TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº245_17_04_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº245_17_04_1977Número da edição245Data de publicação17 de abril de 1977Número de páginas8GeoCoordenada -22.09853950927132 , -56.52807433633679 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº245_17_04_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ------- -------------- 1 . - 1 1 " ,.,. 1 . , .r) J,) E>ct::;!!sào da Lei Falcão a todas a::: c.e:içõos diretGs no País ). artigo+ publicados com nsintutas dos autores não traduzem a opinião do jurnsl, propósito de rtimmtlar u debate do problema« uuiripui e «d refletir a- !ir»s íundauor e Diretor Responsávil lvaldo Parira ---·----- - ---- ---------------· r r lfo quP <':J)]irar - "are" E lalirn, Hlg fica 'arei.,", Nos fiteutros de combates de !adidors e do cristãos com fera, o el.Jiiu e:·,1 d,• •1rein. Uui p:i,:,;, u a desig nar pistas de toumdus e l'i11alme11tc c-Jr cos e pistas de espetáculos esportivos, Plc. N:"1,> há 11 nhuma 111'i111dade tlimoló gic<t < u ~rm:1.ntícu t•nlre o titulo c!esta i:olun11 e o nonn• do Partido, AHEN,. Mus o caso é que l'III curta clnlilo'.!l'a Lh4 "leitor ureaista", de puso que nos trn1um.ile "f('l!CituçÕl'H'' porque e,tt• jor al 'buixou o Har,ufo l'm no~-o dirPtório", também nos censurn por havermos e>que ciclo col~u~ mai,-; sr•rl111, quP n m, lezn doi- 110,:sos politicm; sombru-,gu .1 fresca ,c11pa lll-l,1rgo, irnprovitl, elos c,,mo chefes do nos,:o l'urlido ... Logo rle enlrad 1, "coisas mais sétius qu,1 11 molrzn" é portugues-buclH', p0i,-; seu professor dve lhe ter ensinado que PS cornpnr.,ti-o:,, de ~uperio1iclnd(' l'Xigfm "do q11e•·. e dnmo,-; zern ao mbrulseo "irrqm,vizu lo"cvm "z", muito embo1 u tarn bt->111 1uuito-; "prnlessoreti' all(km de qu., lro com o "ti" i11tervocúl1co. E quanto ao conteúdo da missiva, nin !(Ul',• "bui:xou o sarrafn" Pm ninguém.<' inguém "buixou o ,-.nrraf,,'' em nrnguém Pimpks1m•nte porque THIBU:-IA DA FRON Tl~IRA nfto toma us dores de nin{rném, u t:[w ser do povo, e nilo fuz movimt>utu cf'nlra ninguém. A imprensJ. lem nas ,u :. ruãns os d stinos dos povos, e dilí cou,:1de1umos a mis!-i1o do j11rnuli:;ta pu lite, (0 que s01110,), n,1 pltni!UdP dus ,u 1~ respnn~abi11duúes p:: rn e<. rn os que 11.J s :are! as puliticus P a<l 11, iuistru tivas c ,,st uerr. o futuro cnndigno pura a Na çJo, : que.! aqui tc1mbém nó,- pertencemos. .li ;ter é f:cu,· 11l> 11ma vez por todas, que ~nmos imod1ficuvelm,rnte imunes à malig ui l ,de e a instintos infetioreti, somos ub ':il>Utamsnte infeusos a tt·lcas e futricas, porque o nível moral em que nos sitU<l· mos não hospedn 11. pusilunirr.idude dos 11lcovileiros, nem ngusullm o ~abotinis,no d(li, quE se julgam ser o que não podem :-t'r. Fi:Jumeutt• núo visamos a ninguém. :las como ··couv1•rsa puxa con''l•r;;a". o L.to é que us realidades unas e cru4ds d,t 11oss 1 .ituali·tucle r,ol!t1c? .. longe estio <le correspondE-t' à~ ~xpectativas do Pnr t1.,., ti 11, 0 ::,e I f.,içonm às d-> povo, que eute frustradas suus esperanças, e isso prque u nossa situação politica lhe fui· la " indi>'pensúvel ncorrto fun1l••me 11 tal ,'utre o povo e seus repres,•utuutes. uos (}Uni~ pt.'s:1 n re ,ponsabili,iade de ,-;erem ·t exprd'f':io lgl da comu1J1dn,te. . Ora o que parece inca ntestavel é que a ma:ginílizçüo do nosso Diretó rio p "fores ocultas" aliás conheci tas 11<.-ixou de ser ltente pur ter llugracl·•, e: n"' s.1s L'vidênc as l'irrnum s .º alerto. ao Dit·etói-io autes que e::'5e clima ume llÇàd01· que 'nos nbaía se emprenhc: rle crises aborticias que levarão_ao %S lucelam.:nto da uuidaJe p 1rt1daria, e~l.1- celame1,to ,liús que pu:·ece i.'i. e'ti,.- "'.° unss, na fugi;iu simpatia popular Pa! " d. t, piam voto 'Ü'.11 !JS (jU.! ; ill ,l 0.1 e' ' • ,. ' . . ,j uo ·leitado, confia:e e -ohd..tieda! "'· . . • j • ,·o 1Iacao • mnu:to pussi l±ete nl ' ' .s p.li.que-. , Ieo :S::"1,1 s . qul'1r:.:. •·turupar o :iL' e , clach' nun Cl'U:J é eei.a:', porque u ve L J. Barros S nnnú í: quo polilicnm 1·11te trnnsfornrn:nm f>pJa Vista em pu Etriro d,· etIcI cncus p,•r,or,:. li<tivas, e esses erupíeios subjetivistas afastaram-nos de todas as árens pli!teus de <'Ujo 1tp,,io niíri pod,•n;oJ abrir mãri, ,i:sembll'>ln, C:lrn,,ru e l::ieund'>. l'ollt>mo1- J.,l't"Ver as cl• ,- 1,tro,; 1, con<:1equéncia• que collH.'l'l'íllO!- dr,s • tor me:,ln~o e1'llndo ele coir,,1s, p.,i,; uma é ce ta: "Qntl111 ":'mei'1 Vento Colhe Tempestade" : esa tem pe,;t:ule j) SP :,nunci,1 em ronc0s eh• tro 'Õ,'s ao IOllg'' .. , i:lo eombalt·mos o Dir,•t(,l'fo, sim alvertimes a 'gregos troianos" emn :!el'lll, do qu, no fim de tudo isso sobra- 1·1>1 pu rn o povo Fica os ruIu~os membros do futur:, Di l'Ptório, que te11hun am11r :l SUi! tt•na, o cleYer imnre,;,:ritível de lev11ntarPrn na. (Desculpêm o trocadilh•>) . D,· eorte que nir;guém '·baixou o ~lll'· ruro" Pm ilinguém, <'sptciulmt•nte 110 Di relórir. onde temos am:g s que respeita m f-l e pr, zamoi-, e precisaruenle pt>r is· so 11.i,·erlimo-lo, poi, sun figu•·n. rJ,.,·o que está sendo i. pagar!n, su:i. pn,;vnall dade ovisente é que estn sondo murgi naliz,uln, l' ~uu ault•ridnd" irwnrl!··~túvel <' que p,tú ~cudo uwrpéHia. Solapam-lhe a sobrevivência, eis tudo. Foi pois o 0osso, um artigo de cola poraç. sem propó,itos de cl••molicilo, e muito ruer.•,s de qu tlquer nmbiç!1o pe, sol, e tí10 pouco de no,; ass•;ciarmos nu c1,,511pr,-ço t' uo :.l('<respelto do;; qu,' f:, çm o Diretório alvo das suas m,1nobrus provoc,1tí1•ai;, ou de sin,ples deboche. Nossa atitude luterprt'tU () penSllllll'tllO do povo. e IJ<J i;cin cl1> povo 111nc..la nflo ouvimo!- um '':-Dr' de apoio uos destem pero,; político• que e,;tí10 mandando tt aut ,rida de do Purtid.> para n ··lJrejo"' e o Diretório, "pelo cano" ... j' __ , .. ,f l"ff'ÍfJ ,t l ,,, IT ... a lnid. No fia explicito que os canudhatoa depurado fedral e as m@dor [pelas diretas) cama jitos l retrirs de pu4anda palita. tCalera , tt i! +'ater oportuna' lt'lllf' li 'f'il'~IHu. ,i, -1--- $ 35 G0/EN4.D0E5 [7 SER SERÃO E#TOS Essa elieio será feita pelo ms0 e6- lég,,> que eh-g, rã o go!er:rndor._ O, t,u !ros dois n.dor s ser? seolhi!os p·lo ,·r.ro d•l',•t·1 e secn·t ,. Pou(.'1·u Iir1vci- a!c: 3eandl..tos per pr ido, ou sj', {rs su blg ndas. Cada sena!r ss:à eleito cor cloh suplt·nlt>,. f~ f !ln per de11,t1-: conhecirln qtll" a er, nresa r·<lltnra r)t> •l• jornal -GllnFí C. E EOITOR ,f'A .(1•,Jlc11-St' ta111bsm o etr d·impressos merclus, eonfee çil,i de l>. let11:s, Yer, !,;i; (Ir, folhlnbas e cale,dá ios, a[óm de ir ú:netos serviços l!f!'tdl,'l ,.r, i;er1,:- gr .. f,,, .. Umn c·mprei:a j rnalbt·cn, IH> int<-rrnr. precl,a cliversl fiear suas atividades nr manter ,está. vel" a ei"cul içiío <lt> urn J •111:il, s 'do as,drn: d 1·r rnar:ei· 1,111 alto p 1drfio dl' org 111iz,ção p·II·11, co ;10 outra ernprl'SU qualquer, render Iue os e vstar em con tinua evolução. Visando esta slst-miticn •:dP.'1inhtrullvu, !1 fJil'(·(flr, da ernpre-a resolvrn nclota1· uma série de rPformns :,;end) a primrira a nom, çf,o de um GEHENTE Gl:íl,L para c-11i '.ar do!