TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº189_07_12_1975 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº189_07_12_1975Número da edição189Data de publicação7 de dezembro de 1975Número de páginas10GeoCoordenada -22.097728351606577 , -56.52809030864581 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº189_07_12_1975 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto FUNDADOR E DIRETOR RE PONS, VEL: - IV ALDO PETIEIRA ANO iV Redução, Oficina e Administração Rua Duquo de Caxias S/N Bela Vista, 7 de Dezembro de 1975 BI-Semanário #E. ME CAIS E! g»E %E#. 4 ME#A Uiu W próximo pnssn do, os belavlslenses vi veram momentos de an gústlu. e ter1 or, quando um vendaval atingiu n nossa cidade com uma fúria nunca vista. Eram aproximadamente, 17 ho ras, a maioria dos cida dãos se preparavam pa ra o tradicional «bate papo» da tarde, quando o vmd,wal cnmeçou a suu ceifa destruidora. ruas e muros destruidos, o Prefeito Municipal to mou as providências pu ra normalizar a situação e, dentro do passivei, colaborar com os mais necessitados, Parque da Expo sição O Parque da Expo siço foi o Jocal mais atingido pelo vndal Os pavilhões dos exposito res, em sua maioria, fo ram totalmente destrui dos. Cercus, currais, en fim, o nosso parque construido com tantos Fim do Mundo "Isto é o fim do mundo. Bem que as 'Tes temunhas de Jeová fa laram. É o fim do mun do", gritava uma senho ra que buscava meios de cobrir sua residência, puis as telhas da mes ma foram levadas pelo vento. Residências fica ram descollertus as pes soas ão subiam se cui davam de suas casas ou corriam em socorro de seus [ilhos amedron to.dos. Uma casa perto da Vila Nova foi total mente destruida; os mu ros do Estádio Munici pal cairam, e novamen te, u LlGA deverá inici ar a campanha: "Ajude a construir o Muro do Estádio;" carros tomba ram, arvores de mais de 20 metros de altura foram arrancadas, colé gios atingidos ( devido as {frias não baviam crianças nas escolas), o Quartel do 10° RC sofreu graves danos e u sire na do alarme soou para que os soldados pres tassem auxilios, e prote gessem os predios. Foi um dia da terror. sacrifícios. sofreu urn orejuizo, inicialmente a valiado em quase CrS 60.000,00 (sessenta mil cruzeiros). É fato notó rio a irnportancla do mesmo para a economia belavisteuse, não só pe los inúmeros negócios que angaria em época de exposições, mas co mo um fator de turismo e capital da classe pe cuarista e agrícola de nossa cidade. O povo de Bela Vista, espera que o Governo do Esta do preste sua ajuda, no menor tempo possível, para que possamos le- Um Episódio Elucidativo A técnica mais recente dos comunistas é divulgar listas falsas de pessoas que estariam sofrendo q u u l q u !l r ti p o de coação por parte dos poderes públicos. Com isso eles pre tendem engrossar ainda mais u campanha que u máquina de publicidi.de do Partido. infiltrada em rádios, jornais, revistas e TV, vem desenvol vendo no, Brasil e no exterior, com a intenção de desncredilnr o Governo ante a orinião públi ca nacional e internacional. Para os comunistas, quanto pior estiver a situação interna melhor será para chegar aos s .. us própositos ... (Pag. 4) vantar novamente aque la que é a nossa maior atração. Vitimas Níio foram registra das vitimas fatait;. Os prejuizos materiais 1ão puderam ser estimados, pois todas as residên cias belavis tenses sofre ram danos. e inúmeros veiculos foram abalroa dos por árvores e pe dras. Jornal O prédio onde fun ciona a Empresa Gráfi- ca Tribuna da Fronteira, não escapou à furia des truldora. e pós levan tamento efetuado, os prejuizos da empresa, em papel e material grá l'lco, alc;ançou milhares de cruzeiros. Final Prefeitura A Prefeitura Muniei pal sofreu, e muito com o rendaeai pois a rede elé rica., em grande parte foi de·truida; galhos e detritos por todas as Prefeito não paga a· quem deve afir mou o ·Correio do Leste" de Rondonópolis Púgina 2. Contra as forças te lúricas da natureza, na da pode ser feito; resta nos orar ao Todo Pode roso e recomeçar tudo de novo. com fé e espe rança, pois amunhil é um novo dia e o SOL voltarâ a brilhar. (Página 7.a] (. Sérgio Cruz propõe a criação da ccrctaria de Turismo do Estado (Suplemento) USINA ELETRICA- PARA PORTO M U R TINH O (Suplemento] H rena tem que ganhar as Eleições Página .3 J 0CEDI} Povo de Jardim aguarda ansioso a Anistia dos Impostos Pagina 4 Suplemento Emedebista criticou Bandeira Nacio nal, segu..."1.do Jornal de Rondonópolis Suplemento DOS JORNAIS Cuiabà (Sedimat ) O l'('l!l'lilC' 1':11c·ont1·0 ele :-il'l'l'L'IÍli'Í'Hi !ln Plant•ju- menl<, cum a St•netarla ,!.· Articulação com os Es ta«dos e Municípios AI- EM ICIPIOS JIUTO .. PEÇAS SJIO JO O Bento Porto EM, da Seplun da Presi clõud:i da República. rc aliznado em Belém do Pa ró. ,, Sr. Delilr Gur.rra laeeclo, t,;icrelário da S. H trn. L•loglou o rno.do ('CltnO esliio f'ClldO COll du·,,idoH os trabalhos cio E l11clo ,.. 1l11r1 '[unlcipio.i de Mato Grosso, Na me- 11mu oporlunldacle o lllu Ir da SAREM garantiu no 1rncretúrio Bento !'or lo, do olaneja111ento ele Mato Grosso, a liberação de recursos de órgão que dirige, ao fü;taclo. paru u composição 'o Fundir <IP .poio ao De til'l1Volvime:ito lunicipal. O secretário Bento Porte pru o encontro de e eretários das eplans das Unidades Fede adas <'Oíll u SARE.li, rez-t.;e acompanha,· cloi:: clireln rPs ·lo Depnrtamentn de i'la1n•jameuto, Orçamen to. Decram e Departn menlo de geografia Eslalislit'a. ,I,· Jo)o a.111-r.1 l }llrt'- Para brisa colocado na hora Pegas para todo o tipo de Veiculo ··Agradece a preferência Iluct Pilud Kehuú -- 7Ml Bonito Mato Grosso 1( Instituto Psicotécnico SUDOESTE Exames Psicotécnicos para Motoristas Ama•lore~ (' Praça Cel Cami-ão CílJJ,;. 10.PE~ !J_;. lJGUrJJ. Profi:.,,..ionai-. no. 53 + Mf. L Reprcsenta~ões Cereal Ouro Ltda Adubo ·TREO" inseticidas, -ementes Fertilizando com amor a nossa terra (Tutlo para Lavoura) Hun 25 ,le :," .-11,l,rn ;,:!, > »E$±#eLZ3 rID O PODER PREFEITO NAO PAGA A QUEM DEVE li] filJ 1í ( i Agora com ovo l'roprietário endo Atendido pelo mesmo ,111hient.- L-tritamence Famílíur Quurtoi& ,·orn Piai' - Apartamento- Restaurante: "Comida ,Caseira" "e Cracae de are ande" R. Rio Branco - 220- Fone 4-2I05 - C. Granrle :lt. Há um ano e Jois meses p' terminar seu improdutivo mandut11 considerado o mai;; pre judicial p/ o p o v o e p/ a ciclude, na história politico-administrativo do ilnnicipio - o prefeito Cnucli:1bo começa a se per•ler t•1lulmente - aban 1ouundo a Prefeitura ilu nicipal por longos dias, pe'1·iôdicamente: amtsau do o pagamento das mPnsalidades do!' servi dores públicos; e, pír.r ain da. numa desmoraliza ção ao poder público deixar de pagar seus credor~s nesta praça, ao proprietúrio de um pos, to de gaselina leal, certar o abastecimento de gaselina• á [rota de veículos da :[u- sidadP [iscai e a vungló nieipalidade, por atruzo riu pessoal tem sido o ,le pagamento da coulit. fír111,1111mt<' da adminislra bú mais de dois meses ção Caudinho, . acompa vencida. Lamentávelmen nhada de maus elemen te assiste-se u deterio- los, como determinados r:.vão de um gove .. no vereadores que em tra municipal, mau ?! o po- balllar vi vem criminosa- . vo, que, ar,tes de cair mente dos cofres públi na desmoralização, lo- cos, pi falar '·bem" do go depois de instalar-se prefeito, Rurus são os no cargo. constituiu-se valores ilorais que cêr numa bandeira de espe- cum o prefeito. po:s cu rança PI a maioria dos da origem tem seu meio Rondoaopoitanos. A iro- e fim. ln[elizmente. previclenciu, a incompe- (Correio do Leste - teaciu, o nepotismo a im- Rondonópolis) popularidade. a crimiuo- ?lRllEÇO DES1E EXEMPLllR CRS 2,00 Auto Mecanica -lndependencia D,· Jo,(- llip6lito ,1,. .1.