TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº651_28.05.1983 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº651_28.05.1983Número da edição651Data de publicação28 de maio de 1983Número de páginas6GeoCoordenada -22.117449388986444 , -56.51437339697145 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº651_28.04.1983 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto rua,, ata fator cte: IVALIO -- ---- ·---- - O FIL ca, ml. c» co vitamt. v de t. es, mal, ver, caqut, terrab att &, os pro. pepino •ficlo AS .00, 0 •i)';t(!· í.ôii6J QOC,J uE ' 1 J)l: j riç1- t)eg10 cios e adido st? o lula -- .i'i,1lur;;ilmcntc, no íntimo, eu posso ter o meu cnncUtlnlo, mas esse eu nunca rcveln• fro :io " LA1ENTAVEL so todos os aspects a át. visão no PlIDB belavislense, caracterizada com > aju:licção da no!a a:icial 'o DivetCrio a res-. pcit0 dos pnnuricínmentos do vereador Rose vclte Lino Garcia. A VE.RDADE é que está havendo precipi tação, desencontros, o :l:>llDB ó umn frente de mocrúticr:, com políticos ecléticos, diversas ten c1,;ndas e isto, gera, evidentemente, choques de !<lélas. RECONHECER que Rossevelte Lino Garcia é 1 dos mais atuantes vereadorro, talvez o que te nha apresentado mais indicações, seria o pri meiro pnsso para uma maior aglutinação das forças do partido. A FOUTICA tem dessas coisas, nem sem pre a razão guia os passos dos homens, mas, na política, a razão passn a ser fabr de obrev. vência quand, está em jogo, não interesses par- ticulares, mas defesa dns idéias. • ESTA FALTANDO- coordenação entre ve read:>res e membros do Diretório, se ban .que é r:rcciso consciência de· que os vereadores fa- 12..tn em ncme do p:>vo que os elegeu. COlIPRCVADA A CRISE n~ PMDB belá, ,,istense, caracterizada. repetimos. pela publica ção da NOTA OFICIAL, resta. não só aos eme debistas. mas a todos os políticos de ·Bela Vis ta. refletir sobre o FATO. rel A Naço . n!irmou o Presidente João Fl· guelredo, cm Nnt.al (RN), a respeito do pro blema sucessório. o Pi-csldento da República manteve uma reunião com os governr1orcs do Nordeste, "uma .conversa. tranca, l1t1f;t,.nto 11roveítosa, e que vnl deixar, sem dúvida, um sal!!o JiOSltl• vo para a regiiio", assim os governadores nor destinos classificaram a reunião que tiveram com o Presidente. A respeito da sucessão. F.lguelr3do reite rou a sua posição manifestada através de ou tros pronunciamentos, segundo a qual "o can dldato ser r.quelc que reunir as melhores _qualldllAes, n:io só para vencer a convenção como tnmbém para continuar o processo de aberlura que estnbelecl no meu Governo". . O Presidente insistiu que o candidato a O problema das professoras demitidas pe lo pre.feito Afonso Dilon Nunes LeJte, ainda .não foi solucionado. Essas professoras, num total de vinte e três, participaram de um movimen to reivinclicat6r!o por meTh::>res salários e equi paração salarial, entrando em greve e com isto gerando a aplicação do artigo 482, da CLT, sen do despedidas por justa causa. ,; Imprensa é imprensa. Seja na televisão, rá dio, • jornal ou revista, :o· profissional que mi lita na imprensa tem por obrigação e dever transmitir fatos e atender os mais justos an seios da comunidade. Há um problema, em Bela Vista, não é de hoje, algumas pessoas ainda não entenderam que há uma Legislação especüicá para punir os abusos cometidos pela imprensa, se bem que estes aQusos são raros, são mais fantasias cria da_s por 'pessoas que ainda não entenderam a real missão da imprensa. O programa O POVO NA RBV, sob a res ponsabilidade do vereador Marcelo Calvano, é um bom pr.ograma, de audiência, leva o povo a participar dos problemas da comunidade; in dependente das posições poh'ticas do titular, O POVO NA RBV vem atingindo os seus ob- jetivos . • • AO LEITOR edmnis ma! t ais r opto' 1o a cutsr anulmn Prerao or Prof sores! P Intermédio do prente mmico Ao genh;« pro{eso. r gorara?os à etu aros de k;é orara n 01i2/08» qu seus direitos referente a rs. cisiio de contrato de trabalho, ._....._. cOn!:m-se n Seu dio desde o dla 09 de m!o de 1983 nesta 're fr-it ur:t. . Va!homne do ensejo para re1 terar meus protesto de elevada estima e distinta considera4o, tdrnrlo<..nrnrnk Afono Dlon Nunes Leite Pzx-fcito Jlttnic:lr,11 "g.zoar.traz. a. ' PLIS IC JORGE RONDO·N DE O:LIVEHIA ESTtTICA E BEPARADORA sccscão será qvele que tiver "m!s possibl. lldades de dl:llognr com o povo, no :::P•1t'1)o de normal!zar (democraticamente 'viua do pn,ís". l'REOCUPAÇAO CO:l'i: O NOR!>ESTE O Secretário de Imprensa e Divul3a.ção da Prcsidnc!a da República, Carlos Át!a, disse que o Presidente Fir,ue!re:io agrndcceu, durante o encontro com os governadores, a exposição que todos fizerom, destr.c:mclo su~ permanente preocupaçfio com os prob!3m!:ls do Nordeste. Segunde A.t!la, o presidente lembrou que desde o início do seu eoverno tem feito um esforço multo grande no sent!dó de e.polar os Não entraremos no mérito da questão, mas Ee o m)vimento reivbdicatório foi justo, a gre ve :c.ão o foi e provocou desdobramento, houve injunção política e se aproveitaram das profes soras para obterem lucros políticos. Deu no que deu. • Para nós não importa as cores partidárias, m~lto mepos desdobramentos políticos, impor ta sm, a situação das professoras, principal mente as que ficaram na rua da amargura. Uma delas, mãe de· seis filhos, com o esposo doente, está atravessando maus momentos. É de se per guntar: onde estão todos aqueles que apoiaram e incentivaram a greve? • Ontem uma comissão esteve no jornal, in- • formaram que o assunto foi debatido com o Secretári:J de Educação, Leonardo Nunes • da Cunha, com o professor Euzébio, da Feprossul, que levará as r~ivindicações das professoras até Biadlia, Na verdade, o movimento das professoras, no início reivindicatório, justo, coerente, foi áproveitadq por políticos que no final nada de concreto fizeram, muito pelo contrário, colabo r;u-am na .bi;mação de um clima de revolta, ge rando. por parte do Executivo uma tornada de posição radical. E foram despedidas. PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCR.A'i'I• CO BRASILEIRO Pi'r!DB DIRETôRIO l!UNIC:PAL r,z BELA VISTA· O Dire~ório Municipal do Movimento De mocráticJ Brnsileiro - PMDB, em reunião rea lizada no dia 24 de Maio de 1983, por decisão unânime de seus membros, resolve, de públi, co, manifestar-se frente as atitudes assumidas peb Vereador Rossevelte Lino Garcia em ses são realizada na Câmara Municical r:os dias 16/t.3/83 e 23/05/83, publicada peios jornais da Rede Belavistense de Jornais, o seguinte: 1.°) Acatar incondicicnalmente, sem restrições, seu afastamento (REP'ODIO) de seus compa nheiros de Partido e principalmente do Presi dente do Diretório; ;-'ACS ORELHAS. PALPEBRAS, NARIZ, Atende em: Bela Vista: Ru{ Antonio Jo- COURO CABELUDO, SEIOS ABDOMEM, 5o S/N, ao lado da Farmácia Modema • J:,".)S E 1TT-;T1rBROS. INCLUSÃO DE SI- (última 6.a e 6.a Feira e Sábado de eada !AO:, PEELING CICATRIZES, TU- mês). : o::i::s DE PZ"LE QUEIMADURAS, ACI l )E~·:TADOS, DEFEITOS GCNG~OS E?ampo Grande: Rua Pedro Celestino 1387 r..:fi.GS, :}!':S, FE~mA PAL&'::INA, LA- Centra, Fone 882-2984 - Res. 624-5445 nro L::PCl: 1~XO) ÚLCERAS DE MEM- Diariamente: 09:00 às 110 hs. 14:00 às :S R)IAGRECIMENTO. • -----1.8..,J ... ijO_ps._~ • -iiiiiii-;,-.----Õiiiii;---:11 -- 2. 0 ) Crer que, diante dos fatos ocorridos o ci tado Vereador, Rossevelte Li1o Gareia 'tenha EDITAL Por wn lapso da revisão, no Edital da SETEAGRI, com prazo de 15 dias do lo te~mento Primavera I, o ·mesmo 'foi pu blicado sem o número da matricola. Este 1 número é R/1 matricula 4.308 Folha 4.308 ------ ; Pcvernos nordestinos e nto! quo o C0. vo !dera! e a Nação em tá, : m 7± cr'ss prolongada de in!lação, de ar;o e p nto,do poucos rcurss, ms i: a!n: retende fazer um esforço reobrado poracctrar mcios e mnciras d dar esse e7.o o governadores e o povo da rei!o. O o1vz do Palfclo do Planalto, con• c'!a !irmando que o pre!dcnte comunicou aos gorndores s suus pretensões: oav!r t irrias, idcntiflczr opiniões, prfrénc!as !'