• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº322_01_03_1979

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Diário
Regional
CARTA AO LEITOR
O jornalismo, segundo o oom­
preondomos, tem obrigações e responsa­
bllldades quo vão ulém do direito de In­
formar. Se lnfol'mar não é tudo, u liber­
dade de Informar é quase tudo, disse
certa vez Herbert MOs8, e acrescentou:
"0 pleno e sábio emprego deta liberda­
de, jé. no simples roto de Informar vale
muitos vezes pelo desfraldar de bandei­
ras e pela tornada viril de posições"•. A­
contece que essa liberdade e esse direi­
to não são de importancia vital apenas
para o jornall!mo, mas para a própria
segurança do regimes e Instituições. B
preolso esclarecer: a liberdade de Impren-
sa não deve ser confundida eom a li­
berdade de satisfazer a ignorância, agra.
dar à mediocridade, alcovllar paixões e
preconceitos ele grupos, nllmentar ódios
e mesquinharias, nutrir tudo quanto há
de feio na democracia. A pior forma de
fazer jornalismo é a que visa 11atisfazer
os lnst1nto11 baixns que há no homem. O
parágrafo V do Art 141 da nossa Carta
Magna diz que "É IIvre a manifestação
do pensamento, sem que dependa de
censura''; No jornalismo essa liberdade
está em função da Étloa, do que resulta
a liberdade de Informar e a maneira de
Informar em relação com o Sonsaciona­
llsmo e o Respeito Pela Pessoa Humirna.
Informar, difundir noticias é o objetivo
precípuo do jornaUsmo, do jornal.
Mas, como a liberdada de informar
é por demais sedutora e apaixonante o
seu uso, corre sempre o risco de 8e tor­
nar Abusiva, pois é regm universal que
o excesso de uso deteriora o direito. Ao
jornalista, portanto, cabe manipular a
liberdade em sua forma mais profunda,
uecobrindo-lhe os limites e determinan­
do-lhe as responsabilldo des sobre que
a8senta de acordo com a clencla prática
das costumes e du Moral. O que impor­
ta ao jornalista, como regra de conduta
não é ser lnfallvel, mas praticar a justi­
ça na ordem da reta intenção, sabendo
reconhecer o erro para corrigir-se, dan­
do u cada homem uma oportunidade,
Pondo o bem comum acima do particu­
lar, o bemn da pessoa humana acima de
qualquer coisa. Uos <los papéis do jorual,
é _zelar pelos bons costumes, pelas tradi­
ç0es e Incitar o respeito às nossas u.
toridades .A cada ciddüo belavistense,
um lembrete: O respeito às autoridades,
sob todo os pontos de vista. é causa prl­
lllordlal para a manutenção da ordem,
da Segurança e do Regime Democrático.
O Desrespeito à autoridade couduz ao
9arquismo, a desagregação de nossas
d
eis e consequentemente a bancarrota
a sociedade.
Tomou posse
da
o novo presidente
Câmara
Porto MurtInho - Em sessão solene
realizada no último dia 2, tomou po8se
o novo presidente da C0marn Municlpnl
de Por,o Murtlnho, vereador Nelson
RIbiro Feres da Arena. Prestigiaram o
acontect::::!ento além do vereador Jonas
Amaruge e Jandirn Sonres Corre, os
senhores Alcir Coelbo (Presldente do
Diretório da Arena); Tenente Clcero
Antonio de Souza (da Capitania doa
Portos); Ildefonso Soares da Silva (Pre­
feito Municipal); Luiz M. Codorniz; Carlos
S«rubi (Consul do Paraguai); Zilda F.
Contrern (D1retom ria Escola Tbomaz
Laranjeira); Romão Maza (Deleg&ào de
Policia) e representantes da comunidade
murtinhee.
RETROSPECTO
O ex presidente Nelson Ramão
Vitorio da ilva. le!Ilbrnu &tl 'lnjens que
iez à Brasília. em companhia de com­
panheiros do partido e do Cfi mara, para
ver a possibilidade da criação do porto
e para tratar de asssuntos ligados à
O carnaval belavistense, nos pri­
meiros dias, foi bastante agitado e l­
guns incidentes foram registrados. No
Clube Esportivo B_elavlstense, na sexta
feira, devido " o entusiasmo da festa"
algumas pessoas ultrapassaram aquilo
que nós chamo nos " ponto crítico" e
Como é do conhecimento ue
todtts, no dia 11 de janeiro de 1979,
um incenàio destruiu parcialmente
as instalações d firma Luso Comer­
clal Ltda, tendo fal:icido na ocasião,
um dos sócios da empresa: José
Martinho liomes. Foram quAimados
todos ud livros fiscais, comerciais e
documentos contábeis, originando
problemas de toda a espécie. EFta
publicação se f11z para efeitos legais.
Luso Comercial LTDA
oo Martinho Gomes (CRC 16S6 MT)
GEMIDO ELEGEU OS
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Sergio Roberto ?erondi
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DIREITO AGR,RIO - INVENLiRIOS
ESCRITORIO - Rua 3 ele Outubro
( Ao Lado da Ciretran )
Bela Vista MS
Asaocl11ção Comercial de Porto M:.:rtfnho.
Falou das lndlcaçõeti, do apolo dado à
classe pecuarista quando do aumento do
preço da carne, enfim, traçou um parale­
lo respeito de Porto Murtlnho de ontem
e de hoje, qunncio todos est!lo irmanados
em busca do soluções para os problemas
murllnhenses.
O NOVO PRESIDENTE
Nelson Feres, o novo presidente,
agradeceu as palavras do vereador
Ramão e disse que os Interesses de
Porto Murtlnho estão acima de qualquer
dlvorgencla e que o momento era de
somar. Agradeceu o apolo depollitado
em sua pessoa e que tudo farlc1 para
dar continuidade ao Ideal de todos:
Porto Murtinho Progressista. Falou
também o senhor prefeito municipal,
elogiando o trabalho de Selscn Ramão,
enfocando o seu desprendimento e
dedloação, às vezes. realizando o impo8-
slvel para solucionar os problemas do
município.
praticaram uma série de Irregularidades
entre elas desrespeito à autoridade. Não
vamos eatrar no mérito da questão, ma
louvamos a atitude do presidente do
Clube que soube contornar a situação e
serenar OI! animos. No Gremlo, um único
Incidente "promovido pela alegria " do
jovem Sergio Zanardo. Discutiu com al­
uns diretores do Clube e "surdo " ao3
apelos dos amigos partiu para a briga,
com garrafadas e agressões. O resultado
da "alegria do Sergio " foi o acidente
ocorrido com o sgto Antunes que foi pa­
rar no hospital, teve o seu braço cortado
por cacos de garrafas.
