez descubrum que em alguns casos esta ou aquela pasta s uduptou a rala ou aquela figura. Escolhidos os nomes, • preouohldas 1111 va ~ao, o pranto é livre. Golbery do Couto e SIiva seró. a mo dlrelta do poder. Até seus adversá rios reconhecem necessidade de um loglsllco à retaguarda de um goveruo qull onfrentará a turbulência da redemo orutlz11çllo. Progmátlco, frio, lmpessoo l o dlsnreto, elo li o próprlc, cimento do Plunulto. Da suu manlpulaQão nasceu 11 estrnnha vitória de uma Arena venci. da nas urnas. Delfim Neto é a esperança do ho mem do campo. Tel6rlcoe, o agricultor e o pecuurlsta so, de natural, superslioloeos Acreditam nos homens de sorte. Delfim é um deleH. Prático, objetivo, tem a criatividade, o untuslasmo e, O bretudo, o boa estrela. Muitos compa nhelros da terra se animam com a pers pecllva desse mlnlt;tro da produção, a pós a paRsagem do noero romântico e didático Paulinelli. Espera-se de Delflm, em um Ministério da Agricultura rees truturado, com o cnfé, o açúcar, o ca cau, e um banco rural em seus limites, passe o Brasil a ser novümente um pro dutor de alimentos para os seus filhos e de divisas. Nessa área, estávamos pre cisando de um mnet1tro. NãC bá ploneja mento do que se deve plantar, não se sabe o que temos de rebanhos, exporta mos em um ano aquilo que Importar mos um ano depois, a agricultura é con!lsoada, enquanto a industrin é sub, sldlada. Talvez Delfim coloque a agricul tura ao lado da indústria para que o Brasil do sul deixe de jogar fora o nll mento que falta no Brasil do orte. E. preciso repetir, até cansar, que no ano 2000, os países ricos não serão aqueles que tiverem petróleo, mns os que produ zIrem alimentos. Houve, no Bra il, de pois da Segunda Guerra Mundial, a preocupação de se Industrializar a qual quer preço. E o fizemos à custa da a gricultura e da pecuárh1. Hoje, nüo produzimos setenta por cento do que comemos, mas a Argentina, ali oo lado, depois dos terremotos peronistas e das convulsões politlcos que lhe trouxeram 0 empobrecimento e a inflação, caminha Pelas mãos seguras de um Martinez de Roz para a recuperação econômico. Sem televisão a cores, suas fábricas lançando velhos modelos de automóveis assiste ao crescimento do rebanho bovl PQ(três vezes superior ao nosso em ren- lmento), produz e exporta cada vez 11!.als trigo e é autosuflclente em petró leo. Ou o Hrasil se oonsclentlz11 de que l forço está na terra, ou nté o ano 2 1 000 voltaremos ao desonrosr- segundo Ugar. Acredito, piamente, seja este o motivo da prioridade de Figueiredo à %opecuária. Por Isso não foi em busca e um anônimo burocrata ou de um brilhante prolessor para resolver um Problema desse magnitude. Para a agri cultura, preclsAvamub de um Pelé, não ~e um Zoca. Em linguagem de televisão e um Bônl chamado Delfim, é o que Pensam 01:1 irmãos da terra. Ele está aí. na Ponta dos cascos. o ex-embaixador na França. Dêem-lhe porém um mlnlsté !Ode verdade, _não essa fantasia minis- erial que é o da Agricultura, mentira S um séeulo. Dêem-lhe um ministério 5 Ivo, onde se incentiva a produção, onde ?? estimule a comercialkzção, onde e namlze 11. exportação. O deslocan.ento de Má.rio Henrl ~~e Simonen para o Planejamento preen e o melo de camoo e é a mais natu l'al das soluçõM. Essa ruanla, agora, de Procurar culpados para todos os pro- biamas que onfrentamos, ó tondCncfu de fim de governo. Tentam; por exemplo, estabele cer comparação entre Delfim e Simon sen, o8 nos das vacas gordas e os anos das vacas magra. Na verdnado, Delfim era ministro de Médiel, o presldente que delegava. Slmonsen, ministro d~ Gelsel, o cenlrullzador. Cada vez que Slm'Jni-en entrava no Planalto devia se sentir como um judeu entrando no Reichstag. Nilo que o atual prneldente seja mau, rlspldo, lnclvlllzudo. Aqueles que privam de sua Intimidade se referem á maneire. cortês e educada com que trata grandes e pequenos. O próprio Rubem Ludwig, o Rubfio, que conheci nas .