< interes do setor gráfico c 'IJJt•rcial. O element11 E:'('Olhi lo pata esta função é o senhor ERN ANDO FRANCISCO GASCO. ex gerente da t «SAS PERNAMBUAA em 3ela Vista. O j· rn-tl i i::tá ugora tok'll ,.ll•nt..- intl, pc·nr·ent~ da GRAr;JC., funl'i ovando em prui anexe e cnm equipe própri. O Redutor l hefe da TRIBUNA e dos d m is jorrrnis do GRCPO, r!?ixa a din çüo cr,mercíal (que ucumulav·1 em pn juizo de jornal) da Empresa e passa u dediv'lr-se i xclusi';,,1:.ente aos jor;,als. r partir de agora, os clientes da GR,FICA EDITOR.-. .P, fPr11,, ll!endi d,,,; pPla equipe Jn senhor GASCO que foi porueado com amplo!< pode:·es p11ra res0Iver qunlquPr as,rnuto con:;ercl11l e 11,lmim,t~ativ,1- . mud;rnçu ope111da na mpesa, refletirá numa melhor i'l global dos j•1rnais que terá uma equipe de re portu gem para cobrir qu,dQllt>r nconte cimento no sudoeste mtogrossense. O kitor sentira g: adalivameute urna melho· ria no padrão edi:nrial e na confeção do;_ jornais. ViE:nndo sempr,i faz<=r um jornal adulto é que n direção resolve mudar para melbt:r. l7 CO ·ECilO Esse colégio leitoral -erá integado p ·- 1.1~ mrm:>ros c!a A,,<erubléh e 1!Plegudcs d1s üm rus (caia Cümara iudicará um 1 Jei 'gado. mais um por ·;otJ mil hll.bil.!n- 1~$ dfJ I uni ípi '· IIUIII l<•tal d,• P<'IO me. 1 no, dois. O.,;_ nndit!nt1,:1 serúo esc !bidos par co;:Yt!nÇi:o rio purt1rlo. IC REDUZIDO P"IZO DE 1 _,f LEGIBIUDDOE de seis para dois meses E-sa me'idn' segundo :is PXpltet1<·Õrs dos poli ticos govt-'rrtiRtaf', visa a in pet1lr que 08 oeupun tt'.S de c..1rg,1s PXJCUtiVOS abntonei com muitt nn!ecedêncla ,-uas tar . fas admlnisl!'ativos pura caudldatar-He a novos Clll gos. il Consf ifuição poderá mudar com quorum de maioria absoluta As emendas consti tucioaals origír,árias do Congresso, para poderem ser 1;1precladas, devei ão contar com as a!!sloatu ras de um terç., dos membros da Câmara e um terço doR membros do eoarto. A& propost,,s do Executivo entrarão ctfretameate 1Pbate. Os manda1os dos Presidentes da República serão de seis anos :. eleição do próximo presidente. u !5 de outu bro de_ 7_8. será feita por um colégio eleitoral com pus.o dos rue.nbros d, atual Congre,,.8O e reJJre sentn.n_tes das atuais A , sembléias Legislativa (ll e3 delegados. mais urn por milhão de habitante- em cada E,atado). • • Tribuna da Fronteira ------------- R .G LAMENTO O CIIS l TERIÍR O E HO O Jornal <1011 Municípios Mutor;·ossen e, utruvés do sou Diretor jornalista Hé lio Leito, objetlvnudo contribuir para o desenvolvimento dus allvldúdes culturr • Is em nosso Estado bem como para ho menagear a Capital Matogrossense, lan ça o presenta concurso cujo regulamen to II baixo segue: 1 O interessado deverá escolher na va riedde do usunto, o que for de sua con veniênela, desde que enfoque Cuiabá ou qualquer um dos temas a escolher abaixo a- Cuiabá nte a divisão de ato- Gt·osso h- Cuiabá e o desenvolvi nento do com. plexo urnazôulco c- Cuiabó: o berço da civilizrço e da cultura mtogrossense 2- Os trnbnlllos deverão ser em proso. ou em versus 3- Poderilo portlclpar inteleotuala, fun ciont rios públicos, estuduntes, prolesseres 4- Os tru balllos deverllo ser datilogra farlos cm espaço dclR, de apenls de um ludo do papel tipo oficio, sem pautu, as sinado pelo respectivo autor. constando endereço completo de suo. residência. 5- Deverão ser em trêd vlüs, com no miaimo l Juuans e no máximo 30, po dendo fiel' Ilustrado, tanto com fotos, de enhos ou recortes. 6- Os ll·obalilos c!overão ser entregues pessoalmente ou remetidos pelo corre io, em nome do jornalista Hélio Leite ru u Arlindo de Andrade, 7I3 - 79.100 caixa postal 711 Campo Grande MT, ou à ru a Joaquun llurtinllo, 261 - 7 .ooo Cula b MT 7- Nilo poderá haver rasuras ou e mendas nos mesmos 8 Os interessados poderão participar até com dois trabalhos, Isto e: um cm prosa e outro em versos. sendo que a pena um será o classificado 9 Os trab11lbos deverio ser remetidos ou entregues pessoalmente até o dia 20 de junho de 1977. lo Todos os trabalilos, premiados ou não, poderão deJ publicados com os di reitos reservados ao Jornitl dos Municí pios Matt,grotlsenses. 1º prêmio - Secretário Louremberg Ri beiro Nunes Rocha Cr 5.000,00 em prosa 1° prêmio - Secretário José Ferreira de Freitas CrS 5.000,00 em versos 2º prêmio • Professor Osvaldo Roberto Sobrinho CrS 2.000,00 em prosa 2° prêmio - Walfreüo de lloura CrS 2.000,00 em versos 3º prêmto - Deputado Horácio Cerzósi mo Crs 1.000,00 em prosa 3" prêmio Dr. Bernardo Elias Lahdo CrS 1.000,00 em verso 4º prêmio - Jornalista Hélio Leite CrS 500,00 em proso. 5.o • Prêmio (em espécie) 6.o - )) ( )) ) 7.0 - )) ( )) ~ 8 - )) ( )) 9.0 - » ( )> ) 10.0 " ( )) ) , 11 • Todos e qua fsquer Informa ções deverão ser solicitadas no Jorna llstn Hélio Leite ou ao Sr. José Lino du Silva Campos à Rua Joaquim Murtlnho, 201 - 78.000 Cuiabá - Mato Grosso. t2 - Pura o envio de alguns In formes, tais como prosectos sObre Cuia bá e região amazônico. (mlmiogrufo.dos), para efeito de pesquiso. deverilo enviar CrS 20,00 para despesas do material e com o Correio. Gráfica e Editora Apa CCC. MI' . 03.201.266 0001 Isr, 13059234-5 Diretora ]?esidente: laia stela 'U. [reira 0irtlor 'Responsdoel: ..J o a Ido /1 e r e ira 9rente geral: rnando Trancisco 9asco DEPARMEHTOS: R e d oç ii o: José ~lorio de Borros e osconcelo, ( E d i t o ri n 1 ista ) A r te: llélio Guedes Corrêo C ir eu 1 o ç il o : Jane V e lasques Com p os iç il o: Petronio Leào, Lyberocy Lino Altair Marques, Regina Mendes. O fie i n n (C 1t e ( e) Adnir Aaiceto Redor.