TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº188_30_11_1975 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº188_30_11_1975Número da edição188Data de publicação30 de novembro de 1975Número de páginas10GeoCoordenada -22.10438668052213 , -56.527942549427856 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº188_30_11_1975 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto FUNDADOR E DlllETOR ------------ í RESPONS, VEL: rv A Lf)O PEHEJllA ANO IV ~ed_açúo, _Oficina e Administração Rua Duque de Caxias S/N Bola Vista, ao de Novembrü rJ 1075 Bi-Semunúrlo N" 1b8 -E. FUTURO CiOVERNADOR? ' J Arenistas de Mato , Grosso acham, que. o De- Putado Ubaldo Barém poderá -ser-· a -melhor soluciio do partido na sucessão estadual - de 197 . Além de ter sido o • ■ mais votado, é, jovem, bom orador. e .com ex, celeate penetração nas clJ.versus· área do Esta tio e sobretudo no sdor estudaatil. (Revista Manchete) .. ' .. l Sessão 2111.7 do · · ·,Moção. O' Vereador José $1mpllclo da Costa Mar ques, apreseaton Moção de Pl!sames m, Sr. Anto nio Lopes e familia, pe lo raleoimento de J o si na Alves de Sousa ,pro genitora da Si:;cretâria Al'qulvisla da. Ctimnra ;funlc1pu l. Enc·erramcnto ano O Verewlor Dr. Pe• dru .José Palmleri. Pre Midente da Câmara MuJ n!cipal de Bela. Vista, a gradeceu a forma cívica ' "' a . . . V- ., e. o- r i - Dr. Pedro Palmieri Prefeitura Municipal l.C M. em Bela 7-i ta ,·. ' 1 .1 ., .. '. . . lnformio prezado amigo ct ilustre Prefeito encaminhei ·ua consulta respeito pagamento 1.C.M. em Bela Visa g por [@rs· e ai cplorav aro» s adira g a rrn_d« 2A: 33y1)) 3)2 02l}0, 221 fazenda :furah u,·ce',,úrio csnulos et orienmçào. fim possa for- • •, , , • Rigoberto • Adriano ver reposta osncia sisando solucionar robla- 3l2] j]3f2 3M}À 9}3 ]±5»2 " Velasquez - declara que • ds pértleu os- seguinleS' do ,,{","" Joel Alio de ova ' Chefe Gabinete do Go. Horário: 8 às ll horas l1 às 20 horas' êumentos: irteira ge - , ... . ., ·- - - · . . . - . ' • ldentidilde, Titule,. de E- • • • • • ., ~ • • • ·' • • •. - ,, ~ ~ ~- •. . •. ·-· e. :.. _ .. , --- • leitor, Certifieado de Re EM PORTO MURTNNHO HOSPEDE EM "BIDU HOTEL" ±jis.3# • .. ,. a « . Dr. H_elio Loureir_o de Almeida._ Cirurgião Dentista ·RX e patriólll!a d,•monslrn da pelos senhores vereia díJre'l 110 rlecorr'lr rio ano legislatívo. 11 cnb boração prestada à Me sa pelos ilustres pare, e dizendo que a g-tran tia do cl<luclfio estli. nn forma correta de agir. Logo a i;eguír deixou a palavra livre, par:t Of;' senhores verea.lore!l, tJU funcionários. Rendo que o manifestante foi o ort cial Administrativo, A dilo Carlos • 13atlsla. quA usou da palavra. Jrn.ra agradecn em none dos formandos da (!$é. Técnica de Contabilidade e Esco la Normal, lodo o apoio' encontrado na pr,pulação da cidade, no· que tange às promoções ern· pró! da· campanha pura a realização de uma ex cursão por· São Paulo; Paraná e ! St"· Catarina; onde·• esses estudantes irão cl'ivulgar o munici j)Jo' de Bela Vista. Dr. Pedro José Pal mier"i • Presidente ' Osvaldo Turi11i ]e- Secretario DOCUMEN TOPERDU)O RESERVEM suns MESDS .. PdR.ll . O '~SUPER "EVEILLOM-- 75'_,· DO ,.G.P.R ... ..... .... . .... .... . -·- .- ... . . . . .- . . - . -- .. - (GremiQ Pedro Rufino). - abrilhantado pelo Conjunto "SMNTH'' DE siio P'1Ul0 : i.: ._. • • ~-• • ~ - t -~':. _"' ~ ~ ..,-:1 : : l GREMIO:- "PROMOiO DE ALTO NIVEL" -- 'Tribuno da Fronteira 30 de Novembro de 187 FUTO .. PEÇAS SAO 10i de Joo Batista Flores -- Purabrisa colocado na hora -- Peças para· todo o tipo de Veiculo -' Agradece a preferência" Rua Pilad Rebuá- 789 Bonito - Mato Grosso IIDICADOR COMERCIAL Instituto Psicotécnico SUDOESTE Exames Psicotécnicos para Motoristas Amadore,; e Profissionai: Praça Cel Camisão no. 53 GUIA LO$ DAN LAGN)4 ++ MI. Representações Cereal Ouro Ltda Adulms "TREVO" insetici<lu,, sementes Fertilizando com amor a nossa terra Tratores almet e Implementos Agricolas em Geral (Tudo para Lavoura) Rua 25 de 'ovembro 52 Bela Vista Mt. Agora com Novo Proprietário sendo Atendido pelo mesmo Ambiente Estritamente Familiar Qunrtos com Pins • Apartamentos Restaurante: "Comida Caseira" "No Cera;ao de Campo 9rande" R. Rio Branco- 220 - Fone 4-2105 - C. Grande Mt. 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Da Jon dai de Negreiros ginqua Galiléia velo-nos Farralhando, ao so u Cruz - um simples ma pro de ventos bonanço deiro - encerrando em sos do presente, evoca si uma mensagem de a- aos a campanha pela nos mor e caridade. Outros sa independencla e pe simbolos, de grande sig la afirmação da nossa niflcução moral, foram soberania.• Os gritos de usdos pelos homens. guerra, tropeis de car galvanzaodo-os com sua gas, entrechoques de ar presença, nas lutas que mas e toques de vitória empreenderam. Os ven confunde-se, na lembran cedores 'levaram-nos em ça deste passado distan triunfo em suas campa te. Este ciciar fala-nos • nhas, os vencidos senti que, pelo, acendrado a ram conforto em morrer mor a Patria, alcança a eles abraçados . .1-S na ram-se a eternidade. A ções também tem os gloriosa passagem da seus siml>olos, e o mais ponte de Itororo, pelo sublime deles, que con Duque de Caxias, sinte cretiza a Pátria em sua se perfeita da cena pe grandeza e em sua bis lo exemplo, e a serena tória, é a Ba n d e i r a intrepidez do Te:::ent1, Nacional. Antonio ,loão em Dou- Nós, brasileiros te- rados oferecendo seu mos a nossa linda Ban sangue como protesto à deira - o auri-verde pen invasão do solo patrio. dão - em cujas cores e não foram esquecidas, legenda identificam aos Mei:s coman<lados! riqueza e exuberancia Todos os que têm a da terra e o propósito ventura de viver neste pacifico de seus filhos. País, velam pela intan- Hoje, na data. consa gibilidade de nosso pavi grada a0 se u c u l t o 1hão nacional e sentem ao unta-la sentimos fre se orgulhosos de faze-lo. mir nossos corações de Nós, militares, com a vi patriotas na evocação