-gulhas Negras como cadete, comentava, entre seus Irmos do turma, outra, a ver dadeira !mugem de Gelsel: um horaem duro, mas simples. Entre as virtudes que todo mundo reconhece em Gelsel não está, a meu ver, a de dividir. E ostn era u principal qu'llldRde tle Médlcl como presh.lente,a de ser um homem habitável. . .,. -e '·º e 1 rios; tgrônomos, enfermeiros, o ensino médico se deteriora, a unlversldade no Brasil é um um arquipélago. Das bases sobem para o ensino superior transfu gas do Mobral. E evidente que para dis clpllnar a bagunça só vlguém que enten da do problena horizontal e vertleal. mente. O professor Eduardo Portela é uma. esperança. O mesmo aconteci> no setor de Comunicações, que terá como reFpoosável o eficiente Haroldo Correu de Mattos, Indústria e Com·rclo, João Camilo Pena. Para o Milstérlo dos Transportes, vlta a inteligência privlle-. glada do mineiro Elizeu Rezende, o ho mem tranqüilo. Da Bahia velo um bom médico Mário Augusto Castro Lima para a pasta da Saúde. Uma réplica do Nus cimento e Sllvu para a Previdência 811- clal, P.llpera-se que seja o Jair Soares. a Justiço, o raposlsmo de Petrôolo Portella o poliglota do regime. O ministério do Trabalho é uma pastu politlc11 e nela se Instalaria como uma luva alguém do Laudo. Velo a figura serena e política de Murilo Macedo. O ex-governador Ce eor Cals para Minas e Energia. O nosso Andreazza vai balançar o coreto do MI· nlfltérlo do Interior. N!nguém tem dúvida disso. Bem o negócio começa a engros- 8ar. Azeredo da Silveira foi, quer quei ram quer não, um chanceler agressivo. Fulou grosso com quem falava grosso. Que se credite, por dever esse wérlto a Geisel que o apoiou nessa postura. O executivo do ltamaratl esteve A altura da missão. A mesma filosofia de lnde pendêocia será tônica de seu sucessor Em buixudor Ramiro Guerreiro, o próxi mo Chanceler. Na àrea econômico, o mais importante seria reunir nu mesma equipe os nomes de Delfim etto, Slmon sen e (Da pasta da Fazenda) o Karlos Rischbieler o mais jovem du con11tel!lcao. os momentos agudos da crise econômi ca, esses homens juntos darão ao presi• dente a visão universal do problema. "Um Ministério de exce pcional impcrtância" Delfim entrou naquele castelo medieval ~ ocupou quaoe todos os cômodos, Eixcetu os da segurança. Se alguém ousasse meter o bedelho, era enforcado na hora. Nãú sei se se lem. bram de um mluistro ele origem japone sa, o Yassuda, uma profecln nlpônlcn Inventada não sei por quem. Perto dele, o Uekl seria um gên)o, pois o nlsel se meteu a desartar Delfim e de repente se viu no melo da rua. Delflm era de fato o ministro da Economia. O mesmo não aconteceu a Simonsen. Obviamente, o presidente ern outro. A responsabilidade pela polltir.a econômica do Brasil não dependia do ministro da Fazenda, mos também de outros minlo1térios consangüíneos, fican do a palavra final a Geisel. Competia lhe fazer a receita, mas não tinha matos de controlar a despesa. Assim como Armondo Falcão não passou de urn boi de piranhas do Ministério da Justiça, o cristão novo Mário Henrique Simonsen virou u saco de pancada de todos os fracassos e de todos os azares. "Contra tudo isso (quando a mutérln lhe passava pelas mãos) brada va violentamente o ministro da Fazenda. Mas Simonsen,'o mestre dos economistas brasileiros, nil.o teve a Porte e a autori dade que tiveram Barre, na França. ou Martinez de Roz, na Argentina. O espi rito de solidariedade de equipe A a ver dadeira fascinação que tem pelo Presi dente Geisel evitaram que sle abandonns se uma pasta a que faltava a autorida de imprescindivel. Com o melancólico resultado de entregur o país ao governo seguinte com mais do dobro da taxa de inf111çiio que recebem." (Eugênio Gudln) De longe, eu sentia pena dele. Primeiro, porque acompanhei a sun carreira desde o inicio, sob n orienlaQlio helênica de Eugênio Gudin e Octavio de Hulhões, e sabia de seu desinteresse por outras vaidades que não fossem as da intellgêncla. Lógico, quando surgiu a possibtlldnde de ser ministro, ele acel tou. Ninguém é de fero. Mas, este deve ter sido o limite de sua ambição e n dose dupla não figurava entre seus pla nos. De repente, não mal3 que de re pente. alguém, não sei se foi o Venturl nl, o Marchezan ou Farhat, a lllmpada se acendeu. "Para umu face de exce pclonal lmportl:l.ncia, um ministério de excepcional importância," As pastas militares estavam defi nidas. A du Educação, tudo aconselhava se partisse em busca de um técnico. Nes se terreno, meter um político para agra dar a um governador, ó gravo erro. O Presidente Figueiredo há de estar infor mado da crise por que passa o ensino no Brasil. Não há planejamento, insta lam-se faculdades em casatõee, advoga dos trabalham como datilografo+s, faltam veterini- Tudo prenuncia o desejo de acertar os ponteiros O foto é que o Presidente Figueire do optou por um gabinete de peso, em bora tenha o disposição de mud11.r este ou aquele ao corrN do tempo. Só aque les que o conhecem ele perto sabem qual é o seu estilo de comandar, ma!I segun do alguns. delega confiança e retira com a me&ma rapidez. Segue aquele velho provérbio àrabe de que, se alguem nos engana uma vez, a culpa é dele, mas e nos engana duas vezes, a culpa