• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº365_20_05_1979

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áo fol a d eritun os nossos prufesuo­
Jl' r,.u Ji,•rp : f ·nhauo. ut carpa­
nha refina!e tór, por nelho :1 ,- 1U1t1t•"
,, fl •ff,JI ,•11t1. 1 11, ,.:, ..... utu l cr1•1ju11-
Ur 0mnos contra revexs e. renhe.
te, houve ameuçn " ba «ano de eurgo
q:JO J)'1i' li 111, N l''l!Lll:.UJ. l;l'('VF', É Uffill
+ttu'e que ex!e muita responsabilidade
e ocre,ia d propósito, O empregado
untes !e entrar vm reve ou 'abndonar
As funções", deve pruerar ueurlo
·om o p trü o e· p, r ta de igou,· um
latrmediárto. 'ep is v r se este geve
r l<'!{,'l c111 il "(:,1.
1
• 11.11 l1ot1Vl• nnda
rlhto t rn f,l l: V,-., .... ,11 uv0 dp, nns um
movln,. nto quP ,·ht·~;ou ·1té " Governo
do Estado, ficou provado que existe uma
"rptut no f±sei.rali mo mu::ilcipal" e
níl(l nos c:·1hi> in llUh' quem f' o causador
de tal rtl'.>lur·r. bt., rlcará u cargo <lo
~Pnhor· )H "Í<'ltu. T<> n ho ab1<0Juw. cel'teza
de que os funcionários deste j raul, caso
resolvessem entrar em greve, antes pro­
curariam o prpieiáio e prestariam
3oitus de e atos, V«Los eufrnr em
greve se ' senhor ã umentr tanto por
rrnto. Aí •· pi', p ·nt:,rlo iria di,doaar
HAnto vü é p ·sivel, Is posso coce.
íltll' t:into por r,,, .>l it pai·tir de tal mês.
l.,lo "" chan,:1 diülng-o <-'íltre pulrr'.o e
l'IllPl'►'g'lldO .. g·o•1:, 1110 lo C(,lll llilleUÇU/3
que se consegue as cis e muitc, me•
110s coru pt'"Sl"õe,. Lógico e evidente
que os profssores municipais recebem
~1l:'1r;os til-' fome Tod,-s coJJeot·e:am com
tsto. O que ulo CPi,i!úrdumos é tais aci­
uies serem torenéus agora. Mas a nin­
guem cabera o direto ds Volta: trás
porquP it,to ,;, r1•1 l!'.iir p,mclpios.
.lguul' p t o ' e s sO r e s e s t i v e­
nm :'m n,,:,,,.p l'l'•bçii o e prest iram ln­
to:n/Pões a respeito do ussunto. A bem
da ver;de e pare nellaor informar aos
nssvs leites cscl tecemos.
l) , Coi8 • não foi o comando do
[0? RC siicitr povidénei. s trabalhistas
mas inf .. ,,·nur qne ,:;!u,;1 P.m curso um
movimenta dus professares mmnic!pais
reiviudi:ando meiheres salários e paga­
mentos em oi,,. F,H.,n1 1!t:r U"!:H satisia­
çã às antrisds mlt:res para não
e! m !xtudo r subversies.
2 Não procuram o sebe preieito
unicipu! parque temi represálias.
l+ não aceitaria o idlgo. alara de
uma prI sora: "Fests com meco",
3) E3te Comissão iormou o governa
lor ll.11•. y il.10: i111 que os prolessores
be!vistenses não são registados; não
recebem érius; não rceem os salários
m dia; recebe.n quuudo recebem. sala­
:lrs t!t- fome.
) A eitad. Comissão falou, e fala, em
- orne dos prolesscres municipais de
s la Vista.
l)e minli'I p,rt • rJigo, até que
enfim. Porqut' ;i s!e,.; qur1:-P nove anos
de utivilde jornalisttcz em Befa Vista, pe­
la primeira vez vejo uma classe buscan­
do se unir reivindicado os seus direitos
Ira bihistas. O que preciso, ou melhor
LE T
dH m·.111<1.l JJí C! , ltl:i<ll', (• a r, L ç•;io rJ11
A+oclaçao do Professore de Bel VI
1, delegando puderes a set r •prn 1-11
tantes pira reivindicar pela classe. 'ão
hú rw du d, .~u bvl'!'-i vo l:'Ul lutar por
i- 'UM dirf:'l!P>l (l<!IJJ!lr,.r Lula t· O'! fTH'ln.·
lúi qlcos. etc, etc) mas deve haver ress,
[)On,w1'ilid,1dP «' f,!Jjel!v( s lr.Jç1.ctoo;. !üo
se pode l'uzrr m vim<·ntos. !slo HJJ. mal,
o que deve h.ver é manifestação de
cl:i~.w. () D.JOITIL'litO 11!10 1:'lll J)r<J!>ÍC'IO pa­
ra i,to; cc gltu-µc, r:. 1-u!J~lituiç rn tio u.Lunl
µrdeilo 10ur1ic1pal, r HF1rnolo é mancho
te nos Jornals. Os eon:etários que gras­
E-Urnm na cldacle Jul'elfzmrnw. furam o
cio qu1• a polltfoa intervlu no movi:nenLo
UO!l prorei-SC>l'1'11:1, CHb(i, 1:1gorn IJO 61:.'DhOl'
prnfdto rnuotcipril, confol'me lht> faculto
n Lei de lmprenrn, o dircrto de respcato
e pura isto nossas piígioas estv rü.o à
sua disposição. As explicações ão ne­
ce'spárius uno à nóa, mas ljO povc,,
CADA VEZ MAIS
Sob o ponto de vistlil' admlnistrati­
V.), nilo se sabe m~is o .:tue esperar em
mnlé'rlu d~ ex[)edlentes pará protelar a
lútt>rvençiio do governe- do Estado em
Jardim.
Como o prefeito Fernando de Frei­
tas apresentou contas ( J 975. 1976 e 1977)
roru tio prazo, ao Tribunal de Coutas
do Estuc',o, e~te, como era dé' seu chwer,
nii.o as aceitou e. err, decorrêacia, com?
det,.rmlna a Lei, a Câmara Munlclp'1l dt>
Jardim solicitou a Intervenção.
MHndaclo de Segurança foi impe­
tradu, n liminar'conc~dida já caiu e o
governador Ifany Amorim continua fa­
zendo ouvidor3 de mercador.
Em reunião havida no Palácio do
Governo. em Cumpo Grande, o governa­
dor sugPriu, e ficou de nomear, uma Co­
;:nissilo de alto nivel para "estudar" e dar
par·ecer tiobre 1:1. sltunção dos cofres da
Prefeitura.
Esta medida, por ser abso!tamente
inócua. deve ter ido p»ni. o lixo, com
todo o uerecin.ento, pois a Edilidade
jard!r;ense não tem por que acatar qual­
quPr clf'ei~ão dela emunada. O problema
do dr. Fernaudo de Freitas é com o Tri­
bunal de Contns e ele sabe disso, muito
bem ...
Eis, que, talvez, corno último car­
lucho, apart-ceu no ''Correio do Est.a<lo''.
novo balão de oxigenio para o prefeito
l
1reita.,;: ai:, rontas ela ~lunicipalidaJa se­
riam exarninadu'.l pelo novo Tribunal de
Contas do Estado de iiato Grosso do
Sul!!! Ora, isso parece pueril. Se a di vi­
Fão do Estado teve vida legal !l partir
de 1 ·ae janeiro de 1979, como é que es­
te Tribunal te1ia poderes para examinar
contas e balancetfls das PrefeiruraF d.:
anos anterinres. quando o novel Estado
de Mllto Grosso dC' Sul uinda estava no
papel?
