-
TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº656_16_07_1983
- Voltar
Metadados
Documento
Modo Leitura — Transcrição em Texto Limpo (Markdown)
EX EL 83
;
O rnd; mal da maioria está cm querer
ser um vcrd,Hki~o i:ucess:> pnra o mundo, com
o ';pm· r:ri!a: êzes um fracasso para
ir:5rio. o vima trazer promessas; não vim
para diviclir c s:-m<car díscérdias; vim para a
tender um impulrn de minha consciência, um
chamamento de minha vontade de servir, meu
povo, minha gente. Vim para somar, somar es
forços, idéias e objetivos.
Dentro de mim a certeza de que o caminho
escolhido é o certo, pois a noite, no meu tra
veseiro, recapitulando as ações do dia a dia,
sinto a alma leve e o sono fácil. Isto é sinto
ma de consciência tranquila, do dever cum
prido.
Viver. com dignidade, é renlizar, fugir a
rotima afixante, forçar acontecimentos e difi
culdades necessárias ao crescimento.
Viver é encontrar a paz mesmo na fremen
te guerra criada pelo doentio egoísmo humano.
Vil·cr é ~er consciente de uma missão e
uma dívida eterna, para com as leis naturais
das coisas, saber ser grato, expondo virtudes
e processando padrões de uma vida digna e
honesta.
Hoje ó uma dnto multo especlol, comemo
ra-e O anlversóri::i de nosw querida Bela Vis
ta, gostaria de que todos os belnv!stenzc,, sem
distinção de classe, uníssonos com o pensamen
to maior, fizessem uma rctrospect!vn do que
estiio fazendo para o bem comum, qual a coln
boraç.io que prestam para o crescimento do
município, o bem estar de sua gente.
É importante destacar que todos siío re;
ponsfivcís pela comunidade onde vivem, não ó só
o Executivo ou o Legislativo que possuem a
respcn:-abilidade de criar alternativas, méto-
dsfestejslaii
erário B, lista
Pa.a ccmemorar de maneira marcante o
65.o aniversário de emancipação política admi
n'strativa de Bela Vista, o prefeito municipal
Afamo Dillo,1 Nunes Leite c:sme: :;u-'>C na :-;ro
gramaç5o d,,s festividade~ a:ufrv2~ a data ma
ior do município.
Dia 19/7- às 23 horas. baile "o G-mio Pe
dro Rufino, arimado pelo ' Marca Re
gistrcda, de Paranovai. com na rsincas das
misses de Aauidauna Ar' .+. '
verá a apresentação do cantor Ari Sanches, do
programa S:lvio S--.
No dia 20 às 8 horas, natmn'o das Ba-
deiras Nacional, Estadual uncipal.
As 8.30 horas, missa solene em praça pú
blica (Praça Alvaro Mascarenhas). às 9,30, a
presentação de teatro; às 10,30, show em praça
pública com a distribuição de prêmios aos par
ticipantes; 10,45, Gincana Esportiva com a
distribuição de prêmios aos primeiros classifi
cados.
Não haverá desfile cívico Militar, isto por
que o restante da programação ocorrerá no
Parque de Exposições Rio Apa, com a realiza
<:."ío da 12.ª EXPOBEL, a maior feira do in
terior Sulmatogrossense,
,--·- --~~~- -- _,, _
!
Limites de Finaniatenta
Por Cabe Animais de Corte
Mensagem to fmt. do to"
Reg;mento de Cavalar i ~
Por ocasião da passagem de mais
um aniversário da emancipação política
de Bela Vista, este Comando em nome da
familia militar, integrante do Regimento
Antonio João, deseja apresenta.r ao povo
bélavistense os votos de muita felicida
des, acompanhados de um progressivo
denvolvimento, dentro de um espírito
sadio de trabalho e colaboração de seu
povo.
Plano
dos ou meros para se alcançar o desenvolvi
mento, ão, de cada um, somando-se o esfor
ço de todos, é que se chega a vstabilidade, a
justiça e a melhor distribuição de riquezas e
opcrtunid.:dc,.
A minha mensaem. neta dia, é de fé, de
creriça, de apoio, de oltdsrledade, é também
de esperança, daquela e.perança que nos mo
ve cm dircç,io n um <lc ,l;no maior, ,,Mlt' os
homens e encontram. livres, ;renas coraçãos
limpos e ideiais realizado:, Para f to cu vim,
para isto estou aqui no cxiste cu'ru c..a!ho
En1ergencial
Secretaria
Depois de analisar o plano de emergf!:1cía
para este ano, e que será entregue à Secretaria
de Planejamento até o dia 21, Olavo de Andn,
de, da Pasta de Obras, disse que vários 5ào os
setores a serem atacados. Destacou O!.a
vo Vilela que "Versul, Enersul, Cohab e Sane
sul serão atendidos nos seus pontos mais emer
genciais, destacando-se os benefícios à popula
ção como um todo.
Somente na área do Departamento de Es
tradas de Rodagem do Estado - Dersul-, quatro
pontos foram destacados como essenciais: res
tauração e manutenção de lotla a malha rodo
viária estadual, "asfaltada ou não", atingindo
se a mais de 10.5Q0 quilometras; ampliação das
estradas pavimentadas, chegando a 1.250 qul
lômetros até o final do ano, com concorrências
ern
de
a n1do ser o da paz, da harmonta, das intenções
depreendidas e dos propósitos construtivos,
lo Ano de Administração
Pr'ENS POVO DE ELA VISTA
M'n's Felicitação rsrtiel antes da 12.a
fXl'OnT•:t,
O vereador, n<lvogado José
Atanásio Neto, do P1'.itDE de Jar.
tuum, am os fundadores do Clu.
lJc do L::iço de Gula Lopes da L'.l
una envia através deste jornal
·s mais efusivas congratulações
ao Sinclícato Rural de Bela Vista
na pessoa do seu Presidente, Ed
i,on Morais.
Atnáso Neto, integrante d1
equipe do Clube do Ln,;o de Guío.
T ()J'JCS. e<;l:1rá em nossa e d1do
pnrticipando da 12" Exuob.l,
mostra do arrojo e da fibra d
;ente belavi:'ense.
E'sorando que os €xp73't0-
rs constam atingir os seus ob
jet !vos. o vereador jardinense
•da r» oportunidade o pc·;o
bclavistense µela pa!'..:::1g'.:m do
65 aniversário de emancipação
política do mu:nícípío.
José A. eto e Eh)n Morais
T.EN. CEL. SERG.IO COELHO LIMA
Destaque
Obras r-
de mdeira por concreto, ''que hoje não dão
mais segurança e impedem o livre escoamento
de grandes safrDs agrícolas e materíais neces
árics a elas''.
Na Enersul, CrS 12,265 biLI-Jões serão gas
tc: c.mn a implantação de 723 Km de linhas de
138 kw; 170 Km; de 34.5 K W e 2 O
quii&metns 1 3. 8 K W , a 1 é m d e
mais 13 sub-estações em 13 localidades diferen
tes. São m::üs de 7.856 postes em 78 localida
des co longo do E:;iado. Tamb2m iicou paten
te a preocupação com a zona ru:ral, que será
/ltendida com 176 quilómetros de linhas, bene
ciando 343 grandes centros de protluçJo agro
pecuária.
Quanto à Sanesul, afirma Olavo Vilela que
é meta pr:ioritúria o atendimento de 90 da po
pulação, com água tratada. Para isso, recursos
da ordem de CrS 49 bilhões será:, necessários
sendo que, ::este ano, Cr$ 12 bilhões serão gas
tos em :melhorias e ampliações em todas as ci
dades de médio e grande porte''.
1
1
1
1
1 · l~ ~7;odi~o de luta e de herois.m~.-~uas terras Íérteis.. sua gente.
I
·. j ;:;eu p:::ssacJo iJ;_'str~ e sau futuro de .. esperan~. Tu és Bel.a Vista, a Prin-
1
cesa do pa. Neste dia que é o ma de todo o bel:l.vistense, a nos1
l mnsmem vi resumia numa frase: "Serviço é o que o homem tema
1
'. que d, , ..io n,unuo. Sern.r :t htunamdude, lazer algo por ela e as3im
} tudo I:e sairá ±em".
r -Pct:i11ér,s 'Bela Vista Parabéns Ex.:posilores-
l ,_:: Mariza Modas
a serem lançadas nos próximos dias.
Segundo o Secretário, "Cr$ 5,25 bilhões se
rão necessários ao iníc:o de novas estradas 'Í
cinais, num total de ~.500 quilómetros; CrS 13,
53 bilhões para substituiç:io de velhas pontes
na
{
I 1/07 . 41do
1000- Abertura da 12 EXPODE1, 63, pelo
r. Eucla o overdor do Eetwdo de MS Dr
Wilson Iarboa Martin e derali autoridads
Brlleita e Paraguaia e hasteameto do pa·
vlhóe Nacional, Estadual, Municipal e do I •
1t fIJ.d.
11 ;l() - VI ltn n1J Jl,1rquc
12.30- Almoço com as autoridades
14 00 - Abertura do Tornlo de Laço Wolk
Fernandes Monteiro (Classificação)
15:00 - Pencas de potros dente de lelte criou
los da rerido
J0.00 - Abertura d» rande rodelo Internac!o·
nnl com Show de Touradas.
2.30 - Orndloso Bn!lc d11 nbcrlmn cln t:xpoly l
69, com a apresentação de Luis Bordon e sun
Arpa ParnP,uoin, no Club.! do Lnço.
22:30. D,1!10 Popu!nr nu nnrracn dn PílONAY,
onimudo prlo conjunto mu,lcnl ~OM DZG,
8 00 • Aberturn do Pnrq110
0:30 • Torneio do Lnço Tnçn Wolkc J.tcrnnntks
Monteiro
12:00 • Almoço no Pnrque
14:00 - Finnl de pencas de potros inéditos
l 6:00 • Reinicio Torneio de Lnço
10:00 . Rodeio Intcrnnclonnl e Show de Tou-
radas
22:00 - Baile Soclnl no Clube do Lnço
22:00 - Baile Popular nn lrnrraco da PRONAV
18/07 • Scguntla
!J:00 - Abertura do Parque
D:00 às 12:00 - Horário livre pnra comércio
13:00 us 18:00 - Horário livre para comércio
J9:00 - Rodeio Internacional e Show de Tourn
das
22:00 - Baile no Clube do Laço
Conjunto musicnl SOM DZ0
,22:00 - Eaile populor na barraca da Pronv
Pln 19/07 • Torçn Feiro
0:00 - Abertura do Parque e hasterunento dos
pavilhões
. 12:00 - Pesagem dos animais inscritos para jul
gamento
12:00 - Almoço no Clube do Laço
19:00 - Rodeio htemacional com Show musi
cal e Touradas
22:00 - Baile no Grêmio Pedro Rufino em ho
menagem ao aniversário de Bela Visto.
22:00 - Baile popular na barraco dn PRONAV
Dia 20/07 - 4.% feira Aniversário de Bela Vista
8:00 - Abertura d:> Parque com hasteamento dos
pavilhões
9:00 - Início do julgamento dos animais inscri
tos com a presença do Juiz Dr. Dalor T. An
drade (Associação Brasileira dos Criadores de
Zebu)
14:00 - Continuação do julgamento
14:00 - Pencas '
16:00 - Carroce] apresc.,tado pelo l(l.o RC
19:00 - Rodeio Internacional e/ Show de Tou
radas
22:00 - Concurs.) de danças Folcóricas no Ciu
be do Laço
22:00 - Baile 11:i barraca da PRONA V - danças
do Pi.rlcão e Santa Fé
1
' (1
1 'J
1 83
.00 . Alrtura do Farque
i t do~ ,,nlrr.~iJ
900 . Continução do julamento
inscritos id
15.00. Palotra no Clube do Laço promovi"o
1 J
·'-1ll'1AP/I (l·,1Tljitr.;t Bro•iklra ele l l'S•
J• ll " I
quisa Aropecu{ria)
1900- Apresentação da Escoliha Hipica 1€·
cinto do Rodeio (Portões Aberto»).
70.00- Prova Hiptca apresentado pelo I0 o JIC
[de! (Portões bertos)
''o zoe de tcuretros de {o lglg em
'r',
phe r+ "±»s d Lr
:o'o r !o/. d P!0A]
'n) Abertura do Parque com ha t·.nrnentJ
,,,s povllhõe3 .
1:00 . Desfile dos animais premiados
':00 . /lrnoço com Expositores
, , :00 . Abertura Oficinl do torneio de Laço e/
, .1steomento dJs pnvllhõcs Naclonul e dos Clu
o .s de Laço participantes Taça de Ouro e Ta
a de Prato.
!!J:00 . Grande rodeio internacional com Show
de tourndns
22:00 . Baile popular na barroca da PRONAV
22:00 . Baile Social no Clube do Laço
23/07 • S:í l.::1do
8:00 . Abertura do Parque com hastcamc.,to
elos pavilhõe.;
9:00 . Reinício do Torneio de Laço pcln dispu
to da tnça de ouro e taça de prata.
12:00 . Almoço de confraternização dos laçado-
res
14:00 - Torneio de Lnço
19:00 . Rodeio Intcrnacionol com nprcsentnção
dos 10 peões classificados, Show de touradas.
23:00 . Baile de encerramento da 12.u EXPO
BEL no Grêm!o Pedro Rufino com entrega dos
prêmios aos Expositores
23:00 . Baile populnr na Barraca da Pronav
21/07 • Domingo
8:00 . Abertura do Parque com hasteamento
elos pavilhões
9:00 - Final elo Torneio de Laço - Cinco me
lhores clnssific:idos t:iça de Ouro, mais. uma e
quipe de Bela Vista e os demais Taça de Pra
ta.
H:00 - Pencas
18:00 - Final do Rodeio Internacional
22:00 - Entrega de Prcmios aos melhores gine
tes no Clube do L:;ço
2'.::00 - Baile popular na Barroca da PRONAV
Três has zzêes
%,+g gne{à pi pi ge
&li? üsG ~si&Gi
OSSOS impressos
1) Qualiàade 2) Preço 3) Rapidez
1
1
f
Limite
Bovinos Registrados pela
'}J
llovlnos com controle de fazend ".n I •
genético fornecido p/ criador até Cri l '· - 1 60
uballnos registrados ....até Cr$ 41060
Bubalinosde bom padrúo racial s • ·do
1
A· 'l r.
sudo o controle de fazenda até Cr$ 156.4 J l/, I
Matrizes
Bovinas registradas pela ABCZ atG CrS
220.8001)()
Bovinos de alta mestiçagem até Cr$ 73.200 0)
Bovinas ele módia mostiçn3crn até CrS G4.100,00
1 .
NOTIFIC/ÇiO INCRAtPPJ/GR/Nº 283/83
Com base no pnrágrnfo único do Arligo
4º do Decreto .Percrul nº 7G,G9-l/75 •~:mvo::~ •
mos para comparecer na :;ede do Projeto Fun
diário Jardim - INCRA, à Av. Duque de Caxias
989 Jardim MS, os Senhores Clúudio Angelo
ele Souza e Nimh Assunção de Freitas para
aderir ao procedimento natiflcntóri'l do l rn''·
vel de sua propriedade situado no Mm+cito
de Carucol i1S.
o prnzo para comparecimento e 1:Hr::
ESTADO DE IVIATO GROSSO D::> SUL
SECRETARIA DE SEGURANÇA rúB!.IC1
POLICIA CIVIL
Delegacia de Policia Civil de Bci,, Vi::t:1
AVISO
O Delegado de Policia Civil do ~t.:un:cir,i"
de Bela Vista MS, Bel. Lucio Alzira F -=rl'an •:c •
avisa a todos que por força de D:!i. é t:rmi
nnntemeni;e nroibida a realizacão de qu:11.wc.
disputa ou prática àe esporte no perímetro
urbano. nrincioalmente corrida de ca'!alos,
coniormê reclâmações havidas.
A prática ele esportes deve se limitar nas
áreas inclicaclas ou aprovadas pela Prefeitura.
Esclarece que tais fatos constituem cri
mes de Contravenções e furtos, pois QUC
ele-uns ~::::::::;; u:;;;,,,u,1 animais de propriedade
do padrão, sem o devído consentimento e pro
movem apostas.
Após a publicação deste estaremos aten
tos para reprimir e indicar os infratores, le
vando-os a justiça.
Bela Vista MS, 04 de Julho de 1983
Bel. Lucio Alzira Fernandes
Delegado de Policia Civil
r;
•
l •.
J J. r ,·
. (
:V..:':!.
E:n !cto mn c. )
e ll J. :e 1 1
5{ t' ,·-- ++r-o+a « +-«;.2! ir
Em lacta.ao (oms r ) cm r litro (a
Its/leite de produçao diária até Crg
;;74 100 í}'J
o!tiras e o'lhas m registro até crs
230 400
oItcirs e novilhas com re;:stro ut@ crg
2'..U.52fJ O'!
Notific0ção
qualquer manifestação por parte de terceiros
é de 30 (trinta) dins a contar d::i data dest
publicnçi'io. Findo o prazo tl:ircmo~ prosse.,,"U!
mento normal ao Proccss) Ratificatório em
q~c é requerente o Sr. W:,lter dos Reis, presu
mnindo não haver nenhum óbice ref,irente a ,,
rcguioriwçáo de J excco,o de :n,9,23 ln. (trinta.
e ete hectares, ·ovn'a e et: ares e vinte e
trs cent'ars), crif:do er :aa propriedade,
M12ri3n Werne ir·!a odrues
ExCC:!or do Projeto Fundiário Jardim
Portaria No 277 de 21-09-%2
Trihuna da Fr11ntt>ira
(Func.'ad0 f'm 20/2/19',2)
C.G.CJ,1F. 15 513.203/0()01
- Registro no Cnrtório de Títulos e
Documentos n.º 35 -
Diretor-Responsável: Ivaldo Pereira
(Jorm,lista Profissional, 1'1.atrícula
JITPS n.° 140)
Aclrni.nistrnç5.o. Redac;ã.o e Parque Gráiioo
- SEDE PRóPRTA -
Rua da Repúbllca s/n - Bela Vist.a - MS
Fone: (067) 439-1410 - Ca.ix:l Postal _23
Diretora: lTaria Estela Velasquez Pereira
Gerente: Gilson Silva Santos
Depto. Circulação: Marilene lIarin
REDATOR-CHEFE: Ivaldo Pereira
ASSlNAT"uRAS
Bela Vista: anual 6.000,00
Demais Municípios _ 9.000,00
~"DADOR: Ivaldo Pereira
Um órgão àa Rede Belavistense à.e
Jornais Ltda.
Representação em São Paulo e Rio de
Janeiro: T . .ffiULA VEÍCULOS DE COMO·
NICAÇÃO S/C LTDA.
Rua 7 de Abril, 282 - 5° Andar
Panes: 255-2579 e 2.55-3·192
Filiado à ADJORI e ABRAJORI -
l
1
1
1
l
.. __
TE IS 22 de JULHO Parque de Exposições Rio Apa
"A MLICOR E MATO! EXPOSYÇAO LO INTERIOR SULMATOGROSSENSE
IW!lE!OS PE.!'"C!'S - S30WS - H,ILE~ - E O DESFILE DOS
1E3.:13ES C.MP;OES
MARQUE U ENCONTRO COM A :'.t.'..!OR FESTA DA FR.O!ITEIRA
SUL
ESTE
"A
iNúNCto
EMPnESA
t CORTESIA
QUE SERVE
DA
IlELA
VIAÇiW CRUZEIRO
VISTA E REGIÃO"
DO
cone
l'tl.en
sta-
,
t:r. tn (lntn, qunnclo come;moramo-; o ü5"
'1rio dr crrinnc!f)nç:lo polH!cu-aclm!nis
r-nJçc.r~ cJi• J3(;ln Vhtn, sentimos-no:, honrados
1;:iriv~vinr
11
no'>sa rncn•,:114cm, que Ginteliz:i
",4 desse Llslativo, imbuídos dos maJs
a«"" ~oposttos de contlnunr trllhando a
/
ru,f''J •
1
. dll rl:1 cr,p'~rnnçn, alJcerçndos no Jcleal
str" ue o trubnlho permanente o a res.
off!U!ll '> •
..a i!ldnclc concede nos homens publlcos.
pon ;1r/U/[,JJO E HESPONf,;/RlLIDADE •
te biénio está a síntese dos vereadores be.
DO LEGISL
r
Javlsten:;e3, sin C'>e e-ta que nos incita a bon
rar os; exemplos que nos legaram o:; runda<lo
re:; ac Bela Vhtu e aqueles que lutaram e
ulnda lutam para o despertar das pot.enc!ali
dades da tc-rra e da gcn!e rrontcirlçn.
SO:VIOS )'IOVI:i • 0()/0 l'O!T:lf>f)'i que ll('(',
clnrnm c':lo povo um herança de trabalho e
dignidade, comungando os " eo;rr10~ ld<:hb.
ntrontznndo no símbolo d1i Jw,Oça e da Apli
cação das Lels, s mesmas idéias de ontem e
d e hoje, q u e s e mesclaram n a simbiose que
• f• • r4
,,, . l
l
l
1
» »
r ,! •
• .. • • 1, , ., •
'a' . l , . ' ' •
... 1 : ;·
., '
Sergio Perondi
eleva e que nos dá suficiente cor 1 •n p,11
p:-os5:t"'Wr rl'l lu a.
UOJ.C :IIAlS DO QUE NUCA, a to o
'!lfllll'lca que dl.JO"-,l 1[ .. !11 • m nos as sua m 1
vlvs perance deixamos o d afio da boa
Jut:1. da luta que constroi e Cl.lU oldfrca ti
verdadeiros ide,is d roerá ieos
Ao humilde trabalhador, mp1t·,.1r e, ul
pecuarista. fica a nossa € tz que Tp..st!
•
" , !
°
t.. d ! .- ..
Anselmo Lopes
Ir
,
.
' •
~~( ~
:-.-:;. . .. ,,:; ',
ig; • :
$.±: " .s e
i-%.4. «.,o.r?
i..........--....-..«...t°
1.
l
ti I l',rnlllhl, dt',
1 .I'- l • 1 tTilh ••
. e pora o alto,
tino qu a Hl,L d.1
lt•.!., ,:-- 'Al'Hó~PI·llt
'J !'1l)..
Evilásio Miranda
ClRudjonor Roclrigue:; Cassio Acioli
.... _
so /
0
s fun~adores de Bela Vista., o nos
.. 1h econhecimenLo aos aue hoje traba-
am d•uturnamente par; transformar
em realidade os sonhos de todo os bela
vistenses
lh '. ~-nossa certeza de que o traba-
%; o,oro da 3:rincesa do Apa
Ms. os muruc:p1os mais prósperos de
' Convocamos a todos para comungar
:~.sco º. mesmo ideal, visando o cresci·
esta LOdururorme de nossa região, o bem
r e nossa gente.
_,__ _
BELII VISTII
. Sinto-me orgulhoso em estar aqui
com voces, vivendo os dias de entusiasmo
pela realização da 12ª ExpobeI e aniver.
sário da cidade.
Em nome do povo de Jardim as nos.
sas mais sinceras homenagens.
PARABl!:NS BELA VISTA
Parabéns Expositores e Organizado
res da 12ª Expobel.
Engenheiro José Vicente de Sanctis Pires
Prefeito Municipal
-------------------- ~-~---~~ --------
Sentimo-nos jubilosos em participar
da alegria do povo belavistense, na come.
moração do arüvers:lrio da cidade e rea
lização da 12:1 EXF8BEL.
Acreditamos que E-:!la Vista, através
do trabalho cie seus filhos, dos esforços c;_nup...,. IH.i'.'l'ICIPAL DE JARDIM
conjunto:, ele suas autoridades, pri11cipal• José Carlos Mediros Rc2ha
mente do Execulivo e Legislativo, atin- Pr2.,;idcnte {rDS)
girá em :;urto espaço de tempo todos os I.incy de Va1c Gom!:s
seus objetivos. '.'i:!e-Presi.àe:-ite (PDS)
Hoje, mais do que nunca, é preciso RQm~i!l:lo fü•ito e.! :.füanua
acre:iitar na terra e no homem, a noss9 (Secr~tái•io) (P}IDB)
região está prestes a se tornar uma fon Aliredo Jorge Situeira Ribas ( P::VIDB)
te de riquezas e de participação maior. C?.rlos iIúrcio }Ionteirn Sá {P}IDB)
Para isso necessitamos do trabalho con- José Atanásio Lemos Neto (P}IDB)
junto de todos. • F ~ Jose ransci.,, o da Silva Fillul (PDS)
Devemos viver confiantes e com es- Luiz Afonso Siqueira Ribas (PDS) 1
peranças, e não viver se lamuriando. A Yi"ilter elos Reis (PDS)
troe _ e
força do pensamento construtivo é fator
p,imor(:üJ para se alcan:,a: o s·.1~1:sso.
PARABENS BELA VISTA
1
Administraçóo: Aronso
Afonso Dillon e Esposa (Oorlnha)
Qunndo assumiu a Prefriturn r.1unicipnl ele Dela Vista,
dln 13 ::lc m:ifo de• l!lll2, o prefeito Afonso Dillon Nunes Leite,
homem simples, oriundo cio povo, :;0111 um pussndo ele t rab:i
lho e de nmor n sun clclnde, àlzia n um r,rupo de amigos
"ofC"rccl a minha dccllcnçüo cm pró! de e la Vista, atingl o
màximo cm minha carrt'lra pnlitlca, 11:ira mim é uma honl'a
ser o prefeito desta clclP:lc. N:in frustral'::I nnsrios e lll'lll me
Iludirei com P.~ vlt6rins. S1í posrn pro me lrr uma r:ii.::~. ilar
o milxtmo rle mim mes:no. Tenho cerirn1 clt' qttc' o p:n·o s:1-
bcrá comJH'Crnclr1· as minhas ntitudcr;, 1:ols rnc::rarrl l''.ic
dcsnfio com muita sericd!lllc''.
Assim tc.n sido n nclm:nistra::r-o cl~ 1011sO Dillo:1. um,
sequôncln ele rt0s rc>spons:n'i; e cocrontes com rói
!ilosofln do homem que se mcscb C'Om o p::ilíti:::o ' r ~(lm·n:s.
trndor.
Município privilrp.iado j)O'O on'clrn e- tralJ~Jhrcl'lr. m 1s
r.lt.amentc exigen·e cm m'ltériris ele co!s~;; oúbl'cns. Dela V's!n
vive uma !nse de trr.nsiçfio. H0. ne::essicla::1-.s prcmen'es ,10
campo socinl, mas hn tnmb:!m cxir;~:icins rle ordrm t•rb.1nis
lica que levam o ntual prefeito a se clesclo1:·nr 1wo~urnndo
sanar falhas e realiwr obrns que o povo tf!nto rcivincl":::~.
Gcrnlmentc, qucnelo se comemoro o an:,·cr~árb de unn
cldaclc. o ::hefe elo Executi·o npro"citn-êr elo clima festivo
paro fazer um rctrospccto de suns rcnli:wçõl'S;:) uma chnmnch
a suns pretensões. J!: aquele "elho negócio, fiz isto ;:) inrei
aquilo. Afonso Dillon pensa diferente.
"N15o h? nrcr <· foi; 15 4; O·to+?3
sob um prl<:;m: dl' 1·.
0«'1011s~lJPi1l:Hie, ll:; C''i•·-: • .-.,~ r,:r-:: 11
feitas poro11" nt·pcls:n-vm serem feitas. (, :• r,ºC't•r;;n (l" i:•n
plvno ele trnbnlho n
1lccr:;n!lo c-;n nossa rea!iclnde. Sem fan
fasi:ls. Sem olimismo barato. iTas cheio de fS. de esperança,
rlaouclr certrza ele que cslamo:; fnzc.i:,o o c:::rl::i no mom:::;ito
exato".
Nurnn :,tihir
1
" rle ror:>r>em sobretudo sem receio de
ferir Sll."<'et ihiJi0:irlrs. Afonso Dillo:-i Nnn~« I :_,ite Yiu oue c•n
preciso "rnr cva r· orle:n, reet ·trr toda a sistem:é.
1ir-?. interna Gn mnni·ira!i1de ara deis pzrtir para r.?:-l·
lizar s obras +ece:;ri1s".
"Quem C'l'll':i os ~"!!< nn
1r~('.">;Or<'s n:,10« erros do uresC'n
to n/lo l"l'("'rpro o l"'nTl"'r. de ;-,:-]rn[ntotrarlor" rl':,:i:i, ele n n'"lSS'l
rr>nortPPC''11 ","'e havl~ rrros. crn!U pr-lnrin-; r.:is particulnri
clndes lnerPntes :,o morFlo lmnosto orhmdos ela conjunturn
e mf'todos do u ta!has e desvios"
Ao mudar a estrutura udmlnistratlva. remanejando, tmns
ferindo. Sõl'ntlndo esforces e vontades nrocttr1tndo unir e for
tlllecer os aspectó:s positivos exlstentl:'s. • Dillon iniciou n
/molantnel!lo dê um ,~s'l'lLO. :Esse e~tilo evidentemente, 110
início, gerou controvérsias e m1l e:1''..':-:c!..!2:,:;,
O ESTILO DILLON NUNES LElT:€
Ao coment"lr sobrf' as divergênc':is existentes no início
de sua ::,rlrninistracão. Dillon foi taxativo:
"Trnl10 um nonir' :1 zelar. não soa un, homem rico. o
r,ue rlt>b:arci a ml'us filhos é vm romne. é u ida clP traba
lho. ~,. " 11ovo de Tolo Vista qr um re"eito rtcdícarlo a
sr cidade. comrecnlerá todos os menus n'os. tn :u; :,<: mi
phas atitudes, sejam cks tlc caráter políUco eu :!:"!.ministra
t.ivo".
E o vendn,;al atingiu !l Prsfeitura de Ecla Vist'.l.
FUNCION ALISiHO
um edüicio deve ter um alicerce forte. !":>b pf'na de ver
mos ruir as sun, estruturas._ Assim ~i!ln11 entw:leu. Assim
f
, Demitiu vários funcionários "aqui é l:ar para se trah:1
ez. • , • • • p • 1
, , ,, nomeou outros. trans,enu e rem::meiou. • reciso 'r
,har ' . •oe preciso de gente que queira re:.ilmente SERVIR
uma eau1 • ~ ,.. . . .
VIST
A mas uma eqmoe pree1~,1 ter um CHEFE e res-
• BELA , · • · ,
. . E sou
O
chefe. se hom·er erro<; ~,rrc1 o unico a 1{,cl
pe,ta
10
• t então
3
mlnlla rc-sponsabi.lidatle é maior'".
gar por e e~t fo~ sempre que não é adepto de improvi-
O prefeito enI :.,1, 4a.s,3-.5- < +;uejaiu
- . f 1ÍVf'1 f'jJ!I' !" . --··• •• ,., .. ,,_,, L" l'' ,.~ •. <'
sações e nem 1n1a! '
Dilon Nunes L.eite
AJTIES KAFURE
CHEFE DE GABINETE
Aclmlnistrnr com o povo nfio significa compactuar cm
nooulismo e dcmn!:!;orda. "'.1s ,·czcs é prccíso d?r um
3
:, palm-i
''"~
11
0 filho 11rsolJC'dicntr para que C'le cnmprcC'nd;1, o ~rro.
... • · 1 n' ra··!a
rsto não siJ..'ltifica que não o amamos. nm1to IJC' o co •· • , •
;. sinal llC amor'',
VrrlH!S, SPmnrr Um Problema. ilas Há so! 1çiío .
Fnln-se n todo instante em crises e mais crisas. difcl
,'!Jrks nnra se rnpt:ir recursos. nlocar verbns 1:nra ~"al11.~c;i 1
,'~ 01,rns. Neste nsnr:-to o orcfeito ele Dela Vista 6 rl s ~--
rc-clr nur o mt;ndo oxisto. isto o roblm 'o ,.l r'
1
,r• •
T') () rrhlm 'o rcros ma'orais Tudo o rc·mo do ,...,..,_
r-o cncaramos o problema. A nivl de a@mini tr» vi ;_
·l, ralmnte. o problema do vorEs é m ronc';sr»to "TI
t, me: p'ir e rã 1
37. 0 rcí't1rcn n1n !=;c1n :1.crcsc<'n ar • • , . -r.
·zrlas mns há desress necessárias. devemos RTAR TT.
P"E:S1S fazC"r o m:í•,im0 com o mínim-i ro>~:;:c!. Tr.t) c·:!<;:-
ccrificios, mas na vida nada se ía7. fC:TI sacrn1c10~. ,e
t,: Prcci:::-i fris:!r ouc Dilnn ontend e" o sr rr 'n
sareiro" o suas atitudes "duradouras'', ou sei "cu pascarci,
n:~~ :r. 1:1in!1a-; idé!u:; e n,cus ntos pcrrnonc:cr~
1
0.