da dedicada à Pátria dos feitos do passado, temos o dever de ir aJ Da contemplação das rea sacrifício p/ que a nos hzaçoes do presente e sa bela Bandeira jamais na perspectiva de um seja maculada. Só alme Iuturo radioso a que ela jamos ser dos primeiros acena, desfraldada nos a defende-la e a honrá mastros em torno dos Ia. Nunca permitiremos quais nos perfilamos, e- que venham a enodo-la mocionados e reverentes os signos exóticos ele O murmúrio de seu vando-a, bem alto, aci- panejar lembra-nos os ma das paixões, para que seja sempre aear1- clada pela lll'lsn cálida da democracia. A brilhante tradição das nossas Forças Ar madas e uma vida dedi cada exclusivamente uo duro labutar da casenar asseguram-me que o soldado brasileiro justi ficará, era qualquer cir cunstüncia, a confiança que nele depositam o povo brasileiro e seus chefes. Glória, pois. a ti, Bandeira do Brasil, que tens a preservar-te e a ser vir-te os filhos em ar mas de uma Nação justa magnânima e viril. Bra íslia, 19 de novembro de 1.975." CISA FLORES COMERCIO DE ECEREAIS UNIÃO AGRICOL == " Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTAA " Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR Avenida Teodoro Sativa ( Perto da Ponte lntema~lonal ) De Ore-te Flores Eletro - domésticos, Cal çados. Bijouterias, Arti gos para o Inverno, ma las, Tecidos, presentes e uma infinidade de artigos para Embelezar o seu lar. CASA FLORES "A Casa de Sua Economia" Rua Pilad Rebuá 566 Bonito - Mt Calendários para IITT6 3O€0± NA: Trihuna da Fronteira t irí.lü'. [ 1 O C IM o FUNDADO EMI I DE MAIO DE 1975 Eu vi o obre velho es farrapado Cabeça branca enta. do pensativo Dum carvalho ao p; E-molava na pedra dur caminho, "Eu Sou o Caminho, A Verdado e a Vida" (.:]nus Cristo) -------------- Bela Vista 1 . dezembro I Nº 08 Ano Sem família, em p4o, em lar, em ninho, E rico só de fé! "UM O É o que deve ser a vida. Uma cançilo. Para o homem como é p/ a natureza. Diz o autor sagrado: "Pois eis que passou AVISO AOS NAVEGANTES Os dias trazem as experiênctaa. necessárias ao aprendizado da alma. Parece nosso ser interno misterioso barco invisi vel que toca praias ima teriais das emoções e dos sentimentos. A vida no apresenta terras inespe das ao singrar o barco as águas do destino. De vez em quando tempestade mais forte parece soprar de encon tro à vela da aepiração e sofremos ... A paciência do navegante, no entan to, fará com que saiba mos esperar que o céu reabra em pleno azul. Além de nosso coração humano, não esqueça mos, bá no infinito o co ração de Deus-Amor, de Deus-Paz sempre pronto a reconfortar-nos nos instantes em que nos jul gamos desesperados. O coração voltado para o· Senhor é como o bom timoneiro que co nhece os segredos do destino. Saibamos espe rar as oportunidades de tocar as doçuras de ter ra encantadoras ou de es tados d'alma felizes, co- . mo praias brancas de suavidades. D'avid flonfim de Oliveira (Pastor e Professor) Uma Canção o inverno, a chuva pas- ra já deu os seus figui- sou e se foi. Aparecem nhos e as vidas em flor as flores a terra, o tem exulam o seu aroma. po de cantar chegou e (Cantares de alomão u. voz da rola ouve-se 211-13) em nossa terra, a figuei- Um espetáculo p/ os olhos e os ouvidos. Parou a chuva. Chu va pesada de inverno. As flores enfeitam os carupos. A rPla desafia as cordas do seu canto no bosque, desde cêdo até o por do sol As vides e as liguei ras pendem carregadas de frutos. Um aroma gostoso de frutas madu ra espulhn-se pelo ar. Quer dizer: música. Música em tudo. Porque a cor das flores é músi ca para os olhos, como o canto da rola é musi ca para os ouvidos. E o perfume dos figos P dus uvas é também música porque é canto. no dizer de Luiz Guimarães Filho; ·•o perfume da rosei Aconselho-te a bus cares no enhor a força de tuas mãos ao segu rar o leme da vida. 'o zinhos, pouco ou nada podemos. Tudo. no en tanto, conseguimos com a ajuda d'aquele que nos fortalece. Aqui está o segredo dos corações felizes. Sabem que, a brindo suas almas à luz dos céus, a vida se ilu mina de momentos com pensadores... E mesmo até quando a noite se fizer sem estrelas, a ela ridade de Deus, guard!l. da em sens olhos, ilumi nará os mares da exis tência. Os acontecimentos e os fatos que arcarem o Dia de nossa exis tencia pertencerão mais a Deus do que a nós mesmos. Felizes seremos porque Deus, que é amor e misericórdia, destilará do infinito, Luzes de es trelas para bordar de reflexos as águas de nossa vida. O Barco D' alma tocará assim o por to da felicidade que sempre nasce no coração • que sé integrou no Cora . ção de Deus ... ra É o canto das rosas" Se cantam as flores nos campos-policromia é protofonia; se cantam os frutos pendendo nos ga lhos: se camam os pás saros no arvoredo-por que não há de cantar' o homem? A vida deve ser uma. canção. Um poema, que é música feita em versos. Não uma canção obscena, voluptuosa, co mo se a vida fosse uma saturnal. Não uma canção a vinhada, pastosa, como se a vida fosse um baca nal. alegre "ão uma canção his trinica, de picadeiro. ou de palhaço. Carnavalada. Não uma canção a tírica. maldosa, de quem canta porque outro cho ra. Mas uma canção li rica, ldilica, bucólica, pas toril, suave. De quem es tá de hem com a vida. Canção ,feliz, que cele bra a vida pela vida. Es pontânea como faz a cri ança que canta por can tar, como cantam os pas sarinhos. E essa canção onde está? Em Deus. O livro do qual ex traimos o texto acima, conhecido como Canta rei; de salomão, ou Cân ico dos Cânticos, é poe sia. eesia lirica O tera domiuaute é o amor. Amor entre Deus e o seu povo .Entre Cristo e a sua lgreja. Entre o Criader e a Criatura. E um canto, por que Deus existe. Existe e nos ama. Se É assim, podemos cantar. Porque é Deus quem dá sentido à vida humana. Que lhe dá profundi dade. Que faz da vida um hino Sem Deus é desola ção, mesmo que flores çam os campos, e can tem as aves, e os frutos perfumem os