TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº014_24_06_1972 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº014_24_06_1972Número da edição14Data de publicação24 de junho de 1972Número de páginas6GeoCoordenada -22.105977113911393 , -56.52931596511217 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº014_24_06_1972 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto • 1 j «MERCADO t."...«« N. 14 Frigoríficos Bourdon (C. Grande) Sadia (Maringá] Casa Ricardo (G. Lopes) DA CARNE» O mercado da Carne fechou hoje com a seguinte cotadio Boi Gordo Cr$ 3,40, o quilo 3,30, o quilo 3,30, o quilo EDITORIAL . O Brasil trçou o seu rumo. A TRJ BU'iA acnrnranba este ritmo o govêrno a<iotou a política de servir, A' TRIBUNA de despertar e remodelar. Assim como aur· gem os "caearéoos" no cnminho da Tribu na, eurgem também os "descrentes" no ru mo do Brasil. "INTEGRAÇÃO", disse o pre sidente Médicf, oolocou na ordem do dia esta meta, entramos em convénio (I0m o Paraguai e estumoa construindo o maior complexo hidroolétrioo da AmP-rioa: Sete Quedas. Queremos um pouco, mas dar mos muito, Sete Quedas beneficiará tr~a paises mas, 8empre existem os mas, a Argentina. na conferência ôbre poluição, realizada em Estocolmo. deu um voto contra. AohaID· que o complexo trará problemaR ecológicos pa ra a região. O nosso govêrno sempre pro curou adotar a ''compreensão'' para resol ver seus problemas exteriores, isto sem des cermos a sübmis~ão. E uma humilde cun• fiante. ggp,fra.mos que os irmãos portenbos lacem sua vista para o passado, façam uma alise do presente, e, aceitem O PU TU O. ) B·sil não é ais o oís exolu sivameote do carnaval e futebol. O Brasil Despertou É uma Nação, e frisamos bem: N J , na u1 impedirá noaso progresao NAD . .. ' Ga111inha cél6re "A TRIBU'.'JA'', rumo ao abjetlvo traçado Pregando desenvolvimen to, ha armonia. Incultar nas maseas o, es tudo psicológico de evolução". Soberbo, al tu.:eiro, nosso jornal prima pela linguajem eclética, acima de tudo real. Sabemos que um jornal é porta voz, baluarte du liberdade, meio de comunicaç!io que tran0forma. E o principio que evolue até atingir o grau de moldar. lsxistem al guns "cacarécoa" que são contra a no0a maneira de dizer as coisas, mas eles tam bém ae moldarão. Confiamos no homem. Os meios que proporcionam o desligamento dns politicagens, é a cultura e o auto-co nhecimento, Estamos a meio caminho, Mu daram os tempos, mudaram os homens. Hoje o notiso govêrno, que adotou a linh do desenvolvimento, prima p.:-lo 6en tido de brasilidade, desperta no homem a vontade mais férrea de ser cada vez maia: PRODUTIVO ------------------------------------- O BANCO DO BRASIL SIA Comunica que u partir do dia 01.07.72. as notas ant_igas 10,20,50 e 100 cruzei- ! ros não mais te! ão valor. f.· remos recolh1mento até dia . 80.06.72. ' . . - ,t••·: 1 : • A • d que dese1· im 11-vpôr seus animai§, na la s intzrzssa Os + • l leira de amostra gro-l'scuária de Bela Vista, comunicamos aberta as inscrições que irão até às 1:00 do que se ncontram dia 1 o de Julho o Sidicao Raeal d B. V. os animais de verão estar acompanhados dos respectivos atestados. 1) Ioiis e hae Mntles Telefone. vai ligar Brasil e Pa raguai. Conexão será feita através de P. Porá e P. Juan Caballero. SETE QUEDAS será usina do séc. XX Juiz de Direito Dr. Gerval Ber nardino de Souza á a favor do !Di vórcio. Leiam sua entrevista • no "Gente que é noticia" Argentina insiste em conhecer a "priori" os planos Brasileiros pa ra a construção de Hidrelétrica de Sete Quedas. Alegaram os Argen tinos que a conamiçao quebraria o equilíbrio ecológico da Região. 