Abordando, exatamente, esse aspe­
cto da questão, o sr Osvaldo Gruber~.
prp:,;idP-nte <la Câmara Municipal de Jar­
dim, endereçou àquele jornal, a i-eguiote
carta:
Câmara de Jardim espera intervenção
no municipio
RecPbemos nntern a i-eguinte carta
da Câmara :1unicipal de Jardim, nes-
l .c:sc.~L o:do 01:<: .-DVOCACL.
[Paulo Alberto de Castelo Branco
1 .LJOGADO
'
l
• rau,u• Cívci, - Cririluui~ . Tr:ib_;1lbista3 • ~com•
panba processo na Justiça de Carpo Grande
l ~,l:l '16 t'.!· :,!O H. 38! - FO;'IE 383-U-32
l
l!.élfil'.-> ~6 d.:- .z,1-l:> • 7.o Andar . Sola 73
C' .e Gr nd Mato Grs8o do Sul
Agradecimento
Os prfessores munlelpaf de Bela
'.'l•h 1 .r,, Groso dc bul, diante dos
úittmnos fato regi trado no vxer leio de
;.u I pro[são, vem de público gradeer
:; apoio úo Ext.!cul:v,l E~tad11,.J. lt•l'íll·
!)!, a Legislativa Cam .ru do D,•putad•i~
lfotury Ctul), Loj,1 Huçnuic:i.:. (• ., ptJ u
de Bela Vista pela ajuda prestada I­
naceira, mora! e solidariedade o to­
vimeto ju ,to, reivln<llc11tórlo t' a<'l11n
dt· tudo bunrnuo qul.! corneçurom n t>m
prender.
A COMISSÃO
Jt ~é Tadeu da Costa Marques, Sandra
M11rh1 dos Santos Rodrigues, Neuza Ma­
ri:.1. Brurn Borges e Olderuír Oi-:suou.
COMPLICADO
te Estudo:
Senhor diretor,
- Em atenção, não flÓ aos leitores
de "CORREIO DO ESTADO'', mas tambl>m
a esse pujante órgão da imprensa cam­
pograndense. somos de parecer que:
a - a solução alvitrada nn Colun>t
"Assembléla LPgiE>lativu·· (dia 14(('5/79)
sobre o término dos problemas de Jardim,
colide coro a legislação em vigor, ch·sde
que as contas da Prefeitura estiio vincula·
das ao Egrrglo Tribunal de Contad do Esl.
de Mato Grosa.o até 31 de dez. de 1978:
b - a inevltá vPl criação do T ri­
bucal de Contae do Estado de Mato
Grosso do Sul, por certo não llidlrá o
Acórdão do Tribunal de Contas do Est.sdo
de Mato Grosso;
c -· está ll!Hl mãos honrada do
Governador Harry Amorim. desde o dia
12 de março, o pedido de intl3rvenção,
no Município, feito pela Câmara. Munici.
pai. ateudendo estritamente à Legi-lução
em vigor. uma vez que o prefeito de
Jardim, Fernando Freiiae, não apresentou
as Cotas Municipais dE-ntro dos prazos
El&ti~u!ddos em Lei. ficando assim Impos­
t,ibilitndo, por prer,!ut>ão de prazos, de
prestá. - las. Fato este que dlfert.-ncia, o
caso de Jardim, do,; outros Municíplofl
mato grossenses, poii, aqueles tiveram
suas contas rejeitadas, isto é, existiram
as contas para serem apreciadas, ao
pasRO que, Jardim não as prestou;
d - a intervenção em JarJlm é a
solução que nos parece legal, justa e
que atênde !ntek11mente, aos dtspositivoct
em vigor e às boM normtts da adminis­
tração e ,ger·ência c!e dinheiros públícos;
e -- ac:-editamos, sem nenhum?.
vaidade, que a brilhante u.ssessoria jurí­
rlica do Governo E,;tadua! nos dará o
respaldo que • necessitamos para vermo!1
Jardim, n»vameote, saneada E> entregue
aos afazeres de uma cidade que arredlta
no seu auspicioao futuro.
Sem outro particular para o momen­
to. eubscrPvemo - nos, atenciosamente
a) Oswaldo CoimhM Grubert
Pres. da Câmara Municipal de Jardim
Cyrano de Bergerac
-EMPRESA JURIDICA CYRIO FALCÃO-
Cu.usas
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Aclvocncln pernnt.e o Trlhunal de Jus­
tiça do Esrndo de Mato Gro~rn do Sul: Sus-
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cos do Escritórlo Local
a Eprena de pequisa
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Fxto tural de Mato
Gre «o do ul realizar
no distrito de Nunca-t
vi. up Curso par I llor •
tieu!tores, com inicio
previsto pura o dia 2)
do t'Ol'fi'll(t'.'- mê .. 0.'l 8:llO
hr,l'itfl.
o~ '!'érnicw, rln r<>•
'h-1 l!ltt Empresa, se con­
gruulam com o, 2) pro­
dutores que já garntl
rum 1,;ua pre:Wl1Çtl µa1 a
tal acontl:'dmeulo, ln
1·lu
1,lv1-> conftrrnuu i-ua par
ttcipr:çJo p HO. a uulil
Inuugur ul, o Dr. Ruben
Alberto de C11i..tro Pinto
PrPfeito ~lun!clp•il
Acapulco
vende e panada
estragada
Dia 15 próximo pas­
sado, a noite, o senhor
Leonel Godoy, fã. das
empanadas (tipo de pas•
telào rechPado. às vezeH
de galinha, carne ou lin­
guiça) foi até o bar c:ee­
pulco, propriedade óa
An.ooio de tal. e ali ad­
quiriu várias empanadas.
Qu11l não foi n. sua sur­
presa quando ao abrir u
primeira sentiu exalar
um ruau cheiro, próp!l·)
de produtos deteriorado'-.
Procurou o Dr. Fwri Mu­
rano, que confirmou l'
rato e env!ou ao bar
Acapulco um bilhete p­
dindo ao proprld.ário q:::o.c
devolvesse o dinheko t·
informando-ao que 0 u­
sunto seria levado às
autorid&des comoetentf~
para as devidas· prov,­
dência.s. O senhor Godoy.
com as e m p a n u­
nas fü!S mãos, procurou
o repóter de plantão e
mc,st'rou a prov! do cr!.
me. Realmente, as em­
panadaa vendidas p~lo
Acapulco ao seuhor Go­
do y estavam
estraga..das. Provldênclai;
das 11utoridades. O povãh
é que peM, principal
mente os que gostam de
empanadas.
Preço deste
exemplar
CSR 5,00

e
'na esfera do rntimento. somos
habltulmn.ente defrontados por certa ela
te de umipo que são wepre dos mal
proc0Nos e aos quth nem setpte ale­
mos ttib»ui; e justo valor. wquele+ qu
nos dlzvm verdade, uecetn dar nvtts
necessldu«!e de esplr1to,
ln var·ln vdílwnu•, cu t<•goriz,uuo11 , ni
nlta eonia nus feleão que nos usseu­
rom cnnvü11ll'ncl11k 111: Aup!.'rríclo, !IO!->
quadros do mundo, Confiança naquele
f!UO rJOH multlpllcarn 'lll po,rnllh PFôlTlHJth
e olldarlednde uos que nos garantem
in1dor II p1·t•ço 110 rrrupo soei o 1.
