TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº214_13_06_1976 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº214_13_06_1976Número da edição214Data de publicação13 de junho de 1976Número de páginas10GeoCoordenada -22.109537449160577 , -56.53119162011357 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº214_13_06_1976 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto FU DADOH E DIIIEI'OH HE 'PO SÁVEL - J'iLIJO PEflEIHA - _A_N_º __ v __ , __ R_e_d_a_çã_º_·_º_r_1c_l_nn_s_e_A_d_n_i_i11-i-st_r_a_ç_ií_o_, __ R_e_1_u_v_1_s_ln_1' do .fooho ,_e _w_ 7·-H _ .1 s,ma,,o,;o Rua Duque rle Caxias ! ..... B M N Ih. l J l l No último domingo, es- lc jornnl trnnscrt"'CU, nesta coluna, artigo de "0 PROGRE O". de Doura dos, u respeito dos "pi caretas" ua imprensa e destacou o fato de que existem empresas jor alistics em Mato Gro so organizadas e funcio- 11ando. Portanto, não é uso que continue a proliferação de jornai que surgem apenas por um momento, ou á. ve zes, apes por um e leiçüo. qGando existem leis que protegem u li vre empresa no Pais e o exerci<:io desta ne,ces aria profissão. Aliás, no caso de Mato Grosso, a imprensa co mo emprêsa l•1ta com grandes dificuldades, a começar pelu in<:ompre ensão de alguns. Extstem até os que pensam que jor,,al, rádio e televisão devem publicar tudo gra tuitamente, como se gra tis tossem o papel, a t!uta, o equlpa:nento, que precisa ser modernizado constantemente, o mute rial de consumo, a luz o telefone e assim por diante e que não. tives- 8emos de pagar o lNPS o FGTS, o PIS, os demu is encargos trabalhistas como o 13º mes, u folhu õe pagam1mto, as agen cia noticiosas o telex. e militas outras despesas. Infelizmente. ainda existem os que acham que Imprensa é apenas algo sem maior slg11ifica do, esquecendo-se da realidade. que é outra. bem diferente. Jornalis To é o conjunto de es forço mental e físico, de despêsas normais dequal quer emprêsa, de eucar gos naturais, que é mo imentado com o obje tivo de Informar e for- mar 'a opinião pública, ma lambem procurundu a sua auto-suficiência financeira. Aliás. lucro não é crime. Por lnal, ele é bom para a em prêsa jornuli lica e rara o povo, tanto que o go vêrno tem um tributo chamado Imposto de Rendas. Desta m»neira, a empre a jo:-aulistica que procura o lucro ela ê honesta como qualquer outra empresa. desde que não fuja 110s padrõe da moral e da lógica. Qualquer setor da economia nacional que não se. organizar e que não der lucro está fa dada a desaparecer e, desta maneira. prejudi car o desenvolvimento sócio-economico c!o País. Por isto, acreditamos que quando um verea dor ou nm deputado es taduol lançar criticas contra a imprensa mato grossense deve pergun tar primeiro se o fato foi licito. honesto e de acordo com os costumes. Criticar é facil. O dHícil é fazer imprensa Muitos querem ter um órgão de imprensa, mus poucos i-ií o os que se aventu ram a isto, • pois apenas ideal ou vontade de a parecer não significa o funcionamento de qual quer jornal, radio ou te levisão. Seria bom que cada vereador e caria ceputado estadual, já que a critica surgiu nes ta faixa, tivessem os seus respeetlvos órgão rle imprensa. Haveria mais empregos, 1nais cir culação de riquezas. A contece que fazer lm prensa é caro. Não é brinquedo que se com pra nu loja ou na buli- que. iguem, em T, no Brasil e no undo, puderá ter, Pternamente um órgão cte Imprensa só porque gosta, o que veria louvavel, em mesmo o governo do Estado po,te se rlar ao luxo ele ter o seu jornal, 1:1 ua r,, clio ou u sua televisão. Pelo menos por eaquau- Bela Vista-A Pre feitura ilunlclpal de Be la Vista ingressou em juizo com pedido de mis são de posse do patri monio do Hospital ão Vicente de Paulo, contra a Beneficiencia Hospita lar de Bela Vista. Con tudo. o Juiz Walter José Contrera, desta Comar ca. aceitou a tese do re presentante do Mh1isté rlo PuhUco opinando pela improceüência da ação pcr falta de amparo le gal. No seu despacho, o juiz ,te Direito de Bela Vista foi claro: "Através da presente ação de emis sã de posse pretende u Prefeitura ilunicipal desta cidada a encampa ção do Hospital São Vi cente de Paulo ampara-· do na lei municipal n!! 6-19/75, que autorizou es sa fiualicia..te. Esta claro que a com o amparo de lei municipal u Prefeitura ilunlclpul de Bela Vista pretende imcorporar o patrimonlo do Hospital São Vicente de Pu.ul•> 1m municlplo, fugindo da forma 1 e g a I to. Ate mesmo a impren sa Oficiai coura pela· publicnçõe que faz. As sim sendo, untes te se chamar a imprensa de mercantilizada, dP.ve-!'e primeiro raciocirar me lhor e fazer funcionai' a su11 propria consiencia {s vezes, estas criticas poderã» ser validas, poi a imprensa tumbem esta sujeita a e r r a r cnmo todos us r'ernais. Mas, o importante de turln é verHicar ""' e,;ta eritiea estu sendo vli da honesta. ou digna. de quem a faz. (Eciiloria[ rie o Estado de Mato Grosso.) própri:l. de intervenção adequados". O Juiz de do poder público na pro Direito de Hela Vista priedade privda A benficrencia aiuda condenou a Prefei ffospitaiar de Bela Vista tura .{uai::ipal desta ci é uma pessoa jurídica darie a pagar os honorá com disposicão estatuá rio advocatórios, que fo ri a (f 1 s. -1 5) ram arbitrados em cinco e dessa Iorma so mil cruzeiro . mP.uie poderá ser despo jadu to seu pat:-irnouir, (O Estudo d:l .late Gros através dos meios lega.is so) !NPS DESIGN- BIOQUIMICO PDRII RELA IST O Subsecretario Re gional de Assistencia Médica do INPS no Es talo de Mato Grosso, de signou o farmaceutico-bio quimico Dr. Ciro Benhur Torres Gallo. para soh forma de rredeucinl prPs lar serviços na especiu liJade de Ànalises Clini cas aos bcneficlarios dr. INPS cm nossa cidade. O credenciamsnto vem pre encher uma hcuna no setor previdenciario de Hsla Vista. que dia a dia vê melhorar o padrão de atendimento do lNPS. Pre.co deste Exemplar Cr$ 2,00 ela Vista Mt 13/0o/70 Politia e ú0VeID@@o INDICADOR PROFISSIONIL DR. JOilCYR M. MOREIRi Médico - veterinário [IRO: {a I- Vila Mililar DtlA VISfA DR. EVERALDO A. ROCHA U[DICO - CRI,! 