pomares. , Sem Deus a vida não é um Paraiso. mas deser to como ficou o paraiso, depois que o homem pe cou. Mas com a vida é uma canção. O Caminho Dezembro de 1975 ela i-ta M SERÁ UMA IGREI TÃO B QUBNTO Ji OUTRll? - Uma igreja não é tío boa quanto a outra? Esta é uma pergunta freqüente de multas pessoas sinceras, as qua is estão buscando a ver dade. d'd muitas pessoas hwnes. tas que afirmam ser todas as i. grejas boas. Dizem, per exemple: - Não são todas as Igrejas mais ou menos iguais? Toda no8 con duzem P/ o mesmo Ca minho.... Esta atitude sobre a denominações é mui- to conciliatória, mos trnndo um desejo de resolver a complexidade de doutrinas e religiões aluais. Será. porém, que tal atitude e encontra na Bíblia? Será que Je sus e eus apóstolos apoiaram a idéia de mui· tas religiões? Vamos pes quisar o Assunto nas páginas do ovo Testa mento: "Pois, em um só (Continuação) tem para nós hoje: 1. De todas essas frases, qual é a frase de que voce gostou mais? Por que'? 2. Lendo bem este trecho da Bíblia, a gente percebe que a Biblia insiste as boas maneira à mesa não porque o contrário é um pecado contra Deus, mas porque o contrário faz mal à S!lúde e causu sentimentos desagrtaveis ao: outros. Este é o metio por que Deus quer que a gente rrctique boas maneiras: a saüde e o bem+estar de nós mesmos e dos outros. ( oéé Quan do ocê precura ensinar boas maneiras aos filhos, você usa o mesme motioo ou logo apela poro 0ws para o castigo dt Deus? Como é que voce faz? Quais seriam essas coisas? 3. Voce sabia que essas coisas tão comuns da vida estavam a Biblia? 4. Muita gente nem sabe que essas e mui tas outras coisas da vida estão na Bíblia. Acham que aquilo não tem nada a ver com a tê ew Deus. era que assim não há outras coisas na vida das 'quais a maioria pensa: "Isso não tem nada a ver com a fé em Deus! Deus não se preocupa com essas coisas? 5. Uma pessoa bem educada com bons tra tos e boa conversa é uma pessoa bem mais huma na. Se Deus se preocupa com a boa educação com os bons tratos e com as boas maneiras é is: so um sinal de que Deus quer que a gente seja em tudo muito humano. Será que neste ponto tem algo que ainda está faltando nos cristãos de hoje? O que é? 6. Lembrando agora o caso do Antônio qual seria a melhor maneira de proceder com ele. para que crie juizo? • 7. Voce lembra algum fato da vida de Jesus em que ele se mostrou amável e bem educad para com os outros? Conte. 0 8. O que nós vamos fazer agora de concreto para colocar em prática a Palavra que ouvim meditamos? os e 2.3. Canto ou oração p/ encerrar e agradecer. Espírito. todos nós fo mos batizados em um corpo" . . . . (l Codntlos 12:13) Note aqui que o mos batizados em um só corpo, sendo ele a Igreja (Efésios 1:23). O mesmo batismo que nos coloca em Cristo. nosso Salvador, também nos coloca no Seu corpo, ou Igreja (Gálatas 3:27). Não somos batiza dos em muitas igrejas. nem rc,conciliados em muitos corpos. O Novo Testamento ensina que somo batizados reconci liados e chamados em apenas um corpo. E o Apóstolo Paulo nos in forma quP- há sõmente "um corpo e um Espi rito.... uma esperança, um só Senhor, uma só fé, um batismo, um só Deus .... [Efésio 4:4-6]. Ao perguntar se u ma igreja é tão boa quanto a outra, devemo também perguntar: --É um Deus tão bom quanto qualquer outro? -É um salvador tão bom quanto qu!.llquer outro? -É uma fé tão boa quanto outras? A mesma passagem que ensina a. existência de um só Deus, Senhor Espirito, e té. tambémi declara que há apenas um corpo espiritual! E ensina mais, que todos precisam ser membros deste único corpo, a i greja que Jesus estabe leceu. Em Efésio 3:6 Paulo nos mostra que Deus quer que sejamos todos unidos neste mesmo cor po. O Senhor não esta beleceu diversas igrejas com doutrinas, crédos é práticas contraditórias. Nem ordenou qt:e os Seus seguidores se tor nassem membros de u- ma das muitas denomina ções. Estas apareceram séculos depois do Novo Testamento, como resal tado de desvios dos en sinamentos da Bíblia e de práticas derivadas da igreja original de ,1 esus. Através destas e de muitas outras passagens biblicas (1 Coríntios 1:10, por exemplo), concluí mos que o denominacio nalismo de boje não é bíblico. Ele é constituí do de diversos corpos, cada qual com sua pró pria doutrina, organiza ção e práticas, fracturan do, a religião, ao invés <te unir todos em Cristo, No sentido bíblico, uma igreja não é tão boa quanto a outra, pois hé apenas uma nas Es crituras, aquela institui da pelo próprio Cristo. há quase 2.000 anos. Es tude o ovo Testamen to sobre este tópico e depois, torne-se mem bro do único corpo de Jesus, a Sua majestosa igreja. PEN SI ME NTOS PIRI MEDITAR. A humildade é ter tudo e nada mostrar. e a cólera traduz o caráter, a humildade traduz o sentimento da alna. As ausencias dos entes queridos, são mar teladas a cada minuto de isolamento. A máquina que ge ra os bons sentimentos não pode parar, se isso acontecer o mundo vi riu abaixo. Todos os dias sob todos os aspectos, sin to-me cada vez melhor. O Caminho é Deus. O Cnrnínlw Dezembro de 1975 Dela i.ta M CIRCULO BIBLICO EIUEçã 0 IR 4 Evite todo excesso no comer, para não desgostar ninguém". (Eclo 31'20). 1. LEITURA do TEXTO da VIDA. UM FATO DA VIDA DE HO,lE: "O Antônio não tem jeito mesmo. Ele não sabe comportar-se. Faz cada uma! Ele pensu. ban car o engraçado. Mas ofende us pessoas e as a fasta. ierá que a mãe dele não lhe ensinou boas maneiras? Ao menos desconfiasse um pouco! Isso já seria uma grande coisa! Quem nunca de confia, no fim se extravia! "As im falava os amigos do Antônio. Antônio, com o jeito dele, arranjava en crencas p/ os outros. Os amigos já estavam can sados dis o e procuravam umtL solução. 