(' u•nti.do de ir pouco a pouco, çomo Já do cl; rou publicamente, ormano um juizo so brc r.s tendências que o leve a indicar, a suge rir à Convenção Nacional do PDS no próximo no, o nome do candidato que o partido lova. rá co Colégio EleltoralH ~egundo uma dos professoras elas "acre, ditam (!!1~ e PMDB, o Gov::mo do Estado, Ir cc-:1tratu- as vinte e três demitidas e s coloca rá à ciliposição da Prefeitura", Há promessa neste sentido. • • • Há informação, também de uma professem, "de que há possibilidade de um acerto honro so, desde que ambas as partes cedam," para es ta professora''n6s conhecemos o prefeito há muitos nnos, ele não é pessoa de perseguir, muito pelo contrário, é um homem. cristiío, quo prticip11 êos movimentos da igreja e nUllcn tcmaria atitudes redicais, houve qualquer coisa que fugiu ao controle normd da situ.ncib". Enquanto não se resolve o caso, que pro voccu inclusive a lmpetração de um mandado de segurança através das adv. Vera Lurziro e Vilma indeferido 'in li.>nine' por falta de ampa ro legal, fica patente, no final de tuo, que fal tou orientação as professoras, classe injustiça da, que ganha pouco e que ainda vê-se obriga da a viver fatos dessa natureza Tudo isto é mui to lamentável e go.;tariarnos de ver a situacão se n:Jrmalizar. Nunca é demais lembrar, tam bém, que às vezes, inocentes paga_m pelos pe caCcrcs, a nobreza de, oficialmente, conclv.ir seu ato de Tepúdio, encaminhando a este Diretório. com a máxL'Da urgência, seu pedido de desligamento de nosso quadro Partidário; 3. 0 ) Declarar qu.e o P.A...RTillO DO MOVTivT...EN TO DE::vIOCRATICO BRASILEIRO. Pi'I-IDB Municipal está unido em tomo des"a:; dedsõss e continuará sempre unido e vigilante em de fesa dos pri::icípios partidários; • 4. 0 ) Não admitir que elemento alS!Um use de• nosso Partido para se autc-promo~rer. e ma.is ainda, tentar s:emear a discórdia enfre no.s.sos companheiros; 5. 0 ) Hipotecar total e incondicional apoio à S. Excia. o Governadcr Dr. Wilson Barbosa Martins, que com capacidade e responsabili dade, vem admL'listrando este Estado. toman do em realidade, o grande sonho de todos nés que é tornar Mato Grosso do ~ul. " grande Es tado Modelo. • A Comissão Executiva do Partido· Democrá tico Brasileiro - F:MDB. Corumila Loureiro Almeida - Presidente Josino Pinheiro. Vice-Presidente - Ricardo de Vasconcelos - Secretário - Marcelo Calvano - Tesoureiro - Ildefonso Pinheiro ~ Dele~do 1 o u o A (;lm.im 'd11111•;Jp•1) <1 11 r,, l't Vi I n 4 Ui11: das msi dinlmtr, e ta Ta!za de Fronteira e iuto porque o {r. ver+dores acreditando tcomo creditam, na abertura de Joio Figuv! ,,do, dh11lr..i1 e ti tem certos de q1e e to s .iO.f{O, penas, ums prerrogativa ine. ente e intrsaluei do regime democrático, NSevs4o do Dia 23 No compareceram dois vereadores, en rio que um ele lc ,, e presente, de ucordD coJn comentários, teria aquecido n Sv:siio ele rtl• {lllrl'o /;ll!ll'' l r1r/·rJlwlt. IltJ qualqI1,,r forrrm a Su;siio niio foi n a d a f ,· i a e nes s a demo e; ró t J e a tonto c.iC c:Id(}r, p(•rc,·hia ;;a o lnt11llo ele <'!lcl:1rc. C('l', <IC pôr 11 vorclndo Jl() !.r>ll devido llliSlll' u, prJ11clpnlmc11W, c-rn criticai' um Pstaclo de coi l'>ll!J qun, nu v1•rdnUo, no~ r-nvor~onhn: o ('Studo de nossns estradas e, prJnc:1p:1!monlc, a da etrd.a do I" cla'lt.c, 11 rm .. ooo, trocho Jurdlm, )Jr.la IJ8líJ. Povo, polftrcos e autoridades da i r e 1 es Lí1o 0titnç,pmcto II pcrctor ti pociéncla com ESTADO DE MATO anosso DO SUL, Comnrcn. de Bc.Jn Vista, Cart6r)o do lº Ofício ,. ... 1 o b o que lhes prece ser "Insensibilidade" do briú";:O (;hr (() rJ:1 CF:P.-3 P do nobro Dint'>r do Dcrsl que, por infelicidade, respondeu olfdo r!JL<.11Clo ,; t1Mcrro r..<.m pw!i!r•tr1'l"1 rc• ferindo-e uma estrada "interditada" por feito das últimns chuvas!!! O nom,, do p-:cu.1ristri Miincco Mirnn1a velo vi!a, um vez que esse cidadão, um (lo•; •·JobO'i 1.1grac.l<l'i" dr; .. ln r,lmp1tlc:i. cid;!dG, teria s!do colocado em situaçlo de p:ofundo con:,tmn:!,lmC'nlo por l.1p·o o ·'Jnoompdlndn" de ncesores do eminente Governador do Es tndo, Dr. Wl.l:,an I:Ja(hO'.;t Murt,ns. Dissencio no MD O ~1obrc vereador Roosevelt, LJno Garcla criticou, de modo cnndente, o "modus fas• clrndJ" ele 11m c::so político (Cbefin da Cire trnn) e rasgou o verbo ao c1escrevcr fJ.S condi ções clJs estrndas, uma vez que dom1ngo úJ. ttmo, no dlrlgl.r-se para Sfto Carlos teve de voltnr e en!rentar s!tuaçüo lclêntica nos BRs 060 e 2ü7. JOS11: AVELINO E SILVA~ Oficial do Cart6rlo de Registros de Im6veis da Comarca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, na Forma da Lei etc .. , .1 FAZ SABER aos que o presente edital ou dele conhecimento tiverem e de acôrdo com • a Lei Federal nº 6.766, de 19 Dez 79, combina• do com as disposições da Lel Municipal nº 690, de 7 Fev 80, pela Sra. Selma Regina de Barros_. bras_ileira, casada, comerciante, pro prietária da firma Seteagri Empreendimentos Imobi11anos CGC!vlF nº 003.201.3240001/ 86, 1:1scrição Estadual nº 280.592.34/5, Esta belecida a Rll.l Antonio João 900 . em Bela Vista MS, me. foi requerido o Registro do Lo teamento denominado "Jardim Primavera I" aprovado pela Prefeitura Municipal desta cida de Confor:11e Processo nº 295/83, de 04 de Ma io de 1933., elaborado nas Quadras nºs 168 e 19, ambas localizadas na Primeira Circuns criçao, comp~eendidns dentro do perímetro urbano da C1dnde, as. quais, após Loteadas ficaram subdivididas em 26 (vinte e seis) quadras numeradas de 1 (um) a 26 (vinte e seis) e que estas quadras, por sua vez, 'foram ~bmvididas em 232 (duzentos e trinta e dois) . tes dl: Terrenos Urbanos, destinados para ~ns~ residenciais, perfazendo uma área total e :1: 318 • 00 ~ 2 (setenta e um mil trezentos e quarenta e oito metros quadrados) situados nos segumtes larutes: NORTE· Com o 1 t mento Itnpor:1 e a Q.uadra nº i10. SUL· ~ ea us quadras nº 167-A e 168. Leste: Com a~ om dres nºs 183 e 10.1 Oli'"'"""· e qua- º - •• """"""· om as ouad as n s153 • 153/4 • líi3/9 • 153/10. O Imóvel ira € ~ cri1 p 3 essa r=g a U N 0pin1o do nobre vere dor Roo!t, o problema dus iradas fogo quilo u se poderia chamar "da astre por efeito do con. A 'yrrtricas deras •• J• r , r.t: ... !10 e«correadi ter da "irrespom! Mi)!dde e da incomne!nela". ic) Iuns Imagens, epli mm rom segurança, O ~JCI:5"m~nto r)() OJ-:'CC](1.r llúO',('/''li: ---- r.m um bura o, rw loc l ú~·r:or:-1in'lll0 Sta. 'Terezinba, podem ser alojados todas s ptróis o tratores do C,1:;tt 'l: -- Fm co de emcrén hHlca. o E'r cllxi Nt>rion;,l urinn·m•crr·rh c 1rl!do. nfolnclo ro B'R·0h0. ft, <:IJO .Tardim-r:,, 1 -, Ví•,t:i. A reneii, t P?reovo!! 6 c!ente p- ra rs croniete r !ifrirns drrrem de [alo O Pt!:fPilO o nrrem riin n nmrnnha em prol ele e~tmrln,:; õir,nn,; (ln ronfí'ln;:r1... Aro;o!totn n pcan do temo aue dis punha n ""Orc1nrn tlo TJh''. o ver<":1rior Hoo::c ] nroorou oslnror men1 posicionmen to e et-.mcrou-~e na clef<"'"- elo Sr. Airc, R'.Muri, Clwff1 rio Clretmn ~1" n,,tq Visto. diz:cndo-0 víl lmn. rlri ltm "complô pollt!co, no runbito do PMDB loc::il. Outros A 5untos Jnf·,..rp.<:si:,rlo<: nn ~nh1rJin dos problemas Quo ,,rlJ11pm o i,nvr helnvlst.ensc. os nobres vereadores nbordnrrun: - O eterno problema da TV, atuo entra e sa.l rlo nr. 011~ndo hcm ns,c:tm o entende. Neste nartlcular o vereador ''Peninha" alee-rou i<fltr~ i,,1.res. 110 informar. na qualidnde dfl "ex-lfr!er c:lo nrPfPito". 