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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº327_08_03_1979
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ClHC!"LA es BeL Vi: - Ar.to.
nio João - Porto Murinho- Jau
dim - Gui Lopes da Laguna No
nito. ioaque Fonta Porá e
EU mpo Grsn.de.
[1
o
8Pf{UTH!o lncllcaçllo do vereador
WIon Grubert, do MDB, provuin por
2/3, C'fltQara Mnniclpul de Jardlrn, em
sessão ordinárla reulizdn u 2 de março
Wilson Grubert
JUSTIFICATIVA
"Justll'icundo tal medi<la, o vereud11r
Wlltion Urubert diz em ~ua lntlicução:
T»mando por base haver o referido
cidu dão, em reunto anterior, encabeça
do nus proximidades do recinto de+tu
casn, movimentos desairosos e resl
vos contra s deriõs da Camaru
Municipal, uindu bem esmo, em diversas
oportunidades assncnndo eor,tra a moral
dos integrantes desta Augusta a que,
sempre que houver por beru, nica e
exclusivamente, orientar e dirigir seus
trabalhos na ddesa da comunidade que
os tez lidimos representantes. E diante
1 1
próximo passudo, resolveu, por quorum • do Pxposto, nada mais Justo e honesto,
qu·lltrlcado. agraciar o cidndilo José do que a sábia decisão tomada por este
Oesterual com o titulo, nadu honroso, de legislativo."
Pcrsona Non Grulu uo Legislativo
Jurclinense.
O signatário da presente nota,
José Destefani, hrusiletro, casado, co
mercla:::te, resid~nte na av. 11 d.3 De
zembro nº 164 em Jardim, portador llO
CIO nº 171.103.278/68, vem em satisfação
aos inúmeros amigos que o tem procu
rado nos últimos dlae, fazer este neces
sário esclarPcimcnto, n bem da verdade,
e por ser homem de beru, muito distan
te da personalidade de seus detratores:
a). • Em data de 03 <ie março de
1979 pelo ofü:io no 08/79 tom o decla
ra~te notificado pelo Presidente du Câ
murn Munlcipul de Jardim, de que em
esso do dia 02. de março de 1979, Ihe
fora Ou1org•1do, Com Quorum Qualificado
o titulo de PERSONA NON GRATA aó
!Jo:!er L..:g:slo. tive.
b). • A. bem da verdade é i'Ilpor
ante dizer que o oficio em referência
i1_ao faz Jllenç.ào alguma para quem teria
titdo concE>dido "tão honroso" titulo, o
que vem a demonstrar o grau de cultu:-a
•te St>Us :,.igoat{irios, passando a tomur
-::onhecímento de que se referia a sua
Pessoa, por meio de pesson!f amigas.
e).• O Declarante, há muitos anos
r~slr!_ente em Jardim, é Comerciante, pe
caat-1sta. agricultor, industrial, e dentre
~utrus !unçõei- exP1 ce o honroso cargo
ds Prsidente ao Lions Club de Jardim,
huvendo encetados programacões diver
as de cunho social e beneficente. Pos
s~1 vasto relacionamento, tanto de ordem
" l
)
1
-
comP.rclal como social e desfruto de
alto conceito junto aoa estabelel.!imentos
bancários desta praça.
d) . Agora, recebe, como prêmio
por tudo que tei::ho !Jrocur!ldo fazer pe
la cidade de Jardim, relo seu progre:nw,
sua evolu.;iio social, seu bem estar, um
título que somente é concedido aoH •'ini
migos da cidade'', aos t-eus dE>tratores
ou pessoas afins. Mas isto não tirou 11
vontade do Declarante de continuer a
lut11, por que o título em pauts.i lhe fura
concedido por pessoas que estão no
mais baixo d e s c ré ri i to p ú b'l l co;
pessons que caíram alé!J1 da sargeta
e que hoje nijo tem o crédito si
quer para partic!par junto ao povo de
qualquer reunião de ordem social. Já
não tem condições de reunir-se na cas do
po·,o, que é a Càmara de Vereadores,
de portas abertas. fecham-se, trancam•se,
talvez, envergonhados de suas próprias
burrices, com raras e honro~ns exct>ções,
como a vereadora Fõiima, José Carlos
e Polydoro, pessoas estai' que possuem
discernimento e coração humano.
e).- Se pensam os Srs. Vereadores
!DP vencer pela concessão de tal titulo,
estao muito enganados· ao contrário
inspiram-me mais coragem, pela simples
razuo Õe ter vindo de onrlP veio, ou
seja daqueles que nada representem.
Parar com a minha 1'1ta. jamais; conti
nuarei lutando cudn vez mais, porque
perder para homem, é ser herói, mos
1
Escritório te tvocacia
Sergio Roberto Perondi
CAUSAS - C{VEIS
DLRF.ITO AGHAlUO - lNVENTÁitlOS
FSCHITORlO - Ru11 3 de Outubro
( Ao I.nd o da Ciretrun )
Bela vista
MS
-EMPRESA JURIDICA CYRIO FALCÀO
C a usas
Civeis
Comercial
Criminal
CYRIO FALCÃO
CARLOS E. MEDE1ROS
ANTONIO Bl{AGA
Advocacia perante o Tribunal de Jus
tiça do Estado de Muto Grosso do Sul: Su;.
tenção Oral: Elaboração de Memoriais; A
dvocaela Especializada; Contatos Peranen
tc~ com os colc;:::ns·
ESCRITÓRIO - Iu Iui Barbo-a, 2,771 C/1
telefone 3-2918 Campo Grnde MT
Diário
,,egional
Comunicado
Como é do conhecimento de to
dos, no tllu 11 de Janeiro de 1979,
um incendio destruiu parciulmente
us instalnçõt>s da firma Luso Comer.
cl11l LTDA, tendo fulecldn na oca-
8ião, um dos sócio da empreta.
José Martinho Gomes.
Foram qul'irna1o~ torlot3 os
livros ficais, Comercia!s e documen
tos contób,·is. originando probleJIJH!'
de todu u Ct<pécie. Esta Publicoçiio
se faz paru deitas lega ls.
Luso Comercial LTDA
João :forrioho Gomes
( CRC fi8li ~! f)
capitular pura covardes, é n mah; baixa
degredaçüo humana! Saibam os Srs
Vereadores que procuraram me maculer
com tão honroso título, e dipo honroso.
porque está à altura de quem os outor
gou e não me atinge, porque estou com
minha moral, minha personalidade, meu
concelt(). minhas amiz1.1des, muito além!
Só o conforto rle meus amigos de Jardim
que nestes dias me tem procurado, ultru
pass·1 m a barreira do conforto, conforto
este honesto, sadio, amigo, reconhecedor e
regenerador; mus eu, ha verlu de pergun
mr: e os meus detratores, aonde andam?
Já sentem vergonha de andar pela cida
de, a não ser um que se porta muito
bem como verdadei!'o "leão de c,hácaro",
e faz questão de mostrar o seu porte fi.
sico, ms cuja inteligência está resumida
em sua beleza escultural, como um ver
dadeiro Dlnocerntes.
Devo a presentt nota de esclare•
cimento, para satisfação de meus ami
go:o, minha ·esposa, meus filhos e demais
entes queridos, e dizer-lhes que não fi
cará somente nisto, porque medidas ou
tras serão tomada!l oportunamentl:' na
defesa ua honra. moral e hombridade de
quem as têm, imaculada, e sempre pau
tou pelo caminho da diguidude. Agrade.
ço pela solidariedade que tenho recebido
P ::,eço aos amigos que _:1ão tlE>sesperem, ,
porque desesperados estão os meus de
tratores, e permita-me usr das paluvras
do Senhor, no Calvário "Perdoai-os, por
que não sabem o que fazem".
Jardim em 06 de março de 1979
José Destefani
Preço deste exemplar
Efemérides
2 de arço.
