TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº652_12_06_1983 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº652_12_06_1983Número da edição652Data de publicação12 de junho de 1983Número de páginas8GeoCoordenada -22.105998799750566 , -56.52192707579447 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº652_12_06_1983 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ef+is e criminais, d torras, inont4. _ , , ..,. r ':lo 6 tempo , e promessas. Não õ tcmn» de hipótese. É tempo ele certeza, de :' rmação. 'O yvo e:tá fe!Iz. E eu sto: fellz com o povo. 'esta data, 0ando o muniip!o co- Aldo de Queiroz E11 sou .i cidade. Nf:o estrutura, N/ o C3('Jttclcto, nr.o us CCISi.lll, 111 0!J ruuo, nüo os occos ... E Ou [ cidade, mas t c!clntle sonora! que pulso, respira, que !:O[!'C, SUSJ!rn. na dor ou na glórll, Eu sou a cidade, o. cidade presente no pranto que vaza, ue filtra da dor; .ia mão que afaga, na ânsia contida que move o perdão ... Na criança que nasce, na velhice que chega... no trem que apita, na bola que rola, no olhar Já cansado .. , No, mão estendida .. , No grito de gooll Eu sou a cidade . que ri e que sente, humana, vivente, presente na alma • de um e de todos. Nas cores dos clubes, no n!torra coo!ar, no azul macnc5.o. Eu sou. a cidade que é suma de tudo, de tudo e de todos. - O meu amor é tão grar.:.:::-, tão grande e tão forte. que nem mesmo a morte consegue apagar, Poro6éns Por1o Mo nos<nos ueridas, por mim piei.1ias, não morrem jamais. Eu vivo de glórias. Eu amo no temno. Eu n:oro nn História. Meu amor é et.erno, no tempo filtrado. Meu prêmio é a glória que a poucos consagra. Aos eleitos reservo rEgistro na História. mcmor:>. mnls um nnJversnrlo, a mlnh'l mnsem pode ser santida atrv do poma baixo de Aldo de Qeiro:, ele espelha bem a tera. a rcntr. a c'dde c o meu amor por Porto . ,urtlnl1o, O Prefeito· de Porto Murtinho, Everaldo Alves da Rocha disse oue o Secretário de Saú de do Governo do Estado. André Puccinelli. " uma verdadelra aberração". A respeito da demissão de seu irmão, Eriberto Alves da Ro cha, da Unid.2de Sanitária de Porto Murtinho, e que mereceu críticas do deputado Roberto Orro de que o mesmo era "fantasma". Eve raldo disse Ô ,seguinte: "Repudio veemente mente a atitude do Secretário de Saúde do EstP.do, André Pucclnelll, demitindo ~umthia• mente o meu i.nnão do cargo de motorista do Estado. Não é uma questão de familla, é uma questão de justiça. Porto 1-lurtinho intei :ra sabe que Erlberto trabalhava. E 'trabalha• Vl'> multo. Muitas pessoas devem sua. vida à sua ded.icaçso e c;,.pzcitla.de profissional. Ser mctonsta de am::iu1:1ncb é ser um secialis (a. E Eribi!rto erl!. fo...!ee-t~ o se::lhor Secretário de Saúde, supremo inq_uisi:ior do Esfado, q_u:!stõe::; de tipologia de L°rJdude Sanitária. Ora, Fcr!o urtirho, tm, cu dever'a ter, uma Uni&ade S:nitíz±2 tiro B, e seu organo grm71a prevê cargo de motorista. T:do foi mo:ido por questões políticas. Fersegu.;1_;ão, em !;u...rna. Cot-ra. coisa: Porto urt:na±:o tem znbircia, e boa. Quem ainda rão a viu é cego,cu não quer ver. Finallir.ndo, Everaldo diz ainda que "a.eh.o a1e o nosso Governlor deveri ser mais cri tf..rioso na escolt::: do szu Sçc112tarizdo. O da saúde é um aberração", CEDEC Mas o meu alimento é a seiva da vida: o suor do trabalho, a ânsln da alma, o firme ideal, • o sangue gerado, a fé sem limites, o amor e o perdão, Eu sou a cidade que está em voce. N, suo irança n sua infância ... no filho que ama ... no innão que ampara ... no morto querido. Eu sou a cidade qua é obra sua, ex/enã a rol Em vo, em mim que sou arte, em mim que sou obra, resumo voce. Ev, sou o palco, arena da vida. - Da vida e da morte. Eu sou a cidade, Eu sou a cidade, Eu sou a cidade! espera não ter mais . em Murtinho Campo Grande . A Coordenadoria Esta-du ?'de Defesa Civil informou que, depois_ de _aixa do rio Paraguai registrada no último finai de semana em Porto Murtinho de 8,05 Para 7,95 metros, há, agora. uma chance de 70 ' ' <>::, ' de.por cento ,tjas águas não entrarem na cida- • Segundo o Coordenador do órgão, Ma.Jor problemas Carlos Soares, a baixa das águas foi decor• rência da parada das chuvas que vinha cain do constantemente naquela região. "D, • -')ra em àiante -- disse - as águas dr , ir baixnndo lentamente, contrariando i • as previ!:"-•; feitas anteriormente. "Com isso. a Defesa Civil espera este ano, não ter mais . problenra-'S em Pótto Muttinho. . :i:; sempre bom aproveitar a oportunidade ee ca..,+...-..l uun povo bravo e der;temido. Uma cidade que serve de exemplo as demais. O rurnl2nse soube, cm fé, ousadia e perti :.6~.:i, vencer desafios, luta: contrn as forças da natureza; lutar contra o imobilismo, ven cer . épto3 e conquistar espaços. r,01;.) lllURTINHO . foi com trabalho e • • mi;mo que o seu povo cresceu o se farto.'~ .:eu forjando uma têmpera de aço e um cará 0c: e;-; i~rro. Naua meihor, na data de hoje, lembrar as .ua, cs sacrifícios, para se ter a noção e .. ta das potencialidades de Porto !viurtinho e de sua gente. E apesar de tudo estamos construindo a trajetória e o progreso, a estabilidade, a justiça para tcdos, esta é luta de todos. Por isto est2mos aqui, através deste jornal, envi cn:!o O nos~ abraço, as nossas felicitações, poque nós também acreditamos no otimismo e no trabal_ho para enfrentar o futuro. UM ABRAÇO PORTO :vIURT1:-THO, DEPUTADO AP.l RIGO 1.o Secretário da Assembl±ia L@'s!ativa Recebemos do Major Abilio Pimenta, do 9? Grupo de Artilharia de Campanha (Nioque) a seguinte carta: "Por ocasião de minha saicla de Nioaque, por força de transferência para o 17° B. Log. em Juiz de Fora, MG, envio um abr:!;;o de despedida ao amigo, agra-rlccendo a d.isti.n;:'.::.o que fe! proporcionada pel: Rede Belvistense de Jornais na pesslfa do seu dirctor e tendo certz que tcdos os seus leitores sentem·se OIr:i!a. -o13 «rande seriço prestado pr ssul?z35es. sr de homens dinâmicos cor1~ o AO 7o. 1 nta votos de sucesso em susn s s. Continuaremos a remeter os nossos jensis. é uma honra te-lo como lei. tor. e por Nancy ENLACE No dI 04 pp, ns nove horas, uniram e em mtrlmónlo os Jovens 'Tnla e Roberto, FIn Ih d Onorato Emilina dodoy, ele filho de Geraldo e Jorelin de Souz Rosa. A IGREJA MA'l fll7. de Santo Afonso, Iindnmente decorada, recebeu os padrinhos, convldndos e noivos. 'l'l'NTJ Adentrou a passarela da Igreja Matriz, xlblndo pracloso vestido branco seguindo 01,<1 o nltnr, onde n esperavam o noivo o pa drInh1os. APóR A CEnTMôNTA relipiosn os convidados foram recepclonados com suculento churrasco e muita bebida na F'nzcndn Sfio .Toüo do proprlcdndo dos pois do 'Tnia, AO .TOVEM C/FliT, noborto o Tnnln dcsojnmos um mont:1o do felicidades, Aos Anfitriões Onorto e Emillnna nossos pnrnh6ns poln honltn, rostn. Prtlelpantes do TOINEIO ESCOLAI DE FUTEHOL, DE SAL AO, promoção Setearl e Prefeitura Munleipal. Falxa e'ára de 7 10 anos -- 10 a 14 nnos Caros professores, queridos alunos e au xiliares. Venho como mãe de alunos da Escola Ester Silvo prestar uma simples homenagem a Enoly. Não poderia nesta hora, me omitir e per mnnecer em sllênclo, visto que o momento é triste pnra nós pois que acompanhamos há anos o trabalho silencioso e nobre da nossa Ulo querlcla diretora Enoly. Toda despedida gera nngústln, provocada pela separação, ainda mais se tratando de vo ce Enolv. em quem conliúvnmos nela ~•m no. breza de aço, pc:que vocc :mais usou sua posição em benefício próprio, porque senti mos e sabiamas seu pulso firme- em resolver os problemas desta escola com a maior lucl dez. Porque não em autoridade, voce nunca representou nenhum papel, mas sim uma au toridade amada e respeitada por todos com quem convivia, pela sua dignidade e respeito ao ser humano. . Há curso para preparação de líderes em toda parte e eu tenho certeza que voce não os frequentou porque é uma líder em poten cial. ,Voce plantou nesta escola a semente da paz e da união e não