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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº365_20_05_1979
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pp po l'.111, 1J lnl•oçilo
áo fol a d eritun os nossos prufesuo
Jl' r,.u Ji,•rp : f ·nhauo. ut carpa
nha refina!e tór, por nelho :1 ,- 1U1t1t•"
,, fl •ff,JI ,•11t1. 1 11, ,.:, ..... utu l cr1•1ju11-
Ur 0mnos contra revexs e. renhe.
te, houve ameuçn " ba «ano de eurgo
q:JO J)'1i' li 111, N l''l!Lll:.UJ. l;l'('VF', É Uffill
+ttu'e que ex!e muita responsabilidade
e ocre,ia d propósito, O empregado
untes !e entrar vm reve ou 'abndonar
As funções", deve pruerar ueurlo
·om o p trü o e· p, r ta de igou,· um
latrmediárto. 'ep is v r se este geve
r l<'!{,'l c111 il "(:,1.
1
• 11.11 l1ot1Vl• nnda
rlhto t rn f,l l: V,-., .... ,11 uv0 dp, nns um
movln,. nto quP ,·ht·~;ou ·1té " Governo
do Estado, ficou provado que existe uma
"rptut no f±sei.rali mo mu::ilcipal" e
níl(l nos c:·1hi> in llUh' quem f' o causador
de tal rtl'.>lur·r. bt., rlcará u cargo <lo
~Pnhor· )H "Í<'ltu. T<> n ho ab1<0Juw. cel'teza
de que os funcionários deste j raul, caso
resolvessem entrar em greve, antes pro
curariam o prpieiáio e prestariam
3oitus de e atos, V«Los eufrnr em
greve se ' senhor ã umentr tanto por
rrnto. Aí •· pi', p ·nt:,rlo iria di,doaar
HAnto vü é p ·sivel, Is posso coce.
íltll' t:into por r,,, .>l it pai·tir de tal mês.
l.,lo "" chan,:1 diülng-o <-'íltre pulrr'.o e
l'IllPl'►'g'lldO .. g·o•1:, 1110 lo C(,lll llilleUÇU/3
que se consegue as cis e muitc, me•
110s coru pt'"Sl"õe,. Lógico e evidente
que os profssores municipais recebem
~1l:'1r;os til-' fome Tod,-s coJJeot·e:am com
tsto. O que ulo CPi,i!úrdumos é tais aci
uies serem torenéus agora. Mas a nin
guem cabera o direto ds Volta: trás
porquP it,to ,;, r1•1 l!'.iir p,mclpios.
.lguul' p t o ' e s sO r e s e s t i v e
nm :'m n,,:,,,.p l'l'•bçii o e prest iram ln
to:n/Pões a respeito do ussunto. A bem
da ver;de e pare nellaor informar aos
nssvs leites cscl tecemos.
l) , Coi8 • não foi o comando do
[0? RC siicitr povidénei. s trabalhistas
mas inf .. ,,·nur qne ,:;!u,;1 P.m curso um
movimenta dus professares mmnic!pais
reiviudi:ando meiheres salários e paga
mentos em oi,,. F,H.,n1 1!t:r U"!:H satisia
çã às antrisds mlt:res para não
e! m !xtudo r subversies.
2 Não procuram o sebe preieito
unicipu! parque temi represálias.
l+ não aceitaria o idlgo. alara de
uma prI sora: "Fests com meco",
3) E3te Comissão iormou o governa
lor ll.11•. y il.10: i111 que os prolessores
be!vistenses não são registados; não
recebem érius; não rceem os salários
m dia; recebe.n quuudo recebem. sala
:lrs t!t- fome.
) A eitad. Comissão falou, e fala, em
- orne dos prolesscres municipais de
s la Vista.
l)e minli'I p,rt • rJigo, até que
enfim. Porqut' ;i s!e,.; qur1:-P nove anos
de utivilde jornalisttcz em Befa Vista, pe
la primeira vez vejo uma classe buscan
do se unir reivindicado os seus direitos
Ira bihistas. O que preciso, ou melhor
LE T
dH m·.111<1.l JJí C! , ltl:i<ll', (• a r, L ç•;io rJ11
A+oclaçao do Professore de Bel VI
1, delegando puderes a set r •prn 1-11
tantes pira reivindicar pela classe. 'ão
hú rw du d, .~u bvl'!'-i vo l:'Ul lutar por
i- 'UM dirf:'l!P>l (l<!IJJ!lr,.r Lula t· O'! fTH'ln.·
lúi qlcos. etc, etc) mas deve haver ress,
[)On,w1'ilid,1dP «' f,!Jjel!v( s lr.Jç1.ctoo;. !üo
se pode l'uzrr m vim<·ntos. !slo HJJ. mal,
o que deve h.ver é manifestação de
cl:i~.w. () D.JOITIL'litO 11!10 1:'lll J)r<J!>ÍC'IO pa
ra i,to; cc gltu-µc, r:. 1-u!J~lituiç rn tio u.Lunl
µrdeilo 10ur1ic1pal, r HF1rnolo é mancho
te nos Jornals. Os eon:etários que gras
E-Urnm na cldacle Jul'elfzmrnw. furam o
cio qu1• a polltfoa intervlu no movi:nenLo
UO!l prorei-SC>l'1'11:1, CHb(i, 1:1gorn IJO 61:.'DhOl'
prnfdto rnuotcipril, confol'me lht> faculto
n Lei de lmprenrn, o dircrto de respcato
e pura isto nossas piígioas estv rü.o à
sua disposição. As explicações ão ne
ce'spárius uno à nóa, mas ljO povc,,
CADA VEZ MAIS
Sob o ponto de vistlil' admlnistrati
V.), nilo se sabe m~is o .:tue esperar em
mnlé'rlu d~ ex[)edlentes pará protelar a
lútt>rvençiio do governe- do Estado em
Jardim.
Como o prefeito Fernando de Frei
tas apresentou contas ( J 975. 1976 e 1977)
roru tio prazo, ao Tribunal de Coutas
do Estuc',o, e~te, como era dé' seu chwer,
nii.o as aceitou e. err, decorrêacia, com?
det,.rmlna a Lei, a Câmara Munlclp'1l dt>
Jardim solicitou a Intervenção.
MHndaclo de Segurança foi impe
tradu, n liminar'conc~dida já caiu e o
governador Ifany Amorim continua fa
zendo ouvidor3 de mercador.
Em reunião havida no Palácio do
Governo. em Cumpo Grande, o governa
dor sugPriu, e ficou de nomear, uma Co
;:nissilo de alto nivel para "estudar" e dar
par·ecer tiobre 1:1. sltunção dos cofres da
Prefeitura.
Esta medida, por ser abso!tamente
inócua. deve ter ido p»ni. o lixo, com
todo o uerecin.ento, pois a Edilidade
jard!r;ense não tem por que acatar qual
quPr clf'ei~ão dela emunada. O problema
do dr. Fernaudo de Freitas é com o Tri
bunal de Contns e ele sabe disso, muito
bem ...
Eis, que, talvez, corno último car
lucho, apart-ceu no ''Correio do Est.a<lo''.
novo balão de oxigenio para o prefeito
l
1reita.,;: ai:, rontas ela ~lunicipalidaJa se
riam exarninadu'.l pelo novo Tribunal de
Contas do Estado de iiato Grosso do
Sul!!! Ora, isso parece pueril. Se a di vi
Fão do Estado teve vida legal !l partir
de 1 ·ae janeiro de 1979, como é que es
te Tribunal te1ia poderes para examinar
contas e balancetfls das PrefeiruraF d.:
anos anterinres. quando o novel Estado
de Mllto Grosso dC' Sul uinda estava no
papel?
Abordando, exatamente, esse aspe
cto da questão, o sr Osvaldo Gruber~.
prp:,;idP-nte <la Câmara Municipal de Jar
dim, endereçou àquele jornal, a i-eguiote
carta:
Câmara de Jardim espera intervenção
no municipio
RecPbemos nntern a i-eguinte carta
da Câmara :1unicipal de Jardim, nes-
l .c:sc.~L o:do 01:<: .-DVOCACL.
[Paulo Alberto de Castelo Branco
1 .LJOGADO
'
l
• rau,u• Cívci, - Cririluui~ . Tr:ib_;1lbista3 • ~com•
panba processo na Justiça de Carpo Grande
l ~,l:l '16 t'.!· :,!O H. 38! - FO;'IE 383-U-32
l
l!.élfil'.-> ~6 d.:- .z,1-l:> • 7.o Andar . Sola 73
C' .e Gr nd Mato Grs8o do Sul
Agradecimento
Os prfessores munlelpaf de Bela
'.'l•h 1 .r,, Groso dc bul, diante dos
úittmnos fato regi trado no vxer leio de
;.u I pro[são, vem de público gradeer
:; apoio úo Ext.!cul:v,l E~tad11,.J. lt•l'íll·
!)!, a Legislativa Cam .ru do D,•putad•i~
lfotury Ctul), Loj,1 Huçnuic:i.:. (• ., ptJ u
de Bela Vista pela ajuda prestada I
naceira, mora! e solidariedade o to
vimeto ju ,to, reivln<llc11tórlo t' a<'l11n
dt· tudo bunrnuo qul.! corneçurom n t>m
prender.
A COMISSÃO
Jt ~é Tadeu da Costa Marques, Sandra
M11rh1 dos Santos Rodrigues, Neuza Ma
ri:.1. Brurn Borges e Olderuír Oi-:suou.
COMPLICADO
te Estudo:
Senhor diretor,
- Em atenção, não flÓ aos leitores
de "CORREIO DO ESTADO'', mas tambl>m
a esse pujante órgão da imprensa cam
pograndense. somos de parecer que:
a - a solução alvitrada nn Colun>t
"Assembléla LPgiE>lativu·· (dia 14(('5/79)
sobre o término dos problemas de Jardim,
colide coro a legislação em vigor, ch·sde
que as contas da Prefeitura estiio vincula·
das ao Egrrglo Tribunal de Contad do Esl.
de Mato Grosa.o até 31 de dez. de 1978:
b - a inevltá vPl criação do T ri
bucal de Contae do Estado de Mato
Grosso do Sul, por certo não llidlrá o
Acórdão do Tribunal de Contas do Est.sdo
de Mato Grosso;
c -· está ll!Hl mãos honrada do
Governador Harry Amorim. desde o dia
12 de março, o pedido de intl3rvenção,
no Município, feito pela Câmara. Munici.
pai. ateudendo estritamente à Legi-lução
em vigor. uma vez que o prefeito de
Jardim, Fernando Freiiae, não apresentou
as Cotas Municipais dE-ntro dos prazos
El&ti~u!ddos em Lei. ficando assim Impos
t,ibilitndo, por prer,!ut>ão de prazos, de
prestá. - las. Fato este que dlfert.-ncia, o
caso de Jardim, do,; outros Municíplofl
mato grossenses, poii, aqueles tiveram
suas contas rejeitadas, isto é, existiram
as contas para serem apreciadas, ao
pasRO que, Jardim não as prestou;
d - a intervenção em JarJlm é a
solução que nos parece legal, justa e
que atênde !ntek11mente, aos dtspositivoct
em vigor e às boM normtts da adminis
tração e ,ger·ência c!e dinheiros públícos;
e -- ac:-editamos, sem nenhum?.
vaidade, que a brilhante u.ssessoria jurí
rlica do Governo E,;tadua! nos dará o
respaldo que • necessitamos para vermo!1
Jardim, n»vameote, saneada E> entregue
aos afazeres de uma cidade que arredlta
no seu auspicioao futuro.
Sem outro particular para o momen
to. eubscrPvemo - nos, atenciosamente
a) Oswaldo CoimhM Grubert
Pres. da Câmara Municipal de Jardim
Cyrano de Bergerac
-EMPRESA JURIDICA CYRIO FALCÃO-
Cu.usas
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Aclvocncln pernnt.e o Trlhunal de Jus
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Gre «o do ul realizar
no distrito de Nunca-t
vi. up Curso par I llor •
tieu!tores, com inicio
previsto pura o dia 2)
do t'Ol'fi'll(t'.'- mê .. 0.'l 8:llO
hr,l'itfl.
o~ '!'érnicw, rln r<>•
'h-1 l!ltt Empresa, se con
gruulam com o, 2) pro
dutores que já garntl
rum 1,;ua pre:Wl1Çtl µa1 a
tal acontl:'dmeulo, ln
1·lu
1,lv1-> conftrrnuu i-ua par
ttcipr:çJo p HO. a uulil
Inuugur ul, o Dr. Ruben
Alberto de C11i..tro Pinto
PrPfeito ~lun!clp•il
Acapulco
vende e panada
estragada
Dia 15 próximo pas
sado, a noite, o senhor
Leonel Godoy, fã. das
empanadas (tipo de pas•
telào rechPado. às vezeH
de galinha, carne ou lin
guiça) foi até o bar c:ee
pulco, propriedade óa
An.ooio de tal. e ali ad
quiriu várias empanadas.
Qu11l não foi n. sua sur
presa quando ao abrir u
primeira sentiu exalar
um ruau cheiro, próp!l·)
de produtos deteriorado'-.
Procurou o Dr. Fwri Mu
rano, que confirmou l'
rato e env!ou ao bar
Acapulco um bilhete p
dindo ao proprld.ário q:::o.c
devolvesse o dinheko t·
informando-ao que 0 u
sunto seria levado às
autorid&des comoetentf~
para as devidas· prov,
dência.s. O senhor Godoy.
com as e m p a n u
nas fü!S mãos, procurou
o repóter de plantão e
mc,st'rou a prov! do cr!.
me. Realmente, as em
panadaa vendidas p~lo
Acapulco ao seuhor Go
do y estavam
estraga..das. Provldênclai;
das 11utoridades. O povãh
é que peM, principal
mente os que gostam de
empanadas.
Preço deste
exemplar
CSR 5,00
e
'na esfera do rntimento. somos
habltulmn.ente defrontados por certa ela
te de umipo que são wepre dos mal
proc0Nos e aos quth nem setpte ale
mos ttib»ui; e justo valor. wquele+ qu
nos dlzvm verdade, uecetn dar nvtts
necessldu«!e de esplr1to,
ln var·ln vdílwnu•, cu t<•goriz,uuo11 , ni
nlta eonia nus feleão que nos usseu
rom cnnvü11ll'ncl11k 111: Aup!.'rríclo, !IO!->
quadros do mundo, Confiança naquele
f!UO rJOH multlpllcarn 'lll po,rnllh PFôlTlHJth
e olldarlednde uos que nos garantem
in1dor II p1·t•ço 110 rrrupo soei o 1.
