TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº187_23_11_1975 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº187_23_11_1975Número da edição187Data de publicação23 de novembro de 1975Número de páginas8GeoCoordenada -22.10479151275353 , -56.53068938079647 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº187_23_11_1975 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto MUITO OBRIGIIDO SE HO PREFEITO •• Doutor Castro Pinto, quaudo o senhor foi no meado • Prefeito ,te Be la Vista, » pelo Exm" Sr. Prer;ldunto da República, com o apolo irrestrito do povo belu vlRlense: eu 11ftrmel: " Graças o Deus, agoru Bela Vista vai pt·ogredlr". O passa do do senhor; o nome Ilustre, as obras reullza das quando nu cheflu de Hospitais, na Assem bléia, no Exército, per mllium-mo unll•ver uma uovu fase de progresso p/ a nossa querida "Prln cesa do Apa", Mando lhe esta curta aberta agradecendú-lhe o multo que fez em tão pouco tempo de gestão. Obrl garlo senhor Prefeito, pelas novas ruaH, princi palmente ela perUerla, SPt·vlndo uma populaçllo que estava marglnallzu clu; obrigudo pela1:1 pon tes e bueiros, obrigado pelas novus escolus que está criando, obrigado pela us: istência à Usina de Energia Elétrica; o- brigado pela ujutla que presta ao S/AE; obriga do pela palestra-; que vem proferindo nos esta belecímenlos <IP ensino, con cientizando es jovens e concitando-os ao tra balllo clvlco num chama meuto à partícJpuçilo de nossos pl'Ohlomas; obri gado pela fidalguia de Rua relações com a I PRENSA, o nosso queri do jornal «Tribuna da Fronteira», que lauto. bencficl«>s vem propor cionando à Bela Vista (os que moram fora da qui que o digam) obri gado pulo atendimento dinumico o hum11110 que presta a,·s men0!< luYore clucR qua11do procuro m a Prefeitura: obrigado lambóm senhor Pref1°lto, pelo clima de progresso que rlespertou; obriga<!<>, pri11cip:ilmente, pela a tl tude hum e própria de gran • ; st:distas uo enviar a c:imura proje to visando a encumpaçi1o do Ilospitnl Sü o '1ct-11- te de l'auh. num gesto que espelha bem o seu cárater e profundo hu aafsmo, obrigado se nhor Prefeito, pela con quil:da politlrn junto ao senhor Governador pt que Dela Vista seja "Cu pital do Estudo" por al guns dias, suficientes p a t·lucidação de i11Crrr1C•· ros prnblemuf>. Ohrig-,1do por tudo isso, enhr Prefeito., e obrigado pe la amiza<lt> que 110!' Ullé há long-o tr•mpo . Que Deus o guarde e Ilumine. Coraiamente A lfüí L.11 S. 1~ (P'apito) FU DADOR E DIRETOR Redação, Oficina e Administrução A O iV Rua Duque de Caxia S/N l3ela Vista. 23 de Novembru de 1975 Bi- ·emanário Nº 187 -- - • IR3 C. PREMIER3 CLINICA E CIR RGIA DE OLHO .. Rua: andar. ntt,nio Maria Coelho, 423 - Lo Fone Residencia: 4-4385 Campo Grande Mato Grosso A vida das redações de jornais, o registros do quoti tliano na l111prcnsu co11Ucn'-nm uma serie d,· cpi,ódios ,·crc.la· deiramente pitorescos. Tanto entre aqueles que formam o quailro n•,1"1or1nl ou ndmini, trativo, como com relação nos colaboradores, os que vivem o dia-a-dia dos jornalistas, res sa luta constante, em fim, numa teimosia insana de pro pordonnr lcicum ao público. amos, assim, n um e piso<lio de t'crta rnoneirn inu sitndo, cujo nnrrnclor foi o t'~ critor e jornnlista Antonio Cario~ ~lachuclo, que, nu inti• midade o chamamos de •To nic<> Uuchado-... Ele morou muitos anos no Hio, onJe a tuou dcfiltncadumente nn lm• pren:-u curic,cu.. na qualidade ele diretor e retlutor ele ncata dos órgãos, como foi o notà vel vespertino ·A Noite, fun dado pelo eminente jornalista lrineu Marinho. Conta então o •Tunico• detenninado e importante orlo da tx:-eapi tal' federal neéiva de um redutor-cspcdnli:r.ado.. De um hom rouu•ntariJ.tu ou edüoria lista. O redator chefe mandou "t_,l"'car un1 anuncio no jornal à procura de. um profissional c:-upaz, clinaanico, uutênt.iru. A· pareceram muitos interessados no c-arg:o , que se submeteram aos testes imprescindíveis. Mas, quando foi Já pelas lun tas surgiu um moço de boa ·fachada·, que demonstrava ser pessoa atuante, dinâmica e disposta a .lnborar no jorna lismo, Foi encaminhado no gabinete do redato chefe, que o ·mirou- de alto a bai o perguntando... cnt:1o o l'-e- nhor quer ingressar na impren a? obtendo resposta afir mativa do interessado. Porem, antes de :--uhmctc-lo à provn d e fogo, o redator chefe lascou! ·o enhor vai escrever um comentário , um editorial. E e.lo ,mplicnnte interrogou • sobre qual assunto devo cK crevcr?•. O chefe da redação, pen :-ou um pouco e determinou. •Escreva a respeito de jesus Cristo! ... lncontinente1nente o •te:o-t.u do• im1uiriu: •Contr.i ou a F'a,,or?• .... O redator chefe não te ve dúvidas: ·O Senhor Já Es tá Empreguclo•L. (Sim, porque ninguém ou a escrever +em antes conle cer a orientação do jornal ou -em saber a- tendencias ideo logicas ou politicas do che fe)... ,. , ... # .~ •. ,: r. . ' RE PO SÁVEL: - IVALDO PEREIRA Parn fazer um estu do a respeito do reco Ihimento do Imposto de Circulação dr merC'ado rias aos cofrts munici pais. foram couvidados a comparecer nu ,essão do dia 17, na Câmara Municipal. os senhores Evilasio iIirunda, Exatnr Estadual, Clovis Marce lino de Oliveira. Chefe dos Guardas Fiscais. Hercules Talini. proprie tário do depósito de ce reais e secador, situado na Av. Teodoro ativa, além do comparecimen tu d•> Exmº· Sr. Ruben de castro Pinto, Prefei to illunicipal. A Sessão foi r,residi da pelo vereador Afon so Dílon 1 unes Leite, vict!-Ptesideate, que lide rou os trabalhos em vir tude da ausencia do ve reador Dr. Pedro José Palmieri, o qual inicial mente pa:;sou a palavra ao Sr. Prefeito, que 11u ma verfeita demonstra ção de interesse pelas coisas rle Bela Vista. disse estar empenhando se para que a arrecada ção do LC.M. venha a aumentar. pois somente assim a Prefeitura pode rá dar maior assistencia i.C.M as estradas do munici pio, e, consP.quentemen te , ao agricultores, que necessitam de boas vbs de escoamento, en trada e saída úe produ tos em sues propriedades. ·vindo d aí o ~umento áa produção munici pal. O r. Clovis :-.r. de Oliveira, lembrou da di ficuldade encontrada pa ra que sejn feita uma maior fiscalização, de vido ao reduzido numrro de guardas fiscais dispo mveis, lembraudo que para uma fiscalização mais a rigor, necessá rio se faz a presença de seis Guardas, e que no momento existe ape nas um em dispombilida de. Falou ü senhor Evi. lasio :liranda.. lembrau do u situação atual da Exutoria Estadual de Bela Vista, dizendo que a mesma já foi de se gunda categoria, sendo atualmente de terceira, devido a redução na arrecadação do J.C.iJ., informando também que a arrecadação muni~i cipal no que se refere ao imposto acima citarlo até o mês de Outubro do corrente ano é de CrS 2. !H:l.045,07. Voltando a falar. o r. Prefeito lembrou que o m111.icípío nada ganha se o produtor pagar im postos em outras