TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº013_17_06_1972 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº013_17_06_1972Número da edição13Data de publicação17 de junho de 1972Número de páginas6GeoCoordenada -22.10470476863447 , -56.53480962784945 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº013_17_06_1972 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto 1------------------------------ 1 Afl'IO 1 8ela Visa-M4T. 17 /VI/72 N. 13 O mercado da (arne fechou hoje com a seguinte cotac:ão Boi Gordo CrS 3,40, o quilo 3,30. o quilo 3,30, o quilo Frigoriflcos Bourdon (C. Grande) Sadia (Maringá) ·, .. Casa Ricardo (G. Lopes) CARNE» =--- _. - ·_,:__ . o pegar da caneta. para fazer também modificarão, não se trata de mais um Ed1_t~rial, uma dúvtda asso-' lei histórica ou influência, simplesmente: ·luu- me~ e_tSp1rttJ; cansado e ansioso de LEI HJOLOGIC.-. _Na hora em que os couheeimento. Cansado de yêr mudac esforços se coordenam, as mentes fun em arma_d1lh.:s, ~unho~ de uma juven- dem-se, rumo ao esclarecimento, nós tude ansiosa de recuperar o tempo pedimos a todos, a força que construi perdido. e lazer do -cotidiano um ato rá a .no.va Bela Vis.ta. TRABALHO. de ren.únc1&. Faço um· Editorial poli ti· Mas não· vamos encarar simplesmente o co'? · De enaltecimento? - Não. Inicio trabalho_ como fator de transformação, • com uma nova maneira de fazer jor o. trabalho como entendeis, se transfor ·nalismo, diferente, real e buscundo ma a terra, não transforma o homem. acima de tuLlo:.O futuro. Viemos a ter- E o homem é o -valor máximo, o cen- ra pura const uir algo, o importante é tro dinâmico que sempre se reconsti det5cobrirmos onde poderemos ser úieis. tue, é a fase' da consriência alcaríça /ivemos uma época de ouro, trausfor- da, é a matriz de todas as construções I· mações violentas atingirão a terra futuras. Não basta criar o ambiente, i matel'iali::;ta e orgulhosa. Após as ·mu • é -necessario operar também no inte- 1 , tações .. sugirá um uovo tipo de homem, rior e triar o homem. A lei "Uo ot des", ' Nossa iissão será transformar o nos- imperante no mundo econômico. fêz $o caráter, mudar nossas atitudes, es- do trabalho uma forma de luta e uma , quecer os êrros passados, para então: tentativa de furto. Devemos nesta ho ' Educar o homem, prepará-lo no rumo ra em ·que todos almejam uma Bela '. da iibertação. A nossa pequena e es Vista moderna, evolutiva e humana, ' quecida "Rainha do Apa" viverá dias fixar em nosso sub-consciente esta de intensa movimentacãc.•, será palco verdade, transformadora de govêrno, } de ·acontecimentos marcantes, está no de homens e de mundos rumo do ptogresso, ·os· primeiros la- 'O TRABALHO NÁO E UMA_NE- 1 pejvs de.. sua _gló.riá. começam ofuscar CESSIDADE ECONOMI~f• _MAS UMA os olhos dos éternos "duvidosos". Bles NECESSIDADE MORAL" • .:..-----------------------.;.·---- .o-o+waa 4.ao e »te sa ao.artoe ira o.a, .A a Gente e é NotiCia radre Brandão Greanyi Vigário de Bela· Yisla TF - ·o Sr Tem alguma novidade g, - bre o movimento Cristão para o Jornal? Pe: .A· maneira de consoientlzar o po vo. É que o povo ó a própria Igreja. O padre junto com e8se povo torma a Igreja .. TF: - Mas a Igreja ó Cristo!!! Pe: Certo. Mas nó~ somos os mem· bros deste corpo mfstico de Cristo. Esses membros têm de ser membros vivos e a tuantetJ pura o Mundo sentir a presença de Cristo em nosso meio. · TF: .-_: Na sua .. opínião, quais as causas do aumento do uso de tóxico, principalmen- te pelo.jovem?· . Pe - Uma insatisfação tremenda do muncto como· está, • Há. uma revolta do Jo vem e êle procura fugir do seu próprio 11mbleute. O Jovem vê uma duplicidade de ação 'do mais vE'lho.0 mais velllo fala uma cousa e vive outra. É um c38o cemplexo e de dlficil soiução. . • TF: Quais as medidas que os paieea dE-vium tomur parn a erradicação· do mal? Pt-: - Uma possível solução partiria. da fomllia, dos pais viverem, intensamen te,· uas convicçõeo até n,os pormenores. Os filhos passariam ré&peitnr mais a opi nião d(?s. pais .. e êles teriam intluênchi:so- bre os filhos.. . • Dai partiria ó fio da meada que se estenderia até o Govêrno. O núeleo da sociedade 'e do govêrno é a família. Da familia é .. que deve partir a solu ço do problema para a erradicação do mal. • ;.....:.-..-:· .. ---·· _· TF - Quais as medidas tomadas pela i {} #igi jaiem [a;lgte 1stepg« i • (. :1~ . ;_._-·.·_ .. ®: nnu __ nqj)@ rmna@ uuu llfiluuauUD ~UD Pe: _ A Igreja procura eliminar ª : ll lo lll) [Ulu case, pois a causa não é º tóxico. o ( tóxico é apenas um· sintoma. • A Igreja ' · · · s Ri J h e · · ·n · procúra conscientizar a familia a ser maia ] ..,1)- 1formados que_os · rs. . I- 0 n onna y. · uutêntica.: A Igreja procura influenciar 1 sras vissiici@e.,ósve44g, %;ggp% 3,,2""";3P%%2" ; ·i«%ii se :sé ±.ss.,zis , 1 . Wilson fkum··.