-lo Oficina Autorizada Ford Willis do Brasil "M c><>anicos com cursos· de Especialização" Hua Cuiul,á •·n Avenida II de dezembro 35 Jardim - :lato Grosso POSTO São CSTOvãO de Theobaldo A.moral Lavagem - Lubrificação • Troca de Óleo Borracharia - Balanceamento de Roda Rua Conde de Porto Alegre s/n Bela Vista Mato Grosso AO ; JOSE De José Destefani Venda só no Atacado. Coco - col..1. Fanta. ·'Katira". Skol em 1 t • O v:1lad·' a a e garrafa, Trigo Tosca 10 X 1, Querozene Jacaré. o Argentino. Arame Mota. Secos e Molhados em G 1 Vendemos também o Ole mais preferido ,la l{.., rilo. O FnnH • Ól I . • era· i' ' a o to alara-soja ") Oieo da dona de casa "A Casa da Tradição" " lvenicla il de Dezembro 164, Jardim Arame .MT. DOS JORNAIS GEISEL: ''A ARENA TEM QUE GANHAR AS ELEICÕES'' li O Prefeito João da Porto ,legre - «A em audiência. pelo che- Càmam recebeu em seu Arena tem que gunh11r fe do Governo, no gabi- gabinete de trabalho, as elelçõ,es municipais nete do governador os senhores Roberto Rus 110 próximo ano». Esta Guuzzeli. Depois de afir- sel da Cunha, gerente !oi a palavru de ordem ma que o governo en- regional da reglãn !J da do general Ernesto Gei- trega tudo nas mãos da Volkswugem do Brasil e ijel aos dirigentes regio- Areun. pois e: t mobi- Uanilo 'parapani. cll.e ais arenista • recebidos lizando com ela, o Pre- fe de vendas da região ADVOGADO ESCRLTÓRIO Rua G<·ncral Osório. 825 Bela Vista ;lato Grosso Dr. l{ésio Loureiro Pinheiro Advogado Rua Antonio Maria Coelho Bela Vista ilt. 221 Dr. Pedro Palmieri Advocacia em Geral lua 15 de ombro 17 Fone 237 Bela Vista MT DR. FIORI MURIINO Médico Rua 15 de No,•embro, 75 - Bela Vista - MT sidenle ela República e xigiu da Executiva Ie gional tio partido o má ximo empenho visando levar a verdade sobre as renllwções do Oover no a todas as classes Roclais. Com a bancada arenistn da JHsemhléla Legislativa, Geisel este ve reunido durante mais ele uma hora. Exortou os a se lançarem nurnn mobilização geral, não deixando sem resposta qualquer prnnunclameu lo da oposlçiio. Disse que o partido tem que prornovet· slmpósíoi;, se minários, levantar e discutir reivindicações em lodo o interior do Rio Gra nú, do ·u1. Os deputados arenis tas deixaram o Palácl<1 Pira tini entusiasmados com a frequeza do Pre GERENTE REGIONAL D VISITA DOURADOS O, da mesma firma. que na oportunidade se fazi am acompanhar '10 sr. Carlos :loraes, l'unciouú rio da Revel- firma revendedora da Volkwa gem na cidade de Dou rados. Na oportunidade, o ====HAROLDO MEDEIROS=== O A li • .IT. .PF 8-295.87 8.3 ADVOGADO Rua 15 de lovembro 177 Bela Vista Mt. Dra. Maria ,Aparecida Zanda Grella Cirurgiã - Dentista (CR0-387) Odontopeàiatria Prótese em geral - Raio X "Consultas com hora marcada" Rua Cel. Juvêncio 237 - Jardim Mt. UBORAióRID OE AIIÃLISES CllNIC4S Dr. Ciro Benhur Torres Gallo Rua Antonio Maria Coelho - 339 Bela Vi-ta - M Bacteriologia - Biequimica - Hematologia Parasitologia - Sorologia - Urinálise Pré - Nupcial Pré - Natal «vidente da Iepblica. A lém cla<i auúlênC'iuH com os politicos governistas, o general Geisel rece beu empresários e repre sentantes de classes, en tre estes 0s dit'ígenlea da Federaço Nacional d1,s Hadlallsta . À noite, o Presidente participou de um jantar com o go vernador Guazzeli. uo P,1láclo Pirullnl. • KS visitantes falaram ao eb':'ít> do c>xecutlvo dou radense, sobre OH plu nos de expansão da Vo] kswagen, p o Sul de Mato Grosso. Anuncia ram também. a visita do presidente da Volkwa ien, s1. '. Sauer e do diretor de vendus sr. B. Elaud, o que deverá acontecer hP próximo mês de janeiro de 197(i. O Prefeito por sua vez. fez um relato do que é u Grande Doura dos, sua potencialidade econômica, como sede de uma região que é polo de desPnvolvimen to do extremo sul do Estado de Mato Grosso. À sai<1a do gabinete do cb.;fe do Executivo, um dos diretores da Volks wagen do Sra il afirmou que a visita a Dourados tinha por objetivo, co nhecer o desenvolvimen to da região. objetivan do o plano de expansão da Volkswagen, através de sua sede de revende dores. ··o Prefeito nos dis se tudo, e com detalhes, estamos entusiai;mados a pós conhecer através dos dados, o que é Dou rados e sua potenciali dade econômica, conclu iu". (O Progresso-Dourados) Calendários para 1916 0cu NA: Tribuna 'da Fronteira ~ r==· ========""'~;)-(:••= ======~-·,_;,e:;========~ l Rotary Cluh de llela Vista, Estão Sendo Realizado na Os Jantares e o ,. == CHURRRSCBRlll DO GAUCHO= 1 Ao Lado ua Estação Rodoviária. Sabem Porque? Pelo Ótimo Atendimento, P • • A biente Seleto, Enfim, " H Churrascaria do Gau' cho" Churrascos de rimt>,tra. m 1 É O Restaurante ··Classe A " . . . Leve Sua Familia e Comprove • • • Gaúr.ho Atende Bem •• ; 1./,:; "z- ~ '><;X->-<"·=============- .. :x•===============d.1 zura I ... .-.-- _ _____,.....,---- ------ ----- ~---------.------ ,lexundre Von Baumgarten ODEl Oulula-feirn pas,m- gresso :lnclotllll Re lou da, o MD, através do vou em iontes que co HCU ídl'l' ua Cümarn Fo- sirlcra dli.rn:11; 1le créclllo llernl, tfonuuciou no lrn- e ttH quuis, com toda sil a prisão de nove pes certeza, respeita. Lse os, entre us quais a episódio serve beI p de José Salvador Faro, demonstrar as quantas Professor da Fucul<iade anilam aH coí:ms aqui de Comunicação Casper no Brasil. inda recea Libero de Silo Paulo. O- teme·1te ocorreu ail,!o cone, que este dia, e- purecl<lo com um 6rgiio xatument<', Faro dlstl'i- intl!l'llllCl'•llªl que 8e pro buin, nos principais jor- põe a defender 08 direi· nnis, rádios e 'IVs do tos humanos. Puis, uma car'.a abPrtu, , ,nisati lnternacio na qual não apenas di- nal, que desenvolve sn zia estai' solto, como ao; prlncipaís aliviclatles tamhiim, e principalmt>n- cm Lo11i1·os, enviou às te, através ele um iibel,, nutoriclacles urasileirns muito inteligente renun- uma relação de nomes cmva à subversão. por de pessoas que estariatn considemr que os cumi- i;upostnrneute presas em nhos cio comunh;mo uilo lugar incerto e nü.o E<a concluzem a coisa ne- bido, O Ministre da ·Jus nhuma. liça revirou o pais do O oconiclo com o avesso, p depois de Deputado Laerte Vieirn muito tempu chegar à vt•m se repetlnclo no conclusão quti ce~ca d:l Brasil com uma constCtu metade <essas pessoas eia que já vai [rendo não esavum e nunca monótona. Nilo li rnro. estiveram pre,lli? e que hoje em diu, se anunciar uma b lll parte dos ou no Brasil que esta ou a- tros nomes l'elucionados quela pessoa fornm pre- nem siquer existiam. sas e que se e1tco1llram Tratava-se, como ncou em lugar incerto e não bem demonstrado, de sabido, vílimus ele um pessoas Hcticias. Es e Estudo coator de sujei- não é o único e1s Há tas a toda sorte de lOl'- numerosos oulro;i, inclu turns físicas e morais, sive hi:;tória de uma sem condições de qual- moça