TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº663_14_09_1983 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº663_14_09_1983Número da edição663Data de publicação14 de setembro de 1983Número de páginas8GeoCoordenada -22.12381042563998 , -56.50475962392394 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº663_14_09_1983 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ' E7E 17A1D5 7EE7A- E TV77 mo s ST--T ·' O PT t em marcha célere f 0 notlc!r'1Ju d trlcvl&iio __ cstu semana doi ma perplexo. A priori não estava acredi h"57+± reoluç do 1AMP de reduzir ern tr' • r , , 1 ,te.,:; r·o, .1 e) , p .. C' ( nlr ·~ co1n insuflc1- 5 s e pia renal, No !o/a, a m':l+ no mesmo c e. ai' ·a!o prsi3ente do l ±', • Ó ,•J f);', /1llli,Jr, :-: . to ta ur rince@e:1 d 1171 03'0, [uro ore'rnl ie reporta@em, m3; sim " ,erd!o, to a:ucl o tio de;amara au U • 1 • • I •• 1 ' ,. 0 ] y:is poder}: ai!r de um meco, um ele. ~ ·,to (l[IO tc,n o tlever p..-of!«:;!onal de zehlr ± «ntido ds ores humanos. P" o o:: 1acitcs acometidos de atciüc'a cal dvm submeter se a hemo d,.,li:c (rim nrlificiul) e que tal proce~so paru Bonito • Jogando nessa cidade, pela pri n'cira fase eh Copa Morena de Futebol de Sa ro, a equipe de Bela Vista, representada pelo :senta, sagrou-se brilhantemente campeã, V' ncendo as equipes d:i Bocloquena e Porto urtinho e ematando ccmn os ele Gnia Lopes d) Lnrrum e Bonito. ~ Orientada pelo popular Kalife, tendo Jnfé como massagista, n equipe belavistense contou puriflcação sanguínea é verdadeiramente caro, ma~ acima à0 tudo seguro, :;em riscos de in· fecção ou contaminação, porque são pratica dos em hospitais espccínlizados e por mC>dfcos devidamente treinados para o misl.er. O corte cm 50% do;:; gastos com tais pro cessos Jevnrilo, !atolmente, a diminuição tam ém em 50% do número de paclenles que n;;cessltnm do tralnmento, um::i verdadeira 1>ee-regação nos dependentes da previdência e uma condenação a morte prematuramente. A proposta upresentadn pelo Dr. Aluizio nt inge apenas uma meta, ou seja, a d!mlnul çfto nos ffllSlos do sistema de assistência mé dica, que se hoje encontra-se falido não é por culpa dos contribuintes que sempre pagaram com os seguintes atletas: Ico, Hermes, Bata!ta, Alcmãozinho, Cebolinha, Alemão, Biba, Edson e Renato. O chefe da delegação belavistense foi Jorge de Souza Rosa e o auxiliar técnico Paulo. Bela Vista ganhou de Bodoquena por 2 x 1, empatou com Bonito, O x O, venceu Porto Mur t!nho, 7 x O e empatou com Guia Lopes da Luguno, O x O. pontuaJ.mrnte as suas parcelas, compulsoria mente. Quer o IN AMPS que os portndores de in suliclêncla ren.a1 utilizem <lió.Use peritonbl, ou seja, que andem com tubos plásticos presos cintura ligados diretamente a um cntétcr em butido no pe1ilônio, além de nndorcm permn nentement.c com um estoque à.s costas de tu, bos de reserva. Se por um Judo o sistema a ser implan tado pelo instituto ó menos oneroso, por outro é tremendamente perigoso paro o doente que estará permanentemente sujeito n graves infec ções, muitas delas que podera.o ser fatais, o so forem, pelo menos o instituto somente Leró. que ajudar nos funerais e seUs problemas do A elassiflcaçã.o desta chave lº) Bela. Vista 2°) Guia Lopes da Laguna 3°) Porto Murtinho e Bonito 4°) Bodoquena despesas estaro resolvidos. Será que algum membro dn cúpula do mesmo in,;tilnto s oeomctirlo cln I ol clocmçn nndJr-jn co:n mn tubo plástico cintura des fll:mdo nns r,untuosos rcdntos do órgão? V'nm<'nmcntc, pd,1 in, omp ·.Cnc .,. :Clml• nistrativas o pela mi aplicação das veras ar rcadadas, porque vamos nós abreviar ainda mais o tempo de vida dos nossos irra40s. Eu ainda prefiro a minha 'gnoránci que me dclxn cm paz com meus irmãos que .ofrem do que n. intcli[lênclu burilnd·, 110:; Jt,lJ"mtóri0!1 da cconomin e cln tN'noc, 'cii. Pensem n, so, rnqunnto <.U lh<'', uc--ijo umu boa semana. ESTETICA E REPARADORA FACE ORELHAS, PALPEBRAS, NARIZ, COURO CABELUDO, SEIOS .ABDOMEM, MAOS E MEMBROS. INCLUSii.O DE SI LiCONE, P.EELING CICATRIZES, TU .MORES DE PELE, QUE.llVIADURAS, ACI DENTiillOS, DEFEITOS CONG:JlliITOS (MAqS, Pf:S, FEI1DA 'PALATINA, LA BIO LEPORINO) úLCERAS DE MEM DROS EMAGRECIMENTO. Atende em: Bela Vista: Rua Antonio Jo. ão S/N, ao lado da Farmácia Moderna (última 5.a e G.a Feira e Sábado de cad mês) . Campo Grande: Rua Pedro Celestino 1387 Centra, F.one 382-2984 - Res. 624-5445 Diariamente: 09:00 às 11:30 hs, 14:00 às 18:30 lÚ. ficou assim: A próxima etapa a ser cumprida pela cqul pe bclavlsLense será cm Corumbá, cli:i. 9 do ouLubro, com participação das equipes de Crumbi, Santa Clara, Itamarati e Campo Grnmle. Apesar da chuva que caiu em Bela Vista chegando a ameaçar a realização do desfile do dia sete de setembro, mais de duas mil pes soas foram à praça Alvaro Mascarenhas para assistirem as apresentações das Escolas Muni cipais, Estaduais e pelotões do 10° Regimento de Cavalaria. O desfile teve início com mais de uma ho ra de atraso, em virtude da chuva que teimava em cair, porém, depois das 9 horas o tempo melhorou e o povo pode vibrar com a beleza das alegorias apresentadas, sobretudo pelos alunos da Rede Municipal de Ensino, este ano merecendo nota dez. As escohs estaduais não reeditaram o sucesso dos anos anteriores. A abertura foi feita pelo prefeito munici pal Afonso Dillon Nunes Leite e pelo Sub-Co• mandante do 10º RC, Major Antonio Carlos Rodrigues. Além do prefeito e do sub-Coman dante, constituiram o palanque o presidente da Câmara Municipal de Bela Vista, Ivan Afon so da Costa Marques, diversos vereadores, autoridades de Bella Vista (Paraguai) e de nossa cidade. ., O Grémio Pedro Rufino viveu uma noite ·gala no sb2do com a realização do baile E rui&do pelo atary CIub de Bela Vista. ossos parabéns ao pl'Gsidente do Rotary, iz Carlos Pah3}, sua esposa e, sem desme- l'"ter o· d • > demais, o auxiliar indispensável pelo ilhai+.+. ·.._. --•.awO (lQ noite, rotariano Vervi de Cas- dos. ra;a l -· - - -.uens e vru1,o:; a3uardar a apresmta o de Nelson Gonçalves. .. . . . ·- # ...... ;-: .... ..:_·· ... ' • '"i..,- .... " à s ....... g.si. ±:. 1.3.#ili± sois. 1 t Mkis Mi urrartate [ A CASA DO PECUARISTA, através de seu diretor, Evaldo Laranjeira. (Boré) informa ~ à praça, especialmente aos lavoureiros e pecuarmtas, que dentro de poucos dias terá semen, 1 tes de milho da melhor qualidade. Os melhores preços da praça. ',il • CASA DO PECUARISTA SEi'IPRE O MELHOR PRODUTO E O MELHOR PREÇO t L .....,..._.,,.,.,.,,_. ---==-- __ J A equipe feminina de voleibol do G.rêmio Pedro Rufino representará Bela Vist-0 no 1 ° Cr.m.1per,uub de Voleibol a ser realizado em Csmr,o Grande, com iníci:J m~re&-do paro o àla 15 deste mês. O trninador da equipe, professor Caimar Rocha, que obteve grandes vitórias na Copa l.forena, disse que o dinâmico nõesidente do Grêmio, João Kalife, está. preparando um es quema pa.r.a obter o necessário auxilio da tias se empresarial belavistense, pois para Bela Vista é de suma importância par:ic': deste campeonato. ' Caimar, disse qus a nossa cidade se sairá bem pois pos:sut excelentes jor;ado:r:,s C'"õº à.e Patrícia, Surama, Patim. Rsznie c Jucilene e outras do mesmo nivel. C Crê'o Pro Ru fino, mais una vez, se propõe a prestigiar as pratas da casa, levando pare C2.:..'"T.(9o ::;:;:ande o que hé de me!hor no voleibol .e:niro be lavistense, vice campeã da Copa Morena. ·-------- '-'-----·---- ".!'!A no?m vocc Sl:!"ll'Jlf: COMI'HA C,JtJNDE, VAl'iT/lGL.-..d, 5CIJ FJLJ!t Nl QU/LlDAlJE DC5 ~o~<:os rnor>U.l.'O:,' - ARTES P. DECOJI/.Çôf'.S I!O!'