é nossa. Não se trata de Ministério político, uma vez que u mão estendida para a conciliação ainda permanece no ar. Mas não há dúvida que se trata de um gabt· nete realmente de peso, reforçado no segundo patamar, pela chamala de Os waldo Col!in par,i. a presidência do Banco do Brasil, de Carlos Brondão pa• rn a presidência do Banco Central e de Gil Macieira na Caixa Econômico Fede ral. Tudo prenuncia o desejo de acertar Oti ponteiros num momento em que o Brasil há de se lançar por inteiro na guerra autilnflacionsria, no último gover no militar da Revolução. Só nos resta desejar boa sorte. Transcrito da Revista Manchete do mes de Janeiro de 79. Cortezia: Armazens Gerais União Agrícola Ltda. '-Uma Organização Elio Batilani" Bela Vista MS Progresso com Liberdade No discurso em que anunciou ofi<.'lulmc,nle, a composição de seu futu ro ministério, o presiden te - eleito, João Daptista Figu•-iredo, traçou um brevP pnfil de como será o eu governo e prometeu ao País "pro grosso com liberdade, paz com justfçu, ordem dentro du dcmocraclfl, segurnnça uos lndlviduos ao lado da segurança do Estado o dcs institut çõcs, doseuvolvlmento para todos" Figueiredo nflrmou que "o exilo de nosso governo dependerá da sua coesão interna, da Ildolldade ele cuda ministro às diretrizes da presidência e de que es sas sejam executadas II elmeute em todos o8 escalões" confirmando uma de nuas diretrizes maior asGlstencla à pe curia e à agl'lcultura-o futuro presidente re comendou: ''portanto, que às atividades ruraiR se destine parcela molor de recursos disponlveis, em terwos de crédito e à organização de um sistema de preços e garantias de compra do que for produzido. Sala de Imprensa O presidente da As· sembléla Constituinte, d!lputado Londres Ma chado, designou que a sala número 40, no pri meiro pavimento do pré dlo da Assembléia fique reservada para abrigar os repórteres que farão a cobertura dos traba lhos daquela casa. O deputado Londres Ja chado, rem demonstran do uma preocupação to da especial com a Jm· prensa, e segundo já foi anunciado a .sala conta rá com dois telefones e futuramente com um aparelho de telex. Guar dando as devidas pro porções, a Cfl.mara Mu nicipal de Bela Vista de veria lambem dar con dições de trabalho aos repórteres cedendo pelo menos uma mesa e um local mais apropriado. Fica a sugestão. BOCUME!TO PERDIDO Mário Godoy Filho. extraviou oi; seguintes documentos: Cartelra de ldentid11de, certificado de Reservista e Carta de Motorista. Publicação ;que se faz para obteoçlio da 2.a via. Bela Vista, MS sns. VJAJ.N'rES Quando chegar em Porto Murtlnho. hospede-se no NOVO HOTEL CAIÇARAS - E inta-e com1o ne estivesse em seu próprlo Lar: O NOVO HOTEL CAIÇARAS uulá 11onllo uhmdldo poloa 11eue novos proprietários WALTER E OSW ALDA RODRIGUES • quo osUlo do bruços aberto pnrn recebo-los u quulquer hora 'do Dla ou dn Noilo NOVO HOTEL CAIÇAR.AS Porto Murllnho Muto Gros!!0 do Sul - CONF tt de Yilson Fhílemon Rua Alcebiades B. da Cunha 319 - Bela Vista MS {/oção Senhor Governador Ha ry tcodeudo 1!m moç'o elo. npolo o a.d da Câmara representando unanirl4atue I ·] do V'eeadores dese município, resol continuar à frente da AdrolnMrn?ªº Munte!pal até o final do més de mal0 isto é, se merecer confiança de Vossa de Apoio Conlecções Civil e Militar e Equipamentos Grande eorllmento de artigos e!lportivos, tnls r.omo: jogo de oamln para futebol da oampo, de salão e volcy, chuteiras, 1 jogos da melas, camisas uvulsas de limas para adultos e crlan ças, quedes rnlnba, equipe e topper, bola Drible para campo, '30- 11o e voley e também handebol. Aceita-se encomenda de caro!· eas e bordados e jogos do número. Rádios e loca dl~cos, caixa de som e jogos de caixas noústicas para carro. Material escolnr, jogos de m a I a, muohlllB 007. Novidades Camisas, calças, gravatas e ternos para homens alem de ce.lçados. Tudo para crianças e as ultimas novidades da moda femlninll. A vlarcontos em geral. Procuro-not1 e faça. uma. vll'ita sem compromisso. (Conflnu.:ic.1o) Edital de Concorrência • - . licacto no mínimo de 3,5 L m2 de sflto É{é's5/1o0 compactada conforme especifica6e» anexa±, Normn!l Gerai• 3,0 Oufas o nnrµelM, aerüo executnclns no dJmen- aionnmeuto do projelo 11ncKo, .•• 3.J A execução dos coletores de rua Pluviais. deverão seguir rigorosamente as especificações de ervlço e o projeto fnrnec!rlo pela Pr_efelturn, no cao de qualquer dúvida deverá seguir a orlentU· çao da fiscaliza;o da Prefeitnr Municipal. 