-lme1da e.,, u1z ,ar os ponza 1zar-s P • . , mandnmento: "Amar a Deus sobre todas i vi't•am um -"visco V. oador , _que so- [leiam pág. 2). . as cousas_ e ao. próximo como· a nós 6)- Bela Vista terá o -interurbano mesmos". • • bevoou o carro em que es t avam, tá inh TÉ Quais as razões, na sua opinião, } · p nta Pora e sua-rádio est a cam o. :· , u ª , quando- sé· dirigiam a o , .. • . " • 1 sobre a revolta de cerfoa grupos da Igre- , i{)SSO .. jornal mandou o repórter 'O 7): Paraguai vence a· Venezue ª ja, criando outras que·na .réalidade não Bon da Paróquia" entrevistá-los. 4 x 1. -Os guarani • estão eufóricos. existem, como a Igreja da Holanda, quan- 2)- 0 iube do Laço promove Começaram bem a Mini-Copa. • do na verdade· a Ig.reja é ·uma só? • f o es 8)· _Estuda-se a .possibilidade d_a t·e:·- A Igreja é viva, é inteligente, todos os d,1'1J}rngos µm m_agm lC 1 f t d • é dinâmica; dai a procura de soluções pei.culo. ·Eaçi,veroos,.aa. eancha e po- realizaç_ão da a. es a. a· ·cerveJa para aplicar os princípios de Cristo. para . i . de.mos gar;1ntir:· -~Os ga~c~os q~e em Bela Vista. • l º· munrlo' atual, • - • • }. vierem para a. la. Exposição terão 9)- Grémio Pedro Rufino com TF- É a Guerra de Israel contra os t v.. fôrça total. Aguardem grandes povos Arabes, uma guerrs religiosa? 1 que laçl-l.r·1,muito. bem,. pois •••• ~: • . : promoções. . • Pe: - É uma gue_rra econômica. } .3). Prefeito Clovis Marcelino de 10)- Serviço de recadastramento . TF - Que acha, dos byppiea? ·,. Oliveil'a- mandou -recuperar .~odos ~s h . • d Pe: As· metas dos hyppies, amor e l ~ d ci·ctade Começou a gestao da prefeitura camin a em ritmo te paz .e. união de todos os homens. é certa. 1 te!erones .a ' t d d · objetividade e harmonia. • Essa é a ineta de todos nós. Todos nós de- i com· entusiasmo e von ª e e· sejamos isto. Mas. a. vezés êles nem en- . • remodelai·. · . no Bvasil O enviado LEMBRETE:. "Faça .de cada inimigo tendem o que é amor e paz •• A origem 1 4)-. está . S um amigo e. de cada am_ igo, um irmão.'' dos hyppieP muitas vezes é dos próprios d dente Richard_ NixOD; 0 •. r. pais, 01 paiB dizem: "Eu dei tudo para [ b} [)l'bl ,a» - meu filho, como é que aconteceu Isto, Meu Deu.? ! _ Sim, Eles deram tudo mas no deram o principal. _ ___, 1 Não ensinaram amar realmente. Os hypp.tes fio&m .. ..:~-- -- . · • • 'AGOAA TllNBEP4 l:M BELA YIITA à 'margem d& sociedade jogando pedras contra os { L_a Barranca-Churrascarla SK GUTI E &IA. LTDA. I @@ej.a@ tive de @r é, @e@rê_da versr- ~ . . do reiormne por sua própria. vive.nela. -- . M . ,, Com vendedor exclusivo p/e..Bela Vlita • Carâeol TF: - Que acha do nosso jornal? . ''D "".·. FERllEIRtJ. _E, LACFJM A. Tor.àl' aasist!ncia téonlea e prática-Vendendo tra- P;Li ;ôr t tr • • • O ru · · ': ' tores Massey Ferguson. lmplemelitos, calclelr-aa MF • • •• e. l, 8 men e, 'e numero. - • • •• lh -" churrasco da "idade • . Moto Serrae,·Mào.,Culacll Ateu~- a Sthll-';I'udo fi_nau- mo· está certo. e .pode o seu jornal ·contar ... A .Pioneira.·-: O,me ºtr Íríetalaçõea de Toca-Fitas . cl"do·p"'lo Banco·· do Bra,n. em, até· 6 an. 011 ou dlre_~ 1 com 'a' DÍillha eolab_.ór_a,.Ào. Sou profundo La' f3tlrranca Futuramen e ~A .. "' à Y 1 ' · . . . d Espéto Sorrdo to peta própria dnaa. à vista ou .a prazo ·- Bm bTe- • ad.mirador· ,ro • entusiasmo dos jovens que __ Restaurante Servindo reinstalação de oticiria. p/a fotos Serra■e S'eção tr i 1h • . " 1ODA SOCIEDADE BELAVISTENSE ' de eca«-ltormagões e veadas e/!dgar·Lachmam . querem cons 'uIr uma cousa me or. ijá@ji. fifi ia te iiscriáole anisais /a Ensiá@ te eia sfã . - -- -~~ --. -- - - - .. s ' «- Tribuna da Fronteira 17 de Junho de 1972 página 3 TRRALO (Sra. Dr. Carlos Aúriez. (Kica) O trabalho é a gloria do homem. Sómen te éle é cupuz de, a semelhança de Deus, t•onstruir alguma coisa. r◄.; no trabalho que o homem exercita auae qualidades espfrJtuais, lnteligenc1a, vontade, memória que, conjuga das ao esforço flsico, começam. a aper(eicoar o Univen!O. E trabalhando que o homem se faz com panheiro de Deus nu obra da criação. O verdadeiro médico, motoristu, pedreiro, . mecáaico, professor ou lavrador o aquele que ajuda seu11 irmãos exercendo a cf:lrldade, cu rando os dentes, matando a fome, orientando as nontes, transportando aeidéias e o pi-ogreaeo. ''.Se a ttJrra é ·feita para fornecer a cada um os meios de aubsiutênefa e os im~trumentoo de progresso, todo homem tem o direito de encontrar nela o que lhe é necessário." Néste plano de harmonia desejado por Deus. e8t mos nó8 da Casa da Amizade, con tribuindo co o nosso trabalho que é U"D grão de urida, ao conjunto de trabalho do povo Brai,ileiro. para dar nossa pequena cóta jun to, t1a autoridades Beluvistenses no esforço comum que nos anima, para que logo tenha mos uma Bela Vista. próspera e feliz. Eso Lralalho d,Casa da miada Apresetndo o relatório de nosns ativi dades cor,·espundente ao período de ü de mar ço 'e I7! à 6 de maio (l trimestre). stamos expondo, em afntese, os principais trabalhos feitos por nosau associação tt fim serem sub metidos ao julgamento e apreciação geral. 