TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº166_30_07_1975 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº166_30_07_1975Número da edição166Data de publicação30 de julho de 1975Número de páginas10GeoCoordenada -22.099811910148702 , -56.53013529395229 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº166_30_07_1975 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto FU DADOR E DIRETOR RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA ANO iV Redação, OIieina e Administração flua Duque de 'axias SN Bela Vista, 30 de Julho de 1975 Bi-Semanário N" l(ilJ DISCURSO PRONUNCIADO PELO DR. PAULO COMO ORADOR OFICIAL DA ACiRO PECUARIA DE o pretendemos tra zer á baila, neste recin to, os ensinamentos ar caicos de um mundo que passou. Nilo falaremos. é ela ro, dos beueficios do car ro de boi ou das vanta gens do arado de mão, numa hora em que não conslilue segredo para mais ninguem os míla gres da energia atômica no campo da agricultu ra racional. O que pretendemo aqui é equacionar um problema grave. É mos trar a urgente necessida de de aproveitar os re cursos do presente, nu ma terra como a nossa, que continua a viver uo tez.c da energia rural, recur- 0 hoje comum em ou tras plugas. A natureza, tão pro diga para com Bela Vis ta, deu-lhe terrns de uma riqueza potencial in calculável. Aqui, tudo nasce, tu do flore ce, tudo frutifi ca. Município, com uma área qua e despovvada, possue um sólo extrnor dinário, pela sua fertili dade, pelo seu rico ma nancial hidraulico, mas até agora, inexplorado, por falta unic:amente da ajuda efetiva e do esti mulo do Poder Público. Aqui, não se faz uma lavoura racional. Aqui uão Sé faz umu pecuária racional. Estes são OR dois es teios da economia bela vistense. Por quê? culpa do homem? Não. O homem deseja fa ze-la, desde o mais mo desto ao mais bem dota do de poder aquisitívo. O homtn. quer trabalhar a sua ou a terra do ou tro. Imaginoso, esperan çoso. o nosso homem so nha em criar, em produ zir, em poder transfor mar do nada um para1so. llas, como adquirir o trator, o arado, a gra de. o adubo, as semen tes? Como construir o seu paiol? A única possibilida da é o financiamento, a longo prazo e a juros baixos, através dos esta belecimentos oficiais de Por ccasiüo de trans missão do cargo Venerá vel, a Loja ilaçônica Es trela do Apa Nº 9 ofere ceu um coquetel à seus integrantes, no qual com pare<:eram inúmeros con vidados. O sr. Ulisses Pinto de Almeida, passou o cargo de Venerável ao empresàrio Nivaldo de Barros, que proferiu bri lnantes palavras a res peito da Maçonaria como sociedade e o seu papel histórico. Destacamos as prensenças dos e:enho;es: Ruben de Castro Pinto {Prefeito Municipal) e Sra. Pedro José Palmie ri (Presidente do Rotar Club), Gilberto Alves Cor rêa (Ageute da Rec. Fe dera) e Sra, Paulo Rena to de Castro Pinto (As sesor ,Juridico da Prefei tura Municipal de Campo Grande), lfen Batista Gomes e Sra[ comeretan te). Dr. Ricardo Manera e Sra, Araldo _Balta (Banco do Brasil), 1 euen te Hurtado (10º RC) e crédito. Estes financiamentos tem sido, até ag o r a mais teóricos que práti cos. As dificuldades pu ra obte-los silo inúmeras. A burocracia emperrada é dificultada pelos esta belecimeatos ban:·ários. Falta-nos uma com preensão razoável da suas obrigações p a r a com o produtor rural. por parte dos eventuais agentes financeiros do dinheiro público. Nuuca se acredita na sinceridade de proposta do homem do campo. N[L0 lhe dá crédito nu sua potencialidade de tra balho. Tira-se lhe até a esperança. ão se lhe dá ao menos um trata mento humano e respei toso que merece, pelas suus sincuas intençõe de produzir. Esquece-se que o produtor rural. se ja agricultor. seja o cria dor, são os fornecedores da matéria prima que sustenta a vida dos que vivem no asfalto. Os processos de fi nanciamento ão demo rados. Arrastam-se por meses. D LOJA Sra, e jornalista Ivaldo Pe reira ("Tribuna da Fron teira". Fizeram uso da palavra, saudando a Ma çonaria e agradecendo o convite, os senhores Ivaldo Pereira, Ruben de Castro Pinto, PeJro Pai mieri e Paulo Renato de Castro Pinto, que em síntese espelharam o papel da l!açonaria no despertar elas poteuciali dades dc ser humano e sua missão em unir os povos através de um cli ma rle ''lgualrlad.c - Li IV BELA li - POSIA VISTA Ao fim de tanta sú plica. ó reta ao ho mem do campo sair ca bisbn ixo <la ala do ge rente. arrependido de ter sonhado. saindo para não mais voltar e· vendendo ao primeiro utravessa dor a sua terra. 'a pecuária. a mes ma dificuldade. Quem poderá fazer a in ·emiuaçüo artificial, única solução adequada para o grande problema do pequeno criador, que é aquisição dos reprodu tores, hoje por preços proibitivos, sem a ajuda do financiamento? Quem poderá fazer a formação de pastagens artificiais, a construção de pequenas invernarias, a criação racion,1I. sem a ajuda do financiamen to? Quem poderá pensar em melhoria dos seus re banhos e na profilaxia das suas eventuais enler midades, sem financia menuto? Então, continuamos, como no passado, sem um progresso visivel na economia do nosso mu nicípio, que é exclusiva- berdade e Fraternidade ros livre ". O novo ene A reunião foi muito pro rvel da Loja. lamentou veitosa, poi: todos senti profundamente a ausen rum de perto o "espirito cia ele outros c<-.:wicta maçônico'' e os ideais cios. que não puderam que movem os "pedrei comparecer. <-<<: o --_o«--«. Novena 1 .S. Perpétuo Socor Quartas feira- as 15 hora Educação Rural de Campo Ouça a ro. todas a· pela Rádio Grande. A • TO mente agro-pastoril. Bela Vista tem con diçõe . pela terra e pelo homem. de entrar numa fase agricola P pecuária avançada, industrilizan do a sua ugrlcultura e a sua pecuária. criando a sua riqueza do solo, pa ra que o no so municí pio po sa contritvuir para a produção de alimento para o nosso povo, dirni nuindo as im a fome uni versal. Urge. apenas. que se democratize o financia mento, humanizando- o, tornandv-o pratico e ex tendcndo-o indistintamen te a todo aquele que qui zer criar e que quizer plantar. Estas si'io :is nossa idéias, pensu11do ralar em nome de todo· os trabu lbadores do campo. Nosso agradecimen to a todo aqueles que vieram abrilhantar e ta resta já tradicional em nossa terra que. como as demais, primou pela ini ciativa particular, aqui representada pelo nos o Clube do Laço. Tribuna da Fronteira Bela Vista It 30 de Julho de 197» Senhor Jesus, entrou profundamente convenci de qu divórcio ° erro. Penso que quando dois se tornam um só e fazem suas sinceras promessa , (lf''C'J'iafn rnunter SUH Ulliiio santa intata através de toda a vida Entendo