3 2 Todos rnaterini• e a mo de o lira n ,erem tl• tilizados, n execução das obras, deverão rem fornecidos pela proponente vencedora, inclueir devendo propor prcçon unllnrio, pnru foroec, mento dé tainpõés de ferro fundido, degraus de ferro par PY, preço unitários d,s PV e boca! de lobo, conforme projeto. 3.3 DeYu~ eer proposto os renju►te• n ac_rem ofetuados durante n exccnçno Ô9 obrn, de acordo com !n<lloe• oficiais, 3.4 0 proponeare deverá npre,cntnr o preço_ n vlstn bem como preço n prnzo, com nlter~çocs, plaOflS de pugamento e índice do coeficiente n FCr opliou<lo .obro parcelas ou saldo devcdore•. 35 A proponente vencedor será responsável por qualquer dnno seu ou de seus prepostos cnurndo• á Prefeitura ou a terceiros. 3.6 Oe ,erviçor exlra conlrntuaie porvcnrura ,ur gidos, só serão nceitoB pela Prefeitura, quaudo devidamente nutorizu<lo• p,·fo mesma, e untes de ma exccuçao. 3.7 Todos defeitos e vklo• de coa•lruçiio que porventura ,urgirem, serão dcnunciodos pela Pre feitura, devendo suu correção ser feita sob iatci rn rcsponsnbili<lnde <ln proponente. 3.8 , Prcleituro Municipal, acatará a• medições provl,ória, feita• e nprcseutadoe pelu proponenle vencedora, após eoaferêncin da mesmn, efetuadas mensalmente. Gnhinelc dn Prefeito M unlclpul de Porto Murlinbo Eotndo de ilnto Gro.,o do Sul, em 08 do Janeiro de 1.979, lldefoa,o Soarei da Silvn - Prefeito Municipal Amorim Co-sta Excelência. A Cilmnrn o o Executivo ).funl- clpa 1 rntcndcrnm qua Ml devo aprovuitur u harmon!a exi«tente entro Executivo, r, 0 crit1Jatlvo , junlolpul o Cornunldndo, coótnndo como certo o apolo do governo do Vosoa Excolêncin, p rn: r . Concluir os 300 km de ostra das aberta esta admiuistraço, brir outras, l! 6 nudo com a República do Purngual e fonto produtora. dando UBPlm LJnoío no dc&ouvolvlmento urrropecuárlo e· Co'!!érclo: / II - Criação do tormlnal do ex porlaçílo, dando condlçõc:i 11 oxportnçilo / e Importação; r I I J • Pugnar pela lluha de l trunsmlssúo de energia elétrica rio Uru- 1 , bupungú; IV - Con !rução do Centro Edu. cacional pelo Estado e outrc, pelo 11uoi cíplo: V - Conclusão e equipamento do Hospi tal Cesar Bordallo o construção de uma Unidade Sanitária; VI - Construção de um centro do ) Segurança Pública: Delegacia, Cadela e Destacamento Pollclal; Vil . Drenagem de óguas pluvl a Is e pavimentação asfáltlca a lnlclaMo na ~ª quinzena de janeiro de 1979: urbanização da barranca do rio com área de lazer. Assim sendo, Senhor Governador, con,•ldamos-lbe para unir-se a nós, na luta de desenvolvimento do 0011so mun.1- cípio, conforme Decreto nª 022178 anexo, que será também o desenvolvimento de :-1ato Grotiso do Sul. Aproveitando 110 ensejo, rAD0· vamos-lhe protestos de elevada estima e eonslderação, augurando uo Gov1orno de Vossa Excelrncla, completo êxito no plano concebido para orientar o desen volvlmento de ~rato Grosso do Sul, mui Ateacio,amcnte Jldefon,o S. da Silva• Prefeito Mun. tle P. Murlin~o • l L Acucar ) E;I, 07 0 MERECERIA " e Fasa ffiIT@rn c D 1 -· Arroz Secos e PEs DOA Molhados em Geral E CES M770 €G23$$0 SUL ----------------- ESTE ESPAÇO ESTÁ RESERVADO À A Pioneira em Bela Visto ____________ ::::::::::.:.:.:.::.:.:.:.:::..:.:.:.====================------------ Inovação Si D ■■ Lazer... ll C D Som (Discotheque) 1 O Piá dnn Mom~mft® m!J BONlTO 1-------------------------------- MATO GROSSO DO SUL ------------ ta .... i ) l♦ s r l' € e, . l l'f T ~ 1 se i • ,e ESTA EDIÇÃO ~011formu foi publicado na TrIbuna Mur. ttnlrnnr,o, clrculur(l e1J1 Porto Murllnbo, distribuída à todos os assinantes., Aos meooH nvlAacloR PXplícnmoe: o jornal de Murtinho é quinzenal e para os asslurrn, tes do mesmo, distribuiremos quatro edi ções mensis, sendo duns da Tribuna da Frontelrn e dunas d9 'Tribunn Murtinhen se, totalizando s quutro edições prome tidas. Os leltoros murtlnbonses nplnaudi r11m u ldôlu, pois trilo acompanhar os conte cimentos fronteiriços, e receberão um Jornal "de peso" como o 'fF - um Jornal Independente u servlço de Moto Grosso elo Sul. VERBA A Prefeltum de Porto Murllnho reoe• beu a primeira parcele, no valor de 135.000,G0 do Governo de Mato Grosso do Sul, para as reformas das escolas esta, duui11. É a primeira verba cedida por Harry Amorlrn Co3ia ao povo de Porto Murtlnho. O prefeito Ildefonso disse que o governador está de prabens em valo rizar as administrações munlolpuls e disse ainda, que o mesmo prometeu fazer um mutirão para arrumar as estradas do munlciplo. com máquinas do Estado e da Prefeitura. .· ,. a o no e • ·li - 1 .l HOTEL TURISTICO Um grupo llguclo à COMAVE, (de Campo Grande) mulH precisamente o diretor delltu empresa. 