TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº212_30_05_1976 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº212_30_05_1976Número da edição212Data de publicação30 de maio de 1976Número de páginas8GeoCoordenada -22.113354319776736 , -56.531267332479324 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº212_30_05_1976 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto FUNDADOR E DIETOR RESPONSÁVEL- I»ALO PEILH ANO V Redução, Oficinas e Admin!traço Rua Duque 'e Caxias S N ela Vista 3) de l::i<, de JP7fi -------------------------- -- ---·•·. - !::emauárlo li ■ T Culubú -- «Scdimal» AssulT'lu II direoii o do .Serviço de Loterin do Estado de Mato Grosso o sr. José Afonso Por- A solenidade compare tocarro, por indicação ram os srs Carlos Jo e uomeução do gover- sé Avelino de Souza 11udor José G,nrcitL elo Vieira, 'ecretario Cbefe "O que temos feito, o que o Governo tem feito - é patrimônio do Partido. ão é patrimô nio dos Presidentes da República. É patrimônio nosso como Partido - repito - porque. evdente meuto, !!e o Governo não tivesse o Partido, só se poderi11 realizar uma grande e arnpl!i obrn num pais em diti, dura. e realizo mo tudo isso, foi porque o Partido constitui:.: 11. baHe indispen sàvel. Como? Atravé dos votos, através do apo io do Legislativo e do apoio popular que e transmite ao Governo. Quanto a essas realiza ções, o Partido nio deve ter construngimento em considerar-!'e partícipe. pois elas são também do Partido e não foram usadas adequadamente." "O que o Governo tem feito ne!'ses onze n nos vale e. pena ser estudado e bem proclama do pelo Brasil afora. Pois é muita coisa. As rea lizações são grandes. Bem levadas ao povo, o povo sentirá a verrlade do que foi feito e perce berá, em meio às suas dHiculdades, o que essas real!zaçõe-< significam. Hú. necessidade de apli carmos, no campo político, o pr1ce:;sn comum de avaliação. Sempre que avaliamos alguma coisa, comparamos. ó conseguiremos o sentido de qualquer grandesa através da comparação. Pois bem, nas realizações do Governo, a popnla çilo do Pais tem que comparar. A situac·ilo é ruim? Mas era oior. Logo' o Governo realizou a! guma coisa. O povo vai olhar sempre como .era antes, como é boje. Este trabalho comparativo é essencial, Porque se quisermos julgar as coisas no sentido absoluto' estará tudo sempre ruim Em qualquer fase da vida do Pais todo o muo. do quer ser rico, e não pode ser; todo o mundo quer ter automóvel, e não pode; todo o mundu quer ter comida à vontade, barata, e não tem. Por isso é preciso comparar. Temos gue compa rar para ver se melhorou, ou nilo melhorou. Comparar aqui dentro, no Pais e comparar com o que acontect1 lá fora. Cumpre, também, mos trar o que está sendo feito e o que se projeta realizar nos próximos anos." do Gabinete do Gover dor, que no uto re presentou o Gover,,a rlor Garcia eto; Octá- ORE " a questão geral da ação partidária. aiadu há outro ponto que é vital: o da contrapropa gaodn, da ação que temos de de euvolver, para DOS opormosrà propaganda que o adverisArio faz. ·sta propaganda, e Upo ição faz uso talvez a eles isso pareça ser licito dois meios que me permito classificar como mitos e mistificoções. Mas temos que de:.mascarar esse mitos e e!'sas mistificoçõeo. Os mitos o principalmente dois: pri!!leiro, o de que a Oposiçil0 aanhou as eleições de 74 üo é verdade. Eu já disse por várias vezes; a Oposição teve êxitos, êxitos mar cates, e até inesperados' tendo relizado, pro gressos .sub tanc1a1s, mas a eleição quem ga nhou foi a ARENA. oma dos votos proporcio nais, nos diíerentes Estados, é bem favorável à ARENA. A AREMA fez de uovo maioria no Con gresso e na maior parte dus Assembléi3s. O vo to partidário, em sua maioria, foi dado à ARE NA. E nós nunca exploramos devidamente isso Entúo, espalha-se o mito: "A Oposição veucPu" .. E baseado nisto, vem o segundo mito: o rte que a Oposição "já ganhou" a eleição de 76, "Como se a ARENA fosse um partido ba1ido lê-se nos jornais, em toda parte, em manchetes. o que normalmente dizem: "A ARENA perdeu". Ora, isto é um mito que visa apenas à mobiliza ção psicológica. na crença de que todo mundo gosta de ficar do ludo do veucedor. E esse lado será o nosso. legitimii mente. Vamos ganhar a eleição. Temos que fazer o esforço de destruir este mito, que está sendo instilado como um veneno todo dia. Alguns ór gãos de publicidade, cada qual com se~ motivo, estão plantando essa versão no espírito do povo. Vamos lutar contra isto. mostrar que não é ver dade. Que não perdemos a eleição de 74 nem vamos perder a de 76." (Do discurso do Presidente Geisel aos Presiden tes dos Diretórios Regionais da ARENA, em 22. 10. 75) vlo de Oliveira, SeC'ret. da Fazenda - a quem a Lemat é vinculada cel. Madeira Évora. Secre tario d e Segurança, prof. Aecim Tocantins, Presidente do 'i'ribunal de Contas do Estado; prof. Armando Modesto 'ecretario Pu rticular do Governador, e várias outras autorldadeA além :le funcionários do or gão. o decorrer du so lenldacle, o represeo te do Governador do Estado usou da palavra para dar o voto de con fiança do Gov. Garcia Neto, bem com:: dese jar a Portocarrero uma profícua ádmlnistração à Crente da Lemat. Fa lou lambem o sr. Jairo Paes de Barro8, quem responi.iia iutninameu te pelo Serviço de Lote rla do Estado. Encerrando a sole nidade. o sr .. José Afon so Portocarrero que au teríormente respondia pela ecretari11 do ~er. público de Aferiçúo ,1e Bens Patrimoniais dos ervidores Públicos Ei- taduais disse: ··Quere mos externar rte público os nossos agradecrmen tos :. Sua Excelencia o governador Garcia ·etc, que nos distinguiu cc,m sua escolha. fato que muito os houra e des vanece por propiciar nos a oportuuidade de - em escala mais ele vada-passarmos a compor a . . . equipe ad ministrativa do seu governo constituida de pessoas