-"E CORT!NAS, CJRPF.1'fS, nox l'JJtl Jli.MIRJltOS, TJ:cmo<; PJ.J t. nr.-COJtJÇ/lO (FADílTCAÇ/ Pnó ,mA) TOLD09 - TAPTTf'<; - ~EC'iD011 - t•iR/. APJTt'l'A,U.'.'fO:·. m::co:-1/('Ol~, JWNI'.: A or-OTITUNJ[)ADl~ PATlA 'O{ ~: DJ'- TI. AQUI.I l'. ·roml' r: i .C! /1.L NO U>CAI, 1'.1.1IS fMPOf1;TANTE DB SUA VIDA: O SEU LAR nUA MAHACAJ O - 702 - I-'onc:624.0'ílO -- CAMPO GRAND ; • , !S. A cnmpnnhn rstá nas TU5. Comida p12 o Nordcl.to. Gl!ntC pa!fümtlo fom1J o com,mdo cnlonuo o ln:rnrllxu. Comendo mnnd□cnrú o nlnslrndo. Nordcsllno morrendo de srde e desesperado. Este 6 o quadro tristo de um parte dr.:;ln imensa Nção que sc cham Brasil, p:i!s rico, sobornno porlndor de milre (MT- LiGRE BilASILEiRO) e ft'ndo como prova do sun grnndc,11, ohrns como Itcipú, Carn_j(ls, Uzlnns Nuclcnn's, Ferrovln, do Aço, Toneladas de Om·o do Serrn Peludn, Bilhõcs de Cruzeiros nrrecndndos da Lolecn e dn Loto, Finsorlal e parn completar o quadro, 66 senadores do Repú}?Jlca e 475 Deputados Federais, eleitos pnru defender o povo e represcntni· a Nuçüo em todos os setores. O Nordcstino, este esquecido e relegado que com sua humildade, ntcndc n tudo. Pri meiro pnrn São Paulo, onde foi o bnlun1 te du Construção Civil e da construção do Metrõ. Depois parn Brnsilin, oncle npelidndo de c:1n dongo, construiu a capital Federal. Por ú!ti mo, com o espírito de :iventureiro q11c cnrac teriza o bom nordestino, veio o ouro da Serra Pelado. Tudo é o nordeste sempre presente. O nordestino apesar de niio bem letrado, é dono do QI de fazer inveJa aos comedores de Pedro Pcilieirn Não vou entrar no mérito da questüo. É um assunto polêmico, inúmeros mestres do Direito já debater:im n respeito do 'i'ribunal do Juri. Para mim, um leigo no assunto, acho que devemos procurar novas alternativas. r i 0a riice 1 _ (Fundado cm 20/2/1972) I C.G.C.llLF. J.5.513.203/0001 • - Registro no Cartório de Títulos e 1 Documentos n.º 35 - Direlor-Rcspon:;:frcl: hn !do Fercirn f (Jornulista Profissionnl, lWntrículn MTPS n.° 140) , Administração, Redação e l½rque GrMico l - SEDE PRó?RIA - f Rua d:c Rcpúbll a s/n . Bela Vista • MS j Fone: (OG'T) 4-39-l<EO --- Caixa Posta! 23 3 Direto:1-:. 12,·ia Estela VelasquE:7, Pereira f Gerente: Gilson Silva S..'!üOS Depto. C!rculaciio: Marilenc 1/Io.rín P..ED.t TO~Z-CffB:EE: I":ild.o Pe:·eira 1 . ASSINATuRAS J Bela Vista: anual. 6.000,00 I Demais Mnnidpics s.000,00 FUNDADOR: h·:1.]do Pcrc!ra ! Um órg~o da Rede Be!av!stsnse de r Jornais Ltda. ! Repr<=sen!Llnte em São Paulo, Rio de ! Janeiro Tábula Veiculas de i f Comunicação s/c Ltda. 1 . ~ .. Rua Sete de Abril. 282, 5° andar, Conj. 54 . Tcls: (011) 255.2579 o 255.3492 • S:io 1 PJ.ulo (SP). 1 ~. ,' -,~n.do à ADJORI e ABHAJORI I ~-,_,,, ......,_ Fict Mingnon. Crlntlvo, trabnlhodor, :;cmpro rollcito, o nordcstino nclma do tudo r.r6 cm Deu" e 1e!:>;l"il'.1 os I10nicns. Sim, porn11c o· :· (kstirw :2be cumprir com suas obri;agir 1; r2sp9itador e atencioso, em ser pua-eco Sempre ci colocr.do pum c!".::antclo r-cm rccl 1- mur os sc:us direitos. O nordestino ama :;un [{ente e sun pó.trh. É um nac!onnlista ferrenho n5.o dr-ix:mdo do r.er bairri3t:i. N1io Lcm luxo e se ndno,:i :1 tuclo. As vezes .é vaidoso, porém, sem quci·er usufruir .!quilo que nio lhe perlen cc. Em tes~'. i~10 diL ()f''.'11:13, pcquenos deta l!Jcs tlü nor::le:<;tino. Agora este mesmo nordestino passa fome, :ilur:inclo um'. seca de 5· anos, sem' que uma mcciídn sri.ncadora e definitiva seja tomada pelo Governo Centrnl. Núo é só matar n fome do nordetino. Temos urnn tecnologia uvanç:i. ela capaz de ajlontar por onde deve-se comba ter os problemas àél sec:1 no nordeste. O, m'l nnnci'.lis nuviais estf10 'll mesmo. O Drnsil é rico cm Jeitos perenes de rios, verd;:i:ieiros mares de água doce. Falln apenns es~rutur::i aclm.inis:1-atin1. 1 '.fnlta.m os números de um Celso Furl;:do, flmàJdor tln SUDENE e conhe ccdor dos problemas, Vamos salvar os nordes ) P s43 ~ ~~,1]· t "."! :3 1 ! [,~ll:l [,A 4y E J e} . &E E3fá 1 L!!?:! tinos o lembrar·se que eles também sto bra slleirc3. A campanha oté i e até o Mbrl 1é s- 1ni11 o cc:mnnJo d.__ urr::1 fr, .. t•] p 1r1 :·r.· .. : r nlimrntc, p::tr I o n<',dc:;'"· ['".-o njuC-:; r.11 r·'"· moln·? O No•rlc .. !e (mAbSm é rico, tem mine ris, tcm h!drei&trica, 'm indústrias, ter pstrcílco, tem f~Cnt!' con o to,·,-~ r.6~. Sei e>l.!'.l e.~51 gente est:.I srn:.!o e:;~1ucc!th e ::6 é l ::nhr:.t d'.l n., hoo do pique. N; hora que e:tio mor rendo de fo:n0 e <lc s::::~. F. te, nordeste dos Sertões de Euclidcs d? Cunho D aaccira de Jo:é AAmeri0o, D Caa G,·;,r.rc e S·;,:7 •! l de Glibero Freire. Es!o nrdi te da n!e p!! ra e de !ma lava de orgulho de scu3 anczG trais. Es!c nordcstC' de beleza; 1e 'uais, cai r;;,do pela seca, mas de p&. Nordeie onde os Governadores do PDS não tez1 p7as na !{:2:a e exige providências. Governadores qu3 não bate paima nem d:zcmn amém. Coernsdores que rimnm o scn povo. Nordestinos, cantadorzs do S?u s{ri:cnto, sem dei:::ir de temer a De:us. Nordcs' inos tio Sen:1or do Bonfin~. cio P'.lciim Ciço e q_i!" rc:::.m suas o1ações com a garganta seca pela sed2. Sede de água, Sede d Ié, Sede de força r2 1 Apesnr de entender que o homem deve acoitar n morte, pois ela faz parto da vida, não aceito e nunca. aceitarei que um homem tire a vida de seu semelhante, seja lá quais os motivo3 ouc tiver nara isto. • Brilhânte ns atuações dos advogados Ita mar Durra, Ivan Marques, Sergio Peroncli, Pe dro Pnlmieri e também n do promotor Olavo Mo.scarenbas. • Em geral, os advogados do defesa ficam sabendo, dentro do muito pouco tempo, se um homem é inocente ou culpado, o é certo que descobrem Isso muito antes de o juri chegar mesmo a ànr uma olhada no homem. Lem bra!1do as palavras do grande • criminalista americano, F. Lee Bailey "existe alguma coisa de ;-;,uito e:.:rarb n:.im sistcm~ que me obriga n inform:n· a um homem inocente que a sua inocêncir. 1iode n1io significar grande eois:1 num tribunal de justip", trnbalhnr pnrn su tentar eus filhos. Isto é nordcetino. Nor,1-~·1n,, qun n~o,. • nco l'T'o<l 1. Que no dclse. Que confia c.m D ... i.., e ns homens. Islo é o nordeste para quem no conhece. Fa. a r 1 u· ·m . abc oade Iicr. e lá esteve, resta apenas um lembrança. Uma saudade. Peta a:~ 011::is um:1 ,.•tda q1nlquer. Ur.s twc;,.do:.. i..!r;tms quilos do fcijão o de arroz. Divdir um pouco do que tcm para e, m -,_qu li:.s !TJf• Iizc:; da sorte de terem na cidos no nord :..•.e. Info liz.< ; peia Sca, por€mn felizs pelo seu hbita! r,c1o qll" é ::cu. O nordcstino no foge a luta :.he esperar. "Já faz 3 anos qu ... pro norte rc];,mpda", diz o Luiz Gonza:_-:a no ~cu B'.li1o. raz cinco anos que não chove, esta & a rali. dactc. Xoràcstc que n .. m tanajurn cid~tc mais. T.,nnjur,1 sempre ajudou o cardáplo do nords t:no. Não tem n:ida. O nordestlno snbc esperar. };cm que seja pela morte, mvs s:::.be esp::rnr. E quem escreve estas mal trnçadns Jinh:ts, também é Nordestino. Tiv,C'ni:tcl~ Cod.oy de Souza Ncilo m1 Catende e -::riJdo cm G□rnnhun~ USINA: RODOVIA () sR r:,,~ r1 nn r~~l p f. ~ , .. # D· #$+3 t • 1 + l t. • - !· l --~ 1 li ' ' L . u ±i é4à d l Ainda com Bailey ": hipocrisia toda se resume na pl'omessa de um julgamento justo. Se se proporcionar a um homem um ju!o-a. monto justo, a ju liça terá sido atenditl~"." O homem vai a julgamento, o que coloca a responsabilidade nos ombros do advogado. Segundo os princípios da ética o ndvo"ado tom ciue estar preparado. Antes' do cheg;r ao tribunal deverá entrevistar as testemunhas e descobrir se estão dizenc•.o a verdade. Se não estiverem, deverá saber por que. Deverá ex'l. minar todos os docu..."