TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº246_24_04_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº246_24_04_1977Número da edição246Data de publicação24 de abril de 1977Número de páginas8GeoCoordenada -22.0989212346223 , -56.528761322208624 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº246_24_04_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto 1o v] n D«ue «e castas S [e vta - 24477 [ semnano [o26 0s artigos publicados com na-inatura- do- autores não traduzem a opinião do jorI, 5nua publicação obedece o propósito de estimular o debate dos problema· municipais e de refletir as dier a« tendências do pen·atento Fundador o Diretor Responsável lvaldo Prc'ra DELEG DO AGE COM • RIGOR ... O Delegado de polieia de Heh Vista, Sr do se Lureiro, baixou portariu fechando as cau de toleranela da cidade. A medida foi tomud em face de inúmeras reclamações, j mereceu aplausos da Associação de Pais e Mestre. . . . . ETO S9C!'IÇIO (Campo Grnnde) Em reuniüo reuHzada nas hependências da Câmara Municipal de C a u p o Grande, com a presença de 60 Vereador·es, foi Iormuda a Associação dos Vreadores do Sul. A r~unlúo, L xpresslvamente prestigiada, decorreu nnmals !'lbsuluta calma, com os.V e readores iproveilnndo paru deefnder a tese da divisão do Estado. A µrlmeh-a dirE:torl a da Associação· foi eleita na oportuTJldade, ficando assim conslltul da: Presldentt>: Albino Coimb1·a Filho (Campo Grande) Vice Presidente: ELY DE ARAU,JO BAR-. BOSA (Bela Vista) Sultan Rasl:rn (Dourados), 2° Vice Presidente; Aurello C11nce ,luuíor, (Campo GrnnrleJ 1º Secretário, t!arlo Gomes de Arruda (Anastácio) 1 Tesoureiro; Libindo de Assis Go doy (Aquirlaunntt) 2° Tesoureiro. O cargo de ::!º Secretário foi reservado a um: Vereador de Co rumbá. O Vereador Belavlstem,e Ely de Araujo Babou, que recentemente esteve em Aquidava na representado Bela Vi-ta no 1 Cotgteso de Verr,udores, mal,; uma vez fie det1taca e é elel· to Vire-Presloente da Associução dos Vereauo res do Sul. Nossas efusivas congratulações uo brilhante Vereador da AREN/ •. É sempre salutar e um incentivo, ver· o progresso de algum jovem bela vis tense. ão poucos os que formados l'ID r11culdudet>, rnltam· parn Bela Vista e a qui procuram colborar no desenvolvi mento do !liUn!cípio. Acompanhamos a Juta de um jovem, que npós pa,sar mo mentoR desagradáveis, devido a falos que ,e . . c tempo se encarregará de·explicar, vem 1 , legando incorrêncm no proJeto qce I se destacando corno um dos mais brilhan~ oncede aumento de 22o, ao8 funcioná- tes advogadns da Comarca. Falamos do nos públicos municipais, o vereador Ely jovem belavistense Ivan Afonso du Cos ~e Araújo Rnr bosa, da Arena, foi o ma- ta Marques, que há pouco conseruiu bri Is ferrenho dfemor pura o seu veto. e- !bante vltóri.1 no Forum local. O jovem guudc, o vereado-; "devemos trabalhar advogado é Uillb das nessas mais gra Pra o povo, e lo contra o povo" Ex- tas promessas, não só no campo do liean.o melhor sua posição, disse que Direito. mas também 110 dn Pol[tica, onJA 'no é cor.tru o aum-ento para o [unc!o-· sem dúvida alguma seguirá us passos de nulismo; é contr.1 ::1 Histemática que es seu· pai o veternno p<>litico Jof,é irnplí lâ sendo colocada eru prútica". Eoíocao- cio da Costa Marques, o atual presidente elo às necessidades das clhsses menos ua Câmara. Ao jovem advogado as nos lavorecidas, o vereador defende um u- sas congratulações. tnento proporcional ao saláno recebido. • Quem ganha mais, deve ter um nurnen to menor; quem· ganha. pou.:o, deverá re ceber um aumento maior, "Estamos a qu para clel'ender a aplicação de bons lllétudos, de salutares medidas. O se tuhor Chefe ao Execu:ivo, aHrmou nesta Casa, que estava regularizando a situu Çào mas o que vemos é ll pers1stênc111 nos' mesmos erros da administração an lerior" frisou o vereador. Traçando um .;, breve' Wetórlco a respeito dos aumentos concedido.s pela municipalidade, o vere , 'dor disse, 'sou contra, até que as dis lotções ex'istentes no projeto sejam cor- - rigidas, e àí então perei tavoráv<.