TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº045_03_02_1973 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº045_03_02_1973Número da edição45Data de publicação3 de fevereiro de 1973Número de páginas6GeoCoordenada -22.11808550556902 , -56.52133266356246 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº045_03_02_1973 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto Os Pr.,.fettos t.b dlver.;o·J Muuici iou Matogro[se .:['t:, • e rãu de ·1 [orn.ar ao Ooverrl!:i llor José l•rugern, sobr:_, Gi tl1,.çE·.1 c'e oua::i , epec:.iv!.G 11 ni.dpt'.li'1tlde. T~StGR :dormn ÇÕOS ctevcrUo ser udas ~té o <l'o 15 de FeveL' • if.'1. O '3-c'v~rnud<ll', : :!Vi u Oficio CfrculíH'; ó í.oC .s a~ Prc~ fehurtrn solicH' atio ir.'{orm.•s Bilêrca ' :· o Orç,:mcn:o pra 1973, Progc.ma ele '.:i.'rabalho para o Anu oouent . Rl'lató~ @ff t? .A agência da Viação Cruzei:o do !, ua cidade de J,n-dim, fnnclonn numc-1 p• que11:1 s( la, num dilema eciat'to para o gnusío (agonte) o desco+foto aos elianes de emp. es3 o orário dos onibus que demandam quidauna Porto Martinho, reujú, Bo11i .o, Bel Vis'a e Pout: Pou1. o panJ.c rnnio é to,., / ---r--.------2 (ie 1;~,; Liberdade com a f +a .. , ...... $ • •.• , .,· • ' •.• -~ .. ~. :: ·:· :·; . • .±±: o •as i · .. .. . ,,., ... ,.,, .. Governador Fragelli e Sra. rio sobra o qua foi feito em 1972 (Bels V!uta'?), Informes do irasto c·om' o PeGeoal do .., Ex0cut: o e Legíf'llntivo. Soli oit rn tamb1:;m o Dr. Frngellí, d:•~1. :1 rer1:1rentss ás despesas ptra exe~ução de obras da ln2ro. Esrutura e !nvesfüneoto i,otoriai , realizu1los por Pes- 6ulll 0(, :trnto onra esze Hm. CoJ.11 relação a Meâidt! Govern:~mental, Porta-Voz, esela;eccu. «Com isto, quer o Governudo!' do Estado, inteirar se da situncão de cada Prefei tura, atrnves de uma análise criteriosa e fixar Diretrizes a serem observadas» Ótimo Dr.:Fragelli o sen hor ficará 5abendo cJa .:Real» situação das Prereituras. Ma:. .. no caso de BelB Vft:ita, a me lhor solução !Jeria Vir pesaonl mente, ver com os proprlo~ olhéls :w que hi feito»,· e co~ hlborar com o Sr Clóvls, na Execução de seu Plv.uv t!e Trabalho ! ! ! tnl. O clespnvoivimeuto_ da omprosa, una ds maiores elo Estado, esla em ntmo vNiiginoso, e a diminuta a. ge nc· n nã.o ~coropanha este desenvolvimento. Os uu rios ló de f;curem na run à e •pera do onib_us, são «obrit_:.dos» à sorv1rem ... so t.lo Bar :-:o I1ttlo, p:n:_:t lé?ncha,., rem, e o mesmo não ofel'e ca cou ui<:<>es de ~_tendnnen~ # +.± to. Conflnmos numa saiu ... ção <urgente» dos direLn•·~s da empres. a mudança dn ugêucia é fato1· µreponde rnte pau u satisfação dos clientes. Temos certeza que nosso apelo serà atendido. « Vinção Cruzeiro do club ,;,ai melhorar agencia de J·urdiu:. ({JJ(8 Re::.Jizou-s~ ullimame□,., te em Campo Grande, con- • ferêueiu do Dl'. Nilo Chaves de Brilo Bastos. Dil.'etor do Departamenlo No.cional de Prof1!.txia e controle de Doencas do Ministér~o d:: Sc1úde·, cc m a presença tlc autor;d1'tdus sauitarias·e Pn- fei tc,s. A conferência versou . • sobre um Plano de Erradi cação du Poliomielite em to ... do o Pís. Essa erradkacão será feita através de intensx a cinaçn,o das· cl'fa.nça:-5 dG to ... do o stado para preveni: uro surto para doença como aconteceu em Ponta Porã, mas que já foi debel11do afinal, não rest2.ndo :1enhuru vestigio ma:s do terrível mal. Os ~enhores pais este- li jure ih m • Me oG° n IJ ,' o Ôíl . jam l ranquilos. os sanitaris tas respon6;1veis peio debe lam~nr-o do m'•l estão mu nido;;; do..., ~1eíos necessários e de gande quantidade de vacin;r St- GlN prll'a uma coplet erradicação, bas tando to o: ente observa ~·cn1 áS p '(•sccições sobre o C::tSO. No ' 5 de .Fevereiro haverá ora reuivo en Crw1po Grn.; de para dar mico os abalhos de uma co!'..u p,eln , .tt"!nação em to Jo o stdo, o que oeore á no ii 15,cnsie nes- ta ~idude de elc1 V:sta. Estejam prevenidos po1s todt,s cs p:ií • J;; eri: .nças dest:i. i:idar~e paru o atentli~ ruentu de:;rn i!l:.cessário tra tn nrnu to eo11í:rn a paralisia i ufantil. : ., 1 é fator ' 1 . rditn uuicip' os o Vindo mio et Arrccr~dação do Pôflto on Rc ·ctL federa. MT. ~urante o exercicic de 1972, : 1 •,11 r n de Jur1Hm, Gaiu Lup s du Lugurn.'., . 'iJr que Imposto de Rendu. Pesou Fis'cu Jurídica Fonte Renl!1.,. Tot 1. l PI Receit· rlbut6i-ia outras receitas orç·~mentáriaEj Total Geral da Arrec Juç·-o Indica de aumen ,, e; •. r la~~~º a 1971 até n ssc oj·,, você vai ter toda liberdade para a n1 ·rc ~ o C10 qub si'.,o capazes de fazer qualquer loucur·1 pelo seu OP .) _ AS 73 e 73.b- 7 8$6.825 182.:18 31.2.7 7 10.3'7 353 094 111.5::39 .64.933 112% R e l,omo~ t-:eU C:il·i·o rsado como sinal_ •• Visite sob a direção d« Orldo Flores Nogueira UA M RECHAL. M8 1ET, 325 - -- WONE l(l43 .:_:..:.:-~:.::.:..~:..:...------------------------------------------ ------ nos som compromisso S0Cl11DADE AUTO PASTORIL bt a., agu. r e O"to ca- ,.... ribun11 da Fronteirn CASA DO GAS·T Coüs-.rto: Te l,vhores - Hátlios - .A pnrelhos de , . CCD lCO Jardim competeute no Ramo if1ato Gro so S e"'~e • ,~ m prolissiot." l competente ? . ,, E c1>mum encontrarmo' em il'.>usa vitlu l)rofissiomil ss ;rofud.nente er V' 1 idus em nus tnrefas dfá· rla::. Ouu • s, apt-our· de exe cutar m seus tr::ibfJlbos, nll ·> rt f1et m dá a iprssão de es 'êH', 1 :11 n~oti vucJa1-1 ou vil.Hando com a função desenvolvida. era este seu cuco ? Quantas vt)z.e~ durante suu vida : pro lssinal voei j 1e foz per guntas e2elhantes às que constam a seguir? . 1 - Fixei G hj eti vo0 pec;. • oa1s cl:.irns e eBpecíficos so br o <!UE> quero eer nu vioo? 2 - E.ton gindo de for ma ltc,ne:;rn u decisiva para u1it1gir os objetivos ? 3- Tenho feito r2ava li• ções cfa meus C'bjetivos e omb!ções? 4 - Ton h,i l' lto aná liees ol1jt tivas c,o meu ambiente? 5 - Quais as providen ci s rew!uções que tomei ;:n,a corrinir oa pontos ne- r;nlivos? - . ti - Qusis .,s providen- (·1us o n.•soluções que tomei para ioc::nt!ve.r os pontos po_itivos? 