400 lrll Endereço: Resid. R. Cel. Ponce - 856 Porto Murtinho Mt. HAR0LDO MEDEIROS ADVOGADO 0AB - T :183 CPF 008-295870 Rua 15 de Novembro 177 - Bela Vista - T Dra. Maria Aparecida Zanda <irella Cirurgiã - DenUsta (CR0-387) Odontopediatria Prótese em geral - Raio X "Consulta com hora marcada" Rua Cel. Jnvêncio ~25 - Jardim Mt Dr. João C. Palmleri CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS )A: 4281 03)10 M223012N €0zL0, 228 10 2A)DA3O, XON RAIDEN)A. 3J+38335 Campo Gran;!e Mato Grosso Dr. Horacio (ardin dos Santos Cirurgião R • POR!O MURTIIIHO Dentista Ru. 2» l,!AIO 6ROSSO SERGIO ROBERTO PERONDI ADVOGADO E CRITÓRIO Rua 3 de Outubro (Ao lado da Ciretran) Bela Vista Mato Grosso .• .. :.: DR. GIL MARCOS SAUT Advogado - OAB/ldf 951 na Ien. Ians I. 032 8MI - II - DR. JOSE DUINDSIO NETO Advogado Escritório: Av. Duque de Caxias, 788 Jardim - Mato Grosso MATO GROSSO TEM SUPER SJIFRB 1 lnacio Ciuitte Melges Cirurgião - Dentist::: C R 0 126- M!T Atende-1c pelo INPS - IPEMAT . IPASE '----------------..........!~---------------- Rua Duque de Caxias - 289 Jardim - MT. SERRARIA CASTELO Compra de Madeira Bruta, Venda de madeira Serrada Antonio João - Mt. De Antonio Remo Penzo Apesar de alguns municipios produtores da Grande Dourados terem denua clado grandes perdas na colheita de arroz, fJ Sr. Dr. Edmundo Taques, Secretário da Agricultu ra, vem confirmando a Sllper-safra no Eiitado de Mato Gr<'sso, o que estimula os empr ... sarios que veem na atitude do t;r, SecreU:.rio u razão de se prosseguir nessa cultura que de lato colocou ilT como o maior produtor do País. É incrivel que, quau do do lançamento do Pro degran, tudo ia bem e logo depois, começaram a surgir as denuncia& da quebra anunciadas até o limite de 75%, exage ro que estava em verda- , deira contradição com as estimativas do Banco do Brasil, que essa que bra não excedia a 25% o que é razoavel. Por lss1, a confirmação da qula autoridade sobre a colheita de 30.000 de sacas, que realente é uma super-safra. Jota Jota. I O CAFE PODE SER TABELADO Brasilia - Ao mesmo tempo que o Banco do Btssil anunciava 1t libe ração de novas linhas de crédito para atender as necessidades de capi tal de giro das empre ilas torrefadoras ne café. observadores a.firmava!D que o café será o DróXi mo produto a sofrer in tervençáo do Gove,rno. Para controlar sua par icipação Da composição dos indices de custo de vida e na inflação. As opiniões coincidem colll 0 pronunciamento do mi nistro Mário Henrique Simonsen, da Fazenda. (AND A) Homenagem . ,, "Se o Brasil de hoje parasse, estaria simplesmente retrocedendo Cada minuto perdido tem um efeito multiplicador e negativo. Cada minuto ganho é uma vitória sobre o Calendário e a• Folhinha que estão marcando as páginas do desenvolvimento nacional Nosso objetivo é a prosperidade e o bem estar do povo. D CÔMIIRII MUNICIPAL DE P. MORTINHO PIRIIBENIZll OS MURTINHENSES DE INTECiRADOS NVOLYIMENTISTI BIS L NO CONTEXTO DO "Parabens Porto Murtinho pelo 64.o aniversário'' II FRRRI AIS PRISIIIE] MLSNY RIMEIR IRES. II»O RIXA, R0RERI) ?II. IBIIO CIROIN 0 SIM10$ N ..... mas aqueles que falam em violência, que falam em arbitrio, que fulam em sevicias, em su ma aqueles que vivem denegrindo o que a Re voluciio fez, têm que sair tio cubículo. em que vivem e abrir as jaaP.las. Têm que olhar para tora e ver o que se passa no mundo e concluir então que o Brasil talvez. dentro das suas difi culdaies, é uma das ações mais felizes do uni- verso" ( Presidente Geisel ) ' Estamos vivendo momentos marcantes na vida de Porto Murtinho, em que não sobrevive qualquer dúvida quanto a nossa afirmação como município próspero e integrado na Filosofia Construtiva do Governo Federal e Estadual, como afirmou o presidente Geisel, dirigindo- se aos presidentes dos nossos Diretórios Regionais: "() que temos feito - O que o governo tem feito, é p1.ttrimonio do· Partido".° • Nesta data em que Porto Murtinho comemora se!J 64.o aniversário, o diretório Municipal da Arena RENOV~ SUJl FÉ NO PROGRESSO MURTINHENSE'' ALCIR NOCiUEIRA COELHO !. PRESIDENTE eh Vi M 13/06/76 Homenagem ---------- ·O que importa não é o que se tem, mas, o que e da' ão é o que se sabe, mas o que se ensina. ào é e, que se pode fazer, mas o que se faz; S . . , la • ,, ervr assm e pagar nossas cot ts por viver r ' 6ROTARY CLUBE DE PORTO MURTI HO SAUDA AUTORIDADES E LABORIOSO POVO MURTINIEEISE PELA , . PASSAGEM DO 6 ANIVERSÁRIO DO MUNIIPIO" Horácio Car<lin dos Santo - Presidente Luiz Sergio Ilelo - Vice Presidente 1elson Ramão itorio da Silva - l.o ecretário Clemente Alves - 2.ú ecrdário Luiz guero - l.o Tesoureiro Robcrcy Vitorio da Silva - 2.o Serretário Ndson Ribeiro Fere.,; - Oirl"tor do Protocolo ----------- São Paulo Mato Grosso A, "LAMINA DE OURO" DESMIUlMENTO Tupã Fone 2751 Bela Vista (Hotel Panorama) ., 00 • BElll VISTI Nascemos para servir e crescer Madeiras de toda a especie (Peroba Jatobá iPê etc). p t D ' • • -- ron a entrega B estoca - Terraplanagem _ Açudes Embr.i.ramento - ons preços Rodovia Bela Vista - Antonio João KM 35 IIVENIDll ======== MOVEIS ·oELBII MÓVEIS ESTOFADOS ELETRO-DOMESTICOS EM GERAL SllltlOS E ZIINCllNELUl LTDD. DUQUE DE cn11as 44& JIRDIM-MT r Beh Vita M 13/06/76 Polltica e Governo H'agi 67 o NOSSI · PARCELA DE GONTRIBUIÇIO Deputado Cleómene- 'unes (MDB) 1 SeilBIIo de 16/03/?U Analisou os termos da Mensagem do Gover no à As11ombléla Legis lativa, considerando-a um '·amontoado de pa péis que não do real mente uma dimensão daquilo que ocorreu nos ,12 meAos da ad,ulnlslra- çllo", pois, segundo o parlamentar, a Mensa gem "está eivada de êrros e contém multas. Inverdades... e permltlu ae o Governador valer se dela como mais uma peça politlca de sua pro moção pessoal", citando, como inverdade, as o bras inacabadas de um edllicio de cinco pavi mentos em Campo Gran de, apontado na Men sagem como pntrlcamen te concluldo; para, mais .. adiante, mostrar a di8- torção verificada entre os anunciados 428 km de estradas construidos pelo Dermat em 1075, enquanto a Secretaria de Viação e Obras pú bUca11 assegura que fo- rum 611 km8. O parlamentar te ceu prolongadas consl jerações a respeito dus finalidades rio órgão es tudual denomindo Tu rlmat, cuja atuação, se gundo seu entendimento, não vem corresponden do às suas reais floall dades. "Mó: demo ao Go vernador uo ano passa do a uossu p1>.rcela de coutribulçüo numa linha m o d e r a cl a, no eII ido de que não fosse- ., ' IRIHUNA DA fROHfflRA Fundado m. 1/. BUOllf!lJOl·ll em 25 /02/ 72 Redator -Chefe - lealdo [?reira "As opiniões emitidas nos artigos assinados não reprcsen1nm o ponlo de vista do jornal, podendo olé 1cr contrários a este. As opiniões do Jornal, acham sr expressas nos Editorais e nos comentários não assinados' TRIBUNA DA FRO. 