Perfettente enhivel u nossa ra­
tl<l/ío parn com todos os benfeitores que
no enriquecem nus oportunidades de pro­
grodlt· o tr11halh111· an 1•xpe1·i0ncla comum.
Sejamos, porém honestos conosco
o roconlH•ç,inw1-1 que nilo llOd (' fJi:11 u­
crltor o concun,o dos companheiros eu­
jn ptluvru franen e escl recedoru nos
uuxili na upresslo dos enganos que
nos purultum u extsUiucla. t:>e nos fa.
1nm, som quulquer clrcunlàqulo, em tor.
Uô doR porlgua de quo uos ncbamoA
nnwuçorlos, à vl8tll de noRsa lllüxperlôn­
cla ou tnvlgllfiucla. ulnda mesmo quau-
A HOTEL
7
1
A Pedido
A Voz da Torcida do G. União
Prezados leitores da Tribuna da
Fronteira
Ouçam a voz rln Torcl1.lt1: Que vem
desmentir u barbarldtide da entrevista e
dus fofocas que houve no programa
( Som du 'I'urde ). dirigida pelo senhor
Hernundo Gusco.
Gente Amiga ... e espccladores do
esporle de Belu Vista, podem Crer; que
tudo foi fofoca como lodos os que se
achuvum presentes no Estádio Otavlo
Fontouru, no Domingo próximo passado
puderam assistir a Calamidade provoca­
da unicamente pelo digníssimo juiz o
Senhor :VlONCLAR. Que o Sr. Arbi­
tro deixou bem claro no público presen­
te que não wrn capacidade para apitar
uma partida de futebol. Não serve nem
para julgar uma pelada t, multo menos
apitar uma parllda num Campeonato
Oficial.
A Torcida em massa conta com
a colaboração dos dirigentes da Liga
Belavistense que cogitem homens muis
capacitados e que conhecem a Lei do es­
porte e nilo UM PERNETA : Que nüo
sabe o que está fazendo entre 22 ( vinte
e dois ) homens correndo em .::ampo s­
trás de uma bola.
Mais um Quê ... Não concordamos
com a atitude do Sr. Árbitro, bronquenn­
do c_om um dos dirigentes do GRE:11O
UNIA O que estava orlt>ntando seu time.
Enquanto que o dirigente do Nautico
!tnha campo livre para gritar e Orientar
o ~eu time o tempo todo.
Dirigente do programa, ( O Som
da Tarde ), colabore com o públ!co ou­
vinte, eles nüo estão com o Espirito pre­
parado para ouvirem tantas bobagens,
Mentiras deste tamanho!!!
Aos nossos ATLETAS. Fiquem ti'an­
quilos que a TORClDA crnntinuará 13m
massa p.restig!undo o nosso G REMI O.
El·otlldes Soares da Mota
,,-
do enl itm a f com o ninhe da
hontud· mais pura, frequentemente re.
imos de manltu na!ia, +cus+tu j, ,!)
por ingrntos e duros de coraçf«0. e i-
l-tet, no rato eon+der m·lo obsi­
dindo, quando não prmitt:no que o
me] du umizat!e e ucs transtorne n
alma em vingre de versão, x eratu­
do lhes os pequenino defeitos, com ab­
soluto ++quem+ to dnx nobres qualid«­
des de qu • t lh JW, t,u:, r,•:;_
Tenhamos em consideração diti
tu os um!os incapazes de acalentai-nos
desequilibos ou ilusões. Jamals cone·
t:1111l111 o :IIRfwrnlo dt· misturá-los com º"
eluui'ores. O empreiteiros da difama­
glo e du injúria falam destruindo. Os
a mitos positivos e generosos dvertem
o nvlsnm eom disrliçilo o bondade. S(•lll·
pre que ulo uos digain, acudindo-nos
u lma, entrem em sfalooict com u
própria conscrencia, roguemos ao Senhor
nos sustente incerldade e saibamos
ouvi los.
EMM,NUEL
( Pi;lcogmfiu de Chico Xavier)
Tribuna da
Bela ioln, (unt:nl)
Semeslrnl
Demais Munieipios
Número do dia
Números Ulrasados
Fronteira
( Fundado u 20/2172)
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Pundnclor e Diretor Responsavel
lvnldo Pereira
É difícil de entencier, mas é verda­
de, foi uma grande chuva sem pr-_ceden­
tes, era peixe de todos os lados, só que
quem derrumuva era um caminbã,, com
aproximadamente 6.000 Kg de pescados
apreendidos pelo INA:1E. To,lo mundo
correu para pegar um peixinho congela­
do, foi uma festa total da grotadu. a
distribuição era gratuita e não precisava
rie Hlú, quem perdeu com t,;so foram
os transgreskores d>t lei.
Pescadores, respeitem os 80 km
as placas de ~lnalização e as lds. Corno
amante da n!ltureza, só tenho a louvar
a ação das autoridades. Se ha 500 anos
p
DE FRANCISCO ELIO BATILLANl
PADRÃO DE QUALIDADE
Em Bela VístJ hospede-se no p ANORAMA HOTEL, ~
PRAÇA ALV ~ RO f.1 Sf!ARE_JH S, S/fl BELA VIST~ 1
UG
Eu vou fugir, lá para o horizote,
Lá as trevas não perseguem a luz.
Agua pura corre na fomtr,
E6 porsível encontrar Je-nu.
Eu vou fugir pura a última e·trela,
Que restar, num disco voador.
Lá o brilho do espírito aminula,
Ao lado do amor.
l'urn nlém du~ ruontnnba><,
Onde o vcuto conrn n paz,
B u 11/CIIIC é toda livre,
Pura gozar a liberdade que só amor traz.
Para onde a vida é feliz,
Não existe tempo nem lugar,
E um !frio puro rne diz.
Todn pureza está em amar
Eu vou fugir para o +paço sideral.
l.ú n tri'leza n,io exi.te,
'ào h{1 Iã,,rimaí-, ne'm mal.
Cada mão que eu encontrar, posso levar.
E se todos derem- se as mãos,
Até o lngnr do, ,onhos e esperunços,
Çue só t•xi,tc em cmln coração.
·1.,du nlmtl lt:r.Í puz, onde os sons cantam o amor.
D,•ntro du no,su mente.
Quem dá a paz, é o Senhor . •.
Beatriz Saut' A nna Coninghan
(
Av.
Dr. Laueídi Valdez de Barro-
c:rurgiãQ Dentista
ClW - 557 i-lt.
C.llnlca de Crianças e adultos - Ralo
A1encle-se cum hora mnrcuda
X
Conrn1t6rio
Duque de Caxias, 508 (Ao Lado do Banco
os homens tiv1>ssem se preocupado com
as dádivas naturais, com o controle ri­
gornso da ecologia etc., provavelmente
quem sabe não teríamos atualmente
tuntas regiões deserticas e mortas, como
também provavelmente não veríar:r..os
tantas catástrofes causadas pelas secas
ou inundações irnensurá veis. É pouco,
queremos mais leis rigides contr ... os
cteprectadort>s, a a n1ttureza pre~isa ur­
gentemente de mais atenção, o povo
amante do que é puro e bom está ctom
o gu7erno, a vunte, lutemos a favor da
conservação dos bens comuns, poiR
assim teremos mais vida.