TRII3UTACAO :VIUNICIJ'AL
ARCENIO LOUREIRO
Se nào há rccurs:is suficientes FORA DE BFLA VISTA,
vamos dinamizar, agilizar o setor de tributação • e alcéar re-
cursos próprios. • • ··, - • • ••
Hou,·c muita celeuma em torno dos imoostos municioais,
muitos desr,1conlros e mal entendidos, ist:i m:iis por fatcres
extra administração do que própriame!lte pé>lns mudan~n,:
cccrridas.
A nova tributação se fazia nccsíria, houva uma va'xi
za;ão muito grande dos imóveis, hoje a ra'dd> é 'ia
rr to8). O imost ave vo ra?2 é o pro@r;:o ano ·v. ±
r-.- ·- t•r;: J111·,icir,:-l de Brla Vis,·1 f. 11m:.i das l'<H.:ca, qu:?
I
1C :-F.l"'S CC'r.íFROiPC::SOS Eil Dli ,. ·1,;,--:i··1 -, J"•:ir
racinalmcnte os seus recursos, "Se antes não haia @:reio
. para s obras, hoje estanws nos preparando p::ra in'~iar •1.ir:
ri e melhoraurentos exigid o' r-:ovo isto ~:. !'!'i !=:-_::::-~.:·-
• ,,. , ue cs n,rbas CAIA1•l-cl::i CÉU"." '
A!:õFALTO E MEL"P.ORTAS
13.5.89
r-:..,tro a0 poucC's dias ini"ciarcm:;s as obra,; eh, i::1vir,1"'l'J.-
·,· - asfáltica do rva Barão do Welgao, terminamos a; c
1Jr.::;;
<
1
c ,_ cimentação na Praga A]varo Mascarenhas. Isto tudo cm
recur-os préprios. sem recorrer a::i Governo do Estnd.o. Eá.
en :mdomento, um plano de trabalho, evidentemente, que
não se muda uma cidade da noite para o dia. Sempre há· as
i:rioridades, às "ezes, por força de circunstâncias ;lheias a
~:;:::ª vontade, somos obrigados a mudar objetivos, de secu-:i-
1.anos para principais, ou vice-iversa. Nossa administraçi'io
da mnh vi duas
tucão onao pref : D
COMUNAL; PI; O-G
r.:.:i..rç0, 'a :s ':.6°
.::.:c.1 :10m1 irt·o; ta Dia ·, i ·:,
de D1.··.: • e e.!·· l <•
1
,· !
rsit Ec.a e L!a Vi:'a
r:rr.·;.::,f'..,l~ U. ~~- ''rjr_ r
c·o•· r:cla 1;opi.!l:.:e~~o. :,:--.", l•:·
rra :rcba?har ..a ch.
dr incio ao trabalhe •
c;tá ~cnd:> f:.:ito.
r2:ar das chuvas z 1 t
ramntac ·!+ia + ,V;
início as obras do "e±porco d»
cb:-õ': aue serão feitas c --:-.., n .... ~
rvicira!idade, ada'rid. .a ..i
7' i9ti10 de !por 1in :,o18, 7ar
t r b m as cstradnc:: vicinJi••. n :,i· f ~ i • u ~ : • ·.!' -.., cm ngcci-
çõcs µara ;;dquirir dois rn:-:,i:1!t,: _
Cua__r1do assumiu n Prcfritur:i. Dil,:,, X,,,~rs L,:i·r tr:iro·J
um plano arriado de :,r,ras. ; ••,,-:'. : d D i ' = o o Obras
aue tem a frente o cnen'ir Dr'! C +.1o nrtod 7i
ela ct::1t:: ~::o te,·:-.:!:~Dr a ;;-:.,·!.:-<: ~- - .. ; l"l B:.r.ío
do
do
90
(
. 'i - 1 1
-r
83
• : '.TO , .
r r
1 • 1
,,
~ r-r'.!
-,, r=- ~ r
7
·• ""T~ 1-:-:,.,.
lIe.g. .. ço. e tun102:n 1:11 .... nr o .... :"..J:, ~-- -.v- .:e. .
Além dns obra;; nas rut,'3 elo centro, Dilbn e:;:t~ c.mpen~>
em agilizar o Parque na prui do Ana obras aue e ii"
.onC:ni:.c - ...
:·_::e.a
s::;o_ q•1ti:.
ir; rd
~.,:,·. a(l'
~- : ... $, m;
'1 _, ,
"
+e'
uns«a
( .
h?van.
le ca.
ature.
llslru.
• mol.
n h a
5.
1 a!
pos.
ada
~-~---------=,~ •
f . ,
, ... 1
...
»
r
»
f •
a:'
i , ·
r-
----------------------~-------~~· -------•----
o
p:,, ,r,u,y e; um·, d. maiorc~ atruç,jc~ turís-
0 e ... _ino
fro,,teir.J. t,. um mundo :i parte. Mundo de om, bele
tic, s da
(
•
1111
)1, ,. A r :>,t • ;,, lun ·J,, C',1 •. ino .. .i;, um con'i-
~a,1ues "
l
c.-·J 'l' 1. ; ,, r r a permnça ] :,r.t nnuto.,, no.) pnno::;
e ire"
.i: t· no jorro da orte. .Ji, d;,:ia o poeta que
:i:; m.1A LOUCURA
Nunca um cliente entusiasmado definiu tão bem· o CAS
SINO, quanto aquele paulista que veio a fronteira sentir o
nlma ardente do fronteiriço, o charmê e o romântismo das mu
lheres, ao definir· a presença de dezenas de pessoas, olhares
nervosos, mãos ágei:;, palavrns profcridus ao acaso: Ê UlV!A
PO'.XTO DE ENCONTRO
Quando o bzlu·istense recebe algum amigo, pessoa ilus
tre, ou quando chega a c;idaàe algum político, ulguma autori•
RODCLFO PEREIRA
O dir lor dtsta Casa de :::onhos é o empresário RODOL-
FO •
,,REIRA, ela±stense de coração, se=sentino roxo, apre-
or do bom vin.ho e d:.!s bons coLas da vida Rodolfo Perei-
ra, hornem ligndo .:i vários negócios na fronteira (armazens., .
Pecuária . - . . .
e exportaçao) e pessoa dns mais gratas na sociedade
,,
tebviste•isn s .
• e. iemre pronto a colabor::n- com as imcialivas co-
tnuniiári·'s •
u está participando da 12.a EXPOBEL
E o
f
---~---------------------
dade, o primeiro lugar onde se leva o convidado é ao CASSE',O
PARAGUAY, ao RESTAURA.1'TTE DO CASS!NO. onde Yocê
encontra pratos finíssimos e iodo 9 tipo de bebida importada
*
.
nal ,, ,> .,, ,,! . d 1 .. t'< r crn, !;Ir!,, q1H• 11 1101l,• Jl;:lll'Cl'ITI
adormecidas no mundo do onhos e du•;
l romc: •. o C , 11w ,. 11111.1 pt 1 ,•n< ,1 m:,,1,ca,
LOUCUfü.
Sim. é uma loucut,1, in briante loucura.
Quando i·c cr ilicn o JO/'IJ, r,_ sta aquela fr a s e ., e
tilo comum cm Ikla Vista e na fron r-irn: JOGA QUE,:-1 QU!•,H,
agora ir no Ca:;:,ino, ao He:,.nur;..nte In_tc:rnacional;_ (!, :,i~al_ de
bom gost.o e de frequentar a melhor sociedade de Bela Vista.
« 77
l •
1/"" I'/.
(Wiskis, Llcore;;, vinhos e conhaques). O Rcstaurauf.e do Ca.s,
si.no é o po::to de e::contro <la sociedade belavistense. ali se
conversa sobre as últim:.cs noticias f.ala-se em altos negócios e, ló
gicamente, admirar-se as mais belas joV(;OS da fronteira,
(promove a 'inda d'.l artista Luiz Bordon), i.!lcentiva e parti
cipa de lodos o:; E'e::.b::; esporU-vos, culturais e sociais da ci
dade. Dedico especial carinho a Bela Vista, todos os ii.nais de
semana es'â na cidndc, recebe os ai-:-iigos no Restaurante do
Cassino, onde sua presença simp1es, de sorriso aberto, cativa
os clientes e eleva ainda mais alto o nome de Beia Vi<;ta. No
Restaurnte Ca Cassino Paraguay as pessoas de bom gosto se
euc:onram pnra o bzer <-nd.io, o p:wo nmlgo -e.a c.esconlração.
-------------------'-
O Carnnv! Helavstenso está sendo cons!
(drdo o terce!ro do Estado, principnlmen!e
o rcnllz!ld0 nn C.:1t-mlo P"dro llutin<l. O cr,n·
curro cln farta/ns promovido todos 0 {nos
pela 'ifilDUNl/(;rtf:MJO j:1 :;~ torn,,u (,!lli.o
J
SUR/l.i11). GEi.EH.ATE • Em cada ll?llú
umn funtusin dlierentc, u grnçn, o churmc ü a
do vi ltn'.l clo c;-imo.v·,I !ro:itcir!ço.
A dirr•orfr, do Clube e 0te Jornal J4 es
to elho do rormaç» para o SUPER
e~ ":,V, T, l, 1 //IJ.J •,u ,1·•nt.,r(1 todo, 0<1 <!e,
m •i. z : ll" ,,.1; ·11.G l:',J'·· Na pauta a contra-
vele! is ovem pelavitene. Ganhou o Ululo
!lo "Fwtasla Luxo". r-01 um dl'slaque especial.
t:cf,;;.o de urn dos me!hores conjuntos do Brasl
"npr•">fntnçJ.o dl' artl~t:!.!I Q1.nnto ro e- n-:ur'-O
de fantasias haverá inovações e valiosos prm!-
0'1 c.m dinheiro Nunc:i ó,drmnls 1~mbr r ori.1.-
1:,vilho•o carn.-iv~I 113 quando º" foJ:(,c:1
MARCOS LO±IS IODRIGUE ANTUNT. • O
grande campeüo dos carnavais belavistenses.
be'avistenwes dvrm um
lera e bom roto E.
fe t,1 n, , 'a f: 1 ••
do cA
IG.o» os anos ~aICO
nalídade.
da urn sl,ow de orii!
1
IliLABIZOLHO • No balanço do samb:i,
na alegria contagiante, no embalo livre e c1:elo
de veneno, o bloco Balabizolho foi um grande
dos campeões do Carnayaj
198:i,
Belavistcnsc de
PREiT,lADO . O Bloco dos "Palhaços em
Noite de Festa" Braulio e Angela e Cassio Acio
ly e Dalva.
/:S :'.!EU:,o,,O:,.'~'-, • /1. su:w!d2d(!, a gcÇ'l
e a beleza. As Melindrosas : N1aria José Alrr.,i
da e Arlete Fernandes.
do
pr
.n
cer
niu
BR.ILH.'.1"TE APRE:::iENTAÇAC. ifa;ilcte
Rodrigues Corréa - todos os anos a mesma
alegria, a participaçüo, o samba no pé e o chnr
me da mulher belavistense.
,..,-,~7"'"--:::::-::;,r:~""'-:"'i;:::;:-"'r.'':.lr-'"-"'.,;:;;iili"~".1il81 .. II •r-◄:&Wõllt'!"''""'""<>-"'"lg-fl&'II.Qlll!l4'!1"!!+'l"J'f.l!l'::..,i:"y':!1~....,__,.,..,u ~-~ -
• 2."
»<z
• J' • 1
...
1
•i
i
l
U, ·.a--.-J
l
as.sstid
OS FRISIRAS • Foi um cspctiiculo a par
te, a magic de um entusiasmo que leva o povo
a sambar, a cantar e a vh·er a festa do Morno.
/1. sadia disputa proporcionou um espetáculo
·"
. ,
.
'J. x.,.:. .
... _ 1',..
tic cores e vibração m!:-squcch·eL Tumb<!m iol
campeão. OS f1UEIRAS, ficou a promessa:
Nós voltaremos.
SDIP,~T!A - O casal Preto e Bernad=:t~ •
um fl:1grante descontraído, a simpatia e o C:·
rinho de àois jovens que enriquecem a noSõJ
sociedade.
ESTA PJ.GINA ~ UlIA Hü:IENAGEiU AOS ESTUDANTES BELAVISTENSES AOS QUE PARTICIPAR
LHO E FRIEIRAS QUE DERAM NOVA lYiOTlVAÇAO AO NOSSO CARNAVAL. o cRéMro }ipn« "A Do CARA!A1 Aos INTEGRANTES DOS BLOCOS BALABIZO.
1984. • O RUFINO E ..1.0DOS NóS ESPERA.~OS UiHA PARTICIPAÇAO AINDA- MAIOR EM
ru
0e
~ ~~ "~'-'h""'""''''·""~X ... ,, .. ~~----c-..r-:~ -·-::-~
"" . . . . . • "' l
1
j
1
"BEIRA RIO HOTEL"
de Felix Herminio Feres
Apartamentos, Bar e Restaurante
CLASSE A
Rua Gel.
Fone 22 PORTO MORTINHO
Pedro Celestino 398
MATO GROS"'...O DO SUL
"O LAR QUE VOCE SONHOU"
"BIDU HOTEL•
de Felix Herminio Feres
Quartos, Ventiladores Restaurante Anexo
Atendimento dinamizado - maior co-•orto para
,u seus passeios.
Rua Dr. Correa 380
P,OR TO MlJ1l TI N1'!0
MATO GOOSSO 00 ôUL
I
,,,
E l Y IS T 1
l ATOS IlfSTôlU OS
:.)I
Escreve: Jo Joquim Ferreira Souto
homenagem que prestamos hoje à nos
, BELA VISTA, na data aniversária de rua
te4@f n cteporia do cidade, induz-nos a di-
e1?' d o
per rerum!das plavras obre a una h!stria,
[«ta é, sobre o povoamento de eu solo desde
pr!melros homens que perlustraram estes
entes, os seus dominadores ainda na fase co
lnla], s bandeiras paullstas e finalmente a
lpocn da Jlxnçi:o do homem neste rico t.errlt6-
rlo, com suas lutas, suas guerras e a sua tm-
era de brasileiros Indomávels na manutenção
~
05
suns conquitns, s11ns rilorlns, t1panúgio do
estoicismo de heróls que letaram à posterida
de, pinas brilhantes da História Pátria.
Data do 1524, a primeira incursão do ho
mem c!vil!za!o per este ;t'o, Foram os Por
turqueses os pi ros incurionadores, vindo
depoi; os E;n±: ávidos de tomarem posse
da terra para na Cro de Espanha.
Aleixo Car 'a, {oi o primeiro Portugues
que pisou o a! '«toroscne e naturalmen
te de Del Me!a qundo, aquele ano, cruzando
invios rertõ, de:do S5o Viente travessando
caudalosos rios, chegou ; msrer: do rlo Mi
randa de onde, seu!do-e até o Rio Paramual
te naveou run: acima e dopo!s por terra,
sempre na direção Noroste a procura de mi
nns como faz!am na época os exploradores, foi
descobr!r a Serra de Ln Pinta, nas cordilheiras
nndinas, hoje Polos!, na Bolívia.
Em 1531, Pero Lopes e Francisco Chaves,
também portugueses penetraram pelos rlo'.J
Tieté, Paraná e de Salto Grande, pelo Cnminho
do Oeste á procura do lugar atingido por Gar
cia no rio Paraguai.
A primeira inscurso Espanhola foi chefia
da por Joáo Ayaln cm 1536 que subindo o rio
Paraná esteve cm nosso tcrri tório, seguindo
depois para as pingos peruanas. Outros espa
nhóis também passaram pelo nosso território
mais tarde, dentre eles: Alvoro Nunes, Cabeça
de Vaca, D. João de Quarai e Domingos Mar
tinez Ilara, além dos Jesuítas que fundaram
terra. expulsando os Espanhóis para o Oeste,
jn no ano de 1681.
F'icnram célebres esses paullstas autores
do nosso domínio nesta região meridional do
Estado, pois que, do contrário, os Jesuítas es
panhó!s teriam tomado estas terras que se es
endiam até os rios Tieté e Sucuriú, em cujas
cercan!as existem vestígios elas ruínas dos es
tabelecimentos que fundaram na Serra dos
Baús.
Esses Denodados bandeirantes foram: NI
colau Barreto, Antimio Castranho da Silva, Jerõ
nimo Bueno e Antonlo Raposo Tavares, que de
pois de atravessar o nosso território subiram o
Rio Paraguai e desceram pela cabeceira do
Guaporé, entrando no Mamoré, Madeira e A
mazonas, inào até o Pará, para mostrar a todos
nós a sua energia e fibra, de descobridores que
etettvamente toram com suas andanças os cons
trutores do nosso dominio nesta região do
Oeste da Pátria.
Depois, já em 1660 a andança de Luiz Pe
droso de Barros que foi morrer no Perú.
Em 1675, Francisco Pedroso Xavier, que
entrando por Maracajú, atacou Vila ~lca, no
Paraguai, levando grande pressa de guerra,
Muitos outros bandeir:mtcs paulistas segui
ram a trilha dos primeiros, sempre com a in1-
tenção de prisão de indígenas.
A última que se tem notícia é a de Manoel
Dias da Silva, não para aprisionar índios, mas
para garantir as nossas fronteiras que abando
nadas voltaram de vez em vez os Espanhóis a
inscursioná-las.
Embora já firmada a nossa posse os caste
lhanos começaram a invadi-la tornando a Manoel
Dias da Silva a missão de expulsá-los.
Em 1750, pelo tratado de Madrid, a Espa
nha, baseada no "utipossedeti", reconheceu os
direitos da Corôa de Portugal sobre as terras
conquistadas pelos bandeirantes paullstas, con
cordando com os limites nesta parte dos ter
ritórios conquistados: o Rio Igurei. e de cabe
ceira do rio Apa e por este abaixo, ao Rio Pa
raguai, continuando os limites por outras regi
es que não nos interessam agora.
Como vêdes, Bela Vista, antes da sua fun
dação, em seu território feriram batalhas pe
la posse da terra entre Portugueses e Bandei
rantes, contra o invasor castelhano que dese
java levar suas fronteiras para leste, mas, for
çados pelas Bandeiras recuaram para Oeste.
Firmada a 1ossa posse, em 176 foi funda-
11 N IS T
SEUS POVOAORES
da a colonla mil!tar de , tem!, à murem es
querda vinte léguas da sua for, que ervln
do de base s expediçes era uma sentinela
contra qualquer acomet!da dos Espanhóis, Ee.
te , _m Outubro de 1777, Invadiram-na e a des
trulram, apesar do conhedrr:cnto de estar ter
minada a guerra contra o Paraguai.
O tratado de Santo Ildetono, ass!nado em
lo de Outubro de 177?, porque o convénio de
E1 Prado de 1761 tinha declarado caduco o de
1750, reconheceu a!nda os nossos diretos o
bre esta rcgiiio restabelecendo os limites, mas,
por Igurel, Amambaf, RIo Correntes como era
então chamdo o Apa.
Apesar de novas incursões, uma Comls o
demarcadora parte de Assunção cm 1782, che
gando no morro de São Fernando, em nosso
território à margem esquerda do Rio Paraguai,
denominando-lhe de Pão de Açucar, corno é co
nhecido até hoje.
Em 1801 D. Lazaro de R!vera Invade nos
sa fronteira e ataca Coimbra, sem resultados,
e, nesse mesmo ano o Capitão Juan Caballero,
do Exército cspanhól funda cm nosso territó
rio, no mnrgem direita do Rio Apa, o forte de
S. José, e ali se instala. No ano seguinte, for
ças brasileiras do Presidio de Miranda. sob o
comando do Tenente Frnnclsco Rodrigues do
Prado, atacaram, matando o capitão Cnballero,
aprisionando a guarnlço e arrasando forte.
Estes heróis, deram fim a luto de conquis
tas espanholas em nosso território durante o
período colonial, sem o que o Brs!l não teria
sua soberania sobre estas terras riquíssimas.
Vieram as fases das Independencias, Argen
tina e Paraguai em 1810 e 1811 e o nosso caro
Brasil em 1922.
Nova esperança enche os corações dos ab
negados patriotas nossos irmãos que, desde
• tempos remotos, por sell.:'I ancestrais firmaram
a nossa Naclonolldade e novos acontecimentos
vem seguidamente se assinalando neste rincão
que é BELA VISTA, facelra e sorridente para
o futuro.
_ Não há dados seguros sobre os primeiros
povoadores deste município antes dos LOPES
e BARBOSAS.
Em 1845, de 21 de agosto a 15 de agosto
do ano de 1847, Joaquim Francisco Lopes, nas
cido cm Minas Gerais e João Henrique Eliot,
encetavam a mandado do Barão de Antonlna,
João da Silva Machado, excursões nestas para
gens para abrir, estradas que ligariam São Pau
lo a Mato Grosso, via Paranápanema, Paraná,
Ivinhcma, Brilhante, Nloaque e Miranda, con
cessão feita pelo presidente de S. Paulo àque
le Barão, pois nós todos sabemos que naquela
época· Mato Grosso ainda fazia parte do ter
ritório de São Paulo.
Outras excursões foram feitas de 1849 a
53 e 57 pelo mesmo Lopes e ainda que, com a
intenção de posse das terras percorridas, não
resta dúvida que animou a muitos a se fixa
rem nestas partes do nosso município, pois era
ele na época ,parte de Miranda que abrangia
quase todo Sul, depois de Santana do Paranaí
ba.
Foram pois, os Lopes e Barbosas, os pri
mitivos ocupantes das terras de Bela Vista,
vindos depois muitos outros.
Nessa época, surgiram os primeiros sinto
mas de animosidades entre os Paraguaios e
Brasileirôs; muitos brasileiros eram presos e
levados para vizinha República, cujas forças
entravam em nosso País com o intento de hu
milha-los.
Na Corte, era notória a maneira hostil co
mo eram tratados os nosos patrícios da fron
teira. Em Assunção, o governo de Solano Lo
pes, já se preparava para a guerra que se avi
zinhava, apesar da sábia diplomacia emprega
da pelo nosso Imperador.
Lopes premeditava o ataque ao solo Ma
togrossense por isso, mandara em 1863, com
prar terras no Estado de Mato Grosso, o seu
Coronel do Exército Isidoro Resquim, que na
verdade espionava a região levantando mapas
para facilidade das suas operações.
Em 1864, no dia 12 de novembro o ditador
declara a Guerra ao Brasil, despeitado por não
ter o nosso Imperador aceitado sua proposta
para mediador das questões que o nosso País
tinha com as Repúblicas do Prata.
Começou aí a dura fase para os nossos ir
mãos da fronteira.
R 1 1 O 1 P AI
chegundo os paruios de ocu; r em 1865, A
fronteira toda inclusive Machorra, Nioaque,
Mirnda e D o u r dos, onde começou n s é r i e d
estoicas bravuras dos no s sold idos,
Só em Setembro d 1'6, vem de fins
sob o Comando do Cel Joé Antelo da Fon
ca Galvão, umn expedição com o fim de ex
pulsar os paraguaios e invadir o eu Pais pelo
Norte.
Fonseca Galvão, morre em 1o de Janeiro
de 1867, atacado de fébre nns margens do Rio
Negro nas imediações de Miranda.
Assume o Comando do. expediç-.'lo ô <'nt o
famoso Carlos M. Camisão, que faria, tempos
depois com seus comandados A Página de Ou
ro da História Militar de Nossa Pátria, servin
do n quantos queiram interpretar Patriotismo
e Valor as bravuras que praticaram nessa cm
p:inha deslgual em que o inimigo em mnls nu
meroso e aproveita-se da falta de recursos da
nossa tropa.
Essa expedição, ocupou Machorra que na
oc;iriéio era o povoado mais próximo da frontei
ra; neste lugar onde hoje levanta-se Belo Vis
ta, não hovio nem povoaç;io.
Apenas no Paraguai, o fortim Della Vista
que a 21 de Abril de 1867, a lendária Expedi
ção-Cami~iio, ocupa no atravessar o Rio Apn.
N:io precisnmos recordar aqui todos os lan
ces épicos des:n jornadn até LAGUNA e de
pois a evacuação e consequente retirada que o
visconde de Taunay Legou nos brasileiros de
todas as gerações em suas célebres narrativas
escritas com pena de Ouro, tínta de sangue de
nossos heróis em "A Retirada da Laguna".
O povo desta fronteira tudo sofreu.
O Bclavistcnse daquela época, dava, assim,
cm holocausto da Liberdade da Pátria o eu
precioso sangue.
E Taunay, na sua incomparável descrição
dos feitos mais brilhantes dos nossos soldados
cm pesar talvez, dentro da sua fulgurante in
tcligéncin, estava contribuindo para a forma
ção de urna nova estirpe de homens da nossa
Pátria, que acolhem nessa epopéia os ensina
mentos de grandeza e poder de uma raça.
O Brasil vos saúda orgulhoso por perten
cerdes a este trecho sagrado de nossa Pátria.
A este rincão maravilhoso que serviu de cená
rio ao maior feito da nossa História Militar,
que serviu de quadro as mais vís humilhações
de nossos Patrícios sacrificados, Mas nunca
Dominados.
Após esses feitos gloriosos de 1867, Bela
Vista passou por uma fase de abandono até
1872, quando recuperando a sua nova fisiono
mia com novos sitiantes, novos moradores,
constituiu-se e m p o v o ad o e p o s
terionnente com a fixação do limite com a
República visinha, no Rio Apa, confiantes, se
us antigos moradores retornaram e dentre e
les os Lopes sobrinhos do Guia Lopes os Bar
bosas, Leite, Ferreira, Pedra, Loureiro, Esco
bar, Mello e tantos outros que constroem a
grandeza desta terra hospitaleira .
Dessa época para cá, a nossa Cidade tomou
novos fóros de civilização.
Assim que, em 1900, ao raiar deste século
portanto, pela resolução do Estado de 10 de
Abril, foi elevada a categoria de Distrito de
Paz, pela lei 502 de 3 de outubro de 1908, a de
Município desmembrado do de Nioaque pelo
Decreto n.o 218 de 2 de Dezembro do mesmo
ano, foi ínstalado a 6 de Março do ano seguin
te Comarca a 20 de Julho de 1910; pela Lei
n.o 594 de 20 de Julho de 1818, foi elevada a
categoria de Cidade, data q/ hoje comemoramos
com orgulho, cidade e joia engastada entre a
Serra e o lendário Apa.
Terra de Heróis.
No primeiro quartel do século Bela Vista
foi sacudida por revoluções que abalaram sua
vida social e econõmica
Em 1906 a revolução chefiada pelo Sena
dor Generoso Ponce, contra o Presidente An
tonio Paes de Barros.
Aqui, Bento Xavier levantou-se ao lado re
volucionário, mas foi batido pelo tenente An
tonio Gomes e refugiou-se no Paraguai, voltan
do novamente em 1911, para ser outra vez der
rotado.
Em 1916, levantou-se no Estado, o movi
mento para apear do Governo, o General Ma
noel Caetano de Faria e Albuquerque.
Começou o movimento com a intenção dos
componentes da Assembleia Legislativa preten
dendo processar o Presidente,
1 1
REVOLçAO
Os paraguaios atacaram e invadiram Ma
to Grosso sem defesa para impedir a invasão,
A reado do Governo fel apo!ada pela opo-
ti ç ã o , c h e f i a da pelo Coronel Pedro Celestino
Corra da Casta, homem que gozou de real p
tirio em todo o Estado o qual uniram-se ele-
tu a nq Vist como: Antonto Machsd
mnn; .os ae t a s •
Salgueiro Marlo e Godofredo Gonçalveu Silva
e mais forens de Aquidauan e Campo Grande,
sob chefia do Coronel José Alves Ribeiro
FIIho.
Em 1924, irrompendo um movimento re-
volucionário n capital do Estado de São Paulo,
chefiado pelo General Isidoro Das Lopes, no
fatídico di S de Julho, também aqui o 'Tenen
te Orlando Leite Ribeiro revolt, o 1Oo RC, pren
dendo o seu comandante, o Coronel Péreles de
Albuquerque.
Os Sargentos do Regimento, fazendo uma
contra-revolta prenderam os oficiais, pondo em
liberdade o seu Comandante.
Houve depois o movimento constituclona
lista de São Paulo de 1973, deflagrado a 9 do
Julho, no qual aderiu a guarnição de Mato
Grosso, comandada pelo valoroso General Ber
toldo Klinr,er.
Dessa vez Bela Vista foi acudida por um
movimento espetacular dos civis fifs a Dita-.
dura Varas, atacando abruptamente na noite
de 20 de Julho desse ano ,o 10.o RC, sem resul
tado deixando estendido morto frente ao quar
tel o saudoso cidadão Saladino Nunes, faz anos
hoje portonto, esse foto que consternou a socle
dade belavistense motivado pela Irreflexão de
alguns homens que poderlnm ter conrPguldo um
acordo já iniciado, poupando assim uma vida
preciosa.
Bela V!stn ficou ocupada por forças Con.11-
titucionalista até Outubro desse ano, quando
aqui chef(ou o Coronel Gil Castelo Brá."'lco, co
mandando o 3° RCD do ruo Grande do Sul,
assumindo o Comando da Guarnlçfio, receben
do-a do General Horta Barbosa, chefe revolu
cionário que tinha como Imediato o Coronel
Francisco Jaguaribc de Matos; Major Silvestre
Gomes Coelho, oficiais do 18.o BC, ob o Co
mando do 1.o tenente José Snmpolo SlrnfuJ,
oficiais do 11.o RCI sob o Comando do C::ipll:ío
Ildefonso Correa, o pessoal da 1.a Cia. do 0.o
BE, comandando pelo Tenente Moreira e Ba~.
rias de Campanha e de Montanha de Campo
Grande, Comandadas pelo Tenente Anton!o
Ferreira.
Depois da Revolução de 1932, por cone
guinte a 51 anos daquela data Bela Vlsta não
teve mais perturbações na sua vida social a qual
vem marchando a par e passo, confiante para
o futuro brilhante que lhe reservou o destino,
motivo porque, merece o interesse e o devota
mento de seus filhos procurando engrandecê-la
cada vez mais, tornado-a moderna e com
confortos necessários para sua ascenção
concerto de uma civilização cada vez mals a.-
centuada.
Povo de Bela Vista, vossa terra completa
nesta data sessenta e cinco anos de emancipa
ção política com fóros de cidade e o subscritor
deste final de artigo escrito com carinho deste
os idos de l.o 8 e finalmente 15 de Agosto de
1954 e nos numeros 16, 17 e 18 do antigo jornal
da cidade "A VOZ DO APA", pelo estimado
amigo Joaquim José Ferreira Souto e como
também nós o fizemos e que se destinou a Ed!
ção de Honra em A Tribuna da Fronteira em
20-07-1977; como mineiro que sou e aqui vivendo
desde o ano de 1950 sinto-me orgulhoso de sa
ber que conterrâneos meus tenham os seus
nomes escritos na historia de Bela Vista, com
letras de Ouro de vez que com seus feitos cola
boraram por todas as formas no engrandeci
mento Histórico desta cidade,, a vossa cidade
muito justamente cognominada de A Perola do
APA.
Que tudo concorra para torná-la realmen
te numa "urbs" moderna e capaz de receber os
estudiosos da História Pátria porque aqui es
tão no silêncio dos tempos e talvez na poeira
dos séculos os marcos históricos da pujança va
ronil de um povo, do povo Matogrossense do
Sul, que no computo da Nação só tem demons
trado a mescla de um sangue puro, o dos seus
ancestrais Guaicurus, os primitivos donos des
tas plagas e que na hora da divisão deveria ter
tomado o nome de Estado dos Guaicurus.
Salve Bela Vista a Pérola do APA.
Bela Vista, 20 de Julho de 1983.
o.s
no
Prof. Srmpt
J j lj ,r;. "'O:. _____________ .., __
VI s UI DOS
r,
)',
r,
i.
(;j
r l
r'
I
Rua: Alvares Cnbr@! com Marechal Hondon 15 Lge!ros 40 'm.