1 º) Atendimento de lteceitas Médicas piira oe Indigentes . • ·•. • 1 (uma l ·receita de Cr8 25,00, do Sr. Ar naldo Faes Barreto; 1 (uma) receita p ar a o r. Mamerto V a ldez, na Farmácia Moderna; 1 . (uma] rec ·ita para Evangelista sledeiros, ua Farmácia oderna; 1 (uma) réceita para Dal va Cardoso. na Farmácia. Moderna; 1 (u ma) reoeità·. pura Pomaza Arriola, na Farmácia Mo derna; Várias receitas para belosangeles, na Par máciu Modera; 1 • (uma l reJolt3 para Oolo~es Cardoso, na Farmácià Moderna; Receita para Dolores Arguelho em uma operação cesariana; rteceit.a-para Gerôaim·a ArgueJbo (Abrigo doa Desamparadas); Receita para Guadalupe (A brigo dos Desamparados); Receita para aria Assunção Cristttldo. ( ~ôsto de Saúde; Bonifácio Cuevas'(Posto de Saúde]; Receita para. J ,, ã o Aristimunho {P ô ato de Saúde) Receita para Dolores A.rgui!lho (Pôs to de Saúde); Receita para. Osório Garcia (Dr. Enoock); 2°) Casos de Pénfigo: •, • Foi conseguida .uma vaga no Hospital de Pêafigo, par a Sra. Ligória Esquivel, a qual segue no dia 10/5/72. : 3·] Internamento · . Internamos dona Francisca Gil para to- mar sangue ~ soro Agradecemos a colabora cão :la ,·refeitura que nos emprestou a Am bulância para transportá-la ao hospital. A Sra. . Aristea Griecco Motta que tem atendido em todas as-necessidades desta anciã que é por. tadora de câncer. • Aos soldados n .. 895 Julião Curonel . do l º·' ~~aquadrão· • de Fuzileiro, n. 1008 Jesé Rodrigues do Esquadrão de Petreohos Pe sados que doaram o seu sangue para o Des mo caso. A emissôra z;p_:.23 que entendendo ao nosso ·.apêlot ch_àmcn( uma filha da mesma . que logo foi- localizada. A Diretqi:ia do Hos pital São Vicente de Paulo, na Pessoa de seu Presidente, Dr, Fiori Murano,' que , contribuiu com a hospitalisação. Ao Dr. Enoock, médico assistente da doente." .' 4o) Visitas.ao Abrigo dos Desamparados Reàólvemoe''àtender as neoesaidade■ee · senciais dos velhinhos 'do abrigo, da seguinte forma: cada dia uma sócia efetiva convida ou tras sócias ou amigas e levam • àquela ca■a de carid&de alimentos, roupao e se informam das neceidades pura avisar a diretoria si os velhinhos precisam de assistência médica; 1 nêE>Hc caso atendemos prontamente, como foi o caso que a sócia Ieda avisou que um ve lhinho estava sentindo tonturas; sendo avisa- da pelo Genil, espôso de nossa sócia Enoly, ~-------------- pedi a êle que levasse o Dr. Carlos Nunez --- que nos atendeu prontamente levando remé dio e aprove1brndo a oportunidade examinou mais dois velhinhos. 5o) Atendimento a Domicilio Avisuda pela sócia colaboradora Selva Meneia, visitamos a Sra. Deloangêleo Sanahee que estava nas últimas, tôda inchada, tendo ai-10 atendida pelo Dr. Carlos e ató hoje e8- tamos dando-lhe remédios; já melhorou bem e poderá se recuperar brevemente. 60) Pedido à Diretoria do .Abrigo Solicitamos lugar para dona Juana Gua rany (do Paraguai). CARITAS DIOCESANA Temos uma carga enviada por Caritaa que tstá em Aquidauana e tão logo conseguir mos condução, traremos para cá: quanto a c.listribui.,:ilo dêstes alimentos coloca.remoa ao conhecimento do povo em nosso· próximo re- latório. 7.) Visita ao Sr. Prefeito A diretorht visitou o Prefeito, Sr. Cló'V'ia Marcelino de Oliveira, e expomos a êle nosso plano de trabalho, nossas necessidades e pe dimos a sua colaboração; fomos atendidao em nosso pedido da ambulância e promessa de futuras colaborações, inclusive um local para o funcionamento da casa da Amizade. . ~speràndo 'continuar contando com a co· laboração de todos os Belavistenaes de bom . coração, concluimos nosso t. relatório com nossos agradeci, entos sinceros, e também em nome doti necessitados beneficiados com n088as colaborações. Alice Pedra de Nu:õez Presidente Beatriz M. • de Medeiros Secretária Senhores assinántes Pedimos que procurem seu Jor nal .todos os sábados, Domingo e Segunda - Feira em _nossa Reda· ção, caso -não o tenham recebido em sua residência. [s colaboradores [ 1 -· .Pedimos que entreguem ~as 1 matéri~s em. nossa redação. Até a. Feira. . &isio #tno hofi, a tia is militars nle tiis ient, os:z as plnas piias. "olear pn ui [ta" e artório do 1o. Oficio 1 José Avelino e Silva TabelWo, Escrivão, Oficial do Re gistro de Imóveis, de Títulos e Do cumentos de Protestos e anexos Bela Vista Mato Grosso fxposição Bgro -Pecuária Bela Vista ano do Progresso etapa 1 do desenvolvimento. "DE L ll VIS J EU SE'' o jornal é a voz de uma cidade. Façamos com que Bela Vista não continue muda" oiabore com este Semanário Escritório Vasconcelos Declarações de Impôato de Renda _(Fiai ca-Jurfdfca) • • . Extratos-Distratoa-Contratoa-Contabilldade em geral General Oaorio, 825 - Bem Viata - TM. Escritorio Progresso de Jairo de Vasconcelos CRC ·1557· Rua 3 de Outubro Bela Vista De: NIZE MON'fEIRO PINHEIRO Confecções fi.nas para senhoras, crianças e cavalheiros - Os .melhores perfume& estão nos mini frascos e aa melhore■ confeccções estão na MINI-LOJA Jardim Mato Gros■o 1 J U JU- LANCHES Agora com nova direco 'Está pondo (lente' E uma brasa vai-lá - Jujú Lanches futuramente . prógramando bailes... . Petiscos, bebidas, vitaminas, alegria ... Bela Vista Mato Grosso Fotos para documentos ~ Fotocó pias • Repo~tagens Fábrica de quadros - Plastifica-se documentos Rua Jo16 Bonifieie. 631 · - : B•IÀ Vi1ta A q u e l'_de hunho de lW7 SU PL';VENTO e Bbraço Todo mundo correu uo portão O 8 d Amizae inteiro. A mulata M ·+, '4urro t· suada em lod ,urie a, papu oure as teu, "" 4s estações do ano, caída . . . . cn1co quilos cada uma e e8- Tos «obre a enorme barriga. pa a+· roí rco om dia., iís' ~?" ,çgbeca av nat, csmuocy mie 1reiro. saca,%Ç. cento e vmt· quilos bem pesados e veio ao portao AH máquinus da Prefeitura estavam roçunuo u_s ruas. O mato estalava e gemendo !!