18:íü
Augusto Henri Vietor
Grandjean do Mauti,
membro da missão artís
tia Francesa de 1816 e
professor de Arquitetura
da AcadPmi I clt> Belos
Artes, morr<·U em ,mo.
chúcarn. no Hlo de• .Ja.
neiro, n 2 d<• março
de 18::í0. I n l r o d U·
tor do néoclas[cismo no
Brasil. Além do sun re
nova«dora atuação como
rquitéto. Ius!auru e o.
rientou o ensino de n r··
qultetura 1o Brasil, ten
do formado cllrca de
cinqüenta discípulos, que
a pó,; ma rrrnrte, torna•
rum-se os mais destaf'n•
dos mestres da época,
como Francisco Joaquim
Bethencourt da Silva,
José ~1111-Ia, ,Jacinto Re
bêlo, Joaquim Candido
Guilhobel. Job ,Just:no e
~lnnu<>J de Arnujo Porto
Alegre.
18-H
Carta do vice-rei do Brn
sil, Marquês de Montal
vão, comunicando ao
cnde de Nassu, a acla
mação de D. Joúo IV, em
consPquéncio ria Revo
lução portuguesa de 1.o
de Dezembro dt> 1640.
1794
Nascimento, n Fregue
sia cte São Pedro de
Povolíde. bispudo de Vi
zeu (Portugal), de Duar
te da Ponte Ribeiro, de
pois barão de Ponte Ri
beiro.
1861
É formado o 16.o Gabi
nete Ministerial do se
gundo reinado, presidido
por Luiz Alves de Lima
(Duque de Caxias).
(Colaboração de Prof.
Stumpf
Papa rra a
Polônia em jur:ho
O papu João Paulo
II vrnilarli a Poloníu en
tre os dizs 2 e 10 de ju
nho ia.formou a agência
polonesa PAP, acrescPo
tando que o roteiro in
cluirá. Varsóvia Cze:;to
chowa e Gniezno. A da
ta da visH:1 indica que
o papa - possivelmente
por imposição do" gover
no polonês não partici
pará das comemoraçõe,a
do nono centeeário do
martirio de Santo E·ta
nisluu, no início de maio.
As autoridades temiam
que a presença do papa
nas comemorações in
centi'nsse r..rnnifestuçõos
contra o regimo.
Tribuna da Frohmc
1 H D I e A D O R PROFISS I OH A L
ADVOGADOS
Dr. Ivan Musa la Costa
Marques
ADVClCACIA EM GERAL
Rua Volunt!rio• da Pitria, 376 - Fone 2l0
Bela Vista }falo 0roeso Sul
Dr. Gil Marcos Saut
Advo,,ado
0
Causas Civeis e Criminais
Rua f ilinlo Muller, J20 8011110 • MS
Dr. Pedra José Palmieri
Advocacia em Geral
Rua 15 de Novembro 17
BILA VISTA MATO GROSSO DO SUL
Dr. Késio Loureiro Pinheiro
ADVOGADO -
Rua 15 de Novembro S/N
Bela Vista Mato Grosso do Sul
Rua 26 de Agosto, 384 - Sala 24 Fone
4.-0650 - Campo Grande MS
Heitor Miranda dos San tos
ADVOGID0
OAB . MT 154
Rua Joaquim Murtlnho, 1G9
Porto MurtInho - MS.
Dr. Joelson Peixoto.
-Advogadn
causas Civeis e Crlmlnal':I
Rua 1.o do Maio S/N Jardim - Ms.
Dr.Deodato de Oliveira Bueno
Advogado
Esorllórlo: Rui 7 de Setembro, 230
Fone, 43-1062
Residência: Rua Coronel Camlslio, 54
Fo1,10, 431-1116
Porll Ma~o Grosso do Sul
Adalgisa da Silva Hery
ADVOGADA
CausuR Civeis
Rua 13 de maio,
Campo Grande
2282
MS.
Ponta
Hilda Abussafi dos Santos
ADVOGADA
Causas oivels • Comercial • Trabalhista.
Recursos om Geral
Rua :>.6 do Agouo, n.o 884 Fone 62-40516
Campo Grande Moto Orono do Sul
Ricardo Brandão
- ADVOGADO
Av. Brasil, 1595A Caixa Postal 355
Tal. Cod. (0G7), 431-1470 (Escr.),
431-1646 (Residência)
Ponta rorã Maio Grosso ~o Sul
• {A orlo te Sua til
ADVOGADO
Causa Uiveis, Criminais, Trabalhistas, Iegulari
zações d~ 1err11a junto no Incro.
Ruo Dr. Corren, em (rente a Praçn Thomáz
Lnranjelrn Porto llurtinho - Me,
Elenice Pereira Carille
Difone Miranda Carpes
ADVOGADA
CIVEIS • CRIMINAIS
Ruo 28 de Agosto, 360. Fone 6U-152(l
CAMPO. GRANDE - MS
Escritório Cer,tral
de Jose de Arruda Pinto
Contabllldudo cm Geral
Aberturas e encerramento de firm1-.
Contratos, Di»tratos, Declarações de Ipo·to
de lenda, Percuria, Agricultara, Prr«enchi
mento de autorização p/ dirigir veículo»
demais serviços afins.
Rua: Antonio Maria
Coelho, no 350
Bela Vista MS.
·OB8: Antiga Residencla do Sr. José Ael
no e Sllvn"
Preço deste exemplar
Cr$ 3,00
Tribuna da Fronte ira
( Fundado n 20/2172)
F U N D A Ç A O h-aldo Per~iro
DIÁRIO REGIONAL
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TRIBUNA DA FRONTEIRA
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Bela Vista, Jardim, Porto lurtinho, Ilonito,
Nioaque, Caracol e Antonio João CrS 700,00
Dcmau Municípios ·--·--- __ CrS 800,00
Ob,crvaçlio 01 nrtigoa publicados com
assioaturns dos outore• não trn.duz.em ne
ce•eárinmeme n opinião e pensamento do
Jornn.L un. publicação obedece no propó
sito do, debates dos problemas municipais
e de refletir as diversas tendêncin.• do
pensomeoto univcnn.l.
m grupo de deputados
d: nl.1 e•9u .. rrlt1 do ~IIJU w,1,1
tou das féria. de verão deter
mindo instalar em llra»flla
uma Comi--ão Parlamentar
de Inquérito destinda n in
ve»tlar s utivfdades do Ser
viço elonal de informações
O 5.NI tt•r(, ccrromentr a ma
coleção de mazelas e excessos,
como qu 1l1JUtr exurnplar da
burocmciJ nnclo11nl. f: certo,
também, que a e1qu,rcln njo
gosta do SNI, e •·ki-••Uts.
Mas a questão central, aqui,
é que #e pretende fazer nlo
uma inve,tlireçilo udrnlní,tra,
tivn, mll8 Blrn 11111 julgnmrnto
poHrlco. Cabe peri!Untar, en•
tão, se existem hoje, na prá
tica, coucli~õc• de colorar o
SNI no banco dos réu.
Saburn tod0R. a comtçor
dos articuladores desa CPI
que 0s políticos não tem for·
ça para con, or.r !unclonárlot
da áren de lníormoçtie■e dt
segurança o território legis-.
laÍl,·o; u muito menos pata
obrigá-lo, u rf'sponder n per•
unts sobre as mas atlvlda"
des, Pode-se não gostar dese
fato da vida real. Mas ignorá:
lo ostensivamente no a
ndianrnr nada. e convocado
u depor, o• chefes do Nl
podem simplem,eolr nio Jr e
com iso se conseguirá, apeai
.de~morallzar o Legl.Iutivo·
Precn deste exemplar
61$ 4,00
Me
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cearia
Sal -- Acucdr
''
-- Arroz
S MELHOR
MERCEllRII Dll DOND
SllNTO AFONSO - BElll VISTI
- .Secos
RUB
e • Molhados em Geral
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l!Bf CmSll
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FIQUE DO LADO DO MAIS
lWassey Fe
IMII- IIPOLINÍRI MIÍQU
FORTE
FILIAIS EM:
ESCRITÓRIO DE VENDAS:
Amambai, Bela Vista e Mundo Novo
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Antonio Joll.o, Caracol, Aral Moreira, Iguntemi e Eldorado
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Bels Y!a Tribu ta_rotet
D ARTE O TIR
Oração ao
Divino Espíri
to Santo
. 1
Crclp que pod9mee ainda ter ai,
guma Ptiperança, ulio na totalldude mi
ntma dos brasllelros, mas em alguns dos
nossos concldudãos, justamente aqueles
que. exprimindo o eu pensumnento, o fa
em com vetusta tensatez e com alta do
RP de 1mb1idorla, pois vil.o colher nu
mals belns ppginus dos clásslcos que já
no muls são lidos, reciprocidade entre
fatos passados e atos do presente.