011tá om vias de oonstr,1r em Porto Murt.lnho, um hotel de catego• ria lnlernaolonnl. O terreno para a oons truQilo do mesmo foi doado pelo senbor lbrnhln Cortado. sendo 4 hectares, na Faz1:i11dn Tres Barras, um dos locais mais altos de Porto Murtlnhu, imune nos pro blemas ocaslonado11 pelas enchentes. Se· guodo um elemento ligado ao empreem dimento, o hotel a ser construido breve mete, terá 2O0 apartamento8, suites, en lim, todas as crmodlclndes de um hotel "classe A". Alem de aeroporto próprio, os hóspedrs tenio a sua dispo içúo uma lancha com piloto pum. peso Ar no lllo Paraguai. ' uma grande Iniciativa e com prova mal!, ~ma vez as potencialidades turlsticaa d!LJ bela cidade fronteiriço. FALA 'DO EM PORTO MURTIHO O prefeito municipal, Ildefonso Soares ela Silva, rrcebeu upoio dn Càmra Mu. nicipal e do Diretório da AR E A, assim como, das classes representutivas do mu nlolplo pnra contlnuàr no cargo. Ofício nesse sentido foi enviado no Governdor Hnrry Amorim (publicado na pãglnu ... ) sollclta ado o pPrmnnêncla do o tua! pre feito murliohen~e. Nosrn reportagem, em pesquisa pública, sentiu que o povo está de acordo com as diretrizes pollticos do cupula arenlsta do mun!ciplo. 1 ) pre feito Ildefonso solicita. ao Governador que o mantenha no cargo até o mês de maio, parn que posse terminar as obras Iniciadas ( ver ofício). NÓS... . Somos contra a nomeação de pre- feitos, mas... a regra permanece (até qundo? ) e o prefeito de Porto Murti nho, um homem honesto, simples, traba lhnador, não quer "permanecer no podrr" Pede apenas que o deixem até Maio, pa ra concrclizur diversos obras. Segundo suas palavras, " outros Dnrtinhenses estio ciosos de servirem ao município e acho que todos merecem es ta oportunidade". Realmente, muitos pre tendentes ao cargo já entabulam coo. lattis visando 11 cadeira de Chefe do Executivo, mas u senhor governador de verfl. atQnder o apelo do prefeito mur tinhense. Esperar até Maio... e ver con cretizados os planos de Ildefonso Soares da Silva. • FRIGOPORTO O principal ncionista do Frigopor to, de Porto Murtinho, encontra-se endi vldndo com o Banco do Brasil, que co locará em leilão os bens da empresa. Segundo comentários. já existe _um com prador ( ligado ao grupo de Manuel Lo bo, de Araçutuba) que pretende dar con tinuid«de a rmpresa. Parece-nos que o funcionamento do Frigoporto é de ex trema necessidade, pois criará novos empregos e gerará maiores divisas para 0 tnunlcipio. Com o fechamento da Flo l'estaJ, Murtinho, principalmente, a i mensa massu. de desempregados vive momentos difíceis. TELEMAT O prédio da Telemnt, em Porto ~llrtinho, foi inaugurado, e também jO. Se eneontru em pleno funcionamento o ltterurbano. A iniciativa do prefeito llde- fonso em convenlo com Telcmat Inte gra Porto Murtlnho às demais cidades brn1:1lclrr!R servlrlntJ pelo Interurbano. Dia 21 pp, em reunião reallznda no alio nobre dna C)mra Municipal, n Prefeitura firmou contrato com II Telrnge (de Golô.H) para instalação de equipamento8, 50 termluolR e prédio com 60 metros para o funcionamento do Serviço Telefónico Urbuno, e, o tão esrwrndo telPfone. llals umu Vltórlu do prefeito Ildefonso, que está. cumprindo a risca o seu esquema de trabalho. O contrato firmado com Telenge tol da ordem de Cr 810.000,00 e s obras terão Inicio lmerllato. EM PORTO MURTINHO A Câmara :funlclpol P a Prrfeltura trabalham lado a Iodo visando o pro gresso e o bem estar <ia comunidade. Um poder respeito o outro. e ambos, se har monizam à serviço do povo. que lhes outorgou este poder. O prefeito de Murllnho é muito grato à Câmara de Vereadores pelo apolo e incentivo às reivindicações do municlplo. principal mente ao vereador Nelson ílarnüo Vitó rlo do Silva, uma dos esperanças jovens na politica murlinhense e um, dos cota dos poro substituir Ildefonso. Em Porto Murtinho é assim, som mgoas, sem ódios, t-:Pm perseguições. todos trabalhando, não procun,odo um !ugnr "forçado" na hlstó ri, mas fazendo do trabalho verdadeira história viva de dedicação. TERRITÓRIO LIVRE é um espaço dedicado à polltica, aos negócics, ao esporte, dos municípios do Sudoeste matogrossense. e está sendo publicada nos quatro jornais (Bela Vista, Bonito, Porto l'v{urtinho e Jardim). Quais quer sugestões ou críticas, favor enviar corta ao jornalstu lvaldo Pereira, Reda çilo de a Tribuna du Fronteira, Bela Vista. Ms, o responsável pelu mesmu. Estamos explicados? HARMONIA Se em Porto Murtinho a Câmera Mu nicipal apoia o prefeito dando-lhe inclu sive, um voto de coatiança, o mesmo não se pode dizer de Bela Vl!;ta. Na "Princesa do Apa" apenas dois