TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº088_13_01_1974 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº088_13_01_1974Número da edição88Data de publicação13 de janeiro de 1974Número de páginas6GeoCoordenada -22.11426876302113 , -56.5096534418218 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº088_13_01_1974 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto r 1 1 1 1 J· - LIDEílDJDE COM RESPONS/BILID/1.DE 1 ~~;::-:-;;~;-·1:::-·;,:r~ir• -------------:--;--- .. -,~j Ano: II Bela Vista M:. 1J01/1974 ... _ Correram boatos, que os interesses da coletivida qor ocasião das últimns chu- de, mas, quando a critica é vas e, consequentemente. do infundada e corre o boato, péssimo estado de nossas procuramos Esclarecer a o ruas, o prefeito municipal pinião pública. O que é nos tzria 'sumido de circulação". sa obdgacão. O prefeito para fu9ir as rt',po:isabili• murricip:il. Clovis Marcelino dades. Quando é pôra o de Oliveir,1, est,i sempre no jornal c,iticar. cr:ticamo~ e seu pôsto e case co:,tr:irio. procuramos sempre ddender colaborando nas frentes de boi p:éso pzlo propio Delegado de Peleia de Bela Veta. o oldado Ei pidio Fernandes que pro movia badernas no centro da cidade e es:ava cm pletamente embriagado. Se· gundo os Noradores da Rua Gua Lopes. este ces mo elemento quando se encontra te:ado pela 'c2- ninha" promove bagunças e ameaças nas .cd1ações e basa de sua autoridade (.:iuroridad1?) Esperamos que elemento~ iguais a este reconheç"m qu-c ··o papel de P<'lic1<! <? pt<:servar a ordem e não de turpa-]a. Atendendo pedido do prdeito municipal. a Dcrmat cedeu duas maquinas p,na trabalhacew na cidade. aju dando na recupernção das ruas, e 1.:olocaodo-:is cm condições "de servirem de pistas aos PittipaL!is··. Tor• nou-sc um dileaa-patrolar ------------, l tr;balho. Nós. somos os primeiros a reconhecer que Bela Vista necessita urgen temente de melhoramentos • (e<gotos, calçélmentos. ener çiia elrtrica). e o prefeito Sabe disso e procurará Fa :er algo a respeito. Agor:i, .. mdo correm os boatos, que o homem estava se es condendo para fügir aos problemas. não concorda mos. Por ocasiiio das chu vas. o prefeito (pasmem) estava recolhendo morado res das margens do rio Apa, que tiveram suas casas inun· dadas. Rcolhendo. alimen tando. inclmive cedendo a garagem eh prefritura para os fragelados. Nosso prefei to. pode ter vários defeitos. quem não os tem. mas fu gir as refponsabilidades. Es sa não. Não ficava bem ao senhor prefeito, Cristão. Honrado, Humano, ficar sentado na sua poltrona e vendo os ribeirinhos morre· rem afogac'os. O amigo que lançou o veneno. olhe; dei xe para as comadres as fo. focas. e vá trabalhar ... ou não patrolar é a questão. Se patro!arem, os ··boys" começam a darem uma de Emerson, se não patrolarem. o povo grita e com ra:ão. Negócio seguinte, Multem o pessoal que ultrapassar a a vdccidade perclltida e se pos<ivel. aos mais afoitos o melhor é manda-los para Indianópolis. e la. eles vão .::orrer a vontade. Quanto às ruas. es:ão precisando é de Calçamento e isso ... Para o Ano. ·(Falo:; a pre feio). O motottas de taxis da cidade, e•tã,, rcd:irnan do do~ elemc:ntol que ti?.· balham sem estarea legal zados. 5ão os taxis clan destinos, penetras da classe, que niio reconhecem O e forço que os c-::mpruh,oros éStáo desenvolv,ndo, 111clu- Rebemos denúncias que os açc-~gues dos "senhores·· Olderr•· 11 -'il-J,, Cc·iho. Juvenal de Souza e ,vlerca• do Harada, não oferecem condições higiênicas para funcio: L-::t nos n5o ter em Bel Vista um fiscal que possa exercer pe riódicamente suas funções. não só em açougues. corno em bares. lanchonetes e Su permercados. Ele fícaria es rarrecido. No tocante aos ve para formar a scc1a· ção ds Motoristas. Sohci taram providencias à Pre feitura. e podemos adan tar. que elas estão sendo