Perfettente enhivel u nossa ra
tl<l/ío parn com todos os benfeitores que
no enriquecem nus oportunidades de pro
grodlt· o tr11halh111· an 1•xpe1·i0ncla comum.
Sejamos, porém honestos conosco
o roconlH•ç,inw1-1 que nilo llOd (' fJi:11 u
crltor o concun,o dos companheiros eu
jn ptluvru franen e escl recedoru nos
uuxili na upresslo dos enganos que
nos purultum u extsUiucla. t:>e nos fa.
1nm, som quulquer clrcunlàqulo, em tor.
Uô doR porlgua de quo uos ncbamoA
nnwuçorlos, à vl8tll de noRsa lllüxperlôn
cla ou tnvlgllfiucla. ulnda mesmo quau-
A HOTEL
7
1
A Pedido
A Voz da Torcida do G. União
Prezados leitores da Tribuna da
Fronteira
Ouçam a voz rln Torcl1.lt1: Que vem
desmentir u barbarldtide da entrevista e
dus fofocas que houve no programa
( Som du 'I'urde ). dirigida pelo senhor
Hernundo Gusco.
Gente Amiga ... e espccladores do
esporle de Belu Vista, podem Crer; que
tudo foi fofoca como lodos os que se
achuvum presentes no Estádio Otavlo
Fontouru, no Domingo próximo passado
puderam assistir a Calamidade provoca
da unicamente pelo digníssimo juiz o
Senhor :VlONCLAR. Que o Sr. Arbi
tro deixou bem claro no público presen
te que não wrn capacidade para apitar
uma partida de futebol. Não serve nem
para julgar uma pelada t, multo menos
apitar uma parllda num Campeonato
Oficial.
A Torcida em massa conta com
a colaboração dos dirigentes da Liga
Belavistense que cogitem homens muis
capacitados e que conhecem a Lei do es
porte e nilo UM PERNETA : Que nüo
sabe o que está fazendo entre 22 ( vinte
e dois ) homens correndo em .::ampo s
trás de uma bola.
Mais um Quê ... Não concordamos
com a atitude do Sr. Árbitro, bronquenn
do c_om um dos dirigentes do GRE:11O
UNIA O que estava orlt>ntando seu time.
Enquanto que o dirigente do Nautico
!tnha campo livre para gritar e Orientar
o ~eu time o tempo todo.
Dirigente do programa, ( O Som
da Tarde ), colabore com o públ!co ou
vinte, eles nüo estão com o Espirito pre
parado para ouvirem tantas bobagens,
Mentiras deste tamanho!!!
Aos nossos ATLETAS. Fiquem ti'an
quilos que a TORClDA crnntinuará 13m
massa p.restig!undo o nosso G REMI O.
El·otlldes Soares da Mota
,,-
do enl itm a f com o ninhe da
hontud· mais pura, frequentemente re.
imos de manltu na!ia, +cus+tu j, ,!)
por ingrntos e duros de coraçf«0. e i-
l-tet, no rato eon+der m·lo obsi
dindo, quando não prmitt:no que o
me] du umizat!e e ucs transtorne n
alma em vingre de versão, x eratu
do lhes os pequenino defeitos, com ab
soluto ++quem+ to dnx nobres qualid«
des de qu • t lh JW, t,u:, r,•:;_
Tenhamos em consideração diti
tu os um!os incapazes de acalentai-nos
desequilibos ou ilusões. Jamals cone·
t:1111l111 o :IIRfwrnlo dt· misturá-los com º"
eluui'ores. O empreiteiros da difama
glo e du injúria falam destruindo. Os
a mitos positivos e generosos dvertem
o nvlsnm eom disrliçilo o bondade. S(•lll·
pre que ulo uos digain, acudindo-nos
u lma, entrem em sfalooict com u
própria conscrencia, roguemos ao Senhor
nos sustente incerldade e saibamos
ouvi los.
EMM,NUEL
( Pi;lcogmfiu de Chico Xavier)
Tribuna da
Bela ioln, (unt:nl)
Semeslrnl
Demais Munieipios
Número do dia
Números Ulrasados
Fronteira
( Fundado u 20/2172)
CGC-Ml-' 03.?ol266l00Ul-90
Is. Est, 130592313
Diretora . [ lriu Estela V.Pereira
Hedotor • Chefe • hnldo Pereira
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Redação Administração e Oficinas: Rua
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Pundnclor e Diretor Responsavel
lvnldo Pereira
É difícil de entencier, mas é verda
de, foi uma grande chuva sem pr-_ceden
tes, era peixe de todos os lados, só que
quem derrumuva era um caminbã,, com
aproximadamente 6.000 Kg de pescados
apreendidos pelo INA:1E. To,lo mundo
correu para pegar um peixinho congela
do, foi uma festa total da grotadu. a
distribuição era gratuita e não precisava
rie Hlú, quem perdeu com t,;so foram
os transgreskores d>t lei.
Pescadores, respeitem os 80 km
as placas de ~lnalização e as lds. Corno
amante da n!ltureza, só tenho a louvar
a ação das autoridades. Se ha 500 anos
p
DE FRANCISCO ELIO BATILLANl
PADRÃO DE QUALIDADE
Em Bela VístJ hospede-se no p ANORAMA HOTEL, ~
PRAÇA ALV ~ RO f.1 Sf!ARE_JH S, S/fl BELA VIST~ 1
UG
Eu vou fugir, lá para o horizote,
Lá as trevas não perseguem a luz.
Agua pura corre na fomtr,
E6 porsível encontrar Je-nu.
Eu vou fugir pura a última e·trela,
Que restar, num disco voador.
Lá o brilho do espírito aminula,
Ao lado do amor.
l'urn nlém du~ ruontnnba><,
Onde o vcuto conrn n paz,
B u 11/CIIIC é toda livre,
Pura gozar a liberdade que só amor traz.
Para onde a vida é feliz,
Não existe tempo nem lugar,
E um !frio puro rne diz.
Todn pureza está em amar
Eu vou fugir para o +paço sideral.
l.ú n tri'leza n,io exi.te,
'ào h{1 Iã,,rimaí-, ne'm mal.
Cada mão que eu encontrar, posso levar.
E se todos derem- se as mãos,
Até o lngnr do, ,onhos e esperunços,
Çue só t•xi,tc em cmln coração.
·1.,du nlmtl lt:r.Í puz, onde os sons cantam o amor.
D,•ntro du no,su mente.
Quem dá a paz, é o Senhor . •.
Beatriz Saut' A nna Coninghan
(
Av.
Dr. Laueídi Valdez de Barro-
c:rurgiãQ Dentista
ClW - 557 i-lt.
C.llnlca de Crianças e adultos - Ralo
A1encle-se cum hora mnrcuda
X
Conrn1t6rio
Duque de Caxias, 508 (Ao Lado do Banco
os homens tiv1>ssem se preocupado com
as dádivas naturais, com o controle ri
gornso da ecologia etc., provavelmente
quem sabe não teríamos atualmente
tuntas regiões deserticas e mortas, como
também provavelmente não veríar:r..os
tantas catástrofes causadas pelas secas
ou inundações irnensurá veis. É pouco,
queremos mais leis rigides contr ... os
cteprectadort>s, a a n1ttureza pre~isa ur
gentemente de mais atenção, o povo
amante do que é puro e bom está ctom
o gu7erno, a vunte, lutemos a favor da
conservação dos bens comuns, poiR
assim teremos mais vida.
2081
Exposic:ão
artisto de
corn
rena-
me internacional
Sob o patroclnio da
Fundação de Cultura. da
Secretaria c!P. Deilen vc.1-
vlmento de Recurso,
Humanos. a artista gaú
cha, atualmente raciicada
em 13:asillu. Salomé J1cr
ryman, que já participou
de inúmerf:R exposições
no Sra sll e em t'ldOR o~
continentes do rnuudo,
reallz11rá urna exposição l
de taper;aria o período
compreen,Jido entre os
dias ~1 G 26 de maio, no
Teatro Ca,;a dP Cultura
das Fuculdades Unidas
Católic 1s do Mato Gros-
so FUCMT.
Esta é a primeira
promor;ão artística de
alto nível da Fundü.ção
de Cultura do Estado
que além de estar pro
posta. a incêntivar e dar
apoio aos valores sul
matogrossense. também
pretende trazer grande.,
nomes da arte bra&ileira
para o aprimoramento
da cultura da população
1
do novo Estado.
1
t
Leia e assine
Vribuna da fronteira
l
O sonha to:rnou-se Realidade
Agoru em Bela. Vista, Existe uma Churrascaria onde você poderá levar sua
esposa, Eeus filhos, seus araigos e sentir-se realmente em .sua própria
casa
Aquele
' 1 / •
ai80 IaI$
Rua Duque de Caxias
em Churrascaria
C9/ IPETO
( Ao lado do Ginasio Estadual )
-- - d ista MS
l • l
Í{l'f•(-l)r•nrto dl)
ljll (
,•
A imensidão territorial ,lo malor Estado d. n·r;i,io
Centro-Oeste impôs sua divisiír.. ;--;u~Cl'U, u<isim,
pela Lei Cornplementor oº 31 de 11 d2 aii·o"to de
Ul77, o Estudo de Mato Grosso do Sul, propot·
clonando àquela vasta região condiçõe~ p·,r,l uma
administração mais vincul>J.du à realidudll [!e,J-pO
Iítica da área.
', A condição dr capital. que recain, oatur,!l
mente, sobre o. grande C'idude de Campo Gruud,•
foi motivo d.:., justo orgull.Jo parn :seu Jaboriosd
povo, mus unerou aql'ele municlpio com de ,perns
extras e com um crescimento popnlac:onal bas
rnute acima das previHões normais que já ul!ra
passa varn, em muitv, os altos índir.,'R rio neeci
rnento urbauo brasileiro.
Esta nova dl!nen,;üo política de Camoo
Grande aumentou sua condição privlkgiart: dt;
centro irrndiado::- e. ao mesmo tempo, couv-'rg,-n
te da economia de Mato Grorn•> do Sul. mas
~rouxc,_ ta_ml1érn, o ônus de se;: r~;;pom;:' v(-1 pch
1mpl11maçao e manutenção de toda n!I!a infra ";;·
trntura urbano-rural capaz dE> pruporrionur a
seus habitaníes e ao corpo 11dministt,itivo, L·gls
lativo e judii.:iário rio mais novo F,;;t/l,i d-1 :;'J.
deração, as condições oarn o sru rápido desen-
volvimento. • •
Felizmente, em hora tão críti~a de rlt's • n
volvimeoto e tra11sformuções, a cidad,• p )d,' r(fl·
tar. à frente da municipaiidade, c,;m urna Pq:.iip,'
Je governo das ms.i1> cap1=1zes e diuâm1c l>- ... ca
pitaneada por um jovem engeolwirr.. emér,to ad
ministrador e consciente líder polílieo • :lat·cplo
llliranda Soarrs - a quem preste,, ItestP instant •
minhus sinceras homenagens.
Eleito de maneira consagrudora pelo povo
campograndease, nrro desmereceu elu os voto,;
populares recebidos de seus municipes e tudo
tem feito para tornar a clda,ie mais humunn.
Nestes dois nnol:l de sua profírua g"':'t.10,
tP.mos que reconhecer que Marcelo
1
tirand:1 ,:ou-
... be prt>purar Campo· Grande para entrnr rw,-ta
nova fase de relevante importânciu pn.rii sua
história como Cupit:.:l de Estado e como m,,is
lmpo:tante polo de desenvolvimento regional.
Governo Federa ! () ª' 1,lt,.
..l
oh te;n teus;ar e cana+li7ar
a{'po, o roca ·• M tJ!l. ,<;r;,, r ce. ri
li , ; JJ!1t J t ' I l tç/6a e 1
ua ai i! trução um caia! r aba
, artiv 1 ti -~ 1,, ,1, t nr o e!• a,, 'rn•,J·;
,'t e deu as devi!s prior"dud « etor
biecos de inira • (, ti utu:-1 " lm ti .IJI/, (;.í,, rJ.1
nov• 1 e ,p t,,l,
{); ('.iU)[l()o íh, !.!Úrf••, d t !IN•l-!l':l'" 1 • ,(1( f1J)
e eu!o, têm sido trata ios com to.1o carinho
j'II ,.. . • ,
. • n 1>11 110, lN,dora i• m P1tJo 1) ph•·r ro d<J
reampogrnndenso de mahà. Pars tanto, a Rot
, 1 . l r .. • • • , ,... ' 1
l!J,J li>! ,,,, E,1,rno, LP.:i po,pordo1rudo l:'n-lrni
<1·• !!' Gr·rn. ~"1,uito" ,,f.ciente a r-orh a populr1-
ç0 ··m id de esclnr. Nas escoless mnunieinaís,
«d/+nds um ntfdo e educaçãc ioteornl :.u er1-inn
.,,. - ,, o . 1 1 1 ,., .
• i vau, o3 cu!a'o com a crianças ulttn-
Pª"''' ,r·,lm, em m11fto, as ,>hrigHçõel'l !fgai~ d(•
!!<,vc•. ll<y. iH S!.-'creHHiUH <lo A"-S!,.,tên:;la social e
iJu ~,,ll(jc< r!o ;nuniCÍf)iO têm fi•! PHílH:'l'HílO PID
propoi'cio1·ar : lim 'nluçiio e V!.!Sluúr-in :ws aluuns
carentes, bem como, completa assi ·tênzia médien
e odontclóica. Q,; eviços prstadoxs descem
o d talhe de executarem programas de massa,
como o rxaow oftnlrnológico n·cérn. erJn<>luido
com fornecimento de óculo- de grau aos alunos
nccet>s1tados.
No lntuíto primeiro da 9ferecirnen1o dr
eu p;•pgo no srtor Sl'CUndário, Sibidarnente rnelbor
rPnumerado, a atual adoJinl~truç5.o d11 c:apitul
;:ulrnato~ro!.'saui:;<? tem procu,·ado o desenvol
vimento industrinal do município. i i::ecre1aria
mu~ic1p".I_ dP IndustriH e Colll( reio. tem procura
do incentivar, por todas as f,>rrrn-1s, a iwplar.ta
çao de iudústrla, no ;'lúcleo Inducfrial pré
viamente formudo e dotud0 das condições
rmrnma,; df 1<uporte a e,:te io.portaate ramo de
a tivid2 de>
Atentou aind. para a im Jortància ugriC'>IK
rh1 Regia0, no r.ontexto brasileiro bem como à
relevância r!ada à agriculturn elo novo Governo
rla Rr pública. tem proporclorn rio iuceutivos u
bsta nciais a esta esqurcida í,rea dP no~sa
er.<,,1o!!;ía, como a construção de novas e:,tt·,...-!a,
vicinais e da conBervaçilo daF jl exist'nte;;, p:;,
ra _l~r.1,1tur .º. trunspC'rté da pr, dução agro-re•
cuarn.1 rnu111c1pal.