praças, '1-iuJo dai vários proble mas que o muuícipio tem que enfrentar. Foi sugerido que se faça uma reunião com os produtores. para que eja resolvido o pro blema de arrecadação. uma vez que estes,. se gundo o r. Evilasio :li randa, p')dem rPcolber o LC.M. em qualquer ci dade do Estado, como manda o novo código tribntárío. Conviles de Cmmenlos mies te hl f olhinb3S e :eM#;as n II5 0CU± 3AN Tribuna da .Fronteira 1 ---··L_Vi-- f' ~t. --~--~ ·~~ de Joio Lati-ta Flore Parabrtsa colocado na hora PC'Çllrl pura todo o tip0 de Veiculo ·Agradece a preferência" nua l'ilnd RelJu:í. - 7HY Bonito lVíato Grosso lepública Federativa o Drat!' I«ta«do de MAuto Gr0»so Poder Judiciário Comarca de Iela Vista Cartorlo do 1? OIicio Instituto P sicotécnico SUDOESTE Exames Psicotécnicos para Motoristas Amadores c Profissionaii- Praça Cel Camisão G0) L0Z& DA LAGUNA " 53 GWJ. Representa@es Zcn6hia LuviU!i.1 Ocampos Gome!:! !une. pública Oswald« Miranda de :lello. pecuuri!ila, , ·ecun dino Cabreira, estudante, Noelso Leite Laranjeira, runc. público, ~!arcos Pa lácio. professor, Olimpio Pae Baneto Neto, rur• macêulico, Celso Merce des Garcele !falta, con tador. Djalma Silvestre FP.rnandeR, bancário, Froilan Cardoso, Iunc. público, Edvaldo Salo mão. pecuarista, Dlome des Rodrigue<1, comer ciário, Auro Pires Pln· gettl, tapeceiro. Roque J oaquin Paes. contador, Deocleciano de Vuscon· celos Filho. comP.rclário, Rodolfo Loul'eiro, comer ciário, Monclar Rosa Correa, agricultor, Hidek Akamatsu, bancário, Olímpio do Amaral Car· d!aal, pecuarista, Alei· des dos Santos Silva. func. público, OE'niel Fio rentino, func. público, Corumila Loureiro de Almeida, comercian te,- residente nt>sta cida de; Hélio Loureiro de Almeida, dentii.ta, resi dente net-ta cidade· Otávio Loureir~ de Almeida Filho. comerei· ante. rEsidente u/ cidade; . Genil ,s1-ia, bancá rio, residente n/ cidai:Ie; Odete Pat-s de Bar ros, professora, residen te nt cidade· Saul Silveira de Rarros, pecuarista resi dente u/ cidade; ' "As opiniões emitidas nos artigos assinados não Edmundo Benites. pe- tam o ponto de vista do jornal. po<lcrnlo até ,er repr.:~cn· cuarista., residente n/ ci· u este. A opmtão ,lo jornal, acha-se contrárias dade, " nos comentários não a;,inado,~ e:<pressa nos Editoriais Arlam Xavier Bru!J, Assinamra ,nua!: Beb Yista _ 80 _ 00 !Jlotorista residente n/ O , cidade; utros »lunicipios _ 100 00 R , Cristovão llram Cos- edação, Administração e OHcina · ta, pecuarista, residente Hun Duque de C • 1 • a,oa,; s n - Bela Vista l n/ cidade,· • (Perto do Colégio Castelo B, ato Grosso O i' ranco) . swaldo Augusto X·, , *"' ( Conclui na vagina 4) 1 ·1· Os Jantares do Ro_tary Cl b d l3 l V -:-:>.<-~· ============;?.!9 u e e a ist_ a Estão Sendo • Realizados na == CHURRKiSCilRlfi DO GAUCH01---"'=-- " Churrascos de Primr.ira, Ambiente Seleto, Enfim, •• A .. ,~ É Restaurante -- Classe A " L S F . . Churrascaria do Gaúcho " "."' . . . eve ua amilia e Comprove . . . G , h • A "Õ·================:i>· ,:;-~-,;;:-;========~::::::::.~--.;:;e::.""' auc o tende Bem ••• no. Ouro Ltda Adubos "TREVO" inseticida», een Fertilizando com amor a nossa terra t'furo para Lavoura) Hua )5 ,tc No, cmhro 512 Ilcln 'istn Mt O Doulor Valter ,J o sé Rodrigues Contrer4, Juiz de Direito da Co marca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso, ua fol'lnll du lei, etc; A::oru l'Ollt No, o Proprietário sendo Atendido pelo memo Ambiente Estritamente Familiar Quartos com Pias - Apartamento Restaurante: "Comida Caseira" "e Cera;as d Campo @rende' R. Rio Bruuco - 220- ;.'ou e 4-'2105 - C. Granel e ~ll. Auto Mecanica Independencia Ih· Jos(• Hipólito de Melo Oficina Autorizada Ford Willis do Brasil "i'lc>canico$ c0m curso <le E ·peciu ização" Hu Cuiabá s-n e Avenida ll de dezembro » Jardim - Mato Grosso de Theobaldo Amaral Lavagem - Lubrificação • Troca ele Óleo Borracharia - Balanceamento de Rodas nun Conde de Porto Alegre s/n Bela Visln Mato Grosso te Jfortê11cio Hôa Eseo- bur [une. Público Tales Monteiro Masca- reuhas pecuarisln Solimun Tebicherane farmacêutico Brigido Ibanhes banca rio • Amaury Monteiro Mas- careulrns )larciano 7lartini:: func. público António Lopes pro- fessor Pedro Geraldo de Mello comerciário Fernando Alves Go mes Filho func. público Erasmo Medeiros con tador José Loureiro pecua- rieta Faz Saber, a todos quantos ao presente Edi tal virem ou que dele conhecimento tiverem. quti foram alistados pa ra l'rvirem nas sessões do Juri pura o uno 197G (mil novecentos e selen e seis) os nomes das seguintes pessoas: i!arlo Bn ttllo ne Industrial Geraldo Arce da Sil- va Escriturário Deocleciano de Vu - conconcelos Comercian- Jornal "Tribuna da Fronteira" (Ui-Semanário 'fundado em 25/2/72) legistro no Cartório de Titulos e Documentos n.o 10o Propriedade ela Empresa Grática Tribuna ela Fronteira CGC 03201266/0001 Inscrição E-tadual 13059232-3 Uireturn: Maria Estela '. Pereira Expediente Diretor e Editor-Chefe • lvaldo Pereira Gerente Comercial - Gilson Silva Santos COLA ORADORES: A<lolbcrto H. <lc Sant'Anna José Joaquim F. Souto Dr. Haroldo Medeiros Euripides Ferreira OFICINAS Gerente - Aniceto Adair IMPRE!>ÃO - ±oi: Celes pede PAGINAÇÃ9 - !Jl';/,,,11 Ç)craldo !Dutrn CO:IPOSIÇAO - Üeao Carles ''lazauz, Na 4 #° • ) p ),, z, -as! <Jl llZI//IC Uerge -. :.uutrJ e €ela 'Ribcir,• ' Trihuua da Frnnrelra ----------·-------------------- o Eugenio- Gudin Foi sem dúvida oportu na a li-ertaçào do emitente Senador Jurbas la--arinho so Jor,· o papel que cabe às For- 1.J"' Arrnu1lu.c n11 t•i.1ruturu do i'uh-. Sua 1l11pla 1111loridarlt, ,!e oficial graduado das Força Ar111:ul11, ,. ,Ir potlli,·o cu111 larga participação em Gover- 11u; ,la Hcvuluçio, alem de seu reconhecilos predicados morais, da especial valor utH co H't'ÍIO~ CUJll 'lllt" prl'O(.'Upnu dr1,·r111i1111r u f1111çio ou u 111i~ •iw das Forças Armadas, nu atual conjuntura política. Ar(ll'Clu Prt·li111inur tlu 'j'"'slilo evidentemente, a ,le , ormir, o papel ,lus h,rçus Ar1111ulu~ no seio doe. Govt·r• 1111; ,!i-anunút ico~ rt•pre•1•11tati os. o- paises que já atingi rum elevado grau de ,·duraçiin lh•litit>u :-ocinl t' de desenvolvi lllt'IIIO Cl'OIUHllil'o t' etn lJUl" n eperieneia sedimentada já fir- 11111 º"' contornos t' nl'i atribui• çõe· dos vários corpo» sociais, u lun~ilo prt·clpull , ns Forçns Armutlntt e u <la lJefci:u Nucio nl. O linistério que n iliri;:. t' urit·n1u é o Ministério da Defesa, a qual não cabe qual l(Ucr parcela de autoridade ou missão política. Em países co- 1110 o@ E,rntlus Uuiilu;.. o 111- ~lutt'rrn, o:- puí-.ci:- t'..!'