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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº349_08_04_1979
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CIRCULA o fel+ ·i - Anto
nie ias • Porto furtiho- Jt
di 1 . 1;,,L 1 , t .l, '. 'lt'I, • I<
ntt«· ioqu« ponta Feri
Cmpo Grande,
, ,_-,- -7T ;;7o@_i2V'
___ .,__ ~l.._ __ , _
ílJID ~
B la Vista, urnu. cidade pacato, on-
de o crime é rurlssímo, ficou
enlutudu, pois na noltE' do dlu 5, dol
crime foram cometido , onde um pai
de fumillu perdeu a vida gracas à insen-
atez de um hornet11 que e:·u pura a tar
num anutõrlo, o Guldlno. Quinta-feira
µor volta do 1 :30 borus, elE' perambu
lava pelas Imediações da escola Ca telo
Bronco, proferindo palavrões, e como
ra de seu costume, incomodando as
pensou. Chegou no bar de propriedade
do senhor Ba lllo Alve ilvo e lá passou
a ofender o proprictár!o, que perlfu ao
mesmo que IH' retiras. e do !oc1d. Galdtno
pasHou o gritar e xingar os presentes, e
am determinado mom~nto, sacou de um
punhul e feriu o senhor Basilio nu viri
lha secclouundo uma vela, tendo o se
nhor Busllto fnle-:ldo no local devido ao
ferimento reerbido.
GALDINO :.10RRE
Saindo calmamentE', como se nada
houves e acontecido, Galdino seguiu
em direção à salda
para Jardim. Perto da residencla
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1
lt'
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1
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O ![der do MDB no A embléla, de•
putado érglo Cruz, afirmou que as más-
11dmlnl truçõeR que pussar&m pelo Muto
Grosso têm grande parcela de resnonsa
bllidade por muitos males que poderiam
ser facilmente evita<los. Explicando, de -
tacou o parlamentar que a llgaçfio entre
Campo Grande e Corumbá é feita nor
malmente por trem. "O tráfego &éreo é
usado por um contingente bem menor·
Porém, sem estradSS rodoviárias, a fer
rovia tornou- e praticamente a única op
ção p3rn a grande maioria. Com o rom
pimento de um pontilhão, o tráfego está
interrompido por tempo Indeterminado, e
aquele que t:!m que voltar para Corum
bá não o podem fazer no tempo dese
jado."
Sérgio Cruz criticou os govérnos
federal e estadual por "não terem aten
dido reivindicações há icas e até secu
lare rla região corumbaense". Acentu!.i.
o parlamentar: ''sabemos que o maior
problema enirentado pelos moradore da
quele município e a falta de integração
com OI' demais centros brasileiros. O
restabelecimento da navegacüo fluvial, a
abertura definida e definitiva de uma a1-
du rodov!árla, resolveriam quase que to
talmente o lmpns e hoje verificado: cen
tenas e centena de corumbaenses aguar
dando um vôo de emergência para re
gres, arem à 8Ua cid&de, pois quando
aqui vieram nilo 'atl:am o que ocorrNia''.
Com o pontilhão duniflcado pr6xi•
mo à. estação Bodoqueun o trnfego fr
roviário entre Ce.mpo Grande o Corumbá
ficou interrompicJ<'. Até que -p·.i recupe
rado, o único meio de transporte eré o
aéreo, pois a rodovia, inconsistente, per-
deu tráfego na primeira chuva". Finali
zando, indaga o parl'lmentar: agora é que
todos deveriam se valer das obras fur
tamente propagande!ldas pelo Sr. Harry
.morim no bons tempos do Sudeco e
DNOS, onde era o homem iortr! Onde
estão ela ?"
0 $2d0r Saldnh eri é o o
Presilet d 3tpo Brasileiro ta
ssz. Iaterparlarenar de irismo
O cnndor :ialdnuh::i Derzi, que já fuz
parte de Cclégio de Vice-Lideres rio Governo no
enado Federal, d~aba de ser eleito pora ocupar
o cargo de l'rc•idrr:tc do Grupo Bra,ileiro de: As
ociução Interparlamentar de Turismo.
Para que todos n6s tomemos conhecimen
to da importância do cargo para o qual o nosso
enador Hacbid foi eleito. basta esclarecer que
o Grupo BruPilo,ico é ,·iaculado a ,.,;socillção iu
terparlamentur de Turi.mo. organismo d~ âmbito
mundial. que t e m p o r o b j e t 1 v o
o e s t u <l o ,. isa n d o 11 r e a l i z n
ão, tanto vo plano internaciona l. como n.i úrea
dos pa(sc, ueln rcprcst:ntndus, de medidas que
vcnhurn a favorecer o de envolvimento do turis
mo internacional, em particular nas ativlcludep re
latvas uos diversos Parlamentos nacionais que à
ela sio ligados
1
O enador Saldanha Derzi tem vários
planC15 pua porem prática visando impor, durante
u rnn ;!C:;t.'i.o, urua gr::nde dinâmica de açiio por
parle do Grupo e elev:rr o CoDct"ito do ori,>uni•ruo
no seio dos parlamentarus, tendo em vista que
fazem parte do Grupo todos os membros do Con•
~resso :'bcionnl que n ele n<lerirem pnra tanto o
Seno.dor Derzi vem muu1eu<lo conrn'ros e conver.
Rações com vários Deputados e senadores, visan
do nm:,, maior divulgnçiio do, objetivos do Grupo:
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de Gentil Andrade, dois elementos numa
caruionet<', encontraram o ussa-.c:fno e
flzeruru ju ·tiça pelas próprias mãos. Gal
dlno morr·u com quatro balaços no cor
po. Ficou urou llçúo, umu trlritr lição, to
dos nós somos culpados pelo acontecido.
Gnldino era pura estar lntrrno num f:'ll•
nutórlo, pois ra débil mental e as V<-'ZMI
se tornava violento. Uma farr,llla rhora
a morte de seu chefe e um hom m do
ente matou u pagou com a viria.
Figueiró integra as C omis
soes do Interior e de
Relações Exteriores da
Câmara dos Deputados
Drslga:irlo pelo Llrfer da Arena. na Cãroa•
ra dos Deputados. o Deputado Huben Figueiró,
integra a Comi,sões do Interior e de Hrlaçóeli
Exteriores»- Comissões das mais ir»portante
do.quela Caso. do povo Brasileiro.
A comissão do Interior cabe; a) desen
volvimento rer.•-ional " OT(!aniZa'ÜO municipal; bl
áreas metropo1i1ana• r urbamzação; e) migrações
internas; d) territórios federais; e) anatento bi
sico; f1 beneficbmento de áreas e obrns de pro.
teç:io contra ae secas e Inundações: g) Irrigação;
h) assistência às populações atingidas por cala
midades públicas; h» assistência ao índio; j) habl
tnção; 1) sistema fundiário.