7 - Tenho a ded1cação e cnucentrnç,io CGmpative!s com minha responsabllidade e objeliVuJ ? 8 -- Serei um prof!Gsio nnl competente? O processo de desenvol vimento de urna pessoa é conllbnte. Nãu há possibilida de de es!agnução. Quem pa r·a de progredir está retroce dendo, porqu,3 os outroa con tinuam a oe deeenvolver. Trauallit-1 samprn para seu aperfeiçoamento. Concen tre-se em três áreas priaci~ puis.· 1- Conhecimento de sua profissão: . · a -Eleve seu nivel e duce.cionul. b - Aplique na prática seus novos conhecimentos. 2 - Ceraoteristicas de Personalidade: a - Tenha detHmiuação. b - Procure o maior grau de obj!!tiv!dade. e - 'l't:inha tato ao Iidnr com 8B pessons. 3 - }mplitude de inte resse: . a - Mantenhi:-Ee bem informado. , b -Tenha cultura geral .e- Conheça sua empre sa de modo geral. ri - Tenha sensibilidade para sentir as tendeucias de clesenvolvlmento de sua oro fissão, e de sua empres·n. a]r Conceicã .9 "ova, 2"":.:. ...,,_ . "' ~';í. ·. ,f -- ª t. -1 ais o primeiro premio d& 1 : r.1Zri rS 20.000,00, E ainda ,desfruta das )~~ ... bras que a Lemat custeia: praças ': 1 , le esporte, obras sociais. A Lemat ; ··~ -~- plica lodo o díf!Í10iro arrecadado- f • -'"""~ti~-// a venda de bilhetes, nestes bens citados. lslo quer dizer que, o seu 1 dinheiro hão sai deste Estado. Uma 1 , coisa é caria: com os bilheles Lemat <. %,ai@narrei@ieiseiis»nitsis@iiisnini@fiei@n@is»%@ # Novo Bar e Hotel do f[AO .; ; Ambiente famaiar• I-Iigiene- Dormitórios . , 3#8 atendi ru enlo pelo proprietário 00 00 ~ i «Sua casa em SlDROLANDIA» • ~ 00 lweníd& 1 ~oroeste - 454 Siãro!àndia- MT 1 f%srotara#etosersrate#stexanoeteetsetexeatos # (• I Orgetizao nãos aqu lVf a" adou:ro Rio Forn10s0 CASA DE CARNES POSTO SHEL Nantes materiais oara cosi adeiras Serradas--- Servi:::· pa-..·a crescer tu a-Las@los -Tijolos -i ({ $ &u © te «O s&ruir sue @$o n você é q faz» 1 #usiit Comércio de 1 U o t i Sergipe 29 LA,IDA-. T 1 É o ponto de encoutro gosto #geeenaencantaremos#teta#ao%3 • Ci- RTÔRIO DO 1e OFICIO > #j % T4eliac:José ve!ino o Silva %} ~ Escrituras, contratos, procurações, reconhecimentos de fírmaR ffi >,:1.~ registro de imoveis, de titulas e documentos de protesto e 2:U'í ·~ nnexos. Extraimos fotocópias na hora - Autenticadas ~ 1 Serviço rápido e eficiente ffl i g3 ~ Bela Vista Mato Grosso 1 482Kg#EX#EIRRIR8K3IRRESRXKK#KRKSRK#AR3 Recentes ivestig. ço• ti geol.égicnb 11~m '1ro- vaurtu l!U :: , , 'Ci'l"(rn d Br. 1 r-ii0 r, mu:f! . 1tlga1-: o !ob. A A óiw:, 'eondo de. -poimer < 1 --:u: p~·~u :.:o Dr. Ilumbolí!.t :,; cie om H .n,lori daic», wr i -::.;.(l;;, h ·L qi!on:r u à f • :o., i,ciu Nor .,,. !.i'V,)ceiti rn v.--0 o de . ni.·:n1o prc IJin.-óricc., í.orn sít'os ctc: 1 eobert<H, e;.... MinU!J Geri, Bhiu e du,sento to E1-Jbri1> dl 1 M11lo 'ro (J. O sboio ali são elwa. uog~í I C(iÍ.füW,1rfo f.L grUt(l de Ubujn.ru. n., L cud, cLvati ,., p•;r rrdloo human ,s, há cen tenus de Béculos, com 1.000 metrou de comr,rimcnto, as siro r;e 0xprea,rnu: «Nenhuma obrt1 buurnn1~ existe igual em • 1rnpor!aaciu, pt1io sua cuns trnçib deve ter !eva!i!o Sécu lt;s,>. Na Víla d· Batalho, em Súo Paulo, c~'!flcobrfram-oa monum iltuu pl'ê,hiGtórious, cuj ..l GXiGtflncia l"tlIDO(ÜC. u 25.'ooo uuos. o Dr. Horácio Nogu-;;ira, .referindo-se ás re líquias hrntóriCaG • 0 Viiu àú Bi 1a!hh, csei-eveu: cr.Esta COil6tr!1ÇiÍG é ~mt{.,riOF t}ápoc,,. dos inc!·.0>,, O vneri Couto deMa gale ; 'encontrou no Brasil o ergo das tres 1.ga6, e de:a co!n·lu f:m lngoas de Mato .Gl'OIJBO. l'lOr.'CB ..:,quáticns Cle qul:l nos falr.1m documontoo que se peru0m na vastidé.o c.,,:, b1s1ó:ia O !Jr. Pütei' Wilhelm LuiH.1 füicnntrou em Lagoa. Santo, c.,m Miuuo Clel'uis ree ius &e anisa!s extinto quo viveram n;, épocíJ geológíca Ilc'1 10 000 cuu;,,, tais como me:stouo:.e, preguiça terres-. ~r0 lha1rt11. m·s:), tdu gigante. O materwl ÓGGeo descoberto poí Lun __ ..,.. bulo &. 's D. irepor tt.nc!o. hi.'.ilól'lca~ ·tz purto do mu_e·. Luüd, de Copenha~ gue,e: repuac' ta, hoj0, grande doeu ;entnçr • _pré-histórica. ' A oc&clem:a de Ciencias ../, de 'Minas Ge.:aís àivu!gou Ofi prim írne rer:H..:H0.o de vcdio- 5 pesquisus que vm em- j p,·2enden'io um torno tio pns- tH.•.c o pré-hiotóriuo do Bra iJ Hico rnattt,rial de ·ntereose p .leun ~dógico • :.,abu de ser ::,:cccberto nos vales do rir, do.s VeHrna e São Fl'anciscu. Os norscs sábios jl: ~on::egui- r~m forma,' m a. br.w. coleçtio de ·ec;toG ;:usseis. VáriaB ca verna· Lem sido cxpl;._:radL1s co !l' n:Je 0xito, pelos me:bzs da Acd. :, ntre a qua!s a ú e Confülf3, Bor geíil, Lügou Funda Verlfl elha ' B '' r:• d • "'º uu, 1.ul' e no esta o de ML .. as Ge ·ais. • O achado de ior inte- 1e30 p..2 O mundo cientiflco v~H•ificou.:;:; iurante as e ca- ações que •o fizeram na Lugca ,J.e Conlior-- e na Cu- --------- .ysrnn Lugo;:,. fund , em 1935. ·-1 A Lema( tem esta opinião. Agora cada bilhele Lemal tern 10· frações e custa CrS 20,00 todo ele. Você pode ficar rico 1 sozinho. Não divida sua serie. Você tom 1766 premios prá ganhar e : voce não perde nunca! r .. 1/4.. cougue Certa&do Carne frese~ ili L eu g: •a.1 Higieae acirua u, lndo .1 ---, Triburrn d~ Fronteira .. , f •. l•t 31, » fn1:" Esfivf!r~m reunidos a que também pJecisa de um pouco din en Jarditu, os se. reforço para a sua usina tlétri nhores P1ei•ib9 Municipal do ca. uvice,te e outras autoridades p91;; .:-:~·: re-m. ele rc>:oolver o 11•):). PtJ'C,'I ,., 1 l • . . . cu.o d cnegia LJ,.,. Jc:: t J» n:unlcípios de C'l t'I Jqridt1t;0ne, principal n° nt.0 de 3a 'r:lirn que está pie7entemente s3m luz, num ,. . !,J e c0 cJe eon8t·gu.irem junto do :_ :·. G, s;erm:dur do Estado u soluço do prubleme. • fJü,:1e. nos o Sr. Ciovis lTort1(-!f1 o d?. Oliyeiro que es tevt: preente à reunião, que do Ô( b,,te ficou dclíberudo àe íH: tu. a ·oéi.e do Sr. Governa dor eh, , ó ceder rn~io pern es se mis:ér qundo chegar o A qvi aaaro a energia de Uru bupa.gó, 8Íus que ele Gover r:· e: J1· j.'