Desejo lranecrevet· pam 08 leito
res do Trihuna da Frontelm 09 termos
du curta dirigida no "O Estndo de S.
Paulo" o publicdu om seu número
lll.872 à fia 2 na socço de "Cartas dos
Leitores", onde, um eminente cldudllo
resldente na Coollal, o sr. José da Veiga
Ollv('lrn upóo ter lido no mesmo Dlarlo
o tiscreveu outro cldndfio quo considero
eminentemente corajoso, o sr. Jaime Ca
mnrgo Araujo sob o Ululo "PF uma des
graça Naclonnl" e que Iol publicado no
úmero do dia 25 de Janeiro próximo
passado. Ei-elureQo aos que nüo tiveram
1 uportunldude de ler que, PF s!gnlflcn
·'uma contrlbulç!io à pnrte"; exempllfl•
cando - um cldúd!lo no ato de oonsegulr
uma cartelru de motorista, sem o PF,
pode ser um nz do volante, dirigir Uio
bem como o Chico Lundi - n1l.o passa
no exame.
Isto posto, àlz o Sr. José da Veiga
Oliveira que, depois de ler o artigo cita
do, retirou de sua estante a n!io menos
vetusta "Antologia Nacional" de Fausto
Barreto e Carlos Lnet, pela qual apren
dera um pouoo da l!ngua e da literatura
portuguesns, durante seus longo e lntér
mlnos estudos no Colegio S. Luiz; que
teve ll sorte de cursor, nos idos de
1932.'37. Naquele precioso volume (Rio/S.
Paulo, Liv. Fel! Alves, 1930,16n ed, pgs.
265-266) encontrou uma página extralda
dos "SERMOES" do Padre Antonio Viei
ra (Vol, III, pug. 334), que poderia ser
aplicada sem a mini ma virgula ou aden
da, a estes nosso conturbados teupos.
tanto do Brasil como do mundo. :E: a
conjugação do verbo RAPIO (Roubar,
pilhar, tirar, subtrair, devastar, furtar),
realizada pelo missionário jesulla São
Francisco Xavier, a pedido de Dom Joiio
Ili, rei de Portugal. que desejava ser in
formado sobre o estado da 1NDIA, por
viu de seu oompanheiro que era mestre
do principe; e o santo escreveu· de lá
sem nomear oficios nem pessoas, que o
verbo "Rapo", na Indla, se conjugava
por todos os modos.
Assim, como mais nlnguem relê (si
houver porventura lido) os clássicos por-
tugueses, menos ainda o Padre Vieira
antolhuva-se-lhe útil retornar o explendi
do fragmento da oratórla sacra barroca,
por Inteiro como li se encontra desde
antunho.
"Conjugam por todos modos o Vt
ho "rnplo", porque furtam por todos os
modos d11 ac·le, não falando em outros
novos e equIltos que nem conhecem
Donu to nem Despautério.
"Tanto qut lá chegam, começam
a furtnr polo modo Indicativo, porque
primeira lolormação que pedem aos prá
llcoe, é que lhes upoolem e mostrem s
caminhos por onde abnrcar tudo.
"Furtam pelo modo Imperntivo,
porque, como tem o mero e mixto Impé
rio lodo ele aplicam despotlcarueote às
execuções na rapina.
"Furtnm pelo modo Mandatlvo
porque aceitam quanto lhes mandam; e,
pnru que mnndem, todos os quo não
mandam não so aceito8.
Furtam pelo modo OPTATIVO,
porque desejam quanto lhes parece bem;
~. gabando as coisas desejadas uoe
donos delas, por cortesia 1Jem vontade
as fazem suas.
Furtam pelo modo CONJUNTIVO,
porque ajuntam o seu p<'ueo cabedal
com o daqueles que manejam; e basta
só que ajuntem a sua graça, para serem
quanto menos meeiros na ganílocln.
Furtam pelo modo POTENCIAL,
porque sem pretexto nem cerimônia,
usam da potência.
Furtam pelo modo PER:HSSIVO,
porque permitem que outros furtem, e
estes compram 11s permissões.
Furtam pelo modo INFINITIVO,
porque nlio tem fim o furtar com o fim
do governo, e sempre lá delx11m ra1zes,
em que se vaõ continuando os furtos.
Esses mesmos modos conjugam
por todo as pessoas, porque a primeira
pessoa do verbo é a sua; as segundas,
os seus criados; e as terceiras, quantas
pura isso tem industria, e oonsciencla.
"Furtam juntamente por todos os
tempos, porque do Presente, que é o
tempo, colhem quanto dá de si o triênio
e, para incluirem no pre ente, o preté
rito e o futuro, do pretérito desenterram
crimes de que vendem os perdões e di
vidas esquecidas, de que se pagam intei
ramente; e do futuro empenham as ren
das e auteciµam 0'3 contratot:1, com que
tudo, o caído e n!l.o caído lhes vem a
onir nas mãos.
"Finalmente, nos mesmos tempos
não lhes escapam os imperfeitos. Plus-
qum Perfeitos, e quaisquer outros, por
que furtam, furtaram, furtavam, furtaria
e haveria de furtar mniA, !'e malH hou
vesse. Em suma que o resumo de toda
esta rapante conjugação vem u r.er o
Supino do mesmo verbo, a !urtur, pura
furtar. E quando eles tém conjugado as
Blm tono u voz ativa, e as miserável
provinclns suportado toda a pasPivu;
eles. como so liveram feito grande ser
viços, tornam curreguclos de despojos e
riscos; e elna flcum roubadas e consu
midas".
Talvez não caibo, mos acrescen
tamos como moral de todo essa hl,itórlu
tão antiga, tão vel!Ju, que: só mesmo
um Pu.-J.re Vieira numa época tão remo
tu, poderia olta1Jdo São Francisco Xavier
vhmul!zur o que se passa na pátria de
Rui, colsu tão iituollzada, tãu do nosso
presento.
, Arte do Furtar.
Gamal!el Stumpf
Espírito Santo você q1e
me esclarece tudo que iluai
na todos os caminhos para que
eu tinja o meu ideal, ocê que
me dá o dom divino de per
doar e esquever o ml que me
fazem; te que todos o in
tantes de minha vida está co
migo, eu quero ne»te curto di
logo, agradecer.lhe por tudo e
confirmar maia umna ez, qua
eu nunca quero me srprar
do ,oef' por maior que ja n
'ludo material não será o mf.
nirr.o riu ,uurndc que 11into
de um dia estar com você e
todos os meu irmãos n glória
Perpétua. Obrigada mais uma
vez(a pressoa deverá fazer e+ta
oração 3 dias seguidos +em
fazer o pedido, Dentro de a
dias será lcançada a graça,
por maia cliffril que 1ejn) pu•
hlicu uuim que receber ll
graça.
M. E. V.P.
"SETEAGRI
Agrimensura e Advocacia
Nivaldo de Barros
• Medições de Fazendas.
• Curva, de nfvel.
- Loteamentos.
• ílatlficaçõos.
