TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIX_Nº546_14_10_1980 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIX_Nº546_14_10_1980Número da edição546Data de publicação14 de outubro de 1980Número de páginas6GeoCoordenada -22.11426876302113 , -56.527515780954595 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIX_Nº546_14_10_1980 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto --- 1 a d • altun llJrfr ~ ------------------------~-----~ ou Editor Chefe: uelt Iler e, 1d, ,'a dor que ria rso E LOJ Dando ooutl□ulddde á sua po lltlca de expu□sâo a ,T11rjfru Auto Pecas Inaugurou a suu lja em Bela Vistu, que atenderá tode a reglüo frootelrtçu. Srgundo o diretor da empresa, Lulz Ca:·los da Silva, "é noasa lnlenção, a curto prnzo, pre encher os vazios que existem no se tor, através cte urna politlca de a tendimento ba31:,i1da no baixo custo e na satisfação integral do cliente". Jardim Auto Peças é uma l:'IDprese. tmdl0lonul uo r11mo. há mais de aez anos atendendo us populações de Jardim, Gula Lopes. Nloaque o Bo· oito. Agora a etapresa passa u a· tender o mercado fronteiriço. Na verd!l.de, o oomerclo bela· E G vtatensc ao rei;sootla de mais opçõe!J ao setor, o com aberturn destu lojt~ o8 usuários poderão encontrar pçus pnru qualquer tipo de veiculo u preço de So Paulo. A loja está l tubda a rua SelJUstt!:lo O. ao Rego, ao Serglo Medeiros, o cronista du fronteira, volta e volta falando em engulço. Para o Serglc, "hoje cm d!u a honestidade é a última uo!so. lnJo do Ciubf• E,iporUvo P,eJavl:.;t n- 80. Vt,dlo a Jdim Auto Peças e comprove u qualldade o preço de»t: empresa que velo beneftelr o comércio fronteiriço. que se espera de alguém". E el laia sobro a ponte que cnlu, o fH'1'• feito e o ''rio Reco", [,olri P.ng11lço, pâglnu 2. Saul d Ou ,r l aornnt : ha n· m int ,nçao li íllO stabl .. cor confisco'' O deputado Vn!t r Carneiro 1 1 1 {Ili i ~ui l l to,:ro ... , n1 .i. apresentou projeto na Assemblét ftado pare pagar s contas de o deputado "a medida vln mintmlar estabelecendo que o Governo do luz e guna dos hospttals. Segundo us despesas dos sacrificados hospl Colono /Agropecuária Quem ó o empregador ou Pa. trio Rural'? Este artigo respondi a pergunta. É de autorla do Dr Anto nio de )enus Btehofe, da Famasul (ptglll' 3) otarv é Huticia O Rotary Clube de Bola Vlata e tá empenhsdo m dlversus c m· panhas uo mnnldplo. O R,1tury pak sa a vver os problemas belavfiten +eu. Lela a coluna e "sinta" os ro tarianos tab.lhando em pról da comutdade. (Ultima página) Leonel Brizola e .S jos e Quero dirigir esta menr,iagem o. todot1 os meus companheiros de partido. Sinto-me profun,iamente feliz por verificar que a causa do fraba lhismo denocrático, que se desen volve no pais, lmpirada na obra so cial do inesquecível Getúlio Vargas. ressurge agora com d nova sigla e a nova bani.leira do PDT (Partirto Democrático Trabalhish:1). O Trabalhismo é justamente a doutrina política dos homens e mulheres que cultivam o trabelhc, s ~ncootram no trabalho os funda mantos para o progresso humano e social. . Nós, fiéis aos valores que cultivamos no pas:oado, procuramoti nos Inspirar numa proposta política que se njuste a nossa relidade, que seja um encontro com o nosso futuro, os marcos de uma sociedade nova para e:ote país, que tem tudo para ser uma grande nução, e nu entanto tem hoje a realidade que não nos conformamos. Propomo!J um 11rograma que venha a ser antagonismo a tudo que se fez de desmandos DEót!les quinze anos. não penas quanto às nossas liberdades e à convivência fraternal que deve existir, mas espe cialmente que venha a livrar o puís doEgrau de c'ependênclas II qne fo! submetido, com impasses, crises, de que não subemos quando e como sair. Sejamos capazes de construir um desenvol vlmento voltado para o ser humano, e nilo insistir neesn economia que parece um mito do soluçces que nunca iremos a lin gl:-, pois quuuto mas crescemoe economicamente, mais trabalharem os bra6llelros, maio grupos econômi coa internuclonals nos ccntrolam, e mo.Is perdemos a capacidade de decisão. Esse progresso ecociômico que aí está, nos torna mais subdesenvol vldoo;, torna a ge!'.;.~ralldade do povo mais pobre e cqrent:, decretando este contexto de abandono, de desgraça, sobre crianças, juventude e idosos, m-arglnalizartios completa mente. numa 11ub-vida. E com tudo isto que não n0 conformamos. Ê Incrível mesmo, que um país como o Brasil, que tem tudo, país rlco, pais verde, país de sol, !avorável à 1,xistênci1.1 humana, tenha den~ro tle suas fronteiras, milhões de pessoas nessa sltuação. Queremos llbt:rdade, partici pação e justiça para o trabalhador, Isto é o trabalhismo, caminho para uma nova sociedade. Queremos um Brasil para os brasileiros e não para as grandes empresas, para s m i n o ri a s p r i v i 1 e g i a d a s e nem para os ipte r e ss e s internacionais Isto é o trabalhismo que o PDT pretende dE:fender, numa lula i-t!