.! havie al'i !'mnclo logo após a 2ceuvão no Governo do ii!o, porér, que até 1 irinr-.J pl·,j -~ar <i trnn@ferência do ganas motor diesel que ela em 6qulduuna pera dar dím, coiL o fin ... liJt1de de us saL' a e, üe ele energia des ·a cich, Je como fornlJém ceder,Juz e r OI'Çi;l pü [' e Nioaque, Guia Lopa1; ci Logun e Bela Vista Segundo disse, o tr,.nn~• porte do motor ficaria a CBrgo da C.E R.3. O nosso ponto de vista: Ê uma decisão temerária poja é quaue certo que o Snr. Go vernador não aci:,ítará es~a pro posi1:1 levando em conteu, de inicio, que seria uma carga cnerosa demaisJpeaada a trans ferência daquela enorme maqui• na, assentá-la em Jardim para operar poucos meses apenas e ter de a ·rancá-la depc.,is para outro destino quando tivermos energia de Urubupungá, o que não demorará pouco mui~ de Um ano. Melhol' seda ~ntão que 00 senhores Prefeitos solicitas sem ao sr. Governado~· deter minar que a CEMA T desse logo inicio a locaçúo da linha de tronsmlssíio Aquídauena-Be la Vista. pura adiantar a obra, abreviando o preso da cons trução da rede, faz,mdo fu'nciu nar diversas frerit~s dr. trabo lho, de Aquidauana a Nioaque e Bela Víe;ta-Jardim-1Jioaqué, como se adotára na linha Cam pu Grande-Corumbfl empreita• da pr:;fa, forma SIDE Sul A. rnerici:aa o de Eletrificação que instalou frenl.eB de serviço em Terenos Anastácio ['{1iran- da e • «:orurãbá. ' De que vale instalar o ~ motor sem a rêde ele transmit:1.- fi ============= tii:io, que certamente vai de- morar º mesmo tempo que Dr. Geva.ir .Fe--re:~r-1. sua construção ao da energia r,{] vinda da Usina'do R!o Paraná? (/4, l.9J W @ O Sr. Govémador já con- seguiu o financiem!:nto para escse empreendimento, parecen do justo que se aguarde a con:.itrução daquilo que fique imtcla<lo defínitivnmente Bem de6pe:rdicio de dinheiro. Salvo se conseguirem de S. Excia a cessão pela CEMAT de motores menores para cuda município em E.1preço, com o firn de aproveitar a utUal re· de urbana de cada uma das clcbàes com fulte. de energia, o que viria resoiver temporã- . rit::mente o problemo 1 umi. vez ' qlle a po1te técnica fique crnb a reoponaabilidade eia própria CEMAT. Dr, José Jurandir de orve:r irurgi Clinica Geral -- Cirurgia e Oéhr: to Rua Dr. Ari Coelho de Oliveii'2 .::Jn Rua Marechal Rondon - 542 Peii:trn. J: itt'l! j i Comercio e Industria Santa Luzia (7s: do rrcz) do Ulisses Pino de imeida . :::; •cos e molüadoa - Latarias em geral - Màquioa de benef!c10. de arroz - compra e vendo. de cereais lua Ms&o!io João 623 ' Dr. P edr.o f V0 g Jl&!l'dim Avenida Duque Dr Carlos ±dy $á de Cx:is 591 • e Go.s ---------------------------- trabalho adíquírimo,;; pr.ogresso Dr. Advogacia 011 Rua 15 de l/,:i-;c-1·. br'J. 170 '•one 2i7 - Bt 'teta ,~~-~---1 f l , ti 7l Ol os gentes quimicos compo nentel:J da atmn:ifore, muito benéficas nos v gerais. Embora nu Idade MédiD, já se preocupa sem com o'J e,~ludos de imãs, e, mesmo r:m tes, os egipcios tenhom feíto alguns estudos no cami o den p1:opriedudee eletrn tüicas, a porlerosa fonte de energla elé tdca da atmoi;fere, era dema siadamente temido para que se pensasse em dominá-la Graças a estudon de New- ton e De'.lcert ! , pode Benj mim Franldn, descobrir com o Pá ra Raio, um me 1 n de n0.u.h-, ~ liza,: esta força, já que utilizú ln inda não lho era pos ivel. Franklin, jú provia, qu com a evolução àss ciênc Oll, o ho mem v!riu utilizar o ra1: em experiências pnru desintegrJção . do matéria .. 1 ·,.; P dro 111.:il· gol CL.' Não se esqueça de qto co e a ena do doente dependem da eia do Barmcêutico. do !édi couciên.- FIEI&ME «RIM#I B3' FEIREI #» Diretora-Maria Esteln V. Pereira Redator~Chef e· Ivo Ido Pereira Oepurtomcnto de ReL:ições Públicas Janes Velasquez Colaboradores: Adair Güna Geraldo P. Sobinho Alice Pedra Nunes J. J. Soto José H. Flores Redação e Admí.nistração Rua Barão de Melgaço S/N oHa ~?"w ~ . <B (!)!:SO • Rua Coronel Ca, isã0 620 - Assinatura anu Cr~ 50,00 · • ifr Assin tura mcr.1,al » 5,00 O Jornal não ~e 1espcnsilbili· ;;:., pelos conceitos emitidos em colunos asslnlidas. e.e Este Jornal é con.posto G pr .S:3O n· S or cimlS do Correio 'T' ..... Rua 15 de No vewbz-o 75 ---- ---------·-- ···--- AI lado d<: ia n· micipu.Ii:fod a.é á 22 l0as Agora er el que você es L nclle g, avieos lae ts- gene- n1bane Le do PZZAR' Bela V1st X desejo caro, ue em«ado cunheci c'e.s mn r d uoso desejo, cole csli- e ums Csan (desliszde' l!.'i- ra rápi a) à nossa dispos!ç 2r.. cd- ,, ;,·-•p .nlwdo;: 11n irmil Lnu· . «9:, do Porto Murtinlo s i 'aios nós rio bixo a!ó ira o lcui: A Cerc: d 0 ··cn·os j'? .,u ouvia•~~- 1! ·r°·zr t0 ..:-,,rnctai!itle .. i:i • .. cio. e vaias. L.um o6 ·!(,,--. .. •, .:n; : b .nl10 e :nur- ~· c:.,-L' t.:. ,:u l'ío i?;,rngtt i. D:·:,i.L '1'3 :.: ,·u:lla"c.:ç.:io ,I _: l , I .• Í·; ' ; ! • # ; il . ·:::d'. e e:mie t ? L, "{• # ( .... , u ccup.nu Ir 1 nt.l .. ~ ~ V 4 • (. ,_ 1;~ e . .. C h!!- {( tece ·ta rib0 ? ll'rnrt • Eles são Mourotl ,1::l3 J;ze.m ser «Aja veu,» t.: nendu ser ca~t:gados polos pur:,:;u:i..:·;s, p 1 . rque nu guorra. e::i.re o f'lll':-:guui e u BoJivla, (;(lÍUCUVllill trOUCOl'J úe árvorea L.aô estrnue!l :J quando vinham o.:: ca!ninhões dt: soldados pfl /· gnaiúli eles atucavGm e 1ua ~- .'.vr.m muitos combalentei::. T li' De Quú ulimentam ? lrmf5. - Mundiucc1, milho, b,,tuta u carn:e cte unimais Gelvag,•ns. T F Núo comem peixe e ll,'111 UVG6 ? lrrnü - Nem peixe, nem ;ivc:: e lléill uvr,J de espécie ulgu1;1u. Temo.; tentado ensínor lhes a comer peixe, mas reogern e dizem que tem rtau cheiro. 'l' [,' Eks tem algum co.s tur.J e c.ie cutit!g0 ou sacrifício cor pornl ? ].:-~:-.ã • Sim. O jovem tor- i t;r:i c:ueliil"nt:c: a jovem. Quei .. i,,- J.:-i :, o c.::rpo com fogo,. ' ~tu-!he, c2s:.lgu-ihe 1udemt:-nte 'e uté o fiei dcte ritual, Que Ê O J',;oiv;;tlo, l!l1:1 não fuglr enii'.o dar-~e-à uni.:o (cat:amen. 1, ). s ·u murido agora, busca ih..: r·'.:ruécit i e trnl<1·lhe-e. com tudo c11rinh0, cheg?ndo a colo u a comicu em sua boca. 'l' f O regime de casllmen to é mon<:gàmico 7 l: mã ::.stamo:i cnsjn;:0do :.g.:.1 J. fva-s .. egundo ·•eus co~tu ::,e:,·, o homem pode ter 'lua::, ou ti És 1'..'