!lentos e toõas as provas. i:esso negócio do h'ibunal do juri, repetin do amda Bailey " .. :tampouco as COP.3agratlas . palavras, julg-amenio r,o:. um corpo tle jur2• dos são sinónimo de ju tiç!l. I-E o T};:cb1ema t!c quem atua num ;iuri. A maioria das pessoas cc1oca :i p::r'dcipa<;..ifo de júris n:i mos= clas se do sarampo e da obturação de um dc:atz. E ha cs 11roble:nas que surge:n durante a cs- Na Agricultur:i está a força e a esp~~nnç:,a do Br::isi! Cnlcáreo Bo4oqucna é a re""d~d,.. _ ara uma Lavar2 JARDIJ1 :} colh:,. do juri". O que tudo isso nos leva a concluir, é qué com uma frequência maior do que a maioJía do nós gost:iria de admitir, os júris concrnam inocentes e ab3olvem cu1pados. Finalizanõo, ainda com B:i..iley "qualquer homem, culpado ou inoccnrte, merece ~er c.u• vitlo,_ embora lsto nem sempre aconteç,:. E cons1dern que existp algo de errado com o sis tema 1:eic q:.ial o réu t! juli;ado, pois 2.s marc'.lS tl:1 pris:io, as i:cus:.cões sofridas e o iuJ!:.lnien to da. opi.m:io pública n:io desaparec~m~ mts mo que e homem ~ej2. declarado inocente. fü. mai:i oufra coisa: o pretenso cri.rninilista de veia ficar ciente da solidão da profissão que escolhe. E ds sitisigões de ser urn rer.egn uo·•. Palavras de um dos maiores advogadcs crirni..n..alist.as dos Estados Unidos. As ~ s? Do jeito que a coisa vai, daqui há algum tem po ser1::mos co:no 007, com licença pnc m1:ar. . . TORTO MIURTTHO -- I 5 A Escritório: Av. Duque de Caxias 99 - Jardim M:S. D ourados Ru~ Joao_u.im 'Te_:._,,,r __ .,_ 1 ... -· , 't:"?51085 - J r ln:ii<:.? 'i JC::.". Jº (llff sc;,1 r,1,•·:·do c:q prtfdlO :'.'1Pn>c,,pJI, ~ fcrr íéP'lrOS Ul.f 'r., s da Ros e no uin tensão. sub da Sesões da CAgra Municipal de )3Cln Vc:ta f '<:, 05 de Sutembr de 1333 , S.+ da Se, is d CArta Municipal do 7. V M5, 05 d S ·mbro de 19z2. nicia! Li, ', • l' " ,. J illJ sondn.nclo as bs do Partido do Trab jhadores, em Camo Grande, bem com,; !" ,. cidndes .de Corumbti, :.1ir;1:1dn, A't:ici':t·",-,·.•, 11nnstúcio e Dodoquenn por onde c.,.l'!L c.n vlngem rec:)ntc, pude con.-,tatar qur o PT nr ·, vai de'.;aparcccr cm nosso Estodo, como foi noticiado por ulguns Óí[!liO:; do imprcm1 do Estado e do Pnis. A verdade é que u ::igremin çiío cm refcréncin, incomoda muita gente por que é o Partido que pri'!lendc organizar a so ciedade civil. ho.Jc .1licnncla da parl!cipP.ÇÜo no progresso político e cconôm!co. Acontece que em J.líwto Grosso do Sul e cm algun~ Es· taclos, alguns membros do PT descontentes por não se coadunarem com os dire'.riz:::.; r propostas do Partido o t.lcixnm :.ilinnci.,:;-~'.: nos utuals detenlorcs do Pccter: O PT não é urr.a a(l'rcmiaçüo de grupos carrclrislas. O objt:livo do partido é organizar o povo para que esse povo possa se precaver contra as absurdas medidas tomadas pelo Governo na sua política económica e fundiária. o~ previlégios p1 cci snm ser distribuídos cquitativame:1te. O tra balhador estú cansado de ser cspo1;ac10 e o PT como legitimo abrigo político dos ope:·t~ rios brasileiros não aczita mo.is esse estado c,c coisas e vai ::igir. Os que n:io tem ideologia definida precisam dar o foro. No Partido dos Trabalhadores não há espaço para os oportu nistas e· acostumados com o so.bor delicioso Neste 8 de Setembro, o Mobral completa 13 a nos de atividades junto à comunidade brasilei ra. Criado por Lei, em 1967, iniciou sua aç5.o em 1970, com a finalidade prccípun àc ~rop:i:- cionar a Alfabetizaç5.o Funciono.1 e Educ:içãu Continuada de aàolcsce·ntes e adultos. De lá pàra cá, a Fundação tem prcpici::do, de acordo com e . demanda das c:imu,licbdes. programas e projetos institucionais e outros de iniciativas local que abrangdm as 5.reas de Edu cação Geral e Desenvolvimento Cultural. Como fruto desse trac:üho, registrou-se u ma sensível mudança comport:imental na cli entela atingida, que vai desde a pa1iicipnçüo nos programas oferecidos até a Educação Co munitária, que torna o homom age.'1.te e beno- 1 do m· .-, o. 1' E0r pos do '3 urifiC"C-.'l, que n p.o2ada 'cs p'!ss ilzgí'ir1o : jn cm pl··· n mu!to !roo { s tinta de eco detintd. N6s temos urr.:t ic.leolo!Jia. Trinu Ver+r ,;;cc Prf.'!>ítlrntc Rnrl.onal 'f" 1 O:U,ÇiO AO DIVTN'O ES?lf',ITO SA:'1TO Espírito Santo voce qus me oclareco tu do cin~ ilumin:i todo:. os cm'!linhos para q1m ru ai !nja o me !dcai vocc que mo dá o dom di ino de perdoar e e: qucc:::r o mnl que mo [ z2m e oue U::dos (·<; in.st:i!l.tcs de minha vida cst:'t comlr;o cu auronste curo diálogo ara dcccr lhe no, tudo e co'líi,·mar m:iis um:~ 'C7. que cu ntmcu qi.:cro me sc!)arnr rlc vo~-e por rr.a?or que seja 2 llu'.<f.o m;:tzrinl n:to sera o mi nir.10 cic vontade qu:: sinto de 11·n di:1 cs '11" com voce e tooo5 Oõ meus irmf,os n:1. Glória Perpétua. Obrigado I:ais mvez (a p2:5O2 Cc:c Tá 5azr st Or2cio 3 dias scm1idos sm zer o ·c!ido. Dano de 3 dias si a!can1ia { ..é m:s d±5íci! au zj) pub'!:.ar ±s Gé reis s saca. • ?.J!cc d;,, Co!';'.:. Mir· nda ficiário de sua própria ação. Hoje, após a inserção do MOBRAL na Se crl:taria de Ensino de I e II Graus do MEC - SEPS - o Movimc-nto Brasileiro de Alfabetiza ção, por delegação expressa do :Ministério de Educaç,fo e Cultura, desfraldou, a nível Nacio nal, a b::mdeira do atendimento à criança ca rcnte na faia etária de 4 a 6 a.'10s, buscando o desenvolvimento harmonioso e global, nos .ispéctos bio-r,sico-social. É mister dos organismos públicos voltados às áreas de Educação. Desenvolvimento e Pro moção S:ieial,, entre os quais se enquadra o iVIOBRAL, preparar, moldar e construir o ho mem que administrará o País no futuro. Den tro desses parâmetros, a Coordenação Estadual nov va.o. min:!..tro., c'o r:, , L' !timo tl! . 29, 4 • ço monotdr!1 tndo c d.1 o·, :t :c:cP"l (CitT mil, tr..n!os e o! tonta e que ro cnta ao o dor CCnômico do Mri o'i l. sio Jern nd r ri, o • lJ-o n'i.0 rdr u <1U'111'J.11 , e _,1:: 1. Com o indie do s em)o, a O!rç.o acum lad no no 1 p± 37% o! to ;,.r;ou A ::1 O HA :LI , l no-. m: :'í. ; TüD') IcICOU :>-1 AIJ .: AClI, "1' ~ qa~.1<'1<', cH:n!c da ?'<' ;l:.o ra g:!ge· cidade do País"i Ln1fo ,ó a C. d M4. quinas em J in, Bela Vit e Porto Mv tina!o. do MOBRAL cm Mato Grosso do Sul !1.áo se tem furtado cm se car;ictcrizar como verdadei ra prestadora de serviços, no:; 64 municípios q/ integram esta progrcssi:;!:. Unldc:de c.h Fcder.:: ção. Para a consecu,:.lo <le:~es :r.cbrc::: objeti vos, foi imprescindível o engaja.medo dos mais diversos segmentos e fcrç::t,; vivas ãa comnuni dade. Assim sendo, a adesão incondicional dos senhores Prefeitos, desde 2 i:-.,titui-:;-o d.o :To vimento, na condição de lice-:-23 m::'o:e:,, fo ram os impulsionadores do gra..-,de movimen:o de melhor;:. do povo br;)~ileiro. P;,r·:.lt,bmentc, outras força:, .foram ad. ::rindo ;13 p:o~v~~3.S edu cativas do MOBRAL, tais como: Secret.'.lri:.s de Educação, Entid::ur::, Udc:~r.~a:-, ·mlunt!.rítJ estes, desempenhando m/ vezes, no anonimato, o p:i.pel de agente de prJi::::i~·-; - r:-:,:,i'.ori:. - e a comunidade cm gi::ral. A mola mestra !)ara todo c:~e p::occ:-o e:;. lá na contribuição cpcional e graciosa do em presari:ido brasileiro, que acat:n:dJ ;.o cr:rrr.:i. monto do Govc::·no 11:dcrol, :ndic::i. 2',ê do :-:1 Imr,ostos de Jl(;ntla l:qulda r-ar.or, 2. cs~c i~!)Ot: tanta movimento de Educacão da m assa. Ao ensejo dn:::t:,. 0i-ni!ico;.tiva d::t.a r;a:-a , :!1O!3RAL. este ór::;,:ío de Aclmin.::tr::~:n· de, c::n:,diz.:.cão nrcsb sua hom,..n:i.gem " -,~,.~, cimentos a tedcs aqueles que ta 1, para o êxito da Orgarizaço 2OBRAL. 