ão. Atlministroç:lo e Oficina: lluo Duque de Corios /D Cx. Postal 23 Assinatura Anual Belo isto Dcmnis Municípios CrS 150,00 CrS 180.00 A Sua Participação é Imprtante ajude O M08Rftl o E L N:1o é sem rnZéÍ.o que a doua de casu trula com desvelo a prnturla que ela usu com tunto orgulho. Para conser var eu brilho e beleza pelos anos ufo ra, a prataria exige ·idados spectais, T'6entes da WolIf. centenriu fabricante de prata de fama mundial. oferece estes conselhos para conservar faqueiros, bnut xelas e peças ele pratu. Convém segul Jos. O maior inimigo do metal é sua vulnernbill:.lade à oxidaçio, que escure ce us peças. For isso, a operação da limpeza deve merecer auita atenção. Para facilitar u limpeza mergulhar as peças préviameute em gua morna com um pouco de detergente. Esta operação elimino a eventual gordura depositada na superficie. A seguir, vem o polimento, u parte mais import:.rnte do processo e que se faz com os polidores de prata. Não esquecer que existem dois tipos rle poli dores: um que remove por atrito e outro que d1::soxlda por reação química. A pró pia Wolll desenvolveu este último tipo de polidor, o Wolffin, que além de dis solver quimic,unente a oxfd'lçâo. deixa sobre a superficie brilhante, uma relícu lo. protetora lnvisivel que impede nova oxidação duro.ale meses. O outro tipo remove a oxidação por a trito, o que produz minúsculos urranhõPs qu1: encur lum a duração da peça e onde a oxida ção se refnidarão lego termina a limpe za. Pa,·a a límpeza final e brilho, usar flanela ou camurça macia muito limpa, pois a presença de qualqurr partícula dum no tecido, pode provocar arranhões microscópicos. Ao esfregar, fazer em sentiiio longitudinal e nunca em movi mentos circulure . Assiro o brilho fica mui intenso. , T ST MU DO IN a Ttt (dão Carlos Batista) Criança Esperança, da vida em flor, Carrinhos cirand1, Bonecas tambor. Solicitamo ao rs. A • soc1a- dos do Clube Esportivo Bela VJsten e. que compareçam à Secretarfa do Clube para tratar de assuntos de seu inte.resse. A Diretoria ri1çu ternura, Com muita alegriu. De pulos e pipa8, Tudo é só fantasia Criança amor, Da vida da gente, Que foz o mais rude, Tornar-e clemente. Criança. criunça De bom coração. e deixa brincar, D2 !.'Ditar balão. Criança slegre. Que esconde a trlslez ,, Alegre se vive Com muita certza. Criança peralt!.1 Que esconde o brio· quedo Dividas com outra, Que briuca sem medo. Crianças, CriançJi;, Não Importa a cor, Um Viva a vocês, Com wuito amor, ) ER 1 - 11 Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova Bela Vista" Crescemos de mãos dadas com AGRlCULTOR e O Povo Belavistense Avenida Teodoro Sativa Perto da Ponte Internacional - .. Bela VI«ta MT. __________________________ , T:..:r:..:.:ib11na (jn Fro1JH·lrt.1 17-477 I_I p Revendedor Motocicletas Geradores - Rua - Auto:·izadn - Maiores de YAMAHA Popa 4ssistência - Técnica e Peças 905 Marechal Floriano, Ponta Porã • t'vt. Grupos Acessórics para todos os carros Nacio nais parabrisas, escapamentos, rodas corn~oles etc. Instalações de auto rádios e toca fitas. Vendemos - Colocamos - Garantimos Rua Marechal Floriano, 905 Ponta ?orã Mato (jrosso Dr José Ribamar Cruz da Silva Partos, Ginecologia, Clínica Geral CRM RJ 17.937 -- CRM-MT 439/s - CPF 05 043377 Consultório Rua Quinzt de Novembro, 481 - Tel 200 BELA VISTA A Editora Apa, firma proprietária e edito:a dos Jor:::ais TRIBUNA DA FílONTEIRA E CORI<EIO JARDINE E comu~ir.u : pruçu que u partir desta duta o senhor Ernado Fran cisco Gasco é Gereme Geral da mesma. Devido a fase ele expansão que ora atravessamos, mudançai:: radicais estilo sen· cto efellvactris, entre elas, a nomeação do novo Gerente. O Slltot· comercial da Empresa fica agora sob responsabil'dade dn senhor acima citado, assilll sendo, os se1·viços gráficos e s,,tor administrativo da Empresa deverão ser tratados cum o mes mo. o Senhor Ivaldo Ficará Exclusiva_mente_ com o set?r .io~- 11alistico. llurla Estelt1 Velasquez Pereira - Diretora Propr1etárta Bela Vista, 11 de Abril de 1977 Em 1951, rap zinho, este colunista Ira ballluvo num l:!-crit6ri•> de Enl! ·n!J 11i:!, como garoto de recados. Naquela época, para mim jâ tiio recuaún. Ull1i nind•1 bem viva na minha memória escritórios desta natureza pertenciam a ·engenheiros tinham estabilidade, permaneciam. o eram como gora que as ''construtoras' aparec<•m e desaparecem como uma l'f:• trela ne negror de uma noite de lo vc•r uu, tendo urnu vl<la dêmera, vida que RÓ dura euquaolo l'e conslrr,em rloi, 011 três aglomernrlos de caixotes de tijolos que dão o pomposo nome de "eonjun to babltat'lorrnl". Üll m:101õe3 dtFtu cons lruloro, por não seri-,m engenhei. Ol:l. ro tulam-se de ''incorp1>Mdore " •• upc,·in tendentes imobiliários". E qui os enge nhelros silo úpenas funcionàrlofi ou Cl)n. tratados, mas, como eu dlzir.,, bnvia 11,1· qnele escritório um r11paz chamado .Jor ge, já de seus vinte e pouco-; ano-< dei dade. Multo traballudor. dava seu duro durante o Elia e entuc.!ava num colégio rlti subúrbio à uolte. Como o situação es lavu vloleula. nfio existia emp1 êg,,, não querendo petlir e orm ro·11Jar, Jorge sen tou pmça 1111 polícl11, foi sr soldr:do. ão quero com i;;so dizer que soldedo de polícia seja a última profi;são. Pode ser até a primelre.. illas, noquele tempo não havia opção. O neirro i•1 ser solda do, mesmo sem vocação ou putri0llsmo Tr11b11llla!!do apenas pela manllã no quartel. à tarde fazia pe4uenos bic0s no escritório, isto é, no escritóri onde eu trnbalhavu como "boy•·. AWis, eu come cei ali como faxineiro. Um acadêmico de engenharia qu,1 ali dirigia um setor. mandou escrever numa !Jlaquetazinha ti po Ptiquela "encarregado da limpeza e zPlarlur do oatrlmônio'', t' pr<>gou nos me us peitoa. Eu fiquei cheio de vento, pen· sandCJ que era gente. Mas. vamos em fren te. Jorge não tlnhli lemp11 nem rle tirar a f11rda, sua missão era levar à secre taria de Urbanisr..:.o da Prnfeiturn CdGU· dos e mais canudos d~ papel, mapns, plan tas de cai;11, p:i.ra regi,tror, averbar. a provar, carimbar, rasurar, riscar, reco ber mil e uma assimitura.!' ... e pagar as taxas. A fil de pessoas com canudos 111:1. tal secrP-t1:1.ria era an,irme. Do tamauho das filas do INPS de hoje em rlia. Lá na malfada secretaria, tinha 11m funcio nário de certa eategorla funcional, que era "bicha", e fazi questão de mostrar que era. Não poclia por us olbos ou'll ho mem. que se derretia •·toda". Cabr:.. sa fado, de meia Idade. raspava as sobran celhas, falava fino e andava rebolando. Fazia. CCJmo disse, questão de mostrar logo de ~aíd1:1., sua identidade. Hoje cha ma-se ancrôgino. Naquele tempo era ve. ade, me!lmo. Ora. "bicba" e empregada domestica (que a gente chamava de cu rica ou chofer de fogão) não podem ver uma farda militar. É um desacerto, um desmantelo dos diabos. Certa feita J or ge estava na fih, :;obraçando um muo do de canudos. envergando a farda da briosa polícia militar. Quando a "Bi· Altevir de Alencar chi deslunbrada'' o viu qu1se cai para t1:1 . :,,.',lo ner,·,llt•lll. 1tl'f.,11a do HI to pir tiu de li, veto em cima, desmanchando. se em gentileza e amabilidades. As mo çu (]t;t' l',:((l'/llll l/ôl tarnb('m fila. jl Cilll adas e serem tratadas com ho,;tlli<la !e pelo funcionário pederasta, [enram com 6Jlo. • bicl1a" chamou Jorr,e a u:u canto e disse u-urrando; Eu vou te des p:icll'lr primeiro. bonitão. Só um mirrntl n]l(l o c>,1ô tu<lu pronto. Deixe-me ver n qul nas plantas. Azota... você tem quo quebrar o meu g dhn .... Jorg,• rliz quo pon i;ou. olhou h fil.r a 1-1ua frente. "E~tú bem amnanhi é sbalo, estou de folgu. T'e es pero r) ;1oito del>a!xu du ponle da torr,•. O negócio das plunla8 Mill a juto. Ula 6l'J!lllnte .Jo1ge 11em pellfl(IU se l>XIS!