Run: Alvores CnbroÍ com Floríano PclxJto .1 buicro.; 40 Cm
nun' Alvnres Cobrul e/ Alccblatles. dn Cunha 16 bueiros 40 Cm
Run: Duque de Cnxlns 24 Tubos G0 Cm
Ho: Duque de Cnxlas • A:Hlgo Jornal 2a Tubos G0 Cm
Ruo: Duque de Cnxios com Barão do Triunfo 20 Tubos 10 Cm
Ruo: Duque de Cnxlns com José Bonifúcio 17 tubos 40 Cm
Run: Duque de Caxins com Eduardo Peixoto IG tubos 40 Cm
Huu: Gcn. Soares dn Rocha com José flonifúd~ :n tubo; •!O Cm
Run: José Bonifácio 23 tubos 40 Cm
Rua: Gcn. Soares da Roch:1 e/ iforcch::il f!omlon 1G tubos -l0Cm
Rua: Cel Dias Com Dep. ilario Van Dcn Do<h ]lj tubos -10 Cm
Rua: Gen. Soares ela Hocha c/ Eduardo Peixoto IG tubos 40 Cm
Rua: Darão do Triunfo lli tubos 40 Cm
Rua: Bariio do Triunfo c/ Rua do Col. Contaclor. IG tubo; ·iO Cm
Rua: Morechnl Rondon com Afo:1,0 Pena 18 tubo, •!O Cm
Rua: Marechal Rondon c/ Conde de P;,rto Akgre J(i tabo-· -10 Cm
-Rua: Marechal Rondou com Alnlirantc Barro·o !li tubos GO Cm
Rua: Almirante Pnrroso com Dar:a do 2elço IS tubos 40 C,n
Rua; Brio «d3 Melago com» Iua: tia lkpúlil!ca lü t ul,o:, -10 Cnt
Run; Drao do Me!grgo com 1uu: 'TIradentes ::12 tubos 40 Cn1
Fui: Gl, Osorlo eom 07 de Setembro :JU tubos ti{) Cm
Aventda: 'Teodoro 5nativa l::ntrndn do ecmltt':rlo 12 tubos 40 m
Itun: í::lno ôerc1l,lo 06 tubo9 40 C..:m
!Mrni.ln: Cnle!rn - Córrcgo Sêco 08 tuboo U0 C111
l!Mrndn: !nhont!m 30 tubos 40 Cm
Fnzenda: Abroio 08 tubos 40 Cm
Fazendo: São Gornldo 16 tubos 60 Cm
Fazendo: Morrinho 12 tubos 40 Cm - 08 tubos 60 Cm
Estrada: Aeroporto 12 tubos 40 Cm
Sub- Estaç!ío: Enersul 12 tubos 40 Cm
Bairro: Agua Doce 16 tubos 40 Cm
ENCASCALHAiITNTO DAS ln'.' 5
$;>
/;<·• f-~ .
a •
~
~ --~'-~~- ~ ·--- • • -~--------·-----·--·-..:
e ·
. ,... .
Rua: Duque de Caxias
Rua: Comle de Porto Alegre
Run: Gcnerul Soares da Rocha
Rua: Earilo do :iIelgnço (03 Quadras)
Rua: Alvores Cabrn.l
Rua: Barão do Triunío
Rua: Marechal Rondon
Rua: Da República
Rua: Bnriio do Ladúrio (Pontos críticos)
Rua: Alcebiades B. da Cunha (02 Quadrns)
Rua: 03 de Outubro
Rua: Guia Lopes
!U3ERTURA DZ RUAS
Bairro: Serradinho
Bairro: Agua Doce
Bairro: Cancha
HEFORllfAS
CoJ-égios: Castelo Enc:mtado I e II
Colégio: Jarl.Jas Passarinho
CQlégio: São Patrício
• a
------.........-...---~-----------~------~--- .. ~-~~--....;.------- _
a
Alvares Ma carenha
Ca.,tro Aht;
r rf» DO
];
•.
··! ,,
E
..
H,UMJNAÇAO UA<; l'lliÇAS
I:liFOHMIS DE l-'Ol'TE5
'iz;·41 , ±q.15ç70 Recuperação de Máquinas na --
1. , <:
1
_ • :· .o, too !lo Nunes L .. ?te-,
1 . : 1L,--·,- • • ,', , .. __ ,. • ,'tt',.'o E,p;1rg1dor (Así:ilto)
2- Aquisição de um Rolo Compactador Pé de Carne!ro
3- quisiçio de ·ua Ro!o Compactador Liso
<I - Aquisição de um Tolo Cornpoctador Pata Curta
5- Aquisição de fora para fabricação de Tubos para dre
no de 0,30 Cm
6 . Aqulsiçüo tle forma pnro fabricnçiio dc:: Tubos tle 0,40:'.II
7 . Aquisição de fôrnm fabrlcoçüo de Tubos de 0,60 m
8 . Aquislçiio de 20 (Vinte) sapatas para fabricação de Tubos
para dreno de 0,30 m _ _
O . Aquisiçiio de 15 (Quinze) sapatas para a fabncaçao de tu-
bos de 0,40m
10 . /quisiç5o de 10 (Dez) sapatas para a fabricação de tu-
bs de 0,60 m
11 . Aquisiçiio ele 02 (Dois) Tanques de At.;o com capacidade
de 20 (Vinte) Tonebtlas e 15 (Quinze) To:icladas respcct1va
mcnte. para o armazenamento de emulsão Asf:'iltica.
!2 - Aquisição de uma m:íquina de Solda Eiétric::i
13 - Aquisição de um Compressor com motor, para lavagem
de viaturas.
1-1 - Aquisiço de uma Ectoneir.i
J 5 - ,quisiçào ele Cnrroç,1o para transporte de Guias ,
15 - Aquisição de Retro--Fscav@de!r {530-H, marca Case ) Km!
Secretario
a) Heest:u!uraçiio no Serviço de F,:ducação
b) Leventame:ito e Cadastramento dos Imóveis do Município
c) Auxílio ao Asilo dos Velhos
d) Donção de Remédios
e) Transporte de Pessoas Doentes para Campo Grande - Mato
Grosso do Sul.
1 - Repasse de Curso do Cartilha Regionalizada efetuado em
Aquidauana em 1982
2 - Reforma da Escola Municipal ele l.o Grau Prefeito C!óvis
de Oliveira em H!82
3 - Reforma da Escola Municioal de l.o Grau Irmã Hildegar-
de cm 1982 •
!- _Refo_:ma de Iluminação da Ese. Mun. de 1.° Grau Prof.:i. Vera
Gu,m:iraes L:mre1ro, 1982
5 - Reforma de Iluminação da Escola Municipal de Lo Grau
Castelinho Encantado, em 1982
6 • Jnauguraç~o da Biblioteca Pública Municipal, em 1982
7 - JJanutençao da Faculriade Campus Avaucado em 1982 _
1983 - • ' • e
8- :Ianutenção da Merenda Escolar no ano de 1982 e 1983 .
todas as Escolas do Municíoio. em
9 • Fcrmaçno de Professores do Projeto Logos U tid
lo Município em 1982 e 1983. n.an 1 o pe-
10 - Curso de Educat;5Q Física na Escola Estadual de 1.o Grau
e o
IVunicipol
o do um
cl .
de
Esler Silva com partic:ipaç5o de Professore, elas E~co!as , 1u,
nicipais Rurais, cm 1983
11 . Implantação de 07 Salas de Aulas do Pré-Escolar cm
Convénio com o :;,robral, em 1983.
12 . Construção de um Pavilhão de Merenda Escolar no Ter-
reno da Prefeitura Mu.'1.icipal. e.rn 1983.
13 . Reforma da Escola ).Iunicipal de l.o Grau Jarbas Pas•
sarinho em 193.
11- Fundação da Azoiçã» de Pais e 2!res ma: E:colas
:Iun:drais, cm ,?83
15-Prc:cão de Fcsts Ju.nas n E:'c ..urina !
P.G. Marconds are: de :i.. s. !.....-. ..P..i-
ho. EM.PG. C:s:!h, : , .. ' •. _:;_ ;, , : ::i
Cu.mraries Lo:rei;o Tz:::' .e . c • d •••• 0.
1€- Reforma da E:cola Nu:: --.'r ... s:.n. .:;_,.
cnnt~.c' :J. e :--.1 1923.
!'i- Curso de rez'r4'±:a;:.. 1.±lo c. '+ao
Gra:e con Ui;c. c.2c...:...d:e.:e.: Ceai-
r,...-~~~-~ ~---~~-~ ------,-.-~: ·:..-.- .... :~-r-v·· .... _.,,.,.
f
:
~
t
ra F
'.R
Biblioteca , lunicip::il
cipal de Educação de Bela Vista no r,cricdo de 27 de junho
a 01 de Juli-1:, de 1983. •
18 - Curso de Alfabetização de 25 C 30 il de 1983
• 'o c ae ri e 56o.
f,
ODILA llüSCARElTHAS SALA'.',íENE
Secretaria de Educai a... ,1
·«' • un!e1pa
l .J
• :. E.
rt. ée
C«e
Fretei
1cota.
l 1 r,
E - ·!Í01,
.- .:.-
•~--------------------------------------------------'------..,..;..---'---'------ ------~- H,•h t t. • Ms.
A vÃTr,i-:í,.d J lA - ----------------------- ---------------------- -~--------'---------------------
• --
Contlnua,çrío
Administração
l
i "°'~:ss,lt'"d' "" Bela Vista conta com estcul,ca pa,a
~romoções nos c::im;ios da cultura e esportes e que a Prefel-
1
lura p;;derá contnr sempre com as forças vivas da cidade, pa
ra realização desa natureza, necessitando apenas de um tra
j balh? de ~onscicntização, o prefeito Afonso Dillon Nunes Lei-
/
te dinamizou o Departamento de Esportes, entregando a che
fia ao jovem Jorge de S. Rosa, desportista e integrado as inicia
tas do gero.
As F)moc;ôes realizadas pelo Depto de Esportes, através
de um trabnlho din5mico de Jorge Ro~a. além de proporcio
narem lazer e recreação do povo. permitiu a obtenção de re
cursos para efetuar algumas melhorias no Ginásio de Espor
tcs. Enumeramos algumas das promoções realizadas pelo De
rte. de Esportcs da municipalidade.
Cbescn·a-se, ·portanto, que as oportunas iniciativas do
prefeito Dillon, no setor de esoortes. tem como objetivo ver o
garoto, o adolescente e o moço. e t?mb.ém as garotas. agrega
dos num clima de total confraternização despertando valores
e eriqecendo o esporte amador de Eela Vista,
Vista
li MUNI
ilNDO
. Pc1· c,ue temos que pagar uelc erro, pela
,n:,oi-:1~nê,:c.i:1 aC:ministrativa - daqueles que
A:i;1a11 0 dinheiro dos Outros? Essa é
'.tri-,a in;en;igação que me assola o espírito e
ve ±e :Cac3, :o encontro explicação.
Ieizmcnte o inac:·editável acont:::ceu.
C31tais &o BNF, o fantasma dos donos
d cazs ;inarcazas, zentiram na pró>ria car
T.e
0
3b»do reajuste de 113,40% mas sua!
pestes. ..
ta~· Pela p'.:meira vez os aumentos nas pres
... ,.~es devidas ao BNH supera o índice de
rezjus. 1, •
.. ~•e s .ar.ia! fi;·ado pelo INPC que sofreu
Gmn ac.' '
• 'resci!o de 118, gerando no bolso do
utu?
:il'lo uma defasagem de 11,60%.
_ Aparentemente uma diferença de 11,60%
nao represent:i muito mas na· conJ'untura
atu.1 • '
• " em que o INFC é exourg,ado e que não
1'€pr • •
. esema o reaJ aumento do custo de vida
e utn vcrdadeiro alent.ado contra a economia
,,,,,,
nao
Dinâmica
DEPARTAMENTO DE ESPORTES
FR
popular. Todos os que recorreram ao sistema
para financiamento de suas casas o fize
ram porque os aumentos nas prestaçées a:;5
então, não ultrapassava o percentual do re,1-
juste salariál.
Nenhum mutuário do BNR posrul:l um
enriquecimento ilícito, todos quere;n a justiÇ'l,
isto é que os aumentos nas prestações se m'.m
tenham dentro do limite do reajus·e sa':ni<tl
O sistema apresentou resposta pal'ati
vas aos devedores que na verd:·,.Je niio a -
sam de mais um engodo da· adm:nistração
pública contra o indefeso adquirent~.
Se o reajuste ora ensejado é cons qun
eia da falência do BNH a culpa não é dos
mutuários, não foram Qs a:iqulre,ntes de
imóveis financiados que não souberam admi
nistrar e aplicar os fundos do sistema. Por
que terão que pagar por algo que não deram
causa?
s condice climáticas o permitam.
z to lo, qa, terrenos baldios e a recuperação do sfal-.
limpem a, t-«. 1 f
'' +do pela administração anterior também faz parte
1 1 ecH'(orado de Urbanismo, endo que a limpeza dos
• •• in ' n f • • 1 ,. - d
,. , ,, •
1
iJ,!,, , pera ,, prc .' 110 fCJrt uma couboraçao los
t r r. . o suo devem enjar e nos propót 1 os de se cons
"e Vi •: cr,m ;, 1 cclo mnis dig 10 de suas tradi
H 1/r Ili
3ti, do Pitio da 'feitura
p moi, irias iniciativns do fJJ l'Íetlo Dillon Nunes Lei-
D 111 • ·' • ....
" do Setor de Obre, l' tá a mdel çi'io e amp'.la.
e a""},l., ro tio i' ro da Prefitura Municipal. .
e d" » tis » de estruturar melhor os setore ; da admi
",' tio editiceu rrto do quartel da Policia MAL
ris!"cal pata funcionar o depósito de máquinas e equi
ar: +" p rniiuldde, Hoje os equipamntos da Pre-
1 n ~,,
1
•• - r 1
f
11
• • J e, ,: . rvJ<I<: • e pronto, 1;nra c·n'.rar cm une ona-
ttura o t
, " sempre qu recesaI 10.
ih
i'ild·!·T O ESTIMULA liIPLANT/ÇAO DE
JNDt'.lSTnIAS NO MU lCf PIO
Beln Vist,1, com0 os demais cidades da regiiío, njo possui
um mercado de trabalho condizente com necessidade de cun
tenas de lra'balh dores, isto em falar n s jovens que !ocln·
os anos são o b ri g a d o s a procurarem outros c r t 1 ' tr. b , .1
do emprego tão neces vário.
nos
rias que pretendi e
' t. ' li l :t., l Tt>'I
do t nlilk. l;1 ., firn J~
. J, pela 1 ( j"[ ., Cv,IJII 1t11r.1 ,. •
ll'iC,,
Os Dentados da área - Federai e E'aduzi4 UbaMl
n.,rcm (' S11ilo Q., ir,,1. - ,n Rigo e Gandi Jamil - poderio
itrceder no ventid da criação e implantação de mndtutr'a1
1 ., !11lllit'1! lO.
Se o Projeto Bela Vista sensibilizar os politicos que tam
h ni :l< ,111nir,l!ll ( ( llll!'OlllÍ· () 11n~ p]. l11C l cnm o l l o bla
vistnse, evidentemente que a iniciativa será coroada de êxito,
I - lV Copa Morena de Futebol de Salão, com sede em Bela
Vista de 27 a 29 de agosto de 1982.
2 - Quadrangular de Futebol de Salão realizado cm: 16-10-1982
3 - l.o Torneio Aberto de Futebol de Salão realizado no Giná
sio de Esportes: De 21-01-83 à 06-03-83.
4 - Amistoso de Futebol de Campo entre as equipes do Sessen
ta E. C. e Operário FC de Campo Grande. MS.
5 - Amistoso de Futebol de Campo entre as equipes do Se3scn
ta EC e Comercial de Ponta Porã.
6 - Amistoso de Futebol de Campo entre as equipes do S::~
senta EC. e Fazenda Itamarati.
7 - Amistoso de Futebol de Salã:> Feminino, dia 05-03-83;
8 - Amistoso entre os Gordos e à Rádio Bela Vista, dia 06 3-83;
9 - Dia 12-03-83, Quadrangular de Futebol de Salão com as
Equipes: Sessenta EC., São Geraldo FC. e as Equipes Campeã e
Vice campeã da IV Copa Morena de Futebol de Salão.
!O - Dia 26-03-83, Quadrangular de Futebol de Salão com as
equipes: Nishikawa EC., S.o Geraldo EC., e duas equipes de
Jardim (MS);
11 - Dia 02-04-83, Quadrangular de Futebol de Salão com as
equipes: NishikawaEC., São Geraldo., ABC (Paraguai) e Uni
ão Ba..'1deirante;
12 - 09-04-83, Amistoso de Futeb:,l de Salão e Voleibcl entre
as Seleções de Bela Vista e Jardim-MS.;
13 - Dia 21-04-83, Amistoso de Volei Femininô da Seleção de
Bela Vista contra a Seleção do Paraguai e Seleção de Volei
Masculino contra o 10.o RC.;
14 - Começaram no dia 02-05-83, introdução de Handebol e
Basquete ,
15 - De 12-05-83 à 25-12-83, torneio infanto juvenil inter-cole
gial;
16 - Dia 15-05-83, apresentação ao público do jogo de Handebol
e Basquete;
17 - Dia 22-05-83, e.'1contro de jovens de Igreja Santo Afonso.
18 - Dia 28-05-83, Quadrangular de Futebol de Salão com as
equipes: Nishikawa EC,, São GeraldoEC., Sel, do Paraguai e
AABB,
li'"""'
tsportes
r
ab que e te e um
N., .. h,1 Ctll)
to maniepio,
!' tl,
omprot! rido
nd o o o De-
1 d I llllllh'lt Ili l ,
l'l - Di"1 01-C(i f3, Sl•lq:iio dl' Volcl Feminino contra Sele
ção do Paraguai e Basquete entre Oficial:; e Sargentos do 10."
RC.; .
20 - 0;:i l l-06-03. 'o'.ei Feminino e ).Tascu1ino entre or. cole-
gios Ester Sóva e Cr,~tclo Dranc:i.; .
21 - Dia '.:1~C6 IJ3, de:;rcd:da das aulas do semestre do Coleglo
Ca"ldo P.. anca com p6o; inter-classes;
22 - Oi.J; 02-03-t' 1 de Junho em Guia Lopes cllmínatórla da l.a
Ccpa Morena do Voleibol onde sagraram-se campeões;
23 . Dia; 2.;,'.?.3,'.:(; 27.28 de Ju.nho cm Campo Gra'.1dc, finais d::i
La Copa :ilorcna .de Voleibol :vrasculino e Feminino. onde a
equipe Feminina sagrou-se Campeã do btcrior e Vlce-Com-
pci! c'.:i J ª Copa ;forcna de Voleibol.
24 - Dia 10 07-83, 1.o Qaadrangular de Futebol cic S1lão Fe
minino, com distdb:.iic,:f.o dos produtos da Coca-Cola Grntu!
tame:ntc;
25 . Neste f.cmest:c que passou todos os Colégios ele n 1sso
lJun;cír,io tivPr.J:n !ívrc acc:;s:::, ao Ginásio de Esportes, para
treinamento de seus alunos;
Melhorias feitas no Gin:ísio de Esporlcs e Estúdio Oclávic
• Fontcura
01 - Aquisição de materiais para a prática de Volci, Futebol de
Sal.ia. Handebcl e B:1squctebol;
2 - Compra de materiais para uso de nossos atletas que reprc.
: ·:.. i ..or.', o:o M: cí' ,
3 Co!cação Cu rde d: ro'egão at:ás dos o}. par maior
-gar:ga dc; torcdr.";
4 - Trcca de todo m:airal danificado cm nsso G'ní:,) de
Esportes, ccmo: Vidros, dijuntores, cana1ctas, cano:; e várias
melhorias em n::;~~o Ginásio:
5 - Colccac,:ã:i de Cortina no palco e chuveiros elétricos nos
alojamento;
6 _- Venda dos espaços ·a1ios Fara propaganda do comércio lo
cal, r-ara um rr.e:lhor viEual do Gin:í:;io de Esportes;
7 - :-.Ianuter.ç~o e Em,eza ôo Ertádio Octavic rontoura, para
melhor prática do Futeb:,l de Campo.
Bela Vista, 05 de Julho de 1983.
Jorge de Souza Ro:a - pres. da Comissão ~-/Iun. de Esportes
Se num esforço gigantesco imputarmos
o ânus ~c;ssa ralênc:a nos mutuários, devemos
então punir aqueles que efetivamente deram
causn.
É lm:n:mGm::.n'.::: i,'71-,iossivel, racionalmen
te inacreditive: e uri;czmente ilegal O pzr-
er:tugi st;ui?do elo BNH, impossivel
pcrque ninguén corsa:irá pagar sem que
haja uma ral e aeu&ta'a aimninuiç@o no or
ç;:;mcnlo fo.:71]':.:r oil a',é mesmo uma :::om·
plcia 'nsolvêncla clcsrn mesmo orçamento;
racirc!rente inaceitável porque no ms
ment'J em que vivemos a idéia é rejeitada pela
raz~o. e juri:ii~mente ilegal porque re e os
pri.l".:::íp!os da equidade e da justiça,
Tenho ccnfianç1 que a Comissão-institui-
1
da pelo Decreto fixados do reajuste, ao anali
sar a situação entenderá que o aumento é,
nada mais nada menos que insustentável.
E se isso também não acontecer, se seus
-----------
r
membros tiverem a barriga :::heia e a cabeça
v2zia. a. justiça carta.mente saberá distribuir
o seu misLer porque não quero crer em lobi
so;nem.
Reflitam, enquanto eu lhes desejo uma
boa semana,
Itamar Dutra
PREÇO OES'l'R
EXEMPLAR
CrS 50,00
-------
1
BEL
Curiosidades H stóricos
tr;:11uu N(:A hA l'fll.FEIT 1,
"Di, 20 de Julho de JIJH , '1,>rdlllo . lv,.l'!l
Ma!lélll'f't1hn:1
"H4 %4 nos passados, num dIna como
c~to, 110b um céu II[bilo, chelo de sol o r
plnnclcccntc de alelutus no coração da insp.
nto cidnde .
... oh m!nha Dela Vista, bendita Canã ,
terra moçn o npot'.tos noiva do sol e das fl )·
rcs, em 1cu nclo do l<'ito do mel, uooll,o o d'z ,.
r.t:m ntnv1M. n pror,n rudt·, n trnsc chn. de•.
n quem ( ntre os que te mm coube n Slfll'C!l'
tnrnru do te fi'.lud1u· n":,l.:i rtln, pnrr tJ, por t
dos os titulo, wusp/closo".
Aslm +ta:;+ tela Vi ta o poet1 D .
rvIho .e Tol'o,
Chamom; Marcos Moreno; Acint!no Sam
pio; Joquim de Arruda Rondon; Ab!lio Sá
(do!s períodos); Demostene Martins; Mario
<: ,rc lfl; M!llliio Loun•lro; Alvuro Ncvu,; Pedro
Iope; Ernesto VII«boas; Ma!o da Costa
M·,n111 ~; Dom Anlonlo MnrJ:.i caporo'Jsl; Perl
rJ ! M1nf'l:ln Melo; Alvaro cJn Sllvclw !'Aa•;carc-
11J,·,•, At:•nns•o cJo Alrneldn Mllo; V.iltcr E'lCO•
1 r Nunes; Dr. FJorl Murnno; O ,valdo Turlnl;
':. r iio de Ollve'ra; (no+ 290172);
at l Dr iubn Alberto Abihott de Citro
to t de A«!{o 3r!o g Afonso i!!l n
un, Ieitn
c
1
ct11l'fe re<:<:bc·1 cem
de um novo e ,r.'
Surgiu sua pr me,r
com o ncmne de "Cor
Com o decorrer do tem
com,olldnn<i'.> pCJl
ç0es dos belavIst
cada urn cJe pt
lt;l.lllÍÔE'S !.OCia
•ili mu,tns dn
od tcntt'i n
tt;arando '· • -
pereça ! sfiu
No +nos ·n O
±!izz'os T t Ir
ço e tiínt
Asem o Corina t O':..l f?. ! ,.,
f'± a '!e.
l ,l
j ,
UJY /DiH
11STílAOOn
Pnlnvrfll' c!o Severino Cnrvnlho ele To'.:i:"o
n rl'.'spr
1Lo elo pr.:-fo!to Alvnro Mn~cnrcnhos
"Alvnro Mnsr.nrcmhns. essn firrur.1 hnp'.):11
ln, que com rosp~llo nl>soluto ns trndições (e
famlllu, colocou n nobreza de umn raç:1 a:im 1
de sun vnldndc ou pretensões de mando .
. Como politíco niio é um intnrnsigcnte p:1,
lícl1frlo, é um técnlco, dando aos seus govcr
nnc:los o que n ciêncla moderna oxlge ele um
nclministrndor osclnrcclclo, honesto e Jnborlo
so",
"NHO ANTERO"
Em 1072 aproximadamente. chegava n
Beln Vlsta o Jovem Anthero Loureiro àe Al
meida, vinclo do Parnná, em busca de novos
horizontes. Jovem, com multa vontade elo
vencer, Anlhcro conheceu Clcmcnt'} Dnrbosa,
criador de gnclo na regiúo, com o qual nssoci
ou-se na explornção dn pecuária.
Logo depois vieram os seus pais, que já
estnvam cm Mato Grosso, Fr .msclsco Loureiro
de Almeidn e Maria B. também seus irmãos
e Irmãs: Afonso, João, Mllitii.o o Salvador·
Ana dn Conceição, Perciliana e Umbelinn. To'.
dos flxarnm-se em Bela Vista, onde hoje vi
vem a grande maioria de seus descendentes.
Igreja Evangélica Batista de Bela Vista
Foi nos ldos de 1936, mais precisament'.)
no dia 1 ° de março, n crinçào da Igreja Evangé
lica Balista, cujo inicio dos trabalhos deu.se
em Belln Vista (Paraguai) transferindo-se de
pois pnra Belo Vista (Brasil). Os pioneiros
foram dois missionários americanos: Frns'o
F. Dién e Gullhcrme Sherer. Um dos orime:ros
frutos foi a famllia VASCCNCELOS dos ou:iis
o FAUSTO foi o primeiro pastor brnsi!eiro a
dirigir a jgreju.
FAHóQU!A
A Paróquia foi fundada a 04 c'e :>bri1 .··e
1924 pelo Bispo D. José Mnurlcio da Ros:i. o
primnro paare foi o m!ssion:irio u::lesi~.no
José Giardele,
LEIS
Em 1953 perdeu os distritos de Jardim e
Caracol elevados a categoria de municípios.
• Finalmente em 1964 perdeu o distrito de Cam
pestre. que juntamente com a Colónia Penzo,
pertencente ao município de Ponta Porá, for
ma atualmente o município de Antonio Jo:'.io.
Pela L€i 5449 de 04 de junho de 1983,
o município de Bela Vista foi considerado de
interesse da Segurança Nacional.
PIONEIROS
As primeiros famílias que se instalaram
cm Bela Vista foram as do Sr. Tomas d:i
Abreu e Joaquim da Rua. Todos eles comer
ciantes . .As fami1'as belavistenses tin}1,1m co
mo diversão o cinema de Dona FrnScisca Pe.
dra, que mudou mais tarde na Rua B:>,·iio <i-i
Amambai. No clube "Curing" seno o 1º
conjunto o Tenente Grande Músico. Munue!
zinho da Silva. As festas tradiciona's era as
do dia os de dezembro no casa da Sr Gransa
e a do dia 20 de julho na casa de Librnda àe
canteiro onde atuava os "cambaranga" mas
carndos dançando na frente do s:mto.
Relação dos Prefeitos_ i_Itmicipais ~e Be~ Vista.
1º Prefeito Municipal - Marinho Fernan
dez Tico; Atanazzio Pinheiro Melo; Percio
llISTóIHCO
No primeiro trimestre ele 1952 um peque
no arupo de crente;; da Igrej.i Batista clest.i
cidade, lldcrndo pela Senhorn Clotilde Gon
çalves ele Castro Pinto, plancjou n organização
dn instituição e, após algumas reuniões para
trocas de idéins, foi efetivamente, fundada a
Soclcdnde Evnngélicn de Proteção nos Desam
purados de Bela Vista no dia 20 do Abril de
l!J52. Cs presentes àquela rcunlão foram con
sidc-rnclos sócios fundadores coniormê consta
ela rcspectiva Ata ele fundaçüo, e são os seg1.11n
tes:
Clotilde Gonçah"es de Castro Pinto
Policarpo Medeiros (Falecido)
Dornlinn Duarte Medeiros (Fnlecidal
Joslno Pinheiro
Teófilo Fernnndes Leite
Antero lVIoraes
João Mnnocl Rodrigues
Joiio Jacinto Leito
Noomin Chamorro
Elvirn Clrnmorro Rc:::ha
Hcspieia B Chamuro
Gcny Felix Leite
Dralia da Rosa Rocha
José Vitorino da S. Azevedo
eiestina da Cunh
r-roírssorn Euni:::e :E rnnco
Hc!cna Cristalclo
(Falecido)
(Falecido)
(Falecido)
CF::ilccidn)
(F?.lcctda)
(Falecido_)
Ncss: mcsm data fo! eleita e empossuda
a primei tinto:ia e Conselho Fiscal. aue
flcan:nn D$Sim const!tuictos; •
Diretoria:
Presidente: Policarpo Medeiros (F-aleciclo)
1 n Secretária: Clotilde Gonçalves de Castro
cida)
zc Vice Presidente: Josino
1 Secretaria: Clotilde Gonçnlves de Castro
Finto
2~ Secretária: Professora Eunice Franco
Tesom-eiro: Teófilo Ferriandes Leite (falecido)
Conselho Fiscal:
Antero Moraes
Doralin Rosa Rocha
Noemi:: de Souza Lima
João Jacinto Leite
Joüo Manoel Rodrigues
(Faleciclo)
(Falecida)
(ProP)
(Falecido)
.O terreno para construção da sede foi
doado pelo casnl Franscisco Rocha e Doralio.
da Rosa Rocha. ambos falecidos.
Como não podia deixar de ser, este pe
queno grupo, com mcít-a deà'icação, muito
esforço e boa vontade, mas confiante nas pro
messns de Deus. iutou, enfrentou sérios obs
t::icul~s, p::irc'.>s recursos financeiros, soube
com impor cleterminação tornar realidade
aquilo que nnte.riormente não passava de um
sonno. e porque não confessar, até sendo cri
_ti~:c1_do pelo. iniciativa. Desde então tiveram
1;11c_10 as obras que a. passos lentos, suados,
cheio de percalços, hoje em perfeito funciona
mento tornou-se em realidade e que por isso
mes_mo tem despertado interesse e integral
apoio da sociedade belavistense. Graças a
Drenus, n gcrero!dado do povo de Bela V n
e outros nJdn tem f::illado para sua mnnntcn
çüo. Recentemente com o apoio da Com·enção
Ilatistn Bras!leim e n eficiente inte;-ferênci:1
do atual Pastor ela rereja Batista - Ani Abu
chnln' acaba de ser Instalado um Ambulatório
sob a direção da enfermeira Maria das Dores
Carvalho, que já se encontra em perfeito fun
cionamento. Vários médicos da cidade estão
prestando vnliosa colaboração no nror-rrim"
ele ntenclimentq Atur.lmente o n-i.rr"'' , ,, ,
abrigados é o seguinte: 3 tres) e: 0e'o:'s
ô (seis) idosos o 3 (oito) crinn,;-'.ls .:;e.i c·;n~ ,,.
os que externamente procuram a ud '
prc sào a tendidas nu medida c'1 i,- - ~ • .,, .
Nesta oportunidade apresentamos - u'
rr.torla e conselho fiscal:
Diretoria:
Presidente: Deoclcciano Ferreira <1·°
1 Vice Presidente: Zélia Pinheir M1o+c'+o
::n Vice Presidente: Ana Lucia Cr. • :. •
l" Secretária: Manoela C!o.rinda '~s--n • !
Pinheiro
2 Secretária: l laria Jussara Sim•-•''i
Tesoureira: Léa Vasconcelos Pinhr• !''.:>
Conselho Fiscal:
adi Kirschner
Irnbel ele Sonza Rodrigues
Josué Telmo da Silva
Deoclecieno ele Vas:::oncelos
AGRAJ)ECil'mi,;Tos
Fin~ltz:•n1o t•str. nc-r111cno rclntório ou
h!stdr1co cremos ctrnr rotundos zr.
de'rrznp: w 'ods ; pes?zs € 2ti1ades
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
COMARCA DE BELA VISTA
Ed:tal de
designada
Prtmeira
para
aue emnre nos pr?t!z!:rz1 0 continuam
nos nrst!ando com suas ofertas e doações
no só deste municiplo como também os dá
outros de onde temos recebldo auxílios. Des.
tccamos entretanto, as entidades que nos tem
njudndo: LBA, MEC, 10? Regimento de Cava.
la ria, Prefe:tura Municipal de Bela Vista l"r l l
jas Messiánicns de Jardim e Bela vs •
ma 1981 da oitava série de Bela Vista, União (
Fem:nlnu ;vr:,1,icn:iria da Assoclnçi'w Sul, Char
re BOv'iquo e ar::a 2iodas. Para o no
em curo na?'a recbn; do !:C e LBA.
Aprove'tmos do eng para apresenta;
.dccn:'s o Doer dicúo na5 p25
o-e6, r-.}e T- J:e!reto. Pro.no.
tor e D2tensor Pü'..co que no tmn p71a1
c·iorços c:a cs esii.- ca.a su inerl
r: o.o.