Na áreu urbana, o rnunil'ipio sof •Ç, radicais
transformaçõPs.
O pl'Obl,-,ma do trânsito l'oi encar&d'J séria
menti> e com profundidade. Eviiou.i:;e mwlldas
pílliativns ele última ho:a. Uma <>quipe de alto
nível 1 écnico, revolucionou todo o sistema de
circulaçilo viária ctu cld::s<ie. Víus estruturP!s e
vias nrintitáriaF uo transporte coletivo fNum
implnntnrhis. Urna cornpletfl murlirnça da sinali
zação de tráfego está sendo poRta em !!Xecução.
. reestruturação do trfr□~ito colocada em
p:·ntica é presidida por uma filoFofia <ie pe:·rni1ir
um fluxo contínuo de veículos. áreas bem de
m:1rC'ad 1s rle Pstacionarút1nto. separação das !1-
n has de tráfego er. ::e os trn m putes ii1(:iv!éuais
" ,,,,. i:oletivos, com prioridade p;m1. os trnnspor
tes de mssa e, o que é extremmente impor
t:rnte. posi,;ibilítnr o n,aximo cié- s·gurnç ao es
quecido pedestre. Un, transito mais racional e
mais hurnnno portant0.
A cid'lde em sí. tambern está se embelt'
zando.
N>t concepção de que a urbe é a casa da
eL wunidade, a próprh t1xten;;.ãC' cta rrsidência
do cidadão, o aspectn -estMico não poderia ser
desprezado.
Um perfeito projeto de ilurninaçiio pública
e:,;tú sendu executado a passos largus. Luruiná
rins a·
0 msii, modet·nas em Yapor de mercúrio
estão sendo utilizadms. A!óm da fialtdde pro.
cipa de bem Iluminarem os iogrn!ouro pabl
cos. estas !uin riu, em consonância com o
sistema vir1o í::ipl:rüudG, tamhfm têtn n flln
çuo de de'lmurcar,•ru. u nott<>, aa via; pi,1 utur:ilt
de trânsito.
O centro dl' C umpo <1i·arH.!·•, t!'Ct'hu uu1
tratamento paisagistieo todo especial. Sião os
culçudõe&, a arhorlzaçãc,, os llanc0,.. de .laNI in
u reativação de árs comerciais decadente
tl!dO fj prr.pMCÍOílflt um C:i'BLlO V 1ltn(Ju ao l;l)tl
vívio hu:.;uno ngraclúvd, em !irHlF- ct,, comérc:o.
onde as pessoas, antes apenas cruzavam r.•m
psus .i prei5Bad 01-.
A limpeza púb!ícn, feita dP modo <l!r:ien
te e d!uturnumcnte, vc.m mantendo o,; paclrõ(•ct
de '.::umpo Gr,inde como uma cí1!ad" c·ívi11zurla.
0 bairros mais afa-tados do centro também n?
foram esquecidas. Os invetimento até agora plicados nu.t
área do saneamento básico ji supera todos os orçaren
tos anteriores deste importante setor A rede d esgoto gul-.
rias de áruus pluviais e água tratada já cmçam a clr
aos pontos anuis distantes da capital ulmtgrusen-e.
A uni,er,ulidudé da udmirii1-1ruç.ir> f.1rcelo 'oarc
impo- um planejumento glbal para o munic!pio. om isto
procurou ~~ e'Ílür o frnôrneoo cle,a-tro,o de RÍmplr.·•
•'i n e h a ç à o". fenómeno corut em ., u r r H
grandes cidades lrasileiras u j e I tas a crescimento
populucicnal e X a g e r rr d tJ. U ma m o d e r
na Lei de l'eo do Selo, di•cipli:iu P cowl!Jz o cre,cime11to
da urlw de forma racional. Como 2emplo <le•tt: c•rf'.'(lirneo
to ordenado, encontramos o projeto Cura-Piloto, qur
o mé_r!lo de proporCJonar c11n<l1çües de h:ibib. iiii,l:.rlc
condigna a uma população de 200 mil pe-soas onde, atual
!ºentc. Ynem 60 nuJ liab!tun!.-, em precnrin Fltnar;.io ,1,.
rnfra c·•trutura urhUD3. Tr::i.trr-ie d(' uma ;'.,rea de :.iprc,JCirrn
damente SU hectares. brangen!o A: bairros e vil, que
flc..ta sendo tot:utente remodelada, como se fora uma 0(1Va
ddadt' a •cr cri:HL•. sómente n2te projeto integrado, mais
de 4r;o milbõc• rlc cru7eirOi' r8tüo •enrlo inveGti~oB. '
~•fiirn, :sr. Pre.i,lt::ute (' Sra. Dcputadol'. pro,;nr:i
mos em ráplds manceladas, retratar e regi-trar nos an.
de:-t.l ca.:-8. u <lt:r-t"lHr.hio1ento f!Ut: t~l'ú n OC'Orrer Da reria
metropolitana da mai- no»o capital de E-to do Pais, f.
q~,e ucr ·d1t11m_o, _!]u•, o; bens que os liorne11• fo.z,m <lrv, r·
r a trr.,1, prrnnpulmrnrP qn,,ndo ,.}o r,1.110, de rrub"!l:
sério, honre<to, eficiente e p!arejado eoro tem sid o 'o
jo,ern Prefeito Morcelo nlir,rnilu :,oair.5.
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,
ao
A pocn(irln dr r.orlo I rn Sfío Pnu
lo, como de resto em todo o País b
ela. na exploração dnr pattaens, 1)o
nível de produtividude d·tas dpend o
desempenho dos bovinos pata produção
e!(, carne, E é abldo que forreirus
eplotudus ob pelejo prensntum ten.
lime-nto mu!to baixo, em conis qu+nela
dus péssimas eonlig: s de mnnejo n que
xo ubmetidas.
No l'f,lunlo. o prngrn,Hrn ria ,,xplo•
raç/10 llllV(• flPI' Yun1lallllílll11rio 1111 fJl'0g'l'll·
TTI!~('l10 dt' ill'('•fllllt'IIIOR l'l'Oli'I ll!'lf., tl(lt,;
quais o estabelecimento e utiliznaeio de
11m11 'llllurn rt•rr11g<'ll'11 cll•Y(' ll't' pl'lorl•
had, O cultivo de um grnmf11PI paru
obtenção de ultos niveis de produtivida
,t,, l111pllCfl, prlnelp11lnw11le>, tr(IH prG<!O(ll
mentos básicos; u elevação e munuten
<,:fio dos nlvoll-l do fertllldndt• cio Hulo
Hll'!l v(>s <lo 11dubuçõP~ 111i11r1·ul8 ruuel,;ai;,;
11 n1JIIChÇÜo cio conheclnwntot< zool6cni
l~Os pura O llllll!PjO Clll'r'l'lO cln fol'l'Ot:rPl·
ru o, nrn COllHPQUênC'l>•. !lllllores rC'spoB.
tas às fertilizações, u adoção de métodos
uficlPntN1 cio coni;nvaçuo P armazona
mento doR rxl'Pdentes de verão.
Equaclouado ,1 probll'lll!I dn ull•
rnen1uç11o está gurnutldo o aumento
d11 cnpacldade de suporte cln proprie
dade. O ncreslllmen!o do ebunho
~nú comH'qiif1nte à melhoria da fertlllda•
ue, po~1:<lbilit1111do II i;eleçüo e o descnrte.
A tlnqlndo este ponto, no 11 auo mrlho
rnm os índices de desempenho, reduzem
se o8 cItos de produçíío e levam-se
as !'eceltns liquld&s. Alem disso, outras
opções podem t-t>r allotada:- pelo empre
~árlo, uom a vnnda na cntrrssal'rn, n
retensfio de b;iis para entrega em época·
de preço mais favorável etc.
Carne é produto nobre obtido pulo
rumfnant<• H pul'tir de alimetos grosselrofl,
como sü" os Cüpins. lrnportu que n
produtividade destes t,;Pjfl alta pnrn que
bastuulP curoe 1-ejo pr·oduztdi; por hecto
re num cumlntrnmento normal em busca
do incretnP11to de lucrntivlda dl', Esgotaria
a po~slbili<lude de explorur o aumento
de fntllidudi- do solo !.: vHrificarltL u
uecPssldade P cooveniêocia de aiuda Re
pl'oduzir ruuii; por área. pode-se pensar
no coufinumentn.
EetaA consideriições Yêm a propó
E-ito d11.s µosslbilldades dP progresso da
pecuãriu dP. cor!'? em São Paulo. São
b&ixofl os iudl~e;; de desrmpenho no
Estado, quando e o m p a r a d o fl
com osresultados :1 l e a u ç a d o fl
cm 11rnn ou outrn p1·1JprfedudD, o q110
revela um grande potencial u explorar.
ll ,, 11 t II qur ~u ,: l l r a e,, p 11'1
«d1de de uporte dos putos, dn ordem
dt• o.n llllfducll'II 1111!1/Jill, J)lH' hrd:Jl'l!. {'0·
mno média estadual. Emn propuledules
que· 11pllrn111 l(•c11olof(i11 Píll 1Jiv"'" , luva.
dos este indie tine A unidades unl
mis por hectare, quase 0)/, u mos.
/1. 11:itulldad,, é lg11,1lrne1.1le halxa,
da ordem de 60, ou menos, e0mo mé
lia, enquanto aue nas explorações mais
lwm cooduzlllai, :iproxlm::-~,, dl' ll,0º/o- /1.
dc•le1·rnlllar· 11 pefjlll 1111. 11f1, Wncía cl(" urnah
e o grande desempenho de outras, tão
me#te o nível de aplicação de tecnologin em
hOlllfll'l! (i i:;lnónlmo de lnveHtlm<•nlo. illul•
tnR veze!l é a apllca('.ão itc conlH'<'ÍOJen!u
zoolécnlcos, cumo o ,•st11beleclmo1Jlo dfl
11deq11adas estações dr mrntu. que pro
plclu OxitM1 com,lc.Je;-ú vehi nu cnlllC'lta
unual de bezerro.
. mortalhludt> de bezerroH, supe
rior a GO/o pode i;er <lra::tlcl.!mente redu
zida poln melhoriu <te mrnejo, pela des
m11mu 1-1m ~flOCU!l aproprludas pela ado
çfío de um calendário prortlóllco e"eolbu
du cumpelrm1 adt>strnc!os e bem remune
rados. Muitas vezes, penie-se em um dlu
pelo desleixo, o i:esullado de uma ges
tnçüo de dez mesas. Aspectos purawE-11·
te u d m I n i st r u t i v o s i n Y I u e m
negativamente na exploração, bul
xundo - lhe o rendlrnent;:; uumentundo-lhe
OF cu;,tos. É pr;,clso quA ,ie frise isto: a
queda ou produtividade diminui B recei-
ta líquida pois quaae sempre redunda na
elevdçúo dos g'ls'os para µroduzlr.
A Idade de abate e a taxa de des
frute são pu!'síveis de grandes melborlns.
u curto prazo, uma vez que se promova
a melhoria do melo umblente. em que
ns pdstugens p!'eponderam. A melhoria
genética do rdbanllo viria em decorr{ln
clo e proporcionaria notá mi progresso
desses doh, índices, que refletem a etapu
final rio processo de produção de curn1:.
O abate ocorre, em média. aos 43 meses
quando poderia ser procet,;811.do aoR 24-30
neses, sem muito otimismo.
Emn resumo, há necessidade tm
períosu de se lnerementar u o plicaçãc.,
de tecnologlu nu produção de carne.
Exemplo notável de como se difunde
urua prática é o caso da fenação, hoje
conhecida dos pecllaristas de São Paulo
que dela tiveram eunhecimento atruvés .
de trabalho da ati e deste $uplf.'mento,
O Fugitivo da Inferno Branco
icionino Enciclopédico
E11cl<:lopPdir1 Cultural.
JJthllott'CU de Contabilidade
Melações Humanas e Psicologia Geral
Ercielopédia de H'equi-as Atua·
Mo rnl ,. Chie:,
Ate Culinárin
Anatomia e Fistolo!{la
V,·r,fo<le• Sobre o :>r.xo
Puniu J,'runtfj
H "ª ela Pcr1I içüo
Co;o Hoseniberg
O Traidor
li Guerra Mundial (todas s batalhas)
Ultima "iu,,.,uço
O r.rrculo ~Fccbo<lo
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L'VrOs Técnicos.
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:, 1ilu!J1P•
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} volume
} volumes
J vnlumn
1 volumi
Caricia
e a prazo.
,Jardinagem,
Oivíno Espíri
to Santo
de Caxias, ao lado
Preço
exemplar
deste
do
leiores
o MUNDO VEM A
GEL Te
O munda é pequeno: ele cal.>e inteiro num
E chega todoR os dias à sua cidade. Ou a
voce é um dos nossos assinantes.
O Estado de São Paulo, um jornal de
que tem o 1lU0 dizer.
Representante nesta cidade Oeocleciano
grande jornal.
sua <'af5a, se
opinião para
Vasconcelos
IE!l!i==============================================--
l
AVE5ANO DOS HEIS G GIZA. LIDA.
ÓTICA CIENTÍFICA ÓCULOS, JÓIAS, iUUÍG!OS, PRESHJUS E TROffUS !SPORTHIOS
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em sltuuçio prioritáru 0# sun!o on
cernentes à produção aropecuti, em
ermo de atendimento ds nteessi!ales
internas e de expressiva contibuleo à,
solicitações do merendo interaueional.
:''11 o ue tr·a lu cJ ,, l • r, 1'•1 qt.n' pos~a i.;3r
reulizudu com sobras de recursos
hum:anos a orçamentário, ms que ·xlje
potilolouamonto t•fHtivo ,, prloritúrio Pll
tre fül <III-otrlr.es do governo. Alis, o
presidente insistiu nas afirmações de
St'U lnt~resrn em ,1uo a ugrlcullurn ocu
pe, de fato, a posição de estaque em
melo às demula turefo,1 que o bn1s1lelro
será cbumado u reulizar em seu governo.
