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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIX_Nº546_14_10_1980
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ou Editor Chefe:
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que
ria
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E
LOJ
Dando ooutl□ulddde á sua po
lltlca de expu□sâo a ,T11rjfru Auto
Pecas Inaugurou a suu lja em Bela
Vistu, que atenderá tode a reglüo
frootelrtçu. Srgundo o diretor da
empresa, Lulz Ca:·los da Silva, "é
noasa lnlenção, a curto prnzo, pre
encher os vazios que existem no se
tor, através cte urna politlca de a
tendimento ba31:,i1da no baixo custo
e na satisfação integral do cliente".
Jardim Auto Peças é uma l:'IDprese.
tmdl0lonul uo r11mo. há mais de aez
anos atendendo us populações de
Jardim, Gula Lopes. Nloaque o Bo·
oito. Agora a etapresa passa u a·
tender o mercado fronteiriço.
Na verd!l.de, o oomerclo bela·
E
G
vtatensc ao rei;sootla de mais opçõe!J
ao setor, o com aberturn destu lojt~
o8 usuários poderão encontrar pçus
pnru qualquer tipo de veiculo u
preço de So Paulo. A loja está l
tubda a rua SelJUstt!:lo O. ao Rego, ao
Serglo Medeiros, o cronista du
fronteira, volta e volta falando em
engulço. Para o Serglc, "hoje cm
d!u a honestidade é a última uo!so.
lnJo do Ciubf• E,iporUvo P,eJavl:.;t n-
80. Vt,dlo a Jdim Auto Peças e
comprove u qualldade o preço
de»t: empresa que velo beneftelr
o comércio fronteiriço.
que se espera de alguém". E el
laia sobro a ponte que cnlu, o fH'1'•
feito e o ''rio Reco", [,olri P.ng11lço,
pâglnu 2.
Saul
d
Ou ,r l
aornnt :
ha n· m int ,nçao
li
íllO
stabl ..
cor confisco''
O deputado Vn!t r Carneiro 1 1 1 {Ili i ~ui l l to,:ro ... , n1 .i.
apresentou projeto na Assemblét ftado pare pagar s contas de o deputado "a medida vln mintmlar
estabelecendo que o Governo do luz e guna dos hospttals. Segundo us despesas dos sacrificados hospl
Colono
/Agropecuária
Quem ó o empregador ou Pa.
trio Rural'? Este artigo respondi a
pergunta. É de autorla do Dr Anto
nio de )enus Btehofe, da Famasul
(ptglll' 3)
otarv é Huticia
O Rotary Clube de Bola Vlata
e tá empenhsdo m dlversus c m·
panhas uo mnnldplo. O R,1tury pak
sa a vver os problemas belavfiten
+eu. Lela a coluna e "sinta" os ro
tarianos tab.lhando em pról da
comutdade. (Ultima página)
Leonel
Brizola
e
.S
jos
e
Quero dirigir esta menr,iagem
o. todot1 os meus companheiros de
partido.
Sinto-me profun,iamente feliz
por verificar que a causa do fraba
lhismo denocrático, que se desen
volve no pais, lmpirada na obra so
cial do inesquecível Getúlio Vargas.
ressurge agora com d nova sigla e
a nova bani.leira do PDT (Partirto
Democrático Trabalhish:1).
O Trabalhismo é justamente
a doutrina política dos homens e
mulheres que cultivam o trabelhc,
s ~ncootram no trabalho os funda
mantos para o progresso humano e
social.
. Nós, fiéis aos valores que
cultivamos no pas:oado, procuramoti
nos Inspirar numa proposta política
que se njuste a nossa relidade,
que seja um encontro com o nosso
futuro, os marcos de uma sociedade
nova para e:ote país, que tem tudo
para ser uma grande nução, e nu
entanto tem hoje a realidade que
não nos conformamos.
Propomo!J um 11rograma que
venha a ser antagonismo a tudo
que se fez de desmandos DEót!les
quinze anos. não penas quanto às
nossas liberdades e à convivência
fraternal que deve existir, mas espe
cialmente que venha a livrar o puís
doEgrau de c'ependênclas II qne fo!
submetido, com impasses, crises, de
que não subemos quando e como
sair.
Sejamos capazes de construir
um desenvol vlmento voltado para o
ser humano, e nilo insistir neesn
economia que parece um mito do
soluçces que nunca iremos a lin
gl:-, pois quuuto mas crescemoe
economicamente, mais trabalharem
os bra6llelros, maio grupos econômi
coa internuclonals nos ccntrolam, e
mo.Is perdemos a capacidade de
decisão.
Esse progresso ecociômico que
aí está, nos torna mais subdesenvol
vldoo;, torna a ge!'.;.~ralldade do povo
mais pobre e cqrent:, decretando
este contexto de abandono, de
desgraça, sobre crianças, juventude
e idosos, m-arglnalizartios completa
mente. numa 11ub-vida.
E com tudo isto que não n0
conformamos. Ê Incrível mesmo, que
um país como o Brasil, que tem
tudo, país rlco, pais verde, país de
sol, !avorável à 1,xistênci1.1 humana,
tenha den~ro tle suas fronteiras,
milhões de pessoas nessa sltuação.
Queremos llbt:rdade, partici
pação e justiça para o trabalhador,
Isto é o trabalhismo, caminho para
uma nova sociedade.
Queremos um Brasil para os
brasileiros e não para as grandes
empresas, para s m i n o ri a s
p r i v i 1 e g i a d a s e nem para
os ipte r e ss e s internacionais
Isto é o trabalhismo que o PDT
pretende dE:fender, numa lula i-t!-oéw
iolciada.
Somos um movim<:nto político
e soolal marcado pelo destino. A·
rendemos muito com as derrotas
que sofremos, com os nossos insu
cessos, mas tumbem com as questões
corretas que formulamos. Aprendo
mos muUo ní polo muodo, quando nus
Impediram de viver no urasil.
Hoje, estamos em nondiçõoa
de formular um programa, seguir
uma prática polítlcn, organizar um
partiao que será a espinho dor!lal
do mc,vlrnenlo, e que vaí aer o
grande Instrumento de no a ento
slmnples e humilde, do povo trnba
lbaaor para decidir o seu próprio
destino e os destinos da pátrla
brasífaira.
S E OS
Al - M FRONTEIRAS
Amambai IV,
9 DE NOVEMBRO DE 1980
Prornryção: Pref. Mun. Arnarnbal - Adrn. Nestor Silvestre Tagliari
Câmara '.íuoicip.al de Vereadores
Gov. Jlarce!o ~ilranda
Pe.rt!ctpaçi!.c,: Gualra- PR. 1
. Salto del Gualra • Paraguay, Mundo Novo • Eldorado, Jguate- j
mi Cup. Bado - Paraguay, Pota Porá - Pedro Juan Caballero - Pa 1
• ruguay, Bela Vista e Antonio João.
C MULAÇÃO DE CARGO ACABA
LOGO HO ESTADO
ULTIMA
PAGINA
Certa ve havl um políil nlo
IJ,, bonr,ln qu1111lo II tllzlll J quo
ontnt va Ufll!1 t/ltíl (jlltdl,1 i ft: ('t 11 1'11•
oruµulo111ni•·nlt, F ,, r.I,, (.)11 r rl11. r, 1. o
11IJ)l•fll!II lJ u,, dt f!l'l/
1ac•lt1. 11:u1Jn rn11l11
porque hoje m dia honestidndo
última e»ln que e prr de lguém.
O prefeito de umn cld«do fim {IP
llnllfl 1'11 ,wor, e politieo admirável e
dtltdo por seus Inenantvel eleitores
Tribuna da Fron •ira
( Fundado a 20/2/72
legitro no Cartório de 'Tit. e Doe, no 1066
.GC ME 012u1/40001 90
111•,, 1:,1. J.ill)l;•IIJ
l'clllur • Chtl" • 1 <nld,, l'rrri,,.
Departamento Comerchl. Alaro Pereira
Redato Admini»traço e Oficins; Hu
Duqve de Ceis /n Bela Vis MS: 0. P. 23
ASSINATUHAS
Rela i,u, (nu uni) CrS 1000,00
Drm11ü :i.!uniripit>< - .. ··-·-·--·· rS 1200,00
"Os concei101 cmi1J;to, cm cnigos
indo não exprimtm, necesrlnmente,
oplnilo do jonrnl.
F'urdidor e Di tor Responsavel
lvu1do l'erflra,
r lb mo11trc,11 uinll ponto.
- Olhf' -ord•'JHlU o prefrllo.
.. Jn oll1d, ( 1111111 ponto d mruJ •ll't
»obr um rlo co, ropondeu o polltlco
ele!do e eleivel, que ·ra jo· ln! o flPu •
Jlliill<'O.
- Poli, r.ln1 111 .. 11<' o pr, feito com
Ulll J)úlCO tlt· UJ)lCt'nhlfo, ó U/11 ponto.
Mns O qur (U dc•N1!jflVfl f!UO Vtiílllfl tlXCO•
Ióncla vluse era que a ponte wst em
péstmo estndo, e todos nóa daqul do
munlelplo dependemos deln, no há ou
tr eatrdn pr so lr ou chegr u(ó
r.qul.
- AIJ ;;lm, l'lorrlu o pollllco, jn on
t ndl, o ncnllor quor quo eu nrrunjo
vurbtl para uma ponte nova obre este
rio m,col ...
- .'i.<lmlro tiun pcrnploócln, dfu90 o
pref<·lto com nl11Ll11i;mo.
-- Or sonh r profolto, dlA01: e poll
tlco, o senhor abo q110 o meu Jomo ó
sensatez, wonsutez e sensatez. Por Isso
l'll no vejo qul é u mino do AO COUO•
trulr umu ponto r,obro um rio seco. É
gnr.lor dlnbolro póbllco i toa. Drlxa so
f esa ponte, pnro n CURO de em ulgu
ma oportu11ldndo o rio ,,oltur a encbPr,
o co11Alról i,o ao Indo dela um llosvlo de
tM1'11 hutido, o rio está seco mosmo, os
carros não terão u mlnlmu dlflculdnde
om cruzâ lo.
- ~lati ... tentou argum ontor o pre
folio.
-- Nala de mais impôs o político.
Ao lnvéA de gastar dlnhPlro com coisas
pouco flt:1D!!alao, ou lnutels mesmo, vamos
rtcur no nosso lugur: esto cidade e!lta
ótlmn, alío preciau tJe oaôa. Eube, depois
da visito do papa eu me redimi um
PET
pouoo.J 11lm IJ•• c!Pu. P reco cnt!llgo, moo
uma IIC'fl:ltWfl dt•polu que se oontrulu crdu
:anrdc, o rJo Peco um cl .,vto ao lado
P
onl•~ ctiovou lnfernulrnPulc o o rio
• t cai a oldode ficou
transbordou, a ponto 'a ' ' ,
Ilhada e rlow<·l!IJCrnda. O prcftHo, eu t,U
U"Clrtn, µô<i BO ll difumnr o pollllco.
da prestígio ora esta werlente
all1Jluclo. Puroce quu tilo não podo rn_ufs
Oklontnr ll IIUL1 tlOO!lOll'Z µum l11JffUilur
votoH 86 Jlie i·ootu, do qUlllldr1do re
e mnleeld, desonestidade mas era que
lu~o dl IJolt oumptrnhu pulll!cn?
