TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº205_18_04_1976 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº205_18_04_1976Número da edição205Data de publicação18 de abril de 1976Número de páginas12GeoCoordenada -22.099358622534833 , -56.52637040012864 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº205_18_04_1976 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto "SÓ NÃO HÁ RDfl o ' ANO V Redação Oficlua e Admini tração Rua Duque de Caxias /N Rela Vista. 18 ele Abrll de 1 fl71i Semauárlo N 20.5 FUNDAD0R E DIRETOR RESP0NSAVEL: - IALDO PEREIA Durante mais de 15 dias, o agente do DE OP de ão Paulo per correram aproximuda mente dez mil quilôme tros entre os Estudos ne São Paulo, Goiás, i!inas Gerais, Paraná e Mato Grosso, além do Paru guai, utilizando aviões e automóveis. Finalmente, o~ 3ti policiai que parli eiparam da "Operação Guto", já estão na Capi tal paulista, e com a m1ssiío cumprida, puís Guto está vivo, sem ser 11:-ces úrio o pagamento do re gate de quatro milhões de cruzeiros. O delegado Sergio Fleury, que comandou a opera ao, afirmou que os se questradores foram pre- 6os em Bela Vista. Eles sao elson, Carlos. Wil son, Lenir, Elias e Zizi, Que se suicidou no quar tel do 10'! Regimento ele Cavalaria, de Bela Vista em Mato Grosso, momen, tos antes de ser removi da para São Puulo. Ela Pediu para tomar banho e trocar de roupa. Um policial ficou vigiando, Junto à porta, d0 lado ~e fora. Passados alguns nstames, preocupou-se Sgm o barulho que ou- ., }.ª· Chamou o delegado demar Magalhães e abriram a porta. Ela es ava dependurada no ca no do chuveiro, enforca- da com a blusa que lhe foi entregue pela Policia. Desceram-na, um mérti co foi chamado às pres sa , tentaram fazer mas sagem, mns niio ndiun tou. Já eslavo morta. PRIMEIRO PRESO "Eu ncho que a Zizi é meia louca.· PNle até niío ser, mas que é e rigosa é. Ela queria ma tar o garoto de todo o jeito, nos últimos dia;;, e foi eu quer:i não dei xei. Cheguei até a bri gar com ela por cansa disso". Algemado, senta do numa cadeira llO fun do do salão principal da Secretaria de Seguran ça Publica de São Pau to. blusa azul de malha suju, camisa branca to talmente empoeirada, calça vermelha, Elias Kitfoury é apresentado pelo secretário Erasmo Dias aos familiares de "Guto", reunldus no sa guão: "Olha só o bandi do". Em voz baixa, Eli· as defende-se. Entrou na história só nos últimos dias, quando foi encarre gado pelo irmüc Nelson de tomar conta aa crian a, até então apenas cuidada por "Zizl". Elias não sa bia que "Zizi" estava morta, e vai contanrlo que eln. queria matar o garoto estava mui to enraivecida". Ele e "Zizi' esta vam no rancho da fa zenda Dom Bosco. en Maracajú, às 4 oras tia madrugada de quartn feiru, quando chegurao quatro policiais. "Guto" dormia s:ibre uma mesa velha, coberta por um encerado, agasalbndo com um cobertor e pro- tegido cios mosquito por uma especie de gai- ola <lEI te!&.. • "Eu me entreguei logo quando eles disse rum qne eram da Poli cia, mas Zizi resistiu e comecou a gritar, até que Jbr, calaram a bÕca' - r.ontinua a voz com .ucentuauo sotaque cai pira. "Quando cheguei na delegacia de Bela Vista, meus irmãos e meu prio Lenir Acosta estavam lá, "presos. Ai um policial atirou no meu irm:1o algemado, fe rindo-o a perna. De pois, eu ouvi Zízi gritar dentro da prisão e ou vi cli.zer que ele, estava muito mal ele vida". Sua história não di fere das outras: Nelson e "Zizi" planejaram ') sequestro. "O dinheiro seria pata sairmos da miséria em que a firma Aokl nos deixou, inclu- sive passando [ome. Meu irmão Ne!s. n, des de que foi acionado há quatro uuos pela .'Jki S. A. e perdeu udo o que tiaba. inclusive I,os sa úicu herança, uma ruzenda de 820 alquei res, 110 &ui dP ~-íuto Grosso. só pensava em se Yinrrar cio· fumiliu um dr. Registrando "Zizi" era muito in teligente e disse a meus irmãos que ela seques traria o garoto em Dra cena, nem que tivesse trahullrnr um uno como empregada. O garoto comigo. só dizia qve queria voltar para Dra c•e1ia e i!U o vigiava com uma faca. (O Est. de .!nto Grosso) 0 9/5U350 DEZ CEI5L EM CUIAÁ E DURADOS (RAG..4) 4% - »- Secretaria da Agricultura está pescadores (Leia na pag. 7) Lha Vier M 1/ot76 Religião co ; . rigol'0llU obBor vilnclu da 8emuna San ta sempre foi apanagio <le gNações elo brasi leiros. .s lmugenll r qun dros de snntos eram cobr1rloP. oom pano ro xo. O lrnbalho l'l'H sus penso do meio-diu de Quinta-feira até o dia seguinte no Domingo de Póscon. denoml11udo segunda-feira de Pas quela. Pul't1'am . as mói; dos moinhos e o mon jolos cessuvam o pilar OS grillS. A Sexta-ft>ira orn dia cio grande recolbi n1t'11lo. o Rilêllt io envol viu todas as mordias. Permaneciam fechadus s janelas que ctu vam p. a rua. As mulheres 11io penteavam os ca belos nem vuniam a casn. l,;guém ::antnro lavu, nem era permitido H!Hi0ViOS, homens não caçadus. As rnmilins mais piedosas não comiam doce e preparavam a limentos de véspera e cada pesso~ trocava seu prato de comida com o vizinho. O jejum em ri goros, Além dn carne huviu a abstineneia de matlleiga e leite por causa MES saiam p/ permanece Em c•et·tas regiões elo Interior de S , gru pos religiosos paravam em frente das cuus, re zando pela,; ulmus. No súbado, o ale gre repite cios sinos a nunciundo a Aleluia, era o sinal p, iuieio de grandes foguetório, com rojões e disparos de es plngu Idas. ri-, crin nças batiam t!ffi lut11s ou nos postes de ferre. ~eguin e malhuel1o de ,Judas sob forma de grotescos bonecos, npós a leitura de testamento. em ver nos Je pé-quebrado ... Alunlmente, os dias consagruclo'- u rememo rar u obra da Hedaçiio ria humanidade são, em geral, empregados, co mo tempo de luzer em estadias na praia ou campo. Houve, assim, umu mudança de men talidade. A idéia de ser vir a Des, como precei tua o Primeiro llun<ia meuto do Decálogo, es ta sendo sub lltulrla pela preocupação rio prazer. e ns manirestações ele fervor religioso de outrora colam no olvido uma tra rllção. contudo, na maioria dos lugares a procissão do encontro reallzudu com a Imagem do Bom Ros e de N. 'enhora dus Dores. espada; do qun l a truje rosto, cujo coração é tr,111Rpa!1SUd0 enterro, de ,Jesus dos Pas- e a Verônlca, ,•éu negro e110obrinrto o de lnullerável, por uma procissão durante a em luto. com um tempos em tempos, para e entoa n melo:!ia tradicionl, en- quanto dt:senrola o pano com a efígie ensanguen de ,lesus. Quem não anuncia Vende Quem anun cia Vende Muito Mais. Anuncie os seu Produtos no Jornal Tribuna da Fronteira COLUNA ESPIRITA SUICIDIO No suicidio intencio nal, em as atenuantes da moléstia ou da 1!!110 raucia, há que coside rar niio 1JÓlllente o pro blema da infração antes as Leis Divinas, mas também o ato de violên ela que a cria lura come t'il contra si mesma, utra vês da premedítação mais prc,funda, com re morso mais amplo. Atormentada de dor, a consciência desperta no oivel de ,rnmbra a que se precipitou, supor tando cornpulso1'iarneote as companhias que ele geu para si própria, pe lo tempo lndlSJ•ensável à justa renovação. r.ontudo, 0i, resulta dos não se circunscre veru aus fenõmeuos de sofrlmenlO i:itímo, por que surgem os desequllí brios ct'n!!equentes nas t!