2. Um fato da vida do tempo da Bíblia imfto, o fori. eu, convidou Jesus para um jantar, Jesus foi. Durante o jantar, uma prostituta entrou na· sala e começou a banhar os pés de Je su e u enxugá-los. Simão pensou. " e esse ho mem fosse um profeta, bem saberia que tipo de mulher é essa que o está tocando! " (Le 7,39) En tão, Jesus chamou o Simão: (éimão, tenho uma coisa para dizer-Ihe). - "Pode falar!". Aí. Jesus deu uma lição de boa maneiras. llostrou 'como Simão tinha falhado, apesar do convite. imão não tinha feito nem sequer o minimo que a boa educação exigia. A rirnlber, linha mais educação do que . ele. Ela fez o que imáo devi& ter feito e não fez. (or. Lc 7,44-46). 3. Aprofundar o fato da ,vida, para ver se e:iste tambem em nossa vida: Dirigentes: ão dois casos de falta de edu cação que chegaram a ser uma ofensa. Tem gente que pen a que a gentileza, a boa educação, a hu manidade e as boas maneiras são apenas cbriga&cs que se devem à sociedade. ó! Não teriam nada a ver com a fé em Deus e com o anor ao próxi mo. Vamos ver, isso de mui perto: 1. e v.ocê é pai ou mãe ae familio. e deve educar os filhos, quais são os pontos da boa edu cação que você acbrt mo.is importante? Por que? 2. Há muitas uorroas e comportamentcs nn sociedade, dos quais a gente não sabe bem para que servem. Todo mundo diz: (Uma pessoa educa da deve vivei: de ac.ordo com essas normas) Vo c3 conhece algumas dessas normas das quais não vê o sentido? 3. Hoje, a juventude reage. Toma atitudes diferentes veste diferente, usa cabelo diferente, e mais coisas assim. Alguns dizem. (Essa juventu de· hoje já não tem mais educação!) Outros • dizem (Estou gostando de ver! Os jovens estão quebran do os tabus!) E voce o que acha disso? Diga a sua opinião. ,. 4. Conte um caso do seu conhecimento em que alguém foi tratado com grosseria por um ou tro que, fazendo Isso, pensava estar ugrudando a Deus. 5. Hã pessoas que falam muito em Deus, comungam sempre, mas que são grosseiras no tra to com os outros. Acham que Deus nada pede de les nesse ponto particular. O que voce acba dislio? Leitura do texto da Bíblia 2.1. Ouvir o que o Blblla disse ao povo da quele tempo sobre este problema: 1. Canto ou oração, para pedir a ajuda do Espirito Santo. 2. Dirigente: A experiência da vicia ensina que, p/ poder viver em paz com os outros, é ne cessário um mínimo de bom trato e de boas ma neiras. Isso, o povo da Bíblia já o descobriu. Deus l'ez questão que essa descoberta tão simples fosse e:crita na Bíblia. Não dá para ler tudo. Vamos ó ouvir o que a Bíblia diz sobre o comportamento a mesa: 3. leitura do Livro do Eclesiástico 31. 12-13. 16-24. Eclesiástico 31, 12-1316. 24. . 12. Se voce estiver participando de um bom jantar, não deve logo abrir a boca. 13. para dizer: "Que comida boa!" lG. Se o dono da casa estiver olhando para ;;m prato. voce não deve querer cclmer daquilo, antes dele. Isso revela a sua gula , e voce ficará vermelho de vergonha. 17. NãC" deve comer demai num banquete. 1 . Pense sempre que os outros tem tanto desejo de comer quvnto voce. . 19. Como pessoa bem educada, sirva-se da- quilo que lhe oferecem, quando. estiver corneado, 11ào faça bam/l,o com a boca isso é muit<Y odioso pera os outros. 20. ílja o primeiro a terminar. Isso é sinal de boa educação. Evite todo o exce&so no comer pura não desgot.ar ninguém. . ' 21. ie estiver comendo em corupanhia de muita gente. não seja voce o primeiro a esticar o braço para comer, nem o primeiro a pedir babida. 22. ierá que um pouco de vinho não basta p/ um homem educado? Assim, não terá sono pesado depois, nem sentirá a dor da ressaca. • 23. lnsônia, indisposíção e cólicas são o tri- bulo que se paga por excesso de comida .. 24. Alimentação sóbria favorece o sono, faz levantar cedo e bem disposto. 4. Ver se todos entenderam a leitura do texto. 5. Um momento de silêncio para deixar ca lar na alma as palavras da.Biblia. 2.2. Descobrir a mensagem que a Biblia aqui (Continua - na página 3) O CllMINHD Bela 'bisa- Dembre- No os dtne 1 sg:te t qe Ias, dé aus te si tua a mp l tzp. é una renal t nmssilar:1 aritzte. Novo Horário das Missas Matriz de Santo Afonso Diáriamente à I8.oo horas, reereto aos sábados Quarta feira:; Novena às 16.oo horas Missa com ovena às 19.0o horas Domingo- ls 7,30 horas e às 19,00. Capela do Espirito Santo Ounrtu • feira Missa com novena às 6.30 horas o, enu às 16.30 horns Sábado u~ 18.oo horas Domingo às 19.0o horas Ministros Extraordinários da Eucaristia: ão pessoas que, por causa da carencia de iacer dotes o tnmunho territorial dn Paróquia, receberam do Bispo Diocesano, autorização para distribuir a ima. Eu caristia na Paróquia de Santo Afonso de bela Mista. ão os guintes os ministros da Eucaristia: lrm:lo Frn11c1sco Scholl C. S. S. H. lrrnii Lucindn Culvilo de Ce,tro lrmà Angelina Irmã Clotilde ue 5assaki Irma Eva de Jesus Bati-ta Wilson abhan e Raimundo dos Santos PLANEJAMENTO PAROQUIAL (Mes de Dezembro) DIA 1 Reunião do!! Coroinhas. 3 Retiro p/ Dirigentes. Aissemblélu Geral dos Cood. e Aux. com o vlgárJo 5 Primeira Sexta Feira. Comunhão aos Doentes. Hora santa p/ Vocações. 6 Legião de i arlu. 7 Missa em N.T.V. Reunião dos Coroinhas. « to Circulos Bibllcos nos Setores. « 13 Missa em Caracol. Legião de Maria. 14 Missa em Curacol. 15 Reunião dos Coroinhas. 17 Círculos Bíblicos nos Setores. 