Sôrl{IO Modolroa
Ministros
Poriam ntor -
Depols de eloglr ,
desempenho do Milite
lbrahlni Aol•Achl fr•n1t
uo Mlnlstl"rlo do. Jti111ç,
assinalando o espír,
«sérlo, coerente e dum
crflllco com que trtli.,
csto momento dlflcll é
vida lnHtlluc1ooal httui
lt!lra, o deputado Watt,
de Pr (PDS-ES) ug
riu uo Presidente FIguy
redo que promova u 1u
cooçilo de outros parlt
meuturea u Ministros <h
Estado.
SETEAGRI
E,11prcondimt11!0B & At(r1monsurn
CGC ilF: 003'.201324/001 In~criçfio: 13059:t~O
Direção: Nlvuldo de Burros
Projeco, pnro: Constrn~õo, Lotenmcnlot, ~urv'1 de Nlvei,, Medi<;(le-e
o Ha1lficaçõe1 do htzoudn,.
Huo A11tonio Morin Coolho - 2108 - Bela VislA MS
8ETEAURI: Estilo e Obj0Uvldud~ ---~
Jnrditu, um mualclpJO que
llVl'lUf& acelerndumenle nu produçllo
11gríreln, acubu de receber u Jmpla11-
tução oficlul cte umu empresa 'T'rans
porladoru, RPvondodurn Rt::talbista
de Ólto Diesel, que dur[l atcodimen
to a consumidores dos munlcípioo de:
Base de retirado: Jardim
D istrlbuiçiio: Bela Vista, Guia
Lopes da Loguui1, Curucol, 9uuitt•,
Porto Murllnho.
No Decorrer da pesquisa de
consumo de derivados de Petróleo,
e no dt,ferimeotc do prooesRo, o
Conselho Nactonal do Petróleo, HUto
rlzou a Agroswl Diesel, distribuir
cargas de ó!E,o dlesFI atô urna galo
nag•m de 10.000 litros por veiculo.
NOTA: Os St·s. cousUID!doraa
deverão fazer antecipadamente seus
cadastros e deolaraqão de cotas no
escritório d1:1 Agrossol Diesel. ( em
frente ao Posto Atlantlc, a.o lado dn
DeroulJ
COMUNICADO
O Posto AtlanHc de Jardim
(t!ob nova dlrPçáo), denominado
Abastecedora .:grosso! de Combusti
vtil, comunica que està funoion110tlo
oom os melhores atendimentos d!i
região, no ramo rlo abastecimento
de iro.salina, lubrlflcsntes, e óleo die
sel ( 400 litros por ooni.:iumldor),
Inclusive com serviços de lo.vsgem,
lubrlfloaçrio e troca de óleo.
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m naolu ou t• 1111>-.1l'l'nto, ,Jtr,•t m ntt> c,u
ntruvé. do µ1 opo,-.luli e eurn .1uxil·o Ct!
empregado,
locJtspeu~tiv1•l ª"' f<t"l'.{Ulnt f'I r II rl• -
r«tteas'pra enquadramento como Em
prgador Rural.
a) Ser pessoa fila ou jnrtdica O
emprP~udor rurul 1 ,cl rn c,pl, rnr a al·
vldude rurul pi-.,•odin••n{', 1·1111,1 p, ,-..o 1
fislca, ou como pessoa jurihtca. Ito é,
oonstlíul<lo rn flOt!lP1h 1,• Hrt01111ua, ou
em tiocledadl' por <]llot11~ d<' r,· ,pont-a·
bllldodtJ liwltad,, 011 lllm!t-.• fo l'U 11>111
ooodomlulo.
Desde q1e «o ol,jdo óu <'Xploraç.lo
seja rural» a emprensas ser rural,
ainda que constitutóa Pm "rril'd!ldl' i -
nôolma ou quc,t,Hl dr. Nilo lmport:.;, pol,;
para o enquactrnm1-nto da Pn:prr 1m como
rurnl que Reja juridica ou fHcn. O que
Importa é a natur,,rn ilu at!vlriartn por
ela explorach ,~om objetivo PCOrH):nlco.
b) Ser ou ntio 11er proorlel~tfo - O
empregador rurnl pocte sPr ou nllo, pro
prletãrlo da terra ou da lodulllrlu rural,
desdo que as explore, que se encontre
à frente do aegó::lo, que corra os ri'!·
ooa do empreendimento, terú a condlç:ío
de empregador.
Assim o arrendatário, o U6ufrutá
rlo, o empreiteiro, o possuidor, se equl•
param ao proprlettirlo rur!ll para os e
feitos da legisl::i.oão trabalhista.
e) Fazer a explorução em carater
permaoeote ou t.m1porárlo - ~ empre
gador rural tnoto o que explora a terra
ou a lndu!ltrla rurol em cHater pcrma.
nente quanto aquele que o faz em ca
rater temporário. como, por exemplo, a
pessoa que arrenda, por prazo deterrni·
nado, certa gleba de terra para planlü.·
ção a curto prazo, ou aquele que em
preita s execução de determinado ser
vtço ligado á agricultura ou pecuária.
Assim, embora a exploração s~ja
feita em caratcr temporário, o arrenda
tário, o empreiteiro titc. serão responsá
vds por todos empregados que admiti
roo,.
d) Ft1zer a exploração diretamente
ou atravé8 de prepostos - t-;ào desoa
racterlza a figura do ernpregactcr rural
a circunstanciu da exploração ser exer
olda iorliretameote através de presposto
o que é comum nas socledade:3 anôal
mas, por quctas, etc.
Empregador será sempre uquele
que assu.ne os riscos do emprendimento
e n!io o preposto, que é apenas um man
datário. um administrador, que executa
as ordens de quem o contratou.
e) Com auxilio0 cje empregados -
O revogado Estatuto do Trnba:hndor
Rural, deixou bem claro que só ertará
sujeito as disposições leg11i6 í!quele pro
prietário rural que tiver empregddo H.
seu serviço, deflni~úo esrn, que tombem
Empregador ou
,ort zl
Patrão
foi ac:it. da µ l legtlço vi. nt •,
QUEM É EMPREGADO HT'TAL'
Entre s dttieuldad que npre
tentam ao t pregado es rurals par a
aplicaçt.o da let»laçl.o trabu!hl ta uma
d l!ô t!HII" NÍ't!n11, <:>, 1''.l'!!1lHt'nt1
1 1 d
h ·r qu:1111 Ot! trnb 1Jll. tllir,•. rur,1I qu 1
devem ser oouidrados «empregados»,
pol hà um grade número de p «sona
qu •. • mbor trablh u(!o , m tividnde
ltg9da lavoura ou peeur[a, ío ,e
enqudrm como empregadores.
Jlli, UlillW quo dltHl!J~lllr l'lllr( ltU·
hallt1Hlor rurul, que (
1 t11ll11 n pc :-cJ.1
que trabalha em erviço lado à !,,vou·
ru, pocu/riu ou ludú!!lrl11 rurnl, "H'Ul rP•
l,ição itu rmprc·go~, :.i u mprl'f(ndo rural
que é aquele que trabalha nus moamas
Htivldadt•R, mus !'Uj<'lto a um contrato
du tro.bnlho"
Conceltu11mos o «Er..,prc..1~11do Rurul
como to<ia u, pc!b0U fblr11 que, rm pro
prlcdado rnral ou 1,1róctlo r(1 tloo, pre•tn
serviço~ do notu1 ez 1 nilo ovontuu! no
empngador rural sob n depcndõnc!n
deste e rnodlunte s:ilôrlo,.
AI ei;Ul.o, pois, dArtntdo~ 011 ele
mentos carocterlzodores do empregado
rural:
a) Depcnrl~oc!u: - O omproJ{Udo
rural ~em que 6er nc:cellsúrlnrneute de
pendente hierárquico do c•mpregudor,
deve elo <,stur subordinado, lslo é, obrl•
gudo a cumprir suus ordt-n~, polfl sem
dependência oâo podo existir rrloci'io de
emprego, r.on!orme prloclplo báElco da
lfglE!açâo de trnb':llho brasllelro.
b) Serviço permanE>ote: - ) e
pregado ~ural devo prestar serviços per
mnneates, nüo podendo ser cooc;lderudo
o trabalhador eventual.
c} - Salário: - O emprl::'gado é,
obrigatóriamente, um assal11rlado seja
mensalltltu, tarefeiro, dlulstd ou lloriflta,
podendo suu remuneração Aer p':lga to
talmente em dinheiro, ou parle em dt
nb.eiro e partP. "lo n:-ituru", Isto é, um
forriecirnento de casa, de allmenlação, etc
sendo toaavla, obrigatório o p':lgamenlo
em dinheiro de pelo menos, 3Uº,o do va
lor do saliírlo mínimo.
d) Pre;;taçã? de serviços a empre
gador rural: - fü;i;a condiçüo é essen
cial, pois se coexistirem os três eln,men
tos acima reYerld or,.depeIJdêucia, trabalho
pl'rmanenta e salário - mas se o se&vi
ço não foi pt'estado a empreg1:1dor rural
- o trabalhador não terá qualidade de
empreg11do rural.
Devemos salientar que se o tra
balhador executa serviços que, pelG ;;ua
natureza, é rural como por exemplo,
cuidar de uma horta, não terá ele a
qualidade de um trabalhadc,>" rural aa a
empresa, à quai preste serviços, oúo for
rural, ·mas explornr únicamente ativida
de industrial ou comercial, como um
hotel, uma fábrica, Etc.
Se, porém, o trabalhador prastnr
CA )N
Rural?
,h• l!1 (. l'I.( (ll 1•k!d 1 !: :
. t rurl, era con Ide ado
r tural para os efeitea trab
0 ljli' ln t, ,t .. ll 1,, ,, f t llllt,•, l
da ativldado deseuolvda, pela ampresa
p.1rit careterbelo do empregado 0omo
1 t1rJ 1 ,, . ruuc,'o IIJr 1
1!1• •IXl'C 1d l.
c.Ju:I l' udA,ll'I 1•
-.P,1u •o l!.1Jhirt p r, ., <'a1, i'lt ri
. c1o (10 tr,1l1.dllll rur.ll. (j11' 1 j)l'lduc ()
llf.rkol.1 • il,·· th1, l11!111 lll:t!L"11,: o
J•I 1 j ])1' na ft. Ir.,, Oll jut ii'kn, qllt' t•X
plora na repectiva tl idade rural. 'T'n
to é rurícola quem trabalha numa faz+n
da pertencenta a um plantndor do Oa,
qlll nto possui usina para a Indui lrlnll
zução do produto, como o que ex/ee
as atividude preft tonal na lavoura
canvleiri da empresa produtora d
uçicar».