que é bem semelhante à promessa que fizemos a 'Ti Conhecendo o Teu amor por nos, regozijando-me em 'Teu auto-sacrificio compreendo que 'Te devemos nosso amor sem fim 1 problema Hocic1I ímecliuto all criado. em l'acP. da emergênC'ia qu' al'et ,u diretamente cerca de 70) " 2"". os oo. N colhidos. sobretudo do re ta tório a presnnlatlo pelo Ministro do interior e a pós apreciação, pelo CDE, aprovei a doação ele um conjunto ele medi das par a área de Per nambuC'o, euquanlo se uguardava a avaliação 'Tu le que e tú sendo leirn qua11 lo aos Estarias rle ,la- goa!' " '-=ergipe. Tais me Foste didas I·esu111em-se no se guinte: ajuda financeira o ao governo do Estado de l'ernambueo. no va- e lor global de 120 milhões rle l'nt7eir<•s. Es ·a impor tânt:ia destina-se: ,o a tcndimeno das P<>ilUla- o ões diretamente atingi- dts peias enchentes. - a Ma., recuperaç:"io das obras de bfra-eslrutura: - recu per&ção parcial das fi- naças do goveruo do Es lacto; - a abertura de uma Tu frente especial de traba- lho para cerca de dois mil desabrigado : além mas Rrasilia - l-.m mensa a Alagoas e Sergipe disso será dado apoio fi gem que dirigiu à Nação com reluçfio as geudas naeeiro ao governo de É dia ~:l I>.p. o presidente do centro-sul. que al'el,~ Pt>t'i1ailtbuco, alraves do Ernesto Geisel. l'azendo ram prineipalmenle a a Banco Nacioal de Hwbi um análise gemi dos ca gricullura e 1wcuitria do taçüo. para recuperaçlão ta·lismas que tingiram Paraná, lo Paulo e Ma e construção de casa ; o Pais. no Sul no Oeste, to Grosso, atingindo ~li construção de barrngem :las. no Nordeste, além de ga nas em pequena escala no Rio Capibaribe, no rantir ús popuh~:Õt'S alia cletermind a adonçii.o de :luuicipio de Carpinu; re gidas o inlegrnl apoio cio mertidas go'el'namentais tincação e ·tlnrgamento governo federal transmi cujo sentido geral já ho da calha rio Rio Capiba- tiu tamlJ m uma mcnsa je foi possivel divulgar. ribe, na área urbana do gem realmente valiosa I e: vencia de tais inicia Recife; controle do nível ao afirmar que niio é tiva consiste em apoio das águas do Rio Bebe- horn ele lastimar-se o l'inanceiro, e Je outros ribe. perdido mas im ele lu instrumentos. que o go :- rlimensão e a pres tar-se p11rn rer.onstrnir. verno, sem turllança. !e leza das providências bai Faze o mais breYe possivPI. vará às áreas atingirias. xadas traduzem u nossa aquilo que foi danificado apoio es e _cons!derado • solidariedade ao povo e I integra do importante indispensáveis à manu ao governo de Pernam pr'lnunciamonto é a se tenção dos niveis de em buco, nessa eme,·genria guinte: prego e a recuperação que a todos sensibiliza. N.R. da produção. tão cedo Ao lado disso tão ou quanto possivel. A Nação mais importantes do que Bras1le1ra, pela atuaçao o alcance prático das de do governo reage u sim cisões elas r.onsubstan- com medidas de proteção ciam a nossa presença. e estnnulo, na hora em a nossa participação e a que os Estados citados dos brasileiros das dife- e n r r e n t a m m o rentes regiões, no dra- m e u tos de dificulda ma do Recue. A hora des. Desejo. entretanto, não é de desanimar ou nest:-. oportunidade trans de lamentar-se. O mo milir uma mensagem em mento é de lula, luta ten especial à região afeta sa, ;;ara reconstruir o da pelas enchentes nota que foi danil'icado e pa ctamente em Pernambu ra retornar, sem tardan- • ça, as atividades em to- co, pela dramatica do dos os setores. Presidente "Brasileiros. 'Cousirle ramos boje, em Brasília, no imito do Conselho de Desenvolvimento Eco nômico. os eíeilos so ciais e ece,uõmicos cios recentes distúrbios climá ticos que assolaram o Pais, as geadas do cen Iro-sul, alcançaudo até ~lato Grosso: e as eu ehentes do Nordeste, priu cipalmente Pernarnbuco, mas estendendo-se tam bém em mtinor dimensão, Geisel ' ..... e a UM ESPOS há os que me <lizem que estou atrusada que niio sou realista. Perguntam: "Que é melhor um casamento sem amor ou o divórcio!' Senhor. sei que h'.J. casamenloR que são horriveis enganos, Sei que Tu também o sabes. mostraste interessado em que uinguém vivesse uma vida inteira de inferno matrimonial Tu quem disseste que a pessoa é livre para abandonar cônjuge que mar•ula o leito matrimonin! com outro;: eo111pa11heiros que se alguém não re peita as sagrarias re ·ponsallilidadcs do casament•1 e sirr,ple meule abandona o outro. se vá: ,·irieulo já estú rompido. Senhor Je ·u , acaso não é justo que marido e mulber tentem manter unida a l'amilia mesmo que haja razão sul'iciente para di ~olYê-Ia? sabes, enhor que niio pretendo dizer que simplesmente e faça a tentativa de sustentar uma armação vazia que e reconstrua remodele o casamento para torná-lo bom. tão fáeil coI1 idernr as coisas erradas: "Jà não nos amamo ••. . . .. "Acontece que há incompatibidade entre uos Senhor, não é esse o tempo para orar e trabalhar junto a fim de corrigir o que: està errado? começar a crescer juntos'? aprender a ajudar um ao outrp? coisa algum dia andarem mal dà-nos sentimento profundo suficiente para o matrimônio e um para o outro a fim de que nem sequer cogitemos de afastar-nos. com que através de nossas lutas n0s tornerno 5 arquitetos vigorosos e capazes do tipo de l' que corresponda à lun intenção para conos"" Roy G. Gescb - Achamos que o momento é bem upor(U 00 para a transcrição acima. O poema foi P bhcado por nosso" colega .. O Mensagel Luterano'', de maio último. (J ornai Batista de 15-6-75] Politica e O deputado B r a g a Ramos (ARENA-PR) dis se que a iniciativa presi dencial com relação à normal.idade ·democráti ca estfi, sendo deturpada por inúmeros politicos principalmente quanto ti. participação dos estudan OR : Estudantes tes na politica. eos"", rando que o chefe . _ Nação realmante telll ~ teresse em qm, os ~t:J vens desenvolvam e atividade parém atrare; dos carnfuhos legais. qu silo as agremiações par tidárias. O C M NHO "Eu Sou o Cominho, A Verdade e o Vida" (.'}~<11s Cr1,1,,) Rola Visln Ago/to •o () 1 Ano A hz vale pelo que ilumina. I m fogo gigante «obre a montanha, ótimo, lo tão raros, no entanto, s homens que instalam uao tendas no umes, l m pequeno facho, no meio da multidão, tem ua serventia também. Ri.«ar 11111 f6-foro na 1·-('t1ridJ,, j.', {· darirlad,·, :-t• não aleona longe, serve ao menos "para avisar o- companheiros de luta de que não deserta PADRE BRANDÃO HIUCUL M VITAE Nome: Brendun Patrick Greauy. C. SS. R. _Hcdento rista (Padre Brandão Greany, C.SS.R. ) )ata de nascimento: 01 07 1937 ., ; York • t • 1 • Vork City New ) l Lugar rle 11asc1men o. , e" 1 • , , E. U. A. E tudos: N 1913-1051 Primeiro grau (S :nos) Escola_o . a Senhora do Perpétuo oco110 Brooklyn, New York .. 