a do medo e da ira, sua liderança foi baseada na compreensão sim pática, na tolerância e na colaboração soli dária e reciproca de todos com quem convivia fossem alunos, professores ou auxiliares. Dando-lhes paz interior e exterior, serenidade suriciente para sua total realiz.1ção como ser humano. Eno!y, olhando para voce não me foge a frase "seja o melhor possi·el sem deixar de ser quem voce é". • . Suas atitudes e idéins não se acharam apoiadas pela chamada "razão da força", mas foram obedecidas porque se apoiaram na "for ça da razão". Voce trabalhou Irmanada no que é a verdade, e por sê-lo impôs se a nossa consciência. Enoly, parabéns pela sua fidelidsde à pro fissão que voce abraçou colocando-a acima de qualquer bandeira visando 'tão somente E'scola Ftdual de 1" Grau Ester Silva E'cola Etdual do 1 0 2° Graus Castelo Htnnc.o Escola Estadual de 1 Grau Generoso Ponce Escola Estadual de 1? e 2° Graus Joaquim Murtlnh0 Escola Munlclpa! Ver Guimarães Loureiro F'scola Munlclp! CI6vis Marcelino de Ollve!ra E'scola Municipal Jarbs Passarinho E'scoln Munfipna1 Sio Patriclo E'cola MunlIpnal do 1 Grau e Pr6 escolar Castelinho Encntado E«coln Municipal de 1 Grau Marcondes Nu nes do Mirandn compoõcs: 7 a 10 anos Ester Silva. 10 a 14 nnos Cnstelo Brnnco. FESTAS JUNINAS Dia I/6 Escola Ester Silva Dia 17/0 Escola Jnrbas Pnssnrinho Dia 18/6 Escola Dr. Joaquim Murtinho Dln 20/6 Escola Vem Guimarães Nüo perca. Multns atrações, músicas, co· mos e bobos. Vá Já colabore o prestigio. NOfVADO Em julho colocnrú argolinhas n' cllrcita os jovens Ana Moreia Escobar e Cezar. Tim Tim ele felicidades prá voccsl DISCURSO o desenvolvimento de nossas crianças. Obrigado pelo :exemplo carinhoso, paci êncin e dedicação que teve com elas. Sabemos que sem'e da paz e união oue voce plantou vingnril. porque o Amor tu do pode. Aproveito a op<'~:unidnde para dar as bons vindas a nov diretora Juremn,que ela continue elcvrr ·' ~ o nome da escola Ester Silva e nós T'='ÍS lemos certeza rlo seu suces so, oro- ·a s! humildade está a sua forca e t--,,.; -:1 porque, por esta Escola ainda ca •-·nhn alguém que deu tudo de si para torná Ja um nome respeitado e amado por toda comunidade belavistense. Marla Amélia de R. Pinheiro - Trjbuna da Fronte-ira (Funcllldo em 20/2/1972) C.G,C.M:.F. 15,513, 203/0001 - Registro no Cartório de Títulos e Documentos n.º 35- Diretpr-Re!;jlonsável: "lvaldo Pereira (Jornulista ·profissional. Matrícula MTPS n.° 140) Administrac:.iio, Redn,üo e Parque Gráfico SEDE PRÓPRIA- Rua da República s/n . Bela Vista - MS Fone: (067) 439-1410- Caixa Postal 23 Diretora: Maria Estela Velasquez Pereira Gerente: Gilson Silva Santos Depto. Circulação: Marilene Morin REDATOR-CHEFE: Ivaldo Pereira ASSINATlJRAS Bela Vista: anual .. , 6.000,00 Demais Municípios , , , 9.000,00 FCJJ'.'l"DADOR: Ivaldo Pereira Um órgão da Rede Belavistense • de Jornais Ltda. Representação em São Paulo e Rio de Jane!ro: TABULA VE!CULOS DE COMU NICAÇÃO S/C LTDA. Rua 7 de Abril, 282 - 5. 0 Andar Fones: 255-2579 e 255-3"492 Filiado à ADJORI e ABRAJORI UM AVISO (dlas 11 Somente neste tina! de sema ·4ona e 12) o Restaurante do Grmlo no fU,,A rá, mas a partir da próxima semana es atendendo diáriamente. O DOMINGO r NOSSO d!o sob coordenaco do Sr? Ávila e da I 1ela Vista no GSSPR & um programa dom7"" ueiro sadio, dvertdo par a criançada nos 1ovns estudantes. Prd frente e muitos sucessos. AS DISCOTECAS e brlnc-ndetras clnnçantc-s aue uJtimnmcnt:i tem sldo renalizadas no Grmlo, está eranlo multas reclama.cões por parte daqueles que vão nt6 lá para dançar e curtir algumas horas do lazer. O MOTIVO das reclamnções ó o seguinte: Certos "mole ques" vo até Já só par conturbarem o m biente, Bebem e comecam a querer "apare cer" Provccnm discussões o brigas, estragan do dessa maneira o Jazer dos outros. A DlflETOntA do Grêmlo devo tomar medidas enérgicas contra esses bnderneiros. nois dessa forma o Clube começa a levar má fam e só por culpa de uns tres ou quatro "exibidinhos". O NEGOCIO J:: O SEGUINTE: O próximo zum-zum que houver no Grê mie nnb!lcnremos os nomes de todos os en volviclns. assim pelo menos os pais dos mes mos tomarão conhecimento Ok? NOSSOS P'ABENS A Nndomia Nacional de Medicina que no dia 31 roou em Sessão especial o Premi0 Mücio Ath·'de Combate ao Câncer A Academia fica no Rio de Janeiro. A Direção da Esc. Municipal Jarbas Pas sarinho, estará promovendo no dia 17 /06/83, uma sensacional Festa Juninn, com início pre visto às 18 horas, Vá lá e divirta-se dia 17-06- 83, muitas barracas com Quentão, Pechinchas Doces e Salgados, e uma divertida dança de NASCIE'TO u+ pe parabéns o casal Ferndinho e Sora pelo nascimento da garota Rita Jnina. ANIVERSARIOS / Fez nos o Cel. Vieira. Marcou a data com ' ,{{ 6 amigos em su residência, onda 1 cun ,, " • d li i a anfitriA Neuz, serviu ieitctosos comes bebes. 2 0/ 5 F1alo Nunes, fiIho de Edr e Inez Nu. nes e a garota Maria Beatriz (d aninho) fIIh: de Geraldo e Nilce Nunes com<'mornrnm n data rodeados dos amiguinhos e parentes. Entre gostosos salgadinhos, bolos, r {rig antes e muitos balões e o"Parabéns a Voe" ~uvlo o Maria Beatriz np::ignra.m vcllnhns. A alegre festinha aconteceu na residcncin do casal Oeraldo e N!lcc. Quadrilha. DR. ADHFMAB 6000Y Advogado Causas civeis e Criminais, Problemns; de Terras, Inventários. Rua Cutabá 350 1 BELA VISTA l'I.S PODER .TTIDJCIARIO DO ESTADO DE ;'IJTO GROSSO DO SUL COMARCA DE BELA VISTA EDITAL Da Ordem do Excelentíssimo Senh'lr Desembarga.dor Milton Mnlulel Correge dor Geral da Justiça. do Estado do Mato Grosso do Sul. o Doutor Jonas dos So.ntos Pellicio- ni. Juiz de Direito da Comarca de Bela Vista. Estado de Mato Orosso do Sul, na forma da Lei. etc ... Faz saber a quantos o presente Ed! tnl virem ou dele conhecimento tiverem oue a oartir do dia 1° a 17 de junho, do corrente :mo. no horário das 8:00 às 11 :00 horas e das 13:00 s 18:00 horas, no cartório Judioiql desta Comarca de Bela Vista, no Edifício do Forum, à rua Cel. Dias, n.o 948. estarão abertas ins crir:ões para as vagas existentes ou que venham a existir no nrazo de validade do concrso. conforme quadro abaixo desta Comarca: • • FORO· .TTffiTGIAL nGO VAGA SALÁRIO Ame .Tudlci::irio 02 100.174,00 Dist. C'ont. Part. 01 49.074.00 Deo. P. Aval .. Tud!c!ar 01 45.087.00 7elador (lo Forum 01 35.840,00 FORO EXTRAJUDICIAL C'iRGO ·vAGA SALA.RIO Ax. de Tabellonato 02 100.174,00 Para se Inscrever o candidato deve rá prencher os reauisitos e aceitar as condiçõ:'!s estabelecidas no Regulamento do Concurso das Comarcas de 1983, inS tituido pelo provimento n.o 03/83 da Corregedoria Geral da Justiça do Esta do. o qual poderá ser obtido junto ao Cartório Judicial da Comarca ao preço de CrS 300,00 (trezentos cruzeiros). E para a,ue ninguém possa alegar ignorância, determinou o :MM Juiz que se ell.1)edisse o presente Edital que Sfrá publicado e afixado na forma da lei. ~ de e passado nesta cidade e Comarca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul aos vinte e cinco dias do mês de maio do ano de mil novecentos e oiten ta e tres. Eu (Pedro B. do Vale) AUx. Judiciário o 1 datilografei-( Dr. Jonas dos Santos Pellic!onl Juiz de Direito 1 1 J 1 1 · I 1 1 1 ' 1 l 1 1 1 ata .. ----------------=-·•- IRTEMIS SEJA BENVINDO A HOTEL • 1 APARTAMENTO DE LUXO TELEVISÃO JORNAIS DIVERSOS PUBLIC RELATION ESTACIONAMENTO AlUER.ICAN BAR LA V A.llffiERlA PMPRIA ESMERADO CAFE C/ 15 ITENS T.V. A CORES AI. Barão de Limeira, 44 Reservas PBX Tel: Gerência 221-0292 221-9168 ECONOMICO ' SAO PAULO • :HOSPEDANDO.SE NOS GT"IDE HOTEL RARA APARTAMENTO DE LUXO TELEVISÃO JORNAIS DIVERSOS LAVANDERIA PMPRIA EST ACION Al'1ENTO AMEIUCAN BAR T.V. A CORES AR CONDICIONADO GELADEffiA DE. LUXO ...... 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Brasil, 3157 (em frente 11 igreJa '!lb- triz São José) Fone: 431-2266. ==uTgHFoj.... _AIS...