• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIX_Nº546_14_10_1980

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ou Editor Chefe:
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que
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LOJ
Dando ooutl□ulddde á sua po­
lltlca de expu□sâo a ,T11rjfru Auto
Pecas Inaugurou a suu lja em Bela
Vistu, que atenderá tode a reglüo
frootelrtçu. Srgundo o diretor da
empresa, Lulz Ca:·los da Silva, "é
noasa lnlenção, a curto prnzo, pre­
encher os vazios que existem no se­
tor, através cte urna politlca de a­
tendimento ba31:,i1da no baixo custo
e na satisfação integral do cliente".
Jardim Auto Peças é uma l:'IDprese.
tmdl0lonul uo r11mo. há mais de aez
anos atendendo us populações de
Jardim, Gula Lopes. Nloaque o Bo·
oito. Agora a etapresa passa u a·
tender o mercado fronteiriço.
Na verd!l.de, o oomerclo bela·
E
G
vtatensc ao rei;sootla de mais opçõe!J
ao setor, o com aberturn destu lojt~
o8 usuários poderão encontrar pçus
pnru qualquer tipo de veiculo u
preço de So Paulo. A loja está l­
tubda a rua SelJUstt!:lo O. ao Rego, ao
Serglo Medeiros, o cronista du
fronteira, volta e volta falando em
engulço. Para o Serglc, "hoje cm
d!u a honestidade é a última uo!so.
lnJo do Ciubf• E,iporUvo P,eJavl:.;t n-
80. Vt,dlo a Jdim Auto Peças e
comprove u qualldade o preço
de»t: empresa que velo beneftelr
o comércio fronteiriço.
que se espera de alguém". E el
laia sobro a ponte que cnlu, o fH'1'•
feito e o ''rio Reco", [,olri P.ng11lço,
pâglnu 2.
Saul
d
Ou ,r l
aornnt :
ha n· m int ,nçao
li
íllO
stabl ..
cor confisco''
O deputado Vn!t r Carneiro 1 1 1 {Ili i ~ui l l to,:ro ... , n1 .i.
apresentou projeto na Assemblét ftado pare pagar s contas de o deputado "a medida vln mintmlar
estabelecendo que o Governo do luz e guna dos hospttals. Segundo us despesas dos sacrificados hospl
Colono
/Agropecuária
Quem ó o empregador ou Pa.
trio Rural'? Este artigo respondi a
pergunta. É de autorla do Dr Anto­
nio de )enus Btehofe, da Famasul
(ptglll' 3)
otarv é Huticia
O Rotary Clube de Bola Vlata
e tá empenhsdo m dlversus c m·
panhas uo mnnldplo. O R,1tury pak­
sa a vver os problemas belavfiten­
+eu. Lela a coluna e "sinta" os ro­
tarianos tab.lhando em pról da
comutdade. (Ultima página)
Leonel
Brizola
e
.S
jos
e
Quero dirigir esta menr,iagem
o. todot1 os meus companheiros de
partido.
Sinto-me profun,iamente feliz
por verificar que a causa do fraba
lhismo denocrático, que se desen
volve no pais, lmpirada na obra so
cial do inesquecível Getúlio Vargas.
ressurge agora com d nova sigla e
a nova bani.leira do PDT (Partirto
Democrático Trabalhish:1).
O Trabalhismo é justamente
a doutrina política dos homens e
mulheres que cultivam o trabelhc,
s ~ncootram no trabalho os funda
mantos para o progresso humano e
social.
. Nós, fiéis aos valores que
cultivamos no pas:oado, procuramoti
nos Inspirar numa proposta política
que se njuste a nossa relidade,
que seja um encontro com o nosso
futuro, os marcos de uma sociedade
nova para e:ote país, que tem tudo
para ser uma grande nução, e nu
entanto tem hoje a realidade que
não nos conformamos.
Propomo!J um 11rograma que
venha a ser antagonismo a tudo
que se fez de desmandos DEót!les
quinze anos. não penas quanto às
nossas liberdades e à convivência
fraternal que deve existir, mas espe­
cialmente que venha a livrar o puís
doEgrau de c'ependênclas II qne fo!
submetido, com impasses, crises, de
que não subemos quando e como
sair.
Sejamos capazes de construir
um desenvol vlmento voltado para o
ser humano, e nilo insistir neesn
economia que parece um mito do
soluçces que nunca iremos a lin­
gl:-, pois quuuto mas crescemoe
economicamente, mais trabalharem
os bra6llelros, maio grupos econômi
coa internuclonals nos ccntrolam, e
mo.Is perdemos a capacidade de
decisão.
Esse progresso ecociômico que
aí está, nos torna mais subdesenvol­
vldoo;, torna a ge!'.;.~ralldade do povo
mais pobre e cqrent:, decretando
este contexto de abandono, de
desgraça, sobre crianças, juventude
e idosos, m-arglnalizartios completa­
mente. numa 11ub-vida.
E com tudo isto que não n0
conformamos. Ê Incrível mesmo, que
um país como o Brasil, que tem
tudo, país rlco, pais verde, país de
sol, !avorável à 1,xistênci1.1 humana,
tenha den~ro tle suas fronteiras,
milhões de pessoas nessa sltuação.
Queremos llbt:rdade, partici­
pação e justiça para o trabalhador,
Isto é o trabalhismo, caminho para
uma nova sociedade.
Queremos um Brasil para os
brasileiros e não para as grandes
empresas, para s m i n o ri a s
p r i v i 1 e g i a d a s e nem para
os ipte r e ss e s internacionais
Isto é o trabalhismo que o PDT
pretende dE:fender, numa lula i-t!-oéw
iolciada.