E f declsllo pri>sldenclal refletia . ·80 ex
pressivnmente no melo de Reus colrtboru
dores mais dl!'elos, Rendo coutittlntes as
consultas e bue;cu~ d~1 dados e Informo.
ções sobre todntl as quostões d1retu ou
ludlretumente ligadas ao nssunto.
Mais uma vez, vem de ser afirmado
que o homem é o objeto do desenvoJ.
vfrneoto, devendo ,;er uteuctldo em sua
lntefrezu moral, étlcu, soei a 1, cultura e
material. P11 rn se ter ldéia daH gigan
tescas proporções desse objetivo, basta
recordar - se a afirmação do ministro da
Fazenda, dp qu(' 40% dos bra<;i!elros
o miseráveis, ucrodítaodo . se que
sajam miseráveis quanto ao atendimento
cie suas neces~ldr1dt>tl materiuis na larga
faixa de suas implicações e con~eqüên
c!us.
A8 15 diretriz do governo e seus
oito lten.:1 precisnm ser retirados de me
mória pelos agricultores, por toda u pc·
puleção rm·&I e por todos quantos este
jam enredadoa na poblemáticu da pro
dução rurul em todas as suas implica
cões, u. partir dos pequenos la vradore.s e
do trabalbudores. Siio compromissos que
não devem, nem podem, deixar de ser
cumpridos' pois seu descumprimeuto
agravará as :gústius e decepções das
massas populares. Seu cumprimento efe
tivo re taurará n confi'lnça que os go
vernante~ não ~1onem dispensar. espe
cialmente junto aos menos favorecidos,
pois aqueles que não tecn diflculd&de&
finunceirns serão sempre os últimos a
sofrer os efeitos do escassez.
Tem-se a impres6ão de que as
promessas dessa diretriz foram redigidns
segundo um bem e!aborado programa
de ação, destacando-se sua objetividade.
Parece que o gover:::o vai envidar esfor
ço~ no sentido rle llber:ur o Pds da pro
longada e deprimente situação de mísé·
ria alimentar, harnndo mesmo a possibi
lidade rla contenção do êxodo rural e
de expressivo refluxo dos trab>tlhadore!:.
que deixaram suas terras, fugindo da
Yome e seu séquito de misérias.
Havendo cumprimento das pro
messas o brasileiro corresponderá. com
trabalho alegre e fecundo; não havendo
mais que engodo e falácia, ele crédulo
e bom, continui:irá à espera da berr,
avent:.:rança de uma oportunidade.
Na elaboraçfi.o da diretriz sobre
toda a problemática da produção agro
pecuária, fir:ou t::videnciado o conheci-
meto do que deve ser feito pera 'que o
País trelize eu de-nvlvinepto e us
<'lnf1nclp çio em tod e a área Pd •
itere+centar que ex/tem uleientes te
cursos humanos e orçamentai J111',l
ser plicados numa s!rutura j: montadn
pai realizçio desse emprodiment,
ba+t ando aptus que haja a acertada
e:olha do +'emento hutano e ..s ,.., ria
aplicação das dotações orçamentarias.
Bem ulirneutadu e bem sslstida, a ente
to Brasil levará o pais para um 'aturo
de destaque na comunidade americana,
poíH r-uquíl:cos e ~~fui
1.1.Jnc..lo uüo H'm
VOZ, rlbfTl IOl'rC!Cl'nJ flC:tllilO( Ul<J-
Aleeu Oias Martias
O Estado de São Punlo
Negócio de Ocasião
V'ende-se uma Fwzedinha, den
tro da árPu do Prog1·11ma de Oesenvol
vlmento dos Cerrados (Polocentro), com
272 ha, situada as margens do córrego
Suugn Booltn, pPganrlo 2km d(' água e
dititat1tp destu cidi,dc apenas GO km;
'l'eudo 50 hu. já rlesmutfld:i e gradeado
com aproxirnadameate 25 ba. plant..idos
com Brnchiá1'1u Decumbens Austra
liana. O restante da área é formado
de campo e cetrudo leve., podendo er
facilmente trabalhado com máquina
Docuu.entaçüo ,~m dlu, inclu•ive com
cadeia duminlal. É toda cercada. Preço
2.500,00 por ha. Condições: A vista. A
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r,,nr,·,;ln J11t·i!ulndo :ii11nl dr Alfl'íf 1. nma raté
rPÍfrf•nft• inicintia tomnda pelos prof oro
da rede municipal le ensino denta rilad, rei
,dntlfr,,ncl'n o +ardo «direito de rei hc,· o >e 11
salários atrasa«los.
A posição tmadn por esse jornal, r
pr~ fni 1·011u6rlu 1., fi11,nf111 prolfri, u ,l,1 111u.d
adulntrco uunicipal, justamente porque nio
existe o tão famigerado diálogo, n11 mut/•rÍ!I ll
ima referida, mi Ullln , ri. u opi11fi1o do jq: n .J
( ro111r1tln li pullti,·n 11,!0111<111 pd,, ,·h, r, • .lu ""''"
exentivo, Porque rse jornal rontraditório,
11 prefeito pa m din ,, , orr,~rn111t"11t1 o,- ..-rii-t
funcionários' profeworrs ete, tendo até ervido
de exemplo par outras cidads, Nós per!un-
1urín1110A: qu:111cln nJg11c·111 til Coml,:~!1o ou 01111
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prole+sor, disse n e»r jorl on a quntlqur outro
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,011i::11n, f(IH' ti~1a,·u e111l~ft•i(11 ront o onh na~,. dt·
orne q1111 rerebrm. C'ottlrn fulnR ttíln li(, 111•,11.
mentos, E bom e necessário que o sr, aiba que
professores aqui m nos cidade, não trem direi
to a qualqurr espécie de as+[st@nela +orial, vi-to
<JU<', n~ FllllB Ct•rleiru~ l'roff.NionulR, por 111,1101
invistacia quo possm fazer, não io as»inda,
/Jonform~ prr.ce,tun e dctrrmlnn a lel, h11p•·11l11du
desta feit que posamos desfrutar da ist'ia
,lo INPS, hoje tão bem utvwndldos pela atuantr
dirctorin do HoRpitul Siio Vicrntt' ,J,- P"ul,1. C.nn·
trarindo frontalmente a nona Constitulção d,,
l{epúblien Federativa do ílrn,11 que n«r;:ur,1 '""
trnbulhodoreP 01 direitos à ,ul(1rio u,lnlmo c11p•i,
de mlisfozcr, conforme n• condições clt r,1d11 rt·~i.1u
n sous ucce,id11des nnr11111i~ ~ 111, ,le mo fnn,!lin
bem como, férfu:< naunis remnnt"rndns, 11:10 ll'tn0•
direito u férln@, CODFetJUH1lrmenk o ordenado
<JUO r~o,•brmos refcrcnt~ no rnê, de março, rur•
rMJrnndo no l.o or,lenu,lo recebido desde ovem
hro do nno pnsrndo. E o ordena1lo de 11m pro•
fessor dn roclc municipal r. Redator é... eredite
se pader, de nJwnns CrS 808,00 (Üitocento• ,.
so,sentu e oito cruzeiro•).
Não somos oportunista•, Br, Hl'1lu1or, 11,
sim como rnmb6m nilo d1•111os nenhum go)pt' p,·
ls costas, não f-0mos incocrcntE'F, ne1u tompoth·c,
hlpócritn~.
A verdade sempre deve s revestir ,. ,c•r
nprllscntudu cm tom cr,st•lino. livre de qu.1l,p11·r
m:lculn, poi• pode acreditar Sr. Hrdutor. o pi'<>·
fesrnrado deuu oidude preferem a~ co11Hq11i'11cln,
de umfl ,·oriinrfe, que a satisfação de uma menti
ra ou mesmo de umn demngo:,.ria barato. N,10 fJ
z~mos grt>ve, a e m temos iutençãn de f.,zi'
la, visto que ncredltaruos (Jll<l um erro n:io jufti
fica outro, e sabemos avaliar os reflexo!' rlt• uma
greve, quando os único+ realmente prrjuJicadM
seriam os no~eos alunos, pelo, quais dnmo, tudo de
n6s e procuramos Fuplantar os muiures 61!crifieio•
Continunn·mo• )u1nndo, pois acr.-dlrn1no~ no 111,rnl
Governador do nosso Estado, que timbnido dn•
mnlores e melhores bous iult!nçüe•, tem pr.icura•
do, com a lntehgêncin e perapicúciu, rnfuoiunur
o• lnúm,·ro• ob,tál'uh,1 que lhes tem 11pre,e111:1•
do no lnício de seu já u,nrc,rnte go'cron.
Ourros,im Sr. Redutor, co11tinuamo, tom·
bem acreditando e torcendo pelo nosso di:írio
reglo11ul, que Bt"ruprc primou prla verdade, des
pida de qun)quer parcialidade.
Somo, uma oln•se fracd, pisotendn e desgas
tudn, mo• pode l'rer ~r. Redator, n nossa mis.iio nilu
,erá fot.errompiJa, porque 1111t1:P e udma d,·
tudo, est.nmos d.nndo de todo cornção a m•,sa
miniuculu putcela, mas decísiva, para o eygrun
decimenh, ainda m11ior do nosso querido e ama
do Brasil.
Josê Tadeu da Com1 ibrqur;
Sandru M.a dos Santos Hodrigur•
Neuza M.o Brum Rorges
Oldemlr Ossunu
Not-a da Redação
Se t'U ficasse me explicando u rrop6-itc>
da matéria lnseridll na edição do dia l, a tn 1
que falnn a re,pdto d.:i trui,;ào, ltipocri,b, inc,>
erencla, etc, de reroas que exercem cargos de
chefia na atual n,lmiuistm<,:jO, o '15,unto f~ 1or
naria polémico e aüo h'rin [im. Aelio qu,· ns
P<-Uoa~ c,clarecidus cntcnrlcmm a "IDt:U>'1!.(D!ll··.
Acho ainda, que o assunto , ervi para motivar o
dcbatt' doa problema,; cducaciouuiij ào m1midpi.,
à nhel de ma1!i.St~rio. Repito, mais umn rcz. (Juc
acho ju!llo o modmtnto do profe,sorndo em
l wJ1l,1 rLiJ
pa o nu!
ttl ti' I tu .
0 tu ti!
t «jutar
IJI li d,t't t•ffi
n " f••,1llt 1 t)I.
os de confiança,
{late» a
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Junut« Biiseiin.r de E' ·po. lufl.
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.1• !'til 11 lnli,1 F,. 11unl1e,1, Pt~dro
Vi1· .,[,• 1) ,J',lll '·, (hk!Uul' :Ieddl'll!,
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.nlo Je 1!179.
Abn•,1,1 .1·mo;, Zocurlus.
Preste+t d+ L.E.B8.
Carta a Redação
Sessenta vai esh:'eiar hoje
Da1111r P!'US~ <'g-uirnento ao campeo
nato belvistese d· futebol, boje joga
riio no •· Octavio Ft>niolira" ':iesE'enta
x 1° de Maio (de Caracol ) e Beluvi!i
tense x C.1 ('; P . e•·c 1. O sssenta pro
mett- um bom (';:pe 1úc•ulo à sua torcida.
mnus não pod·ri lacilita; o tire de Ca-
1',ICLll t" :•guc•aido ~- quer fozt>r boa figu
ra Leste campeonato. Vares todos ao
e,tntliO. jó. rfit> s·.? trati! ap2nm, de Co
hbon!'. m :;, o, jog 1s Pstii.o vulendo o
ingresso que s paga.
O PESSOAL RECLAMOU
Os muor+dores do bsiro Costa e
~ilvr: t 'l:ad10) rc>clnnwn.Hn e muito, do
o,0g;·1',._ (:"Clll c.h, 'úaLe), do G&sco.
Dis.,t>r:im quo ü 1,1P:::mo CúlHluziu l'Utre
vistas visando desmerecer o quadro do
Gremio União. o é nada disto, o Gas.
cv ~•ID;)!J,.r:,,en,c' lh'OC'.li'OU rliv11Jgnr a O·
,omi:1o t1.: ;,lguc,; torcNiores. Na terei:.
feira ele ouviu o Edr e ficou ludo bo
nitinho. O negêcio do Gasco é paz e
am,1r ... core tudos.
E O EDER
vit<itcH a 1rn~:m rrdaçilo parn parabeni
zar o jo;· rnlis,a )Y,1lcto Pereira pPla pá
gi1H1 esportiv t qu' estú s;,>nrlo inserida
toclu!'I us tclr<;,1 il'it',1<:. Falando nisto, a
td:d• ncl0 apel > elo P<!$Soal, u i>:Jginu es
portiva sera diá ;,1. Com notici ts esp•Jr-
1iv•1,- dl' R,la Vis•·, do E;;tado e do P:.is.
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!'eu tirue vai jcgar domingo corno de
costuo•e, ou sPja, p11m ganhar. Já o Be.
Juvi,;tl ase proruete venct>r, ou na pior
das hipóteses. empatar este jogo. Tem
gente npostando.
ARTILHEIROS
Aires, da AABB, Cabanha e Pen
zo, do Nautico e Carlinhos. do União
são os pl'incip.iic; artilhetrcs do campeo
nato, J 1 o Djahna, Renato e Carlos são
os Got,,iros meoo~ vaz:dos. Vai sn em
polgante a d!e;JUta.
SELEÇÃO DA RODADA
Após OE jogo8 de don.iugo, o nos
so jornal elegerá. a seleção .:la rorluda
e a do último domingo, foi a seauinte:
lljalma, Antouio, Odir, Coruja e lfochi
ilha; Adão !' Alemão, Carlinhos. Cabanh&
Per,zo e Ota vio,
Náutico vai bu
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Dr. José Atanasio Néto
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Jinho, eru breva coota,.,
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Beln vis lense , ... i e clas
sificar. Disse ainda qu •
os jogadores do trndko
nul cs~üo !rnin;:rndo rli • •
riarneute e se ilncoutrc1r.
com excelentE' pr, pan,
fülco. Hoj<', ') BeL.1vj,.
1ense vui enfrentar o li
me do Josin0. o Caca '
Pesca. O jogo miciar-se-,.
às 1:3,::o horaF.