sabida mente competentes e que Sua Excclênci:i soube com capacidade administrativa e Lino político forjados nos )on ;::os anos de vida pública a serviço do E-tado, escolher e distribuir nos diversos setores de atividades do eu Governo" TRIITOREST - COMERCIO DE MllQUINJlS E IMPLEMENTOS AGRICOLS Adubos TAMOIO e inseticidas - Sementes selecionadas MMiti»a o " Mil N s se Ili i-ta 40r7 Justi(a 'Tendo em vistu os l11mentúveiR aconl.'Cill1l'll lo>- ocorrido;; nu locali· qude de Afonso, no nu n!l'ípio de ,1·e11úpolis. lllHÍR [ll'P.Cilmtnenl,', em tíren de tenus onde se ucha localizada "Fa zenda União" e que cu! mlnamm com a morte de SEVERINO SOARES DE OLIVEmA. vlllma de homieidl, burbaramente perpetrado por posseiros e ou ivasores uli insta ladns, n Secrcilu!'ia ,!e Segurança Pübhena deter minou a insturuçio de Borraclrnriu - Lubrificantes Diei;el Gasolina ,nexo: I ,a nchonete A venida Visconde de Tauny Esquina Flori, .:o l'dxoto Pt·rto do U.11u·o .lo Hra:-il Guia Lopes da Laguna l t. de Theobaldo Amaral Lava:!<'111 • Lubrificação - Troca de Óleo Borracharia - L3alanccamcnto de Rodas Ruu Conde do Porto ,legre s n !lel:I 'ista '.iuto Grosso lnquórtlo, logo iniciado pelo Diretor riu Delega cia Geral de Polícia Ci vil, que se deslocou pa ra a reglüu ucimu meu cionucla e lá, upós lubo rioso trabalho, tomou co nhecimE:nto da origem dos fatos e, inclusive. determinou a prisão de vtírio:- P(emento8 envol vidos no crlme que. em br ... nhadr,s na !Tlata e in suflados por terceiros, buscavam, na violencia e no desrespeito às nor ma legais, fazer prevu lecer supostos direitos. uo arrepio du Lei e da Justiça. Dentre UR pessoui dcti:lns - exutamPnle no local em que o delito fo ra covardemeule perpe trado nu pessoa de SE VERl,NO ~OARE DE OLIVElRA -. encontra vu . se um cidadão que, pes teriormeilte, iden tHicou se como sendo .J oüo Kauing e que. na quali dade de ·•Irmão", perten ce à Preluzir, de Diaman tino. Este, sem que ra zão pluusivP! existisi;:e para justificar u SU'l pre sença naquele inidóneo umblenle, vd<• a ser con cluzido para a Delegacia de Policia de Nortelan dla ja que. ao i,er ali encontrado, não portava nenhum documento que pudesse sequer IJenti fica-lo. Apesar das indignas atitudes assumidaM por quera desu calava os -,:;a gradoo preceitos morais e sociais, o preso:< me receram de parle oo De legudo Geral tratamento condigno e humano. Sobre a agre3ão que ,Joüo Kauling diz ba ver i;c,[rido. providencias enérgicas serão tomadas a fim de apurar respou sabilidade,;, pois contra riam orientaç[o •lo Go verno atos que firam a dignidade da pes oa hu mnaa. Acresca-se. ainda, a círcunstància ne que, so bre a área antes tspeci ficada; medida ju1icial µo ~essória trumita no ,Juízo Civil da Comarca de Diam'lnfino e que ro tineiro é o de respeito que caracteriza atitu- de dos poRseiros e, 011 luvu orei; que, acredita rnoi,, inrluenciatlo8 por elemeatof' desavlsadot1 e carentes de sadios idea!M tumultuam, não só o ;1nclameato do feito como, tambem, a paz. e tranquilidade públicas, atitude mullo comum àqueles que procuram Rubverter a ordem e ai; insti!uíçõell uacionali-. Flnalrueute, fica o al .. rta rle que a ecreta riu de Segurança Públi ca de Mato Grosso, fiel aos sagrados dispositi vos legai , permanecerá iutranslgente na defesa r!e lidimos direito e in teresses, cumprindo, ou trossim, os ditames in flexív.-is determinados pelo Poder Públ!co que representa. SC'cretaria de Segu rança Pública. em Cuia· bá. 13 de maio de 19íG. (µ)_ ALOYSIO iJADEIRA E· ORA- Secretário de 't:gurauça Pública. O ponto de encontro da Sociedade murtinhense Rua Dr. Correa 562 Porto J!urtinho :lato Grosso Venda mais seus produtos anun ciando na ··Tribu na da Fronteira" Façam Seus 4 2MI A € Zs ssyl Pedidos na: E CALENDÁRIOS 7.l D3 1977 1f[ ulià 2; % Bodoqu~na" . km 54 - Rodovia Jardim _ Porto M r h "Uma Empr~sa que acredita no Sudoeste e no Novo Mat • G ur m O · 0 rosso" Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado d H t l O. o o e Ilente) Cx. Postal 8 "Produtor bela Vi.ta M 30/05/76 EDITAL ---------------- --· Estado de Mato Grosso - Poder Judiciário -- tomara de Jardim Carlorio do 2.o Oficio Edital de Intimação do Esp. de LucU.io Ernesto Grubert e futuros interessados O Dr. Walter José 1:odrlgues Contrera, ,Ju- 11, de Direito em substt alço legal, u esta Co arca de Jardim, Est. de Mato Grosso, na for ma da Lei ele . Faz Saber, a quun tos o presente edital virem ou ,tele conheci mento tiverem, que nos autos do Protesto Judi cial contra Allne11ção de Bens, marginado sob n·o Hi/76, em curso por este julzo e .Cartório do 29 oficio, em que figu ram como suplicantes Garibalde Ernesto Gru bert, Aurora Coirnbra Grubert, Osvaldo Coim bra Grubert, Ernestinu Aparecida Gla nsante Grubert, Antonio Luiz Coimbra Gruberl, e Ell zabeth Sllveirn Falcão Grubert, 1:1 supllcudos o Esp. de Lucidio Ernesto Grubert, que conslote em Rosalina Penha Gru bert, Eulanda Grubert llurbosa, Henriquti Bar bosa, Zilda Grubert ria Silva Guilherme da Sil v a, G u m e r e i n d o Euclides, José e Aristi des da Cunbn Grubc-rt, Helena Grubert Chave e Lavrador Gomes Cha ves, que enten'1endo o que lhe foi requerido pelos suolicantes, INTI MA os suplicados para responderem aos termos da referida açil o e rle acordo com 11 petição inicial e respectivo des pacho, a Sl'lguir tn.as critos: Exmo Sr. Doutor Juiz de Direito da Co marca d e Jardlm-Mt. Garlbaldt> Eraesto Gru bert e Aurora Coimbra Grubert, brasileiro~. cu sados entre si, ele pe cuarista, ela do lar, re sidentes e domiciliados à Rua·Ten. Eroane de Gusmão, em Jardim-ilt; Osvaldo Coimbra Gru bert e Ernestlna Apa recida G. Grubert, bra sileiros, cai::ados entre si, ele pecuarista, ela do lar, residentes à Rua Ten. Bernardes, em Jar dlm-Mt; Antonio Luiz ·Coimbra GruberL e Eli zabeth Silveira Falcão Gruber.t, brasilelroP, ca sados entre si, tilP aca- dêmko d~ lledlclna, ela do lar, residentes e do mciliados em Cumpo Grande-Mt, por seu ad vogado que esta subs creve, (mandatos anexos, doct1. 