•!~ln à fo,·ça do progresso através da má quina. Meu bairro andava tão esquecido que roçadu de rua merece artigo de jornal Quando eu aqui chegei, o birrco não ti nha nome. Diz!ltm. "lá prás bandas da Pedreira do Amor" Velha pedceiru que deu parte das 8uas entranhas para conetruir bares bordéis u aateruidude e até túmulos de suicidas. V. cê Velha edreira, contentou a todos. O8 que uuVim a vida e os que amavam a morte. :-i••4ua,fo :1 ,forietu., de você. também, saiu muito casamento lingua ferina, desgraçada Eis o porquê do eu noms O Amor cube em toda parte, na vida e na morte. . De tanta alegrla e emoção, meu reuma- tismo parou de ferroar meu pé esquerdo. tirei meu pé de chinelo, tomei treis talugadus de c~ohai;a uom pó de cobra cascavel torrada, 8ent:i me na cadeira de balanço, à sombra da velha mangueira nos fundos do eu barra co palácio Sim, é __ de táboa e as telbas já e8tão braao 1s como os meus cabelos, mas é 'palácio pimfue dentro dêle eu tenho uma Bandel ra Nacional. um rbtrato do Presidente Médici, e ·no seu chão de tijolo, pisou 0r. Fernando, Cel Cancelos, Dr. Ubaldo, o Juiz • Círio Falcão, Padre Eduardo e o meu muito .leal amigo de todas as horas o grande médi co Gen Dr. CaNtro Pinto. Chão de casa, pisado por gente desta estirpe, não é chão de casa qualquer, é chão de, palácio ' ' · Mas, eu ia dizendo que me sentei á ca deira ·de ba1anço e comecei a .oismar. Quem manei.ou roçar as ruas foi o meni no Clovis, filho do me velho nmigo e com- padre Gedeão , padrino de filho meu que n.r reu na guerra da ltalia. U menlao Clovia eu vi erescer, Serviu mate pra mim. Me trazia água gostosa de ~ormga nova, com gôato e cheiro de barro ainda, q1111ndo sentado com 8eu pui à frente da sua casu discutíamos Bela Vista. "Traz um copo d agua pró compadre Pé de Chinelo, gritava o l.!ompadre Gedeão e o menino trazia E o menino cresceu, foi operado duas vê ces, r.:11sou, tem lindos filhos e fêz curallho. Não car e eia. Nunca foi de farra e é homem de uma mulher aó Entretanto, depois disso, pa rece que a sua fisopomia mostra mais tranqui lidado e Irradia paz aos oue dêle ao acercam. Ouví. da pruça, 08 discursos da Posse do Clovis. Ouvi atentamente, o dis,·urao dêle. Sem promesas nem demagogias Vai resolve!' os problem1u1, co'lsounte às possibilidades da Prefeitura e lutar por novas verbas junto uos poderes estaduais e ferais. Vai conseguir. Pensei em entrar para assistir de perto a pos se do menino Clovis. Temeroao do meu pé reurnatico, no meio de tanta gente, fiquei de fóra Compadre Gedeão descanse em paz. Você temperou na sua forja de ferreiro o caráter de seu filho. Confesso, fiquei emocionado no di11 dtl posse, quando ouvi o menino fala.r. , eu coração se arrebentou em mil pedaços, que s~ juntado de -novo, seriam pétalas de uma flor chamada Saudade Saudade do compadre que não estava ali, para ,.-er o nosso menino Prefeito. Com as lá grimas molhando meu encarquilhado rostro, tive vontade de sair gritando. .. Gente,êsse homem que toma posse e meu 11migo Eu vi êsse ho mem menino. Tá? Fiquei alegre com a posse e estou, ago ra, mais porque êle se lembrou do meu bair ro e espero que nunca o esqueça. . Prefeito menino Clovis, aceite o meu abraço, aquêle abra~,o deste velho humilde e reumático. PÉ DE CHINELO Resp. _Dr. Pedro .J. Palmieri Sôbre o Estatuo dos Não era o nosso desejo assumir mos a paternidade da Lei que discipli nou as atividades dos mot(Jr1stas de a.xis, cumo sendo. dêste_modesto colu ista. Contudo, dissenções várias e mncompreenções reiteradas sobre a constitucional. dade ou não do referido diploma legal, obriga nos a vir de pá blico, esclarecer as razões que nos le- ·vara a ·elaborar um Projeto de Lei, que tora na ocasiáo assinado pelo en tão 'refeito Municipal, sr. Walter Es cobar Nunes, cuidando ser o referido projeto de utilidade para_a nossa Ci dade, pensamento êste, aliás, referen dado pela Colenda Câmara de Vevea dores que com algumas emendas que sê faziam necessárias, tornou-se Lei. A Lei em questão é rebento de_nossa {i e não negamos essa filiação, au..011a. 5 • é motivo di -se de passagem, ]}.,t reúno ar@ pós. Trata-se fin&' iitosa, sadia é cheia de bons.pro p6sitos de servir coletividade P%E},% qual foi gerada, em parto compl a Motoris-tas mente· ·normàl. • Para aquele& que à apodaram com o abastardament_o e degen'erência de inconstitucional. transcrevemos literal mente _abaixo a "Exposição de Motivo" que acompanhou o projeto de lei, co mo -nossa justificativa pa•·a que o pro jeto em causa fôsse convertido defini tivamente em lei: "EXPO~IQ.AO DE MOTIVOS. SENHORES. VEREADORES" O projeto de lei qüe tenho a honra de submeter à elevada apreciação da Colenda Câmara de Vereadores, deve se essencialmente ao fato da necessi dade de la estimular aqueles que ho- • nesta -e dedicadt, riiente servem à coleti vidade. sem muitas vêzes receber dos poderes públicos uma garantia que importe em estímulo a uma classe em sua atividade de .servir. Referii:p.o-nos à classe de proprietários de "Taxis" desta Cidade, que de uns mêses para cá vêm se destacando