!!lhere~. Umo pora cu:dst dus Criançus em cu8a o • uutí'a p ra • acompanha-lo ú cz; levno os utensillos ne cGàrio:. Porém, a mulher, só pud,! t1:r ur, homem, J:,r.: p(:cimos-nos da irmã zu;&niu e suas companheiras e '-"O,lamo;-; uo encor.tro de ±ir: Bruno para completar L.Osso° pergunta. F Quanto iá são r' indi::is dr•Bts o Ide la? J P~ B uno - Uns quinhr>nl(,S -T F. Que; lirgu ouàial-- l 1: Vl•'1 e Norma l'1, Pinto e noroximamo-000 de u 3 pequeno pnvilllão i:Ú8t!cos. Lá ersontramos pdre Bruno Ste!Io, com r.:eu • C'abelos gr! snlli.os, mas umn fisin;:omb jovem e t Sil(},!ilu, satlereito com u roiasüo ~uo Cric;to lhe conilou. faare Bruno, estnv,. ro 'e3do ar uo gu,o dele, que tcrave teeré, enquun to os m:üs jvon jg vasa Iuteb--il (l.)albm llll1!:l 1Jllh!,;d·1 p: Ldu) . De·H,ín ct um p--u~ co de msis:cus:a do pedro . . to I..1Jam ? Pc Bruno• É umu língua deles m~;,moa. Nilo entendem o Guarani. As criançcs estão começ:rndo a aprender o coStê lhano. T F Como e s:?nhor man tém a disciplina ? Pe Brun.;. Ele~ jarnaio brí, garam r,a aldefo. Para eles a palavr:1 du p&dre e lei. T f füen têm slgum culto religio!io 'l Pe Bruno- Nenhum. Nilo gostum muito de cantar não úanç1:.11n, não st.! cumpri~entam (bom diu, boa tarde, adeus. etc;) Alguns já vão n igreja e e::itáo apr ,mdendo a religião católico. Jà l<:,moa lrinto-familias .:esadaEJ segundo o::i msndamentos da igreja. T F O senhor ainda vai 2. floresta o procura d!:! outrns? Pe Bruno Não Eles mesmos vão e trnzem oe outros com, p:mheíw.-i. T F Eles tem alP-uma e•- crita ou c±len!rio ?" " Pe Bmno Ntnhumu escri ta ou~cnicndário. Nüo comemo ram aniveroarios ou qualquer OUtrl!. 1ate. Quando saem na floresta, deixam iiues marcas propriaa nas árvore.>.; («X>, trian guloa, etc ... ), para seus com. panheiroq rnb~rem qU9 pnssh- rsm por ali. . • T F O pri:r!eiro gruoo se reuniu aqui mesmo ? ' Pe Brune- Não. Começa mos nas frontdras com a Bo liviu, viemos mudando de re gião, até chege.rmoo a esta que foi comprada pela Santa' Sé pare o aldeamento. ' Despedimo-nos de padre Bruno e voltamos u margem do rlo enccntrsmos a chulana que n:•3 leve:-rn de volta a Porto Martinho. Os guris iniios, que se o1v11 qnr:r_i em pescar e saltar o:, pdxeo, j que não comem. . AumE:nt i:ua cultura, con ueço.-oa de pr:rio. e . iquo a Ili --- • I N LISMO A .:, d+6 - o de mim êse te- 1~ muitos surnrecuc ora lfl. ' '·"'ª" ' - ma. Que o parabenizar a imprensa do interior, cm seu horo lsmo na luta pula sobrevvêticta, pelo nio icombativo. ::, .• ~ l t' ' F • O J} pvopro da noss natureza in!oro1ar-se . f • ·on'' }u COI l·•-·c•li1 1 1 0. }:"lOSHvel 10 Ol'UJi' !', l lll1 ílil' 1 mal or S 1< l '" . ,h, • • ~ • '.' _ do que ocorre no osso grupo fmllar, as vizinhanças ta comt!d«de en que vivemos, entre o::-; r,ovos quo nos t·0d,.'iam o 11ns maí::; lonµ;inquos ríneoes do undo. divulgação de itormagoes, « exposição_(mosmo wt:fl}, contrtbe pra (ouua a opinião pública, daí 1pnlsoíar os gupaxcn:os huu,tos as decisões e re•:iiz;içõb na vida. ·o homem pr!witivo ou o son~ic_í,I:: p,uC-"'tVa trans.- mitir aos seus semelhantes. B'eito instintivamente, talves vi:-;ando assegua o bem1 comu. Desde tão, o:-;; hutrnrns não di.-1 e!lSéllll l 111í:orma<.;:10. llc11lrn ·1 p,1ls, nenlrnma socierlt,d•-=1 on grnpo Lt11ma:10 p eciudin d_a informação. O jo:uai desde época m que ~: 111formílçao era eferuzdu pelo siste 1udiaelar.' palra, pGu, uotl, fl- b, pl.-ó aio de divuigação do {aios o idéas. ) honrem do ossos dias tem; fome do conhecer o teste, pata csir par das idéias, eventos o situa <;Õ '·" CíH' t !'. l l 1/~:-'. As viueu!aços so d» jornal. 'Todavia, polo jurn;, ::swc, > jornalista é 'lapensvI a ' wil' ;urh.. Ele a vi:s :ais fcil, todavia, Jli'; inditJreil<;.1 quanto aaa n!«.s, quuu o à crivo:, quanto a rlen!ugão, que 0 prob ,;•,s '.r.entimentos O Te&uIIU8 U0/oi!· procura n1/.lir l!u-1 seiiS p,·untmilinrnenl0F. De jornalismo o povD colI1e !.tpen, ::i a ínformsção que f;1J5t.lfoça a:1r, o.n s nrópr;os objet.iv i.-:. o i"t!is é 1:11.irado fora conto bi'.gaço &:em vallt1·. Qualquer êl'rv é mte;·pretado ou :,pl!:-itlvlu oumo exemplo ?o corrupção e logo generlizado a t ;rdo o sen tr.,!Jalh;, p; oflusis2ul. E}:que:e·se que o jornalista é huan. J ,,rnv.l 6 o melo { e difusã, úo p •IJ,;amentP, é bistó ii:l. é i□tercârnbio ele iufo1·maç!h:. Hú de:;c.:owp!rnoo entre jur n11!iS!'lS e o oúbllcn, há inoow.prc.:Fnt•Õ08 e confüt(JS, Há um gentir;i!izar.lo ·desconheoimani do que seja o jornulismo na aua mi&sfJ.o, sua influência n.1. cultur1!, n·i progresso, -na cl vllizc1çl:.o doe povos: O jornalismo· VliJ"' o DDm cu· um. O Jrirn~I conciliu o presente Oolll ~ ~assa.do e até com o futuro, dai o ctrc:tt·~r per,_..ian,intc do jornol. dunal a quele p:1d..:ço d() P~pel e m íôlliuti soltus quv é substituído 9 dis seguinte pr outro p:ps :vais atuaílz:1dt,, que também ~crâ ruugudo ou jogado fora. O jornal n&.o é ob, 11 d0 u:m dia., ruag do dia de dine, de MHnp.rn. É umH continuu. lutu pel:..~ 11xução da 'rea !ldu.,te, umu temaliva de ca9tar , .. oontúcimentoo cotidianos na vld,1 dn homem. O j-irnul pura muitos é r.;-onsiu0rudo um dúama de fé.: o jurn::,.I diz, o j(lrnui lliaae. O jornai é um espelho qw:> não pode deixa;- de r.