>C'Undi11a• Oti~ n llnlnnda, u "uic;a. a Fruu~a. u ltáli:1, nào sr concr hc li atribuição às Forças Ar• ma«das da missão de orientar ou dirigir a p,.,Jilica. Nem mesmo u Política Exterior. Ü; E .. tadv:- nitlus uu1H.':.i.l consu), taram suas Forças Armadas rnbrc u intcrn•nçào no 'ict num, nem n ln~lnh:-rru e o lln ln111ln •uhrc II ronce»ào <h I n dcpcndenciu ,,~ coloniu~. l'uli1izu~'1<1 tlus Força, , rntmlul" é coi:-u ~lc puÍ~t:t- U· intln em curso de dc .... e-n'olvi Ímcuto co1no tuis dne-sifica dos por seus índices, mais ou menos in-atisftório de educa ão política, de progresso ·o l'iul e de desenvolvimento t .. _ conô111ico .. ori,·ntnçào p1,llti ca do p31, não potlc ser cn• trcguc às tcnclê11cuh1 ou opini ões ,lc cur,,t.-r filo•ófico, idéol6 :;:ico ou mc!'1uo reli:,:io:-11 (po:-i tivismo, por exemplo) dos pro fc,rnrcJ da E,cola ~lilitur. O eutn(H> nproprbdo~ UO?- de· bates des- .i naturc7.u Filo o Cun:,:rC':!tO. á l 111 pn·n!-a e a Tribunn l'opulur. l'olitizuçilo ,tu• Forças Armadas chega uo ,·xtrctno no c-o de países subdesenvolvi cio~ própriumcntê clito~~ c:u CJUC u fnrmu usual de Gover no é a ,li1utorinl, exercida poP. militares, como ainda acontc- ce em alguns países sulame ricunos, onde os ditadores se ctcrniz.arn ou o:, eleito:-- nun· l'a consc•!uem lcv,,r o:t mau• dutos a seu termo. I 1 osso Pub ninda não n tingiu, força é dizer, o e+tá gio de pais polltica, Social e t"c·unomit'nn1t·n1c dcrt·u,·ul ldo. ·,iu entretanto fundadas no as eperanças por realizar t· .. .-.t•~ ohjt·lÍ·01 dc111ro de JHJ11 as d+calas, , li ist6riu das Forças Ar nadas na poHtica ah,olutu· 111e111t' rnio :,, ,!e-doura. Ao tempo em que por dever de ufk10, t'II era abrigado a ,•iajnr no t•,-1n1t1gt>-iro frrcp.u:n• temente u cerena de 1950 (por motivo participação na dire çíln til' l'llljlrt';a COIII , .. J.. 110 e,ft""riur) nào t•r-J.111 ruru.'4 u .. pa.:u11111s rcc,·hida• •••hrc 11 e,tnbilid,ulc ,le nosrns GO cr no--. Eu Ct-C11tlu, a 111iulw1, n•, JIº"''ª"' l.'Jtl lrt~... itt-o.; priul'i pni,: J o falo de 1(111! nu Urn,il li intcrv,·nçào da, F11r· ças Armudus no Governo sem prt• IÍ't>ru caráter tentporário e epi•ódico. Eles intcn inlrn111 para rc,tnbcleccr u Ord,·111 111as ,e rt'l'llO'Ulll a aumir o Poder. Ü:< ea,os il,· 19:10 e 19-1$ e tn1Pht·111 1961 furu111, nc..se sen1idu, caructcrletico. Excl'p· tuavase o aso da Proclama çào du Hepúhlica rm l(llC u Chamada "questão militar" H·,·c pupcl prt·pondcra11tc. ~lus dentro tlc 11trnCrn uno!-, rebla· beleeia-se o Poder Civil; 2 o foto de nunca tt·r111o!'l 1iclo no l:lrosil um cmulilho nn pre,i- 1lênciu da fü·púhlica: :1 u foto d e n :1 o rc:,:i•trur no:-:rn hist6riu pnllticu um ,6 cn,;o de enriquecimento de 111ilitnr no ~xerdciu do Go't!rno. Essas características dis tin~uiom o t'nFn tio Urusil ,lo:, que prevaleceram nas ut.1• trns república,; no Sul do Hio Grande onde o recur,o dos nr· tnns. pnrn derruhur o:- Gn'er nus 11: «.-rum infrequcntt•.,- Foi neste Espirito, isto e, 110 zelo putri6tico pela hon ro?-n lrucliçüo do cotnportuutt!n to das l-'orçn, ,rmu,la,; que o onrndr Pre:-idct1lt' Castcllo i'irnnco rrcu.;ou occirnr u pror rnc;uçoi1 til" !"t'U mnrHJnto A Hc,olu~ào de 1961 11ào foi o prn,luto de 1111111 c.:unpanha ou de.• umn idt•olo gia politia <letcrrninadu. F'oi n rc:içào do l'o'u Brasileiro e de uas Forças Armadas con trn n tc11tati,11 perpetrutlu por um conjunlo cotnuno-nnarqui9 ta visando levar o País as m:lo~ e ntrclá-lo ao ;::rupo ,te pahes conrnndodu~ pelo mar xismo. • Ningut!m poderia contes tur que em 1967 essa missão do restnbdccinu:nto da urdcn 1 e do império Lia lei t'stn,·n chmpridn, com o inflnçào coo troln<ln e o l'aí~ coni,lÍtucio nuliz..,Jo c111 termos mnis rea li,tns e· mnis udequudos do <Jlle os das Cartas de l.891 e 19-16, cMsatlo• por 10 anos 9 º" direitos político~ dos que hu viam 1urtidpndo do bndernn. unlquer tt!ntath 1n teme rári:i o volto à desordem se ria faeilmcnte esmagada pelas medidas de Emergecia ou do , Ítiu. Tur11lif111 " Pri11l'lpi11 rl.1 convocação de técnicos (em vez dos politicos) para o- Mi ni.-tfrio• <"-[1l'l'ifi1·r,- u, l,a,a--e fi,111.ulo. llc111 a-,im ,erla,h a manipulação pelos politicos as verbas orçamentárias e o« rt!cur .. o" ao t"n;_!,Ht'f,1 mento indefinido ,lo, pruje tos do Governo, Não havia necessidade beterizar a Heo l11ç1io para eo1nirlar o r. Del fi111 Nt'lto ou o Júrio Simon· ,,,·n n ,ub,tituir o• Bulhtw• r Campo•, todo- urtilil't'• rio t·hanuuh,- •'mila:,!r«' hrn--ilt·in, .... Turefu rnai-. pcuo .. a lrn,·in sido realizada por Pru dente Cnmpo, SaJI.,, na pri 111eira fase ri, il du H,•púbht1 Cn,tt"llo Branco agiu co mo um grande hru~ilt'"íro, rnili far cotu vi--ãn do ct-1otli-.1 .. 1, co mo dizia Madame de Stacl de lapol1·iio. ºA Dt"mo<·nu·ia 11a Améri t·n lutina é uma planta frá1!ir, c1 t• cre, cu Linl·oln Gc,nlon Duí u con, crlt:n,·iu de intro «duzir em nosa es trutura poli tica de 1821 o clemt•ntu i(,. e, tabilidatle chamndu "Poder :'lodt!radortt invc~tido nu in1 perador Ponvoir Royal") su :;:erido por llej,,uin Con:-tant. o p.-n•at.lor Fru111·.,,) l'rorhma du u Hcpúhlil'a e,,,. •·Poder" 11ilo pod,a de,apurecn, nn lei ou nos costumes, porquanto o novo rime não tinha o c:-ftiru t11ftd1 r, ,ft· tnitt .. for111.1r o- costumes nem o grau de educação politiea do H'ais. H'a ►fn1 t·ntüu na rt"ali,1.ul,-, ('·"'t' l'orlt•r à, tn,i0' Ja- h,r,·,J.• ,r 1111ul.t>f •fllt'" 110 c,,q,u ,..;••jal r politico da Naio, constituiat 111na ('b--t· or,rJnÍ1;ula que- po dia e dt·'ÍJ. !'-t'T u1.u,ti,L, fora da l'olitica. O H••cur-o u .,,,,. Poda pelas Força- Armada- tem i do t"Xrn·idu durJIJCt' cp1u .. t" um o.l•t·uln com de- pn·ncluu,·11 to ,l I urubi._io. ,-al,,~d,,riu t' tn-o de upur1u,1icfad.-. E-t.í Jrni .. t"Jll Lu:i1o mi'.tn,. O "º(t'"rru ri1'mo- {· LIJII PpÍÍt'JliHJU"JIO, u111 foto à partr, de rt't't'ntt' t•,•lu-tão tplt' não ,lt",,.. ,.,...r <'um pul-ado t'III 1aano- ti.- 110-.a organização politica. Trata--e d,... um Ít·11un1t'no uni,c-r,-al. produ10 elo trau111J oriu1,,Jo da Grade Guerra, conjugado ccnu o advento do Ü>111uni-J rnu ori;.d<ln em grande poten eia de vi-adas nnier-ai. o--o Pais não tem feliz mente sido dos mais grava dos por ea perversa ubver t-ào. E êt' o 1r-r n Eer t·omo em nossa vizinha Argentina, u, Força, Armadas não dt'ixa rão, e tJuauro uc:ce-1 .. ário .. !e dar H"U apoiu à, poli ... ia• Cl"luduai.-. . .ião ~e: trata p•1rém ,le umn força no,u u consirle rar na estrutura politica do pai•. >,*'>.'C-::t<-X >.;<;'>.(;;><;-><-::.,::; ~-><,:X- ·><-><-><-X><->.<:-X·:X"><.':;;_g ~ Em toôo- o~ bairro d:1 _ ua cidade de- * i : ve baver um ou ma1 postos do Mobral f Y ❖, Caso não exista ainda, procure a Comissão Mu- ':i/ ❖• ~ f nicipal do MOBRAL e ajude a solucionar oi i µroblema,. ~lo tre-se líder na REGIÃO. f K % & 4 ;x,-::,,c->.,<;,>-,<->.,<,X·X-><·,><->.,<;><; X i><-»c~X->l<-><-:>..:; >.,<,i>.