1 • J l Restaunnle Cass: __ o Paraguay Ponto de Encontro da Soci~.::tlc F-;;:on:Cir:ç:i. I OIH l J' IIJC I ltl() l.!. i 1, 1 . e . 1 l~f 1 t' • tnndt:i- M/4hs, com 103,50 m2, uvli:aia ;01 ob; turn de E'ternit com rn Cr • 1. .. 0rJ!l (J':; O?. I.M, de d,·• 1 mi').·,dri: rnh os N. 21 ,r, ,h Tioth:'.l, qunclrn 20 4 idade, medindo s ditos lo r nj," ,n :in ,111 .. de frente por 0 mts. ui!s nvl das em C+3 G00.000.00; Umn :· lf 1 'íl nn; ,·ma • 1 r.-n ?upln :icoplncl:i com mo • ,r . ;•,11i:ul., <'111 Cr~ ~30.000,íJO; Umn Jlxndclra r ~ !,'.e ,1 Invicta, valiad em Cr ~00.000,00; t n· t , no p,,n •n.d, Ir :t de simples fabrlcnção, • J.•11 ,:lo rni CrS !i0.000,00; Urnn Scrrn t.lc fitn J P H:1, avnliach t•m Crt. •1Q0.000,00 Uma serra 'rular com'resn de mnch,ira Invicln, :ivalinda e r Cr$ :50.000,00; Uma plninn purn mudeiru praça no d I'l l,J 1 ,,r , ,• , •, ,,tunl (un<l: J,r ,:, 1 JIJ.JO fl.J, l,s I!!' ,li I h.r reatados por qum mnhur l e der eir ava]iço, sendo a venda felta À vlta ou me di nte findor Idóneo p lo prazo de 03 (tres) dia, Dos utos não conta nenhum ónus ou re - curvo pendente de julgnmento, E para quo ninguém posa alepar inorneia, d•t~rmfn<Ju o MM, Jul1. CJLI') r.o c·xpedi·•c o prc ente Edital que er publicado e afixado na rcrmn rl:i JC'l. Dado e paszdo nesta cidade de Del Vlsta, Es tudo de J'.1olo Gros"-O do Sul, nos JO <l!n.i domes de Agosto do ano de mil novecentos e oltcntu o tr :J. Eu, (Pc:dro B. c.lo Vale) 'O 5ubscrcvo. 1 • ' Jonas e.los Santos Pellicloni Juiz de Direito 1rês bas razões Para você preferir os ROS$Os 7pr$$0s 1) Qualidade 2) Preço 3) Rapidea EMl>REENDIJ1ENTO crecl - 1.418 t f j t IMOBILIÁRIOS ·--' LOTEAlIENTOS IliPL,1NTAD0S ITAPORli, ITABORAI, ESPIRlTO SANTO, PRIMAVERA I o PRIMA VERA II. É isto mesmo, tudo o que está escrito acima 'é uma realidade. É Bela Vista ingressando na Década da Decisão. Est.n é sua Grande oportunidade, de investir e criar o seu patrlmônio agora -JARDll'I. PRIMAVERA II- -----~--------~~~~~~~----= ..... = Ali, na Av. Thcocloro Sativa - no local mais alto da cldnde Preço cio Lançamento ... 100,000,00 "Facilitados" Nós fazemos qualquer negócio - Apresénté sua proposta lH.A!S Ul1 EJlPREENDilIENTO DA "SETEAGRI" Administração Nlvaldo de Barros R=. Antonio João 900 - Ponés 431!-1~31 e 439-1238. BELA V!STA l:lA,TO GROSSO no SUL . ..., ; 2 f· _, stó r r ,,o 1,,:.; tl1:0 r r O" ·,o oo . CL :M,r> 11 ·,·, r•r·ro J 1 (J IJ » 1do ,;lrr.:'rrl <JU, .. r· "" rir r.-~ ''o o '11a 2'1/0'J/fl l a realização ds pr d , ·' OTJ/(l'! r: • c1 .. /'.' ·o 71'j// 2 e'.· D'. , q C l E mica Fe ra move conttn sé.iG í á, sno'rtrn« os bens penhorados nos autos a i na rn tc!on<• do abalxo caracterizados: Uma casa d nlv:¼ n:u i.1, com rir,"• do ,,o,:n rnts qu .cirr.do'l dL r n 1.1"'!(; .'1 itcda no lote de terreno Urh no n" 04, ctor 04 da 1 circunscrição G cldacle, <lcvld'ltnc.r.t, mntrlcu'ed,1 nn PGI ds ta cidade fob nº 2.527 n~ 2.527 él.o livro n" 02, qu<' f.Prâ 'Jevodo /l praça no dla 20/0!J/~3 f:~ 10:00 h0ra8, no Atrlo ao Fon.11n J()cnl. ~-'-º ,1 ..... < o !TIC vr· • r 1A I e RT'ú'"º 1l n ro r. <1NADA PARA / /83 r: ESTJDO DE l!ATO GROSSO DO SUL COMARCA DE BELA VISTA EDITAL De primeira e Segunda proça(s} dc signndn para 03-10-83 e 13-10-83. O Dr. Jonas elos Santos Pelllcloni Juiz de Direito ela l.n Vnrn Civil desta Comarca de Be la Vista Estado de Maio Gros,o do Sul, nn forma ela Lei, FAZ SABER n todos que o presente Edi tal virem ou dele conhecimento tiverem que foram marcados os dias 03-10-113 e 13-10-83 /is 13 horas para n reaJlzação dns praças designa das nos autos N.o 03/83 de Ação Execução • C. Prccatórla que Banco elo Brasll S. A. move C0!1• tra Elcnir Silva referentes aos lxms penhorados nos autos acima mencionados abaixo caracte rizados: 270 has. de terras pastais c lavradlns, 'dentro dos limites da Faz. Perseverança, em Alto Caracol, município de Caracol, com ns seguintes confrontações: Ao Norte com partes da Faz. Perscvcrançu; A Leste com terras de Vital Ferreira de Souza e Irmãos Palermo; Ao Sul, com terras de Comercial Ponta Porã e a Oeste com terras de Artemia Fer.iandcs ele r; • ·,r.1 e·• r ungum p ·:l, clcterrn,i e 11 o MM. Ju/ q o V' m ,.. :Cd.:' ! qL: ,. rá pul:)l 1.a tomu <ll Ir! Dado e n do n t 'l c-ldadt'I d E. h Vl •·1 J::scndo de ~-~ to Gro~ o do Sul, .::os 1 dts do mês de ~•-osto óo :ir.o de mi' novcntos , o!tcu,a e tr . Eu (Pedro n do VC1lel o ubs- crevo. J);, .Tona•, elo'> ~')1:l(; Plll 1 fll't i O ,TUIZ DC DIJEITO -----------..--~ .... ---------,- ---- .. ---------......-,.-.M• ...... ------ POD:CR JUDJCTAnIO CARTón!O .JUDICIAL Arruda, sendo que dentro da ira upra não existe qualquer benfeitoria, avnllad'.l na qun. ti.i de Cr·, U.100.000,U0 {o:to 1, 11,1,. e, "l mil cruzeiros), valor por quanto será levado a pra. ca n,;s dü1s 03-10-83 iis 13:00 hc.:ra ,. L'-d~tua} segundn praça pnrn o dia 13-10-33, ;-; mc:;m;i~ horas, no átrio do Forum locnl, para ser arrema. taela por quem maior ltlncc der acim::t da avn Uaçiio, sendo n venda !eitn à vista ou mediante fiad_r idõ::ico pdo prazo de (tres) dias. Dos utos no consto nenhum õnus ou iccurso pcn dcn'.e de julgamento. E para que l'.inguém possa a 1 e g a r ignorúnch, determinou o MM. Juiz que se e,qJedl5~e o prcsrnt!! Edital que será publicado e afixado na form'1. de lei. Dado e passado nesta cidade de B€la Vista, Estndo de Mato Grosso elo Sul, nos 05 dias do mes Agosto do ano de mil novecentos e oitenta e trcs. Eu. (.Pedro B. do Vale). o subs crevo. Jonas dos Santos Pelliclonl Juiz cte Direito FALÔf 2 .. ;;;jf 6is BE?ACl-10 E ESTOU ofC g o o o :: 'ª º·V,":1 ~ (~(.--?)) :; IC g ~ . . l _, ~ .... ~ 1; ó 'loz,:-· -·- zirio: : • ')-.:ira ,. ~ 30 · z'rio l; orr ..: . ~. . «r.o: Cr:tu_í #a cr; o Lo» 19 F rio' D P· Lote N o 27 + o ~ . :) - ' ,±tE! E; Mano!a, Clarida e Léa Vascon- .. , Pinheiro- 30 '..! 'a cortcspndente Cr ..... • .. !l'l·l.058,40 !.o 01 , 10 'Ara: • 05 Silveira Lino 30 M kcei. correspondente Cr$ 994.658,10 ti) N.o 03 e±tetir!o: TW!!e Fernnde; Monteiro 31 M t' ~~b corrc,;pomkillc Cr$ .•..••••. 1.027.313,G. 3 ~ te No 31 o;+trio: Zora&ds Cavalheiro Drrvs % eh correspondente CrS ........&1.503,12 ! . Qundrn N.o 17 te N.o 32 oprletnrio: Reginald:i Gonçalves 30 m rcelo correspondente CrS: !l94.658,40 te N.o 05 '.;ioprietário: Nauir Aristimunho Pinheiro (Pi lecs) 15 M :rceln correspondente CrS 497.329,20 te N.o 05-A. roprictário: Hernando Dario Torres 15 M .mela correspondente CrS .497.32920 ate N.o 7 prietário: Heitor Torres Sanches 30 M Jrccla correspondente Cr$ 994.658,40 ole N.o 29 ,uprletário: Oscar Snlomão mela correspondente CrS 30 M ........ 994.658,40 ) - Quadrn N.o 18 ote N.o 30 - 32-B oprielário: Dr. Roberval Borges :irccla c0rresponclente CrS ote N.o 09-A. :üprictário Dr. Roberval Borges rcela correspondente CrS ole N.o 9-11. roprietário: Campanlrn Nacional .;,io Gratuíto ~~cela correspondente Cr$ ote N.o 29 f!'roprietário: Ma~hahiro Fukaia 30 M 3l'Cela correspondente CrS 994.658,40 30 l'I 994.658,40 12,40 M 411.125,00 ele Educan- 47,60 M ...... 1.578.191,00 ) • Quadra N.o 19 Bt: N.o 30 ,êpr!etLü: Ver:i Tylcle de Castro Pinto 30 M rcela crrcsondente Cr 994.658,40 ±: N.o 13 orietir;: Enando Francisco Gasco 15M rela cx:respondente Cr$ 407,329,20 te No 13-A roprieiário: Ernando Francisco Gasco 15 M 1 rcela correspoi:dcnte Cr~ . . . .... .497.329,20 ete N.o 15-A 'O rir:t:ír:o: Theob: . ldo d Amaral 18 i'I Arcela correspondente CrS 596.795,04 ... te N.::: 15-B .opriel-'rio: Os:waldo Turini ='tceln cerrespondente CrS te N.o 30 • .r-ipricíário: João Godoy rcela correspondente Cr$ - Quadra N.o 20 te N.o 29 0,7 M . . . . . . . . 