tomadas. Logo os motors tas credenciados não terão que rr,frrntar a concorr(·n ci.i éesleol. açougues os dois primeiros citados. não pos uem regi•· tr I e o do irada não "tem condições de fornecer carne aos consumidores por falta de higit':ne". Provi• d.ias z2:o ' 1ada«. An. tes que o mal torne se pior os açougueiros deveriam re querer o registro e dotar seus e,tabelecimentos de condições higiênicai para funcionarem. Vamos agir pessoal!. .,.. @I. E ALI&AZIA ZE#IH Rca Rugusto Mascarenhas 642 Fone: 15 • 75 Aquidauana. Mato Grollao N5o descuide dos seus olhos , à logo ao Médico Oculista e leve de Oc•;los na super E~pecializada Ótica Zenith sua Receita e Relojoaria Projeto Rondon - Equipe de Caracol Nossa reportagem n:Jn• teve contatos com a equipe do Projeto Rondon. desra cada para Cnacol. e. sen timos de perto o entusias mo deste jovens que dei xam as comocídarles da d· dade grande. para colabo rarem com o progresso des ta região. ' O chefe da equipe, universitário de Veteriná ' ri.i Misaeol. demonstrou o que é o Projeto, atravé; de palavras cntu,1ástica e im pregnadas de idealismo. Força gente, o Brasil está se tornando a ··Potencia" e voccs são fatores marcan tes desta transformação. Nosso humilde semanarío, esta a serviço '.do desenvcl• vimento e to::la vez que voces trazem. Para cima e para o alto, Missael e cqui• pe Rondon-Caracol. PECUARISTA • V,oitc a Cas11 Agro- Veterinaria e comprove os Preços-São os Melhores" Casa Agro-Veterinaria (Produtos Veterinarios e Agriculo) Scmrnte !-elccionad"~- V2cina, contra todos os tipos de doenças para bovinos, esquideos. suinos, ovinos. aves e cães. CASA AGRO-VETERINÂ.RIA Ru.i Jn10n10 M,wa Cocll:n - 260 - Fone 260 Bela Vista M:. Bala Vista d..neiro ir/e _rUe - ' - - 194 (O r 1d A partir deste ano o Cen tro Pedagógico de Aquidaua na passa a oferecer mais um campo de trabalho para os nossos jovens. foi criado o c:urso de Ciências Físicos e Biológicas em nivel de I' Grau. Ao par dc!sta r.ova criação, foi autoizada pelo Conselho Estadual de Edu cação, a abertura de licen ciatura plena nas área de Geografia e História. e na área de letras. O curso de Ciencias será provisóriamen te em nivel de licenciatura curtc1, mas espera-~e que para o próximo ano sejam encer,·ados os tramites le gais para a transforacão do curso em licenciatura plena, com opções para a área de ciências fisicas bio lógicas e matemática. o que proporcionará maior campo de trabalho para os nossos estudantes, além de elevar o nivel cultural de nos,;a juventude profissional. Segundo apuramos, ias creveram-se para o vestibu lar deste ano, )I4 candida tos. o que é relativamente bom quando comparado coro as inscriçõzs dos outros Centros Pedagógicos man tidos pelos Estado e subor dinanos à ln:versidade Es tadual de lato Grosso. cuja respeitaria acha-se ins- talada na cidade de Campo Grande. Do total de tos que se inscrevera destinaram se ou curso Ciências, 37 ao curso Estudos Sociais e 27 o curso de Letras. candida- 50 de de para O vestibular realizou-se nos dias 6, 7 e 8 últimos e foi aplicado pela Fundacão Carlos Chagas (CECEM). Cumpre notar que 05 vesl!• bulares são unificados e as provas feitas em quidaua n« foram as mesma que se realizou na mesma data e horário na maior parte das faculdades àc Siio Paulo e Rio de Janeiro. No veHibulõr. Compa receram 98 candidatos. o que percentualmente demons tra um excelente resultado. Resta agora aguarda-se • o resultado do mesmo que de verá ser fornecido dentro em breve. 