<-i><-x,,><,x OBRill EMPREGADORES E EMPREGIIDOS E>,tno em fuuolo1111- ll!C11lo llll. mu11ldnioK vur10s llaleões de Em ))l'ego do ,lol,rnl <'rn plt• no. atividade. TE'm o Bnkilo d Emprego por íinalirludc utenaPr u to du a ,:omunldude enca mialrn11do e ol'leutundo ~e8!lOa8 rte 'CIUJJf-l'/!Udas a firmnR emprc•gudorns e vlc••-veri-a. 1 baixo re lllcionamos nu públleo matogrosse111;e a relu ção desses postos de emprego o apolo a nn prPgadores totalmente gratuitos, para que pos t:iUlll fazet· desst1 Jocnl o ponto rle referêneiu tan to para clesemprcgados como pura e1J1prrgado- t- Aqulclauana - Co légio Imuculada Concei ção - Praça 2- Campo Grande Biblioteca tio SESI 3- Corumbá Rua De lamnre Camara Munici pal 4- Cumapuã Prefei tura municipal 5- Çj!<1ria de Dourados PoEsto Cultural do )!obrai li- Dourados Posto Cultural do Mobral 7- ltaporã Prefeitura )lunlclpal 8- 'I'res Lagoas Rua Joaquim Murtloho 83ü - )!obrai 9- Caarapó Escrito rio Jo ;!obrai Senbore emprega- dores e pessoas desem pregadas: procurem o Balcão de emprego do obral em sua cidade. DOCUMEN ViSITilNDO PORTO MURTI HO TO PERDIDO HOSPEDE-SE o "BIDU HOTEL" NE>stor Alcirles Alma da declaru que extravi ou seus documentos, Car teira Nacional de Habili tação e Carteira de lden tidade, expedídu!.' em .- quidauaàa, Pu b I icação que se raz para obtenção da 2ª via Bela Vista 23/11/75 $oo-o--<>± ;<-««·c-o« >t g P 3 )í a s a e e u a r i s t a Ltda ,.; ~ Produtos Vett'rin:írios e Agrírolus, Ferrn_J?ens, J * :rti:;os tle .lontarin e .lataiai,; de Cor.,trução i i em Geral. f 1 Av: Duque. de Caldas, 606 1 ~ C. P. 2 - Fone: 157 .Jardim :J,(.''[. ~ 5,-- 39« -«-><o<>-«-- 2- 2:9-c- -><><><>.êit - CASA SAO # JOSE De José Destefanl Vendas só no Atacado. 1- Coco - cola, Fanta. "Katira", Skol em lata e garrafa, Trigo Tosca 10 X 1, Querozene Jacari>.., Arame O~tlado Argentino, Arame Mota. Secos e llolhàdos em Geral. Vendemos tambénu o Ólec ais preferido dn Região., O Famo,o Ôleo Ma.rnsoi·u ··O Oleo da dona. de casa b -~~ <JUe "" e o que quer. "A Casa da Tradição" Avenida 11 de Dezembro 164 Jardim M T. O P RIO (continuação) uls; os estudantes, aos mandatos ou "mandatos tas vezes o partido ad- Vocação Política Pelas mãos do nos- trabalhadores, às mulhe. ' tampões" de manifesta- versário com saa omis- so emitente presidente re8. Agora mesmo esta- ções isoludus". H/lo, dlflfle Franceltno Falando sobre a uc- Gel8<'I, o~ político, vol- mos no Ano Internucio- ·Quanto ao decreto Pereira que "o lider cessidade e a importün- tem ,1 comnndar e,te uai da Mulhcl' e dei;em- -177, que di:;clpllnu a pai· que perteuce a um pai·- eia da vocação politic·a Plli!-1. E rwturnl, é lógico penhamos um grunde tlclpoçiio de estudante lido tem que viver alia- na ju,·entudc brasileira. que 116s necei;,.;lfarnos tmbulho, com auxilio ela na p<,lílle:1, arlrmu Fran do permanentente com o afirmou Fruneelino Pe- dos técnleos. Deu. me deputada Ligya LeHsa cellno PerPll'n que a He- seu partido". refrn que é natural que livre se uão n(•cesr;!tás- 1 ias tos, pura concretar voluçilo tem l'l11 vis la Ao Yirrn 1, manlfeRtou no exercício da vicl.i rú sem os dos técnicos. ,las a purllcipuçilo da mulher aprimorar a legislação sua confiança no traba- bliena a universidade o- a verdade ó que os léc brasileira nos quadros brasileira, inclusive o Iho que u ARENA de- fereça a cada jovem x nicos não podem viver parllclúi-loi;", decrrto 4i7 . urna vez envol've em todo País, cel,:mtcs predicamentos sozinhes, ccmo es pelitics ne :-iegunclo Fruncellno que a leglslnçilo estu- 110 enlido de rortuleeer- para o exercício do pedem viwer a sós. d verdade é Pereira, " ju temns ele- danlil é necessária". se utravés tio recruta- mandato. «Mas n ver- que os t&nices têm o saber, monstrnções permnne11- mento de novos elemen- dade u vida pública 11!10 maH os pulítkos tem u tes, l!o11slautes, da mu- Gover.o.o Garcia tos, trabalho e~se uliuclo apeuns aquilo que de- sabedorln. A verdade é lher em purclcípur da Neto tem reper- às realizações das ad- flui da incllnaç:1ú ou Ili} que os economistas têm atividade polillcu. Dese- cussào muito boa miuistrações urenlstas íntimo de cada um. A u;, técnicus para o nos- jumnos que já nus t>iel- das esferas fecleral, esta- vida pública é tambrm so deseuvolvirnento, ma c;õe11 do próximo uno te- No decorrer da en- duais e municipais, de declícaçüo e esforço. So- somente os políllcos têm nhumos cnudillatus em trevista coletivu de 40 modo a alcançar 1·etum- mente atavé!l da voca- a visão do t>sladista p,' vúrioH munil'iplmi, pum minutos, que conce,[eu bantPs vitórias nos pró- ção e muita declicac;/io e identificai' v oportuulda cargos cxecuLi·1oil e le- no Hotel Campo Grande, ximos pleitos eleitorais. suor é que neste País t' de desta ou daquela re- islativos". o deputado Francelino em qualquer pais do alizaçiio a ser atingida Referindo se ainda Pereli-u declarou que Homenagem da mundo se pode exercer através do governante'', 00 i-ecrutame11to de jo- "na esreia naciouul é rena d Garcia a vida pública, de tal RECEPÇAO vens, afirmou: " Partido multo boa a repercussilo sorte que nus convoca- Fr:rncelino Pereira que se reuovu. termina do '·Governo Político" ções para as funções pú I e G S"llllo preJ'ud1'cu<lo. tei·- G • N 1 1· -po' º a entrev1·s1n b e iegou a ampo ran- " que ureia 1 e o rea 1zu • '" licas somente os polítl- d l d d rivelmenle. Dai porque, em MT. Estamos em coletiva, Francelino Pe- e acompan JU o os se • cos não se negam pelo us colegas N R 1 p1·iucípulme11tA ctepois permanente contato sn- reira pl'Onunciou à uoí- simples fato de que não • uneH oc lll, das eleições de 74, os b ct t - te , na sede da As:.ucia- Vicente Vuolo e Ubuldu v .. º en o e n suu atuaçuo necessitam ou não pe- 1-' • d b d Partido::1 JlUssaram e se -uqui no Estado, procu cio Comercial de Campo 1 -,arem, u anca a ma- G , ern remu::iernç:io em t e~ ln·eocupur em atrair 1,' !'Undo re o1ver, dentt·o raude, perante numero 1 . h . ogrossen e na amura < 10 e1ro. porque a me- L' d 1 A " as suas fileiras elemen- dos recur O de que O a assistência, discurso Ih re era • sua recepçao or remuneração para com tos joveus, de todas as Estudo dispõe e cvm que marcou sua preseo pareceu o goverua- categorlus, quer sei·nm auxilio do Governo te ça, no encerrumen!o do quem exerce ª vida pú- dor Garcia Neto acam- e d 1 1 bliea é o desempenho a t d d • 11co11õmlcas ou sociais. dtrul, os poblemas inu- urso e n ciação Poli pannao o <JCe-gover- E 1• E • • • contento da própria ruo- ad Cá • L ·t d • esse recrutamento 1·ú meros dt- :IT, e empre 1ca. ,, 101c1ou suas pala n, or .sio ei e e li •• ., cão, para a qual foi de- J-> d cJ apr,•sentu excelente re- que se resoh·e um oo- vras dr1gu1o-se a0 ignado". 