□ergias do corpo espl ritual, com lrn positivos ele reajuste em exlstlin clai; próximas. E assim que após de terminado tempo de re t-ducação, aos círculos .de trabalhos fronteiriços da Terra, os suicidas são habitualmente rein ternados no plano car uai, em regime de bospi talização na cela física, que llles reflete as penas e angústias na forrua Je enfermidades e inibições er-nos-á fácil desse modo, identificá-lu!I, no berço em que repontam, entremostrando a expia ção a que se acolhsm Os que ~e envenena ram, conforme os tóxicos de que se valeram, re scemn trazendo as afec ções valvulares, os acha ques do aparelho digesti vo, as doenças do san gue e as âisruuções en docrinl<.a;, tanto qua1110 outros males de etiolo ia obseuru, os que i ceudiuram a própria car ne runnrgum as ag-rurnR da Ictlose ou do pêufig'>; os que e asfixiaram, se ja no leito das aguas ou uai; corrt'tiles de gás, e xibem os processos mór bidos das vius resplrató rlal:l, como 110 coso do enfisema ou dos cistos pulmonares; os que ,;e enforcarum carreiam consigo os dolorosos dis túrbioH do sistema uervo 1,0, como &ejam ais neo plasias diversas e a pa ralisla cerebral lnfuntil; os que estllbaçnrum o crilnlo ou deitaram a própria cubeça sob ro das destruidoras, experl mtntnm desarmonias da mesma espécie, notada mente as que se rtlacio nam com o cretfuismo, e os que se atiraram de grande altura reapare cem portanto os padeci mentos da distrofia mus cufar progressiva ou da oRteíte difusa. Sr-gunrlo o tipo ,1,- ,uicl dio, direto ou indireto, sur gem as distoniws orgânicas derivadas, que corres pondero a diversas calamida des congênitas, inclusive a mutilação e o câncer, a surdn e a mudez, a crgueira e o lou cura, a representarem terapu tia providencial na cura da alma. Junto de semelhantequa dro« de provnção regenerativa, funciona a ciência n1édica por missionária da redenção, con ·guindo ajudar e melhorar enfermos de conformiducle com os créditos morais que atingiram ou gundo o mere cimento de •1ue di,ponbam. Guarda, pois, a existência como dom inefável, porque teu corpo é ,cmprr- im1rum<'n 10 di,·ino, para que ride aprcn das a crescer para a luz e n viver para o nn,or. ante a g.16 ria de Deu. (P i na extraido d a obra d e F ra n ci sco ido X«i«. "Retirito d· E·ri I RECEBEMOS. FOLHINHAS E CALENDÁRIOS PARA 1977 Façam Seus Pedidos na: GRDFICn TRIBUNll Dll FRDNTEIRI Calçados para senhoras, esportivos você llP • TIIRlll REI DIIS BOTAS cavalheiros, crianças, artigos Artigos para montarias em geral malas, botas, etc. Avenida Duque de Caxias, 826 encontra Jardim - Mato G rosso na ,. l ela i-ta. M 180/70 --------------------------------- Crônica INDICllDOR PROFISSIONIIL DR. JORCYR M. MOREIRD Médico • Veterinário lllO[R[CO: Cm n.o IO - Vila lilililar II IISl II 6«:D ~-EVERALDOA.ROCHA OI- RI III Endereço: Resid. 856 R. Cel. Ponce - Porto Murtinho M. HAROLDO MEDEIRO ADVUG, 0 0AB- )IT 118..1 Cl'F U0B-295.8i0 Rua 15 de ovemubro 177- Bela Vista - T Dra. Maria Aparecida Cirurgiã - Dentista (CR0-387) Zanda Grella Odontopediatria Prótese em gerul - Rolo X "Consulta com hora marcada" Rua Cel. Juvêncio 225 - Jardim t Dr. João C. Palmieri CLINICA E CIRURGIA OE OLHOS YINGINÇI DE A M GUEL 1 a3: 2y109)0 MA) €o±LA0, 32 10 242248, 03y 92)ZNyCIA. 3+305 Campo Grande Mato Grosso SE,IGIO RGEI.Ta ERONDI ADVOGADO E CRITÓRIO Rua 3 de Outubro (Ao lado da' Ciretran) Bela Vista Mato Grusso = DR. GIL MARCOS SAUT ~-::=; Advogado Rua len. Azambuja H.o 320 OAB/Ml 951 ummo - Mt Violência gera vio lêcia. Isto ufio é novi dade. Ofender é um ato puramente animul, e a sume requeinte varia díssimos entre os sere11 humanos. Há os que re cebem as ofensas com aturlidde, muitas ve zes com um sorriso nus lábios. Estes consideram a ofen.m como um tee te à sua capu cidade de suportar a lgnorilucia alheia e a maldade hu mana. Outr11s existem que explodem com 11 mesma itensdude da ex plosão que o feriu. Pou quíssimos ôUO o estoi cos que nem sequer to mam conhecimento do golpes desferidos por se11s semelimntes e, con trariando toda as leis do sentlmeuto generali zado, recebem e acolhem as agressõPs injustas co mo elogios ao seu me recimento. ócrate, de tanto sofrer, adquiriu uma pa ciência sem limites. Xan tipa, inconsequente, mu lher imbecll, irndimentou a sereuiclade do [1lnsofo, r.nsinando-o, com ua burrice, a refrear os lm pulos. Em delerminaJa ocasiáo os [ofoqueircs (que já os havia na Gré eia Antiga) foram dizer lhe que um grnpo de ini migos estava falando mal da sua pessoa. Res pondeu: N.~ illNHA AU SÊN8IA PODEil ATÉ MIE MATAR! • Qu:i.ndo o Papa Pau lo ili contratou Michelan gelo Ruonarotti para pin tar o ·•Juizo Finar·, • na Capela S_fxtina, no Vati cano, era Mestre de-ieri mõni! da Santa Sé o Cardeal Biuggio de Ce sena, um desses tipos que se intrometem no que não lhes :!iz respei to. Era exatamente um desses que pensam po der s'egtJThr e erguer du as melancii>s com uma só mflo. Deu· para .visi tar diariamente o gran de pintor em seu atelier - que era a própria Ca pela Sixtlna, -, opinando sem ser solicitado, criti cando o que nãc enten- Altevir Alencar ilia, perturbando o am biente, atrapal11undo o trabalho em que Buon rotti canalizava toda a sua cap,1clda dP l'l'iadora genial. Inúlgnado com os nus que se iam jun tando i1. imensa cr,moo s!ção, brnrio11 que aqui lo em uma imoralidade, umu falia de respeito ao cri,-tiunismo. Vingando-se a seu mo do. Mlchelunge!r, 13uo11a rottl retratou, com extra ordinária fidelld11Je, Biag gio no meio elas figura11 q u e se e n e o n t r a vum no Inferno. O r'ar deal, indignaúistsilTlll. foi ar, 'umo Pontiíice e con t.ou o eu,-o. Encoiar1za do. mesmo reconllec ... n do ser impossivel ncon1- trar outro pintor à altu ra de rn.o grande 1arefa. pediu ao Papa que cha masse o urttsta. ordena do-lhe a tirá-lo de tão vexatória situação. fa!o que teria, ao longo rios séculos. rr.percussfio tiio duradoura quanto pro funda e negativa para i. . 'elirntou aiuda que o irreverência do artista levaru-o a permanecer vestido com tndas as paramentas cardinalíci as, entre uma multidão compietaweute nua, coi- sa ridícula e deprimente. Paulo Ili (que já <·o nheeia bastante seu Mes re-de-erimônia) sorriu da ocorn'ncla, pPnLleran do ntlo lhe ficar bem i cursionar pelos dominios da pintura. pvis nunea empunham nem pineel 1em paleta. Ante n. insfslencia do Cardeal, disse: "Se ele te tivesse colocado n grpo das almas do Purgatório. eu. com mul to esforce, poderia fazer ulguma coisa por ti ten tando junco a Deus e a Buunarotli. relirur-ie da• li. Mas sabes perfeita mente que meu pode,· ão chega até uo Infer no, iaggio!". O autor destes es critos ainda não foi Roma, não visitou o Va ticano. Tarnbem nüo de eja conhecer o Inferno nm o Purgatório. Do me,;mo rnurlo, não vê muita possibilidade de ir raru o Céu. Toda via. afirmam que ainda hoje, quem observar o aires co cio ',Juízo Finar·. lá no Vaticano, notará num ângulo da direita. no melo do inferno, trii;le .,. parnmPntedo. o • inf Plíz Cardeal Biugiric, de Ce- sena. GEASEL: S0FIAI IS €O/ERG , CONFIO EM V0S» «CGlnIg EM MIM. tDMO EU DR. ISA LENO PRUJANSKr-== fx- Aai»tente Militar de Clinica MI±ieas na Faculdade de Medicina de Sao Pulo, por designação do Ministro da Guerra - Er-Chefe de Reumatolo ia no llewpirsl das Beneficência de S.