Somos um movim<:nto político
e soolal marcado pelo destino. A·
rendemos muito com as derrotas
que sofremos, com os nossos insu­
cessos, mas tumbem com as questões
corretas que formulamos. Aprendo­
mos muUo ní polo muodo, quando nus
Impediram de viver no urasil.
Hoje, estamos em nondiçõoa
de formular um programa, seguir
uma prática polítlcn, organizar um
partiao que será a espinho dor!lal
do mc,vlrnenlo, e que vaí aer o
grande Instrumento de no a ento
slmnples e humilde, do povo trnba­
lbaaor para decidir o seu próprio
destino e os destinos da pátrla
brasífaira.
S E OS
Al - M FRONTEIRAS
Amambai IV,
9 DE NOVEMBRO DE 1980
Prornryção: Pref. Mun. Arnarnbal - Adrn. Nestor Silvestre Tagliari
Câmara '.íuoicip.al de Vereadores
Gov. Jlarce!o ~ilranda
Pe.rt!ctpaçi!.c,: Gualra- PR. 1
. Salto del Gualra • Paraguay, Mundo Novo • Eldorado, Jguate- j
mi Cup. Bado - Paraguay, Pota Porá - Pedro Juan Caballero - Pa 1
• ruguay, Bela Vista e Antonio João.
C MULAÇÃO DE CARGO ACABA
LOGO HO ESTADO
ULTIMA
PAGINA

Certa ve havl um políil nlo
IJ,, bonr,ln qu1111lo II tllzlll J quo
ontnt va Ufll!1 t/ltíl (jlltdl,1 i ft: ('t 11 1'11•
oruµulo111ni•·nlt, F ,, r.I,, (.)11 r rl11. r, 1. o
11IJ)l•fll!II lJ u,, dt f!l'l/
1ac•lt1. 11:u1Jn rn11l11
porque hoje m dia honestidndo
última e»ln que e prr de lguém.
O prefeito de umn cld«do fim {IP
llnllfl 1'11 ,wor, e politieo admirável e
dtltdo por seus Inenantvel eleitores
Tribuna da Fron •ira
( Fundado a 20/2/72
legitro no Cartório de 'Tit. e Doe, no 1066
.GC ME 012u1/40001 90
111•,, 1:,1. J.ill)l;•IIJ
l'clllur • Chtl" • 1 <nld,, l'rrri,,.
Departamento Comerchl. Alaro Pereira
Redato Admini»traço e Oficins; Hu
Duqve de Ceis /n Bela Vis MS: 0. P. 23
ASSINATUHAS
Rela i,u, (nu uni) CrS 1000,00
Drm11ü :i.!uniripit>< - .. ··-·-·--·· rS 1200,00
"Os concei101 cmi1J;to, cm cnigos
indo não exprimtm, necesrlnmente,
oplnilo do jonrnl.
F'urdidor e Di tor Responsavel
lvu1do l'erflra,
r lb mo11trc,11 uinll ponto.
- Olhf' -ord•'JHlU o prefrllo.
.. Jn oll1d, ( 1111111 ponto d mruJ •ll't
»obr um rlo co, ropondeu o polltlco
ele!do e eleivel, que ·ra jo· ln! o flPu •
Jlliill<'O.
- Poli, r.ln1 111 .. 11<' o pr, feito com
Ulll J)úlCO tlt· UJ)lCt'nhlfo, ó U/11 ponto.
Mns O qur (U dc•N1!jflVfl f!UO Vtiílllfl tlXCO•
Ióncla vluse era que a ponte wst em
péstmo estndo, e todos nóa daqul do
munlelplo dependemos deln, no há ou
tr eatrdn pr so lr ou chegr u(ó
r.qul.
- AIJ ;;lm, l'lorrlu o pollllco, jn on­
t ndl, o ncnllor quor quo eu nrrunjo
vurbtl para uma ponte nova obre este
rio m,col ...
- .'i.<lmlro tiun pcrnploócln, dfu90 o
pref<·lto com nl11Ll11i;mo.
-- Or sonh r profolto, dlA01: e poll­
tlco, o senhor abo q110 o meu Jomo ó
sensatez, wonsutez e sensatez. Por Isso
l'll no vejo qul é u mino do AO COUO•
trulr umu ponto r,obro um rio seco. É
gnr.lor dlnbolro póbllco i toa. Drlxa so
f esa ponte, pnro n CURO de em ulgu
ma oportu11ldndo o rio ,,oltur a encbPr,
o co11Alról i,o ao Indo dela um llosvlo de
tM1'11 hutido, o rio está seco mosmo, os
carros não terão u mlnlmu dlflculdnde
om cruzâ lo.
- ~lati ... tentou argum ontor o pre
folio.
-- Nala de mais impôs o político.
Ao lnvéA de gastar dlnhPlro com coisas
pouco flt:1D!!alao, ou lnutels mesmo, vamos
rtcur no nosso lugur: esto cidade e!lta
ótlmn, alío preciau tJe oaôa. Eube, depois
da visito do papa eu me redimi um
PET
pouoo.J11lm IJ•• c!Pu. P reco cnt!llgo, moo
uma IIC'fl:ltWfl dt•polu que se oontrulu crdu
:anrdc, o rJo Peco um cl .,vto ao lado
P
onl•~ ctiovou lnfernulrnPulc o o rio
• t cai a oldode ficou
transbordou, a ponto 'a ' ' ,
Ilhada e rlow<·l!IJCrnda. O prcftHo, eu t,U
U"Clrtn, µô<i BO ll difumnr o pollllco.
da prestígio ora esta werlente
all1Jluclo. Puroce quu tilo não podo rn_ufs
Oklontnr ll IIUL1 tlOO!lOll'Z µum l11JffUilur
votoH 86 Jlie i·ootu, do qUlllldr1do re
e mnleeld, desonestidade mas era que
lu~o dl IJolt oumptrnhu pulll!cn?