DESCULPAS
Após o Incidente, Serglo foi até
o hospital pedir desculpas ao Antunes,
colocando-se a disposição para cobrir
as despesas hospitalares. A bem da ver­
dade é bom que se diga que o envolvi­
do (8ergiu Zanardo) é um moço que
nunca havia praticado ações de&ta na­
tureza é um moço trabalhador e de bon8
princípios. Talvez tenha abusado um
pouco do escoces e se descontrolado.·
O Gremio Pedro Rufino e o jor­
nal Tribuna da Fronteira, elegeram os
casais foliões 79: senhor Nei Brum e es­
posa e Estevüo Bazzano e esposa (de
B•lla Vistn - Paraguai) assim como a
foliona 79, Cristiane Rondon. A melhor
fe ntasla apresentada, u linda senhorita
Ione Maria Loureiro Lima e o bloco
m,,lc; animado: Bloco do Operário co­
mandado pelo jovem Tadeu Marques. A
e!!colha foi n:uito aplaudida pelos pre
sentes e já fieou delineado que no pró­
ximo ano serão oferecidos brindes aos
melhores.
%r72 a0
loolismo
Pr. José Izidoro
da Silva
Descobrlmento o toxlcl•
dade.
O àlcool foi deco­
berto o recebeu este no­
me há cêrca de fjQO a-
, , . b
nos, por ul • árue
que '> chamou li ghole,
têrmo usado pelos ára.
bes para designar c es­
plrlto muu, porqur verl­
llcou que, umo. vez ln­
gerido pelos eeus brbe­
dores, os faz!am com­
portu-se como demõnlo1'1.
O lllcool é um veneno,
acua Andrew Clark, ta!
é a estficnioa, tal é o
arsênico, tal é o ópio. O
álcool pode ser classlfl­
cado ao par dessas dro­
gas A saúde é sempre,
de uma maneira ou de
outra, prejudicada por e­
le, nunca porém benef!­
ciada.
O alcoolismo em es­
ta d o adiantado
verillca o Dr. Richar­
dson determina a desor­
ganização direta de toda
a estrutura vital. sem qua
a ela escape um único
órgão.
Dr. Savino Gasparini
técnico de higiene do
Ministério da Saúde, de­
pois de reiteradas obser­
vações no campo da pa­
tologia do álcool, apre­
senta os seguintes resul.
tados:
O álcool ataca ad
células, tecidos, órgãos,
aparelhos e sistemas da
complexa e delicada
máquina humana, alte­
rando-lhe, portanto, aR
funções. Nenhum dos 12
aparelhos de que é for­
mado o corpo, escapa
oos efeitos do álcool.
Experiêneias feitas
por diversos autore!',
provam que mesmo em
doses moderadas. oál­
cocl é prejudicial a0 Or­
ganismo.
Continuaremos no
próximo número. Cola­
boração da 1.a Igreje
Batista de Bela Vista
. Leia a BíbHa e ga­
nhe gratuitamente, um
bon.lto Certificado confe­
rido pela Sociedade Bi­
bllca Brasileira, com sé­
de no Rio de Janeiro.
preço deste exerplar
CrS 5,00

Bela VJt 45
O prefeito de Jardim, emedebist
Pernundo Freitas, anunciou que s pres­
taçõ±s do conta utrusada de wua adinl -
trigão qu poderiama ate ocarionur a
uu caí6sução j e encontra em mi0os
do Poder Lepislutivo Municipal quo
s enviará uo 'Tribunal de Contas do
Eute.do nos próxlmos dlt.B.
Frclfun explica o atraso de preta­
ções de conta, a partir de dols anos da
tlll 11Jinhtruçii.o anterior, como te:11 qa~
dur entrad;, cc,utlnuamente Ulll ano U_PÓ!;
outro, so viu impossibilitado de atualizar
suas prestações que estava atrasada
I BICADO SOFISSIONAL
ADVOGADOS
Ir. hva Mfose Csfa
lares
ADVCICACIA EM GERAL
Hun Voluntftrio• da l'átrin, 376 . Fone 210
Bela Vista Mato Grosso Sul
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Dr. Gil Marcos Saut
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Causas Civeis e Criminais
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Dr. Késio Loureiro Pinheiro
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Rua 15 de Novembro S/N
Bela Vista Mato Grosso do Sul
Rua 26 de Agosto, 384 - Sala 24 Forie
4-0650 - Campo Grande :'11S
Dr. De oda to de Oliveira Bueno
Advogado
Escritório: Rua 7 de Setembro, 230
Fone, 43-1062
Heitor Miranda dos Santos
ADVOGIDO
OAB - MT 185l
Rua Joaquim Murtloho, 169
Porto Murllnho • MS.
Residência:
Ponta Porã
Dr. Joelson Peixoto.
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Ruu 1.o de Maio S/N Jardim - Ms.
Adal;isa da Silva Nery
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Causas Civeis
Rua 13 rle maio, 2282
Campo Grande MS.
-----------·-----
Ricardo !Brandão
- ADVOGADO
Av. Brasil, 1595A Caixa Postal 355
Tel. Cod. (067), 431-1470 (Escr.),
431-1646 (Residência)
Ponla Porã Maio Srosso do Sul
Or. Cosme Ro~erlo de Souza Pinlo
ADVOGADO
1
Rua Coronel Camisão, 54 l ,
Fone 431-'116 Run Dr. Correa, em !rente a Praça Tbomáz
' LarunjeJra Porto illurtinbo . Ms,
Mato Grosso do Sul
Hilda Abussafi dos Santos
ADVOGADA
Causas civeis - Comercial . Trabalhista
Recursos em Geral
Rua 6 de Agosto, no 881- Fone 6210516
Cnmpo Grande Mato Grosso do Sul
C'au,n Civeis, Criminais, Trabalhistas, Regulari­
znçõcs d.- terras junto uo Incra,
Elenice Pereira Carille
Dilene Miranda Carpes
ADVOGADAS
CIVEIS - CRIMINAIS
fü,a 26 de Agosto, 360. Fone 6241520
CAMPO GRANDE - MS
drcsde 105. , tudo
o emedeblsta assinala que
d recursos
está norzul, salientando que ,quina
próp.os toram Isentados ma """!',
itrittsrativa mui«tal as",",,'
os serviços e os pagaruentos e 'une
- Hoje portantc, a
rios não atrasassem. !1 q
1 prefeitura deve CrS :UJ00.000,00 o s
rollhõ~s de cruzeiros), elos qmds 929 mil
ao prefeito. -
r.omo sua nproximaçuo da Arena
é bem mutor do que us ligações ao ~DB
a imprensa vem apontando Freitas
como um doa bons a d p t o s
do partido do governo e ele nlío
nega embora asseguro que dentro de
pouco temno . rPcus11rá sua clesllgaçuo
do MDB, ém decorréneia do apoio que
sempre recebeu úe membros da Arena.
"passei por momentos crítlcús e nenhum
manifesto fa vortJ vel, nenhum pronunc_la,
mento sequer de homens do meu partido
atual", lamentou.
APOIO IN ONDICIONAL
A HARRY A.MORIM
Freitas frtrnu quJ Jardim deverá
dar apoio locondlcloaal ao gQvernador
Harry Amorim Cota, tanto que, através
da As,rnclução dos Municípios do 8ul do
Oeste do Estudo, na qual preside vem
gestlonarido adesões ao manifesto que
~erá ussioaõo no dia 3 de março em
Marucaju, quando da reunião da ASSUL­
MAT, Associação Municipal de Mato
Grosso do Sul.