18 Ultréia. « 20 Legião de itaria. « 21 Missa em Água Doce. « 22 Reunião dos Coroinhas. « 24 Circulos Bibllcoss no Setores. « 25 Curso de Batismo. « 27 Legião de iIarla. Reunião / Planeja mento para 1976. « 28 Curso rle Batismo. Missa na Cancha. « 29 Reunião· dos Coroinhas. Planejamen to p/ 1976. « 30 Circulo Bíblico nos Setores. Ob . Dezembro. é o mes do santo Natal. Preparemos os caminhos da vida de Jesus Menino participando ãa ovena do Natal. E o_ me rias Formaturas. A paróquia deseja a to rio os formandos o melhores votos e as bênçãos de Deus. (( « « « « « « « enhor no so Deus, Pai e amigo doa homens quizeste recouciliar toda a humanidade em 'o so filho Je/us Cristo. Que na ceudo como homem SP. fez nosso Irmão e com sua morte e ressurreição, nos deu a 'ulvação. Senhor foi preciso que derramasses todo o seu sangue até a última gota, esse foi o amor de oai e irmão. • Assim é que nós de vemos trabalhar unidos, levando a todos nossos imlãt'S a Palavra do San to Evangelho. e er fiel aos ensinamentos da ( grej11 e atende o Pedido de Jesus Cristo que dis· se: Amai uns aos outros, assim como Eu vos amei. Sede a esperança e a luz de lodos aqueles que crêm na sua oalu vra, encorajai nossos irmãos que vivem desa parados para que nilo esmoreçam e sejam fir mes na fé e Vosso a mor de Pai e amigo, que a sua Igreja Mater- nl de Maria, possa ven cer todas 8S dificulda des e todos unidos tra balhar para a coustru ção de um mundo novo de amor. de alegria e de paz. lIari~ Balbo Giansante Jardim-MT o Noticiário Religioso de Bela Vista" EDITOH: CAM:INHO h-nldo Pereira OFICINAS COMPOSIÇÃO: Nsgib ILarime PAGINAÇÃO: Wlo Geraldo Datrs IMPRESSÃO: Aice«to Adir Aos. Luiz Carlos Dele Hedaçáo e Administrnçiio: Rua Duque de Caias s/n Bela Vista - Mato Grosso (Composto e Impresso na Gráfica Tribuna da Fronteira) •·Procure apanhar toda a paina que cai da paineira, quando os ventos as levam... se Conseguires. apaga rás a calunia". Oracões , A alma, como o incenso ao céu s'eleva da férvi da oração nas asas pu ras, e Deus recebe como um longo hosana, o can tico de amor das c:-iaêu ras. Do trono d'ouro que cir cundam anjos, Sorrindo ao mundo d Virgem-Mãe s'inclina, ouvindo as vo zes d'inocência bela, dos lábios menina. Casimiro de Abreu virginais duma e 1 'f'ribunu da l<~rontelru. 1 BORBOLETI DE OURO Adalberto R. de Santanna A Re1·iclcultura, a criação do bicbo-du-seda dizem os enlendl!ios, 6 ullamente rentável, dá grande lucro. Dizem tum bem que é uma indu<:trla simples e que não de pende de vultuosos lnvei,tlmentos. InterflHsan te, multo intere~i,anle. Ainda mais: u nos so clima é propício no seu d e s e uvo I v imento, multo mclho1· do que o clima de outros países onde u sericicullurn é felll em larga escala. Eotüo, nós que precisa mos aumentar u nossa produção, que precisu mos melhorai· a nossa produtividade, que pre cisamos diversificar a nossa atividade: nós que, para pro8perar, precisames mais e maiB exportar, então temus que olhar com o maior interesFe ~ssa ·aotlqu[ssima e até agora atualíssima indús tria da criação da hor bolela dei ouro. Em Rela Vista, pessoas progressistas, de larga visúo o Sr. ,José Cnrnei ro Junior, a Sra. RPja ne Carneit'o, Srn. Maria Rita Murano Garcia, já esu1o lrab:ilbando neesa J>l'Omi~soru indústria. Até agora está tudo corren do muito bem e é de se esperai· que os resulta do ejam altamente compensatório~. E não nos podemos esquecer de que qnan lo muíor for a produção de t 1 casulos no município taulo maior Herá u pos sill!Iídade de se obter por eles melhores pre• Çoil. O Correio Agro-Pecuá rio, de São Paulo em sou número de uovem llt·o corrente, publíca um artigo que noB dâ ampla e clara idé:a do assunto em geral. . Por ser de urna importância aqui o transcrevo. O mu111lo prorluz 100 mil t de casulo Vt'rrlc/uno, ou So mil t de seda, e o l:lrn,-il t'lllru •Ó 1°0111 2 o/o. :ln~ "ªu ricio Li111:1 'crd,· Guimaràl's, r,rt,idn11c:, ,lo ~inrlj(•aru ltun1l de Bauru, l, diretor de reri ri<-uhura da FAF.:-tl', foi a TI-nem, Argélia. a II Can reo da Comi·ao ericícola lnlt'rnal'Í•,nnl t' rliz: r••d.-re· rno~ F-t:r u11, do, 1uai,,n•,.. ex .. pnr1adorte,. Está evidenciado diz Lima Vndr• - qur a f,1i~u ,e, ricícola transfere·se das rei óes temperadas p/ as tropicais. A Itália e a França de clínaram l'-Uh-.ranri dm~ntt': u Japão 1·ai11 fio/o 11a <i1ti111a ,a• fru; a { J(S:-, perilc 1etrt'no: dos principais produtore-, pa rt"l'e qut" ,.b a LJiina atHUt'ntuu a colhcila e-.tt" ano: o lnl, a Tur quia a Argélia e » lnãnia pro curam elesar a produções. :1ar 10clo~ ol>1t'n1 pouca~ cria• das de bicho-da seda/ano: de} a J. r11<p1:intu o Uru-il e a fn .. dia podrem fazer normalmente U. E:tpt'rit'ncja iutliana t'III Joo ha obre, t• 2o criada.: t'fll J9í I! A pe•<JUÍ•~ •erÍ.-Ícola t'tlÍ rnnil" a,:-r1<,.uda na fndia ADVOGADO Ci:SC'RITÓRIO Rua General O:-ório, 825 Heln Vi ta iiato Grosso Dr. l{ésio Loureiro Pinheiro Advogado Rua Antonio Maria Cl)elho 221 Bela Vii-ta ilt. Dr. Pedro Palmíeri Advocacia em Geral Uun 15 de ~m·cmbro 170 Fone:, 237 eh Vista MT 75 - Bela Vista - i11' 1 --------------- Médico Rua 15 de Novembro, =HAROLDO MEDEIROS= ADOGADO OAB. :IT. 11:1 CPF 8-295.87 Rua 15 de ovembro 177 - Bela Vista :'IH. Dra. Maria Aparecida Zanda Cirella Cirurgiã - Dentista (CR0-387) Odontopediatria Prótese em erd - Raie, X "Consu:tos com horo marcado" Hua Ce]. Juvêneio 237 - Jardim Ml, LnBilRníóRIO □E ftllÁllSES Clln1m Dr. Ciro Benhur Torres Gollo Hua Antonio )lnrin Codho • 3.W Fone • 217 Bela 'i,ta • :lt Bacteriologia - Bi<>química - Hematologia Parasitologia - Sorologia - Urinálise Pré • Nupeial Pré - Natal do que em qualquer outro paí-. Là já e plantam at ão il amoreira- por ha, e no brasil etamos na tradição de (J/í J1Jil. J; 'illllllfr> Juai• full1ri/ ha, mais a-ulo. L amos a ried.ales orientais e italianas de amoreira, e no Cr,n,tn·•"º hnreu••c 11.1 lt't la: melhorar variedades locais mediante t·t1Xt'r-lfo., t: runu- t'XJH'ri111,·t1· ros. Ou1ra t'oÍFa: 1111 J,,p:111 j. ►<' dá mçlo arti íiti.d ao b cho-da-eda, uma {atinha de falha de amo:eira, oja. +u.a nutriente+ químico.. a ba ►r ,L, pro,ht'"" i111li 111·1 d,· f,.. Ilia• ele 2o mil ~li,.,/""'• ,, Brasil elevaria o protativida de de casulo três vezes, Ou. tro JJOHIO a (Jt' .. l('JÍ--ar; r:H.,H loc-aH de: hid10-da-•c•da. :i,ri,1 uté l"fJOeni,·11tc lf'HIUfflllj' ,, ·bicho-da--e«da lvage" da A p' cima.,' p' produção de tau o céu aberto, () flO•l'fJ ('11 .. ffJ i~ ),~ÍO.., 'S$ 3.5 por kg de ca.-ulo. I.irna V("rdr uc·ha qtw o uu·r· c·a,lo rnun1Jial ,I..1 r-t',:J f'5-t:i. melhorando e de crescer jo/u .1(1 UfHI. ou cJa. mai- 2o 11til l anu:1i-. St"rfo boru 1JUt! o Bra-..il. or.1 •·•(nclo11:1rio t'Jn 5 mil tznc, entras- te !-f" odírionuJ. n1r.: arlft•-. pn·f·i ,-.aria tneJhorur u ,-u..i lecnnfn ia e tal "t'7. o- i-r.ul'I tt"enúJu, !!