1, 2 e 3), vem a presença de V. Exa., para requerer um Pro testo .Judicial Contru A llenaçllo de Bens obser• vactas u8 normus do arllgo 867 e seguintes do Código de ProcAsso Civil, contra o Espólio de Lucídlo Ernesto Gru bart, cujo inventário tra mita por esta Conmrca «Cartório do 1° Oficio», nu pessoa la Inventa riante e Contru Rosalina da Penha ürubert, bra sileira, viúvnu, proprieta rla, resHleuLo em Guia Lopr.s da Luguna-Mt, à Av. Visconde de 'l'aunul e tambem contra os her delros do referido espó lio: Eulanda Grubert Barbosa e e8poso Hen rique Barbosu, brasilei ro8, casados entre si, Pia do lar, ele pecuaris ta, residentes na Fazen da «Massaróca, nesta Comarca; Zilba GrulJert da '!lva e o esposo Guilherme da ilva, bra silelros, casados entre si, elu do lar, ele pe cuarista, reaideotes neste cidade; Gumercindo, Eu clides, José e Aristides da Cunha Grubert, to dos brasileiros, maiores, incupazes, resitentes nflst11. Comarca, represen lados pela sua Curadora Eulancta Grubert Barbo sa , residente no ende reço supra citado; He loua Grubert Chaves e esposo Lavrador Gomes Chaves, brasileiros, ca sados entre si, ela do lur, ele pecuarista, resi dente em Guia Lopes da Laguna-Mt, tendo em vista o que passu a ex por: 1%)- Os F A TO S. Os suplicantes pro puseram contra o espó lio de Lucídio Ernesto Grubert, Rosaliaa da Penha Grubert, Eur:lldes José da Cunha Grubert, cujo feito encontra-se em trll.mHI pelo Cartó rio do 2-~ OHclo desta Comarca, uma Ação De claratória Cumulada Com Perdns e Danos (doe. 4), que, se houver pronuoolamento do or gão jurisdicional declà. rando uulo os atos so bre os quis e pede pronunciamento, haverá danos de elevada monta u ser em res84reidos pe los réus; 2)- Os danos e perdas u serem resar cidos ao8 AA, cu8o e ju denhtrttclo nulo os atos prutlc11dos peloH Incapazes. versam sobre umu gleba de terras com a area de 2.000 hectares e melrof.l (duas mil hectares). 3· 0 )- Suce de flntretnnto, qu':3 uo lnvrntârio do lalt,cicto Lucldio Ernesto Grubert acha-se em fase de ho mologação de partilha ou. já decorrendo o pro. zo da entença homolo gutória dti partilha, e os herdeiros do "de cu ju ". de µosse cios bens adquiridos poderão v en der os di 1.os bens e dei xar os AA. sem qual quer garantia pelos da nos ::rlundo ria decre tuçàu de nulidade do uto. sendo que o valor. da ação proposta pelos a u t o r e s é de CrS 4.0C0.000,00 ( quatro mi· !hões tie cruzeiros). o que justifica plenamente a pretensão dos autores em requerer u presente medida. O direito con sidera o fraude contra credores um ato passí vel de anulação, e. em bora tenham sidos os réus citados validurnen te e por isso o Juizo tornou-e prevento, in duz litispendência e fez a coisa litigiosa, os pe ticionários a fim de pro ver à conservação fl ressalva ,1e seus dir<litos e evitar que, de futl!ro, qualquer adquireate a legue boa-fé, Vem Pro testar, nos termo dos arts. 867 e segs. do Có digo de Processo Civil como realmente protes to Anular. pelos meios regulares d e direito Qualquer Venda . Que Venha A Ser Feita Com Relação Aos Bens Oue Os Suplicados Adquirem Do Espólio De Lucidio Eraesto Grubert, salvo se os adquirente deposi tar o preço u conformi dade do art. 108 do Có dlgr, CML Nesta Condl çõe, requerem a V. Exa.. que tomando por H•rmn o presente pr - teto, tele +jum citados os 1mplicadoR. e puhlica tos Editais pela Impren sa Oficiais e Jornais de Circulação esta região para co11hecimento de t ... rcelros interessados io certos e não sabidos. Outrcssirn, requer. que os suplicados sejam iatí ma<los pessoalme11te ou via seus representantes legais, e. pagai; as cus t11s e prE:encbhlas as de mais formallc!ucles legais sejnm entregues ao8 8u plicantes os autos, lnde pendentemente de trasla cio ,1.-cnrrido• 48 ( quareata e oito) horas. N. Termcs. P. deferimento. Dá-se à presente o valor d e 1.C 1 1lO,OO (um mil cruzei ros) para efeitos fiscais. Jardim, li de maio de Hl7ü. (a} .Joeltwn l!arti aez Peixoto. :-..rlv. 0AB/ 4t, I036, CPF.050598141 563 e-pacho de fI. 02. D.R.A. Efetue-se o protesto na forma requerida. Jat. Jardim., 11/05/76. (a) Walter josé Rodrigues Contrera, Juiz de Direito em substltuJçiio legal a esta Comarca. E para. que chegue ao conheci mento doa Interessados, expediu-se o presente Edital, que serA arlxado por extrato no Forum. no lugar de costume e publicado na Imprensa Oficial e ,Joroulii de Cir culação na região, na forma da lei. Oado e passado nesta cidade e Comarca de Jardim, Eat de Mt. no Cartório do ~- 0 Oficio, aos treze di as do mes de maio de mil novecentos e eten ta e seis. Eu Elder Pe reira Correu. Escrevente ôo • Civil, o datilografei, conferi, subscrevo e as sino. Dr. Walter J of:!é R. Contrera Juiz de Direito em subs tltuição legal. ___ Or. J,-aac Lcno Prujanf-ky _ Ex-A--i-tente Militar de Clínica Médica a Faculdade de Medicina de Suo Paulo, por designação do Ministro da Guerra- Exs-Chefe de Ieumtologia uo Ho-pitl da Bene ficência de ão Palo- Ex-A-si-tente de Cardiologia na Clinica Ob-tétrica da Faculdade de Medicina de 5o Haulo Ex-A--itente de Gotroenterologia na E-cola rali»ta de Medi<inn· Clínica Médica Cirurgia - Heumatologia • Gire ecologia- Endocrinologia- Gastroentvrologia 'urologia Traumatologia Fisioterapia Eletronica - Medicina Psico-o matica - Medicina E-poria - Geriatria. Consultório- Galeria Popular No 9 11,,niriu • Diuriam ente das o:30 às 19 hs Inclusive aos abados Punia Porã Rua CDSII Jardim 8iiL de Leontina do Prado Ferreira Produtos alimenticios m geral, bebidas, ecos e molhados latarias em geral 13 de junho Mato Grosso IVENIDI ==--=---=--- _- MOVEIS DELBD ===~~== MÓVEIS ESTOFADOS ELElRO-DOMESTICOS SINIOS E ZINCllNtlLI LTDII. DUQUE DE CDXlllS - 44& EM GERAL JARDIM-MI I'rins 04 tt i. w vos5o anlíd - ------------------------- Altevir Alencar Em lD,í0, 1'11ullnho era um uroto de cutor. Z<' nnoR. Filho d!! um o erário, moruvu nos ar redores de 'Teresina e VE'nd!n Aabno nurnn l>i cieleta velhu. Era büo em burra, ainda não e xistla i;aMo l'-111 pó. Co nhecln u cl<indr como n palma de RU1• mfio, por que nduva de merecoa ria .