Tribuna da Fronteira
( Fundado a 20/2172)
FUNDAÇÃO Ialdo Pereira
DIÁRIO REGIONAL
Propriedade d11 Gráfica e Editora Apa
CGC-MF 03.201266/0001.90
Inse. Est. 1305923-13
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lIari11 E,tda V. Pereira
TRIBUNA DA FRONTEIRA
Diretor - Hedator - Chefe: Ivaldo Pereira
Hedaror: Italo llorioli
Gerente: ~ilson Silva Santos
Redação Administração ~ Oficina•: Rua
Duque de Caxias Eln Bela Vista MS· Cx. P. 23
ASSINATURAS
Bela Vista Jardim, Porto ~lnrtinbo Bonito
Nioaqce C..rncol e Antonio Joilo CrS 800,ÓO
Demais Municípios ---·-·- CrS 1.000,UO
Observação Os artigos publicados com
.l$Slnaturus dos autores não trnduz.eru ne­
ccs:-áriamente n opinião e pensamento do
Jornal. Sua publicação obedece ao prop6-
sito dos debates dos problemas municipais
e de refletir as diversas · tendência, do
pensamento universal.
Jvun Nascimento
I nutmnclís 'Ítno o -~
baile.
Salüo chrlo, b•:bldn
roluodo a vontade o to-
dos na mLlor loucura;
bem é pra i to que oxfs­
te o carne"ul, não 62
Um amigo, Qlll' !ti
estove ut:• de mor;bJ,
disse-me que o fusué t­
va como o Diuho gosta.
Esse amigo e outros
resolveram escolher o fo.
lilo ma!s animado e d1-
ferente o que, conve­
nbmos, não era difícil,
pois, nesta festa, vale
tudo: homem Vf'Rlldo dt1
reulher, mulher vestida
de nada, criança fuzoo,
do berreiro querenda
entrar na dança já que
no Carnaval a Lei Ilca
caolha por nlio ter geD-
te em nú:nero bastante
para fiscalizar tudo o
todos
Meu amigo partiu,
com seu grupo, para a
eleição do melhor fo!Jão.
O mals orlglnal. O mais
engraçado. O mais cura
de pou.
Sem que ninguém sou•
hesse, o grupo reuniu-se
numa mesa em ponto
estratégico do magnífico
salão de baile , de Cd·
ra. encontraram o ho­
mem que preenchia to- j
dos os predicados acima; ~
ímed!atamente escolhe·
ram-uo o MELHOR.__
Aqui vão alguns tra­
ços do felizardo que a·
pareceu mais do que bu·
rr co nas ruas de Bela
Vis'a.
Camisa comum, cal­
ça comum, sapato co·,
mum e cara de bobo a,
babar, tendo as calças ,
a escorrer pelas pernas •
agarrando tudo quanto
era mulher ou homem
qu<? passasse por perto.
Nos olhos o ar vítreo do
tarado que só tem três
dias para arranjar' sus
tento. t .
O prêmio será comi·
sa de força pordez car
navais. {.
-· 1
Leia e assine (
Tribuna da f roaleirn
FIQUE .DO LADO DO MAIS FORTE
'ergason
,,
pra7a 0,g
d}Jt, it. IB$) bjy z±;
y s!is ri n! id
FILIAIS EM:
ESCRITÓKIO DE VENDAS:
Amambai, Bela Vista e Mundo Novo
17
Antonio João, Caracol, Aral Moreira, Jguatemi e Eldorado
---

Bmsllla - O deputado federal Ru­
ben FIguelro, elelto pelo novo EAtuclo
rle ~1"tn Grot:-Ho_ cio Sul foi 1·ecabldo Pm
utencia pelo futuro pre-Ilente dn Re­
publlcu, general ,l oo Buttsta FIueiredo.
A nsscsoorla do ruturo preslcknlc nlio
Informou quuls os assuntoi:;, trutotlos du­
rante n uudlênclu, entreluntu ventilou-se
que o general terla solicitado uo parlu­
mentur muls votnclo prla .rouu do novo
Estado, quo ocelt.111;so u vice-liderança
do governo nu Cllmura dos Deputados.
O convite jfl havlu sido felfo ao
parlumeutar !lo Est:- do rle Mato Grosso
do Sul no Inicio dcstn m(ls pelo deputa­
do Nelson M!lt'clwrnu, tendo Flrruelró rle­
cllnado" do convite por querer decllonr-ae
mais aos assuntos de son Efüudo, jô.
que du•·1rntc- sete anos foi lldn cio go­
verno nu ..sscmbléh LPglslatlvu, o quo
o oh lgou u um truhnlho forçudo pum
conciliur os dlvers()s munl!!lplos e os as­
sunios do governo.
Segundo H.3 Informações de Brnsl­
lla, n audiência forn sollcltnda pelo prn­
prlu general Figueiredo.
u sulda do gabinete do Figueire­
do, no 18º undnr do Edifício do Bnnc<'
do Bra!-II, o deputado Rubeu Figueiró
nil.o confirmou nem negou os fatos ven­
tllndoA afirmando somente que entrega­
ria 11 Figueiredo um dossiê contendo us·
sunto~ oonsldemdos de grande lmpur­
tunciu, entre eles os reluoionudcs com
o criação do Ministério da Pecuõ.rle.
modificacüo d Lel 5.692 acrescentando
dispositivo que dê ao prufeHsor uma re•
numeração condigno; e, f .. derallzaçiío
dos policias mllltares com o objetivo <le
ndequõ.-lo!', ipelos vencimertos, ta­
gens, gnraottus e sobt·etudo na pn: 'un­
ção técnica dos rõcursos hun:nnos que
dispõe, às necossidndes da segurança
Interna do Pais.
Outros assuntos que ser!io JPvodos
ao presidento eleito João 811tisto FlguE>:­
redo, é u regularizaçlío do. &itunçúo pro­
fissional dos jorna!ti;tus do Estado de
Mato Grosso do Sul, com uma modiflca­
çiio na L~glaluçiio que p;3rmltn o ime•
f7
.
:SI
e... !
dia to registro daqu<·letl pl'Ofi a -lonal<i que
atuam no setor cla11Jo-lhet. ui, gnmnttr,s
de lei C' u <'t'lução <IP umu Escola de
ComunlcnçõeB IH> Eiitodo; r;eaurn t<,'Hl
pura todu a ltrea agrlculávl'I; r.glllz;.~;ilo
dos pruC<'SB<,B de flnunclnmc nto para ln·
sumús ugrfcolas, reativação do Proclepan
Educação
A Supn Plntudn mfie de urna Incrí­
vel filhurudu ungustludu reclumuvu pu­
ro o Sapo llol.
- f~ cumpndre, nossu vida nesta He­
Ju V!Qtn tá um desr.stre.
- • É cumudre snpa, tá ruim mesmno.
- Vê o senhor, unllgomente nós
criava sscs filhinhos nos aconchego
das mutnus mas com o progresso dos úl­
timos tempos tem t!o e !11gous pc1ru lodo
cvnt.o. Jgoru mesmo uo som ele bnr,dus
e dl~cotecos Inauguraram uma lagoa que
até AU teubo vontnàe de esquecer os
meui; cabelos broncos e minhas rugus e
üur uns mergulhlnhoH.