FI:CTT ·CES
Com muitr. s.:tis~o.-;ã0 ap:-esc.n'.amos nos.
5as felicitações pela passagem 'e mis um
•n:versário de cm:incip::ição politica de Ee!a
lista. o que fa7C.:,~os nn nesso:1 elo seu Preieito
ionso Dillon Nl'r.es Leíte e :10 Colcndo Ir-g s
ativo Municipal. Estendemos essas felicita
õcs aos promotores e organizadores d.n D.
.obel clcsejando um eficiente trnbnlho em
: rói· do dcs:::nvol vimento agro pecuário s:ibre
CJ qual repousa a economia do nosso Munici·
;!o.
:> ~b Diretoria
Dcoclccían.o Fcrreir2 d::i Silya
Pres:clente
PODER JUDICIARIO
CARTÓRIO
e Segunda
01=08-83
O Dr. Jonas· dos Santos Pellicioni Juiz de
Direito da 1 Vara CiveI desta Come.rca de
Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul
na forma da lei, • • '
. . Faz Saber a todos que o presente Edi' ':ll
vnem ou dele conhec1m1::nto tiverem mt"! fo.
ram marcados os dias lº/08/83 e 10/08/83 s
14,00 horas para a realização das prarns rle
signadas nos autos N 082/83 de Ação Teu.
cão Tit. Extrajudicial que Marcelino Cassio
Biglia Acioly move contra Odil Câmara Cnnto
referentes aos bens penhorados nos autos •
acima mencionados abaixo caracterizados:
01 Dormitório Império Trivelatto, merador.
usada • ·
1
• ~ .. a
a mas em otimo estado de conserva:;ão
aval,aao·na quantia de CrS 130 000 00· 01 . •
de co • • • • J0go
pa ?TIªrca Cnz. também usada e em óti-
mo estaao de conservação, avaliad
t' d • 1 o na quan-
1a e CrS 35.000,00; 01 colchão de mola .
cusnI, em bom estado de conservação av . ae
na quantia de CrS 25.000,00, Yalor por q~~~~~
seruo levados à praça nos dias 1%/08/83 s
e
Praça(s)
10-8-83
14.00 e eventual segunda praça para o s
10/08/83 às mesmas horas· -cara serem ar.e
matados ror quem maior la1ce der acilr!'.l
da avali?.cfio, sendo a vénia feita a vista Cl
medlante fo>dor idóneo nelo nrazo ele 03 d:t>•
Dos :m!os ::!i.o :-on~.tn nenhum Õl11JS ou recur"..O
pendcnte e jvlamer.to Por intermédio d
prefce!lte f;r,m o Pxecutaào Odi! C:i.mo1rn·C,tl'
to e S! m]ir intimados das nracos es"
n·das, merc om vista os mesmos não ter""
sido cncontr!os para srem intimados.
E rara cue nine6m nossa alear ignri?
cia. determino o MI Juiz are se expi5
o presente e&it+! que será publicado e afixa?
na forma da lei. • .
Dado e pesado nesta cidade de P%;
''ista. Estado de .fato Grosso do Sul nos -
dias do mês de .Junho do ano de mil nov~
tos oitentu e três Eu (Pedro B. do Va!el
subscrevo.
O JUIZ DE DIREITO
Jonas dos Suntos Pt'llicioni
.,
HISTORICO 00 10º RE
"REGIMENTO 1
CRIA AO
0
J(i? Regimento de Cavalaria "Reglmen-
Antonlo .Jo5o" tem como prlmltlvu orl{f.)m
+1o dos Hussardos. aqui introduzidas
'.n !7GO prlo Cnplt.Ilo General da Capitaneea
j Mato Grosso com a finalidade de combater
s espanhóis qw» frequentemente Invadiam na
Jfnhfl dotermlnoda polo mercdlnno de Tordc•
lhas.
porém. constderada como origem mais
crtodn elo nrr~fmento a Comp:rnhla de Cava
{ia de Meto Grosso com sede cm cuiab4.
rida pelo Decreto n? 30 de 22 de fevereiro
de 1839.
lItm/.NÇAG DE SEDE
Inicialmente :ua sede foi Cuinbá.
Em 14 de fcverr.-lro de 11347 mudou-se de
culnb:1 pnrn Viln Maria atualmente São Luiz
de crtccrrs, lornl dcslgnaclo para sua nova sê-
de.
Em 1 ° de mofo de 1058 trans!erlu-i;e paru
NIoaque (Vila de Nioaque), sua nova sede.
Nos primeiros dios de l!l03, marchou para
Vila de Miranda, sua nova e provisória sede.
Em 10 de dezembro do 1906, chegou cm
)3eln Vista, sua atual sede.
i1UDANÇAS DE DENOlIINAÇAO
Fm 22 de fevereiro de 1839 era donomt
r.~do comnanhin de Cnvalarla de Mato Grosso.
Em 1043 passou a chamar+e Primeiro
corno Fixo.
Fm 1844 passou denominar-se Primeiro
como Fixo de Cavalaria.
Em 22 de agosto de 1846 por Decreto ctes
ta dnta, assou a denominar-se Esquadrão de
Cnvolnrin Lfgeirn.
Em 09 rlc> ianelro de 1849 por Decreto des
ta mesma dnta. teve a sua denominação mu
dada para Primeiro Corpo de Cavalaria Ligei
ra.
Em 10 de abril de 1851 passou a chamar
se Primeiro Corpo de Cavalaria de Mato Gros
so.
Em 09 de dezembro de 1865 teve a sua
organização e denominação mudada para Pri
meiro Corpo de Cacaclores à Cavalo, por Im
perial Decreto de nº 3556.
Em 01 de fevereiro de 1871 passou a de
nominar-se Primeiro Corpo de Cavalaria con
forme Decreto n·
0
4572 de 12 de agosto de 1970.
Em 18 de agosto de 1888 o Decreto nº
10.015 dá nova denominação: Sétimo Regi
mento cle Cavalaria Ligeira.
Em 04 de junho de 1908 por Decreto nº
6971 tornou a denominação de Terceiro Regi
meato de Cavalaria Independente.
Em 31 de dezembro de 1919 em face do
Dcreto n° 3916 de 11 de dezembro do mesmo
ano p:S':Oll a chamar-se Décimo Regimento de
Ca':.1lnria Indenendente.
Em 1° de julho de 1946 de acordo com o
Decreto Lei nº 21.134 de 16 de maio de 1946,
psssou a chamar-se Décimo Regimento de Ca
valaria.
Em 23 de abril de 1947 tendo em vista
passar a ser sómente um esquadrfw, teve sua
denominação mudada para Primeiro Esqua
drão do Décimo Regimento de Cavalaria.
Finalmente em 31 de janeiro de 1948 vol
tou a denominação de Décimo Regimento de
Cavalaria, conservando-se até a presente da
ta.
PRil'IEinO COMANDANTE
É desconhecido o nome de seu primeiro
Comandante, mas é porém, considerado Co
mandante n 1 do Regimento o Ten Cel Pedro
os@ Rufino.
Participaç.5o cm Acontecimentos Históricos
O Regimento participou da Guerra do
Paraguai, tendo iniciado sua participação no
ano de 164 terminando, aproximadamente,
Por volta do dia 19 de outubro de 1867.
Na Revolução de 1922 o Regimento des
locou um esquadr-ão para Aquidauana, o qual
ve ordem de regressar assim que chegou
r
iq~ela cidade. O Comandante deste esquadrão
O! tun Canitão
. Na Rêvolução de 1924 das diferentes
~latniçôes de diferentes Estados, que aderi
fªrn ao movimento revolucionário de São Pau
~- destacou-se o 10º RC (então 10-0 RCI) onde
ª rn.inds oficiais prenderam o Comandante, con
Gno o •
regimento a se bater pela causa do
0
Pilulo. No dia seguinte porém, um mo-
vlmcnto de contra-revolução, prendeu os re.
voltosos no próprio Quartel, reempossando
o seu Comandante, marchando em seguida
para Aquldauana, aquartelando naquela c!
dndc. Em 01 de agosto embarcou para Campo
Grande onde foi organizado um Destacamento
composto de duaa Brlgo.clas Mlxtas e uma
Brigada do Cavolnrln, compr cndendo o l(J''
RCI. Em 10 de agosto embarcou para Trds
Lagoas onde chegou a 11. As 14:00 boms deste
dia 0 2?Esquadro do Regimento teve missão
de ocupar o Porto Independcncla, no rio Pn
raná. Atacado a 12 por forças revolucfonó.r!a-;
(uns 300 homens) travou-se um combate onde
morreu um soldado saindo outro ferido. No
dia 14 regressou o 2° Esquadrão do Regimento
para Três Lagoas.
Na revolução de 1930, seguiu com destino
n Ponta Porã, a fim de Integrar uma Brigada
Provlsórla de Cavalaria, o 1 ° esquadrão do
Regimento, regressando no dia 30 no momen
to em que nesta cidade se tinha notícias do
tr!W1.!o da Revolução.
Na revolução de 1932, no dia 21 de julho
o c;iuartel !ol atacado por elementos civis que
se chocaram com a resistêncla oposta pelo
Oficial de Dia, travando-se combate. Tendo
sido preso o Comandante do Regimento em
sua residência e sabedor da notícia, o Oficial
RUT
Entre outras grandes vantagens, a abertu
ra político tem contribuído para desmistificar
pessoas e teses., às vezes de maneira inespera
da. A passagem recente do governador do Rio
de Janeiro pela Comissão Mista do Congresso,
que examina proposta de emenda constitucio
nal, que dispõe sobre as eleições diretas para
Presidente da Repúbllca, foi rica de ensina
mentos. Em primeiro lugar, há que d.:.stacar
a denúncia do maniqueísmo cultivado por cer
tos politicos, para os quais as suas convicções
(e por vezes não mais que conveniências) são
a encarnação do bem contra o mal, que é re
presentado por todos os que pensam como eles
pensam. O alvo era, é claro, o PDS, "materia
lização do mal'', Houve certos segmentos reli
giosos que, durante a campanha eleitoral, pas
saram a identificar nas três letras iniciais do
partido governista, o "Partido do Satanás". E
aquilo, que se nos afigurou simplesmente ri
dículo, acabou dando dividendos altos em á
rea de politização mais baixa e nas quais, gen
te coa e crédula, ouvido essa condenação da
boca de quem a nós, católicos, cabe absolver
nossos pecados, fugia do PDS como o diabo da
Cruz.
Já o PTB da senhora !vete yargas sofrera
as diatribes mais duras, porque se aliará ta
ticamente ao PDS. Agora, era a vez de apeli
dar traidores os pedetistas, especialmente a
figura do governador fluminense, por ter feito
o acordo do Rio de Janeiro. O governador fu
giu do vocabulo acordo, para abrigar-se no eu
femismo: "entendimento", feito às claras.
Certo escritor inglês escreveu que quem
não tiver sido incendiário aos dezoito, não po
de ser um bom capitão de bombeiro aos trinta.
- Com o governador do Rio, a metamorfose
se deu tardiamente, pois incendiário foi depois
dos trinta e a coronel de bombeiros chega na
casa dos sessenta. Daí porque é de um sabor
todo especial vê-lo pregar uma união ,1acional
que, outra vez por amor ao eufemismo ele
prefere chamar de "amplo diálogo Nacional,
para se fazer uma grande reflexão sobre os
nossos problemas, em busca de soluções para
superá-los". Evidente é que uma colocação des
sa natureza estimula reações contraditórias. De
um lado, um deputado que lutou ao lado das
tropas legais contra os guerrilheiros do Ara
guaia, assinalou que" o namoro do governador
do Rio com o Presidente de República está
criando clima desfavorável nas forças arma-
de Dia abandonou o quartel aos elementos
civis que também não permaneceram no r
cinto, indo acampar na invernda, tendo aban
donado o local no dia 27 sendo a 29 alcança
dos por uma patrulha. O Oficinl de Dia já tu
nha reunido os efetivos que dispersara e re
constitutdo o 10' RCI que aderiu a R voluço
Passou então o Regimento a constituir a re
serva móvel de fogo, até sua dissolução em
consequência do fracasso do movimento r.
volucionário em 24 d outubro. Vindo de San
ta Maria Estado do Fio Grande do Sul, chegou
a esta cidade o S' RCD que prendeu e desar.
mou as forças constitucionalistas desta guar
nição, fazendo desaparecer por completo o
10° RCI quo deixou de existir de 24 de outu
bro a 30 de dezembro de 1932. Com o fim de
reorganizar o Regimento, assumiu o comando
o capitão .João Maximiano Serra que em pouco
tempo o conseguiu aux11i,1do pelo comandante
do 3 RCD que permneceu nesta cidade té
11 de janeiro de 1933.
Ocupação dos Atuais Aquartelamentos
Os atuais aquartelamentos foram ocupa
dos no dia de sua chegada nesta cidade: 10
de dezembro de 1906.
Criação de Destacamentos
Parque histórico colônia militar dos Uuurad•>F
O Ministro do Estado do Exército criou
g A
'
L
o Parque Histórico olnla Militar dos D »t
rado em Portaria Ministerial n' 3179 de 19
Dez T8com o objetivo de preservar e divulgar
o Património Hitrieo Cultural do Exercito
particularmente a Epopeia de Antonio Joio
subordinando{ administrativamente ao 10
RC a quem caberá a guarda, a manutenção e
o desenvolvimento.
CAA OL,
(E; VII Corr&) NI n' 2E3 de 20 jun
59 da 9 RM «Reservada). Com as finalidade
de vipilncia, guarda, ação civilizadora e in
formações.
Criado pelo Comandante da 4 DC (Of
n" 4-E3 de 20 jun 59 da 9 EM e/ base na
NI 2-E.3 de 20 jun 59 da 9' RM. com as final!
ddes de vigilância, guafda, ação civilizadora
e informações.
das." Desfavorável a quem, não foi dito. i1as
o governador minimizou a declaração ao re
darguir que se tratava de "uma inconveniên
cia do deputado,.. porém acrescentou que suas
conversas com o Presidente, tirante os assuntos
administrativos, restringiram-se a reminiscC:n
cias. Ora, precisamente essas reminiscc'.:ncias
devem constituir o motivo fundamental da
preocupação do deputado. Por outro lado, um
Senador de primeiro mandato, que se tem no
tabilizado pela linguagem insólita e desafios
à cadete do Gasconha, interpelou o Dr. Brizo
la se ele seria capaz de reunir-se com o Fresi
dente Figueiredo e com os ministros da área
económica, Aí já era a mistura do maniqueís
mo com o patrulhamento. Foi edificante, en
tão, a revolta do governador contra o patru
lhamento, invenção e neologismo que se ficou
a dever a Cacá Diegues.
Nesse ponto, a esquerda radical encontrou
afinal quem tendo sido guerrilheiro à distân
cia, carbonário aposentado e sofrido no exílio,
pudesse reagir a esse "dedurismo" que não pou
cos tem cultivado, especialmente cm São Pau
lo, e abertamente recomende que, finalmente,
anistia significante· esquecimento em favor da
pacificação da família brasileira.
A grande dificuldade que o F:VIDB tem,
ao provocar o Sr. Brizola, está precisamente
no fato de que, bem ou mal, c/ resíduos de cau
dilhismo ou sem ele, sincera ou aparentemen
te, ele construiu um partido, que, tudo indica,
será o embriií.o do futuro Partido Socialista,
enquanto o PMDB é uma frente e, como toda
frente, heterogênea e incaracterística. Assim
como à Revolução de 64 faltou uma doutrina,
limitando-se a ser um somatório de fateres an
ti (anticomu:úsmo, antipelcguismo, anticorrup
ção), as::im igualmente o PMDB é um comple
xo de antigoverno, com uma fauna tão varia
da que levJu o Sr. Jànio Quadros, não aceito
em seu seio, a denominá-lo "Arca de Noé" ....
Sem nenhuma preocupação diplomática, o go
vernador do Rio arrematou: "Aliás, por ser
uma frente ; que o P. IDE está condenado à
cxtinçiiJ".
Fazer previsões é arriscado. Lembre-se que
Marx. a despeito de sua genialidade, desacre
ditado ficou pera,te a Histéria, quando se ar
vorou a scr profeta. No sei, pois se o PMDB
é uma espécie em extinção em curto prazo. Ou
a médio. A mim se me parece claro que, na e
volução histórica, restarão os partidos que tem
SERGIO PEDRO COELHO LIMA
Tcn Ccl Cav Cmt 10ª RC
proposta eleíinidn. O PDS, gosta o presidente
Sarney ele chamú-lo ele "parli<.lo de centro".
Não consigo, por meu Lurno, orientar-me pela
topografia, quando se trato de doutrin;; polí
tica ou social. Enlendo o PUS co,no uni p:lrlido
reformista, e assim identifica o seu programa.
Pretende a reforma da sociedade, anulando
lhe as hjusti,;;as ainda presentes e fazendo én
fase niiJ rn.1is só nos direitos fundamentais
clássicos, mas nos direitos sociais. Não se deve
ter vergonha de haver optado pela livre inicia
tiva. pela economia de mercnclo e pela proprie
dade privada, segundo a concepção genial de
Ju. o Fulo II, quando disse: "Sobre cada pro
p.risdcde privada pesa o gravame de uma hi
poteca social". Esse é o nosso programa; esse
o na,·o fanai. Há que ter, porém, pertinência
e ,;crag;;rr. para imple:nrn.th.-lo. Há, neste País,
cai'aii:ta envergonhados de o ser, porque a
mola é ser socialista, c2mo se fosse um axio
m:a cssa bobagem que se vive a repetir de que
"o mundo marcha para a socialismo". Qual
ccialismo? O dos países como a União das Re
r,úolicas S'.}cialistas Soviética:; Mas esse é o
socialismo que Comus primorosamente definiu
c:::mo ·'concentracionário·', referinào-se aos
ccrps de con:::entração, que o gênio de Sol
jnitzi descrevcu, para estarrecimento do mun
do, inicialrne·1te no "Primeiro Circulo'' defini
tivamente no "Arquipélago Goularg". Também
não será. por certo, o socialismo dos satélites
soviéticos, ou o da China ou d::i Imperador do
Caribe, esse senhor Fidel que faz apodrecer
nas sórdidas :;nxcvai.; cs se:u.s préprios compa
nbe:ros àe revoluçã).
Com alguns intelectuais, para explicar o
fracasso do modelo soviécz, abrgam-sc na
tese de que Marx foi traído. resta considerar o
socialismo marxista, que pretende - se compa
tibifr,ar e estado com as liberdades fundamen
tai::. C:de s~ encontra?
O Sr. :.li!ierrand prekntle construi-lo, to
mando por base uma França de estrutura capi
tlista. Enredou-se nas nacionalizações.
Vale dizer, na estatização das grandes em
j'.lrern.s e béinco5. A julgar pelo que ocorreu
neses dois anos de governo Socialista, as es
perancas dos socialistas devem urgentemente
transferir-se para outro País ...
E ai é que entra o socialismo do dr. Bri
zola. Quem ousaria defini-lo?
Rotar 'Huh tm nova I'« idnte
1
l
Foi mpo. da a novo diretoria do Rotar
C!uh de Dela VI«ta pra <111 J ,ll' (n detinos d 1
clube no Li&nlo (/1, A nova diretorl f.
tmpossada em rcuntd Jentr ocorrido quint
fd1 n no C.(l,n:o 1'11lr,1 ft11(!110. 'l'•lln<ilt pi,
corno l}rt,l J, n:~ o 1 ,·r t·,1 t •· •h ;,::tnc:a loc ,t cl ,
DnHco f11a:,nd.,I, LUIZ ('/ li! OB f( HtL, l ''f
to des mls prals ua oldads b:]viste#e,
fku vlr·r l•I'~ • e! 11 r o ::1.1,h.', n !'· n•,11
ele Bnnco (i3.1n",> eh l!ru, 11), V 1,:HVJ d,· t.HA (
JO CASTILIGS, err'o o sdvos«do l'.t
mr da S!va Tu.ra e le oureiro, Artonio E:
tban Dan.no, Asdm t a u cant.'a,'o o n
vo .mnsclh» Dr.tor.
PAL/ VT!AS DO l'HESJDENTE
r,--
Companheiros, Esposas e convidados
Hoje, o Rotary Club de Bela Vista, enga
)rurndo, recebe distintas personalidades do
mundo cconômico, socinl e político de nossa
cidade. Se11timo-nos jubilosos cm ,·cr que to
dos os companheiros se fazem prc,cntcs, cm
companhia de mas e,pcsas ~ convidnc!os.
Rotary é vida, é vida pi na e cheia de ide
al, pois tem como guia a pai vra SERVIR, que
n;io só representa um conceito, uma filos1,iia,
mas também, sobretudo. um farol iluminnncio
caminhos.
Foderiamcs en!c,cier ROTAR"::' c~"10
rupostn à, pcrgu:itus que todo lnm2r.1 f·:z: ::i.
rn criar um mundo mhcr, o que fazer? - tr.
:vez esteja no SERVIn a resposta. L~m
1,ro-!'l:t:
neste i•lstante ?.S palavrn· do ex-governador
do Distrit:> 460 (Benedito Olcg.irio XoJUcir:-i de
S'i); " o ntariano, a nosso ver, deve ser um
homem de aç::.o. um ,·ert::dciro o:rntc d: i.1-
tervenção e mudanças na comunidade".
Neste contexto, companheiros, distintos
convidados, não vejo ROTARY e nem rotnria
no como uma prese.'1ça indiierentc; vejo RO
TARY e o rotariano como uma força viva, que
atua e transforma, que opera desde os mais
corriqueiros ntos até as iniciativas maiores.
Hoje é um dia de festa. :.1ario Vargas,
transmite o cargo de presidente, não há mu
danças de base. haverá. evidentemente, mu
danças àc métodos. mas a conlinuid:::de na filo
sofia, nos propósitos, é a mcrnia: SEílViR HE,
LA VISTA. scn·ir o porn de E:la y;~la. f:::zcr
deste ser'ir cnurn maior pi:rn n no,'" prf.;_o(fa
evoluç5o.
Quando se fala aue ROTA n }h3
de serviç:i!', é um cJu:e de l:dsr:i-,r. fn';,-~::,
na responsabilidade que c ri rl ;i r,t~ -;~.
tem pcr~nte h prépri:. e :Tt:rni •
ano
dade, e mais, a responsabilidade pronto o 1e-
gado de Paul Hnrri,. Rotary é uma idéa viva.
É umn forçn que gera motivaçõe:; e nos
incita a pensar e a viver em comunidnde.
o rolariano. ass}m entendo, deve cr como
urn ja.rclim, espalhando n seu redor o perfume
e
O
néctar das ílores. ?,!iic se admite um rota-
polar8 do
Foto:;
rtno irradiando nemattvismos, Par ROTARY,
<(Ili ( u,11 e lulw cl idélns, mprc· h:í fnlv~ól'
l r;, <>1 prr,bl, mnas, quando o diálogo e o com-
1 .. •nhtld mo norteiam as nossas atitudes,
Crn.Jmcnlo, c1unndn 11lgU1T cornpnnh<'lr
,,,.<;<" rn1 dúvl:!a u íorp ck rtOTiI:Y, é pr
<, li" ente compnhro inda n conezuiu cp
l r II verrl cl, lr;1 r~, ncl!I do ílO fATTY.
1.• mbro outro rotor!an» tlu.te, Arquime
' Te!ro, ex G ., <. rn~C:or, "a v~, da'..lclr[l
fo a do Ra! y te.d n auu!'! de seus
l±e:s e tdo na om de vlors tn'erids
+,'° €!3 po u rn. l'r•.cb 1w1s r.J, e.'~ g••nicn
e ur homns, m a de hcmnen",
cor;uns, tocados pe!'o ren:o de sua ulili
chrle,
1
nru fa,er coi o~ r,ni··'c:. qu" con;tit•Jam
na, n:,:J'.r:içõcJ mnís lcg'.limas dn humnnidudc,
mo ver o mor prolam+d, o pio distribuí
t!o, a fé dil'CrJificnd:i. A alegria com;-i:1rtilh:i
da, a dor minorada e o méio respeita lo".
~into-nv.! contc-ntc, rcr r.H :·e c.:cr :i co11fiun
ça de meus companheir s, não vr:!o para trn
zr promessas, cstou aqui para tentar cre:;cer
om nc,;·1111Y, E:I ROTARY e PELO TIOTA
tY. illinha p!atnformn de trab:.ilho cstú r.o nú
mero l de no boetim. O Mvsçr;3
1. ninha mensagem, nesta noite, é a men
m w eu ataria que ficasce cofno um
de·afio maior dcsa t;estão ue hoje se inicia:
r: -1:c-c,<irio que hn 'a nçii0. É prcc•so que ha_ia
luta; bo:i. luta. no sentido de serm".ls respcit:i.
rlros. nó.,. rot:irianos, nê-o p~lo que temos, ou pe
lo que omos, mas pelo que fazemos cm bcnc
!icio da comunidade.
'amo.; unir nossa:; forças e njudar nos<o
~cmclhantc; companheiros; nindn é tempo, dê
sua parcela, contribuir para nossos irmãos no
Sul, do nosso País.
Quero agradecer a todos nquelcs que co
JabJraram com os flagelados, vítimas das en
chentes que vem ocorrendo.
Levo também ao conhecimento de todos
que n Vinçiio Cruzeiro do Sul, encontra-se a
disposiçijo par::i lransport.:r as doações até nossn
C:ipital.
Para finnliznr quero pedir o npoio de to
dos os Compa:ihcir:is p/ que juntos consig:imos
rc::ilizar ns metas transcritas neste BOLE.'TIM,
;gradcccmos no Jornnl:sta Sr. lvaldo e sua es
} osa Maria Estela, pela ajuda e pela claborncã:i
dêstcs folhetos e Boletins. •
prctocclo
Vervi A. Castilhos
Nesta no!te memorável em que a novos
companheiros é outorgada a missão de gerir
os aestmos do nosso Clube, a nossa manifes
tação primeira não poderia ser outra que não
a de regozijo e alegria pela presença desta
plêiad_e àe tão ilustres personalidades, repre,
sentadas pelos nossos convidados aqui pre
sentes e pelas nossas esposas e filhos.
Este colorido, este clima de festa, este
cunho solene, não assumiram a amolitude e
a dimensão, que estamos a contemplar, sem
o concurso ae todos quantos estão a nos hon
rar e prcstigi_r.r com as suas presenças neste
evento. por isto que manifestamos a nossa
s::tisfação, o nosso agrado em poder comoar
tiiL'.:.r com octos vós deste momento marcânte
na vld.'1. do nosso clube.
Momento mareante porque o ato que
cvJm·nará com a posr;:) do novo Conselho de
:r:nistrx7o, atest: o exercitamento pleno
C"<; :1,-rc:::,,os consar.-,· dos pelos nossos esta-
1 ;f rs <:: m:::is elo (!Ue !sto, indica n cada Con
ho que asme a reafirmação dos ideais
rctários que constituem a centelha, a mola
mesr:·a do nosso clube.
. . _No lim'ar ciJ nova gestão que hoje se
imci::i. queremos e,'{pender o P..osso agradeci
mento pei~ _compreem=;io, pela atenção e pelo
companhemsmo que sempre estiveram presen
tes no ensejo dns nossas interven;;õe? como
e e
Antór'OS om....,
diretor de prtcolo rio e' '
0
'." .. e:
(l• !)('do. r: p 1 .. rnc II tr r do !iram: for1
l
I t)p •1t1 } f:1
t r ib u td o para o dequ 1o !' " • ll , , l /1,
nhamento da p r o lcl ·ª '1U • (. • u .. •
n no I inrumV·nr !'l w, C"T o ' •
c.oufíedn. «e o do
De qualquer forma independem rr. •
ldo positivo que posa eventui '111
ldo c .. r,!Lnli: do t m pró! da meta em que
t. tivemos cmr,< nh· elos. e :x .r..r•:. o mi t r ~ x
tremamente gratificados pela agrele fe
txpcrilnc!a.
A pnrlir de hoje, então, outro cmp
nheiros estarão aSsum!ndo Os Scgmntcs q:
compõem a estrutura administrativa d. n: '
cn:idnclc. A todo, decj .rr.'J. p' n, l::' to '' •
CC5CQ na funçíio C' pecifica inernts a cada
CPl'l',O. E'it3mCS certo.; q ·.; ft)d:·~ rc.; p:'-/'lt:;
csl:lo muito hcm IT'p,, n• . .r'."
Destaque e v "l:11 h i qu • ;- p'>, nJ; (r,
cl!nado a novo nroto~olo rt", 1 •n C'Jtn'1 ! 'l 1
o companheiro Pedro M<$ P+l.11 ç.'2 c
tamen!o fará enéa r.'n t!xço p!a d
fi n u r :i ctl' tr:itairwn'o, P' !a f, cil d·,:• .. cl l o,::'cí
tória, pela sua imp2tia e csy.ri!o dc ·ontrai'o
e nlegrc.
PREST:N':'.hS
No jai do Ioiiy iaioüo i4o oie,aio
Pedro RuI:no, rc~islrumos ,1:; prc::rnç:is eh
Ten. Ccl. Scrgio Lima < Com:m'.lante do l!i'
RC) e Ione; Dr. Cat:Jlino Lopt!z Zarza; (Jui,
de Direito de Bclla Vist:1 Parnrr-.uil; cmprc~:l•
rio José Geleilate, espo::a e su;i f•lha Sur.ima;
David Jovani e Elizário Terr::i ~ercnt:.! e sub
gerente do Brndesco; prefeito munic,r:al Afo.1-
so Dillcn Nunes Leite e esposa (Dorinh:t);
engenheiro Ricardo Scvza R2Sa e Sua =p3s1
Tati; pecuarista Edson Nedeiros d± Mo:35
e Cecília; padre Lorcnzo Piras; jom'.ll st:.i
Ivaldo Pcreir::i. sua esposa Maria Esl:!la, sua
müe Alice e sobrinha Adri:me; dezc~'.!.:ô de ro·
tarlanos em companl1ia de suas cspJs~s e
convidados.
Parabéns ... Princesa do Apa
Parabéns EJ..-positores, sucessos e mais
sucessos são os votos de todos nó3 da TT.!de
Belavistense de Jornais. Bela VisLa. a terra
dos cantos e encantos merece tudo isso e mui
to mais, que este povo e de outras plagas f::?.
zem e fizeram por ela, Bela Vista, é o nosso
Sonho, Esperanças e ser:i a noss::i rcaliz.::ição.
Após Qu;tse
1
dois meses de um torneé pela França, India,
Tailândia, Hong Kong, China, Japão, Hawai e
Estados Unidos já entrn nós o cmpres:irio
Elias Blrbosa que voltou com ânimo redobra
do para continuar sua batalha frente ao Posto
Ipiranga.
Ch:i ele Cozinha
da jovem Jussara Ramos, aconteceu no Clube
Belavistense dia 2 pp. muitas amigas de Jus
sara compareceram para animar com muitos
"castigos" a reunião.
Em!2ce
no dia 9 pp. a Igreja Matriz, toda engalanada
recebeu os padrinhos e grande nº de convida
dos para o matrimõnio de qussara, filha de
. .
Oue foi a rainha do Carnaval Blavs'ens3
de 1983, etari neste fir/l do mns comemora
'no ss cun:a riras. Na pu'a da an
vc:sr:aro r s'a pra r . c p c c r o s
em!gcs € ccnv.'.dzs
Ar.lvers::.rios
8 '7 Fizim:rn n~os os irm5.os F íbio e Fernando.
Seus pa's N&±o c Snia ornizramn uma fes
tinha para c> cs anivrsar:antes apzasszm
2lIE!::s j:r.to c : cs arguir:s. P r o ? n s
. ·;,scim'""nto
D::! o:>rabén!' o cas'.ll S:lvio e Jacqu~l"ne, n·c;
cu no di 10 pp. em Camno Grande o prl·
meiro filto do c'.'.sr.l, um:i linda g:irota.
Parabcn:zarnos os anil·ers:irhmtcs do :lê;
Luiz Eduardo C. :Cscob'.lr. F1tima 1.irn3
Rodrigues, Palo Romucldo Amaral, Carl.te
V
elasqucz Erik'l. Narl:3. Brites. Jose LUlZ !'iU·
' -><<.)
nes, Aspir::in:e Eim::i. Carlos Zarzeke e o n ....
funcionário G:lscn s:1,.-:a S:mtos.
maravilhosas que nqui encontrei.