1 Congresso Mundial de Estradas de Rodagemt patrocinado pela Ro ad Federa tion será realizada, em Brasília de 18 a 20 de Setembro. • 5 horas após o tél'mino de jôgo Iuguslávia x Bolivia, dosabou 15 metros quadrados do Estádio Pedro Pedrossiun Hoapital de Bela Vista, 11ace berá visita de Médicos do Hospital • - das Clinicas, de S. Paulo, no pró ximo número reportagem completa. Japonêses proeuram um nvo Líder. Eisoku Sato deixa o cargo. após 8 anos Austrália. e o n t r a Provas Nu cleares. Argentina dá Armas 'à BoliTia (Jornal da Gaceta) . , 1 i Participe da feira f I lm1str1 . A1ro-P1cuaria de Bela Vista Inscrições Até DiA 10de Julho AGORA TAMBEM EM BELA VISTA 'sGJIE_•_LD. - , .. , • • . d Ex. clusivo p/a _ Bela V-.l&ta e Caracol • Com vende(or • e rática _ Vendendo Jratore1 M&Hey· Total assistência Téen""%5aias i.F·5oto Serras, Mo Culashi, Fergusoll, . implem~nto,, ncfado pelo Banco do Brasil em até 5 Atsuta e Sthil ~ Tu d0 Jtna ró ria firma à vista ou a prazo anos o direto P%? %;fá#a pi ii seras seco de Em breve instalação peças Informações e vedas com Edgar LacbmUl ''li BIRRIINCII'' - CHURRISCIRII sr.acorra.rrr.sr.a A Poeiras • ..:.- 0 melhor churrasco da cidade - La Barrara Futuramente instalações da Toea-Ftas Rut4W-Onú 8mrindo Mqtto Ç ffrlflo o on?o de encontro da Sociedade eiavistenee -- - -- ------ '1'ril,un11. da Fr11nteira 24 de Junho ae 1972 E S C U T ft ----- - ... ----·---- - ·- - ·-·---·-------- .. -- •- - Gente Que é /. • ri :! O n~~la viatense promoveu no sábado ll'na noitada alegre. Fermina e íari lé l de~filaram reeditando o Miss Mato Grosso, verdadeiro show de graça e beleza. Notei e anotei a presença marcan te Sr. e Sra Maneco Miranda, Sr. e Sra José J. F, Souto, Sr e Sra Tibiriçá Loureiro, St· e Sra GaribaJdi, sr e sra Antonío Ui'bieta, sr. e sra Antero Lou reiro, 8r e sra Clovis Marceilno de Oli veira, sr e. sra.Jairo Vasconcelos, sr e sra Osvaldo Gomes e sr e- sra Schlata. Prestigiaram também Glande, Enil, Tito, Djalma, Enilde, Pericles,. Angela, Cel .,o 8aez Elizete, Tadeu, Djalma Ro sa é as deslumbradas de Ponta Porã Rossana e Toninha. [solda de par constante no Baile. Quem _era êle boneca? ; • ' 1 . : , _· .,Comparecemos ao casamento da Edil. Pereira Souza. Mu_ito linda a noi và. Ao casal muitas felicidades. , Porque o Peieco anda triste? . Segundo a Mariangela O -Bom da Paróquia curtindo uma tremenda. Fossa. . -;1-iicardo e Nidia. namoro cada vez mais firme. Noivado à vista Luiz e; Mariangela num· ''baile lá na roça" no dia de Santo Reis~ canta- vam o Capim Gordura. Cornemor·ou dia ~l as bodas de ! rata o casal Arnaldo Hochu. O Edvaldo com E-Ua canção "O is queiro que me deste er·a de vidro e se quebrou o amor que tu me tmhas era pouco e se acabou'' do ''Ouve a mulher quando te fita e oão quando te fala'' Clande Medeiros, Terezinha Varga.s da Rosa, sra. Diva Urbieta Zavala, Elida Esolda Lino, Sílvia Loureiro, Ma rileia zchlata, sra. Ana R. Oliveira, sra Hosita R. Gomes, srta Toninhe, e Fer mina Quintana. Sr. GentH Vargas da Rosa. e Zule ma Loubet da Rosa. Dr. Gerval Bernardino de Souza, D). de Direito da Comara de Bela Vista. Juiz -« , - • • ! •• XPE DIE N TE IR5A3 DOA FAORTEIR Diretor: ·Ivaldo-Pereira ••:' Redator Chefe:. Dr. Ely Araujo Barbosa ••.si2..sr:+:+ CÔL-::-BORAOORES:_ -,7.7.,-C' _' •• • .' o., Dr. Pedro. Palpiert_.:_: . . Maj Gay Cardoso Galvão : AnLero loureiro Dr. Hélio Lou:+iro Prof. Rosita Ro84 Gomes A na Apurecida ·de ouza ';}ande v,edeiroa t_:_.<i. •Esteia Velaequez Msyor Gamaliel. tumfh R DÀÇJ. ó .. E: . ÁDMINISTRACAQ__ Rua Duque de Caxias, N. 1285 BELA VISTA - M ._TO GR0$SO O Jornal não se responsabiliza pelos con<'eitoij. ~mitid'OE(em· .colunas assinadas .. "O. corte Perfeito" • t __ . Rua Sebaetiio Crispim do Rêgo 1 Bela Vl■ta • Mato Gros■o TF: - Quul a sua opinião sôbre o <li vóreio'? Juiz - O divórciu eomo é do conhe - cimento de todos, importa na dissolução do vínculo matrimonial desfazendo o ca samento com a habilitação dos cônjuges a 0f'Dtrair novas núpcias, enquanto que o desquite é uma separação de corpos e de bens. sem dissolucão do vínculo. Vê.se claramente que o divôrcio ofere ce unrn nva oportunidade. ·1 F: - Qual a sua opinião s ô h re a morte para os casos de crime contra a vida? ,Tuiz: - A finalidade da pena é no sen tido de recuperação do ser humano, u ma vez adotando a pena de morte se ria negar ao ser humano a tentativa de recuperação. • .. TF: - Qual a causa do uso de tóxico, principalmente, pelo jovem atualmente? Juiz:-Am·editamos sinceramente que a causa esteja na falta de comunhão com Cristo. que é a única formula per feita de realização humana. TF: - O Fundo de Garantia trouxe · mêlhoria para o trabalhador? ,Iuiz: . Não resta dúvida que o Fun do de Garantia trouxe beneficio ao tra balhador .. TF: - Como o Sr analisa os Hyppies? Juiz: . Ninguém pode ser contra_ os hyppies. A mensagem de Paz e Amor merece nossa profunda reflexão. Paz todos nós buscamos e só está em paz quem tem a coragem de corrigir os seus próprios erros, renovando-Ee cada, dia. Amor é a máxima de Cristo - "amai-vos uns aps outros assim· como eu vos ten ho·'. Afinal, ninguém consegue trilhar o caminho da evolução sem plantar em seu íntimo a semente do amor. TF: - O Juri Popular é uma Institui ção ainda atual ou hâ exigência da sua remodelação? ,Juiz: - Advoguei durante doze anos e o Tribunal do Juri foi a minha esco la O magi&tério da experiência indica a incerteza da Instituição no seu fun cionamento, bastando para tanto a sim ples lembrança de que muitos julga mentos são realizados ao sabor da con veniênci'a • p·olítica. O Instituto merece ser reformado. TF: Qual _a sua opinião sôbre o nosso J Ol'nal? Juiz:- Nesta oportunidade eu e mi nha senhora, queremos farmular os nossos mais sinceros agradecimentos a todos os que nos têm distinguido· com seu carinho e a_mizade e, __ prjpcipalip.en te a este jornal, que atravéa da invul gar inteligência de seu Redator, nos dá a indiscutível certeza da posição privi legiada do· Povo de Bel,a . Vista, em ter 'Dr. /Jélio f2oureíro um orgão de· divulgação. di1no do nos- tE#ises=el"••• D». Carlos €dy 6a de 'Ptedeiro4 ·Advogado Bela ·_ Vista Mato Grosso ~--------------- D,, Kato D2oureiro Pinheiro Advogacia em geral Rua Antoniu Ma. Coelho 1215-Belà Vista D, Pedro Paltere Advogacia em geral Rua 15 de Novembro 170 • Fane 239 - Dela Vi,ta o Cly -3Araujo Barbosa • Médico_ Bela Vista - Mato Grosso ? - · . à Médico Cirurgião kua Coronal Camissão 620 - Pela Vista - Mt. . ' . ~ : ' . . : D». Tini 'Ttturano Médico tua onda da Porta Alagre - Bala Vista ' .. Dra. 'ltdia Juliana 4lares rce linica Odontológica Atenda-ra dia.e noita - atenda até as 2,00 heras AI _lado de la _Muni«upelidad_D. Viata- Paregay (l 24 de Junho de 1972 tuplrmento - ·-. ---~---·· •. •-···-· - ·-------------··-------- Nascido ·, Durante na primeiras 24 bs f ' ao reeém n , ·d • o erece-se • - A c ] O pequenas rações de àgun fervidu e cl!ú à temperatura ambi t 5º' ,. ~ . , en e com 'º u~ 1t<,:llCtir_ por co]heriuhaa. • Dt~pui_s cl 11 s 24 ha. leva-se o Bêbê ao solo matel'llo :-,.;i1o há horário fixo. Geralmente o próprio nen_em foz, o que acontece cada 3 bs. ~UR pri.nelraa semanas há o aleitamento pela ma lruyuda e que é suprido tão logo a criança o deseje. 9 : sucção não deve prolongar-se maia de .. l ·11!1nutos em ~ada selo. É conveniente que a· cc·111nça ei;vaz10 um petto e termine no ou tro, no qual, iniciará a amamantação na ee gu1nie mnmada. Cartório do 1o. Oficio José Avelino e Silva • 1, 1 . ' • :J~ab'eliâo, • Escrivão, Oficial do Re gistro de Imóveis, de Títulos e Do- . cumentos· de Protestos e anexos [ena Asa. ato Grosso ~--~~~---- ........ -io---------- } Exposição @gro -Pecuária Bela Vista ano do Pogresso • : , r r • : etapa 1 do desenvolvimento. aeu...l• ..... ·~ ·- - - - ~ - - - - - - - - , ' ' 1 • : 1""e "ELhVIST EIS E' o jornal é a voz de • 1 uma cidáder- Façamos com que Bela Vista não continue Il:lUda" • . . , ! . _ r. 'i. • •• -. ·r i • t • • • .' ~ _ &@iaborénis cor este Semanário ' 1 - •: • • • t . Escritó_rio· peelarações de Imposto de Renda . ! : . • . (Física-·Jurid1ca) . } •. •Extratos-Distratos-Co.ritratos-Contabilidade ein geral . General Osorio, 825 - Bela Vista - TM. «, À 1 Quando o leite materno niie chegue 8. sa ti8fazer as exigências do Iilho. nllo deve a Mãe recorrer a outros alimentos parn com pensur· parcial ou totalmente esta deficiência. É preferível empregfir-ee lejte acidificados ou leitelhos. Potle utilizar-se também o leite de vaca acrescentando-se 10% de açúcar. Asolm para cada 100g. de leite 1 colher de chá de açú car e 1 colher de chá de maizena ou creme de artoz ou de aveia . Lembrem-se que o creme de arroz é constipante (endurece as fezes liquidas a a, veia é laxantP(nmolece as fezes sólidas) e a maizenu é neutra. Fotos para documentos - Fotocó pias - Reportagens - Fábrica de quadros - Plastifica-se documentos Rua José Bonifácio. 