Oração ao
Divino Espíri
to Santo
Esplrito Santo voei: '1 "~
mt:: csclure.:e tudo que ilun,i
na todos os caminhos para que
eu atinju o meu ideal. Yocé qne
me d:í o dom divino de pC'r
doar e esquecer o mal que n,,.
faz.-m; e que todos os iu •·
lantes de minha ,;d.1 cst:, ,.,,.
migo, eu quero neste curto diú
fogo a:.,'nldecer-lbc por tudo r
confirmar mais urna '-"t:1', 'H"t
eu nunca quero me ~epa,~r
de voei: por maior que sejo G
:Ju,iio material Aâo se:{, o mi.
nimo du ,•ontade que sin11,
de um dia estar com ,·ocê ,
todo,º" meus irmãos na glória
Perpétua. Obrigada m:ii;. - ~m;;
vez (a pesrna de..-er:í foza e-tr.
oração 3 dins se=ido, ;;em
fazer o pedido. Dentro de ;;
dias ser:í nlcunçudn u f!r1l<:t••
po_r mais _difícil que seja p
blicar a-sim que receber
graçu.
O. A. L.
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Economia'?
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Segurança?
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11 .11 j!JIJ[O L • . flo•JI,· f•:{1
it•lt•rfl, 1 'i til ti 1 1 d~ /lb 11, pub!I-
r!o d1a
1
pp po l'.111, 1J lnl•oçilo
áo fol a d eritun os nossos prufesuo
Jl' r,.u Ji,•rp : f ·nhauo. ut carpa
nha refina!e tór, por nelho :1 ,- 1U1t1t•"
,, fl •ff,JI ,•11t1. 1 11, ,.:, ..... utu l cr1•1ju11-
Ur 0mnos contra revexs e. renhe.
te, houve ameuçn " ba «ano de eurgo
q:JO J)'1i' li 111, N l''l!Lll:.UJ. l;l'('VF', É Uffill
+ttu'e que ex!e muita responsabilidade
e ocre,ia d propósito, O empregado
untes !e entrar vm reve ou 'abndonar
As funções", deve pruerar ueurlo
·om o p trü o e· p, r ta de igou,· um
latrmediárto. 'ep is v r se este geve
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~Pnhor· )H "Í<'ltu. T<> n ho ab1<0Juw. cel'teza
de que os funcionários deste j raul, caso
resolvessem entrar em greve, antes pro
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3oitus de e atos, V«Los eufrnr em
greve se ' senhor ã umentr tanto por
rrnto. Aí •· pi', p ·nt:,rlo iria di,doaar
HAnto vü é p ·sivel, Is posso coce.
íltll' t:into por r,,, .>l it pai·tir de tal mês.
l.,lo "" chan,:1 diülng-o <-'íltre pulrr'.o e
l'IllPl'►'g'lldO .. g·o•1:, 1110 lo C(,lll llilleUÇU/3
que se consegue as cis e muitc, me•
110s coru pt'"Sl"õe,. Lógico e evidente
que os profssores municipais recebem
~1l:'1r;os til-' fome Tod,-s coJJeot·e:am com
tsto. O que ulo CPi,i!úrdumos é tais aci
uies serem torenéus agora. Mas a nin
guem cabera o direto ds Volta: trás
porquP it,to ,;, r1•1 l!'.iir p,mclpios.
.lguul' p t o ' e s sO r e s e s t i v e
nm :'m n,,:,,,.p l'l'•bçii o e prest iram ln
to:n/Pões a respeito do ussunto. A bem
da ver;de e pare nellaor informar aos
nssvs leites cscl tecemos.
l) , Coi8 • não foi o comando do
[0? RC siicitr povidénei. s trabalhistas
mas inf .. ,,·nur qne ,:;!u,;1 P.m curso um
movimenta dus professares mmnic!pais
reiviudi:ando meiheres salários e paga
mentos em oi,,. F,H.,n1 1!t:r U"!:H satisia
çã às antrisds mlt:res para não
e! m !xtudo r subversies.
2 Não procuram o sebe preieito
unicipu! parque temi represálias.
l+ não aceitaria o idlgo. alara de
uma prI sora: "Fests com meco",
3) E3te Comissão iormou o governa
lor ll.11•. y il.10: i111 que os prolessores
be!vistenses não são registados; não
recebem érius; não rceem os salários
m dia; recebe.n quuudo recebem. sala
:lrs t!t- fome.
) A eitad. Comissão falou, e fala, em
- orne dos prolesscres municipais de
s la Vista.
l)e minli'I p,rt • rJigo, até que
enfim. Porqut' ;i s!e,.; qur1:-P nove anos
de utivilde jornalisttcz em Befa Vista, pe
la primeira vez vejo uma classe buscan
do se unir reivindicado os seus direitos
Ira bihistas. O que preciso, ou melhor
LE T
dH m·.111<1.l JJí C! , ltl:i<ll', (• a r, L ç•;io rJ11
A+oclaçao do Professore de Bel VI
1, delegando puderes a set r •prn 1-11
tantes pira reivindicar pela classe. 'ão
hú rw du d, .~u bvl'!'-i vo l:'Ul lutar por
i- 'UM dirf:'l!P>l (l<!IJJ!lr,.r Lula t· O'! fTH'ln.·
lúi qlcos. etc, etc) mas deve haver ress,
[)On,w1'ilid,1dP «' f,!Jjel!v( s lr.Jç1.ctoo;. !üo
se pode l'uzrr m vim<·ntos. !slo HJJ. mal,
o que deve h.ver é manifestação de
cl:i~.w. () D.JOITIL'litO 11!10 1:'lll J)r<J!>ÍC'IO pa
ra i,to; cc gltu-µc, r:. 1-u!J~lituiç rn tio u.Lunl
µrdeilo 10ur1ic1pal, r HF1rnolo é mancho
te nos Jornals. Os eon:etários que gras
E-Urnm na cldacle Jul'elfzmrnw. furam o
cio qu1• a polltfoa intervlu no movi:nenLo
UO!l prorei-SC>l'1'11:1, CHb(i, 1:1gorn IJO 61:.'DhOl'
prnfdto rnuotcipril, confol'me lht> faculto
n Lei de lmprenrn, o dircrto de respcato
e pura isto nossas piígioas estv rü.o à
sua disposição. As explicações ão ne
ce'spárius uno à nóa, mas ljO povc,,
CADA VEZ MAIS
Sob o ponto de vistlil' admlnistrati
V.), nilo se sabe m~is o .:tue esperar em
mnlé'rlu d~ ex[)edlentes pará protelar a
lútt>rvençiio do governe- do Estado em
Jardim.
Como o prefeito Fernando de Frei
tas apresentou contas ( J 975. 1976 e 1977)
roru tio prazo, ao Tribunal de Coutas
do Estuc',o, e~te, como era dé' seu chwer,
nii.o as aceitou e. err, decorrêacia, com?
det,.rmlna a Lei, a Câmara Munlclp'1l dt>
Jardim solicitou a Intervenção.
MHndaclo de Segurança foi impe
tradu, n liminar'conc~dida já caiu e o
governador Ifany Amorim continua fa
zendo ouvidor3 de mercador.
Em reunião havida no Palácio do
Governo. em Cumpo Grande, o governa
dor sugPriu, e ficou de nomear, uma Co
;:nissilo de alto nivel para "estudar" e dar
par·ecer tiobre 1:1. sltunção dos cofres da
Prefeitura.
Esta medida, por ser abso!tamente
inócua. deve ter ido p»ni. o lixo, com
todo o uerecin.ento, pois a Edilidade
jard!r;ense não tem por que acatar qual
quPr clf'ei~ão dela emunada. O problema
do dr. Fernaudo de Freitas é com o Tri
bunal de Contns e ele sabe disso, muito
bem ...
Eis, que, talvez, corno último car
lucho, apart-ceu no ''Correio do Est.a<lo''.
novo balão de oxigenio para o prefeito
l
1reita.,;: ai:, rontas ela ~lunicipalidaJa se
riam exarninadu'.l pelo novo Tribunal de
Contas do Estado de iiato Grosso do
Sul!!! Ora, isso parece pueril. Se a di vi
Fão do Estado teve vida legal !l partir
de 1 ·ae janeiro de 1979, como é que es
te Tribunal te1ia poderes para examinar
contas e balancetfls das PrefeiruraF d.:
anos anterinres. quando o novel Estado
de Mllto Grosso dC' Sul uinda estava no
papel?
Abordando, exatamente, esse aspe
cto da questão, o sr Osvaldo Gruber~.
prp:,;idP-nte <la Câmara Municipal de Jar
dim, endereçou àquele jornal, a i-eguiote
carta:
Câmara de Jardim espera intervenção
no municipio
RecPbemos nntern a i-eguinte carta
da Câmara :1unicipal de Jardim, nes-
l .c:sc.~L o:do 01:<: .-DVOCACL.
[Paulo Alberto de Castelo Branco
1 .LJOGADO
'
l
• rau,u• Cívci, - Cririluui~ . Tr:ib_;1lbista3 • ~com•
panba processo na Justiça de Carpo Grande
l ~,l:l '16 t'.!· :,!O H. 38! - FO;'IE 383-U-32
l
l!.élfil'.-> ~6 d.:- .z,1-l:> • 7.o Andar . Sola 73
C' .e Gr nd Mato Grs8o do Sul
Agradecimento
Os prfessores munlelpaf de Bela
'.'l•h 1 .r,, Groso dc bul, diante dos
úittmnos fato regi trado no vxer leio de
;.u I pro[são, vem de público gradeer
:; apoio úo Ext.!cul:v,l E~tad11,.J. lt•l'íll·
!)!, a Legislativa Cam .ru do D,•putad•i~
lfotury Ctul), Loj,1 Huçnuic:i.:. (• ., ptJ u
de Bela Vista pela ajuda prestada I
naceira, mora! e solidariedade o to
vimeto ju ,to, reivln<llc11tórlo t' a<'l11n
dt· tudo bunrnuo qul.! corneçurom n t>m
prender.
A COMISSÃO
Jt ~é Tadeu da Costa Marques, Sandra
M11rh1 dos Santos Rodrigues, Neuza Ma
ri:.1. Brurn Borges e Olderuír Oi-:suou.
COMPLICADO
te Estudo:
Senhor diretor,
- Em atenção, não flÓ aos leitores
de "CORREIO DO ESTADO'', mas tambl>m
a esse pujante órgão da imprensa cam
pograndense. somos de parecer que:
a - a solução alvitrada nn Colun>t
"Assembléla LPgiE>lativu·· (dia 14(('5/79)
sobre o término dos problemas de Jardim,
colide coro a legislação em vigor, ch·sde
que as contas da Prefeitura estiio vincula·
das ao Egrrglo Tribunal de Contad do Esl.
de Mato Grosa.o até 31 de dez. de 1978:
b - a inevltá vPl criação do T ri
bucal de Contae do Estado de Mato
Grosso do Sul, por certo não llidlrá o
Acórdão do Tribunal de Contas do Est.sdo
de Mato Grosso;
c -· está ll!Hl mãos honrada do
Governador Harry Amorim. desde o dia
12 de março, o pedido de intl3rvenção,
no Município, feito pela Câmara. Munici.
pai. ateudendo estritamente à Legi-lução
em vigor. uma vez que o prefeito de
Jardim, Fernando Freiiae, não apresentou
as Cotas Municipais dE-ntro dos prazos
El&ti~u!ddos em Lei. ficando assim Impos
t,ibilitndo, por prer,!ut>ão de prazos, de
prestá. - las. Fato este que dlfert.-ncia, o
caso de Jardim, do,; outros Municíplofl
mato grossenses, poii, aqueles tiveram
suas contas rejeitadas, isto é, existiram
as contas para serem apreciadas, ao
pasRO que, Jardim não as prestou;
d - a intervenção em JarJlm é a
solução que nos parece legal, justa e
que atênde !ntek11mente, aos dtspositivoct
em vigor e às boM normtts da adminis
tração e ,ger·ência c!e dinheiros públícos;
e -- ac:-editamos, sem nenhum?.
vaidade, que a brilhante u.ssessoria jurí
rlica do Governo E,;tadua! nos dará o
respaldo que • necessitamos para vermo!1
Jardim, n»vameote, saneada E> entregue
aos afazeres de uma cidade que arredlta
no seu auspicioao futuro.
Sem outro particular para o momen
to. eubscrPvemo - nos, atenciosamente
a) Oswaldo CoimhM Grubert
Pres. da Câmara Municipal de Jardim
Cyrano de Bergerac
-EMPRESA JURIDICA CYRIO FALCÃO-
Cu.usas
Cíveii; CYRIO F,LCÃO
Comercial CARLOS E. MEDEIROS
Criminal ANTONIO 81:lAGA
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tiça do Esrndo de Mato Gro~rn do Sul: Sus-
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Bela Vista '.[5,
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Fxto tural de Mato
Gre «o do ul realizar
no distrito de Nunca-t
vi. up Curso par I llor •
tieu!tores, com inicio
previsto pura o dia 2)
do t'Ol'fi'll(t'.'- mê .. 0.'l 8:llO
hr,l'itfl.
o~ '!'érnicw, rln r<>•
'h-1 l!ltt Empresa, se con
gruulam com o, 2) pro
dutores que já garntl
rum 1,;ua pre:Wl1Çtl µa1 a
tal acontl:'dmeulo, ln
1·lu
1,lv1-> conftrrnuu i-ua par
ttcipr:çJo p HO. a uulil
Inuugur ul, o Dr. Ruben
Alberto de C11i..tro Pinto
PrPfeito ~lun!clp•il
Acapulco
vende e panada
estragada
Dia 15 próximo pas
sado, a noite, o senhor
Leonel Godoy, fã. das
empanadas (tipo de pas•
telào rechPado. às vezeH
de galinha, carne ou lin
guiça) foi até o bar c:ee
pulco, propriedade óa
An.ooio de tal. e ali ad
quiriu várias empanadas.
Qu11l não foi n. sua sur
presa quando ao abrir u
primeira sentiu exalar
um ruau cheiro, próp!l·)
de produtos deteriorado'-.
Procurou o Dr. Fwri Mu
rano, que confirmou l'
rato e env!ou ao bar
Acapulco um bilhete p
dindo ao proprld.ário q:::o.c
devolvesse o dinheko t·
informando-ao que 0 u
sunto seria levado às
autorid&des comoetentf~
para as devidas· prov,
dência.s. O senhor Godoy.
com as e m p a n u
nas fü!S mãos, procurou
o repóter de plantão e
mc,st'rou a prov! do cr!.
me. Realmente, as em
panadaa vendidas p~lo
Acapulco ao seuhor Go
do y estavam
estraga..das. Provldênclai;
das 11utoridades. O povãh
é que peM, principal
mente os que gostam de
empanadas.