1ar1os, os chefes as sultados, notadnmeate blPma surgem outi=os. Cbel'e do Executivo ma- Casas Civil e .Militar, Da- to Governo Gel el, ha- Podemos afil'mar que logro sense: Políticos e técni- vid Halaniuc e cel. Fran vendo despertado um in- Garcia eto vem l'eali- «O governador Gar- cisco Antunes, ubchde teresse geral µela politi- zandc uma arlmíaístra- cía eto é meu compa- cos da Casa Civil, Ruy Sant' ea•·. l'ilou como exem- ç11o muito bou. Deseja- nheiro de longa cluta, "Os políticos neste Anua. presidente regio- pio o l'alo ele hoje a mos que ele coutiuue deputado exemplar vice Pttís têm iclo injustiça- onal da Ar,ENA, Enío e:i!ls de classe empre feliz no eu de- líder do GoYel'llo'. bo- c~o . terrivelmeute injus- Vieira, encontrando-si' ju e ·tarem procurando sempenho guveraameu- mem prudente, correto tiçados, inclusive pélg também no aeroporto o os parliclo::- polilicos, o tal", conclui o dirigente e equilibrado, e por i - té_cnicos ou aquele que o prefeito Levy Dias, se que até bú bem pouco nacional da AREN., res 8 o mcsmo escolhido p/ nuo querem perder os nadort!S .IPnúes Canale, tempo uão ocorrin. F. i - pondendo a indação de governar eu E Lado. E seus lugares, que foram ltalívio Coelho e SaJ<la- so demonstra que a re- um jornalista presente. por isso mesmo eu es- conquistados ó custa 4, Dha Derzi. Deputados vulorizuç[10 da at1·v,·r1u- - tou aqw· p/ dedt'ca Jh F I · G ljd - r- e nos o afastamento". Nin- ec era1s astào ~luller ,te política é um fato er nao se omite u homenagem da Pre- guém neste mundo - COI}- e Waldomiro Gonçalves. indiscutível. sirtênc1· t N • 1 t aciona da trnua Francelino Perei·ra deputados estaduais Ro- p Vnltanrto ús divrr- ARENA,, r ' Ili[]!pi0 d m]Jl; gêneias partidárias, o D; afasta do cenário politieo n _igueure, rtenie Cerca p1·esidente nacional da zsse a eguir que aqueles que tem vocu- du Cc·~ta, Rouald .-!baneze e o dem!o 411 ARE'T f sua Pl e~eoça na Vida çuo publica, a nós que e Oscar Ribeiro, Waldir O "' a irmou que em pública tem o sentido de d s dirigente naeio- sua agremiação as tiver h somos representantes do los Santo: Pereira, pre- 1 v .o a omenagera ao estuda□- p d ll!h ela AREXA decl.ir(l:! gências são poucas. sem t b . 1 povo. ut· mais que inva- stv/ente local da ARENA, .,.,n Cnm_ po Grande que ê • e. rasi eirc, e àqueles da_· m as no sas asp· 1 ·ºr,·t- Lu_<lio Coell10 e José Pe - consequvneis graves. que, filho de la vrado- uao ex1:ale qn:tlquer pos- Quanto ao rato de COPS, p,r, mais que se· r~1ra. do Diretório Re- sibilidade tle alteração <l t • d E res e vaqueiros, po ·am coloquem_ a nossa fren. gional prefeitos de· vá- d I d . em e ermma úS 'Stados um dia exercer um mau t d ' • 0 cu en ario eleitoral, untigos lideres haverem- d t e, 0 ms vão pa an ras municípios da regi- " ll a o na vida pública e d to passando u propa- se omitido n campanha prestdir um partidú bra- 0 e o tempo vai-se en- • ar, vereadores e outras lada prorrogação de eleitoral, ajudando mui- sileiro - Carregando de modifca+ Per9alidade- repre-enativa° r ---------------~;;~;;;-~-;::-;::~----=:-::-:::-::-·--..:._='l:S~C:O~l:S:a:s~. --- ,la ,,<lu !lO)ll1ca é ,oc,ul C!llll' pograndens-e. de €multe ). @dilate Ferros, Chapas, Tubos, Tintas, Azulei " eio;;, idros. Conjuntos Sanitários r E uma I f· •d d d , rames. n rn1 a e e Artigos pora o Cliente E . na, ±zero o soa zszcij"%%" s Cimento para pronta entrega ;l!DO. Run Cel. ,luvencio 815 . em rande Estoque Gma Lopes da Laguna Ferragens Mato Grosso I 'fribuua da Fronteira 2 3 d e Novembro d e 1 9 7 3 EDITAL Gomes, :-!!otorlata, resi den10 n/ cidade; -15- José J reli ey Lage.n. no, nçouguelrc, residen te n/ cldulle; ,w. !Jastlúo Juguato For relrn Leites, contador, residente nesta cldadu; 47- Elias Lino, pel'UUl'is ta, residente nesta cida de; 48- Ildefonso Barros Lou reiro, pecuuri!itu, resl deut,1 nesta cidade; 49- Marina Loureiro, es tudante, residente nesta cidade; 50- Rito Loureiro, pecua rista, residente nesta ei dade; 51- Tulio Loureiro. pe cuarista, residente nes ta cidade; 52- Antonio da Costa Marques, pecuarista, re sidente nesta cidade; 53- ,Jvut·o Monteiro Mas- l carenhas, pecuarista, re sidente nesta cidade; 54- Olga Mendonça Fa ria, professora, residen- le nesta. cidade; 55- Wilson Filemon Na bham, alfaiate, residente nesta cidade; 56- Enio Pereira Oviedo, criador, residente nesta cidade; 57- Zulmira Ossuna, pro fessora, residente nesta Cidade; 58- Vítor Penzo, c:riarlor residente nesta cidade; 59- J oüo Loureiro l'inhei . ro, pecuarista, residente l nesta cidade; Antonio Ramires, func. público, José Garibuldi da Rosa elo, bancário, Dilson Pedro 'ipoli, es criturário, Geraldo Tibi cberane, comerciante, Duutb Pinto de Almeida, motorista, Alvair d As sis, bancário, Dionisio C.:himenes, ruuc. público, Ernando de Oliveirn Gas co, comerciante, Oziel Domingues Rocha, car- pinteiro, Jairo de Vascon celas, contador, C'id A u gusto Escobar, comerei ário, Nestor Alcidt>s Al mada, comerciante, 1 a- DE DLISTDMENTO DE JURllDOS (Continuação) lalicio Vieira de Lima , comerciante, José Penzo, func. público, Oscar a lomll.o, pecurlstn, ;larce lino Saucl1c-s, l>uaP.àrlo, Ralmt.:ndo Banhos, bau cúrlo, Odlla Muscarenha Salamene, fuuc. pública, Gilberto Alves Correu, func. público. Elias Bar bosa. comerciante, Arse nio Loureiro, func. públi co, Nery Gonçalvos, func público, Ary Ricard<> Brandão Delvalles, co merciante, Ulisses Pinto ele Almeida. comerciante, Maria dus Graças Assis, ruac. pública, Eaoly Lou reil'o Asf:1is, professora, Olga Larangeira õilvu, professorn, ilarla Hele na Pagliosn, runc:. públi ca, Maria Hilda Medeiros professora, Maria Apare cida cios 'antos Ossun,, professora, lzabel N a gueira Barbosa, protes sora, Duici ilaria ipoli, func. pública, Jroui Du tra Ávila, professora, Antonieta Tebichreune, professora. Augela Lo pes, prol"es ora, Carmem Dorila Candia. professo ra, Antouia Maria Lou- reiro Pinheiro, professo ra, Ozaíl Ossuna, func. púl.Jllco, Jaisun Lopes, estudante, Cella Ramoua Arce, func. pública, Da vid Bonfim de Oliveira. professor. 'Todos residen tes nesta cidade. De acôrdo com a Lei e p, conhecimento, foi expedido o presente Eu!tal que ser! afixado e publica do na forma le gal. Nos lêrrnos do arti go 439, paragrafo único, rio Código Penal, qual quer pessoa do povo po cleró. impuguar os numes dos jurados constantes desta lista, até o dia 14-12-75 Dado e passa do nesta e iJade e Co marca de Bela Vi. ta, Estado de :lato Grosso, aos quatro dias do rnes de novembro do ano de mil novecentos e seten ta e cinco. Eu, Pedro Vergilio da ilva, -::;screvente Ju ramentado, o datilogra fei e assino. Dr. Valter José Ro drigues Coutrera Juiz dl' üireito PREFEITURA MUNICIPAL E8#L .9 42/75 &c. Z3. Em I9 de Novembro de 1975. De ordem do r. Prefeito ilunicipal, Dr. Ruben de Cu tro Pinto, torno público o presente edital p/ que o Sr. Lucio Guedes, compareça nes Prefeitura· ll:rn!cipal, dentro de 30 (trinta) dias a constar desta data, afim de tratar assuntos de seus interesse. Prefeitura jJunicipal de Bela Vista-MT., l!J-11-1975. - Jõao Estevão de Castro Secretário Admiaistratrivo. Rigoberto Adriano Velasquez declara que perdeu os seguintes documentos : Carteira de Ide□ tidade. Titulo de Eleitor, Certifica,to de Reservis ta, e o Cic publicação para requer 