>l','- Os vereadort s Afonso Dillon Nunes Lei te (Arena) Noedl Laite-La;:aogelra(Arena) llde[onso Pinheiro(MDB) e üetullo Lino DB) também vtaram contra alegando os mesr.:;os motivos, distorções no pro1e• 0. Os vereadores Osvaldo Turini, Carlos Centurião. ambos da Arena, votaram a - lavor. Interessante frisar, que em sua -<~ tnaiorla os vereadores são Ifivorãvet5 no t,ument~ ticando ao chefe do Executivo a opção' da sistemática, corrigindo at: distorções ou aceitando ulgumas das l déias dos homens do Legisla.hvo, .. ent.re, elas a do vereadot· Larunge1ra: O se huhor prefeito municipal doverin esperar 0 aumento do salàrlo minimo, para então Conceder o aureto os funcionários I:11.unicipais". Em prossegÚimento ao trabalho em fa vor da solução dos problemas que afli gem os dlvr.rsos setores de nosso Esta do, o Deputado Rubens Figueiró indicou ao Diretor Presidente do Banco Central a necessidade da criação e instalação de duas agências bancárias em nossa cida de, de pr&ferência Banco Fioan'!i,,J e Ban· co Rrasileiro de De,;conto3. Nas razões que apresentou àquela ~u toridade o parlamentar fez uma anlise da "situação angustiante da populacão de Bela Vista, situuda no área froteiri ça com a irmã R~::>ública do Paraguai, com quem mantem inteiro intercâmbio comercil, mostrando que pura a estrat1fl cação do seu maior desenvolvimento, ne cessita de esmbelecimentos de crédito ca pazes de lnjetar em sua ecunomla, recur sos filrn nceiros udequadns em que pese a rxcelmu atuação de umn única agencir. do Banco do Brasil. uqui instalada- con cluiu o Deputado é insufiente para a tender á demanda crediticia da região de Bela Vista" ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA A Mea da Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso:. Faz saber que o Poder Legislativo do Estado de Mato Grosso· decreta e ele promulga a seguinte: Emenda Constitucional W 15 Morlíficll os artigos 129 e 132 da ConRtltuição Estadua 1. • Artigo !.o - Os artigos 129 e 132 ela C'onstltuiçiio EsttJ dual passam a vlgo rar com a seguinte redação: ,tigo 129 - O servidor públicc estadual ou municipal d1 administração direta e inrlireta, quando no det-empenb() de mandato elttiVG fer!eral, Htadual ou municipal, deverá licênc..:lar-se do cargo e sômeote por antiguidade, Rerá promo,ido § !.o - O periodo de exercício de man dato federal, estadual ou municipal será contaria como tempo de serviço &pi,nas para efeito de promoção por antiguida de e aposentodoria. § 2.o - Ir.vestido no·mandato de Ve reàdor. havenrlo compatibilidade de hÓ rários, perceberá as vantagens de seu cargo, emprego ou função sem prejuizo dos subsídios n que faz jus. !'Ião havendo compatibilidade, aplicar-se-a a orma pre vista no "caput" deste artigo. Artigo 130 - E vedudo ao Vere dor no âmbito da administração pública direta. ou indireta muoicip3l, ocupar car go em comissão ou aceitar, salvo me diante .concurso público, emprego ou função. • Artigo 131 - O titular de mandato eit>tivo federal ou estadu!il e Prefeitu que for nome1:1do em virlude de concur so, para cargo público de provirr.ento efetivo t•U vitalício, nele poderá empos sar-se, mas ficará impedido do e..xercí cio da função respectiva, enquanto du rar