TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº184_09_11_1975 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº184_09_11_1975Número da edição184Data de publicação9 de novembro de 1975Número de páginas6GeoCoordenada -22.104733676875238 , -56.53137608863866 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº184_09_11_1975 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ] FUNDADOR E DIRETOR RESPONSÁVEL: IVALDO PERmRA /NO IV Redação, Oficina e Administração Rua Duque de Caxias S/N Bela Vista, !) de Novembro de 1975 131-Semanário N" 184 à DIREITOS Em todo dio 10 de dezem hro transcorre mais um qno da "Declaração Universal dos Direitos Humanos", sobre o qual tanto se tem falado en· trc nós, poro, de modo indire to, ntoCJ1re111-se 01 governos do llcvoluçAo de Março de 196 i, cornn se ÍO••cmos o exemplo ele desrespeito de•sas rcgrns universais ideais. o plano in ternacional, os Partidos Comu nistas, recebendo ordens de Moscou, visam muito mnis no Chile, por motivos óbvios, cio que n nós próprios brasi leiros. "O desrespeito aos di reitos do homem , no pais vi zinho, chegou a ser objeto de condcnaçilo pelo senador Ken nedy, nos Estados nidos. Muitos brasileiros, con •idcra,los ilust rcs, pretendem conlrastur os princípios <ln De cloração com atos do Revolu ção de Março. Observe-se que esses peritos cm confromnr princípios i-üo cxatnmcnte oi" que não seguem principio ol gum, em razão da sua parecia fiaade evidente Uma coníron ação éria não poderia ser fei ta com o Brasil, nem mesmo com o Chile, nrns 1•xntn111cntc com aqueles governos que as sinando a Declaração dos Di eitos lunanos fizeram por mera formalidade, parn nilo dizer por tática política, por que na verdade nunca se res· peitaram em seus países. Os propósitos de desres peito uos direito do homem no seio das ações Unidas, é de tal modo flagrante, que os países comunistas negam-se, com seus aliados, a condenar o terrorismo, rejeitando o pro Po-ta dos países lideres do Oeidente, sob a alegação de que as práticns terroristas fa zem parte de "justos" movi mentos revolucionários. lo importa que o artigo III da Declaração preceitue que "to do homem tem direito à vida à liber<lnilc e à segurança pes ·oal". Desde que'a violação desses direitos seja por esses países julgada conveniente para o n1ovin1ento rcvolucionúrio universal, matam, prendem, in terna em clínicas psiquiátri cas e praticam atos de vanda lismo. Em pronunciramcnto rcccn te ao mundo Ocidental, man dado publicar pcln Biblioteca do Exército, Soljcnitsin, fez revelações extraordinárias. "O Comunismo foi o sis tema político que pela primei ra vez a história do mundo, instituiu os Campos de Con ccntruçào; foi o primeiro n in troduzir o istema de refens, isto , não prender a pessoa que os dirigentes estão procu rando, mas. ao invés disso, cn careerar sua familia ou parcn te próximos e matá-los na pri HUMANOS Clovis Stenzel «ão; instituiu o genocidio dos rumpo1h!Ses, lendo executado quinze milhões Je cnmponc ses; ll pessoas eram executa das onuolmenlc no Regime do Tzor, ao passo que de 1937 a 1938 o comuni•mo executou 10.000 por mês na Rússia; a Inquisição Espanhola, por to dos lilo condenado, e com jus liça, eliminava - diz Soljcnil• sin •· 10 pessoas por rnes, no passo que o PC soviético cbe gou a eliminar 40.000 mensal mente". ilaus brasileiros, maus pa triotos ncg11rn-•e o fazer compa· rações. Assim como o senador Kennedy, verbaram contra ex cesso. que posam estar ocor rendo no Chile, justo se r ia que não se limitassem ao era me do caso chileno, uma o 111 dnguo num oceano de des- 1 Recebemos de um ex-colaborador carta protestando contra a publicação da matéria intitulada "Herzog é e pultado", ·'transcrita do Jornal de Brasilia" na Tribuna de 2/11 pró ximo passado. Citando inúmeros J ornallstas mor tos no cumprimento do dever, o missivista sur preendeu-se com o es paço dedicad(l àquela matéria, O ex-colabora dor, que militou na T R I 13 U N A do nº 6 ao 30, repudia ,. espaço dedicado ao Jornalista suicida, desconhecendo que em nossa ciôade a circulção dos Jornais dos principais centros é del'icitária e nós por um dever da Imprensa Honesta precisávamos esclarecer a opinião pú blica, pois do contrário elementos contrários a filosofia revolucionária poderia deturpar os fatos e conturbar a ordem. Não fizemos mais do que a nnssa obrigação, pois a noticia mostrou os ratos e a pub1icação da nota oficial cio 11º Exército di rimiu as possiveis dúvi das que poderiam gras sur no seio da coletivida de. principalmente por falta de informação. A respeitos à pessoa humana pra ticados pelos países comunis ta, . .Mmta, palavna do prole ridas contra Pinche, que é U• ma consequência. enhum11 conlrn Fidel, que é cnusn. lluicos memoriais de cultores <lo Direito conlrn os n o v o • Governo,, que nos defendem. Nenhum memorial contra os regimes que exportam a agres são a destrutividade contra qunl lemo, de nos defender, pnra sobreviver. Esses mes mos que nos