232.086,96 J' fft' n CGtr ) 1te No 27-1 Propt trio: Con 1 ,•.n, I3 t: ' Anaticio) Parcela corre cndente Cr .Aarr 15 M 40713 20 (Benedito 15 M 497 329,20 6) - Quadra No 21 Lote N.o 33-A Proprietário: Leda Marina de Castro Pinlo :JO ~:,: Parcela correspondente Cr$ 99465040 7} - Qu·•<lra No. 22 Lote N.o 24 30 M !HJ1G58,40 opiietário: Rubens Da Silva Brum rcela correspondente Cr$ te No 17 oprietfuio· Adol'o ~alo ~ • l ~-. mao Rcela correspondente CrS e • .o 17 A. o,:d-:tá.-Io: Oswaldo Rodrigue<: u 1 - ce a correspondente CrS 30 M 994.658,40 30 M 994.658,40 15 l:VI 497.329,20 15 M 497.329,20 Proprlct!trio: Odem::ir Mcdc•iro'.l Parcela correspondente Cr Lote N.o 02 Proprietátlo: E<mlldn Medeiros Prcenga 18 M (Gregório Can!za) .. Parcela corrc 0pondentc CrS Lote N.o 02-D Proprietário: Pedro vforqucs P;irccla correspondente CrS Lote N.o 01 Proprietário: Jnry Da Costa Viana 30 M Parcela correspondente CrS 094.658,40 Lote N.o 29 Proprietário: Joaquim Dulra Pnes Bnrro 30 M Pnrcela correspondente CrS 994.658,40 8) - Quadrn N.o 23 Lote N.o 30 Proprietário: tnio Pereira Oviedo Parcela correspondente CrS 59H.795,ü4 12 1 { 397.BG3,3Cl Proprietário: Athnnasio Loureiro de Almeida s= 30 M Parcela correspondente CrS 99-l.658,40 Lote N.o 06 Proprietário: Miguel Brandão Delvalles 30 M Parcela correspondente Cr~ . . . . 99·!.658,40 Lote N.o 8-27 Proprietário: Grêmio dos Subtcnentes e Sar gentos Pedro Rufino 60 M ·Pnrcela correspondente CrS 1.989.316,80 !l) - Quadra N.o 24 Lote N.o 28 Proprietário: Takeiehi Fukui 30 M Parcela corresp:mdenle Cr~ 99~.6:i8,40 Lote N.o 10-B Proprietário: Cornélia Gonçalves Parcela correspondente CrS Lote N.o 10 Proprietário: Osvaldo Miranda Mell - (Gumer- cindo) 32,%0 M Parcela correspondente Cr!, 1.087.493,18 Lote N.o 12 . Proprietário: Athanasio Gomes de Tv1ello 30 M Parcela correspondente CrS 994.653,40 Lote N.o 27 Proprietário: Athansio Gomes de Mello 30 l'I Parcela correspondente CrS 094.658,t!0 10) - Quadra N.o 25 Lote N.o 28 09 M 298.357,52 30 M 994.658,40 Lcte N.o 14 Pr0prictó'do: Osvaldo Lino Parcela correspondénte CrS Lote N.o 14-A Fropriet,~rio: Lni2a Brites Rejas 15 M Parceb c:irrcspondente. Crq 497.323.20 15 2 497.329,20 Lote N.o 1G . Proprietário: Fabriciano Machado Parécla con·csponclent_e CrS _ Lote N.o 6 Proprietário: Thecldo do A::ara! 302L Parcela cyrresdente CES 931.65840 20 M 994.658,40 Lote No 27 Propretrio: João Vila!ba Parcela corre/pondnts Crê 2) - Ormento da Obra: A O!:r. foi cr ··:,l.1 < n Cr 55.700.909,88 (Cinquenta e Cinco MI!Ec:, Setecentos Mi!, Novecentos e Ncve Cru Oitenta e Oito Centavos), sendo que a área a ter pavimentada abrangerá um total de 10.080 (Dez Mil e Oitenta Metros Quadr .. do ) de Pa vimentação Asfltica, incluindo galerias de Á uas Pluviais, drenem, uins e sarretas, o CJUC' resulta no preço unitário de Ci 5.525,08/m2 (Cinco Mil, Quinhentos e Vinte e Cinco Cru zeiros e Oitenta e Oilo Centavos por Metro Qundrado) de área bcncfiC'indn peln Contribu1- ç5o De )'fclhorla. De acordo com o que se segue .'.lbaixo: 01) - Raspogcm e Limpeza - Abcrlurn de cnixo para pavimentação comprc::ndendo co1 lr1 e aterro até 0,50 m de profundiclt.tl-• tlc• :ic-6rdo com levantamento topogr6fico. UNIDADE QUANTIDADE m2 10.080 PREÇO UNITARIO Ii1PORTANCIA 180,00 1.011.400,00 02) Base estabilizada granulometric:1rr1en te com emprego de pedregulho de cava com espessura de 25 cm. UNIDADE QUANTIDADE m2 10.080 PREÇO UNITÁRIO IMPORTANCIA 1.203,20 12.128.256,00 03?) Transporte para base por metro qua drado de camada acabada. UNIGADE QUANTIDADE m2 10.080 PREÇO UNITARIO IMPORTÂNCIA 256,80 2.588.544,00 04) Pavimentação Asfáltica 04.1) Emulsão Asfáltica UNIDADE t PREÇO UNITARIO 145.649,77 04.1.1) Transporte UNIDADE vb PREÇO UNITARIO 800.000,00 04.2) Pedra Britada UNIDADE QUANTIDADE m3 280 PREÇO UNITARIO IMPORTÂNCIA 5.000,00 1.400.000,00 04.2.1) Transporte de Pedra Britada -UNIDADE QUANTIDADE .Viagens 28 PREÇO UNITÁRIO IIvIPORTANCIA 100.000,00 2.800.000.00 04.2.2) Mão de Obra UNIDADE vb PREÇO UNITARIO 1.800 .000,00 05) Guias e Sargetas 05.1) Cimento UNIDADE vb PREÇO UNITÁRIO 3.500,00 • 06) Drenagem de Aguas UNIDADE mL PREÇO UNITARIO 18.000,00 07) Drenagem de Aguas UNIDADE 11) - Quadra N.o 23 Lote N.o 18 Prprietrio: Iuiz Carla.:; Rahal Parcela correspondente CrS Lote N.o 27 PrJm·ieErio: Luiz Carlos Rabnl Parcela correspcndente Cr> Lote N.o 20-A Proprietário: Ramão Aparício Arec::, e Alzenir S. Rocha Lino 15 M Pareda corrcs!:]o!ldenle CrS 497.320,20 LJtc N.o 20 Prcoriet6.rio: AJi lfoha 1 1ll'de: H:ni:1:c !5 ll Parcela correspondente Crê 497.329,20 Lclc N.o 23-A Proprietário: Abdallah Hassn Doueidar 15 30 M ut do t +to •)Olllt o 994.658.,40 30 M 994.658,40 mL PREÇO UNIT rffiIO 5.000,00 QUANTIDADE 40 IMPORTÂNCIA 5.825.990,80 Emulsão Asfáltica QUANTIDADE 800.000 IMPORTÂNCIA 800.000,00 05) Nie!mento: A obed ir o rigor« m te a A tubulnçao ter' ceie mini- m d 060 1 fr, . ,, . 1 Jor!o minimn permitida ie conforme ( p• ifiC"t .. o <; 1 ) r( . QUANTIDADE 04) Dre em; Será executnd, no 16cais onde a e·cavacão atingir o lencol e ico, com uho de concreto, tipo ponto o bolsa pa m dreno 1o 0,30 1. 05) 'Tubu!±cão: Os tubos de concreto do tipo ponto e bolsa, Isentos de fendas e racha. duras, rejuntados co argamassa de cimen to - r•r:-L,. IMPORTÂNCIA 1.800.000,00 3.360 m2. 0ô) Poço de Visita: Será executado em al. vnar! do uma vez com dimensões internas de 1,7.C:rl ,20 x 1,20m, as82nt03 sobre um lastro de ( oncrc>to e rcv<:stido com argamassa de e[. m nro e :ircia no traço 1.3. QUANTIDADE 1.680 ThiPORTÃNCIA 5.880.000,00 Pluvieis QUANTIDADE 1.200 L.1i'ORTANC!A . 9.600.000,00 A laje superior será de concreto armado com espessura de 10 cm (Dez ccnt!mctros), sendo que u mesma terá uma '.lhcrl ura. circu lar de 60 cm (Sessenta Ccnlimetros) de onde subirá uma chaminé de alvenaria alé atingir o cota do pavimento acabado. Sobre '.l r,haml né será assentado um tampão de ferro fun dido, o qual servirá como cntmdu para Ins peç5.o. L--itersticiais. QUANTIDADE 1.200 • IMPORTÂNCIA 6.000.000,00 07) Caixa de Captação ou Boc'.I. de Lobo: Será executado em alvenarla de uma vez, so bre lastro de concreto e revestida com argJmas sa de cimento e areia no traço 1:3. Na superfície terá uma grelha de ferro sobre a cinta de concreto. OS) Projeto e Administração . UNIDADE QUANTIDADE 10% SUb-'I'otal FREÇO UNITÁRIO u/fPORTÃNCIA 50.637 .190,80 5.637 .190,80 Total , 55.700.909,83 3) Valor da caucão de cada interessado. A importância global da caução não pc deni ser superior a 2/3 (Dois Terços) e nem inferior n 1/3 (Um Terço) do orçe.mento total previsto para a obra. 0) Cs opie@rios dos imóveis relzcic n~dos terão o prazo de Trinta (30) clias :?. c::m tar da publicação deste para impugnução de qualquer destes elementos, neste constantes cabendo ao impugnante ou ônus da prova. »' 1ElIORIAL DESCRITIVO OBJETO: Pavimentação Asfáltíca e Obras Complementares. PROPOSTA: Item 01: Pavimentação Asfáltica. tipo penetra c;ão invertida dupla. 1.1.1) Raspagem e Transporte até 4 Km (qua tro quilómetros). 1.1.2) Serviço de Drenagem. 1.1.3) Escavação e Carga cte material tte 1° categoria. 1:1.4) Transporte e carga de material de lª categoria até aproximadamente 4 Km (qua tro quilómetros). 1.1.5) Melhoria do sub-leito natural por com pi.>.ctação, a 95% (Noventa. e cinco por cento) de procLor simples: 1.1.6) Escavação e carga para reforço do sub leito com cemada estabilizada. 1.1.7) Transporte de materiais para reforço e base. 1.2.0) BASE: 1.2.1) Base estabilizada com emprego de pe dreguho, compactada, com espessura de 20 (Vinte) centímetros no mínimo. 