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Dr. Roberto de Souza
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em seu próprio Lar: O NOVO HOTEL CAIÇARAS está sendo
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esposa, seus ·fllhos, seus arigos e sentir-so realmente em sua própria casa
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OESELE
1 tnlo
Tri yn1 'o Fronteiro
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'III !JI -
81-79 - Mo :
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Borioli
Este é um artlo, que me envaideço de
eerever e usslnur, por tratar-o de uma equ%I
ela, de outro denominado Oplnllo, e nterlr
mente escrito e nsslnado p0I mim, no entao
emanárlo Correlo Jardinense. Ao escrever 0
quele artipo, já snbln que teria ressonni4
prlnclpalm<'ne, por parle doa vereudores, qu
tio covardemente haviam vilcpendido seus e
leitores, e u póprlu Imprensa, até então nunca
to desrespeitadnu, t tripudiada em seus sr-
do direitos de sempre, u qunlque1· preço, Infor-
mar II verdade, upenas u verdnde, nndn mal
que a vcrd11de a seu povo. Polo bem, mais um
uto veronhoso ocorreu, em decorrõncln dnque-
le rtlyo, que celebrizou-se em nossa cldde.
Slmplosmonlu, este que lbrs ePerPve corajoPa•
mento, muls uma vez, foi convlrlado n compari,,
ce1· 11 pre1rnuç11 de quatro vereadores de Jardim
ou sojum:. Oswaldo Grubert, presidente daquela
Augusta Cnsu, (vPjnm bem com maiúsculas)
Wilson Vurgol' Gruberl, Ellseu Ribas Trludnde e
Ramo Barrios, para, vejam só a lgnominlu n
bostnrdlce, dar conta de t11do aquilo que havia
escrito, e que era apennsmente, a pura esi,êncla
da verdade, umn verdade que lhes doeu,
que lhes mar.hucou, que lhes des-
gostou exatnmente por ser verdade. E ali
trancdo en!re quatro parede, com aqueles qun.
tro cidadão:! com fisionomias crispadas, agressl
Vlll' nem assim, eu tremi, nem assim, tive mêdo
nem assim acovardei-me. E começarum as a
meaçn11 veladas. as perguntas já préviamente
respondidas, através de urna entrevista anterior
na sóde do jornal, hoj'l diário Tribuna da Fron
teira, com o çresldente da Cfimnra, que lá me
fora procurar pessoalmente, na presença de vá
rins testemunhas, respo8lu1:1 as quuis eu já lhe
havia Judo, ufirmundo-lbe, de. que tudo aquilo
que havia escrito, por ser a expressão da ver
dade, e nada desmentlrlu, a nenhum preço, nem
da coação moral nem do suborno em di
nheiro. E aí começaram os fatos; após elucldá
Jos, Inclusive, solicllundo que eles pegassem um
dicionário, pura que eu melhor pudesse mostrar
lbes o verdudelro slgalrtcudo das palavras da
llngun portuguêeo (nllô.s no que fui gentilmente
1ilendldo). Finalizamos a ses~ilo, com a entrega
deles, de um memorlul n ser publicado por exl
glnolai- dos mesmos, e oeslnodo pelo vereador
Wilson Vargns Grub~rt (iaolueive este memorial
foi corrigido por mim, por ter eldo escrito Au
gusta Cosa com letras minúsculas, o que viria
a desvalorlzâ-los efetivamente) através do qual,
declarava sem citar artigos ou nada que se pu
desse legalizá-lo de acordo com as normas da
quela Câmara, o cidadão José Destéfani, per
sona non gratu aquelP Cnsa Legislativa.
Ora multo bem, se José Destefanl, figura
proeminente d11 Jardim, cldadlo de crédito Ilimi
tado perante ns grandes firmas do País, Presi
dente do Lions Clube de nossa cidade tendo atra
vés desta Entidade, renllw.do várias campanha,;
gloriosas de apoio e auxilio à popuiaçilo menos
r11voreclda, cemo últlrr,amente a vitoriosa oampa
n.ba pró Hospital Marechal Rondou, homem
reconhecidamente tido pelo p o v o co:!!.o
Dr. João Carlos Ocariz
de Moraes
CLINICA GERAL
Clinico. Médica e Cirúrgica
Pré Natal - Preventivo do Cancer
Ruu Antonio M.ª Coelho s/n
(ao lado do Posto Rio l;pa)
Fone 215 - Belo Vista - MS
bom h o n o a t o e m 1 0, m e r e e ~
• ' t« de mela dúzlu de inoperante e falso,
por pare h timu; que me-
representnntes do povo. aque e es11. .
roceriam àqueles que lhes deram o título, I"
les que té hoje, ruma legislatura fantm4, "%
ulubn, menllrcsa. opróbla. om1ss_a, 11ovo1 rnm I e
'êiier do jardinen<e E o joroli-ta que nada
mals fez, do que chegar emi Jurdiu, apriorH
UIL jornal que graças a seus esforços, passou +
ser respeitado é lido e aguardado ansiosamen!'
toda e semana, por este mesmo povo. que nu1n
momento de desvairo coletivo, burlodo, lllJUIIUdo:
havlu sufragado nas urnas, certos nomes, dos quuli
hoje, temos certeza, estüo amuramente arrepen
dido, pelos papeis humlllian,es quf' tem feito pe
rnte o executivo, perante us sutorfdades e pe
rante aqueles próprios quo Oi! elegeram.
Como nosso dever· ó obter sempre a ver
dade, sol!cltnmos duquele presidente e dema,,1s
sequazes que os companharum nesse gesto tao
Infantil, mo Infeliz, que se propuscssum a uma
demanda popular, pura saber quem é mais que
rldo otulmente em Jardim: se José Destefani ou
se qualquer um deles, o que covurdemente a
s!aaram aquela reunião fatidlco purn elos, n?,
qual solldi.arnm o titulo de '·Persona non Grata
uo ,Tosó Dci;tefanl, e o banimento do Ilalo Horlo
ll, eu que tudo t~nbo dado dn mim, em pró! rloR
beneficiamentos que nos poucos chegam em nos
s querida ,Jardim. Aliás aqui cabe um grave
acusação no presidente de que la Augusu C a5u
(com maiúsculas, claro) quando públicflmente, em
sessão do Legislativo, firmou em alts vozes
(temos vórlns testemunho!' ppssoals) de qufl iria
providenciar "umn passngem de Boelng pera a
Galáxlu, pura o jornalista" que nu turalmente o
está lncomodundo e multo, por dlzor frente a
frante. ns verdades, tais como a que ele não er&
residente em Jardim, e que havia dei:respeila
do sumáriamente àqueles que enguno,rnmente o
haviam ele I to. I n e 1 u s I v e ameacou
de ir junto ao diretor da Empresu, no sentido
de forçar umu possivel demissão deste que lhes
eacreve, fatl) que nem ao menos abalou meu
· sono, por tratar-se de tão Insignificante figura,
perante u galáxia para a qual deseja enviar-me.
Pois bem, finalizanrlo, a verdade é de que esse
trnidor de Jardim, fulso e covarde vereador que
só ousa falar dna pet'soas por trás, aspirava, ve
jam bem o tempo do verbo, "aspirava" tornar-se
um dia o µrefeito d~ nos!,;0 Jardim, de nos a ci
dade de Jardim, fato que pelo menos deste peri
go estamos Ilesos, jamais acontecerá, temos cer
teza. pelo bem do nosso povo e pelo bem de
nossa cidade, a qual apesr1r de c.li::::1ígenas, "se
gundo aquele elemento•·, já aprendemos a amar
e pela qual já multo mais que ele fizemos. que
pc,brezinho, até hoje nuda pode nprei;entnr de
ú11 e de real a seu povo, apenas buboselrus fu-
cblcos. e tudo aquilo que viesse de encontro ao
progresso e desenvolvimeuto de Jardim.
Só lumeotamob, que otros menos lúcidos
o acompanhem nessa to.refu daninha de destruir
a cidade em que nasceram, enquanto que nós
alie11igenus, extrirn{!eiros, dumos os braços, e
em um sublime uníssono, material e espirllual,
Grler! ai Falar...