-111 mcrceurin ol'ere ('l'ílÚv O Jll'f1duto l'SíllltnU tivo. Estudavs à noite, duras penuas, o Colé gio Ehtndual cln Piaui (antigo Liceu Piauiene e hoje Col(•gio Est,Hlual Zaerias de Gois). Aju d a v II e m c :1 s 11 com os trocodos que ivu com suor do rosto e do corpo to Jo. uma vez que havia ir mi"ios 11tenorps que elP. Numa l'e.;ta ele f-iio João veio a couhecer urua g,1rotn ele tre;:e a nos ele ida<.le, chamacl11 Lúcia. Experim"11tou pe la prlmeiru vpz n seusa çào indescritivel do amor, nquel!' amor <le> atlolesreute, il'l'c•primível e impl'tum,o. lllui;: hcou, como se diz, entre a cruz e a rspada, clesron fiando que :quilo estava fadado a um destes ca s•,s amargos em que e, amor já 111-u,ce morto. Vidrado na garota por quem se upuixonou de estalo", passou a alime:1tal" no subcons ciente uma espécie de esperança morta, um so nho C'U<:i. P.mboi-a se lhe afigurasse irrealizável. o embevecia e nrra luva. A meninn era rica ... ele. paupérrimo. Mesmo s si;na, pelo smm, pelo não, deu pura espera-la na sida de seu colégio, es condido por entre 110S truucos de taquara. 11a avenida qu,i ncavu em rrente ao colégio da eli te, o Colégio dus Irmãs ... estabelecimento dirigido por freiras, já se vê. Quando uvi lava Lúcia entn, dezenas de ou tras clegiuis, todns cnm O llH!filll(J •111irorme, titlU coruçno Rú falta vu sltar do peito, fl cavu puls1111clo mulH nce lerado. Refeito do usto (à slmplc>1, preseuça da moça). pennunccin por minuto:; o polJ1e tupazl nho como que sut.pensu cio cht1o. Numa dessas tardes, quando ela, depois de uma pruva mui sucedlrla deixava a escola sôzi ha, Paulinho a seguiu por algum tempo, e, af!i to, tremulo, t'i1co,m1u: - Oi. Lúcln! (t-e11tiu um gosto de sungue e umu tontura violenta) - (Ji..Con,o é me3mo seu nome? (recorrlou-se de que foram apresen 1i:.<1os uu Festu de :São João). - Paulo. Mas podem e chumur de Pauliuho. Eu queria te dizer uma coi su ... - Pode falar. - Vamos sent·tr na quele banco ali, só um minutinho, t? Tá -- Olha. LúP.ia: desde o dia em que te coube ci. nuquela l'eslini.Ju Je São J o:io, uüo pensei mais em outra coisa. a não ser em ti. Niio te e· queco um :;ó instnnte. Tvdas dS noitt!S, quando vou' para o meu colégio. passo em frente à tua casa. e :!li fico um tem po enorme, na espemc cu de l• ver ao menos por um instante. Quando ti' vejo, fieo feliz. Quan do não te vejo. pros i g,,. vou-me embom. E uiio aprende mais nada. eu que era o !Delhor alu no da classe... porque o professor está falando numa coisa e !'U pensan do em outra, que és tu ... Quero que saibas que eu ti' amo com todas as forcas do meu coração ... Ou porque a cantuca, ia gênua E> sincera. fosse dose para elefante, ou mesmo pelo ch,,que do inesperado. Lúcia levan tou-se automáttcameute l'ltuu o rapaz ali apar vulhado bem dentro dos olhos. Apertou os livros que trazia de eucoutro uo peito... e ufastou-se Hem <.llzer uma só pula vra. Paulo J'icc,u P.Rlátlco exlrem..ttnE>ntc humilha ·lo. Naquela noite o jo vem proletário experl mentou, clehaixo de uma fossa tremcuda, pensun cio mil e uma colsats, o seu prlmelrc> porre ( de cucbuçu mesmo. como convém a um pobre a paixonado). Dias depois, por aca so, houve um reencontro Neste inlerlm Lúcia teve tempo ele rer:etir. Nada dinse a ringuém. Come çu a uchá-Io audacioso e "apresentado". Depois, concluiu que ele era muito <.lo peitudo. Por l'im, ·em (-osquecer ap pa lavras rio moço, pus.sou a admirá-lo por sua sin ceridade. Foi indo, foi iurio gamou também. Ela mesma orovoco11 o en contro de que estou fu Janelo aqui: mandou um bilhetinho para a fábrica <.le sabão, isto é, para Paulo, r.a fábrica em que trabalhava come vendedor ambulante. Fi cou estabelecido que o namoro Eeria "só ele o lhar". porque a distanda social entre os <!ois era muico grande. Desde en tão Paulinho perdia a prim2ira aula, postado junto u um po te de ilu minação pública, à ehu va, ao sereno, em frente u mansão da jovem, an sioso. Lúcia, só de Der versa (ou mesmo porque fosse mulher), embora apalxonadu e lenrio a to do in tante uns versi nhos que o rapaz havia escrito, em raríssimas ocasiões aparecia na ja nela ... e desaparecia co mo um relâmpago, tão logo se certifica va du pres"nca, lá do outro la do da rua, do rapazinho impaciente. Noutras opor tunidâde&, chegava ligei ramente até ao Jardim da bda rel'idência, retor ando célere, fingindo não ter visto Paulinho. acobeJ'Lnrlo pelo manl:> da noilu. Até que cm dia, ela o ebumou, à Fale.la do CcMglo: Paulinho, quauclo você tiver de taman os, fedendo a sabão e !'Uor, não se aproxime de mim. Minhas colegas l'lcurüo ralun<.lo de mim! Está certo, meu amor. Eu aceito nosso amor. Eu aceito 1osso numoro assira mesmo! , mor. não. Lem bre-se que você é que me ama. Eu upenus o tolero. entende'? Nunca mais se en contraram. :-:uas mão1-1 jamais se tocaram, nem mesmo pa:a " úllirno adeus, quarrrlo o rapaz partiu para o Rio de Ja neiro, em busca, já não digo de melhores clias. mas de dias menos a margus. Em 1968 o Dr. Pau lo Silveira, como profe or de Dit-eito Jnternacio nal Priva<.lo d a tradicio oal Faculdade de Direito do Recife, compareceu à solenidade de formatu ra de uma turma da Es cola ;;perior de Eofer magem, na qualidade de representante do Magní fico Reitor da Universi dade Federal. Era uma noite cálida de verão. Após a solenidade, hou e um coquetel. 