•0prcduzir us lu.!os principais que lhes pn se peln frente. enLro o L:to e 11 l.i1 IÓl'ia é a ls há o g,·.:wdo dt·Jliapl'eço das elites torna julg,i intér trans- O jt1rnoii(~ta. tem de est..:r :l par das coisua estar hem inlormado pura bem infor.qi"r. êle d~Jve viver do meio dos acentecincntos. E acendo quo so pode melhor inl:or~ rr 1 at· solH·e :.is ondaG. O jorn!illstu w.:ciéiocre informar: 0 au t·. ~tic_o jcruaiista informe1 para fo.!':Dar. O jorm~llstn e uma m&quina humaua pwnsunto que exocuia 3eu trabalho com plexo, cnaaor e inovador. E o instrumento adequado ara os fotos se converteram ~m no_t11;H.:G e, eom isGo im!lUIRi~na o homem e a rmcledade a naçáu. r O jt1rnalisrno. é um'1: . .l:uü~~ de) energia paru • a Bt1Cle dade, p0rqu8 determrna, cm .. , o. ient. opiaHio pública. O jornal, o jornalisia, _o j >inalismo, sam duvida ã elemfl11lOS deLerrmne.I!i0J na v1d JI1Ciivich1al como nu. 1 l~ 0 nenhum~ pessoa, nenhum nucle:.1 fiOcfal l>ode pass, ~o e iva elee. u sem Ao invés ct8 crWcá•los, ponlJa-li's iiO iugor Uelos. Transcrilo :<O Nacio ah Pc 1:Jo Fundo rrr,:~•·~ • s<és f J""' .. J.,-:.,_ r- l.t,'.'h. -~ fiê Luiz J or,é de Souza {T~NI, HO) • Fotos 1>ara Docume11io" C " - nsamentos - Repona,reu::; - Bntizac.u~ -- M 0 1 i e, •"l IJOCU OS --- • ~ <Serviçv::; :utfaticos u 1.rnrfeito» Aexo loja cle armarinhos - <Ü melhor preço dn praça» i Avenida Noroest~ - 020 • S1cirol11ndia-l1T. EHES3HGHGEE E«EH3E#Rã A . Olt do mundo estaria Depois de tunto ouvirmo 5 f.:.lar del<l fomos uCe lá par,, ver d.: perto. Cheg.;n,o~ á cidade pró x,m.::, d,. qual, ela se encontra, prucurmos o scnhor:Homero An tunes da 5ilva, proprietário de tal prccio!.ldadr. Com imen;:1 ,1mabilid,Jde_ reCl'beu-nos mus cO mo c:hov1a mu1Lo .: já era muito tarde; sugeriu-nos deixar par a manhã do dia scguiuie conbecz; tal mõravilha. Atendendo e seu convite o de dona Cristina, á noite volta mos a sua residencia pGra um «b11te papo>. Após um cafézinho, senhor Homero apanhou um rela tório que contem tadas es anli es de um elemento principal d: qucla obra prima da natureza. Passou o referido relatório il nos• sas màos para q11e tomossemos co nhz cimento do que já se fez sobre o assunto. Estamos f alcindo da 1:Grutu ::ia lágo Azul», loc,·il:zada a l8 km de Bonito, estodo de Mc-.t0 Grosso. fo;muíamos .JO senhor Ho mero, propriclá.io, dlgumas per guntas: Tribuna d., ~ronleira(T F> Ccnta·nos como de~cobriu a gru ta ? Sr Homero --- Por volta d: 1941, adquiri as terras da r,giãu da «Grute do L,go Azul>. Já sabia de sua existência, po1ém • não pederia imaginar que fosse tão perfeita obrõ da· naturezc'J, O primeiro reconhecimento que hz da g~uta, desci com dois campa· nhearos. medida que iamcs em· brenhando pelos corredore, a~end. fósforos pi)ra iluminaçâot e des lumbados com tanta beiezü <'=Squc~ ccmos que os fósforos po<leric::m ucabar. E ucubaram, Com muita d,ficuldude conseguimos regre~ar No dia seguinte voltomos uni clor, de lv,ilernas, percom1.mos no. vamcnte os caminhll!i e costatu mos qu:;: na véspera haviamos pa r.ido a doi5 metros de um abis· me de rntJis de 40 'Tletrc, de pio· fundidade. E ssim sucessivamente fomos con;talando a magnifict, beleza. e todo encanto de tudo élquilo. . T F Como surgiu a idéia de m,rnd:1r d água do Lago Azul para ~er analizada 'l Sr Homero - O Médico Capitão Monteiro e o Major Co:;ta, meus amigos vieram co nhece1 a gruta. pós {omar da água, 0 médico Capitão Monteir_o disse·me: Homero, mande anali zar esta água, porque é água mi- 1ill magnesiana>>. ? T F E o senhor mand :u •. Sr Homero - Sím, O pw m::iro o 1rnaminá-la foi O dout:c..•r Altilmiro Ôorbose, de Campo G rd n de que con, atou em lrnállse b.:icte riolo9ico que e água não coi nha poluição, nem germes dv grupo coli·.ierogêno, podendo 51.!r engcrida Posteriormente Ir@n enviados, em lres oportu11101ioo ao Mlnl,térío da Agriculturil, e~ mostra da água para análise. s trer. conllssóes unalizudort.li du àhuu, derom porccer semcl.,antc~ ao de D, pltamiro Baboso e 1 . ., rn-r,r1 em [;gu,1 11atu1JI C 5SI1Cure · 4, ,[, fernosa·calcic-magnztone. a,cu 1nrJ -. d , r F O zcnhor polente c1ar • auwridodcs qlle tcrna nomes ae ·» ,orn p,ul nas unolisc~ • • Sr Homero S1 O !::n- h R do S Ptuy, o gcn ç;i10 .:iymun Tecnologista· Quimice, husus«o S , ·li. o Pro( Ienao d:, Scu.zl p1J1C • 1 d •• L , . outras autcri~<J e s ).a opi.s 1. f t ,..: i . con o,m.: consltl ci ao +cm» j :JU/O!J 63 do Rec;uwm .. nlo ~ I. • h do P e 1 0 f.ngenhclro cncamin e > r f) <ay:do S Patry, k·} :oc DNPM (DeparttJmenlo l'I ,c1·:n_lll ),055032/52 d Pesqui as linereis ülló-/d T F Praue um tequumenio de 1955 fazendo referi cis o um proce5 o d 1952 ? f . Sr Homero - O .processo 01 e_ncuminhàdo ac, Ministério da Agncultura e lb extraviou em uma rpatticão. Dizem que teria " 1 . d O comprodo pt.r uma E3iancia Hidromineral, talvez te medo conconencia. Mas tudo i.-l PflGsou e grnças ao interesse de amigos como nosso Senador Filinto Mull.-r. consegui reaver o prcc,sso e faze"'lo andar. T l<" Pelo que dizem da deslumbran! beleza da Gruta do Lago Azul», ela deve ser muito vi:ada por turistas ? S, Homero já se toma íncdl culável o número de vísitalles. Mas vc1 anotando os que me lem· bro de cobe,;õ: Tres Comissõs do Mi~islério da Agricultura espe cializadas em estallCias hidromi nerais; Associação Municipalista de Porto A~·egre; um!l equipe da Noroeste de Bauru·SP, que pre- r~nde lrílzer jornalista:i para uma TI.' pori:agem «in léco>, Excursão dos C11puchinlios do Rio de Ja niirCt, tr.:,zendp N. S, de Fátima. Nt1que!r. ocasião, celebraram no intuior dd gruta, uma missa junto ª. sant,i, cem a participação de fléi~ :;; visitant'ls, Houve tambem a bençâ da grutd, Excurssão de 11 Freiras e um Pddre do Paragu ai; um Bispo de Corumbá, que também benzeu a grut, excur são de quosi todas as partes do 8,asil (SP. MG. RS. PR. RJ., etc) dois rng,rnheiros Suiços. que dis~ sírnm que o «Gruta do Lago zul» tem cundições de t:er a oitnva maravilha do muri'do con tempordneo. Em média, 200 pes soas visitam a gruta mensalmente: T F ;_ Quando :;Urgiu o atual· nome dt1 gruta ? Sr. Homero·- Ou ando recebe mon a vir.ito do Dr, Jo!'é Dias Martins. 5cc. do Ministtrio da Agricultura (1964) que batizou-a através dc uma descrição: 1ª E_uma gratu; 2 11 E um la go; 3ª E azul. Dai «Gruta Azul». T F,.- O Sr pretende come çar u comercialização da agua? Sr. liomero-- Por enquanto fazer uli um ponto turlotlco, com illstnlações tlploaa a fim de proporcionar aos vi~itantes um conforto de!lejavel. Depois coufHt'ulremos pl5oinas, quios quus, hutc:l e demais niquisitos ccmo bosques que o turista exige, T l•' - Considerando que o 1 nriJnw é lloj {:l uma grande fon tP. de renda e que llá nuções que vivem principalmente dea. tu renda. que Mato Grosso creB c ~ mas, precisa Ber conhecido e divulgado e que a gruta poB, sui beleza de sobra pera 0 ludsto mrds exigente, a11 au tc,ridadeti tem apoiado sua ini::i .. 