Dr, Anlon!o <iM .~l'RII JJlohof11
!)Jr. Ot•p. .1 urfdlco
PA:1: fJL
Cakário Bonito Ltdo.,
C LB
todola: bonito a Jardim • Km 6 -. Foro+inho
E.rrlt6rio: /lv. A(oruo Pena, 16o. C. Grande S
Es!!ritlirio C<.;11lrJl. !.· tJrH•~ :;•.J ii 1 1 - {, l;l .38 .">
Av. W oirar Tarre», '7}6 • Fonrs 42]5430 e
'lll-51:lt
ltepresentante em. Marajá, hio Brilhante, t€
Puutu l'urõ ~ ,1,trr,f!'lrJtJ,.1
De Ml9uol Lanxlllott-1 o FIiho
Vidros, Ferros, Aparelhos Sanitários
Tnbo3 g11h·uni:wdos, pla,li.c<:a, 'Iiar.,11
!:JombaY parn ~gu11, etc·•
J:luo Augusto Mascarenhas 509 - feue 13
Aquidtrnana - )foto Groa5o co
Dr. José ·Atanc;mio Neto '
- ADVOGADO
O.AB - MS - 1579
A Hnida Duque de Caxias - ·reo
Cx. Postrrl - 31 - J rdio -~
POIO AO
GOVERNO
O deput.do Aleldeo
Fr ·nal«eto (PS SP) ape
1011 ao, llh•lllhro, (l
() p1'11('( O p,I ra que a] IA
c!••u II l'n• ilh•ut,• Ft
queirado venaer 0s
oi> t'lc11lo1-1 tia horn pr•
enb que, eundo ele,
n, o e resolvem Ó í'Olll
t utento, As olu
ç0e adotadas ató ll{O
ra - dl se • JIOdilltl n o
/r as desa j vls, ma
eto li ll)aclll IIUIUII
coerónaia qu irá pro
,111,'.h' 1<<'11~ fruto 110 ,l ..
vido tempo.
Intenções
oltorad,as
,o i!l 111 !tu u foltl
d 0onflung na rea!lza
ç.0 de elufçõe dir tas
para govern .dor OUI
1982, o deputado Ana
deu Geara (PMDB PR)
h•mbt•t)U (U<l propo. lllfl
e promes 118 lllflo muit1u,
"ou ustomo:i can1ado1
d comprovar que as
Intenções manifestadas
•lt J:"cluçUo uoit ponto,
b(111lcol! du oaminhudn
domuoertlea áo slste
wt.1tioum •.11to nllcradoa''.
P RTIDOS
POLtTICOS
Ao lameotur o que
c!all_Uioou como "UB&a&•
sloul.o"' do exlloto Mo
vJmento Demeicrútlco
f::Sru.síJc;rn, o deputa.io
Aldo Fagundes (PMDB
RS) criticou a. eh,m.rl
d.de dos purtiào.s poli
!icos no Bruil qu!l,
"pesar de se constituí
rem na essência da de
rnocr'lcla repre;entati
V'.i", mm mádta de vida
do up .nas 20 anos".
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r, tneontramo o retro, bem dota.
lhdo, do sofrimento do Senhor Je+is,
que @ul/nau 0ot +tu Iorle num cruz.
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plnlio produzludo dorr11mumunto dn nn
ue; vemos ln Ia três histórico?prego%
que werviram para prenr as mãos 08
pé do T' ,, IJ/l ctuz; V('IIIOS nlndn, um
letreiro que dlzla o eulnto "deu Nn-
zareno Fel da Judeu" Joto 19:19. É
do rio fJf't·guntar: BÓ vemoo lua ·º"· ~tuz
de Jesns? NAo. Vemos, coisa" de pro un
do «giricdo, ·oi» que no+,Ia!/%,,)"
pocadofl dn raçu humana, do eu mo
vmor do Ooue e sobre tudo, do único
caminho quo Dou11 truQou ao homem,
como mPlo de solvn9!10. VoJarnoa. Rm
primeiro lugnr, vemo11 nu oruz, o onor·
mo fardo doa p o c' do da raça
humn o IJ r e oo o ro b r 0
Jnocontos do HPI Orucmcndo. Vemos ali
11
JuAIIC(~ de Dous Imputando sobro o
Soohor ,lesuo, o cnstlgo que 011 homens
mereciam. Por ossn razl1o o Sonhor Je·
ti sentlu o desnampro por pnrto de
Deu,J qunado exolumou: "Dous meu
Deus meu, porque mo dosamparasto"?
MorooA 15:34. Em segundo lugar, vemos
1111 cruz do J ,isua, n profunda o slgnlfl·
cottvu mnnlfe~tnçllo do amor de Deus.
Enoontramo!l nus páglnae dne Bscrlturae
Oon, . .Av_ ouid" Moto Grouo. aso Fono 6296;15~ Sogradus, expressões que Deus prova
Res. Fono 62441ltl, Cumpo Orundo ilb
o seu amor aoo homens, do ndo o eon
Filho Uulgenlto, para morrer em nooeo
lugar. O Mestre, dialogando oom um
certo senador, Nlcodomoe, as!lfm 110 ox-
Dr. (jerson Novaes
t;.uimara-1's prPSAOU "Porque Deus amou o mundo
i v de bnl maneira, que deu o eeu Filho
Unlgonlto parn que. todo aquele que nele
orê não poreçn mas tenha a viria eterna"
João 3:t6, e o apóstolo Paulo esorenn
do sua carta aos Romanos declarou o
seguinte: "Deus prova o seu amor para
conosco, em que Orlsto morreu por aós,
sendo nós ainda pecadores" Romanos
5:8. li flonlmente, em terceiro lugar,
Porà vemoa na Cruz de Cristo, o UNI
CO caminho pnru n s a l v a ç o
da alma. Pedro, apóstolo, perante o
Sinédrio, interrogado sobre um milagre
que havia sido feito em nomo de Jesus,
assim respondeu às autorldadrs "~ em
nenhum outro nome há dado entre os
homens. pelo qual devemos ser tialvos.
Pedro falava de Jesus. Atos 4:12, €J
431.201s flnulmente o propl'lo Jesus, a uma per
gunt!:I. de Thomé, assim respondeu: ''Eu
sou o Caminho, e a Verdade o a Vida,
nlnguern vem ao Pai senlío por • Mim."
J oiio 14:6. Que Deus ajude o ouro leitor
a ver na cruz de Jesus, o que acabamos
de afirmar. Amem. DV
7a
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Sotor do 'I'rlbutaç!io
Oração ao
Divino Espíri
to Santo
E1plrito Santo vocii que
me e,clnrece tudo que ilui
na todo oa cominhos para que
eu ntiojn o meu ideal, você qne
me] dá o dom divino <lc per
doar e esquecer o mal que me
fazem; e que todos os ins
tantes de minha vida está CO•
migo, eu quero neste curto diá
logo, agrn<lecer-llic por tudo e
confirmar mais urna vez, que
eu nunca quero me separar
de você por maior que seja n
ilusão material nüo seró. o mf.
nirno da vontnde que sinto
de um dia estar com você e
todoe oa meus irmãos nn glória
Perpétua. Obrigada mais uma
vez (o pessoa deverá fazer esta
ornçào 3 dias seguidos sem
fazer o pedido. Dentro de 3
dine aerá nlcançndn n graçn
por mais diflcil que seja) pu•
blienr assim que receber ll
grnçn·
M. J. V.
Predsa-se de
.
memnos para
vender Jornal
n 1
t+
J>,
I.J
•(
es
j
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1
es
ili
)
)
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Está liquidando todo seu material de estoque, mercadorias à preço de fábrica
Secos e Molhados.Ferragens e 10Q1 artigos para a sua escolha
lilna IIAMo.hal JfJlalue, 604
Estamos Mudando de Ramo.
Ponta Porã
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PARA
li
PROX,IMA
Cmpo Grande, MS • Devido
ece ·f4ade de manter, impreterivelmea
1,, uma rc unl!lu com ,,,. t11·h'g<1tlc ,10
Partido Demorttco Social do Estado
p ,ru forlll,Jllwr· li ro1111litulçl10 <.l thrqrn
;~onrorrl!ul•• a rlc-tç/10 do IJlrUóllc, :t,
glooul do purtlclo, o gov, ru·1dor ~lnrdlo
MIrando coucelou a reunião om cu
1HicrPtsrlucto.
Este encontro, rr.:arcndo para o
mesmo priodo, trl urll11do r11r i a pró
xI emana, depois que o lovernador
tvgrear de Brastli onde a lnr au
convénlo com o MIntstrto do It ttor •
para canalização do córrego "o
drng,1g,m cte otltoi,1 qn 11r'1 .. Outro
comprem!so de Marcelo M!r,ado ar
uu J>r,•11td(lncln da Hr 4ubll r. r1',1ni,11
uhado oi 3O prefeltos +ul matogrosen
ses que sero reebtdos pelo prelden
pague luz e
'
agua de hospitais
"Fica o Poder Executivo autortzn
do a pagor as tarefas de gua e luz do8
estabelecimentos que ª" dcdícem à
as;ilstO.oclu m{'dico-hoFpltlllar no E•tado
e que comprovem, no todo ou em parte
gratuldude de atenllJmento'·. ~ o qui,
estabelece o Arllgo Primeiro do P1ojeto
de Decreto Legislativo apresentando n
Asaemblda. pPlo c1ep:it!!do WHlter Car
neiro vlce-llder du PDS 9 do g"vproo ou
P.arlumeuto Estadu1.l.
''0:i est1.bcleclmt:ntus de que trala
1
MA A
o Artigo Primeiro segundo Carnelro
- sorúo oudastrudos peronto à 8eorcta•
ria de Snúdo do Estudo, modlunte
eomprovlç!o de !'eu reglstro, fuoolo
namento e prestação do ssletênefa a
pesos desprovidns de reeunws•·. !'levo
la ainda que elltn medldl!. objetivo, uno
só rn l n I m I z a r us d o s p o a n e
bem como tncentlrnr o ntrodlmooto
gratuito a ludlgPntes que o.lguroúR . Insti
tuições de assllltênda módlco·btGpltalar
deseuvolvem em Mato Gros;w do S:ul.
São 2:W.000 tratores agrícolas. 330.000 lmplementos, 10.000 crilhe!taóe!ras
e 300 pontos de venda e de assistência técnica
Na conrlição de Revendedores dos produtos Massey Ferguson
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nossa expcr!êncla, parà que a Safra 80/81 constitua o suc,~sso
que tudos nós almejamos
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Agrícolas
Poata Porã, Amambal, Bela Vista, Mundo Novo, Iguateml, Seta Quedas,
Eldorado, Antonio João, Caracol
Neue mês de Outubro n AllA estará realizando uma campanha intensiva,de venda, de wâquin111
e peça;; assim como, informações e assist.ência técnica
''AMA" - Aumentanáo a pr-odut!vidade
l .1 c<'h> l I tt,,t,, ,to.