1sto é. após a computação dos dados, os quais serão elaborados pe los coa:putddores da referi da Fundação. O Centro Pedagógico, deverá deslocar-se para um predio rccem construido no praça Imaculada Con csição e a iaauguração do mesmo esta prevista para a Prezados Pecuaristas Vender ou comprar gado n5.o é. mais problema, procure o Sr. Marciio Brito em idrolàndia, e o mesmo se encarrega dos tr.insilocs. Associação Proft:ssional dos Motoristas Autônomos de Veículos Rodoviários de Bela Vista Matõ C?rosso M#/93%a8 ugunda quinzena de Feve reiro. quandc. também se dará a coleção de grau da primeira turma de professõres formados, em nivel 'superior. em Aqutdauana; data essa que representará um marco na história daquela cidade. O prêdio recem cons truido estará dotado das mais modernas . instalações educacionais de uosso Es tado. e possui um anfitea• tro com capacidade para mais de 500 pessoas. labo rator!o para curso de Cien cias e Estudo Sociais e uma das mais bem doudas bibliotecas. A construção do refe rido prédio custou o sa crifício de muitos- professõ rcs, administradores, e do povo de Aquidauana. O T. da Fronteira aproveita a opor• tunidade para - parabenizar todos aqueles que lutaram por esta tão nobre causa e espera que a partir de a gora, todo o povo de A quidauana se irmane no ins tituto de elevar ca:la vc:: mais esta escola superior incentivando a criação de novos cursos, de novas o portunidades. pois o pri· mciro passo foi dado ... Empresa Jornaíis tica Tribuna da Fronteira CGC- MF 03202166/001 lnsc. Estadual 13059232- 3 Jornal. Tribuna' da Fronteira (Fundador: lvaldo Pereira) (Registrado no Cartorio de Títulos e Documentos N 1066) EXPEDIENTE Diretora: Maria Estela Ve lasque:: Pereira. Redator chefe: Ivaldo Pereira Colaboradores: Diversos Redação e Administração Rua Barão de Melgaço s/n Bela Vista - Mato Grosso Assinatura Anual: 60.00 Todas as publicações a. vulsas. como sejam: Editais. Avisos, Secções livres. A pe dido, Comunicados. etc serão pagos adi:mtadamente. .. A Diretoria não se responsabili::a por conceitos emitidos em artigos assi nados". tria e onerio ln) Neste verão. a pedida do momento e praia, mas.. Praía do Apa. Faço saber aos que o presente virem ou dele to arem conhecimento que no dia 22 de janeiro do ano de 1674. às 20 hcrs. no prédio sito à rua Dr. Se. bastião Çri;pim do Rego. n". 389. no Club Esportvvo Belavistense, nesta cidade. reahz;;r-se•a um:i .. Assem bleia Profissional dos Con dutores Autonomos de Vei eulos Rodoviários de bela Vista, com a seguinte: Ordem do Dia ., )- ConHituição Mesa que dinguá os trabalhos. (Presidente. !' e 2' S-creta t:io,). b)· Discussão e aprovação dos Estatutos. e)- Eleição da Diretoria Provisória. d)· Votação !ecreta [ dos itens "b .. e "c,.]. Hda V,sta. 10 de De::em bro de 1973. Orlando Salomão· Mo torista profissional T d xi pla ca n•. í.J-0011 Bela Vis.a - Mt. Curtindo férias na ·'city" a "juventude pesada" de Bda Vista e inúme:rcs vi• s1tantes Casa do Arroz - de Uhis ses Pinto de Almeida • con vida a dona de 'casa bela vistense para conhecer sua seção de frios • é um "negocio". - Tem uma "mina" que fica eufõrica quando vê o pinheiro .. calma "boneca' calma. - Nós compramos ce reais e vendemos tudo... mas a preço de indústria. Nós vendemos barato ... Mesmo. Casa dc Arroz, a que vende mais. Alguém muito com a chegada do feliz Zeca Baulane... -- graciosa menira Zuleica da Costa Marques Felecidades mil. pelos quin ze ano:, Zuleica na sema na passada p.p recebeu em sua .residência convidados para comemorarem a idade dos sonhos, e tudo foi mui to bonito. - Casa do Arroz é a Despensa da dona de ca sa belavistense. Caprove... - As aniversanantcs B. Lídia Britez elasquez e A... Kant.a lão Mar ques, parabéns pelo nat... Tnbuna éa fronteira promoveu ,as Vmtes Mais de 1974. foi urna boa ... - A Casa do Ar-:oz fi ca na ; rua Antonio João 6 23 - O fone é 262 - o endereço da economia. "Seu #lho gost coado ruJM Voce e um grande as unto para o seu filho, sa bia? No papo com os ami gos, nas conversas dele com os colegas. voce é um ,te.ma constante. Na verdade. o menino é um pequeno gran de arauto dos feitos e me ritos de sua familia. Vive