ão Paulo- Fr.Assistente de Cindialo ia na Clinies Ob«tétrica ds Faculdade de Mliina de So Pulo - E-A»is tente de Gastroeterologia n Escola Palita de Me!ieina - Clinica Mhiea Cirurgia · Reumatologia - Ginecologia - Endocrinologia - Gastreenterolia Neurologia Traumatologia Fisioterapia Eletrenia - Medicinas Hiecomatia Medicina Esportiva - Geriatria Consultório - Galeria Popular N.o 9 Horario - Diariamente das 6.30 às 19 horas inclusive aos Sabadcs Ponta Porã Maio Grosso Política e Ciovemo Ezins 0» - 1,/3R AD} PARA A.EIRM.A GEISEL. , , OS I R SPO· SA VEIS, É a seguinte a it, tegru do pronunciumen to do chefe da Nação. "Através de vós, dirijo-me renlmento a todo o povo de Mato Grosso. Desejo, desde logo. ugrudecer-vos a colhidn generosa que me fzeu, u mim e aos meus companhd t·us de trabalho que vi ernm comigo hoje a Cuiabú. Como governante, é evidente que sou sen sivel u estas demonstra ções poi)ulares, porque elas servem para que, conscientemente, eu me sinltl como cumpriodú o meu dever. Estas ma uife tnções trazem em si um significado que, pura quem se devota à causa pública, represer ta urna com pensoçúo pelos s11nHidos cotidia nos que e fazem. passar a usufruir as van tag<'ns tecnológicas em grun<le esc:da com a exploração da jazida de Urueum. "Mato Grosso dei xou de i:;er apPllUS a grande expressão geo grát'icn do pnssu<lo, dei xou ele i;er a terra rle vastada e conquistada o elos bandeirantes de séculos anteriores, dei xou ele ser ,tpc>nas a extensn ft onteira. em grande parte sem vidu, que mantinhamos com n Bolivia e com o Pn ragu,1 i; rleixou rle ser o imenso território isolado que o Brasil conhecia, que servia ao Brasil, mas que não se benefi ciava da civilização real de nosso pnís. Hoje, Ma to Grosso, por uma é rie de circunstânt:ias, está integrado no País, em frunco rlesenvolvi mento, produzindo e rea lizuudo, não só em be neficlo próprio, mas em beneficio ne toda a n:i ção. Aqui e desenvol veu extraordináriamen Le n agricultura, se de- ''Guordo lem senvolven a pecuária, e brança de uma visita a miuerução cte em- • que há vários anos pas- ' sados quando presldeo- l>riooária que era, vai te da petrobrás, recebi "TuJo ir RO foi po ,;ível, no decorrer cios unos, graças a intenso trabalho. sohretuclo no setor dos transportes e das comunirações, que uproximnram :lato Grcs so do restante <lo País. Rodovias, ferrovias, cir cuitos telefôulcoti, telex aproximaram realmente esta região do coração lo Pis. Aeredito que ílrasília, em grunde par te, lenha Bido lambem um fator pi este maior desenvolvimento: "O governo federal senti' tudo isso. sente u necessidades que Ma lo Grosso tem de maio res investimeutos, e pro cura, dentro das possi bilídades, atender a es sas necessidades, na con vieção de que, desenvoJ vendo Mto Grosso, na realidade estau1os de senvolvendo o Brasil. do eutiio governador de Mato Grosso, o sr. ,José Frug-elll. Dizia-me ele que o aspecto crítico do desenvolvinento de Ma to Grosso estava no e tor de energia. A ener gia em Mato Gro so ou uãr> existia ou era extru ordinariamente caru. Ha via carência de força elPtrica e o pouco de que se dispunha era o nerado com uma tariía muito alta. No setor cio petróleo, então os pre ço;, eram quase proibiti vos. "Hoje, já não mais. na direção da retrobrás, mus na preslrlência da República, me é posai• vel, graças à atuação do ministério das Minas e E!!ergia, dar uma so lução a esses dois gran des problemas. Nüo fal tará mais energia elé trica, nem ela será ven úida a preços e6corchan tes. e nem se tornará demasiado oneroso o suprimento de petróleo, sobretudo para aqueles que dele precisam para ú i-eu labor ou agricul tura, nas máquinas agrí· colas. Colocamos assim continua na pag. 06 RECEBEMOS FOLHINHAS E CALENDÁRIOS PARA 1977 Façam Seus Pedidos na: •• GRllFICll TRIBUen nn FRDNTEIRB SEME /CIO E CEREDI U !âO IGRICOLI LTDJI. " Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR· e _,. B l . ·. · o povo íelavistense Perto da Ponte Internacional 3l) y]51y :....------------·------------ Avenida Teodoro Sativa f ela Vi-ta M I/o7, Entrevista ENTREVISTA Uma bela jovem es tudande e um udolescen te bastante ativo, na lar de de qulula-felrn, dia 25-8-?íl, IH'OCUl'Uram-rne para que lheri desse urna entrevista, determinados que foram por eu8 pro fessores, como rege o curriculun do Colégio. A matérin consiste em três perguntas sobre 11 administração munlci pai de Bela Vista, da se gulnte forma: 1a. - O que representa a atual admi1Jistraçilo pa ra o progresso bela vis teuse? 28.- Quais as molhe rias surgidas últlmamen te'? • 3ª - Existe algum plano de obras para es te ano? Quais? Então, vamos ao Ira A coisa que mala balhu. trnz-me satisfação é Iro car Idéias, dialogar com os jovem,, princiµulmen te os que levam a sério os seus e tudos. Por is· 6o, tomei o maior lnte resst> em atende-los, mes mo levando em conta que ajudar a mocidade a conquistar novos co uhecimentos é dever iu declina vel que cabe aos adultos que tenham com preensão nítida do com promlsso que lhe é afeto na sociedade ,Hn que vi ve.É um processo e auxi liur os dedicados profes sores a sua missão de educar, trazendo ao alu no uma novidade - en trar em contato com pessoas estranhas ao es tabelecimento de ensino em que aprende, buscan do soluções para suas li Ções - que não constam <los livros didáticos que Usam. É multo bom isto. pura melhornr stlus co nhecimentos, indo bus car fora do Colégio, us respostas coerentes que necessitam parn soluclo nar seus problemas lm postos pelos profeirnores, além de tomar contato com "os mais velhos'', dos quais muitas vezes lor 1rn-se verdadeiro amigo. É com essa finalida • de que me expresso or gulhoso por ter sido lem brado para esta faina tão agradável quanto ú til para nós, pois ambos es tão aprendendo.Os novos tomam vigor com as sur prP.sus q::e lhe trnzem certas coisas uuvas pum seus conhecimentos, e os velhos exercitam-se, para que o já 11 prendido não descambe para o es quecimento. A primeira pergunta: O que representa a a tual administração para o progresso bela vistenuse Eu direi: Muito. Realmen te u nos 11 cidade pns sou anos e hnos sem progredir devido os cor riqueiros sistemas ado tados por Prefeitos que assumiam o <)argo sem o preparo sufici ·nte pa ra dirigir com eficieneia o nc,seo municipio, pas suado mais das vezes co piando e executando as maneiras empíricas ado tadus por seus anteces sores que nem sempre tinham capacidade ou ti no administrativo, Jevan do a coisa como rece bium, sem estimulo d_e ambiente como também pela falta de entrosameo to com o Poder Central que os poderia ajudar técnica ou mesmo fiuan ceiramente µara que pu dessem dar um passo à O estudante adquire uma freute no desenvolvimen oportunidade diferente to. Agora não. Aprnxl mase o mês de Abril quando, a 2D, completa r o primeiro ano de a dministração atual - a do Gal. Dr. Rub<::u A.A. de Castro Plnlo - u Pre feito amigo de Jlelu Vis ta, o home,11 talhado pa ru esse mlstér. Grande administrador, possuidor de vastoR conheclmen tos, bomer,, ptJblfco ex perleule, tendo ji). dado provall quando lo! depu tado estadual por Bela Vista pelo muito benefi cio que trnuxe para nos sa cidade, como também quando Secreturil) de Educaç(LO e Saúde do Es tudo, conseguindo melho rar multo a situação nei; ses setores em Muto Grosso, levando a cada rincão do Estado, a pre sença da sua Secretaria atuante e pródiga em a tendimento uo povo, cri ndo muitas escolas nas séde-, como tu zonu ru ral de quu e todos os municipios malogros senses, sem-Jescuidar ela suúde do povo Homem de larga visão, sua atenção presente mente está voltada úi camente. a serviço do po vo belavislense, haja vis ta os melhoramentos i troduzidos na SU!l novel gestão - melhoramento da ooesa luz - urbaniza ção. com inauguração de uma praça - transfor mação do bairro de A gua-Doce e outros melho ramentos que. apesar de cmto prazo, já dá para observar que o seu iule resse, dedicação e grau de amor a esta terra que escolheu para viver, resultarão em melhora mentos que irão satisfa zer plenamente as exi geocia.s de todos os be lavistenses para soer guer <>ste rincão maravi lhoso que é Bela Vista, a ua terra xtremada Pátria de v o e < s todos eséolares qut lnl cfam a vida cheios de esperanças novas uer;te Bra ·li gra11dlo