-oéw iolciada. Somos um movim<:nto político e soolal marcado pelo destino. A· rendemos muito com as derrotas que sofremos, com os nossos insu cessos, mas tumbem com as questões corretas que formulamos. Aprendo mos muUo ní polo muodo, quando nus Impediram de viver no urasil. Hoje, estamos em nondiçõoa de formular um programa, seguir uma prática polítlcn, organizar um partiao que será a espinho dor!lal do mc,vlrnenlo, e que vaí aer o grande Instrumento de no a ento slmnples e humilde, do povo trnba lbaaor para decidir o seu próprio destino e os destinos da pátrla brasífaira. S E OS Al - M FRONTEIRAS Amambai IV, 9 DE NOVEMBRO DE 1980 Prornryção: Pref. Mun. Arnarnbal - Adrn. Nestor Silvestre Tagliari Câmara '.íuoicip.al de Vereadores Gov. Jlarce!o ~ilranda Pe.rt!ctpaçi!.c,: Gualra- PR. 1 . Salto del Gualra • Paraguay, Mundo Novo • Eldorado, Jguate- j mi Cup. Bado - Paraguay, Pota Porá - Pedro Juan Caballero - Pa 1 • ruguay, Bela Vista e Antonio João. C MULAÇÃO DE CARGO ACABA LOGO HO ESTADO ULTIMA PAGINA Certa ve havl um políil nlo IJ,, bonr,ln qu1111lo II tllzlll J quo ontnt va Ufll!1 t/ltíl (jlltdl,1 i ft: ('t 11 1'11• oruµulo111ni•·nlt, F ,, r.I,, (.)11 r rl11. r, 1. o 11IJ)l•fll!II lJ u,, dt f!l'l/ 1ac•lt1. 11:u1Jn rn11l11 porque hoje m dia honestidndo última e»ln que e prr de lguém. O prefeito de umn cld«do fim {IP llnllfl 1'11 ,wor, e politieo admirável e dtltdo por seus Inenantvel eleitores Tribuna da Fron •ira ( Fundado a 20/2/72 legitro no Cartório de 'Tit. e Doe, no 1066 .GC ME 012u1/40001 90 111•,, 1:,1. J.ill)l;•IIJ l'clllur • Chtl" • 1 <nld,, l'rrri,,. Departamento Comerchl. Alaro Pereira Redato Admini»traço e Oficins; Hu Duqve de Ceis /n Bela Vis MS: 0. P. 23 ASSINATUHAS Rela i,u, (nu uni) CrS 1000,00 Drm11ü :i.!uniripit>< - .. ··-·-·--·· rS 1200,00 "Os concei101 cmi1J;to, cm cnigos indo não exprimtm, necesrlnmente, oplnilo do jonrnl. F'urdidor e Di tor Responsavel lvu1do l'erflra, r lb mo11trc,11 uinll ponto. - Olhf' -ord•'JHlU o prefrllo. .. Jn oll1d, ( 1111111 ponto d mruJ •ll't »obr um rlo co, ropondeu o polltlco ele!do e eleivel, que ·ra jo· ln! o flPu • Jlliill<'O. - Poli, r.ln1 111 .. 11<' o pr, feito com Ulll J)úlCO tlt· UJ)lCt'nhlfo, ó U/11 ponto. Mns O qur (U dc•N1!jflVfl f!UO Vtiílllfl tlXCO• Ióncla vluse era que a ponte wst em péstmo estndo, e todos nóa daqul do munlelplo dependemos deln, no há ou tr eatrdn pr so lr ou chegr u(ó r.qul. - AIJ ;;lm, l'lorrlu o pollllco, jn on t ndl, o ncnllor quor quo eu nrrunjo vurbtl para uma ponte nova obre este rio m,col ... - .'i.<lmlro tiun pcrnploócln, dfu90 o pref<·lto com nl11Ll11i;mo. -- Or sonh r profolto, dlA01: e poll tlco, o senhor abo q110 o meu Jomo ó sensatez, wonsutez e sensatez. Por Isso l'll no vejo qul é u mino do AO COUO• trulr umu ponto r,obro um rio seco. É gnr.lor dlnbolro póbllco i toa. Drlxa so f esa ponte, pnro n CURO de em ulgu ma oportu11ldndo o rio ,,oltur a encbPr, o co11Alról i,o ao Indo dela um llosvlo de tM1'11 hutido, o rio está seco mosmo, os carros não terão u mlnlmu dlflculdnde om cruzâ lo. - ~lati ... tentou argum ontor o pre folio. -- Nala de mais impôs o político. Ao lnvéA de gastar dlnhPlro com coisas pouco flt:1D!!alao, ou lnutels mesmo, vamos rtcur no nosso lugur: esto cidade e!lta ótlmn, alío preciau tJe oaôa. Eube, depois da visito do papa eu me redimi um PET pouoo.J 11lm IJ•• c!Pu. P reco cnt!llgo, moo uma IIC'fl:ltWfl dt•polu que se oontrulu crdu :anrdc, o rJo Peco um cl .,vto ao lado P onl•~ ctiovou lnfernulrnPulc o o rio • t cai a oldode ficou transbordou, a ponto 'a ' ' , Ilhada e rlow<·l!IJCrnda. O prcftHo, eu t,U U"Clrtn, µô<i BO ll difumnr o pollllco. da prestígio ora esta werlente all1Jluclo. Puroce quu tilo não podo rn_ufs Oklontnr ll IIUL1 tlOO!lOll'Z µum l11JffUilur votoH 86 Jlie i·ootu, do qUlllldr1do re e mnleeld, desonestidade mas era que lu~o dl IJolt oumptrnhu pulll!cn? Sôrl{IO Modolroa Ministros Poriam ntor - Depols de eloglr , desempenho do Milite lbrahlni Aol•Achl fr•n1t uo Mlnlstl"rlo do. Jti111ç, assinalando o espír, «sérlo, coerente e dum crflllco com que trtli., csto momento dlflcll é vida lnHtlluc1ooal httui lt!lra, o deputado Watt, de Pr (PDS-ES) ug riu uo Presidente FIguy redo que promova u 1u cooçilo de outros parlt meuturea u Ministros <h Estado. SETEAGRI E,11prcondimt11!0B & At(r1monsurn CGC ilF: 003'.201324/001 In~criçfio: 13059:t~O Direção: Nlvuldo de Burros Projeco, pnro: Constrn~õo, Lotenmcnlot, ~urv'1 de Nlvei,, Medi<;(le-e o Ha1lficaçõe1 do htzoudn,. Huo A11tonio Morin Coolho - 2108 - Bela VislA MS 8ETEAURI: Estilo e Obj0Uvldud~ ---~ Jnrditu, um mualclpJO que llVl'lUf& acelerndumenle nu produçllo 11gríreln, acubu de receber u Jmpla11- tução oficlul cte umu empresa 'T'rans porladoru, RPvondodurn Rt::talbista de Ólto Diesel, que dur[l atcodimen