1 ti vu ?articular 'l Sr. Homero I Já tive ajuda de dolS I coronéis da CE.R de Jardiw, que monduram trato ces para obr1r a estradf de ucc:,:-0 a grulu. Tenho agorn a pI ome81'Hl _da Prefeitura local, pHa cerciur u gruta com_ i!.'acle ue f,:t•ro e de construçno de uma .... scadn em seu interior. Naturalmente que ainda.·µreci senos de multa ujudu das uu Lcmdodt:> comp~tentes. ade tur1sm emM. Grosso? dos todos os visita ntes, segun do, porque nos faltariam os adjetivos suficientes. O lago da gruta, mede 100X60m, por uma profundi dade máximn de 29m. Aptar desta profundidade, a agua é tao tran;parente que !'e ve u'> pec!ras do fundo, como .e est:,s er.llvessem a pouco mois de um rnetr< 1 • Nc interior da gruta ubserva no se:u teto uma inflnid!ide àe esta~actíte:; e Em seu solo grande quantidade de estelegmites, formando tf:1tátua8 etc ... , dsndc-no& a imoressâo de uma dan mais p~rfeltas obras de escultura. . Os visitc;ntcs já dividiram Internamtnte P. gruta, dando lhe . denominações espt::ciaiD. lss11D a Leste; a ectrada da gruta, Logo a absixo e a esquer <lA, vemou N. S da Conceição e li este.' o 8imr,lesmente lindo lindo, lindo, lago azul; ao nu te.' o rnlão, tendo n sua entrn da o órg;10. No t,eu interior temos o obelisco. São Benedit~ ah· m do calei o, mE:g1:nézlo t:lc ... oo sul.' a cat<::dral, com sues colunui-. o conficionário, v3rios santos, vênu,, eto ... Tudo isto silc, formuçÔ~l:l estalactites e es· talogmltes, que levum oa visi tantes a pensar que tudo aqui lo tsria tido feito por mão há be!'.l e não pt!la natureza atro vés de milhões e milhões de anos. - O Sr. Homero, tem o prazer de mostrar todos os re cantes aprosiveis que a nature za ali olercce. Ele &n:a a gru ta, nao no sentido de posse individual, mao como que ze-. lando por um patrimoniu que muitos e muitas geraçõ2s hão de de11lumbraí'-8e diimte de tanta beleza. Esperrimos tombérn que as autoridades competentes fa. çam todo o possfvel, para que a <.e GRUTA DO LAGO AZUL> não õeja privilégio de poucos Que dê condições de turl~mu ali, a fim de que nosgs juven tudt- tão imprignado de arti flcia liemo importac!o. v<àju e sinta quanta béleza da naLure~a quanta riqueza de noS!io rnlo jjl vda é a equvção <líferente: quando de:~cobr2 uma incógnita, outra apare ce para 1esolvê-hi, 0 ai:::::ín1 permanecemr.:~ sempto cu riosos e r.ltiitos procuro.nclo o seu re,JUh.-1úo. A.é hã pouco eu cousegma p.:r:s;i.r em ver tudo claraxén.te. Agora tnlvvz, peLt força do Amol' a úvida, não sci uão cousigo ent(:;ndel' rneus próprios seniientos que se confundem e tulmtu:.4i como ll.ieteo:lto8 coloridos a girai' no e;:;p::ço. RGsta-me então pedir~ lhe Perdão, ::.e o magoe.1 com atitudes impen.st!da, e, c<1so nãu rne Perdoe, eu uão .:.8Í, não sei o que farei. Nã-~ sei o que faz pens;.,t que 1ão lhe quero, qneão creio u0 seu Amor, e e5su dúvi d-~, foz--me vir 1111<1. tlo uma Uor crncianto, que T.l;:0 sei ató qusudo poderei supor ±s. Você não diz nada, mas, suas composições, revelv seus Se11tii11entos. Encerremos ali nosso "bate papo' e ratificamos pa ra o dtu aoguinte .ª visita a gruta. Apessr des lortes chu va:; que caiam desde ns ves P<'l'O í. t,Pnhor liomero, com .,tu tiwismo P sua disponibl liriaúe, l.'orn do comum, dizia nos que não preocupassemos que chcg riamofJ e gruta. Ape sar da decida escorregadia, :)c::netr··rnos no interíor dela • Dcl:Jcr,Jver tanta beleza não rn fN•Biv -~ . prlrntico pi-lo emo· 1:,H> qUt.' gcr Im<::nl<· silo tomo.- 1 ----·••J•------- ·•.·~--- Clovis Paim Rosa, perdeu JS r: ocuDJentos. de sua Rural Willys, nno 1966- iVlütor No B9 04191 C.has,;;is No 4-325-213· Qu:im os encontrar, favor eni regal' to Antonio. Bela Vista-·MT. un Um estabelec·:ne vende por me (( PRfiÇ ós e E O' o ) ,·::s nebu- loo, 'u. 4.e u ?or OS opri.se e ecró u Alua. es, de tudo 1Z± :se onuio que se or 'él u:.i.1 p-:..-,?. lêL., sinto ums io:çx desesperada de bisado-se em z:nu, coutrz tudo que os atira para es ta .r tLl ,_, ·: J v e: d istá u ci r1. ±.-0, uão son1 'gef zr, i.' m - ,:p.:t:í'.:-;, .:alo im usiond; pc1 ·ste senti :/eu:o qe e :aviioso, e, wt-lo, -::eu~-: _. _n beijo r.rnw,·. lloce c.:,n·1e1a de sau tlade. S.nley. eu lhe pego: V::11h;;, f:qne CC!l.:igo, <:reia em mim 1 em nosso amor. Não penso que de5denho o seu amor por q:e vogê é J • 0'1em dcmifr;_ E◄ n°s , - se unto qui et cvio, pois sãc :s crianças qe am::m tou1 t.:• .. '-'O<;ãn, sf.i.o ebs q1 e ofereceu± amor s mnáeu ±, O ·MCR IS PU- :. GEEI> B63=> tda. de Jozá Helené1 Lopes .. T • 0 u llil ~-----------------, 1 eg s , . ran d mi1llio m • 5, -------- out:.ir ui Garfico 6 2° d~ ltilél sérill de trc :n!ii;oG ID'.Jc ~ m. Llor e md 1 i:i ro -, inicbi'v. □e 1' ol do nos o municipio. <cHo .en do m~u tempo, cu '·~:nho p1· ·~o. ,. trnitn di se o nos· 1 Pre.dàcnre. Que em um l~n::. •. rn. in ui; :;tívo? Màos as obrn(:. J'it Jota ç • bo s o -Meus pés e 1'ião me mando! = é frase que Jl'1 vn·ou cl1cl.1ê. Como evitar qn~:-isso nconteçn? Em pri .... ruen·o luga1~ ande descalça sempre que possível. .M.exa os d,•dos. dentrn <.los sapa ... t~s. enquauto espera coudu .... (;é!O. L • G~/~' i'.í:l -.'.Yluito impor ... ta11te o !r -regulan:n(. nte ao pedicurn. Aiem àisso, nunca n~e sa puí:os fech ·-· dos sem mei 2s, p_oí • é convlie as bo• lhas... Tambét não faca oco ... nom ~ c!e sapnto: modelo ca~ ro, . po,·ém bem Xel ·o; vale mais que 6 p,.rns de sapu .... tos baratos qne machuc?.m. N unc;a. use o mesmo par de sapaí:os duas vezes no mes ... mo dia. lflxpcriment0 mudar o uivei do cLLlcanhar: use su,. pato ba;xo co,u minis e sal ... fo com máxis e ruiàis. Co; o lançmento do urtizo eram em Mato Grosso represe:ien- rio: a idade que Bel! Vista tes do Banco Mundial r estadar . , t., I .... e r a In .a. r u .. :Yl yi-ihi:idZtuc cic 11111 crn • ·"C tin~o vu - . ,: l' .... ', r· .,t Y,:i-::1Js to,o ao G:n·crno J ;•p:=ileii' -destina- ..