À com!são de Relações Exteriores com
pete opi:ior sobre assunto• de política internacio•
nul, e om particular, sobr~: a) ato inleroacionai,
de que a União hou'c:r participado. ou tenha de
participar; b) proposição, :nensngem on documen
to que e refira a relações do Braril com outra,
naçõe"; c) estnbelecimento de fronteir:1• on li
nhas divisória-; d) fixado de límirn do n:ur tH
ritorial; e) prol üo de- citlad:ios brn•lleiros no
ex1erlor; O expatriação; g) problemas de neutra
lidade cm face a conflitos rntunacionais; hl in
tervenção em países estrangeiros; i) remessa de
tropas brasileiras para o exterior; j) passagem de
tropas estrangeiras pelo território nacional ou
sua permanência neste; l declaração de guerra e
condiçõr de :,.rmis1lclo ou paz; m} arbi~mcnto
inter1;1acionnl; n) medida, refoth·as do serviço di
plomnlfcc; o) trotados, acordos e convêênio3 imrr.
nacionais, inclusive os de natureza cultural e os
qu.- rcguhr ·m iuler.--:imbio comercial; p) conf(' •
rências e congressos internacionais; q) Organi
zaç1o das açGes Unidas, Organização dos E,a.
dos Americanos e outros organismos internacio
nais, r), organizações política-, financeiras, mone
tárias, econôrulc.:i•. comercio!·, culturais, ussisten-
ciai; de ~ráter intcraacionnJ. '
Sergio o'erto Prondi
CAUSAS r.[VEIS
DIRF.ITO AGR,HtIO - INVENLRIOS
Chuvisco
OITO- "o ou
nenhum mornllzudor <lo
mndo, ma ada qual
deve fuzer jus ao salário
qua recebe" - Falou um
escritor, muito acrrtadtl
mente!
Usando ns mesmus
pnln vras, queremos levar
uo couhet:lrncnto <ln 'l'V
Morena, de Cntpo Gran
d<.', rPtiponr;ável pell
mnuu!ençüo dafl repetl
r!Nall de TP-levlsüo do
;:,ui MatogroflSC'D ·e que
a Jruagcm quo chegou
aqul em Bonito ó pés-
tma!( O povo já eslá 1rn
turado de lirifllstlr "chu
vl cos". Já faz tempo
que vem acumulando
reclaruaçõe e nenhuma
providencia foi tomada.
Portanto, os ;:,r6prlos
teleP.pectadores da TV
Morenu, rica riam busUin
te sa til•feito se os "chu •
vIscos" fossem substitui
dos po imagens nltldas
conforme o alttJ nível da
tecnologia brasileira.
Firmino de Barrofl
Dep. Rudel
fSCRffORlO - Hua 3 ·de Outubro
• ( Ao !.:ido d:i~ Giretrnn )
Bel" Vista
. .IS
O Deputado Rudel
Trlndade vem se mo
trando preo::upudo cooi
a situação dos pequenos
criadores da reglüo de
Aquidavana, que prati
c1:1me te aca hou egon
do aquels parlamentar,
em face das eachentes
do pantana! e o crescer
te ubate de fémeas.
provoc!lncio a diminuição
~•loIPnta ào rebanho
bovino.
Do acordo cm o
Deputado Rude! Trinda
de. o número de cabe
ças daquele rebanho. de
um milb.úo e 200 mil,
l!aiu para 500 mil e be
ças.
e 4,00
Bela Vta MS - 'Tribuna da_!r00I!E -
Dr. Laacfdi, Valdez de Barros
Clrurgliio Dentista
CRO - 557 ML.
Cllnlca do Criança• o adultos - Ralo X
Atende-e com hora marcada Consultório
Av. Duque de Caxias, 508 (Ao Lado do Banco
V fcu!o.5 Nov ,:. o
Usados
(Tribuna - Esiado de Sfí.o Puuio)
O presidente da Arenu, sendor
José Saroey, ucusou o M)B de ter-se
omitido quando da vornçüo da emenda
que extinguiu o AI - 5, re1vl11clicuudo,
pura o purtldo do govcl'Uo, a Iniciativa
exclusiva do promover as refornas "que
trouxeram o Pnís de volta ao Estado de
Direito". Falando ac;s urenlstus flurníuen
ses, na nova sede do partido no füo de
Janeiro, Sarney dltiRl' qn,~ embora o
MDB tenha lutado pl'lo fim do AI - 5,
"deixou que os sentimento:; partldnrios
passassem mais do que o partriotismo,
nu hora de revogá-lo u través de uma
lei".
"Quando perguntarem se a Arena
não tem Iniciativa-· acentuou - eu re
----------------~ pondo que n maior lnlclutlva política
doe últimos anos, neste Pais, a inicia tiva
que agradou u greos e troianos, e hoje
é saudada por todos, que foi nque!a que
extinguiu o AI -5, foí t)mada pela .rena.
O MDB recusou-se a dar as Dãos à
Areno, para iniciar a ~rande caminhada
rumo ao Estudo de Direito e à plenilude
democrAtica."
Depois de sallentor que, acima dns
dificuldades do natureza política e eco
nômica, "permanecia o sentimento
expresso pelo presirlenb João Baptl;,tn
Figueiredo de estender as mãos à conci
liação nacional", o senador maranhene:e
pediu a todos que "olhass<!m mais para
o futuro do que para o pa1>sado, procu
rando acender uma ela pra iluminar
o caminho, ao invés de continuar·
amaldiçoando a escuridífo."
VOTO DISTRITAL
O senador voltcu a defenàer seu
projeto instituindo o veto distrital. pon
derando que, embora se tratasse de uma
Iniciativa pessoal, desvinculada de sua
condição de presidente da Arena não
poderia permitir que uma idéia pela qual
luto há 15 anos viesse a ser mutilada
apenas por causa deste detalhe".
O voto distrital - acentuou - é
mais representativo do que o propo!'cio
nal, e nilo se trata de neuhuma medida
casufstica nem oca&ional. Este fato pode
ser constatado, tomando-se por base o
exemplo do Brasil: os períodos de inst&.
bilidade política e institucional aqui,
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Tribuna da Fronteira
( Fundado n 20/2/72)
l• U N D A Ç À O lval<lo Pereira
DIÁRIO REGIONAL
Proprledntle da Gráfico e Editoro Apa
CGC-ME 03.201206/0001.90
Insc. Est. 130592343
Diretora Proprietária
lllnria Eatcln V. Pereira
TRIBUNA DA FRONTEIRA
Dirttor - Rcdntor - C bcfe: I nldo Pereir:i
DEPAHT.HlE TO COMERCIAL
Alvaro Pereira
CUR AL BONITO:
lvnn do Nascimento
SUCUR AL JARDIM:
halo Borloli
OFICl AS
Chefe: Gihon Silva Santos
Nilson Roberto de Souza
Redação Administração e Oficinas: Rua
Dnquc de Caxias /n Bela Vista M. Cx. P. 23
PUDLICIDADE
l.n pli::;ina 70,00 por cm de coluna
Oltima Página 60,0U por cm de coluoa
Páginas Internas 30,00 por cm de colnn:,
AS INATURAS
Dcln Vista, (anual)
Semestral
Demais Municipios
Número do dia
Número, atnuados
CrS 600,00
4110,00
CrS 700,0U
4,00
5.00
RUA 14 DE JULHO Nº 188
sempre ocorreram durante a vigência do
voto propureiulli,l.
J\hlfr
Rcerdado que o preiden!e Ião
Bpt!sta Figueiredo já havia fxado uma
posição em rulaç4o ni tia, considerou
o senador José Sarney que n nedidn1 se
Inseria no quadro ds conciliação nucionl,
mas que exigiu, por isso mesmo, u exis
têneia do um cor enso em torno dela,
xob pena de concorrer para aumentar a
divisão.