2081
Exposic:ão
artisto de
corn
rena-
me internacional
Sob o patroclnio da
Fundação de Cultura. da
Secretaria c!P. Deilen vc.1-
vlmento de Recurso,
Humanos. a artista gaú­
cha, atualmente raciicada
em 13:asillu. Salomé J1cr­
ryman, que já participou
de inúmerf:R exposições
no Sra sll e em t'ldOR o~
continentes do rnuudo,
reallz11rá urna exposição l
de taper;aria o período
compreen,Jido entre os
dias ~1 G 26 de maio, no
Teatro Ca,;a dP Cultura
das Fuculdades Unidas
Católic 1s do Mato Gros-
so FUCMT.
Esta é a primeira
promor;ão artística de
alto nível da Fundü.ção
de Cultura do Estado
que além de estar pro­
posta. a incêntivar e dar
apoio aos valores sul­
matogrossense. também
pretende trazer grande.,
nomes da arte bra&ileira
para o aprimoramento
da cultura da população
1
do novo Estado.
1
t

Leia e assine
Vribuna da fronteira
l
O sonha to:rnou-se Realidade
Agoru em Bela. Vista, Existe uma Churrascaria onde você poderá levar sua
esposa, Eeus filhos, seus araigos e sentir-se realmente em .sua própria
casa
Aquele
' 1 / •
ai80 IaI$
Rua Duque de Caxias
em Churrascaria
C9/ IPETO
( Ao lado do Ginasio Estadual )
-- - d ista MS

l • l
Í{l'f•(-l)r•nrto dl)
ljll (
,•
A imensidão territorial ,lo malor Estado d. n·r;i,io
Centro-Oeste impôs sua divisiír.. ;--;u~Cl'U, u<isim,
pela Lei Cornplementor oº 31 de 11 d2 aii·o"to de
Ul77, o Estudo de Mato Grosso do Sul, propot·­
clonando àquela vasta região condiçõe~ p·,r,l uma
administração mais vincul>J.du à realidudll [!e,J-pO­
Iítica da área.
', A condição dr capital. que recain, oatur,!l­
mente, sobre o. grande C'idude de Campo Gruud,•
foi motivo d.:., justo orgull.Jo parn :seu Jaboriosd
povo, mus unerou aql'ele municlpio com de ,perns
extras e com um crescimento popnlac:onal bas­
rnute acima das previHões normais que já ul!ra­
passa varn, em muitv, os altos índir.,'R rio neeci­
rnento urbauo brasileiro.
Esta nova dl!nen,;üo política de Camoo
Grande aumentou sua condição privlkgiart: dt;
centro irrndiado::- e. ao mesmo tempo, couv-'rg,-n­
te da economia de Mato Grorn•> do Sul. mas
~rouxc,_ ta_ml1érn, o ônus de se;: r~;;pom;:' v(-1 pch
1mpl11maçao e manutenção de toda n!I!a infra ";;·
trntura urbano-rural capaz dE> pruporrionur a
seus habitaníes e ao corpo 11dministt,itivo, L·gls­
lativo e judii.:iário rio mais novo F,;;t/l,i d-1 :;'J.
deração, as condições oarn o sru rápido desen-
volvimento. • •
Felizmente, em hora tão críti~a de rlt's • n­
volvimeoto e tra11sformuções, a cidad,• p )d,' r(fl·
tar. à frente da municipaiidade, c,;m urna Pq:.iip,'
Je governo das ms.i1> cap1=1zes e diuâm1c l>- ... ca­
pitaneada por um jovem engeolwirr.. emér,to ad­
ministrador e consciente líder polílieo • :lat·cplo
llliranda Soarrs - a quem preste,, ItestP instant •
minhus sinceras homenagens.
Eleito de maneira consagrudora pelo povo
campograndease, nrro desmereceu elu os voto,;
populares recebidos de seus municipes e tudo
tem feito para tornar a clda,ie mais humunn.
Nestes dois nnol:l de sua profírua g"':'t.10,
tP.mos que reconhecer que Marcelo
1
tirand:1 ,:ou-
... be prt>purar Campo· Grande para entrnr rw,-ta
nova fase de relevante importânciu pn.rii sua
história como Cupit:.:l de Estado e como m,,is
lmpo:tante polo de desenvolvimento regional.
Governo Federa ! () ª' 1,lt,.
..l
oh te;n teus;ar e cana+li7ar
a{'po, o roca ·• M tJ!l. ,<;r;,, r ce. ri
li , ; JJ!1t J t ' I l tç/6a e 1
ua ai i! trução um caia! r aba­
, artiv 1 ti -~ 1,, ,1, t nr o e!• a,, 'rn•,J·;
,'t e deu as devi!s prior"dud « etor
biecos de inira • (, ti utu:-1 " lm ti .IJI/, (;.í,, rJ.1
nov• 1 e ,p t,,l,
{); ('.iU)[l()o íh, !.!Úrf••, d t !IN•l-!l':l'" 1 • ,(1( f1J)
e eu!o, têm sido trata ios com to.1o carinho
j'II ,.. . • ,
. • n 1>11 110, lN,dora i• m P1tJo 1) ph•·r ro d<J
reampogrnndenso de mahà. Pars tanto, a Rot
, 1 . l r .. • • • , ,... ' 1
l!J,J li>! ,,,, E,1,rno, LP.:i po,pordo1rudo l:'n-lrni
<1·• !!' Gr·rn. ~"1,uito" ,,f.ciente a r-orh a populr1-
ç0 ··m id de esclnr. Nas escoless mnunieinaís,
«d/+nds um ntfdo e educaçãc ioteornl :.u er1-inn
.,,. - ,, o . 1 1 1 ,., .
• i vau, o3 cu!a'o com a crianças ulttn-
Pª"''' ,r·,lm, em m11fto, as ,>hrigHçõel'l !fgai~ d(•
!!<,vc•. ll<y. iH S!.-'creHHiUH <lo A"-S!,.,tên:;la social e
iJu ~,,ll(jc< r!o ;nuniCÍf)iO têm fi•! PHílH:'l'HílO PID
propoi'cio1·ar : lim 'nluçiio e V!.!Sluúr-in :ws aluuns
carentes, bem como, completa assi ·tênzia médien
e odontclóica. Q,; eviços prstadoxs descem
o d talhe de executarem programas de massa,
como o rxaow oftnlrnológico n·cérn. erJn<>luido
com fornecimento de óculo- de grau aos alunos
nccet>s1tados.
No lntuíto primeiro da 9ferecirnen1o dr
eu p;•pgo no srtor Sl'CUndário, Sibidarnente rnelbor
rPnumerado, a atual adoJinl~truç5.o d11 c:apitul
;:ulrnato~ro!.'saui:;<? tem procu,·ado o desenvol­
vimento industrinal do município. i i::ecre1aria
mu~ic1p".I_ dP IndustriH e Colll( reio. tem procura­
do incentivar, por todas as f,>rrrn-1s, a iwplar.ta­
çao de iudústrla, no ;'lúcleo Inducfrial pré­
viamente formudo e dotud0 das condições
rmrnma,; df 1<uporte a e,:te io.portaate ramo de
a tivid2 de>
Atentou aind. para a im Jortància ugriC'>IK
rh1 Regia0, no r.ontexto brasileiro bem como à
relevância r!ada à agriculturn elo novo Governo
rla Rr pública. tem proporclorn rio iuceutivos u
bsta nciais a esta esqurcida í,rea dP no~sa
er.<,,1o!!;ía, como a construção de novas e:,tt·,...-!a,
vicinais e da conBervaçilo daF jl exist'nte;;, p:;,­
ra _l~r.1,1tur .º. trunspC'rté da pr, dução agro-re•
cuarn.1 rnu111c1pal.