que tend·• fugido quer defesa. E ·sas de- com um rapaz porque núncias, algumas feitas a í,uuiha nãu queria o até em !urma de unún- casamento passou por cio. têm provocado mui- pr,•sa durante muito ta intranqüilidalle, com tempo. o agravante. de que eles Aliús, elo episódio feito o equivoco, ou ate Faro, fü:am muitos eusi quem sabe coisa pior, uamentos. O primeiro é nunca são eletivamente de que se deve ter mui desmentidas. Ninguém to cuidado uo se [ormu quer admitir que ralou lar denúacia: ão con sem saber ou então que venieutemente compro- foi u ado por tercl!iros. vadus. Cada denúncia É evidente que não desse tipo, além de dei passa pela cabeça de xar mal o denunciante ninguém que um homem implica no comprometi: público elo porte de Là- meato dil credibilidade erte Vieira se prestaria dos homens públicos e ao papel de !ormuar de dos veiculos de divulga núncias improcedentes ção que se servem de e se expor a um papel informaçõas não apura ridicuo. É cloro que o das. Há ainda o risco lider do t1DB ao ra- de se ser transformado em zer a denúncia no Con- joguete de interesses de grupos politieos que pre- 1en<iern .:ompromt>tl'r l" 1e,anor,di1:u· ;IH autorí tindm, coustlluitluH e as forças de manutenção da ordem interna. , técnica mais re- c e u te d o s comunis Ul-1 é divulgar listas Yu l s:1s de pessoas que es tariam sofrendo qual quer tipo <ie coação por parte dos poderes pübli cos. Com isso eles pre tPnclem engrossar ainda mais a campanha que a mú,1uina de pul.Jhcida<le do Partido. inriltrada em ró dios, joruais. revista e T', vem c1ese11voh en lio no Brasil e no exte rior, com a intenção de desucrerlitnr o Governo unte> n. op1111ao pública nacional e iuternaciona1. Pura os comunistas, quanto pior estiver a si tuação interna melhor serà p' chegar aos seus prooósitos. Outro enaiuameuto que ficou bem claro nes e episódio é de que a te,;e da liberdade da imprensa, só válida num senfün. isto é, quando interessa a determinado grupos ou propósitos. ,l osé ·ava>Jor Faro ao eh,borar sua ct•rta aber ta de repúdio à subver são, acabou por fazer um interessante e eluci dativo· trabalho ,;;obre o envolvimento do meio estudantil pelos comunis tas, que, nu pior das ili póteses, pelo menos, serve de alerta a profes sores, estudantes e pais pi o que ocorre nas es- colas e Universidades Ele encaminhou es tral>alh<> aos prinl'ipai-1 jornaiH, rádios e 'l '1< do País. ,pe11nt- ciuco divulgaram alguma col sa. Isso, só por si. j ' multo eiudclalivo. do que está aron tecendo atualmente no Brasil. ('Transcrito do «Diá rio de Brasiiian - 11 Nov 75). de Juarez Rodriues Tt'tlh,tl!IttJUOt, l'llll! prr1l'i çiio p·1m l'lllltillUUllllUS "a ser o modelo no Ta ma de tapeçaria leforma qualquer tipo «de móveis, E.tofalo, tol chie- de molas, Capota- de Je«ep, e estofamento-s le icu lo- em geral. Atende-se a Direilio- 1',17t'JIIU" Orr..1111t"nto •t'tl Compromi+-o. ##1318 A9 IMPOSTO 7ERRfã ORlAL E PREDIAL (,Jardim) Projeto de autoria d0 verea1tor E!l milson Hrum Escobar, visando a anistia dos impostos territorial e predial doa contribuintes em atraso, foi aprovado pela Câmara ~lunicipal. O prefeito Eraldo da Sii va estuda o projeto do vereador-presidante da Cümara. e tudo indica que o chefe do executi vo uprvvará na integra o mesmo. pois a medida favorecerá grande par te da população jardi nense. Avenida 11 do Dozemb,o 126 - Jardim-Mt. , to n" 514 75 Oi põe sobre Anistia dos juros, correção mo netária e eutras taxas que se rerere em multas do não . pagamento de Im postos prediais e territo riais até o Exer~icio de 1974. Dr. Helio Loureiro de Almeida Cirurgião Dentista RX )3: 2N910910 M)21l4 €02L0, 221 J2LA )124 M91 ?03) Y3+ Horário: 8 às 11 horas l4 às 20 horas A Câmarc Municipal de Jardim Dacreta: Art. 1 - Fica o E- xeculivo ,lunicipal au torizado em conce1er ,:"l:5Tl , ao• ,·on<ribuintc• de impostos prediais e terri toriais que não pagaram seus impo•to• a!é o Ex.,;.·lcio de 71. Art. 2o- - A ,iISTIA <jllt' e refere o ,rt. lo· é re ferente a '1uha,, JuroE, cor• reção monetária e outras ta as que a Lei exige, quanto a0 pagamento tardio por par te do contribuinte. Ar<. :o· • Fica o Ext'cu<Í· , o lunicipal antoriz.ado em receber do contribuinte em atrazo os impostos predial e tt:rritoriai- !-t:'IU n~ rnuh,u que a Lei exige. Art. -Jo· • O ,·ontribuinte gozará da Anistia se efetuar o pagamento de seus impo tos em utr:u.o ,len!ro do pra· zo de 90 d ia•. Art. S0 - O cc,otribuintc crn ntrazo com seus impostos nté o exercício de 197-L oo Pº:?ameoto A 'ist:t dentro do pra:z.o e,tipulado no Art • 4o, gozará dos descontos estabele cidos em Lei. Art. 6-o - Ern, Lei entra rá em ,·igôr on data de sua publicação, revogadas as dis posições em contrário. ::,ata das Sessõe;; da Câmara O? de Novembro de 1975. Edmil,om Brom Escob:i.r Presidente Ernesto Lãocia Cald•• c,cret:irio cm úerdcio COMERCIO DE CEREIUS UNliiO IIGRICOLII L TDB " Uma Firma Que Ajuda a C_onstruir a Nova BELA VISTA " AGRICULTOR e o povo Belavistense Avenida Teodoro Sativa { Perto da Po t 1 t • n e n ernac1onal J Crescemos de Mãos Dadas com 0 M1. l Delegacia Regional de Educação e Cultura de Bela Vista ) Matricula 1 - Jti matriculas nas E colaR Est111luals de t" e 2' Graus dos municípios pertencentes DE' de Bala Vista, serio realizlts no período de O'{ dJ jaueit·o a O:l de fevereiro cio 107(i. 2- ·, DPlegnclu Hcglo11al d':! Educaçilo e Cultura reeel>crú as Hclrns de m·llrieulru, juntamen te com os fichas resumo dos Estabelecimentos de ensino, até o dia W, U~, 7G. . a - Os alunos que deRejurem ser tl'Unsre rl<loi:;. jó deverão delxal' o seu requmfornnto de trunsterl!ncl,1 nsslnudo. -, - As Escolas receberão lodos os ul11nos de t"· Grnu que tl!'sejarem ser matrieula(IO':!. há ,·ngas para todos. - No ensluo de 2°· Gmu, a rnalrlculu dependerá do númCJro ele vugtS, uma vez que 11ão constitui um nível de ensino obrigatório. li - A Ficha ele ilatrícula, tanto para o en sino Regular como para o Supletivu, sofreu algu mus 1lllerações, n•> sentido de facilitar n trabalho da matdcula. i . No Ato da matrícula nulo será permiti lo ncnhu lllll rnhran~a ,lt• 111x11, ,ob 11uat./u1·r prd,•x111. U . Os documentos de identificação do ulnno silo ,lt• rc·.,I i111porti11ll'ia p11ra o cuntrol.. ,la E,cola. , n,1o uprc !-t'nlm,;i•> de un, ou rn:ai~ <locutncnto. t•xccto n Ct•rtidio de.· Nni-riml·nto •trun-.lndo• e o Titulo de Eleitor, nlo constitui ràu motivo de impelimento da matricula no cnt.unto, de,crào os alunos completarem as documentações exigidas, até o dia 151., ,n,,. 9 • A con1rihuic·üo ,1,· Coi,a E,colur ,. ,nuidacl,•, l'Onlinuar.i H•ntln t•fctivatl~ tlc uconlo l'o111 u Lei vigente Com 1n·tc t•nlrt.'t1111to, uo Jo-t'IOr de Cuixa E!"t·olur ,.. Anlt1ll.Hlc. bt>111 como a l-soeiaçlo de Pais e Mestres atualizarem as Fichas eh· mutrkuln. nll parte· rcfcrcntt" a t" .. ~us contrihni.,:üc~. Movimentação de pessoal docente e administrativo da 'Delegacia Regional de Educação e Cultura 1(1 - f: íut11 subido que hít ncu1nulo <l.