01;e um nrP<;fativo e romnntcnte snrl?'Pnto do brioso 10ºRC. de vidnmente ;:,utorlzaclo nelo sen Cmt .. lrfÍ. de norn em diante. prestar assistência torre '"levisívll. como A)ll n merecP - Concerto e reforma de E'>cn!n foi sol'ct' trrl11 rnJo vere~dor Clnudíonor oue slee:ou 011e um ··+oa pode desabar, pondo em risco os alun1y; P '1. nrofessora. P~vil"""nt::i~ão asfríltica de 'uma rua me.. receu n at"-".iÍO dos Srs. vereadores e espera se our, o f:r Prefei!.o arregace as mangas e entre no asunto, sem demora. loteado, se encontra devidamente Registrado neste Cartório de Registro Imobiliário, sob o nº Matrícula nº , Folha n"' , do Livro 02, do Registro Geral, em Maio de 1983. Juntamente com o requerimento, me foram l , apresentados e autuados neste Cartório, o Memorial Descritivo, Planta e demais docu mentos exigidos pelo Artigo 18, da nº 6,766 de 19 Dez 79. Os Lotes de terrenos urbanos ser-ão colocados a venda tanto a VISTA quan to a PRAZO, observandó-se para tanto, nas Edificações a eles relacionados, as prescriçõ es dos poderes públicos. E, para que chegue ao conhecimento de todos os interessados e que ninguém alegue ignorância, foi expedido o presente EDITAL ;que será JfL"Cado nesbe 1 Cartório nos lugares de costume, publicado 3 • • (tres) vezes consecutivas no jornal de circula ção local, podendo ser apresentado qualquer impugnação dentro do prazo de 15 (quinze) dias, a contar da data da última publicação. Dado • e passado nesta cidade e Comarca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul aos 12 (doze) dias do mes de Maio de 1983 (Hum inil novecentos e oitenta e tres). Eu José Avelino· e Silva, Oficial do Cartório dé Registro de Imóveis o datilografei e· assino. José Avelino e Silva Oficial do Registro de Imóveis N dobe'nte os eso Odin4ris « ro' te Ian da Costa Msqv urancz os trab!tos, n ::r:r·c- nmr. cu<:JJ,;,do JX.'- • cataram, democraticamente Ma, demonstrando, outrossu . "Cobertura do Regimento Itero" n podera deseambar para o cos".. D! J?k o 1511555 0a +57G ' (t'u11C:odo cm 20/2/10í2l • C.G.C.M.F. 15. 513.203/0001 &Jl'·tro no Cnrt6rlo do Tlt11!05 o t Documcnlo!l n. 0 35 - Dlrclor-Rl.'spon..<:;vcl: Ivnldo Prrr!r:. · (Jomi,l.bta Prcrisslonol. J).,fotr!cub llITPS n." 140) Admlni..slr:içilo. ncdnç::io e :r>nrqu.c Gr:'lf!co - SEDE PTióPRIA ·- Run da Rc.>públ.!cn s/n - Hcb Vista • '!-.'!S :1 Fone: (067) 4:J0-1110 - Cnbm Postnl 23 Diretora: Marla Estela Velsqez Perctr i Gerente: Gllson Silva .Snntos l Dcpto. Circulnçúo: J.forl!enc Ma:rin j REDATOR-CHEFE: Ivnldo Pcrc,irn ASSTNATl.JRAS Bela Vist.n: onunl G.000,00 Demais Municfpios , .. 0.000,00 FUNDADOR: Ivaldo Pereira Um órgão dn. Rcd0 Belavíst.ense de Jornais Llda. Reprcsent::içilo em Si'io Paulo e Rio de Janeiro: TABULA VE!CULOS DE COMU NICIÇÃO 8/C LTDA. Rua 7 de Abril, 2!l2 - 5.º Andnr Fones: 255.2579 e 255-3492 Filiado à ADJORI e ABR/i.JORI íl EMPREENDI.MENTO IMOBILIARIOS Crecl __: 1.418 LOTEAl'lENTOS IMPLA!'i"TADOS lTAPORA; ITABORAI, ESPIRITO SANTO, PRIMAVERA I e PRIMAVERA li. ·É·isto mesmo, tudo o que está escrito acima é uma realidade. É Bela Vista ingressando. na Década da Decisão. Esta é sua Grande oportunidade, de investir e criar o seu patrimônio agora PRIMAVERA ------------------ JARDIM II- Ali, na Av. Theodoro Sativa - no local mais alto da cida.le Preço de Lançamento ... 100,000,00 "Facilitados" Nó~ fazemos qualquer negócio - Apresente sua proposta • MAIS. UM EMPREENDIMENTO DA "SETEAGRI" Administração Nivaldo de Barros Rua Antonio João· 900 ...;.: Fones 439-1431 e 439-1238 BELA VISTA iIATO GROSSO DO SUL oi ' ia l lO ' s pro aen' y s .. r:-.IJ R: 4I#e c1.1 e Geri di5 1ma+ R 1 • AGROSSC>L DIESEL LTD . 2 - ABASTE AGROSSOL B, TRR)Ar. :!Duque·de Cmas, s}n • J:AlU:>IM - MS. 3 - AmtO POSTO AGROSSOL ~MBCO. ~~TtTEJS LTEA. (Posto) BR 060 . T?.- O 4 • AGR()i;!S'QL REVENDE PR MBUSTIVEIS LIDA. Mm0. i • EDORA DE Dh RI'V A:00S IilE PE'm.6LE<1> L.'l'.DA: (P.õsto) Rua Pilad Rebuá, 1391 5. TRANSPORTADO!M AGRG . . GUIA LÔlP:Es (Posto) BR 060 - Enttoncmmento SSGL DE DERIV &DOS DE PE'I'RéI,,;EO • • DA l.ACIDNA - MS. KgDA Tansportadora) - A:v. Duque de JARDIM -1'IS. BQN1TO-MS. Nioaque/Maracajú Caxias, s'fn - JARDIM - MS. 1 l _1 m d> Be 1 l t, RI V«redor Claudionor Rodripa - PDS Requeiro Ma ouvido plenário na for mn regimental que seja enviado expediente ao Exmo. Eenhor Pfeito Municipal solicitando a continuidade da pavimentação u:fáltica das principais ruas de nossa cidade, considerando que os moradores e comerciantes dessas ruas estão de pleno acordo com a continuidade des. a obra, Sala das Sessões da Câmara Municipal do Dela VLtu-!VIS., 23 de Mnlo de 133 Verendor Cledionor Rodrigues • PDS Requeiro u Mc~n ouvido o plcnltrlo na forma regimental, para que sja enviado expediente ao r~irmo. Sr, Secretório de Estado de Educação de Moto Grosso do Sul, solicitando urgentes pro vJd{lncla:i com refcrênclns ao prédio anexo três da Escola Estadual Castelo Erunco onde funcio na a Escollnhu FROAPE. O referido prldlo necessita de reformas, pois qnconlra-r.e até mesmo em perio de desa bamento, precária n instalação sanitária, e o teto com vários vazamentos causnndo perigo os professoras e até mesmo as crianças que fre quentam aquelu escola. Sala dns Sessões da Cumnrn Municipal de Beln Vista-MS., 20 tlq Mnio de 1983. Vcrcnclor Claudionor Rodrigues • PDS Requeiro n Mesa ouvido ao plenário na forma regimental que seja e:wiado telegrama em caracter de urgência ao Senhor Diretor Geral do Fundação IDESUL,, solicitando pro vidências com referência, da retransmissão de imagens de TV. Considerando que a semana proxima pas sada n retransmissão da televisão deixou mui to a desejar em tôda a nossa região, • Sal:l. das Sessões da Cumara Municipal de Bela Vista-MS., 23 de Maio de 1983 4-.~'f'Claudionor Rodrigues - PDS ' • tueiro a Mesa ouvido o plenário na íor m48egimental que se oficie ao Exmo. Senhor 'l1residente da COHABsMS sol_icitando informa ções da situação atual em que se encontram as Casas Populares deste município, que até a presente data não foram entregues aos mutuá rios inscritos para aquisição da casa própria. Senhor Presidente, Senhores Vereadores; Como é de conhecimento de V.as Excias., essas casas já se encontram praticamente con cluídas a meses, e até a presente data não te mos uma definição da COHAB quando da entre ga das mesmas. O povo inscrito para aquisição das mes mas muito vem reclamando, e, reclamando com razões, e nós como represe!ltante do povo be lavistense nesta egrégia Casa teremos que lu tar para que as casas populares sejam entre gues na maior brevidade possível. Sala das Sessões da Câmara Municipal de Bela Vista-MS., 20 de Maio de 1!.'83 . Vereador Rosseveltc Lino Garcia • Pl'IDB Requeiro a Mesa ouvido o plenário na for ma regimental que seja enviado cópia das In dicações n.o 031 e 032/83 ao Exm. Senhor Go vernador do Estado de MS. e ao Exmo. Senhor Diretor do Dersul. ala das Sessões da Câmara Municipal de Bela Vista-MS., 19 de maio de 1983 Vcrcdor Rossevlte Lino G»ria - PMDD Ind.co ao Emo, Snhor Governador do Es tado de Mato Groo do Sul, Dr. Wlon Bar. bosa Martins, com cópia ao Exmo. Senhor Eng Arnaldo Ferreira de Souza, Diretor Geral do Dcrsul, que referente ao meu repúdio contra no ofício n.o 241/03 - DGE, enviado a esta Ca ±a de Leis, explicando-nos que os trechos da BR-0G); havia sanado a problema e que esta va cm perfeita condição de tráfego, sabendo n:ís, que <le!:dc o d!n 15 elo corrente ms té o dia 19 Bela Vista não leve Hnhn de ónibus de Bdn Vista à Jardim por estar lntrao .itvel pequenos trechos da DR-060. Esperamos nós, junto com este povo que seja solucionado o pr:iblcmn com urgência, e, quero deixar bem cl_aro oo Sr. Diretor do Der sul e demais rcsponsúvels que para sanar o problema deste pequeno trecho, pntrolar so monte niio resolve no contrário íica piar, prin cipalmente quando chove, acreclito cu, como V.n Excia., bem sabe que é t5o pequeno o tre cho que necessita fazer levantomento com cns colho e somente ossim solucionorá o problema de nossa BR !icor Intransitável, Senhor Governador e S<;nhor Diretor; nós como responsável de atender o direito do bem estor desta comunidade, estomos supntando críticas pelo que ocorre dentro <le sua odminis traçiio e por pertencer a esto alu parti1.