to a consumidores dos munlcípioo de: Base de retirado: Jardim D istrlbuiçiio: Bela Vista, Guia Lopes da Loguui1, Curucol, 9uuitt•, Porto Murllnho. No Decorrer da pesquisa de consumo de derivados de Petróleo, e no dt,ferimeotc do prooesRo, o Conselho Nactonal do Petróleo, HUto rlzou a Agroswl Diesel, distribuir cargas de ó!E,o dlesFI atô urna galo nag•m de 10.000 litros por veiculo. NOTA: Os St·s. cousUID!doraa deverão fazer antecipadamente seus cadastros e deolaraqão de cotas no escritório d1:1 Agrossol Diesel. ( em frente ao Posto Atlantlc, a.o lado dn DeroulJ COMUNICADO O Posto AtlanHc de Jardim (t!ob nova dlrPçáo), denominado Abastecedora .:grosso! de Combusti vtil, comunica que està funoion110tlo oom os melhores atendimentos d!i região, no ramo rlo abastecimento de iro.salina, lubrlflcsntes, e óleo die sel ( 400 litros por ooni.:iumldor), Inclusive com serviços de lo.vsgem, lubrlfloaçrio e troca de óleo. Conheça nossas instalaçõos e lliota us vuntagan~. - Musica - Ambiente CI steracional serviço a La Cart<3 ! fes!arante {Cassio Paratay c:::la n t11 t.:l p e o (r 8 Especialidades: da Casa Parmeaiana e Frango à Moda o Bellà Vista Paragu-ay De Sérgio Luiz Zanardo (Birigui) Temos: milho, arroz f:eparado, arrnz 3j4. bica e klrela dei úrroz, o melhor preço da praç11. EotrPgamos na residência. - Visite-nos: Rua Harão do Lactário - Bela Vista ~ MS. 6x. P. 25 • Fone 196 1 1 ORNBMf HTacio 0 P do sus Resldenclo depende da escolha da pur·soa fa•pecializuda em Decoraçl?o CONSULTE e ··escc.lhu as pessoas quf' entt'ndem do assunto: f Umu empresa que ajuda voce a escolher o que voce gosta~ Carpetes - Cortinas - Eoxes'. Tapetes Decore.dor:es à serviço das pessoas de Bom Gosto llâftlf.: Rua M&racaju 59~Fone • 624-0510 Campo l:irande M S -llmof adões etc Brevematte rep1.1es.entante em ·Jarolm - Üuem ,,. e : 1 ~ n pe 011 ff lcn ou ju1 ld!CR, pro prl tôrln ou no, que explora ativda den ul{ro-econi'>ml • 1M, tu ar ter per m naolu ou t• 1111>-.1l'l'nto, ,Jtr,•t m ntt> c,u ntruvé. do µ1 opo,-.luli e eurn .1uxil·o Ct! empregado, locJtspeu~tiv1•l ª"' f<t"l'.{Ulnt f'I r II rl• - r«tteas'pra enquadramento como Em prgador Rural. a) Ser pessoa fila ou jnrtdica O emprP~udor rurul 1 ,cl rn c,pl, rnr a al· vldude rurul pi-.,•odin••n{', 1·1111,1 p, ,-..o 1 fislca, ou como pessoa jurihtca. Ito é, oonstlíul<lo rn flOt!lP1h 1,• Hrt01111ua, ou em tiocledadl' por <]llot11~ d<' r,· ,pont-a· bllldodtJ liwltad,, 011 lllm!t-.• fo l'U 11>111 ooodomlulo. Desde q1e «o ol,jdo óu <'Xploraç.lo seja rural» a emprensas ser rural, ainda que constitutóa Pm "rril'd!ldl' i - nôolma ou quc,t,Hl dr. Nilo lmport:.;, pol,; para o enquactrnm1-nto da Pn:prr 1m como rurnl que Reja juridica ou fHcn. O que Importa é a natur,,rn ilu at!vlriartn por ela explorach ,~om objetivo PCOrH):nlco. b) Ser ou ntio 11er proorlel~tfo - O empregador rurnl pocte sPr ou nllo, pro prletãrlo da terra ou da lodulllrlu rural, desdo que as explore, que se encontre à frente do aegó::lo, que corra os ri'!· ooa do empreendimento, terú a condlç:ío de empregador. Assim o arrendatário, o U6ufrutá rlo, o empreiteiro, o possuidor, se equl• param ao proprlettirlo rur!ll para os e feitos da legisl::i.oão trabalhista. e) Fazer a explorução em carater permaoeote ou t.m1porárlo - ~ empre gador rural tnoto o que explora a terra ou a lndu!ltrla rurol em cHater pcrma. nente quanto aquele que o faz em ca rater temporário. como, por exemplo, a pessoa que arrenda, por prazo deterrni· nado, certa gleba de terra para planlü.· ção a curto prazo, ou aquele que em preita s execução de determinado ser vtço ligado á agricultura ou pecuária. Assim, embora a exploração s~ja feita em caratcr temporário, o arrenda tário, o empreiteiro titc. serão responsá vds por todos empregados que admiti roo,. d) Ft1zer a exploração diretamente ou atravé8 de prepostos - t-;ào desoa racterlza a figura do ernpregactcr rural a circunstanciu da exploração ser exer olda iorliretameote através de presposto o que é comum nas socledade:3 anôal mas, por quctas, etc. Empregador será sempre uquele que assu.ne os riscos do emprendimento e n!io o preposto, que é apenas um man datário. um administrador, que executa as ordens de quem o contratou. e) Com auxilio0 cje empregados - O revogado Estatuto do Trnba:hndor Rural, deixou bem claro que só ertará sujeito as disposições leg11i6 í!quele pro prietário rural que tiver empregddo H. seu serviço, deflni~úo esrn, que tombem Empregador ou ,ort zl Patrão foi ac:it. da µ l legtlço vi. nt •, QUEM É EMPREGADO HT'TAL' Entre s dttieuldad que npre tentam ao t pregado es rurals par a aplicaçt.o da let»laçl.o trabu!hl ta uma d l!