o e bel'> que outras nações olham e espera:!! eja em breve uma grande potencia, defensora das llberrJacles do holllem de todo o muado da paz e tranqui liiade, do trabalho pro pulsor de seus filos. Só a vinda para a qui. rio governo cio Esta do, sob i;eus uuspicio1<, já é uma grandeza du admlnistrnçiio atual, tra zenao-o graças seu prestigio junto Jo go vernador, o que I1!itu ralmente nos trará gran des beneíiclos, como en, toda região circunvizi• nha. pois essa conquis ta repercute por todo o Estado. Estas são as razões que representam, no menu entender, o progres so pura a nossa bela Vista, certamente com o valioso auxilio e en tusiasmo dos estudantes que serão os administra Clores do futuro, esse porvir que· lhes apega ao coração de brasilei ros patriotas. Estudem. Quunto e segunda pergunta. tenho a gruta satif:,fação de reldtar todos os melhorameutos conquistados nesta a d ministração, no curto espaço de tempo, que não são poueos. Nenhum outro Prefeito fez tanto e tão poucu tempo. Começarei a dizer sobre a LUZ - Luz que !!OS faltllva, energia que nos faltava parn os apa relhos elélto-domésticos geladeiras, ferro de eu gomar, radios etc. Aí es tá a luz brilhante ilumi nando nossos lares. Há quanto tempo não tínuha mos luz nas ruas Ago ra, estão elas iluminadas para serem aproveita das por vocês nus sua idas à noite ao colégio. Tudo aproveita essa vi da da luz abundante, os bares, as casas de dizer sões o lazer dos belavis tenses nus praças e 1O na satisfação de evitar mos a irritação que nos trazia u falta de en<>rgla São tres motores novi nhos de 250 KVA daui ridos recentemente por essa admir1i>nruçil o vig-l lante, que rsU1o forne cendo energia para a cl dade. Outros rnelhornmen tos: A pruçu Castro AI ves, iuaugurn da pelo nos so Governador. A urba nização da Aveuida Teo _ doro Sutin1. , rer.;odc laçüo do haino de Agua i doce, abertura de suas ruas abauladas e limpu, com placas dos seus res pí!Ctivos 11omes. A i11au ~, guração também pelo Sr ÜO ema dor, nesse haino de Agua-doce de belo erlificic, da Escola '·São Geraldo" com amplo es paço par,l recreio dos ,tlunos, campo para cu) lura de leguminosas e hortigrangeiros, quando os ,,Junos mesmo serüe> cultivadores. A reforma ela Ü!'io.i ElP.trica, com grandes melhoramentos uas instalações e a •:ous tração du casa de adrni uistração. A construção do grande parque de veiculos da Prefeitura, com espaçosa uflcirrn de concertos. .. mellloria 100 o/o da praia do Rio Apa., com limpeza total do gramado e: extirpado o mato que a circunda va. A abertura da Ave n.ida enador Pinheiro Cont. na pag. 08 '1TENÇÍ10, FDZENDEIROS, llGRICULTORES E o Sucesso do Censo Agropecuario depende da exatidão dos dados fornecidos ao~ Recenseadores Ajude a Fazer o Censo e colabore com o Rrasil em Desenvolvimento ---·-- -- ------------- • I Politica e Governo H+nina 0o SEL z E , DO .T E E {J Mato Grosso no nível cloB demolR Estudos do l'nís e em ,·audições 1'Nilmcnte co(Tlpellltvns. "Acho que dessa forma, trabalhando jnun tos -- seiu no eurnpo economico, eja o eum po 80Clal. C' llll't'!llO na óreu poli'eu marchu ndo juntos, podemos rcn lrnt'lllP ,•isu11 lizu r um rutura melhor. Futuro que teremos que coas- truir na buse do enten dimento, da cooperuçio, e, sobretudo, com reu lismo, em ordema, com p.1z, longe de agitações. Iouge dus ambições dotl saudosistas, que vivem muitus vezes num mun do irreal, tlO!lhnndo com um p:lf.satlo que niio vollurú. "Mas aqueles que se quei Dizem que o pvo xam, que falam em violen vive triste, privado de da. em mis!'>rin, que r llum liberdade, oprimido e em sevicias, om suma, sob o urbilrI0 da violén- aqueles que vivem de ciu. Não creio. A acolhi negrindo o que a revo da que me fazemn, as Iuçüo faz tem que sair fisionomias que eu vejo do cuhiculo em que vi aqui, como vi em outrns vem e abrir us janelas; regiões <lo Ptiís, nüo tPm que olhar pnra fol"n concordam com i o v~r O que se passa no s mudo, e concluir, então Creio que o povo está que o füusil, talvez, muito mais do meu lu- dentro das uu dificul- do, do Governo e do lado da Revoluçfto. Nó Todos os cidadãus são livres e todos vivem com ampla liberdade Só nio há liberdade pura oi lrre11ponsávels. Ha trbalho. Quem qui ser trabalhur e quem tl ver lguma hnllllltnção i.em,,re encnntrarú tra bulho. E possivel que os imlúrios sejum baixos, que u vida ·i-leja clifícfl qu,, u inflação nos rou • be gra nele parte do nos so esforço. Mas o 1eno meno é geral. Este não é um problema upenas nosso nem é um pro blema negiigeeito por nós. É um problen que constantemente procura mos resolver, com de• d!caçii_o e C'llll esforço, e suna-lo dentro das nost-as possibiliclndes. dades, é urna das un- ções mai felizes do temo um regime livre. no s0 univer·o". CSi NüL de Leontiua do Prado Ferreira Produtos alimenticios rm geral, bebidas, secos e molhados latarias em geral Rua 13 de junho Jardim 350 llato Grosso DOURADOS "Sem uma agricultra e uma pe cuúl'la det>envolvldas, correspondentes à nossa extensão lt!1Tlloriul e ao vulto de nossa populn1- ção, o UraRII nunca Rerú um grande país. Se nós queremos UH egurar o bem-estar do nús-o po vo e v;ver num concer to Internacional de uma grande noção. temos que crescer em ngrlcuflura e pecuária, antes de mais nada". Com estas pala vras, num ,!iscuno feito de improviso, o preslrlen te Ernesto G11lsel lançou um dos maiores proje tos agropecuários ofici ciuis dos últimos tempos o Programa Dourados. O progrnmu nbrange 22 muuiclpios de Mato Oras so, que coustituem a Grunde Oourados, e pre vê investimentos de 1 bi lhão e 700 milhões de cruzeiros. O chefe da ação fez seu discurso perante uma multidão de cerca de cinco mil pessoas, no final da mnanhü e sob for te chuva, que prejudicou uma presença maior de populares, prevista pe los organizadores do ato. Os presentes, após a o lenidade, participaram de um churrasco, orga nizado pela Prefeitura de Dourafos II para o qual foram abatidos mu i de 100 bois. O pr1:sidente da Re pública chegou a Doura dos, procedente de Cuia bá, acompanhado do go- ministros Alysson Pauli- ceu Nogueira, dos 'l'rans portes, Rangel Reis, do Interior, e Shigeaki Ue ki, das Minas e Energia. ,pós o lançamento do Prodegrun, na praça principal dnu cidade, o ge uerul Gelsel seguiu a pé, protegido por guarda chuvas, até a Prefeitura, onde concedeu audíevci a3. Depois do almoço, o presidente da República e sua comitiva seguiram para o anoporto local, de onde embarcaram de regresso a Brasilia, via C::.mpo Grande, encerrao do dois dias de visita o.o Estado de Mato Gros 80. o É a seguinte a ínte gra do discurso pronun ciado pelo pre;;idente Geisel, durante a soleni dade de lançamento do Prodegran: "Agrndeço a acolhi da que me fazem, inclu sive vencendo a intem périe das chuvas. que se manifesta desde on tem, aqui. Vim a Doura dos com a iotençãu de lançar este Programa de Desenvolvimento desta região. Podia tê-lo feito no próprio Palácio do Plaoallo, em Brasília, mas achei pue, pela sua importân<.!ia, pelo objeti vo que se tem em vista vernador Garcia 'elo, de ilato Grosso, e dos seoça de voces. end1do e possivelmente r;erá melhor executado, porque nelo não está apenaH o gove:rno fede ral. Está cug,1jutlo Iam• bem o Estado de :-Olato Grosso e estão engaja dos todos os habitante desta grande região". "Desde o inicio do meu governo tenho des tacado a lmporIBncla que se deve atribuir ao des e n v o I v I m e n t o da agricultura e da pe cuárin. A agricultura e u pecuária são as bases esenciais da riqueza cto nosso Pais. Sem uma a gricultura e uma pecná ria desenvolvidas, corre!! poadentes