- Onde Iicn ei;lf1 moravillrn cu·na­
dre? Cvmo a senhora sabe cu gosto
multo de estar no melo dos jovenõ e,
perdoe dizer, com u onda dn:, tanguinbus
tcm cadu supiha cí que é um mura­
vilha. Onde fica e;:tia lngoa diga logo
que vou lá hoje mesmo
- Bc m cu11' , rlre, nlo sei e a curr.a­
dre vai gostar m,:f', por fuvor faça boca
de siri e finja que foi o sPnhor me:;mo
que descubriu u lagoa For do Ap Se­
gu1.do. Flcu per!o do Grenllo Ped,o Rul'i·
no ou rua que vem puro o colégio Cus­
elo Branco e se o senhor for de corro
àelxe-o estucioo(ldO no pálio da Churras­
caria ~1eu Rnncbão ou em frente o Escri­
tório Brasil pois dali até a Flor do Apu
Segunda, é um pulo e se o senhor for
de o utomóvel poder ô. fica, preJo na
correnteza já que nossa descoberta ficu
e
e Pr,•íl0P~te 2; rrlncílo do Pn,grurun Es•
peiI 'rn o Hulsio Sul.tgrosense
Probol o; u toes clre fitncimen­
to e e:agzcia pera a recuperação
dtus azedas e formnço de novo te­
buuhci e·, u pavim• r;:ur,üo dl' Ir-da, a,;
HHs do .lato Gro r,o dt
1 ~•Jl.
Política
Ivan Nascirnento
_;,
'
PXutumE-ntr> no melo dn rua Burlío de
:folguçu e é ububk,l..u. CCJl1l 6guu11 po­
clrPS d<: div<•nu;, cnnto1<, o que fuz com
que se o senhor não quiser r di Ptamen­
to nova lga:,fcr num dos itcs
nflur•nll'ti nr.tc e deliuL-ntc s dt·pols
pois o. t'.guu P lh li H í' t·'.1eiu rle mri;­
qu!1os o que, ce cura. 1z com que nü.o
pt·l'clsemos Jevur e< 1 !i pois Jú :,x;;;.te
deruu!ti e de multo lJ,m qualid:!dt>.
- Brigado, curr• vou ngora
mesmo visitur esta Ia1aba untes que
ulgum prfelto novo. queira bancur o
gostosfio e acbar cuI e:-lu.
Guardo
Noturna:
_,.,.
-
5.í. •os @w« 1
ex[tiu, e que fi tin+nu],'a
J)or f.tlt:l d1• rt-,·ur,o ! l 111 •
t•t·iro , Jardim, ·nua popular o
e ressette da nece t ale
de utid uata noturnut, e é
claro ,1uc pun i-co, h!, a im.
perio-a in i-petabtlidae da
e ter fundo+,
Terão de ser comprados
u.:11fortnt' , uIia, pa.. o»
ordenados de tais guardas.
Pois bem, e cada morador
da cida<l1· contribuir con, ape­
nas lO l', uzriro:' ;• cudo cn
ruí!I ri 1ntt• com J', ll"rrmo o
pobl.na soluclonado. Fundo»
virão s logo teremos nos0s
lares, nossos comércios, mais
beu resguardados, o até nos- ,
a própria vida, osslm conH>
provavelmente, dirinnm
111mlwm <>• roubo! ,le nu111111<
1
-
! . Tributa da Frt,nlciru
lança mais uns repto, que co
rrciante reunam-+e e le.
diatarente, montem umo rJj.
rdorin. uma chdia para <jll<'
vejam então unguriados o di­
nhPlro nrces,úriu. !'iilo ó pu~­
ivel, que cada morador não
po,Fu ~0111ribuir com 10 eru,
zeiros e e.oda cumerdunt e corri
50, mcll!ulmcnte, am seu•
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Secos e
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Molhados em Geral
7! 7121°
9
J

tC,iluhoraçio <lo Pr. Jernm!Ull VI- Enlúo a Terra SPI á Tuo, com tudo
1 0
que ela encerra, e, o quo é ma:·, Su-
cente d Silva da Primeira Igreja Bati +i Um Homem!
ta til' ll'.111 "iRla),

Se és capaz de conservar o juízo
e o sangue frio, qu,rndu todos uo redor
de li p1n·rtem n cabeça o to 11<•usum de
peuler tua; e podes conservur a lUi
eonfiunçr em ti mesmo, qutndo todo
duvidam de tl, e o momo tempo, tomar
om cwn·•ldoraçllo e8>lfl clor..conll11nçu;
Se tens nu força do esperar longa
mte em enrBr-te da ospera,
s,., !lOndo utaoodo o<>m menllros,
não te defendes com mentiras,
Se sondo odiado, nllo odelt1B os Av. JJrn,11 . Ed. Cinclandi:t • Snl& 201 • l• Andar
teu,; Inimigos;
11o Se, us~lrn procedendo, nllo fazes l'on&n l'vrà
pl"llQll do multi virtude ~ de multa su-
bodorla...
Se tu podes sonhar e no perml-
tes qul'. o sonho te domino;
So tu podes pensar e no.o te cun­
tcnlus com fazer do peusumonto o fim
de tua vldn;
Se, encontrando o Triunfo o o Des-
graço, és cupnz do encarar com o roes•
mo O.nlmo todos dois impostore11;
Se tens alma para ouvir 11 verd1-
de que preferiste falseada por malandros,
que com ela procuram enredar os tolor-;
Se tone coragem para ver despe­
doQnrem•se ns coisas que mais amas, ,
ainda, para juntar os destroços e recons­
truir, com instrumentos Imperfeitos, o que
deln!! re6tnr ...
Se és capaz de amontoar os teus
bens todos, jogá-los num lance de "curn
ou coron",perdê-los e, depois, recomeçar
a tuo vtdu, sem dizer palavras sobre a
tun perda;
Se és cupnz de obrigar tou cora-
çllo, teus nervos, teus músculos a obcde­
cerr.m•tf nlndn quando estiverem oomple
tu::nente exaustos, e de perseverar n1
tareia lnicladu, quando nada mais em ti
existir, etinii.o a tua vontado, que mundo
prosseguir...
Se tu po<l.es estar eotre ns mulll·
dões, sem perder n tua peri;onnlldude, e
caminhar a par com reis, sem perder a
noção dn humanidade comum;
Se nnnhum Inimigo, nenhum carl­
nhoso amigo te pode causur duno;
S todos os homens confiam e '.!!I·
peram em ti, embora não confiem ce­
g.!.mente;
Se és onpaz de encher cada ine­
xorfi.vel minuto com sessenta segundos
de trab1:1lho acabado;
Desenhos Ar"tetânico
Cópillc Hrll, ::ri.firo,
()oscubnu i'ublir . ios
Topográficos- L '1o»
e Planos em Geral
Sergio ílamão Kampa
iluto Grosso do Sul
Lixo estagnado
Jardim perfumo
Jardim - Cresce nE<~ustadorumenle
núm~10 de lixo ucumuludo nus colçudus
diu ruu':l de Jurdhn, em virtude, slmpl<-s­
rnente, de não termos mniE< quem recollrn
u lixo.