1951 - 195 Segundo grau - (d anos) - Colégio_ San ta Mariu ( Seminário menor ) North East. Pennsylvama . . . 1953 - lfJ37 Seminório Santa ~luriu - LmYers1rla-) do do Estado de Nova York (2 anos <>rso de Arte Liberais. lt~terrupção dos e tudo da faculda- 1957 - H)3 d~ ara um curso (1 uno) de Teolo- 'seca nciester. íarytand 16- 1o5o iíout sait Alphonsus emrnu_r10 - Universidade, do Estado de Nova y ·k ( 3 º e 4 ano) Faculdade de Fi lo~'ona - Esoupus. New York , 1o Grsv p"ir! p,2;{%. .' U ·vers1dade do s a O • - I1l . - _ Teolo<Tia Dogmat1ca 1!)60 - 196-1 Pós-gra d uuçao ) _ e'ininário '.!o!lat e Moral (-! anos Esopus, New York sit p7,ç;"siri istorai- 1964 - 1965 Pós-gra.'uaç - 1 d (1 a~o) - Annapolis l1ary an . 6 • _ 23 de junho, 1963 Oruenaçft o ao Sacerdvc1o 1 03 de junho, 1966 Chegada no Brus1 - Pnr6quias onde trnbulhou: B· 1· "atn ~IT • 5 A fonso, e 1 • • ' • 1965- 1967 Paróquia an%, P;lar, Antonina, PR. 1967- (970 Paróquia • ra. "," p scorro, C Grande, MT P 6 • N ra ' 0 • • MT 1971-1972 'aro@v!'' Afonso, Bel Vista, " "· 1972- 1978 Pur6qu,a nnlO 1 . • i -----······-------···~* ~ ···-----···----·- • o Cristão Missionário Todos conhecemos o grande mandamento de Deus - Mas parece que Cristo na última hora. na sua última Yisila ao· tpó8tolos qui,; completá lo . P.Xplicm o que é amar, dizendo: «lde... ensinai . hatizai ... • Parece que Ele quiz explicar: não basta amar a Deus e ao próximo. mas quem ama. d('ve prnvHr esse amor: agindo - associando-s<> à ,·ida mí:<siuuá rit1 de Cristo, que veio pra ervir. A exemplo de Cristo, o 1'' e úuico mí«sioná l"io digno desse nome. que veio para lazer a voi,ta cle cio Pai. l"orm:111do a i-;uu Jgreia. o c:rist,"in autên tico deverá seguir a Pedagogia de Cristo. que eI pouco tempo estabeleceu us buses duma Igreja que nua perecei. "Ele Morreu... Logo.. De·ois de } anos - mas a sua ohr,1 subsiste aim'.a. porque Ele não quiz agir sózi11'10. C'risto não agfo sú1.i11lto porque Ele sabia que a 'iria pas,-a e co11he<:iu as ri quez:.:s du pes~oa humana: 1 Cristo antes de tudo descobriu colabora de>res: Pedro e os Apóstolos ... os díse1pulos ... as mu lhereR ... os moços. 2- Formou o colabot adore : :l a nos a rio! 1 :3º - rssocion-os aos seu;: trabalhos... e mun clou-o Lrabalbar. lso só em } anos ... forrnou e abriu pura elec: os caminhos ... e se foi. ,té agora a Igreja floresce. lão ba ta dizer creio em Deus. !:-=erà que acredi tamos !lfl prática o que ele espera de !IÓS quaudo nos disse: "Ide ensinai"? "lüo sou de Cristo :,e não cumpro o seu mandamento" O que Cristo 110s pede é simples; de imitá-lo na sua 'iJa ele cristão n,i sionário. isco é. pat·u J'azer a Youtarle do Pai. Eu não posso ficar críst,io súzi nbo... linguém S!:l suh·a só. 1 ° devo descobrir os colaboradores para o meu tra!;albo de leigo atuante na Paróquia ... :liuitos que querem trabalhar e niio abem onde. 2° esses colaborado1·es que e colhi. eu devo formá-lo leva-los à Paróquia. à comuniclade. clar lbes pelo me nos o de ejo de sentir o que eu enti. Levá-los à reuniões ... levá-los a fazer um P.L.C .. um Cursilho ... Convidá-los a participar dos Círculos f3ibllco •. 3 associá-los ao meu trabalho: duma u,aneira ou de outra ... a sim fêz Pedro ?!arco ... Os dor, de càdn um são diferentes ... mas todos podem e de,·em servir ao cresciment,, no orpo Jllic:tico. '·Não ou Um Ser Isolado... tão ·ou Cristão (c_ursilhista pelecista) ózinho só para mim. O trabalho de uma Paróquia supõe uma orga nização, não basta boa vontade. O trabalho r!eve ser organizado, planejado. rlividido e cada um deve cumprir com consciência o seu papel... e cada um receberá a LUZ do amor de Dei;s... A União Faz a Força. Irmã Madalena e e O Caminhe Um dia Tive duas Acontece flx um Balanço na minha vontades: Usar uma Arma quo Deus nunca desiste da Não Fugi. Busquei Deus na Vida contra de Ateu e percebi que não Mim ou deixar Mulher e havia feito Nlnguem Feliz. Filhos pró sair pelo Mundo Gente e Surgiu uma terceiro vontade: A Busca. Fossa em que Vivia. Eu o Encontrei (1 cima!' de Barro.) UM POUCO DE SL PASTOR David Bomfim de Oliveira DEUS E E7E C&E ,l te ltl DE AGO TO) e) Claro: Deus não tem cor. Felizmente, porque a cor divide os homens. Mas se não tem cor, Deus escolheu sete cores para serem um imbolo: as cores do arco . il'is. É o que se lê no livr0 de Gênesis: "O meu arco tenho posto nas nuvens; e te sera por sinal de concer to entre mim e a terra" (Génesis 9:13) Acontece que u cores do arco-iris são sete: ver melho, alaranjudo, amarelo, verde, azul, anilado, e vio teta. Es as cores pintadas no céu molhado de chuva fariam lembrar um concerto t'irmaclo entre Deus e Noé do dilúvio. I humanidade ficara reduzida 11 uma familia de oito pe ·soa . que tinha como chefe uquele patriarca e sacerdote cumo acontecia no regime patriarcal. Durante cinco mese , que é quanto durara o catlaci mo. seria como se a história tivesse caido em um ponto morto. A"Ol'tl tudo ia começar de nôvo, num mundo de olado pél maior das inundações que cobrira a terra como um Oceano sem praias. E o arco-iris seria um sina I des e concerto. Não que ele niio existisse antes; o arco-iri é um efeito natural de uma causa natural. O texto sagrado não o diviniza. Ma. depois ele passou a ser um símbolo: é uma figura material de sentido espiritual. imbolo de que? De uma aliança. E por isso muito própriamente de nominado também arco-de-aliança. Aliança ou concerto Concerto é mais do que promessa. Concerto é com promis o. lnevogável. lrretratá Yel. Irreversível. Para que o homem sempre se lembrasse daquela palavra, empenhada pelo Senhor, lá estava o arco-iris Eis como Deus fala à humanirlade através das se te cores do aspectro solar. um soberbo espetáculo que tem o céu como tela; um arco, ordináriamente du pio-o interior, de cores mais vivas e o exterior, mais pálido. Uma mensagem a sete cores. Mensagens a se te cores. itensagem de paz. Deus querendo que o ho mero viva uma vida rica e feliz. Vida que não tem co aieço e que não tenha ,fim. O homem vivendo, sobrevivenrlo, e convivenco.l Não isolado, mas integrado. Integrado em Deus. Vivendo com Deus. É que o arcn-kis; um poema em cores. Poema de Porque Deus não é cor, mais é pintor. Ele tem nas mãos uma paleta em que está sempre molhando o seu pincel para criar o nosso céu. Um pintor que pinta para nós. amor. PLDNEHIMENTO (M1f PIROQUIDL Dia - 17::m Hora Santa p,· as Vocações. Comunbão aos Doentes » 2 - W:00 Legião de .laria. » 3 - 07:30 ilissa em.T V. Reuuião E. C. Jovens « 4 1930 M. F. C. G. 1 Reunião com os Coroiaba 1º dia de aula » 5- 19.30 M. F C. G. 2 » 6 1930 M. F C. G. 3; 1930 ili a e Comuahilo Coordenadores e Auxiliares. « 7 - 19:30 A sembléia Mov. de Cursilho e P. L. C Preparaçii o St<!. Afonso e 1 a tal. » 8- Retire p a Comunidade do Padre . Reuni.