- tr.1bnlhu 1111 lo, >remestre do ano letivo ocasionado pela movimentação de pessoal docente e administrativo, na OHEC e nus E,,·oln• u ela juri,cliciu11a<ln. Purn rndonaliznr n trun1it.nçào de processos, e itan~ do o encaminhamento tumultuado de processos é que fora upn',e11u1Jo pcln Sccrc1nri11 <lc E,lucnção e Cullnrn e npro,u do pelos Delegados legionais de E<lucaçào e Cultura cm re• união rcaliza.lu <lc 12 u li <le non:mbro o calendário pnra muvimcntuçàn <lc Pc•soal <locen1c e administrativo das DHE C,. O cnle11d:1riu pre, ê duu:< clllpa,:' n lu. t'IUpu fica tt':!l'rnuln para n 11prc,,•n1nção do quadro básico de pessoal docente e administrativo • OH EC - Oó paio cio de 16 a 20 de Íe'crciroli6• u 2.a clapn c.slá 1k,li11u1lu à i n <li e a ç à o <le eventuais acréscimos correções, • OHEC-06 <lc 26 a :iO de a• bril/71l•. os meses posteriores, para envio dos processos ,eràu obcdcci<lo:< o período <le 25 u 30. 11 - Numero de Clcísses e Vagas Existentes no Muni ciplo de Bela Visto. -Previsão 19i6- PERIODO MATUTINO IS:u t! L' !' IS Cu,1clo lkunco l (•lu ulu,rn,) l 1- 1 2 ·80 l •·lo l •·lo l lo Escola de lo Grau Esol de Is G. Ester 1lvu I Gi:nc-ro•m Ponl"'< 1. •·lo uluno,;• l Oo ~luuo;) l ••lo , 2 [60 • l l .. 10 • 1 l (3o - ) l ••ln • l (30 ) -l •l6o : l 1 1 (40 alunos). 7a. 2 80 alunos), Hn. :! (80 alunos) 2o. Grau 1o. Secretariado 1 [4o alunos] Escola de lo. Grau Estor Silva 1.a 81..p!Plivo. 2a. t-iupletivu, :la. :,uplP!írn, la. !:iu plutivo. Escola de lo Grau Generoso Ponc2 la. Supletivo, :!11. Supletivo, 3a. Suplelirn, -la. '-;u plc!tivo. l2- A- E-colas receberão todo. os aluno- 4u pro curarem pela matricula, independente do numero de vaga nelas existente. l'nrl-111 puro e, itar muiore-. trabJlho ... -oli<·itarn•H uo-c Seuh.>rt:~ pai ... r,ro,·urart"lll o .. t•,-tnhrlt"rÍmt·ntu, d,· en•Í110 que desejarem que seja efetivada a matricula do- eu- filho-, Para efeito de classificação do aluno- e relação ao número de vagas em cada E-cola, seguiremo- o- critério nhaixo: lo. LUC:AH: Aluno• já pertencentes ao quadro da E-cola. que residem mas proximidades da mesma que este- j:1111 d.-ntro <la fai,u r1ári11 11<• 7 a I l uno,. 2o. Lugar: Aluno-já pertencente- ao quadro da Escola, mesmo que não residam nas proximidades da me-ma, ma .. que estejam dentro da faixa vetaria de l a 11 ono- Jo. Lugar: Alunos novos, dentro da faixa etária de •IO. Lu;:ar: Aluno, do quadro da Escola que estejam fora da fai xn c1ári11 de 7 u ll ano-. 7 n 11 uno,. So. Lu~ar: ,(uno• novo,, furn ila faixa etária de 7 n 11 uno,. Par-.1 a tranquilidade dos 11111nicipt:• informuruo, 11ue, caso haja necessidade, para o atendimento de toda Clientela E-colar a Delegacia legional de Educação e Cultura propor 11 Secrclnrin dt: Edm·nçào e Cultura as possieis formas 1 e a pro, t .. irumento dos espaços ociosos, de ,:on, êniu com outra'" r111i<lade~. conlruto d.- locação e ofrreciruenlo de outro, 1111.·iu necesarios, 13 • concurso para o magistério Encontra-se abertas as inscrições para o concuro Jc Professores nivel I a IV <lo lo. Grau. ,, IIIP•nrn, c1,.,,.111 ser feitas nas DRECs Polo: Cuiubá. Campo Grande, Hondono poLi,. Corumbá, Dourado•, Trcs Lagoa- e Aquidauana. O concurso será relizado no mues de março. 14 - registro de diploma O aluno c1irFou tres ou quatro anos, o 2-o Grou cumpriu os horários fez o estágio obrigatorio, finalmente po de receber o tão esperado Diploma. Agora só mais uma pro ' 1tlenc1a pnrn o 1nesmo exerça plena.mt'.'ntc !!UU ·profi:-~ào: após o registro Esclareci111cn10: DREC - Delegacia Iegional de Educação e Cultura EC • ,·,·relnnn de Educação e Cultura ;IEC - ;lini,tério <le Educ,,çàu e Cultur.1 Há um representnnle <lo ;! EC, nn écr.-iaria d.- E tlttcnçJo t: Cultura em Cuinbá sr- Luiz Cario, Manhües. maiores de ta lhes Após concluido o curso a Esculn fará o ('ncaruinlin mento do processo observando os seguintes detalhes: O processo cle'cra conter rnd1epen,a,·élmt'nl.-: a) Oficio de Enenminhamenlo b) Requerimento a OI TE (Üi'i,üo <l.- ln•peçãu ., 'en·iço Técnicos de Ensino.) e) lli,16ricos Escolares (Ficha 111o<ldo 18 e 19J já , i !---a<las. d) Translado ou fotocópia n111en1icada da Certidão ,1. nascimento ou casamento, quando houver divergência dos no mes, isto é, em un1 dorumento cone-tnr o nome do solteira (o) em outra du Cllsa<ln (o). NOTA: O Aluno jamnis pod. er.í ser portudor <lu processo para o registro do seu Diploma. observações Se o Diplomado for Brnsileiru naturalizado, deve rá apresentar a_prova de naturalização e de estar em dia com os obr1gaçoes ~hhtares, FC tlver nuus de J8. Se 1rn1nr <lo Diplomado E,1rangeiro, apré,enlar prova de permanencia regular no pai (pa,saporte e,;peciul ou namrnhznçilo). esclarecimento· Os diploma+ não ser.lo regiHra<los quando: n) Forem expedidos por E.colas n:lo autorizada,. b) O, Dirctore;, t: secretario• da rc,pecthca, nilu 1in· re111 registradas no .IEC ou autorização da SEC. e) os diplomas, em cujo verso, não constarem carga horária das disciplinas e respectivas avaliações. Atualmente, as E,colns juri,<licioo:idu., a eslá Drec/ o6 que não possuem autorização, j:í estão com o:- ~cn..s proct:t sos na Diste/e. E todo: os Diretores e Secretários, já slo autorizados pela Divisão e lnspeçõo e Ser..-iço• Té,·nit•o, d. Ensino. Foi rcalioda no d.ia 02-12-75. uma rcuniào com tu· do corpo ndmini,1ratho e docenlc dr Bela Vista. onde a u.,.. 1.-:,:acla He::;ii:,nal de Educaçào e Cuhura Enil Pereira d.- Sou z,explorou detalhadamente sobre o funcionamente do ano letivo vindouro. Perlodo Vespertina Escola do 1º e 2° Graus Castelo Branco 1° série; 2 série; 3% série; 4.a série: 5.a serie 1 (40 alunos); 6.a série 2 (80 alunos); 7.a série 2 l O alunos); 8.a série 1 (40 alunos) , 2.o Grau 1° Magistério 1 (40 alunos) 2º llagifltério 1 (40 alunos); 3° llugistério 1 (,lO alunos) Escola do lo Grau Ester SHva 1.a série 3 (120 alunos); 2.u série 2 (80 alunos); 3.a série 2 (80 alunot-): 4.a série 1 (40 alunos); Escola do l.o Grau Generoso Ponce 1.a série 2 [60 alunos]; 2.a serie 1 [30 alunos]: 3.a serie 1 (30 alunos); 4.a serie 1 t3o alunos]. periodo noturno Escola de lo. e 2o. Graus Castelo Branco Series: la., 2a., 3a., 4a., 5a. 2 t-!0 alunos), 6a. 2 Bela VLta sorá também capital Por informações re rebída-; ti<' ('uin!>,;.. o Uovêruo do b-,lallu sern iustalado por alg-uu;; dias em Bela Vl-ra. tnl como acont!'cc•u cm Dourados e ern Bnrra do Garças. Isso aconte cérá em juuC'lro, úuudo continuidade ao prngru rna de intefil'llçflo do a,, vernarlor Garcia Neto que manterá contatos com Prefeilo:i, lideres politicos e empresários. Bela Vist.1, c!dadt' na froutell'a do Brnsil com Paraguai. t·ec!ama solução de seus proble mas para tornar-e uma regi:10 de maior desen volvimento e, coutribulr para o progresso do Pais. A instalação do Govl'rno lú, emliora por alguns dias. permitit'á ao nosso Governador to mar conheeimento exato de suas reivlndirnçõrs para que possa agir com justiça no que se torne de maior urg-êncla. Está localizada nu ma região cujas rique zas em potenclal preci sam ser dinamizadas e isso só pode acontecer se houver amparo do governos do Estado Federal. (Folha de Dourados) e CONTROLE SOBRE Remedios para o Emagrecimento Brasília [SDffiPJ As drogas e medicame11tos destinados ao emagré<'i mento, e que contenham substâncias anorexí.nas. somente poderão ser vendidas mediante recei ta medica, segundo es tabelece projeto de lei ago1 a apresentado pelo Sanador Orestes Querela (1DB SP). Segu_ndo o projeto, u. receita medica passa ria