ô t!HII" NÍ't!n11, <:>, 1''.l'!!1lHt'nt1 1 1 d h ·r qu:1111 Ot! trnb 1Jll. tllir,•. rur,1I qu 1 devem ser oouidrados «empregados», pol hà um grade número de p «sona qu •. • mbor trablh u(!o , m tividnde ltg9da lavoura ou peeur[a, ío ,e enqudrm como empregadores. Jlli, UlillW quo dltHl!J~lllr l'lllr( ltU· hallt1Hlor rurul, que ( 1 t11ll11 n pc :-cJ.1 que trabalha em erviço lado à !,,vou· ru, pocu/riu ou ludú!!lrl11 rurnl, "H'Ul rP• l,ição itu rmprc·go~, :.i u mprl'f(ndo rural que é aquele que trabalha nus moamas Htivldadt•R, mus !'Uj<'lto a um contrato du tro.bnlho" Conceltu11mos o «Er..,prc..1~11do Rurul como to<ia u, pc!b0U fblr11 que, rm pro prlcdado rnral ou 1,1róctlo r(1 tloo, pre•tn serviço~ do notu1 ez 1 nilo ovontuu! no empngador rural sob n depcndõnc!n deste e rnodlunte s:ilôrlo,. AI ei;Ul.o, pois, dArtntdo~ 011 ele mentos carocterlzodores do empregado rural: a) Depcnrl~oc!u: - O omproJ{Udo rural ~em que 6er nc:cellsúrlnrneute de pendente hierárquico do c•mpregudor, deve elo <,stur subordinado, lslo é, obrl• gudo a cumprir suus ordt-n~, polfl sem dependência oâo podo existir rrloci'io de emprego, r.on!orme prloclplo báElco da lfglE!açâo de trnb':llho brasllelro. b) Serviço permanE>ote: - ) e pregado ~ural devo prestar serviços per mnneates, nüo podendo ser cooc;lderudo o trabalhador eventual. c} - Salário: - O emprl::'gado é, obrigatóriamente, um assal11rlado seja mensalltltu, tarefeiro, dlulstd ou lloriflta, podendo suu remuneração Aer p':lga to talmente em dinheiro, ou parle em dt nb.eiro e partP. "lo n:-ituru", Isto é, um forriecirnento de casa, de allmenlação, etc sendo toaavla, obrigatório o p':lgamenlo em dinheiro de pelo menos, 3Uº,o do va lor do saliírlo mínimo. d) Pre;;taçã? de serviços a empre gador rural: - fü;i;a condiçüo é essen cial, pois se coexistirem os três eln,men tos acima reYerld or,.depeIJdêucia, trabalho pl'rmanenta e salário - mas se o se&vi ço não foi pt'estado a empreg1:1dor rural - o trabalhador não terá qualidade de empreg11do rural. Devemos salientar que se o tra balhador executa serviços que, pelG ;;ua natureza, é rural como por exemplo, cuidar de uma horta, não terá ele a qualidade de um trabalhadc,>" rural aa a empresa, à quai preste serviços, oúo for rural, ·mas explornr únicamente ativida de industrial ou comercial, como um hotel, uma fábrica, Etc. Se, porém, o trabalhador prastnr CA )N Rural? ,h• l!1 (. l'I.( (ll 1•k!d 1 !: : . t rurl, era con Ide ado r tural para os efeitea trab 0 ljli' ln t, ,t .. ll 1,, ,, f t llllt,•, l da ativldado deseuolvda, pela ampresa p.1rit careterbelo do empregado 0omo 1 t1rJ 1 ,, . ruuc,'o IIJr 1 1!1• •IXl'C 1d l. c.Ju:I l' udA,ll'I 1• -.P,1u •o l!.1Jhirt p r, ., <'a1, i'lt ri . c1o (10 tr,1l1.dllll rur.ll. (j11' 1 j)l'lduc () llf.rkol.1 • il,·· th1, l11!111 lll:t!L"11,: o J•I 1 j ])1' na ft. Ir.,, Oll jut ii'kn, qllt' t•X plora na repectiva tl idade rural. 'T'n to é rurícola quem trabalha numa faz+n da pertencenta a um plantndor do Oa, qlll nto possui usina para a Indui lrlnll zução do produto, como o que ex/ee as atividude preft tonal na lavoura canvleiri da empresa produtora d uçicar». Dr, Anlon!o <iM .~l'RII JJlohof11 !)Jr. Ot•p. .1 urfdlco PA:1: fJL Cakário Bonito Ltdo., C LB todola: bonito a Jardim • Km 6 -. Foro+inho E.rrlt6rio: /lv. A(oruo Pena, 16o. C. Grande S Es!!ritlirio C<.;11lrJl. !.· tJrH•~ :;•.J ii 1 1 - {, l;l .38 ."> Av. W oirar Tarre», '7}6 • Fonrs 42]5430 e 'lll-51:lt ltepresentante em. Marajá, hio Brilhante, t€ Puutu l'urõ ~ ,1,trr,f!'lrJtJ,.1 De Ml9uol Lanxlllott-1 o FIiho Vidros, Ferros, Aparelhos Sanitários Tnbo3 g11h·uni:wdos, pla,li.c<:a, 'Iiar.,11 !:JombaY parn ~gu11, etc·• J:luo Augusto Mascarenhas 509 - feue 13 Aquidtrnana - )foto Groa5o co Dr. José ·Atanc;mio Neto ' - ADVOGADO O.AB - MS - 1579 A Hnida Duque de Caxias - ·reo Cx. Postrrl - 31 - J rdio -~ POIO AO GOVERNO O deput.do Aleldeo Fr ·nal«eto (PS SP) ape 1011 ao, llh•lllhro, (l () p1'11('( O p,I ra que a] IA c!••u II l'n• ilh•ut,• Ft queirado venaer 0s oi> t'lc11lo1-1 tia horn pr• enb que, eundo ele, n, o e resolvem Ó í'Olll t utento, As olu ç0e adotadas ató ll{O ra - dl se • JIOdilltl n o /r as desa j vls, ma eto li ll)aclll IIUIUII coerónaia qu irá pro ,111,'.h' 1<<'11~ fruto 110 ,l .. vido tempo. Intenções oltorad,as ,o i!l 111 !tu u foltl d 0onflung na rea!lza ç.0 de elufçõe dir tas para govern .dor OUI 1982, o deputado Ana deu Geara (PMDB PR) h•mbt•t)U (U<l propo. lllfl e promes 118 lllflo muit1u, "ou ustomo:i can1ado1 d comprovar que as Intenções manifestadas •lt J:"cluçUo uoit ponto, b(111lcol! du oaminhudn domuoertlea áo slste wt.1tioum •.11to nllcradoa''. P RTIDOS POLtTICOS Ao lameotur o que c!all_Uioou como "UB&a&• sloul.o"' do exlloto Mo vJmento Demeicrútlco f::Sru.síJc;rn, o deputa.io Aldo Fagundes (PMDB RS) criticou a. eh,m.rl d.de dos purtiào.s poli !icos no Bruil qu!l, "pesar de se constituí rem na essência da de rnocr'lcla repre;entati V'.i", mm mádta de vida do up .nas 20 anos". . vm Na "Ferrais" voes encontra tudo µara ma construção, como Telhas, Lajotas Colooic.is, Ti.::ilas, Az.ul2jos, cimento, ca.J., FERRAMJS O Jeitinho Amigo de Con:;~r..:ir FE.RR MIS Entre·gamos a Domicílio Rua llarechnl ~allet 1020, Aquidauana Telefones: 1693 e 1006 :19.io Gr.ouo de lal .. ' mel Vi "...E MORTE DE CRUZ'' fll.!PEN E 2.8 Fxmalmnndo ns Sngrada leerltu. r, tneontramo o retro, bem dota. lhdo, do sofrimento do Senhor Je+is, que @ul/nau 0ot +tu Iorle num cruz. h, que vem newr cruz? um rei cruel fendo Ir, e ma! do que Isso, obro a INDICA.DOR Dr. F'iori Murano J f.llJCO Cun• ultórto 7 A 11 hs, • I 1) h lf'MtA1' (1 JNI'S PO!