Sôrl{IO Modolroa
Ministros
Poriam ntor -
Depols de eloglr ,
desempenho do Milite
lbrahlni Aol•Achl fr•n1t
uo Mlnlstl"rlo do. Jti111ç,
assinalando o espír,
«sérlo, coerente e dum
crflllco com que trtli.,
csto momento dlflcll é
vida lnHtlluc1ooal httui
lt!lra, o deputado Watt,
de Pr (PDS-ES) ug
riu uo Presidente FIguy
redo que promova u 1u
cooçilo de outros parlt
meuturea u Ministros <h
Estado.
SETEAGRI
E,11prcondimt11!0B & At(r1monsurn
CGC ilF: 003'.201324/001 In~criçfio: 13059:t~O
Direção: Nlvuldo de Burros
Projeco, pnro: Constrn~õo, Lotenmcnlot, ~urv'1 de Nlvei,, Medi<;(le-e
o Ha1lficaçõe1 do htzoudn,.
Huo A11tonio Morin Coolho - 2108 - Bela VislA MS
8ETEAURI: Estilo e Obj0Uvldud~ ---~
Jnrditu, um mualclpJO que
llVl'lUf& acelerndumenle nu produçllo
11gríreln, acubu de receber u Jmpla11-
tução oficlul cte umu empresa 'T'rans­
porladoru, RPvondodurn Rt::talbista
de Ólto Diesel, que dur[l atcodimen
to a consumidores dos munlcípioo de:
Base de retirado: Jardim
D istrlbuiçiio: Bela Vista, Guia
Lopes da Loguui1, Curucol, 9uuitt•,
Porto Murllnho.
No Decorrer da pesquisa de
consumo de derivados de Petróleo,
e no dt,ferimeotc do prooesRo, o
Conselho Nactonal do Petróleo, HUto­
rlzou a Agroswl Diesel, distribuir
cargas de ó!E,o dlesFI atô urna galo­
nag•m de 10.000 litros por veiculo.
NOTA: Os St·s. cousUID!doraa
deverão fazer antecipadamente seus
cadastros e deolaraqão de cotas no
escritório d1:1 Agrossol Diesel. ( em
frente ao Posto Atlantlc, a.o lado dn
DeroulJ
COMUNICADO
O Posto AtlanHc de Jardim
(t!ob nova dlrPçáo), denominado
Abastecedora .:grosso! de Combusti­
vtil, comunica que està funoion110tlo
oom os melhores atendimentos d!i
região, no ramo rlo abastecimento
de iro.salina, lubrlflcsntes, e óleo die­
sel ( 400 litros por ooni.:iumldor),
Inclusive com serviços de lo.vsgem,
lubrlfloaçrio e troca de óleo.
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m naolu ou t• 1111>-.1l'l'nto, ,Jtr,•t m ntt> c,u
ntruvé. do µ1 opo,-.luli e eurn .1uxil·o Ct!
empregado,
locJtspeu~tiv1•l ª"' f<t"l'.{Ulnt f'I r II rl• -
r«tteas'pra enquadramento como Em­
prgador Rural.
a) Ser pessoa fila ou jnrtdica O
emprP~udor rurul 1 ,cl rn c,pl, rnr a al·
vldude rurul pi-.,•odin••n{', 1·1111,1 p, ,-..o 1
fislca, ou como pessoa jurihtca. Ito é,
oonstlíul<lo rn flOt!lP1h 1,• Hrt01111ua, ou
em tiocledadl' por <]llot11~ d<' r,· ,pont-a·
bllldodtJ liwltad,, 011 lllm!t-.• fo l'U 11>111
ooodomlulo.
Desde q1e «o ol,jdo óu <'Xploraç.lo
seja rural» a emprensas ser rural,
ainda que constitutóa Pm "rril'd!ldl' i -
nôolma ou quc,t,Hl dr. Nilo lmport:.;, pol,;
para o enquactrnm1-nto da Pn:prr 1m como
rurnl que Reja juridica ou fHcn. O que
Importa é a natur,,rn ilu at!vlriartn por
ela explorach ,~om objetivo PCOrH):nlco.
b) Ser ou ntio 11er proorlel~tfo - O
empregador rurnl pocte sPr ou nllo, pro­
prletãrlo da terra ou da lodulllrlu rural,
desdo que as explore, que se encontre
à frente do aegó::lo, que corra os ri'!·
ooa do empreendimento, terú a condlç:ío
de empregador.
Assim o arrendatário, o U6ufrutá­
rlo, o empreiteiro, o possuidor, se equl•
param ao proprlettirlo rur!ll para os e­
feitos da legisl::i.oão trabalhista.
e) Fazer a explorução em carater
permaoeote ou t.m1porárlo - ~ empre
gador rural tnoto o que explora a terra
ou a lndu!ltrla rurol em cHater pcrma.
nente quanto aquele que o faz em ca­
rater temporário. como, por exemplo, a
pessoa que arrenda, por prazo deterrni·
nado, certa gleba de terra para planlü.·
ção a curto prazo, ou aquele que em­
preita s execução de determinado ser­
vtço ligado á agricultura ou pecuária.
Assim, embora a exploração s~ja
feita em caratcr temporário, o arrenda
tário, o empreiteiro titc. serão responsá
vds por todos empregados que admiti
roo,.
d) Ft1zer a exploração diretamente
ou atravé8 de prepostos - t-;ào desoa
racterlza a figura do ernpregactcr rural
a circunstanciu da exploração ser exer
olda iorliretameote através de presposto
o que é comum nas socledade:3 anôal
mas, por quctas, etc.