vereado rei, (O valdo Turlnl e Carlol:l Centurião) apoiam a Administração Castro Pinto e o Diretório aguarda a "chamada do Go vernador'' para submeter à S. Excia a lista triplice dos candidatos à sucessão. Sinais dos tempos? O PRESIDENTE FIGUEIREDO dará enfn.se especial à Agricultura e à Pecuária, pois reconheoe que o Brasil poderá ser realmente o "eeleiro do mun do". Nós sempre acreditamos nisto, in clusive, já publicamoR matéria a respeito. Bela Vista é uma cidade que desponta pura 11 liderança a região, no tocante à Pecuária o u Agril!u1tura, e seria de suma lmportflncio. a nomeaçüo de um prefeito ligado ao setor, Reconhecemos que o 11.tual realizou uma obra de vulto com a implantação da sericicultura em peque nas chácaras, mas poderia dinamizar ainda mais o setor agrlcoln dando con dições aos pequenos proprietários de colonarem no mercado suas produ ções. Falta. ao prefeito de Bela Vista uma certa dose de humildade para re conhecer que também é "humano'' e su jeito a falhas. Errar é humano. Os erros de S. Ex.ela silo do., caráter polltlco e estes erros poderiam ser snnudos com Equipe TF um povo de boa vontdo. Bela Vista é um munfeiplo que preisn do todos os eu filhos e que stejm dispostos a trabalhar pelo progresso do mesmo. De +entendimento a parte, no setor educa lonl Castro Pinto multo fez por Bel Vta, mas sua permanencis no cargo está multo difícil p o I fl n o conta cem o apolo da CAmara e nem do Diretórlo e para o Governador Harry Amorim fato pesar na balança. Mais uma vez frisa.nos; «omos contra a su polltlca, mos consideramos u sua ndml· nIstraço regular. ASFALTO Jardim, dn prefeito Fernando de Freitas do MDB, está sendo asfaltada; Bonito do prrfrlto P. Rosevelt está s11ndo nsfoltada; Porto ;,[urtlnbo. !riem. Ponta Porã ( o rico município ) está todo s f!tnado, mns... em Rela Vis!Jl, nem se quer uma quadra mneceu culdarlo11 do alc&lde municipal... E o tal asfalto co munitário? Jqul não 1:<Prla poi<slvel? Va mos agunrdar com esperança, os melho· rametos que Bel Vista tanto necessita. CEMAT A Cemat ei;tá d<·sculdando rle al guns ti e tores da cldade. nas imedlacões da rua da República a energia elétrica é um fato raro. raríssimo. Mas a conta da luz chega todos os meses, e não pa gou no dia. Corta. Vamos cuidar Har monicamente de todos os setores Doou Cemat? E DESPONTA Um nome que cresce no "consen so " para substituir o prefeito Castro Pinto. Falamos no senhor Evilasio Nunes rle Miranda, um nome que se Impõe pe. lo trabalho e dedicação à Bela Vista. Polillco na ar,epcão máxima da palavra Eviláslo harmoniza as diversas tenden cias e cremos nos, receberã o positivo do diretório municipal da Arena, lógico. JOVENS EMPRESÁRIOS Em nossa cidade, é salutar ver o pro grei;do e a µarticlpução de alguns jovns na vida empresarial, exemplo disto são os irmãos Brandão, de Casa Bom Gosto, de Serglo Zanardo, da Máquina de Arroz Paulleta; de Odevar Barbosa; de Miguel Delvalles, João Batista (Bar Bossa Nova), Ernando Gasco (persistindo até o fim, voce vencerá amigo de guerra) e outros. Slio jovens que trabalham (e como tra blhan) desenvolvendo em diversos se tores o comércio e a tndústria de Bela Visto. ~1erecem todo o nosso respeito e admiração, e acima de tudo, merecem o apc,lo e a colaboração dos "tradicionais". Força e fé minha ~ente CRISES E. costume, de carta panelinha, em Be la Vista, ficar de "buluca·• (na escuta) dos lutadores do comêrcio, da indústria, etc, esperando a hora ruim, que todos nós passamos, para sair crllicando, ex pellndo venenos como cascaveis, ao Invés de dar uma pala vrn de estimulo, de in ceotlvo ... Estes elementos são ervas da· ninhas e para extirpa-Jus de nosso meio, é simples: quando alguem estiver cri ticando algum elemento que voce reco nhece ser un batalhador, peça-lhe que não o faça pois estará colaborando para melhorar o' "homem belavlstense". ORACO A O DIVINO ESPIRITO SANTO E,p{rito SanlO l'ori' qne me eclareve tudo que ilumi n11 todug 01 caminho, pnra que eu atinja o meu ideal, você que rnr dr. o dom divino de per doar r esquecer o mal que me fazem; e que todos os ins tantes de minha vida restá co migo. qrro n+te curto dií logo agradecer-lhe por tudo a confirmar mai uma ez, que u nunca quero me eparar de você por maior que seja a ilusão material não será o mf. nimo da vontade que sinto de um dia estar com você e todos os meu irmão na glória Perpétua. Obrigada mais uma vez(a pessoa deverá fazer ta oração 3 dias guidos sem fazer o pedido. Dentro de 3 dia será alcançada a praça, por mais cliíícil que 1eja) pu· plicar assim que receber a