-l1'0 rrn SJUDR li l<llNHUHAL - 12 1» horu Dela Vi«i Mato Grovo do l Dr. José Wilson Bacque) Ortopedi.- Tramat logla ltl'ndlm<1nto Dlur.no o Noturno Forno do Blor - Onl:'.ls Curtos Roda Nutio - Troçfio Con•lc11l Con•uhório; H. Jo,t- AlJ!onjo 971? • Fone 6240420 le,!t,: R lJ de Julho, 858, e/3 • Fone 64.4905 ha,po Grtwile - illnto Grosso do Sul ilf UMDTOLOGID Ora. Sonia Maria de Medeiros Clica Médiea Reumatológica o Fisiolerapi CRM. MS 16 • CPEF 17865701-.s7 . 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Diariamente Rua Duque de Cn.id@, lú7i • fone 268 Bela 'ieta - Mato Gro,so do Sul eh@a do ri, v IIlQII umn coro11 d(• r11 plnlio produzludo dorr11mumunto dn nn ue; vemos ln Ia três histórico?prego% que werviram para prenr as mãos 08 pé do T' ,, IJ/l ctuz; V('IIIOS nlndn, um letreiro que dlzla o eulnto "deu Nn- zareno Fel da Judeu" Joto 19:19. É do rio fJf't·guntar: BÓ vemoo lua ·º"· ~tuz de Jesns? NAo. Vemos, coisa" de pro un do «giricdo, ·oi» que no+,Ia!/%,,)" pocadofl dn raçu humana, do eu mo vmor do Ooue e sobre tudo, do único caminho quo Dou11 truQou ao homem, como mPlo de solvn9!10. VoJarnoa. Rm primeiro lugnr, vemo11 nu oruz, o onor· mo fardo doa p o c' do da raça humn o IJ r e oo o ro b r 0 Jnocontos do HPI Orucmcndo. Vemos ali 11 JuAIIC(~ de Dous Imputando sobro o Soohor ,lesuo, o cnstlgo que 011 homens mereciam. Por ossn razl1o o Sonhor Je· ti sentlu o desnampro por pnrto de Deu,J qunado exolumou: "Dous meu Deus meu, porque mo dosamparasto"? MorooA 15:34. Em segundo lugar, vemos 1111 cruz do J ,isua, n profunda o slgnlfl· cottvu mnnlfe~tnçllo do amor de Deus. Enoontramo!l nus páglnae dne Bscrlturae Oon, . .Av_ ouid" Moto Grouo. aso Fono 6296;15~ Sogradus, expressões que Deus prova Res. Fono 62441ltl, Cumpo Orundo ilb o seu amor aoo homens, do ndo o eon Filho Uulgenlto, para morrer em nooeo lugar. O Mestre, dialogando oom um certo senador, Nlcodomoe, as!lfm 110 ox- Dr. (jerson Novaes t;.uimara-1's prPSAOU "Porque Deus amou o mundo i v de bnl maneira, que deu o eeu Filho Unlgonlto parn que. todo aquele que nele orê não poreçn mas tenha a viria eterna" João 3:t6, e o apóstolo Paulo esorenn do sua carta aos Romanos declarou o seguinte: "Deus prova o seu amor para conosco, em que Orlsto morreu por aós, sendo nós ainda pecadores" Romanos 5:8. li flonlmente, em terceiro lugar, Porà vemoa na Cruz de Cristo, o UNI CO caminho pnru n s a l v a ç o da alma. Pedro, apóstolo, perante o Sinédrio, interrogado sobre um milagre que havia sido feito em nomo de Jesus, assim respondeu às autorldadrs "~ em nenhum outro nome há dado entre os homens. pelo qual devemos ser tialvos. Pedro falava de Jesus. Atos 4:12, €J 431.201s flnulmente o propl'lo Jesus, a uma per gunt!:I. de Thomé, assim respondeu: ''Eu sou o Caminho, e a Verdade o a Vida, nlnguern vem ao Pai senlío por • Mim." J oiio 14:6. Que Deus ajude o ouro leitor a ver na cruz de Jesus, o que acabamos de afirmar. Amem. DV 7a .------------------, MEDI' Clínica do Olhoo Dr. Cclll0 M. Jrulrnlrl Ciiulrn e Glrurgtn de olho Dra. Augélicn M. F. Arakaki Oftolmologlo Infantil Adnptngho de Lentes de Contato CüRDIOLOGISii Flet'Nlonrdlogruma do Esforço Renbllltaç!lo Fiolou Conmlt6rlo: R. Jo,t Anronio, 972 • Puno 024.JLZO Res, I. Darllo do J1. llr11non, 1416 • r'onc 624-0184 Oampo Grande - Muto Grosso d.o füü N euroclinica Ponta Dlroç!l.o: Dr. Luolo Mérida Aspoll E1poolali1.ndo tm Neurologin o Neurocirurgin no Il.S.A. cio Rio de Janeiro Membro do Colégio Uru,llciro do Cirurgiõe~ Clinica o Cirurgias do Sistema Nervoso Traumatismos de Cranio o Coluna • Kpllepafiu o Enxaquecas ELEfIWENCEFALOGHAFIA Ar Antonio Jollo, 1890 - Fooe P1,utn Por!l - 1'1S Dr. Adauto T. Iejiri Clínica Pedlátrlca CRM. 740 Cunsult6rio R. Guio Lopes- 810 Diu 8,00 às 11 be. 1 g 1 f -----------------,') Laboratorio de fümálises l~ Clinicas São lm:as Uda. ij lliantcmo, ~oovo,nio l'OID: INAllPS, Bnnco dor Brnsil, Fusex, Previrnl r::~ " Exame,: Bioquimica, Enzima, Cultura, 4nibi." gramn. Hematolo,rin, Secreções, Bacteriolo,,ia. Imunologia, Parasitologia Hospital S. Vicente uoG domingo~ Bela Vista Dr. Antonfo Braulio de Barros C RF /20 - 259177 Rua Guia Lopes 826 - fone 247 . Bela Vidn MS .PEDIATRIA Dr Sergio B. Pellegrino CRM 346 PSIQUIATRIA Ora. Solange A. Pellegriru) €3M &3$ Doença dos Nervos Rua Maroohnl Mallet, 567 - Fone 1592 Residência: fone 2107 Aquldauana MS LEI E IISSINE i IBUNli DD FRONTEIRA trfeifura Mnuicil te lela Virfa IYI O Os Impostos Pretllal o 'l'arrltorfol de 1.lt , Htlo à àlIpo111lcflo do contrll.