espalhando por ai. que vo ce é o maior. As vezes. o rnal.mdrin ho até' exagera. Lembro 0 dia em que o garoto che gou meio arranhado? Voce foi severo. exigiu explica coes. _ O m nino chorou. IIldS nao d.sse nada. A bng-: foi por sua causa. Seu filho teut uma grande admiração por vo ce. Talvez voce ande mui to atarefado e não tenha percebido isto.Talvez não se lembre mais que também ja foi assim. como ele. Tal vez vcce já tenha esquec do o que e uma criança. Se isto é verdade, gostanamos de ajuda-lo a refrescar uma pcuco a me mona. Olhe para 0 seu fi lho. Veja-se nele . Uma criança é um ser muito ::e.nsivel. Possui uina intuição incrivel. Ela é ca paz de puceber as menort> fraquezas da gente. embora tente esconde-las. atê par~ si própriá. Porque toda criança sente upa enorme neessi dade de admirar os adultos que lhe são queridos. Prlu• cipalmente os pais. Para o coração infantil, este sentimento é uma forç;J• A criança sente-se mais segura. mais capaz. Todo pai deveria luta' por fazer-se admirar pelo filho. Alias, não é uma la ta difcl de ganhar. Esr sentimento de ;odmiração e ura tendencia natural d toaa criança. Seu filho. por exempk· gosca um bocado de vocr• meu caro. Ajude-o a gostar psi ai1da. Tribuna <ln Fronteira - ·-- - -- ----- ------------ Rotary f Clube l'.! sabido que e,n R,Ha ry comp inheiro ulílum pode hrcar de braços cruzados. pois cada um t·m que exer cer uma atividade qualquer. O companheiro é desi • gnatlo para f.izer pane de 11roa comíção 011 subcomi· çáo e, na sua fuoçâo. de vera por toú ,, a sua capa - cidade de trabalho e de realização, a fim de que não falhe, desiludindo os companheiros. Num clube 101ilno há trabalhos para todos e um clube operoso e aqude em que todos cs seus membros se interessam de fato pelo exito de seus planos Deve mos aceitar stm rctrições qualquer atividade para onde formos designados, Dizer - "não posso a~ritar. porque não tenho tempo" de Bela Vista é demonstração de fAls, es pito rotaria, É demonstra ão de ser um mau rotara no. Ê clern0n,tração j" não quera roh;borar com u Conselho Diretor. 1so tlão deverá ocoru em nen hum clube. (' oncluamos assim, tU· dos os companheiros que forarn escolhido que cerne cem a pe.ar e a fa::er projetos, visand. no pró xrmo período rotario, desen voler bem as suas comi ções, num,1 d~monstração verdadeira de alto espirito de SERVIR. que todos pos $Ui0os. Vamos fazer Rotary. trabalhando com carinho e dedicação. Dar do si nntes do pensar em si. , CARTORIO 00 José Avelino e Silv., labell!o t OI ela! de RtQISLJO Marict Celef'te da Costa e Subslllula Rubens Roddgues [SCltllnte E,crituras .. Procuraçõc-s - Re-gistro?- de -to, - Titulo e Documentos BELA VISTA - FONE 234 -- Silva MATO GROSSO II MIMEM IL.S. MICA Teruó 'Higa Serviços de mecânica de automóvel em Geral Reparos de carburadores Serviços de Lat3rla Soldo oxl-acctilênica e elétrica Port1.: clêtd::::d e acumuladores Av. Fclioto Muller 759 Sidrolãndla (vficina do Luiz) e pintura - M;,to Grocso I a Região Laoeará Candidato a Deputado O rumor de que o Dr. Pedro Palmre será lançaJo a U?pur,1do. já es ta repercutindo em todo o sudoeste. confrme temos ouvido em diversas cid des em que circula a "Tri buna da F_ronteira", O pró prio •· Pantaneiro" de- Aqui• dauana já demonstrou si:n• pátia por <'Sse l»nç;,mento. conforme palavras no to: daquele jornal, Royg Loureiro. Dire Aldo Por sua ve no "Corrêio do Povo" de Ponta Purã do dia 15 1 :!