ária não quero ouvir críticas contra o Governo tl:? Wilson Barbosa MartL"ls, senc!o este o primeiro governador eleito com vc'.o direto de nosso povo, e sabend:i que V.a Excia., como nós te mos uma série de responsabilidades com este pov sulmatogrosseme, sendo assim espero que . seja solucionado com urgência os problemas dos trechos ele nossa BR, que vem causando re volta a e-t;: povo belavistense. Sala das Ses sõ'.'s do Câmara Municipal de Bela Vista-MS., 19 de Maio de 1983 Vcredor Ros«evehte Lino Gtia - P.'lDU Irdico ao E:mo. Senhor Governdor do Etndo de Mato Groo do Sul, Dr W:!en Dar bosg Martins, que em repúdio meu o Senhor Presidente do Diretório quero deixar bem cla- ro a Va. Excia, de que nós Vereadores eleitos cem o voto direto do povo sentimos despre tigiados com ente governo na medida tomada em que deu d.ircilo de somente o Presidente do Diretório de todos os municípios de nosso Estado solucionar o problema de funcionários, pergunto cu, a V.a. Excia., como ficaria a res ponabilidade de cada Vereador com o povo quc confiou fazndo assim seu voto mn nossas canclidatura; n:is un:r,;; de l'j dê! 1-::vcmb::-o p.p, pcr{unto a V.na Exeia., quando estes humildes elcit.orc:; se dirige a ezte Vereador que é res pon~ávd com cquelei:; que o confhram e que fica sem ação alguma de resolver os prol2. mos quero deixar bem claro a V.a Exeia., que o Preõldente do Diretório tem compromisso com o partido, e, nós Vereadores temos respon sabilidades de atende:r os direitos de quem em nés coníiou, Pergunto oinda o V.n Excia., será que o Presidente d:, Diretório desde ou qual quer mu'1icípio, se ele condidatasse a Vereador ele era eleito com voto do povo. Pergunto ain da, a V.a Excia., porque foi tomado esta decl süo per parte de V.a Excio .. , nssim como V.a Excia., tem compromisso com o voto do povo queremos que pelo menos seja aceita nossa reivindicação a:> Preside:nle do Diretório, pois este humilde Vereador quando reivindico e ln dica sempre encontrou desprezo. Sala das Ses sões do Câmora Municipal de Bela Vista-MS., 19 de moía de 1983 Vercnclor Rosscvcltc Lino Garcia • Pl'lDB Requeiro a Mesa ouvido o plenári'o na for ma regimental que seja enviado ofício . com urgência ao Senhor Cmt. da CER--3 com cópia ao Senhor Diretor do Dersul, homens que chefiam os órgãos responsáveis pelo aten dimento de nossas rodovias, levo ao seu conhe cimento que a BR-060 há necessidade com ur gência de ser feito reparos no aterro que devi do as fortes chuvas· na altura da fazenda S.ta Terezinha houve erosão deixando um pequeno espaço para trânsito. de nossos veículos, ficando o lado direito da BR um enorme buraco que por falta de obstáculo para alertar os nossos motoristas poderá causar acidentes a qualquer I hora, quero esclarecer a V.as Excias., que a BR- 060 para ter Úvre acesso à.o que seja sanado • o problema de Bela Vista ficar isolado p/ falta de acesso p/ nossas rodovias, é necessário fazer cascalhamento no trecho A g u a A m a rela e d e m a i s pequenos t r e e h o s críticos n a n o s s a BR-060. P o i s Vas. Excias., já estão conscientizados que fazer sim ples patrolamento não dará a esta BR acesso p/ trânsito, ao contrário fica pior, espero assim compreensão de V.as Excias., no atendimento do referido ofício. Sala das Sessões da Câmara Municipal de Bela Vista-MS., 23 de maio de 1983 Vereador M.:rcclino C:1ssio B. Acioli • PDS Indico ao Exmo. Senh:>r Prefeito Munici pal na nece_::r•..1ade ce mandar fazer reparos em frente a residi!ncia (':, :::r. João Martins, da es trada que demanda a cciras, pois causou na quele· local enorme buraco impedindo o trân sito para o mon:dores daquela rc-,.,;'i". Sala das Sessões da Câmara Municipal de Bela Vista-MS., 23 de maio de 1983 ma regimental, que se oficie rente a IDE'SUL para ranr as constantes interrupe de ira gem de televiio em nossa cidade, bem cor o informar concomitantemente, da possibilid de d tranmt do de imagem da TV-CAMPO GRANDE TV-CAUIÁS de Dourado, para e tas comarca de Dela Vista.-MS. Bela Vista, 23 de malo de 1903 Vereador Sérgio Roberto Perondi •PDS Rcquciro à Mesa, ouvido o plenário na for ma repgimental, que se oficio urgente ao dire tor da DERS.UL na Capital do Estado, para que este infonne esta uusta Casa o porque, do p:n:ilizaçiio compl<'la da obra cln estrada que lir•n Carncol à Siío Cnrlos, pois :. mcm1:-i cm face abandono total, vem ocasionando sérios tr:mst.ornos nos propr!ct{Lrios daquela teglúo, que cst5o impossibllitndos de trafóg:'1-]n. JUSTIFICATIVA: Constnntcs rcclamnções de proprietóriog da quela reglfio, bem como de Dela Vista, e•;ti.ío l'evoltodos cm face nbondono total dnqucln ohrn, que inclusive já !ora iniciado, pnrando nulOmó ticomentc, após posse do nov.i governador dn Estado. Ressolta-se, que já são de rrrnnde mon ta os prejuízos aos moradores e proprielúrios daquela região, pertencente à Ccmarca de Be la Visto, justifieando-sd pois, inteiram.ente o pedido de informações do órgão competente e responsável, o por que do parallr.ação da obra bem como, requerendo o imediato reparo do mesma, ao menos p/ que haja trá(ego em con dições mínimas. Sala das Sessõe:; da Câmara Munícipal de Bzla Vista, 23 de maio de 1983 t:::J O Maior Centro de Abastecimento de Bonito. 8 Cliente este as artigos ce primeira $permercalo lava • 0 apeão do iam A{ti@ato. 1 ,, Fone 369 l Q MS I ---------------------------1 -,;;r Rua Luiz Costa Leite, n.o 294 SEJA BENVINDO A rEu [ APARTA'lIENTO DE LUXO TELEVISÃO JORNAIS DIVERSOS PUBLIC RELATION ESTACIONAMENTO AlIERICAN BAR LAVANDERIA PRóPRIA ESllERADO CAFÉ C/ 15 ITENS T.V. A CORES Al. Barão de Limeira, 44 Reservas PBX Tel: Gerêncüa 221-0292. 221-9168 ECONOMICO SAO PAULO· HOSPEDANDO-SE NOS GRSME HOTEL ERSZ A APARTAMENTO DE LTJXO TELEVISAO JORNAIS DIVERSOS LA VANDERIA PRóPRIA ESTACIONAMENTO AMERICAN BAR T.V. A CORES AR CONDICIONADO GELADEIRA DE LUXO . , .... Av. SÃO JOÃO, 531 TEL.EFONE Tel.: 222-2811 HOTEIS "ABC" l cnv O LAR DA CORTESIA APARTAiffiNTO DE LUXO TELEVISÃO JORNAIS DIVERSOS PUBLIC RELATION ESTACIONAMENTO AMERICAN BAR LAVANDERlA PRóPRlA ESMERADO ~ C/ 15 ITENS T.V. A CORES Rua B.rigadeiro Tobias, 'Z21 Tel. 227-0022 • ECONOMICO - - - , eg> lês h0as razãs ara você preferir 0s 39$30s impressos Q:lide!de 2-Preço 3-Rapidez l l 1 ~ 1 l PREÇO DESTE EXEMPLAR 1 -----.-------- ..,. ~- --- ....... -----~--- -'i°i' "' -----------------------------.------ --- -------------------...-_· O igo de erpre, Aurélio em eu Dic!onrio, , , • .i t qui "Contalando", do Italiano "conlr:., oh.ndo", ubutant!v» m:ucul!no, sirnífic "A ftreduão «land«tina de mercadorias e s/eiras +em pgauenuto Ce direito", < l lruni, no o caro vizinho do poente, ó uma No muito peculiar, um vez se tornou a 3.a po- 1 i mundial ep.rtdor de Wili em produzir, 1 1 , '. , 11,n mi'e imo, ou ejs, ura cc·ntírn, Iro cúbico, Cr,n : 1 ul', <'Orn rel:Jtivu !:ic11i<ladc, rccdltur o 1 l' : r-rr: dos pi, produzindo 20 mi I t.ons de r,oja ,, e i,1,01 tnncJo in□i , de üOO n1/l. Com o cof(: dú-,;c col- 11 ! :1 crido. 1 1 1 1 1 F..1r que e;s•·c ítnômcno? I ci.pllccçii:J é r,lmplcs. O maior lnecntivador do contrn!;:indo, no Drnsll, 6 o próprio Governo, Sr. )).