'TEIRA é uma publicação da Empresa Gráfica Tribuna do fronteiro. lllCI. 1ST. llillllll-l Assinatura Anual Dela Vistn CrS 100,00 Demais Municipios CrS 12000 Redação, Administração e Oficinas Rua Duque de Caias s/n Bela Vista- Mato Grosso mos amanhã acusados te ocorrido no final do de entravadores das o- periodo legislativo de bras do Estado. Depois 7, lembrando em apar de um ano de crédito te pelo deputado ,Jesus de confiança au Gover- Gaeta, que julga haver no... recebemos como a bancada oposiclonh;la rrcompeosa a demissão sofrido desconsideração elos adeptos do MOR'' - das maiores por parte havendo, para reforço do llder da Arena; ''falo de sua argumentação, inusitado" proclama o e reportado ao incl<len- orador "que, a meu POSTO SPNTD Cftl!RINI LTDft Aberto dia e noite Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina Anexo: r .a nchont>te Avenida Visconde de Tauuay_!Esquina Flori,1 no Peixoto l'crlo ,lo IJunco do Brasil Guia Loper da Laguna Mt - - POSTO sao CRISTOVilO de Theobaldo Amaral Lavagem - Lubrificação - Troca de Óleo Borracharia - Balanceamento de Roda Rua Conde de Porto Alegre s 'a Bela Vista Matct Gros;;o RECIINTO LIINCHES O ponto de encontro da Sociedade murtinhense Rua Dr. Correu 562 Porto ilurllnho llato Grosso cnsn etuL de Leontina do Prado Ferreira Produtos alimenticios rm geral, bebidas, secos e molhados latarias em geral Rua 13 de junho 280 Ja.rdim Mato Grosso ver, rtlf!elíu de maneira bem clara o menospre zo que este Governo quer devotar à bancada da oposição.'' Prometeu retornar ao asunto. Contra !ismo e dismo eito letive freis III) o radica· o Esquer Sessão de 1li 03/7U Ocupou a trlbuna para, de inicio, historiar a sua conduta no exer cicio da liderança do MDB na Assembléia em 1975, afirmando qu ... faz oposição moderada pur ser contra o radlcaliR mo e o "Squeràlsmo. ma é politico sempre disposto a votar todas as proposiçõe que fo rem do interesse de ,'.'lt, do interesse do povo. Agradeceu a todos os seus pares pelo pres tigio, pela compreensão, pela humanidade, pelo respeito que sempre lhe dispensaram; destacando sua vontade de prestigi ar o novo líder da opo sição, deputado Carlos Bezerra, por quem fora sempre respeiado na gestão passada. O orador mereceu palavras de elogio, pe la sua atuaçií o de líder, do deputado Edson Pi res, que falou pela lide rança da Arena; e encer rcu seu pronunciamento com a frase: "Com Deus pela liberdade. Cami nhemos juntos para um Hrasil maior." Venda mais seus produtos anun ciando na THibu na da Fronteira" 1 1 Comércio de Tratores e Máquinas Agrícolas Adubos e Inseticidas l Sementes Certificadas Representante exclusivo TREFLAN 1- Rua: Crispim do Rego 180 Bela Vista Mato Grosso 1 --------------------------J IGRIPORã LTDI ela Vi-a 16/76 Histórico M O prllHl'Ule histórico pt·etende upresenlut· os aspectos gerais do Mu nteiplo de PORTO MUR TlNHO, consldernrlo àreu de egurunça Noclonol e. purtanlo,merecedor da ute11<,:i.o do Estudo de Muto Grosso e da União, puro oi; problemas que ó iligem, no sentido de propor soluções imediu tus e de retorno econo mlco pura u sobreviven cia do llunklpo. de.s de plantas. sem o que não er11111 possivel o cultivo rucional da erva-mate em conolções de compensar us despe sus com o melhorame to do produto. e ' ouro e o diu nrnnle tiverem incgávtil lofluenciu no povoamen- to de grarde parte ,io solo mutogrossense, pre vocaudo o surgimento de vnrios núcleos humano!l que, lutando entra o obstaculos naturais de reglõe,s Inteiramente de • co1ahecid11s. u ervu-runle, influiu de muneiru pre ponderante na região iul de Mato Grosso forman d11 um verdadeiro ciclo de progresso, desenvol veucto uma industria que seguindo os passos riu pecuariu, os poucos foi se tornauct,, um podero sos sustentáculo à eco omia ae vasta região no estado, compreendendo nada mhenos de 9 muni clplos macugrossenses. Quuudo expulsos das missõe . os castelhanos levu,rum cúusigo t) se gredo do melhor mate, cujos processos. poste i-iormeuto. foram esque cidos. quando então os guaranis voltaram a em pregar os primitivos sistemas, com pequenas melhorias. A erva-mate (llex matogrossense ) en trou no l:lrusil por ilalo Grosso, trazendo, consi go entretanto, o mesmo rudlmenturisrno de cul tivo preca ri slllll) Rpro veitamento industrial, a té entio st>guido pelo guuru11is. Foi seu intro dutor uos campos e ma tos de Mato Gro. so o comereiunte e industrial Thomuz LaranjeiI'a. que dele tomou conhecime- to quando, integrando a comissão de limites da rrouteira 3tasil-Puragual che[iadu por Eneus Gal vào, ruais tarde Barão de Maracaju, teve opor tunidade de percorrer extensas regiões. tom li n do enlio o i,rime,ro con tacto com a maravilho sa erva. Recvrrendv a proteção de Maracaju. não tevt> ele diriculcta des em conseguir o con gresso pura explorar a ervu- mate em Mato Grosso. Depois de logos eutendlmentos com o Governo lmperinl, oa<le não faltou a interfereu cia de outros Interessados na exploração da ervn mate. Larangeira conse guiu o negócio a sombra de um estabelecimento de crédito especlalmentP. organizado para tal fim: O Banco Rio !lato Gros so. Daí surgiu a ·•r.om panhia Mate Larangeira", que outra coisa não era no entender de Antonio Oriundo do Puragu ui, ode existia com ubunduncia nos terrenos propícios uo seu desen volvimento, u erva-ma· • te era grundemenle a preciaria pelos guarnuis. que dela faziam uso pl os mais diversos fins, suas qualidades medici ais foram logo reco nhecidas pelos castelha nos, que cuidaram de planejar o aproveita mento para fini; econo mlcos, iniciando uma série de medidas que visavam o· aprlmoramen to do produto e prote ção da árvore que o produzia. Os naturais, porem. obstinavam-se em nã:. romecer as mu- Corre a da Costa, se7úo melo de ludibriar a lei de conce:;sõt:s em 'igor, du qual o ílauco tomou quase todas as ações, dividindo upenns um pe queno número delus en tre os s1:1us própios em pregados a alguns ami gos do Dr. J oaqulm llur liullo, 1rntão seu presiden te. Efetivamente. o Ban co Rio Mulo GrClS"O pos suia ações da companhia P uume.ro de 14.540, o Dr. Joquim Murtinho, 100 e Thomas Larungeira, 