0 professa, foi então solicitado por um gar on a ir a uma sa!inhi.a ondo se t'ncontnnum rrl'":-- icru:ins de ca ridades. Ursa delas depois de pedi-lo para -entar. falou: Doutor, o senhor não está mt- recortl:1ndo'! - O pro fe ssor pensou. franslu o cenbo. filou a freirn bem dentro dos olhos e disse, Sinceramente, fr manziuha, IH1o lll(;l lem bro da 1,•rnhoru. E fácil compn·ender, traio com muita, pessoas, Inclusi ve com religlosaR assim, em face ria ulta enverga <.lura do cargo que de sempenho n,, magistério 1mpnlor. Perdôe-me ... náQ sou bom fisíonomls ta.. . - Sou a irmã Tern sinha ele ,JesuR, das Car- melitas. O senhor ainda se recorda de Lú cia, aquela moça <.le Te resina, que estudava no Colégio das Irmãs?... sou eu. Pout!us nnos ap6A sua saica de lá. para o Rio de ,Janeiro, eu entrei para o conveuto ... o senhor jé casou? - ,Já. Tenho quatro filhos. Por causa de vo cê. Lúcia, eu nunca rnai.s voltei à minha terra. Dr. Paulo Silveira, que há muito não bebia, saiu dali, entrou num bar e pediu uma g>1rrafa rie ui que. Deixou o bar lá pela três hora du madrugad2, cruzando as ruas solitárias em zi guezague. Percorreu ou tras ruas mais vazias e siltncic,,:;as. Chegou ao seu Juxouso apartamen te, chamando gato com padre e tomando benção a cachorro. DR. FIOR! MURg!I@ M.'ÉDICO tende pelo LNPS e IPEMAT flor.írios: .lunhã Hospital 13;00 - 16:00 As: Posto de saúde 16:00 - 19:00 h,: Consultório R- 15 de Novembro, 75 - Fone 178 _ Bela 1 1 1 Vista. REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM Rua: 1 de Maio 365 Jardim - Mato Grosso l l 1 ela Vi.ta Mt J0/05/76 Prefeitura --- --· --------- PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA DR. JOilCYIR M. Médico • veterinário [IRIO. {A9 .0 I - Iih IiIar ' BHA VISl4 O IEIR& I.IAIO GROSSO + EVERALDO A. ROCHA l,l(OICO - CRU (00 MI Endereço: Resid. R. Cel. Ponce - 856 Porto Murtinho M. HAR0LDO MEDEIROS ADVOGADO OAll • )IT :183 • CPF 008-295870 Rua 15 de Novembro 177 - ela Vista - T Dra. Maria Aparecida Zanda Cirella Cirurgiã - Dentista (CRO-387) Odontopediatria Prótese em geral - Raio X "Consulta com hora marcada" Rua C'el. Juvêncio 225 - Jardim Mt Dr. João C. Palmieri CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS 3304: 291 03)10 320312 €0±l10, 328 10 2)2433, %0N? BZQZN)lA. 3»3335 Campo Grande Mato Grosso Dr. Horacio (ardin dos San os Cirurgião RUA DR. 70RIO III1O Dentista u, 25» MAfO GROSSO SEII 5S8EITO FERROE ADVOGADO ESCRITÓRIO Rua 3 de Outubro (Ao lado ela Ciretran) Bela Vista Mato Grosso DR. GIL MARCOS SAUT Advogado ta I. Azanij I.t 03 0.3/1 95 BONIIO - Ml , • ISE TRIIASIO NETO Advogado Escritório: A v. Duque de Caxias, 7 Jardim Mato Grosso lnacio Ciuitte Melges Cirurgião • Dentistc C R O - 126 -- MT Atende-se pelo IJllPS • IPEMAT • IPASE Rua Duque de Caxias - 289 . Jardim - MT. SERRARIA CASTELO Compra de Madeira ' ' . Bruta, Venda de madeira Serrada Antonio João - ilt. De Antonio Remo Penzo ela Vista-Mt., 12 de maio de 1!)íli. O1. n 6/76 - Sec. Adm Do:-Prefeito Municipal do Bela Vifltu. Jo:- Exrno. Sr. Presi dente da Camara Muni cipul. .i,;r;- Comuulca Sanção de Lei Apraz - me comuni car a V. Excb., que foi sancionada pelo Po der Executive auieipal a Lei " 653 i, de 12 de maio de 1976, que dispõe sobre a autori zuçúo pu1·a firmar con venio com a Campanha Nacional de JJimenta ção Escolar. Atencio,mmeute Ur. RulJen Albeno A. de Castro Pinto. Prefetro .1luuic1pal. 22± Lei n·º ü:ia•7Ci - De 12 de maio de 1976. "Autoriza o Chefe do Executivo a assinar Convenio com a Cam panha Nacional de Ali mentação Escolar, para os fins que especifica:.- Faço saber que a Camara Municipal apro vou e eu Dr. Huben Al berto Abbott de Cas tro Pinto, prefeito Muni cipal, de Bela Vista, llt saciono a seguinte Lei:- 1'.rt. J·º - P e l a presente fica o Chefe do Executivo Municiai autori .. adv a assinar Convenio com o órgão - da Campanha Nacional de Alirueutação Escolar para execução do Pro grama de Educação e Assistencia- Alimentar ao Escolar. de couforrui dade com as cláusulas constantes d o Ajuste Anexo. ArL 2-2 - E s t a Lei entrarà em vigor na. data de na publicação . revogadas as disposi ções em contrario. Prefeitura ilunicipal de Helu. Vista-ilT, 11 de maio de 1976. Dr. Ruben Alberto A. de Castro Pinto Prefeito JIunicip_a.1 DOCUMENTO PERDIDO Sebastião Zacarias. extraviou seus âocu meutos: Carteira de I dentidade, Titulo de E leitor e Caderneta de Reservista. Publicação que se faz para obttnção da 2 via. Bela. Vista, maio 1976. 11,·1:i Vi,ra .J()J.:/'io Politica e Cioverno DEMOCRII ÚNICI , G •' ° •. J f ' ' • 5 Cuiabá -"Nilo há centemente, com o Che sulda numa ditadura e fe do Governo, revelada temos que fazer tudo pa- durante o 1° :-:irnp6f"io de ra que o país permane- Estudos Polítwos que se ça e melhore o regime realiw nesta Capital. dtmocrót!co que abra- O Governador abriu ú çou". Ê uma afirmação impó lo e disse, ainda do Presidente Geisel re- que "as nossas Forças colhida pelo Governador Armadas não formam de Mato Grosso, Sr. Gat· uma casta social. como eia elo, durante entre- ocorre em outros paf~ ... s vista que manteve, 1·e- o que leva os militares Desenvolvimento de um programa de Vestibular da Rio de Janeiro e da Faculdade de Letras. Procurando incentivar • o jovem esta ári d11. regiüo de Estudo que é a do cnmpo da Filoso fia Pura, uuda mais será este ncsso pequeno tru bulho senão mostrar as belezas do caminho, num compacto ree:umo, do que. possivelmente depois incPntivudos pela beleza do assunto e o amadu recimento dos Idéias e dos Ideais dos Estudantes Beluvistenses, apareçam aqueles que de futuro serão. outros tantos no Brasil, faróis que ilumina riio aqueles que os precederem; se tal escope o fim for alcançado rom este meu pobre esforço. me durei por bem pago, de vez que, iniciei sua elaboração nos idos de Dezembro de Hl70 e so mente hoje o dou a apreciação dos meus ex alu nos e muito queridos jovens. Isto posto, vamos ao assunto, in1r.iundo pelos doze cupitulos em resumo de suas purtes e depois o desenvolvimento de cada um deles. 