Na áreu urbana, o rnunil'ipio sof •Ç, radicais
transformaçõPs.
O pl'Obl,-,ma do trânsito l'oi encar&d'J séria­
menti> e com profundidade. Eviiou.i:;e mwlldas
pílliativns ele última ho:a. Uma <>quipe de alto
nível 1 écnico, revolucionou todo o sistema de
circulaçilo viária ctu cld::s<ie. Víus estruturP!s e
vias nrintitáriaF uo transporte coletivo fNum
implnntnrhis. Urna cornpletfl murlirnça da sinali­
zação de tráfego está sendo poRta em !!Xecução.
. reestruturação do trfr□~ito colocada em
p:·ntica é presidida por uma filoFofia <ie pe:·rni1ir
um fluxo contínuo de veículos. áreas bem de­
m:1rC'ad 1s rle Pstacionarút1nto. separação das !1-
n has de tráfego er. ::e os trn m putes ii1(:iv!éuais
" ,,,,. i:oletivos, com prioridade p;m1. os trnnspor­
tes de mssa e, o que é extremmente impor­
t:rnte. posi,;ibilítnr o n,aximo cié- s·gurnç ao es
quecido pedestre. Un, transito mais racional e
mais hurnnno portant0.
A cid'lde em sí. tambern está se embelt'­
zando.
N>t concepção de que a urbe é a casa da
eL wunidade, a próprh t1xten;;.ãC' cta rrsidência
do cidadão, o aspectn -estMico não poderia ser
desprezado.
Um perfeito projeto de ilurninaçiio pública
e:,;tú sendu executado a passos largus. Luruiná­
rins a·
0 msii, modet·nas em Yapor de mercúrio
estão sendo utilizadms. A!óm da fialtdde pro.
cipa de bem Iluminarem os iogrn!ouro pabl­
cos. estas !uin riu, em consonância com o
sistema vir1o í::ipl:rüudG, tamhfm têtn n flln
çuo de de'lmurcar,•ru. u nott<>, aa via; pi,1 utur:ilt­
de trânsito.
O centro dl' C umpo <1i·arH.!·•, t!'Ct'hu uu1
tratamento paisagistieo todo especial. Sião os
culçudõe&, a arhorlzaçãc,, os llanc0,.. de .laNI in
u reativação de árs comerciais decadente
tl!dO fj prr.pMCÍOílflt um C:i'BLlO V 1ltn(Ju ao l;l)tl­
vívio hu:.;uno ngraclúvd, em !irHlF- ct,, comérc:o.
onde as pessoas, antes apenas cruzavam r.•m
psus .i prei5Bad 01-.
A limpeza púb!ícn, feita dP modo <l!r:ien­
te e d!uturnumcnte, vc.m mantendo o,; paclrõ(•ct
de '.::umpo Gr,inde como uma cí1!ad" c·ívi11zurla.
0 bairros mais afa-tados do centro também n?
foram esquecidas. Os invetimento até agora plicados nu.t
área do saneamento básico ji supera todos os orçaren
tos anteriores deste importante setor A rede d esgoto gul-.
rias de áruus pluviais e água tratada já cmçam a clr
aos pontos anuis distantes da capital ulmtgrusen-e.
A uni,er,ulidudé da udmirii1-1ruç.ir> f.1rcelo 'oarc­
impo- um planejumento glbal para o munic!pio. om isto
procurou ~~ e'Ílür o frnôrneoo cle,a-tro,o de RÍmplr.·•
•'i n e h a ç à o". fenómeno corut em ., u r r H
grandes cidades lrasileiras u j e I tas a crescimento
populucicnal e X a g e r rr d tJ. U ma m o d e r
na Lei de l'eo do Selo, di•cipli:iu P cowl!Jz o cre,cime11to
da urlw de forma racional. Como 2emplo <le•tt: c•rf'.'(lirneo­
to ordenado, encontramos o projeto Cura-Piloto, qur
o mé_r!lo de proporCJonar c11n<l1çües de h:ibib. iiii,l:.rlc
condigna a uma população de 200 mil pe-soas onde, atual­
!ºentc. Ynem 60 nuJ liab!tun!.-, em precnrin Fltnar;.io ,1,.
rnfra c·•trutura urhUD3. Tr::i.trr-ie d(' uma ;'.,rea de :.iprc,JCirrn­
damente SU hectares. brangen!o A: bairros e vil, que
flc..ta sendo tot:utente remodelada, como se fora uma 0(1Va
ddadt' a •cr cri:HL•. sómente n2te projeto integrado, mais
de 4r;o milbõc• rlc cru7eirOi' r8tüo •enrlo inveGti~oB. '
~•fiirn, :sr. Pre.i,lt::ute (' Sra. Dcputadol'. pro,;nr:i­
mos em ráplds manceladas, retratar e regi-trar nos an.
de:-t.l ca.:-8. u <lt:r-t"lHr.hio1ento f!Ut: t~l'ú n OC'Orrer Da reria
metropolitana da mai- no»o capital de E-to do Pais, f.­
q~,e ucr ·d1t11m_o, _!]u•, o; bens que os liorne11• fo.z,m <lrv, r·
r a trr.,1, prrnnpulmrnrP qn,,ndo ,.}o r,1.110, de rrub"!l:
sério, honre<to, eficiente e p!arejado eoro tem sid o 'o
jo,ern Prefeito Morcelo nlir,rnilu :,oair.5.
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,
ao
A pocn(irln dr r.orlo I rn Sfío Pnu­
lo, como de resto em todo o País b­
ela. na exploração dnr pattaens, 1)o
nível de produtividude d·tas dpend o
desempenho dos bovinos pata produção
e!(, carne, E é abldo que forreirus
eplotudus ob pelejo prensntum ten.
lime-nto mu!to baixo, em conis qu+nela
dus péssimas eonlig: s de mnnejo n que
xo ubmetidas.
No l'f,lunlo. o prngrn,Hrn ria ,,xplo•
raç/10 llllV(• flPI' Yun1lallllílll11rio 1111 fJl'0g'l'll·
TTI!~('l10 dt' ill'('•fllllt'IIIOR l'l'Oli'I ll!'lf., tl(lt,;
quais o estabelecimento e utiliznaeio de
11m11 'llllurn rt•rr11g<'ll'11 cll•Y(' ll't' pl'lorl•
had, O cultivo de um grnmf11PI paru
obtenção de ultos niveis de produtivida­
,t,, l111pllCfl, prlnelp11lnw11le>, tr(IH prG<!O(ll­
mentos básicos; u elevação e munuten
<,:fio dos nlvoll-l do fertllldndt• cio Hulo
Hll'!l v(>s <lo 11dubuçõP~ 111i11r1·ul8 ruuel,;ai;,;
11 n1JIIChÇÜo cio conheclnwntot< zool6cni­
l~Os pura O llllll!PjO Clll'r'l'lO cln fol'l'Ot:rPl·
ru o, nrn COllHPQUênC'l>•. !lllllores rC'spoB.
tas às fertilizações, u adoção de métodos
uficlPntN1 cio coni;nvaçuo P armazona­
mento doR rxl'Pdentes de verão.