1.2.2) Imprimação betuminosa ou ligante. 1.3.0) R3VESTTh1ENTO: 1.3.1) Capa de rolamento de penetraç2.o vertida dupla, de 02 Dois) centimet:os camada acabada. in de Item O~: E::.;ecnç5.o de Guiss e Sargetas: 2.1.1) Execugo de Gui?.:: de concret-0 pré-mol dada. Largura: 0,30m Espessura: 0,10m Comprimento: 1,0m Traço: 1 -3- 4 2.2.1) Execuçê.c de Sa:rgetas no local. !..2rgnra: 0.30m Esp:cssu.rn: 0,10m Traço: 1 . 3 4. Prefeitura Municipal de Peh Vista, sta õc ele TIIa:o Grosso do Sul, ns Doze ilias do mês de Seter:oro de NIiI Novecentos e Oiten t.."'.. e Tres. AFONSO DILLON NUNES LEITE Prefeito Municipal --- -------------------=--- D 1 OCíf_;lO n 0025/83 AfoWô Dlllon Nun 'i [,t IV', Prr-!1 llt) Muni• c·,p.,1 111 T' 1 'vd F' e' • • ln ' r,, o Or, f,111, n, u 11 ( 1,c._ó~ J 1_; ( crrn iJ· 11T ,' ,2,/Ultl::··1u1•1_,. ,r mliro e!, ll,I 1. Bl•,CHI .A'/: (;A t>Ji UL0 I l)M; NO,HTMJ (;F:1?/W E;Ef'.10 I -- i : J USJÇ()L.~ 1 1 Jll"I,liUN/.m~;,; Arl!"I) [·) J-' Ili n--cr,.tn p;lipllh () r,;•JCC· J,,mrnto r cli•c:'plin•1 n rnltc1çf'o clc-Conttihll 1 • çi't) cl•) l .. ·'lwri (C, .. 1.) pl P , •• 11rP 'v1Uill cipnl r'" r, 1.1 Vi .. t ,, t ltjl/ htc, '.I ,-.,1 1 0' , ,, :1 ;r :V,Jll nfoç,r.0 /-.; f: 1 1 1 <"', (,: , C' ,''• n, 1 1:-' 1 Galerins do Áu j'luviis o Drenagem da ):1 Conde ele Pc.rlo /l"fl!C, pelo pro1:r~1n-, ·.1:tri1· mrlin'rhl. Arti~o !:1) /'l otrr." ou melhonm"ntos e:nqundrnclO'l no pro~rom2. odrnorcllr.i'1r;o, i:. 1 ~o o1,Jnto ele J~:1çam·•11lo n co!.Hnt1,:1, cl<' cr.or cio crm rs no1m:11: e c!.,p:i~içõc, deste capitulo. Arllrro 3') / sollcilnÇ:O p:1r:1 cnqu:1clrn111rn to 1~0 progrnmu c:clrnordinárlo, dcvcnl. ser fd tn r>n pctic'i.o conjunl l de p:-lo rncMs 2/:l (Do's Terço~) cios contribuintes intcrcssnclos. Fnrngráfo único . Os ~olic:it:.mtes dcv~m declr.rnr, cxpressomcnt,, na su:1 petição. n) As obr'.1S ou melhorrmcntos p!·ctcndid0s; b) Os logrndouros ou logrndouro n serem te• neflclndos; e) Os nomes de pelo menos (2) tOi5 propric• Prefeito , ' l6riG'> p. ra rrprcc,n•rm,m o r•rur,o e mnntc• tem os I nlf n,Jt,n• n1 ,, co,n I Adminli t roç' 1 Mun!d,,tl Art!9o 4) No caso d obra rcriucrldn r_,r•r consldc.rN1 1 rlo intere e cr n•1, 111lncn drJ ; run!dr)lO tln!J,.rir e tio os projetos de tt• 1 •> que ! r ;[.e,: ntr4.11"•; d; r r)~ .. n,~nl 1 :i, t.'Jbrnc• t:dr,!} fs(); inlcH.: 1"n J cr~n JO"'nnC.:o :J/': C'>lt:«:i, por m· iD ele Eclil<,1 a, r:o p, :iv, c'n Trinl·1 CIOJ cJ '''i r..omll''"'.T-. 1 eis :,e ulr 1 .C'i 0 h n,cnto ,: 1 > r~c 1 ;•;ri•·l D, crititvo cto l'rv]~'o; 1i) Or mnto tal de cbI; llIJ T>"l r.111: .. iir) r1·~ p,lrc ~a do cuc;Lo (]· C~,, ·• a .:e, ínY1nr: rl'i .,,,t, Con!.rihuk';-o 'ÁC :,d !hora (C,A.). cm o corre pn:!ente n'1no d 1Atcio entre ; 4e!s bnfcido3. 1'/) T;,.li1t1itrt ao c];y; (1.1(,~ 1 ~ bcn r,r:i ... ::::~;, (L: mo r:o o J_c· r mn c r,.G:t.ri ,_.rl·>; us ;nfo; ..... ~; nc-lnc; f /l•)"( 1(iiíJn .. ; ') Vr.lor d. cu;o de cada intors:nado, t, 1 [ •. /) !; ) O rntc:n cn_r o~ im,~vci; 11~ !V'•f i:•~oc!c; :;c.1~: f,_i .Q cm +ao n'1 custo to' -:1 cl~· Qi,; ;"'5. Ail i,·.o G?) Incluir•:.c-:io no rntc!o 11-:; :re'.l:; elo l'SO comum e ns pertencentes n imóveis h,nlo:; dn Contribu!ç;;o ele Melhoria ( C. Jl.1. l, cujPs cotu:; cor:erÍO 11or conl:i c.!o i¼unic!pio. SEÇAO JJ DAS C,UÇOES Afio 7) MAS Obre; ou m1!hramnts n •e C·!n ;,tcndich<; p, lo p:·n"r:1111a extl'Jordl ll':rio olJrir::,m o·; int_cr~-;•;yn, !I prc>,tnrrto <lê cnugio. ' ?I cm. 12 1 CJ.8 •.· .. & 1 •) p 1 'n'> d<' obras, n:r do Arl o ., '.! J A poderá ver 'I inf, ri0r 1 1/, i prr setsmbro no c«o ' !on:" l /r.i·•o rr'l A<; e ,..,,r, •. n~,, vc·1c r- e juro e ;rrro prc~t1cJ.1•; dcn~rn < 1 <> pr ... ,7'l e< 1 r:nt· (20) cli~•; crnt dr,'; d I J,11' 1 1 , ':, o d, J'·Jit: 1 prcvlst'J no Mrto :1' e, , r: D cre 1 , § Pl No ;•cJ,, r,r ~• d>, 1', 1:c1 1:•, pr:'70 rr .1v•inn:· -~,, -r:o -;~(. 1 :i t. ' 0 d ,iV: tric'· pf.o t( jo 1nfc-io (r,:" }· rqr,iu ,1 C 'l ·) d o { t de !ll r • l ' • de vhr.r .1 1~d:1 :a,r l 1 r 1 [i .e:: 'lz~r'io r't, : ·e ". na C do pars.o l C!"D O. f, . r l ' J ., t ') ,, .t t; () , 0 Sº) rrcs nr1. i te.""· ., ... r· ttr:.r,~ ir~~" ·~lP- nl'; r. Cbrn ~e,: in;c.i,;,i-1 l::<.1.J, •1•i :1t·m.r.':' do rc-0111t:iclo d..s r ·'~:n:1(ÍQ<; frf-l<:. § 30) 0ri dado um 1ec;'o ?« cAC !i pes{GS C01o p° de 1:a ! n ! 6 Con t i·ji.,,.?lcf10 d3 Melhoria (C. .) imóv!s be nrficindos. S F Ç O I I - D O PARCELAMENTO Artfr,:, rr") o r:• .... t l~: 1 {--:ir 1 n :, e ,n•r11J ll çfio de Il~<'lh•rln (C. r,'.. l, ~ .. ·;'. .'.'.r i~ ! , ::"1 ut& G (sei:) presEegêcs mnsn!; ore fu co·n vPncimcnto .. n 1r•.ir r•,· r11 . ,•,r,l r..i:,• ~-i i :·, 1' ,..;,. 1983 li tiO "·h 'I <.:. 1 1 :n Ar1 l{':1 ,-,. t·. .th ;, , {l('t J T ,_ ., 'l Ari .O ! ', l ' D na Cata ' ua Bub!c ,. r.· e -.o e r·t i:, • r r"' ~n p:-..:'• .. /n e..:, r- ':.l ""·'· o Mr i o o e,_, 'frint:::" (~O> rt! • :?.rJi~~.l. Prefeitura Muncip d+ D!a V'ta E3'A. co de ?<':,te C:r,'n c1o Sul, rc•: t!O?" (~• eo r; do Sct·miro e Mil Noveccnos e Oiten. 1~ e Trf.s. OS0 DIL!O ES LEITE prefeito Municipl - --- -· -::-=---·-· r; ·.-:: :-,"• . l t r 1, l [ /' ~ / ' . O con:u.rso ccnstar:1. e:.~ r::5 fases eluninatórias. n. ,;=:!!:ci=:'. se r~ um e::r:.:~:-~ !:.:t::!,::!~:,::: : ,::--·~ ,:~ rt:J.1:.Z:'..ç2o d~ p_c-~-- .. .3 C:! ·1:-~.:~ us, matemática a co:±zé:1"? 4o3 22e..3. ia scgvns pa. c5 candidats s sane:./? o5 e:ares de si?e ;::3.° rico. Finalmente cs Cl±#z:5 saxão p2ra a terceirzi : ... :-.:.•.; ... : é o curso de forma7. e" :icomer:o rgr6ar dr cru&ucod 4me:s O prii--.~e:::o c1::rso iá l,: marcada: come;s nó d:? ieereiro de 3' " ...... • :-- ' .. ris5a s é'.,'.C:·:as dife-er,, C"' r;,1~r r'.J e: ses. eis. ises icgista, Escrivão, Is=to» . oici, Agcate de Po!iig D.4 copisra e Agentz de 'fe'.~!::ir.:tl:";· c2,ções. • !':-.S P.".:1 fcnt:. Campo Grande A Ac1de::i'.2. ele Paliei::-. t".:'!erá rbrir no i:".:éJ õc cutuoro, inscri,::5es pam O curso que pretende realizar. 5 provas ser2.~ p:)SSi"/~lrne:n~~ c:i nove:nbro. Para S8 inscr::v::, o c2:1didato de:verá pre::nchêr e:;:'~· gumtes -requisitos: se: b!·i;.,!;,..:J pcssUir nível de escol::.ri~:.c a~:· g id o para o E0< e - c 'c io á o ,. .. --y te,· o· rio d ises» de 3G 2ncs de i::12.r'~· ~;;o 1 ~,;:; strkco mais.na é6sé t mir.Jl nos últimos 10 e.noi; e:;:,: quite com as oongaçõe3 rniii:1:, e eleitorni3; te, :iltu:·" ninim: é~ l,ôO .n. ,. t J ,T,,íft/ --- • ----------- ____________ ,__ ---·~----- M (merc e IUA LUIZ COSTA LEITE N 383 z va Oé o e . O foior Centro de Abaitcciro.cnto do Ilonito. O CLIENTE ESCOLHE NAS PRATELEIRAS MILHARES DE ARTIGOS DE PRIMEIRA NECESSIDADE 1 1 l -----~-----,,__,..~,--..,.__, .., ~-------------.-------· _,.,,,.,.. ... .- FONE 369-308 BONITO JIS ----- jpV0CACIi-- 1 i;;,.crltórfo:_ Av. nio Drnnco 107 • Fane 305 vn. ANJ'ONIO F. no NASCIMENTO ADVOGADO f crc 000.1174 3111-00 - OAB-MS 2009 Cnuss 'veis, Criminais, questão de Terras, D'Te.to do Familla e 'Trabalhista. esldncia: A. Rio Branco 193 9.230 . P0+to urtinho • Mato G, do Sul hmando Freitas Julião de Freitas ilete P do Freitas Gilclelde M. S. Alves ADVOGADOS ua Maracajú nº 961 els. (067) 624-4380 (067) 624-7087 s.: Tel. 624-7021 Campo Grande Mato Grosso do Sul. •scrltórlo em Jardim: Av. Mato Grosso S/N 7,R 7E65R6 17 O» 5iãü@vi€E? Advogado " crmsns Civeis e CrlmlnnJs Inventários, Desquites, Divórcios e Iga!i7nação do Terras. EscrIt.: Rua Antonlo Maria Coelho, 4211 Fone: 430-1305 Residência: Rua Culabá, 468 BELA VISTA - MS. E;UI76Tio SüiiTYCo Nelson Chngas j , Advogado 1 Cousns Trabalhista, Cr1m.lnal, Comercial, Cfvol (problemns-famfl.la,} 1 , . tQrrns, inventários, cobranças, etc. Rua Dr. J1-y Coelho Oliveira, 660 Fonc: 2121 - JARDIM - MS. " ..i MANOEL RODRIGUES NEGRO Advogado Rua Tenente Bernardes, 2550 CEP 70.240 - JARDIM . MS F(RTP·1>' nn. JOSFÀTANASIO NETO Advogado OAB - MS - 1579 Ave11!da Duque de Caxias, 780 Cala Postal 31 - JARDIM - MS. DE. J51é.