1) Definição, divisão e importancia da Historia da Filosofia. 2) Primeiro Perlodo ela Filosofia Grega: As escolas: Jônica, Pitngóric:u e Eleática: Os 'ofistas. 3) Segundo Periodo da Filosofia Grega· Só erntes, Plutào e Aristóteles -!) Terceiro Periodo da Filosefia Grego: Epi t·urismo e Neoplatonismo. 5) Filosofia Cristã. Sto. Agostinho. 6) Filosofia Medieval Carater Geral da Es colastica. S!!o • Tomás de Aquino. Duns Scoto, Guilherme de Occam e Rogério Ba coo. _7) Fil0sofia iloderno. Descartes Spinosa e Leibniz 8) Espiritismo Inglês. 1- Looke, 2- Berkeley e 3 Hume 9) 1 Kant - A Ulosotia pós-klliunos, 2 Hegel niversidade Federal do Prof. Uicenciado) Stumpf e 3 Schopenhnuser. 10) Po-itlvismo Augusto Conte 11) Pragmatismo Wiliam ,James 12) l•'llosol'ia de Be•!rl íJergsou. I- Definição. Diviso e Importância da His toria da Filoi-ot'iu. a) D E F I N I Ç Ã O. Fík>soíia é tiência da causa derradeira à Luz da Razão. Cillncia, porque (> um CCJnhecimento certo por reio de demonstrações; Das causas Uerrudeirais em h1se dos prin eipios em que se baseia "O Ser' A Luz d_a Hazão. porque as suas demons traç('ies i-ão 1eitas com os auxílios que o pensa mento humano nos pode dur. Outras 1!eriuições segundo esclarecidos ho mens de nensameuto e filósofos: "É própriu sabedoria tal qual couvem 4 natureza do Homem (Jacques .111 ri•a:ar· "Toda cienci da Natureza é filosofia e toda filosofia verdadeira é uma ciecia natural" «Ernesto Recker» "A filosofia é algo intermediário entre a teologia f a ciencia. Toúo Oogma. '}Ua,1to ao que ulf-rap:1sf.a o conhl'cimento definido perteuce a Teologia. Todo conhecimento definido. pertence à cIenc!a. Entre a teologin e a ciencia. existe uma terra de mguem, exposta ao ataques de ambos os campos. Essa terra de Ninguem é a filosc,fia" «Bertrauct Russel» · "E o amor pelo saber - é uma concepção geral do munrto da qual se pode deduzir certa forma de conduta (gregos)" «Georges Politzer «continua nc proximo n deste jornal». , E brasileiros passada a tempestade, a entrega rem o poder aos civi,; e nos Políticos". O Sr Garcia eto acha que ":,; frase repressiva do regimo já pa sou", recoubecen<lo que "a Revoluc,;ão teve que fu gir a alguns procedlmen tos democráticos para a firmar -se" Comparação Por isso" - acres Cl"lllou - é que os jo vens Dão poderiam en tender e:;ta fo e repres siva, mas ela já passou''. O Governador Garcia Neto disse, ainda que ua Forças no país "têm sua base de formação na classe média e jamais ambicionaram tomar o Poder para detê-lo inde finidamente ou enfaixa lo". A'> contrário - sali entou - ·'na unnrquia e desordem da década passada elas quiseram apenae alvar as i;:;stitui ções". Não vamos esconder. ,lgumas ioju:stiças fo ram praticadas. mas se cc,mpararmos nossa Re volucão / a de outros países te mos que bater palmas para ela acrescentou O r. Garcia Netv apelou ªº" joveus are nistas no sentido de que "a Revolução precisa da vitória uas eleições de novembro, para fir mar o regire democrá ticn. no Brasil''. Voltcu, depois, a advertir politico e Jovens com a interro g4ção: "O que será de nos se os resultado das próximas eleiçõe;; forem aesfavoráveis? Prt Cisamos dessa vitória p;e Ta não retroagirmos no tempo". NI@ AGRICLA LIDÁ " Uma Firma Que Ajuda a Construir N '{ a ova BELA VISTA" 1 Crescemos de Mos Dadas com o AGRICULTOR j' e o povo Belavistens Avenida Teodoro Sativa Perto da Ponte lnt.rnaclonal .lJEl.:. 'JJ;:;-r ,;. COMERCIO E CEREAIS r { L H.-111 Vi,1a :IOl!i/1(1 Hospital B PEDIDO ProceHo de (•mi••ilo dn Posse n'o '1:7176 llr11ucrcnle:• l'rrfeitura Muni<-ipal de Ueln Viela Hequ,~r1dn:• Direloriu cln n. IIMpitnlur <le Beln ' i,1:1 S,•ntençn;• Vi,to, e11•, A l'rcíei1uru l111nici1ml tle Bela Vista ingressou em Jui1,o com pedido dt" emi••ilo de Posse do patrimonio rio llo.pitnl S. 'ic,·nte rle !'nulo contra o Beneficenciu llo•· pitnlnr de llelu Vistu, 1111 l ,e,rnu tio ;eu repn·,entunll• t':,tnl. ult'f,!UUdo no <'onteíulo rio perlirlo inicial que o po• rler Exccuti, o Municipal en campou por intcrt'"'t' público o Ilospllal S. Vit·,·nte rlc Paulo pelu 1.-i iluniripnl wo <•19175, •uncionurlo cm 1,1 ele Nme,nbro de 1975, hem t·o• TIIO que t'lll JS de fevereiro ,!e 1976 promoveu uma 11011• íicnçio j11dici11l u llenclicen• cin Ho,pitnlar II í_im de que no prazo ,lc ;!O •trinta• drns IRIBUIIA DA fROlmlRA Fundado cm Redator -Chefe • J11r1lcl,, /J,·r;ir,1 44 ii; opiniões emitidos nos nrtigott R!-l~inados nào rcprc~cmnm o pomo de vista do jornnl, podendo até ser contrários u cst,·. A• opiniiies do Jomnl. nchnm· se expressa, nos Editornis e no!-1 comentários não n.;j;inuclu~" THIBU1 A DA FHONTEIHA é uma publicação da E111pre,n Gráfico Trihuno do l"ronlrirn. m. ir. ouoms tClll-ll l!SCI. [SI. llnll1ll-l Assinatura Anual llcln Vi.iu Dcmuis ~lunicipios Hcdoçào, Administrnç:o e Caxias s/n- llelo Vis111 2.5 I 02 I 12 CrS 100,0<l CrS 120,0 O Oficina• Hua Duqur de Mato Grosso FIESTA PATRONAL MARIA AUXILIADORA GRAN BINGO - 76 1- 2- 3- 4- 5- 6- 7- 8- 9- 10- Un Juego de Comtidor de fór1.11ica, G sillus úristyalero. Un Juego de liviog CCID sofa cama. Una Bicicleta Mouarea. Una Cocina a Gas (4 horoalhas). Una Vaca. 200,ü0 Crs. Una Radio (2 bandas) Una Olla a preslón (5 litros) Una Plancha elétrica. Un Cuadro de la Virgen. Domingo: 30 de mayo Estadio Parroquial 11 hs. - Servicio de Cantma Adhesión: 20,00 Crs. fizesse entrega à municipali rlurle <lo patrimônio ,Jo n·Í<' rido Hospital. Pede finalmn te uo Poder Jurlit-ií,rio II d· 111ç3o riu Dirr1oriu riu Brnr• íiciencia llo,pitalur 11u pe• rn:1 de ""ª prr,id•nlt' parn demitir-se da posse do pu• trimonio hospi1.11lur. Juntou u l'rt'Ít'Íturu ;lu nicipal º" clocu111e11tos rle n~ os fü<JUC 21. Dc,·idumrntl" citudn o Beneíicrnriu llo• pitolnr conleFlou a oçào (fl,. ó usque 33). impugnando o yufor <lodo a cau•n (em nprn rn) e juntando os documentos ,le íls. 3-1 usque 3!1. ,ncxou o, fb. 39 pedido t'/ fun ciumento no nrt. S·odo mo Es• tututo Prore,rnol Civil pn~ nando pela ileµolidncle ria Direturiu d a Oeneficrncio llo,pitnlnr e juntando os do cumentos de íls. ,IOl-15. , resposta foi oíerrcidu as rt,. 