a ser arquivada nas rarmAciasrtal como acon tece com os psicvtrópi cos. impondo-se no esta beleclmento infl'ator a multa de 15 mil cruzei Essa mesma reunião estará endo realizada no ou- TOS. tros municípios da jurisdição nesta e na próxima semana. -------- --- - ---------- S' P .EME TO ----------- .... --~ ... ,Jornal de Mato Gros ROL - E pc•11a Bnrem. so, o "Correlo do Esta- Senador, produziria mui cio". pulJlicou que os mu to mais do que votos nicíplos de Corumbá e de c,1ng1·atuluçõcs pela Luliút·!Cl ei;tão cm ente)1- passagem de mais um dimentoR pura que este aniversário da vizinha último volte u Integrar- • Repúhlicn do Paraguni se t Cidade Branca, do e outroi, uss1111tos que , 111rlf 111111rc1 .!,•ot.J 1,•r sníc!u. revelum que ao nobre Qualquer hora Anastácio deputado falta uta dose fará o mesmo. de "lmoginaçüo crlaclo- Ern ten1po: O "Diú- ra "adequada e de acor- ria ela Serra", no dia .J. do com os desejo rlu do oorrenttl em tópico eminente Gen. Geise!. publ!r;ou: "Barem: MDB No custa repetir. de .luto Groi-so nüo tem "Ü que é bom para condições•: os politic .. s pt·o!'i8sio11ais ''Bn•sílht (Anda-D)-- não é necessariamente Não sou candidato no Se- bom para o Povo e, se nado e mais disse que o for, é mera considencia é candidato únii:,• e exclu- (Retirada da L!lguirn) sivamente 1·eeleiçiio" 1rgumentundo que o pantanal de ~luto GróHso untes ele ser fonte pasto rll é uma inesgotúYel e dus muio1·es reservas turísticm1 do Brasil, o De putr.do Sérgio Cruz a,,,/•,1 de /JW/J<'f ., rri,1,,1,, ela SC;cre turia ele Turismo cio Es tudo. Segundo ele, o pan tanal supera vúriae ou tras regiões - - - classif cadas 4:' propagadas pe lr::. Embratur, justHicun do por si só exige a criação da Secr ... ·rnri:l de Turis mo, p/ explorar eficaz mente o pot,,ncial turís tico de :Jato Grosso. Mas nüo é sómente o pantanal que a criação da Secretaria, há outras a lternatiYH!', que daria ao nosso Esf.aclo. classmcaçilo entre os Estado de maiores p11s sibilidades. este sl"tor. em futuro bem próximo, cleclurou 0 Deputado. Rel'erindo-se a Turi mal, Sérgio C::ruz disse que é um órgüo qur iá nasceu sem condições de desenvolver qualquer ativilJacte goi;, :.ião tem estrutum técnica e de pendendo de um~ ~ecre taria acéfala a de indús tria e Comércio e púli dameute tem ubs0rv100 milo de obra t-sseocial mente eleitoral e sem qualquer pretensão cieu lifica. (O Repórter - Cawpo Grande) A CEIAT fixou pu- siçüo de dois grnpos ge ra o próximo dia 25 à radores d1eselétricos de realização d1-1 concorreu- 500 KVA cada um um eia pública destinada a pniuel rle comando.-' um iustolaçilo de un..a usiuu conj11nto de baterias e dieselétrica em Porto carregadores e urr traus- 1lurtinho, com· recursos formador elevador t,·iJa previstos no PRODEPAN sico de 1 MVA. A licitação vh;a :i aq1:1i- (Diârio du Serra-4-Xl-75) Visite ?orto Murtinho e exija o melhor "B!DU HôlEL º No dia JU pa ·.,ado. consagrado à Bandeira ;".nc!orwl. em soleuidildt> de homenagem a ela, prestada pela t';lmal'a ~lu11lf'ipal. em til'U pró prio, o emedebista Ma rio Miranda, represen t1111<10 multo mal o depu la do estadual Cario:; Go mes Eezzerra, tamh(•m do :IDB, convi,larlo pa ra a sessão, aproveitou se da palana lhe con cedid11 pelo presidente ria Casa <' teceu violen tas criticas ao Govêr no l'ederal e ao paYílhflo Nacional. Sobre este disse que Ordem e Pro gresso s:1o palavras que deveriam ser substttui dus por democracia, que não existe o Brasil Tamanls ineomse queneias ditas pelo e medebista, ocasionaraI grande mal-estar-uos pre sentes. O sr. .José Mora cfi F!lllo luxou as p:tla vras de Mario Mirada de criminosas e in ulto sas priaeipa!ente eon tra a Uanrleira ~ac·i0- nal. poi8 o rcspPito a P la deve estar ac·irna de> quaisquer desacertos po líticos ou idt•olngicos". No s» abe se tomará. através d::u; autorida<lei:s competentes, medidas punlti'as eoutra o des respeitador. Até agora. (Correio do Leste - Hou donópolii-) Hcla Vista rol brilhantemente representada f"JP lus garotus Yêda e Mria Claudia no Festivàl de "Danças e Ginásticas Rítmicas :lodernas·•. . co r~ografia ''cigana·· foi apreseutada pela aluna ;Ja ria de Fátima Pinheiro da Faculdade de Educaçilo Física da UE:IT • ANIVER 1RIO Dia 2 Elida Rodrigues » " Gracitu :!arta Fernandes » 11 Jorge P. Dntra CASAMENTO Com laudo almoço no GPR, na semana c_omemoraram IIJICIO de "Viria-a-dois" o casal· rr~ ria Carmem e Jorge Aparecido. Felicidqç . Dia G _PP-. ~uiziu~o. e_,Ros,, Amélia lambem dis seram o_tradicional 'sim' • Eles como todos noivos nu dia D' irradiavam muita alegria e r 1· · tlade... . ... e 1c1- 1 OVID.ADE t , . A elegan~e. e. simpática Zélia '.Iai·_:olla Vl'm Fazendo os últimos luuçamentos da moda em mu téria de calçado e roupas da Cap ua Garôa. MENINAS ·- _:locas que se re,·elum: em piuru~a Sánia, filha do Vereador Glaucy Fio+" cozinha: e <iducuçuo é para 'era Ifü· filh impatia resto s 'í»ria. Agora. n"}; "v casa' Dr lanço e a simpática Nâdi'1 filh d com muito ba- e Zélia. e' a O casal :larçolla • Promoção promovidos e homena(7eado-- liº ~ Suo-Ten: Penba. a i° s@6. $,,3? !" isquadrão: Sgto. ~lucbado ' • • • erey ilva e a 2 Uni vcrsidao. _ ) Jeprt+tento de Mor fotitiolir da tive.si ,/ · l •.. , ! ,f f.1to U.-.i•. so eaba de receber II • terial didnatieo provede te da Republica popular da ll1111J!ri:, dPnlr·o (/<i Programa Leste Europeu através do quu! o Brasil está recebendo equipa mentos para UaS unta de de ensiuo em tr JC'a de produtos exportados, No ,·:dor dl' oito mil <ló lares o material consta de medidor de pressão :;angliinea .iutomítico ten(lo como U('l':..'-Úl'ior<, braç:1<IPiras, rnicrofo11<'r<, cabo de co11cxlio e j111!U de fusiveis e atender us aufai; prúlicas daH dlsci pliuas de Fi:-.iolol-{ia e flio Jii:ica rio, alunos da úrc>a biológica. O :-.ol'i~Lil'adu equipana•u to. r e e• e bI ti o !'Pia CEIT. i;en•irá pa m cxperimt11toH <IP he rnodinamlca a p I i !'a d 01, em animais objetivando medir a µresR,it, :l!'lPrial e será utiliza rio por alu nos rhR CU!'Sos de "ete ri:iária. :le:lidna. Otlo11tri logia, Farmácia e 3ioqui mica, além de Educaçüo F'i;.ica. ( O E ·tudo de ~-lato Grosso) Desumanidade em Hong Kong O icrnal « :lorniug Posl» de "f·fong Kong uar ra a patética história de uma mulher de apenas 26 anos que nadou l:! hs. seguidas para alcançar o po1 tu daquela posição britànit:a. fugindo cio ter 1·itório da China ' Prl!Jl" lha. Contuuo a Corte rle .Justiça local. inexplicá ,·e!mente. 11eaou asilo po lítico à pobr; mulher fu gitiva. Assim. upós pas- ar 12 dias na prisã,,. P.Ja foi <.levolvi<la 1,licial mente à política <:omu nista chinesa. Sua mil e dedar::Íu que ela era a úuica Jílba que havia permane..:ido na Chi nu de .!ao. ( : fll l Agência Boa Impren a ) Emissário de P0rtu gal esteve em Porto Ale gl'e monstrand'l iotel'es,-e na importação de vinte mil toneladas de carne boYina gaúrhn. A nego ciação deYerâ ,:er fp,eba cta ~exja-feira. Out1·os cio is paises que começnrii o a 1portar carae bovina s:io a França e Itália. é ,J . l «ela ista, 7/12/75 OPINIÃO UM TR BUN l PIIR TIM e Copenhngue, por A na Maria Stuvcn, Espe cial 'parn u Agôncla SBI-- Pntroci11ndo po lo conhecido clenlh,lu Audrei 8ukllarov, Prêmio Nobel da Pnz e líder dos dissidentes soviéti cos, reo llzou-so nos dias 17 e 19 de Outubro pró ximo passado o r.hamu do "Internacional Sak hurov lfourlng", encon tro promovido por cen leuas de pess,.ms e orgu nlzações que, 110 Oci dente, se preocupam com u terrivel siluuçüo lmpl-'runlo ulrá1:1 da "cor tina de ferro" e com a vlolnçllo aos direitos humanos cometidos pe las uutoridudes soviétl cm1 dentro da UR S e seus pulses satélite . O vulor fundamental cio encouh o resi Jiu no fa- to de ter sláo a rimei- ru reunião na quul dis sidente que l"!Centemen te couseguimm sair das prisões e dos ho pilais pslquló.lricns soviético deram eu testemunho. sem quaisquer vincula ções marxislus que do minam hoje em diu us organizações crinci11s em deresa dos direitos humanos, corno é o cil so dos conhecidos tribu nais ele 11ertrand Ru sei e da "Amnesty Intera cional". 