criticam são a queles que dizem ter sido a PIDE um grupo de bandido, e o COPCON, dirigido pelo PC Português. O 6 r g à o de "salvação nacional". A hipocri sia revolta, porque é através dela que se agride o Brosil, aqui e lá Cora. u IRTI 1 carta do ex-colaborador em determinado trecho diz o seguinte: .... "Entre tanto, um sujeito que con tribui com cem cruzeiros mensais, para que no Brasil continue havendo os sequestros com mortes de crianças, a intranquili dade nos lares, os assai tos a bancos, a sabota gem, a conturoação da ordem, que quer destruir essa liberdade que permi te à voce, dt<dicar-lhe dois terços de uma primeira págin11 no rlia de Fina dos. Pêsames para voce. Pêsames para o J ornai. É simplesmente lamen tável. Outra coisa que não entenl.ii é que du rante o velório houve cânticos para a alma do falecido. Que alma ..... , Dai em diante o «ami go» faz explanações a respeito da metalísica. O nosso forte não é a filosofia de Elifbas Le vi e não podemos escla recer o prec1nro "amigo" a respeito da ATMA BU DI, pois, repetimos, o nos so forte é o Jornalismo. Quanto a· publicação, la mentamos o seu desco nhecimento quanto a cir culação de jornais em nossa cldude. TRIBUNA publica, povo informado. Tribuna se omite, povo Prefeitura Municipal de Bela Vísta E-tado de Mato Groo CONTAS DE LUZ As contas mensais de energia elétrica, a partir do mês de Outu bro do corrente ano, se rão cobradas através da agencia do Banco <lo fira sil S/A. Outrossim, os consn m idores receberão em suas residências suas re8 pectivas contas, as quais deverão ser levadas ao Banco para pagamento. Recomendamos a ob servação dos prazos pa ra pagamento -- 05 a 15- de cada mês, para evi tar acréscimos. mal informado e detur pações dos Catos. Qual quer leigo em jornalismo sabe que a OPINIÃO de um ·jornal é emitida na página nais importante, a mais pensado: O Edi torial. Nós apenas tryns crevemos o artigo. É Ia to por demais reconhe cido a linha editorial da Tribuna. pois, nosso pró prio lema (Liberdade com Responsabilidade) foi ex traido dos pronunciamen tos da Escola Superior de Guerra(ESG). O rato de publicar a notícia não diz que a TRIUNA pac tuu com jornalistas fac ciosos e adeptos da sub versão, pelo contrário, estamos cumprindo um dever inalienável da Im prensa pós Revolução, o de informar sem inser ção de ânim.,, e dentro da filosofia revolucioná ria. 0'',1111i,w' deveria man clar sua cãrta também ao "Estado de São Paulo", o Globo. Folha de São Paulo, J ornul do Brasil, Jornal de Brasilia, en fim, à todos os jornais brasileiros que publica ram a noticia. Elementar, meu caro ·'amigo'', Tri buna busca ,fazer um jor nalismo adullo e segue "rigorosamente" os dita me,s revolucionários. No Observamos que UH contas anteriores ao mês de Outubro, deverão ser procuradas, para paga mento, no Aanco JT A ú ou na própria Prefeitura. Preço deste cxcm piar CR$ 1,50 final de sua carta diz : ... A parte mais bonita é a que contem os versos de Castro Alves, mas está incompleta, omitiram um trecho, ela na sua totali dade é assim • Senhor, Senhcr Deus dos desgru çados dizei-me se é men tira tauto horror peranu te os céus da Sibéria e dos Hospitais de Psiquia tria vizinhos de 'Moscou' Simplesmente lamentá ve!. meu caro Ivaldo. la mentável". Concordamos com o distinto -ami{!c·• S<'m,•s os mais ardwtrs delws,•res <la democracia e adversá rios ferrenhos do totali tarismo, principalmente os da esquerda. Desco nhece o "amigo" nossos ideais cristãos que Nun ca permitiriam uma con vivência com qualquer espécie de Terror e de auiquilação do homem ? Lamentável meu caro ex colaborador, lamentával o seu desconhecimento completo do papel da lm prensa. e, de inl'ormar e lamentável o seu esque cimento de que o eminen te Presidente Geisel per mitiu Toda a iniormaçiio a respeito do caso e to dos os jornais se com portaram a altura. Leia na Página 04 ,,,. m 9 - 8e 1 - 'Tribuna da Fronteira 9 de Novembro de 1J7» MIITO GROSSO TERCEIRO LUGAR NO TURISMO Mato Grosso foi o terceiro colocado eulre o 23 Estados participan tes do 43 Congresso Internacional de 'Turis mo promovido pela AS T'A American Society of 'l'ra vel Agents. Este resultado foi anunciado np6s delegados da AS TA, encarregados de tal mister, fazorem a apura o. A primeira coloca ção ficou com Rio Grau de do Sul, o segundo lugar coube ú Bahlu. rresrnenle Geisel Artesanal o Duu& categorias de artesanato [oram apre sentadas: rústico e fino. Mato Grosso vendeu t! do, de ambos. O puvi lhiio de arlesanuto11 foi Inaugurado pelo mluls lro Arnaldo Prielo, do Trabalho, e o pavllhilo brasileiro pelo llluislro Reis Velloso, da Seplan da Presldencia da Repú blica. Estas solenidades efetuaram-se neste Iinal de semana. Após abertura sole- ne do congresso du AS· TA ás 10.30 horas, o presidente Ernesto Gei sel visitou lodos os "sta ndards" do pavilho bra sileiro, demorando em cuda qual cercu de 2 mi nulos. No de Mato Grosso porém, em consequenciu da grande atençfto que o pantanal mutogrosse