-73. foi con frado êsse lançamento. que também a ··Tribuna da Fra!lttira·· encare com cu: .. ta ,,,,. patia. Haia Vl■ta D :nmbro d• HH4 J;'. daro que existem dezenas de municípios en frentando o problema de energia elétrica. Aqui, po rém, falarei apenas do meu municip,o, porque juntamen te com o covo eu vivo e sinto os problemas locais -e. entre elts, o oa energia elé tricõ. Os atu;,is motores mantidhs pela PrdPitura te.rn quebrado o galho, na apesar dos esforços, são insuficientes para atender a demand11 de rnHgia. Há muitos trechos de ruas qu.:, apesar de possuírem rede elétrica. não poswem lumi nàrias, Seus moradores ré clamam, com justa razão. contra a escuridão reir.ante. Há tempos que percebemos ao longo ela Avenida Sen;, dor f1lmcro Muller quartei rões intdros com suas lum, nàrias ora aces s. ora apa gaaas. traves de indica ção solic:tamo, ao Execu tvo providencas para o cêso. Entn:tanro, fomos in· formados oe que o fenõm,. no é produzido por insufi ciencia de energia. Os mo tores ja atingiram o maxi mo de sua capacidade: gr radora. Por outro, lado, ou tros setores também são pujudicados. As oficinas tem âe es;,uar algumas ho ras para fazer uma· solda dética ou outro serviço qualquer que dependa de energ:a. O comércio é ou tro grande prejudicado. principalmentt- os bàres e restaurantes, que são pos suidores de geladeiras e ou tros aparelhos elétricos. Um comerciante informou-i::e de que em algnns dias seu, apxr·lhas rão funcionam per mnufic..rcia de energia. Paulo F. da Silveira Nantes Às duas serrarias existPntes lutam cl1ficultc,samente par'i se ma t·em em furna mnento. a-us Velo u»ores já estão dando o prego. Seus propnetános aguar dam e. ga elétrica para ampla, os atvdaües. tempos atrá~ um grupo ée japon~sc:s do E<t, do Para ná cogitou da in~talação de um indústria dec óleos vege· tais. Alas Sidrolàn±ia é um ponto ideal para Isso. principalmente agora com o grande incremente' na la voura do soja. !nfilizmente faltou-nos o essencial: Ener gia E!etrica. Permanente- ~ abundante. Em 1974 a ci dade tera mais ···fo:nt" de energia com funcioname;;to das. intalaçõ~s da Coopera- a R3RI : v Rio - Desde o dia ,• -1~•· tt> novo ano. os 1':-a!il:.iros to• mcçarilOJ a pagar maiorzs prz ç;:::is por alguo, produtos. dcou·e os quais a gasolina e o cigarro. Tambtc sofre.u majorações O!i fretes mariticos. a taxa rodovà ri.J. as p.issaq,n.s atrcas, a c_o.cr gi.1 c.lttrfc:a. o tc.ldonc. L,xas c_s. c:lares. etc Os cigarros serão vendidos ,1 novos preços, dc ilcordo com as categorias o que estio divi didos: categua l: Hlton, Car. t3, P!'Mai..e:z,4.cruzeiros. ca tegori: j: Mster Logo, Pall Ma!! curto, ') cruzeiros cate- tiva de Mar,,caju t o-acen tuado progresso que terá o mnicipio cm n crescimen to da ag.o-u+&+.+. .A.tu<!lmen• te esperamos, ansiosamente, energia elétric;, dt Urubu pvqá e ·crà [o-recida pe io ctnat. rara isso possui u:na rede de energia. pa drão emai. consiruída em 1972 f: já doou um terreno para construção da estação rebaixadora. Llma vez recebi da enagía em abundanc,a poderemos solucionar os a tuas problemas e veremos o surg,m~nto de mu11a coi sa nova qut- muito benefi ciará o mur::cíplo. Aqui fi ca registrado o meu aprb. às aucorid,,des estaduais. para o apre:;s.icoento da medida. goria I: A Jb:,oy, Coo•ul. Minis ter curto, 3, cruzeiros: categoria H: 2,90 c:-ru~ciros rtc. O Hu lywood sec ffltro vai custar 2,50 cruzeiros, eaquanto que o Continetl se filtro custar 2.10 c.ru:.rf:-os. TAXA 110DOVIARIA .- taxil .rodoviãr-i:1 úci::J sofrzu majoração de 20 por cecn to. apenas para os carros novos. Os car·ros dos aooJ abaixo dc- 1973 terão a taxa estb:li:ada, ou seja· no ocsmo preç:a do :i=:io p:is•o:Jo, BREVEMENTE EM NOSSA CIDADE l --- - ------ -- -- i ---------------- f 'Uma Realização Teohaldo do Amaral Relacionamos abaixo, a relação d» frma e pro naltdades que mais re destacuramn emn 197.3. €',n teclo, os raros das tvldades na regão Sudoeste do Estado de Mato Grosso. Clovis Marcelino d! OIvera (Prefeito de Bela Vista) Coronel Periandro (Presidente do Rota;y Club de Bela Visa e Sub Comandante do to" Regimento de Cvalaria. José Glaucir Flores (Presidente da LEB. ver.