·w, e» ,J. rr-• :·' i •• : u~, os d ;i ·mr hu!::çilo d frigoriftcos cm ~ •. • •. •:.-. f'·:,;, ·, ,t't tos. d:. diversos E'do do Centro-Oeso '.ll:: ·:•;~ e i; •· .. :.., uo Govc - Si do ais, cnde to Gro so no tussa industria. sts possiveis receberá vantajosa prioridade me- ê3 ~ ~ ;.:, ,: , o dir,,,,_n .C's 'lcm como co elo seu e pctacnlnr reí.):rn10 bov1 ; 1 . :,•• ·e· , :-:·•.• º" o!i·rec pa• 110 cmp!lstndo no fabuloso p:.iot !J !. . •. l. _ :i c , m:: • •. nd!mento. Sol.Jr e~• ·;1 vJ··i:a de altos foociona• ub posibilidde de se rios extrangeiros, não pa.lemos 1 t,.:i .. r ui u:na importante id11s- owitir n Ir nCl pal'Ucipação do Go- • tx, inli<ti;lente é razoavc! e verro d GLe E:.(ado com a pres0n, ames li.riicur os aspetos mnis çu em Campo Gr;;nde do Snr. Secre- 1 ! . ! -1.-: L' '¼ n tpl .,ti'o parn que T {.rio <ie ;;i"icultur.1 Dr. Paulo Coe- 1 ::.i::t, - ss capacite: de que de. ih1o l:lach:1tio que UQm a ::;cs~orado, -· •: l' --,·u:· .,l,•i ·:~·· ·ora o· mais den amylns iufo;·maçüas úqueles ('i:i •,~1 ,.. 1,· :·a que r,o r uliz" n or- funcion,marios a re,p ito du multo ., 1 , • lo uma Em:pcza pua que jl se tem feito em bendi.cio da kii · ti tio n i ±:no reblema de pecaria Mutogrosense, com espe H!l :· es e o nosso me!icipio. ciul alt;llçüo rs ilÇUf. de corte. do Conecvos pela matéri pri- prendendo-se que alcançará feliz a. • . tern.no a taiss?o daqueles emissa- • - 9 ·u::i•,•ip.o knt multo 1·ius d0 Banco i>luncJial cm nos,:o ais, o uci ate pra un ·oro •ço l!::;l.ido, pura ~ali f..,ç:lo dos rn:1togros comn pequenas m!uça, ponhamos senses e mmbem nos d' aqui desta VJ ;,:) r ,, , '1'-l • «id o que vira in- longinca l runtc;:-a Oeste. que sen l', U,. • ; .: uior ir!ereso 1o istema timos nesse cometimento do grande c-r, ~; ,,- , _, w. 1,;ori,, r:lc invci'nnicm President~ ~1édici, um futuro pro• pro,, , , w:::rn.: u -:i-.,nl(J ú0 uni- rnis:;or que no:.i aguarda. • , , , , .. ,i1·.;.-10,. "º ,w.:t:l cm tempo Da lor.~u cxposiçilo acim::i ó 1110 , ll! '> r,~:J:l o. de se re.a,ta1· a iwpor ancia que o Ci3.0s ' ooi oc; r.úmcro' ce Go·eruo d·) ús Emprez::is que ; 1 ,au.i.,, ,•;;,:or atfo, JJo :inv lindo tr:1bul11am com a industr.iu du curne ,,_ 1do d!'us toacides pela Exa- e por isso está na hora de upnrccer to.tu lol, sum levar em ccnta a aqui o ;;igantc que irá dar i iicio õ'.;ll!,i clari e, t:n- de uindas que n ntubolações Jlo sentido de que » ilverezucia de lumns pessoas em breve ::;o in~tale uma Societlatle @exara ue iszr o pagamento do por Ações de Cupitnl Aberto,, para rnir11. :u, ,, ...:: oi d 'tittt cidade, que todo individuo de viililO tuwllem 0 'lr-''!<.:l~ f!,Z •-lo ,rn: cutrns, di- possa inscreversesodo duErnpresn, mi' ,ui 1!0 a:. ·::.u o m11.1cro <ie aní• para que daudo uma pinéelada de niaiu 1 n,dt?iic!oJ no muuicipio e e'.11 Democracia hujn dcmonstraçilv do coudi.,:úu,; de umg: ... r a matcr1n intcres:;e do povo nossa futura prn: para a indurts em apreço.· orgenização que &randes 'beneficias ó isso qa i :., esclarecido trari"1 puru e:;te abeuçoatlo tor:io Jd é uma esperany. m s elevemos patno. « ccen.ar que e l .s cilor aqui ° Chamamos a aknção do~· ir.oi.lo o!crio os senhores in- · : • d no::;~os arn;gcEJ e pec,,o Venra du.,.;j, ·= ,iàqu:rcm p:n-~o uo ga o , on:o dos i''t:nic1p: J de Caracol, pera cita~· nomes de Familias p,,.- 0 t:inrí.in!10, ,- ,:itr.!nio João, Do- inteiras e ci!: .. adãos proeminen r.:il<> • i.t6 mJcimo t,-:- Maracnjú e tes deste lc: .rn que teem so P Lt.:. 1 0r:-, co. 0 bmbém dos nos- b s's Ums amigos e vis:hos de ejus condições pnra tomarem u!(:. 1 i; 10 Apa, o qu::i vi:_ü 1 , redundar a peito esce nece~sr.iria emprei- _;1 tl :.i:o ou me,:rao nplo do pro- tada. Exemplifiquemos as Fa- guos•ico ,..:ito. . . milias Loureiro, Pinhiro, Men- 'l'c i mos fé, pot • nu:ne. c1- ,-1 G N d"C' on c Ol- ho e::::; do curnpo :..iea -onça!ves, Cardinal, u- l;iv•· ._, 01 ,:YJ! :.:, um, ExposiçilJ nes, Miranda M • .GcGrcnhes, Me ,gn> r-, •CL [.riu. e Inàu,1trfo1 corno a lo, Barbosa, e Go1oy entre <!o ..1uo :;.>:-~ado, com nrroJo e eles- muitas, os fazendeíros Atanásio tua$o breiis, _tranca nd o qUa- Gomes, D:. Rubens de CSt:o se .o na uma vitoriosa demons !r c::i. · car,--:ciclnde de crwr ~ Pinto, Robervul· Borges, 'Y/olk coi::--trUic· ele qi..c . ~-º do aó::,s_, lóg1. Montriro, Edoon M ornes, Os- co 110 ('.:ntrc ei~s surg 1 rn e stª co.r Araujc, A.lady Nune~, r.10Y." c.1t!, ..:nh~t ele cunho purumen: Epaminondas E cobar, Fiori 19 eco:o1iço, como aquela que lla ., , xll::. <"ir e rcdund:;.r nos melho• Murnno, .Seb~stifio Toledo, Tho~ rcs • Üs_,icc: c:a _::·to. msz Vleira; o:,; infatigaveis am'- E .!o co11i1e:-:,::1Lnto de lodos gos de Bela Vista Senador Sal- 0.· e: p:·in":pnllncme_ elos r scn_llores donha Derzi, Arino Mreira o guaris. as maneiras iceis do ±.niv:.ento e da ajudo;iciul que Uurval Ba.rbcsn e mUft:30 ou o ·· 0 _- .no oi:: cc c "1es._pé,ru·o tra- tros importantes fozendeiros Qes to o ncipitacte poisas d_PO- te e cutos municipios que a r1u.i·:dr•i:c, P~--eit:~-; _n • .., dLl.:-.. r:içus lembré!nça não oao ec:auecido□. m. 1 s i:.Ceada: pua o core, ± "- •• .. • u·r:~c-~ rnÚilO cmpa VCCI?. os ' essa pleiade de hot!'.lens Se;hOzcs er±dres e fi'.!zcn0.e1ros íluBtres que ai:m:IB nos~a terra r,(:elJcncto e,..,..:; auxilies a1.rav_cs pJsOuidcrE:s de gr'..'.úLê poder d ntg Car ,;;· ,''TO .illtiuS(rml do in~cietiva, sa.-á o, cap, que eo ó co sras deveis . po_r • d , , r odo dara· vi u a tão almeJ· <:.da En:- oL:t,·as . ._ '.oc;: o L.GnGepe, c i . pccdmc•·, sra o Deses!y: presa que novos rumos de.rã me ta t.!a r>ec.i .. ,i•: de co ·te no I ais a Bela Vista. e ultim=ntc o PRODOSTE Proa- Também dsvemos assina- m~ :J Du;en ·:ol vi !'.(':itc ~o ':ent_ro o 5 ,e com vutlosa,.; qu:u u.1s a d1s· iar a importancia e relevo que ri s'.rJo dvs snhors pecuaristas e representam nesta csmpunha, ,,. n"·•iro,; e"" ct•e:r:im .iumentar a participaç"o 'do SINDICA'_ O ssj&dês o ramo e ta RÜaL do EELA VISTA com bem contriairem pura : rna10r . . . , . gráída d ::osa rezo, rineipa!