ü problema é que lnexp!lcávelmen-
te, a atura que efetuava 11 prestação
de serviços de recolhimento do lixo,
como que por 1c-uc1rnto, sumiu, evuporou­
se du cidodt1, e e ,ideotcmente, o~ ,!e tri­
tos, os restos de comida, enfim tudo
aquilo que pJdc ser cacsiderado resto.
continuou exblln.l.o, normulmentC' corno
acontece em qualquer lugar, onde exiHtum,
onde bubllem i;eres humanos. O mau
cheiro já se faz uot:-.r c:m nossas runo,
agruvudo com o fato de permitir o
aumento leri ível de moscas e outrcs
insetos, nltm da cachorrada enorme que
existi, nu cidade, iuçar, derrubnr os
recipiente;, que depositum o lixo, bUjau­
do e imundaudo ss vius públca8. Urge
que o prt'feilo F'ernando d<:! Freihs, tome
uma providênciu imediu ta, n nte s que
múl maior aconteça, e já qt1(' deveró.
ordenar uma limpeza o mais breve
possivel, que opere também com rderên·
cio uos inúmeros cães vudlos que in~es­
tum o cidade.
I
"'ua Antonio João, 1011
., ----·-·· ---
Dela Vista
M.
%1.C O
e A R I e I A ?rcç3 %$!2 2%112231
P% iet:.d 0evar Briosa
fica em aí, perto do elavistense
Nao deixe de
O mundo é pequeno: .
ele cabe inteiro .a%, 4
e3í?' .-
num grande -»
, +I [2:2 ·g
1orna. -;: ·,-., ... : ••
E chega ' <
todos os
dias à sua
cidade. %5±fj
r
i ~~~asa, g~r~
se você é um .-
l ('2, 6@?
l nossos assinantes. '6o{61%
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ela VI«ta MS
-
Tribuna da Fronteira
9
OLUÇIO
Mi istr
r il
,.,
Q 1
as
'
, J

E !linda há ruais, multo mais, a
ser dito e relembrado.
Como slruples transcritor destas
"plrulus" de relembrança daquilo qu~
tem se passado em nosso grande Orasll,
que só é pequeno porque mela duzln de
maus brasileiros só tem vistas pnru o
• que o seus cofres lhes possa contribuir
na forma já enunciud1i da "Arlo de
furtar" ... renasce em miro esperançes
porque da massa do povo vem esta
outru onrta de apolo incouteste a de D.
Ely Barreiros Novelli em a qual entre
outras coisus o seu autor r. Hermenn
Moraes Barros escreve.
A cartn de autol'la da tienhora
E'y Barreiro Novelll destu capital
(s. Paulo) confirma a fibra e a coragem
nunca deementlda da mulher b:-asilelru
1
Crôr,ica de Bustos Domeco Jr.
1 .
1
'
·, '
Pretendo,. a medida qu,~ a boa
vontade da 'I Fronteira permitir repito
' 11 ' I' '
permttlr, publtcnr num dos cantinhos
opiniões e conceitos firmados por leitores
da Imprensa nacional formam do que
aconteceu no pussudo e e pasta no
presente.
A leltoru Ely ílnrrelros Novelll, da
Capltal do S, Paulo escreve u redação
do "0 Estudo de S. Palo" a transcrevo
qul alguns trechos importantes.
"Gostaria de upoiar us palavras
daquele senhor que lhe oscroveu lamen­
tando u polêmlcn sobre u volta do ar.
Leonel IMzolu ...
"Mus gostriu que fossem lembrados
os acontecimentos que geraram a Revo­
luç1io do 1001, começando com o gover­
no (diz elu, deflgoverno digo "eu") Kubl­
tscheck, (u construçfo de Brasiliu).
lulellzmente, a nova geraçúo que
í está, e que tanto grita pela unistia
ampla, não viveu os momentos difíceis,
angustlumentes mesmo, que vivemos da
1950, ª· 1904.
Gostaria que C's srs. lembrassem
o Inicio da lnflnç!lo, com a construção
de Brasilla. Recordo-mo de um detalhe,
que dó. bem idéia da sua grnndezn.
Naquela ocnslü.o pagava-se a carne a 2
cruzeiros o quilo, e quando havia: aumen­
to, era de centavos, passava a 2, 10 ou
2,20. 9tc. Com a construção de Brnsllla,
ela subiu a 11,00 o quilo, em meses! O
que se gastava em transporte aéreo
parn lovar tudo para Brasília. Quando
sua oxcelênola dava um simples almoço
a qualquer personalidade vlsltnnte ( e
!oram inúmeras) desde aR flôres até a
Cbmida, eram levadas do Rlo por avião.
Isso sem contar o transporte uéreo da
lamilia do presidente, cujas filhas vinham
em o.vliio espPcial fazer tratamento den,
târlo em São Paulo, e eram apresentadas
em baile de debutantes em Paris:
Hoje, o presidente Geisel, aos 70
anos. coustrói u duras pena!l uma casa
• em 1'eresópolis, no valor aproximado de
7 milhões, o merece uma reportngem
especial com detalhes da "mansão".
Vejam. os anúncios dos o parlamentos à
venda: em 8ão Paulo e Rio hoje e os
seus preços! E não me, lembro de ter
Isto reportagem nenhuma sobre as
Propriedades do sr. Kubtscheck em
Portugal e dos srs. Goulart e Brizola,
no Uruguai e na Argentina.
E, gostaria também de sgber como
0 Sr. Brlz'Jla consegue fuzer um cariss!­
tno turismo por inúmeros pises, fazendo
8Ua.R declarações ::obra problemus mter­
nos do Brasil.
Mae, continuando sobre o estudo que gos­
(aria que os srs. fizessem, não poderia es­
quecer a covardia, a traição, de. renúncia
do sr. Janio Quadros. E esse homem
Ainda tem a petulância de dar entrevists
e dizer que estava votando (em 15 de
novembro) nos candidatos que cumprissem
0 seu dever, porque há os-que não
0
umprem": É Incrível: O melhor exemplo
~ ele próprio, que eleito por milhões, com
Tudo para fazer um bom governo, covar­
demente quis dar um golpe, e _renunciou,
~ntregundo
O puís ao sr. Joao Ooulart.
'E a intlaco galopante que dai resultt'U.
E o desgoverno do sr. Goulart. E a en­
l?ega do oals aos comunistas mdlcados
Pelo sr. Brizola. E O célebre comício no
Rio, em Março de 1964,_com o sr._João
üoálart e esfusiante D. Maria Tereza
(a mesma que hoje á ca'ou de revista)
o palanque oficial, e os participantes
llortando faixas com o emblemn da foice
e d martelo"
,, "É isso, que eu gostaria que s0
"H'asse aos jovens da hoje, a relembras
aqueles que viveram aqueles de
as andam esquecidos. . . •
E os atos terroristas que come­
Çtltos a sofrer os sequestros, os assa8l­
"Os, que graças o ÁI- 5, conseguimos
'tterrulnar voltando a ser um país tran­
!lo, quo cresceu extraordinariamente,
m trábelho para todos.