-llim Neto que, no ludo de Galveas e Langoni, cornpõcn, um trio que Hélio li'<'r:1:mdcs, d:i "Tribu- 1111 da Imprcnr.a", sob rico, é clur.i, batizou-o sendo "Os tr's Patetas", folo por c:iusu elo ch:imJdo "confisco",o qual rc t!t ,1 do produtor sub,lilllcial parle do lucro que obtcrln no vendido sob melhore~ condições fiscnlo, Com lslJ, os eontr:ibandlstns ocnsionab, episódi cos ou sazona.Is parn cl"iar um novo verbete, "safra. is", não são já estabelcrldos na praça com CI.C e CGC, São os próprios fazendeiros, os produtores, os intermediários, A fronteira seca c;im o Paraguai é grande e o número de estnneielros tupiniqulns na "propriedade'' ele Strcesncr não é pequeno, torna.ndo a "coisa''. ma- Is fácil e m3ls impune. • "Essn sojn, conliec-i<ln como "brnslguela" - por ~er --- 0 ~: ... -- • - - J.., ·-r,-1--- K e----abandeada tavés de mnis de 70() km, de. frontcirn seca, prin cinl:ente no Mnto Grosso do Sul, na rcgiiio de Ponta Por, por cstradas que cortem cs i!ois países e t·~l.io s~n policlnmwto, No cnlnnto, grcndc parte ckssn prctluçüo nem chegr n r.trnvess:u- n fronteira: ela é "carlmbnda" no Erndl, com docum:ntnçiío fnl ~!ficr.da, o tra.mpcrtnda pam o porto de Paranaguú, r • :e é embarcnda pura a Europa como se fosse Pn rrgunin". "Mas n íraude não se limita à soja, Anualmen te, os conlrabandJstos levnm ao Pnraguai milhares de sncas de café, fertilizantes, gado, colhcdeiras, tratores, caminhões e auVJmóvels - produtos que normalmente do roubados em Siso I alo. Iasa Mato Groo do Sul. Em contraport.d num doiro inl< !'"cí.mb!u crlrr,/r.<. u, o Prsilr t r» quantidade de drogas (msconha e oaine) urr ui;;qu, e d<>lrulnm<:·.,!icr;·, E o e, n m , 1 ~ l' operação gravita m torno de Ponta Porá (M). P lado brasileiro e Pedro Ju .. n Cahs!lera, n lado ± - ragu,'.l.io, cidades que e confundem como e for mn uma só. Srgundo o Sr. Florisval Sales, agente da Receta Fctlcrul dr: Mundo Novo (MSJ, (n Polícia 1-'cd(:'rOI) • dlllcllmcnlc Impedirá o co:"ltrab:mdo. ScguntlJ ele, "·O Govcro brit os olho tarde demais", ]';) ~emprc as:;lm, qunl!do o Governo abre º" olhos, qunr:do obre, Inê~ 6 morta e a vncn j!Í foi p.:t rn o brejo. Excmp!:i: Ca:;:, Delfim, Ca!.'.> Capcmi. ca so Lume, F.slntfrticns 'l'ol e qual os tecnocratas e burocrutrn deHinln nos vam'.ls nos emaranhar no terreno movediço das cstntístlcue,, que no Brnstl, suo de falo multo cJnflá vcls! ... "No nuo pnssado, o Dpartamento de Jgrlcul• turn dos Estados Un.idos, que fez prevlsées ele sa frn .no mundo inteiro, atrcvés do 1astremento do sntélitcs, estimou que o Parauni tinha produzido -600 mil tonelads. Mas, nesse mesmo nno, o Gover no Paraguaio exportou 8á5 mil tons de soja, das qunis 29-l mil pelo porto de Parnnaguá, no Pnr:mlÍ, e 561 mil p/ o pr6prio Brasil, no regime de Draw ba ck (ou seja, exportava soja cm grão p/ o Brasll, im portando o produto industTializndo em ionna de óleo e farelo). Assim ficou claro que aproximadamente 300 mil tons .de soja Paraguaia eram de origem bn: slleira, com o Brasil perdendo 70 milhões de d6bres em divisas (mais de Cr$ 32 bilhões). "De Mundo Nvo a Ponta Porá, há uma estrada de 300 kms conhecida por "linha .internacional", que de um lado pertence· ao Brasil ·e do outro ao Para guai. Para fiscalizar todo esse trecho, a Receita Fe derru. mnntém npenas dois postos, com poucos h·cat, que nem mesmo viaturas e armP.s possuem. Em qual quer ponto dessa estrada é possh;el dcsvicr a !~jn Brnsilcirn para o Paraguai, inclusive tlnTnntc o r,a, o que leva funcionários tli: Receita" Federal_ n 11ize rcm que "somente nlío fru: contraba111lo quçn I!l,'.l desejar". Ums casa de so)e no Brs :! e; !izd, no M5. .__ C.'; (:."') l'O!'" tagem dic.mm! da ieno dos imnp menta ccndcravelrnte o luero' do outro halo p:cid .<;~o P,1- ou- rr.plic::l!('.o ...."Seundo !on Sillas, Diretor da Cooperativa Agropiria de Campo Morão (Fasa$) maser do Fuí -, o zieu!tr la!leio @«e "portas" sua produção tvés do Paraguai terá ums lucro d: nté Cr !176 por ±aca, Uma ton de soja está cotzda no merendo intcrnncio1:nl em 211 cl6!n:t•,;, o que dá C-r- 108.022,GO rrnr !ou ou Cr3 C!l'.l:i per ~:i::a. 1h:; FC n exportação for fita pelo Ersi!, o produto: trá de reccb:. imos!os mo v!o de Cr3 20,57 par saca exportada. (Es:adio) Vnmcs ::crb:-_!', co:n o ccr.trab::mdo? F:ícil, í.'icil, e a primei. a n;edidt1 ~cr:í o Sr. DeHim Neto reduzir p:cro 10% e incidência dos hn postos sobre a S3jn. Feito isso, nua fErá necessário erigir um "segun do mu: J de Ecrlim", rnas uma cerca com 4 fio; de arame !arpado e postes de madeira de lei. Rcspeitnr- se-i!o as estradas e a, passagens de tradição, ma; a·; chamadas "passagns livre,", à época adequada, se rão todos ele:; ccupaclos por guardas armas e bem mu:úciados. .Fal::i, João Figueiredo, vamos dor uma gostosa banana para os contrabandistas recalcitrantc, após uma aceitável redução dos impostos de exportação de Eoja e café? Não custa nada experimentar, já que todo "gê do milagreiro" d Sr. Delfim Neto é bo.<eado nos métodos das tentativas. Esse Génio costumava ex cimentar a tmfo!, , , Di Fiero PT Is sr(os !! II» IR Is FM . < til , llO ' •, i l)' 1 f 1. • • n!o , 'lon Td Er«sd « , • r Ir mar que um n, runc.o o traba. l1t0 t' vali fum n.li'a. 'e, comia e r 4l no tdaAe .e., ohr s fot concluudo. "P; a mos de todo € , t tudo paro1, o nos empenharmos em obrs qu st iam lo: /e do o r'hor ut!. 1cão pr pa/e d 0,ulç1o" firmou Fr tirmn'o au já se pode vallar também, os vários projetos eonclu!dos a com caráter, eminentemente o?ltico, "em beneffc!os a coltiv ide", .Scgunclo o (il: .. tOr Mdhun' o, s obras a serem desenvOl!ds tcr:Jo urn (lc.-,(•n:1wa'.10 ro:n hl'\, or prti!dide tinirá um m;,.or n]mero de pessoas necs«!tdaa do mcndlmcrno t'scolrtr: "I' tlf'• mos observar que os pro]tos não observaram uma melhor utl. li7,nç:.o do·, rceur!.o n(lllrnl'(, co mo n IU?, o cl!nn e o 1)róprlo tHrcno, o que poc:lcr-li t01mw :l C'::ccuç;10 cln obra menos onero. sa", explico Teodoro de Farias, Nesse sent!do ele reafirmou o nron6sito de rcorr::Ilizar ns obras do Estado, fazendo com que n pcpulnção l<mt.n mo.is .1ccs so ao que lhes -pertence e que pos sa melhor usufruir de scus be netfclos. CONTAS TELEFONICAS DA GOVERNJDORIA Dli.UNUE:'11 Camno Gr::md.e • De acor-do com !n!Ôrma.çóes da CqHa Civil! houve uma redução de "lç?ti na!I contas telefônicas dll Go1ê-rhado· rla do Estado relativas nos me, ses de mnrço e abril deste ano, Os gastos com telefone em teve reiro (que são cobrados em mar. ço) somaram CrS 769.274,00 e a conta referente ao mês passado somou CrS 414.519,00 No escritório de representa. ção em Brnsilia as despesas ver! ficadas no mesmo período, !OTam reduzidas cm 613. A conta do mês de março foi de CrS 609.946,00 e ,a de ubrll atingiu Cr$ 237,708,00. ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL DECRETa Nº '014.183 • Afonso Di.ilon Nunes I.<:!Ite Prefeito Mu. lliciPal do Be!a Vista, Estado dé Ma!o Grosso 'o Sul. usando das ntribuições que lhe são Conferidas. de Acôrdo Com e Disposto Em o Artigo 120 da Lei Complementar N.o 07 de N0vembro de 1981. _c:;:;cnETA: Artigo l.o) Ncs termos da Lei Municioal n"' íS4/fl2 de Lo de Novrmbro de 1982, Artigo ~-e, It~m II!, fica aberto n.'TI crédito su-ole in~nt~r no valor de CrS 2.500.000.00 (Dois rm!hces e quinhentos mil cruzeiros) 1 ser con s:~1:idos nas ~e:guint"?S Dotações Orçamentá- 121s: 0105 • Sec/ de Educncão e Cultura e Desporto. 3.000 - Desp~sas Correntes. 1.100 • I:espesus do Custeio. 3.131 • Remuncrr.ç:ilo de Serviços Pessoais CrS • • • • • • • • , · · .. , · . . . . . . .. . . .. . 1.500.000,00. tl !O:! • Sec/ Mun~cipal de Transporte. • , GC·l • - Desp&sus Correntes. ::.lCJ - D~9esns de Custeio. PREFEITURA J'IUNICIPAL DE BELA VISTA GAB. PREF. EM 16 DE MAIO DE 1983 3.131 . Remuneração de Serviços Pessoais CrS . . . , . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.000.000.00 Total: CrS 2.500.000,00 Artigo 2.0) Para cobertura do presente Crédito Suplementar foi cancelada a impor tância de CrS 2.500,000,00 (Dois milhões e quinhentos mil cruzeiros). nas seguintes do tações orçamentárias: 0102 • Gabinete do Prefeito. 4.000 • Despesas de Capital. 4.100 - Investimentos. 4.110 . Obras e Instalações .. CrS 2.500.000.00 Total CrS 2.500.000,00 Artigo 3.o) O presente Decreto entrará em vigor na data de sua publicação e afixação revogadas as disposições em contrário. Prefeitura Municipal de Bela Vista, Es tado de Mato Grosso do Sul, aos Dezesseis Dias de Mês de Maio de Mil Novecentos e Oi tenta o Três . AFONSO DILLON NUNES LEITE Prefeito Municipal ' t--'i~r•,i;,:=...:.---:•'-'""··=-_ .~~-- , - [f' - t-. i a 1 - • • ,_ f , J, f """ ' <- ESCOLl-IA SUAS ROUPt.S co:n A "~t.:On mGURANÇA! O MELHOR "CQ :li:ODA OU· TONO INVERNO 83 ESTA E.:1 BARBA"fiEI,LA BOUTIQUE Ru.'! Gu.in. Lopes ll71 Fone: (057) 431-2830 Ponta Porá. 11S O MELHOR CORREl'IV0 PARA 0 SOLO Na Agricultura está a força e a espera1·. ;a do Brasil Calcãréo .Bodoquena é a realidade Para uma Lavoure Mais forte 't!JSINA: RODOVIA JARDIM a PORTO l'IIURTINHO - Km 54 Escritóri0: Av Duque de caxias, 99 - Jar.dlm MS. Dourados Rua Joaquim Teixeira Alves 1885 ·1 1 1 í n, r) li "o, o o, 3te na, t4, 6». lia, 1 •• •h•l•, ·c, 4, ' Cilt(I Dr llt[. Cão+ au 1-rl, º' 'con 't 1.'.(r,1.' uns' lha} ma, inntor ta, "oata. •fotos T at, s, co. ópr 1ar nero. nrtns. ll'rnou ar as com '.lces le Pos 5 be :ordo % líado me -ano, [eve mar. iJ e a tsdo - J fÍ,!iTúifliDA l• 1.fA. ir ,,·I-;-;I,':"':A:--------------------•--------------- ---------- - OR DE DNTONIO JOÍO DENU C ---nn.-r-·.u:rtl!ANOO DE FHEITAS °iLlA!$ Módkú - CRM 351 Cllnlca Módica o Cirtl.rgica Rua Gula Lopes, 026 •-· Fane: 42!! 12'10 j DELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL ~~-----·~------------ Tvã ãF0No m COST WRRQüE Advogado Causas Cíveis e Criminais Imel'ltárlos, Desqultes, Divórcios e I.egallznção de Terras. Escrlt.: Rua AntonJo Maria Coelho, 438 Fone: 439-1395 Residência: Rua Culabá, 468 BELA VISTA - MS. ____ ..,_ "Gr . o Estado aprisiona inocente em vzr'ateir ai O vcr+dor Normno Gonçalves, do PDS, de para u Clara, cometeu a malor Injust!a depyrov!do até ds mnls Indispensáveis mob;- t,ntrmlo Jo 10, ,,-ncumrnhou n nossa rndnç:io e O maior ato desprezível, vininnvn contra um lias, como ums cama psr dormir, Na cidade ,n'1tfrf,1 (l('nunuanclo por:}c;{ulç[ío polltlca do inocente atlranclo-o num verd:iddro campo de no existo hotel, restaurante e multo rr.t:'lO" Cov;;;no elo E ,l:.do. :P.i~; n:1 Integra o pronun- concentração nazista, pois nu Exntorla <lc u.mn rr..odc:;rn p::.ns·:o. o:.de mn filho de Dus cí:mwn o do vcrearlor: ,A~ua Clara não existe condições de scbrevi. possa saciar sun sede e sua fome nem pa. ''f iov,·rno do r::·,1,,c1,, AJ>l'lf,iona Inocento vilncia para qualquer 1>er humn.no. E<;le mo.;o g-;mdo a peso de ouro. m Verdade!ro Campo de Concentração Na, por a.to de vlnr~ança o per5€guiçüo de um ho- repugnante saber que um homem que 1bt.1':. mem desalmado, hoje •vegeta cm p6~sirr. .l5 a~ut!nou a m:l.loTi.::: cln cou!inn;;:'I popubr, }10- ó GovPrJ.Jo do F>,lJclo, ao trannferlr o fun- condições do viela, sem alimentos, s~m pro- Je mostra sua verdadeira face de persgu!dcr: clon:'Írlo W1l!,Cll Gonç:1Jvcs d:! Antonio João teçüo contra as intempóries, num cúbico vingativo e lnju:;to, Pode::mos clmH!r l.utn, pollt :c.."ls co11lm políticos mllitr.nt<:s e pnrlld6.rfos, mo.s:. n:lo podcmo3 :1dmítlr pcrscgui;;ócs a pc$!>O:ls ino. cenLe:i que nunca levantaram tua voz con!ra quem quer que seja, e hole ver-se sob o gunn tc per&egu!clor. co:no bode eXiJ:2t.6rlo, de uma inoporfmcla, uc um•1 lr.comr;::v:ncia o elo um clcsprcpuro. toléil para cxcrcer o Gmrcrno do - Estado, como o esclcrosa:.:o que pa.ssou mnis de 15 nnos alicn:1dos elo:;; srns direito-; poll t!cos e hoje graiece a abertura com atos de persegulç:lo contra um povo qtto v2r;;on.tio,;:1, mente cnganndo o elegeu e no tem condições ele dirlgtr 1;eus próprios compt:nhciro:; e mul to menos um Estado como o nosso. Prcocti.p:mdo-se única e cxc!usivomento em gnstar o cUnhelro dos munlclplos esqu<!c3 se cl3 que as Ex:üorias precis.1m dnr condi ções para quo os exalares possnm de::empe- nhar suns funções com melhos restar1os, cl'>'.fglndo ceies apenas a cobro.nça dos impostos como se fossem rcbôs a seu servi;o. Além disso. esquece-se, deliberadnmente, de que as parcelas destes impo.stos (ICM) de vidas ao município arrecadador sã.o re:;ursos fundamentais para a vida dos municípios e os • gasta, a. seu bel prazer, alimentando a Máfia dos secretários conforme denúncias anterio res, quando da exoneração do 5ecretário de Planejamento. Um moço que prestava relevantes servi ços ao seu município, apenas por ser filho de um homem que dá liçõr;;s de homem público, sendo inéditamente eleito pela. maioria abso luta dos votos durante 4 LEGISLATURAS de vereador, fci condenado a viver na mais com- pleta desolação. deixando em seu lar, uma fl Fernando I-'reltas Julião de Freitas A,rlete P de Freitas llclelde M. S. Alves ADVOGADOS .Rua Maracajú nº• 961 Tels. <067) 624-4380 Res.: Tel. 624-7021 Campo Grande Mato Grosso do Sul. Escrltórlo em Jardim: Av. Mato Grosso S/r (067) 624-7087 MANOEL RODRIGUES NEGRA.O Advogado Rua Tenente Bernardes. 2568 CEP 79.240 - JARDIM • MS 1 ,J, •• i 1 · ,. 1 1. l·:·, .,. ESCRITóllIO JURÍDICO Nelson Chagas Advcip.ndn r."""''' T,, •,,.·1,,..,lo Crtnunal. Comercial. C!veJ , problP.mas-famiUa,,) terras, lnventAr.l_os. cobranças, etc. Rua Dr. Ary Coelho Oliveira, 660 Fone: 2121 - JARDIM - MS. DR. JOS~ ATANASIO NETO Advogado OAB - MS - 1579 Avenida Duque de Caxias, 780 Cabm Post.al 31 - JARDIM - MS. DR. ADI-IEMAR GO p Advogado Causas Cíve!s, Ctim!nais, Problemas de· Terras. Inventários. R 11a Cniabá, 350 BELA VTSTA - MS. - E5Unir371O DE ADV6Aia Dr. Pelro José Palmlérf tegalli!açilo de Terras. Inventários e Causas Crlminais < Juri) Rua 16 de Novembro. 160 Fone: 439-1132 - BELA VISTA --MS. .OR. JOEISON .MARTINEZ PEIXOTO Atlvogado_ Esorttórlo: Rua 1. 0 de Maio, 357 JARDIM - Min'O GROSSO DO SUL E E Ta .17 a e .... n - a'' a eDc'a inconsolável e um ti!o cus definha dia dia pel fa!ta do feto ' +no. Uma crinnç Inocente que nem sequer be que rx.btr um TIRANO no (governo, que condenou injustnmnte. Sl'u p:11. r~M morH"n:lo p:,kc!6;-Jc:.mcnto pela fa!ta daquele que O pds no mundo. ' Este homem, Wilson Barbosa Martins, tnh'rz nunca tenha s!do pal, por que se ti '!l• se s!de talvez se condirln do sofrimento de uma cr-!nnçn CtUC ,o, "Deus nos Livre", ver a falecer. no sentirá o mínimo de remorso PC· lo hcdicndo ato criminoso. E..;tc, c::H'S cst,lO c.com:·:-:-nrl:l cmn tnUl· tas f( 1 mUJ:., no Esto.do. - OnLic C"i~O 03 r!0;;. .. 03 ticpul ,uc.,? On, de estão aneles que muitas v .b'·j eh' prnm até a implorar um voto? Hoie embevecldos com o cargo de deputado, bnh1ando-se 3m1 mordom!as o bajulaçês de acessores, esque· cem daqueles que neles depositaram sua ccnf:ir., ..... -- Fotlcmos dlzcr quo hojo r;d!itcm npo nn,; 1 dcoutndos nn Asscmbé!:i.: Oan'.lt. Gactn, D.lolmc e lVLuúrctlo. Homens que <'sUo dizen do o ouc c<if 13.o rnzr>ntlo na isscrnbléi.1 e O.'l outro'.l? Onde cslúo? • - O Frr.sldente Füruc1rcdo foi claro no dizer, "Aln:la r.ou e cepitiío àc,te Timo". não me esquecerei dos govcrn-1ctorc~ qu:.1 pr0judl• carcm elementos do meu Pnrtldo. - Na hora que o PrcsidcnLc souber o quo está occrrendo, tenho certeza de que ele ag'I, rá com o pulso firme de sempre, npllcando a .1ustlça que queremos e que sempre soube aplicur. - Lanço o meu repúdio n essl'! hediondo ato criminoso e tenho a certeza de que conto com o apoio dos meus companheiros e de to• dos aqueles que são pais amorosos e que dese jam o melhor para seus filhos. • - Se o Governo tiver capacidade, que in, vista contra mim que sou seu a1versário, ma:(, que não levante sua mão criminosa contrà inocentes pessoas do povo. VEREADOR NORINO GONÇALVES 1 Blocos de Correspondencla, Impressos fixais e estudantis, e!lvelopes, Confecção e Impresslio de boletins e jornais. Folhlnhas, calendários, Cartões de Natal, Visitas, convites de casamento, anlversárloG, etc. Serviços de Linotipagem e clicheria. Editamos lhros e revistas. Traga o seu origina!, venha conversnr conosco, os melhores preços da regiiío. • • • .. DR. FIORI MURANO Médico Clínica de Scn110ras e Crianças Operador . CRM 352 - Fone: 439 1264 - CPF 003320351 l l i CLINICA POPULAR • das '1 às 11 hbras BELA VISTA MS DR. RICARDO REGO Advogado Inventários - Isgalização de Terras f/1' Antonio João MS. ESciíü.