o ruandato ou gestão. Artigo 13!? - ·Ao servidor público que ocupar curgo eletivo ou em comis são, será !acultad<> optar pelos venci mentos do cargo de que é titular ou pelo:; da função transilórin, ressulvado, e disposto no § 2.o do artigo 129. Artigo 2-o - Esta Emenda Consti tucioaai entra em vigor na data de sua vublicação; revogadas a;; dlspo;;ições em contrário. Assembléia Legislativa do Estado em Cuia.há, !10 de março de 1.977. Paulo Saldanha Derzl - Presidente Oscar Ribeiro - 1 Secretário Afro Sthefanini - 2.o Secretá.rio Adhoc ESTUDDNTES RECUlMftM ... Um grupo de estu:lantes do Coütador (Not) recla maram juntó à Redaçãc,, no sentido de noticiar um fato desagradável que vem se passando: Alegam as estudante;; que vbrl gatóriamente, dP.ver- pas sar e frente a "casa da Odúlia" na saída do co légio. Inúmeras vezes, as mulheres, e a t é mes mo os homens que ali permanecem, chamam nus mocinhas e fazem grace jos de mau _gosto. Comu nicamos o fato ao senhor Delegado de PolJcfa que irá tomar enérgicas pro vidências. E desagradá vel e até mesmo, contra ª" leis vigentes, permitir !unciooameoto de uma casa de tolerância nas imediações de um colé g'o. Cofiamos nune pronto interferência da Pollcia local. Preço deste I I 1 1 Exemplar CrS 3,00 ,.) i"ri-Ti Tlus dy Ponteira 24±zz Abrem se as cortinas o os canalhs lançam as suas clünias e os eu- .ne. no;,. ro canalhll que b?1sc!l desrner,,ce: o 1 n,,sso lraball.10; ao ·•supo-ro" p, Iílic .. , e• I 11 mcm de ben 1 • a no.ssn rt>puls ! ,. o nos s protesto. Canalha: vce n7o per,.e por .l, sprr, as ,mas maquinações. u- ~uas f trama·. e os s 0 u~ complexos seriío anre I sentados ao povo e voce ser± desnasca- rsd'l. i-companh·imoe a suu trnjetórh ... voce sobrevive graças uo ins:int,.1 ,;;ubó ( • Jico de ljU'.! é possuirlo... tr.ibalhtt nn:; I snmbrns eéxpele o veneno c<a "i:-c6nF.i ... Canalha: você age e pensJ come comu nista... busca desmerecer o valo d1 a; ' toridade ••• crit 1 o'.!. o governo ~ ,·ive do governo ••• voce cuspe no prr1 to 'lU~ co me ••• !!)as canalha. você >'erá desmasca rado ••• CANALHA: o Bra:-il ele l10k nii.o admite canalhas na vida rúbli,·a e· voce í precisa irnr de. m,i~carado ... v;, nio, upu rar sua escala... não tt mos ;,rcs'la ... assim como os comunas (como ,·o,~e) lra bRlh::!m nas son,bra1, e up!ic1·;n Ft'US g.;! pes ••• temos temi:o e meio:- ... ,·o<'ê não perrle por e,pPrar ... -« 3G r- Leitor ••• No d Avido tC1mpo npn•senturemo.o um bomúoculo que atrnp.,J11a o rrc1g c·~ so de Bela Vista ..- que vive em fuçã o rlc: p:-ejudícur os úutror. ... qup Y1brtl: rom as a!ficuidades (<la~ out 0M) e, por rncr 1 ·I que p,reça ... e;.te homúne;iJ,, t 1»ra parte ativa em um diretório .. , "' por ,,. caRlão da fori;rnçiio do no·o diretório t·Jc uuird do mapa...é a nossa promessa, é a 11ossa mi,,-,ão ... extirpar d; vida pú bhc?. oa meus brasileiros.. os 'verme Ih1os" que buscam conter o avanço d,2se idéia~ rt>volucíonári1ts" emarra<.Ja~ ,.o mo vlmento moruliznaor de março de 1954 o u pos1ç·•o <lev~ sl'r c, .. ·' :itiva e dentro dos iàe'lrios de 196-!. . !'?c:Yolução Foi, P ·ooti11u!.lr:i sendo um movimento que vi-a, acima de tudo. e- bem e;;tur do po ,- ,. e e:,lumo~ ao l!!do do povo, com a re voluçüo. o o vídaci .. oa CupHal do E:,tadn ... convoca do p:>lo Secr.,t.irio de Saúde... referen te u problemas 11 tinentes 110 setor de Saú de ••.. 'lELHORIAS ... Censura É /n;:1drols~ível a Tribuna da Fronteira, baluu:-te d,1 íuformoçào séria e podera rla. contir.uar p1,bllcnrido ,,/ 'Ili/ln< r•1·on·c·.s Í'l,or:ds do l'!'l!hor Altavir d· A]·ner. O 'ornul é lido por toda II rnf,1ha fnm1J.::_. .rté urna sobrinha C<'lll uprnw, B :JIJ<H r Jeltorn 11,=sirJuu do me~mo ''é pr,1;; t• ... r,•. eelwmo~ Jnúmera-, carl.is de leitr,rc·s IP· clumull'lo o "t-!