Preço deste
exemplar
CSR 5,00
e
'na esfera do rntimento. somos
habltulmn.ente defrontados por certa ela
te de umipo que são wepre dos mal
proc0Nos e aos quth nem setpte ale
mos ttib»ui; e justo valor. wquele+ qu
nos dlzvm verdade, uecetn dar nvtts
necessldu«!e de esplr1to,
ln var·ln vdílwnu•, cu t<•goriz,uuo11 , ni
nlta eonia nus feleão que nos usseu
rom cnnvü11ll'ncl11k 111: Aup!.'rríclo, !IO!->
quadros do mundo, Confiança naquele
f!UO rJOH multlpllcarn 'lll po,rnllh PFôlTlHJth
e olldarlednde uos que nos garantem
in1dor II p1·t•ço 110 rrrupo soei o 1.
Perfettente enhivel u nossa ra
tl<l/ío parn com todos os benfeitores que
no enriquecem nus oportunidades de pro
grodlt· o tr11halh111· an 1•xpe1·i0ncla comum.
Sejamos, porém honestos conosco
o roconlH•ç,inw1-1 que nilo llOd (' fJi:11 u
crltor o concun,o dos companheiros eu
jn ptluvru franen e escl recedoru nos
uuxili na upresslo dos enganos que
nos purultum u extsUiucla. t:>e nos fa.
1nm, som quulquer clrcunlàqulo, em tor.
Uô doR porlgua de quo uos ncbamoA
nnwuçorlos, à vl8tll de noRsa lllüxperlôn
cla ou tnvlgllfiucla. ulnda mesmo quau-
A HOTEL
7
1
A Pedido
A Voz da Torcida do G. União
Prezados leitores da Tribuna da
Fronteira
Ouçam a voz rln Torcl1.lt1: Que vem
desmentir u barbarldtide da entrevista e
dus fofocas que houve no programa
( Som du 'I'urde ). dirigida pelo senhor
Hernundo Gusco.
Gente Amiga ... e espccladores do
esporle de Belu Vista, podem Crer; que
tudo foi fofoca como lodos os que se
achuvum presentes no Estádio Otavlo
Fontouru, no Domingo próximo passado
puderam assistir a Calamidade provoca
da unicamente pelo digníssimo juiz o
Senhor :VlONCLAR. Que o Sr. Arbi
tro deixou bem claro no público presen
te que não wrn capacidade para apitar
uma partida de futebol. Não serve nem
para julgar uma pelada t, multo menos
apitar uma parllda num Campeonato
Oficial.
A Torcida em massa conta com
a colaboração dos dirigentes da Liga
Belavistense que cogitem homens muis
capacitados e que conhecem a Lei do es
porte e nilo UM PERNETA : Que nüo
sabe o que está fazendo entre 22 ( vinte
e dois ) homens correndo em .::ampo s
trás de uma bola.
Mais um Quê ... Não concordamos
com a atitude do Sr. Árbitro, bronquenn
do c_om um dos dirigentes do GRE:11O
UNIA O que estava orlt>ntando seu time.
Enquanto que o dirigente do Nautico
!tnha campo livre para gritar e Orientar
o ~eu time o tempo todo.
Dirigente do programa, ( O Som
da Tarde ), colabore com o públ!co ou
vinte, eles nüo estão com o Espirito pre
parado para ouvirem tantas bobagens,
Mentiras deste tamanho!!!
Aos nossos ATLETAS. Fiquem ti'an
quilos que a TORClDA crnntinuará 13m
massa p.restig!undo o nosso G REMI O.
El·otlldes Soares da Mota
,,-
do enl itm a f com o ninhe da
hontud· mais pura, frequentemente re.
imos de manltu na!ia, +cus+tu j, ,!)
por ingrntos e duros de coraçf«0. e i-
l-tet, no rato eon+der m·lo obsi
dindo, quando não prmitt:no que o
me] du umizat!e e ucs transtorne n
alma em vingre de versão, x eratu
do lhes os pequenino defeitos, com ab
soluto ++quem+ to dnx nobres qualid«
des de qu • t lh JW, t,u:, r,•:;_
Tenhamos em consideração diti
tu os um!os incapazes de acalentai-nos
desequilibos ou ilusões. Jamals cone·
t:1111l111 o :IIRfwrnlo dt· misturá-los com º"
eluui'ores. O empreiteiros da difama
glo e du injúria falam destruindo. Os
a mitos positivos e generosos dvertem
o nvlsnm eom disrliçilo o bondade. S(•lll·
pre que ulo uos digain, acudindo-nos
u lma, entrem em sfalooict com u
própria conscrencia, roguemos ao Senhor
nos sustente incerldade e saibamos
ouvi los.
EMM,NUEL
( Pi;lcogmfiu de Chico Xavier)
Tribuna da
Bela ioln, (unt:nl)
Semeslrnl
Demais Munieipios
Número do dia
Números Ulrasados
Fronteira
( Fundado u 20/2172)
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lvnldo Pereira
É difícil de entencier, mas é verda
de, foi uma grande chuva sem pr-_ceden
tes, era peixe de todos os lados, só que
quem derrumuva era um caminbã,, com
aproximadamente 6.000 Kg de pescados
apreendidos pelo INA:1E. To,lo mundo
correu para pegar um peixinho congela
do, foi uma festa total da grotadu. a
distribuição era gratuita e não precisava
rie Hlú, quem perdeu com t,;so foram
os transgreskores d>t lei.
Pescadores, respeitem os 80 km
as placas de ~lnalização e as lds. Corno
amante da n!ltureza, só tenho a louvar
a ação das autoridades. Se ha 500 anos
p
DE FRANCISCO ELIO BATILLANl
PADRÃO DE QUALIDADE
Em Bela VístJ hospede-se no p ANORAMA HOTEL, ~
PRAÇA ALV ~ RO f.1 Sf!ARE_JH S, S/fl BELA VIST~ 1
UG
Eu vou fugir, lá para o horizote,
Lá as trevas não perseguem a luz.
Agua pura corre na fomtr,
E6 porsível encontrar Je-nu.
Eu vou fugir pura a última e·trela,
Que restar, num disco voador.
Lá o brilho do espírito aminula,
Ao lado do amor.
l'urn nlém du~ ruontnnba><,
Onde o vcuto conrn n paz,
B u 11/CIIIC é toda livre,
Pura gozar a liberdade que só amor traz.
Para onde a vida é feliz,
Não existe tempo nem lugar,
E um !frio puro rne diz.
Todn pureza está em amar
Eu vou fugir para o +paço sideral.
l.ú n tri'leza n,io exi.te,
'ào h{1 Iã,,rimaí-, ne'm mal.
Cada mão que eu encontrar, posso levar.
E se todos derem- se as mãos,
Até o lngnr do, ,onhos e esperunços,
Çue só t•xi,tc em cmln coração.
·1.,du nlmtl lt:r.Í puz, onde os sons cantam o amor.
D,•ntro du no,su mente.
Quem dá a paz, é o Senhor . •.
Beatriz Saut' A nna Coninghan
(
Av.
Dr. Laueídi Valdez de Barro-
c:rurgiãQ Dentista
ClW - 557 i-lt.
C.llnlca de Crianças e adultos - Ralo
A1encle-se cum hora mnrcuda
X
Conrn1t6rio
Duque de Caxias, 508 (Ao Lado do Banco
os homens tiv1>ssem se preocupado com
as dádivas naturais, com o controle ri
gornso da ecologia etc., provavelmente
quem sabe não teríamos atualmente
tuntas regiões deserticas e mortas, como
também provavelmente não veríar:r..os
tantas catástrofes causadas pelas secas
ou inundações irnensurá veis. É pouco,
queremos mais leis rigides contr ... os
cteprectadort>s, a a n1ttureza pre~isa ur
gentemente de mais atenção, o povo
amante do que é puro e bom está ctom
o gu7erno, a vunte, lutemos a favor da
conservação dos bens comuns, poiR
assim teremos mais vida.
2081
Exposic:ão
artisto de
corn
rena-
me internacional
Sob o patroclnio da
Fundação de Cultura. da
Secretaria c!P. Deilen vc.1-
vlmento de Recurso,
Humanos. a artista gaú
cha, atualmente raciicada
em 13:asillu. Salomé J1cr
ryman, que já participou
de inúmerf:R exposições
no Sra sll e em t'ldOR o~
continentes do rnuudo,
reallz11rá urna exposição l
de taper;aria o período
compreen,Jido entre os
dias ~1 G 26 de maio, no
Teatro Ca,;a dP Cultura
das Fuculdades Unidas
Católic 1s do Mato Gros-
so FUCMT.
Esta é a primeira
promor;ão artística de
alto nível da Fundü.ção
de Cultura do Estado
que além de estar pro
posta. a incêntivar e dar
apoio aos valores sul
matogrossense. também
pretende trazer grande.,
nomes da arte bra&ileira
para o aprimoramento
da cultura da população
1
do novo Estado.
1
t
Leia e assine
Vribuna da fronteira
l
O sonha to:rnou-se Realidade
Agoru em Bela. Vista, Existe uma Churrascaria onde você poderá levar sua
esposa, Eeus filhos, seus araigos e sentir-se realmente em .sua própria
casa
Aquele
' 1 / •
ai80 IaI$
Rua Duque de Caxias
em Churrascaria
C9/ IPETO
( Ao lado do Ginasio Estadual )
-- - d ista MS
l • l
Í{l'f•(-l)r•nrto dl)
ljll (
,•
A imensidão territorial ,lo malor Estado d. n·r;i,io
Centro-Oeste impôs sua divisiír.. ;--;u~Cl'U, u<isim,
pela Lei Cornplementor oº 31 de 11 d2 aii·o"to de
Ul77, o Estudo de Mato Grosso do Sul, propot·
clonando àquela vasta região condiçõe~ p·,r,l uma
administração mais vincul>J.du à realidudll [!e,J-pO
Iítica da área.
', A condição dr capital. que recain, oatur,!l
mente, sobre o. grande C'idude de Campo Gruud,•
foi motivo d.:., justo orgull.Jo parn :seu Jaboriosd
povo, mus unerou aql'ele municlpio com de ,perns
extras e com um crescimento popnlac:onal bas
rnute acima das previHões normais que já ul!ra
passa varn, em muitv, os altos índir.,'R rio neeci
rnento urbauo brasileiro.
Esta nova dl!nen,;üo política de Camoo
Grande aumentou sua condição privlkgiart: dt;
centro irrndiado::- e. ao mesmo tempo, couv-'rg,-n
te da economia de Mato Grorn•> do Sul. mas
~rouxc,_ ta_ml1érn, o ônus de se;: r~;;pom;:' v(-1 pch
1mpl11maçao e manutenção de toda n!I!a infra ";;·
trntura urbano-rural capaz dE> pruporrionur a
seus habitaníes e ao corpo 11dministt,itivo, L·gls
lativo e judii.:iário rio mais novo F,;;t/l,i d-1 :;'J.
deração, as condições oarn o sru rápido desen-
volvimento. • •
Felizmente, em hora tão críti~a de rlt's • n
volvimeoto e tra11sformuções, a cidad,• p )d,' r(fl·
tar. à frente da municipaiidade, c,;m urna Pq:.iip,'
Je governo das ms.i1> cap1=1zes e diuâm1c l>- ... ca
pitaneada por um jovem engeolwirr.. emér,to ad
ministrador e consciente líder polílieo • :lat·cplo
llliranda Soarrs - a quem preste,, ItestP instant •
minhus sinceras homenagens.
Eleito de maneira consagrudora pelo povo
campograndease, nrro desmereceu elu os voto,;
populares recebidos de seus municipes e tudo
tem feito para tornar a clda,ie mais humunn.
Nestes dois nnol:l de sua profírua g"':'t.10,
tP.mos que reconhecer que Marcelo
1
tirand:1 ,:ou-
... be prt>purar Campo· Grande para entrnr rw,-ta
nova fase de relevante importânciu pn.rii sua
história como Cupit:.:l de Estado e como m,,is
lmpo:tante polo de desenvolvimento regional.
Governo Federa ! () ª' 1,lt,.
..l
oh te;n teus;ar e cana+li7ar
a{'po, o roca ·• M tJ!l. ,<;r;,, r ce. ri
li , ; JJ!1t J t ' I l tç/6a e 1
ua ai i! trução um caia! r aba
, artiv 1 ti -~ 1,, ,1, t nr o e!• a,, 'rn•,J·;
,'t e deu as devi!s prior"dud « etor
biecos de inira • (, ti utu:-1 " lm ti .IJI/, (;.í,, rJ.1
nov• 1 e ,p t,,l,
{); ('.iU)[l()o íh, !.!Úrf••, d t !IN•l-!l':l'" 1 • ,(1( f1J)
e eu!o, têm sido trata ios com to.1o carinho
j'II ,.. . • ,
. • n 1>11 110, lN,dora i• m P1tJo 1) ph•·r ro d<J
reampogrnndenso de mahà. Pars tanto, a Rot
, 1 . l r .. • • • , ,... ' 1
l!J,J li>! ,,,, E,1,rno, LP.:i po,pordo1rudo l:'n-lrni
<1·• !!' Gr·rn. ~"1,uito" ,,f.ciente a r-orh a populr1-
ç0 ··m id de esclnr. Nas escoless mnunieinaís,
«d/+nds um ntfdo e educaçãc ioteornl :.u er1-inn
.,,. - ,, o . 1 1 1 ,., .
• i vau, o3 cu!a'o com a crianças ulttn-
Pª"''' ,r·,lm, em m11fto, as ,>hrigHçõel'l !fgai~ d(•
!!<,vc•. ll<y. iH S!.-'creHHiUH <lo A"-S!,.,tên:;la social e
iJu ~,,ll(jc< r!o ;nuniCÍf)iO têm fi•! PHílH:'l'HílO PID
propoi'cio1·ar : lim 'nluçiio e V!.!Sluúr-in :ws aluuns
carentes, bem como, completa assi ·tênzia médien
e odontclóica. Q,; eviços prstadoxs descem
o d talhe de executarem programas de massa,
como o rxaow oftnlrnológico n·cérn. erJn<>luido
com fornecimento de óculo- de grau aos alunos
nccet>s1tados.