à nossa ex tensão territorial e ao vulto de nossa populu ção, o Brasil nunca será um grande Pais. e nó8 queremos assegurar o bem-estar do no11s0 povo e viver num concerto internucional de uma grandP !iÇão, tomos que crescer em agricul tura e pecuária antes de mais nada. • Nes e sentido, a re gião da Grande Doura dos é extraordinarian:ea te favorável não só pelo seu subsolo new pelo seu clima, nem ,;õmente pelo sua con- dição geográfica. mas principalmente pelo seu povo. Originários de di ferentes regiões do Pais do Nordeste e sobretudo do ~ul da região do .Rio Grande e de anta Cata com este programa, era rina, aqui se misturam, preferível fazê-lo na pre harmoniosamente, dlfe rentes correntes. todas imbuídas de um meswo neli, da Agricultura, Dir- ma será melhor compre- (Cont. na Pag. Oi) "Assim este progra- 1 MINE ação "Produtor do Calcáreo Bodoquena" "Uma km BODOQUENII Rodovia Jardim Porto Murtinho Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso" 54 - LTDD Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias {ao lado do H t l O - ) . al 8 o e riente Caix. Post ------------------------------------------ Política e Governo (CONT. 011 GEISEL QUE ... sentimento de naclonull dade. O llrasilelrn é um só. Viva onde vi ver, des do o Amuzonus até o Rio Gmnde. "Ao esforço A no trabalho que nqul se rca llznm, ~orna-se agora, cm maior proporçllo, u apoio do governo rede ral. Preocupa-nos assegu rnr uma h,fm-e truturn que µossa garantir este progresso de desenvolvi mento agropecuário, com estradas, eco energia elétrica, assistência técnica, que são vins de escoamento. São outros proces os, in clnsive de natureza oclal que permitirão que nós andemos mais rapida mente, niio RÓ no lnteres se Imediato da popula çiio que aqui vive, ma , principalmente, no meu ponto de ·lista, do inte resse geral da ação. "O programa está lançado. Agora, sem dú vida, vem a parle mais difieil. que é a de execu tá-lo. Ele só valerá pelo resultnclo dessa execu çiio. Pura es e resullurlo, eu conclamo a todos, pa ra que nol! unnmos, para que não vivamos isola dos, pura que o governo nilo esleia só. E o povo também não esteja só. Mas, ao contrário, inspirados nos Ideais das realizações da Revolução de 64, deve mos caminhar juntos no PAGINA 06) SECR TIRlft DiZ l Interesse da grandeza do Brasil". - ,, T n llRENft 1 as audiências que concedeu, o presidente Gelsel ouviu, do ex-go vernador Pedro Pedros sian, uma expoi:;icão "rea li tn" sobre as possillili dueles dn Arena nus pró ximas eleições munici pais, ouvindo que o ~ID13 "é um adversário respeitável, sobretudo pela sua quuliclude". A tualmente, o MDB possui apeoas um municlpio em Mato Gro so, mas as previsões são dei que aumente este número para 30. Ao contrário de Gei sei, PedrO!'slan não atri- bui muita importâucla ao pleito, afirmando que ele não servirá para afe rir a tendência popular, porque em todos oi; Es tados existem muuicípios e áreas de segurança onde não se realizam eleições. Outro dttalhe: as disputas aíio pessouis e não própriamente par fülárias. p Cuiallá - O Gover no do Estado, utrà vés da eceetaria da Agri cultura, utru vês do con vênio com a Superinten dêocia de Desenvolvi mento da Pesca- UDE PE está promovendo o regisêro de pe cadores profissionais e amado res, bem como de Clu bes e Associações Ama doristicus de Pesca em todo o Estado de ilato Grosso. O objetivo principal desse registro, segundo o exE:cutor do convênio, Lodovico Escarmanhanl, visa a legalização dos pesc11dores matogrossen ses e a criação do ca dastro geral da pesca. Esrarmaohani disse aio- da: "temos a necessida de de iniciar- um traba- lho dtl cadastramento para conhecermos, prin cipalmeute, a força de trabalho ocupada com a pesca'' e eresventou, 'po!s pesar de Mato Grosso apresentar um dos maiores potenciai de pesca do Pais não possuimos dados e infor mações capazei; ele 1101-1 auxiliar a formulação da política pesqueira" Para se registrar, o pescador µrol'issioaal ou amador, necessita de apresentar. na St-creta ria ela Agricultura. ou nos v«rios Postos de Fiscalização du Pesca. um documento de iden tidade, duas foto e o registro da embarcação, se porventura potH•UÍI', e pagar uma 'axa. Para o registro de pescadores rolisionais não será cobrado taxa e o« Clu bes e Associações Ama doristicas de Pesca pa garão uma taxa no V'.l- Jor do salário miuimo da capital. AEROL!BE DE 3AR4M4 O Aeroclube de Jardim encontra-e em funcionamento e a disposição dos intere sados em brevetar-se O Aeroclube Adquiriu uma aeronave no va de treinamento II7RIMES {I 0 Isnls sg. Walburgues Machado Vieira no AEROPORTO DE J.RDDl REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM Rua: 1!! de Mala • 563 Jardim - Mata Grauo 11,-1,, Vi--1t1 ~!1 Ili/O llil> Entrevista Dr. Horacio Cardin dos Santos Cirurgião Dentista RUA DR. roam M@1111110 CORR[ft, III 208 GROSSO 05) ••• O r,onto do encontro da Sociedade murtlnhcnso lua Dr, Correu 562 Porto Murtinho Mato Grosso , lu:rto <lin ,. noite Borrncha1fa - Lubrificantes Uiesel Gasolina Anexo: l ,anchonele A veuida Visconde de Taunuy Esquina f'loritl no Peixoto Perto do Baco do Brasil Guia Lopes da Laguun de Theobaldo Amaral Lavagem- Lubrificação - Troca de Óleo llor:·acharia - 13alanccamento de Rodas Rua Conde de Porto Alegre s/n Bela Vista Mato Grosso lRIBUliA OA fROHl[IRA Fundn,lo cm 25 I 02 I 72 Editor - Chefe • Joo/o,, /)adr,1 Colaboradores · José Joaquim Ferreira Souto, Dr. Haroldo Medeiros, losita Rosa Gomes, losé Glaucy Fio• res, J Refrey TRIBUNA DA FRO'TEIA é uma publicação da Enrpre-a Gráfica I nbunn tia l· rontcirn. Sa IS1 II3943 Assinatura Bela 'i,tn Demais Municipios Anual CrS 100,00 CrS 120,00 llctlaçàu, Ailmini.irnç:lo " Oficinni • Rua Duque de Caxias 3-n- Bela Vi-ta ;luto Gro,sn lnacio Guette Melges Cirurgião • Dentlst:: C. H. o -- 126- M. T. Aend-+e pelo INPS - IPEMAT - IPASE Rua Duque Caxias - 289 ,Jardim - MT. colfl breve acabamento ria obra. Concerto de es tradas do municipio. He cuperação de todos os veículos da Prcfollura, todos imprestaveis que el'.ltuvnm, com grande despezu de peças e aces !'Orios. Et1tes, são os traba lhos desta udmlnlstração n,1R últimas semunas e outros em andamento. Sobre a terceira per gunta, respondo que exis te sim, um plano de o bras para este ano. Niio há administrador públl co que possu gerir sua repartiçúu sem um plu riuuual para executar. Tudo é plunej/do: Orça mento dt.,. receita e des peza, plano de obras pú bllcas, ..:onser·,açiio de e tradas e pontes, cons tl'ução de vius. despe as cum a Educação, Suúde. transporte. aqui ição de máquinas e utencilhos. combustiveis, vencimen os do pessoal servidor, turio é plunejudo, revisto e executado com muito zelo e curinhv, para que o povo veja que seu pa trirnooio esta sendo bem conduzido sem as falhas de antes, cujos adminis trndores trouxeram des credito à Prefeiturn, pois se não fosse issu e us dividas encontradas e quase todas já pagas então, mais teriamos re cebid.o desse udrninlslra dor coueto, uclmiravel que é o Dr. Rubeo de Castro Pinto, honesto austero sem deixar de ser bom. nlém tia grnn do capacidade 'de traba lho. Ê um exemplP pu ru os jovens. Vor.!