É verdade-- frisou- que existe
um coneO em torno da necessidade
da unis;ia, mas não cbre a formu como
deve ser ela conee'id. Se. por exemplo,
ela vem para beneiiacir o crime, não
conciliará. Segundo ele, u A anistia ão
deve ser estendida àqueles que compro
vadam1ente praticaram u torturu.
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h um moimento que via b»ti1ui-
ção o governa'or roendo do lato
Grosso do . ·ut, llt r, y Amorim 'o , ~c.J •
deputados arenistas d grupo J, líticu li,
derado pelo enador Pedro Prosslan
divul rarnm Dd • IJllJílfl pas
11ac!:1 !ffi (!O•
cumento no qual maulfe-tum seu apoio
Integral uo governador. mas e ufil mum
flels ú filosoflu ele governo defendida pe
lo Senudor elrilo no uno pu si.:t!o.
Os grupoc; político do e lado rea
lizam dlariamen1e vúrlu1:1 reuniõ<'' pura
anul!Hurem a Hltu1 çúo polft!ca regional
chegando mesmo u discutlreta nomes
provávelR pora sub~tltulr Amorim Coflta.
Segundo esclareceu o Deputado
Valdomtro Gonçalves, Líder da Arena
na ssembléia Constituinte, nota de a
polo à IIarry Amorim n11o tem avul do
enudor Pedrosslan que norn ioi consul
tudo sobre o assunto, mas está em r,on
sonflncla com ns diretrizes do partido
no sentido de não criar problemas a
udmlnltilração Estaduul. "Trata-se· disse
Valdomiro Gonçulve6-de um apolo que
parte da bancadu situacionista e se en,
cerra nela mesmo, sem discutir se exis
tem ou não outros grupos lnterei::flados
na quedo. do nosso governador ". O de
putado admitiu, em seguida, que no gru
po " Peclrosi:lanls~a " exl1-tem di crepan
clus sobre a atuação do Senhor Harry
Amorim.
O L!der Arenlsta disse que o a
polo contínuo ao governador nomeado
pelo Ex-Pre:sldente Ernesto Gelsel depen
de exclusivamente do programa de go
verno que Hary Amorim pretende anun
ciar em breve. '' Se o plano for conso
nante com a idéias e a filosofia implan
tada no atig Estado pelo atuei ena-
..
dor Pedro Pedrossian é evidente que
cunti uarmo apomundo o aove»tua1o!
n llip{,t , e em contrario r o de . p r
nutro J· l,, ti ,r ana!l ·a·lo. po1 cnn[Llrno.
ne a ct er'ncias de interesses e do
fil(JF;t fi ,,. O cJ ·II' grupes da Arena.
liderados pelo atual Deputado Levy Di,
p,lo .'t·nr:uo tende Canle, não se
ma ifestura a sobre a notn d<, Pcllrt11-<•
sunitas,, embora se watbt que o grupo
Renovador U! i rena, liderado por Lovy
DIs, d4 integral npoio a Hurry iruo1lm.
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r' .
a
Familia Enlutada
Um euso ln xplicarel. 1,1_1 nsHlrn
porlem0H reh,rlr, foi o dmm11 acontecido
n noite de 5 deste mês, quando um
clocmte ml'ol11l aHHI: ssluou brutalmente
,•m Heu próprio estaheleclmeulo. o Sr.
Ilrrnllio Mlve du Sll vn, pec:rnrlsta e
cornerclunle, como tamhem 1.eloso chefe
de Ynmlllu multo estimado nesta cldade.
O dunentc Guldino Echeverria, mui!o
conhecido tinha u HUU vivencia de
calma relativa e outrns vezes do perigo
sos uc0B!l0& de loucurn, já tendo ido por
mniR de uma vez internado em casa de
rutumento especializada sem as espe
ranças de um realnbeleclmnto efümz que
pudesse garuntlr a tiua convivencia com
u população de plena cunflança.
Aconteceu naquele <ilo o lnespern•
do: Goldloo, que ao anoitecer ptrnmbu
la va pela runs proferindo pala vões,
demonstrava nesse momento o seu
estado de psicopata. Ao ser solicitado a
retlrur-se do Rur du vitima, desferiu-lhe
um rupldo, cei-telro e mortal golpe de
foca, que a prostrou por terra em vida.
Bnsilio, que gozava de grande
1.·stlmu dos :'leus concidadãos. sua morte
foi multo sentida, não só enlutando n
ramllla. como cuusando u consterno çiio
de seus inúmeros amigos.
Goldlno, que após comentar o
delito saiu para a rua, foi alcançado
muls adiante por pessoas que o abate
ralli com 4 tiros ele revólver.
Uma advertencla: Aí, está um caso
que velo cnlrll' fundo em no ·-.a ,ocl(•clntl.:,
capuz de fazer com que vss autri !ades
compduute;:; Junbrem e de que cllt'g'OU
a hora de se construir na cop!lul <lo
n0o novo Estado, um monlcomio pnr,J
rocolber os lndlviduos como Guliino,
que inconscientemente mstou e 'OrTU.
Camaro Municipal
Consto, que u Camara Municipal
diante a slluução m que fie encontra
o vereador Noedi Larungeiru, vn! cunvo·
car seu suplente.
Ladrão caiu da
Escada
Firmino df'I Barros
O prefeito de Sldrolandia, Sr. Dau
tro Fluza, enviou urna Teleoarta ao Che
fe do executivo de Bonito, Padre Ros
welt de Sá ilieJ.eiros, i-ollcitundo que o
mesmo interftlri11se junto às autoridades
policiais, no tientidc, de locallwr urna
et-cada dupla, padrão 1:EMeT, que foi
furtada naquela cidade, e tiveram conhe·
cimento que a mesma esiavu em 8onlto.
Tão logo foi informado do fato, o dele
gado Marcos Valejo Jara, junta.mente
oorn su11 equlµe saiu em busca do gatuno.
• Como muitos eletrecti;tas estão
tt·oba_lhando em nossa cidade, insto.laudo
drão de luz, por serem pessoas des
nhecidas na praça foram os prlt l!ipab
1
11speltos.
Após um dia de diligencias, €., qu
• ladruo to1 localizado. Trata-se do ele-
1 .·eci~ta A.ntonio Alencar da Costa co-
1 hec1do por Carlinhos, que faz mais de
, ~ mils que trabnlha em Bonito. Como
stava de posse ela dita escada, n roes-
m foi apreendida e o Carlinhos foi le
,,ado para a delegacia, onde declarou
que havia emprestado o objeto de um
elemento de Sidrolandla. Se é verdadt>
u nuo, a escada vai ser tranportada
ram aquela cidade e fica à critério do
Prefeito Dautro Fiuza a int.t&uração do
rnquerlto policial, uma vez que a prefei
tura de SIdrolandia que figura como vi.
Uma. De uma maneira ou de outra 0
certo é que "O ladrão caiu da escada".
Entrepostos Comerciais
O ntivo e competente deputado
federal Ruen FIgu·tró, (Arena MS).
em magistral discurso pronunciado I
Cmura dos Deputa«d a 29 de mar'
ultimo, defendeu a instlaçião, na frontel
ra l mtogrossense, de etrep080
comerciais abrangendo os munietploxs de
Ponta Por4. '3ela Vista, Porto A!urtinho e
Corumbt.. Magtfleu tdte, que, e adota
da pelo Governo da Ilep(1!11lcn. tlnrá p:ttn
a rc>gi;io fronteirtça umn fase nova de
desenvolvimento comureial com I
Republicas vizinha; e. não ó Isso,
alcançará una bc oportunidade de o
Brasil conquistar os mercados dos paise
do Pucili(>o co:l10 dri. ,sín, cm ln!Prcamblo
com 11 Uolivla ntravéF n • E.P.1 .0.B. e
Fenocarriler:; Jklivlano.