Esteve em nossa redação, em visi
ta de? cortesia, o vereador jardlnense
Osvaldo Co!mbra Grubert, atual presi
dente da Câmara e um dos lideres da
comunidade. Quem ucompanha o traba
lho, não só de Osvaldo Grubert, mas
lambem de sua espúsa, Ernest!na Gru
bert, sabe que o casal desenvolveu e
desenvolve esforços visando o crefci·
menta da eldade que mais cresce no Su
doeste. A respeito dos últimcs aconteci-
~ !fil
r.:l 00 ~ r~ 1j
Vi:
mentas ocorridos em Jardim, e que es
tão causundo polemica ao municípic, fi.
camos de, na próxima semana, entrt:vis
tarmos e; presidente da Câmara, po.r1:1 se
colocar os '·fatos em seu devido lua,u·".
Respeitamos o trabulho de Osvaldo
0
Gru
bert, como respeitamos a posições as
sumldas pelos vereadores. pois foram
eh•ltos pelo povo e são porta vozes do
mesmo, A Verdade Ser± Conhecidu ...
isto prometemos nos nossos leitores.
(FJ
liB
7
to
Po.
Con
Pt
te
de
s
ch
Es
br,
-
RUA 14 DE JULHO Nº 188
ar condicionado
Churrascaria Rodizio pratos à la carte
feijoadas aos sábados
atendemos banquetes e festas em . geral
FONE 383 , 3509
------------
nio João - Porto Murinho- Jau
dim - Gui Lopes da Laguna No
nito. ioaque Fonta Porá e
EU mpo Grsn.de.
[1
o
8Pf{UTH!o lncllcaçllo do vereador
WIon Grubert, do MDB, provuin por
2/3, C'fltQara Mnniclpul de Jardlrn, em
sessão ordinárla reulizdn u 2 de março
Wilson Grubert
JUSTIFICATIVA
"Justll'icundo tal medi<la, o vereud11r
Wlltion Urubert diz em ~ua lntlicução:
T»mando por base haver o referido
cidu dão, em reunto anterior, encabeça
do nus proximidades do recinto de+tu
casn, movimentos desairosos e resl
vos contra s deriõs da Camaru
Municipal, uindu bem esmo, em diversas
oportunidades assncnndo eor,tra a moral
dos integrantes desta Augusta a que,
sempre que houver por beru, nica e
exclusivamente, orientar e dirigir seus
trabalhos na ddesa da comunidade que
os tez lidimos representantes. E diante
1 1
próximo passudo, resolveu, por quorum • do Pxposto, nada mais Justo e honesto,
qu·lltrlcado. agraciar o cidndilo José do que a sábia decisão tomada por este
Oesterual com o titulo, nadu honroso, de legislativo."
Pcrsona Non Grulu uo Legislativo
Jurclinense.
O signatário da presente nota,
José Destefani, hrusiletro, casado, co
mercla:::te, resid~nte na av. 11 d.3 De
zembro nº 164 em Jardim, portador llO
CIO nº 171.103.278/68, vem em satisfação
aos inúmeros amigos que o tem procu
rado nos últimos dlae, fazer este neces
sário esclarPcimcnto, n bem da verdade,
e por ser homem de beru, muito distan
te da personalidade de seus detratores:
a). • Em data de 03 <ie março de
1979 pelo ofü:io no 08/79 tom o decla
ra~te notificado pelo Presidente du Câ
murn Munlcipul de Jardim, de que em
esso do dia 02. de março de 1979, Ihe
fora Ou1org•1do, Com Quorum Qualificado
o titulo de PERSONA NON GRATA aó
!Jo:!er L..:g:slo. tive.
b). • A. bem da verdade é i'Ilpor
ante dizer que o oficio em referência
i1_ao faz Jllenç.ào alguma para quem teria
titdo concE>dido "tão honroso" titulo, o
que vem a demonstrar o grau de cultu:-a
•te St>Us :,.igoat{irios, passando a tomur
-::onhecímento de que se referia a sua
Pessoa, por meio de pesson!f amigas.
e).• O Declarante, há muitos anos
r~slr!_ente em Jardim, é Comerciante, pe
caat-1sta. agricultor, industrial, e dentre
~utrus !unçõei- exP1 ce o honroso cargo
ds Prsidente ao Lions Club de Jardim,
huvendo encetados programacões diver
as de cunho social e beneficente. Pos
s~1 vasto relacionamento, tanto de ordem
" l
)
1
-
comP.rclal como social e desfruto de
alto conceito junto aoa estabelel.!imentos
bancários desta praça.
d) . Agora, recebe, como prêmio
por tudo que tei::ho !Jrocur!ldo fazer pe
la cidade de Jardim, relo seu progre:nw,
sua evolu.;iio social, seu bem estar, um
título que somente é concedido aoH •'ini
migos da cidade'', aos t-eus dE>tratores
ou pessoas afins. Mas isto não tirou 11
vontade do Declarante de continuer a
lut11, por que o título em pauts.i lhe fura
concedido por pessoas que estão no
mais baixo d e s c ré ri i to p ú b'l l co;
pessons que caíram alé!J1 da sargeta
e que hoje nijo tem o crédito si
quer para partic!par junto ao povo de
qualquer reunião de ordem social. Já
não tem condições de reunir-se na cas do
po·,o, que é a Càmara de Vereadores,
de portas abertas. fecham-se, trancam•se,
talvez, envergonhados de suas próprias
burrices, com raras e honro~ns exct>ções,
como a vereadora Fõiima, José Carlos
e Polydoro, pessoas estai' que possuem
discernimento e coração humano.
e).- Se pensam os Srs. Vereadores
!DP vencer pela concessão de tal titulo,
estao muito enganados· ao contrário
inspiram-me mais coragem, pela simples
razuo Õe ter vindo de onrlP veio, ou
seja daqueles que nada representem.
Parar com a minha 1'1ta. jamais; conti
nuarei lutando cudn vez mais, porque
perder para homem, é ser herói, mos
1
Escritório te tvocacia
Sergio Roberto Perondi
CAUSAS - C{VEIS
DLRF.ITO AGHAlUO - lNVENTÁitlOS
FSCHITORlO - Ru11 3 de Outubro
( Ao I.nd o da Ciretrun )
Bela vista
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C a usas
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CARLOS E. MEDE1ROS
ANTONIO Bl{AGA
Advocacia perante o Tribunal de Jus
tiça do Estado de Muto Grosso do Sul: Su;.
tenção Oral: Elaboração de Memoriais; A
dvocaela Especializada; Contatos Peranen
tc~ com os colc;:::ns·
ESCRITÓRIO - Iu Iui Barbo-a, 2,771 C/1
telefone 3-2918 Campo Grnde MT
Diário
,,egional
Comunicado
Como é do conhecimento de to
dos, no tllu 11 de Janeiro de 1979,
um incendio destruiu parciulmente
us instalnçõt>s da firma Luso Comer.
cl11l LTDA, tendo fulecldn na oca-
8ião, um dos sócio da empreta.
José Martinho Gomes.
Foram qul'irna1o~ torlot3 os
livros ficais, Comercia!s e documen
tos contób,·is. originando probleJIJH!'
de todu u Ct<pécie. Esta Publicoçiio
se faz paru deitas lega ls.
Luso Comercial LTDA
João :forrioho Gomes
( CRC fi8li ~! f)
capitular pura covardes, é n mah; baixa
degredaçüo humana! Saibam os Srs
Vereadores que procuraram me maculer
com tão honroso título, e dipo honroso.
porque está à altura de quem os outor
gou e não me atinge, porque estou com
minha moral, minha personalidade, meu
concelt(). minhas amiz1.1des, muito além!
Só o conforto rle meus amigos de Jardim
que nestes dias me tem procurado, ultru
pass·1 m a barreira do conforto, conforto
este honesto, sadio, amigo, reconhecedor e
regenerador; mus eu, ha verlu de pergun
mr: e os meus detratores, aonde andam?