110. Entretanto a dire ção jo Banco agiu com tanln bnbilirlude que tem pos depois, conseguia que Antonio Correu da Costa aceitasse sua superintendenciu em Ma- t1J Grosso. paru a qual rol nomeado em 1 92. Nu qualidude de superin Len·lenle do Banco. o Dr. Antonio Correu tratou de escolher um local pa ra centralizar o embar- que de toda a produção da i:iJustriu extrativa da erva - mate, tenclo então e colhido, para Isso. a fuzenda "Tres Harrus". a margem esquerda do ric Paraguai. cerca de 0 km a contate da burra do Apa, tendo co mo origem a fazenda "Tres llarrus •• de pro priedade do major Boa ventura da llota, mais tarde adquiriàa pelo !3an co Rio Mato Grosso. ob 11. proteção da Companhia Mate Lamngelm, Porto '.lurtinho. que já era fre gaesh pela Ressoluçii.o de 10 de Abril de 1900 progrediu satisfatória mente até 1902, q• . .mudo o Banco Rio e Mato Grosso entrou em liqul dação, seguido Ego após da Cia. llate Larangeira que pela Lei n· 0 373, de t9 de maio de 1903, te ve autorização para rrans[eJir a concessão À firma Larangeira- 1lendes & Cia organiza da e com sede em Rue nos Aires de 1907 a Re- solução n 477, de 31 de Agosto da Assembié ia Legislativa, autorizou o Goveruo do Estado a entrar de acordo com os Uces8ores do Banco Rio e Mato Grosso a tim de expropriar 3.600 hec tares de terras para o rocio du Ireguesta de PORTO MORTINHO. Quatro anos depois, em 1911, a lei nº 5HO. de 20 de setembro, criava o Municlpio de PORTO MURTINHO e elevava ao mesmo tempo. o en tão distrito de Igual to• pônim0 à categoria de vila, Lei essa que. em HJ12, (oi promulgada pelo Decreto Estadual nº 310, de 2 de abril. A Lei Orçatnentária uº 8111 de > de dezembro de 191!-J. criav1' a Comarca de Porto Murtinho, com os mesmos limite do llu nlcipio, que teve a sua sede elevada a catego ria rle cidade, em 1926. pela Lei nº 962, de l2 de julho, Nas sucessivas divisões territoriais, ad ministrativas e judiciárias do E tudo. o Município de l'orto Murtinao per maneceu no quadro ter ritorial sem qualquer alleracão. quando por forca do Decreto-Lei o.o 5. 12, de 13 de setem bro de 1943. que criou os territórios federais. passou a Integrar O de Ponta Porii.. Em 1 de setembro de 1946 0 Mu nicípio de Porto' llurli nho. foi reincorporado ao Estado de Mato Gros so. Aspectos Físicos O Municipio de Por to Murtinho faz parte da zooa da baixada Sul do pantanal matogros,;ecse integrando-se na bacia platina, banhado que é pelo R. Paraguai. Limita se com os municípios de Corumba, Caracol, Boni to. Miranda e com a Re pública do Paraguai. DIs- ta da capital do Estado 703 km em linha reta e pela rodovia, 1.103 km Suas coordenadas geogrd ficas são: S 21.o 42 30 e w 57,o 52 30. Porto ~furtlaho pos l!UÍ uma altitude de !:!O melro!' acima do uivei do mar i, sua topografia é regular, sendo o peri metro urbano orallca menle plano e as harran cas do rio Paraguai es tão em pivel mais eleva do que a sede do munl clpio. O clirua é classifica do como do tipo tropical úmldo, comum a todos os municlplvs situados no pantanal matogros- ense, O período das chuvas na região têm início no mês de dezem bro. indo até maio, sen do mais intenso no pe riodo de janeiro a março Sua extensã•> territorial é de 16.5 O km2, corres pondendo a 13% do Estado e uma populacão de 11.571 habitantes, sig nificando menos de 1 habitante por km2. É banhado pelo rio Para guai, e rio Apa, rio Perdi do e o Córrego iutaca. , o lunicipio estão loca lizadas a serras do Pa pagaio. ão Francisco, 'ão Migusl e Bodoquena- AspeclOS Saciais Porto Murtiuho pos sui 1.500 edificacões na zona urbana. em cons truçao de madeira e de alvearia. A zona rural apresenta-se com 1530 edificações, em sua gran de parte em condições precárias. Os meios de comu D1cação se resumem 1a Empresa de Cor .. eio Te légrufos, em rádios trans m1ssores oficiais e parti culares e uma empresa de ónibus que liga o mu mtcipio a Jardim (218kID da sede ), Campo Gran- (Contlnua na pag. 09) .,1 r lRilTOREST - COMERCIO DE MllQUINIS E IMPLEMENTOS IGRICOLIS Adubos TAMOIO e inseticidas - Sementes selecionadas Rua: Sebasliàa Crispim da Reuo 316 Bela Yista - "" ""t _l lll ggg leh Vi.ta M Is/0o/7 Cieral t , E, POIS , E ... .. A lmpren1;u possui o poder que merece Um Jornal conduzido por um homem honesto e de bow senso, que dissesse sempre a ver dade, poderia muclnr a lace ele um paíR" (Glu llo rle Benedeltl, ex-dlre tor de .. La Stampa·•, de 'l'urln) _ Oi! Em Porto ilurtlnhu os candldatoR u vereador começam a polarizar as atenções do eleltomdo. Um nome vem se de ta cando peloR nntecencl,.n tes ele bem servir a c:i munldade, é o du rn. Jand!ra Coe-lho, ee-pc.sa do flX·[ll'8feltn Aleír Coe lho. l:iua candidatura é um reconbecimouto do papel que a mulher mur tlnbem,e reprosenla na vld!!. sóclo-economica clu munlclpio. %i ! Falando em Porto lurlinho. o muni cipiu ela fronteira come mora hoje o sou li-to aniversario. O prefeito ll,lefon1-o ::i•,ures ela Sil va não programou a festividades de praxe devido. prrn•~ipalmenle. a politica d? contenção de despe:-ns". :las os de F ~lix H- Feres [lo h:to ta (stara Rriari] aúda o 6L1,e, aniver:-ário de Porto Murtinlw 1 1 DR. FIO MJR32113 MEDICO Atende pcl,, INP e IEMAT lloririo,: )lunbà Hospital 13:00 • - 16:00 h,: Posto de Sa6clc 16;00- 1900 h: Consultório R 15 de Novembro, 75 - Fone 178 - Bela Vi.-ta. m ut·tlnhenses esUlo 11a liRfeltos com o prefeito nomeado pelo Governa dor Garcia elo. pois rfentro em breve Porto Murtinho receberá inú meras melhorias, entre elas: Calçamento da Rua Principal, 1Jalt1 Dois Grupos Geradores, Esta ção de Ti-a lamento D'AGUA, forum. lust!J.la ção da 43ª CIRETRA A -Ciret,an já é uma renli,lud,· , ;, din 6 pp foi inaugurada , preen ça de dezenas de pes- oas. Foi nomeado o r. Odir ioares para che fia ria mesma, e com a colaboração da 2 Cia o transito em Porto Mur tinho re.:ellt'rá ,oluç:lo dt•finiti vn O Governador Garcia eto estará em Porto :lurtinho no Baal de Julho para lançar a pedra fundamental do rorurn e na oportunidade t'Pceberá o título de Ci dadão :lurlinhense. egundo informações do presidente do Diretório Municipal do :1.O.B de Rela Vista, os prováveis candidatos a vereador no próximo pleito pelo partido são os seguintes A tanasio ilelo, Getulio Lino, Oscar Rodrigues de Araujo, Deocleciano ue Vas-:oncelos. lldelfon so Pinheiro, Pedro Ge raldo Melo, Rosita Ros:1. Gomes. Oldemir Ossuna Haroldc Vasconcelos Pi beiro, Lamindo Rodri gues, Vitor Vieira, Mon clar Rosa Correa, Daut Pinto de Almeida e Arlnn Xavier Hrum. Informou o Dr. Carlos Edy Sá ile deiros, presidente do Diretório, que a Conven ção Partidária está mar cada para o dia 11 de_ .iulho. no Club Esportivo 6elavistensé. Crônica na Tribuna 06-76 ' de Altevir Alencar publicada da Fronteira, n.o 213 de 06/ Ilustre e prezado ,ll..