47. O represrntnntl' do Mi nistério Público maniíestou-se os rt,. 51 opinando pda im• proc,•dencin da nçilo por íoltn de amparo 1.-,:ul. f: o relutorio. l'u»o o ,1.-ciclir. través d n prrsenlt: Açilo de (mi.silo d.- l'o,,e pretende a l'rdciturn Muni cipnl de B.-lo Vi,1n n encnm• paçilo cio llospirnl . Vicen te de !'nulo nmpururlo no lei iluni.-ipnl ,n, 6-19'7.:; que nulorizou es.u finalidade. Está claro, que a Prdci tura Municipal de Bel is tn pretende rum o amparo nu lei llunicipa.1 incoq>flrnr o patrimonio rio llospitnl S. "icente de Pr,ulo no ;lunici pio fugin<lo da fora legal pro prin de interwnçllo do poder publico na propric:lndt• prirnrla. A Ucneficcnciu llo,pi1alnr de Oela Vistn (· u 1110 pe,rnn jurídica, com disposição es tatuário (fl,. .Jj] e rle»u for ma sómente poderá er des pojada do seu patrimonio através dos mreios legais ade qundos. Ensina o insigne tratadista ndministruti'o, Hdy Lopes Meireles <JUC n i111cn·enç,o do Poder Público nn pruprie dade privada pode dar-se utmn:s rlos se;:u1ntes 1ne10§ e•>eclficos a saber, a desapro pnação o u expropriação, a requisição, a servidão admi ni8trntivn e n ocupaçao tem poraria (Direito administra tivo Bnmlerro • Ed,çuo 1966 p. 492). Portanto, trot11n1lo••e a Bcncficencia Hospit:ila.r de Bela Vista de pessoa juddi ea nao poderia o poder pú blieo Municipal encampar o patrimonio dessa instituição de saúde não ser empre ,;ando o meio esp.,c(fico legal prlíprio. u .,.1,..,, a1ra,h d,· u ão de desapropriação ou pro pria,~o ,1.-po-iwnrlo 1111 pro eeo propriatóri u alor ,rnal do imóvel para irnitir na per. cessario, tambem a- crescentar qur a ação de lmis são de Possr na istemática do atual Código de Procro Ch·il. uãn rxr'-tt' de forra au1t,110111a. Sulit"ntou, rnuiro hrrn o douto advogado da ré di ferença existente entre a t"ll<·:1111 pação e a clc,apropriaç11o. :'>a encampacão o poder públi,·o. upodern·•C dt' ,en iço• públiro o b j ., to d e ,·on,·e-,:lo anterior, existindo por cun t-(":!Uinte um ,í,a·ufo f'ntn· u poder público e o concesá rio (contrato). 'u t"n<·:.1111p:H;ão o Poder Público apodaa·-~ do bem objeto ,la roncr:-siu :intt'S ,lo térininn do contrato n:lo constiluindu dt'i:i-a forma meio de intervenção do poder público nu prupricdarle pri,•n,la. Nn ,-nr-ampaçào o lwm é de nnlurt'Za púhliro. ron Ct'<lido no particular atra,f, do contrato. l'ortnnto. f.t"ndo a Bene ficellCia lJo~pitafar pt>t-'-Oll juridiea. privacl~ diriJ!.Í<la pur uma cliretorin e regjdu pur desposições estatutários, vão pode o poder público muni cipul ,ular-,c do instituto ria en<.·nmpnçãu. mas J,,.irn cln rle~a proprinçã11 para opoclnar·•e do pntri111011io da Ucneficen eia llospi1alur de Bela Vista a-im rendo, a Prefei tura Municipal dt" Bda vista não 1cm o rlir.-ito da açàu porqut." inexi,:,-1~ o direito n enc:unpnçüo, Ensina Teixei ra Freitas que "nua acepção ú nicn do térmo, .açiin é o mt'Ín de algurem fazer r-m juizo de:: dirdto (CorH-olitfaç:jo da_,. Jri~ civis pag. 16). Preleciona a redo no ::.r-u lnctituziont' di l'roC1.·<lura Ci, il <pie .. ,odn n açào prc,upõe n exi-tenria de um direito e a violaç.ào d,, .nesmo." O que legitima a ação no dizer de Eduardo G. Conture (fundamentos cio Direito l'ror.t":-,-ual CióL t! o poder juridico que tem 1orlo o 1-ujcito de aprcjõ.e:ntar•·5r- aos órgão jurisdicionais p/ recla mar-lhes a ,-a11::::foç.ilo dr uma pretensão. • Ensina Joã:, ~lontciro teorio do Processo Civil "que J.nlC!'J de invocar o offrjo do Juiz pnra que s afirma n existeneia de uma relação de direito contestada ou simples mente a.meaçnd:i a,-e.riguar O!l fundnmentns da ,un pretcn Eoào, o vcrtl3deii-c Cl'copo da ação a intcntar•:c., os pressu poato.1l e requisitos de sua admis.ibilidnde." Assim sendo, tres requi .. jfo.., ,.,'io ,u-c,~ ..... arin, pari, u exercicio do direito de aça», a abr a possibilidade juri dica do pedido, legitimicio ud causam" e o interesse «de a;,:jr, Jnr_xi .. lintlo .. p1,,l1p.1rr <lo• rlmento- acima mencionado+ inexiste o direito de ação o cao em tela, a Prefeitura .lunicipnl ri.- 11'. não lt'm rt pu--ibilirla,I,· juritli,·a do pe dido, eis que a encampe+o 11ilo f dr-apropri,u:.Ju ,,u,.. ,. a forma legal iuoe.a para o ao ri«t,te. 'ida que a preào n ,lllljJolC;:1o ~,·ja u--ada <:0111'1 ... i11uni111.1 de <f,. .. aproprÍut;Jo. H'tn a 11Jr lhor teia jurídica. hurra ►t·mprt.. a ru·t't',.,idndr tia ju..; ta prévia indenização em dinheiro prevista em canune nt1J .. ti1ucional para a :!nn,rth do direito de propie«d+de. Qu:.snln a al,•:,..JU;lo tpu· n Diretoria Ja IJ,·r1t•fit·t'JH"Ía llo,pitular ri~ B.-fu r<la (íl•. 39) é ilegal a ua con-titui çlo atual pela inobservania <lo:: <le,-JH•--ici, cH ,..►lntuáriu .. tal fato encontra·+e articulado na P's'ª ,.,.,il,ulur •fk 0·1 .. Pn·lac-iona o artigo 29 ,lo Codigo de Proee-o tivil que (JUBtufo o autor houver omi tido na petição inicial pedido que JI,-, er.t lfrilo four, •Ó por ução di-tinta poderá for noulá ln. J ... ro Pº"'º• dou pr-la carência do Direito de ação pela ausencia da pu ... •iiLilicfud~ juridit.--a do pedido e conclerío a l',d .. ituru )funi,·iual ,J., Uela · i:-t.a na!l t·u.-tu· .. prort•.., l"Uai.r n honorário~ eh• :uh o gado que arhí1ru t'III CrS .000,0o ·cinco mil cruzeiros nos trrmo do arL 1:0. p.ar-.í grafo # do código de Hoce o Civil. Nos termos do art 475 inciso II do Código de Processo iíl recorro de 0fiei o para o Egrégio Tribunal de Ju,tiç:1 d o t-tado de .tT. l'.IU B. Vi-tn O(V05176 O. 'aher Jo,é H. 