pelo bom aten dimento . à população, expressão de progresso dêste Município. que at'é bem· pouco tempo carecia dessa P.Xploração de negócio, que pelas suas finalicl,.des e objetivos, prestam relevantes servi ços à coletividade belavistense e a seus inúmeros visitantes Uai a neces sidade clo Poder Público 1·egulamentar a atividade dos Taxis, que aliada a garantia profissional que se lhes em presta pr êste instrumento legal exi ge se dessa classe () cumprimento de certas observán ia condicionais, que colocam a salvo os seus usuários de inúmeros riscos pet1soais, como propro cion :m-lhes confôrto e bem estar. A competência do Executivo Muni cipal para legislar sôbre a matéria de fuli pacificamente do que estabelece a nova Lei Orgânica dos Municipios, n. S.154 de 6 de Janeiro de 1.972, que em seu art. 4.o, letra L, estabelece ser o Poder Executivo competente para: ''concessão ou permissão para taxis, transporte coletivos urbanos e fixação das respectivas tabelas de prêços e horários". E o Dec. n.0 62.127 de 16/1/68, que regulamentli o Código Na cional de Trânsito, em seu art. 86, pres creve também a fixação dessa mesma competêcia: "Os automóveis de aluguei (taxis) sujeitam-se ao regulamento bai xàdo pelas autoridades local". De na da importaria regulamentar a matéria de que trata o presente Projeto de Lei, se não lhe desse uma aparelhagem fis calizadora e repressora das possíveis infrações ao seu texto legal, objetivo êsse alcançado pelo Executivo Muni cipal, valando-se do permissivo conti do no· inciso XXI, do art. 21 da Lei n.0 3.154, de G/1/1972 (Lei Estadual), que dispões sôbre a Organização dos Mu nicípios, tratan-lhes as suas respeetivas competências. . O presente instrumento de Projeto de Lei, como já se disse anteriormen te, procurando estimular ao profissio nal que explora o serviço de - transpor tes, poderá exigir dêle o cumprimento de certas obrigações concernentes ao bom atendimento pú]Jlico, resolveu- ,li mitar AS CONCESOES de ALVARAS de Licença para exploração dêsse ne gócio, estribado no que lhe· faculta o art. 86,§ 4.o do Dec. 6~127 de 16/l/68r que aprova o regulamento dó Código Nacional de Trânsito, que assim pres creve: A autoridade competente pode rá limitar o número de automóveis de aluguei (Taxis) atendendo a necessi dade da população''. Cuidou ainda o presente Projeto de Lei em estabele cer uma tabela de preços a ser segui da pelos proprietários de taxis, cuja inobservância os hirnam passíveis de multa. estando a cargo do Departa• mento de Trânsito local exercer a lis calizacão e repressão contidas nêste Projeto de Lei, pela competência ori ginada na Lei Estadual. 3J54 de 6/1/1972, autorizando ao Poder Executi vo de requisitar os bons ofícios da Autoridade Policial, para Iazer valer as ·suas detetminações emanadas em Lei. Assim sendo êste Executivo to mou a deliberação de encaminhar á consideração dêsse Legislativo o pre sente Projeto de Lei, opinando pela (Contillua no verso] Tribuna da Frnrtt ,·lru 17 ele Junho de 1972 SUPLEMENTO Os Fundamentos do - Pastoreio Racional Voisin Definições e Hábitos da Vaca Prof. !.uiz Carlos Pinheiro Machado O vocabulário usado por Voisin foi, par te criado por êle, parteirado da literatura . ln ternucionul sobre o assunto. Mas é sem duvi d!l, peculiar· e, por vezes, pitoreoco. _ A seguir, definem-se as expreasoes mais empregadas na obra do mestre. P, 8toreio - é o encontro da vaca com o pasto Pastoreio Racional Voisin uso da pasta gem obedecendo as leis universais do pasto relo enundadas por André Voisin que resul tu na Integração harmoniosa do solo - clima planta . animal - homem. Planta prnten~e. planta do prado, pasto é aquela que, entre dois cortes sucessivos pelo dente da vaca, é cupz de armazenar re servas em suus raizes que permitem um re brote vigorot:io. Acrescentase: e que resista ao pisoteio pelo casco da vaca. Vaca expressão que Volsin usa como sínônimo de bovino. A impropriedttde linguis tica é explica.ta pelo fato de Voisio ter tra ballrn. 1lo muito com vacas. Dai a conotação. UG1 - Unida·te de Gado Maior. Bovino com ó)U kg de peso vivo e que come 50 kg de pasto verde por dia, o que equivale a 13 kg de matéria seca/día. Nos trabalhos de pla nejamento n~o se emprega a expressão ca beças. P'refere se UGM. r:argu animal - é a quantidade de quilos de pe8o de bovino que se coJoca por unidade, de-área no. unidade de tempo. Usa-se UHM/ ha/ano.· . ' ' . Carga instantânea - é· o número de UGM que suporta: um hectare do total da auperfi cie das parcelas pastoreadas efmultaoeamente. Carga global - é o numero de UGM que 1rnpor'ta, em média, um hectare do total dos pâstos con,tderados. ~a prática e sinónimo de carga anünal: . ' ·, . . ' Joroa<1ai"3 de pafllor io - é o equf valente a UG/da de pastoreio. Exemplo: num posto de 20 ha eRtiveram "32 UGM durante 87 àias, 232 x 87 20 184jornadas de pastoreio, ou 20,184 20 1009,2 jornadas de pastorelo/UGMdia. 1'emp11 de etHâocia. TE - é o tempo (dias ou horas) durante o qual um lote pastoreia uma parcela em cada r<'tação do pa.