No lntuíto primeiro da 9ferecirnen1o dr
eu p;•pgo no srtor Sl'CUndário, Sibidarnente rnelbor
rPnumerado, a atual adoJinl~truç5.o d11 c:apitul
;:ulrnato~ro!.'saui:;<? tem procu,·ado o desenvol
vimento industrinal do município. i i::ecre1aria
mu~ic1p".I_ dP IndustriH e Colll( reio. tem procura
do incentivar, por todas as f,>rrrn-1s, a iwplar.ta
çao de iudústrla, no ;'lúcleo Inducfrial pré
viamente formudo e dotud0 das condições
rmrnma,; df 1<uporte a e,:te io.portaate ramo de
a tivid2 de>
Atentou aind. para a im Jortància ugriC'>IK
rh1 Regia0, no r.ontexto brasileiro bem como à
relevância r!ada à agriculturn elo novo Governo
rla Rr pública. tem proporclorn rio iuceutivos u
bsta nciais a esta esqurcida í,rea dP no~sa
er.<,,1o!!;ía, como a construção de novas e:,tt·,...-!a,
vicinais e da conBervaçilo daF jl exist'nte;;, p:;,
ra _l~r.1,1tur .º. trunspC'rté da pr, dução agro-re•
cuarn.1 rnu111c1pal.
Na áreu urbana, o rnunil'ipio sof •Ç, radicais
transformaçõPs.
O pl'Obl,-,ma do trânsito l'oi encar&d'J séria
menti> e com profundidade. Eviiou.i:;e mwlldas
pílliativns ele última ho:a. Uma <>quipe de alto
nível 1 écnico, revolucionou todo o sistema de
circulaçilo viária ctu cld::s<ie. Víus estruturP!s e
vias nrintitáriaF uo transporte coletivo fNum
implnntnrhis. Urna cornpletfl murlirnça da sinali
zação de tráfego está sendo poRta em !!Xecução.
. reestruturação do trfr□~ito colocada em
p:·ntica é presidida por uma filoFofia <ie pe:·rni1ir
um fluxo contínuo de veículos. áreas bem de
m:1rC'ad 1s rle Pstacionarút1nto. separação das !1-
n has de tráfego er. ::e os trn m putes ii1(:iv!éuais
" ,,,,. i:oletivos, com prioridade p;m1. os trnnspor
tes de mssa e, o que é extremmente impor
t:rnte. posi,;ibilítnr o n,aximo cié- s·gurnç ao es
quecido pedestre. Un, transito mais racional e
mais hurnnno portant0.
A cid'lde em sí. tambern está se embelt'
zando.
N>t concepção de que a urbe é a casa da
eL wunidade, a próprh t1xten;;.ãC' cta rrsidência
do cidadão, o aspectn -estMico não poderia ser
desprezado.
Um perfeito projeto de ilurninaçiio pública
e:,;tú sendu executado a passos largus. Luruiná
rins a·
0 msii, modet·nas em Yapor de mercúrio
estão sendo utilizadms. A!óm da fialtdde pro.
cipa de bem Iluminarem os iogrn!ouro pabl
cos. estas !uin riu, em consonância com o
sistema vir1o í::ipl:rüudG, tamhfm têtn n flln
çuo de de'lmurcar,•ru. u nott<>, aa via; pi,1 utur:ilt
de trânsito.
O centro dl' C umpo <1i·arH.!·•, t!'Ct'hu uu1
tratamento paisagistieo todo especial. Sião os
culçudõe&, a arhorlzaçãc,, os llanc0,.. de .laNI in
u reativação de árs comerciais decadente
tl!dO fj prr.pMCÍOílflt um C:i'BLlO V 1ltn(Ju ao l;l)tl
vívio hu:.;uno ngraclúvd, em !irHlF- ct,, comérc:o.
onde as pessoas, antes apenas cruzavam r.•m
psus .i prei5Bad 01-.
A limpeza púb!ícn, feita dP modo <l!r:ien
te e d!uturnumcnte, vc.m mantendo o,; paclrõ(•ct
de '.::umpo Gr,inde como uma cí1!ad" c·ívi11zurla.
0 bairros mais afa-tados do centro também n?
foram esquecidas. Os invetimento até agora plicados nu.t
área do saneamento básico ji supera todos os orçaren
tos anteriores deste importante setor A rede d esgoto gul-.
rias de áruus pluviais e água tratada já cmçam a clr
aos pontos anuis distantes da capital ulmtgrusen-e.
A uni,er,ulidudé da udmirii1-1ruç.ir> f.1rcelo 'oarc
impo- um planejumento glbal para o munic!pio. om isto
procurou ~~ e'Ílür o frnôrneoo cle,a-tro,o de RÍmplr.·•
•'i n e h a ç à o". fenómeno corut em ., u r r H
grandes cidades lrasileiras u j e I tas a crescimento
populucicnal e X a g e r rr d tJ. U ma m o d e r
na Lei de l'eo do Selo, di•cipli:iu P cowl!Jz o cre,cime11to
da urlw de forma racional. Como 2emplo <le•tt: c•rf'.'(lirneo
to ordenado, encontramos o projeto Cura-Piloto, qur
o mé_r!lo de proporCJonar c11n<l1çües de h:ibib. iiii,l:.rlc
condigna a uma população de 200 mil pe-soas onde, atual
!ºentc. Ynem 60 nuJ liab!tun!.-, em precnrin Fltnar;.io ,1,.
rnfra c·•trutura urhUD3. Tr::i.trr-ie d(' uma ;'.,rea de :.iprc,JCirrn
damente SU hectares. brangen!o A: bairros e vil, que
flc..ta sendo tot:utente remodelada, como se fora uma 0(1Va
ddadt' a •cr cri:HL•. sómente n2te projeto integrado, mais
de 4r;o milbõc• rlc cru7eirOi' r8tüo •enrlo inveGti~oB. '
~•fiirn, :sr. Pre.i,lt::ute (' Sra. Dcputadol'. pro,;nr:i
mos em ráplds manceladas, retratar e regi-trar nos an.
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nível de produtividude d·tas dpend o
desempenho dos bovinos pata produção
e!(, carne, E é abldo que forreirus
eplotudus ob pelejo prensntum ten.
lime-nto mu!to baixo, em conis qu+nela
dus péssimas eonlig: s de mnnejo n que
xo ubmetidas.
No l'f,lunlo. o prngrn,Hrn ria ,,xplo•
raç/10 llllV(• flPI' Yun1lallllílll11rio 1111 fJl'0g'l'll·
TTI!~('l10 dt' ill'('•fllllt'IIIOR l'l'Oli'I ll!'lf., tl(lt,;
quais o estabelecimento e utiliznaeio de
11m11 'llllurn rt•rr11g<'ll'11 cll•Y(' ll't' pl'lorl•
had, O cultivo de um grnmf11PI paru
obtenção de ultos niveis de produtivida
,t,, l111pllCfl, prlnelp11lnw11le>, tr(IH prG<!O(ll
mentos básicos; u elevação e munuten
<,:fio dos nlvoll-l do fertllldndt• cio Hulo
Hll'!l v(>s <lo 11dubuçõP~ 111i11r1·ul8 ruuel,;ai;,;
11 n1JIIChÇÜo cio conheclnwntot< zool6cni
l~Os pura O llllll!PjO Clll'r'l'lO cln fol'l'Ot:rPl·
ru o, nrn COllHPQUênC'l>•. !lllllores rC'spoB.
tas às fertilizações, u adoção de métodos
uficlPntN1 cio coni;nvaçuo P armazona
mento doR rxl'Pdentes de verão.
Equaclouado ,1 probll'lll!I dn ull•
rnen1uç11o está gurnutldo o aumento
d11 cnpacldade de suporte cln proprie
dade. O ncreslllmen!o do ebunho
~nú comH'qiif1nte à melhoria da fertlllda•
ue, po~1:<lbilit1111do II i;eleçüo e o descnrte.
A tlnqlndo este ponto, no 11 auo mrlho
rnm os índices de desempenho, reduzem
se o8 cItos de produçíío e levam-se
as !'eceltns liquld&s. Alem disso, outras
opções podem t-t>r allotada:- pelo empre
~árlo, uom a vnnda na cntrrssal'rn, n
retensfio de b;iis para entrega em época·
de preço mais favorável etc.
Carne é produto nobre obtido pulo
rumfnant<• H pul'tir de alimetos grosselrofl,
como sü" os Cüpins. lrnportu que n
produtividade destes t,;Pjfl alta pnrn que
bastuulP curoe 1-ejo pr·oduztdi; por hecto
re num cumlntrnmento normal em busca
do incretnP11to de lucrntivlda dl', Esgotaria
a po~slbili<lude de explorur o aumento
de fntllidudi- do solo !.: vHrificarltL u
uecPssldade P cooveniêocia de aiuda Re
pl'oduzir ruuii; por área. pode-se pensar
no coufinumentn.
EetaA consideriições Yêm a propó
E-ito d11.s µosslbilldades dP progresso da
pecuãriu dP. cor!'? em São Paulo. São
b&ixofl os iudl~e;; de desrmpenho no
Estado, quando e o m p a r a d o fl
com osresultados :1 l e a u ç a d o fl
cm 11rnn ou outrn p1·1JprfedudD, o q110
revela um grande potencial u explorar.
ll ,, 11 t II qur ~u ,: l l r a e,, p 11'1
«d1de de uporte dos putos, dn ordem
dt• o.n llllfducll'II 1111!1/Jill, J)lH' hrd:Jl'l!. {'0·
mno média estadual. Emn propuledules
que· 11pllrn111 l(•c11olof(i11 Píll 1Jiv"'" , luva.
dos este indie tine A unidades unl
mis por hectare, quase 0)/, u mos.
/1. 11:itulldad,, é lg11,1lrne1.1le halxa,
da ordem de 60, ou menos, e0mo mé
lia, enquanto aue nas explorações mais
lwm cooduzlllai, :iproxlm::-~,, dl' ll,0º/o- /1.
dc•le1·rnlllar· 11 pefjlll 1111. 11f1, Wncía cl(" urnah
e o grande desempenho de outras, tão
me#te o nível de aplicação de tecnologin em
hOlllfll'l! (i i:;lnónlmo de lnveHtlm<•nlo. illul•
tnR veze!l é a apllca('.ão itc conlH'<'ÍOJen!u
zoolécnlcos, cumo o ,•st11beleclmo1Jlo dfl
11deq11adas estações dr mrntu. que pro
plclu OxitM1 com,lc.Je;-ú vehi nu cnlllC'lta
unual de bezerro.
. mortalhludt> de bezerroH, supe
rior a GO/o pode i;er <lra::tlcl.!mente redu
zida poln melhoriu <te mrnejo, pela des
m11mu 1-1m ~flOCU!l aproprludas pela ado
çfío de um calendário prortlóllco e"eolbu
du cumpelrm1 adt>strnc!os e bem remune
rados. Muitas vezes, penie-se em um dlu
pelo desleixo, o i:esullado de uma ges
tnçüo de dez mesas. Aspectos purawE-11·
te u d m I n i st r u t i v o s i n Y I u e m
negativamente na exploração, bul
xundo - lhe o rendlrnent;:; uumentundo-lhe
OF cu;,tos. É pr;,clso quA ,ie frise isto: a
queda ou produtividade diminui B recei-
ta líquida pois quaae sempre redunda na
elevdçúo dos g'ls'os para µroduzlr.
A Idade de abate e a taxa de des
frute são pu!'síveis de grandes melborlns.
u curto prazo, uma vez que se promova
a melhoria do melo umblente. em que
ns pdstugens p!'eponderam. A melhoria
genética do rdbanllo viria em decorr{ln
clo e proporcionaria notá mi progresso
desses doh, índices, que refletem a etapu
final rio processo de produção de curn1:.
O abate ocorre, em média. aos 43 meses
quando poderia ser procet,;811.do aoR 24-30
neses, sem muito otimismo.
Emn resumo, há necessidade tm
períosu de se lnerementar u o plicaçãc.,
de tecnologlu nu produção de carne.
Exemplo notável de como se difunde
urua prática é o caso da fenação, hoje
conhecida dos pecllaristas de São Paulo
que dela tiveram eunhecimento atruvés .
de trabalho da ati e deste $uplf.'mento,
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reulizudu com sobras de recursos
hum:anos a orçamentário, ms que ·xlje
potilolouamonto t•fHtivo ,, prloritúrio Pll
tre fül <III-otrlr.es do governo. Alis, o
presidente insistiu nas afirmações de
St'U lnt~resrn em ,1uo a ugrlcullurn ocu
pe, de fato, a posição de estaque em
melo às demula turefo,1 que o bn1s1lelro
será cbumado u reulizar em seu governo.
E f declsllo pri>sldenclal refletia . ·80 ex
pressivnmente no melo de Reus colrtboru
dores mais dl!'elos, Rendo coutittlntes as
consultas e bue;cu~ d~1 dados e Informo.
ções sobre todntl as quostões d1retu ou
ludlretumente ligadas ao nssunto.
Mais uma vez, vem de ser afirmado
que o homem é o objeto do desenvoJ.
vfrneoto, devendo ,;er uteuctldo em sua
lntefrezu moral, étlcu, soei a 1, cultura e
material. P11 rn se ter ldéia daH gigan
tescas proporções desse objetivo, basta
recordar - se a afirmação do ministro da
Fazenda, dp qu(' 40% dos bra<;i!elros
o miseráveis, ucrodítaodo . se que
sajam miseráveis quanto ao atendimento
cie suas neces~ldr1dt>tl materiuis na larga
faixa de suas implicações e con~eqüên
c!us.
A8 15 diretriz do governo e seus
oito lten.:1 precisnm ser retirados de me
mória pelos agricultores, por toda u pc·
puleção rm·&I e por todos quantos este
jam enredadoa na poblemáticu da pro
dução rurul em todas as suas implica
cões, u. partir dos pequenos la vradore.s e
do trabalbudores. Siio compromissos que
não devem, nem podem, deixar de ser
cumpridos' pois seu descumprimeuto
agravará as :gústius e decepções das
massas populares. Seu cumprimento efe
tivo re taurará n confi'lnça que os go
vernante~ não ~1onem dispensar. espe
cialmente junto aos menos favorecidos,
pois aqueles que não tecn diflculd&de&
finunceirns serão sempre os últimos a
sofrer os efeitos do escassez.
Tem-se a impres6ão de que as
promessas dessa diretriz foram redigidns
segundo um bem e!aborado programa
de ação, destacando-se sua objetividade.
Parece que o gover:::o vai envidar esfor
ço~ no sentido rle llber:ur o Pds da pro
longada e deprimente situação de mísé·
ria alimentar, harnndo mesmo a possibi
lidade rla contenção do êxodo rural e
de expressivo refluxo dos trab>tlhadore!:.
que deixaram suas terras, fugindo da
Yome e seu séquito de misérias.