>ulnto111, noll lla11. Cô8, o os pre,tuções te oo venclmeotos: t n Pre11taçl.o 2.A ProoluçSo 8.1! Prestuç11o 30/06180 30/08/80 30/10/80 Banco BrnslleJro do Descontos 8.A .• Nomes que lalclum com: A, B, C, D, E. J.<', G, H. Banco Financial S.A. Nomel!I que lutclam com: I, J, K, L, M, N. O, P, Q, R, S, T, L', V, W, X, Y, Z. Areenlo Loureiro Sotor do 'I'rlbutaç!io Oração ao Divino Espíri to Santo E1plrito Santo vocii que me e,clnrece tudo que ilui na todo oa cominhos para que eu ntiojn o meu ideal, você qne me] dá o dom divino <lc per doar e esquecer o mal que me fazem; e que todos os ins tantes de minha vida está CO• migo, eu quero neste curto diá logo, agrn<lecer-llic por tudo e confirmar mais urna vez, que eu nunca quero me separar de você por maior que seja n ilusão material nüo seró. o mf. nirno da vontnde que sinto de um dia estar com você e todoe oa meus irmãos nn glória Perpétua. Obrigada mais uma vez (o pessoa deverá fazer esta ornçào 3 dias seguidos sem fazer o pedido. Dentro de 3 dine aerá nlcançndn n graçn por mais diflcil que seja) pu• blienr assim que receber ll grnçn· M. J. V. Predsa-se de . memnos para vender Jornal n 1 t+ J>, I.J •( es j e 1 es ili ) ) Comercia ier Lida, Está liquidando todo seu material de estoque, mercadorias à preço de fábrica Secos e Molhados.Ferragens e 10Q1 artigos para a sua escolha lilna IIAMo.hal JfJlalue, 604 Estamos Mudando de Ramo. Ponta Porã s PARA li PROX,IMA Cmpo Grande, MS • Devido ece ·f4ade de manter, impreterivelmea 1,, uma rc unl!lu com ,,,. t11·h'g<1tlc ,10 Partido Demorttco Social do Estado p ,ru forlll,Jllwr· li ro1111litulçl10 <.l thrqrn ;~onrorrl!ul•• a rlc-tç/10 do IJlrUóllc, :t, glooul do purtlclo, o gov, ru·1dor ~lnrdlo MIrando coucelou a reunião om cu 1HicrPtsrlucto. Este encontro, rr.:arcndo para o mesmo priodo, trl urll11do r11r i a pró xI emana, depois que o lovernador tvgrear de Brastli onde a lnr au convénlo com o MIntstrto do It ttor • para canalização do córrego "o drng,1g,m cte otltoi,1 qn 11r'1 .. Outro comprem!so de Marcelo M!r,ado ar uu J>r,•11td(lncln da Hr 4ubll r. r1',1ni,11 uhado oi 3O prefeltos +ul matogrosen ses que sero reebtdos pelo prelden pague luz e ' agua de hospitais "Fica o Poder Executivo autortzn do a pagor as tarefas de gua e luz do8 estabelecimentos que ª" dcdícem à as;ilstO.oclu m{'dico-hoFpltlllar no E•tado e que comprovem, no todo ou em parte gratuldude de atenllJmento'·. ~ o qui, estabelece o Arllgo Primeiro do P1ojeto de Decreto Legislativo apresentando n Asaemblda. pPlo c1ep:it!!do WHlter Car neiro vlce-llder du PDS 9 do g"vproo ou P.arlumeuto Estadu1.l. ''0:i est1.bcleclmt:ntus de que trala 1 MA A o Artigo Primeiro segundo Carnelro - sorúo oudastrudos peronto à 8eorcta• ria de Snúdo do Estudo, modlunte eomprovlç!o de !'eu reglstro, fuoolo namento e prestação do ssletênefa a pesos desprovidns de reeunws•·. !'levo la ainda que elltn medldl!. objetivo, uno só rn l n I m I z a r us d o s p o a n e bem como tncentlrnr o ntrodlmooto gratuito a ludlgPntes que o.lguroúR . Insti tuições de assllltênda módlco·btGpltalar deseuvolvem em Mato Gros;w do S:ul. São 2:W.000 tratores agrícolas. 330.000 lmplementos, 10.000 crilhe!taóe!ras e 300 pontos de venda e de assistência técnica Na conrlição de Revendedores dos produtos Massey Ferguson nesta Região, colocamos à dispos!qão dos amigos agricultc,res toda a nossa expcr!êncla, parà que a Safra 80/81 constitua o suc,~sso que tudos nós almejamos Apolinário Máquinas [ Agrícolas Poata Porã, Amambal, Bela Vista, Mundo Novo, Iguateml, Seta Quedas, Eldorado, Antonio João, Caracol Neue mês de Outubro n AllA estará realizando uma campanha intensiva,de venda, de wâquin111 e peça;; assim como, informações e assist.ência técnica ''AMA" - Aumentanáo a pr-odut!vidade l .1 c<'h> l I tt,,t,, ,to. ) 11,11 .i !, nlo tl t llllito <'(lm ú ereta,lado punas protelou a dleu a de varios amuuntot politleo-adninla lt,1ll o, deutre eles relo.liznço d c•lrullú,ttv,·I, t'Olllll 1nu1H'lll':l o pr(lprfo tiovernador. A constltlçlo da chna p,ntl,., ria eta exlpzaela legal, plrnn rlll o µrnw par eu reratro, a Juatl ou 1.1 llor 1. ser lia t ;e H.,tltuint A transformação d Atual 'anate o t , s. bela Naeion! (Co tllulnt , • 111 a Jll½l tl 1 'li ,,•A de lHlth'r !li "btôleow", tol defendi. li pelo deputado Fran et ao Lbardonl (PMDB. ~('). l11 H1 ta •!Ili! pr•- prlttlÓl'i ,., llt' ti tr,rn forme4o cle propôs qtl 1 ) (]olfl'rlO l\'I~ 110 Congro projeto de lel ordln4ria liberalizan do 1111 lc'I, ,!