- - ,.,.,.. ..,.. ___ e UNIMO•NOS A6 llANIFES'r/ÇOES COME ' MOitA'l'IV-JS,/ INlV~JíUO DE EMAN ' Oll"AÇ1 '00Lt.1'lC/ tl!r.i'rm MlJNIOtPlO, EXTERNANDO NOSSO$· CUMP!ill1lE.."lTOS EA A7:AAC DE TEI:TE COM ; ORGULHO A ESTA. TERRA;. ALCIR .NOGUEIBI ,COELHO· - 1 ' , l brevlvcrn uo tempo. O!iGULllOSA,Jf, ·1 C, ATH"'- V-CS R.IDENS 1).0 POVO DE l'OltrO '.lUTI.TJ!'~JIO, Quando nos lançrunos candic!e.to a vcrea d:ir, eleito po3teriormentc com 03 votos de to- • •. • . .. , 'J~ ~ ,, .,., dos aqueles que confiaram em no:so traoalh, oí por entendemos que, através da vida pú- blica, poderíamos colaborar com o querido po vo de Porto :Murtinho- • e nfü;>.: cstáv-amos... C!.· rnt.!os. E.strunos trabalhando, Dizer o que, nesta data, quando o, murti.nh.en:e.·com::mora.Q.dJ).ta.mag:ia~do município; Nê.o-há'palavros-~ue possam:espelhar a nos cnfnnça, o-nos amo:rela terra e pela gente, • é simples, é• por: demais, simple3, basta· diz.er ~•;p -'.0UJ -ESTOU, aqui foçQ. de meus dias umn a-° La.f.- sequência de atítudes que visam o SERVJR. -~r--u lHA PARAilENS PORTO J'ItffiTI- . NR.O, e' h ! !· n. e . ' i i..'.'·'"'· ,r;·d.. ('Idos 'e Dr0fund s raízes hi•L-:'.;r!c:1s. Porto lfurllnl~o c6t:l. cm fosta to +rzhnizarmos o povo murtl. ronr la agggem (do ma!s tum unl• .,.,. ,,; ·., '"" f••1,"•ir·ipnr;!10 pol!llc, do mil· ,·c·•J 0 r•t;Crí:'l,1r., rnni'i uma VCZ 'l'<'Otlr r.•.: : 0 !",,. ,.1 P• o ,cí .lto de contlm,in:pnoii trc)o!ando pra um cresc!menta un!for me d'.! tod:!. n fronteira. Um pno que c:imlnhn. que luta, ouc !'.nfr,, mP-s riuc tlcr(?ditn, .e este_ a,cre c'!' ~1· T''.'"'P nós, 6 motivo pnro. contipuar. mcc na luta. Àqueles que com seu trabalho contribui• • +a ram para elevar est-e município ao· Iuga! ~ destaque. em. que se encontra, os nossos agra, declmentos e.admlr.ição. DEPUTADO S.AULO QUEIROZ A p.Õpulãção expressamos nosso pre_ito de gratidão e ·reconhecimento, pois é graças a ela que a cidade atinge d.Ja a dia o progres so. B I D U· HOTf.l 1 - Na data em que comemora outro 1· • ano de emancipação política. queremos ( saudar todo este povo trabalhador e ' progressivo. • Z 7 Ah;3t5ri de um ciddc é fzf!2 3e: ate Reens « n7sss h0me:zens 2 e'z ar?ra +=yi!e aue e!é @Ons. ruindo o rzozrsso deste mleíy.o. T Câ ara niciral de Verea ,ores de e ista MENSAGEM No momento em que Porto Murtlnho fest!.'Jn seu nnlversnrlo de emnnclpnção 0 Poder Lcglslntlvo ele Dela Vfst'l 1,1iu,ia cf.tslvnmcnte o querido povo que tanto tem contribulclo pnrn o desenvolvimento do nosso Estado. . Aos lfderes, nos pioneiros, a todos enfim, o reconhecimento deste Poder Le glslat ivo que está voltado unica e oxclu sivamente para o bem estnr ele todos os murucfpes e progresso da nossa fronte! rn. Ivan Marques (Presidente) lInrcclo Cnlvnno Anselmo Lopes do?onso Pinhelro Serlo RO'ert Prondl Rosevelt Lino Garcia Clnudfonor Rodrigues Evl.lásfo Mlrnndn Cnssfo AcfoU ---------- - ------~---;.;.;;. _ - T a .7r João F r01re de Ovo'ra Prefeito a o + + E F 1 TO 1 a o Saudamos ns autoricln.dcs aclmln!s• tra!lva e toda a sua comunldadc 11ela passagem de outro nno do emancipação política. ----,-.----~------ - MENSAGEM Ao ensejo da passagem do nn1versá rln de emnncipnçüo poHtlca e otlrn1nls Lrnllva elo Porto Murllnho, desejamos transmitir nossa cnlorosa saudação às forças vivas da comunidade, seu povo ordeiro e trabnlhador, na certeza de que a unlüo e o trabalho de todos poderão fazer com que alcancemos dias melhores construindo uma cidade grande, forte e. progressista. A Administração João Freire deseja que a passagem do aniversário do muni· clpio sirva de reflexão a todos os inte grantes c'esta comuna no sentido de que hajn uniP.o na defesa dos mais altos Interesses. Carg t a Campo Grande - Em contato mantido com Governador Wilson Barbosa Martins no Parque do, Poderes, o prefeito lldlio Bcru:l <PDS) do Ladirio, voltou u colocar o seu e. r• o a disposição, ratificando atitude tomada m março do corrente ano, mostrando se determinado a deixar a prefeitura. Na ocasião Wilson Barbosa Martins ex plicou ao prefeito ladarense que a questão do bUbStitulçfi,O dOS prefeito:; das cidades !--llU,• ctns em área de interesse da Segurança Nacio na1 está diretamente afeta esfer federal o que, no momento não há qualquer disposição nesse sentido. I "; 'w r Aproveitando a udIncia que Ihé fl con cedida, Hélio Benz.l solicitou providências a.o Governador para a conclusão das obras do slstemn de abastecimento de água para um conjunto hnbllaclonnl construido em sua c! de.de, cuja entrega está dependendo apenas desse trabalho. Wilson BJrbosa Martins pro meteu ·atendimento imediato e encaminhou o prefeito ao secretário de obras, Olavo Vile- la. Outro peclldo feito Junto ao chefe do Exe cutivo sulmatogrossense foi com relação a au xflio do Fundo Estadual de Assistência Finnn ceira .- FUNDAF para que a Prefeitu.ru de Lactário possa cumprir com o pagamento de dívidas, como salários de funcionários que se encontram em atraso e subs!dios paro os vereadores. 1 1 Nossa homenagem aos pioneiros que, com lul'u e S!!cri.fício, dedicaram-se integralmente par 'ue o povo possa t d 0 ajr c 5 onufi.nu_idad<;J cdom1mida.d_e que res-1 · 'a e aruversac•0 e emancipação po- lítica. $io ; ri: u 4 Dourados poderá ter sua Uni vers!dacle Federal. Projeto nes'.fl sentido foi apresentado às ComlJ sões de Justiça e Educação b Câmara Federal pelo deputad:'l Sergio Cruz PNMDB-MS). N defesa da idéia,_ o parlamentar oposicionista argumenta que o Sul_ do Estado, poiarizado no mu nicipio de Dourados, é uma regi• ão política e economicamente ín dependente responsável pela me tade da produção estadual e com uma população em seus 25 mu nicípios estimadas em mais de um milhão de habitantes e, dian te desta constatação não pode continuar culturalmente atrélsda ª Campo Grande .. Sergio Cruz entende, por ou tro_ lado, que a implantação da Universidade Federal em Doura rados é estratégica, tendo em vis ta sua maior proximidade co!Il 0 oeste de São Paulo e o norte rio Paraná. Segundo suas perspec tivas. a Universidade transforma rá Dourados em grande centro cultural do pais. º . Na justificativa de seu proj to. já em tramitação. Sergio Cru" considera ainda a "carêncui de centros de pesquisas e estudo> científicos, têcnicos e cult.u.r1!J 5 no Brasil, cujo desenvolvimento na área, a mais importante par 3 o ruturo, tem tornado a nação cada vez mais dependente, c0lo cundo- a de reboque da tecnold ia transnacional' • ·, N A DA HRONHEEI ESTADO DE MATO CP..0.S..'50 00 SUi. roDEB n:mC!AlUO COMARCA DE BELA VISTA CARTÓRIO JUDICIAL pAlta! de Prmoira Smunda Praças desligada Palermo; A Oete com ter"as do Ar?m!nu ara 20/07/81 1%/08/83 Femnsad de Amru Mendo qv dentro da ' opr. Jons dos Sitos Petllon! Jul d área o ex!ste qulquer benteitor avlla. pyre!to da I Vara CIv! dent Comrca de das em Cr$ 5070.000,00 (cinco m!Ihóes e 3, VLeta 9tado de Mto Grosso do Sul, na tenta m!l cruzeiros), valor«porquanto será orm da lel, 1erda A Praça nos dlas 20/07/83 o 01/09!.JJJ .f'llz Snhar n t.odoa qu.o o pi inte Edital Ms 139 horas pa ser arrematada«s por trem ou dele conhec!mento tiverem que fo quem maior lnco der c!ma da wallçlo, , marcado os dlas 20/07/83 01/0%/3 Ma sendo a venda te!ta A vista. ou mediante tia- foras para a realização das praças designsds dor idneo. pelo prazo de 03 dIs. Dos autos os autos N 03/03 de Aço Execução que nlo consta nenhum 0mus ou recurso penden. ",,o do Brasil S/A move contra José Mar- to de jul_gament.o. ~l!nO dn Silva e r;w1 mulher re!crente::i aos E p::irn que nln:,itm po alc~' iiI)oruncla, tens penhorados nos autos ac!ma menclona- determinou o MM. Julz que se expedisse o c1os ub:ilxo carncLerizados: presento Edital que será publicado e fixado 1 69 has. de terrrs pastais e lavradlns dentro na forma da le1. D:ulo e passado nesta cidade aos umltcs da Fazenda Perseverança om Alto de Bcln Vtsta Estado de Mato Grosso do SUl cnrncol, munlc!plo de Caracol, com as seguIn aos 30 dias do mcs de mnto do uno do mil! te confrontações: Ao Norte e o.o Sul, com novecentos o oitenta e lros. Eu Pedro Bar terras dn Faz. Pcrsavcrançn; A Leste com ter. celos do Vale) o subscrevo. ras de Vllal Ferreira de Sou.zn e do Irmãos O JUJZ DE DIREITO p r".FiNTO Dr FRErrxS Ti.i Médlco - CRM 351 Clinlco Médlca e Cirúrgica Run Gu!a Lopes, 826 - Fone: 42!! 