- o nome <liz tudo •
MEL 4TIL
Boutique congratula, juno c-0rn °
de ,.-i-!i .!•
povo Belavisten.se, por mais um ano
nova desta cidade, aquele '1braç-o às pe,;;o;
8 E
J
etr
Te
:.r,
«4 e
( :,o
l
"Informacões em Beh
Casa das, i!âquin:.s (Bor.il
1
1
1
1
1
1
1
1
L
;
O rnd; mal da maioria está cm querer
ser um vcrd,Hki~o i:ucess:> pnra o mundo, com
o ';pm· r:ri!a: êzes um fracasso para
ir:5rio. o vima trazer promessas; não vim
para diviclir c s:-m<car díscérdias; vim para a
tender um impulrn de minha consciência, um
chamamento de minha vontade de servir, meu
povo, minha gente. Vim para somar, somar es
forços, idéias e objetivos.
Dentro de mim a certeza de que o caminho
escolhido é o certo, pois a noite, no meu tra
veseiro, recapitulando as ações do dia a dia,
sinto a alma leve e o sono fácil. Isto é sinto
ma de consciência tranquila, do dever cum
prido.
Viver. com dignidade, é renlizar, fugir a
rotima afixante, forçar acontecimentos e difi
culdades necessárias ao crescimento.
Viver é encontrar a paz mesmo na fremen
te guerra criada pelo doentio egoísmo humano.
Vil·cr é ~er consciente de uma missão e
uma dívida eterna, para com as leis naturais
das coisas, saber ser grato, expondo virtudes
e processando padrões de uma vida digna e
honesta.
Hoje ó uma dnto multo especlol, comemo
ra-e O anlversóri::i de nosw querida Bela Vis
ta, gostaria de que todos os belnv!stenzc,, sem
distinção de classe, uníssonos com o pensamen
to maior, fizessem uma rctrospect!vn do que
estiio fazendo para o bem comum, qual a coln
boraç.io que prestam para o crescimento do
município, o bem estar de sua gente.
É importante destacar que todos siío re;
ponsfivcís pela comunidade onde vivem, não ó só
o Executivo ou o Legislativo que possuem a
respcn:-abilidade de criar alternativas, méto-
dsfestejslaii
erário B, lista
Pa.a ccmemorar de maneira marcante o
65.o aniversário de emancipação política admi
n'strativa de Bela Vista, o prefeito municipal
Afamo Dillo,1 Nunes Leite c:sme: :;u-'>C na :-;ro
gramaç5o d,,s festividade~ a:ufrv2~ a data ma
ior do município.
Dia 19/7- às 23 horas. baile "o G-mio Pe
dro Rufino, arimado pelo ' Marca Re
gistrcda, de Paranovai. com na rsincas das
misses de Aauidauna Ar' .+. '
verá a apresentação do cantor Ari Sanches, do
programa S:lvio S--.
No dia 20 às 8 horas, natmn'o das Ba-
deiras Nacional, Estadual uncipal.
As 8.30 horas, missa solene em praça pú
blica (Praça Alvaro Mascarenhas). às 9,30, a
presentação de teatro; às 10,30, show em praça
pública com a distribuição de prêmios aos par
ticipantes; 10,45, Gincana Esportiva com a
distribuição de prêmios aos primeiros classifi
cados.
Não haverá desfile cívico Militar, isto por
que o restante da programação ocorrerá no
Parque de Exposições Rio Apa, com a realiza
<:."ío da 12.ª EXPOBEL, a maior feira do in
terior Sulmatogrossense,
,--·- --~~~- -- _,, _
!
Limites de Finaniatenta
Por Cabe Animais de Corte
Mensagem to fmt. do to"
Reg;mento de Cavalar i ~
Por ocasião da passagem de mais
um aniversário da emancipação política
de Bela Vista, este Comando em nome da
familia militar, integrante do Regimento
Antonio João, deseja apresenta.r ao povo
bélavistense os votos de muita felicida
des, acompanhados de um progressivo
denvolvimento, dentro de um espírito
sadio de trabalho e colaboração de seu
povo.
Plano
dos ou meros para se alcançar o desenvolvi
mento, ão, de cada um, somando-se o esfor
ço de todos, é que se chega a vstabilidade, a
justiça e a melhor distribuição de riquezas e
opcrtunid.:dc,.
A minha mensaem. neta dia, é de fé, de
creriça, de apoio, de oltdsrledade, é também
de esperança, daquela e.perança que nos mo
ve cm dircç,io n um <lc ,l;no maior, ,,Mlt' os
homens e encontram. livres, ;renas coraçãos
limpos e ideiais realizado:, Para f to cu vim,
para isto estou aqui no cxiste cu'ru c..a!ho
En1ergencial
Secretaria
Depois de analisar o plano de emergf!:1cía
para este ano, e que será entregue à Secretaria
de Planejamento até o dia 21, Olavo de Andn,
de, da Pasta de Obras, disse que vários 5ào os
setores a serem atacados. Destacou O!.a
vo Vilela que "Versul, Enersul, Cohab e Sane
sul serão atendidos nos seus pontos mais emer
genciais, destacando-se os benefícios à popula
ção como um todo.
Somente na área do Departamento de Es
tradas de Rodagem do Estado - Dersul-, quatro
pontos foram destacados como essenciais: res
tauração e manutenção de lotla a malha rodo
viária estadual, "asfaltada ou não", atingindo
se a mais de 10.5Q0 quilometras; ampliação das
estradas pavimentadas, chegando a 1.250 qul
lômetros até o final do ano, com concorrências
ern
de
a n1do ser o da paz, da harmonta, das intenções
depreendidas e dos propósitos construtivos,
lo Ano de Administração
Pr'ENS POVO DE ELA VISTA
M'n's Felicitação rsrtiel antes da 12.a
fXl'OnT•:t,
O vereador, n<lvogado José
Atanásio Neto, do P1'.itDE de Jar.
tuum, am os fundadores do Clu.
lJc do L::iço de Gula Lopes da L'.l
una envia através deste jornal
·s mais efusivas congratulações
ao Sinclícato Rural de Bela Vista
na pessoa do seu Presidente, Ed
i,on Morais.
Atnáso Neto, integrante d1
equipe do Clube do Ln,;o de Guío.
T ()J'JCS. e<;l:1rá em nossa e d1do
pnrticipando da 12" Exuob.l,
mostra do arrojo e da fibra d
;ente belavi:'ense.
E'sorando que os €xp73't0-
rs constam atingir os seus ob
jet !vos. o vereador jardinense
•da r» oportunidade o pc·;o
bclavistense µela pa!'..:::1g'.:m do
65 aniversário de emancipação
política do mu:nícípío.
José A. eto e Eh)n Morais
T.EN. CEL. SERG.IO COELHO LIMA
Destaque
Obras r-
de mdeira por concreto, ''que hoje não dão
mais segurança e impedem o livre escoamento
de grandes safrDs agrícolas e materíais neces
árics a elas''.
Na Enersul, CrS 12,265 biLI-Jões serão gas
tc: c.mn a implantação de 723 Km de linhas de
138 kw; 170 Km; de 34.5 K W e 2 O
quii&metns 1 3. 8 K W , a 1 é m d e
mais 13 sub-estações em 13 localidades diferen
tes. São m::üs de 7.856 postes em 78 localida
des co longo do E:;iado. Tamb2m iicou paten
te a preocupação com a zona ru:ral, que será
/ltendida com 176 quilómetros de linhas, bene
ciando 343 grandes centros de protluçJo agro
pecuária.
Quanto à Sanesul, afirma Olavo Vilela que
é meta pr:ioritúria o atendimento de 90 da po
pulação, com água tratada. Para isso, recursos
da ordem de CrS 49 bilhões será:, necessários
sendo que, ::este ano, Cr$ 12 bilhões serão gas
tos em :melhorias e ampliações em todas as ci
dades de médio e grande porte''.
1
1
1
1
1 · l~ ~7;odi~o de luta e de herois.m~.-~uas terras Íérteis.. sua gente.
I
·. j ;:;eu p:::ssacJo iJ;_'str~ e sau futuro de .. esperan~. Tu és Bel.a Vista, a Prin-
1
cesa do pa. Neste dia que é o ma de todo o bel:l.vistense, a nos1
l mnsmem vi resumia numa frase: "Serviço é o que o homem tema
1
'. que d, , ..io n,unuo. Sern.r :t htunamdude, lazer algo por ela e as3im
} tudo I:e sairá ±em".
r -Pct:i11ér,s 'Bela Vista Parabéns Ex.:posilores-
l ,_:: Mariza Modas
a serem lançadas nos próximos dias.
Segundo o Secretário, "Cr$ 5,25 bilhões se
rão necessários ao iníc:o de novas estradas 'Í
cinais, num total de ~.500 quilómetros; CrS 13,
53 bilhões para substituiç:io de velhas pontes
na
{
I 1/07 . 41do
1000- Abertura da 12 EXPODE1, 63, pelo
r. Eucla o overdor do Eetwdo de MS Dr
Wilson Iarboa Martin e derali autoridads
Brlleita e Paraguaia e hasteameto do pa·
vlhóe Nacional, Estadual, Municipal e do I •
1t fIJ.d.
11 ;l() - VI ltn n1J Jl,1rquc
12.30- Almoço com as autoridades
14 00 - Abertura do Tornlo de Laço Wolk
Fernandes Monteiro (Classificação)
15:00 - Pencas de potros dente de lelte criou
los da rerido
J0.00 - Abertura d» rande rodelo Internac!o·
nnl com Show de Touradas.
2.30 - Orndloso Bn!lc d11 nbcrlmn cln t:xpoly l
69, com a apresentação de Luis Bordon e sun
Arpa ParnP,uoin, no Club.! do Lnço.
22:30. D,1!10 Popu!nr nu nnrracn dn PílONAY,
onimudo prlo conjunto mu,lcnl ~OM DZG,
8 00 • Aberturn do Pnrq110
0:30 • Torneio do Lnço Tnçn Wolkc J.tcrnnntks
Monteiro
12:00 • Almoço no Pnrque
14:00 - Finnl de pencas de potros inéditos
l 6:00 • Reinicio Torneio de Lnço
10:00 . Rodeio Intcrnnclonnl e Show de Tou-
radas
22:00 - Baile Soclnl no Clube do Lnço
22:00 - Baile Popular nn lrnrraco da PRONAV
18/07 • Scguntla
!J:00 - Abertura do Parque
D:00 às 12:00 - Horário livre pnra comércio
13:00 us 18:00 - Horário livre para comércio
J9:00 - Rodeio Internacional e Show de Tourn
das
22:00 - Baile no Clube do Laço
Conjunto musicnl SOM DZ0
,22:00 - Eaile populor na barraca da Pronv
Pln 19/07 • Torçn Feiro
0:00 - Abertura do Parque e hasterunento dos
pavilhões
. 12:00 - Pesagem dos animais inscritos para jul
gamento
12:00 - Almoço no Clube do Laço
19:00 - Rodeio htemacional com Show musi
cal e Touradas
22:00 - Baile no Grêmio Pedro Rufino em ho
menagem ao aniversário de Bela Visto.
22:00 - Baile popular na barraco dn PRONAV
Dia 20/07 - 4.% feira Aniversário de Bela Vista
8:00 - Abertura d:> Parque com hasteamento dos
pavilhões
9:00 - Início do julgamento dos animais inscri
tos com a presença do Juiz Dr. Dalor T. An
drade (Associação Brasileira dos Criadores de
Zebu)
14:00 - Continuação do julgamento
14:00 - Pencas '
16:00 - Carroce] apresc.,tado pelo l(l.o RC
19:00 - Rodeio Internacional e/ Show de Tou
radas
22:00 - Concurs.) de danças Folcóricas no Ciu
be do Laço
22:00 - Baile 11:i barraca da PRONA V - danças
do Pi.rlcão e Santa Fé
1
' (1
1 'J
1 83
.00 . Alrtura do Farque
i t do~ ,,nlrr.~iJ
900 . Continução do julamento
inscritos id
15.00. Palotra no Clube do Laço promovi"o
1 J
·'-1ll'1AP/I (l·,1Tljitr.;t Bro•iklra ele l l'S•
J• ll " I
quisa Aropecu{ria)
1900- Apresentação da Escoliha Hipica 1€·
cinto do Rodeio (Portões Aberto»).
70.00- Prova Hiptca apresentado pelo I0 o JIC
[de! (Portões bertos)
''o zoe de tcuretros de {o lglg em
'r',
phe r+ "±»s d Lr
:o'o r !o/. d P!0A]
'n) Abertura do Parque com ha t·.nrnentJ
,,,s povllhõe3 .
1:00 . Desfile dos animais premiados
':00 . /lrnoço com Expositores
, , :00 . Abertura Oficinl do torneio de Laço e/
, .1steomento dJs pnvllhõcs Naclonul e dos Clu
o .s de Laço participantes Taça de Ouro e Ta
a de Prato.
!!J:00 . Grande rodeio internacional com Show
de tourndns
22:00 . Baile popular na barroca da PRONAV
22:00 . Baile Social no Clube do Laço
23/07 • S:í l.::1do
8:00 . Abertura do Parque com hastcamc.,to
elos pavilhõe.;
9:00 . Reinício do Torneio de Laço pcln dispu
to da tnça de ouro e taça de prata.
12:00 . Almoço de confraternização dos laçado-
res
14:00 - Torneio de Lnço
19:00 . Rodeio Intcrnacionol com nprcsentnção
dos 10 peões classificados, Show de touradas.
23:00 . Baile de encerramento da 12.u EXPO
BEL no Grêm!o Pedro Rufino com entrega dos
prêmios aos Expositores
23:00 . Baile populnr na Barraca da Pronav
21/07 • Domingo
8:00 . Abertura do Parque com hasteamento
elos pavilhões
9:00 - Final elo Torneio de Laço - Cinco me
lhores clnssific:idos t:iça de Ouro, mais. uma e
quipe de Bela Vista e os demais Taça de Pra
ta.
H:00 - Pencas
18:00 - Final do Rodeio Internacional
22:00 - Entrega de Prcmios aos melhores gine
tes no Clube do L:;ço
2'.::00 - Baile popular na Barroca da PRONAV
Três has zzêes
%,+g gne{à pi pi ge
&li? üsG ~si&Gi
OSSOS impressos
1) Qualiàade 2) Preço 3) Rapidez
1
1
f
Limite
Bovinos Registrados pela
'}J
llovlnos com controle de fazend ".n I •
genético fornecido p/ criador até Cri l '· - 1 60
uballnos registrados ....até Cr$ 41060
Bubalinosde bom padrúo racial s • ·do
1
A· 'l r.
sudo o controle de fazenda até Cr$ 156.4 J l/, I
Matrizes
Bovinas registradas pela ABCZ atG CrS
220.8001)()
Bovinos de alta mestiçagem até Cr$ 73.200 0)
Bovinas ele módia mostiçn3crn até CrS G4.100,00
1 .
NOTIFIC/ÇiO INCRAtPPJ/GR/Nº 283/83
Com base no pnrágrnfo único do Arligo
4º do Decreto .Percrul nº 7G,G9-l/75 •~:mvo::~ •
mos para comparecer na :;ede do Projeto Fun
diário Jardim - INCRA, à Av. Duque de Caxias
989 Jardim MS, os Senhores Clúudio Angelo
ele Souza e Nimh Assunção de Freitas para
aderir ao procedimento natiflcntóri'l do l rn''·
vel de sua propriedade situado no Mm+cito
de Carucol i1S.
o prnzo para comparecimento e 1:Hr::
ESTADO DE IVIATO GROSSO D::> SUL
SECRETARIA DE SEGURANÇA rúB!.IC1
POLICIA CIVIL
Delegacia de Policia Civil de Bci,, Vi::t:1
AVISO
O Delegado de Policia Civil do ~t.:un:cir,i"
de Bela Vista MS, Bel. Lucio Alzira F -=rl'an •:c •
avisa a todos que por força de D:!i. é t:rmi
nnntemeni;e nroibida a realizacão de qu:11.wc.
disputa ou prática àe esporte no perímetro
urbano. nrincioalmente corrida de ca'!alos,
coniormê reclâmações havidas.
A prática ele esportes deve se limitar nas
áreas inclicaclas ou aprovadas pela Prefeitura.
Esclarece que tais fatos constituem cri
mes de Contravenções e furtos, pois QUC
ele-uns ~::::::::;; u:;;;,,,u,1 animais de propriedade
do padrão, sem o devído consentimento e pro
movem apostas.
Após a publicação deste estaremos aten
tos para reprimir e indicar os infratores, le
vando-os a justiça.
Bela Vista MS, 04 de Julho de 1983
Bel. Lucio Alzira Fernandes
Delegado de Policia Civil
r;
•
l •.
J J. r ,·
. (
:V..:':!.
E:n !cto mn c. )
e ll J. :e 1 1
5{ t' ,·-- ++r-o+a « +-«;.2! ir
Em lacta.ao (oms r ) cm r litro (a
Its/leite de produçao diária até Crg
;;74 100 í}'J
o!tiras e o'lhas m registro até crs
230 400
oItcirs e novilhas com re;:stro ut@ crg
2'..U.52fJ O'!
Notific0ção
qualquer manifestação por parte de terceiros
é de 30 (trinta) dins a contar d::i data dest
publicnçi'io. Findo o prazo tl:ircmo~ prosse.,,"U!
mento normal ao Proccss) Ratificatório em
q~c é requerente o Sr. W:,lter dos Reis, presu
mnindo não haver nenhum óbice ref,irente a ,,
rcguioriwçáo de J excco,o de :n,9,23 ln. (trinta.
e ete hectares, ·ovn'a e et: ares e vinte e
trs cent'ars), crif:do er :aa propriedade,
M12ri3n Werne ir·!a odrues
ExCC:!or do Projeto Fundiário Jardim
Portaria No 277 de 21-09-%2
Trihuna da Fr11ntt>ira
(Func.'ad0 f'm 20/2/19',2)
C.G.CJ,1F. 15 513.203/0()01
- Registro no Cnrtório de Títulos e
Documentos n.º 35 -
Diretor-Responsável: Ivaldo Pereira
(Jorm,lista Profissional, 1'1.atrícula
JITPS n.° 140)
Aclrni.nistrnç5.o. Redac;ã.o e Parque Gráiioo
- SEDE PRóPRTA -
Rua da Repúbllca s/n - Bela Vist.a - MS
Fone: (067) 439-1410 - Ca.ix:l Postal _23
Diretora: lTaria Estela Velasquez Pereira
Gerente: Gilson Silva Santos
Depto. Circulação: Marilene lIarin
REDATOR-CHEFE: Ivaldo Pereira
ASSlNAT"uRAS
Bela Vista: anual 6.000,00
Demais Municípios _ 9.000,00
~"DADOR: Ivaldo Pereira
Um órgão àa Rede Belavistense à.e
Jornais Ltda.
Representação em São Paulo e Rio de
Janeiro: T . .ffiULA VEÍCULOS DE COMO·
NICAÇÃO S/C LTDA.
Rua 7 de Abril, 282 - 5° Andar
Panes: 255-2579 e 2.55-3·192
Filiado à ADJORI e ABRAJORI -
l
1
1
1
l
.. __
TE IS 22 de JULHO Parque de Exposições Rio Apa
"A MLICOR E MATO! EXPOSYÇAO LO INTERIOR SULMATOGROSSENSE
IW!lE!OS PE.!'"C!'S - S30WS - H,ILE~ - E O DESFILE DOS
1E3.:13ES C.MP;OES
MARQUE U ENCONTRO COM A :'.t.'..!OR FESTA DA FR.O!ITEIRA
SUL
ESTE
"A
iNúNCto
EMPnESA
t CORTESIA
QUE SERVE
DA
IlELA
VIAÇiW CRUZEIRO
VISTA E REGIÃO"
DO
cone
l'tl.en
sta-
,
t:r. tn (lntn, qunnclo come;moramo-; o ü5"
'1rio dr crrinnc!f)nç:lo polH!cu-aclm!nis
r-nJçc.r~ cJi• J3(;ln Vhtn, sentimos-no:, honrados
1;:iriv~vinr
11
no'>sa rncn•,:114cm, que Ginteliz:i
",4 desse Llslativo, imbuídos dos maJs
a«"" ~oposttos de contlnunr trllhando a
/
ru,f''J •
1
. dll rl:1 cr,p'~rnnçn, alJcerçndos no Jcleal
str" ue o trubnlho permanente o a res.
off!U!ll '> •
..a i!ldnclc concede nos homens publlcos.
pon ;1r/U/[,JJO E HESPONf,;/RlLIDADE •
te biénio está a síntese dos vereadores be.
DO LEGISL
r
Javlsten:;e3, sin C'>e e-ta que nos incita a bon
rar os; exemplos que nos legaram o:; runda<lo
re:; ac Bela Vhtu e aqueles que lutaram e
ulnda lutam para o despertar das pot.enc!ali
dades da tc-rra e da gcn!e rrontcirlçn.
SO:VIOS )'IOVI:i • 0()/0 l'O!T:lf>f)'i que ll('(',
clnrnm c':lo povo um herança de trabalho e
dignidade, comungando os " eo;rr10~ ld<:hb.
ntrontznndo no símbolo d1i Jw,Oça e da Apli
cação das Lels, s mesmas idéias de ontem e
d e hoje, q u e s e mesclaram n a simbiose que
• f• • r4
,,, . l
l
l
1
» »
r ,! •
• .. • • 1, , ., •
'a' . l , . ' ' •
... 1 : ;·
., '
Sergio Perondi
eleva e que nos dá suficiente cor 1 •n p,11
p:-os5:t"'Wr rl'l lu a.
UOJ.C :IIAlS DO QUE NUCA, a to o
'!lfllll'lca que dl.JO"-,l 1[ .. !11 • m nos as sua m 1
vlvs perance deixamos o d afio da boa
Jut:1. da luta que constroi e Cl.lU oldfrca ti
verdadeiros ide,is d roerá ieos
Ao humilde trabalhador, mp1t·,.1r e, ul
pecuarista. fica a nossa € tz que Tp..st!
•
" , !
°
t.. d ! .- ..
Anselmo Lopes
Ir
,
.
' •
~~( ~
:-.-:;. . .. ,,:; ',
ig; • :
$.±: " .s e
i-%.4. «.,o.r?
i..........--....-..«...t°
1.
l
ti I l',rnlllhl, dt',
1 .I'- l • 1 tTilh ••
. e pora o alto,
tino qu a Hl,L d.1
lt•.!., ,:-- 'Al'Hó~PI·llt
'J !'1l)..
Evilásio Miranda
ClRudjonor Roclrigue:; Cassio Acioli
.... _
so /
0
s fun~adores de Bela Vista., o nos
.. 1h econhecimenLo aos aue hoje traba-
am d•uturnamente par; transformar
em realidade os sonhos de todo os bela
vistenses
lh '. ~-nossa certeza de que o traba-
%; o,oro da 3:rincesa do Apa
Ms. os muruc:p1os mais prósperos de
' Convocamos a todos para comungar
:~.sco º. mesmo ideal, visando o cresci·
esta LOdururorme de nossa região, o bem
r e nossa gente.
_,__ _
BELII VISTII
. Sinto-me orgulhoso em estar aqui
com voces, vivendo os dias de entusiasmo
pela realização da 12ª ExpobeI e aniver.
sário da cidade.
Em nome do povo de Jardim as nos.
sas mais sinceras homenagens.
PARABl!:NS BELA VISTA
Parabéns Expositores e Organizado
res da 12ª Expobel.
Engenheiro José Vicente de Sanctis Pires
Prefeito Municipal
-------------------- ~-~---~~ --------
Sentimo-nos jubilosos em participar
da alegria do povo belavistense, na come.
moração do arüvers:lrio da cidade e rea
lização da 12:1 EXF8BEL.
Acreditamos que E-:!la Vista, através
do trabalho cie seus filhos, dos esforços c;_nup...,. IH.i'.'l'ICIPAL DE JARDIM
conjunto:, ele suas autoridades, pri11cipal• José Carlos Mediros Rc2ha
mente do Execulivo e Legislativo, atin- Pr2.,;idcnte {rDS)
girá em :;urto espaço de tempo todos os I.incy de Va1c Gom!:s
seus objetivos. '.'i:!e-Presi.àe:-ite (PDS)
Hoje, mais do que nunca, é preciso RQm~i!l:lo fü•ito e.! :.füanua
acre:iitar na terra e no homem, a noss9 (Secr~tái•io) (P}IDB)
região está prestes a se tornar uma fon Aliredo Jorge Situeira Ribas ( P::VIDB)
te de riquezas e de participação maior. C?.rlos iIúrcio }Ionteirn Sá {P}IDB)
Para isso necessitamos do trabalho con- José Atanásio Lemos Neto (P}IDB)
junto de todos. • F ~ Jose ransci.,, o da Silva Fillul (PDS)
Devemos viver confiantes e com es- Luiz Afonso Siqueira Ribas (PDS) 1
peranças, e não viver se lamuriando. A Yi"ilter elos Reis (PDS)
troe _ e
força do pensamento construtivo é fator
p,imor(:üJ para se alcan:,a: o s·.1~1:sso.
PARABENS BELA VISTA
1
Administraçóo: Aronso
Afonso Dillon e Esposa (Oorlnha)
Qunndo assumiu a Prefriturn r.1unicipnl ele Dela Vista,
dln 13 ::lc m:ifo de• l!lll2, o prefeito Afonso Dillon Nunes Leite,
homem simples, oriundo cio povo, :;0111 um pussndo ele t rab:i
lho e de nmor n sun clclnde, àlzia n um r,rupo de amigos
"ofC"rccl a minha dccllcnçüo cm pró! de e la Vista, atingl o
màximo cm minha carrt'lra pnlitlca, 11:ira mim é uma honl'a
ser o prefeito desta clclP:lc. N:in frustral'::I nnsrios e lll'lll me
Iludirei com P.~ vlt6rins. S1í posrn pro me lrr uma r:ii.::~. ilar
o milxtmo rle mim mes:no. Tenho cerirn1 clt' qttc' o p:n·o s:1-
bcrá comJH'Crnclr1· as minhas ntitudcr;, 1:ols rnc::rarrl l''.ic
dcsnfio com muita sericd!lllc''.
Assim tc.n sido n nclm:nistra::r-o cl~ 1011sO Dillo:1. um,
sequôncln ele rt0s rc>spons:n'i; e cocrontes com rói
!ilosofln do homem que se mcscb C'Om o p::ilíti:::o ' r ~(lm·n:s.
trndor.
Município privilrp.iado j)O'O on'clrn e- tralJ~Jhrcl'lr. m 1s
r.lt.amentc exigen·e cm m'ltériris ele co!s~;; oúbl'cns. Dela V's!n
vive uma !nse de trr.nsiçfio. H0. ne::essicla::1-.s prcmen'es ,10
campo socinl, mas hn tnmb:!m cxir;~:icins rle ordrm t•rb.1nis
lica que levam o ntual prefeito a se clesclo1:·nr 1wo~urnndo
sanar falhas e realiwr obrns que o povo tf!nto rcivincl":::~.
Gcrnlmentc, qucnelo se comemoro o an:,·cr~árb de unn
cldaclc. o ::hefe elo Executi·o npro"citn-êr elo clima festivo
paro fazer um rctrospccto de suns rcnli:wçõl'S;:) uma chnmnch
a suns pretensões. J!: aquele "elho negócio, fiz isto ;:) inrei
aquilo. Afonso Dillon pensa diferente.
"N15o h? nrcr <· foi; 15 4; O·to+?3
sob um prl<:;m: dl' 1·.
0«'1011s~lJPi1l:Hie, ll:; C''i•·-: • .-.,~ r,:r-:: 11
feitas poro11" nt·pcls:n-vm serem feitas. (, :• r,ºC't•r;;n (l" i:•n
plvno ele trnbnlho n
1lccr:;n!lo c-;n nossa rea!iclnde. Sem fan
fasi:ls. Sem olimismo barato. iTas cheio de fS. de esperança,
rlaouclr certrza ele que cslamo:; fnzc.i:,o o c:::rl::i no mom:::;ito
exato".
Nurnn :,tihir
1
" rle ror:>r>em sobretudo sem receio de
ferir Sll."<'et ihiJi0:irlrs. Afonso Dillo:-i Nnn~« I :_,ite Yiu oue c•n
preciso "rnr cva r· orle:n, reet ·trr toda a sistem:é.
1ir-?. interna Gn mnni·ira!i1de ara deis pzrtir para r.?:-l·
lizar s obras +ece:;ri1s".
"Quem C'l'll':i os ~"!!< nn
1r~('.">;Or<'s n:,10« erros do uresC'n
to n/lo l"l'("'rpro o l"'nTl"'r. de ;-,:-]rn[ntotrarlor" rl':,:i:i, ele n n'"lSS'l
rr>nortPPC''11 ","'e havl~ rrros. crn!U pr-lnrin-; r.:is particulnri
clndes lnerPntes :,o morFlo lmnosto orhmdos ela conjunturn
e mf'todos do u ta!has e desvios"
Ao mudar a estrutura udmlnistratlva. remanejando, tmns
ferindo. Sõl'ntlndo esforces e vontades nrocttr1tndo unir e for
tlllecer os aspectó:s positivos exlstentl:'s. • Dillon iniciou n
/molantnel!lo dê um ,~s'l'lLO. :Esse e~tilo evidentemente, 110
início, gerou controvérsias e m1l e:1''..':-:c!..!2:,:;,
O ESTILO DILLON NUNES LElT:€
Ao coment"lr sobrf' as divergênc':is existentes no início
de sua ::,rlrninistracão. Dillon foi taxativo:
"Trnl10 um nonir' :1 zelar. não soa un, homem rico. o
r,ue rlt>b:arci a ml'us filhos é vm romne. é u ida clP traba
lho. ~,. " 11ovo de Tolo Vista qr um re"eito rtcdícarlo a
sr cidade. comrecnlerá todos os menus n'os. tn :u; :,<: mi
phas atitudes, sejam cks tlc caráter políUco eu :!:"!.ministra
t.ivo".
E o vendn,;al atingiu !l Prsfeitura de Ecla Vist'.l.
FUNCION ALISiHO
um edüicio deve ter um alicerce forte. !":>b pf'na de ver
mos ruir as sun, estruturas._ Assim ~i!ln11 entw:leu. Assim
f
, Demitiu vários funcionários "aqui é l:ar para se trah:1
ez. • , • • • p • 1
, , ,, nomeou outros. trans,enu e rem::meiou. • reciso 'r
,har ' . •oe preciso de gente que queira re:.ilmente SERVIR
uma eau1 • ~ ,.. . . .
VIST
A mas uma eqmoe pree1~,1 ter um CHEFE e res-
• BELA , · • · ,
. . E sou
O
chefe. se hom·er erro<; ~,rrc1 o unico a 1{,cl
pe,ta
10
• t então
3
mlnlla rc-sponsabi.lidatle é maior'".
gar por e e~t fo~ sempre que não é adepto de improvi-
O prefeito enI :.,1, 4a.s,3-.5- < +;uejaiu
- . f 1ÍVf'1 f'jJ!I' !" . --··• •• ,., .. ,,_,, L" l'' ,.~ •. <'
sações e nem 1n1a! '
Dilon Nunes L.eite
AJTIES KAFURE
CHEFE DE GABINETE
Aclmlnistrnr com o povo nfio significa compactuar cm
nooulismo e dcmn!:!;orda. "'.1s ,·czcs é prccíso d?r um
3
:, palm-i
''"~
11
0 filho 11rsolJC'dicntr para que C'le cnmprcC'nd;1, o ~rro.
... • · 1 n' ra··!a
rsto não siJ..'ltifica que não o amamos. nm1to IJC' o co •· • , •
;. sinal llC amor'',
VrrlH!S, SPmnrr Um Problema. ilas Há so! 1çiío .
Fnln-se n todo instante em crises e mais crisas. difcl
,'!Jrks nnra se rnpt:ir recursos. nlocar verbns 1:nra ~"al11.~c;i 1
,'~ 01,rns. Neste nsnr:-to o orcfeito ele Dela Vista 6 rl s ~--
rc-clr nur o mt;ndo oxisto. isto o roblm 'o ,.l r'
1
,r• •
T') () rrhlm 'o rcros ma'orais Tudo o rc·mo do ,...,..,_
r-o cncaramos o problema. A nivl de a@mini tr» vi ;_
·l, ralmnte. o problema do vorEs é m ronc';sr»to "TI
t, me: p'ir e rã 1
37. 0 rcí't1rcn n1n !=;c1n :1.crcsc<'n ar • • , . -r.
·zrlas mns há desress necessárias. devemos RTAR TT.
P"E:S1S fazC"r o m:í•,im0 com o mínim-i ro>~:;:c!. Tr.t) c·:!<;:-
ccrificios, mas na vida nada se ía7. fC:TI sacrn1c10~. ,e
t,: Prcci:::-i fris:!r ouc Dilnn ontend e" o sr rr 'n
sareiro" o suas atitudes "duradouras'', ou sei "cu pascarci,
n:~~ :r. 1:1in!1a-; idé!u:; e n,cus ntos pcrrnonc:cr~
1
0.