Equaclouado ,1 probll'lll!I dn ull•
rnen1uç11o está gurnutldo o aumento
d11 cnpacldade de suporte cln proprie­
dade. O ncreslllmen!o do ebunho
~nú comH'qiif1nte à melhoria da fertlllda•
ue, po~1:<lbilit1111do II i;eleçüo e o descnrte.
A tlnqlndo este ponto, no 11 auo mrlho­
rnm os índices de desempenho, reduzem­
se o8 cItos de produçíío e levam-se
as !'eceltns liquld&s. Alem disso, outras
opções podem t-t>r allotada:- pelo empre­
~árlo, uom a vnnda na cntrrssal'rn, n
retensfio de b;iis para entrega em época·
de preço mais favorável etc.
Carne é produto nobre obtido pulo
rumfnant<• H pul'tir de alimetos grosselrofl,
como sü" os Cüpins. lrnportu que n
produtividade destes t,;Pjfl alta pnrn que
bastuulP curoe 1-ejo pr·oduztdi; por hecto­
re num cumlntrnmento normal em busca
do incretnP11to de lucrntivlda dl', Esgotaria
a po~slbili<lude de explorur o aumento
de fntllidudi- do solo !.: vHrificarltL u
uecPssldade P cooveniêocia de aiuda Re
pl'oduzir ruuii; por área. pode-se pensar
no coufinumentn.
EetaA consideriições Yêm a propó­
E-ito d11.s µosslbilldades dP progresso da
pecuãriu dP. cor!'? em São Paulo. São
b&ixofl os iudl~e;; de desrmpenho no
Estado, quando e o m p a r a d o fl
com osresultados :1 l e a u ç a d o fl
cm 11rnn ou outrn p1·1JprfedudD, o q110
revela um grande potencial u explorar.
ll ,, 11 t II qur ~u ,: l l r a e,, p 11'1
«d1de de uporte dos putos, dn ordem
dt• o.n llllfducll'II 1111!1/Jill, J)lH' hrd:Jl'l!. {'0·
mno média estadual. Emn propuledules
que· 11pllrn111 l(•c11olof(i11 Píll 1Jiv"'" , luva.
dos este indie tine A unidades unl
mis por hectare, quase 0)/, u mos.
/1. 11:itulldad,, é lg11,1lrne1.1le halxa,
da ordem de 60, ou menos, e0mo mé­
lia, enquanto aue nas explorações mais
lwm cooduzlllai, :iproxlm::-~,, dl' ll,0º/o- /1.
dc•le1·rnlllar· 11 pefjlll 1111. 11f1, Wncía cl(" urnah
e o grande desempenho de outras, tão
me#te o nível de aplicação de tecnologin em
hOlllfll'l! (i i:;lnónlmo de lnveHtlm<•nlo. illul•
tnR veze!l é a apllca('.ão itc conlH'<'ÍOJen!u
zoolécnlcos, cumo o ,•st11beleclmo1Jlo dfl
11deq11adas estações dr mrntu. que pro­
plclu OxitM1 com,lc.Je;-ú vehi nu cnlllC'lta
unual de bezerro.
. mortalhludt> de bezerroH, supe­
rior a GO/o pode i;er <lra::tlcl.!mente redu­
zida poln melhoriu <te mrnejo, pela des­
m11mu 1-1m ~flOCU!l aproprludas pela ado­
çfío de um calendário prortlóllco e"eolbu
du cumpelrm1 adt>strnc!os e bem remune­
rados. Muitas vezes, penie-se em um dlu
pelo desleixo, o i:esullado de uma ges­
tnçüo de dez mesas. Aspectos purawE-11·
te u d m I n i st r u t i v o s i n Y I u e m
negativamente na exploração, bul­
xundo - lhe o rendlrnent;:; uumentundo-lhe
OF cu;,tos. É pr;,clso quA ,ie frise isto: a
queda ou produtividade diminui B recei-
ta líquida pois quaae sempre redunda na
elevdçúo dos g'ls'os para µroduzlr.
A Idade de abate e a taxa de des­
frute são pu!'síveis de grandes melborlns.
u curto prazo, uma vez que se promova
a melhoria do melo umblente. em que
ns pdstugens p!'eponderam. A melhoria
genética do rdbanllo viria em decorr{ln­
clo e proporcionaria notá mi progresso
desses doh, índices, que refletem a etapu
final rio processo de produção de curn1:.
O abate ocorre, em média. aos 43 meses
quando poderia ser procet,;811.do aoR 24-30
neses, sem muito otimismo.
Emn resumo, há necessidade tm­
períosu de se lnerementar u o plicaçãc.,
de tecnologlu nu produção de carne.
Exemplo notável de como se difunde
urua prática é o caso da fenação, hoje
conhecida dos pecllaristas de São Paulo
que dela tiveram eunhecimento atruvés .
de trabalho da ati e deste $uplf.'mento,
O Fugitivo da Inferno Branco
icionino Enciclopédico
E11cl<:lopPdir1 Cultural.
JJthllott'CU de Contabilidade
Melações Humanas e Psicologia Geral
Ercielopédia de H'equi-as Atua·
Mo rnl ,. Chie:,
Ate Culinárin
Anatomia e Fistolo!{la
V,·r,fo<le• Sobre o :>r.xo
Puniu J,'runtfj
H "ª ela Pcr1I içüo
Co;o Hoseniberg
O Traidor
li Guerra Mundial (todas s batalhas)
Ultima "iu,,.,uço
O r.rrculo ~Fccbo<lo
U Tiro t'erfrilo
Manual do Motorista
Arscnul elo Terror
"8 ó A C U L T U H A L EI E D A H Á
NOVOS IIOHIZONTES"
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L'VrOs Técnicos.
Ru11 Duque
Bt· la vistense.
vista
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L 1,lu11Je
l volumes
3 volumes
;J t 111111 q ••
:, 1ilu!J1P•
4 ,,,,Jurn,·.·
} volume
} volumes
J vnlumn
1 volumi
Caricia
e a prazo.
,Jardinagem,
Oivíno Espíri­
to Santo
de Caxias, ao lado

Preço
exemplar
deste
do
leiores
o MUNDO VEM A
GEL Te
O munda é pequeno: ele cal.>e inteiro num
E chega todoR os dias à sua cidade. Ou a
voce é um dos nossos assinantes.
O Estado de São Paulo, um jornal de
que tem o 1lU0 dizer.
Representante nesta cidade Oeocleciano
grande jornal.
sua <'af5a, se
opinião para
Vasconcelos
IE!l!i==============================================--
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AVE5ANO DOS HEIS G GIZA. LIDA.
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p
Pnrt·ce qu1• o r:;overoo vul cnic,c,1r
em sltuuçio prioritáru 0# sun!o on­
cernentes à produção aropecuti, em
ermo de atendimento ds nteessi!ales
internas e de expressiva contibuleo à,
solicitações do merendo interaueional.
:''11 o ue tr·a lu cJ ,, l • r, 1'•1 qt.n' pos~a i.;3r­
reulizudu com sobras de recursos
hum:anos a orçamentário, ms que ·xlje
potilolouamonto t•fHtivo ,, prloritúrio Pll­
tre fül <III-otrlr.es do governo. Alis, o
presidente insistiu nas afirmações de
St'U lnt~resrn em ,1uo a ugrlcullurn ocu­
pe, de fato, a posição de estaque em
melo às demula turefo,1 que o bn1s1lelro
será cbumado u reulizar em seu governo.