Parabens, Dr. Flgu!'lró, contluue e>
nós o aplaudiremos.
1f [ij·
I
Contribuição para a história de Bela Vista.
Escreveu .J . .J. Ferreira Souto
Desde que este território fronteiri
ço do Mato Grosso, recebeu os i:;eus
primeiros pnvoadores, no século passado.
o siste!.na de transportes para. o. região,
na época, era exclusivamente feito por
meio de carros de bo!s e bons cavalos
de ela, usados nas viagens em busca
de Miranda e Corumbá, sobre o Rio Para
guuy, únicosP acessos a Culabá, a ver
dejante capital, ou então Concepcion, na
República do Paraguay, porto no Iemno
rio por onde se fazia a maior parte do
comercio do sul matogrosRense com essa.
República e tambem com a Argentino,
os maiores fornecedores dos produtos
da nossa importação, que por sua vez,
eram produto europeus e a•iátlcos, pois,
naquela época. não fXlstia transporte ter
restres p/ S. P!l.ulo, apenas pelof' invioi:;
sertões das provincll& de Minas Gerais
e Goiás, por onde so comunicavam com
outros centros, principalmente Rio de
,Janeiro, capital do lmperio do Bros!l. E
assim era.
Mais t.rude, jA no advento da He
publica, foram melhorados os caminhos
que àe São Paulo e P11raná demandavam
o rio desse nome e assim foram apare•
e-ando as prlmeiraR vias por terra que
demandavam est!l fronteira. se bem que
há mais de dois séculos era elá disputa
da por espanhols, porém, sempre domi
nada por portugueses e bandeirantes
pauliPti.~, oi;, nossos denodados desbra
vadores. Assim, ücarEJm interligadas
R.Mems tndigeoas. povoados e vilas que
foram eurgindo com o passar do tempo
!lesta rlqutssima região sul rnatoarÕs
sense. !<'oi um passado de hnoif;m';, da
,H,SSll gente.
Jã neste século, com a chegada
da Estrad:-. de Ferro Noroeste do Brasil
em terras de :lato Grosso foram des
viados os itinerários em busca ao Aqui
da ~anu e Campo Grande, por onde se
dmgtam p11ro Lagoa Rica, ponto onde
se encontrava a ponta dos trilhos da
ferrovia, na onsla do nosso povo ele
experimentar R seosaçílo do novo meio
de transporte o trem de ferro que
demandava Sao Paulo, vindo daí o sur
gimento do vertiginoso progresf'o a que
estamos assistindo em nossos dias.
Outro fenomeno "que Imprimiu um
surto de • progresso no tr:msporte ue
demandava Bela Visto., foi a civilizad~ra
açfio d;; Companla ~Iate Lnrangeira. cuja
séde era CA.lP,NAHIO, que muntrndo
contrato com o Estado de Mato Grosso
p'..!ru. u explom,;ão dos grandes nvals
nativo!, du regiã<•, foi tambem a reFpon
savel p(-10 povoamento do Sul, na faina
de colher erva - mate que rxportavu pa
ru u Argentina. Des1,;1 explornçüo, sur
giram puvoações como Ammbay Igua
temt, Ponto. Porá P outrJ!i, que por ua
vez, ir c,•rlig.1van--se com BE-la 'lista no
t:áfego do8 grandt>s comboloi.: de cnrre
tns transportando u erva para ser ex
portndo pura aquele país, através Porto
.'.Iurtinho. outra cidade fundada pela
.Mate Laranjeira na margem esquerda do
Rio Paraguay, cujo progresso foi rapido
e hojl' ostenta a potenclalldac!e de uma
praça de comt'rclo importador f expor
tador, ben. como CC'ntro social rlP. rele
"º nest.ds !fade.; merldionuh; de Muto
Grosso.
Do exposto, ve-se que a nessa ci
' iliza.çüo aqui. chegou com o tr:rnsporte
1 ·!to em carretos de bois e boas monta
rias. E esses eios de tran•.;portes pre
, aleceram até o primeir J centenurio da
1 ossa IndPpendeocia C'ID 1!:J22. qu:rndo
:: qul velo - O Primeiro Ford Pé lJuro
que tambem foi dPnominado • f<'or!I Bi
gode - pelu sua caracteristtca ela trans
missão ser aclC'nada no pedal e a ace
hração por IDPIO de uma pequena ala
unca jnto 9.0 v,,Janto. automovel esse
conduzlr1<, 1111:· .Juvenal Paixão· o olonel
ro que. tiesceu a Serra Maracajú para
estas bandas. e fazia expcrádicas via
gens experiwentais com p!!Ssageiros.
Seguiu-se o 10° R. C. que to.mbem
em 1922 adquiriu um para trtnsporte de
oficiais e seus !amiliares.
Dr. José Atanasio Néto
ADVOGADO
Efemerides
Aconteceu no dia l de
março de...
173s!-0 coronel do Mar
los da etr é nomeado
governador do Estado do
.lnrnnhJn
Causas cíveis., criminais e agrárias.
EscnL Av. Duque de Cnxias, 878,
Jardim, MS.
1796-9.6 BISPO DO HIO
DE J, 'lilllQ.
Mfanel do Monte Rodri
rues de Arajo, condo de
lr,rjl ,. .o Bpo do Hlo rio
Janeiro, ntceu neta data na
Vilíl ,to Jl.,, líc•, Pernt11nlJ11ro,
,prr1;Pt1IHíÍ1J c111111J hispn ri
ln clr Fn rrtiro de IB:!9, foi
confirmado pelo papa Grego.
rlo XVI a 23 do dezembro
desse mesmo ano, 'anuel do
)!0111<' Horlrlgucs ele Araújo
tomou posse da »una diocese
a 2/ do, maio de lfllo, ~
a governou até I de junho de
1863, quando faleceu." O bis
µo, roude de lr-aj:i tinha tnn
to de modesto, piedoso e
esmolero, quando de versado
nss +agradas letras". Compô+
na euintes obras, que or>
rem imprerns: "C'ornp(lndío
de Teologia Moral" par uo
do seminário de Olinda, de
que e fizeram tres edições
DO llra•il .- duas ern Portugal,
em rrêF volurr.rs; "Elemento~
de direito eclesiá,tlco público
P p a r t l e u J a r," etc. . :-1
volumes; Opúsculo obre
a questão que tivera com o
vroebl,po r'a Bahia D. Homu·
1,Jdo, acerca tia benção fa
gração do lmperndor do Bra,
•li: alem de "Pa,torais" e do
"Mandam~ntu", t'ID reparação
do dc.acnto !tito à Jmagem
do Senhor Jesus muorto na
lgrejo. da Cruz do, ,lílitare1
da Corte, em 1845",
18t3 - lteúnt-Ee na cidudc
do Hlo de Janeiro Assem
bléia Constituinte bra.-ilrira.
1826- Decreto do Imperador
Pedro II dissolvendo comiS•
lo militar formada parn jul•
gar, na pro,lccia do Ceará.
o, irrplicado• na Confedera·
ç.;io do Equador 11824)
i8ü5 - Ch~"ª 110 Rio de Ja
neiro o C;;ruio de Coíab1
com a ootlcía da ínvn1ão d;
provineia de Mato Gro++o pe
las tropas paraguala.