-vir: Aprecl11dor que sou da bou literutu a, logi ecamente sou constate leitor das suas belas crônicas que uos de!ei tam com a suu !orm escorreita, bonita e com o l:'eu conteú h e moclont1nte. humano. A sua última pu'lli cação na . ':rn,,a d:i Fr<'nt-irn, "l/1,. Ex-corn batente". belissima come as clernai11. ria sua parto fioal da murgP-m a mais de urna interpretação, sendo a expressa eon traditória com o princi- pai do relato Notei a notei. guurdei. Muito porém. iaelusie ex-e»I batentes. Iicrzmn choca dos e pedem uma expli cação que esclareça bem a realidade ds fatos enunciados de mineira qu> não paire qualquer dúvida que PJ!O J,,p a ii gur:. rh-; r,•hia•; ,.,_ De;: í,• já ag: 1 lecer, do sua pasivel e ide ração subscrevo me cor dia] e ate:uci suent. Bela 'j;;t,1 l,, 10 0(i 7!i Adalberto R. Jt Sanl'.ll:rn f u trer l d tolos os ti#tis. tncir is ulorid; des ti:is ou militars qualt mil 4.a anuis i [1@»s. lenle carrorn,er a nossa juvenlude. ~ ti] • Acompanhando o Dec:envoh·im,-nto de Porto Mortinho Parabeniza .,,.. autoridades e o povo Martinaen-e pela Passagem do 64.o Aniver-ario do Muninipio" E CERED S " Uma Firma Que Ajuda a _Construir a Nova BELA VISTA" Crescemo:- de _Mãos Dadas com o AGRICULTOR e o povo Belavistense Avenida Teodoro Sativa Perto da Ponte Internacional lela Vista Mt 1306/7 Histórico --------------- r: (Continuação) de, Ntouque, il1uracujú, Sitrolatdia e ao Et:,tu cio tle ~11u Paulo. ,pesar da beleza e nuvegabi!i tla<le do rio l'!lragual não é servido por ne nhuma eml.Jurc11çiio nu eional, sendo que por viu fluviul se comunica c<·m Corumbá e ,ssuu çI1o do Purugual. Por viu uéreu uiio e servido 11l'm mesmo pelo cone lo Hl'l'l'O nacional. A vi da •'nl'ial ctu d da le se reune ta um cinema, um est,11Iio ci(J futel>ol e um clubP Rocil:l. O mu- 11iclpio contu r.om um hospital, dois médieos l~ lloiR gu bineles 1entári ON. Aguu pu rn ulrnstecl lllt'ntu elu cid11de não é lmtuda. sPnrlo captada diretamente lo rio Para guai pla SA'EMAT u rede de distribuição ubnstece 13 da popula ç:1o ela c1da,,e. Nào con ta com rede de esgoto nem fossa séptica, as águas H•n·!dns silo 'e.; coudus 1rnperficialrnen te, As runus nüo são pn vimentudas, sendo todas eh, i;olo 11>1turnl. A edu cnç11o co11 .. 1í1ui um dos graves problemus do ~lunkipi<,, devido a ia rlul'11clu da fronteira, 011 de prolifera o dialeto ,, guuraui" em delrimen _da lingua Portuguesa ESCOLAS ESTADUAIS a) E,n·olu de 1° Grau Cluudio tle Oliveir,:, 1 a 8ª série• b) Es oi:; 1° Grau 31 de M'arco, 1" a I séries e) Escola de 2 Gru Jo ~e lknifucio ( l 'urso 1 or ma i e Tt>cnico rle Con tabili<incll' ), ESCOLAS MUNICIPAIS a) Escola de 1 Grau 'Thomas Luraugelra, 1º a 4 sérIes. li 12 cloz,, escotns rurai: Escola ele t9 Grau N. Senhora das Graças do J a lV séries. Total de alunos mu trlculndos no ensino de l·º Grau em 1975 inclu indo escolas murtlcipais. estaduais e particula t·es . . . . . 1.850 alunos Tulul de aluuos mntrlcu lndos no ~º Grau .... .. , . 70 alunos. Os g-enrroi; allmen ticlos são importado~ dos gru i,des centros A base econômica. do 1lunicípio é II pecuá riu, que é praticada da maneira extensiva. A iutlustria de transforma çilo ( t.1xlraçio do tu11ino cerne do quel>racho ). a agricultum (arroz, café, milho. mand!ocu, Jrnen doim e soja), contribui com u purc,!la mi11ima par" u economia local. Umu Agênciu cio Bnuro do l:lrui,il runciona 110 ~lunicipio. co11c-edencJ,, empréstimos na Carteira de Crédito ugropecunrio. É nbastt>c!do n penas por duas turbinas u die sel, que produzem 3:'JIJ K V/, está previRto uo plano de Govemo do Estudo uma usina Ter mo-elétrica de 1 MW pura l!l7G. . , rodovia que liga Campo Grande a Poro 1lurtlnh<.'. é de condições precãriun e o isolumen lo do Munieipio dos grardPs centro , provo cu desinteresse dos em presnri,1s dl' qut> se ins talem Para Hl7 . está previsto uma rodovia p/ Porto .lurtmho, clentro ela !I Mlhu Rodoviária !o Pentaual. Das atividades eco nomicas do ~lunicíp!•) destaca-se u pecuária e o PXtrativ 1smo do que bracho. A ati•idade in dustrial se concreta n:.i fábrica ele tanino para cnrtume (Flornstal Hra sileirn SI A), que se de senvolvt>u com des•.aque na rt>gião, constiluind,· mais de 30 anos em Rubstunt·iul fonte <lt- ren da. ALualmentP esta ati vidade se encontra de cadente por falta de in fra-estrutura básica. prin clpalm:mte estradas. Par ticipa significativamente da renda lntern11 o se tor agropecuário e suai, perspectivas ruturas de incremento da pl'Odução apreHentam-se com um plcH poaslbllldades. Demonstrativo da evolução da Receita e Despesas em 1974. Receita 1974 - CrS 1.810. 055,:17 1975 - CrS ::!.055.19-1,lG Despesa 197-1 CrS 1.8:!2.331 ,80 1975 - CrS 1,859.825,51 Estaimlivn da Receilll e Det:.pesa pllra o exerclclo dr 1976 CrS 2.734. 724,00 Pura que Porto Mur tinho tenha o mesmo crescimento uceutuado cJa mn lo ria dos munici pio matogrvssenses, se ria necessario dotá- lo de infra estrutura própria no desenvolvimento du pecuária e prlucipalmen te da agricultura. , produção agrh:ola anunl vem decrescendo nos últimos ano8, apesar ctas co::idiçõe excepcio nais de seu solo e do grande incremP.uto da cafeicultura que atual mente possue mais de cinco milhões de pés plantados, n&tadamente nas localir!ades de Ter ra ' P.rmelhél e Fazenda Gurvelo. Ressalta -se que as últimas geadas que rlagelararn .-, 'ui tlo Es tado. multo pouco atin giram 011 C!lfezais do ilu nicípio, o que abre gran oes perspectivos para a :,ma ampli:.