Já sentem vergonha de andar pela cida
de, a não ser um que se porta muito
bem como verdadei!'o "leão de c,hácaro",
e faz questão de mostrar o seu porte fi.
sico, ms cuja inteligência está resumida
em sua beleza escultural, como um ver
dadeiro Dlnocerntes.
Devo a presentt nota de esclare•
cimento, para satisfação de meus ami
go:o, minha ·esposa, meus filhos e demais
entes queridos, e dizer-lhes que não fi
cará somente nisto, porque medidas ou
tras serão tomada!l oportunamentl:' na
defesa ua honra. moral e hombridade de
quem as têm, imaculada, e sempre pau
tou pelo caminho da diguidude. Agrade.
ço pela solidariedade que tenho recebido
P ::,eço aos amigos que _:1ão tlE>sesperem, ,
porque desesperados estão os meus de
tratores, e permita-me usr das paluvras
do Senhor, no Calvário "Perdoai-os, por
que não sabem o que fazem".
Jardim em 06 de março de 1979
José Destefani
Preço deste exemplar
Efemérides
2 de arço.
18:íü
Augusto Henri Vietor
Grandjean do Mauti,
membro da missão artís
tia Francesa de 1816 e
professor de Arquitetura
da AcadPmi I clt> Belos
Artes, morr<·U em ,mo.
chúcarn. no Hlo de• .Ja.
neiro, n 2 d<• março
de 18::í0. I n l r o d U·
tor do néoclas[cismo no
Brasil. Além do sun re
nova«dora atuação como
rquitéto. Ius!auru e o.
rientou o ensino de n r··
qultetura 1o Brasil, ten
do formado cllrca de
cinqüenta discípulos, que
a pó,; ma rrrnrte, torna•
rum-se os mais destaf'n•
dos mestres da época,
como Francisco Joaquim
Bethencourt da Silva,
José ~1111-Ia, ,Jacinto Re
bêlo, Joaquim Candido
Guilhobel. Job ,Just:no e
~lnnu<>J de Arnujo Porto
Alegre.
18-H
Carta do vice-rei do Brn
sil, Marquês de Montal
vão, comunicando ao
cnde de Nassu, a acla
mação de D. Joúo IV, em
consPquéncio ria Revo
lução portuguesa de 1.o
de Dezembro dt> 1640.
1794
Nascimento, n Fregue
sia cte São Pedro de
Povolíde. bispudo de Vi
zeu (Portugal), de Duar
te da Ponte Ribeiro, de
pois barão de Ponte Ri
beiro.
1861
É formado o 16.o Gabi
nete Ministerial do se
gundo reinado, presidido
por Luiz Alves de Lima
(Duque de Caxias).
(Colaboração de Prof.
Stumpf
Papa rra a
Polônia em jur:ho
O papu João Paulo
II vrnilarli a Poloníu en
tre os dizs 2 e 10 de ju
nho ia.formou a agência
polonesa PAP, acrescPo
tando que o roteiro in
cluirá. Varsóvia Cze:;to
chowa e Gniezno. A da
ta da visH:1 indica que
o papa - possivelmente
por imposição do" gover
no polonês não partici
pará das comemoraçõe,a
do nono centeeário do
martirio de Santo E·ta
nisluu, no início de maio.
As autoridades temiam
que a presença do papa
nas comemorações in
centi'nsse r..rnnifestuçõos
contra o regimo.
Tribuna da Frohmc
1 H D I e A D O R PROFISS I OH A L
ADVOGADOS
Dr. Ivan Musa la Costa
Marques
ADVClCACIA EM GERAL
Rua Volunt!rio• da Pitria, 376 - Fone 2l0
Bela Vista }falo 0roeso Sul
Dr. Gil Marcos Saut
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0
Causas Civeis e Criminais
Rua f ilinlo Muller, J20 8011110 • MS
Dr. Pedra José Palmieri
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Dr. Késio Loureiro Pinheiro
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Rua 15 de Novembro S/N
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Rua 26 de Agosto, 384 - Sala 24 Fone
4.-0650 - Campo Grande MS
Heitor Miranda dos San tos
ADVOGID0
OAB . MT 154
Rua Joaquim Murtlnho, 1G9
Porto MurtInho - MS.
Dr. Joelson Peixoto.
-Advogadn
causas Civeis e Crlmlnal':I
Rua 1.o do Maio S/N Jardim - Ms.
Dr.Deodato de Oliveira Bueno
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Esorllórlo: Rui 7 de Setembro, 230
Fone, 43-1062
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Adalgisa da Silva Hery
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CausuR Civeis
Rua 13 de maio,
Campo Grande
2282
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ADVOGADA
Causas oivels • Comercial • Trabalhista.
Recursos om Geral
Rua :>.6 do Agouo, n.o 884 Fone 62-40516
Campo Grande Moto Orono do Sul
Ricardo Brandão
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Av. Brasil, 1595A Caixa Postal 355
Tal. Cod. (0G7), 431-1470 (Escr.),
431-1646 (Residência)
Ponta rorã Maio Grosso ~o Sul
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Causa Uiveis, Criminais, Trabalhistas, Iegulari
zações d~ 1err11a junto no Incro.
Ruo Dr. Corren, em (rente a Praçn Thomáz
Lnranjelrn Porto llurtinho - Me,
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Difone Miranda Carpes
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CIVEIS • CRIMINAIS
Ruo 28 de Agosto, 360. Fone 6U-152(l
CAMPO. GRANDE - MS
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Aberturas e encerramento de firm1-.
Contratos, Di»tratos, Declarações de Ipo·to
de lenda, Percuria, Agricultara, Prr«enchi
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Rua: Antonio Maria
Coelho, no 350
Bela Vista MS.
·OB8: Antiga Residencla do Sr. José Ael
no e Sllvn"
Preço deste exemplar
Cr$ 3,00
Tribuna da Fronte ira
( Fundado n 20/2172)
F U N D A Ç A O h-aldo Per~iro
DIÁRIO REGIONAL
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assioaturns dos outore• não trn.duz.em ne
ce•eárinmeme n opinião e pensamento do
Jornn.L un. publicação obedece no propó
sito do, debates dos problemas municipais
e de refletir as diversas tendêncin.• do
pensomeoto univcnn.l.
m grupo de deputados
d: nl.1 e•9u .. rrlt1 do ~IIJU w,1,1
tou das féria. de verão deter
mindo instalar em llra»flla
uma Comi--ão Parlamentar
de Inquérito destinda n in
ve»tlar s utivfdades do Ser
viço elonal de informações
O 5.NI tt•r(, ccrromentr a ma
coleção de mazelas e excessos,
como qu 1l1JUtr exurnplar da
burocmciJ nnclo11nl. f: certo,
também, que a e1qu,rcln njo
gosta do SNI, e •·ki-••Uts.
Mas a questão central, aqui,
é que #e pretende fazer nlo
uma inve,tlireçilo udrnlní,tra,
tivn, mll8 Blrn 11111 julgnmrnto
poHrlco. Cabe peri!Untar, en•
tão, se existem hoje, na prá
tica, coucli~õc• de colorar o
SNI no banco dos réu.
Saburn tod0R. a comtçor
dos articuladores desa CPI
que 0s políticos não tem for·
ça para con, or.r !unclonárlot
da áren de lníormoçtie■e dt
segurança o território legis-.
laÍl,·o; u muito menos pata
obrigá-lo, u rf'sponder n per•
unts sobre as mas atlvlda"
des, Pode-se não gostar dese
fato da vida real. Mas ignorá:
lo ostensivamente no a
ndianrnr nada. e convocado
u depor, o• chefes do Nl
podem simplem,eolr nio Jr e
com iso se conseguirá, apeai
.de~morallzar o Legl.Iutivo·
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Antonio Joll.o, Caracol, Aral Moreira, Iguntemi e Eldorado
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t
V
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Bels Y!a Tribu ta_rotet
D ARTE O TIR
Oração ao
Divino Espíri
to Santo
. 1
Crclp que pod9mee ainda ter ai,
guma Ptiperança, ulio na totalldude mi
ntma dos brasllelros, mas em alguns dos
nossos concldudãos, justamente aqueles
que. exprimindo o eu pensumnento, o fa
em com vetusta tensatez e com alta do
RP de 1mb1idorla, pois vil.o colher nu
mals belns ppginus dos clásslcos que já
no muls são lidos, reciprocidade entre
fatos passados e atos do presente.