se despertou no Chefe da NaçO.o e, comitiva composta rle ministros e assessore diretos, além da presideacia da Asta- demorou mais de 03 mi nutos. Presidente Geisel examinou peça por peça da barraca matogrussen se, inclusive detalhando peças da lruia de arrei os utilizada pelo panta neiro e pelo matogres ense de um modo ge ral. Pantanal vernador Garcia 'elo e a Primeira Dama do Es tado, sra. Maria Lgta de Borges Garcia, ainda o Secretário Maçao Ta dano da Indústria o Co mércio, diretora de Tu rismo, Murílla Bodsteln, da 'Turimat. Participaram também dos trabalhos de divulgação do poten cial turístico do Ma t o Grosso, Rodrigues Pal ma, prefeito da Capital e senhora, deputado Nel sou Ramos e senhora, presidente (futuro) da Tu rimat, Carlos Eduardo e senhora, Ruy Sant' Anua. subchefe da Casa Civil. superintendente do Er mat-Rio, João Villasboas Manfredo Correa, diretor da Turimat, recepcionis tas bilingues e todos os matogrosNenses residen tes aqul no Rio de Ja neiro. o' standard" de Ma to Grosso, uo pavilllO.o brasileiro, é composto de um pantaneiro (desenvol vendo suas allvidudes, como trançar laço), uma rendeira com seu tear e apetrechos e a grande atração, projeção de sli des sobre o pantanal, ao sistema mullivision. POS10 saNT CATIIRINft LIDI Turimat A responsabilidade da participação do Esta do de Mato Grosso no congresso internacional de Turismo coube à Tu rimat Empresa llatogros seuse de Turismo. Re cepciounrarn o presiden te Ernesto Geisel boje, quando da sua visita ao pavilhão brasileiro, o go Aberto dia e no Borracharia Lubrificantes Diesel Gasolina Anexo: Lanchonete Avenida Visconde de 'Taunay Esquina Floria no Peixoto Perto do Banco do Brasil Guia Lopes da Laguna 1 t. Com a afirmação acima, o vereador Pe dro Palmlerl, solici tou ao Executivo medi das no sentido de serem efetuadas limpezas nos terrenos baldios da clda de. Enfocando o proble ma, o Presidente da Ca rnara citou também a ne MINISTRO PAULIHELLI DEFENDE ATIVIDADES PRIVADAS Ministro Alysson Poullnelll TERRENOS ESTÃO VIRRIDO FLORESTIIS cessidade dos proprielá rios de imóveis no cen tro da cidade de cons truirem calçadas e mu ros, pois do jeito que estão, "ferem os ideais de higiene e tornam-se um perigoso obstáculo aos pedestres". O Ministro Aysson Paulinelli defende nova mente a transferenciu du8 atividades agro-pe cuúrí;i s pi a lniclalivn privada alegunJo que a tarefa do Governo é co ordenar e não p::oduzlr. Afirmou que já trar.ls feriu muitas tarefas go vernamentais, coisa do passado, e que o hleal é razer umu transferên cia total, desde que o Governo tenha condiçó es p/ acompanhar e co ordenar as atividade transferidas Isso foi di to num seminário reall zado na Escola de A dmlnlslraçá o fazendária,. nos arredores de Brasi lia, em palestra feita pe lo Ministro. Tribuna da Fronteira O Jornal 9 cnsn SUDOESTE d Cale 9. @leilate Ferros, Chapas, Tubos, E Temos Rua Cel. Juvencio 815 'l'inlas, Azulejos, Vidros, Conjuntos Sanitários, ·'rames. ~ Ferragens uma Infinidade de Artigos pora o Cliente Exigente. A72N80222910 03 ?2$$0Al &&±€)L)Do Cimento para pronta entrega em Grande Estoque Guia Lopes da Laguna -- Mato Grosso Tribuna da Fronteira 9 de Novembro de 107 BANCO DO BRASIL S. A. EDITIL Seleção de Auxiliar de Escrita O Banco do Brasil S. A. l'az saber que, de 24/11/7 a 28/11/75, es tarão abertas em sua a ênciu desta cidade, na Rua Guia Lopes n" 917 de segunda a sexta-l'eira, dus 7:00 horai; às 12:00 horas, as inscrições p/ a seleção acima, a rea lizar-se na cidade de Guia Lopes da Laguna ilT, em data, horário e local que serão oportu namente anunciados. 2. A inscrlçã<, deve rá ser solicitada pessoal mente pelo candidato (veduda a participação de intermediário) e será deferida àquele que, mu nido de documento de identidade, satisfaça às seguiu les exigências: a) tenha, à data do término das inscrições, idade mínima dó 18 a nos completos e máxima de 25 anos incompletos; b) pague a taxa de inscrição de Cr.S50,00 (cinquenta cruzeiro ) c) apresente: l) ( se do sexo mas culino) -c:ertificado de alistamento militar, ou de re ervista, ou de dis pensa de incorporação, ou de i enção do servi ço militar, ou, aluda carteira de identidade do Ministério do Exérei to, ou do ilinistêrio da Marinha ou do ilinis tério da Aerouáutica. Quando se trata:· de militar incorporado, ol'i cio do comandanta per mitindo a inscrição. . li) certificado ou his tó1ico e,;colar (com fir ma reconhecida) de con clusão do primeiro ciclo: curso gi!!asial ou equi valente, expedido por estahelecimento de ensi no oficial ou recouheci do, ou documento que comprove nivel de esco • laridade mais alto; lll) prova de natura lifação, se não for bra sileiro nato; d) firme termo de C?mpromisso em que a ceite designação para servir em qualquer par le do território nacional; e) entregue dois re tratos recentes, iguais, de tamanho 3x4, tirado! de frente. A seleçilo constará das seguintes provns: Psicológica, Portu- guês, i atemátlca, Dati logral'ia! 4. As provas de Por tuguês e Matemática se rão do tipo objetivo. O brigatório o uso de tin ta de cor azul em cane ta-tinteiro ou es[erográ l'ica e lápis prêto n"· l. 5. A prova de Dati lografia será l'elta em máquinas roruecidas pe lo Banco. G. Para cada prova haverá apenas uma cha mada. Sómente será permitido o ingresso no prédio onde se realiza rão as provas do candi dato que se apresentar com antecedência míni ma de Trinta ilinutos da llora mareada para início dos i>Xames. ob nenhum pretexto admi tir-se-á a participação do caudictato que, embo ra tendo ingressado no prédio dentro do horário estabelecido, deixe, por qualquer motivo, de es tar presente na sala respectiva antes do sinal p/ distribuição da prova. 