E o que a::onteceu e vem aconte­
cendo à Argentina, que niio teve um
AI -5 quo a slvasse em tempo.
Gosturla ainda de prestar minha
homenagem 110 prof. Gamo e Silva tão
adrnlrndo é Incensado após a revolução,
e que últin anuente vinha sendo execrado
por tor sido o recl;;tor do AI - 5 e UM dos
seus slgou tárlo;;.
E é lumenL 'l'! ver com que covar­
dia ae calaram os que o deviam defen­
der e os que, sendo polillcos. não tive­
ram a hombrldnde rle prestar suo últlrno
homenagem, comparecendo ao i:eu enter­
ro.
Diz ele adiante:
Por melo desta apresento-lhe,
com us mlnbar; bomenagene por sua
coragem cívlca, ml'u despretencloso
apolo em tudo que disse, com desas­
sombro, a raspelto da polltlca nuclouul
desde os acontecimentos que geraram a
Revolução salvadora de 1964.
Associo·me também, às homena­
gens ao professor Gama e Silva, amigo
e companheiro de todas as horas, desde
us lutas civlcas de 1932 uté os dias
atuais.
Apoiei o AI - 5 quo som dúvida
salvou o Brasil da catãstrofe terrorista,
em que se debatem a Argentiua, Espa­
nha, Itália, Inglaterra e tantos outros
países.
Ao mesmo tempo manifesto minha
revolta pela ausênclu de ex-companheiros
revoluclonárlot-1 e membros de governo
que faltaram ao dever de reverenciar u
memória do destrmldo ml::il.;iro da Jus­
tiça do governo Costa e Silva".
Honra ao mérito de uma coragem
incomum a de D. Ely.
Graças a Deus porque ainda temos
homens do quilate deste l oraes Barros.
Pela minha parte faço minhas
todas estas aorajosas ldólas que como
idéias representam ideais dos que só
tem seu pensamento voltado paru a Pé.­
trio ogmum.
No chega a ser uma excentrfci­
dnde, mas nma forma original do povo
de Cobrelo protestar contra o abandono
de t1uas ruas. Alguns estudantes em fé.
rias, que vieram a Cobrelo pura entre
outras delír:las, • zanzar de carro dia e
noite, encontraram suas tradicionais pis­
tas de corrida (as ruas da cidade) séria­
mente ameaçadas por buracos enormes
o que torna a brincadeira deles bastan­
te perigosa. Diante dessa circunstância
lamentável, tiver11m de se resignar a di­
rigir não excef:sivamente embriagados,
sem correr muito ou o suficiente para
conseguirem fazer uma curva com pelo
menos duas rodas. Foi demais para eles
Imediatamente, reunirAm-se revoltarlos.
Ouviu-se uma voz exaltada: Não é poa­
r,iveJ! Nunca mais volto aqui. Andar nes­
sas ruas é um perigo. E eu odeio o pe­
rigo. Só gosto de correr!
Foi então que nlguma mente bri­
lhante sugeriu: "Mas isso niio pode fi­
car assim, vamos protestar, vamos eri­
car com toda a plebe!" Os estudantes
ficaram tão exaltados com essa idéia
que se excederan: um pouco: no final da
noite uma lanchonete tinha sido clepre­
d1id11 iµtelramente e três prostitutas es­
tavam enfaixadas dos pés à cabeça no
hospital.
Durante o diu, um folheto rodado
no mimeógrafo já circulava pela clrlnde:
era o estatuto de um concur~o Institui­
do por uma certa sociedade seereta. Mas
todo mundo sabiu que essa sociedade
era os estudantes, inclusive o prefeito,
que leu o folheto bufando de ódio: " Es.
806 subversivos! Quem mal; cometeria
tantos erros bárbaros de português que
esse bundo de estudantes vadios que
nunca .passam no vestibular?!"
A população. q'.le geralmente nii.n
apreciava as dlabrurus dos desvalrudos
estudantes. sent!a-se mi:ito revoltada
com o abandono de Cobrelo para não
aderir ao protesto, perque, embora apa­
rentemente fosse um concurso, era na
verdade um protesto. Por Isso, o assun­
to assustou o prefeito, que esbravejou
tanto e tantas patadas deu ( o que não
é absolutamente seu costume ), a tal
Prol. Stumpf
HORROROSOS
ponto de fazer o milagre de conseguir
que o geralmente sonolento e incompe­
tente mecânico dn prefeitura pusesse a
patrola pra funcionar, ao descobrir que
pura isso bastava gasolina.
Porém, antes que o prefeito tives­
se tempo para tampar qualquer buraco
( exceto sua boca, que não podia amea­
çar ninguém, para evitar maiores picha­
ções), a primeira eliminatória do con­
curso já estava prevista e programada
pra um sábado.
O concurso d1:.nomina va-se " Certame da
Felura do Buraco Mais Horroroso da@
nossas Ruas". Os finalistas daquela pri­
meira fase seriam os buracos que aber­
tos naturalmenle, pela enxurrada e pelo
desleixo das autoridades " cempetentes"
contivessem maior volume de detritos
não o suficiente para tampá-lo, m8s pa­
ra causar lllá impr2sslio nalg-ama auto­
ridade do governo que por ali passase,
ainda que de óculos escuro, de torcicolo
e ligeiramente ·1nflamado pelo uisque.
Depois da "festa" ( estilo progra­
mados ou1ras eliminatórias,) cedo ouviu­
se o ronco da patrola arrumando as
ruas. Trabalhava lentamente mais por
culpa do velhaco patroleiro do que por
causa da eficiência da máquina, por que
o sem vergonha exigia que cada barzi­
nho da rua lhe servisse gratuitamente
um gratificante lavrado ( cinco dedos de
uísque cava chão, ou eja cachaça ).
Muita gente já jurava que no outro dia
o safado entraria em coma e a patrola
seria aposentada outra vez, com "pro­
blemas numa peça estrangeira". Mas eu
não recebi nenhum telex ainda ...
Dr. Laucíd,, V aldez
Clrurgião Dentista
CRO - 557 Mt.
Clinica de Crianças e adultos - Ralo X
Atende-se com hora marcada Consultório
Av. Duque de Caxias, 508 (Ao Lado d Banco
de Barros
O ministro das Minas
e Energia Shigeakl Uekl
voltou a de mC'ntlr ·m
entrevista à imprensn a
informação de que Pe­
trobrás exporta deriva­
dos do netrólco, Pelo
coatrrio, as exortações
nllvlum parcialmente o
peso do t;rnndo dlf'põn­
dlo com o. lmportuçüo do
petróleo bruto" afirmou.
Segundo Uekl, que
convocou imprensa à
sua residência, os cl'.llcu­
los apresentados para
mostrar que as opera­
ções são desvantajosas
estão r,rrudos porque tiiio
feitos em cruzeiros e
partem do pressuposto
de que só existe um tr­
po de petróleo. Isso é
simplificar demais o 8-
sunto comparando petró­
leo com boi.