Havendo cumprimento das pro
messas o brasileiro corresponderá. com
trabalho alegre e fecundo; não havendo
mais que engodo e falácia, ele crédulo
e bom, continui:irá à espera da berr,
avent:.:rança de uma oportunidade.
Na elaboraçfi.o da diretriz sobre
toda a problemática da produção agro
pecuária, fir:ou t::videnciado o conheci-
meto do que deve ser feito pera 'que o
País trelize eu de-nvlvinepto e us
<'lnf1nclp çio em tod e a área Pd •
itere+centar que ex/tem uleientes te
cursos humanos e orçamentai J111',l
ser plicados numa s!rutura j: montadn
pai realizçio desse emprodiment,
ba+t ando aptus que haja a acertada
e:olha do +'emento hutano e ..s ,.., ria
aplicação das dotações orçamentarias.
Bem ulirneutadu e bem sslstida, a ente
to Brasil levará o pais para um 'aturo
de destaque na comunidade americana,
poíH r-uquíl:cos e ~~fui
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r,,nr,·,;ln J11t·i!ulndo :ii11nl dr Alfl'íf 1. nma raté
rPÍfrf•nft• inicintia tomnda pelos prof oro
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,dntlfr,,ncl'n o +ardo «direito de rei hc,· o >e 11
salários atrasa«los.
A posição tmadn por esse jornal, r
pr~ fni 1·011u6rlu 1., fi11,nf111 prolfri, u ,l,1 111u.d
adulntrco uunicipal, justamente porque nio
existe o tão famigerado diálogo, n11 mut/•rÍ!I ll
ima referida, mi Ullln , ri. u opi11fi1o do jq: n .J
( ro111r1tln li pullti,·n 11,!0111<111 pd,, ,·h, r, • .lu ""''"
exentivo, Porque rse jornal rontraditório,
11 prefeito pa m din ,, , orr,~rn111t"11t1 o,- ..-rii-t
funcionários' profeworrs ete, tendo até ervido
de exemplo par outras cidads, Nós per!un-
1urín1110A: qu:111cln nJg11c·111 til Coml,:~!1o ou 01111
11
prole+sor, disse n e»r jorl on a quntlqur outro
}
,011i::11n, f(IH' ti~1a,·u e111l~ft•i(11 ront o onh na~,. dt·
orne q1111 rerebrm. C'ottlrn fulnR ttíln li(, 111•,11.
mentos, E bom e necessário que o sr, aiba que
professores aqui m nos cidade, não trem direi
to a qualqurr espécie de as+[st@nela +orial, vi-to
<JU<', n~ FllllB Ct•rleiru~ l'roff.NionulR, por 111,1101
invistacia quo possm fazer, não io as»inda,
/Jonform~ prr.ce,tun e dctrrmlnn a lel, h11p•·11l11du
desta feit que posamos desfrutar da ist'ia
,lo INPS, hoje tão bem utvwndldos pela atuantr
dirctorin do HoRpitul Siio Vicrntt' ,J,- P"ul,1. C.nn·
trarindo frontalmente a nona Constitulção d,,
l{epúblien Federativa do ílrn,11 que n«r;:ur,1 '""
trnbulhodoreP 01 direitos à ,ul(1rio u,lnlmo c11p•i,
de mlisfozcr, conforme n• condições clt r,1d11 rt·~i.1u
n sous ucce,id11des nnr11111i~ ~ 111, ,le mo fnn,!lin
bem como, férfu:< naunis remnnt"rndns, 11:10 ll'tn0•
direito u férln@, CODFetJUH1lrmenk o ordenado
<JUO r~o,•brmos refcrcnt~ no rnê, de março, rur•
rMJrnndo no l.o or,lenu,lo recebido desde ovem
hro do nno pnsrndo. E o ordena1lo de 11m pro•
fessor dn roclc municipal r. Redator é... eredite
se pader, de nJwnns CrS 808,00 (Üitocento• ,.
so,sentu e oito cruzeiro•).
Não somos oportunista•, Br, Hl'1lu1or, 11,
sim como rnmb6m nilo d1•111os nenhum go)pt' p,·
ls costas, não f-0mos incocrcntE'F, ne1u tompoth·c,
hlpócritn~.
A verdade sempre deve s revestir ,. ,c•r
nprllscntudu cm tom cr,st•lino. livre de qu.1l,p11·r
m:lculn, poi• pode acreditar Sr. Hrdutor. o pi'<>·
fesrnrado deuu oidude preferem a~ co11Hq11i'11cln,
de umfl ,·oriinrfe, que a satisfação de uma menti
ra ou mesmo de umn demngo:,.ria barato. N,10 fJ
z~mos grt>ve, a e m temos iutençãn de f.,zi'
la, visto que ncredltaruos (Jll<l um erro n:io jufti
fica outro, e sabemos avaliar os reflexo!' rlt• uma
greve, quando os único+ realmente prrjuJicadM
seriam os no~eos alunos, pelo, quais dnmo, tudo de
n6s e procuramos Fuplantar os muiures 61!crifieio•
Continunn·mo• )u1nndo, pois acr.-dlrn1no~ no 111,rnl
Governador do nosso Estado, que timbnido dn•
mnlores e melhores bous iult!nçüe•, tem pr.icura•
do, com a lntehgêncin e perapicúciu, rnfuoiunur
o• lnúm,·ro• ob,tál'uh,1 que lhes tem 11pre,e111:1•
do no lnício de seu já u,nrc,rnte go'cron.
Ourros,im Sr. Redutor, co11tinuamo, tom·
bem acreditando e torcendo pelo nosso di:írio
reglo11ul, que Bt"ruprc primou prla verdade, des
pida de qun)quer parcialidade.
Somo, uma oln•se fracd, pisotendn e desgas
tudn, mo• pode l'rer ~r. Redator, n nossa mis.iio nilu
,erá fot.errompiJa, porque 1111t1:P e udma d,·
tudo, est.nmos d.nndo de todo cornção a m•,sa
miniuculu putcela, mas decísiva, para o eygrun
decimenh, ainda m11ior do nosso querido e ama
do Brasil.
Josê Tadeu da Com1 ibrqur;
Sandru M.a dos Santos Hodrigur•
Neuza M.o Brum Rorges
Oldemlr Ossunu
Not-a da Redação
Se t'U ficasse me explicando u rrop6-itc>
da matéria lnseridll na edição do dia l, a tn 1
que falnn a re,pdto d.:i trui,;ào, ltipocri,b, inc,>
erencla, etc, de reroas que exercem cargos de
chefia na atual n,lmiuistm<,:jO, o '15,unto f~ 1or
naria polémico e aüo h'rin [im. Aelio qu,· ns
P<-Uoa~ c,clarecidus cntcnrlcmm a "IDt:U>'1!.(D!ll··.
Acho ainda, que o assunto , ervi para motivar o
dcbatt' doa problema,; cducaciouuiij ào m1midpi.,
à nhel de ma1!i.St~rio. Repito, mais umn rcz. (Juc
acho ju!llo o modmtnto do profe,sorndo em
l wJ1l,1 rLiJ
pa o nu!
ttl ti' I tu .
0 tu ti!
t «jutar
IJI li d,t't t•ffi
n " f••,1llt 1 t)I.
os de confiança,
{late» a
nlo para «dizer
, ,!•, d,to :ili.
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[l ·j t1'l ,'I, '. Jl U 1, 1,l' -u,.r,; illl'Í-
.)t,ll'Õ , .. t t1
1 1111 .• ,
, I. OLNVE:
J Nr, . 11· o•: ,, 'oho;e.:: abaixo
1uJ:1t'I . !o', l'.PH,O C , poentes da
Junut« Biiseiin.r de E' ·po. lufl.
Pn'. 1.••nl•' • • .Jo <! .l'Pll,•y L:r[~l?!.lílO
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.1• !'til 11 lnli,1 F,. 11unl1e,1, Pt~dro
Vi1· .,[,• 1) ,J',lll '·, (hk!Uul' :Ieddl'll!,
Wddema Lie dos 5ntos e Ary
Hicatd,1 hra ,,1;,_., lJdv ,Jfl,;.
'1 blit[L!• o:, l' l'UmprHH'.
BPi.1 V1· :.1~. J5 ri•
1
.nlo Je 1!179.
Abn•,1,1 .1·mo;, Zocurlus.
Preste+t d+ L.E.B8.
Carta a Redação
Sessenta vai esh:'eiar hoje
Da1111r P!'US~ <'g-uirnento ao campeo
nato belvistese d· futebol, boje joga
riio no •· Octavio Ft>niolira" ':iesE'enta
x 1° de Maio (de Caracol ) e Beluvi!i
tense x C.1 ('; P . e•·c 1. O sssenta pro
mett- um bom (';:pe 1úc•ulo à sua torcida.
mnus não pod·ri lacilita; o tire de Ca-
1',ICLll t" :•guc•aido ~- quer fozt>r boa figu
ra Leste campeonato. Vares todos ao
e,tntliO. jó. rfit> s·.? trati! ap2nm, de Co
hbon!'. m :;, o, jog 1s Pstii.o vulendo o
ingresso que s paga.
O PESSOAL RECLAMOU
Os muor+dores do bsiro Costa e
~ilvr: t 'l:ad10) rc>clnnwn.Hn e muito, do
o,0g;·1',._ (:"Clll c.h, 'úaLe), do G&sco.
Dis.,t>r:im quo ü 1,1P:::mo CúlHluziu l'Utre
vistas visando desmerecer o quadro do
Gremio União. o é nada disto, o Gas.
cv ~•ID;)!J,.r:,,en,c' lh'OC'.li'OU rliv11Jgnr a O·
,omi:1o t1.: ;,lguc,; torcNiores. Na terei:.
feira ele ouviu o Edr e ficou ludo bo
nitinho. O negêcio do Gasco é paz e
am,1r ... core tudos.
E O EDER
vit<itcH a 1rn~:m rrdaçilo parn parabeni
zar o jo;· rnlis,a )Y,1lcto Pereira pPla pá
gi1H1 esportiv t qu' estú s;,>nrlo inserida
toclu!'I us tclr<;,1 il'it',1<:. Falando nisto, a
td:d• ncl0 apel > elo P<!$Soal, u i>:Jginu es
portiva sera diá ;,1. Com notici ts esp•Jr-
1iv•1,- dl' R,la Vis•·, do E;;tado e do P:.is.
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pcnJ,; esto mês., custa 500.00 anualmente
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externa agradecimentos pela valiosa
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dta área fronteiriça notadamen!o
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ua assa'ura. Procure o nosso E'SCrité,
rio. É ao lfldo do Meu Ranchão, esquina
ca escol11 '' C'1:titdo Branco"
CAÇA E PESCA
O Joslno, d::i Caça e Pesca, disse que o
!'eu tirue vai jcgar domingo corno de
costuo•e, ou sPja, p11m ganhar. Já o Be.
Juvi,;tl ase proruete venct>r, ou na pior
das hipóteses. empatar este jogo. Tem
gente npostando.
ARTILHEIROS
Aires, da AABB, Cabanha e Pen
zo, do Nautico e Carlinhos. do União
são os pl'incip.iic; artilhetrcs do campeo
nato, J 1 o Djahna, Renato e Carlos são
os Got,,iros meoo~ vaz:dos. Vai sn em
polgante a d!e;JUta.
SELEÇÃO DA RODADA
Após OE jogo8 de don.iugo, o nos
so jornal elegerá. a seleção .:la rorluda
e a do último domingo, foi a seauinte:
lljalma, Antouio, Odir, Coruja e lfochi
ilha; Adão !' Alemão, Carlinhos. Cabanh&
Per,zo e Ota vio,
Náutico vai bu
car r binho
Dr. José Atanasio Néto
ADVOGADO
Cnu:ios civeis, crimin11is. ~ ugrárias.
F,cm. Av. Duque de Cuxios, 8í8,
Jurdim. MS.
VI
vogado
e! coo
tfl' (1.l (
Seleçãl
Híuho. (J
Ct!OU', i,! ! til: t'
dindo m Campo d
dE'FCjtl voll:i.r P . t
Vista e i,;ol1< llou u
prego ao presidi te
Náutíco. gur- J 1 ro,,
{r'Jlu colnc3ÇJ<> p tr
1
CRIJlO. Tuào iwllP q
nos próximos dias Ne!
nho estará em nossa ci
d/l<1e pura ddénrlt r ..
cores dú "roah, qc rido''
femandinho c..fümn:
Belavistense va, se
classificar
O loteral esquerd!>
do Belavi~lenGe, Fi::rn:,n•
Jinho, eru breva coota,.,
em a nossa reporta;1a
afirmou que seu rim,•. o
Beln vis lense , ... i e clas
sificar. Disse ainda qu •
os jogadores do trndko
nul cs~üo !rnin;:rndo rli • •
riarneute e se ilncoutrc1r.
com excelentE' pr, pan,
fülco. Hoj<', ') BeL.1vj,.
1ense vui enfrentar o li
me do Josin0. o Caca '
Pesca. O jogo miciar-se-,.
às 1:3,::o horaF.
Oração ao
Divino Espíri
to Santo
Esplrito Santo voei: '1 "~
mt:: csclure.:e tudo que ilun,i
na todos os caminhos para que
eu atinju o meu ideal. Yocé qne
me d:í o dom divino de pC'r
doar e esquecer o mal que n,,.
faz.-m; e que todos os iu •·
lantes de minha ,;d.1 cst:, ,.,,.
migo, eu quero neste curto diú
fogo a:.,'nldecer-lbc por tudo r
confirmar mais urna '-"t:1', 'H"t
eu nunca quero me ~epa,~r
de voei: por maior que sejo G
:Ju,iio material Aâo se:{, o mi.
nimo du ,•ontade que sin11,
de um dia estar com ,·ocê ,
todo,º" meus irmãos na glória
Perpétua. Obrigada m:ii;. - ~m;;
vez (a pesrna de..-er:í foza e-tr.
oração 3 dins se=ido, ;;em
fazer o pedido. Dentro de ;;
dias ser:í nlcunçudn u f!r1l<:t••
po_r mais _difícil que seja p
blicar a-sim que receber
graçu.
O. A. L.
1
Economia'?
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Segurança?
' ,J)
Conforto'? Tranquilidade'?
0M!BUS
Alem dt:1 tud.o o Q.Ue ;::stá -•-cr::o , dma, voce ::11uda será Servido por MOTORlS'l'AS Gnbaritadoi1
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