1270 BELA VJSTA- l1ATO GROSSO DO SUL ------------------ - JVAN AFONSO DA COSTA MARQUES Advogado causns Civeis e Crlmlnal.s 1nve:1tários, Desquites, Divórcios e I.egnllzação de Terras. Escrit.: Rua 'Antonio Maria Coelho, 428 Fone: 439-1395 Residência: Rua Cuiabá, 468 BELA VISTA - MS. ------· EDITAL COM P AZO DE 15 DIAS FernÍliiCiõ"Frêítas Julião de Freitas Arlete P de Freitas Gllcletdc M. S. Alves ADVOGADOS Rua Marncojú nº 961 els. (067) 624-4380 (067) 624-'1087 s.: Tel 624-7021 Campo Grande Mnto Grosso cio Sul. Escritório cm Jardim: Av. I'l111to Grosno B[N MANOEL RODRIGUES NEGRA.Q Advogado Rua Tenente Bernardes, 2658 CEP 70.240 - JARDIM • MS Sir5nrô TTTC5 Nelson Chapas Advogado Cusas Trabalhista, Criminal, Comercial, Cívtil (prohlemas-familia·} .. te.rras, inventários. cobranças, etc. Rua Dr. Ary Coelho Olivelra. 660 Fone: 2121 - JARDIM - l13. R. JOSÉ 4TANAS1O TETO Advogado OAB - MS - 1579 Avenida Duque de Caxias, 780 Caixa Postal 31 - JARDIM - MS. ESCRITÕlUô""riE A.lWÜCAat.A Dr. Pet!ro José Palml.é.rl ~gallzação de Terras, Inventários e Causas Crlm.lnais (Juri) Rua 1.6 de Novembro. 160 Fone: 439-1132 - BELA VISTA - MS. DR. ADREiIAlt GODOY Advogado Causns Cíve!.s, Criminais, Problemas de Terras. Inventários. . Ra C!abá, 350 RELA VISTA - MS ----- 1· 1 ··--------·--·----- •• - DR. FIORT MURANO Médico GUnlca de Senhoras e Crianças Operador CRM 352 - Fone: 439 1264 - CPF 003820351 • : 'l Rua 15 de Novembro 75 BELA VISTA MS CLINICA POPULAR - das 7 às 11 horas 5 . 1lR. JOELSON MARTINEZ PEIXOTO <' :J Advogado Escritório: Rua 1° de Malo, 357 JARDIM - MNI'O GROSOO DO SUL DR. RICARDO REGO . Advogado Inventátios - Legalização da Terras MS. ESCR mo DE AD''OCACIA Dr. Sér.g-io Roberlo Perondl Advogado Causas Ctveis - Direito A,.crrarlo Inventários r,27%ÁS," ,2 mo JOS1: AVELINO E STLV A - Oficlnl do Cartrlo de Registros de Imvels da Comare de Bela Vista, E5tr,do de Mato Grosso do Sul, nn Forma da Lei etc ... FAZ SABER os que o presente edltal ou dele conhcclmento tvercm e do ncôrdo com n UI Federo! nº 6.766, de 19 !Rz 79, comblnn. do com as dlsposlçõcs da Lei M'untc!pal nº 690, do 7 Fev 00, pela Sra. SeIma Reina de Barros, brnsilelra, cnsodo, comerclonto, pro. pr!e'árla da !rma Seteagri Empreendimentos Imobiliários CGC!-.1F nº 003.201.3240001 / 86, Inscr!ção Estadual n 200.592.34/5, Estn belocldn n Rua Ant.onio Joüo 900 cm Dela Vista MS, me foi requerido o Restro do Lo. teamento denominado "Jarcllm Prlmovern l" aprovado pela Prefelturn Munlc!pal destn clda de Conforme Processo nº 295/83, de 04 de Ma- 10 de 1983, elaborado nas Quadras nºs 68 e 169, ambas locnlizadas n."l Prlmelrn Clrcun'! criçl'lo, compreenclldas dentro do per!metro urbano da CldadA, ns quais. após Lot.eadns, ficaram subdlvldldas em 26 (vinte o seis) quadras numeradas de 1 (um) a 26 (vinte e seis) e aue estas quadras, por sua vez, foram subdivldldas em 232 < duzentos e trinta e dois) Lotes de Terrenos Urbanos, destinados para fim. residenciais, perfazendo uma área total de 71.348.00 m2 (setenta e um mil trezentos e quarenta e oito metros quadrados) situados nos seguintes llmltes: NORTE: Com o lotea mento Itaporã e a Quadra n 170. SUL: Com as quad.ras nº 167-A e 168. Leste: Com as qua. dras nºs 183 e 184. OESTE: Com as quadras nºs 153 • 153/4 • l.S3/9 • 163/10. O Imóvel orn EdJtal de Citação Com Prazo de 20 Dias O Dr. Jonas dos Santos Pelliclont, Juiz ele Direito da única Vara da Comarca de Be- 1::i. Vista Estado de Mato Grosso do Sul, na formo. da lei, Faz Saber aos que o presente Edital virem ou dele conhecimento tiverem expedido nos tos da Ação de Inventário requerida por Viclnlvina Viei?as, inventariada Virgilla Viega (Prnc. nº 80/80) que se processo·u perante este Juizo e Cartório Juõic. que em seu cum primento e atendendo ao mais que dos autos consta, pelo presente edital que será afixado na sede deste Juizo e publilcado na forma da lei, fica Citados a pessoa de Astúrio Dedé Vie gas s/mulher Clotilde Viegas e Outros para responder os termos da referida ação, sob pena de se prosse~r à sua revelía. Petição: Diz Vidalvina Viegas, brasileira, solteira, mai or, lides do lar, residente e domiciliada nesta cidade e Comarca de Bela Vista MS que: Fale ceu sua irmã, Virgilia Viega, com 61 anos de idade em data de 21 de novembro de 1979, nesta cidade e comarca, "ab intestato", não deixando descendentes e ascendentes, mas, somente herdeiros colaterais, e a requerente na qualidade de irmã da "d.e cujus", vem re- loteado, te encontra devidamente Reglstrado neste Cartór!o do Reglstro Imobilltrlo, sob o n" 'f'./ l Matrícula n? 308, FOIh n" 4300 do L'V0 02, do Rezistro Geral, cm Maio ele 03. Juntar .nt com o roquorlm<'nlo, mo forom presentados e utundos neste Cartório, o MCm1Oral Descritivo, Planta o demais docu. mentos ex!g!dos pelo Art!go 1, da n? 6,700 do 19 De 79. Os Lotes de terrenos Irbnn0as serão colocados a venda tanto VISTA quan to PAZO, observando-so para tanto, nas EdIficaçócs a eles relacionados, as prescrtçó· es dos poderes públicos. E, para que cheguo no conheclmcnlo de todos OA lnt.orc::isndos o que ninguém lemue Lgnorncla, fol expedldo O presente EDITAL que ser fiado nesto Cnrt6rlo nos lugares de costume, publicado 3 (t1'es) vezes consccutlvns no jorn'..11 de circula çll.o local, podendo ser apresentado qualquer impugnação dentro do prazo de 15 quinze) dlns, n contar dn data da última publ!cnçúo. Dndo e passndo nesta cidade e Comarcn do Bclu Vista, Estado de Ma o Gros'10 do Sul aos 12 (doze) dias do mes de Maio de 1983 (Hum mil r.ovccentos e oitenta e trns). Eu, José Avellno e Sllvn, Oficial do Cartório de Registro de Imóveis o datilografei e assino, José Avelino e Silva Ofclal do Reglstro de Imóveis ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL PODER JUDIOIARTO COMARCA DE BELA VISTA CARTÓRIO DO JUDICIAL querer abertura do competente inventÁr! ha ta visto existir bens, deferl'1do-lhe cons au~ntemente o compromisso de inventarian te e demais encargos de estuo. Com os doe+ mentos Inclusos (ób:to, prccuração, certidt de nasclmento e escritura), Pede e Espel Deferimento. Bela Vis o. 26 de av.osto ele 198-o. (a) Dr. Sermo Roberto Perondi. E para q1 n;;o se alegne !gnori.ncía. foi determinada Fxpec!iciio do presente edital com prazo de dias nora os herdP.iros: Astúrío Dedé V!ega:; e smt mulher Clotilde Viegas; Ezulema Vieg; Figueira e seu marido Ary Figueira; Vas, Trindade Martins e sua mulher Luiza de No: Martins; Vicente Fabricio de Moura e 61 mulher Ortência Vie~ Martins e herdeir ir'!certos e desconhecidos de V'rgilia Viegas oara se habilitaram no referido inventário. presente edital será publicado na forma da lei., e afix.3-Cio no forurn local de costume. Da e passado nesta cidade e Comarca de Be Vista Estado de Mato Grosso do Sul aos se. dias do mês da maio do ano de mil novecenti e oitenta e tres. Eu (Peciro B11rcelos do vai, Auxiliar Judiciário. o datilografei. Dr. Jonas dos Santos Pe!licioni Juiz de Direito .- - - ·- - - - - - - - - ·- - - - - .;....- - ✓-,-:-- - - - - - - - - - -- - - - - - - - - - - -- - - - - - - - - - - - - - - C l l C O MELHOR CORRETIVO PARA O SOLO Na Agricultura está a força e a esperr.::ça do Brasil PRODUTO DE ALTA QUALIDADE Calcáreo Bodoquena é a realidade Para uma Lavoura Mais forte USINA: llODOVIA JAn..