2" via. DIVERGENHAS MOS TRAMA VITALIDADE DO PARTIDO, DIZ R K&a.l NO PEREIRA Catnpo Grande, (SE DIMAT)-- " O desejo de um presidente de par tido, como é o meI c so, é conciliar todos os companheil'os. As discor dâncias ão naturais, uma vez que elas até mostram u vita!idarle ,lo Partido, mas ouJe haja neee:lsidarle de um ente dimento geral, aí estará o presidente nacional para conseguir esse oh jetivo". As declarações são d-:, depuUtdo federal Frnnceliuo Pereira, pre sil(ente nacional ela A H.ENA, e foram feitas em Campo Grande, ao participar da solenidade dfl encerrarueoto do Cur so de Inlciação Polnica, promovido por acadêmi cos da Fuuuação Uuiv<:r sit@ria Católica de Mato Grosso sob a coordena ção do Diretório da A liança Reuovadora Naci onal. Contrato com li deranças A viagem que em preendo a CD mpo Gran de disse Franceliuo Pereira, em entrevista coletiva à imprensa - especüicarneu te para en cerrar o curso de lide rança política, acrescen tanclo que a direção do seu Partido "está empe nhada em recrutar o maior número possível de com panheiros novos • para fortalecer a ARENA" .Ias embora mencio nando o objetivo especi fico de sua vinda a Cm po Grande, declarou quA manteria contados com todas as lideranças do Estado e da região de Campo Grande, particu larmente "É meu desejo, nesta oµorluultla•ICI r111 que venho parUdpar do encerramento desse cur s» patrocinado pelo Diretório do nosso Par lldo cm Carn;,u Grande•. eoIVerr cou todos 0 companheiros que aqui e encontram. É um p r a z e r imneno, desejo e quen rne,;m:> conversar com tolos, in clusive eomn o governa dor Garci;1 Neto. com o presidente do Diretório Regional !.lo 1':1rtid••, dr. f:uio Vieira. com o eX governador Perlrossia11. enfim, com todos os dt•· putado, senadores e to dos os demals empa uheir·os de partido". jovens e mulhe res devem parti cipar Assegurando que a ARENA tem na sua a ção partidária um preo cupação muito g-rur,de pela área jovem, Franco lino disse que costa do plano d::i. agremiação " uma dedicação espe cial a esse setor ". Acre dita que ele seja apro vado ainda este ano pe lo Congresso, permitindo ao estudante e ao traba lhador urna participaçiio mais efetiva na ARENA. inclusive com 'iUlonomia de escolher e indicar O!! pruprios <!andiJa LO:.". •· A cho que esse é um ins trumento que se estará ofere cendo aos setores jovens da ARENA, nu sentido de uma partíci ção mais efetiva junto ao próprio Partido, pois como todos sabem. a A RENA é um partido in teiramente abertos a to das as categorias soci [Contl:iua na pag. 5) T'riluna da Fronteira BANCO DO BRASIL S. A. EDITIIL TAPE CARIi MOOELDR o llanco do • Brasil S. A. faz aber que, de 21/11/7 28/11,7, e8- tnrüo uhertaH em sua tl· gõncia tlestu cidade, na tu Guia Lopes 1" 91 7 de se!-(unda a tmxtu-!eiru, lias 7:00 horat1 ús 12:00 horas, as inscrições p/ a seleçlo acima, u reu Jlzai·-se na cidade ce Guiu LopeH da Lnguna MT, em datu, horário e local que tierüo oportu numeole unu11ciados. Selecão de Auxiliar de Escrita , em ordem dcc;·esccnle ciu a cujo quadro per- Hervir em qualquer par- bti- tença qualquer funclonl- ·te do território nacional; do total de pontos o - rio parente eu uté o e) entregue dois re- dos. segundo gráu ou conJU· tratos recentes, iguuls, 10. o julgamento que. de tamanho 3x-1, til'adoi- daf! J>i·ovu1. terá caráter ir o presente cer- do frente. irrecorr1vel. '· 1 • 11 . O Hanco rcsl.'r- tn111e visa u se ~c1011ar A seleção constará pessoal para supnmento lus seguintes provas. va-se o direito de apro- tura e u " ., ú sele de vagas porven r· ,- I >..,icoJ611lcii, I'orlu- vellar, ou n o, os • " ia • n b d o xi&tentes nas agene) i. gu "'R· ~lutemálica, Duti- . cionadods, t'"obser"a o ll e ., ' 1 IH'UZO e meses Entretanto o :mel) 8 l0grafia! '- " reserva e direito de localizar es 4, As provas de Por- 12. A posse dos e li0nades em u m a de tuguês e ~latemática r:rn- ll•cíouudos ficará nu de- sua8 dependênch1B e~J rilo dn tipo ob}elivo. ?- pendêoclu de uprovução qualquer parle do terrt brlgatório o uso de tin- em exame de saúde fei- tório r.acl0nal. l Calle ta 1rnr médico cio i,a oco ta de cor uzu em • • d 17. I crito, consíde- . t ·ográ- ou por ele credencia C. ta-tinteiro ou e er • - rar-sP-á o candidato clen fica e ló.pls prêto " 2. 13. Cumpridas as te das condições estipula- 5. A provu de Dali- Iormnllclades de nomeu- das 110 presente edital. lograria será feita em ção e localização, s.-,rüo máquinas Iomectdus pe- empossados no carg') inicial da cnrreirn de lo Banco. Auxiiiar de Escrita - Le- Bola Vista (:1T) G. Para cada prova tra "A", com vencimen: haverá apenas uma cha- tos mensais de CrS muda. Sómente Eerá 2.244,00 tdois mil duzen- F. permitido o ingress" no tos e quurenlu e quatro prédio onde se realiw- C'ruzelros). Antes de de ruo as provas do cuudi- corrido o prazo de um dato que se apresenta! ano, contado a partir da com untPcedêncm mmi- data de posse, hcum mu ele Trinta :'llinu:os impedidos de: da hora mareada pura a) pliteor transferenia, inicio dos exames. Sob resguardando-se o llan- nenbum pretexto admi- co n seu critério o direi Convites ~e Cmmenlos tir-se-á 1.1. pai·hcipação to ele removê-lo ·: do candioato que, embo- b) participai· de se m tendo ingressado no leçii.o interna p, a cur prédio dentro do boráriu reira de Escriturário est.abt>leciclo. deixe, por qualquer motivo, de es tar presente nu saiu respectiva ante:- do sinal p/ distribuição ela prova. 7. O participante que raltrn a qualquer elus provas ficará impedido de prosseguir ,wconcur-o. Será elecionado a quele que: 1.1.) satlsiizer :h exi gências da prova Psico lógica; b) obtiver a nota mínirnu Gll (sessenta) nas provas de Português e Matemática e 40(quaren la) nu de Datilografia. 2. ; inl:lCl'ÍÇÜll deve rá er 0licitada pessoal mente pelo Cllll(lidato (vecl11d11 u µnrllcipuçilo de ii1termediário) o tlerá deferidu àquele que, mu nilo de documento de idellldacle, sal!sfuça 1s seguintes exigências: u) tenha, à data do término elas iascriçõeR, itlnde minima de 18 a nos comp[etos e máxima de anos incompletos; b) pague a taxa de in,criçuo de CrS50,l O (cinquenta cruzeiros) c) apresente: 1) ( se cio sexo mas culino) -c:ertiticado de nistnmento militar, ou de resenislu, QU de dis pensn ctP incorporação. ou de isenção do servi o militar, ou, ainda l'nl'll'irn de iclenticlade d Ministério do Exérei to, ou do Ministério du Marinha ou do Minis lério da Aero11úulica. Quando se truta: de militar incorporatlo, ofí cio elo cor,rnmlauld per mitindo- u inscriçiio. 