>íllo" úo companheiro A! tevir ••• r partir dei;tn sem,,na, <; gund_ ordens da Direç:io, as crõni ·:1.1 dr, ,Jt, v1:· serão r- t• J e e i o n a ri u " p•·J,. :lr,t. dé' C'en ur,1 da I{prJ11ç·1,,. Por um lr1111e•:tuv ·I erro de "revisão", as pulavas cnsis :a d+s pelos lej!ores "ofensivas à mural' pus. / ~ura'm p1-l1,1 Ileduçlío. No"sal' 1k,culpas .. aos LEITORES. E muita Gente Niio go1,tou <lo Fulf111r!o a Vercln<le p11- hlkndo na eciic:üo 111llcrior: u11~ corn1·n tu1,do urna p.ll'Udu vJr,1r!11 na linha . '; 11· to,ul, outros, a[irando que estamos ±o- tu, ·feito.. Primeira Vllruentc ao lado do Pre e,<... ·, _ ente. desd.+ o início lo «un cr ·('' ' Tribuna dn Fronteira sempre a«pregoou. a d us Fr E, e S mre nuuca rsco11u<.11 P, C11 r. . ' ·. ,'.,, ..;nr•l um jnrl!'d • n•vofu,:, ;wuh, , •' · .',, us reda'ores (iove-} tive!a l'IU LC :,.. o '- ' .i ,..: ,r,,. !<'lll HW t) <·0111 08 lrru--11, iro• , 'i ,1. t que derubrm o Governo currup • (j, 1· •· O I l '" ' '··•tJ·,,1,,c,,.,,1 p;tra • 111 gir o '·' · . ' · +'i'' . A « V(l para O l'O'() J-. li,! f! 1 'f>. , • i . 'l plo11 e dispensu moes snali" 1Oh'it sociais, ''onfimos n s homt , ' .. 1 1 ., 1 l" 1 , l , 'lú /' l'l'f'll(l Ili!-; tn••( ,! . " . • • • 1 e d p . J ... ' tl(l('IO!Ld!t,I' /1 l'l'.PIUÇ • , ' • : ,,. ' as cities maldosas qu vis n d ordem pública e jogar o jrnai ,):, H'tl!< pr iprí<'li f'l'Í nc Pl• . 0 q:.,, 'rimos, graça a Deus,e d? .. t. • ,, .... ' 1 ( ( • 1 ., 1 ~:rupcH l' • qu rc . " · .. tis«posieinistas, tas qu a [reeutatu o "credo ver lho Ipe »s;} t r oposiçã',n a : 1 l 1 J ' 1 . t' Jt .. q!J•• 6c.-G Prosseguindo ,:,:.:,~ ' 1 Nns r< forma" ... o jornal fio11rá com- i pletnmenie independente ela gráfica ... Quem.to Estarmos , no,·,, Fir•nu, a documentação já está sen- 110 l :do do prere:10 ,[uni ipnl. •• é evi- d,, providrnciarlu ... Gráfica e Editora Apa dente que precisamos estar o su ];do 1 '! Editura,B1•la Vista, serão duos empre Par • <· jl.in1I·1, ,t s.ia ndmi::iistraçiio ,os complHameote in<l,pendentes umu ll Qna7,f ·, In!ei·~ ,•e;· elogins. d •w•remrs, :•o;· !;Hla ao c;etnr gráfico n u outra o setor u·,:a qu '.ão '.le i-e:1. elngL!-ln; qu •ndn ,•ctilol'inl (jornais " r,-.vi,tas) ... lllPI' cer cr;ticas. de,·eremos pPl:l sngra- >"C-);i(•);!::~ da misso do jorn«lista. criiieg-lo, mas nunca servir de "marionete de pessoas que .:.lmeja:a a rliscórdia•• .. é n ·erd;,de. o Novamente fomos eng regados de cobrir a sss{ão da Cümnra :.:unicir,al. É bom que se es lareça que as ndici,,s publicaü· s urs !11 coluna .<:Jo de no:::,a inteira l',',po11- i<i1 bilida de> Pedro Pedreira 1 Cidadão ReJ.CTvistense f S rã , ulor•:a .. o Dr. Fiori '/urano, o titulo e Cidadã.. olvistens, en ses .-:o lene reuiz..r-c b eYe:,,Pnt,•. , i;tici .IIY11 p:tdiu d 't·, Pnrl ,r Uy de -r ,u jo ll..Jl'h: sn. euj,1 inclie:tçiio loi i:prnva<'a j por cus«aidads... ele :merece. O Ve:i:ea:dor El B;Dos enco a necessidade de .- IP , :•<lqui•irlo., ha1.c· ,. p 11u " t·entio fel fónico.., os "usu.rios merecem um t:,1! .::( nlo a ,d:urn" ... COi,,,EfO. OE.esmo Vee2.4or solicitou informaçõe- ao Exe cativo a rvsp its dos Alvarás para os mo. tc•r ,;[ ,., rJ (• Xi·· ele IIOS<:;t Cld[t<!.',,. Pediu 1 ,,,!J,·m pr·ov d(•::c':,i; ·, : e•r·· 111 ria rn, sa te! fü:teca. Nov.atea'e com problemzs. '· ·!