ÍU poule da torre, quo ele nflo era nem f. diotu, Mas a ponte da torre estuva lá, deserta. sombria e, debaixo dela, "ansl osa' a "bicha'. Passado lgum tempo ,Jorge e Piava com ua ncivn( 11 quem f'· le muito umva, dia-se de passagem) nu fila do cinema Quando menos espe ra, aparece a bicha rle~lurubrnda. Vinha com ódio, os ulhos fo1scanrlo. Chegou em frente o casal e demais circunstan tes, colocou as mio no qundris, su+pl rou. virou oA olbus o laFcou: - Carlê você. seu eurolão? Traidor ln qu·ilificá vel Voc:ê me paga, me pga. Ingrato, (e s&iu se rebol•rndo). O noirndo de ,Jorge terminou naqu~la mesma noite ... PLN'TIO DE TRIGO Preparo do solo: murço c abril . Época de plant[o: IS de _alml a J;:,_ d!; maw V-ari.-dade-: I,b-.>J, AC5, Paraguai: I BH 1146 Londrina, Sonora E•puç,11neutn: 0.20 metro• entre linha, Densidade: 90 o. 120 Kµ:-ha de mente Adubação e Calagem; conforme a necessidade ex- pressa pela an:íli-e química do mio . Pragas mais comuns: lagarta elasmo, lagarta rosa, lagarta do trigo, lagarta militar, pulgão da raiz, pulgão da e-piga e pulgões das folhas Controle de Pragas: Cónforre a praga, o estágio da cultura e a intensidade de ocorrências; egun do orienraç:lo técnica Doenças mais comun-: Ferrugens, Carvo, Cries, Giberela, Sptórias, Oídio. llelruinto,poriose e Viro-€ Controle de Docnç,~: Usar rnriedJde• reeístentes Tratamento das ,emenre, PJanrío em época a.de quada Controle quí.mico (com n••Í•t. Técnica) Colheita: Quando os grãos estiverens próximos de 13 a 11º.'o de um1d,de, reustenles n peneiração da unha. , palha de, e eHnr ,eca e com n coloração pró pria da Yariedade. Para o armazenamento fau:r a pré-limpeza do produto. , (.omen:1alizaçàn: Alra,·é, ,1., CETHIN. O pr.-ço m!nimo parn o trigo baseia-se no peso becto-litro padrão 78. )313)) D2) Importador e Exportado ra Bela Vista - Rua General Osório S/N , Impressos em uma eu mais cores Impressos Comerciais Inscrição Estadual 13.088.446-4 RUA MDRECHDL FLORUINO 1582 estudantis PONTII PORII -1. Serviços a Cores cgc 03.570.314/0001-18 li-1-ii P.r.111 V!Pln - MT. Trlbunn díl Fronteira : « --- t, l,:i.J g :.1s .° VU.rOSJ ~ . .IIAJoOA'JOJUVRA OOt.UU. 1;,000U.,,.S,L. AMA u , - APOLINARIO 0e COE.EITS V V MAQUINAS AGRÍCOLAS %S337ê% Rua Te odoro Sativa s/ n Matriz: Rua Marechal floriano, Esq. e/ 1:o de Outubro, Bela Vista • LTDA. Mato Grosso .j 1 J. 1 1 1 Fone 139 = 421 Ponta Porã = Maio Grosso Filial: Amambai - Escritórios de Vendas Antonio João, Carat::ol e Arol Moreira WET LIDAI Sementes Seletionadas Adubo "Trellao" lubrifica·ntes Inseticidas ,· RUA (iENERAL OSORIO S/N - BELA VISTA - MATO CiROSSO - Bela Vista - t. - . Dll!]' +l bph!]fa l 7-t-i7 -------------------· I 1 E r533 ;'•r=7 ~rM, ~~- ·"3 3 e. ;'!1 ,•• f • 1•'~· • I• 1. ,. i. I:':!~ ~r-'. ~-~ ,filji'. li;, .q· :-· ~~- •• ,"4 +} " .e 4 " ig 1 ·l • e Ul 01 il Ter uma Colheitadeira Automotriz SLC é pos suir uma máquina que colhe lucros e também representa a conquista da tranqililidade e se gurança na hora da colheita. Pois com a SLC está uma eficiente rede de Concessionários, à disposição do homem do campo. Gente que, como ,·oci', cst:í 11rcocupa• da cm assegurar a sua colheita. Assistência Técnica com profissionais alta mente especializados, treinados na fábrica e sempre presentes na hora da colheita, com peças originais que asseguram a garantia e qualidade SLC. Você que planta soja, trigo, arroz (mesmo em terrenos alagados, para colher com esteiras), milho (para colher com a ncva Plataforma de 3 ou 4 linhas) ou outros grãos, encontrará um modelo de Colheitadeira Automotriz SLC (do tamanho de sua lavournl e seus opcionais, que lhe proporcionarão tranqüilidade hoje e a certeza no amanhã. Por tudo isso, os que já confiaram a sua co lheita a uma SLC acreditam no que plantam porque sabem com o que colhem. li' MIIQUINIIS UE COLHEM LUCROS Indústria Brasileira Tratores V almet - Colheitadeiras SLC • Implementes elecionados- Assistência Técnica Permanente Matriz _ Rua Marechal Floriano 2049 - Fone, 286-- Cx. Postal 18o Ponta Por - Mt. FILIAIS: llMllMBDI BELll VISTA 17-4.77 Tribuna do Fronteira. Dr- José· Alberto Cotrim Enr,. Agrícola. J o sé Glaucy flores J 'Hoje voltando a ocupar uma co Iuna neste p,stioso orgão de impren su que vem despontado com ogulho t• putrlmonlo c!Psta • progreHlllV11 região, go11111riu de aproveitar u oportunidade pnrn prnf<IUl' hnmenttgem II rtnis moçoH que uinda não receberam da socieuude bdavlslc•m o mai-1 parllcularn1cutc>, o de vido o m1•redrlu ugrulit•clmeoto pc1l0 lra bullw qu~ vt1m desenvolvonrlo. npôs o ato utrevido u que te propuseram so to mur nus mãos o destino duquele que o povo ch11ma ôe •·1radlcionul" ruas, ')UO , uiln llw propor,·lunum O!! meios e 0:1 J e cursos nece rios para a conservação do i-c>u honrnso lllulo. E nossa pr~l•.·n~cão mosh·,,r detalhes daquilo que vem sen do feito no Clube Esportivo Belavislen ~e. Teria dlt1 um sócio, por oc,1siüo da Assembléia Gerul convecudu paru n Elei ç!to rlu dil'etvría à opotlunídade em que os dois rnpuzes se propunh<1rn a ver de perto os problemas da Agrerr•ioçilo; apro- eile pessonl, u!lo é todo o dia que opa rece dois trouxus querenclo p1•g11r uma bomba! No fundo havia verdade na exorluçüo do Btl!lociudu, pois o.final nia guem meRmo se preocupava com 11 silu uçüo caótica daquele clube, desde hé muito tempo. A verdade é qua loS dois moços, imbuldos das melhores h1lenções , pegaram pra valei· e em pouco tempo e com recursos pró pios re voluctonarn to lalrnl'nte aquele próprio da sociedade be lavislense e & metamorfose verHicuda é 1mrpl·1:endento e as;;ustadorn para os pes slmi tas e incréduloi, e porque núo dizer 1 1:1.lé para uqueles que reservttdurnente a inda ucreditnm no trabalho e no dioa mismo das pessoas :lotudus desses me rítérios princípios. O Clube Esp.:irtivo BP la vislense, está de roupa nova... total mente novu ... O milagre acabou por a contecer assim como pura provnr nos lnc1 éclulos (todo in')rédulo é incompe• tente.. ) que Bela Vista. apernr de tudo, ainda couta com uma boa rei;erva de gente novu dotada de diaanismo, ação e vontude rle ser útil. Nem mesmo à e xemplo, jll. provado, de que "Santo des sa tena não faz milagre;· conseguiu des ''iar os obj1Hivos progsmados por Abraiic Zacarias e Arsilel Lageuno, visando a reorgnn!zação fisíca de um Clube outro• ra. falido e eru vius de ser transformado em depósito de arroz. Queira Oeus, se nhor supremo de todas as cousas (e das coisas também) que o espírito mesqui nho ie dl'rl'Olismo, do calúnia drsgraçac úa e infundada não adentre nas linda;, "ca.:ieçinhns" doi; mesquinhos e invejo sos, elos crítlc.1s sistemáticos, desmoro 1rnndo dessa forma a motivação e o er:. tusit1s1110 do pouco que resta de alguem que deseja realizar de forma objetiva e concreta. - Que a "fértil Jmagil.:açiio •• para n muldade, daquc,les que acreditam que tudo é feito por