1o pu:lúcio ('llrls lianborg, onde fu11ci0na o Purlam1mto diuamur quês, duzentas pessoas ouviram os depoimento de mui de 2! lideres das nações subjugadas pela URSS. Entre o e - pectactores sobres aium o representantes da imprensa mundial. A re união assume nesta cir cuust&nciu, curncterisli· cu de especial ignil':ca çlo devido a vários fa tores. Andrei akharov enfatizou em todas ·sua intervenções cbegudus ao Ocidente u importân cia das pressões exerci das pelo mundo livre P a libertação dos pre sos político e o térmi no das perseguiçõE:s re ligiosas e politicas em seu pais e satélites, como meio iuclispensá vel para suavizar, de alguma forma. as repres r;ões prallca,1a pela KGB A os demais orgu nlsmos policiais comunis tas. Depois de termos assis lido, angustlacloi;, à conferência de Helsin qui, onde os reprnsentun tes do mundo livre acel taram, prnllcumenle sem exigir compensações us fronttilras ltnpluntadas na Eurnpa Oriental, pe las tropus soviéticas, torna-se especialmente lmportnnle lnslQllr naque Jes JJOntos que, de algu ma forma, pocleú con tribuir para minorar o sofrimentos das nações subjugadas pelo imperi alismo comunlslu. A cha mada "Conastra lres" da Ala Final de Helsin qui rel'erente à ·'livre circulnçüo dti homens e idéias" não recebeu, ao contrário dos demais pontos rnvoráveis ao eo munismo, nenhuma difu são dentro da URSS. O que se disse aos ''infor mados" leitores soviéti cos foi apenas o seguin te: "O documento l'rnul de Helsinqui contém um capitulo sobre a coope ração no cumµo humu· nitário, i1:cl11i11do os con tatos entre os povos, intercllmbio de informa ções, cooperação e in tercàmbio no campo ela educação". Assim, viram os cem milbõe cidarl:ios oa União Soviético, u re-uniiio de ''cúpula" em Hc>lsinqui. • Vendo até que pon to cllegum as traições .los goveruuntes do cha mado mundo livre para com os povo uprimldos pelo comunismo. Andrei Sukltm·ov enviou seu testemunho ao enroatro que teve seu nome. A reunião de Copenbngue eleve construir um mar o p I o mundo e lerá de se transformar em trlbuuul permanente, 011- de os dissidentes soié tico. e demais vitimas do comunismo lnlerna cional possam prestar suas cteclumcõe:; e o1de todus as organizações 111,undlals venham u co nhecer a realidade rus• a, afim de pressionar o Cremlln. A verdade pre , 1 .. ► cisa ser conhecida aber tamente. Quem sabe o e passa nos hospttais psiquiátricos soviéticos ende es paients sae tratades cem pederess drogas p per turbar Rua p ique'! Quem conllece o que vai pelo campos de cenentra'es onde o trahalho forçado é obrigatório p' homens e mulbereR? O qut• é que foi já divulgado so O Dep. Barem sempre rf.. i '• Nosso coleguiuha o «Correio <lo Povo», de P0ntu Porii, publicou, em primeira página - "Ubaldo Ourem: Criaçãc de novos município ., dizendo: "A medida que, em futuro bem próximo, se rú lrausfornrnd•! em lei. representa a conquista de ,rntiga aspi1·ução do Deputado Utmldo Harem que, interpretando os justos anseios de inúme G r < E } asa Pe < u ar is t·a Ltda ~ } l'ro,lutos V,·1,•rinúrio, " Ai,:rkola.;, Fcrr.1;:~11,, f Artigos de Montaria e Materiais de Cor-trução Y 1 i em Geral. É & i } Av. Duque de Caxias, 606 i t C. P. 2 - Fone: 157 .:Jardim ~'M.'L :K ka.o-<---o..os-sss--sr do mesmo I } 2.° $ jaito . . -j &i o..- ras comuai lades mato grossense' empenhou-se ern longa e incessante luta que, finalmente, cllega a 'l seu final vito riosa". ROL - Parece-nos que "a incessante luta do sr. Barem se rt:ferin, aµenns, em evitar - o plebiscito - pois, de r1:s to o assunto faz parte da Cnnstituição. Por que Rucbid, lln livio, Canale e Ourem não querem s:.iber de plebiscito. ou eja. que o pwo interessado diga se deseja, ou uúo, a cri ação ele novos municí pios, isto não foi expli cado nem no 8euado. nem na Câmara e: nem ao moos, através de «press realises». «Retirada da Laguna» hre s experiências ci enfies com seres Hu manos, colocados em tu!os de ensaio como se fossem ratos'? Acerca de tudo isto, nada. Pc•- o contrarie, que e munde e são OtJ uperlos ,1c milo ao Sr. l1ro1.lme· 1 , tanto do sr. Gerald Ford como do sr. Valery Giscard D' Estaing. Ci': d {1lo; Cartões de Mala! f ol)inhJs e le ftis 9n SI 20C3± 3A: Tribuna 'da Fronteira Ministério do Exército li Exército 9' Região Militar 4 Divisão de Cavalaria Regimento Antonio João EDITAL· No. 03/7 5 O 10° Regimento de Cavalaria, devldumeute autorizado, venderá. em bust.a pública. àll 0800 hora!?. á0 dia 10 de De zembro de 1975, 15 (qmn u) ariimais cavalares, imprestáveis para o ser viço do Exército. O referidos animais serão leiloados nas de peuctêncius da Seção 'eteriuá1'ia Regime,1Lal, onde os mesmos po•lerüo ser examinados, a artir do dia 1 °· tle Dezêmbro de 1975, no b'lrário :ias 0700 às 1100 horas. Para ID:!iores escla recimnentos o iutere,:sa dos deverão procurar o chefe da 'eção Vete rinária Regimental do 10º Regimento de Cava laria. Qunrtel de kELA VI TA, MT. 21 de No vembro de 1975. José Alves de Oli Ydm-.1.J C: ' Presidente da Comissüo ::-::::::::::.::::-_ -_ -_ -_ -_ de fmili11 .:). ljrlcilat, Ferros, Chapas, Tubos, Tintas, Azulejos, ViIros, Conjuntos Sunitários, Arames. Ferragens 1 E Rua. Cel. Tem Juvencio 815 uma Infinidade de Artigos pora o Cliente Exigente. NIZNYD!MANTO o ±0AL Z±!ALJZADO. amento para pronta entrega em Grande Estoque Guia Lopes ela L:!guna- -- Jlalo Grosso Com o objetivo de, d ·ut,•c, (111 l'fü dias. pro viilL•Jlc'lar ll clcic,:ilo da ovu diretoria do Si1di <·nlo dcHl .10111:dwtai• l'1·olhrnlo11:1i-1 no l•:stuclo de Mi!o Grosso, tssumiu aK /u,ic;o ,.. lí- :1<lmw_1s· 1rntlo1· d,, , 111l icladl·, ,, f1i' 1,11111,-(a ltu:,.· sant ,una dos ~illllOl,. , ,m:1 IH)SH' t-C dNI elll seR-<:to ::o(PIH'. pieslcli1la pl'!o clelcgallo 1.,,1.!:ioual llo 'l'rabalho em MT', dr. ,Joilo lh-1.1 Dia,; dl' :1tourn l·ilh~,. perante um grandP 11t1- 111ern dt> jornnllsta-; lo l:nls ~, c.11' outra,; l'icl1ulP'i que uqui se encontrl 'al1l. () lleicgnclo ,lo:~.º fürni Uias c!' ~lou:·a I• 1- l llo. que i;rmpre 'oi um dos mnis p11tusiat1IUI" c.1c renson's do Siudienro dos ,lor11ullsl!H, Prolis~io nals uo Estaclr> de l'l'. que dele sempr,' l<''e total apuio. ressaltou que a entidude preeis:1 superur us suas própri s dificuldndes e cum pri!· ns etnpns t1egui11tes. no ntencllmeuto clus rPi vindicuçõcs da nobre clus!rn que represento. Ressaltou o trnbalho realizado pelos dil'igen tes anteriores e •!etiejou 110 joraullsta Huy Sunt'- IJllfl (!li:, S;11J(C1<; os Jlll• IIIDL'l'IJ YOL<i.; 11e c':dtr!