--1'1>0 l,l:l,'t(•rt:l ,ll'll(O ... Ainda A Câmara Bela Vista se fará presente também, nn encontrú da Associação doe vereado l'C'5 do Sul ilatogrossmse ... a Cfi m·,i·,1 receb?u (11'icio do ,erendor campo gra11drnse Eduardo Contt1r ... Congresso Com referência ao C'ongresso dos Ve readores do sud,ieste, realizado em Aqu:. dauan1:. o ven'l!d<lr Afonso Dil!on, um c!os pnrtidpanteF, afirmou o Reguinre: "Pa Sessõ.o rn mim foi 11mn grande ,atfsf,1ç,10 em par do di:1 I~. c·1nto11 <'om a prP~"ri • c)i,i, 1 ticipa" d:• tii.:r rnllgn:, en,:notro, onde, o guina e;·dres: Afonso Diilan, EIy veredor Elv de Ar:rnjo Barb<>~a se dt•s• ,:e"A,i:ujo, 0:-'Hlrlo Tu ini, Cnt'los C, 11111- tnco11, <'1.'vand11 bem ollo o nomc> de ke r1ii<'. "c°1ed 1 •• r, nj- ir:i, .José arques. IA Vist. Fci com 01 gulho que vi o seu Irlelf••n e, • ial1.' ru. G •lulin L·n•: falt· 11 ncmC' ser ~"c"lbido para Oia<lor Oficial O Vereador Na!lo ·!e Burros. do Congresso e também para a Comissão ele RPctaçlio cio !lwsmo. O nobre colega muito cont, ibuiu par o êxito de nossa rtelC'g-:ção ,·om ,uu invulgar cultura, mar vou uma fase de ouro para o Legislativo l>rl:tvistrn"1'. O colega I oPdi_ foi esc~lhi tfo pnrn o cargo d(' Secretário cio. ,oo g1·e•·so, o que veio demonstrar o mvel de nrssa Cftm:t!',J. E~tnvum presentes verea clnres de doze municipios do udoe te. - .-GG Br2.do 'lo final rle sun suudaçilo (no Congrt:s: sn) o brndo impoo~nte do vereador Ely. :.VIV, .f,TO GROSSO DO SUL'' ... E o ELy . !lflrn,ou que "o melhor trnl>nl_ho np, e sPntado foi o da dPlegação belnv1i;tenR~: .. (puhllcnclo ne!'ta edição) 1·eiviadicaçoes qu serão nprPseutuclos no PresldPnte Geisel... Ely enfocou o trabalho de equi pe cl,;senvolvl<io pPlr.. dell=,gnçao rle Bela Vista. rlondo prioridade. à "Juta travada. 11el11 vcréador Dillou. pelus cnus11t1 belu , i,,lcnsc1<" ... Foi um trabalho de equipe repr-llu o V<'reador. O VPreador Ulllon in.clícoi; o nome do colega Ely par~ a t'orni~são P"rrnaneule ele Heivindicnçoes .. i)>l{c>'f<!)il<,'-'!,(! O Próximo . (.',,..,r,·"•1 ,,.,r. rrali7r1do nn r1d:ulc de Jurdim, 1 , , ,,e,rarlor~, ... •· t'ullf:"JrÍJ. H'OI divida, C'OJII O', JIOª~ J,, DESPEDIDI JO me despe,:llr de Bela Vista assim me pronuncio: De11do qu~ aqui eheguel Pt:los murcús da Fr,,n teira a estrada poeiru Formando um cordão na pista Subindo e dtiscendo á crit1ta Com pesn n'.l minha 111- nn Pedia beoça dlvinn Aos pgos de Relu Vis ta soltando Assim cheguei aqui Lá pelo mês de dezembro Ola bem certo não lem bro Mas tive logo a impres são De que e!lte vasto rln. cão Era in.,ag, m rle meu pago a lembrança sempra trago . mais viva recordação Eu trouxe do velho pago Objetos que pra mim 1" de valor Chupéu preto cartuchei ra e tirntlor E pnra esta gente boe uncha. o par de arrelho e hom bucba E du idumentárla sulina Para lra.diçõ-es cnmpesi aas ó faltou O m,'u cn valo Q11e F0frPt ia u trapalho Na falta de gasolina A!!slm eu me despeço Dizendo mula uma vez Dõ té a volta pra voces Ao punhado de bons a migo!! Que esquecer jamais consigo Vai assim minha anuda ção Como se fosse ap~rto de mão em mii<> Até enç 9 ntro r novnmen tfl contigo Essa foi a minha chur ln Ao SRir dos O té avoltn Que a sério deira esta terra é de primeira. lrnpressllo que_ a poeira (rC•UXf' Oestt> que viera até que [o·se De Doroty Neves Teixel ra. pagos seus pai-a Deus nllo brinca.- LEU! E ftSSINE O JORNAL JRIBUNll OI • ... FR'ONTEIRI Bel "I!e T. !FDu mt da Fronteira MOVIMENTO fü:iTA'l1STICO DA AS1>0CIAÇÃO DE l'IWTEÇÃO E ASSITEN ClA A MATP.HNIDAOE E A fNl:"ANCU DE NIOAQUE, ESTADO DE M T. Exercício de 1976 l'euou Atcndidu Durante o nno: Do nexo masculino! De O n 7 ano, . De OU II Mano• De 15 n JU ano• , De 19 nno• ndma , Soma 4.73.5 1.20) . 96 . 939 - . 6.971 Do ,no feminino: De 0 a 7 nnoa , Dte 08 11 14 ano1 De 15 a 18 11001 De l9 nos cima Soma . . 4.24% l.?56 33, . 