ês siio curiosos perguntam qual o plano pura este ano.. Tenho que responder. E preciso satisfazer os seus dese 30s. Então saibam: Além das obras cilada<; já e xecutadae:, teremos para este auo ainda, constru cão de outras estradas e c_onservação de outt-as mais pura escoamento da produção,' prossegui mento da urbanização da cidade. O mesmo tra bulho feito em Agua-do ce, será feito também em Nunca-te-vi. Serradi nho e Cancha, o que é bom. alargando nossa ci dade. Teremos muito em breve uma Estaçtlo Rodo viária, Unidades Sanita rias municipais 8 outrc,s serV1ços que serão exe cutados em carater de urgeneia caso seja eces lização. srio. Agora, na surpreza Essas são as pre- é que teremos dentro de missas que e8pramos 3 meses sem tardar, o dos jovens estudantes, serviço telefonico auto guardiãos do nosso be múlieo. inclusive o inter estar, da tranquilidade rurbano, pelo qual podo do 11ost-o povo. remos falar cum qual Crelo ter cumprido quer cidade do Brasil e com razoavel informa- do muralo. Nilo é boin? cilo, a inquirição das Por i vocês podo uus perguntus, Iodas !':10 calcular como o nos elas cheluR de lnterei;: ·e so inca1,savel P1·efoito pc,Jo que acontece nu trabalha em nosso bene Prefeitura Municipal no ficlo da cidade e uté de toriante sua adrnir1!1<lrn n6s mesmo. não úcharn? çiio por osHc 11,rn,em Portanto, compete-nos publico de reconhecido ajuóa-lo. Ajudando-o a valor que é lambem conservar tudo que já amigo de todos nós. se fez. Zelando peloa jar .gora, o meu abra dlns, não pet·mitlnclo que ço e um beijo u cada moleques o maltratem um de voces que deram e queb!'em lampacl'..16 dos me a honra cle;;tu entre postes, que danil'ique m vis tu. e faço voh>H que placas de sinalização do a Divina Providencia ilu transito, sujem as ruas, mine suas Inteligencias a tirem lixo nas ruas ris- pura que no futuro, se quem as paredes limpas jam bons putriolas, se Iinalmeute lnteresf.:rndo fuçam cidadãos honra- • nos por tudo, a fim de dos, para gloria de su:is que forasteiros que por familias, dos seus ami aqul pu sem e vejem gos e sobre tudo da que sGrnos db um povo Grande Patrla Grasilelra. ordeiro e educado e que Estudem! jé alcançamos um está José ,loaçulrn Ferreira gio de alto grau de, civl Sotv Presidente Deseja a Vitória Completa da ARENA "De nada nos adiu ções. lembrou lhes que tu ganhar num municipio deveriam fazer compara com 200 mil eleitores e ções e mostrar como o perder em outro com povo vivia antes da Revo mm mil. A nossa vitoria lução e depois está nas mãos dos enho "É evidente - enfatf res. Ergurn u cabeça e zou - que eu como pre trabalhem". O conselho sidente, gostaria de ver foi dado pelo presidente todos os joven:: no meu Ernesto Geisel aos 24 partido. llas, se eles qui prefeitos de Mato Gros serem lr para O i1D8 es o, recebidos em uudiên tá bem, desde que se de ela eepecial no Palácio rilquem a uma oposição Aleocustro. Antes, o che autêntica". fe do governo já havia Bancada mobiliza do a bancada fe derul da Arena e os membros da ARENA Jo vem pura lançarem com ardor à campanha muni cipal, divulgando as reu lizuções da Revolução e a fazerem comparações para o eleitorado, da vi da antes e depois de HJ64. Aos Jovens Com os arenistas jo v_en_s, Geisel voltou a ins sistir na necessidade de participação dos estudan tes nn politica, mas fora da "universidade "Esta participação • resslfltou _ e porque o Brasil preci sa renovar as suas lide rancas politicas". Quao do os Jovens lhe dif,searm que estavam deseovol vendo um _grande traba lho para a vitória do par hdo nas próXimas elei Ao receber as ban cadas da Arena na As sembléia e Congresso Na ctonal o presiJente da República pediu-lhes taro bém mais iniciativa na campanha eleitoral pare. permitir a , itória do partido. "A oposição- alintou • na da tem a ofer.:cer. ,ó ,·rltirn-. Este é o seu papel. N6s ao contrário, temos tudo. sem a realizações do governo como se foe,em ns rea.lizaçiios do parti do porque: o partido é o go verno". Fortalecer o Partido . . Par:, os observadores po líticos, a enfase dada pelo pre sidente à necc.sidade de os areniwtas assumirem as obras governamentais, divulgando-u Junto aos eleitores representa mais um esforço para forale cer o partido. Ao mesmo tr-m po, Gci,d dc-ixou clara a in tenção da Revolução de re pondcr iruediatnmentc à!I C'ri ticas formulada- pela opo-ição- .. Politica e Cioverno DERZI REJEITA PROJETO PREJUDICI L p as ENTIDBDES FILINTROPICII - Brasília A Comis- so de Finanças do Se udo Federal aprovou parecer do enador Sal danha Derzi {ARENA MT), opinando pela rejel ção de projeto-de-let que pretendia r.stabelecer normas "para expAdiçüo de certificado de Antida des de fins filantrópicos". Citndn propoRiçfío pretendia tornar válido, já a partir da data de entrada do requerimento da entidade interessada junto ao Conse)hl) Nacio nal rle Serviço Social, o certificado de "eu lldaile de fins filantrópiC'ls·•, do cumento necessário para que possa qualquer en tidade gozar do benefí cio da isenção da con tributção previdenciária. Em seu parecer coo trário ao projeto, o Se- ambos os casos não ha nador Saldanha Derzi via sido dada olução fez ver que, 'pretenden- ao problema., dai purque do a proposição que a chegava mesmo a afir valldacle cio certiticaclo mur que u proposição seja contada a partir da seria ineficaz. O que su entrada do requerimento gere o Senador arenlsta junto ao CNSS, de duas do Mato Grosso é que uma. ou a entidade se se dê cumprimento ao beue!iclaria da isenção peereto já existente que sem provar sua hahilila- Çãl), o que seria ilegal deteria a expedição ou a concessão do bene- de certificado provisó ficio retroagiria àquela rio a es as entidades, data, fazendo com que válido por dois anos com a entidade beneficiada, o qual elas se habllltam quites até então com ao benefício. Agir rle ou suas obrigações previ- tra maneira sei-la acarr<' lar consequências nega tivas ao sistema previ- denciárias, pretendeSS"' ressa1·cimento do que já houvesse recolhido". denciário sem nenhuma Entendeu o Senador vantagem para as entl Salrlaaha Derzl, que em dades filantrópicas. ~r------------------ BICHO OI SÊDD BOM NEGÓCIO ,, Com 6 Hectares dr. Amoreira Você mensalmente Cria 60. gramas de Semente A um preço de CrS E um Barracão de 7 mts. X 30 mts. E produz 180 quilos de casulos (produção média) 22,00 o quilo (preço médio) PORQUE ... Você Investe· Pouco Com seus próprios recursos você constr6i seu barracão; com 2 esteios, caibramento e ripamento de bambu, cobertura de sapé. fechamento de capim, bambu ou coqueiro. ESTÁ PRONTO SEU BARRAC.ii.O. A ProJução é Imediata e mensal Voce passa a ter uma renda mensal garantida Você não corre nenhum risco . A amoreira e o bicho da sêda não sofrem pela séca ou por muita chuva. O mercado é garantido _ O carulo do bicho da sêda é para exportação. océ conta com um mercado e um preço sempre aumentando Você consegue as mudas de amoreira com facilidade. A Prefeitura está fazendo canteiro de mudas A amoreira é uma cultura permanente. Ela permite 18 anos de exploração seguida. A Prefeitura Municlp11l colocou um técn!co à sua disposição. Aproveitem. Você já poda contar com a experiência de outros. Já existem 2 cria1ores em Bela Vista. Eles podem dizer o quanto estão ganhando com o bicho da sêda. O Que Você Está Esperando? GDNHE --.- Procure CRIE- -BICHO DA SÊDA DINHEIRO! Informações com pre. p?do de Seu±a Caralho -- Ec!tua O±racial d: Bela 'aa ••• ----------:----------------·---- amara é Notiia (/ard) '' JIRDIM: CiMIRI É NOTICII Proposição N.o 12/76 - EMB. Exmo. Sr. Presidente da éârnara Municipal de Jardim-MI. Indiaão N.o 09/76 - EMB Nos T'ermos de nos- bulções representa!iv s so Regimento Interno e após ouvido o Plenário no uso ile mlnhus alrl- nesta Casa, seja encaml- Seleção de Auxiliar de Escrita n.o 120 O Banco do Brasil S.A., Agência de Bela Vista MT, comunica uos interessados, que no dia 02. 05. 