Empregador será sempre uquele
que assu.ne os riscos do emprendimento
e n!io o preposto, que é apenas um man
datário. um administrador, que executa
as ordens de quem o contratou.
e) Com auxilio0 cje empregados -
O revogado Estatuto do Trnba:hndor
Rural, deixou bem claro que só ertará
sujeito as disposições leg11i6 í!quele pro­
prietário rural que tiver empregddo H.
seu serviço, deflni~úo esrn, que tombem
Empregador ou
,ort zl
Patrão
foi ac:it. da µ l legtlço vi. nt •,
QUEM É EMPREGADO HT'TAL'
Entre s dttieuldad que npre
tentam ao t pregado es rurals par a
aplicaçt.o da let»laçl.o trabu!hl ta uma
d l!ô t!HII" NÍ't!n11, <:>, 1''.l'!!1lHt'nt1
1 1 d
h ·r qu:1111 Ot! trnb 1Jll. tllir,•. rur,1I qu 1
devem ser oouidrados «empregados»,
pol hà um grade número de p «sona
qu •. • mbor trablh u(!o , m tividnde
ltg9da lavoura ou peeur[a, ío ,e
enqudrm como empregadores.
Jlli, UlillW quo dltHl!J~lllr l'lllr( ltU·
hallt1Hlor rurul, que (
1 t11ll11 n pc :-cJ.1
que trabalha em erviço lado à !,,vou·
ru, pocu/riu ou ludú!!lrl11 rurnl, "H'Ul rP•
l,ição itu rmprc·go~, :.i u mprl'f(ndo rural
que é aquele que trabalha nus moamas
Htivldadt•R, mus !'Uj<'lto a um contrato
du tro.bnlho"
Conceltu11mos o «Er..,prc..1~11do Rurul
como to<ia u, pc!b0U fblr11 que, rm pro
prlcdado rnral ou 1,1róctlo r(1 tloo, pre•tn
serviço~ do notu1 ez 1 nilo ovontuu! no
empngador rural sob n depcndõnc!n
deste e rnodlunte s:ilôrlo,.
AI ei;Ul.o, pois, dArtntdo~ 011 ele­
mentos carocterlzodores do empregado
rural:
a) Depcnrl~oc!u: - O omproJ{Udo
rural ~em que 6er nc:cellsúrlnrneute de­
pendente hierárquico do c•mpregudor,
deve elo <,stur subordinado, lslo é, obrl•
gudo a cumprir suus ordt-n~, polfl sem
dependência oâo podo existir rrloci'io de
emprego, r.on!orme prloclplo báElco da
lfglE!açâo de trnb':llho brasllelro.
b) Serviço permanE>ote: - ) e­
pregado ~ural devo prestar serviços per­
mnneates, nüo podendo ser cooc;lderudo
o trabalhador eventual.
c} - Salário: - O emprl::'gado é,
obrigatóriamente, um assal11rlado seja
mensalltltu, tarefeiro, dlulstd ou lloriflta,
podendo suu remuneração Aer p':lga to­
talmente em dinheiro, ou parle em dt­
nb.eiro e partP. "lo n:-ituru", Isto é, um
forriecirnento de casa, de allmenlação, etc
sendo toaavla, obrigatório o p':lgamenlo
em dinheiro de pelo menos, 3Uº,o do va­
lor do saliírlo mínimo.
d) Pre;;taçã? de serviços a empre­
gador rural: - fü;i;a condiçüo é essen­
cial, pois se coexistirem os três eln,men­
tos acima reYerld or,.depeIJdêucia, trabalho
pl'rmanenta e salário - mas se o se&vi­
ço não foi pt'estado a empreg1:1dor rural
- o trabalhador não terá qualidade de
empreg11do rural.
Devemos salientar que se o tra­
balhador executa serviços que, pelG ;;ua
natureza, é rural como por exemplo,
cuidar de uma horta, não terá ele a
qualidade de um trabalhadc,>" rural aa a
empresa, à quai preste serviços, oúo for
rural, ·mas explornr únicamente ativida­
de industrial ou comercial, como um
hotel, uma fábrica, Etc.
Se, porém, o trabalhador prastnr
CA )N
Rural?
,h• l!1 (. l'I.( (ll 1•k!d 1 !: :
. t rurl, era con Ide ado
r tural para os efeitea trab
0 ljli' ln t, ,t .. ll 1,, ,, f t llllt,•, l
da ativldado deseuolvda, pela ampresa
p.1rit careterbelo do empregado 0omo
1 t1rJ 1 ,, . ruuc,'o IIJr 1
1!1• •IXl'C 1d l.
c.Ju:I l' udA,ll'I 1•
-.P,1u •o l!.1Jhirt p r, ., <'a1, i'lt ri
. c1o (10 tr,1l1.dllll rur.ll. (j11' 1 j)l'lduc ()
llf.rkol.1 • il,·· th1, l11!111 lll:t!L"11,: o
J•I 1 j ])1' na ft. Ir.,, Oll jut ii'kn, qllt' t•X
plora na repectiva tl idade rural. 'T'n
to é rurícola quem trabalha numa faz+n
da pertencenta a um plantndor do Oa,
qlll nto possui usina para a Indui lrlnll
zução do produto, como o que ex/ee
as atividude preft tonal na lavoura
canvleiri da empresa produtora d
uçicar».