191:S - ,lorr« em Sfo Pnulo o
jornalista e poHtico, Francis
co Hangel Pestana.
19tn I Uecteiu número So·35u
proiblnd!> da dispensa do re
gistro de ponto qualquer
sen-ir1or público.
ProL Stumpf
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exemplar
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voce aiudu será SerVidc :1
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ia]e 'nibus... Vi;•
ã Cruzeiro do Sul
Renovou sua Frota para. melhor At ender os seus usuários. Linh; ,
Viagem luteliae t · • •
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di 1 . 1;,,L 1 , t .l, '. 'lt'I, • I<
ntt«· ioqu« ponta Feri
Cmpo Grande,
, ,_-,- -7T ;;7o@_i2V'
___ .,__ ~l.._ __ , _
ílJID ~
B la Vista, urnu. cidade pacato, on-
de o crime é rurlssímo, ficou
enlutudu, pois na noltE' do dlu 5, dol
crime foram cometido , onde um pai
de fumillu perdeu a vida gracas à insen-
atez de um hornet11 que e:·u pura a tar
num anutõrlo, o Guldlno. Quinta-feira
µor volta do 1 :30 borus, elE' perambu
lava pelas Imediações da escola Ca telo
Bronco, proferindo palavrões, e como
ra de seu costume, incomodando as
pensou. Chegou no bar de propriedade
do senhor Ba lllo Alve ilvo e lá passou
a ofender o proprictár!o, que perlfu ao
mesmo que IH' retiras. e do !oc1d. Galdtno
pasHou o gritar e xingar os presentes, e
am determinado mom~nto, sacou de um
punhul e feriu o senhor Basilio nu viri
lha secclouundo uma vela, tendo o se
nhor Busllto fnle-:ldo no local devido ao
ferimento reerbido.
GALDINO :.10RRE
Saindo calmamentE', como se nada
houves e acontecido, Galdino seguiu
em direção à salda
para Jardim. Perto da residencla
1
1
lt'
·I
1
!
O ![der do MDB no A embléla, de•
putado érglo Cruz, afirmou que as más-
11dmlnl truçõeR que pussar&m pelo Muto
Grosso têm grande parcela de resnonsa
bllidade por muitos males que poderiam
ser facilmente evita<los. Explicando, de -
tacou o parlamentar que a llgaçfio entre
Campo Grande e Corumbá é feita nor
malmente por trem. "O tráfego &éreo é
usado por um contingente bem menor·
Porém, sem estradSS rodoviárias, a fer
rovia tornou- e praticamente a única op
ção p3rn a grande maioria. Com o rom
pimento de um pontilhão, o tráfego está
interrompido por tempo Indeterminado, e
aquele que t:!m que voltar para Corum
bá não o podem fazer no tempo dese
jado."
Sérgio Cruz criticou os govérnos
federal e estadual por "não terem aten
dido reivindicações há icas e até secu
lare rla região corumbaense". Acentu!.i.
o parlamentar: ''sabemos que o maior
problema enirentado pelos moradore da
quele município e a falta de integração
com OI' demais centros brasileiros. O
restabelecimento da navegacüo fluvial, a
abertura definida e definitiva de uma a1-
du rodov!árla, resolveriam quase que to
talmente o lmpns e hoje verificado: cen
tenas e centena de corumbaenses aguar
dando um vôo de emergência para re
gres, arem à 8Ua cid&de, pois quando
aqui vieram nilo 'atl:am o que ocorrNia''.
Com o pontilhão duniflcado pr6xi•
mo à. estação Bodoqueun o trnfego fr
roviário entre Ce.mpo Grande o Corumbá
ficou interrompicJ<'. Até que -p·.i recupe
rado, o único meio de transporte eré o
aéreo, pois a rodovia, inconsistente, per-
deu tráfego na primeira chuva". Finali
zando, indaga o parl'lmentar: agora é que
todos deveriam se valer das obras fur
tamente propagande!ldas pelo Sr. Harry
.morim no bons tempos do Sudeco e
DNOS, onde era o homem iortr! Onde
estão ela ?"
0 $2d0r Saldnh eri é o o
Presilet d 3tpo Brasileiro ta
ssz. Iaterparlarenar de irismo
O cnndor :ialdnuh::i Derzi, que já fuz
parte de Cclégio de Vice-Lideres rio Governo no
enado Federal, d~aba de ser eleito pora ocupar
o cargo de l'rc•idrr:tc do Grupo Bra,ileiro de: As
ociução Interparlamentar de Turismo.
Para que todos n6s tomemos conhecimen
to da importância do cargo para o qual o nosso
enador Hacbid foi eleito. basta esclarecer que
o Grupo BruPilo,ico é ,·iaculado a ,.,;socillção iu
terparlamentur de Turi.mo. organismo d~ âmbito
mundial. que t e m p o r o b j e t 1 v o
o e s t u <l o ,. isa n d o 11 r e a l i z n
ão, tanto vo plano internaciona l. como n.i úrea
dos pa(sc, ueln rcprcst:ntndus, de medidas que
vcnhurn a favorecer o de envolvimento do turis
mo internacional, em particular nas ativlcludep re
latvas uos diversos Parlamentos nacionais que à
ela sio ligados
1
O enador Saldanha Derzi tem vários
planC15 pua porem prática visando impor, durante
u rnn ;!C:;t.'i.o, urua gr::nde dinâmica de açiio por
parle do Grupo e elev:rr o CoDct"ito do ori,>uni•ruo
no seio dos parlamentarus, tendo em vista que
fazem parte do Grupo todos os membros do Con•
~resso :'bcionnl que n ele n<lerirem pnra tanto o
Seno.dor Derzi vem muu1eu<lo conrn'ros e conver.
Rações com vários Deputados e senadores, visan
do nm:,, maior divulgnçiio do, objetivos do Grupo:
-EMPRESA JURIDICA CYRIO FALCÃO-
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Cíveis
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Campo Grande - '.fato Grasso do Sul
de Gentil Andrade, dois elementos numa
caruionet<', encontraram o ussa-.c:fno e
flzeruru ju ·tiça pelas próprias mãos. Gal
dlno morr·u com quatro balaços no cor
po. Ficou urou llçúo, umu trlritr lição, to
dos nós somos culpados pelo acontecido.
Gnldino era pura estar lntrrno num f:'ll•
nutórlo, pois ra débil mental e as V<-'ZMI
se tornava violento. Uma farr,llla rhora
a morte de seu chefe e um hom m do
ente matou u pagou com a viria.
Figueiró integra as C omis
soes do Interior e de
Relações Exteriores da
Câmara dos Deputados
Drslga:irlo pelo Llrfer da Arena. na Cãroa•
ra dos Deputados. o Deputado Huben Figueiró,
integra a Comi,sões do Interior e de Hrlaçóeli
Exteriores»- Comissões das mais ir»portante
do.quela Caso. do povo Brasileiro.
A comissão do Interior cabe; a) desen
volvimento rer.•-ional " OT(!aniZa'ÜO municipal; bl
áreas metropo1i1ana• r urbamzação; e) migrações
internas; d) territórios federais; e) anatento bi
sico; f1 beneficbmento de áreas e obrns de pro.
teç:io contra ae secas e Inundações: g) Irrigação;
h) assistência às populações atingidas por cala
midades públicas; h» assistência ao índio; j) habl
tnção; 1) sistema fundiário.