-: ~"! a PORTO MORTINHO - Km 54 ' A 1 , E Ver«dor Mulino Calo I. Aioly • PI Projeto de Ll no, 04/01, 'rins de uma L«ola Muni«ipl de Lo rt na região wu zon rural denominada "Mon. Jolinho' dote município e omwrca de Dela V]ta-MS, Art, Lo - Fica crida a E'sol Muntclpal de lo pru n Zona rural denominada "Mon. JolInho dente munlcipio de Iel VEta MS Art, 2o - Esta let, entrará era vigor na da ta de sua publicação, revogadas s disposições cm contrhrlo , Sala dns Sesses, 0 de malo de 1003 Veredor Cisslo Marcellno B, Accloly JUSl'fflCJTIVA: A regi/lo rural do "Monjollnho" deste mu nlcí~!o, 6 um lmportnntc reduto dcmoráfico desta comarca, e/ nproxlmndnrnentc 100 (cem) familins lá resldindo, necessitando urgente de uma escola de 1o ru para a!nder a deman do daqueles alunos, ansiosos pura lnlclorrm rc us estudos primórlos. Adcmal; nn rer:Flo do "MonJollnho", nilo existe cslahclcclme·1lo cs colnr nlr,um, bem como, trnlllr-~c de umn zonu ru_rul de grn.!1clc potencial nprícola, onde quiçá, fuluromcntc, surja um distrito pum nosso mu nicípio, evitando também o êxodo rural <lesta região pnra o cidade. Assim, sendo, em face existir já demanda ele nlunos cm número suiicle!lle, cm fnce cs ta região não possuir escolas nenhuma nas pro ximidades, cm fncc ser uma região de grande potencial para 11 explornçiio dn agricultura, em face também de ser uma forma de evitnr 4eicodo rural e à derradeiro, existirem no lo cul, pessoas em condições de assumirem fun ções de educar, impõem-se, nobres pares desta augustn cnsn, bem como, do poder executivo, o oprovnçiio deste Projeto Lei. i::.:tlu dns Sessões, 30 de mnio de 1023 R.ossovolto Lino Gnrciu • PiIDD INDICO, ao Sr. Presidente, sejn enviado O!. ao Sr. Prefeito Mu:1icipal para que ele man de ínz.er reparo a Rua Marechal Rondon esqui na com a Alvares Cabral. Obs: Quero esclarecer tnmbem que a ne cessidade de colocar bueiro na esquina dn ci tnda rua, devido varias reclamações e tendo eu verificado que renlmente se encontra intran _sitáve1, peço a V. Exn. mandar fazer reparos com urgênc.ins, Saln das Sessões 27 de maio de 1983 Verendor Rosscvelto Lino Gare.ia • PilDD Requeiro a Mesa ouvido o plenário nn for ma regimental que seja enviado ofício ao Exe cutivo e Legislativo dos municípios consideru dos. área de Segurança Nacional, faixa de fron teira com o Paraguay de nossa região e tam bem o município de Jardim, Guia Lopes dn La guna e Nioaque, para que assim nós dos muni cípios do sudoeste matogrossense u.!1idos pode mos ter forçn junto ao Governo Estadual, Fe deral e até mesmo o Ministro dos Transportes • e os órgãos responsáveis pelns nossas obras de pavimentação :isfá.ltica de nossas rodovias desta .região. Pois sabemos nós moradores dos mu nicípios de faixa de fronteira enquadrados co mo Aren de Segurança Nacional de nosso pais, que é justo parte prioritária destes municípios ter sempre livre acesso por nossas rodovias e parn que ns mesmas não venham ficar intran sitável nov3rnente como costuma ocorrer em no a relo, quero deixar t;, rn Iro V. Ec! a companheiros de tdas bancadus que é nece rio que eja feita pavimentação ufáltica em nos rodo ia, e tenho eu convicta certeza de que nós unido: conseguiremos citadas obras junto aos homens que dirigem os paos de no o País, Sendo assim espero a comprcnsão de todos os nobres colegas na aprovação do refe rido requerimento, Ela das Sessões da CAmara Munlcipal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, 30 do Muio de 1983, Vcrt-:11 1• Morcdino Cás,lo n, Jccloll • PDS Hcqudro a Mesa ouvido o plenário na for ma regimental que seja feito expc<lJcnte ao Emo. Senhor Dr. Wilson Barbosa Martins Governador do Estado, com cópia no Exmo. Se nhor Eng.o Arnaldo Ferreira de Souza, Dire tor Gcrnl do DEHSUL e ao Exmo. Senhor Pre feito Municipal, rcfcrln<lo n rodovia que par tindo <ln Iocullcludc denominada A, lll Jmnre ln, dLm,mda a Antonio João (M~ ,,:i:_úlldo pclu Colónia Dumnqu6. Esta cstra(. . ,i teve cerca de 70 da suu extensão consertada pelo órgiio, ugora sob a dlrcçiio de V." Excia., tendo os trabalhos sido atacado nas duas extremida de~ e, ln-:~:plic6.·clmentc, interrompidos hó. cer ca e 5 meses, justamente quando estnva para ser co.1cluída u obra havendo inclusive pontos já edificudos e cnrentcs apa::os da con,;ruçiio de aterros, à exemplo do que ocorre no Cór rego Estiva, na alturn da Fenda Monjolinho. JUSTffICJTIVA: Animados pelo pnpésito de expandir a fronteira agricola do nosso Estado; de, através do ndequado a pro'> dtamcnto da vocação do solo desta rcgi::J, mtegrá-Ja ::10 conserto claque- • Jcs já dotr.do.; de inírnestrutur:i b;í.;ica de pro ch1ç:!o: e:~ i,ropugnar pela minimizaqão dos des- 11. e1s regionais do nossa econdmia; de procu rar situar esta área, do ponto de vista socio económico, num plano mais coerente com as potencialidades de produção existentes, ;pedi mos vênia para encarecer a Va. Exa. a fineza de examinnr a possibilidade de promover a restaurnçiio e consequente condição de traílca bilidade, de estrada que deveria estar a ten dendo as terras que constituc_m as chamadas fraldas e furnas da Serra de Maracajú, neste Município, onde a fertilidade do solo vem, des de há muito despertando o interesse de em presários em utilizá-los com n formação de la vouras, especialmente de soja, só não fazendo pelo absoluta impossibilidade do csconmento da produção. Existem ao longo da estrada que se pre tende rentivar aproximadamente 100 estabele cimentos rurais, com potencial subapr.)veitado por falta de condições de escoamento da pro dução; Pelo menos 1.000 Ha. àe lavoura de so ja e outro tanto de outras .culturas, estão dei xando de ser agregados à área agrícola do es tado, pela faltn de infraesh-utura de escoarne...'l to; O Niio aproveitamento dessa região, está privando os cofres Estaduais de cerca de Cr$ 50.000.000,00 cm ICM, só em lermos de tributo oriundo da receita agrícola, sem· falar, portan to no nume.:1to a; arrecadação a ser gerada pela atividnde pecuária que, com melhores con dições de acesso aos imóveis, teria aumentada a produtividade, eis que os empresários do ra mo teriam condições de imprimir técnicas de exploração mais eficientes ·e mais racionais. Mani.fesl'amos a nossa expectativa em ver nado o pro a que, pura próxima safr: h!cido. on! tençio de V. •. ra rea em que tio, es de pm 11,l!Jd·,d de 11. . t{ nd, í referidos empreendimentos condicionados ap" ns a que fique augurado nos itere dos 0s melos que se impbem para o eeso À regi Sala das Sedes da CAmara Mun!c!pal de Dela VI»ta-MS., 30 de mlo de 1983. Vereador Roseve!te Lino Garla • PMDII Indico no Exmo. Senhor Prefeito Man!ci pal em mandar fazer reparos no estrda que d/1 acess1 n Fa:z.endn Margarida atÍ' rodovia Bela Vist.i-Carncol. auero c.<clnrecer a V.a Excla., que por falta de acesso a esta estrada Ecln Vista está deixando de arrecadar mais ICM e alé mesmo nrm,uennmcnlo d<' produto3 nprícolas colhidos pelos riu!tores que plan tnm nn citado fnzendn aue está sendo escoado para o município de Jardim, por falta de aces so pela rodovia que lia a Fazenda Margarida a estrada de Caracol. Quero csclnreccr que há necessidade ele Fe fazer reparos er várias pontes e coscalhar pequenos trechos da citada estrada. Sendo assim, peço à nicnçiío de Va. Exclas., no nlendlmento n estn hdica~ão, pois sabemos que é de interesse deste município. Sala das Sessões da Cãmarn Municipal de Dela Vista-M~., 30 .de Maio de 1983. Verc111lor Mnrcclino Cásslo .Acioli - PDS Indico ao Exmo. Senhor Prefeito Munici pal na nececsidade de mandar fazer reparôs na Rua 3 de Outubro esquina com a Rua Coronel Camisã nos na citada rua encontra-se gran des erosões delxanc1 completamente intransi tável. Saln das Sessões da r.,;mara Municfpal de Bela Vista-MS., 30 de Maio de 1983. cm contT'.ir,o. Sala d. i fi ...v<'S, JUSTJí'IC/ÇAO: Tui pedido de isenção da Lojn Maçónica Estrela do Apa n.o 9, prende-se ao fato de que a mesma exerce atividade puramente filantró- . lta~do -•nda como é de conhccimen- pica, rcss.a "'' il-1 , to de todos, que a referida cusn maçónica, estli cons ruindo seu templo pr6prío, com grandes di(iculdodel', ondr então, tratando-se d~ ins_tl tuição filantrópica pode goznr de tal isenção, cspcrondo desta casa de Leis, a aprovação des« te projeto. Saln das Sessões, 30 de Maio de 1983. d 1963 . a99.2 7rês bas razões Para você referir as n0$$0 m,Jr0$$OS 1) Qualidade 2) Preço 3) Rapidez E MP R E E ND I M E N T O I M O B I L I A R I O S Crecl_ -:-. 