TRII3UTACAO :VIUNICIJ'AL
ARCENIO LOUREIRO
Se nào há rccurs:is suficientes FORA DE BFLA VISTA,
vamos dinamizar, agilizar o setor de tributação • e alcéar re-
cursos próprios. • • ··, - • • ••
Hou,·c muita celeuma em torno dos imoostos municioais,
muitos desr,1conlros e mal entendidos, ist:i m:iis por fatcres
extra administração do que própriame!lte pé>lns mudan~n,:
cccrridas.
A nova tributação se fazia nccsíria, houva uma va'xi
za;ão muito grande dos imóveis, hoje a ra'dd> é 'ia
rr to8). O imost ave vo ra?2 é o pro@r;:o ano ·v. ±
r-.- ·- t•r;: J111·,icir,:-l de Brla Vis,·1 f. 11m:.i das l'<H.:ca, qu:?
I
1C :-F.l"'S CC'r.íFROiPC::SOS Eil Dli ,. ·1,;,--:i··1 -, J"•:ir
racinalmcnte os seus recursos, "Se antes não haia @:reio
. para s obras, hoje estanws nos preparando p::ra in'~iar •1.ir:
ri e melhoraurentos exigid o' r-:ovo isto ~:. !'!'i !=:-_::::-~.:·-
• ,,. , ue cs n,rbas CAIA1•l-cl::i CÉU"." '
A!:õFALTO E MEL"P.ORTAS
13.5.89
r-:..,tro a0 poucC's dias ini"ciarcm:;s as obra,; eh, i::1vir,1"'l'J.-
·,· - asfáltica do rva Barão do Welgao, terminamos a; c
1Jr.::;;
<
1
c ,_ cimentação na Praga A]varo Mascarenhas. Isto tudo cm
recur-os préprios. sem recorrer a::i Governo do Estnd.o. Eá.
en :mdomento, um plano de trabalho, evidentemente, que
não se muda uma cidade da noite para o dia. Sempre há· as
i:rioridades, às "ezes, por força de circunstâncias ;lheias a
~:;:::ª vontade, somos obrigados a mudar objetivos, de secu-:i-
1.anos para principais, ou vice-iversa. Nossa administraçi'io
da mnh vi duas
tucão onao pref : D
COMUNAL; PI; O-G
r.:.:i..rç0, 'a :s ':.6°
.::.:c.1 :10m1 irt·o; ta Dia ·, i ·:,
de D1.··.: • e e.!·· l <•
1
,· !
rsit Ec.a e L!a Vi:'a
r:rr.·;.::,f'..,l~ U. ~~- ''rjr_ r
c·o•· r:cla 1;opi.!l:.:e~~o. :,:--.", l•:·
rra :rcba?har ..a ch.
dr incio ao trabalhe •
c;tá ~cnd:> f:.:ito.
r2:ar das chuvas z 1 t
ramntac ·!+ia + ,V;
início as obras do "e±porco d»
cb:-õ': aue serão feitas c --:-.., n .... ~
rvicira!idade, ada'rid. .a ..i
7' i9ti10 de !por 1in :,o18, 7ar
t r b m as cstradnc:: vicinJi••. n :,i· f ~ i • u ~ : • ·.!' -.., cm ngcci-
çõcs µara ;;dquirir dois rn:-:,i:1!t,: _
Cua__r1do assumiu n Prcfritur:i. Dil,:,, X,,,~rs L,:i·r tr:iro·J
um plano arriado de :,r,ras. ; ••,,-:'. : d D i ' = o o Obras
aue tem a frente o cnen'ir Dr'! C +.1o nrtod 7i
ela ct::1t:: ~::o te,·:-.:!:~Dr a ;;-:.,·!.:-<: ~- - .. ; l"l B:.r.ío
do
do
90
(
. 'i - 1 1
-r
83
• : '.TO , .
r r
1 • 1
,,
~ r-r'.!
-,, r=- ~ r
7
·• ""T~ 1-:-:,.,.
lIe.g. .. ço. e tun102:n 1:11 .... nr o .... :"..J:, ~-- -.v- .:e. .
Além dns obra;; nas rut,'3 elo centro, Dilbn e:;:t~ c.mpen~>
em agilizar o Parque na prui do Ana obras aue e ii"
.onC:ni:.c - ...
:·_::e.a
s::;o_ q•1ti:.
ir; rd
~.,:,·. a(l'
~- : ... $, m;
'1 _, ,
"
+e'
uns«a
( .
h?van.
le ca.
ature.
llslru.
• mol.
n h a
5.
1 a!
pos.
ada
~-~---------=,~ •
f . ,
, ... 1
...
»
r
»
f •
a:'
i , ·
r-
----------------------~-------~~· -------•----
o
p:,, ,r,u,y e; um·, d. maiorc~ atruç,jc~ turís-
0 e ... _ino
fro,,teir.J. t,. um mundo :i parte. Mundo de om, bele
tic, s da
(
•
1111
)1, ,. A r :>,t • ;,, lun ·J,, C',1 •. ino .. .i;, um con'i-
~a,1ues "
l
c.-·J 'l' 1. ; ,, r r a permnça ] :,r.t nnuto.,, no.) pnno::;
e ire"
.i: t· no jorro da orte. .Ji, d;,:ia o poeta que
:i:; m.1A LOUCURA
Nunca um cliente entusiasmado definiu tão bem· o CAS
SINO, quanto aquele paulista que veio a fronteira sentir o
nlma ardente do fronteiriço, o charmê e o romântismo das mu
lheres, ao definir· a presença de dezenas de pessoas, olhares
nervosos, mãos ágei:;, palavrns profcridus ao acaso: Ê UlV!A
PO'.XTO DE ENCONTRO
Quando o bzlu·istense recebe algum amigo, pessoa ilus
tre, ou quando chega a c;idaàe algum político, ulguma autori•
RODCLFO PEREIRA
O dir lor dtsta Casa de :::onhos é o empresário RODOL-
FO •
,,REIRA, ela±stense de coração, se=sentino roxo, apre-
or do bom vin.ho e d:.!s bons coLas da vida Rodolfo Perei-
ra, hornem ligndo .:i vários negócios na fronteira (armazens., .
Pecuária . - . . .
e exportaçao) e pessoa dns mais gratas na sociedade
,,
tebviste•isn s .
• e. iemre pronto a colabor::n- com as imcialivas co-
tnuniiári·'s •
u está participando da 12.a EXPOBEL
E o
f
---~---------------------
dade, o primeiro lugar onde se leva o convidado é ao CASSE',O
PARAGUAY, ao RESTAURA.1'TTE DO CASS!NO. onde Yocê
encontra pratos finíssimos e iodo 9 tipo de bebida importada
*
.
nal ,, ,> .,, ,,! . d 1 .. t'< r crn, !;Ir!,, q1H• 11 1101l,• Jl;:lll'Cl'ITI
adormecidas no mundo do onhos e du•;
l romc: •. o C , 11w ,. 11111.1 pt 1 ,•n< ,1 m:,,1,ca,
LOUCUfü.
Sim. é uma loucut,1, in briante loucura.
Quando i·c cr ilicn o JO/'IJ, r,_ sta aquela fr a s e ., e
tilo comum cm Ikla Vista e na fron r-irn: JOGA QUE,:-1 QU!•,H,
agora ir no Ca:;:,ino, ao He:,.nur;..nte In_tc:rnacional;_ (!, :,i~al_ de
bom gost.o e de frequentar a melhor sociedade de Bela Vista.
« 77
l •
1/"" I'/.
(Wiskis, Llcore;;, vinhos e conhaques). O Rcstaurauf.e do Ca.s,
si.no é o po::to de e::contro <la sociedade belavistense. ali se
conversa sobre as últim:.cs noticias f.ala-se em altos negócios e, ló
gicamente, admirar-se as mais belas joV(;OS da fronteira,
(promove a 'inda d'.l artista Luiz Bordon), i.!lcentiva e parti
cipa de lodos o:; E'e::.b::; esporU-vos, culturais e sociais da ci
dade. Dedico especial carinho a Bela Vista, todos os ii.nais de
semana es'â na cidndc, recebe os ai-:-iigos no Restaurante do
Cassino, onde sua presença simp1es, de sorriso aberto, cativa
os clientes e eleva ainda mais alto o nome de Beia Vi<;ta. No
Restaurnte Ca Cassino Paraguay as pessoas de bom gosto se
euc:onram pnra o bzer <-nd.io, o p:wo nmlgo -e.a c.esconlração.
-------------------'-
O Carnnv! Helavstenso está sendo cons!
(drdo o terce!ro do Estado, principnlmen!e
o rcnllz!ld0 nn C.:1t-mlo P"dro llutin<l. O cr,n·
curro cln farta/ns promovido todos 0 {nos
pela 'ifilDUNl/(;rtf:MJO j:1 :;~ torn,,u (,!lli.o
J
SUR/l.i11). GEi.EH.ATE • Em cada ll?llú
umn funtusin dlierentc, u grnçn, o churmc ü a
do vi ltn'.l clo c;-imo.v·,I !ro:itcir!ço.
A dirr•orfr, do Clube e 0te Jornal J4 es
to elho do rormaç» para o SUPER
e~ ":,V, T, l, 1 //IJ.J •,u ,1·•nt.,r(1 todo, 0<1 <!e,
m •i. z : ll" ,,.1; ·11.G l:',J'·· Na pauta a contra-
vele! is ovem pelavitene. Ganhou o Ululo
!lo "Fwtasla Luxo". r-01 um dl'slaque especial.
t:cf,;;.o de urn dos me!hores conjuntos do Brasl
"npr•">fntnçJ.o dl' artl~t:!.!I Q1.nnto ro e- n-:ur'-O
de fantasias haverá inovações e valiosos prm!-
0'1 c.m dinheiro Nunc:i ó,drmnls 1~mbr r ori.1.-
1:,vilho•o carn.-iv~I 113 quando º" foJ:(,c:1
MARCOS LO±IS IODRIGUE ANTUNT. • O
grande campeüo dos carnavais belavistenses.
be'avistenwes dvrm um
lera e bom roto E.
fe t,1 n, , 'a f: 1 ••
do cA
IG.o» os anos ~aICO
nalídade.
da urn sl,ow de orii!
1
IliLABIZOLHO • No balanço do samb:i,
na alegria contagiante, no embalo livre e c1:elo
de veneno, o bloco Balabizolho foi um grande
dos campeões do Carnayaj
198:i,
Belavistcnsc de
PREiT,lADO . O Bloco dos "Palhaços em
Noite de Festa" Braulio e Angela e Cassio Acio
ly e Dalva.
/:S :'.!EU:,o,,O:,.'~'-, • /1. su:w!d2d(!, a gcÇ'l
e a beleza. As Melindrosas : N1aria José Alrr.,i
da e Arlete Fernandes.
do
pr
.n
cer
niu
BR.ILH.'.1"TE APRE:::iENTAÇAC. ifa;ilcte
Rodrigues Corréa - todos os anos a mesma
alegria, a participaçüo, o samba no pé e o chnr
me da mulher belavistense.
,..,-,~7"'"--:::::-::;,r:~""'-:"'i;:::;:-"'r.'':.lr-'"-"'.,;:;;iili"~".1il81 .. II •r-◄:&Wõllt'!"''""'""<>-"'"lg-fl&'II.Qlll!l4'!1"!!+'l"J'f.l!l'::..,i:"y':!1~....,__,.,..,u ~-~ -
• 2."
»<z
• J' • 1
...
1
•i
i
l
U, ·.a--.-J
l
as.sstid
OS FRISIRAS • Foi um cspctiiculo a par
te, a magic de um entusiasmo que leva o povo
a sambar, a cantar e a vh·er a festa do Morno.
/1. sadia disputa proporcionou um espetáculo
·"
. ,
.
'J. x.,.:. .
... _ 1',..
tic cores e vibração m!:-squcch·eL Tumb<!m iol
campeão. OS f1UEIRAS, ficou a promessa:
Nós voltaremos.
SDIP,~T!A - O casal Preto e Bernad=:t~ •
um fl:1grante descontraído, a simpatia e o C:·
rinho de àois jovens que enriquecem a noSõJ
sociedade.
ESTA PJ.GINA ~ UlIA Hü:IENAGEiU AOS ESTUDANTES BELAVISTENSES AOS QUE PARTICIPAR
LHO E FRIEIRAS QUE DERAM NOVA lYiOTlVAÇAO AO NOSSO CARNAVAL. o cRéMro }ipn« "A Do CARA!A1 Aos INTEGRANTES DOS BLOCOS BALABIZO.
1984. • O RUFINO E ..1.0DOS NóS ESPERA.~OS UiHA PARTICIPAÇAO AINDA- MAIOR EM
ru
0e
~ ~~ "~'-'h""'""''''·""~X ... ,, .. ~~----c-..r-:~ -·-::-~
"" . . . . . • "' l
1
j
1
"BEIRA RIO HOTEL"
de Felix Herminio Feres
Apartamentos, Bar e Restaurante
CLASSE A
Rua Gel.
Fone 22 PORTO MORTINHO
Pedro Celestino 398
MATO GROS"'...O DO SUL
"O LAR QUE VOCE SONHOU"
"BIDU HOTEL•
de Felix Herminio Feres
Quartos, Ventiladores Restaurante Anexo
Atendimento dinamizado - maior co-•orto para
,u seus passeios.
Rua Dr. Correa 380
P,OR TO MlJ1l TI N1'!0
MATO GOOSSO 00 ôUL
I
,,,
E l Y IS T 1
l ATOS IlfSTôlU OS
:.)I
Escreve: Jo Joquim Ferreira Souto
homenagem que prestamos hoje à nos
, BELA VISTA, na data aniversária de rua
te4@f n cteporia do cidade, induz-nos a di-
e1?' d o
per rerum!das plavras obre a una h!stria,
[«ta é, sobre o povoamento de eu solo desde
pr!melros homens que perlustraram estes
entes, os seus dominadores ainda na fase co
lnla], s bandeiras paullstas e finalmente a
lpocn da Jlxnçi:o do homem neste rico t.errlt6-
rlo, com suas lutas, suas guerras e a sua tm-
era de brasileiros Indomávels na manutenção
~
05
suns conquitns, s11ns rilorlns, t1panúgio do
estoicismo de heróls que letaram à posterida
de, pinas brilhantes da História Pátria.
Data do 1524, a primeira incursão do ho
mem c!vil!za!o per este ;t'o, Foram os Por
turqueses os pi ros incurionadores, vindo
depoi; os E;n±: ávidos de tomarem posse
da terra para na Cro de Espanha.
Aleixo Car 'a, {oi o primeiro Portugues
que pisou o a! '«toroscne e naturalmen
te de Del Me!a qundo, aquele ano, cruzando
invios rertõ, de:do S5o Viente travessando
caudalosos rios, chegou ; msrer: do rlo Mi
randa de onde, seu!do-e até o Rio Paramual
te naveou run: acima e dopo!s por terra,
sempre na direção Noroste a procura de mi
nns como faz!am na época os exploradores, foi
descobr!r a Serra de Ln Pinta, nas cordilheiras
nndinas, hoje Polos!, na Bolívia.
Em 1531, Pero Lopes e Francisco Chaves,
também portugueses penetraram pelos rlo'.J
Tieté, Paraná e de Salto Grande, pelo Cnminho
do Oeste á procura do lugar atingido por Gar
cia no rio Paraguai.
A primeira inscurso Espanhola foi chefia
da por Joáo Ayaln cm 1536 que subindo o rio
Paraná esteve cm nosso tcrri tório, seguindo
depois para as pingos peruanas. Outros espa
nhóis também passaram pelo nosso território
mais tarde, dentre eles: Alvoro Nunes, Cabeça
de Vaca, D. João de Quarai e Domingos Mar
tinez Ilara, além dos Jesuítas que fundaram
terra. expulsando os Espanhóis para o Oeste,
jn no ano de 1681.
F'icnram célebres esses paullstas autores
do nosso domínio nesta região meridional do
Estado, pois que, do contrário, os Jesuítas es
panhó!s teriam tomado estas terras que se es
endiam até os rios Tieté e Sucuriú, em cujas
cercan!as existem vestígios elas ruínas dos es
tabelecimentos que fundaram na Serra dos
Baús.
Esses Denodados bandeirantes foram: NI
colau Barreto, Antimio Castranho da Silva, Jerõ
nimo Bueno e Antonlo Raposo Tavares, que de
pois de atravessar o nosso território subiram o
Rio Paraguai e desceram pela cabeceira do
Guaporé, entrando no Mamoré, Madeira e A
mazonas, inào até o Pará, para mostrar a todos
nós a sua energia e fibra, de descobridores que
etettvamente toram com suas andanças os cons
trutores do nosso dominio nesta região do
Oeste da Pátria.
Depois, já em 1660 a andança de Luiz Pe
droso de Barros que foi morrer no Perú.
Em 1675, Francisco Pedroso Xavier, que
entrando por Maracajú, atacou Vila ~lca, no
Paraguai, levando grande pressa de guerra,
Muitos outros bandeir:mtcs paulistas segui
ram a trilha dos primeiros, sempre com a in1-
tenção de prisão de indígenas.
A última que se tem notícia é a de Manoel
Dias da Silva, não para aprisionar índios, mas
para garantir as nossas fronteiras que abando
nadas voltaram de vez em vez os Espanhóis a
inscursioná-las.
Embora já firmada a nossa posse os caste
lhanos começaram a invadi-la tornando a Manoel
Dias da Silva a missão de expulsá-los.
Em 1750, pelo tratado de Madrid, a Espa
nha, baseada no "utipossedeti", reconheceu os
direitos da Corôa de Portugal sobre as terras
conquistadas pelos bandeirantes paullstas, con
cordando com os limites nesta parte dos ter
ritórios conquistados: o Rio Igurei. e de cabe
ceira do rio Apa e por este abaixo, ao Rio Pa
raguai, continuando os limites por outras regi
es que não nos interessam agora.
Como vêdes, Bela Vista, antes da sua fun
dação, em seu território feriram batalhas pe
la posse da terra entre Portugueses e Bandei
rantes, contra o invasor castelhano que dese
java levar suas fronteiras para leste, mas, for
çados pelas Bandeiras recuaram para Oeste.
Firmada a 1ossa posse, em 176 foi funda-
11 N IS T
SEUS POVOAORES
da a colonla mil!tar de , tem!, à murem es
querda vinte léguas da sua for, que ervln
do de base s expediçes era uma sentinela
contra qualquer acomet!da dos Espanhóis, Ee.
te , _m Outubro de 1777, Invadiram-na e a des
trulram, apesar do conhedrr:cnto de estar ter
minada a guerra contra o Paraguai.
O tratado de Santo Ildetono, ass!nado em
lo de Outubro de 177?, porque o convénio de
E1 Prado de 1761 tinha declarado caduco o de
1750, reconheceu a!nda os nossos diretos o
bre esta rcgiiio restabelecendo os limites, mas,
por Igurel, Amambaf, RIo Correntes como era
então chamdo o Apa.
Apesar de novas incursões, uma Comls o
demarcadora parte de Assunção cm 1782, che
gando no morro de São Fernando, em nosso
território à margem esquerda do Rio Paraguai,
denominando-lhe de Pão de Açucar, corno é co
nhecido até hoje.
Em 1801 D. Lazaro de R!vera Invade nos
sa fronteira e ataca Coimbra, sem resultados,
e, nesse mesmo ano o Capitão Juan Caballero,
do Exército cspanhól funda cm nosso territó
rio, no mnrgem direita do Rio Apa, o forte de
S. José, e ali se instala. No ano seguinte, for
ças brasileiras do Presidio de Miranda. sob o
comando do Tenente Frnnclsco Rodrigues do
Prado, atacaram, matando o capitão Cnballero,
aprisionando a guarnlço e arrasando forte.
Estes heróis, deram fim a luto de conquis
tas espanholas em nosso território durante o
período colonial, sem o que o Brs!l não teria
sua soberania sobre estas terras riquíssimas.
Vieram as fases das Independencias, Argen
tina e Paraguai em 1810 e 1811 e o nosso caro
Brasil em 1922.
Nova esperança enche os corações dos ab
negados patriotas nossos irmãos que, desde
• tempos remotos, por sell.:'I ancestrais firmaram
a nossa Naclonolldade e novos acontecimentos
vem seguidamente se assinalando neste rincão
que é BELA VISTA, facelra e sorridente para
o futuro.
_ Não há dados seguros sobre os primeiros
povoadores deste município antes dos LOPES
e BARBOSAS.
Em 1845, de 21 de agosto a 15 de agosto
do ano de 1847, Joaquim Francisco Lopes, nas
cido cm Minas Gerais e João Henrique Eliot,
encetavam a mandado do Barão de Antonlna,
João da Silva Machado, excursões nestas para
gens para abrir, estradas que ligariam São Pau
lo a Mato Grosso, via Paranápanema, Paraná,
Ivinhcma, Brilhante, Nloaque e Miranda, con
cessão feita pelo presidente de S. Paulo àque
le Barão, pois nós todos sabemos que naquela
época· Mato Grosso ainda fazia parte do ter
ritório de São Paulo.
Outras excursões foram feitas de 1849 a
53 e 57 pelo mesmo Lopes e ainda que, com a
intenção de posse das terras percorridas, não
resta dúvida que animou a muitos a se fixa
rem nestas partes do nosso município, pois era
ele na época ,parte de Miranda que abrangia
quase todo Sul, depois de Santana do Paranaí
ba.
Foram pois, os Lopes e Barbosas, os pri
mitivos ocupantes das terras de Bela Vista,
vindos depois muitos outros.
Nessa época, surgiram os primeiros sinto
mas de animosidades entre os Paraguaios e
Brasileirôs; muitos brasileiros eram presos e
levados para vizinha República, cujas forças
entravam em nosso País com o intento de hu
milha-los.
Na Corte, era notória a maneira hostil co
mo eram tratados os nosos patrícios da fron
teira. Em Assunção, o governo de Solano Lo
pes, já se preparava para a guerra que se avi
zinhava, apesar da sábia diplomacia emprega
da pelo nosso Imperador.
Lopes premeditava o ataque ao solo Ma
togrossense por isso, mandara em 1863, com
prar terras no Estado de Mato Grosso, o seu
Coronel do Exército Isidoro Resquim, que na
verdade espionava a região levantando mapas
para facilidade das suas operações.
Em 1864, no dia 12 de novembro o ditador
declara a Guerra ao Brasil, despeitado por não
ter o nosso Imperador aceitado sua proposta
para mediador das questões que o nosso País
tinha com as Repúblicas do Prata.
Começou aí a dura fase para os nossos ir
mãos da fronteira.
R 1 1 O 1 P AI
chegundo os paruios de ocu; r em 1865, A
fronteira toda inclusive Machorra, Nioaque,
Mirnda e D o u r dos, onde começou n s é r i e d
estoicas bravuras dos no s sold idos,
Só em Setembro d 1'6, vem de fins
sob o Comando do Cel Joé Antelo da Fon
ca Galvão, umn expedição com o fim de ex
pulsar os paraguaios e invadir o eu Pais pelo
Norte.
Fonseca Galvão, morre em 1o de Janeiro
de 1867, atacado de fébre nns margens do Rio
Negro nas imediações de Miranda.
Assume o Comando do. expediç-.'lo ô <'nt o
famoso Carlos M. Camisão, que faria, tempos
depois com seus comandados A Página de Ou
ro da História Militar de Nossa Pátria, servin
do n quantos queiram interpretar Patriotismo
e Valor as bravuras que praticaram nessa cm
p:inha deslgual em que o inimigo em mnls nu
meroso e aproveita-se da falta de recursos da
nossa tropa.
Essa expedição, ocupou Machorra que na
oc;iriéio era o povoado mais próximo da frontei
ra; neste lugar onde hoje levanta-se Belo Vis
ta, não hovio nem povoaç;io.
Apenas no Paraguai, o fortim Della Vista
que a 21 de Abril de 1867, a lendária Expedi
ção-Cami~iio, ocupa no atravessar o Rio Apn.
N:io precisnmos recordar aqui todos os lan
ces épicos des:n jornadn até LAGUNA e de
pois a evacuação e consequente retirada que o
visconde de Taunay Legou nos brasileiros de
todas as gerações em suas célebres narrativas
escritas com pena de Ouro, tínta de sangue de
nossos heróis em "A Retirada da Laguna".
O povo desta fronteira tudo sofreu.
O Bclavistcnse daquela época, dava, assim,
cm holocausto da Liberdade da Pátria o eu
precioso sangue.
E Taunay, na sua incomparável descrição
dos feitos mais brilhantes dos nossos soldados
cm pesar talvez, dentro da sua fulgurante in
tcligéncin, estava contribuindo para a forma
ção de urna nova estirpe de homens da nossa
Pátria, que acolhem nessa epopéia os ensina
mentos de grandeza e poder de uma raça.
O Brasil vos saúda orgulhoso por perten
cerdes a este trecho sagrado de nossa Pátria.
A este rincão maravilhoso que serviu de cená
rio ao maior feito da nossa História Militar,
que serviu de quadro as mais vís humilhações
de nossos Patrícios sacrificados, Mas nunca
Dominados.
Após esses feitos gloriosos de 1867, Bela
Vista passou por uma fase de abandono até
1872, quando recuperando a sua nova fisiono
mia com novos sitiantes, novos moradores,
constituiu-se e m p o v o ad o e p o s
terionnente com a fixação do limite com a
República visinha, no Rio Apa, confiantes, se
us antigos moradores retornaram e dentre e
les os Lopes sobrinhos do Guia Lopes os Bar
bosas, Leite, Ferreira, Pedra, Loureiro, Esco
bar, Mello e tantos outros que constroem a
grandeza desta terra hospitaleira .
Dessa época para cá, a nossa Cidade tomou
novos fóros de civilização.
Assim que, em 1900, ao raiar deste século
portanto, pela resolução do Estado de 10 de
Abril, foi elevada a categoria de Distrito de
Paz, pela lei 502 de 3 de outubro de 1908, a de
Município desmembrado do de Nioaque pelo
Decreto n.o 218 de 2 de Dezembro do mesmo
ano, foi ínstalado a 6 de Março do ano seguin
te Comarca a 20 de Julho de 1910; pela Lei
n.o 594 de 20 de Julho de 1818, foi elevada a
categoria de Cidade, data q/ hoje comemoramos
com orgulho, cidade e joia engastada entre a
Serra e o lendário Apa.
Terra de Heróis.
No primeiro quartel do século Bela Vista
foi sacudida por revoluções que abalaram sua
vida social e econõmica
Em 1906 a revolução chefiada pelo Sena
dor Generoso Ponce, contra o Presidente An
tonio Paes de Barros.
Aqui, Bento Xavier levantou-se ao lado re
volucionário, mas foi batido pelo tenente An
tonio Gomes e refugiou-se no Paraguai, voltan
do novamente em 1911, para ser outra vez der
rotado.
Em 1916, levantou-se no Estado, o movi
mento para apear do Governo, o General Ma
noel Caetano de Faria e Albuquerque.
Começou o movimento com a intenção dos
componentes da Assembleia Legislativa preten
dendo processar o Presidente,
1 1
REVOLçAO
Os paraguaios atacaram e invadiram Ma
to Grosso sem defesa para impedir a invasão,
A reado do Governo fel apo!ada pela opo-
ti ç ã o , c h e f i a da pelo Coronel Pedro Celestino
Corra da Casta, homem que gozou de real p
tirio em todo o Estado o qual uniram-se ele-
tu a nq Vist como: Antonto Machsd
mnn; .os ae t a s •
Salgueiro Marlo e Godofredo Gonçalveu Silva
e mais forens de Aquidauan e Campo Grande,
sob chefia do Coronel José Alves Ribeiro
FIIho.
Em 1924, irrompendo um movimento re-
volucionário n capital do Estado de São Paulo,
chefiado pelo General Isidoro Das Lopes, no
fatídico di S de Julho, também aqui o 'Tenen
te Orlando Leite Ribeiro revolt, o 1Oo RC, pren
dendo o seu comandante, o Coronel Péreles de
Albuquerque.
Os Sargentos do Regimento, fazendo uma
contra-revolta prenderam os oficiais, pondo em
liberdade o seu Comandante.
Houve depois o movimento constituclona
lista de São Paulo de 1973, deflagrado a 9 do
Julho, no qual aderiu a guarnição de Mato
Grosso, comandada pelo valoroso General Ber
toldo Klinr,er.
Dessa vez Bela Vista foi acudida por um
movimento espetacular dos civis fifs a Dita-.
dura Varas, atacando abruptamente na noite
de 20 de Julho desse ano ,o 10.o RC, sem resul
tado deixando estendido morto frente ao quar
tel o saudoso cidadão Saladino Nunes, faz anos
hoje portonto, esse foto que consternou a socle
dade belavistense motivado pela Irreflexão de
alguns homens que poderlnm ter conrPguldo um
acordo já iniciado, poupando assim uma vida
preciosa.
Bela V!stn ficou ocupada por forças Con.11-
titucionalista até Outubro desse ano, quando
aqui chef(ou o Coronel Gil Castelo Brá."'lco, co
mandando o 3° RCD do ruo Grande do Sul,
assumindo o Comando da Guarnlçfio, receben
do-a do General Horta Barbosa, chefe revolu
cionário que tinha como Imediato o Coronel
Francisco Jaguaribc de Matos; Major Silvestre
Gomes Coelho, oficiais do 18.o BC, ob o Co
mando do 1.o tenente José Snmpolo SlrnfuJ,
oficiais do 11.o RCI sob o Comando do C::ipll:ío
Ildefonso Correa, o pessoal da 1.a Cia. do 0.o
BE, comandando pelo Tenente Moreira e Ba~.
rias de Campanha e de Montanha de Campo
Grande, Comandadas pelo Tenente Anton!o
Ferreira.
Depois da Revolução de 1932, por cone
guinte a 51 anos daquela data Bela Vlsta não
teve mais perturbações na sua vida social a qual
vem marchando a par e passo, confiante para
o futuro brilhante que lhe reservou o destino,
motivo porque, merece o interesse e o devota
mento de seus filhos procurando engrandecê-la
cada vez mais, tornado-a moderna e com
confortos necessários para sua ascenção
concerto de uma civilização cada vez mals a.-
centuada.
Povo de Bela Vista, vossa terra completa
nesta data sessenta e cinco anos de emancipa
ção política com fóros de cidade e o subscritor
deste final de artigo escrito com carinho deste
os idos de l.o 8 e finalmente 15 de Agosto de
1954 e nos numeros 16, 17 e 18 do antigo jornal
da cidade "A VOZ DO APA", pelo estimado
amigo Joaquim José Ferreira Souto e como
também nós o fizemos e que se destinou a Ed!
ção de Honra em A Tribuna da Fronteira em
20-07-1977; como mineiro que sou e aqui vivendo
desde o ano de 1950 sinto-me orgulhoso de sa
ber que conterrâneos meus tenham os seus
nomes escritos na historia de Bela Vista, com
letras de Ouro de vez que com seus feitos cola
boraram por todas as formas no engrandeci
mento Histórico desta cidade,, a vossa cidade
muito justamente cognominada de A Perola do
APA.
Que tudo concorra para torná-la realmen
te numa "urbs" moderna e capaz de receber os
estudiosos da História Pátria porque aqui es
tão no silêncio dos tempos e talvez na poeira
dos séculos os marcos históricos da pujança va
ronil de um povo, do povo Matogrossense do
Sul, que no computo da Nação só tem demons
trado a mescla de um sangue puro, o dos seus
ancestrais Guaicurus, os primitivos donos des
tas plagas e que na hora da divisão deveria ter
tomado o nome de Estado dos Guaicurus.
Salve Bela Vista a Pérola do APA.
Bela Vista, 20 de Julho de 1983.
o.s
no
Prof. Srmpt
J j lj ,r;. "'O:. _____________ .., __
VI s UI DOS
r,
)',
r,
i.
(;j
r l
r'
I
Rua: Alvares Cnbr@! com Marechal Hondon 15 Lge!ros 40 'm.