631 Bela Vista ------------------ Escrito rio Progresso de .Jairo de Vasconcelos CR C 1557 Rua 3 ·de Outubro Bela Vista s±El Doenças circula órios-Hipertenaão Arterial DiO:bete - Doenças dos aparelhos ReapiratQ- · • ·: • • ... J .• ;_ ·, .-·, rio, Digestivo e Urinário - !Jisturbios ner~ . _,· •:,·,.· .. ·:- _ • :_:_·:._,'-. Vosos Tratamanto de engorda e de ema grecimento. e 'N5ULTA: da1:1 H,OC às 17 horas na Imfermnrln do to RC. U·GtNC1..;: 11 qualqne1· hora - Tel. Re&. l!í a 1 1 --··-· 1 - $A lU E A Horarios-Local-V ASP Partidas as 14,30 Quintas feiras. para: Dourados, Lon drina, 3ão Paulo-Rio .. Sextas às 09,50 para • Campo Gran d e-Corum bá-Cuiabâ-Goiania-, Brasi lia. Viaje bem - Viaje VASP VISITE PARAGUAI Terra de Paz e Amôr Conhe_ç_a Assunção . . t '.'Tie,rra de Sol.... 'Tierra de Música ... .- : .. Tierra de.;Bell:eza ; .. , 1 1 j • • + « e U, . . . ,.,. • • & ; ..8 DIre«lo lenarai de Turismo. asieada T•rl••• ■•lla Ytata - Paraguai Mss Quintana Simpatia Bela Vista ~---·- --------------~. iai ht Mtir: a as ds milhars ale ciis iln-se t tt as planas pi#itas "legar pn iã atri" - -- '- . -"'-.....__ --· ~ - «$mi te leais Kiilias iu ?k ' • Vr. rlori -111.,urono. CPF 00380351 - M.IDICO - C.R.•. 115 Rn 15 lflne■•n 75.'_ Bela Yista IIL • ,., •• DI 24 de Junho de 197% suplemento ' ii . ., . •• ·e-... ,. Do n •1/Jro Gflo gora cada bilhota Lemat tem dz../8So ir, 1o racocs o custa crs 20,00 te _ , ado ele. Você podo ficar rico $?s. "is,2 ' sozinho Não divida sua serie. Você • . -C:::.: em 1766 premias prá ganhar e () . -5s° ais o primeiro premio de : r$if CrS 20000,00. E ainda desfruta das )g obras que a Lema! custeia: praças de esperta, obras sociais. A Lemat ? ~' ~~íQ-."J;c; aplica todo o dinheiro arrecadado na venda de bilhetes, nestes bens • A Leinal tem esta opinião. cijados. Isto quer dizer que, o seu dinheiro não sai desta Estado. Uma coisa é certa: com os bilhetes Lemat voce não. perde nunca! LERA LCJTERIADO ESTADOMMJa-0~ 7 aquele ftbraço 8aia visiense: rclesore a E#gsesis@e mêsa São Daniel S/h ] • -- •• o o» ·- Salda: Para Caracol às 2:oo hs. Agência: Travessa Sto. Afonso .e/Duque de Caxias Pedras de . Granito - Tanques p/a lavar Pronta entrega e Perfoição Rua Barão do Triunfo 639 - Fono 237 í.lela Vista Mato Grosso · VISITAS DA SEMANA José Joaquim Ferreira Souto Moaoir. Baione Jairo Vasconoélo1 AngeJa Bodrig11e1 Jornal Folha da Tartl.1 (Coru1J1bi) Jornal qe .Dourados [Douradó1] Correio do Povo (Ponta Porá) . Revista Atualidades [Tr0a Lagoas] Joral o Pantaneiro [Aquldausna] Eram quase dezenove horas, quan do em pleno banho de caneca com a gua de poço, meio salebra, lembrei-me da obrigatória visita a uma pessoa grada e impoitante local. Uma 'Visita de doença, onde o dever impunha-me levar a minha eolidariedade. Depois de uma talagada de cachaça com pó de cobra cascavel torrada, mudei a gos tosa brim coringa, camisa serzida na gola e calcei um pé de tenis, o outro não posso, Como quase todo mundo já sabe, reside no meu tornozelo esquer do, o sr dr. reumatismo, que por nada neste mundo me abandona,- obrigand• me ao uso, no de cujus, um chinelo ve lho. Vai daí por gozação de alguns e a feição de outros ganhei a • carinhoso apelido de ''Pé de Chinelo". Apelido é cousa engraçada. Se a gente reclama, acha ruim, êle pega. Se o aceita de bom grado, pega também. Depois toma conta e a gente perde o nome e a personalidade. Se perguntarem a qualquer pessoa de Bela Vista se conhece o sr Robson Nabam, ninguém conhece, mas o Pele• co todos. sabem onde é a sua residên cia, os seus gostos, as suas virtudes. as suas doenças, seu inigualável vio lão e os se110 vícios. Se perguntarem quem é o Sr Ru bens José Pereira ninguém sabe, nem mesmo os colegas de Repartição, mas o MA TEBA, todo mundo até os engra xa te8 sabem quem é o dito. • A visita de doente era para o Ma teba, a.migo· velho, desde os tempos de futebol_ em ~orumbéi, De cama, há al guns dias; só memo à tardinha tive a desagradável