76, domingo, reulizar-se-ão os Exa mes de auxiliar de Escrita, em Guia Lo es da Lguna MT, no prédio da Escola do 1 Grau «Salomé de Mello Rocha», obedecendo os se guintes horários: :30 min. - Slnul de fechamento da enlmrla do prédio e entrada dos candidatos nas salas de provas, 6:4r> ruiu. - Distribuição de material pura o Questionário; 12:05 mnin. - término das provas escritas. Observação 1)- Não será dda posse a qualquer can didato aprovado cujo: documento! re gistrem data de nascimento fora dos limi tes permitidos no ato da inscrição, 2)- 1 ão será perm!Udo, em nen!Juma hipó tese. o uso do máquinas de calcular durante o perlodo de realizaçiio das orovas; 3)- A prova de Datilografia será realizada posteriormente, em data a ser divulgada na ocasião oportuna. apenas para os candidatos aprovado: na provas: Psico lógica, de Portugues e de ilatemalica. Nota Importante Os candidatos dcveriio trazer consigo os resper.tivos: Cartão de Inscrição, 01 caneta es ferográfica, 01 lápis n 2 e 0t borracha. Bela Vista mt., 07.04.76. Banco do Brasil S/A - Bela Vista Mt. Antonio Gonçalves de Lima Gerente Amaro Gonçalves Subgerente Iut· 0 nhada o Exmo. Sr. 'Pre feito Muulclpal, 1NDICAN DO a necessidade de mandar com a maior brevidade possível, recu perur a ESTRADA MU NICIPAL JD-10, no tre cho compreedido nentre Vila Gaúcha até u Ponte sobre o Rio Per dido, divisa com o Mu nlr.ipio de Porto Murll rho e a JD-3, no trecho do entroncamento com a. JD-10 até a Colônia do Curvelo. pelos motivos expostos em noss11 ex posição justificativa aba! xo. Exposição Justificativa: enbor Presidente, enhore Vereadores, Exrno. Sr. Prefeito Mu nicipal, em visita aque la rica região agrícola de nossa Municipalidade, sentimos de perto a 1:1.preensiio e dPsespero dos ruralistas e agricul tores daquela região, no que concerne ao péssi mo estado de trafego das rodovias municipais: JD- 3 e J D-10, nos trechos mencionados no corpo da Indicação objeto des ta exposição de motives; estando praticamente in transilàvel em virtude de enormes valas, bura cos e atoleiros ocasiona li.os pela erosão das últi mas chuvas, dado a irre gulatidalle e declividade do terreno daquela regi ao. Por estes motivos e reconher.endo a- imperio sa necessidade daquelas vias de acesso e escoa mento de produção, mor mente ueste período de safra, Indicamos ao che fe do Executivo a nec:es sidade de providencir com a motor brevidade possível a recuperação daquelas rodovias muni cipais. A título de sugestão e dado ao acarretamen to de serviços do maqul nário do DER. sugeri mos ao Exmo. r. Pre feito ou Diretor de Obras Públicas do Município a entrar em contato com Proposição n.o 11/76 - EMB; Exmo. r. Presidente <la Câmar;1 Municipal de Jardim - Mt. Requerimento n.o 04/76 - EMB. Nos termos dos arti gos 105 e 110 do Rgi mento Interno da Câma ra Municipal, REQUEIRO à Presidenclu, após ou vido o Plenária da Ca sa, sl:lja encaminba do expediente ao Chefe do Executivo Municipal re querendo cópia em uma via dos seguintes mapas: 1.) Do Município de Jar dim; 2.) Mapa Rodoviário Mu nicipal; 3.) Mapa da Zona Urba na do Município. Nestes Termos P. E. Dererimento Exposição Justificativa Senhor Presidente, Senhoras Vereadores, como justificativa do osso requerimento sa lienta mos a necessidade que temos dos mencio nados mapas para: 1)- Estudo dos projetos de loteamentos, enviajos ao Legislativo para apre c.açao; 2)- Orientação das pro- o Chefe da Pntrul!Ja lt.o• dovlárla do JJEIU!liT, ora em operação cm nosso Município, para ver a viabilidate desta Patrulha efetuar os ser viços de recuperação das estradas municipais, objeto desta INDICAÇÃO. É a nossa Justifica tiva. ER A DO MARTINS BARBOSA Vereador da AR EN A posições dos Senhores Vereadores, como seja: - (áreas para expansão urbana, pontes, estrada8, para construção e recu peração, etc), 3)- Estudo para a nova delimitação cio períme tro urbano e urbanizá vel do llunlcípio; 4)- Estudos dos pedidos de doações de áreas do Patrimonlo Público; 5)- Orientação de eodere çaJTJento, numeração e denominaçáo de ruas; 6)- Delimitação de áreas e setores: Comercial, In dustrial, Residencial, etc. enhores Vereado re8, Senhor Presidente. estas são algumas das uecessidades que temos e dependemos dos ma pas ora requeridos, para podermos ver, estudar e analizar com clareza, certeza e justiça todas as matérias de Interesse de nosso Município que tramitar por este Poder. É nossa Justificativa. ERNANDO MARTINS BARBOSA Vereador da AR EN A MÓVEIS DELBB MÓVEIS ESTOFADOS ELETROS-DOMESTICOS EM CiERAL SDltTOS E ZANCIINELUI LTDD. llVENIDB DUQUE DE CllXlllS 446 JARDIM-MT ~ l r > i M io. w »o Politia e -----------~---------.: __ _:u_o_ve_r_n_o 1·~_c:_,._, _' 1 _ EDITAL N.O 09/76 De ordem do Excelentís!llmo Seuhor OePem bargador P1·eRidente do Tribui1al de Justiça do Estudo de Mato Grosso, faço público quo se acha aberta, pelo prnzo de li-lnta (;30) dias, 11 luscrl· ção o concurso pru provimento efetivo do cnr go de Zelador do Furum da Comarca de Bela Vista. O concurso será realizado nu forma -previs• ta pelo Provimento nQ Ill/75, do Conselho Supe rJ_or da Maglstruturu, procP.dundo-se as it.1sc1·! .,:oes un flede du Comarca. Poderão inscrever-se brai;Jleiros maiores de 21 e menores de 40 nnos, que tenham boa con duta comprovada atra vP-s de atestados fürúudos pelas autoridades ,Judiciária e policial dti sua reqldeuclu e que fuçam prova de quitação com o serviço militar e Justiça Eleltorul. O concur o constará de provas escritas das seguintes matérias: PORTUGUf:S E ARIT~!ÉTICA. SPcretaria do Tribunal de Justiça, em Cuia bá, 05 de abril de 1.97li. Dra. llaria do Carmo Arruda Diretora Geral FREFEITO MAU#C. EE EELA WET-MT BARÉM: MILITARES DEVEMA.DVO<iAR IH A-III. 0artigo +t, da lei no t! de 27 te abril de 196; .- E tatuto d , ordem dos A«dogados lo Hra-.il ·gunlo o drputalo baldo Bum AH A-MI constitui dipoitio, draconiua no t'III rt•ht· ,) ., nílirun•.;i que e formam m alvoracia impedindo-lhes o eeteíe» da prof-áo, de-de qur o on-ilera incompatiei, oh a alegação de que reduz a independeneia profissional. rzauvntou que o wulitarr iorra«dos em outta- pro[isoe Jih ·r,1:, 1·111110 l,·diri11.1. lar@ria. Odontologia. En enharia e Economia não sofrem qualquer restrição, daí porque entende «deva ver revta 111,11eria, priru·i• palmente no toante ao di- - positivo no- artigos }i. ló e 86 do Etatuto da Ordem dos Advogado- do Ira-il Edital 1 .o 01/76 - Sec. Adm. Em I de Abril de 1.976. De ordem· do Sr. 30 (Trinta) clias a con Prefeito 11lunicipal, Dr. tur desta data ll fim de Ruben • Alberto Abbott tratar de assuntos de de Castro Pinto. toruo seus interesses. Público o presente Edi- tal, purn que os Srs. Ambrósio Mor!ningo e Ramão 11Iurfines, com pareçt1m nesta Prefeitu ra Municipal, dentro de Prefeitura· lluuicipal de Bela Vista-Mt., 14 de Abril de 1 976 Jvü.o Esteviio de Castro Secretário AJminis. O deputado areniR- anunciado pelo ~re,;idtm ta, lla:·co Antonio Cus- te Geisel. Segundo o tel10 lirunco (SP). culpa parhunentnr, eles exer radicals de esquerda e cem pressões e colacarr: de direita por atrasarem a presidêr.cia em um ro o -processo de distensilo go cru·,udo que preten- DESMliUlDORll Srrito d: esmolas, lesta., lutes e IEt).my2. firma allamenle capacilada e idânea Ir com o Sr. W iler [soar Is st Rio Ao a Mato Gro-so SERRARIA CASTELO Compra de Madeira Bruta, Venda de madeira Serrada Antonio· João - Ml ' De Antonio Remo Penzo _ ______ _:, -.! de t.