E f declsllo pri>sldenclal refletia . ·80 ex­
pressivnmente no melo de Reus colrtboru­
dores mais dl!'elos, Rendo coutittlntes as
consultas e bue;cu~ d~1 dados e Informo.
ções sobre todntl as quostões d1retu ou
ludlretumente ligadas ao nssunto.
Mais uma vez, vem de ser afirmado
que o homem é o objeto do desenvoJ.
vfrneoto, devendo ,;er uteuctldo em sua
lntefrezu moral, étlcu, soei a 1, cultura e
material. P11 rn se ter ldéia daH gigan­
tescas proporções desse objetivo, basta
recordar - se a afirmação do ministro da
Fazenda, dp qu(' 40% dos bra<;i!elros
o miseráveis, ucrodítaodo . se que
sajam miseráveis quanto ao atendimento
cie suas neces~ldr1dt>tl materiuis na larga
faixa de suas implicações e con~eqüên­
c!us.
A8 15 diretriz do governo e seus
oito lten.:1 precisnm ser retirados de me­
mória pelos agricultores, por toda u pc·
puleção rm·&I e por todos quantos este­
jam enredadoa na poblemáticu da pro­
dução rurul em todas as suas implica­
cões, u. partir dos pequenos la vradore.s e
do trabalbudores. Siio compromissos que
não devem, nem podem, deixar de ser
cumpridos' pois seu descumprimeuto
agravará as :gústius e decepções das
massas populares. Seu cumprimento efe­
tivo re taurará n confi'lnça que os go­
vernante~ não ~1onem dispensar. espe­
cialmente junto aos menos favorecidos,
pois aqueles que não tecn diflculd&de&
finunceirns serão sempre os últimos a
sofrer os efeitos do escassez.
Tem-se a impres6ão de que as
promessas dessa diretriz foram redigidns
segundo um bem e!aborado programa
de ação, destacando-se sua objetividade.
Parece que o gover:::o vai envidar esfor­
ço~ no sentido rle llber:ur o Pds da pro­
longada e deprimente situação de mísé·
ria alimentar, harnndo mesmo a possibi­
lidade rla contenção do êxodo rural e
de expressivo refluxo dos trab>tlhadore!:.
que deixaram suas terras, fugindo da
Yome e seu séquito de misérias.
Havendo cumprimento das pro­
messas o brasileiro corresponderá. com
trabalho alegre e fecundo; não havendo
mais que engodo e falácia, ele crédulo
e bom, continui:irá à espera da berr,­
avent:.:rança de uma oportunidade.
Na elaboraçfi.o da diretriz sobre
toda a problemática da produção agro­
pecuária, fir:ou t::videnciado o conheci-
meto do que deve ser feito pera 'que o
País trelize eu de-nvlvinepto e us
<'lnf1nclp çio em tod e a área Pd •
itere+centar que ex/tem uleientes te­
cursos humanos e orçamentai J111',l
ser plicados numa s!rutura j: montadn
pai realizçio desse emprodiment,
ba+t ando aptus que haja a acertada
e:olha do +'emento hutano e ..s ,.., ria
aplicação das dotações orçamentarias.
Bem ulirneutadu e bem sslstida, a ente
to Brasil levará o pais para um 'aturo
de destaque na comunidade americana,
poíH r-uquíl:cos e ~~fui
1.1.Jnc..lo uüo H'm
VOZ, rlbfTl IOl'rC!Cl'nJ flC:tllilO( Ul<J-
Aleeu Oias Martias
O Estado de São Punlo
Negócio de Ocasião
V'ende-se uma Fwzedinha, den­
tro da árPu do Prog1·11ma de Oesenvol­
vlmento dos Cerrados (Polocentro), com
272 ha, situada as margens do córrego
Suugn Booltn, pPganrlo 2km d(' água e
dititat1tp destu cidi,dc apenas GO km;
'l'eudo 50 hu. já rlesmutfld:i e gradeado
com aproxirnadameate 25 ba. plant..idos
com Brnchiá1'1u Decumbens Austra­
liana. O restante da área é formado
de campo e cetrudo leve., podendo er
facilmente trabalhado com máquina
Docuu.entaçüo ,~m dlu, inclu•ive com
cadeia duminlal. É toda cercada. Preço
2.500,00 por ha. Condições: A vista. A­
ceila-~e cai.a de entrada em Bela Vis­
ta.
Trn lar a i: ua Gal. Soares da Ro-
cha, 547 8ela Vista - -IS
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Ull'!Hlido [,e!tlll f-:1-ll~ IJr)VO~ Jll'lllll it·I no.•
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r,,nr,·,;ln J11t·i!ulndo :ii11nl dr Alfl'íf 1. nma raté
rPÍfrf•nft• inicintia tomnda pelos prof oro
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A posição tmadn por esse jornal, r
pr~ fni 1·011u6rlu 1., fi11,nf111 prolfri, u ,l,1 111u.d
adulntrco uunicipal, justamente porque nio
existe o tão famigerado diálogo, n11 mut/•rÍ!I ll
ima referida, mi Ullln , ri. u opi11fi1o do jq: n .J
( ro111r1tln li pullti,·n 11,!0111<111 pd,, ,·h, r, • .lu ""''"
exentivo, Porque rse jornal rontraditório,
11 prefeito pa m din ,, , orr,~rn111t"11t1 o,- ..-rii-t
funcionários' profeworrs ete, tendo até ervido
de exemplo par outras cidads, Nós per!un-
1urín1110A: qu:111cln nJg11c·111 til Coml,:~!1o ou 01111
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prole+sor, disse n e»r jorl on a quntlqur outro
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,011i::11n, f(IH' ti~1a,·u e111l~ft•i(11 ront o onh na~,. dt·
orne q1111 rerebrm. C'ottlrn fulnR ttíln li(, 111•,11.
mentos, E bom e necessário que o sr, aiba que
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to a qualqurr espécie de as+[st@nela +orial, vi-to
<JU<', n~ FllllB Ct•rleiru~ l'roff.NionulR, por 111,1101
invistacia quo possm fazer, não io as»inda,
/Jonform~ prr.ce,tun e dctrrmlnn a lel, h11p•·11l11du
desta feit que posamos desfrutar da ist'ia
,lo INPS, hoje tão bem utvwndldos pela atuantr
dirctorin do HoRpitul Siio Vicrntt' ,J,- P"ul,1. C.nn·
trarindo frontalmente a nona Constitulção d,,
l{epúblien Federativa do ílrn,11 que n«r;:ur,1 '""
trnbulhodoreP 01 direitos à ,ul(1rio u,lnlmo c11p•i,
de mlisfozcr, conforme n• condições clt r,1d11 rt·~i.1u
n sous ucce,id11des nnr11111i~ ~ 111, ,le mo fnn,!lin
bem como, férfu:< naunis remnnt"rndns, 11:10 ll'tn0•
direito u férln@, CODFetJUH1lrmenk o ordenado
<JUO r~o,•brmos refcrcnt~ no rnê, de março, rur•
rMJrnndo no l.o or,lenu,lo recebido desde ovem­
hro do nno pnsrndo. E o ordena1lo de 11m pro•
fessor dn roclc municipal r. Redator é... eredite
se pader, de nJwnns CrS 808,00 (Üitocento• ,.
so,sentu e oito cruzeiro•).