Run: Alvores CnbroÍ com Floríano PclxJto .1 buicro.; 40 Cm
nun' Alvnres Cobrul e/ Alccblatles. dn Cunha 16 bueiros 40 Cm
Run: Duque de Cnxlns 24 Tubos G0 Cm
Ho: Duque de Cnxlas • A:Hlgo Jornal 2a Tubos G0 Cm
Ruo: Duque de Cnxios com Barão do Triunfo 20 Tubos 10 Cm
Ruo: Duque de Cnxlns com José Bonifúcio 17 tubos 40 Cm
Run: Duque de Caxins com Eduardo Peixoto IG tubos 40 Cm
Huu: Gcn. Soares dn Rocha com José flonifúd~ :n tubo; •!O Cm
Run: José Bonifácio 23 tubos 40 Cm
Rua: Gcn. Soares da Roch:1 e/ iforcch::il f!omlon 1G tubos -l0Cm
Rua: Cel Dias Com Dep. ilario Van Dcn Do<h ]lj tubos -10 Cm
Rua: Gen. Soares ela Hocha c/ Eduardo Peixoto IG tubos 40 Cm
Rua: Darão do Triunfo lli tubos 40 Cm
Rua: Bariio do Triunfo c/ Rua do Col. Contaclor. IG tubo; ·iO Cm
Rua: Morechnl Rondon com Afo:1,0 Pena 18 tubo, •!O Cm
Rua: Marechal Rondon c/ Conde de P;,rto Akgre J(i tabo-· -10 Cm
-Rua: Marechal Rondou com Alnlirantc Barro·o !li tubos GO Cm
Rua: Almirante Pnrroso com Dar:a do 2elço IS tubos 40 C,n
Rua; Brio «d3 Melago com» Iua: tia lkpúlil!ca lü t ul,o:, -10 Cnt
Run; Drao do Me!grgo com 1uu: 'TIradentes ::12 tubos 40 Cn1
Fui: Gl, Osorlo eom 07 de Setembro :JU tubos ti{) Cm
Aventda: 'Teodoro 5nativa l::ntrndn do ecmltt':rlo 12 tubos 40 m
Itun: í::lno ôerc1l,lo 06 tubo9 40 C..:m
!Mrni.ln: Cnle!rn - Córrcgo Sêco 08 tuboo U0 C111
l!Mrndn: !nhont!m 30 tubos 40 Cm
Fnzenda: Abroio 08 tubos 40 Cm
Fazendo: São Gornldo 16 tubos 60 Cm
Fazendo: Morrinho 12 tubos 40 Cm - 08 tubos 60 Cm
Estrada: Aeroporto 12 tubos 40 Cm
Sub- Estaç!ío: Enersul 12 tubos 40 Cm
Bairro: Agua Doce 16 tubos 40 Cm
ENCASCALHAiITNTO DAS ln'.' 5
$;>
/;<·• f-~ .
a •
~
~ --~'-~~- ~ ·--- • • -~--------·-----·--·-..:
e ·
. ,... .
Rua: Duque de Caxias
Rua: Comle de Porto Alegre
Run: Gcnerul Soares da Rocha
Rua: Earilo do :iIelgnço (03 Quadras)
Rua: Alvores Cabrn.l
Rua: Barão do Triunío
Rua: Marechal Rondon
Rua: Da República
Rua: Bnriio do Ladúrio (Pontos críticos)
Rua: Alcebiades B. da Cunha (02 Quadrns)
Rua: 03 de Outubro
Rua: Guia Lopes
!U3ERTURA DZ RUAS
Bairro: Serradinho
Bairro: Agua Doce
Bairro: Cancha
HEFORllfAS
CoJ-égios: Castelo Enc:mtado I e II
Colégio: Jarl.Jas Passarinho
CQlégio: São Patrício
• a
------.........-...---~-----------~------~--- .. ~-~~--....;.------- _
a
Alvares Ma carenha
Ca.,tro Aht;
r rf» DO
];
•.
··! ,,
E
..
H,UMJNAÇAO UA<; l'lliÇAS
I:liFOHMIS DE l-'Ol'TE5
'iz;·41 , ±q.15ç70 Recuperação de Máquinas na --
1. , <:
1
_ • :· .o, too !lo Nunes L .. ?te-,
1 . : 1L,--·,- • • ,', , .. __ ,. • ,'tt',.'o E,p;1rg1dor (Así:ilto)
2- Aquisição de um Rolo Compactador Pé de Carne!ro
3- quisiçio de ·ua Ro!o Compactador Liso
<I - Aquisição de um Tolo Cornpoctador Pata Curta
5- Aquisição de fora para fabricação de Tubos para dre
no de 0,30 Cm
6 . Aqulsiçüo tle forma pnro fabricnçiio dc:: Tubos tle 0,40:'.II
7 . Aquisição de fôrnm fabrlcoçüo de Tubos de 0,60 m
8 . Aquislçiio de 20 (Vinte) sapatas para fabricação de Tubos
para dreno de 0,30 m _ _
O . Aquisiçiio de 15 (Quinze) sapatas para a fabncaçao de tu-
bos de 0,40m
10 . /quisiç5o de 10 (Dez) sapatas para a fabricação de tu-
bs de 0,60 m
11 . Aquisiçiio ele 02 (Dois) Tanques de At.;o com capacidade
de 20 (Vinte) Tonebtlas e 15 (Quinze) To:icladas respcct1va
mcnte. para o armazenamento de emulsão Asf:'iltica.
!2 - Aquisição de uma m:íquina de Solda Eiétric::i
13 - Aquisição de um Compressor com motor, para lavagem
de viaturas.
1-1 - Aquisiço de uma Ectoneir.i
J 5 - ,quisiçào ele Cnrroç,1o para transporte de Guias ,
15 - Aquisição de Retro--Fscav@de!r {530-H, marca Case ) Km!
Secretario
a) Heest:u!uraçiio no Serviço de F,:ducação
b) Leventame:ito e Cadastramento dos Imóveis do Município
c) Auxílio ao Asilo dos Velhos
d) Donção de Remédios
e) Transporte de Pessoas Doentes para Campo Grande - Mato
Grosso do Sul.
1 - Repasse de Curso do Cartilha Regionalizada efetuado em
Aquidauana em 1982
2 - Reforma da Escola Municipal ele l.o Grau Prefeito C!óvis
de Oliveira em H!82
3 - Reforma da Escola Municioal de l.o Grau Irmã Hildegar-
de cm 1982 •
!- _Refo_:ma de Iluminação da Ese. Mun. de 1.° Grau Prof.:i. Vera
Gu,m:iraes L:mre1ro, 1982
5 - Reforma de Iluminação da Escola Municipal de Lo Grau
Castelinho Encantado, em 1982
6 • Jnauguraç~o da Biblioteca Pública Municipal, em 1982
7 - JJanutençao da Faculriade Campus Avaucado em 1982 _
1983 - • ' • e
8- :Ianutenção da Merenda Escolar no ano de 1982 e 1983 .
todas as Escolas do Municíoio. em
9 • Fcrmaçno de Professores do Projeto Logos U tid
lo Município em 1982 e 1983. n.an 1 o pe-
10 - Curso de Educat;5Q Física na Escola Estadual de 1.o Grau
e o
IVunicipol
o do um
cl .
de
Esler Silva com partic:ipaç5o de Professore, elas E~co!as , 1u,
nicipais Rurais, cm 1983
11 . Implantação de 07 Salas de Aulas do Pré-Escolar cm
Convénio com o :;,robral, em 1983.
12 . Construção de um Pavilhão de Merenda Escolar no Ter-
reno da Prefeitura Mu.'1.icipal. e.rn 1983.
13 . Reforma da Escola ).Iunicipal de l.o Grau Jarbas Pas•
sarinho em 193.
11- Fundação da Azoiçã» de Pais e 2!res ma: E:colas
:Iun:drais, cm ,?83
15-Prc:cão de Fcsts Ju.nas n E:'c ..urina !
P.G. Marconds are: de :i.. s. !.....-. ..P..i-
ho. EM.PG. C:s:!h, : , .. ' •. _:;_ ;, , : ::i
Cu.mraries Lo:rei;o Tz:::' .e . c • d •••• 0.
1€- Reforma da E:cola Nu:: --.'r ... s:.n. .:;_,.
cnnt~.c' :J. e :--.1 1923.
!'i- Curso de rez'r4'±:a;:.. 1.±lo c. '+ao
Gra:e con Ui;c. c.2c...:...d:e.:e.: Ceai-
r,...-~~~-~ ~---~~-~ ------,-.-~: ·:..-.- .... :~-r-v·· .... _.,,.,.
f
:
~
t
ra F
'.R
Biblioteca , lunicip::il
cipal de Educação de Bela Vista no r,cricdo de 27 de junho
a 01 de Juli-1:, de 1983. •
18 - Curso de Alfabetização de 25 C 30 il de 1983
• 'o c ae ri e 56o.
f,
ODILA llüSCARElTHAS SALA'.',íENE
Secretaria de Educai a... ,1
·«' • un!e1pa
l .J
• :. E.
rt. ée
C«e
Fretei
1cota.
l 1 r,
E - ·!Í01,
.- .:.-
•~--------------------------------------------------'------..,..;..---'---'------ ------~- H,•h t t. • Ms.
A vÃTr,i-:í,.d J lA - ----------------------- ---------------------- -~--------'---------------------
• --
Contlnua,çrío
Administração
l
i "°'~:ss,lt'"d' "" Bela Vista conta com estcul,ca pa,a
~romoções nos c::im;ios da cultura e esportes e que a Prefel-
1
lura p;;derá contnr sempre com as forças vivas da cidade, pa
ra realização desa natureza, necessitando apenas de um tra
j balh? de ~onscicntização, o prefeito Afonso Dillon Nunes Lei-
/
te dinamizou o Departamento de Esportes, entregando a che
fia ao jovem Jorge de S. Rosa, desportista e integrado as inicia
tas do gero.
As F)moc;ôes realizadas pelo Depto de Esportes, através
de um trabnlho din5mico de Jorge Ro~a. além de proporcio
narem lazer e recreação do povo. permitiu a obtenção de re
cursos para efetuar algumas melhorias no Ginásio de Espor
tcs. Enumeramos algumas das promoções realizadas pelo De
rte. de Esportcs da municipalidade.
Cbescn·a-se, ·portanto, que as oportunas iniciativas do
prefeito Dillon, no setor de esoortes. tem como objetivo ver o
garoto, o adolescente e o moço. e t?mb.ém as garotas. agrega
dos num clima de total confraternização despertando valores
e eriqecendo o esporte amador de Eela Vista,
Vista
li MUNI
ilNDO
. Pc1· c,ue temos que pagar uelc erro, pela
,n:,oi-:1~nê,:c.i:1 aC:ministrativa - daqueles que
A:i;1a11 0 dinheiro dos Outros? Essa é
'.tri-,a in;en;igação que me assola o espírito e
ve ±e :Cac3, :o encontro explicação.
Ieizmcnte o inac:·editável acont:::ceu.
C31tais &o BNF, o fantasma dos donos
d cazs ;inarcazas, zentiram na pró>ria car
T.e
0
3b»do reajuste de 113,40% mas sua!
pestes. ..
ta~· Pela p'.:meira vez os aumentos nas pres
... ,.~es devidas ao BNH supera o índice de
rezjus. 1, •
.. ~•e s .ar.ia! fi;·ado pelo INPC que sofreu
Gmn ac.' '
• 'resci!o de 118, gerando no bolso do
utu?
:il'lo uma defasagem de 11,60%.
_ Aparentemente uma diferença de 11,60%
nao represent:i muito mas na· conJ'untura
atu.1 • '
• " em que o INFC é exourg,ado e que não
1'€pr • •
. esema o reaJ aumento do custo de vida
e utn vcrdadeiro alent.ado contra a economia
,,,,,,
nao
Dinâmica
DEPARTAMENTO DE ESPORTES
FR
popular. Todos os que recorreram ao sistema
para financiamento de suas casas o fize
ram porque os aumentos nas prestaçées a:;5
então, não ultrapassava o percentual do re,1-
juste salariál.
Nenhum mutuário do BNR posrul:l um
enriquecimento ilícito, todos quere;n a justiÇ'l,
isto é que os aumentos nas prestações se m'.m
tenham dentro do limite do reajus·e sa':ni<tl
O sistema apresentou resposta pal'ati
vas aos devedores que na verd:·,.Je niio a -
sam de mais um engodo da· adm:nistração
pública contra o indefeso adquirent~.
Se o reajuste ora ensejado é cons qun
eia da falência do BNH a culpa não é dos
mutuários, não foram Qs a:iqulre,ntes de
imóveis financiados que não souberam admi
nistrar e aplicar os fundos do sistema. Por
que terão que pagar por algo que não deram
causa?
s condice climáticas o permitam.
z to lo, qa, terrenos baldios e a recuperação do sfal-.
limpem a, t-«. 1 f
'' +do pela administração anterior também faz parte
1 1 ecH'(orado de Urbanismo, endo que a limpeza dos
• •• in ' n f • • 1 ,. - d
,. , ,, •
1
iJ,!,, , pera ,, prc .' 110 fCJrt uma couboraçao los
t r r. . o suo devem enjar e nos propót 1 os de se cons
"e Vi •: cr,m ;, 1 cclo mnis dig 10 de suas tradi
H 1/r Ili
3ti, do Pitio da 'feitura
p moi, irias iniciativns do fJJ l'Íetlo Dillon Nunes Lei-
D 111 • ·' • ....
" do Setor de Obre, l' tá a mdel çi'io e amp'.la.
e a""},l., ro tio i' ro da Prefitura Municipal. .
e d" » tis » de estruturar melhor os setore ; da admi
",' tio editiceu rrto do quartel da Policia MAL
ris!"cal pata funcionar o depósito de máquinas e equi
ar: +" p rniiuldde, Hoje os equipamntos da Pre-
1 n ~,,
1
•• - r 1
f
11
• • J e, ,: . rvJ<I<: • e pronto, 1;nra c·n'.rar cm une ona-
ttura o t
, " sempre qu recesaI 10.
ih
i'ild·!·T O ESTIMULA liIPLANT/ÇAO DE
JNDt'.lSTnIAS NO MU lCf PIO
Beln Vist,1, com0 os demais cidades da regiiío, njo possui
um mercado de trabalho condizente com necessidade de cun
tenas de lra'balh dores, isto em falar n s jovens que !ocln·
os anos são o b ri g a d o s a procurarem outros c r t 1 ' tr. b , .1
do emprego tão neces vário.
nos
rias que pretendi e
' t. ' li l :t., l Tt>'I
do t nlilk. l;1 ., firn J~
. J, pela 1 ( j"[ ., Cv,IJII 1t11r.1 ,. •
ll'iC,,
Os Dentados da área - Federai e E'aduzi4 UbaMl
n.,rcm (' S11ilo Q., ir,,1. - ,n Rigo e Gandi Jamil - poderio
itrceder no ventid da criação e implantação de mndtutr'a1
1 ., !11lllit'1! lO.
Se o Projeto Bela Vista sensibilizar os politicos que tam
h ni :l< ,111nir,l!ll ( ( llll!'OlllÍ· () 11n~ p]. l11C l cnm o l l o bla
vistnse, evidentemente que a iniciativa será coroada de êxito,
I - lV Copa Morena de Futebol de Salão, com sede em Bela
Vista de 27 a 29 de agosto de 1982.
2 - Quadrangular de Futebol de Salão realizado cm: 16-10-1982
3 - l.o Torneio Aberto de Futebol de Salão realizado no Giná
sio de Esportes: De 21-01-83 à 06-03-83.
4 - Amistoso de Futebol de Campo entre as equipes do Sessen
ta E. C. e Operário FC de Campo Grande. MS.
5 - Amistoso de Futebol de Campo entre as equipes do Se3scn
ta EC e Comercial de Ponta Porã.
6 - Amistoso de Futebol de Campo entre as equipes do S::~
senta EC. e Fazenda Itamarati.
7 - Amistoso de Futebol de Salã:> Feminino, dia 05-03-83;
8 - Amistoso entre os Gordos e à Rádio Bela Vista, dia 06 3-83;
9 - Dia 12-03-83, Quadrangular de Futebol de Salão com as
Equipes: Sessenta EC., São Geraldo FC. e as Equipes Campeã e
Vice campeã da IV Copa Morena de Futebol de Salão.
!O - Dia 26-03-83, Quadrangular de Futebol de Salão com as
equipes: Nishikawa EC., S.o Geraldo EC., e duas equipes de
Jardim (MS);
11 - Dia 02-04-83, Quadrangular de Futebol de Salão com as
equipes: NishikawaEC., São Geraldo., ABC (Paraguai) e Uni
ão Ba..'1deirante;
12 - 09-04-83, Amistoso de Futeb:,l de Salão e Voleibcl entre
as Seleções de Bela Vista e Jardim-MS.;
13 - Dia 21-04-83, Amistoso de Volei Femininô da Seleção de
Bela Vista contra a Seleção do Paraguai e Seleção de Volei
Masculino contra o 10.o RC.;
14 - Começaram no dia 02-05-83, introdução de Handebol e
Basquete ,
15 - De 12-05-83 à 25-12-83, torneio infanto juvenil inter-cole
gial;
16 - Dia 15-05-83, apresentação ao público do jogo de Handebol
e Basquete;
17 - Dia 22-05-83, e.'1contro de jovens de Igreja Santo Afonso.
18 - Dia 28-05-83, Quadrangular de Futebol de Salão com as
equipes: Nishikawa EC,, São GeraldoEC., Sel, do Paraguai e
AABB,
li'"""'
tsportes
r
ab que e te e um
N., .. h,1 Ctll)
to maniepio,
!' tl,
omprot! rido
nd o o o De-
1 d I llllllh'lt Ili l ,
l'l - Di"1 01-C(i f3, Sl•lq:iio dl' Volcl Feminino contra Sele
ção do Paraguai e Basquete entre Oficial:; e Sargentos do 10."
RC.; .
20 - 0;:i l l-06-03. 'o'.ei Feminino e ).Tascu1ino entre or. cole-
gios Ester Sóva e Cr,~tclo Dranc:i.; .
21 - Dia '.:1~C6 IJ3, de:;rcd:da das aulas do semestre do Coleglo
Ca"ldo P.. anca com p6o; inter-classes;
22 - Oi.J; 02-03-t' 1 de Junho em Guia Lopes cllmínatórla da l.a
Ccpa Morena do Voleibol onde sagraram-se campeões;
23 . Dia; 2.;,'.?.3,'.:(; 27.28 de Ju.nho cm Campo Gra'.1dc, finais d::i
La Copa :ilorcna .de Voleibol :vrasculino e Feminino. onde a
equipe Feminina sagrou-se Campeã do btcrior e Vlce-Com-
pci! c'.:i J ª Copa ;forcna de Voleibol.
24 - Dia 10 07-83, 1.o Qaadrangular de Futebol cic S1lão Fe
minino, com distdb:.iic,:f.o dos produtos da Coca-Cola Grntu!
tame:ntc;
25 . Neste f.cmest:c que passou todos os Colégios ele n 1sso
lJun;cír,io tivPr.J:n !ívrc acc:;s:::, ao Ginásio de Esportes, para
treinamento de seus alunos;
Melhorias feitas no Gin:ísio de Esporlcs e Estúdio Oclávic
• Fontcura
01 - Aquisição de materiais para a prática de Volci, Futebol de
Sal.ia. Handebcl e B:1squctebol;
2 - Compra de materiais para uso de nossos atletas que reprc.
: ·:.. i ..or.', o:o M: cí' ,
3 Co!cação Cu rde d: ro'egão at:ás dos o}. par maior
-gar:ga dc; torcdr.";
4 - Trcca de todo m:airal danificado cm nsso G'ní:,) de
Esportes, ccmo: Vidros, dijuntores, cana1ctas, cano:; e várias
melhorias em n::;~~o Ginásio:
5 - Colccac,:ã:i de Cortina no palco e chuveiros elétricos nos
alojamento;
6 _- Venda dos espaços ·a1ios Fara propaganda do comércio lo
cal, r-ara um rr.e:lhor viEual do Gin:í:;io de Esportes;
7 - :-.Ianuter.ç~o e Em,eza ôo Ertádio Octavic rontoura, para
melhor prática do Futeb:,l de Campo.
Bela Vista, 05 de Julho de 1983.
Jorge de Souza Ro:a - pres. da Comissão ~-/Iun. de Esportes
Se num esforço gigantesco imputarmos
o ânus ~c;ssa ralênc:a nos mutuários, devemos
então punir aqueles que efetivamente deram
causn.
É lm:n:mGm::.n'.::: i,'71-,iossivel, racionalmen
te inacreditive: e uri;czmente ilegal O pzr-
er:tugi st;ui?do elo BNH, impossivel
pcrque ninguén corsa:irá pagar sem que
haja uma ral e aeu&ta'a aimninuiç@o no or
ç;:;mcnlo fo.:71]':.:r oil a',é mesmo uma :::om·
plcia 'nsolvêncla clcsrn mesmo orçamento;
racirc!rente inaceitável porque no ms
ment'J em que vivemos a idéia é rejeitada pela
raz~o. e juri:ii~mente ilegal porque re e os
pri.l".:::íp!os da equidade e da justiça,
Tenho ccnfianç1 que a Comissão-institui-
1
da pelo Decreto fixados do reajuste, ao anali
sar a situação entenderá que o aumento é,
nada mais nada menos que insustentável.
E se isso também não acontecer, se seus
-----------
r
membros tiverem a barriga :::heia e a cabeça
v2zia. a. justiça carta.mente saberá distribuir
o seu misLer porque não quero crer em lobi
so;nem.
Reflitam, enquanto eu lhes desejo uma
boa semana,
Itamar Dutra
PREÇO OES'l'R
EXEMPLAR
CrS 50,00
-------
1
BEL
Curiosidades H stóricos
tr;:11uu N(:A hA l'fll.FEIT 1,
"Di, 20 de Julho de JIJH , '1,>rdlllo . lv,.l'!l
Ma!lélll'f't1hn:1
"H4 %4 nos passados, num dIna como
c~to, 110b um céu II[bilo, chelo de sol o r
plnnclcccntc de alelutus no coração da insp.
nto cidnde .
... oh m!nha Dela Vista, bendita Canã ,
terra moçn o npot'.tos noiva do sol e das fl )·
rcs, em 1cu nclo do l<'ito do mel, uooll,o o d'z ,.
r.t:m ntnv1M. n pror,n rudt·, n trnsc chn. de•.
n quem ( ntre os que te mm coube n Slfll'C!l'
tnrnru do te fi'.lud1u· n":,l.:i rtln, pnrr tJ, por t
dos os titulo, wusp/closo".
Aslm +ta:;+ tela Vi ta o poet1 D .
rvIho .e Tol'o,
Chamom; Marcos Moreno; Acint!no Sam
pio; Joquim de Arruda Rondon; Ab!lio Sá
(do!s períodos); Demostene Martins; Mario
<: ,rc lfl; M!llliio Loun•lro; Alvuro Ncvu,; Pedro
Iope; Ernesto VII«boas; Ma!o da Costa
M·,n111 ~; Dom Anlonlo MnrJ:.i caporo'Jsl; Perl
rJ ! M1nf'l:ln Melo; Alvaro cJn Sllvclw !'Aa•;carc-
11J,·,•, At:•nns•o cJo Alrneldn Mllo; V.iltcr E'lCO•
1 r Nunes; Dr. FJorl Murnno; O ,valdo Turlnl;
':. r iio de Ollve'ra; (no+ 290172);
at l Dr iubn Alberto Abihott de Citro
to t de A«!{o 3r!o g Afonso i!!l n
un, Ieitn
c
1
ct11l'fe re<:<:bc·1 cem
de um novo e ,r.'
Surgiu sua pr me,r
com o ncmne de "Cor
Com o decorrer do tem
com,olldnn<i'.> pCJl
ç0es dos belavIst
cada urn cJe pt
lt;l.lllÍÔE'S !.OCia
•ili mu,tns dn
od tcntt'i n
tt;arando '· • -
pereça ! sfiu
No +nos ·n O
±!izz'os T t Ir
ço e tiínt
Asem o Corina t O':..l f?. ! ,.,
f'± a '!e.
l ,l
j ,
UJY /DiH
11STílAOOn
Pnlnvrfll' c!o Severino Cnrvnlho ele To'.:i:"o
n rl'.'spr
1Lo elo pr.:-fo!to Alvnro Mn~cnrcnhos
"Alvnro Mnsr.nrcmhns. essn firrur.1 hnp'.):11
ln, que com rosp~llo nl>soluto ns trndições (e
famlllu, colocou n nobreza de umn raç:1 a:im 1
de sun vnldndc ou pretensões de mando .
. Como politíco niio é um intnrnsigcnte p:1,
lícl1frlo, é um técnlco, dando aos seus govcr
nnc:los o que n ciêncla moderna oxlge ele um
nclministrndor osclnrcclclo, honesto e Jnborlo
so",
"NHO ANTERO"
Em 1072 aproximadamente. chegava n
Beln Vlsta o Jovem Anthero Loureiro àe Al
meida, vinclo do Parnná, em busca de novos
horizontes. Jovem, com multa vontade elo
vencer, Anlhcro conheceu Clcmcnt'} Dnrbosa,
criador de gnclo na regiúo, com o qual nssoci
ou-se na explornção dn pecuária.
Logo depois vieram os seus pais, que já
estnvam cm Mato Grosso, Fr .msclsco Loureiro
de Almeidn e Maria B. também seus irmãos
e Irmãs: Afonso, João, Mllitii.o o Salvador·
Ana dn Conceição, Perciliana e Umbelinn. To'.
dos flxarnm-se em Bela Vista, onde hoje vi
vem a grande maioria de seus descendentes.
Igreja Evangélica Batista de Bela Vista
Foi nos ldos de 1936, mais precisament'.)
no dia 1 ° de março, n crinçào da Igreja Evangé
lica Balista, cujo inicio dos trabalhos deu.se
em Belln Vista (Paraguai) transferindo-se de
pois pnra Belo Vista (Brasil). Os pioneiros
foram dois missionários americanos: Frns'o
F. Dién e Gullhcrme Sherer. Um dos orime:ros
frutos foi a famllia VASCCNCELOS dos ou:iis
o FAUSTO foi o primeiro pastor brnsi!eiro a
dirigir a jgreju.
FAHóQU!A
A Paróquia foi fundada a 04 c'e :>bri1 .··e
1924 pelo Bispo D. José Mnurlcio da Ros:i. o
primnro paare foi o m!ssion:irio u::lesi~.no
José Giardele,
LEIS
Em 1953 perdeu os distritos de Jardim e
Caracol elevados a categoria de municípios.
• Finalmente em 1964 perdeu o distrito de Cam
pestre. que juntamente com a Colónia Penzo,
pertencente ao município de Ponta Porá, for
ma atualmente o município de Antonio Jo:'.io.
Pela L€i 5449 de 04 de junho de 1983,
o município de Bela Vista foi considerado de
interesse da Segurança Nacional.
PIONEIROS
As primeiros famílias que se instalaram
cm Bela Vista foram as do Sr. Tomas d:i
Abreu e Joaquim da Rua. Todos eles comer
ciantes . .As fami1'as belavistenses tin}1,1m co
mo diversão o cinema de Dona FrnScisca Pe.
dra, que mudou mais tarde na Rua B:>,·iio <i-i
Amambai. No clube "Curing" seno o 1º
conjunto o Tenente Grande Músico. Munue!
zinho da Silva. As festas tradiciona's era as
do dia os de dezembro no casa da Sr Gransa
e a do dia 20 de julho na casa de Librnda àe
canteiro onde atuava os "cambaranga" mas
carndos dançando na frente do s:mto.
Relação dos Prefeitos_ i_Itmicipais ~e Be~ Vista.
1º Prefeito Municipal - Marinho Fernan
dez Tico; Atanazzio Pinheiro Melo; Percio
llISTóIHCO
No primeiro trimestre ele 1952 um peque
no arupo de crente;; da Igrej.i Batista clest.i
cidade, lldcrndo pela Senhorn Clotilde Gon
çalves ele Castro Pinto, plancjou n organização
dn instituição e, após algumas reuniões para
trocas de idéins, foi efetivamente, fundada a
Soclcdnde Evnngélicn de Proteção nos Desam
purados de Bela Vista no dia 20 do Abril de
l!J52. Cs presentes àquela rcunlão foram con
sidc-rnclos sócios fundadores coniormê consta
ela rcspectiva Ata ele fundaçüo, e são os seg1.11n
tes:
Clotilde Gonçah"es de Castro Pinto
Policarpo Medeiros (Falecido)
Dornlinn Duarte Medeiros (Fnlecidal
Joslno Pinheiro
Teófilo Fernnndes Leite
Antero lVIoraes
João Mnnocl Rodrigues
Joiio Jacinto Leito
Noomin Chamorro
Elvirn Clrnmorro Rc:::ha
Hcspieia B Chamuro
Gcny Felix Leite
Dralia da Rosa Rocha
José Vitorino da S. Azevedo
eiestina da Cunh
r-roírssorn Euni:::e :E rnnco
Hc!cna Cristalclo
(Falecido)
(Falecido)
(Falecido)
CF::ilccidn)
(F?.lcctda)
(Falecido_)
Ncss: mcsm data fo! eleita e empossuda
a primei tinto:ia e Conselho Fiscal. aue
flcan:nn D$Sim const!tuictos; •
Diretoria:
Presidente: Policarpo Medeiros (F-aleciclo)
1 n Secretária: Clotilde Gonçalves de Castro
cida)
zc Vice Presidente: Josino
1 Secretaria: Clotilde Gonçnlves de Castro
Finto
2~ Secretária: Professora Eunice Franco
Tesom-eiro: Teófilo Ferriandes Leite (falecido)
Conselho Fiscal:
Antero Moraes
Doralin Rosa Rocha
Noemi:: de Souza Lima
João Jacinto Leite
Joüo Manoel Rodrigues
(Faleciclo)
(Falecida)
(ProP)
(Falecido)
.O terreno para construção da sede foi
doado pelo casnl Franscisco Rocha e Doralio.
da Rosa Rocha. ambos falecidos.
Como não podia deixar de ser, este pe
queno grupo, com mcít-a deà'icação, muito
esforço e boa vontade, mas confiante nas pro
messns de Deus. iutou, enfrentou sérios obs
t::icul~s, p::irc'.>s recursos financeiros, soube
com impor cleterminação tornar realidade
aquilo que nnte.riormente não passava de um
sonno. e porque não confessar, até sendo cri
_ti~:c1_do pelo. iniciativa. Desde então tiveram
1;11c_10 as obras que a. passos lentos, suados,
cheio de percalços, hoje em perfeito funciona
mento tornou-se em realidade e que por isso
mes_mo tem despertado interesse e integral
apoio da sociedade belavistense. Graças a
Drenus, n gcrero!dado do povo de Bela V n
e outros nJdn tem f::illado para sua mnnntcn
çüo. Recentemente com o apoio da Com·enção
Ilatistn Bras!leim e n eficiente inte;-ferênci:1
do atual Pastor ela rereja Batista - Ani Abu
chnln' acaba de ser Instalado um Ambulatório
sob a direção da enfermeira Maria das Dores
Carvalho, que já se encontra em perfeito fun
cionamento. Vários médicos da cidade estão
prestando vnliosa colaboração no nror-rrim"
ele ntenclimentq Atur.lmente o n-i.rr"'' , ,, ,
abrigados é o seguinte: 3 tres) e: 0e'o:'s
ô (seis) idosos o 3 (oito) crinn,;-'.ls .:;e.i c·;n~ ,,.
os que externamente procuram a ud '
prc sào a tendidas nu medida c'1 i,- - ~ • .,, .
Nesta oportunidade apresentamos - u'
rr.torla e conselho fiscal:
Diretoria:
Presidente: Deoclcciano Ferreira <1·°
1 Vice Presidente: Zélia Pinheir M1o+c'+o
::n Vice Presidente: Ana Lucia Cr. • :. •
l" Secretária: Manoela C!o.rinda '~s--n • !
Pinheiro
2 Secretária: l laria Jussara Sim•-•''i
Tesoureira: Léa Vasconcelos Pinhr• !''.:>
Conselho Fiscal:
adi Kirschner
Irnbel ele Sonza Rodrigues
Josué Telmo da Silva
Deoclecieno ele Vas:::oncelos
AGRAJ)ECil'mi,;Tos
Fin~ltz:•n1o t•str. nc-r111cno rclntório ou
h!stdr1co cremos ctrnr rotundos zr.
de'rrznp: w 'ods ; pes?zs € 2ti1ades
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
COMARCA DE BELA VISTA
Ed:tal de
designada
Prtmeira
para
aue emnre nos pr?t!z!:rz1 0 continuam
nos nrst!ando com suas ofertas e doações
no só deste municiplo como também os dá
outros de onde temos recebldo auxílios. Des.
tccamos entretanto, as entidades que nos tem
njudndo: LBA, MEC, 10? Regimento de Cava.
la ria, Prefe:tura Municipal de Bela Vista l"r l l
jas Messiánicns de Jardim e Bela vs •
ma 1981 da oitava série de Bela Vista, União (
Fem:nlnu ;vr:,1,icn:iria da Assoclnçi'w Sul, Char
re BOv'iquo e ar::a 2iodas. Para o no
em curo na?'a recbn; do !:C e LBA.
Aprove'tmos do eng para apresenta;
.dccn:'s o Doer dicúo na5 p25
o-e6, r-.}e T- J:e!reto. Pro.no.
tor e D2tensor Pü'..co que no tmn p71a1
c·iorços c:a cs esii.- ca.a su inerl
r: o.o.