À com!são de Relações Exteriores com
pete opi:ior sobre assunto• de política internacio•
nul, e om particular, sobr~: a) ato inleroacionai,
de que a União hou'c:r participado. ou tenha de
participar; b) proposição, :nensngem on documen
to que e refira a relações do Braril com outra,
naçõe"; c) estnbelecimento de fronteir:1• on li
nhas divisória-; d) fixado de límirn do n:ur tH
ritorial; e) prol üo de- citlad:ios brn•lleiros no
ex1erlor; O expatriação; g) problemas de neutra
lidade cm face a conflitos rntunacionais; hl in
tervenção em países estrangeiros; i) remessa de
tropas brasileiras para o exterior; j) passagem de
tropas estrangeiras pelo território nacional ou
sua permanência neste; l declaração de guerra e
condiçõr de :,.rmis1lclo ou paz; m} arbi~mcnto
inter1;1acionnl; n) medida, refoth·as do serviço di
plomnlfcc; o) trotados, acordos e convêênio3 imrr.
nacionais, inclusive os de natureza cultural e os
qu.- rcguhr ·m iuler.--:imbio comercial; p) conf(' •
rências e congressos internacionais; q) Organi
zaç1o das açGes Unidas, Organização dos E,a.
dos Americanos e outros organismos internacio
nais, r), organizações política-, financeiras, mone
tárias, econôrulc.:i•. comercio!·, culturais, ussisten-
ciai; de ~ráter intcraacionnJ. '
Sergio o'erto Prondi
CAUSAS r.[VEIS
DIRF.ITO AGR,HtIO - INVENLRIOS
Chuvisco
OITO- "o ou
nenhum mornllzudor <lo
mndo, ma ada qual
deve fuzer jus ao salário
qua recebe" - Falou um
escritor, muito acrrtadtl
mente!
Usando ns mesmus
pnln vras, queremos levar
uo couhet:lrncnto <ln 'l'V
Morena, de Cntpo Gran
d<.', rPtiponr;ável pell
mnuu!ençüo dafl repetl
r!Nall de TP-levlsüo do
;:,ui MatogroflSC'D ·e que
a Jruagcm quo chegou
aqul em Bonito ó pés-
tma!( O povo já eslá 1rn
turado de lirifllstlr "chu
vl cos". Já faz tempo
que vem acumulando
reclaruaçõe e nenhuma
providencia foi tomada.
Portanto, os ;:,r6prlos
teleP.pectadores da TV
Morenu, rica riam busUin
te sa til•feito se os "chu •
vIscos" fossem substitui
dos po imagens nltldas
conforme o alttJ nível da
tecnologia brasileira.
Firmino de Barrofl
Dep. Rudel
fSCRffORlO - Hua 3 ·de Outubro
• ( Ao !.:ido d:i~ Giretrnn )
Bel" Vista
. .IS
O Deputado Rudel
Trlndade vem se mo
trando preo::upudo cooi
a situação dos pequenos
criadores da reglüo de
Aquidavana, que prati
c1:1me te aca hou egon
do aquels parlamentar,
em face das eachentes
do pantana! e o crescer
te ubate de fémeas.
provoc!lncio a diminuição
~•loIPnta ào rebanho
bovino.
Do acordo cm o
Deputado Rude! Trinda
de. o número de cabe
ças daquele rebanho. de
um milb.úo e 200 mil,
l!aiu para 500 mil e be
ças.
e 4,00
Bela Vta MS - 'Tribuna da_!r00I!E -
Dr. Laacfdi, Valdez de Barros
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(Tribuna - Esiado de Sfí.o Puuio)
O presidente da Arenu, sendor
José Saroey, ucusou o M)B de ter-se
omitido quando da vornçüo da emenda
que extinguiu o AI - 5, re1vl11clicuudo,
pura o purtldo do govcl'Uo, a Iniciativa
exclusiva do promover as refornas "que
trouxeram o Pnís de volta ao Estado de
Direito". Falando ac;s urenlstus flurníuen
ses, na nova sede do partido no füo de
Janeiro, Sarney dltiRl' qn,~ embora o
MDB tenha lutado pl'lo fim do AI - 5,
"deixou que os sentimento:; partldnrios
passassem mais do que o partriotismo,
nu hora de revogá-lo u través de uma
lei".
"Quando perguntarem se a Arena
não tem Iniciativa-· acentuou - eu re
----------------~ pondo que n maior lnlclutlva política
doe últimos anos, neste Pais, a inicia tiva
que agradou u greos e troianos, e hoje
é saudada por todos, que foi nque!a que
extinguiu o AI -5, foí t)mada pela .rena.
O MDB recusou-se a dar as Dãos à
Areno, para iniciar a ~rande caminhada
rumo ao Estudo de Direito e à plenilude
democrAtica."
Depois de sallentor que, acima dns
dificuldades do natureza política e eco
nômica, "permanecia o sentimento
expresso pelo presirlenb João Baptl;,tn
Figueiredo de estender as mãos à conci
liação nacional", o senador maranhene:e
pediu a todos que "olhass<!m mais para
o futuro do que para o pa1>sado, procu
rando acender uma ela pra iluminar
o caminho, ao invés de continuar·
amaldiçoando a escuridífo."
VOTO DISTRITAL
O senador voltcu a defenàer seu
projeto instituindo o veto distrital. pon
derando que, embora se tratasse de uma
Iniciativa pessoal, desvinculada de sua
condição de presidente da Arena não
poderia permitir que uma idéia pela qual
luto há 15 anos viesse a ser mutilada
apenas por causa deste detalhe".
O voto distrital - acentuou - é
mais representativo do que o propo!'cio
nal, e nilo se trata de neuhuma medida
casufstica nem oca&ional. Este fato pode
ser constatado, tomando-se por base o
exemplo do Brasil: os períodos de inst&.
bilidade política e institucional aqui,
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Rcerdado que o preiden!e Ião
Bpt!sta Figueiredo já havia fxado uma
posição em rulaç4o ni tia, considerou
o senador José Sarney que n nedidn1 se
Inseria no quadro ds conciliação nucionl,
mas que exigiu, por isso mesmo, u exis
têneia do um cor enso em torno dela,
xob pena de concorrer para aumentar a
divisão.
É verdade-- frisou- que existe
um coneO em torno da necessidade
da unis;ia, mas não cbre a formu como
deve ser ela conee'id. Se. por exemplo,
ela vem para beneiiacir o crime, não
conciliará. Segundo ele, u A anistia ão
deve ser estendida àqueles que compro
vadam1ente praticaram u torturu.
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h um moimento que via b»ti1ui-
ção o governa'or roendo do lato
Grosso do . ·ut, llt r, y Amorim 'o , ~c.J •
deputados arenistas d grupo J, líticu li,
derado pelo enador Pedro Prosslan
divul rarnm Dd • IJllJílfl pas
11ac!:1 !ffi (!O•
cumento no qual maulfe-tum seu apoio
Integral uo governador. mas e ufil mum
flels ú filosoflu ele governo defendida pe
lo Senudor elrilo no uno pu si.:t!o.
Os grupoc; político do e lado rea
lizam dlariamen1e vúrlu1:1 reuniõ<'' pura
anul!Hurem a Hltu1 çúo polft!ca regional
chegando mesmo u discutlreta nomes
provávelR pora sub~tltulr Amorim Coflta.