-..tdor, e idealizador do Ginásio Coberto de Bel Visto) Pedro [o:e Pulmiire (Advogado. vereador, Presi denlc do Club E,;pomvo l:3elavisten,e) Alice P~dra NunP.~ (Presidente da Casa da -~Lnizade) Rudel Espindola Trindade (Prefeito de Aquidaua na e grande- colabr,ra..!or do V Congresso de Jomali<· ta Profissrenas) Casa Sudoeste (Guia Lopes da Laguna] Oswdldo Coimbrn Gruberte (Pecuarista de Jardim] Alcyr Nogu,ira Coelho (Perfeito de Porto Murtinhu) Autc,nio Remo Penzo [Antonio )oãc] joão Lemrs d,· Sou::l (Prefeito Je ::iidrolând1a) Jornalista Antonto Garcia Neto [Rao10 lndeprn:len• te de Aquidauana e Figura máx•ma para realização do do V Congresso de Jornalistas Profissionais de Mato Grosso1 -- - -----·- ----------- Casa Flores (bento) Lel Bi 1a j«caues [Prefeito de Bonito] Amaury de ültvira (Empresário de )drdim) Griiinio P~dro Rufino [Bela Vista] Clube do Laço (Bela Visa) a e o i«e, "o í l Ao lado di- 1 reito vé-se ; 1 f 1 Uel ~ ;,:_.;; 8rum ' .., .. Jaques -= Casa Agro Veterinária [deC:oru,nila Loureiro B.V] Enil P~re,ra de Sou::a (D,legada de' Ensino de Bela Vista) Oscar de Araujo (Pecuarista e Presidente Funda dor do ,Centro Espírita Irmã Claudia) As Maiores Realizaçoes ' V-C,mgr.:,;.so d.! Jornalista3 Profissionais do Estado de :-.1atol Grc-~so. r~al:::ado em Àquidauana. promoção da UJ A e do Sindicato dos Jornalistas Profissionais. do Estado de Mato Grosso. Fxposição Agro-Pecuári2 e Feira_ de Amostra de Bel:i Vista .. Plano Gol de Letra. pro construção Ginasio cobc.r- to de Bel Vista. { A mais Comentada e Esperàda Rede de Esgote e Calçamento para Bela Vista ... Poli11co :lo ano- (Suices&e) Deputado Ruben Figur- rô. ,. Clo·is Marcelino de C)liveiraJ' Alcyr Nogueira Coelho e Governador José Pragelli T • • TR7 Le1c e Ssine O I-- BUl A DA FROr"TEIRA :José Glaucy Flores Ao lado es. quudo vê-se, Osvaldo Coimbra , . . ' l , . . j Cirnbert Dr .. Padro 1 • uose Palmieri Tbun da Iront6ir 9i4 INDICADOR PROFISSIONAL Dr. (a rios Solano Nunes Médico-Cirurgião Consultório: Rua Cel. Camisão 530- Fone: 274 Bela Vista Mato Grosso , Dr. Pedro Palmiere Advogacia em (ieral Rua 15 de Novembro li0 - Fone - 237 - Bel Vista ; eate.a Dr. Fiorí Murano M é d i ( o Rua 15 de Novembro 75 Bela Vista Dr. Milton Loureiro Fº. -~- . ·- l y .... } ' . '~ .; .; • • Ai, ia.o.a.l Advocacia l em Jardim Rua Dr. Ary C. OIiveira 262 (Residcncia) li cm Pc~t" Murtinho: Rua Joaquim Murtinhon • 3 + t Dr. ].oelson M. Peixoto Causas Rua 1 •. de Maio Civis em Geral e 5/N Jardim Criminais Mato Grosso o Açougue dois lrmaos de Marcinio Carne fresca toda hona - suinos - peixes- charques (Carne é sande. tenha mais saude comprando Brito. Açougue Dos lrnão) SlOROLÀNDIA M.t no "l?, necessério lev;,ntar trtbunos cm vário~ pontos. e de cada uma delas derra mar os tesouros de nossa confiança no clia de aman hã, a fim de fa:ur sobre viver a flama da Nadonall dade coesa e indivis1vcl" (Assis Chateaubriand) Existe entre os profis sionais de Imprensa. 0s que nela aspiram ingressar. a opinião generalizada de que para realizar trabalhos impcrt;;ntes, é necessário mlitar no Jornalismo das grandes Cidadfs. Talvez os mais dramáticos lances do Jornalismo se desenrolam nos grandes Centros, mais, a lmprersa interiorana ofe rece a magia de Construir. As condições adversas em IVAL0O PEREIRA que vivem os jornalistas do Interior, principalmente em Mato Grosso. é superada pelo heroismo de Homens. cuja vontade é alimentada pda fôrça d~ um Ideal. O Ideal de um Jornalista cons ciente do pape! da Impren sa da luta contra o subde ~envolvimento. é Informar para formar. Nas pequenas Cidades, o Jornal é fator preponderante na formação de mentalidades progresss tas, e desimpedidos de com promissos om grandes Em presas e Governos. O Jor nalista caboclo pode entre gar ao Pübl,co o "Fato" sem itte:puetaçoes par.idá rías. A lmprença. em qual quer parte. é o produto do ambiente. e no interior