noticia de sua enfermi- dade. • Pensei, fora cousa grave, mas quando cheguei, suspirei aliviado sabendo pelo própno que em seu Joelho direito passou também, a residir o .senhor de todo~ os ossos, amigo de todas as coxas no vas ou velhas, idquilino das articulações o excelentissimo sr dr reumatismo. Co mo vocês podem ver, eu sempre trato com mmto respeito esse cidadão que não respeita ninguém ' Ora, em reumatismo e tenho gran de experiência. por isso o meu suspiro de aliTio eom o esclarecimeato do Ma teba. Ouvi, pacientemente, as suas quei xas choramingadas. Que o Loreti Iâ es tivera, acompanhado de um crioulo al to e forte, que lhe benzera e lhe dera umas messagens que lhe deixaram meio triste ·e dolorido. • . Cautelosamente, fiz..lhe . Ter, que e1- se negócio de massagem em homem • perigo, pode viciar e qua1e sempre a caba mal. "P! a massagem que êle tez foi 11• Joelho, era bolas, Não é o que Tocê esta pensando, seu porcaria retruceu me zangado em violento protesto sem ehoromingos," [Continua na última página) 'rribu'na da Fronteira ------=-::.....:....:::..::.:.~~-----~----- 24 de Junho de 1972 "Salve Umbanl!éf' Salve Todos os Orixás de Umbanda de Bela Vista Nasce dia 24 de _junho de 1972. a Tenda Espirita Pai José da A~. ' l' • r,;J léi. A ( I estamos reunidos, com amor e cânticos, e o nosso canto fn 4 reza pedi: 1orma [e • +eu1mos em nossa prêce a Pai Ogumn, Pai João, Pai Antoaio, Pai Joa- qUIm e Pai José para nosso al curar gula8, estas que são de muit presti g10 e la maior evidência na Umbànda. Com suas poderosas falanges, no trabalho de assistência aos necessita dos, eleM vao polarizando as atenções de crentes e simpatizantes adeptos e cu~10sos, que buscam um lenitivo para suas dores e tormentos. .?ão Espiritos que prendem os filhos de fé, pela maneira humilde, carinhosa • e;: mansa, no tratar com os ' enfermos de· todos os matizes vez por outra al gum filho mal intencionado ou mistifi cador recebe tratamento enérgico e ru de. em virtude da sua .falsidade ante a missão caritativa e benévola, dos obrei ros do senhor. Como é tocante quando o filho se ajoelha, ou sen.ta aos pés dos queridos velhinhos,_ confiante e com a saudação habitual.'·· • .4·±! Benção, pai José Benção, pai Antônio Benção, pai ,João Benção, pai Joaquim· • "São testes de humildade para os filhos, que, os procuram; certos de re ceberem uma palavna de confôrto; u ma proteção, um remédio, banhos de ervas, ou pomadas para uma ferida que o tempo purga". São quadros vi- vos· dos mais variados. • · • Muitos filhos, de -Deus não sabem o que de magia, quando a alma pros ternada, confessam ao pês dos obrei- ros pl'otetores, com sem; problemas a flitivos. "Preto velho escuta silencioso, pi tando seu cachimbo filosóficamente, fi ca observando e assuntando, o que lhe revelé:t a criaturu. por vez de alma di lacerada e trisce. "O preto velho escuta o que vai la por· dentro, nos meandros da alma, se é real ou fingimento, se o filho ei:- tá passando por prova, ou se é me o de seu programa. Pitando sereno, sem pressa, êle dá a receita de que o fi.lho precisa E quantas' vezes, só de conversar com o velinho, o filho 8ai curado de 1ma angustia ou doença. Quantas vezes, o filho senta ou ajoelha e ehora, esconde o rosto entre as mãos e consternado, pede ajuda. Preto velho olha. tira uma fumarada de seu cachim bo, chama o cambono e pede um copo de agua, coloca nas mãos ou na cabeça do paciente e docemente pergunta.:: Já passou?. Sua risada ecoa pelo recinto participando a todos a alegria da vibra ção no terreiro. Os filhos libertados dessas futili dades, relativas a uma encarnação, ren dem graças ao Senhor. E ao findar da noite, quando todos já se foram O Ba balao lalorixa, mãe de Santo, Pai de Santo ou mesmo os mediuns. perma- . necem .no terreiro como se quizessem recoll;ler as lágrimas dos aflitos e jun tando-as em suas mãos como se péro las fossem, ofertá-la ao Divino Oxalá implorando-lhe que as transforme:u em alegrias. SALVE OXALÁ SALVE UMBANDA lena Educaçêlo - Perseu Abramo O Progresso da Ciência JI ' . . .. . 1 • . 