Dr, Anlon!o <iM .~l'RII JJlohof11
!)Jr. Ot•p. .1 urfdlco
PA:1: fJL
Cakário Bonito Ltdo.,
C LB
todola: bonito a Jardim • Km 6 -. Foro+inho
E.rrlt6rio: /lv. A(oruo Pena, 16o. C. Grande S
Es!!ritlirio C<.;11lrJl. !.· tJrH•~ :;•.J ii 1 1 - {, l;l .38 .">
Av. W oirar Tarre», '7}6 • Fonrs 42]5430 e
'lll-51:lt
ltepresentante em. Marajá, hio Brilhante, t€
Puutu l'urõ ~ ,1,trr,f!'lrJtJ,.1
De Ml9uol Lanxlllott-1 o FIiho
Vidros, Ferros, Aparelhos Sanitários
Tnbo3 g11h·uni:wdos, pla,li.c<:a, 'Iiar.,11
!:JombaY parn ~gu11, etc·•
J:luo Augusto Mascarenhas 509 - feue 13
Aquidtrnana - )foto Groa5o co
Dr. José ·Atanc;mio Neto '
- ADVOGADO
O.AB - MS - 1579
A Hnida Duque de Caxias - ·reo
Cx. Postrrl - 31 - J rdio -~
POIO AO
GOVERNO
O deput.do Aleldeo
Fr ·nal«eto (PS SP) ape
1011 ao, llh•lllhro, (l
() p1'11('( O p,I ra que a] IA
c!••u II l'n• ilh•ut,• Ft
queirado venaer 0s
oi> t'lc11lo1-1 tia horn pr•
enb que, eundo ele,
n, o e resolvem Ó í'Olll
t utento, As olu
ç0e adotadas ató ll{O
ra - dl se • JIOdilltl n o
/r as desa j vls, ma
eto li ll)aclll IIUIUII
coerónaia qu irá pro
,111,'.h' 1<<'11~ fruto 110 ,l ..
vido tempo.
Intenções
oltorad,as
,o i!l 111 !tu u foltl
d 0onflung na rea!lza
ç.0 de elufçõe dir tas
para govern .dor OUI
1982, o deputado Ana­
deu Geara (PMDB PR)
h•mbt•t)U (U<l propo. lllfl
e promes 118 lllflo muit1u,
"ou ustomo:i can1ado1
d comprovar que as
Intenções manifestadas
•lt J:"cluçUo uoit ponto,
b(111lcol! du oaminhudn
domuoertlea áo slste­
wt.1tioum •.11to nllcradoa''.
P RTIDOS
POLtTICOS
Ao lameotur o que
c!all_Uioou como "UB&a&•
sloul.o"' do exlloto Mo
vJmento Demeicrútlco
f::Sru.síJc;rn, o deputa.io
Aldo Fagundes (PMDB­
RS) criticou a. eh,m.rl­
d.de dos purtiào.s poli
!icos no Bruil qu!l,
"pesar de se constituí
rem na essência da de
rnocr'lcla repre;entati­
V'.i", mm mádta de vida
do up .nas 20 anos".
.
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r, tneontramo o retro, bem dota.
lhdo, do sofrimento do Senhor Je+is,
que @ul/nau 0ot +tu Iorle num cruz.
h, que vem newr cruz? um rei cruel
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plnlio produzludo dorr11mumunto dn nn
ue; vemos ln Ia três histórico?prego%
que werviram para prenr as mãos 08
pé do T' ,, IJ/l ctuz; V('IIIOS nlndn, um
letreiro que dlzla o eulnto "deu Nn-
zareno Fel da Judeu" Joto 19:19. É
do rio fJf't·guntar: BÓ vemoo lua ·º"· ~tuz
de Jesns? NAo. Vemos, coisa" de pro un­
do «giricdo, ·oi» que no+,Ia!/%,,)"
pocadofl dn raçu humana, do eu mo
vmor do Ooue e sobre tudo, do único
caminho quo Dou11 truQou ao homem,
como mPlo de solvn9!10. VoJarnoa. Rm
primeiro lugnr, vemo11 nu oruz, o onor·
mo fardo doa p o c' do da raça
humn o IJ r e oo o ro b r 0
Jnocontos do HPI Orucmcndo. Vemos ali
11
JuAIIC(~ de Dous Imputando sobro o
Soohor ,lesuo, o cnstlgo que 011 homens
mereciam. Por ossn razl1o o Sonhor Je·
ti sentlu o desnampro por pnrto de
Deu,J qunado exolumou: "Dous meu
Deus meu, porque mo dosamparasto"?
MorooA 15:34. Em segundo lugar, vemos
1111 cruz do J ,isua, n profunda o slgnlfl·
cottvu mnnlfe~tnçllo do amor de Deus.
Enoontramo!l nus páglnae dne Bscrlturae
Oon, . .Av_ ouid" Moto Grouo. aso Fono 6296;15~ Sogradus, expressões que Deus prova
Res. Fono 62441ltl, Cumpo Orundo ilb
o seu amor aoo homens, do ndo o eon
Filho Uulgenlto, para morrer em nooeo
lugar. O Mestre, dialogando oom um
certo senador, Nlcodomoe, as!lfm 110 ox-
Dr. (jerson Novaes
t;.uimara-1's prPSAOU "Porque Deus amou o mundo
i v de bnl maneira, que deu o eeu Filho
Unlgonlto parn que. todo aquele que nele
orê não poreçn mas tenha a viria eterna"
João 3:t6, e o apóstolo Paulo esorenn
do sua carta aos Romanos declarou o
seguinte: "Deus prova o seu amor para
conosco, em que Orlsto morreu por aós,
sendo nós ainda pecadores" Romanos
5:8. li flonlmente, em terceiro lugar,
Porà vemoa na Cruz de Cristo, o UNI­
CO caminho pnru n s a l v a ç o
da alma. Pedro, apóstolo, perante o
Sinédrio, interrogado sobre um milagre
que havia sido feito em nomo de Jesus,
assim respondeu às autorldadrs "~ em
nenhum outro nome há dado entre os
homens. pelo qual devemos ser tialvos.
Pedro falava de Jesus. Atos 4:12, €J
431.201s flnulmente o propl'lo Jesus, a uma per­
gunt!:I. de Thomé, assim respondeu: ''Eu
sou o Caminho, e a Verdade o a Vida,
nlnguern vem ao Pai senlío por • Mim."