se Certo cidadão tinha uma filha que gostava mui to de quebra cabeça. Estava sempre pedindo um quebra-cabeça para ar mar. Um domingo. a menina aproximou-se do pai que es tava lendo uma revista: Papai .. quero um quebra-cabeça! - Minha filha. boje é domingo, o comércio está fechado, onde vcu comprar um quebra-cabéça? - Ora. papai. eu gos to tanto dum quebra-cabeça. além do mais, hoje não {te nho o que fazer! Diante da insistência da filha. o pai teve uma idaa: destacou uma folha da re vista que estava lendo, que tinha um mapa do mundo. recortou-a improvisando um quebra-cabe-ça e entregou-a à menina. na cert?za de que ela ficaria entretida durante algumas horas. Para supresa sua. após alguns minutos chegou a fi lha com o quebra-cabeça ar mado: - Pronto, papai! - Como. minha filha. você cocê conseguiu em tão poucos minutos? - Foi muito fadl pa pai: eu verifiquei que. no outro laóo do quebra-cabe ça. tlnba o retrato de uma familia e observei que. unin do a familia, consertaria o mundo!. .. (Boletim do RC de Olinda) SERRARIA CASTELO DE ANTONIO RE,-.o PKNZO Compra de Ma deir Bruta e Venda de Madeira Serrada Ar.u,nio Joã<> - MI reveste daquela maravilhosa inquietude de acelerar o desenvolvimento e a cultura O Homem de Imprença do Interior é mquleto. Ele rc.• conhece os fatores negativos em que vegetam as Admi nistrações Munlcipoís. e, a través do Jornal pr<>curn :o rirnta·las no entido de co locar acima dos interesses particulans, o bem star da Coletividade e o zelo pelas coisas Publicas. O Jornalis ta interioreno sabe que ea todas aspartes há alvos apro priados à sua Luta. A maio ria das pequenas Cidades no acompanham o Progres so da Nação. principalmen te no tocante a Mentalida de. Ruas. estradas. obra5 de ,anc;,r.ienro. escolas, cri mmalidadt, enfim, os fató res essenciais ao Desenvol vimento pequenas Cidades ainda estão adormec1ads, e uma das missões Jornaslis ticas, e despertar o Espiri to de progresso, No Inte ior o Jernalista dà um to que ca:mhoso ás suas Re portagens, e isso traz a smnpatua da População. Não é 8fcil manter um Jornal no interior, desde que ele passe a pzr+erer a Coleti vidade e tome parte ativa nos pequenos e grandes a contecinents. Se estiver disposto a dedidar se ao seu Trabalho, o Jornalista do Interior poderá prestar um grande bem á sua Comu nidade e a 11 mesmo. Fre quentemente ele- ouvirá pro fecias pessimistas e até mes mo sugestões de que ·•Jor nal no iotenor 11ão dá' . Nós que militamos na Im prensa Matogrossnse e sentimos na carnt: o drama da Imprensa cabocla. envi amos votos de otimismo aos demais companheiros. por que assim como existem grandes Jornais que vege tam. existem também peque no~ que só tem futilidades. Mas ... como d,zi.11 o prof. Frean (Instituto Superior de Jornalismo da Columhia) - .. em toda parte existem al vos apropriados para lanças se você mantiver os olhos abertos e suas armas afia das ··As lidas do Cargo são arduas. os deveres in meros, os agradecimentos poucos, o~ insultos, muitas vezes pesados. mas. - - qu:: TRABALHO 'GRANDIO SO REALIZA O JORN A LISTA DO INTERIOR. LEIA E ASSINE O JORNAL uTribuna da Fronteirau · L BUl11 . Brasih., - ··O ~mprccn diu:ento ;,tendera a uma po pulação de cerca de 133.700 habitac,:es. 1 !Vando grandes benzfiros para o Estado Com ~~te argumento, o se n<1dor Soddnba Dn.:1, coo srguiu qur hsse aprovado. pelo Senado Federal. pare cer su Eavoravtl à õutori zação ao g .vemo do Mato Grosso paa realizar, atra vês oo Oep,11tamento Esta ciual de E~trndas dte Ro.:!a gem. umo operação fmau crra externa no valor de dez m1lbôcs d<! dolares. pa ra ªlhcação no Pograma e Senador Rachid Saldanha Derzi Rodoviário Estadual. . as51n€ o / Viação .cêrea ~;io Paulo (V ASP). entrcgr u , o agente local da emprea Stelio Mor~ira Gahi. um di ploma e distintivo, por ser viços pres 1 ados à viação co mercal brasileira e por ter completado dez anos de ser vic;o »Sem ;.;unição«. O prê J:!IÍO ·•ú obj?tivo do emprés timo - segundo o scuador Saldanha Uerzi e a implar1- tac;ào e a payimeotac;ão d ... Rodov,a_MT-42&. compreen· dmdo o trecho --:as~ilãnd,a Paranaiba- parecida do Ta buado Vê~t,a e acessos com Porto Alencastro e, llha Sc,lte,ra. srndo que o sub irecho Ilha Solteira-Apar<! cida do Tabuado• Pat,m.