-toreio de se a parcela. Tempo de ocupação - TO • é o tempo (dias ou hornt., durante o qual ums. parcela é pas torei«da a pelo total dos lote8 em cada rotacão dessa parcela. O tempo de ocupação é igual à som:: dos tempos <.le estância dos lotes. Tempo de repouso TI-<. - é o tempo duran te o qual, entre duas rot ,ções <lc pastoreio, deixa-se repousar a pastagem sem ser paAtorca da. O tempo de repou-o é Igual ao tempo de estâot:íH médico de um grupu, multiplicado pe lo numero dt> parcelas que se encontram em repouso Intensidade de pastoreio - é o produto da carga inRt11ntânea por hectare pelo tempo de ocupac ·L.i das parcelas. Independentemente da densidade da pas tagem, o bovino não pastu mais do que o i to horas por dia porque necessita sete loras pa ra ruminar t- nove para descanso e movimen tos Quando há boa densidade, pasta quatro a cinco horas e descansa 12. 1 UGM come 50 kg de pasto verde/dia Normalmente o gado pasta 60% durante o dia e ~0% durante a noite. Em climas quen tcls, o bovino aumenta o pastoreio noturno. Os bovinos pastam mais durante o clarear do dia e ao anoitecer. Uro bovino urina 141/dia em 12 micções e bostei 25 kg em nove bosteadae. A vaca faz 30 a 90 movimentos de a preensão de pasto 'por minuto e pasta 53 kg/ dia quando a pastagem tem I} m de lura ) kg quundo tem 15 cm e 32 kg qunco o pasto tem 2õcm. tom u pustugem alta u a cu ingre menor quantídude de pasto porque não consegue e..gulir sem mastigar e, uo [a zê-lo com a cabeçu levantada, perde tempo e termi itl por 1 gerir menor quantidade de pa8- t A capacidade de comer é heredltárfu e u8 v,u.::1.fi uiais comilonas silo as mais produlivas. ato de procura do pasto é guiado pe lo o.fato e nAo pela vfsfio. O gado prde: e lo c,iih uud hu ur-ina fresou e rejeita a urina ferentuda. 'om a bosta é o contrário:; acel tu u bosta ferentuda e rejeita a bosta freaoa. Todu vez que se compõe um lote de bo viuos cstabeh:ce-se a 0rganfzação do grnpo com a disputa pelas lideranças. Animais de direrenteo ldudes, sexos ou tamanhos podem integrar o memo grupo 1.10 1 RV. Os touros d ma ndum mais cuidndo. () gado macho ou 1ochudo é mais dócil. Por mais chucro que seja e iudepend-ntemente da raçe, inclusive as zebu'uas, gado snbmetido ao PRV torna se c.•mplelaioentP m1:1nso .. aceita o manejo em menos de uma semnna. , nimafs pula dores de cer_caA ou de maus instintos devem ser separados do lote e eli minados da criação. O temperamento é here ditári ~·a,· o bom manejo da pastagem deve se, sempre dividir cada lote em dois grupo; um de desn·,te, que entra primeiro no potrei ru e é o de maiores exlgênoias nutritivas(3a. lei) e, outro de repasse que ''limpa" o potrei ro, A pós a saida do 11egundo grup<, do po teriro pode-se pussar roçadelrn para combater as µ,rvas duninhas. Não se recomendn o U6o de herbicidas. [Folha de São Paulo] Fsrfia Informativo aos Desportistas • ESCOLHI DA NOVA DIRETORIA DA LEB No próximo dia 28, às 9,0 horas, no BAR BOLA BRANCA (interior do IEstádio FontouraJ, estarão reuuidos os desportistas Belavistenses para o trato de importaute problema: A Reno- vação da Diretoria da LEB. O atual presidente pretende 1 a nçar os nomes dos segu.ntes desportistas para sua • própria sucessão • • a) Presidente: Sr. Pedro José Palmieri • b, Vice• Presidente: Sr. Ortil Torres Caetano . e- Secretário: Sr. Geraldo Rosa d) 1o. Tesoureiro: Sr. Henrique Venâncio Ra- mos . . e) 2o. Tes~ureiro·_ Sr. Odemar Medeiros f) Diretor de Esporte: Sr. José Gltluoir Flo- . - res (Esporfe de quadra) g) Diretor de Futebol: Sr. An_tonfo Silano de Paula (Fut-Bool • CaÍnpo) h) Dir do Dep. de • Arbitros-: Sr. Fortunato • • Sipolli i) Diretor do ~atrimônio: Sr. Waldemar Leite • ·- • Dos ·santos j} Dir. de Rei. Públicas:· Sr, Ivaldo Pereira H - Prebtação da Contas e Atuais Atividades da GES . . Aos desportista presentes à citada reu nião. será feita uma explanação verbal da movimentação financeir.a ocorrida na atual gestão, bem como, ao final, relatados o anda mento. das principais atividades da LEB. m - Campeonato Belavietense de Futebol Foi iniciado no dia 14 Maio 72, o cam peonato Belavlsteni;ie de futebol de gramado. relativo ao ano de 1972. Preliaram Comercial e Independiente e o_ placar ,acusou um em pate de dois tentos para cada Club. :' • .-. Bela Viata-Mt, Junho de 72 Gay Cardoso Galvão-Pree. LEB Be!avistenSe:. Colabore a Exposição . ., 1 ' • com Tribuna )uridica - ccontivuação) suà aprovaçao .. por ser de Justiça. Prefeitura l'vh;micipal de Béla Vista, MT., 27 de Janeiro de 1972. Ass. Walter Escobar Nunes. Prefeito" Como se verifica da Exposição de Motivos aci ma a limitação de alvarâs para explo ração de serviço■de Taxis, encontra se amplamente fudamentada em Jei e não por_ simples capricho nosso. "Lex, Dura Lex, sed • Iex. BV. 10/5/72 Ass. Pedro J. Palmieri. Belavistense:. Faça que a sua Triia seja cata vez Melhor 17 de Junho de 1972 - ---- --------=:..:........::..:_.::..=:=..::..--=-:.....:..:....:..._ _ • H A I A E S C U J ft' Música agradável foi a de Baile de sábado. Conto é pessoal? Vamos cooperar com os Estudantes Belavistenses em SJ.J~s· Pfomoções Pró-Formatura com·- parecendo e prestigiando. ' Prestigiando por lá: Sr. e S-ra. Dr. En-ok; sr. esra. Ulisses P. de Almeida· ' - li,, • ' ' sr. e sra. Alvair; sr. e sra. Sgto, Má- , rio Vargas. ' . Quem·::anda de novos amôres é o Issa, Abdalinha, a Lúcia a Daicy e a Miguelina. Felicidades!. É você Neli, to da sorl'isos com a chegada do Ronaldo. 