1 - (sia t lkailh«joia «4li ELE» ., te e • ·~ Iitegre sé ia automatização, seja datilógrafo • . Professores competentes Bela Vista 8AZAR «GLADYS» Artigos estrangeiros, bebidas, con- $, - . finas ·Pantalonas· Lee todos ·reccoes ' d tigos , para 1 • os tipos, ·brinquedos, ar - 1 i : • • -0 inverno • Bela Vista ·- Paraguay . e a . . . ..n :......''i'; • :» « ' • < - ; • •' a '_.l__y (Continuação) Dados Biográficos Gerval Bernardino de Souza é fi lho de Francisco Bernardino de ~ouza. e Alzira Alves de Sou.ia. Casado com Da. Aracy Pinto de Souza-Três filhos. Ana Paula Pinto de Souza. Paulo Ce- ser Pinto de Souza e Luciano Pinto de ouza, Natural de Mutum-Estado de Minas Gerais. Nascido em 3 de Julho de 1937. Formado ela Pontificia Universidade Católica do Estado de Minas Gerais ·-em 1959. Curso de ,Doutorando pela U níversidade. Curso de Criminologia. Cur so·, Extensivo de Direito Privado pela Faculdade de Direite do Estado da Gua nabara. Curso de Direito Público pela. • . Fundação Getulio Vargas. .. J: ~ . • • Juiz de Direito do Estado de Ma to Grosso· desde Agosto de 1971-clas sificado com concurso de Provas e Tí tulos em, 1o. lugar. Dentro de duu3 semanas será realizada a XXIV Reunião d·1 Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência, na Cidade Unfversltá.rla de Silo t'aulo. Agora, em todo o Pa{s, e mes mo em outras Nuçõos latinoamerlcanas, cen tenas de flsicos, geneticistas, demografas, edu cadores, quimlcos, antropologos, estariio fazen do uma última revis/10 cm suas teses, s e u a "papns'', auus comunicaçôee, seus artigos. De tcdo esse muterlul, com antecedência plane jdo, elaborado, escrito, reescrito e corrdo, ro sultará, certamente, um balanço do que a Ctên~ ciu está fazendo no momento, no Brasil. . Mas também resultará outro balanço, me nos ostensivo e certameate mais algnfücativo: é o que a Ciência não está fazendo neste mo mento no Brasil Os temas que não estão sen do abordados, os caminhos não percorridos, as sendas no exploradas, as hipóteses nem ten todaa, as verificações não concluldas. Isto é, mais do que um repositório dos produtos da fn,. veatigução oientHica, as reuniões da SBPC coa. tumam ser-e esta o será também- um levan tamento da problemát'ica da politica cientifica do Pais. E é nessa politica cfentmca brasileira que os cientistas certamente estarão pensando nes se momento-ou deveriam estar. É ela-mais do que os tem!is da ciência, tão caros aos cien tistas- que deve começar a m<?recer uma a tenção mais cuidadosa por parte doa eientls tas, sob pena de estes ~e verem alljados de um processo de decisão no qual certamente eata ro interessados outros cidadãos, como os poli ticos, os empresários, os militares, as autori dades. Por exenplo: o que os cientistas braoilei ros estão fazendo para descobrir, na flora e na fauna brasileiras, novas e mais barataa fon. tes de alimentação? Que tipos de pesquisa po deriam levar à substitui9ão de certos produtos animais por outros vegetais a fim de que as crianças da áreas pobres fossem menos ca rentes de nutrição? O que fazem os cientiatas para pesquisar novas formas de aproveitamen to de materiais de construçllo., a fim de liber tar os inquilinos da danação eterna do BNH? O que se faz, a ciência brasileira, para des cobrir como educar a criança bramileira, na es cola brasileira, com os recursos ( ou com a fal ta de) brasileiros? A roupa que o brasileiro veste, no verão ou no inverno, alguma vez me receu a atenção doa cientistas brasileiros? De dicaram se êles a descobrir as fontes de ener gia brasileira, o veiculo brasileiro, os próprios modelos e padrões de pesquisa cientifica bra sileira? A reaposta é sim, para um número ba tante grande de casos. Mas lamentàvelmeiate, é não para um número maior. Há ainda, en tre os citmtistas brasileiros, a impressão de que politiea cientifica é assunto de outro, e não dêles, bem como persiste. ainda, o vezo de achar que só é cientiiica a pesquisa que segue, imita, copia, verifica, comprova ou re pete o modelo da pesquisa estrangeira. E se esquecem, os que assim pensam, que os cien tistas estrangeiros, ao selecionarem 01 temas de suas pesquisas, o fazem geralmente tendo em vista