ção. O setor industriul do ilu11icipio, tem no aproveitarrento do que bracho a sua maior ex pressão. A industri11 t-Io restal Brasileira / A que nesse ramo emprega cer ca de 400 pessoas, por falta de estradas para o escoamento ela matéria prima. vem so mantendo precáriamente, com teo denci1.1 a eu cerrar • f'Uas atividades a cmto prazo <' que causaria um grav~ proble;na social. Relevante também é o potencial madeireiro do municipio que não é convenientemente explorado por falta de meios de transporte • adequados para o escoamento da eipal de dar o dt•vido o ntendimenuto ao seu PJun o llodovjj rio. Haja visto que pura u coner vaçfio dos trt•cbos exiF• tente, conta a Prefellu rn com a Inestimável c,wperaçüo de empre aros locais através de [orne ·menos de combustíveis e a limntaçio à equipe rodovia. ria, CUJO equipamento é composto de uma ruoto niveJao91 a, e m bons condições e quatro cu mwhõei; praticameIJte a boletos. Quanto ao setor hl droviáril), é importante 1Jestacar que as duas empre1'.us que operavam na região. 'Serviço de Nu vegação Bacia do Prata e Emuresas Mi gueis Ltdu," parallzararn uus atividades por mo tivos alheios ao entendi mento da administração Municipal. C IJBL produção. Dada a su.i 1ocalizução, o dl'oenvnl vlmento do muuiciplu <le Porto Murtinho é de lu teresPe nacional, vistos potisulr exte1111a l'ulxa de fronteira com o Para guai, onde se localizam del'tacumentos militarPs precuriamente ervid s por meios de trausp,,rtH; A únlci, rodona que apresenta condições oor mai, ele tráfego é a tm 267 qu.i interliga Port,1 lllurlinho a Jaraimn, úni ca rodovia federal no Municipio. Na área esta duul a rodovia ~IT-:fü4 está proietada para ir: terligar a sede do .!u niclplo a Caracol e a MT-739, em fase de e xecuçã0 pelo Dermut irá ligar Bonito a Porto Lídia, em conexão un sistema viário do l'rocle pran, já com 90 Km construidos a partir de Bonito. Da fundamentl importáncia do desenvol Assim, as reivi11di vimento cio Mwticinio p C<tÇÕf'S do Muolcipi<' por a execução, a curt; pra un.t~~ de prioridade, z_o, das Malhas Rodoviá nos diversos setores vlá rias I e U do Prodepan. rloi, são: visto ser o trecho Porto No Setor Rodovílirio: Murtinho a Campo dos Implantação da: Rodoviás Indios, locado no senti- Porto illurtinho - do Iongitudioal que cor- vam. dos fndios (243 km J tando praticamente todo Entroncamento RR- º. lllunlc_ipio servirá de ~o7 lngazeira, (60 km! e1xo a diversas estradas ;;_ En!roncamt>oto BR- altmentadords que dre- 27 Coloia Cachoeira nará a prorlução até os (U kIn) mercados nacionais ,,. Entroncamento f!R- internacionais, atura "T Faz. Cervelo (42km) de diversos portos do . a. rérmino da Rodo- rio Paraguai; da Malba via 111'!' - 739 Bonito - ) Rodoviária Estadual e Pt·" L1<1ia g (90 km) Nac da Ferrovia NOk. :'O SETOR 1110HOflARI0: A_ Malha Rodovian ~, Con st rucao d6 Porto Muuicipal é praticaaen, ''UYial no rio Paraguai. te inexistente, consta- m Porto :'llurtinb, caos do de 175 Km de este. ante do PNV, conforme l ddist de penetração. em Lei nº a917. e ? natural. com pre- . 2 - OutN!s providen cAr1as condições de trá- f 1 ~ no sentld~· de res fego nos período,; das ª ~lecer o transporte chuvas. A bixa arre,_ luvial da região. daçao da Prefeitura, no- V tadamete Do Fundo R 'enda mais seus doviário Nacional altos custos da c,,, Produtos anun çao e conservação de [""?1,gg,, ias@io ciando na ·THbu ministração Muni- na d - a Fronteira'' REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM} Rua: 1 de Maio 365 r l Política 'agi 1 Deputado Jesus Gaeta (MDB) Sessão de 22/03/i'O De Inicio, lastimou o ruto de o Governo não conseguir os recursos necessirlos para execu tur as obras de uma pon te sobre o rio manso,pa ra, em seguida, comentar a notíoiu sobre a vinda o esta Capital do emlnen te P1 esldento da Repú blica, general Ernesto Gel el, afirmando que nã0 deixarão o Presiden te saber que Cuiabá ,.não dispõe de rede de esgo tos; que a sua p >pulução é constantemente amea- çadu pelo tifo; que o I cllce de mortalidade In funlll ftre a Rensibtlidu de do mais cruel, cio ma is brnlo." Na expressão cio orador, o Sr. Presidente Erne -to Geisel verá pe nas uma mullidiio super lotando o estHdio a u:,luu di-lo .. e o Gc;vernudor sorrindo. Lembra a hones ta Pn·ocupuçiin <lo Pre sidente da ltepúhlica com o., prnblemus <lo nosso Estado e informa que emlssarlo do ministério dos Transportes, por re- b)- Divisão 1)- Teoria da Ciência 2)- Teoria dos Valores 3)- Teoria do mundo e do Homem ... j «Lógica «Gnosiologiu «Epistemologia -Axiologia -Etica -Estética -Filosofia <.lu Religião ( ou Hieroeofia) »Cosmologia Vejama.~ ent!ío: Lóg!c,1:- é u ciência das leis ideais cio peneamea to. e a arte de as aplicar corretamente, à procura e à demonstmçõo da Verdade. Gnosiologla:- é a Jiscipliua que filosórica,nente, estuda. sob todo· os aspecto possiveis o conhecimento hum1tno. Nota do grego Gnósis - que sigoifina .::onhecimento. Epistemologia:- é a disciplina que estuda teorica mente, o saber cinetifico, justificado pela filosofia, verdat.leira lógica do saber cien tífico. Nota do grego Episteme- todo saber e toda ciên cia. Desta forma procuramos detalhar t> definir o que primeira parte da divisão, ou seja a Teorir, da Ciencla. Prossigamos agora com a segunda parte A Teo ria dos Valores: Axiologia:- teoria dos valores, que investiga a natureza, a essencia, e os diversos aspec tos que o valor pode tomar na especula ção humana. ota; do grego Axios, valor valia e Logos, teoria Et!ca: - Como disciplina filosófica, a ética distin- » Antropolosia filosófica ( ou Antropogofia) (Continuação) gue-se de todo saber meramente pratico e normati vo, por quunto contitue o conhecimento dos va ores Morais seudo portanto. o l'undamento lilosó fico da conduta humana. Noto. Do grego ETHO '-que significa costume. to da via é com Aristólf:les que pa:-sa o ser a ciencia da Moral Es'tética: é a l'ilosofiu da arte e tem por objeto o .,fazer" lrnmono isto é. a obra, a ser reproduzida pelo homem, estude por conseguinte as cbra hu manas sob o ponto de vista dos principias uiver suis que a devem orientar. Notu:- cio grego Aisthetico . filosofia da arte. do belo. da critica e do bom gosto, sensação «teoria do belo». Filosofia da religião:- é seu estudo no sistema da Filosofia, em o qual examina os ratos rorn animo de encontrar neles as determinações e!l.,enciuis ela fé religiosa. Aquela que contenba mais puras es- sas determinações erá a mal perfeita. 'gora então procuraremos 1e!inir a ter ceira e última parte de que se constitue a letra b deste nosso primeiro ponto ele um programa de Vestibular. Cosmolngia: é disciplina que estuda as leis gerais e a contribuição cio Universo quer sobre o ponto ele vista esperimental, como sob o metafísico. 