º'• , F. 11Jo pu,!t·ri:t uj11- ,lar. ("OIU•) o ÍJZ eu1 uulra .. áreas-! DOCUMEN T70PE!O Riguberto Adriano Velasquez - der.!aru que perdeu os seguintes cio cumentos; Carteira de Identidade, Titule, de E- leitor, Certific:.ido de He se,vista. e o C[C. PulJli cação para requer 2 via. Convites ~e Casameíllos li:s t lalul f olniahas e Calendüios vm !976 0cu NA: Tribuno 'do Frontalro r::.;:;-*~*')!i(,,>.;(•= ::.;<;,::;;:::-)3('->.;::-)9(->.,,:~ ->.i<-~ ~ -= = --= )F<~ =~ -.,,..,.~ ..>.,<;-::,:;::=><,,~ -~ ~ -><,xc- -;,,,,c-><;-><,;:-><~ , l. 1 BA E HOTEL Sí FREISC ! 1 Lanches, Bebidas P.ID geral, Sorvetes Miudezas e Bijouterias... f 1 Hotd Suo FrJllCÍ~CO Ã;~~l~~idu<le• - Ambiv1:NCEDOR "',tendirlo reios Proprid.ário,- I ~ Came Fresca a Toda Hora Higiene e Rapidez j ~ BORRlCHllRHl, UlVIGEM E BDJERHlS i ; ••Atende-,e Dia e Noite" i_. "Organizaç~o Bonifácio Jaquet e Filho;, f 1 Avenida _Eugenio Penzo 44 - Antonio J oào Mato Grosso ··: !)i;C-);<"::,,,c;':>"o(.-,::,.,:;.:,;;,::,~,;;;:,>E!<;:,,;G'>.l(;-)i!:;-::;>(-;:ij(',>.;<,)oj(l"8<)- ~-~ ~ *.;,,;c?'(-~ ~ ->-<,;xc.=>.,<;·X·- ~ ~ ,>.;<cx;-">.,:,,>;G.<->,::,-><"-,><;X'·~X->s.-i>'<'-><._-.;.,<.,J 'J'rilJu11 L d,1 Vro11t!•ira 1 1 1 Luiz Goularl , Lilll'rlaçl1o int<'riot· é o lll110 de Glória dos que nüo se deixam vencer pela Adversidade. Em perfeito contraste com os heróis andam nesse Mundo de Ueus, mllhareM e millrnres <lt> Jarnen tadores permanentes, que se lastimam de ludo e tle todos. Nada está certo para luís cl'Íaluras. V cnlac!Pil'Ul'I carpi ·!eiras de fiUas próprias Maze ltls. Oncie ei;tüo, bú semnre mo!lvo1-1 ,te Lamúria Nada, absolutam,rnte nada. pu.-n elas, está certo Um dia mais ebJUl'0 e chuvoso é motivo de re criminuções; um sol ardente e b e I o cl e ve rão vale como desubal'os e'-lrnnhos... Se l'reqi.:en tam cletet·minados ambientes, criticam toà1Js os companheiros, embora uilo se afusletn, nn .espe rança 11egulivu de encontrnr 1Potivos uo cell8U rns. Um prato de alimento mais tempemrto ou menos, levunta nuvens de tompe;;tad!!s... Tudo que· existe e acoutec:e nilo (: m a i s <J u e u rn a eoutradição u seu Temperamento fadado à oposição. • Triste alma ussim não merece, no entanto reprimenJas. ~abemos que tudo nela acontece, por uma simples cuus:1: o al'aAtamento da Natu reza. Es1:m, <1oençu ela insutisfuçüo é comum ·às grandes cidades Nus.:e da falta de contemplaçi:i o dos t'enomenos naturais. Tais seres. cultos .:;u nü.o, deixam que HUUS mentes obedeçam a Pro cessos urtHiciais ele entendimento do1; problemas humanos e dos fenômenos ua vida. A aproxima ;-:üo d:.i' B~ndila Mie Nutureza tem o condão oi vino ele dPrrulmr o Preconceito e u falsa mora liclade. esta 11asciclll muis do tradição do que própriamente do Equilibrif) Funcio11ai ciu Exis tênciu. Quem se habitua n viver uaturulmente. uchu tudo 11atural. .. ~abe que nadt• acontece ou exis te sem uma r~zilo declarada ou ocult11. Antes tle julgc1r e sol'rer com i:ou próprio julgament,> prccipitn·.lo. medita e espera. E é da Lei ela vi da que a sem:rnte necessite do ter!'eno revolvido para crescer e transformar-se... Oh! Quantas "€. zes o l)Ub parece erro uão vem 11 ·er a Mani fesaglo da Glória da verdade que ilumina i, ulrunl z Cuiabú - Em tom de blague, sua carncterlsti cu principal quando :;e trata de fazer uma gran de piada, o <leruturlo Sérgio Cruz :;ubiu à trl buno da Assembléia Le gi.;lntivu para an1111clar a sua candirlüturu u g•• vernançu de Mato Gros so. em JD7S. o~ emede btstas, pegos totalrne11lP «de surpresas consideraram , E E que o gesto de ergio Cruz foi uma aute11Lic.1 l>ricudeira de mau goéllo. O parlamentar esta va sentado em seu galJI nete tral>alhundo, quan Jo ouviu que um de seus companheios, Jesus Gueta, Jauçnva s:.:i• t:an diduturn a deputado. re deral nas próximas ele! ções. Sem nucfo dizer deixou () gabinete e foi para sala de sessões onde "aprontou a 0ta çün", como classilic.:aram alguns. Sem maiores ex plica<;Õl.'8 re[OJ'llO .l U !lCU gabi11ote COlllÍlJPOU Ira hulhando. e11qw1I:Lo <JUl' os rlcputudoH /,11i ... 11 s mais varlurlo-; eomeat ríos. C. {O C. PALIEI CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS Hua: Antnnio Maria Coelho. 4-23 - Lo anelar. Fone Residencia: 1-1385 Campo Grande Mato Grosso RASI. ODJZIRA TURBIL AS PARA ITAIj , Abc:rtu clin e unice Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina Anexo: I ,anchonete A Yeoirla Visconde do Ta una v 'Esquina Florid no l't!ixoto • • Pero do l:lanc-o do Bra-il Guiu Lopes da Laguna :'.lt. Brusilia-A 11dústriu brasih~íra poderá ser chamada a proc'uzlr as grandes turbiuas de que vai necessitar a Itaipu flinacional p / a geração dos 12.500 m·gawats previsto disse llarío Bhering. ex-pr:?sideute du Eletrobrás. observan do que «a decisão se vier a ser adota· la, 'dei xará muita gente no ex lerior desaponta la». ;« - <·e x i C a s a P e e u a ris t a Ltda f X , ano. ,. • • • x· Y 'rodutos veterinários e Agrícolas, Ferragens, '{ $ Artigos de Montaria e Materiais de Cos-ruça, } em Geral. ' K f Av. Duque de Caxias, 606 X. ~ g ! . - - C. P. 2 - Fone: 157 .Jardim <ÂC.'[. ;g itos.os-as<s<< <<-<o<.s<os-a5kj -><=-;:.,:·,.:. ===========-== ·><i Jantares do Rotary Club de Bela Vi~ta E:<a:- 0 :><' "' endo , Realizados CHARASCRIA O GAUCKO ·1*1 Ao Lado da Estação Rodoviária. Sabem Porque? Pelo Ótimo Atendimento, Churra:;cos de PrimP-ira, Ambiente Seleto, Enfim. " A • ~j: É • Churrascaria do Gaúcho " , O Restaurante ··Classe " . . . 