1.418 LOTEAMENTOS IMPLANTADÓS ITAPORA, ITABORAI, ESPIRITO SANTO, PRii'T.AVERA I e PRii'IAVERA II. . ( É isto mesmo, tudo o que está escrito acima é uma realidade. É Bela Vista ingressando na Década da Decisão. Esta é sua Grançie oportunidade, de investir e criar o seu patrimõnio agora -JARDIM PRIMAVERA II - Ali, na Av. 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Vht .. .,., ~ ~- ........ ------------------------ rADO DE MATO OROSSO DO SUL 15 OnM.Pro.hm 2 de A'rt! de ! e3 DECRETA: tono DIIIon Nune I!to, Preto!to Mu. e Bela VI»t, Estado de Mato Gr- Encrrezdo d %/,a, Usando do Su: AtrIuNç0os quo d 'v Lel, 4 P"a Conferidns por ,etc.., Encarregado p",o 1o) O; Funclonrlos PüM!los Mu. ",,4e exercem funçes de Cargo "T",,, e d exclutvtdade, terão uas cis. '544 e vencimentos conforme descrtm! ç {à »to: t ' fturrlr!O . , . ' , - ....•.••• , . ' •. , . , . . . a 02 Salác101 Míolmo:, , 1 02 , 1.5 Snlóno Mfnfrao «{v] o .+· ' .:rnhf~tn : 02 Sa.l.irlos Mínimos {4cos 1vrnsos: operndor do Máqulnll!.l Pesad.n!l . 02 Sali:lr!os Mlnlmos rador de M,1.qulnns Leves OpC l .5 Salário Mfnlmo fo torlsta ao Comlnhilo o ônihus . l U Salárlo Mintmo trista de Carro Pequeno .. , . , , , , , , , ... pODElR JUDICIARIO DO ElSTJ.DO DE MAT~ GROSSO DO SUL COMARCA DE DELA VISTA o Dr. JonJs dos Santos Pell!cloni, Juiz de Direito da varn da Famllla e Sucessões da cornnrca de Bela Vista, Estado de Mato Gros •o do sul. no uso do suas atribuições. legais, considerando os normas contidas nas vis complcmentnrcs nº 07 de 07/09/70, 00 do ·03/12170; 26 de 11/09/75; no Decreto nn 78 _276 de 17/0:J '76; nn lei n'° 6.050 de 24/11/80; no oecreto nº 86.845 de 20/03/81 e no Item 14 (lo capítulo II dn Consolidação das Nor mas da corregedoria Geral da Justiça do Es- tndo, . considerando o grande numero de pedi- dos Judiciais de alvari:ls, desnecessários, fren te a0s dJsposltivos legais vigentes, que auto rizam o procedimento aclmlnlstrat!vo dos sa qus; Considerando que esse costume burocra Uznnte, além de sobrecarregar os Juizos de FamHlns e Sucessões, prejudica os próprios iateressndos pelo retardamento nos saques a que tenham direito; Considcrnndo que alvorás expedidos ln devíd{l!11ente criam ctificuldades junto n Caixa EccnõntiUJ. Pcrleml e D:mco Ili.o Ilru.sll S/ A Gestores do PIS/PASEP; Considerando Idêntica liberação conjun ta dos Juizes das Varas da Fnmilla e das Su cessões da Comarca dn Capit:al de São Paulo e idêntica providéncln dos Juízes de Direito das Varas dn Familin e das Sucessões da Capi tal de nosso Estado, diante dns providências solicitadas ,pelo Chefe do Jurídico Estadual tlll CEF nnquele Estado; RESOLVE divulgar as seguintes informa ções, orientações e instruções para liberação dos-saldos do PIS/PASEP, nas contas de par ticlpantes ·taiecidos; 1) Os soldos dos fundos PIS/PASEP existentes nas .contos de participantes faleci dos süo pagas em quotas iguais nos dependen tes habilitados junto à Previdência Social. Distingue-se, no caso os dependentes, dos su cessores. Estes são os herd((ros, enquanto aqueles são ns pessoas designadas nas leis da Previdência,quer dlls vinculadas a CLT. quer dos Servidores Estatutários; em muitas hipóteses, os dependentes não são sucessores e os sucessores não são dependentes; O1 'Ar!o MI:..mo TUrrr: 1 . . . . . . 13S 4r!o M1n!mo de Manutenção . . . . . . . . 1.5 Sal4r!o MIn!mo Mocâ!lJco Chr>fo .. , 0?. Sal~r!o,i M.ln!r.-to'3 AUX!lla-r cJJJ Mectn 1co l .!i Sal:'.. o )1ín'..mo Cnrplntêlro , 1.5 S14rto . 1ínimo Pedreiro , l .5 S lário :'.ilo.l:-:io Pintor 1.5 5:ilá:rlo !>1!n!mo Vigia , 1.5 Salário lVU:tlmo Jnrdloel.ro . , , , 01 Sal4rio Minimo Servente , ,01 Salllrlo Mlnimo Lixeiro 01 Sa!:trlo Mfnir::lo Almoxarilo 02 Salários Mínlmos Prefeitura Mun!clpal de Bela Vista. Es-. tado de Mato Grosso do Sul, 0s 25 (vinte o cinco) dias do mCs de Abril de 1983 (mi1 no veccntos e oitenta e trõsl. Afonso Dlilon Nunes Left.e Prefeito MunfolpAl DELIBERAÇÃO 2º)3 O levantamento pelos dependentes é feito admlnlstratlvamcnte. sem necesldade de autorização judlclal. bastando que aqueles façam a sollcitação Junto à Caixa Econômlca Federal. no caso do PIS, ou junto ao Banco do Brasil S/A no caso do PASEP. Mesmo haven do dependente menor, a sol!cltaçiio é feita sem a Jntervend10 1udlcinl. mas as cotas atri buldas aos menores flcnrõ.o dcposttadns em Cadcrnet:J. de Poupança, <lrlsponível npós o menor completar 18 anos: 3º) Se requerido pelos sucessores, o pedi do deve vir acompanhado de prova da inexfa têncla de dependentes habilitados perante a Providência Social. caso em que o alvará é expedldo com a menção de inexlstlrem de pendentes habilitados. 4°) A condição de dependentes habilito. do é declarado. em documento fornecido nela instituição de Previdência a que estava vin cu.lado o "de cujus'"'. Idem, quanto a declaro. çii.o da inexistência de dependentes: 5°) AS quotas atribuidas à menores fica rão depositadas em Caderneta de Poupança e só serão d1spon!vels após o menor comnle tar 18 anos, salvo autor1zacii.o jud!clnl para fins de aquisição de imóvel destinado á resi dêncla ou clispêndlo necessário à subsistência e educação do menor, devidamente comprova do; 6º)0 disposto nesta Dei. aplica-se lts quanUa.s devldns pelos empregadores aos empregados em decorrêncla de relação de emprego; aos saldos das contas do FGTS; as restituicõP.s devidas peo Imposto de Renda; aos saídos de contas bancárias. cadernetas de poupança, fundos de investimento, desde que não ultra passe 500 ORTNs e não existam na· sucessão outros bens ·sujeitos a inventário; 7°) A partir dn data da publicação desta os requerimentos formulados por dependeu tes ou sucessores que ostentam também a qualidade de dependentes serão indeferidos liminarmente porque desnecessária a autoriza çao Judicial nos termos da Lel n° 6858/80. Be1a Vista MS n de maio de 1983 Jonas· dos S!)ntos Pellicioni Juiz· de Direito T DO D n, 1 ·,1··. C: JOll!' (: :::!, FAZ SABER a todo que o virem ou dele conhecir nto na s fo. m mrzdos os dias 2806-83 e 0t s para a realizaço ds pracse desig nd s auto S.o 167/02 de Ação Execução que. ...onlo Cezr de Souza move contra Dio-. nisio Lino Garcia referentes aos bens penho rndos nos autos acima mencionados baixo ca racteriuldo,;;: 'Cm parte do lot• de terreno ur bano, determinado sob n.o 04 da quadra 28, se tor 02 da rua Gal. Sores da Rocha, r.e,ll cl· dade, medindo dita parte 15 0) metros de fren te por 30.00 metro:; de fundos em ambos os ln dos. dentro dos seguintes limJtcs e confronta õez: FRENTE: para a Rua Gal. Soares da Ro chn. lado direito com o lote n.o 23 da mesma rua, lado esquerdo e fundos com remanescente do mesmo lote n.o 04, distanl::! 