ílo E. C. Paroquial. »9-20:00 Legião de Maria « 10 - Missa em Caracol. Dia dos Pai . Reunião dos ,Joven . « 11 - Reunião com os Coroinhas. » 1~ - Reunião E. C. do .lov. Fam. Cristão. » 13 - Círculos Bíblieos nos etore « 14 - 19:30 Escola de Dirigentes. « 15 - Festa de to. Al'onso. « lü - 20:00 Reunião Legião de Maria. .. » 17 - '.lissu em Agua Doce. Reunião E. C. dos Joven, » 18 - Ultréia. Reunião com os Coroinhas. » 20- Reunião Coordenadores e Auxiliares com 0 Vigário. « 22- 19:30 Reunião com a Comunidade das Irmãs. » 23- Legíão de Maria « 24 - Missa na Cancha. 9.00 Reunião com os Jove » 25- Reunião com os Coroinhas. « 27 - Circulos Biblicos os etores. « 29- Curso de Batismo. » 30 - 20.0u Legião de Maria. q 31 - Curso de Batismo. Curso de Noivos. D A VIDA Como é bom a gente pôr a mão no peito e se" o coração bater... Como é bom sentir uma lágri correr em nosso rosto! Como é bom escutar uma ca ção, ouvir os pássaros cumprimentar um amigo. • ~ l! Tudo isto é sinal que estamos vivos, que µe nos deu a vida' para nós vivermos. . . . . 0 Esta vida que voce, muitas vezes, desvaloriza_F"; s1mp]:s. C?is~s ?U fat~s, fal_ta d~ tira-_!~ de_ si_ m~,,~~i - e ocê não tivesse vida hoje, nJo sorriria. não c" nos ouvindo, não poderia ver o que o mundo tem . A vida é uma flor, um espinho, um sorriso, uma li uma ·sperança, _um sonho... A_ DA É DEUS! .,» A E_você voloriza a sua vida, você sabe o que é vidAí ;a vida... Você ji parou um dia para pensar seriamente nesta A VIDA? ... Tem Gente Superticiosa que perde tempo com horóscopos e esquece de Pensar na a° Potencia daquelf&, criou os a5 O Caminhe [usina 05 Empreste·me es Olhos e o pouco do Haeiocinio que o f A, ,,: A, Ih A.:, ., 1 f, " uno eurotza'u H' , t'l!VIU t• Jlt'Tlllll.0-fllt' (•u (H ar em occ a emente que o Cristo Pediu que Eu Plantasse P RI Amigão, mu1,do-lhe esta carta, mas não me leve a mal, set·á uma carta VERDADE, vou pisar um pouco no seu calo. Mas, é por amor. pois sabes bem, que lhe estimo e desejo a sua relícidade. Outro <lia estávamos conversanrlo e voce disse que eu era "pu xa saco" de padres. Lembra-sf'l. Minha resposta foi um sorriso. fio foi fácil, viu amigão. Eu tambem trl lhci essa estrada que agorn voce trilha. E uma estra da espinhosfl, cheia cte armadilhas. sofrimentos soli dão, é uma estrnda sem AMOR. As vezes noto cm seu olhar, um resquício de compreensão. mas o §CU orgulho, amor próprio, u sua atitude de :IACHAO, não permite que se manifeste a fonte da vida: O AMOR. Eu cornpree1Hlo umigii o e sol'ro por Yoce. Escuta: set· cristão não é er carola, voce diz que l'az caridade (mas age c,,m caridade?), voce diz que ajuda os po bres ( dar Psm.,Ja é ajuJur os pobres? ),voe diz que colabora com a Paróquia ( malhar os padres, não ir a igreja. criticar os _que colaboram._ é r._olab~rar com a Paróquia?) A:IIGAO, ser CRISTAO é gir como cristão, come('ando no seu próprio lur. E ter como mo delo o CRISTO que morreu por nós. ilORREU POR VOCE. Voce já irDnginou a dor que ELE sentiu quan do os pregos rasgavam SUA carne. E _quando_ELE sentiu sede e lhe deram vinagre. É amIgan, ELE so freu para redimir a humanidade. E o bacana nisso tu do é que o seu último gesto foi perdotll' os que _O crucificaram. Eles 1ão Sabem o,que Fazem. Voce não sabe o que raz ou que fala. CR!STO mor r eu para que nós vivês emos. Viva am1gao. Voce sube eu tenho defeitos, sou um pecador co mo voce, tenhn tentações, luto para matar o homem velho que mora em mim e raço_ oraçoes para que surja O homem novo. Quando esta".amos trocando ide ias, eu, voce e aqueles outros amigos, um deles co meçou a mosofar, partindo de um esoterismo faJ_uto, pois tudo resume-se numa coisa. Eu. Sou o Cominho o Verdade e a Vida Ninguem Vai ao Pai Senao Por Mim. É isso ai hmigã~- Voce sa~e que o mundo_ atraves sa um período dil'ícil, revoluçoes. doenças, ódios, fome traumas. -- ----------, 1 O CAMINHO ·Noticiário Religioso de Bela Vista" EDITOR: Ialdo Pereira OFICINAS COMPosIço: to Grata Dutra P,Cl~AÇÃO: 1,lilio Aquino de Souz..i IMPRESSÃO: Aniceto Adir . • - . Rua Duque de Caias s/n Redução e Adn11111straçuo. • Bela Vista - Mato Grosso f • Tribuna ,Ju Fro111c1r-~) (Compo.to e Impresso na Grafica ,.._ _, etc, isso amigão, é porque o mund1J esqu ceu o amor. 1 ào é ser "bicha" viver com umor e pelo amor. Ser "bi ctrn" amigão, é usar e abusar do machismo. e esquecer que o umor é fonte da divindade, é esquerer que Cris to morreu por amor. abe amigão: ás vezes eu olho parn voce e me vejo há cin<'0 anos atrás. ··como eu em Burro Amigão" ilus Ele 11üo quer os justos. este!'. jú estilo salvos, ele quer os pecadores. as ovelhas des garradas, os filho,; oróJigos. Ele qurr 'OC'e amigiio. Vou dizer-lhe uma coisa: Voce tem t'ilhos e o exemplo que voce dá a eles é "triste' e isso amigão é muita respoI:. ubilidarle de sua parle. Deus enviou uma alma para que voce a criasse para Ele e vai i;edir r,:ntas de sua obra. 'amos deixar de larlo estP história de • puxa saco de padres. Pies umig-'10, suo homens como nós e. instrumentos de Deus. Voce suhe que na u,ttu reza tudo é trino, não pode existir a dualidade na meclnica celeste, sempre foi assim: Pai. Filho e Es pirito Santr,, Nós. Padre e Deus, Pai. ~lii.e e Filho ... é muito colllplicado explicar-lhe a trilogia e o simholinmo do número três ... 11.as ,mi~cio a única coisa certa é que se não vemos cem C1·isto, "Em Cristo e pelo Cristo, não vive vimos. apenas vegetamos. Amigão. vamos .tl'or<lar para a realidade, Cristo clama por voce, deixe de machismos inúteis, cgoismos e abm os braços para Cristo pois ELE está rle bruços abrrtos lhe t>spcranrlo. Crisrn nos quer Ve:ncedores. o Homem nasceu para grandes feitos, tudo é possivel desde que em pregues a fé no . e•.! Dia a Diu. . l - Não nutra qualquer sensação de culpa por se sentir fe lrz e ter sucesso, se trabalha honestamente e <"<1111 um :-t'n::-u dt" responsabilidade social. 2- Fie a moderna idéia de sucesso, que trata de se ter f.lllCl"iõil!-0 COll10 pesoa. 3- L.-ia e cstmfc a [l[ BLI , como "llÍ:i prátirn pi!ra uma vida de sucesso. -1 • Não ponha de parte a imporrãncin do trabalho duro, a coragem de se nanter nele, um objetivo definido e a capaci dade de se sentir divertido durante esse processo. e não hou ,·cr clicrt-Uo nêlc, a)guma coisa está errada com o que você está fazendo. 5- Use a cabeça. 'em isso nunca chegará a frente. 