) 11,11 .i !, nlo tl t llllito <'(lm ú
ereta,lado punas protelou a dleu
a de varios amuuntot politleo-adninla
lt,1ll o, deutre eles relo.liznço d
c•lrullú,ttv,·I, t'Olllll 1nu1H'lll':l o pr(lprfo
tiovernador. A constltlçlo da chna
p,ntl,., ria eta exlpzaela legal, plrnn
rlll o µrnw par eu reratro, a Juatl
ou 1.1 llor 1.
ser lia
t ;e H.,tltuint
A transformação d
Atual 'anate o t ,
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tllulnt , • 111 a Jll½l tl 1
'li ,,•A de lHlth'r !li
"btôleow", tol defendi.
li pelo deputado Fran
et ao Lbardonl (PMDB.
~('). l11 H1 ta •!Ili! pr•-
prlttlÓl'i ,., llt' ti tr,rn
forme4o cle propôs
qtl 1 ) (]olfl'rlO l\'I~ 110
Congro projeto de
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do 1111 lc'I, ,!< lmpt •n 1
«- cio "líltrHll,lll N donnl,
reconhee ndo a Un/fio
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poder er o mwum no ct 1:1 !Vo li J()
tôment n lu del, coto 1'1111
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LI PO llTA;1.'lT
'Todo e qualquer compunhet1'o
lporlut, roua detenda e o
sltb lo do Hotat, csdt totv«rlano
trabalha pura que u ora runde
ori;i11niwvtlo lul1'!HllOlCJlllll fllUt'.
REUNIÃO
Reunião reallzad sexta feira
pp coutou cvm I prr!-!'111,,a <lu ollpO
do companheiro Carlos Alberto
(prC!'itl,
1111t
1
) Dru /znlóu; da srltit
Helen 1 fuuclonárlu tio Hospltnl S.
Vtwete de Paul, Cvlnt•ITiôl',tDclO u
8eu universarlo nesta data, do Fel
nuldo (eupre copuleiro) e do
jovem 1-'t:dro 11 nriquc, filbo do
comµ1.rnhctro Pcdl'O.
ROTA RI ANO:
Prostumo& um serviço à nossa
comuuldad() qunujo , en •ontrawos
tempo parn pnrtlcipar dt1' crlhçfio de
eriços em pról tos jovens, dos
lllO!lO~, dü!J luvhlidos e dos uecesl
tudos.
HEGlSTHO
Hrglslt·ümos as pro enças doo
companhetros Carlos Alberto, Ivun,
uleimn, Nestor, Ivutdo, Genil,
PN0111H. Hulrnrvul, Joac Gurnldo,
,1o!iv, lfortúncio, _.lumno, Hazzano e
l<'eroauúu. •
SJl D:Ç.ÍO
O coro;rnnbeiro Feruundo e,ou
dou a srtta l:I~leua, eofoc•rndo o seu
trabalho, a su:.1 derlicnçílo, desejando
que a mesmas continue u truballur
com o mesmo empenho e reponsa
bilida de.
DEBATE :
Foram debatidos vários nsAun
tos, entre 011 qu:i.is o probleurn da
cadeia pública, com o companheiro
Jvuldo eofocundo o carátec de ur
gêaciu nu solução do probleru. O
companheiro Ivan disse que u Rotary
já. cumpriu com wc1 obriguçfo, e o
assunto agora passa a ser respopsa
bUldude do Estado.
O compnnheir:i :'11urnno oilo
co:cortou comn tu! afimrsço, drzen
do que nós devemos continuar lu
tudo pela reforms e ampliação da
cadeia pública. Ivaldo disse que vai
couliuar estilizado as uutorida
des utrr.véa d8 !rnprcusa e de ('()U
ta tos com deputados stdual,
8EDl•: PRÓPHli
0 companhelro Ivaldo uerlu
tambem que o Hotary etude umu
e+ltatêgia de çao vindo n con
tt uç w ,1n. 1-H•de prôprln, 1ltlf4ttnto
, 1,(or1L<l11 nu. rc•unlAo com o gover
ndor Ferntto 'Torres, Para o
pretdnte Carlos Alberto' é um
ve l 11 0 0 11 h o, u m r n n d o
rt ,, ,, ,l r I o (' 11/J!I Cl!lll/lllrl
1
mnA
() 11!11llnlO com o,1rlnho." Dlll!IO
ainda qui procurou saber' e fl
Prefeitura possul lum terreno
qul' p,,cll'l'fl ,wr doucJo ao llOTARY,
vdo n resposta negativa, mas Isto
no no wmoreee e vamo lutr
pata eoneretlzgão do velho sonho
dos rotarlnos belvlstenses.
,USENCIA
l111llo ~rnlldn n nur;êncln do
outros companholros. pois u frequ~n
c:ln do tudoa ó fator lmportonte pum
o deseu,·olvlmeato doR lral.Jullrns.
MENS,LlDADE
Multns discussões u repelto do
oumonlo dos meusolldades, várias
sugestões foram apresentadas. Na
próxlmu rounlilo, 11 ser reallzadu
Pexta felm na resldenolu do presl
donlt!, o UtJF.uoto será debatido.
Pedimos o oompareclmento de todos
os compoubelros.
PROTOCOLO
O protocolo Ivan Marques, BflU
ci ou todo e os pretientos, elogiando o
trnbolho quo esta colun11 vem re
Jtzaudo nu dlvulguç/io das renllzaçõeo
do clube. Leu uma m& té11
1a inserida
u ePRe respeito nu revista BRASIL
ROTARIO, de junho.
ROTARY, LhBORATÓRIO
DE IDEIAS
O Rotary Club, em Bela Vis
ta, niio é apenas um clube empe
nlrndo em usslstír os mais ncces
sltudoti e oolnborar para soluções dos
problemas mais urg .. ntes. A área de
otusçüo do ROTARY, em nosfla ol
tiade, sem fugir à tlUI. filosofia prlo
cipul, é II'&is um centro irradiador
de idéius, um verdadeiro laborató
r!o de 1déiss. Devido ser Bela Vista
uma cidade pequeun. e de portícu
Iaridades especiais, o papel de RO·
TARY ns sociedude exig-e uma atua
çuo mais prvfuudo. a nível de par
thlipução. Isto é uma imposlç!io da
própria dinamica do melo t1m que
vlvemo!l. Desvinculado da política.
mas às vezes. obt'igodo a usttr a
político µara atingir os seus objeti
vos, o Rotary está cada vez mais,
propenso u assumir, de fato, as ta
refas e as uissões que o povo exi
g a todo instante.
O importante, o mais importao
te, nete contaxtc,. é que o ROTARY
nllo é uma pfl-soa, não é um inàí
víduc,, e a n;~1 respeito lembramos
as palavra de Rol! KIrlch, ,p%%
dente do í1, "o rotar«no, Id"!"";
nlmente, não et capacitado
vir inteiramente se Ignorar " ,
gr:rn O Oll prlrrolplos li!'.lolco►1 de
tary". Rolt
Flrinllzuodo, oloda -:om "º ,
Oumpo Urunclo, MS • O secro·
tál'lo Suulo Qul:ll'ÓZ, dú Dcsenvolvl
menro fü:onômloo, 11flrmo11 dia 10 PP
que nllo Llà u~nhuma lntençllo, du
parto do Governo Fedurnl, e1~ cslu·
b2leeer o confisco pura a to[u 0u
qunlt;quer outros coreul!l que vcollum
u oer exportudos.
Segundo o secretório o que
exlHte ó "urno preocupução dns
uutorldud~s do setor dn agrlculturn
eru garunllr o ubasteclmeoto do
mercudo interno, de forma que não
huju a ncccssirlndc de !mportuções
posteriores, prlnclpalme1Jte no que
diz respeito à soja'.
O presldent' da f.ederoçúo da
Agricultura do ~foto Grosso do Sul -
Famasul ., Sylvlo /mudo. que anun
oluu u.:nn r e u n i il. o do de
partamento de ugrlcultura du e11tl·
dado quando será anulhmdu a nova
politlca do Governo Feaerul COlll
relnção 110 setor dltia11 que "s9 nllo
houver confisco, nfio ternos com o
r
Saulo Queiroz garante: "não ha nen
intenção de se estabelecer confisco''.!º;'
ro:-to
que nos preocupar". exl,t
Para Sylvlo Amado, o lmpt mi-nc
tante é 'que, quulquer que sejn F I e
medida tomada venha benctlclnr I m
produtor sul-routogrossooso. A re com
u!úo do Depnrtnmento rio Agrlcultu1 a 1
da Famasul tem exatnmento a fln1
llrludo de uoallsar os beneffclos qu
possam vir com esta medida.
J A o secrct{nlo Queiróz, gani
tlu que "o confisco, como algnt
eotendcrum, não passa de uma !ll1
dldu do Governo Federal com vlst
a dl~clploar a quanHdade o o qc
pode ou não ser exporlftdo no nc
que vem, no setor de grüos".
Dlose oloda que "tudo Isso I mio
deve ao fato de que as exporlador1 le
começam a efetuar seus contratt bal
de. veôda, notecipndomente, olé mi 'e,pl
mo já durante o plantio, o que f do
com qut-1 o Governo Federal ante1 fa7,
pe tarnbem os medidas para gim está
tlr o produto na mesa do consuc e esI
dor brasileiro". a
Kal
ad.
Acumulacão ,
logo
de
no
Campo Grande - O Conselho
de Recursos Administrativos dos
Servidcres do Estudo - CRASE - :1S
preten0e elfmlnnr todas as acumula
ções do cargos por servtdore~ do
E:;tado, atendendo ao d~creto lei nº
SGS, de 23 de setembro último, bai·
xudo pelo Governador Marcelo Ml
rnnda.
O presidente do Crase, João
Perelrn da Silva, disse que o órgão
vem atendendo diariamente, na tiUO
secretaria, u muls de uma dezena
de caso de acumulação. No momen
to existem mais dci 100 jli. pro,:essa
ctos; que deverão estc.r concluidC1s
até o final do ano.
Para que os traoolh0 .. de es
tudos e os julgamentos não sejam
retardados, com prejuizo para os
interessados e Inclusive pum o pró
prio Estado. o secretário de Admi·
oistrnção, Voldir rios :::iantos Perei
ra, acaha de colocar a d/sp0siçilo
do CrnsEc m,ds três funcionários,
além de maquiários, móveis e ute-
o melhor forma de utlllzurmos +,
80 tt-'WDO 6 111:rvlndo. O torupo cr.i
utlll,;amc,o orn ervir beetleía tpyditu»
to a aóe ru amo& como uqu : -
quem sorvlmos.
Dar de sl antes d pensar ,
si 11110 é um icrol vuzlo.
cargos
Estado
acaba
sillos.
"As denúncias que recebem
são devidamente procest>adas e ai
rada_s, de acordo com o disposto 1
purtigrafo 3º do attlgo 18 do decri ho
686." Quulquer cldudüo poderá 1 que
uunciar, por. escrito, n. existência o 1
acumulação de. cargos, disse Jo!
Pereira do S!lvu.