30 metros da esquina formada com n rua Eduardo Peixoto, sendo que dentro do referido lte encontra-se construfdu parte de uma casa de alvennrlu, co- ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL DECRETO N 0015/83 Gab. Pref. em 17 de Maio de 1983 Afonso Dillon Nunes Leite, Prefeito Mu- Artigo ·2.0) Todos os Funcionários Públi- Dfclpal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso cos Municipais citados neste Decreto estão do Sul, usando. das Atl'lbuições que lhe são regidos pelo regime da C.L.T. con!er,idas por lei, etc. Artigo 3.o)-Este revoga o Decreto nº 0009/ DECRETA: 83 de 25'de Abrirde'l983: - Artigo l.o) Os Funcionários Públicos Mu- Artigo 4.o)· Este Decreto Retroage a 1° nicipais nomeados para os Cargos de Confian de Maio de 1983 revogando-se as disposições ta, tais como: Oficial de Gabinete, Secretá- em contrário ressalvada a obrigatoriedade de ato de Adm.inistraç&o, Secretário de Fazenda, sua publicação. • • • .. ·-98135 retário de Educação e Cultura e Secretá- P.refeitura Municipal. de Bela Vista Ms, Ili<> de Obras, etc terão seus vencimentos re- as deze.ssete de maio de mil novecentos e oi- anos pelo presente Decreto e serão iguais • tenta e três. 06 (seis) salários minimos regionais vigen Afonso Dlllon Nunes Leite Prefeito Municipal ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL EDITAL Afonso Dillon Nunes Leite, Prefeito Mu nicipal de Bela V!sta. Estado de Mato Grosso do Sul usando dns atribu:çées lega1s previstas na lei n.o 725/81. de 23 de Dezembro de 1981, comunica a todos os contribuintes do (IPTU) Imposto Preclial Territorial 'e Urbano, ) ainda não pagaram seus impostos referentes CLUBE DO LAÇO COMARCA D HELA VISTA C':TITólUO Jl OIC'LL dr 4gdp •e 0s0783. berta de a quantl de C 4 ol mil cmurei- r s ál o à praça nos d e tua! 2a praç no dia 0.07-3, as mem.s hora, para r Ar- rmsataao por quun mior lance der rim d vlia », sendo a vendi feita à vista, ou medi-. ante fidor idóneo pelo prazo de 03 ds, Doa autos no consta nenhum nus ou recurvo pe1- dente de jul mento. Por intermédio do pre- nt, fea o Ex utdo DIONISIO LINO GA CIA Intimado das praça deslpzadas, tendo em vista o mesmo nlo ter sido encontrado para sr i:'l.timado. E para que ninguum possa alegar Ignorância, dct rmlnou oMM. Juiz que se expedisse o pro ente edital que será publledo a flxado n forma dn lei. Datlo e passado nesta cidade de Dela VIst ,, E9-. tado de Mato Grosso do Sul, aos 07 dius do mê·, de Junho do nno de mil novC"cPn:o, r ol, tenta e tres Eu, (Pedro B. do Vale) o subscre 'O. Dr. Jonas dos Snnlos Pelllclonl O Juiz de Dircllo PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA Nº 010/83 ao :mo de 1983, que Prorrogou o prazo do pagamento destes Impostos, até o d!u 15 do deste mes e ano para quitação nlndu com dcscont,o de 20% qules quo pagarem todas ns parce!J.s de uma só vez. Prefelto Munleipul BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL EDITAL O Patrão do Clube do Laço atendendo o que determina o Art. 31° do Estatuto do Clube, convoca os senhores Associados nara reunião que fará realizar no dia 22 de jÜnho do corrente 2110 na sede do Sindicato Rural de Bela Vista /s 10:00 horas. Afim de eleger a Nova Diretoria pum o período de Junho de 1983 a Junho de 1984. A!-, c.-h,,p:is dos candidatos devcrio ser apresentadas no Sindicato Rural. Bela Vista 06 de Junho de 1983 Oswaldo Miranda de Melo PATRAO ESCOLHA SUAS ROUPAS COM A MAIOR SEGURANÇA! O MELHOR DO MODA OU- , , TONO INVERNO 83 ESTA EM BARilAIIBLLA BOUTIQUE Rua Gu!a LoJJes 871 Fon::: (Oi3i) 431-2830 Ponta Porá - MS Ágil, moderno, bonito, novinho em folha e Inteligente procura leitores e anun:}!Jlntes de bom gosto para compromisso sério, fiel e, principalmente, duradouro! ENTRE NA LISTA DOS PRETENDENTES ... Receba bem nosso agente ou solicite informações CORREIO JARDINENSE Rua Coronel Juvêncio S/n O SEU NOVO JORNAL JARDil't! MS AGORA TAMBEM CONSTRÓI A SUA CASA, UTILIZANDO OS MELHO RES MATERIAIS E DA.i.'IDO O PRAZO QUE VOCJ!: ACHAR MELHOR. EO ALICEROE AO ACABAMENTO, TUDO PARA SUA CONSTRUAO, VOCE ENCONTRA EM - . •' : '!-';?:· ... MATERIAIS DE TUDO PARA SUA CONSTRUÇÃO LTD.A. l?S rss<:l .. Agradeço ls autoridades qul presentes, o E:. DIIlon Nunes Leite- Frfeito Municipal, Sra. Odila Mascarenhas - Secretária Municl pl de Educação e Cultura, Sra. Vereadores Ivan da Costa Marques - Presidente da Cma r . PDS, Anselmo Lopes - PDS, e Sr, Jklc fcn Pinheiro, PMDD. O mot!vo desta reunião ó para reatarmos l'l8 nc!(oclnçócs entre os professores demitidos e Adminlstrçdo Municipal disse, a Sra. Emí clln Penha, Presidente da JJ.,oc!r1ç,10 Dcluvls tense de Professores, e que o interesse da ;- oclaço é dar apoio necessário aos professores drmltidos, rimeirmente gostaria de ler alguns artl os do Estntuto do Magistério Estadual e Mu nlclpol. Art. 56 - diz que poderão ter nssoclu ço de classe pnrn defender os direitos d.i c!Js sc e cm defesn dela, O Estntuto local diz no Artigo J.o que é pnra promover a união do magistério, defen dendo os interesses da classe e colnbornr com o Estado paro o bem estar da clusse. E aqui estamos mais uma vez para tentnr reatar as negoclnçõcs entre os professores demitidos e a Administ.rnçiio Municipal levantando proposta coerentes, e peço a Sra. Cleide Rosane Vieira para ler o relato e colocarmos cientes nossos colegas que não estão inteirados dos cntei mentos, e que este relato não refere-se a sua pessoa Sr. Prefeito, e peço desculpas se assim o interpretar. Passada n última semana do mês de março, • sem que nem mesmo o pagamento referente o mes de fevereiro houvesse sido pago, teve início os protestos dos professores, partindo dn zona rural, que, entretanto, precisava do apoio das Escolas Urbanas, pois o salário era de CrS 12,500,00. Esse apoio mútuo se concretizou no dia 04.-04, quando nos encontramos na praça para que resolvessemos qual o primeiro passo a ser dado. Visto que era segunda feira, dia de se ção na Câmara, resolvemos procurãr um ve reador que pudesse levar nosso problema i Câmar:1. Fomos assistir a citada seção e nota mos uma certa surpresa aos presentes quando ncso problema foi exposto. Após a seção, ficou resolvido que no dia seguinte, dia 05 daríamos aula até a hora do recreio, e nos encontraríamos às 09:00 horas para escolhermos uma comissão para ir falar com o Prefeito. 05-04-83 - Primeira audiência com O Prefeito . Nesta visita não h:JUve acordo. N" ao era possível aumentar o salário dos lei- ~os, nossos salários atrasados não tinha data fixa para ser pago. Par:ilizamos. 08-04-83 - Segunda audiência - Levamos um oficio com nossas reivindicações. Não pu dem_os, digo nao hom·e condições para diálo go. Paralizrunos nossas atividades. lS-04-83 - O Presidente da Câmara, após ter falado com o Prefeito nos procurou. Disse o Fres. da Câmara que o Pref. prometeu q/ não haveria demissões, haveria a ·stad . _ • reqws1 a a e- qu1paraçao salarial. ou seja. um professor lei go passaria a ganhar um salário mínimo. ln- . clusive, ficou prometido também que • d o mes e abril seria P,ª~º já com o reajuste (30.000,00) e que os salários atrasados seriam pagos até 0 dia 20-04-83. 14-04-83 - Voltamos as atividades escolares. 19-04-83 - Saiu o pagamento re.ferente ~,-,e reiro. 25-04-83 . Saiu o pogomcni~ referente o março, 27-04-83 - Demitidos tres professores. 01-05-03 - Entramos cem um manifesto, atra vés ela Ctun11ro, que comunicava nos intcrcs ados que e os professores dcmitlelos não fos- 1;l'm rcodlmitldos, t•nfim que todos as promes s no fossem cumpridas, haveria uma nova paralização a partir do di 04-05-83, visto ter sido o Sr. Presidente du Cilmoro, avl$odo que se as promessas no fossem cumpridas prlnci• pnlmentc se houvcs~c demissões, ocorreria U• mo nova represália, r3-05-03 - Não havendo nenhu: :1 provi- dêncln tomodn, paraliznmos. 