6 • ilantcnlrn o entusiasmo e goste do qur está fazendo, 7- Mantenha-se tranquilo ão se ponha tenso, haja o que houver, pois com isso só conseguirá fechar o poder eri:ui,o Ó homem tranquilo é um homem poderoso. 8 - Observe período- regulares de quietação e exercite sensação da PRESENÇA de BEvs, eu HIAÉo, ornando a cria-lo. • 9 • :irn:.lize o !lEINO DE DEUS c.111 ,occ.. 'cja-sc como um possuidor potencial da munificência de DE! S 10 • Elimine - e isso é mu.iro importante- ua capacidade para a auto destruição. - Norman Vieent P·ale e 6 a b a 1 r, ( ' d ;i e i( z. re No PROCURE DEUS COM VEDO, PORQUE ELE ESTÁ FOLIO ! COll(,l'l. E1E7 9 Kit%ft E1EEJ II»III O DCRIII. C ERISIIIOI Alamos to Stsr:trio te eh Iisl Direto,· l•'.spii'itual: Padre Brandüo Greany Pres. do Subsecretariado: Eduardo J. Ocoriz Vogal de impresssos e comunicndos: lvaldo Pereira, Leonardo Brites, Odorico Burlamaqul. Foldore: Antonio Lopes e Hidekl Akomatsu Vognl de Ullrev:.1s e Cbusurn : Geraldo Arce,· Gentil Andrade. Vogal de Alavuucus: Nestor de Almada, í-roncisco Silvo ognl de E ·colu de Dirigentes: Genil As sls. Hortencio Escobar, Wilson Nobhon Tesouraria: Roque Poez, Marcelino Sanches Ficha ele JnRc.: A cargo do Subsecretario. Ad}unto elos Pelecistas e Patrimonio: João, Nazir e Marilza Pinheiro ,cljunto ao ~l<>Vimento dus • ,Juvens: Henrique i 1 Dedé Novo Horário das Missas Matriz de Santo Afonso Diáriamente às l}.oo hora-, exceto ao- sábados Quarta feira: ovena às lo.os haras Missa com ovena às 19.oo horas Domingo- à- 730 horas e às 19,00. Capela do E,piril<> Sanlo Qnarln • friru Mis-a com novena ls 6,30 horas Novena às 1630 horas :3!,ha,ln us l!l.00 hora• Domi"l!" à, 18.00 horas C:UHSO DE llATI 10 Mles de Agosto Din 29 sexta - feira às 19.30 horas Dia l domingo· após a ta. Missa da manhã :'\ini:-tros Extracnlinário.,; da Eucari .. tia: ão pessoas que, por cau-a da carencia de >acer dotes e tamanho territorial tia Paróquia. rccchcran1 do Bispo Diocesano, autorização para distribuir a >sma. Eu cnri,tiu nn Paróquia tle ::ian10 Afonso de Bcln ·i,ta. São os seguintes os ministros da Eucaristia: lrm,w Frnnci,co 'choll C. - .. H. Irmã Lucinda Gahão de Cestro lrm[t Angdinu • lrmii Clo1ildc Sue Sas;aki lrmi Eva de Jesus Bati-ta Wilson i'iahhan, Fortunato ipoli, Hnimundo ,lo, Santo, U Of L: CRISTO J. Urteaga ile je, o nvo os C1,I Uma das provas da pasc::.agem de Cristo pel~ Terra é que Hoje, Depoi de dois mil anos. Ainda existem Fariseus como Voce, Tentando Provar ao Contrário. 'risto! Falamos até agora de pequenos valores humauos. Ai tens o Valor para a tua Vida humana. Ai tens o protesto consciente mais vigoroso contra o tempo presente. Cristo é o nome que acima de todo nom • 11" l'ol dado: Ele é :J Luz. Se soubéssemos o que dizemos quando o pronun ciamos com nos ns 1..Jrc,1s suja· ootariumos o frc•s cor, u exuberânciu. o mui,; grauclioso estremecimento que pode sucudic· uma alma. Cristo! Aí tel'mim1 a busca uusiosa dos inquieto: por unn vida melhor e maí • plena. Cristo! Eis o absoluto que explica todas as nos8a8 ambições Somos, jovens Cristãos, duma raça divina, e só Deus pocle satisfazer a 111,s ·a ânsias. Não sorrias com es e olhar de velho trocista ... Fora de Cristo não terás paz iuuca Fora de Cristo, todos os teus ideais te condu zirão uo malôgro. Fora de Cristo, mirrar-se-ão a nossas vidas de nojo e de raiva. Volve teus olhos pura Cl'isto jovem. perfeito Deus e perfeito homen,, e entrarás na vida com passo firme 1ão sejas tãe> velllo que penses em tom ele lamúría que nada podes fazer a vida Podes Tendo, Cristo contigo sentir o orgulho de um conqui tador de cem munr!os. O mundo é nosso por que é de Cri to. ·'Quem é santo, santifique-se mais'" (.poculipse XX 1 l, l l); Quet·P,rás mui preceitos positivo· para Jeva re uma vida cristamente ambicioHa? ":luilo convem não apoucar os dt>sejos. mas crer de Deus que, e nos e !'orçamo pouco a pouco. ainda que não seja logo, poderemos chegar ao que muitos santos com seu t'a vor" E a Madre Tereza que nõ-lo diz; '·fü:pauta-m o muito que l'az neste caminho aní mar-se a grandes coisas, ainda que depoir- não. ten ba forças a alma, dá um vôo e chega a muitos" E ou trn vez, Tereza que insiste no mesmo tema im o enhor é amigo da almas animosas de come ços briosos, de impetos fortes Umas<> coi a quer Deus da nossa ambição: que pouba· mos tda a no a confiança n'Ele. Isso basta. Promete-lbP ser um IJomem veemente apab:onado por Cristo. Conselho Desaconselhável ( ... diante da mais antiga profissão do mundo) Artigo 1%: Prende-se quem sai com a~ protistutD- 5 e nao as proprias. Parágr_afo Único: Tirar uma foto 3 por 4 do imbecil e publicar com sua biografia na primeira página do Jornal de mator circulação da cidade. RE ULTADO E PERADO, ilAS NO COMPROVADO O número de protitutas diminuirá na proporçl que o número de proustutos diminuir. "Lei da Oferta e Procura." (Neimar de Barros) NB: Voce não fica bem em 3 por 4? 0 de Julho de 1975 ---------------------- 'l'rll>una <lu Fronteira OPINlãO LIVRE COL·UNA JUR DICA H. Medeiros Filho- Ilegitimo e Seu DBERTURI Jlgo esta acontecen do no cenário politico. EstruuoR UBoislindo um descncudeume11to de fa tos desconcertantes que ocorrem constuntcme!.!te. Os pronunciamentos de pessoas que merer.em créditos estflo a indicar alguma unol'!nalidnrle na conduta dos polillcos que conduzem a mrn do Eslndo, que finalmente serve de sobre-aviso ou um alerta a nós todos cidadãos que desejamos umu ruzoú vel ordem pu- ra o andamento pacifico i: perfeito due metas do Governo no que diz res peito ao Interesse social ecunomico e político, no ladamente neste, que ui llmamente provor.ou o emprego do Ato Inst. nº 5 pura a cassação do mnnd!Lto de um senador como lambem acontece• ru no caso do Acre, há bem pouco tempo. A euforia du oposi ção com u conquista de ulguu,as vitórias setoria is nus eleições de 74, embora continue oposi ção e minoria, trouxe de volta ao Congresso acional aquela arrogan eia antes tênue e jú ar refecida, ma agora exa gerada e, txigencius dus seus rt-presentantes com as usuais expressões de fundo bem conhecido co mo ... abertura. . . rede mocratizução etc. Querem que se instale llO Pais a vigencia de plena democracia sem implicancia do policia mento exercido por quem de direito para u manutenção dessa mes n1a democracia, porém sem os perigos da sub versão. da corrnpçiío e outros casos incompati Veis com o regime revo lucionário implantado no 13rasll com os Atos de e.xcessão em vigor, que hnalmente não alteru a liberdade te quem quer vIver em paz, porque nos dá garantias para o trabalho propulsor. de Vendo até, serem aplau didas essas medidas salva doras contra a desorclem e o cáos enaltecendo