7. O participante que f'altar u qualquer das provas ficará impedido de prosseguir no concurso. Será selecionado a quele que: a) satisfizer· àb exi gências da prova Psico lógica; b) obtiver a nota mínima 60 (sessenta) nas provas de Português e Matemática e 4(quaren ta) na de Datilografia. 9. Atendida essas con dições. e a nm de esta belecer as prioridades para possível aproveita mento, o Banco relacio nará os selecionados em ordem decrescente do lotai de ponto· obti dos. 10. O julgamento das provas terá caráter il'recorrível. 11. O Banco reser va-se o direito de apro vcllar, ou não, os sele cionados, obsen'ado o prazo de 12 meses. 12. A posse dos se lecionados ficará na de pendência de aprovação em exame de saúde fei ta por médico do Dauco 011 por ele credenciado. 13. Cumpridas as formalidades de nomea ção e localização, serão empossados no cargo inicial da carreira de Auxiliar de Escrita - Le tra "A", com vencimen tos mensais de CrS 2.244,00 (dois mil duzen- F. tos e quarenta e quatro cruzeiros). Antes de de corrido o prazo de um ano, contado a partir da data de posse, ficam impedidos de: a) p/,itcor transfawcia, resguardando-se o Ban co a seu critério o direi lo de removê-los; b) participar de se leção interna p/ a car reira de Escriturário 14. A inscríçilo do candidato importará em anuência implícita a fu tura designação (se sele cionado e nomeado) pa- ra servir em qualquer • dependência do Banco, bem como a possibilida- de de ser transferido para outro local, em qualquer tempo, durante a Yigência do contrato de trabalho. 15. Nenhum candida to poderá inscrever-se nem prestar provas em agência administrada por seu cônjugue ou pa rente até o segundo gru, ainda que o ad ministrador em causa não venha a participar dos trabalhos do certa me. Igunlmente não se rá localizado em agên- eia a cujo quadro per tPuça qualquer l'undonJ rio parente seu até o fiegundo gdu ou cônju- 1ti, O presente cer tare visa a elecionar pessoal para suprimento de vagas porventura e xistentes nas agências, Entretanto o llanc<> se rescreva e direito de lealizar es selecienades em u m a de suas dependências em qualquer parte do terri tório racional. 17. Inscrito, consíde rar-se-á o candidato cien te elas condições estipula das no presente edital. Baco do Brasil S.A. IMa Vista (MT) Augusto B. Guedes 'eto Gerente Int. Amaro Gonçalves Subgereute Int. Cites de biselos r.is te llalal fli.Ms e aleis $na 1I Tribuna da Fronteira GEISEL SATIS FEITO COM A IMPRENSA Brasilia, (Ada - DS) Comentando os últimos acontecimentos com re lação à tensão vivida na semana passada, 0 ases sor de imprensa da pre -;idéncia ria Hepú!Jllcu, Humberto Barreto, desta eou ontem a atitude da Imprensa como pareela de contribuição à volta do pais uu clima de tranquilidade. Em conversa iulol' mal, o sr. Humberto Dar reto classificou como "e xemplar o comportamen to da imprensa, que, jun tamente com a maioria dos pnlílico e com u compreensão do povo - disse permnitiu ao ira sll superar rápídameute uma crise e encetar o retcrno à normalidade, corno é dcsc•jo de todos". O comentário do as sessor de imprern;a ..-x p;·esBa o pensameuto do presidente Geisel p a r a quem. a respcmwbllida de com que os jornalis tas trataram o episódio da semai·a passada. so bretudo durante sua vi sita a Sã o P u u lo na auintu e sexta-feira últi ma ' provou que o país tem maturidade para su perar quaisquer situa ções e evitar consequên cias que poderiam s e r nocivas par a toda a naçãc. 'egundo assessores no Palacio do Planalto, Geisel ficou satisfeito com o apoio dos políti cos, o comportamento da imprensa e gratifica do com a compreensão do povo . >-<->G--<-- --><-<--<o«-<g g R * Em todo. os bairros da sua cidade de- i. } ve haver um ou mais postos do Mobral ~ f Caso não exista ainda, procure a Comissão Mu- f !il • d l • X nicipal do MOBRAL e aJu e a so acrnnar o X K , , X problema, Mostre-se lider na REGIAO. j ~ ' 3 À ~ X-~ *·>i<-X~ i>< i>.<-X'->'<;X=><-X'>.<éX-X·->'<'·X-X·l CASA SAO ., J05E Do José Destefani Vendas só no Atacado. Coca - cola, Fanta. 