Interesses próprios recebam umu dosagem de d(•scent:la roes mo com o sucrillclo da e~terllização d11 sua fonte gerndora de reações animales cas. (Ai. mesmas que os animais devem chamar ' renaç "human") Quer nos parecer, que j está na hora ,lc nl••ul·111 ollrnr de perto e qu- foi feito no Clu• e Belavistens através de-ta dupla dinâmica de dirigente, Seria nté de muito bom se os selo re« legisladores honrados componentes da Cama rn .lunkipnl vcrlífra•~ern "in loco" o que e-1ÍI sendo realizado li-vnndo ussim o seu estímulo à esses nté então anônimos idealistas e e nada alem puder ser reivindicado, concedam-lhe pelo me· 110, u11111 Moçüo ,le Louvor, ou em últ11no ca,o, uma benção como disse o meu amigo Guy CnrJo .. rn Gnlvilo quaud,, p<'<liu <linheiro pnru o Bispo de Corumb<Í e sntiu que era imposs1vcl, por ocasião ,ln Cnrnpnnhn das Arquibnncndas rio E,tádio ()<-. tnvio Funtourn. Quunlo à rncicdntlc bclnvi;t,•n<c, incrérlu· la e rctrni,ln com rrlnçõe• no seu clube, a 111cllaor recompcmn pelo trabalho <lcsen,·otvitlo pelo A bruào e o Ar!<ilci, será o prestigio do seu compa recimento às promoções em massa om ,·ontatlc con1 umor •.. co111O nu!!i ,·clhos tcrnpo:,. lo fossem as marcas das cicatriz:., e ores sentimento <1ue nindn cultivamos de turlo quanlo sentimos nessa terra adorada, por tt"ntar conEtruir ulrruma coisn p11r coincidê11ci:1 qunr:c nu tnesma a idade cbgo a cor.fos.ur comovido. Gostaria de poder estar prcscnle nn fe,tu mernnráv,·1 <ln rc.1• bertura, muito pouco pela emoções que uma fes ta propvrcionn uo ser humano, mas, muito para poder ver tle pcrlo e nrnliar com umor com ule. gria e prazer qae se pode sentir oo ,:ntrcf!ar à •ocietlnde umn obra rcnlizndo, com trnbnlho a crificio. Pnrnbcns ,bruno Zacarias, parabens Arsi lci Ln~eano. Que n sociedade belavistense saiba reconhecer o trnbnlho que ncnbnm de dc~cnvoh·,·r visando rccolocor o tradicional Clube llcln,·istcn· e no lugnr que 'rculrucntc lhe cnbt 'J)c>r um direi• to de honro. ,, 1 99 'ia colheita proficus, rápida, _com p'+° adias vegetando bem e dando um rendimento 0 a esperança de todo agre ultor que e e·força para e completar no ao dando a els ' ino de atenção e cuidado= numero-os e infindáei. E isto sob a for, dos trat , t·ultur:u-t con-tante a-si tencis contra ptagu- e doença pr teção entra a iclemencia de rtos clima+ o entanto i-to nino pzs-a de um sonho qu mitos poucus cn-rzuetn concretizar, ma« então o +cesso alcançado r,a colheita rendosa pelo lavra dor sabido é presencia la por utros eu- amuro vizinhos «e agrieltores como vele que estão também interessado« ema saber como pvveder para obter ta 1nanh..1. c.·nlheit:1 em t.U.J J "''>ur, ruente técnicos tr±dos de campo ct,n· seguem concretizar est sonho. , Pon111•· elt' pbnta ('•Jmn .-.ua un11:,!a t"' for ... 11<.•t·t· p:t"J t· a o que nece- --it<l com o prop6.::ito ,lt• e-la contente diante de tanta -úde. ProCt-""t"--n .. contra o- insetos, vento forte e ero-o das água· no varpo, d lhe alimento con° lnlllt' e 1ira-tlw outras planta- que estão lhe 11H'O· modando nascer. i a:i é precico saber muito sara fo.z.,..r i~-u tudo. ten, ,1uc se conhecN 11 , i,la a plauln e Ecus cupricho• 110 <·ampo. Tem-se que ,ati•fau--la e ampara-la cum ca· rinhn :-m toclo"'I os morncnlo• do seu ciclo. E cut:io é chegada a horn tio conselho que e:-te técnico pode fornecer a seus amtgo, agricul tores como ele que querem obter uma boa colhei ta também: "Diria qur em primeiro lugar ha,·eria ncce.sidade de c,J11herer n planta bem seu lrnbi• Ult no campo. Em epundo o solo onde e-ta planta nascerá. Partindo tia premissa de que n planta já (: c-onhecidn pelo J~ricultor re?ta nn1 cc,nhcc-in1ento a respeito do solo d fim de qu e ta atue poeiti vamentr obre um bca colhena. Há necn,idacle d,· conbcca o i:rau de fcr• tili<lsde tle um solo t' o quanto ele pode fornecer as plantas em nutrientes durante E-cu ciclo. uma primeira parte faz-se um análise quí micn e na outro uma análise física. Sabeudo-fe que a análise físit-a de um so lo é conhl'cida. rna• qualidade; e propriedades re5• ta a análise química. E como coletar as terras de uma dada re· ____________________ !gião para as análises química- dela, de acordo com o fntereHt: do a~ricultor? Ilú nc:cc5•idade de conhecer primeiro a á rea a ser cultivuda e fazer u111 hreve Je,·aot.nOJcn· to indi,·idual tlelns. Colet.ir ,!e 5 a 10 ,ubamostras em locais di ferentes_ para cac.In ripo de solo dessa região. Um r,olo se diferencia do outrn ern mCtlti• pios nspectos. Pela cor, topo:;rnfia do lugar (alto, encosta, várzea) - textura (duro, barrento, arenoso) ·:- vcgelnçào (mnto. capodr:i, pnstagens. terru cul tivada) • e pelo seu maneJO (terra adubada e nüo adubada). Tirn-Ee t!~?-llS eubnmostru-. po.ra cada tipo de solo e nmn médrn dessas eubamo,tr:.s tir,1dus de ;---------------------!um solo para a amo<trn definitiva. E então raepc com n enxada a superficie de le limpondo-o bem neste local e cave um buraco de um palmo d e J'rofundidade e com uma pá co lete umn p_orção esta terra, tirada tle "ºª parede, l kg. apro:nmadamrnte. f: umo subamoslr.l deste so lo. ADVOGADO &€RJY03)0 Rua 3 de Outubro (40 Li0 DA €)1A)Y Bela Vista Mato Grusso Or. Ivan Rlonso da Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL Coloque-a num balde e colete out.ra cm ou tro local do mesmu solo. Depois de completar 0 numero _de rnbnmostra• <lo mio colctndo tirn-se U· ma media <leln, do balde ap6, uma boa mistura de todas das. Eeta .. 0.5 kg. aproximadamente, envin-st" para o laborat6rio ou pe>Soahnente entre!!:1-,e lá no C~RP A. C'~ntro de _Peaqui;,aa <la Cidade, que .;... tomar:, as devidas providencias parn tal. Rua Voluntários da Pá1rin, 376 • Fone 210 Bela Vista ilato Grosso [111p,,r1a111,•. - ;, f,•r, j ramentas da coleta derem rotar "+ limpas durante este ato d· { amo-trame não se deve ro letar subamo-tras próximas d rasas, formigueiros. galpões ou depósitos de calcáreos ou adubos, As amostras devem sr colocadas em arcos plásticos bem limpos amrrado na boca com numa ficha de papt IJ n no cordão postal, indicando o + e u nome, enlereço e o n , de mostra tirada. Como r,•rnhudo <lei-,· trabalho virá uma recomenda ç:lo ,!e a,luboçlio nen••liri., para sua região fornecida pre l•1s técnicos <111.: 1 rnhalharn "" < lal,orn16rio e ba,eado 11,, 1 alises feitas nela+. E a---irn bo111 ruc,·•"º nas colheita, poi o eolo 1d cumprir ua missão que é a de nutrir n planln t!uronlf• ,r•u ciclo. J ' 1; (Folha de Marn Gro-•o) (Cortesia da Imp_orladora e [x- e por1adoru llda Vi-ta) R E I T O ln tJ e H E s O ponto de encontro da Socíe dade murtlnhense Rua Dr. Correu N º 56 Porto Mato Mur'inhe Gros,o l J l.l• !