11) certUicuclo ou his t(n ico escolar (com fir- 1nt• reconheci<la) de con clui::ão do primeiro ciclo: curso gi!!usiul ou equi valente, expedido por ,~stuhelecimenlo de ensi no oriciul ou reconheci do, ou documento que comp,·ove nivel de e co • laricludc nH1is alto; lll) provu de natura lização, se não. for bra slleiro nato; d) füme termo de C')mpromisso em que a ceite designação para Banco do Brasil S.A. ,ugusto B. Guedes Neto Gerente Int. Amuro Gonçalves Subgerente Int. 9. Atendida essas con dições. e a fim de esta belecer as priüridarles pura possível uproveita mento, o Banco relacio nará os selecionados • 1-1. , inscriçüo do candidato importurú em uuuênciu implícita a fu tura designação (se sele ciouado A nomeudo) pa ra servir em qualquer dependência do Banco, bem como a possibilida de de ser trunsfericlo para outro local, em qualquer tempo, durante a ,·igência elo contrato do trabalbo. 15. Nenhum candida to poderá inscrever-se uem prestar provas em agência udminislTada por seu cônjugm-1 ou pa rente até o segundo gr•rn, ainda que o. ad ministrador em causa não venha a participar dos trabalhos do certa me. Jgunlmente não se rá localiz.ado em agên- folhinhas e lentiria.s a 1SI de Juarez Hodrigue Trabalhamos com perfei cão para continuatnos "a ser o modelo _no ra ma de tapeçaria Heforma qualquer tipo de móveis, Eitofados, ol chões de molas, Capotas de Jerp, e estofamentos de eiu lo- em geral. Atende-e a Domicilio Fazemos Orçamento H Compro+o. Avenida 11 de Dczcmb,o 126 - Jardlm-Mt. Tribuna da Fronteira CISA FlOBlES D.- Urnte Flor<'>' Elett·o - domésticos, Cal çados. Bíiouterlas, Arlí gos para o Inverno, ma· las, Tecidos, presentes e uma infinidade de artigos para. Embelezai· o seu lar. e FLORE "A Casa de Sua Economia" Rua Pila.d Rebuá 56G Bonito G«&«&«G«-G<<? «-&«<&--«-i--.>««G« Xi . - . , , t,. X Em todos os bairros da sua cidade ae-! j . A e haver um ou mais postos do Mobral l Caso não exista ainda, procure a Comissão Mu-1 ! . · 1 d ~ :%: n1c1pa o MOBRAL e ajude a solucionar o X problema, Mostre-se lider na REGIÃO. i 7 >«3>-----<-G--< -«c«--3-+---o3os -- CASA SAO ., JOSE De José Destefanl Vendas só no Atacado. Coca - cola, Fanta. "Katlra", ~kol em lata e garrafa, Trigo Tosca 10 X 1, Querozene Jacaré, Arame Ovalado Argentino, Arame Mota, Secos e Molhados em Geral. Vendemos também o Olec inais preferido da Hegiào, O Famn,o Úlco :lara,oj:i MO Oleo da dona de casa que sabe o que quer. "A Casa da Tradição" Avenida ll de Dezembro 164 Jardim MT. Trihuna. da Fronteír·a ::eia 'i•,ta .li GREMIO SUBTENE ifS E "PE RO RUFI DEPARTAlViENTO Demonstrativo Financeiro da Campanha Para o Natal da criança III S 1' Ó Il I C O H E CE 1 '1' i ·n ESPESA SAL D O Doaçüo de 11 Senhorns Vendu de Bolões de Rosa Guslos conforme Notas Renda 1!.! Chú (30 1 0:i/7:í) Douçíio do GSSPR Illfu do dia 2110G/7j Ronda do 2º· Chú ('.!7t0ll/75) I(enda do ~tocoló (29 0G/7ii) Renda da Venda de ChaYeiros Reud1t d 1 a~ Chá (21 '07 /75) Renda do Bingo Renda do -1°· Chú (29-0S-75) R(füdu do :íº Chá (2G-OU-75) Renda do 6°· Chá (:-11-10-75) Gnslos Conforme Notas S O il A T O 1' A L l(i;í,00 40(),00 l:JO,UO 200,llO 310.00 <Hl:.!,00 835,00 11,()[il),()l) !)jr),00 UiOG,4U 1.0US.00 t .:372,00 1.:i l;i.00 13.382,10 Importa o presemc l.:ml:mcote na impot·lu11ciu líquida de mil trezentos e um crnzeiros e vinte centavos.) Belu Vista -ilT, lU ele Novernbl'o de l.niii Dalvu Pimenlel Fe1Toirt.1 -- Pre . do Df do GSSPR Olga Denis Bullu 'Tesoureira do DF do GsSSPR Cícero Corlh.:uu Farreirn - Pres. Con. Fisc. do GSSP!l Campo Grande, (Se dimat] (Com u presença do dc'pu,ado Frnnc<'lin,, Pereir:i. preE-idl'nle do Dirct01Jo 'acio·1,.ll da Aeua., do governador Garcia Neto, do preside:a t_e regio:ul d,, r 1rti .u. Kür, 'íC'Í!',. d·:,; lune:l das mn:.·grossense no Senado e CJ::::u·a l'crl.., deputa dos SE3 E895.TE FE#.a% ADVOGADO € ClUTÓRIO Hna Grncral O:-ório. 825 Bela Vista iiato O" FEMININO Grosso :mo,uo 100,0() a 1,11n 410,0ll 1.G:i 1.00 159,00 180,0ti :!77,00 :JHU.70 583,00 12,50 4.031,20 Dr. Advogado Hua Antonio Maria Coelho Bela Késio Loureiro Pinheiro Vista 221 Dr. Pedro _Palmieri Advocac-ia _em Geral Hun 15 Jc No'Clllbro no Fone 237 Bd11 'is1:1 .IT DR. FIDRI MURftNIJ Médico Rua 15 de Novembro, 75 - Bela Vista - '.IT C!'S 9.301,2' 1 fL!ll 1.:!J (:' ove l1i fl1J d,.1 t"' JJIII(•· Borrachit Lubriti·antes Diesel neo: Lanchonete ' ; Avenida IV'iseonde de Taunay Esquina ! no Peixoto 1 1 «111 dn 11.llH'O ,l,, !Jr.,-d G u!a T.oprs da La~Ulltl ===HAROLDO MECEl~OS=== .1) 0(;,1)0 OAB - MT. 183 Cl'F 00ll-29.'i.Díü Rua 15 de Novembro 177 - ílclu 'ista :'lít. Dra. Maria Aparecida Zandà Greila Cirurgiã - Dentista (CR0-387) Odonlopediatria Prótese em geral - Raie, X "Consultas com hora marcada" Rua Cel. Juvêncio 237 - Jardim Mt. lAHO,UióRIO D[ a:1M1m Cllti!CAS Dr. Ciro Benhur Torres Gallo Hua Antonio Maria Coelho • 339 Fone • 2-17 Bacteriologia - Bi<•química - HemulCllogia Parasilologia - orologia - Uriaálise Pré - Nupcial - Pré - Natal F101 J 1 ; í t. esta luuis, veealores, outras autoridades e p':r tidúrio,; ill' ·ni.,l'll>, () !,. ' Valtlii' cio!, .'):111t,,;; Per •i ta, presidente do Bi:e tiio de Campa de Ca ,'" (ilillltit-, dl'U JJO:•' e a o,1is3üo Provisória o que se e!carregara u° J';,1·i!H!I' o l'irr•lúrin rl,t Are.a jovem neste tu l!Íl:1';ÍO. I posse se deu no (';l(·L'J'l',J lll"lll) (;() Primr•j ro r·ur .. 11 <!L' lo1itiaç,io P ,:1'ir:;J. n:.> l'alúcio eh l'.>mt'r·cio. fü:..indo a'i:.1:n con,;tiluiLla a e.imis,-flo: presidente, Geraldo Fl gueiras: vice-presidente .rolt!o .Uü'!Safí l-'ig-ul'i rÓ; primeiro secretário - rd,ll<'ia .loura: ,;r~un do secn.-'túrio - frl0 "ie g-;is d:1s Santos: relatOI", Ht>rmeto .luller. i .rena .Jovem emn Campo Grande foi fl!nda da por volta de W70, pe lo~ :::rs. David Balauiuc. Ruy an!'Anna e Ru'en Figueiró. este hoje !ice,· do governo" pa Assem bléia Legislativa e aque les chefe e ~ubc:hef P da Cusu Civil do governo do Estado, re pec:líYa mente. Coles t: (Isa:los «tis t lall! hlhiapus e Ca!en~ários para IITT6 39CJz A: Tribuna da Fronteira l ~ =-=-= --- COMERCIO DE CERElllS UNIÃO iiGRICOll ~ "Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR Avenida Teodoro Sativa ( Perto da Ponte Internacional ) 1. UY S il REHll Q R ·n ROTINAS PARA INOVAR ' Falando no encerramento do Primeiro Curso do lnlclução polllicu, promovido por univers1ta rios da Fundação UnlverHilàrla Católica de Mato Grosso - FUCMAT, o advogado Ruy Sant'Ana dos Sautos sub chefe da Casa Civil do Gover no do Governo do Estado, representando a ala jovem da Arena, louvou a criução duquele cur so, que considerou uma experiencia vitoriosa do seu Partido. Afirmando que us palavrus jamuls supera riam essas espontaneas manifestações dos senti mentos, o orador assegurou que elas devem ser usadas lo para esconder, mas para revelar o pensamento, dai a sua emoção. diante da presen ça dos companheiros que acudiram à realização do Primeiro Curso de Iniciação Poli~lcu p_ura cumprir o dever oivico-cultural de aqui ouvir e debutei' os problemas politicos nacionais. O Governo da Revolução afirmou Ruy ant' anna tem trubulhado em beneficio da juventude no sentido de conceder-lhe opo.