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Na maioria dos ca ROS estão comprometido,.; os ditos jovens que acio nam esse maldito uegó cio. No tidas 11111/s recentes dúo-001:1 conhecimeutu ·I" que mais de Oi milhões de brasllelros são vicla dus, e que a maioria tles tes, na faixa etária dos 14 a 18 anos. Vejam que lástima! Umo. juventude que ca minha para a morte an tes de ter pleno conheci mento da vida! Uns, fo ram seduzidos por mal vados que os incitaram ao vicio por mero lucro, sem que usem esse ma Jeficio; outros, embala dos, pela ànsia de, ucor dados sonharem com coi sas maravilhosas sob o efeito do tó:::;:ice;s que os transportam a um mun do diferente, de mil en cn nlamentos, na ignorân eia naturalmente, que nis so existe todo o mal que o arrasta à rufou e tal vez à morte. A propósito, lembro nosso leitores desta ci dade, da excelent confP rencia sobre es e mag no a sunlo. feita pelo i lustre Dr. Se□Hur, ofici ai médico do Exército Nacional. sob os auspí cios do comando do 10. R.C.e M.F. Cristão, de e la Vista. levada a efeito 11 o e lu b Paro q u i a 1 11 o mês de agosto últim1o. A tão útil e meritó rla ação educativa <lesen volvida pelo a utor da confercucia com as ex plicações claras da mar cba uefusla dos efeitos dos entorpecentes, deve riam ler comparecido a ela. não apcuas "alguns casais e poucas pessoas' mas, lúda a p0pulação de Bela Vista. Todos os pa· is deveriam ter levado seus filhos para asslsli rem A assimilarem tão saudáveis ensinamentos de defesa contra o avau ço de tão grande mal que es tá avassalando parle da nossa juventude inexpe riente, Hem meios de E-e prevenirem contra a des graça qúe os aguarda, le vaudo-:i ao desgaste du mais prncioso potencial de energia, que é a saú Je, o gosto pela vi d a, que é tão boa, arrastan do-a à morte prematura. Os slides passado na tela, para completar e esclarecer a conferencia de elevado alcance snc-i ai. deram para bem en teuder àquele que os as sistirnm. o valor educa tivo que ela encerrou, dando ir.ostras vivas do sorI·iruento, angústia. des gaste e morte dos vicia dos. Essa conferencia de veria ser promovida ou tra vez, para que os be- VISITANDO PORTO Jornal "Tribuna da Fronteira" . (Bi.semanário fundado em 25/2/72) legistro no Curt6rio de Ti1ulo, ,. D,.,•umt,nto, n.u 1066 Propriedade da Empresa Güicu Tribuna d' Fronteira a CGC 03201266/0001 - ln,criç.lu E,tadual 13059"232-.'i Oiretoru: .lariu Estela . Pereira Expediente Diretor e Editor-Chefe • Ivaldo Pereira COLAUOHADORES: Adalber10 R. de ant'Anna José Joaquim F. Souto Dr. Haroldo Medeiros Euripides F .. r, .. ira Rosita Ro,a Gomes OFICINAS Gerente - @ilson ila Sanes IMPRESSÃO - 6tacas «aa CI4O _ i:.IC COMPOSIÇÃO - 7e0e Carlos 'la±que, Na4 . . QV;!s011 Çj. !Dutra, .Euis • Dd @a, ,, it faze /'{.l Ciro "As opiniões emitidas nos artigos assi ,a, ,, hs" na los não tam o ponto de vista do jornal. podendo até repreen- a este. , upm,ão do jornal. achn-se . er contr-.írias e nos comentários não assinada' pressa nos Editoriais Assinatura Anual: Bela V;ta_ !IO,OO Outros Municipios 100,00 Redaçao, Administração e Ofi . . Rua Duque de Caxias s/n _ Bel v· emas. a ista M (Peno do Col' : (," Mato Grosso eg10 Castelo Branco) MORTINHO HOSPEDE-SE NO la visteuses, em massa, a assistam, recebendo as- im aquele,: oportunos conselhos do médico, co mo para conscientizarem dos efeitos UOCÍYOH da rnacouha e de outros tó xicos. Aqueles que dedi cam :<Uns ativJdutles tio negócio de tóxicos, es tão critando pura si e seus cumplices (bem co mo os viciados} um mun do dantesco de tonueu· tos infernais que levam á miséria, a materiu dos seus corpos !ràgels. as• sim como dilacera própria alma, depois de mortos. Causa-nos tristeza noticia mais recente de que a Policia de Campo U ,unde incinerou h{L poucos dias, iOO kílos ele ma'!onha e milhares e mílhares de ampolas de ouLros tóxicos, con· trabundeados em nossa fronteira, só neste ano. imaginamos agora a quantidade que vingam passar pelas barreiras, quanto mul lrarã.n. ou de opinião que o nosso bondc,so Padre Hruudão, pelo l!.F.C. propicie novas co,,feren· cias iguais àquela com o beuep!acito do beo· quisto Cel. Guimrães. comandante do 10°· FC, seus dedicados auxiliares e certamente a pronta a quiciência do notàvel Dr. Ben Hur naquela J sua maneira fidalga de 1 0 fazer o bem, educando· seus patrícios indefe- sos. o povo, esse forte guardião da nossa Pá- tria. Se essa minha lem- brança for aceita, sugi- ro que as conferencias deverão ser levaJas a efeito'nos dois cinemas da cidade em dias de grande assistencia, deno- 1s intenso convite, logo apos a passagem dos Iil- me da sessão. quando toda pessoa responsável deve tomar interesse eu: comp:uecer com a familia.