-,, t <Ie pa V do d PI I ma l'l'e ! tal E C, re nú co ra os M VI Eletro-Doméstica:ss em Geral - Facilidades de Pagamento .. Colchão divino Integrado Algodão espuma, sisai, m?lejo ortopédico e firmeza progressiva Ale Móveü:i: Onde Voce Compra Tudo para Casa ' r·a "ale dár NA licÓ rna1:, a s con desr long / de , .1.&r 1 1 1 =-- ! t 1 i l Seu L ar. Rua 7 de Setembro, 140 Ponta Porã Mato Grosso ........_ llUd ! ! B iluta da Fronteira l'i t-7i HÉl ii3f ORMil ln Ili { Estunos seurmente _intormados _t [ que o ex-Pro[eito de Aparecida do 'T'a. ho1d0, Ar. Geruldo Rodrigues de AImel- ' tia, o populur Goraldinho vai m8mo se c1111dldutut· a Deputudo Estadual 1.!ID 197d l os seus amigos e admiradores estão en- 1 luslnsmados com a. s111.1 provável cnndl- 1 oulura, umo vez que a maioria do pen- . 1, sum1•nto da p,1puluçilo daquele ntt.nlclplo l e ter um representante nuto na Asem- bléiu Legislatl vu. • rosco I Também o jovem empt·esárlo wal fredo Adõrno de Moura dn. rPglilo NortA Ll'sle do Est,Hlo. já urregaçou as man gas e vem constantemente fortalecendo ~uas bbscs t•lt-il1,ruls, tenrlo em vista sua caudldaturn u Ueputado ERludual Pm 1978 segumlo o Wnlfredo, u sua lntt>nção se rá u de repres nlur o emprHurlnuo uuque ln ca8a te leis. Walfredo Adômo de Moura, tido como um dos provAvels eleitos dado no prestigio que desfruta em toda aquela região, não tem escondido o seu otimis mo, apenas o preocupa n D i vis ü o de Mato Grosso. a . , ondo da rllvisiio do Estudo estA • x· eotusiasmando multa gente, inclusive com e 1 respeito à próxima c~nsitulçüo dns ru turas Assembléia Legislativas e o Par. lamento Nacional, jA se fnlu ndo em pro- vâveis uomes para Deputados, no Sul, os uomes de Francisco Giordano Neto e Elóy Pereira para Depurados Federal, 8iuvnl Martins Aruujo, Pedro Dobes Joa quim Martins de Araújo Filho., Fernando de F1eilas (Prefeito de Jardim) e outros paru Ueputado Estadual. Na onda da di vls!lo dois nomes veC'l se projetando, o do DL-putudo Em!lio Vicente Vuolo e o de advogado Giordano ell•. 1 l IX./E!'; I CAMPEOIATO DE E1fO EP j [S O TE FJ7E!IOL DE SUDOESTE CilMPO 011 Putrocinado pelo Esporte Clubo Jardim • JARDIM - MT. Art. 1º O present(' campeoouto será rea- Art, 13 Será cohrad'J no uto da lnscrlçúo llzado sobre o patrocínio do Esporte uma taxa que será estipulada pelo D.E.. Clube Jardim, através do seu Departa Art 14º Torln agremiação or;sumirà inte- •mento ele Esporte, podendo disputar to ira responsabilidade per tudo que con- das equipes desta região. tecer com seus tlets nas disputas das Art. 2º O presente campeonato será rea- partidas do presente cnmpeonto. llzado em dois turnos, sendo que. o Cam. Art. 153 Poderão ser inscritos para cada peão do JQ turao disputará o título com ugrerniução no !!'àxlm, dP 4 (quatro/ o campeão elo 2° turno em um jogo ex- utletas rio E.G Jardim inscrito~ nu F.M.D .. tra, com a data préviamente marcada. .'rt. 16° Oi. Atletas que sP refue o . .rt. Art. 3" Em caso de empate entre dunas ou 16, ,são os seguintes:; Cànio Ferreira, mais agreminções. haverá. urna partida ilarcos Aut,iuio Han1. Sldnriy rerrelra, extrn para decidir o campeão daquele Antônio Pinto Pereira. Carlos Américo turno Grubert. Jcsé Ab:llc. Alves. Lorlval de Ar!. 4" Toda equipe deverá apre:;entar-se Campos, ifalvino Azambuja Brum .• geu 1 devidamente uniformizada (camisa, cal- Ferreira Alves, Tarcirio da Silva Jacob, çll.o, melu e chuteira). ilvério Chamorro, Ricardo Pereira, rrt. 5° A escaluçiio dos {lrbitros para ca· ,Jnyme /parecido da Si'va, Ian Pinto da parllrlu, seró feita pelo Departamen- Corrêa, Antônio Orrico Gonz'.lgJ e Elson to de Esporte, 48 horas antes da realízu- Rocha Nc,guE>irn. ~::,;;:;~-::,;;:; çúo de cada jogo. Art. 17º ão seri aceita a ioscricão de C I Durante contato mentido com O De- Art. Gº Havendo acordo enlrc as duae a- atletas punidos pela Diretoria du Esporte pulado lforóclo Cerzósimo, fomos infor- gremiações e num prazo de 2-! horas an Clube Jardim e Depnrtamento de Esp()rtE'. tnados de que o mesmo será candidato à tes, lornarA sem efeito o Jrt. 5º do pre- Art. 18° O Atleta expulso de campo terá e_, ,teelAição em 1.978, e dia a dia vem for- sente regulamento. suspen.;ão outornáfü:a de uma partida e 'ta tecendo suas bases C1leitorals. HorAcio Art. 7° A inscrição dos Atletas set'á fei• po,teriorwente sofrerà as penalidades Cerzósimo, da região douradense, tem ta na ecretnrla do E.C.J. até 48 hrs an em reunião do D.E •• recebido em ·eu gabinete de trabalho i- tes d::i realização do torneio inicio. Art. 190 As equipe:3 deverão estar em campo números prrfeitos e vereado:·es bem co· A_rt. . º A renda de cada . partida será s min. antes do início de cada partida, haven co político!' que bui-cam o seu apoio pa I d_ivid1da da segu:rte m_aoe1ra: E.C.J. 4~% do até l:"> de tolerànc1a para as. equipes ra tra lar de assuntos relacionados com lime vl'ncedor 3;:i 1/o e t1roe perdedor 25% desta cidade e 3o para as eqmpes de os problemas dos seus u,unicipios. Art. 9º A inscrição de caJn Agrernidção outras cidade8. .. será feito em papel almaço sem pauta, 1 Art. 20° Só será adiada a partida com .;;;,c-)!l(~~ conte11do os seguintes itens: consentimento do D.E, e soliciwdo em O do 'f:oio Vieira foi aprovado pa- a) Noü!é da ".gremlação· comum acordo 48 horas antes. 1·n o Tribuoul de Contas do b:stado, pre- b) Nome do presidente ou responsável; Art. 21ª Quando houver jogo amistoso valecendo O bom senso e espirito parti- c] Nome do Técnico; ou oficial do E.C. ,Jardim a partida mar- dá rio dos senhores Deputados da ARE· d) Nome do Mussugist•,; cada para aquele dia será realizada em NA, contrnrlando assim alguns prognós- e) Nome do outro riirigentr; outra data préviamente marcada. licos politicos em Cuiabà que previram f) Nome dos atletas, bem como suu as- Art, 22 As equipes inscritas no presente Inais uma manobra ol.Jjetlvaudo obstruir sinatura ou rubrica. carnpeon»to deveruo ceder seus atletas sua indicação. Art. 10 Só sera aceita inscrições de no ao E.C. Jardim quando requisitados pelo Indiscutivelmente foi uma grande re- minimo_16 e máximo_de 22 atletas. técnico. , Compensa aos esforços, os sacrificios Art.11% Novas inscrições só serão aceitas Art. 23 Qulquer assunto omisso este deste ilustre homem público que p o r até o térm•no do 1 t ;rno. regulamento será resolvido pelo D.E. do longos anos, deu uma parcela valiosa Art. 12 Só terão acesso ao alambrado Esporte Clube Jardim. lle cotaboruç!l.o à vida pública m a t o os elementos que se refere ao Art. 9 ao .Joan V,t~no !Braga • ' g r O 8 s e nse. presente regulamento. Presidente ORA(ÃO AO DIVINO ESPIRITO SANTO Esplrlto Santo, você qut 111~ escl11rece tudo, qu o ilumina tedes os caminhos para que eu tinja o OH'U Idr•u 1. voe ô que me dá o dom dlvloo do perdo ar e esquecer o mul que me me fazem, e que todos os Jastantee de rai nha vida estA comigo eu quero neste curto dll'llo• go, agradr:cer-lht> por tu do e confirmar mais :.i ma vez, que