· 'lllli<·itonuo. nu opol'luni dade, tolo o apoio e cr,-1:-,úl'iO p:irn :t (JIÍICII Jlli>i.':°LO '!U'J 11(',ÜJ;l"H •IP l'l'('elJer. ((' c•11tüo, a entiinde vs!va sob a n••p~!dl'll<·ia .lo Jornal1:-i>1 Jlollerto ,L1l'(tlll'8 ll1u11l11_i. qu,·. por motivus de suu ele. IIÜO C:,lll~l'lo{Ulll CUIII· pri vs pzns lepais pa ra 11 . onYoca~·iio do pl<!l t,> qlll' t'll'g'l'fÍH ll UIJ':l tlil't>toria lhl :-,i11cltc·ato. União Na Of)IJrtunidadl', o jornalista Pedro llo~!ta ,lueó. que 1u11dou ,, in dica to dos .Jomalii-tns ProriH,-ionais uo E,lurlo nE ~laln (jrnsi-u, e que nn ocru,i:1o fr<rmava_ a 'llt'!HI <lir..-.tora dn sessu o, .::: •licitou 11 união de to dos es jornalisln8 em tornu tlu entitlade. Ll 1m brnu u sua lulu em be nelieio cln clusi:;se. recl'. nhecendo lJUe muito dei xou de fazer. mas que of Preceu o mais impo! tunte: tudo de si µara a honra e o prestigio da eutidadl' que runctou e clirigiu. Lembrou. tam bém, que o sindicato 0. Ai9 €. PALMER5 CLINICA E CIRURGIA· DE OLHOS Rua: Antonio Maria· Coelho. 423 - andar. Fone Hcsidencia: 4-4.385 Campo Grande ========================-----: Mato Grosso Lo A bcrto din e noite Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina nexo: Lanchonete Avenida Visconde de 'T'aunay/Esquinn Floria no Peixoto • Pcrtn ,lo Banco do llrnsil Guia Lopes dn Laguna ;lt. TRIB~IIA DA rno:mmn Editor - Chefe • J1111/d,, /Jadr,1 Gerente - l]ils,•11 Si/1,a ,5a11t,•s 0?JC))A Chefe - dt11ic.t" tftd,;ir Paginação - 1 ]lWsC',1 (!a.;/J,, !J)utra Impressão - J:111z c~rlvs 2>.:ac: Composição • ~?"'!!'' 0111m, ,):ã,, e Vagi G'a:mie Departamento de Circulação l'ompilio ~lirunda • Jo:lo 'ic.-nt" U,·,unpo, Depai'lnmento de Cobranças Chefe • .Edcr Hibciro Colaboradores Jo,é Joaquim Ferreira Souto. ,dalbnto H. d.- San('rnna Dr. Ároldo Medeiros, Iosita lo-a Gomes, José Glanuey Flo res. Eurip,c<lcs Fcrrciru, J. Hcírey Diretor Respc,usâvel - ..Jocldo /1.:.râru TH!IlUi'iA DA FHU);TEIHA é uma publicação da Emprt,sa Gráfica Tribuna ela fronlciru. Dirctora • )lari:L E,tcln Velas-quez Pereira TT."dn'<_ão. Admini,tr~~ào " PubliciJndc, • Rlaa Duque de Caxias :,..n - Bda• ,,ta - Mato Grosso As opiniões emitidas nos artigos al'l?-iundos nào reprc-en 1am o ponto ele vi,ta do jJrnal, podendo até St'r contrária, a este • .A opin~io du jorn!l). ndia·sc expre~~a no:; Editoriai:-· e nos comentários não assinado" ril' dit !"li" um ~í1,111t·.1t11 til' ÍOiJJl.11•,!u,. }1!:1•1 qu,, abesçio, a reinei t' 0 p:-,1"01 'ü d1•'<'id ,v:· sempre companheiro d presidente do miei+na do -,iJHJir·:ito HCJ'< IJ:O'lll'l:· to de 1jp('Ír-.J_'>. {) ,Ol'l'l_ lista Pedro ioeha Jucú uproveitou a 'ocasião para lembrar qu" o de !egado .Jc,;10 l,t·m 1)1 h de Moura Filho sempre [)rc,ti•riou o itlicato do!l jo"'ru.1 li--tu., l',·.,11 -;i,, uafi.; uo Estalo e MT e (JU(' (J ll!Oll!t'IIIO agora e de t'."ITl'hJHJ.i1,P11da. por ll'lrll' dos jornallf,t_u6 !este Estado, a especial alenv,to (Jl!<' J,.Ji dedl('U cala pelo delegado re gt,mal do T1al!all_10 tl classe e ao sindicato. (O !'slwlo lle 11,lo Gro~ r,()) Eletro - domésticos, Cal· çados. Bíjouterias. Arti gos pura o Inverno, ma las. Tecidos. presentes e urna infinidade de artigos para Embelezar o seu lar ASA FLORE "A Casa de Sua Economia" Rua Pi!ad Rebuá 566 I3onilo - :m Calendáíios para 1916 2oc± NA: Tribuna da Fronteira """''>1')*~>8G~*~>!<!*~*=*~ ,>.<-'>'<:·>'<'~*-':)!;C-.:,,,:;,>.<-::,;c:;~**- =:..:;>!,(.>,<;,>.<:-- •::,;c-)3:;'>.J<:;~~ =>.,::;;x;;;,.c:->.<;.><,;;,.c:-~ ;,;.,.->.,::;;;,.c:*x::-a::-><=~ { A R E TE - F .CI 1 k * Láuches, Bebidas fim geral, Sorvetes Miudezas e Bijouterias... $ } a " $" ""vNC±Don ri } } sacaiiü, "iüvisi 'E sieais" e Rapido, i $ ·Atende-se Dia { % e vona" } ! . . "Organização Bonifácio Jaquet e Filho" â ~ Avenida Eugenia Penzo • 44 - Antonio J oào · - Mato Grosso · i L.~*~·:>t,:;•:>:<'::,,,c-:,;c;')-,;*~""**·~~ *>-<•>.,:;,:,;;::~~<-:>.;::;:,,;.:-:;,;;c~ .,:,;;c:;-:,;;r:c~=*-~ ><->.-0*·"""~ -x••:>!'C'-=::o.::-><-x~ x->.,<;~=-)S(->.,(,-:>.<-~"'<:=~ ~ ] IJrla i,ta, 71 !'li;; f ftlOS E f OVOS ·-------------------------- -·--·------,.--- o St·. Jbdalla Suln Volkswagem o Km.; tro Pinto (Prefeito '.!uni- LE'.lrT. Abdolla ::-,ilÍII. el Vista] com as cha ( P11 pi to) foi o grande esquerda, o sr. ,bdnlla clpal), reprrRentnnd0 o Prrft'llo Ca tro Pinto e Ve ri<• carro. Com a premiado LEIA'I' em sendo cumprlmeutado RPU lrm,1o Roberto de Hostand Escobar Feran- LSMAT vocc não perde Bela Vista. Ganhou um pelo Dt·. lluben de CaH • Castro Pinto, Diretor ela de8 [gente Lemat l'íll nunca. L loteria do Estado de Mato Grosso Aproxima-se o natal. Toda a cristandade como q!!e renova o espirita pura viver a época Nataliua. Tambem a sua loteri:J. 1 ' não só lhe deseju, como µrnmove um Natul Feliz. Por isso. ai está um plano em que dos 1.70G prêm~o!'-, o maior será de CrS 200.000,00 e ainda mais um automóvel Ford '.laverick super equipado: No Natal tudo se enche de. luzes. O luminoso àa LE'.lrT lt está a cintilar, majestoso, nos céus de Cuiabá., emoldurado com suas_ palmeiras seç:ulares. pJ!'-itivamente uma utrnção para aqueles que visitam a Verde Cap. Agora esmmos definitivamente instalados em nossa sede própria. Às sextas feiras às dezesseis horas, ve,,ba assi'-tir • ao sorteio. Você será sempre bem vindo à nossa casa e assistirá à ext1·.1ção em nossJ salão de extrações conforti,elménte instalado l RESERVEM suns MESllS PIUU O "SUPER REVElllON 75" DO G.PJt (Gremio Pedro Rufino) -. abrilhantado pelo consto "SMATHN" DE SÃO PULA GREMIG:- "P3CM0çO DE RLIO IVEN" L ilto rasilin, ·- por Jorge llo:-m, da ,u: -- 'l'1HlNl os proprietários de terras lo ealizados nua faixa de rro11tPirn. até o llmilc má xlmo lll' l:l0 qullollll'trot-, com litul0t, concedidos pelos Estalos em lerraH dcvolulni-1 (la União ou de seu domínio sem o prévio consentimento do Conselho de Segurança acional, poderão a par tlr de ugorn regularizar sua Rltuuçio 1'1111cl!úrll, com b11Rc 110 cleCl'•~lo us i-inndo esln semllm µe h presitlenlo Gelsel. Os inlerci;sadt>s tleverí10 en caminhai' 1·(•qul'l'lme11to esse sentido ao INCRA. Na exposição de mo tivos C'ncamlnluula ao prn sidente Geisel, o minis trn d,1 Agricultura. Alys «on Paulinelli. al'lrma que .. com ns mNihlus. mélo· <los o condutos previsloH no ;lecreto, lerá o poder executivo melhores con dições de enfrentar a questuo de terras de rron ll•irus. subidumente 11m problema cconomico e de segurnnçn nacional quo vem hú mais de um século cletml'iando a so luções anteriormente pro postas ". Pela legislação, os eventuais contratos de l'lna11cianrn11to com ga rt1nlla real por acaso iu ci<lentes sobre os imóve- is. !icum validados dos- 1e quP com;tituiclos em favor dos agentes fiuun CPiros do istema naeio nu I ele crêclito rural. O decrPto, em seu . -rtig.:, 1º, especifica que •• o processo administra tivo ele rntiticuçuo dns uienaçõeR e coucessões de terras devolutas, ef P tmulus pelos Estudos nu faixa de fronteira reger se-á pelo disposlc no pre sente' decreto, observa das us seguinlr.s situa ções; na faixa de GG qui lometros, e o m relação aos titulos concedidos em tenas de domioio da Unili.o no período da com preeudido entre a vigen cla, da Constituição de 891 e a Lei u!! 4.947 de 6 de abril rio 19GG; ' nu raLxa