-ibó. numa ex tenção total de I J 3 quilômetros. coincide com a BR- 1 'i9 do plano Rodoviá rio Nacional". TRI- DA FRONTEIRA Sintomas E':1!regue no jovem e respon sável agente, j se tcrnou trndic;ão na av1c1çi.io comer cial e de dez em dez anos é distribuido aos funcionários da emprêsa, É uma vitória orgulho para Bela Vista. contar cem cidadãos do nai pe de Stelío Moreira Gabi. O jovem coatemplado. e Em relação abaixo apresentamo ·ator 'a TOXlM/NlA (fümtório Nacional de Drogas Perigo• sas . BN DO • EUA). d:J TOXICOMANIA Entorpecim?nto Exitação e hip!rativid.-de Irritabilidede e inquietação Olhos Beligerãncta brilh,rnte Ansiedade Olhos mflaroados Eufon;? Nariz e olhos gotejantes Deprrssão Peron de apetite Alucinações Auaento de apetite Parco insónia Compo;témento irracional Distorção de espaço ou tempo C onfusao Naúseas e vômitos Loquacidade Cóhcas abdominais Li11guagem 1ntoerente Diarréia L,nguagrm tntnlcl:gívcl Constipação Ri~o Dependência física Tremor Dependência psicológica Cambaleio Tolerância Decerlorac;ão da coordenacão Tontura lnconciência Reflexos hiperatavos Reflexos deimidos Traospir;ic;ão aumentada Passivei ínjúri-1 aos crornosso Pupilas contraídas Pup1!as dilatadas extraordinariamente Convuhões Hicpatite Psicose Morte por abstenção Morte por dose exessiva- Biblioteca de Bela natural d: Maraba. Estado do Para. filho de Chade Gsbi e de D. Diva Gabi, familia trndicioo;,l de para enses, que vieram para ba to Grosso em 196l, estabe lecendo residência n cida de de Carnpo G,ande. O Jovem Gab1, conclun1 seus estudos na Cidade Moren?. e trrminou o Currn d> Radio Telegrafista pela FAB. Apó: a l011clusiio do , t. o, ire : como tele grzfsta substituto e teve a oportunidade d viajar por todo o Brasil. Nas suas an ) d.s p-. c:e 'Brasil",o paraense Gabi. adquiriu ex p?riência e maturidade sufi ciente para tor:::ar•se o que é hoje: Um elemtnto de largc conceito n'l .,cdedadc belavistense. Foi uJmitido na V1:Jção Aéro:a São Pau· lo. em 1962. como radio- 0p:r;idor auxiliar. Transfai· do para São Paulo. em 1965, foi promovido à operador Classe "C" e pcsteriormeote p;;ra Bela V,sra, em carater permanente. como AGENTE e Radio-Telegrafista. Estive• mos na solenidade de entrt· l~ ga do diploma, anotando a -J preseo:;a marcante da ~ocie• dade ligada a Aviação. t de inúmeros convidados t . amig::s. Na ocasião :<en:i1110s a alegria e sótisfação do contemplado e a pacabeniza• mos a Viação· Aérea São Paulo. por ter em seu qua· <lro de pessoal. elemtoto! como Stelio Moreira Gabi, um exemplo a ser seguido, um modêlo a ser imitado, Pública Vista' Precisa de Livros A B',bl:oteca ' Pública de be!a Vista, crada gra as a inicar.?,v;, da Tribuna da Fronu:ir e do edorço coletivo. necessicn urgente- n.ente de l:vros. Pedimo:, novamente ;.o povo belavis tensc. que ,elabore cem a inicia tiva que se tornou rea lidade. Enviem livros ao Departamento de Obras ' vamos dotar nossa bibliote ca de condiçõ~s ·satisfatórias para servir aos estndan:t·S ' ao povo cm geral. Gasolina - Diesel Toda linha de lubrilknntes • Borrachariil "SERVIÇO DE RESTAURANTE " .. GASOLINA 0.95 r O,l'i o litro" Posto Totola, o Am!gº do, Motoristaa. -BR • 267 - Aquidauna a Maracaju (Entrorarcrto) '------=------------- DE FERRAZ E AOSA Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº087_06_01_1974 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº089_20_01_1974 Voltar para a lista de itens