FI:CTT ·CES
Com muitr. s.:tis~o.-;ã0 ap:-esc.n'.amos nos.
5as felicitações pela passagem 'e mis um
•n:versário de cm:incip::ição politica de Ee!a
lista. o que fa7C.:,~os nn nesso:1 elo seu Preieito
ionso Dillon Nl'r.es Leíte e :10 Colcndo Ir-g s
ativo Municipal. Estendemos essas felicita
õcs aos promotores e organizadores d.n D.
.obel clcsejando um eficiente trnbnlho em
: rói· do dcs:::nvol vimento agro pecuário s:ibre
CJ qual repousa a economia do nosso Munici·
;!o.
:> ~b Diretoria
Dcoclccían.o Fcrreir2 d::i Silya
Pres:clente
PODER JUDICIARIO
CARTÓRIO
e Segunda
01=08-83
O Dr. Jonas· dos Santos Pellicioni Juiz de
Direito da 1 Vara CiveI desta Come.rca de
Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul
na forma da lei, • • '
. . Faz Saber a todos que o presente Edi' ':ll
vnem ou dele conhec1m1::nto tiverem mt"! fo.
ram marcados os dias lº/08/83 e 10/08/83 s
14,00 horas para a realização das prarns rle
signadas nos autos N 082/83 de Ação Teu.
cão Tit. Extrajudicial que Marcelino Cassio
Biglia Acioly move contra Odil Câmara Cnnto
referentes aos bens penhorados nos autos •
acima mencionados abaixo caracterizados:
01 Dormitório Império Trivelatto, merador.
usada • ·
1
• ~ .. a
a mas em otimo estado de conserva:;ão
aval,aao·na quantia de CrS 130 000 00· 01 . •
de co • • • • J0go
pa ?TIªrca Cnz. também usada e em óti-
mo estaao de conservação, avaliad
t' d • 1 o na quan-
1a e CrS 35.000,00; 01 colchão de mola .
cusnI, em bom estado de conservação av . ae
na quantia de CrS 25.000,00, Yalor por q~~~~~
seruo levados à praça nos dias 1%/08/83 s
e
Praça(s)
10-8-83
14.00 e eventual segunda praça para o s
10/08/83 às mesmas horas· -cara serem ar.e
matados ror quem maior la1ce der acilr!'.l
da avali?.cfio, sendo a vénia feita a vista Cl
medlante fo>dor idóneo nelo nrazo ele 03 d:t>•
Dos :m!os ::!i.o :-on~.tn nenhum Õl11JS ou recur"..O
pendcnte e jvlamer.to Por intermédio d
prefce!lte f;r,m o Pxecutaào Odi! C:i.mo1rn·C,tl'
to e S! m]ir intimados das nracos es"
n·das, merc om vista os mesmos não ter""
sido cncontr!os para srem intimados.
E rara cue nine6m nossa alear ignri?
cia. determino o MI Juiz are se expi5
o presente e&it+! que será publicado e afixa?
na forma da lei. • .
Dado e pesado nesta cidade de P%;
''ista. Estado de .fato Grosso do Sul nos -
dias do mês de .Junho do ano de mil nov~
tos oitentu e três Eu (Pedro B. do Va!el
subscrevo.
O JUIZ DE DIREITO
Jonas dos Suntos Pt'llicioni
.,
HISTORICO 00 10º RE
"REGIMENTO 1
CRIA AO
0
J(i? Regimento de Cavalaria "Reglmen-
Antonlo .Jo5o" tem como prlmltlvu orl{f.)m
+1o dos Hussardos. aqui introduzidas
'.n !7GO prlo Cnplt.Ilo General da Capitaneea
j Mato Grosso com a finalidade de combater
s espanhóis qw» frequentemente Invadiam na
Jfnhfl dotermlnoda polo mercdlnno de Tordc•
lhas.
porém. constderada como origem mais
crtodn elo nrr~fmento a Comp:rnhla de Cava
{ia de Meto Grosso com sede cm cuiab4.
rida pelo Decreto n? 30 de 22 de fevereiro
de 1839.
lItm/.NÇAG DE SEDE
Inicialmente :ua sede foi Cuinbá.
Em 14 de fcverr.-lro de 11347 mudou-se de
culnb:1 pnrn Viln Maria atualmente São Luiz
de crtccrrs, lornl dcslgnaclo para sua nova sê-
de.
Em 1 ° de mofo de 1058 trans!erlu-i;e paru
NIoaque (Vila de Nioaque), sua nova sede.
Nos primeiros dios de l!l03, marchou para
Vila de Miranda, sua nova e provisória sede.
Em 10 de dezembro do 1906, chegou cm
)3eln Vista, sua atual sede.
i1UDANÇAS DE DENOlIINAÇAO
Fm 22 de fevereiro de 1839 era donomt
r.~do comnanhin de Cnvalarla de Mato Grosso.
Em 1043 passou a chamar+e Primeiro
corno Fixo.
Fm 1844 passou denominar-se Primeiro
como Fixo de Cavalaria.
Em 22 de agosto de 1846 por Decreto ctes
ta dnta, assou a denominar-se Esquadrão de
Cnvolnrin Lfgeirn.
Em 09 rlc> ianelro de 1849 por Decreto des
ta mesma dnta. teve a sua denominação mu
dada para Primeiro Corpo de Cavalaria Ligei
ra.
Em 10 de abril de 1851 passou a chamar
se Primeiro Corpo de Cavalaria de Mato Gros
so.
Em 09 de dezembro de 1865 teve a sua
organização e denominação mudada para Pri
meiro Corpo de Cacaclores à Cavalo, por Im
perial Decreto de nº 3556.
Em 01 de fevereiro de 1871 passou a de
nominar-se Primeiro Corpo de Cavalaria con
forme Decreto n·
0
4572 de 12 de agosto de 1970.
Em 18 de agosto de 1888 o Decreto nº
10.015 dá nova denominação: Sétimo Regi
mento cle Cavalaria Ligeira.
Em 04 de junho de 1908 por Decreto nº
6971 tornou a denominação de Terceiro Regi
meato de Cavalaria Independente.
Em 31 de dezembro de 1919 em face do
Dcreto n° 3916 de 11 de dezembro do mesmo
ano p:S':Oll a chamar-se Décimo Regimento de
Ca':.1lnria Indenendente.
Em 1° de julho de 1946 de acordo com o
Decreto Lei nº 21.134 de 16 de maio de 1946,
psssou a chamar-se Décimo Regimento de Ca
valaria.
Em 23 de abril de 1947 tendo em vista
passar a ser sómente um esquadrfw, teve sua
denominação mudada para Primeiro Esqua
drão do Décimo Regimento de Cavalaria.
Finalmente em 31 de janeiro de 1948 vol
tou a denominação de Décimo Regimento de
Cavalaria, conservando-se até a presente da
ta.
PRil'IEinO COMANDANTE
É desconhecido o nome de seu primeiro
Comandante, mas é porém, considerado Co
mandante n 1 do Regimento o Ten Cel Pedro
os@ Rufino.
Participaç.5o cm Acontecimentos Históricos
O Regimento participou da Guerra do
Paraguai, tendo iniciado sua participação no
ano de 164 terminando, aproximadamente,
Por volta do dia 19 de outubro de 1867.
Na Revolução de 1922 o Regimento des
locou um esquadr-ão para Aquidauana, o qual
ve ordem de regressar assim que chegou
r
iq~ela cidade. O Comandante deste esquadrão
O! tun Canitão
. Na Rêvolução de 1924 das diferentes
~latniçôes de diferentes Estados, que aderi
fªrn ao movimento revolucionário de São Pau
~- destacou-se o 10º RC (então 10-0 RCI) onde
ª rn.inds oficiais prenderam o Comandante, con
Gno o •
regimento a se bater pela causa do
0
Pilulo. No dia seguinte porém, um mo-
vlmcnto de contra-revolução, prendeu os re.
voltosos no próprio Quartel, reempossando
o seu Comandante, marchando em seguida
para Aquldauana, aquartelando naquela c!
dndc. Em 01 de agosto embarcou para Campo
Grande onde foi organizado um Destacamento
composto de duaa Brlgo.clas Mlxtas e uma
Brigada do Cavolnrln, compr cndendo o l(J''
RCI. Em 10 de agosto embarcou para Trds
Lagoas onde chegou a 11. As 14:00 boms deste
dia 0 2?Esquadro do Regimento teve missão
de ocupar o Porto Independcncla, no rio Pn
raná. Atacado a 12 por forças revolucfonó.r!a-;
(uns 300 homens) travou-se um combate onde
morreu um soldado saindo outro ferido. No
dia 14 regressou o 2° Esquadrão do Regimento
para Três Lagoas.
Na revolução de 1930, seguiu com destino
n Ponta Porã, a fim de Integrar uma Brigada
Provlsórla de Cavalaria, o 1 ° esquadrão do
Regimento, regressando no dia 30 no momen
to em que nesta cidade se tinha notícias do
tr!W1.!o da Revolução.
Na revolução de 1932, no dia 21 de julho
o c;iuartel !ol atacado por elementos civis que
se chocaram com a resistêncla oposta pelo
Oficial de Dia, travando-se combate. Tendo
sido preso o Comandante do Regimento em
sua residência e sabedor da notícia, o Oficial
RUT
Entre outras grandes vantagens, a abertu
ra político tem contribuído para desmistificar
pessoas e teses., às vezes de maneira inespera
da. A passagem recente do governador do Rio
de Janeiro pela Comissão Mista do Congresso,
que examina proposta de emenda constitucio
nal, que dispõe sobre as eleições diretas para
Presidente da Repúbllca, foi rica de ensina
mentos. Em primeiro lugar, há que d.:.stacar
a denúncia do maniqueísmo cultivado por cer
tos politicos, para os quais as suas convicções
(e por vezes não mais que conveniências) são
a encarnação do bem contra o mal, que é re
presentado por todos os que pensam como eles
pensam. O alvo era, é claro, o PDS, "materia
lização do mal'', Houve certos segmentos reli
giosos que, durante a campanha eleitoral, pas
saram a identificar nas três letras iniciais do
partido governista, o "Partido do Satanás". E
aquilo, que se nos afigurou simplesmente ri
dículo, acabou dando dividendos altos em á
rea de politização mais baixa e nas quais, gen
te coa e crédula, ouvido essa condenação da
boca de quem a nós, católicos, cabe absolver
nossos pecados, fugia do PDS como o diabo da
Cruz.
Já o PTB da senhora !vete yargas sofrera
as diatribes mais duras, porque se aliará ta
ticamente ao PDS. Agora, era a vez de apeli
dar traidores os pedetistas, especialmente a
figura do governador fluminense, por ter feito
o acordo do Rio de Janeiro. O governador fu
giu do vocabulo acordo, para abrigar-se no eu
femismo: "entendimento", feito às claras.
Certo escritor inglês escreveu que quem
não tiver sido incendiário aos dezoito, não po
de ser um bom capitão de bombeiro aos trinta.
- Com o governador do Rio, a metamorfose
se deu tardiamente, pois incendiário foi depois
dos trinta e a coronel de bombeiros chega na
casa dos sessenta. Daí porque é de um sabor
todo especial vê-lo pregar uma união ,1acional
que, outra vez por amor ao eufemismo ele
prefere chamar de "amplo diálogo Nacional,
para se fazer uma grande reflexão sobre os
nossos problemas, em busca de soluções para
superá-los". Evidente é que uma colocação des
sa natureza estimula reações contraditórias. De
um lado, um deputado que lutou ao lado das
tropas legais contra os guerrilheiros do Ara
guaia, assinalou que" o namoro do governador
do Rio com o Presidente de República está
criando clima desfavorável nas forças arma-
de Dia abandonou o quartel aos elementos
civis que também não permaneceram no r
cinto, indo acampar na invernda, tendo aban
donado o local no dia 27 sendo a 29 alcança
dos por uma patrulha. O Oficinl de Dia já tu
nha reunido os efetivos que dispersara e re
constitutdo o 10' RCI que aderiu a R voluço
Passou então o Regimento a constituir a re
serva móvel de fogo, até sua dissolução em
consequência do fracasso do movimento r.
volucionário em 24 d outubro. Vindo de San
ta Maria Estado do Fio Grande do Sul, chegou
a esta cidade o S' RCD que prendeu e desar.
mou as forças constitucionalistas desta guar
nição, fazendo desaparecer por completo o
10° RCI quo deixou de existir de 24 de outu
bro a 30 de dezembro de 1932. Com o fim de
reorganizar o Regimento, assumiu o comando
o capitão .João Maximiano Serra que em pouco
tempo o conseguiu aux11i,1do pelo comandante
do 3 RCD que permneceu nesta cidade té
11 de janeiro de 1933.
Ocupação dos Atuais Aquartelamentos
Os atuais aquartelamentos foram ocupa
dos no dia de sua chegada nesta cidade: 10
de dezembro de 1906.
Criação de Destacamentos
Parque histórico colônia militar dos Uuurad•>F
O Ministro do Estado do Exército criou
g A
'
L
o Parque Histórico olnla Militar dos D »t
rado em Portaria Ministerial n' 3179 de 19
Dez T8com o objetivo de preservar e divulgar
o Património Hitrieo Cultural do Exercito
particularmente a Epopeia de Antonio Joio
subordinando{ administrativamente ao 10
RC a quem caberá a guarda, a manutenção e
o desenvolvimento.
CAA OL,
(E; VII Corr&) NI n' 2E3 de 20 jun
59 da 9 RM «Reservada). Com as finalidade
de vipilncia, guarda, ação civilizadora e in
formações.
Criado pelo Comandante da 4 DC (Of
n" 4-E3 de 20 jun 59 da 9 EM e/ base na
NI 2-E.3 de 20 jun 59 da 9' RM. com as final!
ddes de vigilância, guafda, ação civilizadora
e informações.
das." Desfavorável a quem, não foi dito. i1as
o governador minimizou a declaração ao re
darguir que se tratava de "uma inconveniên
cia do deputado,.. porém acrescentou que suas
conversas com o Presidente, tirante os assuntos
administrativos, restringiram-se a reminiscC:n
cias. Ora, precisamente essas reminiscc'.:ncias
devem constituir o motivo fundamental da
preocupação do deputado. Por outro lado, um
Senador de primeiro mandato, que se tem no
tabilizado pela linguagem insólita e desafios
à cadete do Gasconha, interpelou o Dr. Brizo
la se ele seria capaz de reunir-se com o Fresi
dente Figueiredo e com os ministros da área
económica, Aí já era a mistura do maniqueís
mo com o patrulhamento. Foi edificante, en
tão, a revolta do governador contra o patru
lhamento, invenção e neologismo que se ficou
a dever a Cacá Diegues.
Nesse ponto, a esquerda radical encontrou
afinal quem tendo sido guerrilheiro à distân
cia, carbonário aposentado e sofrido no exílio,
pudesse reagir a esse "dedurismo" que não pou
cos tem cultivado, especialmente cm São Pau
lo, e abertamente recomende que, finalmente,
anistia significante· esquecimento em favor da
pacificação da família brasileira.
A grande dificuldade que o F:VIDB tem,
ao provocar o Sr. Brizola, está precisamente
no fato de que, bem ou mal, c/ resíduos de cau
dilhismo ou sem ele, sincera ou aparentemen
te, ele construiu um partido, que, tudo indica,
será o embriií.o do futuro Partido Socialista,
enquanto o PMDB é uma frente e, como toda
frente, heterogênea e incaracterística. Assim
como à Revolução de 64 faltou uma doutrina,
limitando-se a ser um somatório de fateres an
ti (anticomu:úsmo, antipelcguismo, anticorrup
ção), as::im igualmente o PMDB é um comple
xo de antigoverno, com uma fauna tão varia
da que levJu o Sr. Jànio Quadros, não aceito
em seu seio, a denominá-lo "Arca de Noé" ....
Sem nenhuma preocupação diplomática, o go
vernador do Rio arrematou: "Aliás, por ser
uma frente ; que o P. IDE está condenado à
cxtinçiiJ".
Fazer previsões é arriscado. Lembre-se que
Marx. a despeito de sua genialidade, desacre
ditado ficou pera,te a Histéria, quando se ar
vorou a scr profeta. No sei, pois se o PMDB
é uma espécie em extinção em curto prazo. Ou
a médio. A mim se me parece claro que, na e
volução histórica, restarão os partidos que tem
SERGIO PEDRO COELHO LIMA
Tcn Ccl Cav Cmt 10ª RC
proposta eleíinidn. O PDS, gosta o presidente
Sarney ele chamú-lo ele "parli<.lo de centro".
Não consigo, por meu Lurno, orientar-me pela
topografia, quando se trato de doutrin;; polí
tica ou social. Enlendo o PUS co,no uni p:lrlido
reformista, e assim identifica o seu programa.
Pretende a reforma da sociedade, anulando
lhe as hjusti,;;as ainda presentes e fazendo én
fase niiJ rn.1is só nos direitos fundamentais
clássicos, mas nos direitos sociais. Não se deve
ter vergonha de haver optado pela livre inicia
tiva. pela economia de mercnclo e pela proprie
dade privada, segundo a concepção genial de
Ju. o Fulo II, quando disse: "Sobre cada pro
p.risdcde privada pesa o gravame de uma hi
poteca social". Esse é o nosso programa; esse
o na,·o fanai. Há que ter, porém, pertinência
e ,;crag;;rr. para imple:nrn.th.-lo. Há, neste País,
cai'aii:ta envergonhados de o ser, porque a
mola é ser socialista, c2mo se fosse um axio
m:a cssa bobagem que se vive a repetir de que
"o mundo marcha para a socialismo". Qual
ccialismo? O dos países como a União das Re
r,úolicas S'.}cialistas Soviética:; Mas esse é o
socialismo que Comus primorosamente definiu
c:::mo ·'concentracionário·', referinào-se aos
ccrps de con:::entração, que o gênio de Sol
jnitzi descrevcu, para estarrecimento do mun
do, inicialrne·1te no "Primeiro Circulo'' defini
tivamente no "Arquipélago Goularg". Também
não será. por certo, o socialismo dos satélites
soviéticos, ou o da China ou d::i Imperador do
Caribe, esse senhor Fidel que faz apodrecer
nas sórdidas :;nxcvai.; cs se:u.s préprios compa
nbe:ros àe revoluçã).
Com alguns intelectuais, para explicar o
fracasso do modelo soviécz, abrgam-sc na
tese de que Marx foi traído. resta considerar o
socialismo marxista, que pretende - se compa
tibifr,ar e estado com as liberdades fundamen
tai::. C:de s~ encontra?
O Sr. :.li!ierrand prekntle construi-lo, to
mando por base uma França de estrutura capi
tlista. Enredou-se nas nacionalizações.
Vale dizer, na estatização das grandes em
j'.lrern.s e béinco5. A julgar pelo que ocorreu
neses dois anos de governo Socialista, as es
perancas dos socialistas devem urgentemente
transferir-se para outro País ...
E ai é que entra o socialismo do dr. Bri
zola. Quem ousaria defini-lo?
Rotar 'Huh tm nova I'« idnte
1
l
Foi mpo. da a novo diretoria do Rotar
C!uh de Dela VI«ta pra <111 J ,ll' (n detinos d 1
clube no Li&nlo (/1, A nova diretorl f.
tmpossada em rcuntd Jentr ocorrido quint
fd1 n no C.(l,n:o 1'11lr,1 ft11(!110. 'l'•lln<ilt pi,
corno l}rt,l J, n:~ o 1 ,·r t·,1 t •· •h ;,::tnc:a loc ,t cl ,
DnHco f11a:,nd.,I, LUIZ ('/ li! OB f( HtL, l ''f
to des mls prals ua oldads b:]viste#e,
fku vlr·r l•I'~ • e! 11 r o ::1.1,h.', n !'· n•,11
ele Bnnco (i3.1n",> eh l!ru, 11), V 1,:HVJ d,· t.HA (
JO CASTILIGS, err'o o sdvos«do l'.t
mr da S!va Tu.ra e le oureiro, Artonio E:
tban Dan.no, Asdm t a u cant.'a,'o o n
vo .mnsclh» Dr.tor.
PAL/ VT!AS DO l'HESJDENTE
r,--
Companheiros, Esposas e convidados
Hoje, o Rotary Club de Bela Vista, enga
)rurndo, recebe distintas personalidades do
mundo cconômico, socinl e político de nossa
cidade. Se11timo-nos jubilosos cm ,·cr que to
dos os companheiros se fazem prc,cntcs, cm
companhia de mas e,pcsas ~ convidnc!os.
Rotary é vida, é vida pi na e cheia de ide
al, pois tem como guia a pai vra SERVIR, que
n;io só representa um conceito, uma filos1,iia,
mas também, sobretudo. um farol iluminnncio
caminhos.
Foderiamcs en!c,cier ROTAR"::' c~"10
rupostn à, pcrgu:itus que todo lnm2r.1 f·:z: ::i.
rn criar um mundo mhcr, o que fazer? - tr.
:vez esteja no SERVIn a resposta. L~m
1,ro-!'l:t:
neste i•lstante ?.S palavrn· do ex-governador
do Distrit:> 460 (Benedito Olcg.irio XoJUcir:-i de
S'i); " o ntariano, a nosso ver, deve ser um
homem de aç::.o. um ,·ert::dciro o:rntc d: i.1-
tervenção e mudanças na comunidade".
Neste contexto, companheiros, distintos
convidados, não vejo ROTARY e nem rotnria
no como uma prese.'1ça indiierentc; vejo RO
TARY e o rotariano como uma força viva, que
atua e transforma, que opera desde os mais
corriqueiros ntos até as iniciativas maiores.
Hoje é um dia de festa. :.1ario Vargas,
transmite o cargo de presidente, não há mu
danças de base. haverá. evidentemente, mu
danças àc métodos. mas a conlinuid:::de na filo
sofia, nos propósitos, é a mcrnia: SEílViR HE,
LA VISTA. scn·ir o porn de E:la y;~la. f:::zcr
deste ser'ir cnurn maior pi:rn n no,'" prf.;_o(fa
evoluç5o.
Quando se fala aue ROTA n }h3
de serviç:i!', é um cJu:e de l:dsr:i-,r. fn';,-~::,
na responsabilidade que c ri rl ;i r,t~ -;~.
tem pcr~nte h prépri:. e :Tt:rni •
ano
dade, e mais, a responsabilidade pronto o 1e-
gado de Paul Hnrri,. Rotary é uma idéa viva.
É umn forçn que gera motivaçõe:; e nos
incita a pensar e a viver em comunidnde.
o rolariano. ass}m entendo, deve cr como
urn ja.rclim, espalhando n seu redor o perfume
e
O
néctar das ílores. ?,!iic se admite um rota-
polar8 do
Foto:;
rtno irradiando nemattvismos, Par ROTARY,
<(Ili ( u,11 e lulw cl idélns, mprc· h:í fnlv~ól'
l r;, <>1 prr,bl, mnas, quando o diálogo e o com-
1 .. •nhtld mo norteiam as nossas atitudes,
Crn.Jmcnlo, c1unndn 11lgU1T cornpnnh<'lr
,,,.<;<" rn1 dúvl:!a u íorp ck rtOTiI:Y, é pr
<, li" ente compnhro inda n conezuiu cp
l r II verrl cl, lr;1 r~, ncl!I do ílO fATTY.
1.• mbro outro rotor!an» tlu.te, Arquime
' Te!ro, ex G ., <. rn~C:or, "a v~, da'..lclr[l
fo a do Ra! y te.d n auu!'! de seus
l±e:s e tdo na om de vlors tn'erids
+,'° €!3 po u rn. l'r•.cb 1w1s r.J, e.'~ g••nicn
e ur homns, m a de hcmnen",
cor;uns, tocados pe!'o ren:o de sua ulili
chrle,
1
nru fa,er coi o~ r,ni··'c:. qu" con;tit•Jam
na, n:,:J'.r:içõcJ mnís lcg'.limas dn humnnidudc,
mo ver o mor prolam+d, o pio distribuí
t!o, a fé dil'CrJificnd:i. A alegria com;-i:1rtilh:i
da, a dor minorada e o méio respeita lo".
~into-nv.! contc-ntc, rcr r.H :·e c.:cr :i co11fiun
ça de meus companheir s, não vr:!o para trn
zr promessas, cstou aqui para tentar cre:;cer
om nc,;·1111Y, E:I ROTARY e PELO TIOTA
tY. illinha p!atnformn de trab:.ilho cstú r.o nú
mero l de no boetim. O Mvsçr;3
1. ninha mensagem, nesta noite, é a men
m w eu ataria que ficasce cofno um
de·afio maior dcsa t;estão ue hoje se inicia:
r: -1:c-c,<irio que hn 'a nçii0. É prcc•so que ha_ia
luta; bo:i. luta. no sentido de serm".ls respcit:i.
rlros. nó.,. rot:irianos, nê-o p~lo que temos, ou pe
lo que omos, mas pelo que fazemos cm bcnc
!icio da comunidade.
'amo.; unir nossa:; forças e njudar nos<o
~cmclhantc; companheiros; nindn é tempo, dê
sua parcela, contribuir para nossos irmãos no
Sul, do nosso País.
Quero agradecer a todos nquelcs que co
JabJraram com os flagelados, vítimas das en
chentes que vem ocorrendo.
Levo também ao conhecimento de todos
que n Vinçiio Cruzeiro do Sul, encontra-se a
disposiçijo par::i lransport.:r as doações até nossn
C:ipital.
Para finnliznr quero pedir o npoio de to
dos os Compa:ihcir:is p/ que juntos consig:imos
rc::ilizar ns metas transcritas neste BOLE.'TIM,
;gradcccmos no Jornnl:sta Sr. lvaldo e sua es
} osa Maria Estela, pela ajuda e pela claborncã:i
dêstcs folhetos e Boletins. •
prctocclo
Vervi A. Castilhos
Nesta no!te memorável em que a novos
companheiros é outorgada a missão de gerir
os aestmos do nosso Clube, a nossa manifes
tação primeira não poderia ser outra que não
a de regozijo e alegria pela presença desta
plêiad_e àe tão ilustres personalidades, repre,
sentadas pelos nossos convidados aqui pre
sentes e pelas nossas esposas e filhos.
Este colorido, este clima de festa, este
cunho solene, não assumiram a amolitude e
a dimensão, que estamos a contemplar, sem
o concurso ae todos quantos estão a nos hon
rar e prcstigi_r.r com as suas presenças neste
evento. por isto que manifestamos a nossa
s::tisfação, o nosso agrado em poder comoar
tiiL'.:.r com octos vós deste momento marcânte
na vld.'1. do nosso clube.
Momento mareante porque o ato que
cvJm·nará com a posr;:) do novo Conselho de
:r:nistrx7o, atest: o exercitamento pleno
C"<; :1,-rc:::,,os consar.-,· dos pelos nossos esta-
1 ;f rs <:: m:::is elo (!Ue !sto, indica n cada Con
ho que asme a reafirmação dos ideais
rctários que constituem a centelha, a mola
mesr:·a do nosso clube.
. . _No lim'ar ciJ nova gestão que hoje se
imci::i. queremos e,'{pender o P..osso agradeci
mento pei~ _compreem=;io, pela atenção e pelo
companhemsmo que sempre estiveram presen
tes no ensejo dns nossas interven;;õe? como
e e
Antór'OS om....,
diretor de prtcolo rio e' '
0
'." .. e:
(l• !)('do. r: p 1 .. rnc II tr r do !iram: for1
l
I t)p •1t1 } f:1
t r ib u td o para o dequ 1o !' " • ll , , l /1,
nhamento da p r o lcl ·ª '1U • (. • u .. •
n no I inrumV·nr !'l w, C"T o ' •
c.oufíedn. «e o do
De qualquer forma independem rr. •
ldo positivo que posa eventui '111
ldo c .. r,!Lnli: do t m pró! da meta em que
t. tivemos cmr,< nh· elos. e :x .r..r•:. o mi t r ~ x
tremamente gratificados pela agrele fe
txpcrilnc!a.
A pnrlir de hoje, então, outro cmp
nheiros estarão aSsum!ndo Os Scgmntcs q:
compõem a estrutura administrativa d. n: '
cn:idnclc. A todo, decj .rr.'J. p' n, l::' to '' •
CC5CQ na funçíio C' pecifica inernts a cada
CPl'l',O. E'it3mCS certo.; q ·.; ft)d:·~ rc.; p:'-/'lt:;
csl:lo muito hcm IT'p,, n• . .r'."
Destaque e v "l:11 h i qu • ;- p'>, nJ; (r,
cl!nado a novo nroto~olo rt", 1 •n C'Jtn'1 ! 'l 1
o companheiro Pedro M<$ P+l.11 ç.'2 c
tamen!o fará enéa r.'n t!xço p!a d
fi n u r :i ctl' tr:itairwn'o, P' !a f, cil d·,:• .. cl l o,::'cí
tória, pela sua imp2tia e csy.ri!o dc ·ontrai'o
e nlegrc.
PREST:N':'.hS
No jai do Ioiiy iaioüo i4o oie,aio
Pedro RuI:no, rc~islrumos ,1:; prc::rnç:is eh
Ten. Ccl. Scrgio Lima < Com:m'.lante do l!i'
RC) e Ione; Dr. Cat:Jlino Lopt!z Zarza; (Jui,
de Direito de Bclla Vist:1 Parnrr-.uil; cmprc~:l•
rio José Geleilate, espo::a e su;i f•lha Sur.ima;
David Jovani e Elizário Terr::i ~ercnt:.! e sub
gerente do Brndesco; prefeito munic,r:al Afo.1-
so Dillcn Nunes Leite e esposa (Dorinh:t);
engenheiro Ricardo Scvza R2Sa e Sua =p3s1
Tati; pecuarista Edson Nedeiros d± Mo:35
e Cecília; padre Lorcnzo Piras; jom'.ll st:.i
Ivaldo Pcreir::i. sua esposa Maria Esl:!la, sua
müe Alice e sobrinha Adri:me; dezc~'.!.:ô de ro·
tarlanos em companl1ia de suas cspJs~s e
convidados.
Parabéns ... Princesa do Apa
Parabéns EJ..-positores, sucessos e mais
sucessos são os votos de todos nó3 da TT.!de
Belavistense de Jornais. Bela VisLa. a terra
dos cantos e encantos merece tudo isso e mui
to mais, que este povo e de outras plagas f::?.
zem e fizeram por ela, Bela Vista, é o nosso
Sonho, Esperanças e ser:i a noss::i rcaliz.::ição.
Após Qu;tse
1
dois meses de um torneé pela França, India,
Tailândia, Hong Kong, China, Japão, Hawai e
Estados Unidos já entrn nós o cmpres:irio
Elias Blrbosa que voltou com ânimo redobra
do para continuar sua batalha frente ao Posto
Ipiranga.
Ch:i ele Cozinha
da jovem Jussara Ramos, aconteceu no Clube
Belavistense dia 2 pp. muitas amigas de Jus
sara compareceram para animar com muitos
"castigos" a reunião.
Em!2ce
no dia 9 pp. a Igreja Matriz, toda engalanada
recebeu os padrinhos e grande nº de convida
dos para o matrimõnio de qussara, filha de
. .
Oue foi a rainha do Carnaval Blavs'ens3
de 1983, etari neste fir/l do mns comemora
'no ss cun:a riras. Na pu'a da an
vc:sr:aro r s'a pra r . c p c c r o s
em!gcs € ccnv.'.dzs
Ar.lvers::.rios
8 '7 Fizim:rn n~os os irm5.os F íbio e Fernando.
Seus pa's N&±o c Snia ornizramn uma fes
tinha para c> cs anivrsar:antes apzasszm
2lIE!::s j:r.to c : cs arguir:s. P r o ? n s
. ·;,scim'""nto
D::! o:>rabén!' o cas'.ll S:lvio e Jacqu~l"ne, n·c;
cu no di 10 pp. em Camno Grande o prl·
meiro filto do c'.'.sr.l, um:i linda g:irota.
Parabcn:zarnos os anil·ers:irhmtcs do :lê;
Luiz Eduardo C. :Cscob'.lr. F1tima 1.irn3
Rodrigues, Palo Romucldo Amaral, Carl.te
V
elasqucz Erik'l. Narl:3. Brites. Jose LUlZ !'iU·
' -><<.)
nes, Aspir::in:e Eim::i. Carlos Zarzeke e o n ....
funcionário G:lscn s:1,.-:a S:mtos.
maravilhosas que nqui encontrei.
- o nome <liz tudo •
MEL 4TIL
Boutique congratula, juno c-0rn °
de ,.-i-!i .!•
povo Belavisten.se, por mais um ano
nova desta cidade, aquele '1braç-o às pe,;;o;
8 E
J
etr
Te
:.r,
«4 e
( :,o
l
"Informacões em Beh
Casa das, i!âquin:.s (Bor.il
1
1
1
1
1
1
1
1
L