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Pedro Pul mi,.rl. r"Cl'hru rio pre,;itltrnte <ln 'l'ELE.,1.1', Dr. Gui.to Fregopanl, comunicuçlo prorrogando u ins tal«go dos .ele[ones interurbanos em [eh Vista Surdo Fregnpui... razões alheias t nossa Vou4 de, tais como utras das foreeedores contruta'os par lo necimento tos equipamentos destinados d um;lição !os serviços nessu loclilde, tivemos que elstecer um: pouco o nosso cronograma U is!leão, o que dever es!ar corchuido nos pró ximo,; (iO (tlt'l'Sl'nla) 1!1:11-·· Em 11oss11 cidade o C,,mnndunte Hélio d<.' f'aH trn Pinto. visitando fumilires e revendo os umlge> l lOilS ViudaH. Poder Judiciário - Comarca de Jardim - Cartório do 2.0 Of icío -------~}tfü',J _ T;{[UNA estará r0sente as festividades c n:1•mor,1ti,as do ... luLileu <ln Pr;1ta l!o Holury Cluh. O eredor Afonso Dilon Nunes Leite (roto) e' programando u suu enumpanha para a reelel g;o à Camara de Vereadores. O conhecido homem público reune condições ptu "guhut os votos e ,·.-::~urins ao Jlll"llrlr> (.RE:-1, r· sir, pa:uvnu, c.le e )l'll:l',:l<.'S i~aclos n , p.1rtiüo goven,ista. r . ' . '• ,, ' . --·" . , } '·,s.4 ovneat1rios sgiios recentemente. o tu2/;+wvretri to Diretorio da Arena, Nivaldo o !artas, é um dos pouees lidere,; que desponta wm ~o 1:t>11a1·lo poht1co belavisleuse"' Sua candida tur.i a vert>:11lor é Fato Co:i. uma:lo e. re·1lmente sua p1·Pt-en(.'a ll C,rnar 1 1 diuamiz::rn os debates em • prol. de _ _uma Be,l:l VhH:1 me11•>r. Cum a caudldatu 1 a de Nivaldo de Barros, recebe os eleito:es bt lavisiensei:: uma npçüo PO~lTiiA para o cesenvol vimento da Pri:?ce:::a do Apu. D DE O Doutor 'lvlo , pu recilltJ llarbeta, ,Juiz de Direito desta Comarea llt' iarrllm. Estado de Ma to liro,;so. nu forma da lei ele ... F,tz ;::tlwr. 11 quantos o presente editul virem ou iele conhecimento tive rem. que. dos aut0,; mar gintHlo'> sob nº 34 7H, Je execução de devedor s·>l'eute. en, curso por este .Juizo e Cartório do :!.11 Oficio. que ute111:encto a certidüo informatiYa cio Uíiciul de ,Justiça, que afirma estar a cilan ria POI lugar incerto e nãu sabido e 11 provoca ção cio credur Juiro ;1lo- 1·etlini. tci ... xpedirlo o presente edital que sera afixado na sede ri este Juiz!) e puhlicndo na lm prs11sa Oficial, com o pruz<• de trinta dins. Ci la e Intima a Sra. Emili- a o'l Romeiro. da ação <le execução bem cumo •l<,· auto oe arresto e. cte posito º" ri,: 11. através do qual foi concri tndo o seguhte imo,·el... u;n lute de tene110 urba no sn, medindo o dito lote :lO:dO. com todas as benfeitorias existeutes t>rtl avaliuciio prévia, li mitando-se au norte com a uv. Presidente Varga,;; ao oeste cum terras de Arlindo F. Ribeiro; a les te com terras de Auisi-> Pereira da Silva e ao sul com quem de direito situado em Guia Lopes da Laguna, devidamente tmnscrito no Registro de !moveis desta Comarca sob 1242, às folhas 61, do livro 3-A e de confor: midade com o despacho - nçno li (:Xagerado pelo MM Juiz de Uírl.!ito de~ta Comar ca. às rrs 1(jvº, do .~t-gul11- te teor: Cite-se a devedo ra com prazo de 30 dias, • lntlrnaudo-a do &rresto ele fls. ,J.180-líCi. (a) Sílvio Apureciclo Barbeta, Juz rle Dirt-ito. O que Se Cum pra N 11 Form>1 Da Lei Dado e passado nei-ta cidade e Comarca de ,rartllm. Estado de Mato Grosso, uo Cartório do :l" OfJ. . iO'l vlul.P. e nove e dias do me1:1 de abril ce mil novecentos e e tenta e se!K. Eu, Elrler Pereira Correu. Escre vente do Civil, o rtatilo grafei. conferí, subscrevo e ª" !no. Dr. Sílvio Aparecido Bar bela .Jmz de Direito f DijTAL DE PROTESTOS Cartório do J.o Oficio Eu. Jo- Avelino e il a, Oficial do legistro de Imóveis e Protesto desta ci dde e Comarca de Bela Vis ta, do E-tado de lt., na For ma da Lei etc ••• Faço ~raber uo:i qnt'" o prt·:--t.·nte! t"'dital vin:rn ou tlt· le tiverem conhecimento que se encontram em cartó rio. à rua C,ro,,el Dia,. 9-18. neta cidade. para protestos por_ falto tlc~ pa;::ameuto t'/ou aceite os guintes titulos 1- apresentadt>s pe lo B:iuc,, do Hras1l 'IA. ,- Oupli,·ata n'<> 01179176-), no valor de Cri,o0o.o vencida em 26+!/7 emitida p e l a íiru,J: l,ul. r Com· ,lc: Tol•lo, H1nn Ltda .. contra u Sr. Ucisy lc:ry Corra e nha. B- Dup!irala ,,.,. ~91/7S. no , nlor _ <l~ CrS27.n lo.110.. , .:nc .. cm 15/3/76, emitida pela fir ma Com. <le :llaqu.ina, ,. lm plemcnto~ Uouradc:n:-c Lula· conlnl Sr. Jo,é Scberer. 2- Apresentada e e mitidl' pela firma Gu..L vlra Ltda. A- Duplicalll n·o o87/i5. ,·enc. cm 21-02-76, valor CrS Z_?.llo,uo, contra Ri<·h:ir:!L Kunl Balko. 3- Apresentada pe lo Banco Itaú S.A. A- Nota Promissória d o contr:ito A u t o b n n k n·o 5.=i2o l 6f10008. , encida e m ,.:i-o:-76, no valor de CrS 8.515.50 emitida à favor da Cia. ilaÚ d.- Jn,·e,timentu, <:rétlito e Financiamento. con lm Nd,nn Ormay. 4- Aprese1Jtado e Emitido por Casa de )lv6eis Progresso. A- Dupl. ll'O o3/i6-3. ,enc. em I l/oJf'i6. no , alor de CrS :loo .. oo, contra. Alexandrina d.a Hucha. . E pur ta ,ido impoi'• sn•el enconlrar o~ Jc:,edort:, ou ,eu,; _Para<leiro-. pelt. prc Ft'lltc rclitul que: tter.1 afixudo n~ Loc:11 de co,tume e pu· blicado pela imprensa local intimo-1!" pJ..ra_ pa.gnrem a im portancia devida ou darem ns razões de ~ua recusa e no meEmo tempo.., ná falta de pagamento ou compnrecina·n to, noufico-o& do. ~ompttt"'nu· prolc>to no prazo legal. . Prazo <le- 3 dias a con· t.ar da publica:ã'<k _, Bela Vista-M!t, 27 de jan. 1976. O Ofinul do Hegistro de Pr lt:=-lOit. j I • !D-~ lRIDL BELB VISTI Nasce:mos para servir e crescer • MadeirCI de toda a especie (Peroba Jatobá: !Pê et ) p De:-toca - Terra»tsé» - A»a ", ronta entrega - Bons preços " · :, m P-1ramento Rodovia Bela Vista - Antonio João KM 35 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº211_23_05_1976 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº213_06_06_1976 Voltar para a lista de itens