5,565 - 11.393 Do Sexo rnucul.ino 8.971 Do Sexo feminino ILl93 Total do ano ~ - ..tcrulidu no Ambuh,tório: Grip,ulna •. Vcrminóticu Desentrica Pnl{rrlicaa Oftulmlcn• , , . Moléstias diversas Em trntamentn J.451 1.351 1.571 03 188 2 653 2.312 Torai. Atendidns no Laboratório: Exames de Urina Exame• de l:"czcs . ll.559_ 1.10.1 68-1 Total. Atendidu no Lactário: Lactentes e Abletentem Çe,tantcs e Nutrizes . 1,788_ '.!.880 720 Total Atendidos no Motcrnidodc : Ge■tnntes Parturentes 3.1100_ 110-1 313 Total . Total do Ano . 1417 18 36-1 Nio11que • Mt, 31 de Dezembro do 1976 Zeno Rente! • Diretor Estatistica da Maternidade Durante o Exercício de 1976 Purtos re11llzados: Normais Cirúrgicos: Cezarlana . Forceps Podé.lico Partos gratuitos Partos gratificados Natureza dos Parto. A termo . Prematuros Abortos Parto único Prto gemelar 313 . 313 . 313 . 313 Nascimentos: Do sexo masculino Do sexo feminino Na ti-vivos: A termo . . Prematuros . ilS ) li .)11 , , 313 3o2 Na ti-mortos: A termo . Pre-maturos 253 82 27 o1 Total . 811 01 Totnl 294 16 o3 Total 812 . ol Total 172 141 Total: 297 05 Total o5 o6 Total .Jr 11 Ô h l to a: De neo-natos Óbitos maternoll: Durante o parto Durante o puerpérlo. Post-aborto . . . . 00· 00 00 Tobll 00 . 00 Nioaqu• - Mt, 31 de Dezembro de 1976 ZENO RESSTEL 7 Diretor ENTREYISTI (Estudantes ontrevistam jornalista Ivaldo P.:re-Jra) · lo O senhor sempre desejou er jorna. lista? H. Jornalismo, acima de tudo é uma Voi-açdo. f: também um sacerdócio exigir sacrifícios e re núncius d quem A ele e dedia. F: urna mi .. oo. 2.o O que t necessário para ser um bom ]ornafüra? n. O verdadeiro jornali1tu é obrignrlo a ter talento todo dío. Dele e exige, alem da ,•ocaç4o, • amplo grau de inteligência, conhecimento expre rincia, mais os dotes de fina observação e lo raciocinio. Sómente o diploma não basta para tornar alguem um profissional de imprensa. O triunto, no raso e»tá condicionado à vocação, à experrenc111 e à lnruuba, adquiridas no melhor labor diário. Só o jornalista que estuda, aprende e se atualiza • e prepara-•e profissionulmcute • pode subsistir e vencer, 3·o De que nrnnrira surgiu a Tribuna? H. Em 1972, um grupo de jovens. bumrndo cap· lar recursos par-.i •· brincat o carnaval" lançaram um boletim (Jóia) e pediram a minhu colnboraçuo. Vi no Boletim, algo mais que uma fonte de re cursos extras, ser.ti o potencial de Bela Vista e idealizei ''no mente cósmica que ~era ideaii' um Jornal na ncepçào máxima da palavra. Passei da idéia à ação e criei a Tribuna da Fronteira.. f: bom que se esclareça: Tribuno da Fronteiro [o no me) aurgiu em Ponto Pnrà, estávamos cu e ou tro jornalista trocando idéias a repeito do nome quando deu o estalo, urgiu o Tribana. 4.o Como conugue n• notícias pnra o jornal? R. , função do jornal é informar o que a, pessons individual ou coletivamente, fazem, entem e pensam neHe momento: o prc1entc. Ante• de chegar sob os olhos do leitor, a noticia ,e,.ue um comir:bo cujos estágios compreende ,·árias nredcçõu enxertos, titulagens para a npurução de ua me lbor formo jornalística. E uma t.ardn que envol ve dezenas de pessoas, entre as quais e destaca como base de tudo o repórter. Sem o H~p6rter nào há nollciu, nGo há jornal, não há nado. Re cebemos informações das agencias noticiosas e do Go'erno federal, euadual e municipal, além de um corpo de repórteres permanentes. O repórtu porem é a principal fonte. S.o A leitura é irnporlnnte pora um jornoliFt.a? R. O jornali,to precisa ter urna cultura geral amplo pon que po,sa escrever ,ôbre qualquer •~•unto sem incorrer cm erros e com urgências exigi<la pelo profiuilo. Os 'JUe exerc,.m jornalif mo, devem ter bom coobecimeoto de politico, literatura, administração pública e privada - prin cipios e tradições constitucionais. história, econo mia politica e ain:la da bist6rio da opiniAo pública. 