J oiio 14:6. Que Deus ajude o ouro leitor
a ver na cruz de Jesus, o que acabamos
de afirmar. Amem. DV
7a
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Sotor do 'I'rlbutaç!io
Oração ao
Divino Espíri­
to Santo
E1plrito Santo vocii que
me e,clnrece tudo que ilui­
na todo oa cominhos para que
eu ntiojn o meu ideal, você qne
me] dá o dom divino <lc per­
doar e esquecer o mal que me
fazem; e que todos os ins­
tantes de minha vida está CO•
migo, eu quero neste curto diá­
logo, agrn<lecer-llic por tudo e
confirmar mais urna vez, que
eu nunca quero me separar
de você por maior que seja n
ilusão material nüo seró. o mf.
nirno da vontnde que sinto
de um dia estar com você e
todoe oa meus irmãos nn glória
Perpétua. Obrigada mais uma
vez (o pessoa deverá fazer esta
ornçào 3 dias seguidos sem
fazer o pedido. Dentro de 3
dine aerá nlcançndn n graçn
por mais diflcil que seja) pu•
blienr assim que receber ll
grnçn·
M. J. V.
Predsa-se de
.
memnos para
vender Jornal
n 1
t+
J>,
I.J
•(
es
j
e
1
es
ili
)
)
Comercia ier Lida,
Está liquidando todo seu material de estoque, mercadorias à preço de fábrica
Secos e Molhados.Ferragens e 10Q1 artigos para a sua escolha
lilna IIAMo.hal JfJlalue, 604
Estamos Mudando de Ramo.
Ponta Porã

s
PARA
li
PROX,IMA
Cmpo Grande, MS • Devido
ece ·f4ade de manter, impreterivelmea
1,, uma rc unl!lu com ,,,. t11·h'g<1tlc ,10
Partido Demorttco Social do Estado
p ,ru forlll,Jllwr· li ro1111litulçl10 <.l thrqrn
;~onrorrl!ul•• a rlc-tç/10 do IJlrUóllc, :t,
glooul do purtlclo, o gov, ru·1dor ~lnrdlo
MIrando coucelou a reunião om cu
1HicrPtsrlucto.
Este encontro, rr.:arcndo para o
mesmo priodo, trl urll11do r11r i a pró
xI emana, depois que o lovernador
tvgrear de Brastli onde a lnr au
convénlo com o MIntstrto do It ttor •
para canalização do córrego "o
drng,1g,m cte otltoi,1 qn 11r'1 .. Outro
comprem!so de Marcelo M!r,ado ar
uu J>r,•11td(lncln da Hr 4ubll r. r1',1ni,11
uhado oi 3O prefeltos +ul matogrosen­
ses que sero reebtdos pelo prelden
pague luz e
'
agua de hospitais
"Fica o Poder Executivo autortzn­
do a pagor as tarefas de gua e luz do8
estabelecimentos que ª" dcdícem à
as;ilstO.oclu m{'dico-hoFpltlllar no E•tado
e que comprovem, no todo ou em parte
gratuldude de atenllJmento'·. ~ o qui,
estabelece o Arllgo Primeiro do P1ojeto
de Decreto Legislativo apresentando n
Asaemblda. pPlo c1ep:it!!do WHlter Car­
neiro vlce-llder du PDS 9 do g"vproo ou
P.arlumeuto Estadu1.l.
''0:i est1.bcleclmt:ntus de que trala
1
MA A
o Artigo Primeiro segundo Carnelro
- sorúo oudastrudos peronto à 8eorcta•
ria de Snúdo do Estudo, modlunte
eomprovlç!o de !'eu reglstro, fuoolo­
namento e prestação do ssletênefa a
pesos desprovidns de reeunws•·. !'levo
la ainda que elltn medldl!. objetivo, uno
só rn l n I m I z a r us d o s p o a n e
bem como tncentlrnr o ntrodlmooto
gratuito a ludlgPntes que o.lguroúR . Insti­
tuições de assllltênda módlco·btGpltalar
deseuvolvem em Mato Gros;w do S:ul.
São 2:W.000 tratores agrícolas. 330.000 lmplementos, 10.000 crilhe!taóe!ras
e 300 pontos de venda e de assistência técnica
Na conrlição de Revendedores dos produtos Massey Ferguson
nesta Região, colocamos à dispos!qão dos amigos agricultc,res toda a
nossa expcr!êncla, parà que a Safra 80/81 constitua o suc,~sso
que tudos nós almejamos
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Agrícolas
Poata Porã, Amambal, Bela Vista, Mundo Novo, Iguateml, Seta Quedas,
Eldorado, Antonio João, Caracol
Neue mês de Outubro n AllA estará realizando uma campanha intensiva,de venda, de wâquin111
e peça;; assim como, informações e assist.ência técnica
''AMA" - Aumentanáo a pr-odut!vidade
l .1 c<'h> l I tt,,t,, ,to.
) 11,11 .i !, nlo tl t llllito <'(lm ú
ereta,lado punas protelou a dleu
a de varios amuuntot politleo-adninla
lt,1ll o, deutre eles relo.liznço d
c•lrullú,ttv,·I, t'Olllll 1nu1H'lll':l o pr(lprfo
tiovernador. A constltlçlo da chna
p,ntl,., ria eta exlpzaela legal, plrnn
rlll o µrnw par eu reratro, a Juatl
ou 1.1 llor 1.
ser lia
t ;e H.,tltuint
A transformação d
Atual 'anate o t ,
s. bela Naeion! (Co
tllulnt , • 111 a Jll½l tl 1
'li ,,•A de lHlth'r !li
"btôleow", tol defendi.
li pelo deputado Fran­
et ao Lbardonl (PMDB.