de 6tl u 150 qullo metros, com relação aos ri_tulos concedidos nu pe rlúdo compreendido en tre a vigencla da Lei 1 ng 2.597 de 12-09-55, e a Lei nº 4.9-17 d" 06-0-1-66". Para os títulos con cedidos pelos Estados em terras de seu domínio mas sem o prévio con sentimento do Conselho de Segurança Nacional, lam!Jé.m i;erá permitida a r:ill!icaçfio pelu lJniiio, 11arJ scgulnlefl cl1·c1111stau elas; na faixa dtt üU a 100 qullomt•lros, 110 1wríoclo compreendida entre a vi gpoci~~ du Constilulçiln de 1931 e da lei n" ~.!">!)7 de 1~ de setembro de 1033; e na faixa ele IOil a tr'l0 qullometroH, 110 pe1fodo compreeuclldo entre u vigenda da Cous lituição de l!l37 até a da lei n 2.597. de 12 de setembro de Hl:i:i. O processo cJe mtili cação lerá Inicio, segun tio delermlnu o decrete, melliante requerimi>nto cio lnteres ado que deve rá apresentá-lo o JNCil,, 11 tra ,•és ele sua ageneia mais próxima no imóvP.I. 1JU em nlen climento a edilul ele con vocaçüo dirigido nos ele lentorer, de títulos sujei tos il ratifirai,:ão. Diz ainda o decreto no rJeu A1·lig-o -1° qu'! "ca so haju. ou teuirn l1uvido parcelau1euto <lo imó,·el originalmenlfl alienado cu coueedldo pcln Eslndo, o pedido ele rallíicaç:1o poderá pa:-Lil' de qual quer um doR Ululares clP fruçào desmembrada" '·Ocorrendo tal hipótesl', é facultado aos oulro!l titulares ude l'lrem ao processo rulifi catório, espontaneamen te ou em aleudimenlo à notificação <lo INCRA. com prazo de :m dlui; para resposta. Neste ca so, aqueles que aderirem p1·omove.-ão a instruçiln que lhes caiba nos ter mos deste decreto e t'U portarão os ônus rlecot· rentes do processo uu proporção de suas pur tes, não implicando o si lenciu dos demais em prejuízo daqueles que pleitearam a ratificação'' ul"irmu o clocumeulo. , Emhora a l111pn•n•u Um· ileira, a Ordem dos Advoga dos, o Congresso &acional, a Universidade, com alguns de ~CU"I' c:-tu<lnnlt~. tentem mobi lizur u opinião pública nuciu nal. no t'entido de convt·ncê•lu le que o nosso mais impor ante problema é o da libt•r dade politica, que segundo di zcm, sera plena.mente nlrança dn com a revogação do ,l-5, do -1-17 e u 'O ltu no " habeas corpos " irrestrito, a verdade é que o principal problema po Huco brn:-t1lt•1ro niio f o da liberdade; ruas o da ordrm ju ruhca., ndn11111?-trutiu1 t•conõmi ca e política, sem o que qual qucr tentatna de umpliur li berlades erá um írncn:-:-o. porque conduzirá o Puís à a narquiu .. O que falta no homem brasileiro, uo político nacional, ao homem de negócios no pro fissional liberal ao povo en fun, nào é mais ampla liber dade pnra 1no:-tieg·uir no:i, se• us erros e defeitos de forma cão _pública. O que falta é dis ciplina, espírito palio que decorrem da sublimação dos !lllcrrct•c• dos iucli,·lduos, dos interresses de grupos e parti dos ao upremo interesse na cional. Os fundamentos te6ri c.;g do liberalismo. filo,6Cicn• 1uentc baseado!, como tem de ser, no individualisn10, nào ê o bem que temos de alcançar. mas o mal que devemos evi tar. Uma n,u;ào sem ortlem e sem di•ciplina, dominncla por egoísmo individuais e de gru pus n3o ele, I! cogit3r de ;,.ti· O decreto e ·tabele uc no seu Artigo 7.o que d ferida a ra1ifiraçrw. o JN(;lt, t'XfJl'C!il'Ú a ravo1· do interessado o corre» µoudt'nle titulo ratifica tório. o qual servirá de iu lrumento hábil para lransc:-lçiio nos registros de imôvel compelente. Do título com,l.ará expre Rsamenle a anu~ncia do- Conselho de Segurança Nacional'' De posse do titulo expedido pelo INCRA, todaP tra nscl'i liberdade. Exi,1e111 nn~ões ,1t,. 1nocrática'P. 1iour:, .. é ,·cr<ludt"', em que a liberdade política se exerce i,;.atis.fnt6riomente, por• que coatrolada pela ordem ju• rídica, ou eja pela ordem. Nessas nações há o equilibrio entre a orJeu• e n lihcnluch·. , clemocracin bru,ileira. domi nada por compromissos e as pint:Õe8- liberai~ c.aructeri1.ada por um hiper-individualismo, constatável nos cut-lUltlt':õ:., "ª"' tr:uli~õr• e na hi>16ria políti ca, tem sido corrompida pela annrquin a. qu-=. sempre fui Jt._ , ado. Abrir as comportas é pro'ocar u clernnlcm. E n dc rnrd~m é '! _cl_imu propicio pa m o~ totalttarso:;. :uuart'm. con tra toda e qualquer liberdade pohuca e também ci,·il. A lnglatcrru foi externa mente. uma nação domina dora, itnperialii-lll. )Íu!' ett:rna mente democrática, como a Ho ma antiga. O que caracteriza 'U a democrucrn in"lesa não cm o ,entimento de 1iberda,1t" de seu povo porque com te »e sentimento nascem todos oi; homens, e, por isso existe cm lo dos os povo;. Aliá•. quando alguém se enaltece, di zendo-se um dcfen..or ,ln li bcrd'!c e, pnrecc não perttber (1ue 1:1so . não é vantagem al ""a,Pois a ndncia a libcr ade é tão natural ao homem quanto o instinto da fome. Nasce com ele. Toda ,irtud toda a civilização toda a eí ru,. esta na ordem que conduz a liberdade do homrm a con• quista do hem comum· A ch-i lização está na ordem que re sulta da educação, d aprendi lftlBUNI "Órgão Tildepeodente a <,:ÕeH al!t,•r10r,1H rdet·,.,n texs à àreu serão anula das. 'o caso de se veriti l'ada a impo:-:,;ibilidacle tle ra l ifieação requerida, o INCRA promoverá a ctecrPlaçilo d<> nulidacte do título e a consequen te íncorporaçiío do imó vel ao dominlo ela União índenízndus as !Jenft'ilo rias úteis e nece>'!láriaR de proprledade do pre tenso titular du área. Serviço ela Região" rnó I' - J:ela Vista - MT.-- 07 12,75 - N" 189 Revolução ·0y g j :. 1 z1do, da disciplina e não ela li berdade que é da própria natu reza instintiva. segundo Freud a história da sua liberdade Jung diria mais tarde que e a ausência de repressão é o nr'iue _tir,? ela liberdade, en· tão a civilização é n luta con tra n liberdade . · Mas reto1y,ando O fio da meada, o que caracterizava a democracia Inglesa era O con• trole da liberdade, de que a figura do " gentleman ... é u,n exemplo. Ettse não era um 1.to• metn que fazia o que lhe u prouvesse, mas o que devia tendo em vista os altos in t ercsses de sua ação. O potlt i co lg. era a antitese <lo indivi• Juahsmo, do laconismo, do Clovis Stenzel grupalisno, do parti<larinuo. .-ndo o homem brasil .. i· ro indi•ciplina,lo, clesobedien· te à ordem legal ou a qual quer outra ordem, o nosso is tema político tem de er de freios e não de rédeas soltas. O •e:?redo dn ordem de· mocrática está na ordem juri dica, porém não em ténno• ten6co,,...:, ou meramente legai, mas em formas de costume, de tradições c1.ue não temos. Povo capaz politil'amente é a· quele em que o ;;.entimcoto J:lnona.l subordina o indivi• duo à Nação. . Diziam os romanos QuiJ legis sine moribnus? Que po dem a« leis em os costumes! EDITAL N.O 13-75 SEC QDM. EM O4 DE DEZEMBRO 75 • • . De ordem do Sr. Pre fim feito ;l·lunicipal, Dr. Ru- de ben de Castro Pi1ato tor ll? público o presente E dital para que o Sr. Aa noel ilariu. de Barros compareça nesta Prefei tura_ Municipal, dentro de 30 dias a entar desta data a TRIBUNA OI FRONTEIRI "O JORNAL'' de tratar de assunto seu íntereRse. • Prefeitura Municipal de Bela Vista MT. 01 _de dezembro de 1.9i5 Joao Estevil.o de Castro Secretário A:lmi.nis• trativo {l . 1 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº188_30_11_1975 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº190_14_12_1975 Voltar para a lista de itens