os. Governos da Revoluçllo que efetivamente pude ram, depois de Março de 64, dar impulso ao nosso dese volvimento prejudicado que foi por mais de uma década em virtude de maus gover nos, de demagogia r. AU bversão. Quando lemos nos j•>rnais ta noticias des conr.erlantcs de certos atos praticados por par lamentares, sem as rcpri meneias imedintns Jos se us pares, na repuraçào de injustos procedimen to·, males que acarre tam uma tensão constan te nos meios politicos, como populares, não res ta dúvida que o fim me mo da omissão é a apli cação do Ato Inst, 1 5 pelo ~r. !'residente clu Hepública, único e " se vero " grn1 rdi:lo do decô ro, quando deveria ser exercida essa sanção pe lo próprio Congresso, pa ra o seu crescente con ceito perante u opinião pública. já que estão ali, o: representantes do po vo. 1 Como o caso W. Cam pos tão comentado ago ra, existem por ai parla mentares qne praticam os maiores atos de cor rupção, indicando funci? nàrios públicos e Prefei tos incapazes, desconhe cedores dos fundamentos administrativos, que no final degrigolam as frnan ças muni<'ipais, empre gando indevidamente os dinheiros publicos sem as :::ormas legais, numa burbuldia de iuepcia e omissão crimiuosas com graves prejuizs par. O povo, único prejudicado. mas acocorados a p"O teção do .. Cbefe que os traz no cabresto co mo perfeitos instrumen tos dos seus mteresses espurios. E quando um desses monstrengos é de mitido, por passar. da conta os seus desatinos, ainda o chefe arranja-lhe polpudo empregc> . _como premio w que fez jus pe la sua subservancta, Isto tem que_ acabar.: A moralização dos tos da administra- assuu . t á que tração publica tere hegar a um processo "° l ?uta'âmento pela. }ustiça º!D ~ um ou espec1hc:1 pa c fim de ra esses casos, a l . rotetores e protegi ] !ia as sonieaIypjgz . dos seus proce t- cias mentos condenáveis, in qutuudos que são routra a l'é pública e o interes se ela comunldadP. Depois do e cfindulo do caso V. Campo , ou tros virão, uilo resta dú vida; só quem nilo tem olhos não vê a subver são da ordem em mar cha batida num de, ufio constante aos princípios revolucionários que vi sam a garantia aí está o livro p1·oibido do ex-de putado Mario Alves:. o Despertar ela Hcvnlui;-iio. garantia de todos dentro de um regime de houes tidade, respeito, paz e trabalho, dentro do sis tema implantado pela Re volução 64 e garantido pelos Orgãos Superiore tio Conselho da eguran ça Nacional, pura o bem estar e a tranquilidade da Nação brasileira. Jota Jota - DISTENSAO Comentando os es forços desenvolvido: pe lo Presidente da Repú blica no sentido de mo tivar a imaginação cria dora dos politicos. a fim de que sejam superados os obstáculos a seu pro jeto de distensão, ú de putado Alva r o D ias (M.D.B.-RS) sugeriu a estruturaçêio de uma co missão especial na Cà mara dos Deputados des tinuda a desenvolver es tudos visando a propor ao pais um novo mode lo institucional. indepen dente de correntes ideoló gicas ou partidos. Para o bom desempenho da comissão que propõe, o parlamentar gaúcho re con:euda a convocação de representantes da cu! tura jurídica brasileira, entre os quais ressalta os nomes de Sobral Pin to, Aliomar Baleeiro, Os valdo Trigueiro. Afonso Arinos, Seabra Fagundes, Prado Kelly e Cüio Ma rio da Silva Pereira., a lém de representantes da Escola Superior de Guer ra e das assembléias le gislativas estaduais. O mnrirlo que f.t• Hi' para da mulher, sem des quito, e tem filho com outm mulher não pode re<'ouhece-lo. O atua I Có digo Civil pronbe o reco nhecim •nto de filho a dullerlao (proveuiente de adultério ). Se for feito, haverá violação da lei. com sanção penal para quem prestou cte<:luraç:1o f,ll a ao oficia 1 do regis tro civil. Só após a dis- Garantindo a Companheira ' vila com um ho mem desquitado que te nha filhos do casamento antt-rior, niio impede que os bens vão sendo ud quiridos coloque-&e em nome da eompanlwira. A ,·erda de é que o desquitzdo esta capacita do a dispor de seus bens como entP1HIPr. Com o desquite, houve um in ventá1 io e partilha. en tr os côrajuges, cio bens então exi;.te,1tes. A es posa ( o•.1 o:< filht) ) po dem pretender a n u I a r doaçõe na vigêucía da ociedade conjugul ou en DE PO T Luiz Goulart Justifica- e, perfeita mente, a !'orça construti va do Patriotismo, bem como aceita-se o senti mento amoroso de farni lia. Mas nada exis te, na terra, que suplente o sentimento de Humanidade que deve mos a lodos os seres, co mo nenhuma familia po de usufruir só para si o que venha a !'altar em outros lares. Amemos nossa Pátria e nossa fa milia, mas admitamos que o coração lenha su ficiente amor para trans bordar além das parede de nossa casa. A luz ilumina a Hu manidade inteira! A pre ce das alme.s de toda as raças do .Universo é dirigida, com a me ·ma intensidade, a um ponto de Claridade.. Aquele que passa em Andrajos à nossa porta é um po bre irmão que não nas ceu sob o teto de nossa casa, mas veio ao mun do na mesma terra que sente nossos passos e absorve lágri111as da Hu manidade. Fechar o coração de nossa terra aos corações distantes e fecba.r as portas de nossa casa aos que batem é selar com o sinete das trevas. a Pátl"io. e o lar à entro soluç:lo du 1-ol'ictJadl' con jugal é que podera ser feito, nos termos da lei 3, de 21 de outubro de l !110. No entanto, mesmo sem o reconhecimento, o filho ilegitimo pode rei 'lndicar penstio allmen lida. No pedido ele ali mentos o pai poderá re conhecer a flll11çl10, u,· sumindo a obrigação. tio até dois (2) anos de pois da dissoluçii o. O ideal seria a aqui sição de bens em co rnum. em nome dos tlois, rara evitar prolilemas l'uturos. Nada mais justo do que assegurar à compu nlJeira melvs tle sobrev: véncia. inclusive com a aquisição de bens imó veis em seu nome. Evi t!eute que os filhos do casamento anterior não serão herdei1 os da com pauhc>ira. mas sim do pai. BERTB da da Luz do Cristo! O Lar onde habita o Mestre, desdobra-se, em infiaita e trada que. dando volta ao mundc' une todas a criaturas num mesmo abraço de Fraternidade. As Guerras e Desentendi mentos entre leões e as -e l ,arntõt·"' entre fo;nilir:a-. t'flUÍ,a em à obra de negatividade: Fruto as0nado que não leva m teu interior boas mnen te- de frutificação à Crosta do Planeta que nos acolheu como a na, e do espaço, em deman da da evolucão maior, ao cora ão do Cristo. ó na uuião de todas as Pátrias d e t o d a s as familias sob a égide do nl de "abedotia e do Senhor deClemPncia e Paz o Cristo podem as cria turasdompletar, na terra. a construção do Edifício de Amor, alicerçado nas bases firmes do evange lho de redenção da ilu manidade. Abram-se o laros e o- paises ao entendirnen to do Fraternidade apon tada na Paz e na be leza do Mestre e tere mos um mundo de pro vações transformado em campo de Fartura e Feli cidade! Qnandt1 todos diio, todos têm! .. Tribunn. ria Froutelra Brla IJi;t.a :'ll. --------------- INDICIDDR %0 de Julho de 1973 COMERCIAL SERGIO ROBERTO PERONDI ADVOGADO E:SCRITÓIUO Hua Gen ·ral Q:,;ório, 825 l3ela Vista Mato Grosso INDICilDOR PROFISSIONDL .Dr. Pedro Palmieri Advocacia em Geral lua 15 de Novembro 170 Fone 2.'li Bela Vista ,IT D. FIORI MURAMO Médico Rua 15 de ovembro, 75 - Bela Vista - MT =HAROLDO MEDEIROS= AO'OGADO 0AB - MT. llU:! CPF 008-295.Ui0 Rua 15 de Novembro 177 - Bela Vista J!l. Dra. Maria Aparecida Zanda Grella Cirurgiã - Dentista (CRO-387) Odontopediatrin Prótese em geral - Raio X "Consultas com hora marcada" Hna Cel. Jnvêncio 237 - Jardim .Mt. B Dr. Késio Loureiro Pinheiro Advogado Rua Antonio Maria Coelho 22 l Bela Vista Mt. 