~('). l11 H1 ta •!Ili! pr•-
prlttlÓl'i ,., llt' ti tr,rn
forme4o cle propôs
qtl 1 ) (]olfl'rlO l\'I~ 110
Congro projeto de
lel ordln4ria liberalizan­
do 1111 lc'I, ,!< lmpt •n 1
«- cio "líltrHll,lll N donnl,
reconhee ndo a Un/fio
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doentes, O tmpo flllt• li lllll>, {) 1l'H
ervlr àqueles que preelta de nós
poder er o mwum no ct 1:1 !Vo li J()
tôment n lu del, coto 1'1111
he111 t1,1 rw- .. 11.
kolt KIrh
pro11lrlf'nlt· rlt• ltnt, y lttlt etoul
LI PO llTA;1.'lT
'Todo e qualquer compunhet1'o
lporlut, roua detenda e o
sltb lo do Hotat, csdt totv«rlano
trabalha pura que u ora runde
ori;i11niwvtlo lul1'!HllOlCJlllll fllUt'.
REUNIÃO
Reunião reallzad sexta feira
pp coutou cvm I prr!-!'111,,a <lu ollpO
do companheiro Carlos Alberto
(prC!'itl,
1111t
1
) Dru /znlóu; da srltit
Helen 1 fuuclonárlu tio Hospltnl S.
Vtwete de Paul, Cvlnt•ITiôl',tDclO u
8eu universarlo nesta data, do Fel
nuldo (eupre copuleiro) e do
jovem 1-'t:dro 11 nriquc, filbo do
comµ1.rnhctro Pcdl'O.
ROTA RI ANO:
Prostumo& um serviço à nossa
comuuldad() qunujo , en •ontrawos
tempo parn pnrtlcipar dt1' crlhçfio de
eriços em pról tos jovens, dos
lllO!lO~, dü!J luvhlidos e dos uecesl
tudos.
HEGlSTHO
Hrglslt·ümos as pro enças doo
companhetros Carlos Alberto, Ivun,
uleimn, Nestor, Ivutdo, Genil,
PN0111H. Hulrnrvul, Joac Gurnldo,
,1o!iv, lfortúncio, _.lumno, Hazzano e
l<'eroauúu. •
SJl D:Ç.ÍO
O coro;rnnbeiro Feruundo e,ou
dou a srtta l:I~leua, eofoc•rndo o seu
trabalho, a su:.1 derlicnçílo, desejando
que a mesmas continue u truballur
com o mesmo empenho e reponsa
bilida de.
DEBATE :
Foram debatidos vários nsAun
tos, entre 011 qu:i.is o probleurn da
cadeia pública, com o companheiro
Jvuldo eofocundo o carátec de ur
gêaciu nu solução do probleru. O
companheiro Ivan disse que u Rotary
já. cumpriu com wc1 obriguçfo, e o
assunto agora passa a ser respopsa
bUldude do Estado.
O compnnheir:i :'11urnno oilo
co:cortou comn tu! afimrsço, drzen
do que nós devemos continuar lu
tudo pela reforms e ampliação da
cadeia pública. Ivaldo disse que vai
couliuar estilizado as uutorida
des utrr.véa d8 !rnprcusa e de ('()U
ta tos com deputados stdual,
8EDl•: PRÓPHli
0 companhelro Ivaldo uerlu
tambem que o Hotary etude umu
e+ltatêgia de çao vindo n con
tt uç w ,1n. 1-H•de prôprln, 1ltlf4ttnto
, 1,(or1L<l11 nu. rc•unlAo com o gover
ndor Ferntto 'Torres, Para o
pretdnte Carlos Alberto' é um
ve l 11 0 0 11 h o, u m r n n d o
rt ,, ,, ,l r I o (' 11/J!I Cl!lll/lllrl
1
mnA
() 11!11llnlO com o,1rlnho." Dlll!IO
ainda qui procurou saber' e fl
Prefeitura possul lum terreno
qul' p,,cll'l'fl ,wr doucJo ao llOTARY,
vdo n resposta negativa, mas Isto
no no wmoreee e vamo lutr
pata eoneretlzgão do velho sonho
dos rotarlnos belvlstenses.
,USENCIA
l111llo ~rnlldn n nur;êncln do
outros companholros. pois u frequ~n
c:ln do tudoa ó fator lmportonte pum
o deseu,·olvlmeato doR lral.Jullrns.
MENS,LlDADE
Multns discussões u repelto do
oumonlo dos meusolldades, várias
sugestões foram apresentadas. Na
próxlmu rounlilo, 11 ser reallzadu
Pexta felm na resldenolu do presl
donlt!, o UtJF.uoto será debatido.
Pedimos o oompareclmento de todos
os compoubelros.
PROTOCOLO
O protocolo Ivan Marques, BflU
ci ou todo e os pretientos, elogiando o
trnbolho quo esta colun11 vem re
Jtzaudo nu dlvulguç/io das renllzaçõeo
do clube. Leu uma m& té11
1a inserida
u ePRe respeito nu revista BRASIL
ROTARIO, de junho.
ROTARY, LhBORATÓRIO
DE IDEIAS
O Rotary Club, em Bela Vis
ta, niio é apenas um clube empe­
nlrndo em usslstír os mais ncces­
sltudoti e oolnborar para soluções dos
problemas mais urg .. ntes. A área de
otusçüo do ROTARY, em nosfla ol­
tiade, sem fugir à tlUI. filosofia prlo
cipul, é II'&is um centro irradiador
de idéius, um verdadeiro laborató
r!o de 1déiss. Devido ser Bela Vista
uma cidade pequeun. e de portícu­
Iaridades especiais, o papel de RO·
TARY ns sociedude exig-e uma atua
çuo mais prvfuudo. a nível de par
thlipução. Isto é uma imposlç!io da
própria dinamica do melo t1m que
vlvemo!l. Desvinculado da política.
mas às vezes. obt'igodo a usttr a
político µara atingir os seus objeti
vos, o Rotary está cada vez mais,
propenso u assumir, de fato, as ta
refas e as uissões que o povo exi
g a todo instante.