· «Jota Jota» Quem ,anuncia vende venda mais "BIDU HOTEL"' anunc1 ando na Tribuna da Fronteira. Leia e Assine Tribuna da Fronteira 1 'Tribuna da Fronteira Bela 'i:ta .H ------------------------·--------------- 11 . íl - 0 DE UMA EMP I1.03G Brasllia-0 Senador f l Ore:ilos Querela ( ;IUB; SP) voltou a rnnnil'estu r se sobrl'l os co ntra tos risco, reafirmando que estes ferem o monopólio do petróleo, qualquer que seja a forma de pa gamento, em dinheiro ou em óleo. A seu ver, a análise elo assunto leva á conclusão ele que a decisão elo Governo teve como uma das cnusus as pressões pelos nossos credores internacionais. Para Ore tes Qurr cin, a l'lolução, p/ ·o pro blema do endividamento externo está, básicamen te, na criação de uma empresa «holding» a EQUIPOBRA para redu zh' ou eliminar os gos tos brasileiros com 11 importação dr, máquinaH e equipamento. O Senador Jurbad Passat'Íllho (ARENA PA) rebateu dizendo que O restes Querela esta va-se precipitando, pois ainda. não 110 o pagamento se rá feito em óleo ou em dinheiro. Nesta última hipóte se disse n:1o há nenhum avuuço contra o mono pólio e total. Preço deste exemplar O que 6 um menino? O: meninos se apre sentam em tamanho, pe soB e cores sortidas. En contrn-se por locla parle. Em cima, em baixo, den Iro, forn, trepados, peodu n11los, caldoH, conendo, saltando. As mães os a loram. As meninas os detestam. As ll'mfis e 0B irmãos mais velhos oi; toleram. Os adultos os ignoram e e, céu os prote ge. Um menino é a ver- dade de curn, a sabedo ria de cabelos despeutea dos, esperança de cn.lças caindo. Isso é um meni no. O menino tem o ape llte <le cavolo, a diges tão do avestruz, a ener gia da bomba atômica, a curiosidade do mico, os pulmões de um ditador, u imaginação de J u 11 o Verne, a timidez da vio leta, o auducia da mola. o entusiasmo do busca pé. Um menino tem 05 polegares em cada mão. quando pratica suas rei nações. Adora doce, cu nivétes, serras, Natal e Pascoa. Admira os Reis magos, o. livros colori dos e gosta do guri do vizinho, do ar livre, da água, dos animais gran des, do papai, dos auto móveis, dos aYiões, cios domín:ro d::s bomba!:', dos tanques e elos fogos ele artificio. Aborrece as visitas, o ca lecismo, 11 escola. os livros sem figuras, as li ções ele música. as gra Yatas. º"' CDSUCO!'l, os bar beii-os, us meninns, os a dultos e a hora de dor mir. Levante cedo e esta sempre atrazado à hora das refeições. Nos seus bolsos há sempre um ca nivete enftrrujarlo, uma fruta verde mordida, um barbante, dois botões e algumas bolinhas de bú- l,y ... rico, um estilingue, um pedaço de substancia des conhecida e um objeto raro que lhe é precioso, quando muito, por 2{ hs. É uma criatun, má icna. Voce pode fechar lhe a poria de seu qunar to de ferramentas, mu8 não a do seu coração. Pode expulsá-lo de +eu esritório, mas nulo do seu peui:ament'l. Toda a sua importancia e sua autoridade desmoronem se cllante dele, que é o seu carcereiro, eu che fe, seu amo. Ele é um despúlico e ruidoso manciilozinhcr! .. Mas quando voce volta p' caPa à noite>, de espe ranças e ambições des pE:daçadul'. ele: pode com po-laA num iust1.111te com suai, palavrinhas mági cas . Hoi, Papai! . IA R9PISAI@L SEIO EEZETE. PESE ADVOGADO E C'RITÓRIO Rua General O ório, 825 Bela Vista Mato Grosso Dr. l{ésio Loureiro Pinheiro Advogado Rua Antonio Maria Coelho - 221 Bela Vista 1lt. Dr. Pedro Palmieri Advocacia em Geral Hun 15 de Novembro li0 Fone 237 Rua 15 de Novembro, Bela Vista MT R. FOR! MURANO Médico ,' 75 - Bela Vista - i1T ====HAROLDO MEDEIROS= OAll - MIT. 1183 CPF 008-295.870 ADVOGADO Rua 15 de Novembro 177 - Bela Vista ilt. Dra. Maria Aparecida Zanda GrclJa Cirurgiã - Dentista (CR0-387) Odontopediatria Prótese em geral - Ralo X "Consultas com hora marcada" Rua Cel. Juvêncio 237 - Jardim M. lABORAfÓRIO Of ANÃUSfS Cll!IICAS - Dr. Ciro Benhur Torres Gallo Raa Antonio Maria Coelho • 339 Fone • 2-17 Bela Vi-ta - M Bacteriologia - Bi1•quimica - Hematologia _ Parusitologia - Sorologia - Urinálise Pré - Nupcial - Pré - Natal De Ores-te Flores Eletro - domésticos. Cal çados, Bijouterias, Arti gos para o JnYet·110, ma las, Tecidos, presentes e uma infinidade de artigos para Embelezar o seu lar. CA A FLOHE "A Casa de Sua Economia" Rua Pilad Rebuá 5(i(i Bonito - Mt Preço deste exemplar CR$ 1,50 = = COMERCIO DE CERE 1 - UNI G Avenida Teodoro Sativa ( Perto da Ponte Internacional ) Olll = ---· " Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" Crescemos ·de Mãos Dadas com o AGRICULTOR- ·Órgão Independente a Serviço da [{_ •gFio'' ,Jl0 IV - Jtcl:t VJ1;ta De vez em quando se l "º"" Joruai"' 011 ,.,.. ouve prelo )l(,dio ou TV drdaruçii<-, ,k politicos que existem a retlc 111ocruti1.ado tio 110.;..:o l'a( .... O que querem e-tes senhores! 