Ve que como amigo é
o muior presente que alguem
pode ganhar.
Vocc que com sorriso
inocente conquista a simpatia
de tudo e todos,
Voce que oo brilhar de­
seus olhos dá mais sabor a
vida.
Voee que na angústia
dos outros fornece compreo­
·ão em pedir nada em troca.
Voce que tem o mundo
como a verdadeira roda viva
e qoe na vida de tristeza nos
faz ver a alegria de rirer.
Voce com ei ar de meigui­
ce resplandece até a planice
com a ternura de um cristal.
V.ce que é a simpstln
em pessoa, e que no seu
rueio de cllmpo. antlputia nfo
tem vez.
Voce que sempre fazen­
. do surpresas r que surpresos
ficamos nós ao ver que oo
mundo em que vivemos da
paz trocada pela guerra do
amor, pelo ódio, :únda existe
gente com todas as qualidades
con:o voce. Só.voce.
Beatriz Antunes
Documento
Perdido
José Maria Co 'ho
Xavier extraviou os do­
cumentos do veír.u?o
arca Chevrolet CJ 040-1.
Cor Amarela, modelo
Pick-up, tipo camioneta,
Chas,::i n!! C144CBR0917SP.
Publicação que se
faz para obtenção da z1!
via.

BOUTIQUE CHARME PRAZEIROSAMENTE
Elll: 1 SOCI
APRESENTA:
--
Tribuno
da Fronteira
Por Nancy
Sandra L. Marques, Floco Moleque dança
N ASCl f.NTOS:
Nneceu dil 21 PI'· 1111 Mntrrnirlude do fio•·
ital 5o Viente de Paula o «nrotllo
'iey. Aos papal Ponlano, Junlze e o
by felieldnde.
LAMBE
DJnlmn r. Jlrnniua ícllr.e• com a ched da
róhuwt Fernanda que peso quatro quilo»
o ol:;1unue 1-(Ullllll. 1'ar11lien,.
CASAMENTO .
Ll 24 pp. aconteceu o enlace Matrimonil
du Uivon11 fillll ,lo curnl Ar10,to ,Sllvc1r11
Uno ,. Con,tnncia r. Ju8Ó llohcrto, íill,111 de
Antonio Lopes de Paula e Delza Maria. A
lrej Matriz toda engnlanadn recebe4
noiv Dvann com su beleza e melguice.
Grande número de convidados foram ver 0
nbrçur DIvan e José Hoberto em sru dia
D. Au jovem ousul llcllcul111les 11111.
ESTUDANTES
f'ornm íoliz.,,, nn• proV11R do Vestibular,
mlndo vitoriueo, u• bollVhtcnse1:, Aclno
Carlos (Direito), o cnal A elino e Celeste
(Dircilo), h.uhcl Znnardo (Servlç,O Soclnl),
Lenie Haffel (Administração de Empresas),
Zildu Cnlurd,11 (Secviço Social).
ANlVEHSÁHlOS
21 15 1111'18 clu Jovem Murgoth Jucquc•
line Vela+quez
24 Nnt de Tadeu llomcdo
Quem oomcmorou tombem seu• acls nninhos
nu dlt1 'l0 foi o Guto. Mumno Din6la 11repn­
rou bolo com refrigerantes para o vários
amiguinhos de Guto que lorum cumpnmen­
tn-los. Aos onlVCTtndant1• o• porabcns clcllo
colunista.
27 Sr. Zoni Fernandes Gonçnlvc,
No Boutique Charme voce encontra ar
tigos finos paru senhoras, senhorita e ca­
valhciro,.
,
E,
CARNAVAL ..
Apesar do esí,,rço d~ to•ln ll Equipe da
Dirclurltl do Gremlo Pdro Iufino t pro
poreionar os eu» As«ocidos e Convidado°
um Cnr1111vnl clu·lo de rnu1t11 11n11uot? e ai•:
grla, em uenhumn uhcruçno, nilo º' pOB61•
vel. Aconteceram nlgumns, porém foram a
nndan imedintamente, transcorrendo a· nor
tes restantes num ambiente de muita eufo­
rin e trnnqullidude·
O SALÃO
enorme cio Gremio estava totalmente
lotado, ,em abuso•. não tendo sl,Io flngrotlo
no «alio nda que pudesse atentnr contra o
,egurunça lhicn o moral doa fnhiie&.
PRESTIGlANDO
por lá: Casnl llortencio Escobar, com os íi•
lho e sobrinhos, Tales Mo,carl'nh11A, espOSll
o filho• IMstovilo·Cnrloto, Olnucy-Ely e os
lllhos, Tli.!J, Siinla e Scrgio, Decl~•M11ri11. Jo.
sé Ivo-Orr:iy l1cvclte-lrnnl. I•crnandmho­
Z~noblo, 111.;,illon o Srn., Edvaldo-Vera lle­
cinn, Per•io-Elvn.
BOUTIQUE
Chnrme tem pnra voce o• linls,imos artigo~
da Dcblu, Cori e Oledsoa.
ANTONIO
Lopes NnlT Nnlolln~ e Zulmira botnrnm
pr6 q~cbrnr'. anmbnrom tonto que oa 2.a noi­
te Nnlr nt6 torceu o pé, Mas como balonn
adora sambar, na último nolt11dn, Nair jà es•
tava em !orma,
POI
... Parecia un Jardin de parud.ojas
y era una gran floresta de Verdades ...
(Vnrgas Vila)
E lSSO A.1
O Carnval j passou, mas ainda é noti­
cia, devido, principalmente, às particula­
ridades da maior festa brasllelra. O pes­
soal vive quatro de dias de Intensa folia
e alguna aproveitam para mostrar o ani­
mal que habita o genero ainda não ter­
minado: o homem.
CilCJIITO . ,
Azala, Joio Carl-Sonia, Medeiros.Neire
Cleones.Pepé, tumbm prestigiaram a festa
do Hei Momo no Grulo
O bloco dos piratas sambaram um
pouco no Gremio, era os casais Dr Kslo
Maria, Mario Andreza, Dr lltllu-Carme111.
SÓ APHECIA 'DO _
08
follõe• unotci: Dr Hob,·n•ul-Tel)<i .. Arac,
Mendes, Alotslo Mendes, Ocar Salomão
Mndoleuo, Ozuil Osunu e Sra.
BIIINCAl'DO
tambe na fe,lu tio Htli mumo, dai• ca,uiR
Paraguaios, por sinal animadíssimos, o no,·o
Comandante do Destacamento uu e-sp0d
e o sub comunduntc Zur111c e Sra.
POR LÁ
curtindo a loha os recern ca•~dlnhoa Victor
Diva, José Roberto e Divana.
FANTASIAS
Andréa loureiro limo desfilou tlc Cow Boy
e Pulbnço grn-liuo.
lone Maria Loureiro Limo: Donçnrlaa, Jane
e Zé Luiz vestiu-se de Tarzum.