Segundo esclareceu o Deputado
Valdomtro Gonçalves, Líder da Arena
na ssembléia Constituinte, nota de a
polo à IIarry Amorim n11o tem avul do
enudor Pedrosslan que norn ioi consul
tudo sobre o assunto, mas está em r,on
sonflncla com ns diretrizes do partido
no sentido de não criar problemas a
udmlnltilração Estaduul. "Trata-se· disse
Valdomiro Gonçulve6-de um apolo que
parte da bancadu situacionista e se en,
cerra nela mesmo, sem discutir se exis
tem ou não outros grupos lnterei::flados
na quedo. do nosso governador ". O de
putado admitiu, em seguida, que no gru
po " Peclrosi:lanls~a " exl1-tem di crepan
clus sobre a atuação do Senhor Harry
Amorim.
O L!der Arenlsta disse que o a
polo contínuo ao governador nomeado
pelo Ex-Pre:sldente Ernesto Gelsel depen
de exclusivamente do programa de go
verno que Hary Amorim pretende anun
ciar em breve. '' Se o plano for conso
nante com a idéias e a filosofia implan
tada no atig Estado pelo atuei ena-
..
dor Pedro Pedrossian é evidente que
cunti uarmo apomundo o aove»tua1o!
n llip{,t , e em contrario r o de . p r
nutro J· l,, ti ,r ana!l ·a·lo. po1 cnn[Llrno.
ne a ct er'ncias de interesses e do
fil(JF;t fi ,,. O cJ ·II' grupes da Arena.
liderados pelo atual Deputado Levy Di,
p,lo .'t·nr:uo tende Canle, não se
ma ifestura a sobre a notn d<, Pcllrt11-<•
sunitas,, embora se watbt que o grupo
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Um euso ln xplicarel. 1,1_1 nsHlrn
porlem0H reh,rlr, foi o dmm11 acontecido
n noite de 5 deste mês, quando um
clocmte ml'ol11l aHHI: ssluou brutalmente
,•m Heu próprio estaheleclmeulo. o Sr.
Ilrrnllio Mlve du Sll vn, pec:rnrlsta e
cornerclunle, como tamhem 1.eloso chefe
de Ynmlllu multo estimado nesta cldade.
O dunentc Guldino Echeverria, mui!o
conhecido tinha u HUU vivencia de
calma relativa e outrns vezes do perigo
sos uc0B!l0& de loucurn, já tendo ido por
mniR de uma vez internado em casa de
rutumento especializada sem as espe
ranças de um realnbeleclmnto efümz que
pudesse garuntlr a tiua convivencia com
u população de plena cunflança.
Aconteceu naquele <ilo o lnespern•
do: Goldloo, que ao anoitecer ptrnmbu
la va pela runs proferindo pala vões,
demonstrava nesse momento o seu
estado de psicopata. Ao ser solicitado a
retlrur-se do Rur du vitima, desferiu-lhe
um rupldo, cei-telro e mortal golpe de
foca, que a prostrou por terra em vida.
Bnsilio, que gozava de grande
1.·stlmu dos :'leus concidadãos. sua morte
foi multo sentida, não só enlutando n
ramllla. como cuusando u consterno çiio
de seus inúmeros amigos.
Goldlno, que após comentar o
delito saiu para a rua, foi alcançado
muls adiante por pessoas que o abate
ralli com 4 tiros ele revólver.
Uma advertencla: Aí, está um caso
que velo cnlrll' fundo em no ·-.a ,ocl(•clntl.:,
capuz de fazer com que vss autri !ades
compduute;:; Junbrem e de que cllt'g'OU
a hora de se construir na cop!lul <lo
n0o novo Estado, um monlcomio pnr,J
rocolber os lndlviduos como Guliino,
que inconscientemente mstou e 'OrTU.
Camaro Municipal
Consto, que u Camara Municipal
diante a slluução m que fie encontra
o vereador Noedi Larungeiru, vn! cunvo·
car seu suplente.
Ladrão caiu da
Escada
Firmino df'I Barros
O prefeito de Sldrolandia, Sr. Dau
tro Fluza, enviou urna Teleoarta ao Che
fe do executivo de Bonito, Padre Ros
welt de Sá ilieJ.eiros, i-ollcitundo que o
mesmo interftlri11se junto às autoridades
policiais, no tientidc, de locallwr urna
et-cada dupla, padrão 1:EMeT, que foi
furtada naquela cidade, e tiveram conhe·
cimento que a mesma esiavu em 8onlto.
Tão logo foi informado do fato, o dele
gado Marcos Valejo Jara, junta.mente
oorn su11 equlµe saiu em busca do gatuno.
• Como muitos eletrecti;tas estão
tt·oba_lhando em nossa cidade, insto.laudo
drão de luz, por serem pessoas des
nhecidas na praça foram os prlt l!ipab
1
11speltos.
Após um dia de diligencias, €., qu
• ladruo to1 localizado. Trata-se do ele-
1 .·eci~ta A.ntonio Alencar da Costa co-
1 hec1do por Carlinhos, que faz mais de
, ~ mils que trabnlha em Bonito. Como
stava de posse ela dita escada, n roes-
m foi apreendida e o Carlinhos foi le
,,ado para a delegacia, onde declarou
que havia emprestado o objeto de um
elemento de Sidrolandla. Se é verdadt>
u nuo, a escada vai ser tranportada
ram aquela cidade e fica à critério do
Prefeito Dautro Fiuza a int.t&uração do
rnquerlto policial, uma vez que a prefei
tura de SIdrolandia que figura como vi.
Uma. De uma maneira ou de outra 0
certo é que "O ladrão caiu da escada".
Entrepostos Comerciais
O ntivo e competente deputado
federal Ruen FIgu·tró, (Arena MS).
em magistral discurso pronunciado I
Cmura dos Deputa«d a 29 de mar'
ultimo, defendeu a instlaçião, na frontel
ra l mtogrossense, de etrep080
comerciais abrangendo os munietploxs de
Ponta Por4. '3ela Vista, Porto A!urtinho e
Corumbt.. Magtfleu tdte, que, e adota
da pelo Governo da Ilep(1!11lcn. tlnrá p:ttn
a rc>gi;io fronteirtça umn fase nova de
desenvolvimento comureial com I
Republicas vizinha; e. não ó Isso,
alcançará una bc oportunidade de o
Brasil conquistar os mercados dos paise
do Pucili(>o co:l10 dri. ,sín, cm ln!Prcamblo
com 11 Uolivla ntravéF n • E.P.1 .0.B. e
Fenocarriler:; Jklivlano.
Parabens, Dr. Flgu!'lró, contluue e>
nós o aplaudiremos.
1f [ij·
I
Contribuição para a história de Bela Vista.
Escreveu .J . .J. Ferreira Souto
Desde que este território fronteiri
ço do Mato Grosso, recebeu os i:;eus
primeiros pnvoadores, no século passado.
o siste!.na de transportes para. o. região,
na época, era exclusivamente feito por
meio de carros de bo!s e bons cavalos
de ela, usados nas viagens em busca
de Miranda e Corumbá, sobre o Rio Para
guuy, únicosP acessos a Culabá, a ver
dejante capital, ou então Concepcion, na
República do Paraguay, porto no Iemno
rio por onde se fazia a maior parte do
comercio do sul matogrosRense com essa.