os interesses, os objetivos e as coa dições de suas proprias comunidades. B, com isso, contribuem de uma maneira inegárel para o progresso da ciência . Aprenda Inglês em. 3 1ês1s Procure-nas Rua Duque d• Caxiaa 1.Z81 . . ... ~- Trf huna da Fronteira 24 de Junho de 1972 o rojéto, Ti1à n i o" Um•t uslr.:i. piloto montada no Instituto Te,~nico Aeroespacial de ·SAo José doa Cam : poa está ·produzindo com sucesso o tHâniCl ' metálico, muterfal estratégico de uso essen- cial nas nu veR A.pollo e no avião aupersônico • Concorde. . l O ''Projeto 'J;itânio'', ,como foram d$lno , minadas a pesqujsas e experiências pdr a 1 obtenção do miltetrial estratégico, custou· vá- rios unoa de infatigável trabalho e crescentes dificulrJu<les. Os técnicos br&aileiros, militares e cív,is, defrontaram-se inicialmente com a fa l'e enlgmáticm do circul_o hermético: Ofl cen tros internacionais de pesquisa e produção induRtrlal do metal básico. . vão )mente por se tratar der proguto estratégico, mas sobretudo por razões de or • ~em eoo_nômic:.i., os paises produtorefl do titã· nio metálico (EUA.-.URSS e Japão] tacharam as por.tas aos técn(cos brasileiros. O Brasil, por [sua voz, considerou que as condições Impos tas pelos paises produtores para u cesão do "know-how" eram sumamente onerosu.EJ e nos .c.olocavam Ewb o t1uminio das· empresas inter nacionais, nun setor básico de nossa economia. Para süperr o atrasb do Pais no .campo da produção do· m.etal básicc parir a indústria aeronáutica, espoaial, naval, quimica e petro quimic@, os enenbgjros do. Instituto Técnjco Aeroespacial :rJraai obrigacios a recorrer _t_qdo o procé@d'de' experíêicias dos pisos trddi clonahnente· produtores. Finalmente, conse guiram obter e aperfeiçoar •-umã tecnologia própria, rte JI1Uoeira: a produzir a esponja de titânio,_a_patjr _da cloração, na tlmenita. er- 4a te 300 quilos de poja de_titânio metáli do são produzidos diáriamente com téemcoa, tiolu çõ ?.B e t4tJiPam,e~to.s int!:'irµ.meu_te oaoionaiEl. 1 " É9'õiié ' +. : : . . •, . . . . ' ------- .... -.-,--~---------------------------- PERGUNTE AO BOM "Sou cabeleireiro e vi os penteados das Misses dai" de vocês de Bela Vista. Sincera- i-ute nüo gosh-li. Achei-os HO-RRO-RO-SOS. Desse' geito nenhuma delas teria condlçõe11 de vt~n!er, sem condições para Miss. Achei tudo errado.. . o titânio é enoontr1:1do pràticamente ao longo de tda a costa brasileira, em virtude rie ução concentratorla provocada pela água do mar. Su•1 forma muís comum é a Hmenita, partículas n, gra& do tamanho do grfl.o de areia. Ob:iervarn se ocorrências de titânio do rará :i.i; .cofltas do lUo li irande do Sul,, sendo que as m1,is notáveis verificam-se nus praias do Norte do Estado de São Pnulo. Caraguatatúba e Ubatubu, até a divisa da Es- tado do Rio. • · • • Na forma de rutilo,. pedregulhos de colo ração cinzaesouro. o titânio, é .. encontrado no interior brasileiro, em particular em O o fá a; Muto Grosso e Minas Gerais. Em Poços de <'aldas, observou-se n ocorrêacfa,de titânio na form_µ de anutásio. A 1_<;>$.?a_lização das principais fontes de P.tod.uç,110 r1e _matérias primas do titânio metá lico assim oomo dos parques industriais de São Paulo e Rio e a longo da Outra, como as in• dústrias aeronáuticas ·Embraer, Aerotec e Nei Vrl, estão a indicar que a área para a produ ç{;, , ind_ust.r;~~l doa metais estratégicos deverá si tuarse no Vale do Paraíba, onde :foram feitas as experiências pioneiras de producão do titâ• t1io metálico. . · ' ~ • , . • 1 O !'Projeto ·'J'itânio .. ' foi realizado pelo .Cen tro Aeroespacial de·São José dos Campos, por intermédio do seu Instituto de Pesquisa e De senvolvimento e intera o Programa de Me- ' taiEl Estratégicos, o qual visa a superar o "gap" -tecnológico ·e industrial que nos separa das . potencias .mundiais grandes e médias. • A. G. Leão Campo Grand& Mt. Prá principio de papo seu sobrenome tam bém está. Ponha outro bichinho no lugar do Letlo e ficará mais adequado. Não ente!}dO de penteados, mas a Marilen, Fermfna e Angela até de cabeças raspadas, carequfnhas da ~il vu, podem pisar qualquer paaaarela, até do Ma racnüzinho. Não entendo de ponteado mas do reato. 