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Excia, temos doi Comercial, por ocasião pontos comuns que mui do encerramento do Cur to me honra : como V. o de Iniciação Politica, Excia, sai tumbé:-!! de o governador Garcia Ne um Estado do Norde te to teve oportunidade de para um outro grande assinar mui um convê- Estado. r:omo V. Exciu nio, atmvé do HNH, vim razer em Mato Gros com o Bemut da verba so vida pública. Como ele I milhões de Cl'Uzei- V. Excia. fui recebido ros, que será aplicaria por este povo d por is na execução de melho- so é que a minha obri rias do sistema de e - ~ gução e a de V. Excia. golos sanitários da cida- para com os Estado de, verba es a da quul que no receberam e o Estado participa dire- agigantam, maior do que tamente com mais de 9 aquele que nas m1lhoe . recebendo um ceram em ilina Gerais financiamento de outro e Mato Grosso. Me hon g milhões de cruzeiros, ra neste momento teste ~orno consequencia da munhar esses dois pon- 1nclusão de Campo Grau tos comuns que temos de no PLANASA, medi- em nossas vidas. ante o convênio AAE- Admirador de V. Excia. ANEMAT, assinado a na Camara dos deputa- 26 de agosto ultimo que dos, onde convivemos ultrapassou a casa <los por oito anos acostu- 100 milhões, acentuando mei a ouvir os belos 0 governador ser o «di- discursos, mas não so nheiro do povo que vol- mente por suas belas. ta para o próprio povo». palavras, como aqui fo- Dirigindo-se ao de- rum pronunciadas, mas putarlo Francelino Perei- principalmente porque elas sempre traziam um conteúdo, um objetivo, uma finalidade. Como conteúdo, vimos as pa lavras que aqui pronun ciou as jovens, dando u esses campograndenses que durante mais de um mês, nos fins de semana vieram aqui, com o ob jetivo de haurir conhecl men tos. parn amdnllii. ajudar nosso Estado nas lutas democráticas". Fa lando sobre a decisiva influência do jovens na vida pública matogl'Os sente, assim se expres sou o governador: "Ontem mesmo co meçaram os estudantes do I curso de Iniciação Polilica de Campo Gran de a conhecer na práti ca, em que dois grupos desejavam eleger seus candidato p/ a primei ra comis ão que irá se organizar a "Areua J o vem" do no so Estado A de Campo Grande. a quela oca iüo eu disse: começa aqui o trabalho de vocês, centro dessas divergências, pois não há democracia sem di vergeocia. N:i.o concebo democracia com huma nidade. A luta interna ão estímulos p/ encon trarmos novos caminhos. Mas a divergencia de mocrática, que soma, multiplica, e não uma divergência que diminui, que divide. A divergên cia que aumenta, como essa que vimos aqui, sa lutar p/ o nosso partido. Depois todos se abraça ram e os 5 eleitos toma ram o compromisso de levar avante esta ban deira, bela e primeira experiencia dos uuiver sitArios de Campo Grun de. A ARENA prescisa sobretudo de jovens - salientou o governador esses jovens que há ai- gum tempo ficaram ulbei os à política. MaH alio vamos olhar p o pas ado, vamos olhar p/ o futuro, pi es e ruturo acenado pelo presidente Geisel, um polítlc•> rrau co, aberto, que diz as coisas certas me mo que no venha a receber a piausos, porque diz as coisui,, verdadeiras, e que há poucos dias, no seu ultimo pronuncia mento à nação. convo cou o povo a cerrar ti leiras para fortalecer a a nossa economia aba la da pela crise do pe tróleo. preciso que e:;clareçamo a todos, porque daqui a pouco poderão surgir os dema gogos, uquelei. que oiorm querem e se levantar na "vi da explorando a misé ria, a tristeza e a pobre za. ós vamos percor rer o bairro humildes das cidades - afirmou o governador ao encerrár a sua oração. Temo feito sempre isso, desde no sa candidatura a pre feito da Capital do Esta do. Como disse o pre i dente da ARENA, é pre ciso sentir, conhecer os problemas, e nós. oi- po liticos, é que temos me lhor sensibilidade pi co hece-los e dar-lhe so-. luções. Estamos procu rando inicialmente de e:i volver a promoção so cial, porque parafrasean do o presidente Geisel, "não poderá haver de senvolvimento político, se não estiver presente o desenvolvimento so cial". • Por isso temos que melhorar o paclrüo de vida do nosso povo, mostrundo que o gover no· está presente, que estamos, em ultima una lise, alicerçando a nossa democracia. PLACA' DE PRATA Ao final da solenida de, foram ofertadas ao deputado Francelino Pe reira, Goveruarlor Gar ciu Neto e conselheiro Waldir dos ·autos Prrcl ra, placas ele prata p6 los cursistas. !:->ão aFI fi" guintes as inscrições: dos alunos do I curso de Iniciação Politica ao deputado Francelino Pe reira, a nossa homena gem. Campo Grande, 811 75. Ao governador Garcia Neto, homena gem do D ir e t ó ri o e alunos do I curso de Iniciação Politica - ARE NA. Campo Grande. 0811/75 " Ao ministro Waldir dos Santos Pe reira, com o reconheci mento e agr.adecimento dos alunos do I curso de lniciaçúo Política. T2CRIA MEL R de Juarez Rodrigues Trabalhamos com perfei ção para continuarmos "a ser o modêlo no ra mo de tapeçaria" Heforma qualquer tipo -de móveis, Estofados. Col chões de molas, Capotas de Jeep, e estofamento- de veicu los em geral. Atende-se a Domicilio Fazemos Orçamento em Compromisro. Avenida 11 de Dezembro 126 - Jardim-Mt. SAO # JOSE De José Destefani Venda só no Atacado. Coca - cola, Fanta, "Katira", Skol em lata e garrafa, TrigQ Tosca 10 X 1, Querozene Jacaré, Arame Ov:-tlado Argentino, Arame Mota, Secos e Molhados em Geral. Vendemos também o Ólee mais preferido da legião, O Famoso Óleo Marasoja "O Oleo da dona de casa que sabe o que "A Casa da Tradição" ' e nida ll de Dezembro I164 Jardim MT. ESlBDO DE llTO G OS O Secretaria de Eduaão e Cultura . ' estão sujeitos a ter seu vencimentos suspenso sem prejuizo dás provi denclas subsequentes que lenham cabimento, bem t como ús sunçõeH previstas no artigo 246 do Código Penal brasilei ro, se deixarem sem jus ta cuusn, de prov<>r a im,trução do filho cm Idade escclú; • IV - Aos Pais ou l't>B pomiúvels incumbe apre sentar no mes dê outu bro de 197U, aos Órgãos Pagadores a Ceríidilo de Matricula gratuitamente expedidas pelas Escolas do Sistema Estadual dê Educa'çúo,. V,, E dçver de to dos comunicar às autor! des locais. a existenciu de cria11ças que tenham iiude de, o7 a 1-1 .anos, quc não cstejom /renquentande o ensino de !