1 ota.:- do grego khosmos- uiverso organiza<lo. Antropologia Filosófica: E o ramo da filosofia. que coocerne a- essencia e ao carater distintivo do bo mem e o lugar que ele ocupa no Universo. Nota: Elementos Gregos Antro-Pos, hon,em Logos palavra tratado. Na próxima publicação dt>stc> jornal inicia- remos o 2 ponto ou seja: Primeiro Período da Filosofia grega comendução do Presi dente, estivera Pm mato Grosso para saber a ra zão de a Cidacle da Fron lelra (Corumbá) contl uuar ílhada e aR obras do PRODEPAN afio cor responderem aos altos recursos liberados a fa vor rJaqueh• Programa fedem! •· definindn a es trada Transpautaneira como sendo "elefante branco. obra <'riminosa da administração pas a-da .. O povo de Corumbá esperava, agora com o PRODBPA , u uu aida rodoviária, e viu seu de sejo suforaJo no Gover ro passado pela idéia in feliz da Transpantaueira" Ao flnalizr.r, o depu tado Jesus Gaeta decla ra sua esperança de as sistir na Nação. .. o exer cicio amplo da demo:!ra cia. porém, com ordem com l"ensatez. trazendo p:!rP. o tabuleim úa dis puta a verdade, renegn do a mentira, a falsÍda de. a hipocri ·ia e o en godo." DOCUMENTO PERII!DO Sebastião Zacarias. extraviou seus àocu meutos: Carteira de I dentidade, Titulo de E leitor e Caderneta de Reservista. Publicação que se faz para obtenção da 2i! via. Bela Vista, Junho 1976. 1 1 ; RECEBEMOS FOLHINHAS E CALE· DARIOS PARA 1977 Façam Seus Pedidos as SRFICA TRIRUIR DIA FRONTEIRA MINERDÇIIO B0DOQUERI LI "Produtor do aláreo Bodoquena" km 54 - o1via Jdin - 3ro Murtinho "Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso" Escritorio em Jardim - Aveµida Duque de Caxias (ao lado do Hotel 01ie.nte) Cx. Postal 8 Adalberto R. de Sant'Ana Embora a t1l11011lmla 011tre os dol11 termos trniu J)f'rfolta, é hibllo •omrngracln 1l~slgnul'• e Educaçf111 o Ei•sl110 que é d11do uo sentido de formação dos llonll Ul'lu,; e costumes de 0011(orml· datle oom os Ideais da socled1Hle e da clvillzu• çilo. e11quanto quE- Ensl• no npll('H·1<e u Instrução, no ensino que é minis trado de qualquer mate ria Durante certo perío ,10 uma <•orn•nte cm efi· tudio~o• • ele, pi·oblemu educaçilo l'11tendeu que 8•1 uilo devia fu;wr quul quer restrlçii.o ll'IS lllllU· ruis impulsos tlu criança para eoitar-se a rorma cüo dE' complexoH, 11uda devia ser-lhe proibido. ~luitos pai· uns por quererem demo8- trnr qu•~ !'Rltl vam P.n, em clia com os dllamAs da tH.iucaçüo moderou, outrog por i11capaci1iade ele e fazerem obedE'cer, uulros aiudu por puro relaxamento - deixam as crlH nças crescerem u eu bel prazer, fuzenclo e dlzAndo que bem en tendiam, praticando as maiore barbaridade , verdadeiro monstrengos ens:rndecidos. 'eguindo essa mo- / educação e o en sino sempre foro m e trnmp,·e serão ele magna lmpClrlà11ciu. Ueve mere cei· cont1,1uuclame1:le t maior ,ttenção mi.o só dus autorld·1des goverm~ mentuls. mas lambem e p1-iuclµalmente de to dos aqueles que direta mente tem o riever Je ministrá-los; p1is e metl tres. J ouvi eminentn con[erE'ncistu, <·ateclráti r.o da • Universiclorle do Hio .d" ,Junciro. ifürnar que llO!i pui cn bE' u e ducação; aos prnfesso res é <ludo o encllrgo du Instrução. Quct'-me, porém, pa recer que é obriguçio primordial. ,le"er lndo dioá rr,I, tanto dos pni como dos professores. eclUCll' o melhor possi ve ll. inlâncitl e a juve11 tude. Compele u <>s pais educar t• provill111 ciar para que o;; filhos fre quentem os estubeleci m,:,nto;; tle ensino; é tÍ<l al cada dns mestres educar e lu::-truir. No pode os pais querer tranf.ferir aos professorPs total incuru hênciu rtt• educur e de instruir. Tmnbem não 110- clem os mestres querer eximir-e do dever de 11clucur. T»ntn <le uns como dos oulros é u rei;pousa bllldade riu tornrnçiio du persomilldade, do desen volvime11to da mentnlt• <lude, do aprimoramento Jct iut-,lectualldade, ~a in fancla e da juventude. daqueles qu'3 terão no futuro a re:;ponsabllida de de eour.ar, de Instru ir. de produzir. de orie!l tar, de defender. de go vernar. Tnmbem s•1bre as autorillade~ org,p1lzado ras e d.trigentes do en sino, e dos legisladorrs da matéria. re::ai con11l derevel parcela de l'f'S· ponsabllidude. Ressalte-se que a e ducação e o ensino ln Iluem direta e decisiva mente no rleseuvolv1men to e na civilização dos povos. dt:-t·na ei;cola muitni; cri a11çt18 lOl"llUl"ar,1 !'0 jo· vens completamente de ,n•nC'amiuhai!oH, de1-wri· eu ta dos debate11do-8e cnutra a durn 1·ealldude da vida, u PJlll'(:chocu reru •!ie eutro oi; limlle11 estubelocido1, pelas cli· versas leis que regem o cidadão d1, um povo civilizado. A maioria dos mar gina! por não ter fre quentado e colas, mas certamente não será pe queno o n dos que são re ullanles da tal escola moderna, pleno tle per missividade. A experiepcia pro cluzlu rapidamente tilo bárbaro Irutos que to· ctos puderam vn, em bom tardiamente, que a famigerada educação moderna é pé ima. é pura e simplesmente fui ta de educaçã<', com a "Orf,!ilo Independente à ervlço da Região" Ano V - Bela Vista - tlT. - 13 OG 176 - • 211 ROTARY É PERFEITO? Conta-se que P,rnl Harrls, já bastante ldoeo. vivia seus últimus dia., 110 recesso tranquilo de seu lar. quaudo uumu tarcle. foi vi iludo por um jovem e impetuoso rolario.110 qut- lhe dirigu, inllólit,1men te. a t-P.guint,, pergunta: "ROTARY E PERFEITO?". Com o seu olhar prolunrto. di forçando ligeiro e honrtosu orriso entre os lábios. o nosso grundE' e inesquet:ivel fundador respo1.1deu com muita sirr. ;>licidurte aquela pergunta tnnrJaz, dl:,:endo: "Não. meu fillw. J!raÇas a üeus R<llc:s ry mlu é· perfeito, mas ele é absoluwmente perfectível. de'penrleoclo apun&s ,la sua coiaboraçào. da suu participaçàu e <lo seu entnsiusmo de novo Rotariano. Aiii:i!", a cada momento, você poderá tor.1,n· Rotary mais pelfeito··. P,1ul Harrls, que jú viviu nessu época o~ e!' pleuJores da fama de ter sido o u.rquilt>lo ideali zudor de obra lào tropolgante e tão vitoriosa, po del'ia, evidenlt>mentl', ter eludo uma outra resposta mais altiva porém menos "aioa. eucerrando tl'ês gruarles lições. l11iclalment1:, Paul Harris nos ensina n i,;ermos humildes, reconhecendo que, por mais vi toriosas que sejum as uossas acões e as nossas idéia11. de,·Mecios sempre consiJerà-las ínacabadai e ú espern de novos impul,;cs. O