< lmpt •n 1 «- cio "líltrHll,lll N donnl, reconhee ndo a Un/fio Nn~.lnual 1lll1 F .. lu<l,rn- teo, ret llll'rllltlO Jl 11 11 1 plünll u1t,, <l dl trito dê JtllYt• , OTICA CAMPINAS Moderno Laboratório Ótíco o serviço d B.UA: Brnno Rio fJl'anco, 1228 . ~ sua VISOO FONf•: ül.: .. l,' Compo Orunclo - M to OroH1i0 do 'ul IIIURllNTE são LUIZ de C armem Gonçalves Qn Í'Ó'I. l'lodlzlo oornpfoto - om estilo gaúcho Vl!!ltnodo Donlto no deixe d v.l llar o RCSTAURJNTI: SÃO LUIZ, O curtflo dn vlf!Jltu•, da p1orol11 do Fonno o Fica nu l'raça d.,_ I.iberdnde llouiv, IH erealista Martins lnd. e Com. ltda. 1 Compra e Venda de Cereais Arroz, Milho e Peljão Moderno Servl90 u Empacotamento de Arroz, atacado e va.r-ejo O melhor Prego da Regio H-..1a S:l1o Paulo, 55 íl - Urganizações NTE TUPã Agora sob a Direção das Ferreira 1 1 l __________________________________________ , Gasolinas, Óleo Diesel, Óleo Lub::iUcante, Borracharia, Lanchonete e Dormitório Atenda :24 horas po, dia Amigo Motorista no "POSTO E RE~'I'AURANTE TUPÃ" voce é bem Atendido e o seu .Refrigerante é Gratuito Posto e Reslaurante Tupã Rodovia Jardim a Porto Murtinho t ·10aturo -------- 1 ~ ~ ..... ~~ ~ ll01'.'HítNO Pura nós, rotnrln0, 0por- tunl1do# e»to a toda u prle, buerve o defctente fj4eos ou mntls, os em pro[tio, ai pobre e faminto do mundo intv iro te o. doentes, O tmpo flllt• li lllll>, {) 1l'H ervlr àqueles que preelta de nós poder er o mwum no ct 1:1 !Vo li J() tôment n lu del, coto 1'1111 he111 t1,1 rw- .. 11. kolt KIrh pro11lrlf'nlt· rlt• ltnt, y lttlt etoul LI PO llTA;1.'lT 'Todo e qualquer compunhet1'o lporlut, roua detenda e o sltb lo do Hotat, csdt totv«rlano trabalha pura que u ora runde ori;i11niwvtlo lul1'!HllOlCJlllll fllUt'. REUNIÃO Reunião reallzad sexta feira pp coutou cvm I prr!-!'111,,a <lu ollpO do companheiro Carlos Alberto (prC!'itl, 1111t 1 ) Dru /znlóu; da srltit Helen 1 fuuclonárlu tio Hospltnl S. Vtwete de Paul, Cvlnt•ITiôl',tDclO u 8eu universarlo nesta data, do Fel nuldo (eupre copuleiro) e do jovem 1-'t:dro 11 nriquc, filbo do comµ1.rnhctro Pcdl'O. ROTA RI ANO: Prostumo& um serviço à nossa comuuldad() qunujo , en •ontrawos tempo parn pnrtlcipar dt1' crlhçfio de eriços em pról tos jovens, dos lllO!lO~, dü!J luvhlidos e dos uecesl tudos. HEGlSTHO Hrglslt·ümos as pro enças doo companhetros Carlos Alberto, Ivun, uleimn, Nestor, Ivutdo, Genil, PN0111H. Hulrnrvul, Joac Gurnldo, ,1o!iv, lfortúncio, _.lumno, Hazzano e l<'eroauúu. • SJl D:Ç.ÍO O coro;rnnbeiro Feruundo e,ou dou a srtta l:I~leua, eofoc•rndo o seu trabalho, a su:.1 derlicnçílo, desejando que a mesmas continue u truballur com o mesmo empenho e reponsa bilida de. DEBATE : Foram debatidos vários nsAun tos, entre 011 qu:i.is o probleurn da cadeia pública, com o companheiro Jvuldo eofocundo o carátec de ur gêaciu nu solução do probleru. O companheiro Ivan disse que u Rotary já. cumpriu com wc1 obriguçfo, e o assunto agora passa a ser respopsa bUldude do Estado. O compnnheir:i :'11urnno oilo co:cortou comn tu! afimrsço, drzen do que nós devemos continuar lu tudo pela reforms e ampliação da cadeia pública. Ivaldo disse que vai couliuar estilizado as uutorida des utrr.véa d8 !rnprcusa e de ('()U ta tos com deputados stdual, 8EDl•: PRÓPHli 0 companhelro Ivaldo uerlu tambem que o Hotary etude umu e+ltatêgia de çao vindo n con tt uç w ,1n. 1-H•de prôprln, 1ltlf4ttnto , 1,(or1L<l11 nu. rc•unlAo com o gover ndor Ferntto 'Torres, Para o pretdnte Carlos Alberto' é um ve l 11 0 0 11 h o, u m r n n d o rt ,, ,, ,l r I o (' 11/J!I Cl!lll/lllrl 1 mnA () 11!11llnlO com o,1rlnho." Dlll!IO ainda qui procurou saber' e fl Prefeitura possul lum terreno qul' p,,cll'l'fl ,wr doucJo ao llOTARY, vdo n resposta negativa, mas Isto no no wmoreee e vamo lutr pata eoneretlzgão do velho sonho dos rotarlnos belvlstenses. ,USENCIA l111llo ~rnlldn n nur;êncln do outros companholros. pois u frequ~n c:ln do tudoa ó fator lmportonte pum o deseu,·olvlmeato doR lral.Jullrns. MENS,LlDADE Multns discussões u repelto do oumonlo dos meusolldades, várias sugestões foram apresentadas. Na próxlmu rounlilo, 11 ser reallzadu Pexta felm na resldenolu do presl donlt!, o UtJF.uoto será debatido. Pedimos o oompareclmento de todos os compoubelros. PROTOCOLO O protocolo Ivan Marques, BflU ci ou todo e os pretientos, elogiando o trnbolho quo esta colun11 vem re Jtzaudo nu dlvulguç/io das renllzaçõeo do clube. Leu uma m& té11 1a inserida u ePRe respeito nu revista BRASIL ROTARIO, de junho. ROTARY, LhBORATÓRIO DE IDEIAS O Rotary Club, em Bela Vis ta, niio é apenas um clube empe nlrndo em usslstír os mais ncces sltudoti e oolnborar para soluções dos problemas mais urg .. ntes. A área de otusçüo do ROTARY, em nosfla ol tiade, sem fugir à tlUI. filosofia prlo cipul, é II'&is um centro irradiador de idéius, um verdadeiro laborató r!o de 1déiss. Devido ser Bela Vista uma cidade pequeun. e de portícu Iaridades especiais, o papel de RO· TARY ns sociedude exig-e uma atua çuo mais prvfuudo. a nível de par thlipução. Isto é uma imposlç!io da própria dinamica do melo t1m que vlvemo!l. Desvinculado da política. mas às vezes. obt'igodo a usttr a político µara atingir os seus objeti vos, o Rotary está cada vez mais, propenso u assumir, de fato, as ta refas e as uissões que o povo exi g a todo instante. O importante, o mais importao te, nete contaxtc,. é que o ROTARY nllo é uma pfl-soa, não é um inàí víduc,, e a n;~1 respeito lembramos as palavra de Rol! KIrlch, ,p%% dente do í1, "o rotar«no, Id"!""; nlmente, não et capacitado vir inteiramente se Ignorar " , gr:rn O Oll prlrrolplos li!'