ããR 6õbo Advogado Cousas Cíveis, Criminais, Problemas de TeITas, Inventários. Rua Cuiàbá, 350 2E LA VISTA - MS. ESCRITÓRIO DE ADVOCACIA Dr. Pedro José PnlmJérl Le~lização de Terras, Inventar1os e Causas Criminais (Jur) Rua l6 de Novembro, 160 Fone: 439-1132 - BELA VISTA - MS. Ontem, por volta dos 0,30 horas, o clda. dão Nél!o Diório, agrimensor, pessoa das mais gratas na comunidade, esteve em nossa Reda.. ção solfcitando que noticiássemos o fato ocor rido no Hospital São Vicente do Paula, quando foi expulso daquele locnl pelo médico Ely do Araujo Bnrbosa, '.lOs gritos de fóm dn.qul v::i ,::abunclo. Não se admite um tratamento dessa espécie entre pessoas civilizadas, oinda mo.is quando se vê envolvido um médico e um clien te do hospital. Todos sabem, em Bela Vista, que Nélío Diório é uma pessoa responsável, trabalhador, acreditamos que houve um mal entendido, mas não podemos deixar de aten der o pedido do cidadão que fez questão de contar os fatos, para que a comunidade tome conhecimento e julgue da melhor mane.Ira. Eis as palavras de Nélio Diório: A PEDIDO EXPULSO DO HOSPITAL AOS GRITOS Bem cedo, ali pelas 6 horas, levei uma paciente ao Hospital, esposa de um funcioná rio de minha firma. Não havia médico de plantão. Voltei mais tarde, deixando a pacien te num apartamento. Verüicando que a mes ma ainda não havia sido atendida, reclamei a uma das enfermeiras. Falei que sempre pa guei o que o Hospital cobrava, esperando aten dimento condizente. Reconheço que no momen to estava nervoso e critiquei ásperamente o hospital, mas doença é uma coisa grave, posso até ter me excedido nas críticas. Neste interim o médico Dr. Ely de Araujo Barbosa, que es tava no local, perguntou me por que eu não o avisara, falei que não tinha nada a avisar, po!s as cnfermelras estavam sabendo do caso e o atendimento ainda não fora feito. Em e gu!da o médico, que ia atender a doente, vol tou e gritando, o que chnmou a atenção de todo o hospilul, me expulsou, de dedo em riste dizendo "fora daqui eu varabndo", fendo menção de me empurrar, cu pcrm::mcc! no mcs mo local. Eu disse que só snlrla dnl! depois ele ver n paciente ser atendida. A padente ficou internado, mas nfio se justifico um m(dlco, tldo e havido como humanitário, se alterar ao ponlo de chamar um homem trabalhador de vagabundo. Friso bem que, no domingo, o filho dessa mesma paciente recebeu alta, sen do muito bem tratado pel.1 Dra. Glaci e pelo próprio hospital. Acho tudo muito justo, o que nií.o se admite é um médico perder a ca beça dentro de um hospital, se alterando no ponto de grit:ir o expulsar um cidadão que por força das circunstâncias se encontrava nervoso. A obrigação do médico, ainda mais quan do no exercício de sua profissão, é a de aten der os doentes e tratar bem a todos os que o procuram. Deixo o meu protesto e também a certeza, a minha certeza, de que nem todos os médicos são iguais e eu continunrei sempre disposto a ajudar o hospital. Ass. Nélio Dl6l'io. Nota da Redação: As matérias publicadas A PEDIDO são de inteira responsabilidade de seus autores, nã.o exprimem a opinião do jor nal, essa opinião é manifestada através de Editoriais. DR. FIORI MURANO Médico C?:rica de Senhoras e Crianças Operador CRM 352-- Fone: 439 1264 - CPF 003820351 Rua 15 de Novembro 75 BELA VISTA MS CUNICA POPULAR • das 7 à-s 11 horas g. a a.arre DR. RICARDO REGO Advogado Inventários - wgalização de Terrns 17E=P1 "!- "intonlo João MS ESCRITORIO DE ADVOCACIA Dr. Sérgl() RolJ!lrto Perond.! Advogado Causas Civeis - Direito Agrário Inventários Escritório: Prnca Alvaro Mascarenhas BELA VISTA - MS. a.eera..ta [ . Blocos de Correspondencin, Impressos fiscais e estudantis, envelop.es, Confecção e Impressão de boletins e jornais. Folhinhas, Calendários, Cartões de Natal, Visitas, convites de casamento, aniversários, etc. 1 Serviços de Linotipagem e cliclieria. • Editamos livros e revistas. Traga o seu o.riginaJ, .venha conversa: conoseo, os melhous preços da região. , PARA PEDIDOS ACIMA DE 40.000,00 concede mos PRAZO. ENCAMINHE SEU PEDIDO A GRAFICA EEDITORA APA S/N - BELA 'VISTA (lV".tS) Padrão de Qualidade, prêço e rapidez ... O ANO ± DE TRABALHO, DE ECONOMIA, FA ÇA UM.,. OPÇÃO INTEhlGENl'E, IMPRR-SS OS É COM A GRA..."ll1CA E EDITORA AEA..~ • • RUA DA B..EPúiH...reA i i • - APARTAltffiNTO.S COJII AR CONDICIONADO, TELEVIS.-O, GELADEIRA. CHURRASCARIA, ROD!ZIO. "A MAIS MODERNA INSTALAÇÃO DA CIDADE E A QUE MELHOR ATENDE ANEXO • ESCRITôRIO DE CORRETAGENS - VENDA DE FAZENDAS - PACIFICO BALTA -- CORRETOR - REGISTRO CRECI N? 1.250 AVENIDA CEL. PILAD REBUÃ. 1.293 - CEP 79.290- FONE 394 e 295-BONITO- MS. l llJH.J; xJ O c:1,1~j111110 M 1 :o<.111 - Am Ltin, que • biuso no dia pp no crml Potro Rufino Com r u 'cn II1o 1 ',1 l, 1, ,., 1 ' • }JI ( •(, ', .i .. ENFIM to] mnacional l lll (lf) àln. 7 do temhro 'o ,1: • r,re, e 'Ili com a prença dr rnle público. i 11.rr•,Ai~ DO J1/'U 'fl"i(J'O e f ltn <'º Ju1, nem rirlo•, nesse dia, muita pen tr- Jll ,,,1 lr:Jun o íir.o.,luim' ntn. 1 on L'I. 1rni1r1 •cio- r,:10lfl; íl 'U'lllO • Nlltl•1, Dr. Hcnock Cnhr·ltn de antnn o Sra., Dr. Oluvo Mnc.1- renhas · Bth, D, Jons - Cleu::o, Dn.u!lo o /Ut ,Jn. 'fAlrn.r.nr mnrcnram presença: Dr, Itmr • GIcy, Dr. e '0hilo . Jznlén, Rcinnltlo • Malsn, Belrnllo • Li.Gin, corujn . Mnrizn, Guego o Cecllltl. crncuwu r,n· 16. ncomD!ln.hadn dos pais Ar! e Marin e seu Lavo J011io n menina moça Lucienc. NOTEI curtindo o som de Alma Latina só de C(tmn rotp: Dr. Pedro . Ledn, GaritJaldi • Sueli, Viei m • Neu.zn e Dr. Ivan. VI também esparramando animação: Lui?. •. Ma no, Mnnoel . JVfory, Bil.Ja • Nilza, Dora. Cnstrn• na, Dr. Carlos, Adriana, Kiko, Florn, Loris, Fernando Jorge, Timarn, Veronica, Lelé, Mi rinm, Katio. Danise, Max, Solano e Manzete, Mnrlt, Ester. NOIVADOS PorabenJzamos os casais que na semana pp. colocaram nrgo!inlrns nn direita: Ten. Neto e Valquíria Rodrigues o João Eduardo Lino o Murilda MarJm Puchetn. TLm ... tim prá voces. NOSSOS PARilBI'.:NS ao Juiz de Dil'eito Dr-. Jonas, pelu maneira com que cond12il1 os trabaU1os d:i 2~ Scs_"..'io do Tribunal de Jurl em fü:lu Visto. Tambê:11 nossos elogios :10 promotol' DT. Obvo lfas::~. renhas, ao ckiensor piiblico Dr. He:1ock Cn· brit:1 de Simtana, advogados que utua,am. Dr. Pedro Paimieri. Dr. v:m A. Costa M:~rqucs, Dr. S&gio Perondi e Dr. Itanur (que fez su ~stréin, revehmdo-se um e:,ce1ente criminalis t-0.) ! os JU!U reo.llz:idos foram prestigiados com a presença de grande público. 7 DE SETEiIBRO foi comemorr.do na city com um bonito des We esludnntil e do 10°RC. :I m. ?re.réturn )1tmic:p:1J (Ue ntrnvés do preleito f.for.sJ D'llor: e; ·.._ Sec!ctlírir. de Educação Sra. Cn! S-amene Mascarenhas e sua cqvi pe p reincrurn aes si:nos d Ris Muni cipal e Ensino apresentarem-se mio bem i.:'.tio::-n:i:::do.:. - s escolas Esta&uis desfilaram apresentando carros léxicos c outrcs números interessan ts. PRO::"ESSOR PftOFE3Sül c~au,·aler e profE:ssor::i Regim. desfüarum com seus alunes judocas, também do Grémio. do Gr(rnlo, Se. T0fio Kalife anunciou que no (lin 11 nle novembro dará um how no C!ub o rnntor Nel"On C'rmr;.,kc". /q11:uclcm. NATAÇO O profesor Aldo Cimr comun!c qu 0"" +.mm Inteinr: nls de ntaço no G. • mio. r;to nío vnl sr uma felrn como ns ouo VOo onhc, LÁ V tr; Brracns dos Municí pio, Exp:/3o de Ar'; PI'stics, shows com t',+e Ma {r1 !l"llih rlnn,,, <lc-,fllc de mo dns, mdr de filmes o desenhos nnlmndos, l<'nlro lnfimt iJ e ndulto, desfiles do Bnndrs, tr~m:.lnho. norquc de rJiversõe,, comlrlns t!pl· cas, ottelos o cvnlos para que a purizada p0s :m nassc;,1· l1 vont.ndo. • De 1.5 i tn de setembro vr prn foirn da .Solldnrlednde e levo todn sun fnmUin. l?Rçri rlc nr:,i 1llvcrs.:ío um gesto tle Solldn l'!Nlnrlc, ... ,Promoção: FASiJL/PRONflV/I,BA Pnrticip:iciio: Gcvcmo: o Estado de Mato Gros o do Sul • JTnnlcíplns • Colõn1as - Entidades Cubes do Serviços. 