Não somos oportunista•, Br, Hl'1lu1or, 11,­
sim como rnmb6m nilo d1•111os nenhum go)pt' p,·­
ls costas, não f-0mos incocrcntE'F, ne1u tompoth·c,
hlpócritn~.
A verdade sempre deve s revestir ,. ,c•r
nprllscntudu cm tom cr,st•lino. livre de qu.1l,p11·r
m:lculn, poi• pode acreditar Sr. Hrdutor. o pi'<>·
fesrnrado deuu oidude preferem a~ co11Hq11i'11cln,
de umfl ,·oriinrfe, que a satisfação de uma menti­
ra ou mesmo de umn demngo:,.ria barato. N,10 fJ­
z~mos grt>ve, a e m temos iutençãn de f.,zi'
la, visto que ncredltaruos (Jll<l um erro n:io jufti­
fica outro, e sabemos avaliar os reflexo!' rlt• uma
greve, quando os único+ realmente prrjuJicadM
seriam os no~eos alunos, pelo, quais dnmo, tudo de
n6s e procuramos Fuplantar os muiures 61!crifieio•
Continunn·mo• )u1nndo, pois acr.-dlrn1no~ no 111,rnl
Governador do nosso Estado, que timbnido dn•
mnlores e melhores bous iult!nçüe•, tem pr.icura•
do, com a lntehgêncin e perapicúciu, rnfuoiunur
o• lnúm,·ro• ob,tál'uh,1 que lhes tem 11pre,e111:1•
do no lnício de seu já u,nrc,rnte go'cron.
Ourros,im Sr. Redutor, co11tinuamo, tom·
bem acreditando e torcendo pelo nosso di:írio
reglo11ul, que Bt"ruprc primou prla verdade, des­
pida de qun)quer parcialidade.
Somo, uma oln•se fracd, pisotendn e desgas­
tudn, mo• pode l'rer ~r. Redator, n nossa mis.iio nilu
,erá fot.errompiJa, porque 1111t1:P e udma d,·
tudo, est.nmos d.nndo de todo cornção a m•,sa
miniuculu putcela, mas decísiva, para o eygrun
decimenh, ainda m11ior do nosso querido e ama
do Brasil.
Josê Tadeu da Com1 ibrqur;
Sandru M.a dos Santos Hodrigur•
Neuza M.o Brum Rorges
Oldemlr Ossunu
Not-a da Redação
Se t'U ficasse me explicando u rrop6-itc>
da matéria lnseridll na edição do dia l, a tn 1
que falnn a re,pdto d.:i trui,;ào, ltipocri,b, inc,>­
erencla, etc, de reroas que exercem cargos de
chefia na atual n,lmiuistm<,:jO, o '15,unto f~ 1or
naria polémico e aüo h'rin [im. Aelio qu,· ns
P<-Uoa~ c,clarecidus cntcnrlcmm a "IDt:U>'1!.(D!ll··.
Acho ainda, que o assunto , ervi para motivar o
dcbatt' doa problema,; cducaciouuiij ào m1midpi.,
à nhel de ma1!i.St~rio. Repito, mais umn rcz. (Juc
acho ju!llo o modmtnto do profe,sorndo em
l wJ1l,1 rLiJ
pa o nu!
ttl ti' I tu .
0 tu ti!
t «jutar
IJI li d,t't t•ffi
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.nlo Je 1!179.
Abn•,1,1 .1·mo;, Zocurlus.
Preste+t d+ L.E.B8.
Carta a Redação
Sessenta vai esh:'eiar hoje
Da1111r P!'US~ <'g-uirnento ao campeo­
nato belvistese d· futebol, boje joga­
riio no •· Octavio Ft>niolira" ':iesE'enta
x 1° de Maio (de Caracol ) e Beluvi!i­
tense x C.1 ('; P . e•·c 1. O sssenta pro­
mett- um bom (';:pe 1úc•ulo à sua torcida.
mnus não pod·ri lacilita; o tire de Ca-
1',ICLll t" :•guc•aido ~- quer fozt>r boa figu­
ra Leste campeonato. Vares todos ao
e,tntliO. jó. rfit> s·.? trati! ap2nm, de Co­
hbon!'. m :;, o, jog 1s Pstii.o vulendo o
ingresso que s paga.
O PESSOAL RECLAMOU
Os muor+dores do bsiro Costa e
~ilvr: t 'l:ad10) rc>clnnwn.Hn e muito, do
o,0g;·1',._ (:"Clll c.h, 'úaLe), do G&sco.
Dis.,t>r:im quo ü 1,1P:::mo CúlHluziu l'Utre­
vistas visando desmerecer o quadro do
Gremio União. o é nada disto, o Gas.
cv ~•ID;)!J,.r:,,en,c' lh'OC'.li'OU rliv11Jgnr a O·
,omi:1o t1.: ;,lguc,; torcNiores. Na terei:.
feira ele ouviu o Edr e ficou ludo bo­
nitinho. O negêcio do Gasco é paz e
am,1r ... core tudos.
E O EDER
vit<itcH a 1rn~:m rrdaçilo parn parabeni­
zar o jo;· rnlis,a )Y,1lcto Pereira pPla pá­
gi1H1 esportiv t qu' estú s;,>nrlo inserida
toclu!'I us tclr<;,1 il'it',1<:. Falando nisto, a­
td:d• ncl0 apel > elo P<!$Soal, u i>:Jginu es­
portiva sera diá ;,1. Com notici ts esp•Jr-
1iv•1,- dl' R,la Vis•·, do E;;tado e do P:.is.
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costuo•e, ou sPja, p11m ganhar. Já o Be.
Juvi,;tl ase proruete venct>r, ou na pior
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zo, do Nautico e Carlinhos. do União
são os pl'incip.iic; artilhetrcs do campeo­
nato, J 1 o Djahna, Renato e Carlos são
os Got,,iros meoo~ vaz:dos. Vai sn em­
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so jornal elegerá. a seleção .:la rorluda
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lljalma, Antouio, Odir, Coruja e lfochi­
ilha; Adão !' Alemão, Carlinhos. Cabanh&
Per,zo e Ota vio,
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sificar. Disse ainda qu •
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riarneute e se ilncoutrc1r.
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fülco. Hoj<', ') BeL.1vj,.
1ense vui enfrentar o li­
me do Josin0. o Caca '
Pesca. O jogo miciar-se-,.
às 1:3,::o horaF.
Oração ao
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to Santo
Esplrito Santo voei: '1 "~
mt:: csclure.:e tudo que ilun,i­
na todos os caminhos para que
eu atinju o meu ideal. Yocé qne
me d:í o dom divino de pC'r­
doar e esquecer o mal que n,,.
faz.-m; e que todos os iu •·
lantes de minha ,;d.1 cst:, ,.,,.
migo, eu quero neste curto diú­
fogo a:.,'nldecer-lbc por tudo r
confirmar mais urna '-"t:1', 'H"t
eu nunca quero me ~epa,~r
de voei: por maior que sejo G
:Ju,iio material Aâo se:{, o mi.
nimo du ,•ontade que sin11,
de um dia estar com ,·ocê ,
todo,º" meus irmãos na glória
Perpétua. Obrigada m:ii;. - ~m;;
vez (a pesrna de..-er:í foza e-tr.
oração 3 dins se=ido, ;;em
fazer o pedido. Dentro de ;;
dias ser:í nlcunçudn u f!r1l<:t••
po_r mais _difícil que seja p
blicar a-sim que receber
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