-aurnatizar o prncei; so. I1-so tudo. por vnern seus objE<tivos frust,·a rloR. Castetlo Bran<:fl la !IJentu as c•u;saçÕt>i! por que acrt>rlila no Poder ,Judiciúrio, capaz de pu- 11ir os que i:1juriam. ca luuiam e cilfom:,m, n.us não concorrl:1 com • os que pretendem tumultu ar " pais. a fi111 de anu lar a vontade (!') presi dente Geisel e do povo, basicam1:11te 'e,rntrísta, de rP.democratlzaçiio. li berdade lndiviJual e re - peito aos direitos hum no1:1. D[JCUMEMiO FE}ADO Foi estraviud<> na Cidade de Dourados-MT, o Certificado ae Reser vista expedido em Foz de lguaçú e Carteira. de Motorista expedida em CaE>:,a.vel-Pr. de Proprie dade de Luis Carlos .la. ier portador· da CJ. nº 8.'l3M0, residente: em Be la Vista-1ll Publica.cão· que se faz para obten ção da 2 via. PORTI Preço de-te Exemplar r$ 2.00 . E; ., e • l'-1- t J _( .. -- ) - l lBU D "Orgüo Independente a - F ONTEI Serviço da Região" Ano V- lela Vista- MT. 18 I 76N" 205 VIS E P ESHG E O ESPiJ lf DE TERRA. 1 • 0%$1 é O público esportivo beluvistense, esperou J)lll"ll VCl' ll t!UU equipe, que participa atuuimen te do Torneio Assis Chateuubriand, compe tição esportiva de am bito Psludunl, promo vlclu pelo Diario da Ser ra e pela LEEC de Campo Grande. Dois jogos já ha viam si elo rea lizarlos fora daqui, um em Jur dim, no quul u derrota de 2 tentos n O. clwgou u se constituir em su prestu (espervu se um revés mtor) e o seun do em Aquidauana on de o placar negativo l'o! de 5 a O, pi o qua dro Aqule1uunnP-nse. Fa lava-se em elementos que nüo tinha recebido o pnistigio necessàrio por parte da direção tbcuica, e que não ha viam participado dl) jo go· reulizudos. A opini ão contrária sobre a e - culnçüo do qun1lro bela visteuse era falu natu rul. se levarmos em con i;idernção que 1) Brn il é composto de em mi Ihões de 'Tecnicos de Futebol" e é a!ural que us opiuiões si! di vergem. D,mtro dessa proporçii o liela Vista, tem pelo menos 18.000 Técnicas, que gostam i mensumente de comentar e crifü·ar. nias que não gostam de en!inr as mii os nos bolsos pura lirur uns trocados e pagar o seu ingesso. (Lembramos de quantus curas conhe cidas, estavam subidos em carrocerias de cami u hões, em po içi°Lo rídi culus. do ludo de (l)ra do Esltldio. uo dia do jogo, que ele esperava ver p/ rriticar depoi ... ) Enfim veio o jogo contra MIRANDA, no domingo dia 11, O publi co esportivo de nossa citlt1de, até que presti- glou, pois a clirnçào da Liga comentou que a renda rol boa, mas 11ão ofereceu à imprensa o totul. O quudro lwluvis tem,e u,;undo a in,lumcn túria do Sessenta Espor te Clube, das mais saudáveis tradições es portivas da cirlncle. mui tu embora contando em sua:: fileirus. com uma colc-!11 dl' valores em sua forma de seleção. cuja seleção, como sem pre acontece, no está perfeitamente entrosada t(•cnica u1entt>. ( Chega rum até dizer que o próprio Sessenta, com os seus valores naturais, dariam muior trabalho ao udver s ~ rio;) O JOGO O quadro e calado Pt enfrl!ntar o Cruzeiro de :lirandu. entrou em campo. contundo em suas filcirus com o dois elemento , que, de acor do com os comentários haviam sido desprestigi udos nos jogo realiza dos [om daqui. Cuiuba- 110 e Paulista estavam em Campo .. !!!.. jú era uma esperança ... O ,Jo go começa e o quadro bela vistense, aparece de forma entusiasmado, ata cando bem e bu can<lo consolida;• uma vitória que lhe erin muito util à e Ili ullura dos acon tecimentos. Cuinbauo a parecia correndo e lu tando, como nunca vi mos. Paulista era abso luta na meia cancha e seu espirito de luta trunspai-ecia amplamen te. Parec-e que o quadro desta feita estuvu bem ... e estava- realmente. Quiz a razrro, que os dois jogacfores fossem participantes Jirelos dos 4 gols do quadro local, com cuiabuno marcando 3 e Paulista, após uma bomba sensacional nu- ma cobrança de falta, proporcionara ao arquei• ro udversál'io uuJét larga da de hola nos pés de Ivan que faturou com tran quilidnde. O placar l'inal do encontro foi de •l tentos a 4. O Quadro bela vistense que vencia por 4 u , até os 35 mi nutos finai.;, não encon Irou a trnnqulliuade su ficiente pura 1:1egurar o marcador. numa de monstração <ie que al gum "grito li de fora" es tva faltando. Talvez somente ist::: tenha fal tado na hora certa, pois o atletas, dentro da suas limitada condições correspodernm plenamen te. mesmo porque o quadro ilirundense, es t, treinando o muico tempo e é amplamente prestigi ado on sua cidade, por tudo e por todos Temos agora os. jo gos, aqui, coutra Jardim e Aquidauan. Temos elementos, temos boas jogadores, que colocados nos lugares c-ertos e ori entados corretamente poderão nos proporcio nar a "til.o esperada ale gria". Destaque especial para as utuaçõe~ de Cu! uba'lo, Paulista. Nelsi nho (gmude trunfo para um esquema) e Ezequiel (entrou no segundo tem po). Queremos acreditar, que "endeusaram" dema is o jovem goleiro Car los depois dP. suais apre sentações em Jardim e Aquldauana. Quer nos parecer que o garoto sentiu qualquer coisa e mudou até a sua postu ra anatomica dentro da cancha. Isto prejudicou. Basta ao garoto lembrar se de grande'! ídolos que apesar. de grande;;;, nun ca "mudaram o seu jei tiio". A Arbitragem Pode raJar quem qul!,er, mas o Roclolfo, é e ilerá sempre o me lhor arbitro de nossa ci dade. Dentro das suas condições normais. é claro ... Os c,Jrtões ama relos, foram aplícados corretamente, a Expul são do lateral direito cio quadro bela vistense (o Baiano) foi correta. Afinal, quem conhece a regulamentl!ção rto car tão amarelo, rleve saber que o mesmo não pode ser aplicado DUAS VE ZE a um mesmo atleta , e hu vendo esta necessl dade o SEGUNDO será inevitalmente o VERME LHO. O Raiano, ufinnl das contas, como outros atletas de time local, es tavum mesmo procura do uma expulsão, pois eram multas as reciuma• ções infuricladas. Os Bandeirinhas VI• tor e DIIson S1poli, esti veram bem. Muito bem até, pois não aparece ram na partida. O Espor ti ta sabe que arbitra gem que não aparece é a melhor. Recebemos da dirr.toria da Escola Castelo Braoco, ofício solicitando esclarecimento a respeito da nota publicada nesta coluna na edi ção de 11 de abril. onde alertávamos aquela dire toria a respeito de um elemento (funcionário da escola) que agredia os alunos (ainda agride?). alvaguurdaudo o (s) tome (s) de nosso (s) infor mante (s) e de ncord,:, com os priacíplos sagrados do jornalismo (manter em segredo suas fonte de !nfc•rmações.) te, os a dizer o seguinte:o fato é real, existe tal Individuo, e a escola deverá proce der a ·'necessária fiscalização" e puni-lo com ri gor. Quanto ao jornal, simplesmente denuncia mos um fato (um triste fato) e, quando Calamos em AGREDIR, fal«mos em agressão fsica e mo ral. 1 ão te10os tempo e muito menos vontade de polemizar; que a diretoria abra os olhos para a realidade e verá que tal individuo e fácil de re conhece~. "V_eja quc,m reclamou mais. quem procu rou exphcaçoes, quem sentiu a voz sublime da ra zão e, a personalidade cativante do "bravo" sur girá das trevas de sua 10consciência. Cor:.fiamos na aplicação da justii,:a e do bom senso, Repeti mo,:: deveres mais sagrados nos chamam, deixe mvs o problema a critério da escola sem esque ce:- que a TRlBU. TA esta vigilando quando se tra ta de problemas ioereutes a'> setor eelucacional e a juventude, causas primordiais para o surgimen to do bom cidadão de amanhã ... C E?:. • "A perfei_ção é divina, não humana. Enüío o i verno realiza o que pode e confia que o povo também realizará tudo aquilo de que for capaz, e que é de inenso valor porque representa o esfor ço de um conjunto. Confiai em mim. Conlia! no Go verno, como eu confio em vós". (Presidente Gel sei em Passo •F'ttndo". 1 1 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº204_11_04_1976 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº206_25_04_1976 Voltar para a lista de itens