Segundo ele, o sistema
1
apuração de acumulação de carg
montudo pelo GoYerno Marcelo 1
ronju, atravÉs dt:1 Seeretarla
Arimlnii,trnção. é tão perfeito en I
çi0 aos den is existentes em outr
Estados brasileiros, ao ponto de
secretários de .~dminl11tração
Goiás e Mato Grosso no recet
encontro de Secretários de Ad
oistração do Centro-Oeste aqui I
1
llzado ficarem entusiasmados colll
sistema manifestando disposição
implantar órgãos aemelhantes
1
seus repectivos Estados sendo
até levaram cópias d~ ,oda Iegl!
ção pertinente á matéria.
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o A co 1 ( 'HEF A $5$4 TE A
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o Finar.eia! está ap!o a resolver os seus problemas, converse com o Gerente
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No Financial tudo é Resolvido na Hora.
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Tome uma atitude inteligente abra uma conta no F11 AtJC1Al pror
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ou Editor Chefe:
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Iler
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,'a dor
que
ria
rso
E
LOJ
Dando ooutl□ulddde á sua po
lltlca de expu□sâo a ,T11rjfru Auto
Pecas Inaugurou a suu lja em Bela
Vistu, que atenderá tode a reglüo
frootelrtçu. Srgundo o diretor da
empresa, Lulz Ca:·los da Silva, "é
noasa lnlenção, a curto prnzo, pre
encher os vazios que existem no se
tor, através cte urna politlca de a
tendimento ba31:,i1da no baixo custo
e na satisfação integral do cliente".
Jardim Auto Peças é uma l:'IDprese.
tmdl0lonul uo r11mo. há mais de aez
anos atendendo us populações de
Jardim, Gula Lopes. Nloaque o Bo·
oito. Agora a etapresa passa u a·
tender o mercado fronteiriço.
Na verd!l.de, o oomerclo bela·
E
G
vtatensc ao rei;sootla de mais opçõe!J
ao setor, o com aberturn destu lojt~
o8 usuários poderão encontrar pçus
pnru qualquer tipo de veiculo u
preço de So Paulo. A loja está l
tubda a rua SelJUstt!:lo O. ao Rego, ao
Serglo Medeiros, o cronista du
fronteira, volta e volta falando em
engulço. Para o Serglc, "hoje cm
d!u a honestidade é a última uo!so.
lnJo do Ciubf• E,iporUvo P,eJavl:.;t n-
80. Vt,dlo a Jdim Auto Peças e
comprove u qualldade o preço
de»t: empresa que velo beneftelr
o comércio fronteiriço.
que se espera de alguém". E el
laia sobro a ponte que cnlu, o fH'1'•
feito e o ''rio Reco", [,olri P.ng11lço,
pâglnu 2.
Saul
d
Ou ,r l
aornnt :
ha n· m int ,nçao
li
íllO
stabl ..
cor confisco''
O deputado Vn!t r Carneiro 1 1 1 {Ili i ~ui l l to,:ro ... , n1 .i.
apresentou projeto na Assemblét ftado pare pagar s contas de o deputado "a medida vln mintmlar
estabelecendo que o Governo do luz e guna dos hospttals. Segundo us despesas dos sacrificados hospl
Colono
/Agropecuária
Quem ó o empregador ou Pa.
trio Rural'? Este artigo respondi a
pergunta. É de autorla do Dr Anto
nio de )enus Btehofe, da Famasul
(ptglll' 3)
otarv é Huticia
O Rotary Clube de Bola Vlata
e tá empenhsdo m dlversus c m·
panhas uo mnnldplo. O R,1tury pak
sa a vver os problemas belavfiten
+eu. Lela a coluna e "sinta" os ro
tarianos tab.lhando em pról da
comutdade. (Ultima página)
Leonel
Brizola
e
.S
jos
e
Quero dirigir esta menr,iagem
o. todot1 os meus companheiros de
partido.
Sinto-me profun,iamente feliz
por verificar que a causa do fraba
lhismo denocrático, que se desen
volve no pais, lmpirada na obra so
cial do inesquecível Getúlio Vargas.
ressurge agora com d nova sigla e
a nova bani.leira do PDT (Partirto
Democrático Trabalhish:1).
O Trabalhismo é justamente
a doutrina política dos homens e
mulheres que cultivam o trabelhc,
s ~ncootram no trabalho os funda
mantos para o progresso humano e
social.
. Nós, fiéis aos valores que
cultivamos no pas:oado, procuramoti
nos Inspirar numa proposta política
que se njuste a nossa relidade,
que seja um encontro com o nosso
futuro, os marcos de uma sociedade
nova para e:ote país, que tem tudo
para ser uma grande nução, e nu
entanto tem hoje a realidade que
não nos conformamos.
Propomo!J um 11rograma que
venha a ser antagonismo a tudo
que se fez de desmandos DEót!les
quinze anos. não penas quanto às
nossas liberdades e à convivência
fraternal que deve existir, mas espe
cialmente que venha a livrar o puís
doEgrau de c'ependênclas II qne fo!
submetido, com impasses, crises, de
que não subemos quando e como
sair.
Sejamos capazes de construir
um desenvol vlmento voltado para o
ser humano, e nilo insistir neesn
economia que parece um mito do
soluçces que nunca iremos a lin
gl:-, pois quuuto mas crescemoe
economicamente, mais trabalharem
os bra6llelros, maio grupos econômi
coa internuclonals nos ccntrolam, e
mo.Is perdemos a capacidade de
decisão.
Esse progresso ecociômico que
aí está, nos torna mais subdesenvol
vldoo;, torna a ge!'.;.~ralldade do povo
mais pobre e cqrent:, decretando
este contexto de abandono, de
desgraça, sobre crianças, juventude
e idosos, m-arglnalizartios completa
mente. numa 11ub-vida.
E com tudo isto que não n0
conformamos. Ê Incrível mesmo, que
um país como o Brasil, que tem
tudo, país rlco, pais verde, país de
sol, !avorável à 1,xistênci1.1 humana,
tenha den~ro tle suas fronteiras,
milhões de pessoas nessa sltuação.
Queremos llbt:rdade, partici
pação e justiça para o trabalhador,
Isto é o trabalhismo, caminho para
uma nova sociedade.
Queremos um Brasil para os
brasileiros e não para as grandes
empresas, para s m i n o ri a s
p r i v i 1 e g i a d a s e nem para
os ipte r e ss e s internacionais
Isto é o trabalhismo que o PDT
pretende dE:fender, numa lula i-t!-oéw
iolciada.
Somos um movim<:nto político
e soolal marcado pelo destino. A·
rendemos muito com as derrotas
que sofremos, com os nossos insu
cessos, mas tumbem com as questões
corretas que formulamos. Aprendo
mos muUo ní polo muodo, quando nus
Impediram de viver no urasil.
Hoje, estamos em nondiçõoa
de formular um programa, seguir
uma prática polítlcn, organizar um
partiao que será a espinho dor!lal
do mc,vlrnenlo, e que vaí aer o
grande Instrumento de no a ento
slmnples e humilde, do povo trnba
lbaaor para decidir o seu próprio
destino e os destinos da pátrla
brasífaira.
S E OS
Al - M FRONTEIRAS
Amambai IV,
9 DE NOVEMBRO DE 1980
Prornryção: Pref. Mun. Arnarnbal - Adrn. Nestor Silvestre Tagliari
Câmara '.íuoicip.al de Vereadores
Gov. Jlarce!o ~ilranda
Pe.rt!ctpaçi!.c,: Gualra- PR. 1
. Salto del Gualra • Paraguay, Mundo Novo • Eldorado, Jguate- j
mi Cup. Bado - Paraguay, Pota Porá - Pedro Juan Caballero - Pa 1
• ruguay, Bela Vista e Antonio João.
C MULAÇÃO DE CARGO ACABA
LOGO HO ESTADO
ULTIMA
PAGINA
Certa ve havl um políil nlo
IJ,, bonr,ln qu1111lo II tllzlll J quo
ontnt va Ufll!1 t/ltíl (jlltdl,1 i ft: ('t 11 1'11•
oruµulo111ni•·nlt, F ,, r.I,, (.)11 r rl11. r, 1. o
11IJ)l•fll!II lJ u,, dt f!l'l/
1ac•lt1. 11:u1Jn rn11l11
porque hoje m dia honestidndo
última e»ln que e prr de lguém.
O prefeito de umn cld«do fim {IP
llnllfl 1'11 ,wor, e politieo admirável e
dtltdo por seus Inenantvel eleitores
Tribuna da Fron •ira
( Fundado a 20/2/72
legitro no Cartório de 'Tit. e Doe, no 1066
.GC ME 012u1/40001 90
111•,, 1:,1. J.ill)l;•IIJ
l'clllur • Chtl" • 1 <nld,, l'rrri,,.
Departamento Comerchl. Alaro Pereira
Redato Admini»traço e Oficins; Hu
Duqve de Ceis /n Bela Vis MS: 0. P. 23
ASSINATUHAS
Rela i,u, (nu uni) CrS 1000,00
Drm11ü :i.!uniripit>< - .. ··-·-·--·· rS 1200,00
"Os concei101 cmi1J;to, cm cnigos
indo não exprimtm, necesrlnmente,
oplnilo do jonrnl.
F'urdidor e Di tor Responsavel
lvu1do l'erflra,
r lb mo11trc,11 uinll ponto.
- Olhf' -ord•'JHlU o prefrllo.
.. Jn oll1d, ( 1111111 ponto d mruJ •ll't
»obr um rlo co, ropondeu o polltlco
ele!do e eleivel, que ·ra jo· ln! o flPu •
Jlliill<'O.
- Poli, r.ln1 111 .. 11<' o pr, feito com
Ulll J)úlCO tlt· UJ)lCt'nhlfo, ó U/11 ponto.
Mns O qur (U dc•N1!jflVfl f!UO Vtiílllfl tlXCO•
Ióncla vluse era que a ponte wst em
péstmo estndo, e todos nóa daqul do
munlelplo dependemos deln, no há ou
tr eatrdn pr so lr ou chegr u(ó
r.qul.
- AIJ ;;lm, l'lorrlu o pollllco, jn on
t ndl, o ncnllor quor quo eu nrrunjo
vurbtl para uma ponte nova obre este
rio m,col ...
- .'i.<lmlro tiun pcrnploócln, dfu90 o
pref<·lto com nl11Ll11i;mo.
-- Or sonh r profolto, dlA01: e poll
tlco, o senhor abo q110 o meu Jomo ó
sensatez, wonsutez e sensatez. Por Isso
l'll no vejo qul é u mino do AO COUO•
trulr umu ponto r,obro um rio seco. É
gnr.lor dlnbolro póbllco i toa. Drlxa so
f esa ponte, pnro n CURO de em ulgu
ma oportu11ldndo o rio ,,oltur a encbPr,
o co11Alról i,o ao Indo dela um llosvlo de
tM1'11 hutido, o rio está seco mosmo, os
carros não terão u mlnlmu dlflculdnde
om cruzâ lo.
- ~lati ... tentou argum ontor o pre
folio.
-- Nala de mais impôs o político.