Desejo lranecrevet· pam 08 leito
res do Trihuna da Frontelm 09 termos
du curta dirigida no "O Estndo de S.
Paulo" o publicdu om seu número
lll.872 à fia 2 na socço de "Cartas dos
Leitores", onde, um eminente cldudllo
resldente na Coollal, o sr. José da Veiga
Ollv('lrn upóo ter lido no mesmo Dlarlo
o tiscreveu outro cldndfio quo considero
eminentemente corajoso, o sr. Jaime Ca
mnrgo Araujo sob o Ululo "PF uma des
graça Naclonnl" e que Iol publicado no
úmero do dia 25 de Janeiro próximo
passado. Ei-elureQo aos que nüo tiveram
1 uportunldude de ler que, PF s!gnlflcn
·'uma contrlbulç!io à pnrte"; exempllfl•
cando - um cldúd!lo no ato de oonsegulr
uma cartelru de motorista, sem o PF,
pode ser um nz do volante, dirigir Uio
bem como o Chico Lundi - n1l.o passa
no exame.
Isto posto, àlz o Sr. José da Veiga
Oliveira que, depois de ler o artigo cita
do, retirou de sua estante a n!io menos
vetusta "Antologia Nacional" de Fausto
Barreto e Carlos Lnet, pela qual apren
dera um pouoo da l!ngua e da literatura
portuguesns, durante seus longo e lntér
mlnos estudos no Colegio S. Luiz; que
teve ll sorte de cursor, nos idos de
1932.'37. Naquele precioso volume (Rio/S.
Paulo, Liv. Fel! Alves, 1930,16n ed, pgs.
265-266) encontrou uma página extralda
dos "SERMOES" do Padre Antonio Viei
ra (Vol, III, pug. 334), que poderia ser
aplicada sem a mini ma virgula ou aden
da, a estes nosso conturbados teupos.
tanto do Brasil como do mundo. :E: a
conjugação do verbo RAPIO (Roubar,
pilhar, tirar, subtrair, devastar, furtar),
realizada pelo missionário jesulla São
Francisco Xavier, a pedido de Dom Joiio
Ili, rei de Portugal. que desejava ser in
formado sobre o estado da 1NDIA, por
viu de seu oompanheiro que era mestre
do principe; e o santo escreveu· de lá
sem nomear oficios nem pessoas, que o
verbo "Rapo", na Indla, se conjugava
por todos os modos.
Assim, como mais nlnguem relê (si
houver porventura lido) os clássicos por-
tugueses, menos ainda o Padre Vieira
antolhuva-se-lhe útil retornar o explendi
do fragmento da oratórla sacra barroca,
por Inteiro como li se encontra desde
antunho.
"Conjugam por todos modos o Vt
ho "rnplo", porque furtam por todos os
modos d11 ac·le, não falando em outros
novos e equIltos que nem conhecem
Donu to nem Despautério.
"Tanto qut lá chegam, começam
a furtnr polo modo Indicativo, porque
primeira lolormação que pedem aos prá
llcoe, é que lhes upoolem e mostrem s
caminhos por onde abnrcar tudo.
"Furtam pelo modo Imperntivo,
porque, como tem o mero e mixto Impé
rio lodo ele aplicam despotlcarueote às
execuções na rapina.
"Furtnm pelo modo Mandatlvo
porque aceitam quanto lhes mandam; e,
pnru que mnndem, todos os quo não
mandam não so aceito8.
Furtam pelo modo OPTATIVO,
porque desejam quanto lhes parece bem;
~. gabando as coisas desejadas uoe
donos delas, por cortesia 1Jem vontade
as fazem suas.
Furtam pelo modo CONJUNTIVO,
porque ajuntam o seu p<'ueo cabedal
com o daqueles que manejam; e basta
só que ajuntem a sua graça, para serem
quanto menos meeiros na ganílocln.
Furtam pelo modo POTENCIAL,
porque sem pretexto nem cerimônia,
usam da potência.
Furtam pelo modo PER:HSSIVO,
porque permitem que outros furtem, e
estes compram 11s permissões.
Furtam pelo modo INFINITIVO,
porque nlio tem fim o furtar com o fim
do governo, e sempre lá delx11m ra1zes,
em que se vaõ continuando os furtos.
Esses mesmos modos conjugam
por todo as pessoas, porque a primeira
pessoa do verbo é a sua; as segundas,
os seus criados; e as terceiras, quantas
pura isso tem industria, e oonsciencla.
"Furtam juntamente por todos os
tempos, porque do Presente, que é o
tempo, colhem quanto dá de si o triênio
e, para incluirem no pre ente, o preté
rito e o futuro, do pretérito desenterram
crimes de que vendem os perdões e di
vidas esquecidas, de que se pagam intei
ramente; e do futuro empenham as ren
das e auteciµam 0'3 contratot:1, com que
tudo, o caído e n!l.o caído lhes vem a
onir nas mãos.
"Finalmente, nos mesmos tempos
não lhes escapam os imperfeitos. Plus-
qum Perfeitos, e quaisquer outros, por
que furtam, furtaram, furtavam, furtaria
e haveria de furtar mniA, !'e malH hou
vesse. Em suma que o resumo de toda
esta rapante conjugação vem u r.er o
Supino do mesmo verbo, a !urtur, pura
furtar. E quando eles tém conjugado as
Blm tono u voz ativa, e as miserável
provinclns suportado toda a pasPivu;
eles. como so liveram feito grande ser
viços, tornam curreguclos de despojos e
riscos; e elna flcum roubadas e consu
midas".
Talvez não caibo, mos acrescen
tamos como moral de todo essa hl,itórlu
tão antiga, tão vel!Ju, que: só mesmo
um Pu.-J.re Vieira numa época tão remo
tu, poderia olta1Jdo São Francisco Xavier
vhmul!zur o que se passa na pátria de
Rui, colsu tão iituollzada, tãu do nosso
presento.
, Arte do Furtar.
Gamal!el Stumpf
Espírito Santo você q1e
me esclarece tudo que iluai
na todos os caminhos para que
eu tinja o meu ideal, ocê que
me dá o dom divino de per
doar e esquever o ml que me
fazem; te que todos o in
tantes de minha vida está co
migo, eu quero ne»te curto di
logo, agradecer.lhe por tudo e
confirmar maia umna ez, qua
eu nunca quero me srprar
do ,oef' por maior que ja n
'ludo material não será o mf.
nirr.o riu ,uurndc que 11into
de um dia estar com você e
todos os meu irmãos n glória
Perpétua. Obrigada mais uma
vez(a pressoa deverá fazer e+ta
oração 3 dias seguidos +em
fazer o pedido, Dentro de a
dias será lcançada a graça,
por maia cliffril que 1ejn) pu•
hlicu uuim que receber ll
graça.
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Borioli
Este é um artlo, que me envaideço de
eerever e usslnur, por tratar-o de uma equ%I
ela, de outro denominado Oplnllo, e nterlr
mente escrito e nsslnado p0I mim, no entao
emanárlo Correlo Jardinense. Ao escrever 0
quele artipo, já snbln que teria ressonni4
prlnclpalm<'ne, por parle doa vereudores, qu
tio covardemente haviam vilcpendido seus e
leitores, e u póprlu Imprensa, até então nunca
to desrespeitadnu, t tripudiada em seus sr-
do direitos de sempre, u qunlque1· preço, Infor-
mar II verdade, upenas u verdnde, nndn mal
que a vcrd11de a seu povo. Polo bem, mais um
uto veronhoso ocorreu, em decorrõncln dnque-
le rtlyo, que celebrizou-se em nossa cldde.