1.0odéatia a pttrte eu ·entendo e bem. M ,s, o que mni_s_ me causou espécie foi êsse HO-RRO-RO-SOS, Tenho a· ligeira imprera são, que você é ·aquilo que rima com Ilxa o ·chamam de• traveatf. Não escrevo bicha aqui,. porque a censura proibe a genta escrever bi cha no . jornal. Falado! . . . Mais ente Branca mulher de. beijo ardente. ·t· Caricia louca de sabor r:;ublime, Que invade o· corpo. A alma sente O teu calor e a inspiração exprime. ,. r + •••. Que, também ali estiv,era., o ·médico • • ' 1.; • • •• ·., -~ ~,;..,,. • ·' ,- •• e lhe receitara?injeções na veia, no mus culó, joelho, pilulas e qué extraisse os dentes. Disso. eu já sabia, não era pre éisê dizer.·:"·"-·· . • Sai, deixando a minha -iridéf.etivel receita. que como a dos medicos, ão cua, mas raz grade alivio e tem a antagem de serem os remédios mais saborosos e muitos mais baratos: "Chá de algda nhó. bebido coro agua-e ca cha'ça .có.m ·pó de eobra cascavel torta- "É.nniáião, e devagar. usaer meu barrado no Bairrada Amizade. Veitiquet, iio caminho, surpreendido o riúmen> cte aulorrióveis_ que trafegam em Bela Vista. Tódà via, •• a maior surpreza aliái.;, Yoi quando descobri, quanto a.ma mos:us eumnais. 'Somos o Paraiso dos ferrenhos defeiqsores da Associação Pro- etora dos animais. Nós, os permitimos com seus passos cadenciados, trafega remi livremente pelas ruas. Na rua Se- b 1stião Crispim do Rego, bem próximo .- ao l'omacito no meio, da ponte, esta.v:a .. d eitada 'üma vaca. Com o seu olhar · ·cheio de d oçura e m a n s ido, filosofava mastigando_o seu,, • interininàv.el chiclete'' de grama·. Era um soberbo animal, e {razia ag, pescoço ·I , . Dizem· que tu és destruição . Mas contigo as mágoae a gente esquece. Se apagas o fogo de qualquer paixão Quero-te muito, pois bem o mereces. Penso, que não és boa nem ruim. Não es felicidade nem desgraça. Embora não te queiram junto n mim,. Eu te Amo demais Querida Cachaça O Bom da Paróquia. • 'Continuação) . -~ ) J • . i '1 .. · . um. triângulo de madeira, espécie de algemas, que· deviam impedi-la de pu lar as· cercas . .P.rova -irrefutável de sua permanência nas rua~,, mais de 24 ho ras. Não houve uma cerca que a iro : pedisse, :do contráriq não estaria fazen- • • do o seu higienico passeio, deixando aqui e ali marcantes sinais de sua lau- t& ~ remição diária. Parou um • carro. ·-. 1 Desceu o motorista e abanando o cha- Srs. Colaboradores peu e· gritando ô vaca, ô vaca, levou quase. meia hora papa convencê-la de Pedimos que . • entreguem _:Js que o leito da rua não i. era colheira, matérias em nossa redação. Até . nem colchão ortopédico/Era um verea.- 2 F • a. el.l'a. dor e procurava demovê-la· de ai per- . • • manecer, mas eando o seu chiclete e filosofando sobre as gentes e as cou- tro a fonte· de alimento do homem. o sas,_ Talez, sobre a sua personalidade büe de _cada dià noi dá hoje.-• Abaixe . sagrada, na ln dia e em Bela Vista. Só a máquina causadora da poltiição so nesses lugares no mundo é que elas nora e do ar! Viva a Vaca! . são respeitadas e podem permanecer Quanta· bondade, quanta. ternura livremente uas ruas. • no. gesto das nossas autoridades legi1- , , ... • Mas adiante, perto do-ginásio, qua- lativas e municipais permitindo 0s a tro vacas, dois bois de .carro e três nimais nas ruas. Nebre vereador ve cavalos faziam às vezes de inspetores cê terá, na próxima eleição . 0 ' meu . do tráfego, obrigandb os sinesiforos voto. . ' diminuir a velocidadé ... • • . .. • . . _ A vocês Mateba_ e nobre vereador Fiquei cismado. Quanta poesia. vai daqui para vocês o me 1b gani@ remaifisiso esse coritrafe gue qülé srao deste vii","?E7ç; % o progresso nos mostra. :De. um: lado a reumático , -máquina ceifadorà de idas .e de ou- ' PE DE CHINELQ »! • .· ... , . :l Senhores assinantes Pedimos que procurem seu J or . nal todos os sábados, domingos e Segunda - Feira em· nossa Reda· ção, caso não o tenham recebido em sua residência. Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº013_17_06_1972 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº015_01_07_1972 Voltar para a lista de itens