eu nuncn quero me eparar de você por maior que se ja a !lus!lo muter1ul não será o minirno da vontn de que sinto de um dia estar com você! e todos oR meus irmãos na Gló ria Perpétua. Obrigada mais uma vez. A pestoa deverá fazer esta oração 3 dias se gu!J os sem fozPr pedido Uenlrn de 3 dias serà alcançada graça, por mais difícil que eja. Publb1r assim que re ceber a graça. M.E.V.P Leia e assine O Jornal Tribuna da Fronteira J - ANERÇÃD O EN LT Produtor do Calcáreo Bodoquena km. 54 - Rodovia Jardim - Porto Murtinho "Um Emprêsa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso'' Escritório em Jardim _ Avenida Duque de Caxias (a.o lado do Hotel Oriente) Cx. Postal 08 Tri tla f ira E Devido a novu Rlslemüllcu lmpoi-l'l pela dlr'flÇÜO crla11111R muh, uma <'oluna l11for ma1lv.,:' Iuformcs Espeduls: E u:na l110- vaçlío qul• vifl I melilornr a!ndu maiH o nlvel do jornuL Estamos clPntl'H <ln 11e cc~sld11de de nperfelçoa1· o campo joma· Jísllco d11rulo-l1111 um novo JH ~lc!onamen to no 'conh•xto lnl'nrurntivu da rc,.:iiio, p11ls a estugnn.,:iio gern ·•umu letra mor tu" e o que rnuiR preclsu mo~. 110 mo· menlo, ccvldo as conjunnrs, é u <lioa mlznçlio do jornal. Não vemos o jornu llsmc mrrnmt'ote corno um "vdculu grú Hco de comunicação" rle reprrsenl 1 1 u lllLl idélu viv,1 e as ldéii1tl, pot· força das llH'Brnas, devem ser dlnilrnlcus. ]'lüo bus ta 11penas a feíçilo gráfica, é precisl) u rnu linha e um Ideal e isso u Triuunu tlu Fronteira, desde u criaçiio, tem pro· curado upl'rfelçour dentro das 1im1tuções Inerentes no própr-io mola que nos circudu. Câmara Municipal Estu1·emos u partir de$ta ~emuou co brludo todu,; ns seRsõ1•s do Legislativo be lavistense. O leitor ncumpaoh11ri'l os ttu bulhoi< dos homens que foram eleitos pii ra ddender :.>K lntt<resses da maio.-iu si leocios,1". Publlcarf'mos tudo o que se passar na cas,I legislntiYa de Bela Vista E um compromisso assumido com o lei tt>r, que é u nossa meta principal.. C,•11111riJo) ollit·tl ,11'1· -la PÍ.tl! h1 ev • p,11 • vrn I n . tu r,ol1·.i1 ;,~ ·, •. i•, prl'IJelr· 11L1eutc upre ent 'l' ;,tiu!J;· ,i C'(•ngr,•1.Ulll''~t., pt>s soas ao senhor preieito Mu ,:e1pnl. Dr. Rvbn de Castro Pito e nos senhores Vl'readt1rrt:1, e,n cu,111 1 ; mJo, JJ.ifi· urn a l1· car ela prohpl·rid:ille ,jp no so povo, de L.o.. id. e d os8 ltitulcipi .ku cldo rm b<:rço culólico, aprt>ndl d< ts<le criança a acatar os ditame" de minha religHlc 'Jnc 1 o g .-atlo 1-'tn • nha men te eHte notô.vlll ensinamrto: P'az 1 l r r,1 Aos Homem, ,!e ll<,u Vonfarle. Em no ml:' ditüo, uqm IH'!U1a11eci durante meu ruanclnto Iutaudu com o m·dor enlu w~ mo e t ·-pnruuçu, auclt'Go ele qllPt'.?t' vel' os dias melhorei; tão pr<!1:0DIZ!l.do pelo~ que dirigem a Princr,a do Apa. Por con sldc•rur o pot.lcr Lrgisl11tivo e o poder,~ xecutlvo emunuçõt>s ela 'onluúc liollcra na do povo, é que uüo admit.,_ d<'mago gias t• lnteressl:s escusos, p01 o qur d e v e haver e o l'l••vado lntP1·,,,;. se pl'laF. cohD!- pública11. Em cinco legiR· 1 .. turn.,, ocupei o curgo de l'rrs1dc-nte da Cú:nurn, Secr<!lârlo por duu➔vt>zes' Prt.! si<ll'llte de Comissão, Relator, durante clc zc>no, <' anos dP s~rvlço púbh.!o gratuito 1-rmpre vi,;;ando ,, intc: t~se d Psi<> poYo querido. De minh.1 parle. procurei !ie 11- J)l'l' trabalhar pu1 u utL·tHIPt' os iPlerrsse,; e n vontade do povo p o, sei perfita mente que isso nem sempre foi possivel 11üo por mi uh I culpa, mas por contigên das alheias n minln vontade Sei que te nhP um lugar no coração deste povo al livo e amigo, e por iGLO, exuminan1lo a problPmólica munic1p •1, nch"i p ir bc-m qm· o momento não era e de abandonar a tribuna, mai, o ele lutar· e C(•11trib11ir mais uma V('Z p<1rn o engrnn<i'.'l!ITTIPlllQ dP llll· nha terra. E.:per" quê con, a ajuda <ln Virgem ;1luri 11 e dP S. Exra o gov,•rna dor de< Estado, o 11mi;[o do p-i,·o de Be ll Vlstu, o senhor f'" rni'o oportunamen te esturú upn•sl'ntundo e executundo o plano de trabalho que pr0porci1,nará a Bela Vista ~r" nele pr<,grt>s,o. Procururl:'! no exercici<> do cargo que, mnit,, uma vez o povt cH·oll,eu, clesémpenbar cu::::i patriotismo e ridulguia o nobre mandato . . . de vereactor. Com o presirl1•11te Geisel. O belavistense deve poiar mais o seu om n RF>volnção, com " GoYPrnudor comércio. é mudrn1ss1vel dur preíerênc1a Garcia Neto, com e, Preíeito Cnst!'l, Pin ao comercio de outras cidades, e espe. to. Com u Ar<'na. Pe!o bem do Bru,il. rar uma melhoria na situucüo comercial 1 de Bela Vista. Vamos valorizar e que é nosso, pois o municipio precisn de Divi- "Com •_ua rc,·oluçjo, inicia a grande caminhada . ~ ( l 1t d · t • • na conquista de uma democracia genuinamente ~a. nrreca< açuo e u:npus os muo1c11~a- br:1,ilcira, rocri,111< ,·om a índol,· ,h- no,,o l'º'"''• ISI para dar ao povo O que ele preclS'.l nosso tcrri1õrio, nossas tradiçüc,, 110--a ra,<L. no,• obras bnstll. de indiferenças e omlssÕP~ ,a, con,i<·'õcs rcli;:iosn•. e que ê gna;to aqui, voltará em forma •·sabe qut. ,er.í difícil. ~(a-. '!"º lhe fahnrn a co- 1le upl!cuções, t'mprcgos e melhorias. Fazem, a perseverança a a imaginação. . Consuruirlor· O Corné.- lo de Bela Vista :,nbc que o inimigo ptrida e -nbrcp1lcw 11ilo °' • . . C , C1'rttorcccri t•m criar todas as dificuldades pura 1ão ustà melhor porque està sendo pro- CJUl' se ntra-c o proccs,o do nosso desen oh 1111cnto. tenrlo, enquto isso, outras c1duilrs es- "Sabe que nilo -,·r-Jo pour os o- que colocarão a tão Sl "abastecendo" com o dinlwiro bei nmbiçfo pcs•oal e de grupo acima <lo- iutcrc--cs l:tvisten~e. Vamos ,10s c011scientlzar de <1 11 ,.J?átriu, que 1-!nldns pode im ~ progredir. caso :,abe 'I"'' o- extremados e os exaltado- não se . ., 1 . 0 - • • acordam ,Ir- que n hhenlaclt:" .. em limites é a nanar- contrário, Bela J ISIU se_rá sempre o fi- quia, que nada constrói, muito menos um'.1 forma nal de ltoha. oude os viajuntes e comer- t 1,·nwcr:íticn de ,e comi,cr. ciuote'> ele "úlltm!I hor11'' futururr• e le- •·sabe <Jue !ntcn·,•c• nlicni~<·nas h:ncràa cl,· prc,· VttID o produto de seu trnbulho (honesta- ,iun:1r, pr'.1c11ran,tu perturbar de toda- as formas o mente lii<>'a-~e de pus•· """ ) mns eIn pre- deenvolvinvento. . ~ " o • . "º m t ·,.... '""Subi! que todos se urirão, cnslentes ou incons- juu.o .'. nos~u c1Jud::. 'l'rabalhe -Oill A- ciente,, Ji,furçando ,cu- prupó,ilu,. m:i,, dc,cju,o J .]01" À 1'err11 Onde vive,: ... De Você De- que n rc,·olu~-.1o .i~ :H de mJrço de 61 se inta pende O Futuro De Bela Vista... rr,mpa e ,., dc•n~rq:ue. Pnr:1 i•to, urnrando-,e ~111 arnutue< do po, o hrui::ilciro. h!ntarãJ inimi7..Jr u revolução com o pr6prio povo a quem esta rc solução pertence, desacreditando, solapando e de negrindo, com mentiras e meia·verdades, todas as ac;ôc"'-. n:.,oludn,túria:--. Mas também abre que o processo revolncion.