graça. E. M. l.linislério ~o Exéreila 11 Ex - 92 %ll-4a D 10º Regimenlo ~e Cavalaria "Regimenlo Antonio João" O Comanrfante do Regimento de Cavalaria, Informa que durante o mês de janeiro de 1979, cumprindo campanha de documentaç!io conjunto Mobral-Exérclto todo o cidadão que etá em falto de documentoe de quitação com o serviço militar deverá dirigir - se ao quartel do 10º Regimento de Cavalaria para maio res esclareclmeutos. Miguel Angelo Teixeira Pedroso S-5 do 16° RC Preço deste exemplar Cr$ 5,00 Ütica Ponta Porã Ltda. A (specialisla Rua Guia Lopes, N 300 Sala B Ponta Porii Mato Grosso do Sul Boutique Charme Apresenta: ELA: 1 Tribuna da Fronteira Oue e peva seja bem informado Bel i- MfS. Ano III - 27-132-79 - MM.o 3lt ESTUDANTES Uo Renato Mtrnnda follc!11Rlmo, poh1 pn,sou no vcl!tlbulnr pura Modlclnu Vetertul'ula. JI enlá circulando "ca roqulnhn". Nossos parabéns, extonslvoa aos 11ouo pnlM : Evlluslo e Elpldln. « "Nn boullquo Chnrme vooe encontrn: urtlgos finos pnrn senhorne, aenborltns e onvnlhclros". M<IOO<l Oulro onaul que está multo feliz.com o SU lcançado por seu filho, é o Erasmo Modolros e u Ramonna. pois Sórglo pssou no vestlbu. do Engenhnrlo. Civil. Dosojumoe sucessos no de correr de eeu curso. 030 Dr. Robervnl e Tellu, tam b6m estilo do pnrubens, seu filho José Ronaldo Ealu vlto:-loso no ves tibular pora Agronomia. ANIVERSARIOS chcara vrlos amigos 23/1-78 unos dn Sra. Bclem n. Ro- cumprlmeutá lo pelo mat. drlgues l:"<;';'4 <A(,)!!O "Bolinhas pU!"ll cr1unças, 24/1· O jovem João Carlos Velarquez. b!Jouterlns do finas q:H,J!dades, só u coo Boutique Charae em para voee 24/1-16 ninhos dn jovem Zenimr Flcna bem al. na rua Automo Jouo Ocnmpos, ora reuidlndo uoii EAtados 256, 110 lado rlu Exutoría". UnldoR. C>'<l>.:<l 060 25/1· SR. RIgoberto Velasquez. D@3 25/1- 15 primaveras da Menina moça Fone Souza Corra. ?%3 25/1 Sidney Monteiro Ma11caronhas Junior e Alemão. A festinha aconte ceu nn ca11a do Junior, oom dellclo~os Salgudlnho9 Refrigerantes o multo SOM; D9-8G Entro os qut> lá foram para nbrnQur os o.nlveraarlantes anotei: Guto Rondon e Isabela, Léo e NAdla, Jullnho e sua namoradinha, Jucely o Aléo!a, Rosolbe, Orlandlnho, Joquo llne, GIi.o, Cario.. 0203 BOUTIQUE Charme tem para voce oe flniselmoa DSC~ artigos da Cor!, Dobln e Glodson. 26/1· Sonln Penzo recebeu em suo. Aprovação de Lei que fornm Por Nancy PAfiTIDA Jorginho Catureb já do volta pura o colégto em Curitiba, afim de pres tur alguns exames., Desejamos que tudo eaio. bom. para que logo cslo!u novmente entre nós. VOCE qu0 curto adoidado um carnaval, nlío eaqueçn de reservar sua mesa no G.S.S.P.R. Restam poucas a serem re servudas. (J D Os Mlnl&tro11 Militares encaminha ram no Presidente do. Repúbllon oxposl• ç!l.o de motivos o anteprojeto de Lei objetivando amparar, com pensão es pecial. os ox-comb11tontes lncapacltadoP deflnltlvamento e necessitados. desde que não façam jus a outras vantagens peounlãrlus previstas na legislação. Tendo sido aprovado pelo Con gresso ~acional, o Presldeote da Repú blico. sancionou, em t7 nov 78, a Lei 6592, toronndo realidade uma justa nspl· raçlio dos nossos leblanos. (Lei 6592, de 17 Nov 78) Concede amparo aos ex-combaten tes julgados Incapazes dofinlllvamente para o senrlç'> militar. O Presidente da República Faço saber que o Congresso Na cional decreto e eu sanciono a seguln• te Lei: Art 1 Ao ex-combatente assim ~ons!derado pela Lei 5315, de 12 set 67, Julgado, ou que venha a ser julgndo Incapacitado definltivarnente, por junt~ Militar de Saúde, e necessitado, será concedido, mediante decreto do Poder Executivo, pensão especial equivalente ao valor de duas vezei; o mnlor salário mml~o vigente no Pais, desde que niio taça JUS a outras ,antngens pecuniárias previstas no. legislação qu':3 ampara ex combatentes. §1!! Considera-se necessitado para os ftns desta Lei, o ex-combatente' cuja sltua~ão econômica comprometa o aten dimento às nece111ldndes mínimas de sus tento próprio da familia. !>"':i:A:l A FAMILIA Múrlo Vargas já de volto, após uns dias de férias pelo Rio Grnnde do Sul, onde foram rever familiares. !>-!