'ma redemocratização, óbviamente pressupõe a inexi teneiu de um si»tema demo erático no no»so País. P'ortan to na opinião deles o nos-o lafs nã, está sendo regido pelo sistema democrático, O que temos então! Uma ditadu rn militar, como cp11'ru1111 no!' classificar alguns jornalista estrangeiro! Mas os nos+os parlamen tos nlo foram eleitos pelo , o to ecreto do povo! . E o H'll rcsultn,ln 11:io foi rc•pcicudu integralmente, como prova um grande número de deputa dos eleito- pela oposição em todo o País'! E o• rkito< nào tem ai tieado duramente o Governo e ele erra! E o JHlO nàu tem tido nmpla lihcnlatle ,lc falar, cs rever e também criticar os roerantr-, sem ser moles do A(.:ora o 'l"e nào (• permitido é atacar, caluniar ómnente pa n J>rejudiC'nr, porque na , er da lira democracia a liberds de de uu, termina onde co 111cça o clirc-ito tio outro. Por tanto ninguém pode agir im puna.mente c.ontrn o «lirt>il? <lc outros e muito menos ainda contra o interesse do todo, da Pátria, i~to é ()11<" é drmocra ein e o scntitlo da lihcrtlndc que sr u quem existe no 11os'° Pnis, d,,.o não pode hn,·er ,lú, itla. ·Nos últimos nos a ido logia mrxista ganhou força expansiva. E tornou-se moda empregar terminolo1:ia e a_<lo tar formas de pensar e attu des própria, <lu cnarxi,mo nào só por muitos que só, ignoram a origem do vocabul6rio como por outros que, confessando .. se nnti-1111.rxt!lU!I, c!ltào ou de , eriam estar conscientes do fato". O hon1en1 não é natural mente bon1: é misturu de bon dade e mnldadt. E,tu vertlade 1:nslna • doutrina cristã que a explica pelo pecado original Tire ... sc no todo <• que na l"icla de rrlaçào com os outros ho mens contem, dh:cipliua, trans forma sublinha os seus maus instintos c veriam que mundo de feras se implantaria na Terra. ·Os comunistas prcparum com frieza a ditadura do pro lctarindo, na qual, como escre ,·e Lenin, b. luta de clnHe não é n bsolut.a, mns se torna e-..xtre mamente encarniçada para nni quilor n clas,e buq;uesa". "Ditatlurn cm que o E, totlo se t r:msformu em iletcn tor de todos os instrumentos de produção, originando-se um "capitalismo de Estado", que deixo todos os cidadaos à ruercê do eu patronato exclu ivo e tir:inico 1 • . "Ditadura. e111 q·ue, itn placávelmente todas as potc11 cialida,lo:s do potler polhico •ào utilizados não só para a expropriação ao "nacionaliza cão" da propriedade dos ias trumentos de produçilo. como poro e-,;tirpaçào de tudo qunn to rescenda a menta.lidadc ou forma de vida considerada burguesa e n •uspensào dn li herdade e até da vida daqa le· que as "representam" "Ditaclurn em que não são os trabalhadores que go , trnaru por muito que re fale io, mas a "nova cla +e",que o iugoslavo desiludi do Djilas nos retratou, a las e dos dirigentes do partido ,. dos burocrata- que tudo plu ejam regulam, inclusive os gestos e as decisões do« indi víduos". ·Ditadura que foi unun cinda como pa-ageira, mas que e tem mantida em todos os países onde e implantou t-t:" rcforc-un<lo con~olic uucJ,. l' ampliando o seu poder politi co e policial como nunca se tinha visto", "0 comuni1-11Hl nilo lrou Xt' J'37. ao munJo, nem egu ruru;a à pe roa:--, nem fchl'i dad às sociedades". O nn·,,o l'ni•, cm :n ,le mnrço ,te 1961. opiou pela li berdade escolhendo a demo eracis. Ma- os inimigos não descansam, continuum tenta do levar também o nosso país l ,arn u dtam~1ln tli1a1lura tlo pru cturinilo. E nc,tu lutn toila nr mn ~crY<", cu1ncç-n1Hlo l'Olll l' lúniu, e 111c11tira, c,pnllrn,ln em outros países té recla maçõt· .. con1 ru o regime que classificam de antidemocrática Iremo-. um rt',;:imc ele mor-rúticu e o poso em geral c ... tá satisfeito conu ele, Pelo menos muito mi- satisfeito do que com II tal ,Iemorracia que reinava antes da revol ção de [961 e que acobertava currupçüc-., huuclulhcirno1. e e,. hanjam,·1110 ,lc ,linhciros pú blicos. Que nào c ... tamn.: n:.1 e ando uum mar de rasas, a hemos, mas as reformas ne cessarias estão sendo realiza das gradativamente e os im posto que pagamos agora es tão sendo empregados no in tcrct-.:.c de todo,._, .. ohrarulo dinheiro paro realizar obras necessárias, o que antes da rc,·oluçiio tlc. 19<> 1 não nrun tecia. Cautela com essa demo cracin totnlitária! Cautcln coru u "democracia popular" e o seu cc::ntrali:-mo dt:1nocrático!"' No governo dos homens o que importa é saber se as formula.:. doutrinárin!- pcln.:. quais se procura rt•;:cr a exis- 1encin em sociedade são ou não justas, conduzem ou não u humunidatl,· para soluçiies que neste mundo permitam mais segurança e maior felici tlude". ,. Ilojc já se pode contem piar o que é o prúticn do idcu rio !-ocialif-tn. Vemos nos países onde ee itnplnntou o cu1nunismo sociedades onde o espirito de iniciativa deixa de ser csti mulatlo, onde o esforço indi vidunl nilo encontro razão de ser, onde reina a tristeza da vitln desmoti,·ada. Estados nr mados poderosamente crn ter rn, no nr e no mnr, n:lo pn rn defesa pr6pria, os consli tuindo constante ameaça a pnz universal. Podcre; que inter vem na vida das pessoas su jeitas em todos os aspectos ao governo que lhes dá traba lho como ún1co pntr-lo, como un.1co industrial. comerciante e .senhorio e que assim tem os intCre:i.s.ndos continuumen te nas miios". Renner 'ós que mililnmos Juntos durante os pri ntei:·od pussos tia Trilm nu. qu • cruzamoH 01-1 ho ras mais tlificeis para o ,J ornaJ. senllmo-nos com o direito tle pedir a vo-· ce, algumas explicações. Por exemplo: ~úo enten demos o porque de 23 da la páglnu do jornal de 2 Nov, dedicados a um lndlvltluo que contrí bula, mensalmente, com cem cruzeiros pura um partido Ilegal e clandes tino, em nosso pais. E veja