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CA :- FLORE' "A Casa de Sua Economia" Pilu<I Rebuú :iHli Bonito - Mt FLORES Centro de Orien tação Escolar Direção Prof. Maria Lour•:iro Pi• nheiru l'rt·-l'ri111:írio t· .larer11al Matriculas Abertas HORÁRIO da- 8.00 JI. :i- J 1., "' li-. Aula- Particulare- no periodo da Tarde 1 B., 1 a ' i , t " - .lalu (;n,··" E HOTEL Lanches. Bebidas em geral. 'orvetes J!iudezas e Hotel São Francisco -0 Hotel da Cidade• Ambiente eleto Açougue VENCEDOR ílijouleria ... Atedido pelos Proprietário," Carne Fresca a Toda IBORR!lCHllRlll, lllVDGEM .. Atende-sé Dia e oitc" "Organização Bonifácio Jaquet e Filho" Avenida Eugenio Penzo 44 - Antonio J oào Mato Grosso Hora Higiene E BATERIAS e Rapidez CASA SÃO JOSÉ De José Destefani '. }. , i ' :i. ~ i " X l ~ ., Vendas só no Atacado Coca-cola. Fanta, "Katira", Skol em lata e garra'a, Trigo Tosca 10 X 1, Querozene Jacaré. .-rame .. Ovalado Argentino. Arame. Mota. Secos e :!olhado:,, em Geral · l Vendemos também o Oleo mais preferido da Hegiüo. 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(Bi.semanário fundado cm 25/2/72) legistro no Cartório de Titulo- e Documentos n.o 10o Propriedade <la Empresa GnHica Tribuna du Fronteira CGC 0:l:!0l:!1>6/0001 - ln,cric;üo E-tnol1111I 1:;o.;92.1:z.:1 Diretora: Maria Estela . 1',·n·iru Expediente Diretor e Editor-Chefe - lvalclo Pereirn Colaboradut·es - Diversos OFICINAS Get'enle - Çii/;,•11 c5ifo,, .S,,111,•; l~iPitE • ÃO - tnicte tdair (C/iclc! COMPOSIÇÃO - 0ale ruis de Seu±o Chefe) 2'lsen Q. 0111r,1, .J,•rf.,' /J. !JJ111r,1, J..'uis C. !L),Jé, t'dcr 'Ri/,drt• "As opiniões emitidas nos artigos assinados não repreen tnm o ponto de vista do jornal. podcnrlo até :-t•r t·ontrilriui. a éste. A opini:1n do jornal. nchu•H· t'.'.JJrt•:-:-a nu:,, Edi1oriuie e nos comentários não assinado" A Concessão de publiciclacle Dão implica em compromisso politico ideológico" Assinatura Anual: Bela Vista - ll0.00 Outros Municípios - 100.00 Redução, Administração e Oricinas: Hua Duque de Caias s/n - Bela, Vista .lato Grns,n (Perto do Colé::io Cn,1clo Branco) POLITICI-DE .JOSÉ GARCIA NETO llrasiliu - Em recen te pronunciamento, l.l0 plt--nário da 'ilmarn Fe deral, o deputado Siquei ra Campos, da Arena goiana, sugeriu a poh1ti ca udotadu pelo gover nador Jos(• Garcia . ·ew , RACHO IERZI NO DIRETORIO NDCIONilL on ftRENll Senador Rachid Saldanha Derzi Cuiubá - O senudúr Rachid Saldanha Derzi poderá ser o representante de Mato Grosso uo Oi ret"rio Nacicual da Arena. segundo o preside11te cio Diretorio Regional Euio Carlos Vieira. assina lando que o parlamentar reune todas a condições necessária" pura ocupar o importante cargo na al ta cúpula partidaria. vago tlrsde o falecimento cio senador Filinto ~luller. Falando a jornalista;:; desta Capital, Enio Carlos Vieira foi taxativo ao infor mar que e senador Derzi reuue todas as qualida drs inerentes a um gmDcle prócer político, notada mente pela suu iuegavel experiência p11rlame11tar. POSTO SftNTll CIITDRIND LIDO A bcrto dia e noite Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina • ~ 1 ' • '. • . Anexo: I ,anchonete ' "' · Avenida Visconde .de Taunay Esquina Floria no Peixoto -· ., ,._, Perto do Danco•do Brasil Guia Lopes-da Laguna, Mt. CIIPRI 1 1 1~nora com Novo Proprietário sendo Atendido pelo mesmo I 1'"' .,. • ! r. Ambiente Estritamente Familiar j Quartos com 'Pias- Apartamentos ,, ' 1 Restà~rante: "Comida Caseira" "N Cera;as de Camre irand" R. Rio Branco - 220 - f<olle 4-2105 - C. Granrle ~lt. HOTEL a como mtdelo nacional, ao n·I 11 r ts ob l'na 'IH'" que llz1•r,1 <·ru Mato Grosso durante xua visita, tamem re eente, ao Estado. "Chamo a atenção da Arena Nacional para que. :-l' qui1.Pr 1, ,,., ir dt• base a vm runde to vento popular I' UÍl nar-;.,I' eom o fJO'O, ndo lP ('Oll)() llltJclelo a il('iíO do Governo de Gareia Neto e tambem do próprio l'arlido. Plll lato (iro, =-•>. qu<' ido vL•rdacleirn mente exemplares". [ai;; udiallll'. l'Pil(•· rnu o parlamentar do J•:,-;tadn d1• (ioi:.u.: ·'(JUt'lll quill'I' dar aut, ntil'idad,. à Arena, terá de voltar suas vistas par1 o rui, de E,-:adu 11111 lo-grnRHPII· ,-e e ver o co111porta me11lo dos homer,._ da cl'Pllil p do J.!OH'!'llil'!Or Garl'ia .'<•to". I TE!/SER!E3 Pg 0 CP C'uiabà. (:-;EDl MA T) .Já se enco11 :ram devi lameute inFt,: ]ada - no Centro f'olitit·•> Admioistrati'o CPA as ·ecretarias r!P. Arlmi11i;; traç.1o, de Viação e • Obras Públjcas e Pl11 ne jameDto (;: Coordenç1çüo Geral. As referirl.ts !:-e cretarias vieram trau ·re ridas do Palácio rleu castro. Por outro lado, a obrai; dos blc,r.os de. ti oados aos ·Tribunais de Contas e de Justiça do Es11.ldo,(ainda .no Paláci o Alencastro) .. •. ioicladas , • 1 na ·gestão. pa_s a.da vem :· tendo um ritmo acéler.-1do • por determinacão do go vernador ,l osé Garcia ~eto que. inclusive., já estão em fase bastante adiaDtada. casa SUDDESlf- de .€111(/io J. fl,·f claiu , _ • ( 1; • -- Ferrros, Chapas. Tubos, Tintas, Azulejos, Vidros, Conjuntos Sanitarios, Arames, Ferragens, .... J 1 1. .... '. f ' •• . E uma Infinidade -de Artigos parp . o Cliente Exigente. • ·'· 2±o ?o3,zssóa zszcur?ao • Temos 'Cimento para pronta ' entfega ,em:' Grande Estoque ·.~- ,. Rua Cel. Juvenêio' 8i5 • • • , -r-- - . ·:. Gula .- Lopes da La.gÜna • -- Mato Grosso l ia « « 1 I lRIBUNR on "Órgão lnr!epeudenle a FRONTEIRll Serviço da Região' Ano IV Iela Vista MT. 3007/75- N" 16 EN FO Q D.E (F BTDS E OCIEDBDE) BlllLE "BU./SWJL 'HOW" agradou plenamente. Ritmo... Música ... e Magia. Sambão de primeira ... Rock da pesada ... e também os " Suaves". Foi um sucesso, novamente os adeptos da boa música devem prestigiar o BRA.'WIL SHOW... OM TIPO EXPOH.TAÇAO. : 8·7 8011 iocnoa Numa jogada de mestre, o empresário CATU REBA contratou o BRASWIL 'HOW, alugou os a Iões do GPR, do Restaurante do Clube do Laço e botou prá quebrar. UCESSO ·- --- ;,,::-X?