6 O ,enhor sente-•e feliz no levar pn11, qua,e to dos os lares esse meio de comunicação? R O jornalist.a vh·e urun vida incerta e irregular porém atraente e variada. O nosso papel primor dia!, em Bela Vista, abrange um campo vostíuimo indo da informação pura e ,implea oo processo criador de novas lideranças. E uma satisfnçào imen sa em ver o nosso trabalho gerar frutos m,duros e produtivo•. , 7 Atualmente o senhor é reaponshel pelo• jor nni• de guantaa ddade.? R O CORRETO JARDINENSE, deJardim, n Tri buna llurtinbenoe, de Porto Martinho, e Tribuna ds Fronteira, de Bela Vi,ta; nlém do mensário O CA,lINHO (Bela Vista) e Revista Integração, circulando trimestralmente. 8 Pensn em constuir uma oficina mais moderna? Com que recursos o senhor conta? R No início imprimíamos o jornal em Aquidaaa nn. dois anos op6s fuadarmos a TRIBUNA. já pos• suíamo a noua gráfico, hoje, ntrnvés de uma siatemático adminbtrativn, traçamos novos objeti vos, entre eles, o da m ·,dcmização do noP!tO Par que gráfico e construção de uma noYn Hde. Os lu cros aferidos com o joral são integralmente apli cados na Empres:,. São recuno• oriundos de pro pagandas, assinaturas e campanhas_ publicitárias. Não contamos com recursos .. extra• 9 Há mon,ento• difíceis plll'A um jornal? quando? R Devido ao papel que represent.l nn comunida de. o jornal vive diáriamente fases e momento, difícei,". As próprias crises, quando ntingem o oeu ponto dr ruptura 9"ª"' alternativas que trazem soluções, nilo cau1uí,ticn, mcs penn:inentes. Não nos atemorizam nas crises, lo elixir para A nofôtta cs calnd:,. 10 Qnois as pessoaJl que colnhoraram dirctomente J:>lll'll o êxito da TribuDA? R Nos!o• Jeitore•, a.aanciantc,, O POVO, enfim de Beln Vi11.1, Jardim, Nfraque, P. Martinho, An• tonio João e Bonito. !IIOTA DA REDAÇÃO: Entre,.;,to feita por quatro alunos da Escola de 1a Gnu Castelo Bran co (Profeuora _.ida) com o Redator chefe da T huna da Fronteira. BRENI POLITICI Pois hí quem ja também ,infidelidade partidáriI" (), em nossa ntitude ante e+a daninha atmosfera que alguns maus elementos estariam fomentando em torno do Diretório da AH+NA, e que já etá comprometendo a boa ordem dicipli nar e a prosperidade política do Partido. São nos indiferente os juízos ridos de distorções, sovinas de inteligeeia. O que nos im porta o honroso conceito em que os jornalista profissionais +omos tidos pelos ilustre membros d» nosso Diretório, e nenhum deles nos acoimará de infirldiclnde partidária, poi8 IIMFa conrlura sr e• nobrece pela mais elevada e limpa fidelidade, porque ia sómente a resguardar o bom nome da coisa pública, o prestigio do Partido a digni dade do Uirelório, e isso, fazemo-lo CQnforrnando nos o cdtérios moralmenl.e sadio•, l.-j!nlrueule seguros, cívicamente nobre•. Claro que não precisamos de baixar às se mentiras dos fatos já notório, mas até aonde jul armo necessários demoraremos nesta linha de ação, para que nosso Diretório ponha cobro neas nd,st.us renllducles e se dê conrn ela incondicionali dade d .. uma deci•uo, a fim de se nilo dizer que quer ver o circo pegar fogo, nem e conforme aos despontamuentos e nas decepções à humilhações . por que etá pssando. Nilo luci1111uos o Diretório a abrir crises pnrt.idária•, nem u que EC dispa de,,a íil,,sofia de erta, pois que. por sua lúcidn irutiruição ,y" maturidade politico dos ,cu, membros já ter to mudo tento da gravidade excepcional das mal-agou rentos perspectivas de dissensões e contlito intra muros, ameaças estas que lhe prescrevem o dever iudeclinhel de moslror, nu,erno cm ,eu t'repú,culo pr despedida, que é de direito e de f•tu o Di• rctório do Portidu. Sem dúvirla, e eHritamente em seu sentido ético, esse silencio do Dirrtório enobrece a educnçào wcial e dignifica a moro) polftica dos seus mcmbrn,, cntrernnlo poro tudo há um lermo, e pnrn nós, que dl.lllllOS dentro do povo e conversamos com o poso, essa inela .. que rliriam acomodatícia, já e,r.