só, não entendo co mo um israelita pode contribuir parn uma cau sa que escraviza o seu povo, Impedindo-o de se transferil' da Russla pi Israel. Sinceramente, de coraçüo para coraçii o, n[Lo entendo o seu es quecimento pela passa gem da morte du Jorna lista americano Larry Allen, que militou no Brasil na Associated Press, Premio Pulitzer, que cubriu a ll Guerra, sobreviveu a oito nau frágios, a um tumulto em Cingapura e que foi prisioneiro dos polone ses e italianos; do jorna lista e poeta Murilo Me des, brasileiro e de fé rias em Portugal: do jornalista brasileiro e hist0riador da imprensa Carlos Rizzlni (O 1i'1ro, O J oroal e a Tipografia no Hrasil); do jornalista frances Raymond Carti er, cri3dor do Paris Mar tch, L'Eroque, etc; do jornalista e político bra sileiro Francisco Carlos e Castro Teves, ex-mi nistro do trabalho no Gov. Janio Quadros e que dirigiu a Noite e a Ultima Hora de P; do jornalista !rances André Catrice, criador do Le Monde. Pois .é caro Ival do, esse mortos ilustres putricios e estrangeiros honraram a profissão que abraçaram e com seus trabalhos contribui ram elevadamente para a missão de informar, para a cultura universal, para a verdadeira im prensa e voce pecami nosamete os ee:queceu. Entretano, um sujeito que contribui com cem cruzeiros mensais, para que no Brasil continue havendo os sequestros com mortes de crianças a intranquilidade nos lares. os assaltos a ban cos, a sabotagem. a con turbação da ordem, que quer destrull' essa liber dade que permite a voce dedicar-lhe, dois terços de uma • pagina do 'dia de Finados, voce se lem bra. Psames para voce. Pesames para o jornal. É sunplesmente lamenta vel. Outra cousa que não entendi é que durante o V !orlo ]l0U'I' ('ttnll{'().' pela alma do falecido. Qu alma'? O comunista nüo admite o privativis mo da. alma, era cou a que ele não tinha, só se era alma colel1':I, CRli:t, francamente, 11iio cnlcn do. Se voco sabe, por fa vor, ensine-me C680 ne gocio de can tur sahn:1:, para umo cousa, quo_nuo existe para o s u jei t o, que morre e se existe, é coletivo. A parto mais bonita é a que contem O conhecido Abdul la Sain (Pupilo) figura que provoca controvér sias, pois inúmeras pes soas ah·stam sua curas e outras duvidam das mesmas, continua rece bendo carias de rloentes de touo país. Inúmeras vezes publ:camos as mais diversas correspon dencias rccebirlas pelo Papito. Não nos move o espirito do sensacionalis mo, e sim, uma confronta ção dos fatos para que a verdade SURJA: PA PITO CURA? A resposta só pode ser dada pelos desesperados que bus cam as raizes prepara das pelo moderno alqui mista, e do resultado pelo uso das mesmas. Recentemente, Papito re cabeu do presidente ,Ja Câmara de Vereadores de Cajuru (SP), uma car ta que transcrevemos Cajuru, 29 de Aaôs to de 1975 Ilmo. ::lr. Abdala Sain Rua Conde de Porto Alegre nQ 10 Bela Vista , Prezado Senhor: . Conhecendo através do Jornal " Noticias Po pulares ",déste Estado. 0 remédio descoberto por V. Senhoria. e que vem curando doentes porta dores de câncer venho pela preseate, solicitar d_o senhor, se possiveI, o nentar-me com respei to de envio do produto o preço, e qual a manei ra mais '>imple;; de se chegar em minha cidade que dista de R i b e irüo os versos de Castro Al ves, mas está ieomple lt> 0111ilira111 um lrc•c·ho. e!. 11tt r,;ua lot.1lldnd,1 assim ' Senhor, Senhor l)cu dos Drf:grnçaclo,· clizeí-me i-e (• mentira tau to horror perante os cé us da Siberia e dos los pilais de l'siquiatr!.ª vi :.duhos do ,losrou . Pe:;aro amante. nos despedimo!- dizendo: írnl do! Curls !mo lrnldo! La menlúvcl. Simplecmcntc JI Jamanlável. ,, Um ox-colallorndol' / abaixo solicila11do a re messa das raizes. Papllo u!E,udeu. Acompaohare mos o desenrolar dos falos ligados no Pupilo e oportunamente fornece remos maiores dados ao leitor. Um fato torna-se evidente: Papito é .:--ioli· eia Em Tudo o Brasil. Papito Cura mesmo? , resposta virá com os resultados que dla a dia estão se confirmantlo, "alguma coisa existe, alguma cura está sendo feita, não jogaremo!:! pe dras, simplesmente va mos colocando de lado as pedras boas e no fi nal surgirá uma constru ção: Da verdade. O la do mau, as criticas con tra o bom Papito, tam bém vão se acumulando. para que surja na ba lança da justiça o veri dito: Papito Cura? Câmara Municipal de Cajurit E tado de ão Paulo Preto apenas 5G Km. Outrossim, devo es clarE>cer-lhe que em vir tude algumas pessoas. portadoras do terrivel mal, procurarem um le n!tivo para a doença é que apelo ao seu b u m senso no sentido de dar lhes o consõlo e o mila gre de uma cura. Certo de poder con tar com sua valiosa a tenção, aproveito, para em meu nome, assim co mo do legislativo desta cidade, reiterar-lhe me us protestos de alta es tima e consideração. Atenciosamente José Malite Neto Pre· sidentt: Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº183_06_11_1975 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº185_13_11_1975 Voltar para a lista de itens