República e tambem com a Argentino,
os maiores fornecedores dos produtos
da nossa importação, que por sua vez,
eram produto europeus e a•iátlcos, pois,
naquela época. não fXlstia transporte ter
restres p/ S. P!l.ulo, apenas pelof' invioi:;
sertões das provincll& de Minas Gerais
e Goiás, por onde so comunicavam com
outros centros, principalmente Rio de
,Janeiro, capital do lmperio do Bros!l. E
assim era.
Mais t.rude, jA no advento da He
publica, foram melhorados os caminhos
que àe São Paulo e P11raná demandavam
o rio desse nome e assim foram apare•
e-ando as prlmeiraR vias por terra que
demandavam est!l fronteira. se bem que
há mais de dois séculos era elá disputa
da por espanhols, porém, sempre domi
nada por portugueses e bandeirantes
pauliPti.~, oi;, nossos denodados desbra
vadores. Assim, ücarEJm interligadas
R.Mems tndigeoas. povoados e vilas que
foram eurgindo com o passar do tempo
!lesta rlqutssima região sul rnatoarÕs
sense. !<'oi um passado de hnoif;m';, da
,H,SSll gente.
Jã neste século, com a chegada
da Estrad:-. de Ferro Noroeste do Brasil
em terras de :lato Grosso foram des
viados os itinerários em busca ao Aqui
da ~anu e Campo Grande, por onde se
dmgtam p11ro Lagoa Rica, ponto onde
se encontrava a ponta dos trilhos da
ferrovia, na onsla do nosso povo ele
experimentar R seosaçílo do novo meio
de transporte o trem de ferro que
demandava Sao Paulo, vindo daí o sur
gimento do vertiginoso progresf'o a que
estamos assistindo em nossos dias.
Outro fenomeno "que Imprimiu um
surto de • progresso no tr:msporte ue
demandava Bela Visto., foi a civilizad~ra
açfio d;; Companla ~Iate Lnrangeira. cuja
séde era CA.lP,NAHIO, que muntrndo
contrato com o Estado de Mato Grosso
p'..!ru. u explom,;ão dos grandes nvals
nativo!, du regiã<•, foi tambem a reFpon
savel p(-10 povoamento do Sul, na faina
de colher erva - mate que rxportavu pa
ru u Argentina. Des1,;1 explornçüo, sur
giram puvoações como Ammbay Igua
temt, Ponto. Porá P outrJ!i, que por ua
vez, ir c,•rlig.1van--se com BE-la 'lista no
t:áfego do8 grandt>s comboloi.: de cnrre
tns transportando u erva para ser ex
portndo pura aquele país, através Porto
.'.Iurtinho. outra cidade fundada pela
.Mate Laranjeira na margem esquerda do
Rio Paraguay, cujo progresso foi rapido
e hojl' ostenta a potenclalldac!e de uma
praça de comt'rclo importador f expor
tador, ben. como CC'ntro social rlP. rele
"º nest.ds !fade.; merldionuh; de Muto
Grosso.
Do exposto, ve-se que a nessa ci
' iliza.çüo aqui. chegou com o tr:rnsporte
1 ·!to em carretos de bois e boas monta
rias. E esses eios de tran•.;portes pre
, aleceram até o primeir J centenurio da
1 ossa IndPpendeocia C'ID 1!:J22. qu:rndo
:: qul velo - O Primeiro Ford Pé lJuro
que tambem foi dPnominado • f<'or!I Bi
gode - pelu sua caracteristtca ela trans
missão ser aclC'nada no pedal e a ace
hração por IDPIO de uma pequena ala
unca jnto 9.0 v,,Janto. automovel esse
conduzlr1<, 1111:· .Juvenal Paixão· o olonel
ro que. tiesceu a Serra Maracajú para
estas bandas. e fazia expcrádicas via
gens experiwentais com p!!Ssageiros.
Seguiu-se o 10° R. C. que to.mbem
em 1922 adquiriu um para trtnsporte de
oficiais e seus !amiliares.
Dr. José Atanasio Néto
ADVOGADO
Efemerides
Aconteceu no dia l de
março de...
173s!-0 coronel do Mar
los da etr é nomeado
governador do Estado do
.lnrnnhJn
Causas cíveis., criminais e agrárias.
EscnL Av. Duque de Cnxias, 878,
Jardim, MS.
1796-9.6 BISPO DO HIO
DE J, 'lilllQ.
Mfanel do Monte Rodri
rues de Arajo, condo de
lr,rjl ,. .o Bpo do Hlo rio
Janeiro, ntceu neta data na
Vilíl ,to Jl.,, líc•, Pernt11nlJ11ro,
,prr1;Pt1IHíÍ1J c111111J hispn ri
ln clr Fn rrtiro de IB:!9, foi
confirmado pelo papa Grego.
rlo XVI a 23 do dezembro
desse mesmo ano, 'anuel do
)!0111<' Horlrlgucs ele Araújo
tomou posse da »una diocese
a 2/ do, maio de lfllo, ~
a governou até I de junho de
1863, quando faleceu." O bis
µo, roude de lr-aj:i tinha tnn
to de modesto, piedoso e
esmolero, quando de versado
nss +agradas letras". Compô+
na euintes obras, que or>
rem imprerns: "C'ornp(lndío
de Teologia Moral" par uo
do seminário de Olinda, de
que e fizeram tres edições
DO llra•il .- duas ern Portugal,
em rrêF volurr.rs; "Elemento~
de direito eclesiá,tlco público
P p a r t l e u J a r," etc. . :-1
volumes; Opúsculo obre
a questão que tivera com o
vroebl,po r'a Bahia D. Homu·
1,Jdo, acerca tia benção fa
gração do lmperndor do Bra,
•li: alem de "Pa,torais" e do
"Mandam~ntu", t'ID reparação
do dc.acnto !tito à Jmagem
do Senhor Jesus muorto na
lgrejo. da Cruz do, ,lílitare1
da Corte, em 1845",
18t3 - lteúnt-Ee na cidudc
do Hlo de Janeiro Assem
bléia Constituinte bra.-ilrira.
1826- Decreto do Imperador
Pedro II dissolvendo comiS•
lo militar formada parn jul•
gar, na pro,lccia do Ceará.
o, irrplicado• na Confedera·
ç.;io do Equador 11824)
i8ü5 - Ch~"ª 110 Rio de Ja
neiro o C;;ruio de Coíab1
com a ootlcía da ínvn1ão d;
provineia de Mato Gro++o pe
las tropas paraguala.
191:S - ,lorr« em Sfo Pnulo o
jornalista e poHtico, Francis
co Hangel Pestana.
19tn I Uecteiu número So·35u
proiblnd!> da dispensa do re
gistro de ponto qualquer
sen-ir1or público.
ProL Stumpf
Preço deste
exemplar
$ 4,00
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Economia'? Segurança?
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Conforto? Tranquilidade?
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Alem de tudo o que estll escrito acima,
voce aiudu será SerVidc :1
V
. • de Q A por ' OTORJS'l'AS Gabaritadoti
ia]e 'nibus... Vi;•
ã Cruzeiro do Sul
Renovou sua Frota para. melhor At ender os seus usuários. Linh; ,
Viagem luteliae t · • •
1
ª para
3
5 Municipios de Nosso Estado
- ~ u e e cum a Cruzeiro do Sul
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