0!J-05-03 • Demitidos mais vlnle IVAN MARQUES professores. No intervnlo do, negociações, foi !cito u ma reunião com o Prefeito J1un!cipal e ele mesmo nos prometeu que não huvcr!a demis sões cm mosso. No estnluto da Ass. Be 1 . de Professores • disse Emidiu Penha - somos contra as injusti ças que sofremos, e nino contra o Estado, pois se nssim fosse, as greves dos professores do ano passado scrb co::trn o Governo de Pedro Pedrossian e n~:; greves de hoje seriamos con trc. o governo de Wi!son Barbosa Martins. Si que as repressões contra as greves são reflexos de 1964, pois em legalidade não há na da a favor da greve, mas é legítima, pois nos dá um direito. de defesa de certa forma, e a greve é uma parte da democracia em que es tamos chegando, pois é uma maneira de asse gurnrmos nossos direitos de melhoria salarial se cm caso não houver diálogo. A partir deste momento, está aberta a seção e passo a palavra a quem estiver com propostas dignifi cantes, soluções maduras e conscientes, para os nossos problemas. A minha maneira de ser eu sou contra as greves, pois quem são prejudicados são os alu nos e não os professores ou a Administração Municipal, e estou ciente que o sal:írb de vo ces é urna verdadeira piada, é insignificante e juntamente com o mnobre vereador Ildefonso Pinheiro, líder do P!vIDB, levare~os à Câma ra um projeto de lei para que possamos lutar pela melhoria salarial de voes, que é justo ganhar mais. E as primeiras dispensas dos tres funcionários foi só por problemas de in disciplina e não por causa da greve, e desde que passou a ser por indiscir,lina fugiu da mi nha alçada, eu sou de uma opinião que a gen te vai até onde termina nossos direitos e co meça os direitos dos outros. E as soluções que levei a voces foi fruto. direto e sincero que mantive com o Prefeito. E pelo que me consta com a greve voces não saíram vitoriosos e sim derrotados, pois voces viram o resultado de 20 professores de mitidos. - EMIDIA PENHA Sr. Ivan discordo de suas palavras que fo mos derrotados, não. . . não fomos derrotados fomos sim, vitoriosos pois desde que um f ' . . ~ . un- cinário oprimido levanta-se para dizer NAO!!! ji é uma vitória, independente de levar ou nao o t.rofeu para casa, isso é uma vitória in dependente das consequencias. O Sr. Prefeito disse que as professoras • foram pedir "diálogo" para ele. nao Levantou a Sra. Cleuza Vieira e disse: Pedimos diálogo, o fomos ameaçados pelo Senhor, ameaçados de dispensa e depois o Sr, não cumpriu com sua palavra, pois deu rua pa lavra que não iríamos ser dispent idas por causa da greve, e fomos dispenados. O Sr. nüo cumpriu com sua patavra Crliou mls uma vez a Sra., Cleuso. Emfdio Penha dir-sc que o momento não ern propício para levantar cinzas passadas e sim para levantar propostas coerentes e pres tas para serem levadas ao Sr, Prefeito. Pediu Sra. Odila Mascarenhas alguma proposta: 1o... Não tenho propostos disse o Sra. Odila, pois r.ntc-, ou depois ela. greve ningucrn foi procurar-me ningu,n me considerou corno Secretário de Educação e Cultura do Mu:i.lcí plo. A Sra. Emídio pediu ao Sr. Prefeito algu- ma pNposta. · Não tenho proposta nenhuma pois de mi nha prte iá está solucionado o problema. Já demiti as prof e não volto atrás e quanto ao salário, eu pc,,:uei um barco corrciido de dívidas; não sou eu qum elaboro, é uma lei federal, e no momento não otou em condições de me lhorar o salario de ·~•. e eu nunca procurei recusar de dialogar com Yoces, pois sôu homem de diálogo e fiquei mais t'':'lrndo abda quan do o promotor me disse que • om pro curá-lo dizcpdo que não .receberia· nlng.!·m, e que voces estão cientes que eu recebi voccs e são pessoos que me conhecem multo bem e que nunca modifiquei o meu modo de ser e que voces aceitaram minha proposta, inclusive pediram para levar no conhecimento de outros professores e que mais tarde voltaram me di zendo que dariam "UM VOTO DE CONFIAN ÇA" e no dia seguinte mandaram um ofício sem assinatura dizendo que iriam entrar em greve e voces sabem muito bem que eu cum pri com que eu prometi eu paguei a voces antes do dia vinte de maio. Mais precisamente dia 19/05, mas paguei somente o mes de fevereiro e não paguei o mes de março porque não compareceu a tempo o ma pa na administração da Prefeitura, mas que no dia 24/05 se não me engano paguei o mes de março.· O- jornal errou dizendo que são 23 professores demitidos, são somente 20 pro fessores por causa da greve e 3 professores por indisciplina. - No seu entender não há problema ne nhum no caso dos professores? (Perguntou o vereador Ildefonso Pinheiro. • . - Não, não há. Respondeu o Sr. T)Ulon, pois os problemas que a aclministração tinha Jé. fo1 soluc1cnado com a demissão dos profes sores. - - Mas com a demissão dos 23 professo res gerou ur.n problema social - Afirmou a senhora Emidla Penha. . . - Não. Não ge~ou problema social ne- nhum, pois'no lugar das 23 professoras demi tidas eu_ Jª consegui outras 23 professoras bem mais competentes e a minha posição é que já demiti e eu não vou voltar atrás readi mitindo as que demiti, isso.eu no abro mão e_ que daqui pra frente em minha· admirústra cao nao havera mais greves, pois os professo re:, irao r~ber o que merecem (salário) apesar de que voces -ou um jornal de jardim quizeram 12ç,,E3P+ svmp@o ave eu ia votar s eer- r . . a proflssao antiga de fotógraf me orgulho de minha profissão, 2, 9 eu r..ao terei verg~nha nh , . e voltar mente. e e a.",gg,emano çoes de voces. Ob • d ' deço as aten- - rga o e saiu repe::i.tinamente te mostrando total desinteresss. pela cla:SSe1 O Sr. Ildefonso Pinhelro tinh uma pro posta a fazer ao Sr. Prefe!to o qual nlo to! pos!vel pela maneira que sa!u, ua propos erta de levar um projeto para a CAmar pr que todos os professores letgos pganhassem o menos o «a!4rio mínimo, pois o salário atual de 12.500,00 é uma verdadeira ptida. A S± Glse!da M. Balta 'evntouse pedln. do a palavra. Ela disse que quer!a falar na pre scnga da Sr OdIla Mascarenhas e do Sr. D! 1on, mas que Isso nl o fo! posslvel, ela e ma/s duas toram dispensadas de suas funções dev. do a Indisciplina e ela queria saber que Indls clpl!na pois o nico problema urgido no pon to de vista dela foi que queriam passr elos tros para traz portue rornm escolhidas pelo Sr. Presidente do Mobra!, Ivan da Costa Marques a fazer um curso cm Campo Grarda e queriam mandar outras pessoas, e nôs trC"l professoras fomos procurar o Sr. Iv n para saber se !riamos ou não paro. Campo Grande e o Sr. Ivan que está aqui de prova, pedtu no coordenador do Mobral. Sr. D!omedes p/ telefonar no Sr. Prefeito o qual dl!.se que não dispunha de dinheiro no momento e nós dis. semos qu.e iríamos mesrr o tirando dinheiro do bolso e quando nós chegamos de ·campo Grande encontnmos nossas cartelrns de Tra. balho já assinadas com as demissões, . . O Senhor Ancelmo Lopes (Peninha) pe diu a palavra, disse que em hipótese n!6',lim eu e os vereadores tanto do PDS como do PMDB fomos contra a causa de voces, e sim a favor. Aquele dia que voces me vaiaram eu fiquei bastante chocado, pois sa! para dizer à voces não fazere:n aquilo pois eu ouvi dz próprio Prefeito que quem estava na segunda greve !rie, ser demitido, .e isso eu não queria que acontecesse com voces, apesar das valà.s que voces me deram eu não guardo rancor e podem me procurar que estou sempre a dis posição de voces. O Sr. Ildefonso pediu ao Presidente da CAmara, Ivan l1arques para que na primei rn r2ção da Câmara resolvessem em Ordt,n do ~la o problema salarial das professoras pois não acho direito elas ganharem 12.500,0O O Senhor Ferraz perguntou ao senhor Ivan. per que ele como Presidente da CAma ra, não def 0ndeu o exôdo dos professores por parte do Prefeito? Eu defendi áissc Ivan • ele mesmo prometeu-me que não ir:~ 1 demitir nenhum prcfessor, isto foi na primeira greve e o erro dos professores foi de dar ao prefeito esse vo to de confiança como disseram alzumas prof seras foi a segunda greve que feriu-o e e-.i não podia fazer nada, pois estav:i fora âl minha alçada. • •• A Sra. Rita É: Caivano perguntou se os nove vereadores não fizeram nada para mu dar a opinião do senhor prefeito?, : . - Mas ele prometeu-me que não iria de mitir nenhum professor desde aí não havia necessidade de reunião para modificar a pl nião do prefeito disse Ivan. Quais os outros canais poderemos recorrer? Peguntou o senhor Ferraz. competentes que Desde QUE:_ o prefeito está intransigente com sua oplniao, acho que não há outros ca nas para se tentar um acordo disse Ivan. A senhora Emidia Penha disse que quanto aos professoras demitidos eles irão procurar outro• can • • - S a a1s competentes para resolver s.eu, ·b! problemas e quanto aos prof. em função deve- , nam • • continuar a luta para obter melhores salário= isto - vs com conversas francas e com o acio de vereadores que •• • " s se prontificaram a apoiarem. FRECO DESSE EXEMPLAR .-- CrS 50,00 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº651_28.05.1983 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº653_23_06_1983 Voltar para a lista de itens