Ao lnvéA de gastar dlnhPlro com coisas
pouco flt:1D!!alao, ou lnutels mesmo, vamos
rtcur no nosso lugur: esto cidade e!lta
ótlmn, alío preciau tJe oaôa. Eube, depois
da visito do papa eu me redimi um
PET
pouoo.J 11lm IJ•• c!Pu. P reco cnt!llgo, moo
uma IIC'fl:ltWfl dt•polu que se oontrulu crdu
:anrdc, o rJo Peco um cl .,vto ao lado
P
onl•~ ctiovou lnfernulrnPulc o o rio
• t cai a oldode ficou
transbordou, a ponto 'a ' ' ,
Ilhada e rlow<·l!IJCrnda. O prcftHo, eu t,U
U"Clrtn, µô<i BO ll difumnr o pollllco.
da prestígio ora esta werlente
all1Jluclo. Puroce quu tilo não podo rn_ufs
Oklontnr ll IIUL1 tlOO!lOll'Z µum l11JffUilur
votoH 86 Jlie i·ootu, do qUlllldr1do re
e mnleeld, desonestidade mas era que
lu~o dl IJolt oumptrnhu pulll!cn?
Sôrl{IO Modolroa
Ministros
Poriam ntor -
Depols de eloglr ,
desempenho do Milite
lbrahlni Aol•Achl fr•n1t
uo Mlnlstl"rlo do. Jti111ç,
assinalando o espír,
«sérlo, coerente e dum
crflllco com que trtli.,
csto momento dlflcll é
vida lnHtlluc1ooal httui
lt!lra, o deputado Watt,
de Pr (PDS-ES) ug
riu uo Presidente FIguy
redo que promova u 1u
cooçilo de outros parlt
meuturea u Ministros <h
Estado.
SETEAGRI
E,11prcondimt11!0B & At(r1monsurn
CGC ilF: 003'.201324/001 In~criçfio: 13059:t~O
Direção: Nlvuldo de Burros
Projeco, pnro: Constrn~õo, Lotenmcnlot, ~urv'1 de Nlvei,, Medi<;(le-e
o Ha1lficaçõe1 do htzoudn,.
Huo A11tonio Morin Coolho - 2108 - Bela VislA MS
8ETEAURI: Estilo e Obj0Uvldud~ ---~
Jnrditu, um mualclpJO que
llVl'lUf& acelerndumenle nu produçllo
11gríreln, acubu de receber u Jmpla11-
tução oficlul cte umu empresa 'T'rans
porladoru, RPvondodurn Rt::talbista
de Ólto Diesel, que dur[l atcodimen
to a consumidores dos munlcípioo de:
Base de retirado: Jardim
D istrlbuiçiio: Bela Vista, Guia
Lopes da Loguui1, Curucol, 9uuitt•,
Porto Murllnho.
No Decorrer da pesquisa de
consumo de derivados de Petróleo,
e no dt,ferimeotc do prooesRo, o
Conselho Nactonal do Petróleo, HUto
rlzou a Agroswl Diesel, distribuir
cargas de ó!E,o dlesFI atô urna galo
nag•m de 10.000 litros por veiculo.
NOTA: Os St·s. cousUID!doraa
deverão fazer antecipadamente seus
cadastros e deolaraqão de cotas no
escritório d1:1 Agrossol Diesel. ( em
frente ao Posto Atlantlc, a.o lado dn
DeroulJ
COMUNICADO
O Posto AtlanHc de Jardim
(t!ob nova dlrPçáo), denominado
Abastecedora .:grosso! de Combusti
vtil, comunica que està funoion110tlo
oom os melhores atendimentos d!i
região, no ramo rlo abastecimento
de iro.salina, lubrlflcsntes, e óleo die
sel ( 400 litros por ooni.:iumldor),
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ntruvé. do µ1 opo,-.luli e eurn .1uxil·o Ct!
empregado,
locJtspeu~tiv1•l ª"' f<t"l'.{Ulnt f'I r II rl• -
r«tteas'pra enquadramento como Em
prgador Rural.
a) Ser pessoa fila ou jnrtdica O
emprP~udor rurul 1 ,cl rn c,pl, rnr a al·
vldude rurul pi-.,•odin••n{', 1·1111,1 p, ,-..o 1
fislca, ou como pessoa jurihtca. Ito é,
oonstlíul<lo rn flOt!lP1h 1,• Hrt01111ua, ou
em tiocledadl' por <]llot11~ d<' r,· ,pont-a·
bllldodtJ liwltad,, 011 lllm!t-.• fo l'U 11>111
ooodomlulo.
Desde q1e «o ol,jdo óu <'Xploraç.lo
seja rural» a emprensas ser rural,
ainda que constitutóa Pm "rril'd!ldl' i -
nôolma ou quc,t,Hl dr. Nilo lmport:.;, pol,;
para o enquactrnm1-nto da Pn:prr 1m como
rurnl que Reja juridica ou fHcn. O que
Importa é a natur,,rn ilu at!vlriartn por
ela explorach ,~om objetivo PCOrH):nlco.
b) Ser ou ntio 11er proorlel~tfo - O
empregador rurnl pocte sPr ou nllo, pro
prletãrlo da terra ou da lodulllrlu rural,
desdo que as explore, que se encontre
à frente do aegó::lo, que corra os ri'!·
ooa do empreendimento, terú a condlç:ío
de empregador.
Assim o arrendatário, o U6ufrutá
rlo, o empreiteiro, o possuidor, se equl•
param ao proprlettirlo rur!ll para os e
feitos da legisl::i.oão trabalhista.
e) Fazer a explorução em carater
permaoeote ou t.m1porárlo - ~ empre
gador rural tnoto o que explora a terra
ou a lndu!ltrla rurol em cHater pcrma.
nente quanto aquele que o faz em ca
rater temporário. como, por exemplo, a
pessoa que arrenda, por prazo deterrni·
nado, certa gleba de terra para planlü.·
ção a curto prazo, ou aquele que em
preita s execução de determinado ser
vtço ligado á agricultura ou pecuária.
Assim, embora a exploração s~ja
feita em caratcr temporário, o arrenda
tário, o empreiteiro titc. serão responsá
vds por todos empregados que admiti
roo,.
d) Ft1zer a exploração diretamente
ou atravé8 de prepostos - t-;ào desoa
racterlza a figura do ernpregactcr rural
a circunstanciu da exploração ser exer
olda iorliretameote através de presposto
o que é comum nas socledade:3 anôal
mas, por quctas, etc.
Empregador será sempre uquele
que assu.ne os riscos do emprendimento
e n!io o preposto, que é apenas um man
datário. um administrador, que executa
as ordens de quem o contratou.
e) Com auxilio0 cje empregados -
O revogado Estatuto do Trnba:hndor
Rural, deixou bem claro que só ertará
sujeito as disposições leg11i6 í!quele pro
prietário rural que tiver empregddo H.
seu serviço, deflni~úo esrn, que tombem
Empregador ou
,ort zl
Patrão
foi ac:it. da µ l legtlço vi. nt •,
QUEM É EMPREGADO HT'TAL'
Entre s dttieuldad que npre
tentam ao t pregado es rurals par a
aplicaçt.o da let»laçl.o trabu!hl ta uma
d l!ô t!HII" NÍ't!n11, <:>, 1''.l'!!1lHt'nt1
1 1 d
h ·r qu:1111 Ot! trnb 1Jll. tllir,•. rur,1I qu 1
devem ser oouidrados «empregados»,
pol hà um grade número de p «sona
qu •. • mbor trablh u(!o , m tividnde
ltg9da lavoura ou peeur[a, ío ,e
enqudrm como empregadores.
Jlli, UlillW quo dltHl!J~lllr l'lllr( ltU·
hallt1Hlor rurul, que (
1 t11ll11 n pc :-cJ.1
que trabalha em erviço lado à !,,vou·
ru, pocu/riu ou ludú!!lrl11 rurnl, "H'Ul rP•
l,ição itu rmprc·go~, :.i u mprl'f(ndo rural
que é aquele que trabalha nus moamas
Htivldadt•R, mus !'Uj<'lto a um contrato
du tro.bnlho"
Conceltu11mos o «Er..,prc..1~11do Rurul
como to<ia u, pc!b0U fblr11 que, rm pro
prlcdado rnral ou 1,1róctlo r(1 tloo, pre•tn
serviço~ do notu1 ez 1 nilo ovontuu! no
empngador rural sob n depcndõnc!n
deste e rnodlunte s:ilôrlo,.
AI ei;Ul.o, pois, dArtntdo~ 011 ele
mentos carocterlzodores do empregado
rural:
a) Depcnrl~oc!u: - O omproJ{Udo
rural ~em que 6er nc:cellsúrlnrneute de
pendente hierárquico do c•mpregudor,
deve elo <,stur subordinado, lslo é, obrl•
gudo a cumprir suus ordt-n~, polfl sem
dependência oâo podo existir rrloci'io de
emprego, r.on!orme prloclplo báElco da
lfglE!açâo de trnb':llho brasllelro.
b) Serviço permanE>ote: - ) e
pregado ~ural devo prestar serviços per
mnneates, nüo podendo ser cooc;lderudo
o trabalhador eventual.
c} - Salário: - O emprl::'gado é,
obrigatóriamente, um assal11rlado seja
mensalltltu, tarefeiro, dlulstd ou lloriflta,
podendo suu remuneração Aer p':lga to
talmente em dinheiro, ou parle em dt
nb.eiro e partP. "lo n:-ituru", Isto é, um
forriecirnento de casa, de allmenlação, etc
sendo toaavla, obrigatório o p':lgamenlo
em dinheiro de pelo menos, 3Uº,o do va
lor do saliírlo mínimo.
d) Pre;;taçã? de serviços a empre
gador rural: - fü;i;a condiçüo é essen
cial, pois se coexistirem os três eln,men
tos acima reYerld or,.depeIJdêucia, trabalho
pl'rmanenta e salário - mas se o se&vi
ço não foi pt'estado a empreg1:1dor rural
- o trabalhador não terá qualidade de
empreg11do rural.
Devemos salientar que se o tra
balhador executa serviços que, pelG ;;ua
natureza, é rural como por exemplo,
cuidar de uma horta, não terá ele a
qualidade de um trabalhadc,>" rural aa a
empresa, à quai preste serviços, oúo for
rural, ·mas explornr únicamente ativida
de industrial ou comercial, como um
hotel, uma fábrica, Etc.
Se, porém, o trabalhador prastnr
CA )N
Rural?
,h• l!1 (. l'I.( (ll 1•k!d 1 !: :
. t rurl, era con Ide ado
r tural para os efeitea trab
0 ljli' ln t, ,t .. ll 1,, ,, f t llllt,•, l
da ativldado deseuolvda, pela ampresa
p.1rit careterbelo do empregado 0omo
1 t1rJ 1 ,, . ruuc,'o IIJr 1
1!1• •IXl'C 1d l.
c.Ju:I l' udA,ll'I 1•
-.P,1u •o l!.1Jhirt p r, ., <'a1, i'lt ri
. c1o (10 tr,1l1.dllll rur.ll. (j11' 1 j)l'lduc ()
llf.rkol.1 • il,·· th1, l11!111 lll:t!L"11,: o
J•I 1 j ])1' na ft. Ir.,, Oll jut ii'kn, qllt' t•X
plora na repectiva tl idade rural. 'T'n
to é rurícola quem trabalha numa faz+n
da pertencenta a um plantndor do Oa,
qlll nto possui usina para a Indui lrlnll
zução do produto, como o que ex/ee
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uçicar».