.lolco►1 de tary". Rolt Flrinllzuodo, oloda -:om "º , Oumpo Urunclo, MS • O secro· tál'lo Suulo Qul:ll'ÓZ, dú Dcsenvolvl menro fü:onômloo, 11flrmo11 dia 10 PP que nllo Llà u~nhuma lntençllo, du parto do Governo Fedurnl, e1~ cslu· b2leeer o confisco pura a to[u 0u qunlt;quer outros coreul!l que vcollum u oer exportudos. Segundo o secretório o que exlHte ó "urno preocupução dns uutorldud~s do setor dn agrlculturn eru garunllr o ubasteclmeoto do mercudo interno, de forma que não huju a ncccssirlndc de !mportuções posteriores, prlnclpalme1Jte no que diz respeito à soja'. O presldent' da f.ederoçúo da Agricultura do ~foto Grosso do Sul - Famasul ., Sylvlo /mudo. que anun oluu u.:nn r e u n i il. o do de partamento de ugrlcultura du e11tl· dado quando será anulhmdu a nova politlca do Governo Feaerul COlll relnção 110 setor dltia11 que "s9 nllo houver confisco, nfio ternos com o r Saulo Queiroz garante: "não ha nen intenção de se estabelecer confisco''.!º;' ro:-to que nos preocupar". exl,t Para Sylvlo Amado, o lmpt mi-nc tante é 'que, quulquer que sejn F I e medida tomada venha benctlclnr I m produtor sul-routogrossooso. A re com u!úo do Depnrtnmento rio Agrlcultu1 a 1 da Famasul tem exatnmento a fln1 llrludo de uoallsar os beneffclos qu possam vir com esta medida. J A o secrct{nlo Queiróz, gani tlu que "o confisco, como algnt eotendcrum, não passa de uma !ll1 dldu do Governo Federal com vlst a dl~clploar a quanHdade o o qc pode ou não ser exporlftdo no nc que vem, no setor de grüos". Dlose oloda que "tudo Isso I mio deve ao fato de que as exporlador1 le começam a efetuar seus contratt bal de. veôda, notecipndomente, olé mi 'e,pl mo já durante o plantio, o que f do com qut-1 o Governo Federal ante1 fa7, pe tarnbem os medidas para gim está tlr o produto na mesa do consuc e esI dor brasileiro". a Kal ad. Acumulacão , logo de no Campo Grande - O Conselho de Recursos Administrativos dos Servidcres do Estudo - CRASE - :1S preten0e elfmlnnr todas as acumula ções do cargos por servtdore~ do E:;tado, atendendo ao d~creto lei nº SGS, de 23 de setembro último, bai· xudo pelo Governador Marcelo Ml rnnda. O presidente do Crase, João Perelrn da Silva, disse que o órgão vem atendendo diariamente, na tiUO secretaria, u muls de uma dezena de caso de acumulação. No momen to existem mais dci 100 jli. pro,:essa ctos; que deverão estc.r concluidC1s até o final do ano. Para que os traoolh0 .. de es tudos e os julgamentos não sejam retardados, com prejuizo para os interessados e Inclusive pum o pró prio Estado. o secretário de Admi· oistrnção, Voldir rios :::iantos Perei ra, acaha de colocar a d/sp0siçilo do CrnsEc m,ds três funcionários, além de maquiários, móveis e ute- o melhor forma de utlllzurmos +, 80 tt-'WDO 6 111:rvlndo. O torupo cr.i utlll,;amc,o orn ervir beetleía tpyditu» to a aóe ru amo& como uqu : - quem sorvlmos. Dar de sl antes d pensar , si 11110 é um icrol vuzlo. cargos Estado acaba sillos. "As denúncias que recebem são devidamente procest>adas e ai rada_s, de acordo com o disposto 1 purtigrafo 3º do attlgo 18 do decri ho 686." Quulquer cldudüo poderá 1 que uunciar, por. escrito, n. existência o 1 acumulação de. cargos, disse Jo! Pereira do S!lvu. Segundo ele, o sistema 1 apuração de acumulação de carg montudo pelo GoYerno Marcelo 1 ronju, atravÉs dt:1 Seeretarla Arimlnii,trnção. é tão perfeito en I çi0 aos den is existentes em outr Estados brasileiros, ao ponto de secretários de .~dminl11tração Goiás e Mato Grosso no recet encontro de Secretários de Ad oistração do Centro-Oeste aqui I 1 llzado ficarem entusiasmados colll sistema manifestando disposição implantar órgãos aemelhantes 1 seus repectivos Estados sendo até levaram cópias d~ ,oda Iegl! ção pertinente á matéria. o [l proú teca, 6.a r COI pro Prl ptf ros , de t!o mi clr ac je! La o A co 1 ( 'HEF A $5$4 TE A Be Ed rir o Finar.eia! está ap!o a resolver os seus problemas, converse com o Gerente nit No Financial tudo é Resolvido na Hora. Ve'l dos Tome uma atitude inteligente abra uma conta no F11 AtJC1Al pror ---------------------,----~-----------------------------__;, _ • Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIX_Nº545_10_10_1980 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIX_Nº547_22_10_1980 Voltar para a lista de itens