º grau. • Cuiahá, -10 de uovem bro d-:i l.975 Dr. Lnuremberg Ribeiro unes Rocha. Secretário de Educação e Cultura. Uma. d:lH mor!ifi<'ft ÇÕl!H que t;erão [mplan- Chamada de Crlrrn Çll8 til' 07 a 1'l Ul!Of! pa r:t ma lrlclu.i no Ensino elo tº Grnu. paro t.07H. O 8et·1·ciúl'lo de Eclu cação e Cultura, usando de suas .itrlbuições le gnls e, em cumprimentc ao Decrelo 11" 1.:W!i, de 2'1 do uovembw de lfJT!, 'Torna Público que: 1 - Os pais ou Rcs _ pous(lvels por criunçus que teubum de o7 u 1'1 1rnos. esllío obl'igudos a mall'kulú-las pura o le tlvo de J!)íG nos períodos iddlcudos puru et-se [im nas Escolus Estaduais, :'lluniclpuls Oll partlculu res, Jllll'U que, confonn~ o cnso, comecem u l're quentur o ensino de 1° gráu ou o compll'tein; • II - Os Pais ou Respon !lfveis Pi crianças de 7 á l anos podem precurar as (sco les mais próxima de suas rasas, p, matriwlá•fos <1 /1111 de /ad.' litar.lhe'e acesso às aulas. lll -·os Pais ou Re ponsáveis por crianças de o7 u 1-1 anos, que dei xurem de matriculá-Jus 1 1 ... ---,, Louremberg tnda'i 110 e11:rno Jil, to grossense, ja a parii rnes Rocha IH! fflÓOOJEHUà "Órgão lndependeJte a Serviço da Região" Ano IV - llela Vista - i1T. - 30/11/75 - N° 188 1. o próximo exem- gradativamente comple par da «TRIRUNA da tará os niveis do 1- FRONTEIRA» faremos Grau, 6+, 7" e series. publicar 1orientaçõt1s rcft, 4. Foram encaminbu- rentes à matrionlas,1976 das para tonas as €m•las ílela Vieta, 26 de nas Escolas Estaduais. Estaduais, lunlclpais, Novembro de 1975. Até 30 de ovem- diantamos " xistm a- Parllculares,-·Secreturius Of. 10- 196/ 75 bro rJeverão os pais e gas pi tod~s as alunos'be/a. de Educação Municipais, responsaveis de menores vistmscs" e alixados em lugares Do: Prefeito Munici- procurar as Escolas ma- de 1º e 2º Graus. chaves das cidades per. Pal iS' proximas' de su&.s ·re- Convoco as Dlreto- 2. A Escola de 1 tencentes a DREC OG. A: 1.u· i,cretãria de sidencias para matricu. Tas, Secretárias e Pro- e 2º Graus Costeio l:3ran- o Edital V, da e'creta~ •EducacÜio Municipal lar-los,_ independentemen - Iessores das Escoras Mu , co, proporcionará n-o u- riu da Educação e Cul- Em cumprimento a te de atestado e carti- mc1pa1ti p/' fazer entrega, no vindouro. aós alunos tura, referente a obriga- Lei que determina...a- o- do~s. . _ . por escrito, à ecratarla belavistenses nivel de 2 toriedade Escolar chia brigatoriedade do ensino ., Os 'antigos alunor- de .Educação Municipal, Grau, mais uma habil.- mad para a crianÇab PI os menore1- de ·7 a 14 8:Presentarão seus bole~ até 30 de Novembro taçüo&eretariade selar- de o7 a 14 anos pár4 nos e necessitando es- tins. corrente, dos seus dados 3. Funcionarà na às matricula do - ensino ta Prefeitura tomar as : , pessoaí_s, <:omo endereç?, Escola de 1° Grau tster do 1-·Grau que para pro,•iden•cias ·t necessa- - _Determino aiuda às tempo de serviço, esco- ilva, a 5 série, que maior _divulge.çiio e co rias, PI que o prédios )iretoras de todas as la aonde· 1ecionou. salá com o cleQ0rrer dos a- laboração ao setor Edu escolarel:l rirnnicipals se Escol8:~ . ~luniciqais que rio, novos títulos 'E" tudo nos como requer·, a· Lei óucional. Acim• PuLliC"Omo, encon~rem em condiçõ- facam um levánfa'.niento o mais que 'possa nus- e O N es ·sahsfatorias no iniéj, de todos os menores de trar e .. completar sua . VI TE , ,_ .,do ano letivo,.determiao· anos, residentes nos bcha de cadastro na . º . ás Diretoras das Ei<cola: bairros das -Escolas. s tari d O Sr'.' 'Prefeito' Muni- curriculum vitae e docu- Municipais que iniciem,' A ecre u e Educação cipal, convida a· todos l I p ..... • ten".!ios11mente Municipal. 0 os professores, qe '{k !"(os pessoais. na Pre com com urgeneia, Dr. Ruben de Cas- Deverão ainda de- t b l . d , f?1tura, M~mclpal, a _par- matricula prévia pa~a, ?. . tro ;1...to ~ o.e_ Iarar s .... dese1·am conti- e:1 am ec1ona o ou tir .de .. hoJe,_das. lQ~00,às ano de. l976 •. . . 'v H'in! ,}, não, aos que tenham 11:00 horas. • • i • l>refe.ito .Municipal .. nuar l~cionando ou trã- cursos ou et>pe.ciAlirl.a_des ....Prefeitura- Municipal balhando ·no -ano vindou didáticas, _ que estejam de Bela Visia, 26 de No- r-:--;:;;:;-:~;:::-:~-::~==-=:.....;:.:..:=-:..::.::::::..:..;:::.....:, ro. em condJçoe!' de colabo-- v b - --- - - - f ltMES D -- Todas as professo- E# ± s . 1 + " I SEM[N e ± 90 Municipal, no próxi- Dr. Ruben de Cas- - • , • ' • mas e 1 ainda nilo foram mo auo de 197ti, a se tro Pinto regjstrados, - ápr·esents- apresentarem, comi sé' Preteito Municipal.] , Cine.São Cristovão Jorgeptemete a $ecre ANIVERSARIOS DO MES DIA - - - • -4. - •·r tana 11µ.nicipal de- Ensi- 1 FILl1ES • • - -·- • - BO, • paralaerem provi- Dia 19 Rosita Rosa Gomes. 2/3 A Esqm.drilh - Ji ELENCO denciados os seus rt:gis- Dia 20 Octavlo toureiro. ·. [i5. i@tii 'Fois; Po.4ee voar Slvig Koscipa tros. Dia 21 Eliane Fernandes. 6/7 Caçada Mortal de Sh -G n~ly Fernandes Prefeitura MunicípaÍ- h: h he..s... li i is_fE ·si%..#.%] %. 2' .2% " " Dia 25 Lidia Zoralde Cil.ndia. - - : • Dr. Ruben de Castro Pinto Prefeito Municipal. PREFEITURA MUNICIPAL Oficio n.o 196/7 5 do próximo nno, :;('J:;uu, do revelação do secretá rio Louremberg Nunes locha, da Educação e C111turn. (• a cxlinç,io ela tu ti tlc• matricual. , la x 1 ,,;t-a diretamente vlncu- lada ' Caixa Escolar. Essa medida segundo Informa Lourembcrit :'iu nes Rocha é orientação d· Ministério A Educação vlsaudo permillr ao Es tudante seu iugreso sem dificuldades no es tauéledmento ele em,lno. Também a partir do µró ximo uno a taxa esco lar RE"rú admlnititradu pela Associação de Pais e Mestres das locullda rles onde já exisllrelJI, APMs. Essa medida con ronne foi dito pelo He crE"lúrlo Louremberg Nu nes Rocha visa lnrentl vur a comunidade a par ticipur mais dos prnble mas educacionais. Conviles de Casamenlos Carlões de llalal folhinhas e Calendários para 1916 0cu± A: Tribuna 'da Fronteira .cu _vocução . ( 1 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº187_23_11_1975 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº189_07_12_1975 Voltar para a lista de itens