1 . • , ' • ~ ' 1 ' Muita gente esticou por C. Grande, a fim de assistir jogos da Mini-Copa. ) • 1 1 ~ .• • • • f : ' : I ~ • : Bossa Nova, ponto de encontro do • Top Set da Rainha do Apa bastante ·.' movjmentado no domingo. _.~ ... , Ao Noedi, parabéns pelo nascimen 'todo "Rebento". páglna % . . Trocando as Alianças hoje, dia 17: Edil e •Jacó. A voces mil chamas de Fe licidades, é o que lhes deseja Brasinha. • G.P.R. proporcionará magnificos Bailes. Os Diretores do Clube com fôr ça total. • Entre nós a presença slmpá tica da Maria Glória Mello. . Edvaldo chegou em C. Grande, viu, ganhou um isqueiro sorriu e voltou chorando não foi de saudades. Ricardo sózinho no Baile. Brigaram? Semana: Sra. Zélia Marçolla Sra. Perciliana Pinheiro Mascarenhas Sra. Nice Miranda Srta. Rosalva B. Delvalles Srta. Estela Velasquez Srta. Constância Loubet Srta. EniJ Pereira de Souza Srta: Vânia· Jota . Recebida Fermina· e Longo .. IID ·_- ·i a. • Perdoar as calúnias, é U: erns~mew O., difamações é dever do homem-cristão,. e alma de tudo: HOMEM D .r a e o E X p· E D I E- N T E TRIUNI A FROATEARA . Diretor: Ivaldo Pereira ·aedaiores: -Maj~ Gay Cardoso Galvao Dr~ Eli. Araujo'. Barbosa- COLABORA DORES: Dr. Pedro- Balmieri Antero f ,;oureiro Dr. Helio Loureiro Prof, Rosita Rosa Gomes Ana Aparecida de Souza lunde Medeiros • Estela Velasquez M yor Gamaliel Stumfli i REDAÇÃO._E _ADMINISTRA0AO 'i Rua Duque de Caxias, N. 1285 BELA VISTA ' • • MATO GROSSO ~ ~ . . f IiãÓ , se responsabiliza· pelos 0 J0rP9%;; itidos em colunas assinadas con.ce1 os .sae.e «« « a i • ... • ·? "O . corte Perfeito" Rua Sebastião Criapim do Rego Mato· Clr.ot•• IIDICADOR PROFISSIONAL Dr. Carlos €dy 6a de'htediro Advogado Bela Vista. Mato Grosso Dr», Kalo D2oureiro Pinheiro Advogacia em. geral Rua Antonio Ma. Cael_ho 1215-Btla Yi3ta Dr, Pedro 'Palmire Advo.gacia em geral Rua- 15 da. Novembro 170 Feno 2? • Dela Vista Cly >traujo Barbosa M é dc o '"'' Vl1t1 • Meto • &ro11• D». Carlos Solano 'Tare Médico Cirurgião • R111 Coronel C,mlul• d!O • Pala VI,u • Mt, D». Ftr 'Tfturano Médico tua ode do Porto_A[ogre- Bela Vieta . . Atenda-se dia e.e/te • atenda até as ,0 heras AI lede da la _Musieplidad D. let_- ,,,,,_,, 1J,.. 1,/,i/,Jq_ Jl.durdro l.:(n,rgi4o Dentüta lepe de Rala X • Fea A - Bela Veta Bela Vieta-Mt., 12 de junho de 1972 Ao Sr. Maj. Gay Cardoso Galvão Presidente da Liga Esportiva Belavis tense Bela Vista-Mt. Senhor Presidente A presente tem a finalidade de co municar que nada tinhamos acertado, para eu me responsabilizar pelo que foi publicado no '·Tribuna da Frontei ra." (Coluna Maj. Gay C. Galvão) do dia 10 pp. a nào ser uma simples pa lestra· verba,!. Digo ainda, que para me responsabilizar por algum ato de uma entidade como a LEB é preciso que seja convocado uma reunião, discutido aprovado e um documento comprovan do a minha responsabilidade. Outrossim comunico que não vou me responsabilizar, pois tenho acumu. lo de funções, como é do conheeimen- - to de V-Sa. 1- Sou presidente do Gtnásio Estadual Bela Vista • 2- Secretário do Clube Esportivo Bela- vistense . 3- Sou Funcionârio da 1,RE/2-06 • 4- Professor do Ginásio Estadual Bela Vista- 5- e Estúdo no Colégio Técnico de Con •• · 'tabilidade . Contando com o apoio de ·v.sa. antecipo riieus agradecimentos. Atenciosamente Noedi Leite Laranjeira Vr. €nock Jodé. de. <.5011~ Doenças do coração - Eletrooardf o grama Doenças circulatorios-Hiperten1lio Arterial Diabete - Doença, dos aparelhos Respirató rio, Digestivo e Urinário - Disturbios ner vosos. Trataman.to de engorda e de ema grecimento. CONSULTA: cl&IJ 14,0C AI 17 horas na Snltrmaria do lo RC. URGENCIAS: a aualauer hora· TeL Rer.. 117 - $A U E A Horarios-Local-VASP Partidas as 14,30 Quintas feiras para: Dourados, Lon- • -drina, São Paule-Rio. . Sextas· às 00,50 para Campo Gran- • de-Corumbá-Cuiabá-Goiania- Brasi lia. -'JL V_ia_~_b_e_m_-_V_I_a_je_V_ll_P _ D». Flor 7turno. 11' + CPF O0380351 - IDIO --- C.R.".185 R IS ln Mni- Behlih "I- lei fi Tribuna da Fronteira 17 de Junho de 1972 páglna 4 Eles viram o disco? l{icardo estava de mau humor quando fomos entrevistá-lo no Bar Brasil. Nüo nos quiz reéeber em sua l'esidê:ncia. O· BOM. Ricardinho, é verdade que vocês viram o disco? Richa: - Não me meta nesta histó ria, já· lhe disse mais de uma vez pa ra não enchei'. O Bom - Mas me disseram que o· 'Torino, Ico e Luiz Carlt1s viram o dis co t você também. Richa: - Aqui Ô! Não tenho nada com a vida particular dos meus ami gos. Se êles viram isso é lá com êles· • O Bom: - Mas êles disseram que você não é a primeira vez ' Richa: . Unia ôva! Continuo jogan do no mesmo time. Se êles viram o problema é dêles. em nenhum esclarecimento, fo mos procurar o Dr. Torino. Feições de licadas, maneiras gentis, educadíssimo, o ü1< Toi'ino estava com o consultó rio- cheio, como sempre, quando fomos procurá-lo. A visado, prontam'ente nos recebeu. en-qúanto atendia um cliente. O Bom:.· Torino, é verdade que vocês viram o disco? O Ricardo nega pérentôi:iame,nte. Torino: - Era noite e havia luar. A estrada em péssimo estado-paramos sem gasolina dentro de um buraco. 