íraífrO DE ADVO'CA.'OlA Dr. Sé:cgio Roberlo Perondl Advogado oausas Oive!s - Dilieiro Agnblo Inventários Esoritól:lo! ~ Alvaro MasC81'.ellhas BELA VISTA - MS. ------------- Rua 15 rle Novembro 75 PARA PEDIDOS ACIMA DE 40.000,00 CO:!lcede mos PRAZO. ENCAMINHE SEU PEDIDO A GRAFICA EEDITORA APA • RUA DA REP!JBLICA SJN • BELA vISTA (:MS) Padrãn de Qualidade,-prêço e rapidez ... O ANO É DE TRABALHO, É DE ECONOM1A. l'A ÇA UMA OPÇA.O INTELIGENTE. IMPRESSOS t COM A GRAFICA E EDITORA APA O Melhor Churrasco ''Rodizião'' Banca de tira Gosto Verduras e Saladas Frias Para melhor atendimento com. ampla salA dotada de mesinhas e cadeiras Pasteis feitos no momento. RUA MARACAJU, 177 (Fundos) ENTRE A 14 DE JULHO E A CALóGERAS CaMpo Grande Mato Grosso do Sul AGORA TAMBm CONS'l'IWI A SUA CKSA, UTll.IZANDO OS MELH6 RES MATERIAIS E DAL"IDO O PRAZO QUE VOCÊ'.: ACHAR MELHOR. 00 ALICERCE AO ACABAMENTO, TUDO PA'RA SUA CONSTRUÇAO, VOC:t!: ENCONTRA EM ., JARDINAO MATERIAIS DE TUOO PARA SUACONSTRUÇãO AV. DUQUE DE CAXIAS, 269 - JARDIM _ 1-1S. ----------~------------ ol) mlvont oüo11.1:i! ) o!: 1 0019» J ~ bütl I' ':ffi'Sà T91 1q ove zç !INMAL, DE SEMANA Fl mnrcado com letra e dlvortldo Chá do Panl: para a nola Lliann Godoy Bz. z1no, J reunião da mu!tas arias de Lllhna foi na rei@la dn a futura cunhada J ntce Mehto. O tinl dn tarde do dia 21 pp fol bastante alegre e divertida, Não fol LlJi;ma'/ I ESTA IUNISA Todo o pessoal da Escola Ester Silva alunos, país de alunos e a diretoria da AP2) movimentando-se com cntusismo para a roa lizaoiio du Trndlclonu! P ,stu ,Juninn no pró :rlmo dln 11 do Jnnho. Colnborn o p;:irtlclpe, : cr/lo m11llri•; JS brlncndo!rns, barracas de Jo• no.-i e dcUeJosos comes o bebes. MERECEI:O ELOGIOS A nLunçilo do C.::1lro Cívico Prof. Eras mo Mede.Iras eh Ego, Castelo Brunco. O con to Civico quo t,cm como prc:;!:lente n Sra. /llmcdndn Sona BrJtc?s e os dcmnfs membros, estfio lcrnbn!lundo com dedlcaçüo, realizando dessa maneira, vários melhoramentos na Es coln, como troca de vlcll'os quebrado:;, colo cnçfto de corlJnas. pinlurns cm algumas Sdlos, enfim é um trnbnlbo que está sendo pioneiro nn Escolu, portanto merece nossos aplausos e Incentivos. E O Gltíl:iUO PEDRO RUFINO Realizando todos os domingos /almoço. Vá e comprove, só o Grémio oferece almoço variado e delicioso. Também serve marmita. ANIVERSARIO No dfa 21 pp o nosso funcionário RUDEL MOTTA fez anos. Para comemorar a data . reuniu os amigos para uma deliciosa tort~ e muito .som. O GATAO dos .. olhos verdes Renato Miranda Silva ba Jr.:1,rrorln os corações e.las gatinlms da Cíty Cuidado Galão, C.âmara Municlpal Muitos elogios para o presidente da Câ· mara, Ivan Marques, pela maneira como vem dirigindo os trabalhos. Sempre que se faz ne cessário, Ivan lembra aos vereadores de suas obrigações e deveres. Quando os ânimos estão acirrados, o presidente sabe contornar situa ções àificels e botar ordem na casa. Pedro Pedreira De Cara Feia Alguns peemedebistas .olhando de cara feia para este mortal que não teme cara feia; na jogndo, outros pedessistas; me xingando mnls que torcedor do Flamengo quando perde parD. o Santos. Isso é muito bom, muito bom mesmo, • Dôa a quem doer Muita gente ainda não entendeu que a TF não tem compromissos, estamos circulando há mais de dez anos, e ainda temos de repetir o ób<io. Olha, é muito bom aquele persona gem saber, se o Governo do Estado ou o Go verno Federal resolver programar os jornais para veiculação de Cfu"11panhas, tudo bem, se isto não ocorrer, tudo bem (azar do governo, porque aqui na fronteira somos ab;,olutos sempre há a questão eia credibllid,1.de). Entüo; r:n:a nus, que m:n·avilha quando algum des hunbrado dlz assim: "Pode debxar, vou a Cam po Grande pedir pros homens cortar verbas". Como S'G dep211d.êssemos de verbas ... E olha tem mais, a nossa experiência com Govemo ao Est:.do é deveros grntüicante ... (sic). Pi'1DB de Bt'la Vlsta Segundo um elemento do "Diretório'' o partido nfto tomnr:1 posições rP,dicuis con'. tra o vereador Vete Garcia, apenas vai isolíí-Io. Não é de se perguntar: Como wn 1~.1.rtido vai isolar um vereado,r eleito pelo povo e que já provou possuir LI _DERANÇA? São as coi.sas da política. A Pl:opé:;ito Conversundo com o Vete, ele disse que "r5o repudiou todos os companheiros do par ti.do, ml!s m:fuele-s que não estiio 2finudos com o programas do MD, com n linha de moral implantada por Wilson " " Fiei! de se enteocler. D ' A grtido é própria do homem que valo rizn os dons recb!d05, Jl;iulto JoU·ável a ntHudc d comunidade da EEPG E·,l.er Silva qu.o csle'O mob!Jlznrla no dla 16 pp. para prestar sua homenagem do grutidilo fl. Professora Enoly Lourelro c:::i ssis, que por ete anos esteve A frenta da acJmini1,trnç(lo dn E:;cola, A homenem fo! rc:i.llzailil. nos trts tur. nos, com o objetivo do poder conlur com 11 prc:,;cnçn do todos os alunos, professores e runclontirlos dn Escoln. Na ocusi.:3.o os pais se fizerum ropTesen• tor pela Sra. Mt1ria Am{11::i Rosa l'inheiro, que falou cm nome de todos os pais. - Em suru; palavras expressou agradeci mento pelo "trubnlho síloncloso e nobre da c.llrctorn". Testemunhou seu rcconhecJmento com estes termos: "Voco plontou nestu escola a Denominado "mago das finanças", por al guns; culpado pela crise, por outros; em 'nên cln parda, por adversários do atual regime, e até mesmo "gordo louco", por lavoureiros per didos nos confins do Brasil, na verdade, o Mi nistro Delfim Netto é uma inteligência privi legiada e artífice da política econômica do Go verno. · Em exposiçiio feita no último dia 17, no Se nado Feder' 1. o ministro disse que "a polítice ccr-·•-,:~.:1 do Governo Figueiredo continuará n rci:lizar modiCícnções estruturais quo pcrnú• PROFESSORAS o mandndo de segurança impetrado pe las professoras demitidas pelo prefeito Dillo~ foi indeferido por falta de Amparo Legal. As professoras recorreram aos políticos em Campo Grande, também 'não deu certo. Fico multo triste com isso, pois um· dos maiores problemas do Brasil hoje é o desemprego. Na verdade, o que houve, foi má orlentaçii.o, as professoras foram mal orientadas. Seria o ca so de os responsáveis, aqueles que incentiva ram o movimento, agora arrumassem empre. gos para as professoras. O prefeito Dillon se manteve irredutível, para ele "houve desres peito à autoridade e quebra da discipllna"- Sessão Na Sessão de segunda feira passada, hou ve troca de palavras ásperas entre os vereado res Vete e Idelfonso, ambos do PMDB. Assun to da discussão: Ainda Aires l{afure e falta de consideração. Vete Garcia, novamente, criti cou métodos e regras da política belavisten se (do PMDBl. Claudionor Pediu providências quanto a entrega das casas da COHAB, para ele está na horn do Go ,,erno enh·egor os casas. Ciaudionor criticou também o problema da escola da PROAPE . caindo aos pedaços. PROBLEMAS POL1TICOS Os pronunciamentos de Vete Garcia es tão desgastando o PMDB em Bela Vista mas são pronunciamentos coerentes, ele defende idéias e cwnceitcs, e não empregos. Defende Aires Kafure por entender que não se pode mudar um bem funcionário, por outro que não tenha pred'icados. Para Vete to~Ia Bela Vis ta conhece fatos, e contra fatos não há argu me.ntos. Q.uande critica as estradas e O desca,. so do Governo, Vete tem o apoie de Bela V,i,s.. 4J,. Nao se trata de política. E fica bem claro quanto estiver defendendo os interesses do iRuricipio, atendendo as mais justas reivind1. ouçces, o vereador VETE TEMI O APOIO DA llIPRENSA, p:ira e que der e vier, afinal são raros os politicos que se preocupam com a comunidade, é bem mais fácil defender em p1·c.gos e posiç.