(;;;€<! CASAL DA SEMANA Jollo Blsmarclc e Simone Acloly. o<1 A BOUTlQUE Charme espera voce que gosta Je vestir-se bem com artigos de quall• dnde. R. Antonio João 256 Bela Vis ta - MS. $2° A condição a que se refere o parA~rnfo anterior 11erA constatada me dia ale sindlcO.ncia a cargo do t11lnislé· rio MIiitar a que .;stiver vlnoulado o ex combatente. Art 2° A pensão eapecle.l de que ee trata esta Lei é intransferível e Ina cumulável com quai~quer ren:limontos racebldos dos cofres públicos, inclusive pensno previdenc!6.rla ressalvado o di reito de opção. Art 32 Qualquer Organlzaç:io Mili tar que tomar conhecimento da existên cia de ex-combatente nas condlçõe11 es tabelecidas no Art 1°, providenciará se ja ele submetido à inspeção de saúde e à sindicância u que se refere o $2° do referic:lo Art 12. Parágrafo Único As providências referldar, neste artigo poderii.o ser reque ridas pelo próprio ex-combatente. Art 4 As despesas decorrentes da aplicação da presente Lei serão aten didas à couta da dotação orçamentõrio de EncargoR Prevideneiários da União Recursos sob supervisão do Ministério da Fazenda, destinada ao pagamento de pens10nlstus. Art 5 O Poder Executivo regula menturá esta Lei no prazo de 60 (ses senta) dias, a contar da data de sua pu bllcaçlio. Art 6? Esta Lei entrar em vigor na data de sua publicação, revogadus as disposições em contrário'. (Para Malort!s E~clnreclruentos ·Dirija-se A 5 Sec/10° RC) Meteoro caido no ílra sil desperta interesse Mundial Rio, A - A descoberto, no Brneil, ,relo primeira vez "in natura, de uma liga de ferro niquei nté então só obt da atrdvé, de rcntore, nuclea• res, ceu pro,·ocando ia1ere,ae1 ,ln ciêndn internucionul. A li ga foi encontrada no meteoro, que cniu, no •éculo pn-.ndu em Santa CRtnrina. A dc•co berta foi feita pelo profe•sor Jucque, Dnnon. do Centro Ilra,ilciro de Pesquisas F!eic,u vinculado ao Conselho Nacio nnl de Desenvolvimento Cien tllico e Tecnológico CNPq, com n coopera~llo dt>• pcsqui s,dc-rc• Rosa Scorzelli e Isa. bel ousa Azevedo, do CBDF, " Walter Curvelo, .'.luseu Nn cionol. Oma equipe de cicnti,tne franceses deverá chegar bre vemente ao Brasil. no fim de detectnr, em Sunto Catarina, n existênc!o de outro, ;;rnndes frngmentos do meteorc, nlém do que está emn poder do .'.lu. seu n11cionnl. A equipe estrn geira utilizará equipumento dr. alta predsiio pnra a locoli zaçáo dos fragmentos, com vistns a aumentar o conheci mento já ndquirido graças à primeira d':!scobertn. Trata.se de pe,quisn que vinha sendo tnmbém efttua<lo embora ecm auccseo, em dife rentes pnlse,, entre elce a França, onde era liderada por cicntistus detccrlores do Pre• mio Nobel de Fllicn. A des coberto tem profundo implico• ção no conhecimento do sistc• ma solar e até em processos industrias, nma vez que a li. ga ó era obtido, até entiío. mcdinnre reatores nucleares. P possível, segundo pena o professor Danon, que o mes ma liga exista n natureza, no próprio globo terrestre, ioclu- 1ivc no Brull. "TADEU'' l'i!urnelle. nosso fanclonórlo logo os. tará servindo no 10? RC. Seus com. panhclros du Empresa desejam-lhe fcllcldndes. !)A..!:'-0 vIPS LUNCH Aconre.:cu dia 6-lo lo grito carnavalesco oa Vip's Luucb, nnlmudo pelo conjunto !'ia• fari show, Foram destaqurs» pela animação 0 casais: Maneco-Nice, Edvalfo-Vera Iegina, Ocrsy-Salomé, Veco-Lenira Jairo e a lourí- 1imo. Vanfnha, Preto-Zair, Negn-Cnrln, Cu,. 111vo-Jack, E11dínho-ll,-atriz Helena, Bcrnnde, te, Adriana, Pola e Fatima Durlnmoqui. -.<& VERAO. A noaea praia do Rio A pll ~alá íre quentadfsslma. Durante a emana inúmero visftan1e1, porem 1101 fim da semano mo vimcnto é mais intenso. Falando em verio, a piscina do garoto "Flavio Augusto", sempre lotado por seus inúmeros amiguinhos, O Imposto sobre Circulação de Mercadorias ICM • uão atrasará neobu!!l dia no E taclo de Mato Grosso do Sul. Isto foi o que garantiu o titular da Se cretaria da Fazenrla, Paulo de Almeida Fagundes, ao depurado Walter Carneiro. Segundo o dt1putacio, esta aflrmaçlio, slgnlfica uma tranqullldade paro a maio ria dos prefeitos, tendo em vista que t, ICM rnpresentará mais de um terço das arrecadações muuícipals e ocorrem pro fundos ob,;tãculos na execução do pro· gruma de obras das administrações quando o Estedo não libera esta Impor tante sorna no tempo certo. l e pe Leia e Assine Tribuna da Fronteira Escritório ;eral de advocacia Sergio Roberto Peronrii CAUSAS CÍVEIS TRABALHISTA. DlRFlTO AGRÁRIO - INVENTÁRIOS ESCRITORIO - Rua 3 de Outubro ( Ao Lodo da Circtrnn ) Bela Viam M5 1 ta., é, ( F d t li V 1 ÓTICA CIENTIFICA 2V2l)2o 0$ 44s Óculos, Joias, Relóglos, Prsentes e Troféus Esportivos Ótica dos Elegantes da Capitul e Região .""A " e·ma "l l lil rn ill cas e fie tiza n d ceL, No, vi bu de cie de Ze) pr em lllo 4 t tiv; Da] EeE lstc., se Por , Ptla que <:!e que Vg + cha r Ta e Cos o "o da. A • ~ <le ·l'ls e on, Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº313_20_01_1979 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº315_11_02_1979 Voltar para a lista de itens