3ELt VISTA ESTARA PRESENTE ruVEN'.i'üDE CUR'l1INi10 EM MASSA [,«1°• • . Aconteceu no Ginásio ele Esportc de Bela Vis• ta quatro sensacionsls noites de jogos Inter- • s!'lrles promovida pela Escola Joaquim Mur Unho. NA SEX'rA FEIRA PP n nbcrturn teva início com uma palestra pelo . C!lp. Rodrigues, desfiles de Bandeiras e equl pes, a seguir deu-se o inicio de mais um acon tecimento esportivo. MODALID1lDES Hnndbol, Voleibol (misto) e Futebol de Salão. fe>i sensRcion'.l e a juvenh1de compareceu em grande nümero :issim como nossas autoridades ci,~is e militP.res, entre os quais o Cmt. do 10 RC Cei. Limn, a Sra. Ant.onia P. Melo, deleg1- da de Ens.ino. C ENCERR/!.MENTO aco:1teceu' no dia 7 a entrega de Troféus às eouiues vencedoras e logo após um grandioso bilé animado pelo conjunto SOM DZ 6 de Bela Vista. • - ' P,IBABl'.':NS ao casal Lidia e Rlgoberto Velasquez por completnrem 35 anos de e.asados no_ dia 28 pp. ANIVE2;$,füiOS 13/9 Professora Mart-0 que nesse ma recebeu t.:·•i1'.: li tl(l. !1,)-,Gr.age.m de seus alunos da !_.__co}n Jo::on'm Mu:::-tinho. Ela merece. J 119 ::: 0 ,nch.l~o da :;:::rota ,Tuli:ma Mllscarenhas. G;i.rotn. Jeru.::! Corree, Luiza Z. lfam::da e ', Jd;.);-n:;-:: ::=:111;:. Felicld.Rdes ifü ... SOü A TELICID4.nr; I'TíIDlDA, r,,,o vm, TAnrr ,JAHAI<-,! T:os 'um, hateu na poria ·t-,:,ci!e• ;1i:o c;,li:; ::,,brir :e:sei au osso a saudzde que vive ampguir. Beteu de no com força ra: dei üo insistiu czzceu z cocada correndo a pra sempre partiu Purtiu d2:.xando escrito Essas palavras Fatais: 1 cfa f 1 ............. ~ :m - •· O o.bab:o assi.112.clo cfac'sr•:; c::Jê E-::t:a-:=~,.' Cetra do Comi:sir;c Z..:z, !mó~·,·is, C2ii:C:. 1.250. C(}ST r OE vrn JO '· PAr.:rnr. ·s 0s coordenadores do O Domingo € o, Sqt Av!ia e PSdio B!à Vi a O prosrm ~ sadio e divi rido: mh: a o O pr» n a tuv!tule Retcocdo li. vista do que publicou e Tribuna da Fronteira de 5 date ms. n° 662 cor},ç? titulo: VEREADORES TERÃO DI: DEV VER DINHEIRO, lorn?.-sc. neces~'.'rln uma retificação do que a plicou. Como eK•vereador o o primeiro eit'.ldo r:a notícia, cumpre-me e:pôr ao púbiico cm zral que cumnrl a do.ermineco do Colando Ti bunal :"I '.ÚJ de Janeiro Gesto ano, cor.o adiante se verá. ,4, dada Este cv.so é com!)loxo e rsrns .a-se es . ·- o :mo ele 198!, cujo desenlace fo! :). 11rovitlên~1.:1 elo ·Tribunal de Contas determinando a tle·O· Juçi'o citada. . . • ubl! Acontece porém, que a prov1cl!,n::w p : cada excedeu da verclncle como passo a expor: A 23 ele Dezembro de J.98::!, recebi do Pr sidente da Câmara ofício n<> 169/82 comun'.C3n do-me Instrução do Tribunal que ou tene. .º prazo até o dia 31 de .)aneir? de. 1963 parn fazer a devolução das impord:inc1as paga? n maior (subsídios) referentes aos exercfr10s como segue; Ano de 1981 CrS 65.701,72 Ano de 1082 CrS 64.382,13 Soma CrS 130.088,85 . Sendo que V. Excia. poderá fazer o recolhi mento parcelado, o exercício de 1981. ~té o da 31 de dezembro de 1982 e o exercic10 de 1982 até o di1 31 de janeiro de 1983 1 Era o aue continha no offcio sem aue os n"m"%5 corresnondessem a exat1aao d2l, 1mpo. tfu.1..,,n a recolher. _ Dada a exiguidade do JJr::tzo e a expressao poderá, conclui que a intenção cl.Qs Sen~ore~ conselheiros do Tribunal era 1 de facilitar aos vereadores a re::;tituição em parcelas da importância total, mas opinei pe'.o pa_gamento único no dia final marc::ido. Ass1m fiz. A 28 ãe janeiro de 1983 fui n agéncic1. do Bane.o do Brasil (tres dias de antecedência, portanto) e iiz o recoUlimento dl,i1?po1·tãnci~ de CrS 113.9:l8,55 à conta da Prefeitura Mum cipal de Bela Vista, quantia certa do excso • recebido por mim e sei que meus colegas c1 tados também recolheram em datas diversas o aue lhes correspondiam, comunicando ime diatamente em carta ao Sr. Prefeito Muni cipal o recolhimento citado,,não deL,ando ele recriminar a ação da Mesa da Câmara e das S:i:s. Vereadores Que votaram em tão escan dalosa. resolução que resultou na vergonha por que passamos com a providêncln do Tri bunal. Entretanto. a 21 de junho d2sb :mo rec::bi do Sr. Conselhelo Prczidn'e o T;-:+! o • O., TC/MS N? 025/87 zcnicnd-:e +2: por dcc:são simp!cs Si/e~ .::.; J.i O'! '.l3 2 ,:- ... J!' Necessária dr>snncho cxnr<'ia do Exm.o. Sr. Com 1 ,lhelr:i He!o Peliuffo As {Is. 45 do Plutório d fns pção, procesca 'TC-1705/91 fic» V. Sa. notifi. cado para no prazo do ?0 dias devo!vr aos Cofre-, Público:; "· imnorí P.n~;n cio C <:. !l.811,11 recebidos ~ mn•m· a l ítulo el:, sub· !(:ks nos me~es de mr-rc'l e abril de Hl!li. Fiouei confuso cem '..! nova cobrnra de cois::,, já a2 cm jar?iro quando ainda verea dor d" Cf1m::.rra de Ben Vi3ta. Resolvi ir-me a C:2mpo Gr:mc1e 110, primei. ros d1as de julho para fao:er Pxplico:;ão p:~sc 3 t nos responsávei.; pela exccuç1io c!:1 D::ci•.~o Simples 51/83 e fui recebido P<'lo Dr. José Aédo CumJlo, assessor do Grbin'?lc d:. Presl, clenc.in do TC que com muito intP.res,,, ouviu me, leu P.tencio:;amente o relatório à 1 comissio de avorig-unçl'ío sobre o subsídio correto dos S!'s. vere;i.dores requerida h Mesa d1 Câmara, àa auni fui o nresidcntc e ou.tros documcl"'•m os quais ach;,u bons e oporlunos, tudo di~ei'. tinho; emrqruei-lh: um xcrox do rec!i-Jo nº 047 do B:mco elo Brasil referente no pa~amen to total devié!o por mün o õ:Ci que meu.~ cole gs citados também recolheram o que !hes correspondiam. O Sr. Dr.Camilo fez-rr.2 assinar um Of. diri:;-ido ao Sr. Fresidente do TC. o recolhimento citado. pois até aquela data :,in da não tinha sido recebido pelo órg.°'"10 nenhu, ma comunicaçi'o da C:'.!mar::i. ou Prefeitura. Como o povo de Bela Vista pode ver, d:,<J çie muitos me,es antes da explosão do escân d::ilo, eu já vinha U!'ovidc.nciando na Ciimara a errndicacão da corrupcão irresoonsahilidz.• de dos vereadores que votavam matérizs i! gais corno a Resolucão 8181 citada na Insnzc:io do Co!endo Tribunal cuja íntegra será mté ria de outra publicação, bem como o::; Pa!ece res das Comissões interessadas oue a conde· navain por inconstitucione.lidade~ bem como outras do mesmo c.allbre. Cs únicos vereadores oue comb3.tiam tal pníiica em acaiorados debat==s foram o sig· natfu:io desta Retificação e Carlos Cenlur.:.ão que m2nü;'1ham a oostura de homens ;imoles mas ciosos ne!o zêlo e rcs-oeito às cois'.ls ·nú• blicas. - • • ,· O que cau;a espécie e mesmo estra.riben é que só depois dê passados oiw m~.s.es d~ restituidi>.s ::,s in1nortâncias recêbidas a rnalcr rcnh:1 o '11:ibuna.1 de Contas ou ouem de di.ei to, tr:1z3r à. in:mrema c.!e Camuo· Gn.nde e ou· tros mun'.cipics, '9ubliciclacle • de cois2 liqui· da'a. Vistn :l3/CC/33 c.±i: !·:ira :±'o E::Vera'o do F± nora sr ano.a e. a ro.. os.a.1. s ai.. a « a «s ue- o + , - -e i ....... -. r :r.en:: rrd fJ e CI rtn .. é trh ne SaL Pir Vil Vie TeS l Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº662_03_09_1983 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº664_24_09_1983 Voltar para a lista de itens