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POIO AO
GOVERNO
O deput.do Aleldeo
Fr ·nal«eto (PS SP) ape
1011 ao, llh•lllhro, (l
() p1'11('( O p,I ra que a] IA
c!••u II l'n• ilh•ut,• Ft
queirado venaer 0s
oi> t'lc11lo1-1 tia horn pr•
enb que, eundo ele,
n, o e resolvem Ó í'Olll
t utento, As olu
ç0e adotadas ató ll{O
ra - dl se • JIOdilltl n o
/r as desa j vls, ma
eto li ll)aclll IIUIUII
coerónaia qu irá pro
,111,'.h' 1<<'11~ fruto 110 ,l ..
vido tempo.
Intenções
oltorad,as
,o i!l 111 !tu u foltl
d 0onflung na rea!lza
ç.0 de elufçõe dir tas
para govern .dor OUI
1982, o deputado Ana
deu Geara (PMDB PR)
h•mbt•t)U (U<l propo. lllfl
e promes 118 lllflo muit1u,
"ou ustomo:i can1ado1
d comprovar que as
Intenções manifestadas
•lt J:"cluçUo uoit ponto,
b(111lcol! du oaminhudn
domuoertlea áo slste
wt.1tioum •.11to nllcradoa''.
P RTIDOS
POLtTICOS
Ao lameotur o que
c!all_Uioou como "UB&a&•
sloul.o"' do exlloto Mo
vJmento Demeicrútlco
f::Sru.síJc;rn, o deputa.io
Aldo Fagundes (PMDB
RS) criticou a. eh,m.rl
d.de dos purtiào.s poli
!icos no Bruil qu!l,
"pesar de se constituí
rem na essência da de
rnocr'lcla repre;entati
V'.i", mm mádta de vida
do up .nas 20 anos".
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Fxmalmnndo ns Sngrada leerltu.
r, tneontramo o retro, bem dota.
lhdo, do sofrimento do Senhor Je+is,
que @ul/nau 0ot +tu Iorle num cruz.
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fendo Ir, e ma! do que Isso, obro a
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plnlio produzludo dorr11mumunto dn nn
ue; vemos ln Ia três histórico?prego%
que werviram para prenr as mãos 08
pé do T' ,, IJ/l ctuz; V('IIIOS nlndn, um
letreiro que dlzla o eulnto "deu Nn-
zareno Fel da Judeu" Joto 19:19. É
do rio fJf't·guntar: BÓ vemoo lua ·º"· ~tuz
de Jesns? NAo. Vemos, coisa" de pro un
do «giricdo, ·oi» que no+,Ia!/%,,)"
pocadofl dn raçu humana, do eu mo
vmor do Ooue e sobre tudo, do único
caminho quo Dou11 truQou ao homem,
como mPlo de solvn9!10. VoJarnoa. Rm
primeiro lugnr, vemo11 nu oruz, o onor·
mo fardo doa p o c' do da raça
humn o IJ r e oo o ro b r 0
Jnocontos do HPI Orucmcndo. Vemos ali
11
JuAIIC(~ de Dous Imputando sobro o
Soohor ,lesuo, o cnstlgo que 011 homens
mereciam. Por ossn razl1o o Sonhor Je·
ti sentlu o desnampro por pnrto de
Deu,J qunado exolumou: "Dous meu
Deus meu, porque mo dosamparasto"?
MorooA 15:34. Em segundo lugar, vemos
1111 cruz do J ,isua, n profunda o slgnlfl·
cottvu mnnlfe~tnçllo do amor de Deus.
Enoontramo!l nus páglnae dne Bscrlturae
Oon, . .Av_ ouid" Moto Grouo. aso Fono 6296;15~ Sogradus, expressões que Deus prova
Res. Fono 62441ltl, Cumpo Orundo ilb
o seu amor aoo homens, do ndo o eon
Filho Uulgenlto, para morrer em nooeo
lugar. O Mestre, dialogando oom um
certo senador, Nlcodomoe, as!lfm 110 ox-
Dr. (jerson Novaes
t;.uimara-1's prPSAOU "Porque Deus amou o mundo
i v de bnl maneira, que deu o eeu Filho
Unlgonlto parn que. todo aquele que nele
orê não poreçn mas tenha a viria eterna"
João 3:t6, e o apóstolo Paulo esorenn
do sua carta aos Romanos declarou o
seguinte: "Deus prova o seu amor para
conosco, em que Orlsto morreu por aós,
sendo nós ainda pecadores" Romanos
5:8. li flonlmente, em terceiro lugar,
Porà vemoa na Cruz de Cristo, o UNI
CO caminho pnru n s a l v a ç o
da alma. Pedro, apóstolo, perante o
Sinédrio, interrogado sobre um milagre
que havia sido feito em nomo de Jesus,
assim respondeu às autorldadrs "~ em
nenhum outro nome há dado entre os
homens. pelo qual devemos ser tialvos.
Pedro falava de Jesus. Atos 4:12, €J
431.201s flnulmente o propl'lo Jesus, a uma per
gunt!:I. de Thomé, assim respondeu: ''Eu
sou o Caminho, e a Verdade o a Vida,
nlnguern vem ao Pai senlío por • Mim."
J oiio 14:6. Que Deus ajude o ouro leitor
a ver na cruz de Jesus, o que acabamos
de afirmar. Amem. DV
7a
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Descontos 8.A .• Nomes
que lalclum com:
A, B, C, D, E. J.<', G, H.
Banco Financial S.A.
Nomel!I que lutclam com:
I, J, K, L, M, N. O, P,
Q, R, S, T, L', V, W, X,
Y, Z.
Areenlo Loureiro
Sotor do 'I'rlbutaç!io
Oração ao
Divino Espíri
to Santo
E1plrito Santo vocii que
me e,clnrece tudo que ilui
na todo oa cominhos para que
eu ntiojn o meu ideal, você qne
me] dá o dom divino <lc per
doar e esquecer o mal que me
fazem; e que todos os ins
tantes de minha vida está CO•
migo, eu quero neste curto diá
logo, agrn<lecer-llic por tudo e
confirmar mais urna vez, que
eu nunca quero me separar
de você por maior que seja n
ilusão material nüo seró. o mf.
nirno da vontnde que sinto
de um dia estar com você e
todoe oa meus irmãos nn glória
Perpétua. Obrigada mais uma
vez (o pessoa deverá fazer esta
ornçào 3 dias seguidos sem
fazer o pedido. Dentro de 3
dine aerá nlcançndn n graçn
por mais diflcil que seja) pu•
blienr assim que receber ll
grnçn·
M. J. V.
Predsa-se de
.
memnos para
vender Jornal
n 1
t+
J>,
I.J
•(
es
j
e
1
es
ili
)
)
Comercia ier Lida,
Está liquidando todo seu material de estoque, mercadorias à preço de fábrica
Secos e Molhados.Ferragens e 10Q1 artigos para a sua escolha
lilna IIAMo.hal JfJlalue, 604
Estamos Mudando de Ramo.
Ponta Porã
s
PARA
li
PROX,IMA
Cmpo Grande, MS • Devido
ece ·f4ade de manter, impreterivelmea
1,, uma rc unl!lu com ,,,. t11·h'g<1tlc ,10
Partido Demorttco Social do Estado
p ,ru forlll,Jllwr· li ro1111litulçl10 <.l thrqrn
;~onrorrl!ul•• a rlc-tç/10 do IJlrUóllc, :t,
glooul do purtlclo, o gov, ru·1dor ~lnrdlo
MIrando coucelou a reunião om cu
1HicrPtsrlucto.
Este encontro, rr.:arcndo para o
mesmo priodo, trl urll11do r11r i a pró
xI emana, depois que o lovernador
tvgrear de Brastli onde a lnr au
convénlo com o MIntstrto do It ttor •
para canalização do córrego "o
drng,1g,m cte otltoi,1 qn 11r'1 .. Outro
comprem!so de Marcelo M!r,ado ar
uu J>r,•11td(lncln da Hr 4ubll r. r1',1ni,11
uhado oi 3O prefeltos +ul matogrosen
ses que sero reebtdos pelo prelden
pague luz e
'
agua de hospitais
"Fica o Poder Executivo autortzn
do a pagor as tarefas de gua e luz do8
estabelecimentos que ª" dcdícem à
as;ilstO.oclu m{'dico-hoFpltlllar no E•tado
e que comprovem, no todo ou em parte
gratuldude de atenllJmento'·. ~ o qui,
estabelece o Arllgo Primeiro do P1ojeto
de Decreto Legislativo apresentando n
Asaemblda. pPlo c1ep:it!!do WHlter Car
neiro vlce-llder du PDS 9 do g"vproo ou
P.arlumeuto Estadu1.l.
''0:i est1.bcleclmt:ntus de que trala
1
MA A
o Artigo Primeiro segundo Carnelro
- sorúo oudastrudos peronto à 8eorcta•
ria de Snúdo do Estudo, modlunte
eomprovlç!o de !'eu reglstro, fuoolo
namento e prestação do ssletênefa a
pesos desprovidns de reeunws•·. !'levo
la ainda que elltn medldl!. objetivo, uno
só rn l n I m I z a r us d o s p o a n e
bem como tncentlrnr o ntrodlmooto
gratuito a ludlgPntes que o.lguroúR . Insti
tuições de assllltênda módlco·btGpltalar
deseuvolvem em Mato Gros;w do S:ul.
São 2:W.000 tratores agrícolas. 330.000 lmplementos, 10.000 crilhe!taóe!ras
e 300 pontos de venda e de assistência técnica
Na conrlição de Revendedores dos produtos Massey Ferguson
nesta Região, colocamos à dispos!qão dos amigos agricultc,res toda a
nossa expcr!êncla, parà que a Safra 80/81 constitua o suc,~sso
que tudos nós almejamos
Apolinário Máquinas
[
Agrícolas
Poata Porã, Amambal, Bela Vista, Mundo Novo, Iguateml, Seta Quedas,
Eldorado, Antonio João, Caracol
Neue mês de Outubro n AllA estará realizando uma campanha intensiva,de venda, de wâquin111
e peça;; assim como, informações e assist.ência técnica
''AMA" - Aumentanáo a pr-odut!vidade
l .1 c<'h> l I tt,,t,, ,to.
) 11,11 .i !, nlo tl t llllito <'(lm ú
ereta,lado punas protelou a dleu
a de varios amuuntot politleo-adninla
lt,1ll o, deutre eles relo.liznço d
c•lrullú,ttv,·I, t'Olllll 1nu1H'lll':l o pr(lprfo
tiovernador. A constltlçlo da chna
p,ntl,., ria eta exlpzaela legal, plrnn
rlll o µrnw par eu reratro, a Juatl
ou 1.1 llor 1.
ser lia
t ;e H.,tltuint
A transformação d
Atual 'anate o t ,
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tllulnt , • 111 a Jll½l tl 1
'li ,,•A de lHlth'r !li
"btôleow", tol defendi.
li pelo deputado Fran
et ao Lbardonl (PMDB.