á jo.muis se <lctcrá. até que posa proporcionar o bem estar e umu , iJa. digna ao povo brasileiro e conduzir o nm;lo hru.:-ilcira no seu destino inexo r:'ivd dt" :-.,rntudl·zn. Na epopéia do Apcnino;, ,ublinrndo cm . fonte Cn .. LL·lo, t""~ .. tdnuo,·o e Monte. o br:,::-ilciro mo-trou ao mundo o valor da ua ;ente e vi-lury brou o destino de grandeza de sua pátria J.:-.t:i n her:n1ç-3. tr:ai- r.ara qtit.· o llra--il rreehcu do- campo, <le b:11:ilh.t da h:.lia e que hoje, recordarmos obre o- túmulos dos no+os heróis a certeza de que o E"il'.rcito. como n na. o brasileira -eja quais forem os inimigos e os olstá lo- farão dele rua con-tante inspiração. (General O'Iteilly de oza) O Consumidor Colaboração de um leitor 0 povo precisa er informuu!o respeito d. no que atá e pa a@lo. i l 11;º.~ { -. 1 ,,u,· . 1 ''<>"tr:· 1> ·, rd1 1~• pr,•, !- pr •VI t. a •· ,, • ~ •· - . ., t') lllU!l(l!iP 1. I! 1l1Vt.J uw ,]e,:c•nl, 11 im to, alguns m ses atrás, de origem panal, e ub mos muito bem parar ,, joio do triao". Contra c Admini tra or HuJl':l .· b .tl e; ;,Ir<, I'lnt > Jl,in tem.,; nb lut il ~:1lc : lu a t•riti,• ir. O fl t: lrnlJalllo ,• +ta sei f»lá,l» ,1 • .,. •. ,.,.... ,,,. ~•,. ,1,..,.. tro das circunstâncias, posittvo e todos d vem reconhecer o seu esforço em pro curl' l' '-O)<JCl<lllc r os rroblemr blaVi: tPr t "· If,·t, ,·;• '!·, :-1 !"! •• ,. rod ,m_ s nos2s máquinas impressoras a moo, po is u Uina de Erergi E!étric sta fun clonando a con'eulo. A ru8 cito p+ tro!adas, As eeolas nu ldpa11- sao dig- nus d. elogios, pr,neipa!z rente Escola d.s Ar!s !e Oiií,, diti:ida pela pto!es sara !os!ta 'snu Gomes Não poder·mos nunca, por "proble:nu- pessoais' omitir ª" oiH· ... , e a :11 111I•n-tr,,<,: o C,lHtro 1111(0 Existem elements em no-a cidade que bu-;c,.111 :llltipatizar o Ch•!Íe <lo l~x•·c·ull'' > com o jornn.l. QuPrPm crII •1~.; <le,c ,bidas e t:fundadas coo se tomassemo pur(e 11-i grup·, <la Ü1ac6rdi,... o rato rio rrPfe!lo 1i.lr> mandar _mat(• rias informativas da 1'r, klluraao 1ornal, o fatr> do pref :ilo ,nan,Lll" fo.zt!r os in:prr,· :;os cl I prefeltur a na<; g1·:tricas <le ,qu1- clauana " Campo Gran-ie; o fu.tn <lo prr_ l't>ito municipal achar que o nosso jornal e jornalzinhn. r.iío nos dá o dir··ito de _rr:tl~-1 quando não merece criticas. O tempo do jornalis mo tnarrom j:'t pa-.-ou. ::Sr o .. l'nl10r Prcf«·1to ,1 u· nicipal tem -eu- métodos de trabalho e t-ua .. pr~ f,•rência• i,,o é problema ddc. Quando .-un• at1- rur1t.•c, o~ quando ul;,!Utll fato ua·n·e,·r crftÍt'J, '!?., o fan:mo .. dt· -cl< 11ut.• corn.-~pond,1 u vcrch,dt!. :ad ~,·n·mo'- e não tomaremo .. p:irtc é na-. CAPA NHIAS de grupos antagônicos. que visam inter@s-e5 politicos e pessoais._Mio temos "-tas de ferro e não «omos e-tilingues de ninguém. l'or isso, pedimos aos nossos leitores r 'admiradores ·,ue rcconhct;um o papel do J,,rnal. ~~o t· ... tamo.., aqui para dt·•truir. e im para njudar n:1 con.•tru çilo de uma Ilda 'icta melhor. E aqui Ii.-arcmo-. Aqui reousarão os ossos dos homens qur Lazer a THIIJU:'.'i.. llomcn• que e,colhcram llela v;,. ta e que lutar2o por eu progresso, dentro da ler e da ordem. Como a<hertiu o General O';(.,illv Souz·1, rom·m,l.101,· dn l, Brigada de Infantaria ·11.ororlzofo. • Os inimigo< e1têios se uilndo."É nós afirmemos: o, comunl1101 b-cam desmerecer a durio'-a Hc, olucão de Mar ç-o •lc 1961. 111..11. o Exército e n pn,o ; .. L.o uni<ld◄ par:1 de-bancar qualquer movimento que i--c e•ta l>elcrcr em nn---a P,ítria ;, ... doutrinn-:. d.., dc1nonio. Já o General Darci Ll1zaro clii-:--c uo t•omunit-mo lc-nta ""C infihar na litcraturu, no:- n1rios cnhurai"' na lmprcn::-:1, e até r.a.J no:-~:.1, propria~ famili.n.,;r_ .. Estamos vigilantes . . . Por isso, nó· da Tribug, resolvemos iniciar Ulfl:t cruzada contr.1 o:- m:iYlira~ilc:iro-. t1nrl-patrlotas cs marioni!!es, rrme!ha-. re~ida:- por ){o;ccu t' Pt•quia. Homens que apregoam reformas sociais ma ... que , j .. ~,m dt!-moronar o - no-so principio rri..:.túo:.. t: tlc::,111ocr.'ttico~"· E tuna toma.ela < e: pu.:it·.1o 'llll' oferecera algum ri-ci, mas e tuo- com Cris to, pela Pátria. ..e aos nossos inimigos gratuitos 11m a,·1so: Tu C.=, p6 e UH pó volt.ar:íi,;: .. a ~ verdade. A Pásco11 iguala mesmo. Ve lª m Que t:ão ni>sses Jias que o rico t' o pobt·t: ficam nivelados: oiío comem e. r ne Roupagem nova Nos~ns congratulações aos com1,anheirus <,O Jornal O Pnotnne!ro, de ,_quirlaU:.Ln~ t:gora com ronpageu1 ouva. o ioral es t. sendo lmpreõso nas o[lcioa -d<> Dió.rio ela Serra. em C:ampo G:·an,Je e mu:!uu 1 .ulicalment.: sea aspecw gràíico. , Priu cesa do Sul, agora conta com um orgúo de inlotmuç!ío n ,;un altura ... () Pt'l ,iiJ,•1 ·,, (; ! ·•] h rA questão de velho· todos as ovenlors dos Estudos hrasili us [l lllt!S clll e,:Cérl Ul' O ('11 1 1 .u11lnto. Po:- l,,;o , -1 , marcada as convenço ·t puridtias Estaduns , l•de1 .. j.,, rc.-p •t:ll',lUl •,:· tu I 5 de s tenro CIO 11110 qU1' '(!Ili Tt•I h l nu cerez u ela alt ira que o 111,v,, JH', id :i·t! ri, Jt •púhli ;d "''' 1 O J' • 11Pr,t) ,/0,.0 lht1·-t·1 <I•· (J. 1ive1r,1 1":gu11n·dr 1 , :ila l elwfr do ·t'tviçr, :--:a('i< - 11:.r <le lnform JÇÕ ~ ,, o próximo gowrna<l,>t· d' :-:to Paul" r-<!rÍl o <'X-1111· llidt'v l),lfrm ~t'(fl HIU, 1 emhalx,1dor do !11·a-!1 ( r. Pari;.. ,,, tleclnrnçõ·•, f:u a 1 JH'CHlaLltH• ontc•rn a h<n 1 II pelo deputado fe,ler,.I Jo,(• c.1rn.irgo. vicP p r id·nte do Diretório l· ladua! do ~ll)B I•ru :--ã • Pauh. que r:ln:ulcl': .,,. 1 J Assembléia para tt.e r id(•iuB ,:om os p 1rl:lm ,. • t Jl'l'S c-1::t11cuors o<,hr,. 0 J nuvo pacote de r r•forw i políticas drvu!gato pelo GovPrno Fe Jerttl, (ULTllA HOR,'.) 1 ! l 1 t pr, is c D cl E:,pírito S:rnto, vocé que me esclarece tu'..!o, qu~ j ilumin::i tod~s º" cumiut·,, 1 . p:iro. qw• tu atinj.; o m u l:h-ul, ,·océ que me dá o ÓOID divio'> de pe!- ar e .-i;qu•·<.:cr o u:.l que m me fazem. P :-pe tod,,s os io«lao!e~ rle r..i- ') oha 'ÍU.J. <:-s:::: COILig::, _u • 1' quao neste c1uio c!i5l'.l· go, agr,1<1'-('"l'-lhr pP" 1 1 r- do e confirmar rr:1.1is :i J ma vez, que eu nun-~,•- , qurro me ~ep.1ra.r 1Jt- "li.. você por maioe que se ja a ilusão m±ter.ul não s..-rá o mínimo d:1 ,·o::·:1· . sgric cie qui:: sinto de um e; ,: i come estar comn voc· • td! [ do os meus irmãos n 1 G!J· . tura riu. Perpétua. Obrig.l •• •i com mais uma vez. •• - 'de r pe~:-oa _ d<ff•_r(1 i.!:l :: ' 1 pro é esta oraçuo :J tl . .1° .. 0 IV- gui!os sem fazer p.."" 6. Jenlr-o de 3 dias ':; Elér alcança la H gr2ç:1._ hnpl mnii< difici: qu;! -.eJil• .. com Pub!i.: r a;;sim qu 1 • ana. ceber a gra; • 1 E e!> l.E.".P ra e, •½ çt 1f 0 d, D.) e] ro um, co In trh I be Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº244_06_04_1977 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº246_24_04_1977 Voltar para a lista de itens