1:i"ica·m6s tod'os, doloridós pois o nosso earro é pequeno. e não tém o confor- to· dos mà.iores. Olha, terrivel para nós que foi a primeira vez. • .O Bom: A que horas aconteceu? Torino; - Nem gosto de me lem brar .. Gerca,. de nove horas mais ou menos. O carro- tremeu todo. O Jco apavorado. Foi :terrivel. . O Bom:- Mas o Ricardinho nega ... : • Torino: Está com medo de enfren- tar a realidade, coitado do Richa. Juan- Oireccion General da urismo do aconteceu êle disse que era asin } agencia ·unismo relia vista Paraguai meSm0e êle nã0 era a primeira V8Z. ·-o- --.- Agradecemos e fomos procurar o Sr, Wilson (lo).. ---- Ao cegarmos a sua ofeta me- %@mi P?qnl f[ f à ppag kg cânica, êle consertando o motor de um • Cl iiiill Gllll} l). (f .6!! li carro, cantarolava; "Errei sim. Manchei ""%} %.is, vera«e ae roce, militars nle ciis ia%-s e- viram o, disco? · . -· • • a,,7ate o t catos «a bekeceno as pilaras pléias O; Bom Mas o Ricardinho nega. ,,São +inata, ele tot s vime "legar pia iii til.pi' . O Bom: Onde, mais ou meno's? : • · • . • .• .,"."1.$.9" 1 «6ai t Meles Mias .R%» ] ai aconteceu .•. . , _ =- Agradecemos, e·:como não encon. " " . · tramos o Sr. Luiz Carlos fomos . pedir desses casos. Isto até parece epidemia a opinião do Sr. Gentil Vargas da Rosa, Coo voce vê, até êles viram... Até digno Delegado de Policia. • • : eles. . . .• .. . . . O Bom: Sr. Gentil, é verdade que Em, face da negativa de uma tes- o Torino, Ico e,tcaao viram o disco? temunha e outra se encontrar em lu- Gentil- e contaram Se é verda. gar incerto e ingnorado, estamos até dé, não =ei. s os/médicos, sociólo- hoje em séria dúvida ·se os _ referidos gos, psicólogos e outras. autoridades senhores viram o Disco... Voador, 'é Jevi,im fazer pe~qu1sas mais profundas claro. Podes crer amizade, podes crer. O que é a amizade? Segundo CICERO - Equipara-a á sabedo ria: .. , não sei, se, tirando a sapiência, há outra coisa melhor que a amizade. Em ROMA a amizade era representada por uma jovem, coroada de mirtos e de flo res de romanzeira com o busto meio desnu dado. Na sua mão direita ostentava dois cora9ões prê sos por correntes ao passo que com a mão esquerda. mostrava o peíto até u.o coração no qual se liu a t-eguinte legenda: De perto e de longe. Na orla da túnica encontravam-se im pressa estas significativac palavras: A morte e a vida. A amizade verdadeira deve ser para a vida e para a morte. Existem os amigos camaradas, amigos co nhecidos, amigos de cafês e amigos interessei ros. Naõ devemos conUar em todos os amigos. Os amigos prestan-nos graudes serviços e valiosos. Aquêle8 que dizem que não têm tompo pára os arr..igos, não é tempo que lhes falta, mas alma. O trahalho • mesmo quando feito com sincera paixão e ardor não preenche intcin.1- mente as necessidades espirituais do ser huma no. O amigo fiel é uma forte proteção; quem o encontrou, encontrou um tesouro "Vive em amizade com muitos mas seja teu conselheiro um entre mil" recomenda os livros sagrados. Amizade que acaba nunca foi amizade. Ninguém· cultiva mais a amizade que as mu lheres, porque o sexo femenino ·vive para o eentimento. A mulher tem horror á solidão. Um amigo é tanto mais verdadeiro quando menos pedidos faz ao seu amigo. O homem ama sinceramente aquela que tem pensamentos idênticos aos seus. Procuramos nos livros smigos mortos sempre vivos. VISITE' AMIZADE. CLA.NDE MEDEIROS A amizade eimentada nos bancos esco lares perdura até a velhice. «Se queres ter nmigos, sêde amigo» «EMERSON». A amizade não se adquire senão pela umizude. r'.n.ra conquistar amigos urge ser pru dente e diplomático. Os grandes favores não atraem umigos, geram ingratidões. A arte de conquistar amigos exige mui to tato, delicadeza. Com uma palavra gentil consegue-se mais de que com modos repulsi vos Um homem egoísta e invejoso nunca conseguirá grandes simpatias: Para ter amigos é preciso saber admirar as q~alidaden alheias. A atitude mental do homem inteligente e conscientemente sociável deve ser de continua expectativa· Convém fugir do otimismo pre maturo e evitar o pessimismo amarfanbador. A regra deve ser esta:.nam confiar em todos nem desconfiar de todos. A amizade ou liga homen iguais ou os torna iguais. Duas silos as oaracterfsticas da amizade verdadeira: Firmeza e consta.ncia. A amizada impõe deveres: Os amigos tem de medir as palavras que dizem entre si. A amizade é discreta e constante, sossegada e refletida, branda e uave, no atormenta, antes consola «Numa alma grande tudo é grande» .PASCAL As grandes almas sofrem mais, porque sentem mais. O coração e insaciável, mas a amizade enche.o. A amizaJa interessa A pedagogia e tem valor soe1al. O amigo digno desta nome, aper feiçoa e educa o seu amigo pela palavra e pelo exemplo. O bom e leal amigo é remédio para todas as angústias e todas as dores morais. O amigo é o primeiro que entra em nossa casa quando o mundo inteiro nos aban dona. A amizade nibilita o homem e engran deço-o. Portanto, só o AMOR. e a AMIZADE podem salvar o mando.! PARAGUAI ~ 1 1 Terra de Paz e Amôr Conheça Assunção Tierra de Sol ... 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