Slmplosmonlu, este que lbrs ePerPve corajoPa•
mento, muls uma vez, foi convlrlado n compari,,
ce1· 11 pre1rnuç11 de quatro vereadores de Jardim
ou sojum:. Oswaldo Grubert, presidente daquela
Augusta Cnsu, (vPjnm bem com maiúsculas)
Wilson Vurgol' Gruberl, Ellseu Ribas Trludnde e
Ramo Barrios, para, vejam só a lgnominlu n
bostnrdlce, dar conta de t11do aquilo que havia
escrito, e que era apennsmente, a pura esi,êncla
da verdade, umn verdade que lhes doeu,
que lhes mar.hucou, que lhes des-
gostou exatnmente por ser verdade. E ali
trancdo en!re quatro parede, com aqueles qun.
tro cidadão:! com fisionomias crispadas, agressl
Vlll' nem assim, eu tremi, nem assim, tive mêdo
nem assim acovardei-me. E começarum as a
meaçn11 veladas. as perguntas já préviamente
respondidas, através de urna entrevista anterior
na sóde do jornal, hoj'l diário Tribuna da Fron
teira, com o çresldente da Cfimnra, que lá me
fora procurar pessoalmente, na presença de vá
rins testemunhas, respo8lu1:1 as quuis eu já lhe
havia Judo, ufirmundo-lbe, de. que tudo aquilo
que havia escrito, por ser a expressão da ver
dade, e nada desmentlrlu, a nenhum preço, nem
da coação moral nem do suborno em di
nheiro. E aí começaram os fatos; após elucldá
Jos, Inclusive, solicllundo que eles pegassem um
dicionário, pura que eu melhor pudesse mostrar
lbes o verdudelro slgalrtcudo das palavras da
llngun portuguêeo (nllô.s no que fui gentilmente
1ilendldo). Finalizamos a ses~ilo, com a entrega
deles, de um memorlul n ser publicado por exl
glnolai- dos mesmos, e oeslnodo pelo vereador
Wilson Vargns Grub~rt (iaolueive este memorial
foi corrigido por mim, por ter eldo escrito Au
gusta Cosa com letras minúsculas, o que viria
a desvalorlzâ-los efetivamente) através do qual,
declarava sem citar artigos ou nada que se pu
desse legalizá-lo de acordo com as normas da
quela Câmara, o cidadão José Destéfani, per
sona non gratu aquelP Cnsa Legislativa.
Ora multo bem, se José Destefanl, figura
proeminente d11 Jardim, cldadlo de crédito Ilimi
tado perante ns grandes firmas do País, Presi
dente do Lions Clube de nossa cidade tendo atra
vés desta Entidade, renllw.do várias campanha,;
gloriosas de apoio e auxilio à popuiaçilo menos
r11voreclda, cemo últlrr,amente a vitoriosa oampa
n.ba pró Hospital Marechal Rondou, homem
reconhecidamente tido pelo p o v o co:!!.o
Dr. João Carlos Ocariz
de Moraes
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bom h o n o a t o e m 1 0, m e r e e ~
• ' t« de mela dúzlu de inoperante e falso,
por pare h timu; que me-
representnntes do povo. aque e es11. .
roceriam àqueles que lhes deram o título, I"
les que té hoje, ruma legislatura fantm4, "%
ulubn, menllrcsa. opróbla. om1ss_a, 11ovo1 rnm I e
'êiier do jardinen<e E o joroli-ta que nada
mals fez, do que chegar emi Jurdiu, apriorH
UIL jornal que graças a seus esforços, passou +
ser respeitado é lido e aguardado ansiosamen!'
toda e semana, por este mesmo povo. que nu1n
momento de desvairo coletivo, burlodo, lllJUIIUdo:
havlu sufragado nas urnas, certos nomes, dos quuli
hoje, temos certeza, estüo amuramente arrepen
dido, pelos papeis humlllian,es quf' tem feito pe
rnte o executivo, perante us sutorfdades e pe
rante aqueles próprios quo Oi! elegeram.
Como nosso dever· ó obter sempre a ver
dade, sol!cltnmos duquele presidente e dema,,1s
sequazes que os companharum nesse gesto tao
Infantil, mo Infeliz, que se propuscssum a uma
demanda popular, pura saber quem é mais que
rldo otulmente em Jardim: se José Destefani ou
se qualquer um deles, o que covurdemente a
s!aaram aquela reunião fatidlco purn elos, n?,
qual solldi.arnm o titulo de '·Persona non Grata
uo ,Tosó Dci;tefanl, e o banimento do Ilalo Horlo
ll, eu que tudo t~nbo dado dn mim, em pró! rloR
beneficiamentos que nos poucos chegam em nos
s querida ,Jardim. Aliás aqui cabe um grave
acusação no presidente de que la Augusu C a5u
(com maiúsculas, claro) quando públicflmente, em
sessão do Legislativo, firmou em alts vozes
(temos vórlns testemunho!' ppssoals) de qufl iria
providenciar "umn passngem de Boelng pera a
Galáxlu, pura o jornalista" que nu turalmente o
está lncomodundo e multo, por dlzor frente a
frante. ns verdades, tais como a que ele não er&
residente em Jardim, e que havia dei:respeila
do sumáriamente àqueles que enguno,rnmente o
haviam ele I to. I n e 1 u s I v e ameacou
de ir junto ao diretor da Empresu, no sentido
de forçar umu possivel demissão deste que lhes
eacreve, fatl) que nem ao menos abalou meu
· sono, por tratar-se de tão Insignificante figura,
perante u galáxia para a qual deseja enviar-me.
Pois bem, finalizanrlo, a verdade é de que esse
trnidor de Jardim, fulso e covarde vereador que
só ousa falar dna pet'soas por trás, aspirava, ve
jam bem o tempo do verbo, "aspirava" tornar-se
um dia o µrefeito d~ nos!,;0 Jardim, de nos a ci
dade de Jardim, fato que pelo menos deste peri
go estamos Ilesos, jamais acontecerá, temos cer
teza. pelo bem do nosso povo e pelo bem de
nossa cidade, a qual apesr1r de c.li::::1ígenas, "se
gundo aquele elemento•·, já aprendemos a amar
e pela qual já multo mais que ele fizemos. que
pc,brezinho, até hoje nuda pode nprei;entnr de
ú11 e de real a seu povo, apenas buboselrus fu-
cblcos. e tudo aquilo que viesse de encontro ao
progresso e desenvolvimeuto de Jardim.
Só lumeotamob, que otros menos lúcidos
o acompanhem nessa to.refu daninha de destruir
a cidade em que nasceram, enquanto que nós
alie11igenus, extrirn{!eiros, dumos os braços, e
em um sublime uníssono, material e espirllual,
Grler! ai Falar...
Esteve em nossa redação, em visi
ta de? cortesia, o vereador jardlnense
Osvaldo Co!mbra Grubert, atual presi
dente da Câmara e um dos lideres da
comunidade. Quem ucompanha o traba
lho, não só de Osvaldo Grubert, mas
lambem de sua espúsa, Ernest!na Gru
bert, sabe que o casal desenvolveu e
desenvolve esforços visando o crefci·
menta da eldade que mais cresce no Su
doeste. A respeito dos últimcs aconteci-
~ !fil
r.:l 00 ~ r~ 1j
Vi:
mentas ocorridos em Jardim, e que es
tão causundo polemica ao municípic, fi.
camos de, na próxima semana, entrt:vis
tarmos e; presidente da Câmara, po.r1:1 se
colocar os '·fatos em seu devido lua,u·".
Respeitamos o trabulho de Osvaldo
0
Gru
bert, como respeitamos a posições as
sumldas pelos vereadores. pois foram
eh•ltos pelo povo e são porta vozes do
mesmo, A Verdade Ser± Conhecidu ...
isto prometemos nos nossos leitores.
(FJ
liB
7
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