ões. • E1 Felizes Os que Dizem Obrigado emncnte d p:u e cl."I tL--:ku e rtlo a do medo e d ira, ua liderança foi b ... sead na com:pre. enso simpática, tolerância e na colaboração f.ol.i.!:U.r! e reciproca de todos com quem con vvia, fosem iunos, professores cu auxilia. rcs .. Parabéns pela sua fidelidade profissão que braça, colocando-a acima de qualquer bandeira, vindo to somente o desenvolvi. mento de nossas crianças. Origd pelo c.xemplo crrrinhm.o, pa::!• &ncia e dedicaçio que teve om e!s", Alguns alunos derama scu recado de car! "'lhn. Fnhrnm pelos col:_ps: Lucinna Confia Y:Jrnnd.u, !rnldo Parc.lrn .T11nJor, Elmo Cu<:-vM I.au1'.J(;t, t rcn· •• :;tlrn:Ji• rO Finhciro Filho, Katiucia Sczória, Mara Conceição E:CObr, Rosne de Sou7a Batista, Rnmilo Jun:or Bobcdllha Bento e Glt.c!uru Do badlllm Bento, • tiri'ío no Brasil sair mais forte da crise atual, :reduzindo o. dependência _das fontes de ener• gin e criando condiçées de um crescimento GU• to-sustentável e m benefício de parcelas <T~scc!1tcs d.:: população lm1silcira". S:m descartar o papel da poupança inter na e "elo trabalho duro'' de todo5 os brasileiros'' o Ministro disse. que a poupança externa teve importancia fundamental na transformação do Brasil nns três últimas décadas, qu,ndo c!cbro mos pra trs a madilha do subdesenvolvi mento' e nos tumsfo·- -•mos na oÜavà. cconomin munclil.'ll". Ele c::msidera .correto o. Erasn ter recorrido aos recursos ext,mos, tanto em fases em que a economia mundial encntrava-se em expansão quanto nos períodos de crise. O MJnistro referiu-se a membros da Opc< ção, que defendem o não-pagamento da dívida, • afirmando qu·e não· sê pode esquecer que parte importante do ac"réscimo ·dessa dívida decorreu da necessidade de buscar recursos para conti nuar as importações de petróleo, aos novos pre ços decretados em dólares. ALTIVEZ E PRAGMATISMO Diante. dessa situação, acrescentou Delfim Netto, o Governo do Presidente Figueiredo fez o que devia ter sido feito: continuou a recor- • rer aos fina."lciamentos externos, ao mesmo tem po que procurava ampliar suas eirportações. Mesmo diante da difícil• situação econorruca mundial, ressaltou, o Brasil conseguiu manter um bom desempenho de suas exportações e ex pandiu, de forma surpreendente, seu mercado interno. Na opinião do Ministro Delfim Netto "o ptoblema de pagamentos dó Brasil somente se tornou crítico a partir da elevação desenfrea da das taxas de juros no mercado financeiro mundial". A essa elevação, se.gundo o Minis tro, somaram-se os efeitos do alto preço • d~ energia, al_ém dos altos custos de sua importa ção. Disse que, com a alta dos· juros, o Brasil perdeu importantes parceiros comerciai5 e teve sua dívida externa elevada a "valores quase Por N, ncy Estes do'ls irmos homn earam En o! com um pen, mandado cOmor es, me.nu_, ara daa. o tina! da tarde, das 17 Rs 1 hon8, pro. 1essores e funcionros reuniam e € co , panhla de Enoly par um batpapo '.(lr,, traldo ao sabor de um delicioso choca!t Houve entre os presentes troca do lmbaz I'ol um dia carregado do moço • r.crn.o c carinho. O acontecimento esteve sob a ccordera çJ.o da atlu1 dm:torn Ju1-01n. 1..oubq i..:n, que dc.:dc já c.Jrl s!na] de nobrz de stu 2spt. rlto o promr·te lcvur em frente a filosofia da scola e dr continuidade no trabalho atg :.qtt1 rcnHzado. PJrabú~ / Enoly ptlo carinho qu sou. be semear; parabéns a todn comunidade da Escola Ester Silva pelo tão nobre 1,· . .I~•. Em!dl L Penha lnsuportúvels, Afirmou, cm seguida, que o "Governo do Preside:üe João Figueired:i enfrentou a tem. pestade com altivez e pragmatismo", lembran do que a ndverlência feita pelo Chefe cb Na. ção na abertura da Assembleia Gemi da ONU" abriu o cominho parn a rencgociaçiío dos termo~ de paramento do Delfim Netto acrescentJu que o Governo Figueiredo tem consciência de que "está realizando a única harmoniznção possfrel ao nível da comunidade .financeira mundial. preserva:ido um ritmo de ntivid:ide económicn de modo a garantir o máximo de emr,rego cos lirasileiros e preservando o crédito futuro para novas etapas de c!'::?scimento". Segundo -ele, apesar das dificuldades qu~ ainda virão, ·:i país deve continuar buscando zs três m e t a s q u e garantem s u a in• dependê..'1cia: o a~oio à agricultura, a pro.c;ura de novas !Jntes de c-nergia e o estímulo s ex rortac;ões. Observou quq ns exportaçõ2s tem rnresentado a melhor demonstraç!í,o de vitali dade do empresariado nacional e que o; su peravits de marco e abril mostram que, "traba lhando com redobro esforço, nós mesmos ests •mos criando, aqul dentro, as condíções para atravessar a crise". O Ministro disse ainda que deve-se con tbuar amparando a pro.duc;ão agrícola, pois a agricultura foi o setor que aprecentou a melh.:.r resposta à crise, eliminarldo a dependência de alimentos do exterior e criando excedentes qu tem sido fundamentais para a realização do~ SUperávits comerciais. Afirm )U também qu ~ deve-se prosseguir com esforço da producã interna de energia, a começar pelo petróleo, além de se manter a p,rodução de álcool. Além desses três mecanismos, conclu.iu o NJ:tlstro Delfim Netto, "o Governo age persistentemente para aprimorar os mecanismos de redugo de sem próprios gastos, a fim de conter a jpJ!a ção, cujos l"iveis ameaçam frustrar todo o e.." forço de recuperação da economia nacional". . •-1 ! IAGRO prepara vocínoção Contra Febr~ Aftosa Campo Grande - A Secretaria de Ai!l'icu:1- no • Fiis @ii.si.si»is "%2,/%27.%1. 3.22.5 mento de Inspeção e Defesa Agropecuária • lA todos os setor.es ligados a classe nrodutora ni GRO - já está ultimando os preparativos para o llllCIO da segunda etapa de vacinação contra ra:l bem'cmmo O apoic-do::;.méàicos ivet.eri.niri· a Feore Aftosa a ser realizada 1-m todo O Es- os e dE.mais técnicos ligados 2. área, tado a partir de lo de junho CA!"ACiTAÇ.Ji.O PARA C.-llTI'ANHA Cumprindo as exigências do Plano Nacio- Com o propósito de se capacitarem sobe~ hal de Combate a Febre Aftosa e atendendo Spectos estratégicos operacionais do uso > as n2c :. d v vacinas para controle ê errndic1--õo rln feàr-l - . ess 1 a:aues e contro'lar a doença em Ma- t =. u O Grosso do Sul, o Iagro, através de seus 3ftosa, médicos veterinários do 1agro par: €.critérios rc'onais pretende acompanhar ciparao em Cuiabá de curso promoilo pi vacinação anti.ar+ a Secretaria de Defesa Sanitária Animal, do 2. . -. ..,.. •·•·=•0sa em trinta e nove mun·- • • . ' = >"ll!.l.l~ cipios. " rustér10 da Agricultura, tendo como instr A vacinação será feita em todo gado b . torss 0 c?:.?º. té~nico tio Ctnt.ro Pan-Amerirc· "O:._n0.da.Fere Aiosa.. . - c .0 a " 0 8 as, ao " lo 0i :u souuc dcabe o pran ,,ue f.iltl!J a mo ra ns!z que mo, :fa crllll'1 na velhl• no trem na bola no olhnx Na mã No lf.8 o :El 618.lJ que ~ et humruru. presezs, de w e Nas , &J no 1:r e Mas C' Eu s,a J que éb, de tu,.uj -O1C tão grn que ne COnsera he ma o; I0 rmo ofü Eu IS Eu: Jf.í Eu ±g Meun no t or Meus" q;e cszo? Te±:g " Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº650_19.05.1983 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº652_12_06_1983 Voltar para a lista de itens