O importante, o mais importao
te, nete contaxtc,. é que o ROTARY
nllo é uma pfl-soa, não é um inàí­
víduc,, e a n;~1 respeito lembramos
as palavra de Rol! KIrlch, ,p%%
dente do í1, "o rotar«no, Id"!"";
nlmente, não et capacitado
vir inteiramente se Ignorar " ,
gr:rn O Oll prlrrolplos li!'.lolco►1 de
tary". Rolt
Flrinllzuodo, oloda -:om "º ,
Oumpo Urunclo, MS • O secro·
tál'lo Suulo Qul:ll'ÓZ, dú Dcsenvolvl­
menro fü:onômloo, 11flrmo11 dia 10 PP
que nllo Llà u~nhuma lntençllo, du
parto do Governo Fedurnl, e1~ cslu·
b2leeer o confisco pura a to[u 0u
qunlt;quer outros coreul!l que vcollum
u oer exportudos.
Segundo o secretório o que
exlHte ó "urno preocupução dns
uutorldud~s do setor dn agrlculturn
eru garunllr o ubasteclmeoto do
mercudo interno, de forma que não
huju a ncccssirlndc de !mportuções
posteriores, prlnclpalme1Jte no que
diz respeito à soja'.
O presldent' da f.ederoçúo da
Agricultura do ~foto Grosso do Sul -
Famasul ., Sylvlo /mudo. que anun­
oluu u.:nn r e u n i il. o do de­
partamento de ugrlcultura du e11tl·
dado quando será anulhmdu a nova
politlca do Governo Feaerul COlll
relnção 110 setor dltia11 que "s9 nllo
houver confisco, nfio ternos com o
r
Saulo Queiroz garante: "não ha nen
intenção de se estabelecer confisco''.!º;'
ro:-to
que nos preocupar". exl,t
Para Sylvlo Amado, o lmpt mi-nc
tante é 'que, quulquer que sejn F I e
medida tomada venha benctlclnr I m
produtor sul-routogrossooso. A re com
u!úo do Depnrtnmento rio Agrlcultu1 a 1
da Famasul tem exatnmento a fln1
llrludo de uoallsar os beneffclos qu
possam vir com esta medida.
J A o secrct{nlo Queiróz, gani
tlu que "o confisco, como algnt
eotendcrum, não passa de uma !ll1
dldu do Governo Federal com vlst
a dl~clploar a quanHdade o o qc
pode ou não ser exporlftdo no nc
que vem, no setor de grüos".
Dlose oloda que "tudo Isso I mio
deve ao fato de que as exporlador1 le
começam a efetuar seus contratt bal
de. veôda, notecipndomente, olé mi 'e,pl
mo já durante o plantio, o que f do
com qut-1 o Governo Federal ante1 fa7,
pe tarnbem os medidas para gim está
tlr o produto na mesa do consuc e esI
dor brasileiro". a
Kal
ad.
Acumulacão ,
logo
de
no
Campo Grande - O Conselho
de Recursos Administrativos dos
Servidcres do Estudo - CRASE - :1S
preten0e elfmlnnr todas as acumula­
ções do cargos por servtdore~ do
E:;tado, atendendo ao d~creto lei nº
SGS, de 23 de setembro último, bai·
xudo pelo Governador Marcelo Ml­
rnnda.
O presidente do Crase, João
Perelrn da Silva, disse que o órgão
vem atendendo diariamente, na tiUO
secretaria, u muls de uma dezena
de caso de acumulação. No momen­
to existem mais dci 100 jli. pro,:essa­
ctos; que deverão estc.r concluidC1s
até o final do ano.
Para que os traoolh0 .. de es­
tudos e os julgamentos não sejam
retardados, com prejuizo para os
interessados e Inclusive pum o pró­
prio Estado. o secretário de Admi·
oistrnção, Voldir rios :::iantos Perei­
ra, acaha de colocar a d/sp0siçilo
do CrnsEc m,ds três funcionários,
além de maquiários, móveis e ute-
o melhor forma de utlllzurmos +,
80 tt-'WDO 6 111:rvlndo. O torupo cr.i­
utlll,;amc,o orn ervir beetleía tpyditu»
to a aóe ru amo& como uqu : -­
quem sorvlmos.
Dar de sl antes d pensar ,
si 11110 é um icrol vuzlo.
cargos
Estado
acaba
sillos.
"As denúncias que recebem
são devidamente procest>adas e ai
rada_s, de acordo com o disposto 1
purtigrafo 3º do attlgo 18 do decri ho
686." Quulquer cldudüo poderá 1 que
uunciar, por. escrito, n. existência o 1
acumulação de. cargos, disse Jo!
Pereira do S!lvu.
Segundo ele, o sistema
1
apuração de acumulação de carg
montudo pelo GoYerno Marcelo 1
ronju, atravÉs dt:1 Seeretarla
Arimlnii,trnção. é tão perfeito en I
çi0 aos den is existentes em outr
Estados brasileiros, ao ponto de
secretários de .~dminl11tração
Goiás e Mato Grosso no recet
encontro de Secretários de Ad
oistração do Centro-Oeste aqui I
1
llzado ficarem entusiasmados colll
sistema manifestando disposição
implantar órgãos aemelhantes
1
seus repectivos Estados sendo
até levaram cópias d~ ,oda Iegl!
ção pertinente á matéria.
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