,,
elementos, deRpreparndos e lncapuzes,
verdadelroR protótipos da grosseria, uiio
sabem lidar com o público e conseguem
estragar uma Imagem tão dificilmente
conquistada. O Belavlstense não pertence
a qualquer grupo, ele é patrimonio da
cldadl'. Como é que pode alguns indiví.
duos e julgarem no direito de agirem
como se o Clube fosse propriedade deles?
SOPRANDO E MORDENDO
No Gremio Pedro Rufino, o cidadão che­
gou no pedaço e disse "Meu nome é Trl­
nlty". Pois é: o moço Serglo übusou do
álcool e virou uma fera, ele que é til.o
pa.:Uico ... Quebrou garrafas (na cubeça
dos outros), deu mordida!' e mandou o
Antunes para o hospital (quase que o
bo1.11 gaúcho vai pras cucula&). Palavra
de um lrequentatl.or do GPR: Chegou so­
prando e mordendo ... ".
APÓS O lNCIDENrE
11 DIretoria d GPR tomou enérgicas
providências e os àlllmos serenaram. Na,
da mais foi regslt11de a respeito do
Carnnvnal no Gremlo a não ser (>S bates
bocas e os encontrões que a turma do
deixa dlsso se encarregou de acalmar.
Falando em Gremlo, a Dlratoria colocou
uma mesa à dlspoi;ção do jornal, como
se raz em todos os clubes do Brasil o­
ferecendo condições parn um bom tra­
b11.lho de reportagem. A Imprensa (ràdlo
e jornal) uierect-m um carlnho especial
pois é ela quem dlvuiga 2 µromove as
atividades dos clubes. E aquela velha
história, não há nu.da como um dia após
o outro ... quer dizer: quem com ferro
fere, com ferro será terl<l<'.
SEGUNDO O ABRÃO
o carnaval :::o CEB foi tranquilo e tudo
correu multo bem . . . mas, tomamos
conhecimento que na primulra noite
houve um incidente, onrle uma autorida­
de foi desresp~itada. Não vamos enirar
no mérito da questão, pois não estavámos
presentes, mas ãs autoridades devem ser
respeltodes sc,b todos flB aspectos. O que
aconteceu o Belvistense ainda vai dar
panos_ pra manga, e multa dor de cabe­
ça ... quem viver verá.
MOLEQUES E SAFADOS
É aquele velho grupinho, de mo­
QOS mal educados e valentõP!.', que se
acham no direito de bagunç&r o coreto
dos outros. O negócio é arrumar a ca­
dela e quando os mocinhos aprendizes
de bRndldos resolverem botar ns man­
gulnhns de fóra, guarda-los por algum,
dis. É a únlcn mlneirn de lidar com
estes .animafa ...
NO BELA.VlSTENSE
Reconhecemos a luta do jovem Abril.e
Zacarlas, um ruoço ideal!.,ta que já colo­
cou dinheiro do próprio bolso para sanar
di1iculdade11 do clube. A.contece que ums
a•d•!lnha só oil.o raz. verão_. Algun&
APÔS AS Pn.OVlffÊNClAS
tomadas pela Diretoria do CEB ( diga-se
Abrllo Zacaria"' ) no caso Desrespeito à
M11ior Autoridade do !!uniclpio o Ml
,iulz de Direito, o carnaval fai tranquilo.
Uma reclumaçlo de muitos Eócios, que
resolveram brincar nos dois clubes: " A
gente la um pouco em cadd clubl: mas
em deter.ninado momento, o pessPul ds.
portaria do Belavlstenee com< çou a proi­
bir o lngre!'l;O d.os que vinham do Gre­
mio, em alguns casos eometendo gros­
serias. No Gremlo jà não aeunt::!cla Isto"
Olha pessoal, aconteceu uma fato que
ngoru nilo vou divulgar, aguardarei uma o­
portuidude mas o que está escrito ai
:GOll.-
em seu novo endereço a botique Charmt
t«m ande variedade de roupas infantl
fralda c uté mosquiteiro» de bcro. oe
que e·tá preparando o emoval do baby
faça uma vi-ita a Dout.,e Charme
MUITOS
NAS
noite« carnavalescas lindos bloccs inhs
do Lelavisten-e brincar um pouco no 'r.mio
entre eles destaquei o bloco [ormdo por
Io-una, Zair, Ver@ Hit e Beatriz [cheiro,
que t•xihiram' lindc• trajei; de Enou, IJ lor.i.
Serpente! e _ Succs,oru·
NÁDIA :i'IAHÇOLLA
também exibiu funtasinus Jue mereceram
,Jn•n,,ut·: llalanu, 1-'lerret e I U1l1un1.. .
NO
encerramento do Curuavul 79 do C.P.íl. n
bnnda junto com todos os foliões ,:ú&a:
na ruu por dez mínulo8 e Ili ,nmb •• .m até
() som lileodar e o dia rninr.
A BOUTIQUE CHARME
e>pera voce que gosta de vestir e bem
oi», ar{i&is ã@, íir";",,p%% E
Conde c1,/"t'or10 Alegre n,
1
. eln Vi tn '.' •
em cima é verdade. O oessoal não per­
guntava nada, 116 dizia ·o seguinte: '·Não
tem mesa não entra"/ Negócio seguinte:
o folião podería comprar um ingreeso e
pronto. Mas houve casos que o cidadão
tinha mesa à sua dieposiçiio mas os A­
máveis Porteiros ( não queri!lm conver­
sa ... ) egócio seguinte: Agiudo desta
maneira voces estão estragando um tra­
balho megn ico executado pelo presi­
dente e •·alguns" membros da diretoria.
'renho absoluta Certeza de que os maio­
res re~ponsáveis pelos incidentes no CEB
11ã0 estilo radicados em Bela Vista, em
sua grande maioria, são estudantes de
fora. Querem <>postar?
APELAÇÃO
Amanhã. voltaremos ao assuuto,
assim como, se possivel, entrevistaremo
o presidente do CEB e do Gremío Pedro
Rufino. Vamos direto uos homens que
poderão informar "serenamente" a res­
peito do carnaval e dos mas...
k
Campanha do
1
1
Liors pró Hosoi·]
tal prossegue
vitoriosa

' Jardim: A can:;J1!'lba
movida pelo Llons C!::be
de Jardim, em beneficio
eia ·construção de uma
capela e um necrotério
oara o ffospltal ~Iare• j
chal Rondou, vai ern ,
frente, seguindo eUtl
marcha vitoriosa. Cerca
1
de 150 mil cruzeiros j
toram apurados, e José
Destefani seu presidente
com muito ctimismo prr·
vê que nas próximas
promoções consiga idêri· ,
tico resultado. Se for '
assim, provavelm·ente
8
,
1
.
soma arrec11dada, o me·
teria! doado, ultrapa­
sando a expecv1t1vn. l
quem sabe, dê para
8
•r
construção de uma sala
de parto, e até mei:ro
0
de um berçario, també
multo nece!"sário e QU~
1
,
o Hospital MarechB
Ronrlon não se sebe
porque, 'ainda nuo possue. A
Vamos em frente, con: -t
tiouar colaborando at?
que se con:;fg» atwgir .º
objetivo comum, ancei
do jardinense.
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Tribuna·. da Fi'onteira i