- inestimnaveis serviços já pres- ::?ir.mtc o O DOE ·r,E, ue visa a, tnclos a c1aade e- O:·gaos Pu- int· ·;:çL'o üe f.r'.-ro:·iiicos. .. . blicos destacando-se a Prefei. JA.RD!M d€m dessas uses iinarccl- tara Municipal pêlo seu ad- r··~ :iir: l 1 .- ;.G' ffi<_S ::traz estl· l • -. à ' e .> • =-,_.,_...,.,. .. rn==---=---==""""-:=.~---~-.,.,,.,"' • mini:tutor. sempre plg " ----» _"r. " z ..--i Aprena a o sucesso Bras;I Padeiro (ASSÍd Valente) Os no:c{3aia:o Chegou n hora dessn gente bron- • zead1i. mostrar se 11 valor Eu fui a Ponha, foi pedir a pa droeira p·ra me ajudar :Sa_Ive.o morro do vintcm, ,pindura a.saia eu quero ver Eu quero ver o lio Sam tocar pandeiro p'ro mundo s·ambar O tio Sam está querendo conhecer a nossn batuco.da Anda dizendo que ó mõlho da baiana melhorou o seu prato Vai entrar no cuscus, a acarajé e abur.'.'t Na Cnsa 13r:mca já dnusou a batuco.da de ioiô e iiú Brasil f>Squentui vossoa pandei1•0s iluminai os terreiros que nós que remos sambar Ha quem sambe dil'erente outras tenas, ouira gente um batuque de matar Butuoada reunf vossos valores pastorinhas e canton,s expressão que nf o tem par õ meu:Brasil Brasil, esquentai V03sos pandeiros iluminai os terreiros que nós quere mos sambnr 'oi o s7CES o !e F.tZl'IHl •í,·o, súb:suo pp. GP. Pt•cstigi relo ostuvam: Cup. Súrglo-Cidn, João Ildefonso Sra. , João Ca loG lari 'ita, José Loureiro-ode t', utouio Urbi P-Divo, ,Jcxt::V•SillolLH', 'rtto- Nilv,1, e V'•ld r m-Ccouovev.i. 'l''1t11l>cn1: Poulo Pinheiro, ,_ fonoinllo, i:lflrcclo, Eciuu, Bllú, Odi nC'y Eva Gm-cia, A'q; 'U' rt.. Tel m,; ,' Ir lju, Wnr, Dra. Nirlia, 1 cutt n, uóiinhn o a::i :órncus: 1lnrlcida e Marildu. Notei: . onc Melo acorupanht· <ln por inúmero p. rcnll'., do outr,w c1<1adoG e Almi1· o Cucllcln com t 0 ua 1Hlc e p::ovlnicutcs do Rio Gck do Sul. ouvi clizor que o Cdócio ps sou «aquele~ do::1iugo, em compan!Jia da ,,amadai,: :.Oúnla ! 11 Aniversariaram na Semana PR Sr. Clóvls M. 0iivoiru e Sidney. lVIil chamlnl.J.as para voccs 1 11 Marnvillias no dia do seu Ca l.lamento estava a amiga Cândjúa 'I'ôrres, acomp:whnndn polo Noivo (Celso Baez), que, aliás, estava um ponco nervoso I Felicidades puru voces 11 1 EleganLos du Semana; Stta. l1yrnu ,Godoy Srla. rvforiléiu Szluta S1·la. Antoni.:i Plllhciro Srta. F tím.i de Deus Andrade brta. Daicy Sipoli Srtu. Azfü1e Costa guly Casol d:1 seman.:i·. Ivo E Ma, ' 1 JITi ' -Ju· udas Socfol 'g ca0; Bela Vista, 30 de janeiro de 1073 Prezndo Ivaldo Desej. -lhe Gucesso nc tra balho, e fefciclados noet;pesqui sns ~à busc2 do «Caminho» é ardua mao com fé você a enccn trars). Seja , empre otim s~e 0 peraeve1·ante em sua luta, ou Seja, um jornel do reper~u:;s'lo nadonal z quem :1nbe, mundi&l Lembte~se que p8ra com f;ruir a P.iràmide 1 e Queilpr milhões e m·lhões de pcdraç, foram colou· das ma a uma pefo mão do homem. Pottanto ref ·tra nas deci Gões mas seja litme nas ações. Diz-se que ~::ima-se meia o. que se conquisia com trnbe. lho=>. Entüo, e. verdod<!irn gló· ría do foturn da Tribuna da F.ront('-=ira e. da «Integração)) terã que Ger construida, com amor dignidade 1 honestidade, perse~erenço 1 hernlt1mo, putrio••. tiemo, franqueza, lesldacle, e i.iobrctudo com inteligência no trato com c.quele que é o :roais impo tante deste heroiaíério- o Homem. Um Leitor. l) 1) Salgados em geral - Bebi.das O Ponto de encontro da Sócíe ade J.ardíne.Úse AGORA COM NOVA DIR .;QÃO M.A.TO GROSSO Pc1.;: s, na.;<.:idc, em Ver- •LJllw ÍJ ',V , '1'!UU!Cipi3 dü ±e A Sares-M. ice+cido o PEDAG0- ;-11 {'! , , nci'.tm·n plena), p.:lt• Un vos!ade ieea. d• Juiz r e. 1'<HJ ní os regis ro. o. 1 PSICOLOGIA e 0O CIOLOCI, pelo Conselho Federal «o ±ivcsç«o (CiE:) e o~J G' iJío (l,rr[o. duc .cionl ,Jocinio:1'a , L ~. 1 cuçu{,, His- ói d± Educa;da, filosofia • Evacuciora. D'aticu o E,Jtb'.- t), L: cn 0 pr,ic nJ (ll;Í ' --1·1 UCIJ.(,. - o l P''lo Conselho Esmú r.J de Minas Oer"' s. Quündo acadêmico, fol • onitor do «Cadeira de Jilosoflu» pura ou cnrsúo de Pe1 ag(Jgia o o Jornaliomo, de io Pesui mm um curso hxtansão U11iv· rsitariv, fei a Uii'Jf-Mü) s<.ilJrti C!ll> CUH su In snr;iv é ., os uiao,: que -- fh,o.Hgia A_;Hoc -ie. (Cu so m. iut;:a o pe~u Prof. Pe .Nar cio .ral) e:na li'u cior..:a; J'uizíor .nas -Esii:1 ··or.; &obre a Ido.de Mé dia -L 1:1 ê1 o Sernaine cl0 Clvi Hç;ão fra:.,cesb; ·-Cibernét e,:;. Nomam. E Belu Vist, i rafes. sGr to E. Civica ra 9 ·Jord • ! ·{1872), foz o o tro cu 'Gü «b·•,j.:Jí.O BoL C:0 Neve~ cz ±qu?: .: e transa:iiu o nos pàcf ea,..oru.-J ce iv±de e o d l <eu'·· • .. • _--,L~ t·.t.u!.L CODW Com r·Jl.ifü>. <.!e s□~ 0oposa ;. '' rma ae M Pinto· ' Gera:do é a fôrça mental que ineute 'f.é 0 eGp;rn " ,-:: <ip u .,, ,. , . nç .... r, . " 1Jür•1 LO .a obl.' ». Secrct.i- io da Redas • ,. : . ,~ .,çao cont1.ste 1 re:p' r- Le,. SUJ. enlrcv;, n " •• ' ~ ...... , .,om OG !O· d1O ... 1::m ..... 0 t , ,. . . . • ,. , L 1 1".r.1n110 e 01.0 O proprietário ia gruta de Bo mto cnzem bp t . ~~ o que ccpruseu a e.J e ""'º"º 1 ). ii?""v : .ita, no ru- no da <Trbun: da Irontcira» e na liev,"t" ,, 1 , _ ·v .ngruçãC» cor tod e b~geg"...... . , . . - l Jaciecuul de que é possuido, ·; . . • • P Lransmite hu .. n11lu.:de ret . - • • P l.!ponder:.nt(-) nss pesr,ous que • «S"b,, 5 b • '" "m e o em porque Saber>. MiJi! ( t ) • . .l t.ar sQrgun O, professo, jonn4ia, t i .. d • / e, lata ºº aoo- l d ar PêSq isedor. E·.,. Co~obo.rcntlo GerBldo é o ~t 10 ae nosso Jorn· i senJ mo-noG e • 1· ,r ~ u .hotios de ter cm nosas {iliras u, {] d -~ "'"' "' a lCerce e e 1 ,., ur-o. Ele e tiro. dos que FAZEr · E~TE JORNAL 1 ! ! ,48 ·' ?( l ., 1 •• tlit- • :i_s q sal • : () qt e& n! .J • elo • J •. . ' i u @ •. -~ u .:llOif'. 9€0 posto .:iioh·• DillX ;·LO iil : • t!mb ·' 'E •·.: q y ,:in•I •-in t- sal: ., li ! 't l. ar 1, Q Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº044_27_01_1973 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº046_10_02_1973 Voltar para a lista de itens