segundo conceito profundo que tiramos da resposta de Paul Harris é o do esplrilo arejado de renovação. Já bastante idoso ele tlnba o dJreito de ter seus pensamentos cristalizados t> fossilizados, achando-os definitiva mente certos; mas aquele homem. inspirado. nos deu também uma demonstração de seu espirilo re novador, sempre aberto e pronto a receber nevas sugestoes, vleando maior perfeição. A terceira li ção, pal'u mim a mais linda, é a da v1,lorlzaçào do homem, que é rotariano. O diálogo francl• aberto I:' fraterno entre um neófito e um gl'ande co~hecedcr de Rotary. nos mostra que cada um de nós tem u11111 mensagem que precisa ser 'IUvlda respeitada e acatada. O rotariano de trinta anos ou o rot,iri ano de trinta minutos tem a mesma possibilidade qe fazer ouvir a sua voz e de pr<1clamar o seu ponto .de ,·1sta. desde que haja critério, bom senso tnieràncla e amor à verdttde. (Transcrito do Boletim Lenç6!s Rotário) CO!Hi<'ljUCIICÍU lógica e deRHtllr<)!,II. ,Já hoje os c,;tudio- s O 8 t-N)Jt'Ciuliza•]ON d o Uf!f,UlllO reconhecem que ha a bsoluta UPce,;l:'!ílr1<ltl de se educar, de se llbc1- plinar convenientemen.e a infuuclu. e a juv!'ntude para se ter o actullo devi damente prepurad,, e • assumir as funções que lhe cuberão uo c0ntex- JUIZ CONCEDE ENTREVISTA Á ESTUDANTES ,Juno, da !la. Série J., lo. grau do Colégio Ca-telo Branco querem saber do an lamento das quretoes leito r.,i, tla 1711. Zona, Jr,lu Co• murca. Pnm l11nto. foram en rre,·israr S. Exa. o ~I. Jui,: eleitoral que em certa+ res postas claras, pos ao alcance do- estudantes o mecanismo eleitoral que orientará ns elei ções ele , éreadore• u 15 ,!e o,·embrn ,·ind,,uro. Abaixo, a integra da oportuna entrevista: r. Dr. Juiz: O, coorlu intes alunos da !ln. ,éri..- dn l.o Grau do Colégio Castelo Branco, ,1..-,r.a cida<le. qu.- i nrumbicln!i ,le entrt=vi-=lar . Exa. a respeito dos assunu tos eleitorais, ao enejo da nproximação <la-. eleições dt: No't:tnbro v-iudourfl, vetn à nrc .. rnçn tlc V. Exa. com as ;eguintcil pt.r!,!Untn:- t'"1-clare,·e doras: p. Sr. Dr. Juiz: A legislaçào eleitoral e ,n , i"'or não foi ainda ohernda p~>r qual quer novo dispositivo do >u penor Tnbunal Ele11ornl '! R- . lc::islaçào eleitoral wm ~cndo conr1,antt'mt"rilt- nherada por novas disposiçôe- eleito rais visando o legi. atender a t'.'volução r ª"' nece~~idade:.o1 :-o cii- da coletividade brasileira. P. Neste Municipio a elei ão apena- para o legisla ti,·o munic:ipal ou tamben abrange o executivo. isto é, a do l'relcilo ~!unicipal'! I- No nos-o municipo, a eleição abrange apenas o le islativo municipal em decor rencia do município encontrar e na faixo de:: fruntcirn e de clarudo de 5egurnnça !'iacio n.a.l por ... E:c.a o PrcPidcnte dm Hepública. p. l'ia eleição dos ,..,._ ve rcadorct- que nlWJ.lmt:nte ~ão Sete, haverá aumento de ca deiras na Camara em virtude do cresdmento con,-1:inte do n·o de eleitores ? R- Possivelmente o nosso mumcipio talvez consiga au mcntar o n·o de cadeiras no legiltivo municipal. depen dcndo e.ic fato de todo o cid:idiio bcla,•i.icn,e procur.ar ". Ju.iiça Elcitor.1. tirar o seu tuulo e ,~ir :i tomar-~ dd:a dão P- ll_eriti•i'imo Juiz: Quan 'º! rle1U1~ estio inscritos ate a preente dal!l n rte mu nicipio de Bela Vista. <JWlnto, na 1711. Zona Ele·,e ral? o . R- Até o me, de Abril dia 30 existem no municipi l.9;!8 c-1..-itore,., sendo 258.'l do :-exo ma,-c e :!-.IS femininO a zona eleitoral e; }, zé_a do seis o +ái u e'e1tores, Aí está com,no os e-eol tt • e interessam pela« coisa tv 1rnci11l co11amltf1rio. Os beneméritos me tres, diretores, delega dos de ensino, que de• nodamente se !'ucdflcom para ministrar, iuspecio• n11r e tluperviHio11ar a ecluc·açi1 o e o f-lli<ino. são dignos do no 0 mais veeruentes aplausos s:io credoreR da nossa mai!l g111cera grntldllo. Bela 'ista ;1ll, O:l de junho de 197ü. do nos-o municipio, princi p.:ilrnenre .-1.-iç<i.-• ,1ur vi,am a_escolha dos cidadão que irão rcprt-~t'nt.ar o po, o de nu<õa cidaJ., na Cnmara ~luni cipal. t'nlro•undo de.de já na palpitante questão polític.i que deve interessar a todo jndi, iduo conscientt" do,i, t-cus deveres perante 11 colirividada de 8Ua con, ÍYencia, como r prnpri11 nação. Eleição é política que gira em toro do interese coletivo. No rerir. democr IÍ<'O, todo cidadão é ltvre e goza de liberdade, é um a lor d.-nrro de todo poi, s6 assim poderemos imaginar un,a democracia perfeita, quando todos os homem tem garantidos seus direito» outogados por lei, perante a qual todos são iguais. como no regime brasileiro, por ex. Aos político.:, a ideia der e joe escolares já é uma esperança para o futuro, poi• veem nos seus geto, a for muç.:lo de, uma no mentali dade que etá ressurgindo em nos juventude untes ligada a vicios condenaveis (toxicos etc). dcmo~trnndo n,,uro no,a personalidade, atitude correta digna de encomios, longe daquela conduta excêntrica e em coerencina na ,·ida cotidí• ana. E bom que isso venha acontecendo. Que as escolas pro<lu7..a111 boni; cidadãos pur.J a no .. !'>a socit"da<le. t.ào modr.,.... nu. que requer homerur. equili• brado,. de cultura, po,suid,, res de inteligencias lúcidas paru eoderem pro•e=irem n• ('aminhada St"n:1 firn ~lado a Ja ... <lo com t, progresso grandio~o qur aguarda a nosa querida Patnn. Que e .. n juventude bra.;i• leiru .•~ BJ~oi': na política de mocrnt 1ca,.,eJ11m bons demo <'r:itas, eorque. como disse o mestre dos mestres .. Aristo1.c lena sua grilndiol'B obra . PO LITICA:" A democracia teu· a ua origem rui cre.nça de que s;cndo os homens iguais sob ceno aspcct.o., o são ~cm tudo.~ ,. H. o ::rnndc pensador Jose_ H.,nriquc odó. diz:i:r: " A democ-racia e a iencia são, efetivamente, os dois in ubstituiveis suporte sob os ~~g nos.ga eivilizat,.".ào de.can· Os jovens devem meditar obre isso e buscar um solido conhecimento nas colas, ad quirindo os meios da propria Ji.Obrc,rn CDC'l:> n-o futuro qu:in· do uma surpreendente inova- 4o mental exigir dos bomen virtudes morais que os ampa rem no rc, oluc-ionurio turbi IhJo de idéias e novas inen ÇÜt-s que o avanço ininterrupto da nos«a civilização reserva-o J>ara dm~ nào muitos rt""moto, J ) 1 .. [ Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº213_06_06_1976 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº215_20_06_1976 Voltar para a lista de itens