~('). l11 H1 ta •!Ili! pr•-
prlttlÓl'i ,., llt' ti tr,rn
forme4o cle propôs
qtl 1 ) (]olfl'rlO l\'I~ 110
Congro projeto de
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do 1111 lc'I, ,!< lmpt •n 1
«- cio "líltrHll,lll N donnl,
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Nn~.lnual 1lll1 F .. lu<l,rn-
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trabalha pura que u ora runde
ori;i11niwvtlo lul1'!HllOlCJlllll fllUt'.
REUNIÃO
Reunião reallzad sexta feira
pp coutou cvm I prr!-!'111,,a <lu ollpO
do companheiro Carlos Alberto
(prC!'itl,
1111t
1
) Dru /znlóu; da srltit
Helen 1 fuuclonárlu tio Hospltnl S.
Vtwete de Paul, Cvlnt•ITiôl',tDclO u
8eu universarlo nesta data, do Fel
nuldo (eupre copuleiro) e do
jovem 1-'t:dro 11 nriquc, filbo do
comµ1.rnhctro Pcdl'O.
ROTA RI ANO:
Prostumo& um serviço à nossa
comuuldad() qunujo , en •ontrawos
tempo parn pnrtlcipar dt1' crlhçfio de
eriços em pról tos jovens, dos
lllO!lO~, dü!J luvhlidos e dos uecesl
tudos.
HEGlSTHO
Hrglslt·ümos as pro enças doo
companhetros Carlos Alberto, Ivun,
uleimn, Nestor, Ivutdo, Genil,
PN0111H. Hulrnrvul, Joac Gurnldo,
,1o!iv, lfortúncio, _.lumno, Hazzano e
l<'eroauúu. •
SJl D:Ç.ÍO
O coro;rnnbeiro Feruundo e,ou
dou a srtta l:I~leua, eofoc•rndo o seu
trabalho, a su:.1 derlicnçílo, desejando
que a mesmas continue u truballur
com o mesmo empenho e reponsa
bilida de.
DEBATE :
Foram debatidos vários nsAun
tos, entre 011 qu:i.is o probleurn da
cadeia pública, com o companheiro
Jvuldo eofocundo o carátec de ur
gêaciu nu solução do probleru. O
companheiro Ivan disse que u Rotary
já. cumpriu com wc1 obriguçfo, e o
assunto agora passa a ser respopsa
bUldude do Estado.
O compnnheir:i :'11urnno oilo
co:cortou comn tu! afimrsço, drzen
do que nós devemos continuar lu
tudo pela reforms e ampliação da
cadeia pública. Ivaldo disse que vai
couliuar estilizado as uutorida
des utrr.véa d8 !rnprcusa e de ('()U
ta tos com deputados stdual,
8EDl•: PRÓPHli
0 companhelro Ivaldo uerlu
tambem que o Hotary etude umu
e+ltatêgia de çao vindo n con
tt uç w ,1n. 1-H•de prôprln, 1ltlf4ttnto
, 1,(or1L<l11 nu. rc•unlAo com o gover
ndor Ferntto 'Torres, Para o
pretdnte Carlos Alberto' é um
ve l 11 0 0 11 h o, u m r n n d o
rt ,, ,, ,l r I o (' 11/J!I Cl!lll/lllrl
1
mnA
() 11!11llnlO com o,1rlnho." Dlll!IO
ainda qui procurou saber' e fl
Prefeitura possul lum terreno
qul' p,,cll'l'fl ,wr doucJo ao llOTARY,
vdo n resposta negativa, mas Isto
no no wmoreee e vamo lutr
pata eoneretlzgão do velho sonho
dos rotarlnos belvlstenses.
,USENCIA
l111llo ~rnlldn n nur;êncln do
outros companholros. pois u frequ~n
c:ln do tudoa ó fator lmportonte pum
o deseu,·olvlmeato doR lral.Jullrns.
MENS,LlDADE
Multns discussões u repelto do
oumonlo dos meusolldades, várias
sugestões foram apresentadas. Na
próxlmu rounlilo, 11 ser reallzadu
Pexta felm na resldenolu do presl
donlt!, o UtJF.uoto será debatido.
Pedimos o oompareclmento de todos
os compoubelros.
PROTOCOLO
O protocolo Ivan Marques, BflU
ci ou todo e os pretientos, elogiando o
trnbolho quo esta colun11 vem re
Jtzaudo nu dlvulguç/io das renllzaçõeo
do clube. Leu uma m& té11
1a inserida
u ePRe respeito nu revista BRASIL
ROTARIO, de junho.
ROTARY, LhBORATÓRIO
DE IDEIAS
O Rotary Club, em Bela Vis
ta, niio é apenas um clube empe
nlrndo em usslstír os mais ncces
sltudoti e oolnborar para soluções dos
problemas mais urg .. ntes. A área de
otusçüo do ROTARY, em nosfla ol
tiade, sem fugir à tlUI. filosofia prlo
cipul, é II'&is um centro irradiador
de idéius, um verdadeiro laborató
r!o de 1déiss. Devido ser Bela Vista
uma cidade pequeun. e de portícu
Iaridades especiais, o papel de RO·
TARY ns sociedude exig-e uma atua
çuo mais prvfuudo. a nível de par
thlipução. Isto é uma imposlç!io da
própria dinamica do melo t1m que
vlvemo!l. Desvinculado da política.
mas às vezes. obt'igodo a usttr a
político µara atingir os seus objeti
vos, o Rotary está cada vez mais,
propenso u assumir, de fato, as ta
refas e as uissões que o povo exi
g a todo instante.
O importante, o mais importao
te, nete contaxtc,. é que o ROTARY
nllo é uma pfl-soa, não é um inàí
víduc,, e a n;~1 respeito lembramos
as palavra de Rol! KIrlch, ,p%%
dente do í1, "o rotar«no, Id"!"";
nlmente, não et capacitado
vir inteiramente se Ignorar " ,
gr:rn O Oll prlrrolplos li!'.lolco►1 de
tary". Rolt
Flrinllzuodo, oloda -:om "º ,
Oumpo Urunclo, MS • O secro·
tál'lo Suulo Qul:ll'ÓZ, dú Dcsenvolvl
menro fü:onômloo, 11flrmo11 dia 10 PP
que nllo Llà u~nhuma lntençllo, du
parto do Governo Fedurnl, e1~ cslu·
b2leeer o confisco pura a to[u 0u
qunlt;quer outros coreul!l que vcollum
u oer exportudos.
Segundo o secretório o que
exlHte ó "urno preocupução dns
uutorldud~s do setor dn agrlculturn
eru garunllr o ubasteclmeoto do
mercudo interno, de forma que não
huju a ncccssirlndc de !mportuções
posteriores, prlnclpalme1Jte no que
diz respeito à soja'.
O presldent' da f.ederoçúo da
Agricultura do ~foto Grosso do Sul -
Famasul ., Sylvlo /mudo. que anun
oluu u.:nn r e u n i il. o do de
partamento de ugrlcultura du e11tl·
dado quando será anulhmdu a nova
politlca do Governo Feaerul COlll
relnção 110 setor dltia11 que "s9 nllo
houver confisco, nfio ternos com o
r
Saulo Queiroz garante: "não ha nen
intenção de se estabelecer confisco''.!º;'
ro:-to
que nos preocupar". exl,t
Para Sylvlo Amado, o lmpt mi-nc
tante é 'que, quulquer que sejn F I e
medida tomada venha benctlclnr I m
produtor sul-routogrossooso. A re com
u!úo do Depnrtnmento rio Agrlcultu1 a 1
da Famasul tem exatnmento a fln1
llrludo de uoallsar os beneffclos qu
possam vir com esta medida.
J A o secrct{nlo Queiróz, gani
tlu que "o confisco, como algnt
eotendcrum, não passa de uma !ll1
dldu do Governo Federal com vlst
a dl~clploar a quanHdade o o qc
pode ou não ser exporlftdo no nc
que vem, no setor de grüos".
Dlose oloda que "tudo Isso I mio
deve ao fato de que as exporlador1 le
começam a efetuar seus contratt bal
de. veôda, notecipndomente, olé mi 'e,pl
mo já durante o plantio, o que f do
com qut-1 o Governo Federal ante1 fa7,
pe tarnbem os medidas para gim está
tlr o produto na mesa do consuc e esI
dor brasileiro". a
Kal
ad.
Acumulacão ,
logo
de
no
Campo Grande - O Conselho
de Recursos Administrativos dos
Servidcres do Estudo - CRASE - :1S
preten0e elfmlnnr todas as acumula
ções do cargos por servtdore~ do
E:;tado, atendendo ao d~creto lei nº
SGS, de 23 de setembro último, bai·
xudo pelo Governador Marcelo Ml
rnnda.
O presidente do Crase, João
Perelrn da Silva, disse que o órgão
vem atendendo diariamente, na tiUO
secretaria, u muls de uma dezena
de caso de acumulação. No momen
to existem mais dci 100 jli. pro,:essa
ctos; que deverão estc.r concluidC1s
até o final do ano.
Para que os traoolh0 .. de es
tudos e os julgamentos não sejam
retardados, com prejuizo para os
interessados e Inclusive pum o pró
prio Estado. o secretário de Admi·
oistrnção, Voldir rios :::iantos Perei
ra, acaha de colocar a d/sp0siçilo
do CrnsEc m,ds três funcionários,
além de maquiários, móveis e ute-
o melhor forma de utlllzurmos +,
80 tt-'WDO 6 111:rvlndo. O torupo cr.i
utlll,;amc,o orn ervir beetleía tpyditu»
to a aóe ru amo& como uqu : -
quem sorvlmos.
Dar de sl antes d pensar ,
si 11110 é um icrol vuzlo.
cargos
Estado
acaba
sillos.
"As denúncias que recebem
são devidamente procest>adas e ai
rada_s, de acordo com o disposto 1
purtigrafo 3º do attlgo 18 do decri ho
686." Quulquer cldudüo poderá 1 que
uunciar, por. escrito, n. existência o 1
acumulação de. cargos, disse Jo!
Pereira do S!lvu.
Segundo ele, o sistema
1
apuração de acumulação de carg
montudo pelo GoYerno Marcelo 1
ronju, atravÉs dt:1 Seeretarla
Arimlnii,trnção. é tão perfeito en I
çi0 aos den is existentes em outr
Estados brasileiros, ao ponto de
secretários de .~dminl11tração
Goiás e Mato Grosso no recet
encontro de Secretários de Ad
oistração do Centro-Oeste aqui I
1
llzado ficarem entusiasmados colll
sistema manifestando disposição
implantar órgãos aemelhantes
1
seus repectivos Estados sendo
até levaram cópias d~ ,oda Iegl!
ção pertinente á matéria.
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