-tuniJades parfl que possa ter acesso e promoções na vida so clul. A Areua quer inovar quebrar rotinas, cor riglr vicios antigos e unsejar à fuventude ~m lu gnr de vanguarda, para que cedo possa o Jovem participar do trabalho renovador. Esse é o tra bulho da Arena: ao invés de uçulur, instigar os ativistas, os estudante profissionais que defen dem e reivindicam falsas liberdades e temem o decreto 477 ele u.dotu a verdadeira causa dos jovens. Partido sem doutrina e sem diretrizes acen tuou o orador são conglomerados a serviço du demagogia da subserviencia ou de interesses que ni:lo se énquadram na austeridade de uma fiioso nu. Ao que se encerra seguir-se-ão outros cur sos dirigidos a cuda parcela du população. A A rena é e pretende continuar u. ser o partido de todo o povo brasileiro.» Ao final, npós agrndecer aos companheiros do Purtido a fidalguia do convite para falar em nome da Arena Jovem, na qualidade de um de seus funrladores. e ressaltando as presenças do governador Garcia Neto e deputado 1'rancelino Pereiru, Ruy aot'anna encerrou o sua oração «nada do que já [oi construido, ergueu-se sem que alguém tenha s•rnbado com isso, alguém te nba querido que isso acontecesse. Penso que lo dos sonhamos, acreditamos, queremos o Brasil cada vez maior, humano, cristão, feliz, democrá tico». ClJ!tiTJB, - «Do correspondente» - O prnauucíumento feito, da tribuna, pelo deputado emedebita .José Domin os Scarpelini, elogian do a Revolução de 64 e aplaudindo o Alo Instilu clonui 11°· G, foi critica do ontem pelo líder da bancada do MDB na As sembléia, .José ~lugial! Filho, que informou es tar de posse de certidão do di!lcur1:10. p/ encami nhá-la ao Diretório Re gional do partido ·•o, fins de direito e da le- gislação vigente". ilugiull disse que a posição adotada pelo deputado José Do1igos "foi uma traição, u ccutuundo ,·er-se uu "contigrêneia dura, ma8 indeclinavel, de se alir- mar que o deputado nio falou em nome nem de sua bancada nem do seu partido, o MDB, os quais, ao con tririo, negou e expresu mente, desrespeitou em seu3 mais altos propósl tos de eulidade polllica" O deputado ,José Domingos Scarpelini dis se em seu discurso, crer "na legitimidade do Ato Institucional 1 6, COLUNA JURIDICA Haroldo Medeiros "Órgão Independente u erviço da Região" Ano IV Hela Vista MT. 23/11/75 N" 187 TOLERftNCUl E Filho adotivo cumprir algumas exigên- Se por ocasião da cias legais. Assim, a pro adoção o pai adotivo , potna do comprador de já falecido, linha filhos, verá ser aprovada pelo o [Uho adotivo não terá juiz, sendo o irmão do~ dlreit., à herança. Mas, ente representado no se os filhos nascerem negócio por seu curador. depois da adoção, cabe- A parte que couber a ró ao filho adotivo a ele será depositada no metade do herdado pe- Banco do Brasil S/A ou los filhos legítimos. Caixa Ec..,nômica FElde Herdelro doente Mental ral, com correção mone- Se vccê é herdeiro tária, ou aplicada de ou juntamente com outro tra maneira, desde que irmão doente meotnl, e'seja autorizada pelo quer vender o único imó ju1z. vel herdado, terá que - COMPRENSllO (Idéia extraidu. da Revista Rotária de Janeiro 75.) Todo o funcionamento do "ROTARY", está montado numa cousa muito frigi!, qual seja; ·•o • comportnmento humano". "O comportamtntv humano·• é muito frágil, cada homem tem suas fraquezas, i-uas debilidades e seus defeitos. Grandes vultos da História, verda deiros expoentes no cenário internac1onal, tiveram seu:-. momentos de frnquezas ou de fragilidade de comportamento; a ponto de colocarem em risco condutas intocáveis, prestigios, cargos, e até mes mo irnperios. _ Se os homens são frágeis e Rolary está for mado por homens, um dos objetivos práticos a cumprir, é envidar es[orços para que não se for me entre os companheiros condições que venham afetar a integridade pessoal e moral do individuo e por conseguinte, a estabilidade do Clube. Como vemos, Rotary é por demais humano talvez demasiadamente humano para ser perfeito. E possivel que muitos de nós rotarianos. já te nhamnos sentido um certo descrédito nas doutrinas rotarias; talvez pensando, ou mesmo empunhand caneta pura pedir Jemissao do Clube. É por • og P , édit ISSO. or que esse uescr. .o ou esse descooteotamea to? Talvez por. sentirmos às vezes ofendidos: ou porque se realizaram algo com qJ não concordamo ou porque segundo nosso ponto de vista, não s! enquadravam dentro das teorias rOtárias Para mslhor responder a estas ind - melhor seria fazer mos a seguinte pen,,";a€@es, estirá sendo esquecido aquêje sioii];"!9 e Compreenção, sublimes valores do ser anota P_ois-se esses valores forem cclocados. Em mu1~:mano toes puramente humanas. decorrentes d f,,}}° de humana, seriam neutralizadas: e isto ra . ida Rotary. Tole1ância, compreensão e ente é Jrahcar entre seus membros e com os demais d O mentos dade, são postulados fundamentais a . cu~1!-Ili mente justificam a organização Rofu~ implicita (palestra proferida pelei Ten. J~acir diaª· 14111175 . p extirpar do pattidos os uentes da subver são" e qualifieou a le volução de 6l "como o procsso em que us Forcas Armada iter vieram p restabelecer u ordem, pura repor o Brasil nos rumos do querer nacional que al mejuva por um over no de formu dcmucrúti ca". Lembrando o inicio de sua carreira polititica, aceutuou Scarpclini: "Eu era um menino em mar ço de 1961 e eui ape uas o destino que me foi imposto pela úulca opção política partida· ria que me sobrava, no conte,xto da política muuir.ipal. Em verdade se me fora possível op tar entraria p/ nm par tido que se dispusesse u defender os valores revolucionários, os i,u- autêutico contidos na • ! bibl!a democrática que, sem dúvida alguma, são o preâmbulo do Ato Ins titucional de 9 de abril, o Ato Instiluciouul nº 1". Soar pelinl, que re· centemente ficou detido por quatro horas no quartel do Exércilo em Apucarana, fez seu pro nunciamento logo após retornar de Brasília, on de esteve há poucos dias. Ministério do Exército li Exército 9 Região Militar 4°· Divisão de Cavalaria Regimento Antonio João EDITAL No: 03/75 O 10º Rt:gimr,nto de Cavalaria, devidamente autorizado, venderá ero hasta pública, às 0800 horas. cio dia 10 de De zembro de 1975, 15 (quln ze) animais cavalares, imprestáveis para o ser viço do Exército. O referidos animais serão leiloados nas de penctências da Seção Veterinária Regimental onde os mesmos podera_o ser examinados, a partf do dia 1° de Dezembro de l975, no horário das 0700 às 1100 horas. Para maiores escla recimentos os interessa dos deverão procurar o chefe da Seção Vete rioária Regimental do 10° Regimento de Cava laria. Quartel de BELA VISTA, MT,21 de No vembro de 1975. José Alves de Oll veira-MAJ CA V Presidente da Comissão , ✓ j Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº186_16_11_1975 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº188_30_11_1975 Voltar para a lista de itens