-<, El VIEJO llMOR Nilo e Gilca ... ele paraguaio ... ela brasileira... ambos romllnlicos e recordando... recoroando ... pois o amor nfio é eterno... eterna é a capacidade de amar. "EI viejo amor nu se troca nunca ... " SECRET IRlll COClD11 Juventude pão com cocada e fez presente e como ... José Ronaldo, Sérgio Dealtry. Eloy Loureiro Márcia Gabinio, ·Janes Mascarenhas, Maria da Glo ria, Teima ... curtiram o som da pesada. É issC' aí. .. Alegria muita Alegria Moçada... Delegacia Regional de Policia de Jardim - Mt. Of. Nº SÓ ELES ... Abandonados na solidão "a doi ".. participan do fisicamente ... mas viajando pelos caminhos do amor, os jovens casais: Bermudez-Flavia, Luiz Fer nando-Cristiana, Ribas-Myrna, Geraldo-Janes, An tonio-Denise ... ____ ,)i,(-)8(-S.";(::,•===- As Novas Comunidades "Aprenderam a conversar com a natureza. A cada dia, abrem portas de um mundo nov e fan tástico, porque suas cucas não tem barreiras. ão romíi."nlicos, ingênuos e contraditórios. !las, acima de tudo, são caras que perseguem incansávelmen te as barras do desconhecido, sem parar 110 tem po ou 110 espaço. ão as novas comunidarles de jovens da Bahia (POP) 9< <----- Prestigiarqm Prestigiaram o Baile... os casais llajor Del Cueto e Sra, Dr. Helio e ira., Cel Guimarães e Sra, Ricardo !leio e Sra, llarçal e Sra, Diomedes e Sra, João Garcia e Sra, Pedro Mello e Sra, Márcio Dó ria Passos e Sra, Moacir Baioni e Sra ... < 9.: -- Surpresa De Brasilia a amiga Nica (Anu Rosa Silva), que proporcionou uma bela surpresa ao Couvara ... seu velho amor ... --9 < Retificação Na coluna do dia 27, onde está.escrito Sr. Luiz carlos Nazaret, 1e-se Sra. .Lu" Car los Nazaret... osso<. Aniversários Dia - 26 - Fabrício Dedé (1 aninho) « - « - Olímpio Recalde (Mosquito) « - 28 - Sargentu Gercy Silva -<8<. "Quantas estradas um homem deve percorrer antes que o chamemos um homem? (Blowin In The Wind) O povão reclamou dos preços da IV Exposi ção... uma cerveja 7,00--um pastel 2,00 - e por ui afora ... o negócio fui fogo ... DE SEG. PUBLICA 101 / DRP / 75 Do Dei. neg. d Pol. de ,Jurdim Ao Exm" Sr. Dr. Prefei to Municipal de Dela 'is ta Assunto: Agradecimentos Em nome da Regio uul que ora ririjo, quero por meio deste, agrade cer a V. Excia, o gesto nobre desse digno Prefei to colocando à disposi çao do Delegado Regio na! de Policia de Jardim, uma viaturn devidu men Senhor Prefeito Esta carta tem por finalidade agradecer em meu nome e dos morado res da Vila Nova, a abertura da rua k- (pro longamento), que de rua s ó l i n h r, o m e, pois no local já ha viu um matagal, o que a deixava completamen te ln transitável, dificul tando até m e s m o a p a s s a g e ns tos pedestres. Salientamos ainda o nosso justo agra decimeuto. pois que não ficou só nesta rua, mas outras ruas já estão sen do patroladas aqui no nosso bairro, proporcio te abastecida dessa Ie punição. para que ente Delegado tivesse a opor tunidade e meios pura inspecionar a Delega'H4 de Policia de Bela Vi 'la e ver de perto a situação atual da mesma. Aproveito-me da o portunidade para pre sentar a V. Excia os pro testos ele estima e con sideraçflo. Francisco 'ieira de Campos Curado Delegado Reg. de Pol. de Jardim. Bela Vista 29 de Julho de 1975 Ao D. D. Prefeito <le Bela Vi:;La • Mt. nando-nos uma ligação mais rápida e ruais cur ta ao centro da cidade, rumo à Usina local. Graças ao seu es;;i rito de iniciativa, trazen do-nos maiores condi ções de trabalho. lran qui!iclade e sossego de nossas familias, estare mos esperançados de me lbores dias para uo1-sa Bela Vista. sem mais Alentamente. Proprietário da Casa Bom Gosto. DISTRITOS FLORE STlllS EM MT. Cuiabá, - A fim de de[inir a criação dos dois primeiros Distritos Florestais eu Mato Gros so, u Governo do Estado, através das Secretarias de Planejamento e Agri cultura, assinou ontem contrato com a Associa ção i'ialogMsseuse de Reflorestadores. para o inicio dos estudos. Adiantou u secretá rio Bento Porto, do Pia nejamento, que dentro de 60 dias estarão con cluidos os estudos que indicarão os dois Distri tos Florestais, sendo o primeiro no eixo Campo Grande - Três Lagoas e o segundo na linlla Cuiabá - Barra do Gar ças. No primeiro eixo, Campo Grande - Três Lagoas, existem atual mente mais de 4oo mil hectares projetados para o reflorestamento. INCENTIVO A implantação eles ses Distritos, iniciativa do Governo Garcia Neto servirá de incentivo à ex pansão do ref.lorestamen to em Mato Grosso, se gundo Bento Porto. O Secretário de Pia nejamento e Coordena ção Geral informou ain da que deverá seguir via gem a Brasilia no pró ximo domingo, para tra tar de operações finan ceiras junto às autorida des locais. Seu regresso está previsto para o ti na da semana vindoura. LIVRO Já em fas de revisão um livro d autoria do jora lista valdo reira. 0 l vro será composto e im presso na Gráfica 'Tril na da Fronteira, qu la ça-se no ramo editorial e já plan ja o laoçu111eo lo de outros titulos ele autores belavistenses... PREPITIURA SI B. LIZA ... O Prefeito ~Junicipal Rct.-!11 de ·uslro Pinto dando continuidade ao vertiginoso ritmo de Ira balho que impôs à sua administração, vem de colaborar com a CIRE TRAN de nossa cidade. no tocante a sinalização das ruas de Bela Vista O Prefeito belais tense mandou confeccio· nar as principais placas e colocou-us à dispo. I· ção dos encarregado do transito. que Já as instalaram nos princid is logradouro . Uma {'I: dade sinalizada, é uma CI dade organizada. Para isto a Prefeitura pede e espera a comprensã» dos municipes para que obedeçam Rigorosame te 4 sinalização. Pi palm,mte no que e:e re _.: re ao Limite de 'el<'CI· dade. Rela Vista preci,:a dar exemplo, a come"h pelo respeito às regra, de trânsito. Mato Grosso na Tela cuia4. 2to7 75 $ dimat) O Diretor da en presa Leão Filmes, ~~~ vem divulgando Mu b • dil Grosso em "jornais tela" dos· cinemas deS e e de_outros Est+d0," nunciou ao jornal" Ruy Sant'Ana. Dire!" do Sedimat, que no f" da semana vindoUrtl empresa estará divulga" a do reportagens que_, ó· brangem aspectos !11,,t .• ricos de Vila Bela._ a "; sita de N. S. ctn Carlll_ a Cuiabá e Orquestr $1if@nica ta Uivér{% de Gama Fi.lbo, do U' de Janeiro, que se oprertl sentou recentemente Três Lagoas. ... 1 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº165_27_07_1975 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº167_03_08_1975 Voltar para a lista de itens