á fora dos limitei da tolerância. Então, eis-nos chegados ao momento cru cial das ·carta+ na me»a· e das decisões, e a de. cisào do puvo que sabemo, irrecoociliá'e: com a situ,içào reinante, é de exigencia pura que o Di retório saiba honrar os compromisos que assumiu pen.ore sua consciencia .. corno depositário da coo• fiança do eleitorado, e sniba recuperar a autorida de da qual parere já rlespojado. Verdade, verdnde o que todos sentem é a perigosa falta de um Chefe no Parddo, e en11 falto é trunfo no jogo solerte do, que porventura andem o mnnobrar para se sobreporem ao Partido e estejam man• dando o Diretório às urtiga,. Iseo, sim. é infide lidade, etimológicamente e jurídicamente, Rebel dia, Sub,·ersào Esse quadro de incipiente "bagunça no coreto" levou um leitor a perguntar nos por te lefone, "quem é o cara que quer dar ruteira no Diretório . lllào há nenhum cara nem um quidam identificado, no que escrevemos, nenhum bode expiatório. O que há é simple,ment~ que partici pamos da opinião Pública, e o une no• intrreua é que no seio do Partido reine a coe,ão necená• ria à 8113 própria ,obreYÍTi:ncia. Para iuo, a condi- ção é _que tenhamos um Chefe e seu lugar está vago. Em contra partida, o que todos sentimo, é n osten@il'"3 rorpnlcncia de atrevimentos nberran .. tes dos principios essenciais da integridade disei plinar, como vi.sando a engendrar maqulavell1:11men11 conflitos e antagonismos que acabariam levando- nos à ruptura do equilibno partidário. Note-+e a prop6,ito. que não rcm,,, quem fnle por nós e parn maior de,douro a oposição jí ,e propõe na A••embléia Leg:i.Jadvo. n .-uidar da an!!ll•tÍ<•H problemática em qu.e estamos atclado, ..• ~ Oro. os que nlertom o Diret6rio p:ira eHaa ominosu c:onjunturas não derrapam em infidcli• dade partidária mas muito ao contrário, adotam o aforismo "quem me avisa meu amigo é",e de monstram para com o Putido resolata oolida riedade, irre,·enível lealdade, exemplar Fidelidade. SERGIO ROBERTO PERONDI ADVOGADO Bela Vista Mato Grosso j 1 { Tribuna da Frontelra 24-4.77 • I LM LEMEN O 1 1 z COLHEM QUE LUCROS Indústra Brasileira Ter uma Colheitadeira Automotriz SLC é pos suir uma máquina que colhe lucros e também representa o conquista da tranquilidade e se gurança na hora da colheita. Pois com a SLC está uma eficiente rede de Concessionários, à disposição do homem do campo. Gente que, como ,·ocê, csl:i preocupa, da cm assegurar a sua colheita. Assistência Técnico com profissionais alta- . mente especializados, treinados na fábrica e sempre presentes na hora da colheita, com peças originais que asseguram a garantia e qualidade SLC. Você que planta soja, trigo, arroz (mesmo em terrenos alagados, para colher com esteiras), milho (para colher com a nova Plataforma de 3 ou 4 linhas) ou outros grãos, encontrará um modelo de Colheitadeira Automotriz SLC (do tamanho de sua lavoura> e seus opcionais, que lhe proporcionarão tranqüilidade hoje e a certeza no amanhã_ Por tudo isso, os que já confiaram a sua co lheita a uma SLC acreditam no cue plantam porque sabem com o que colhem Tratores Valmet - Colheitadeiras SLC. - Implementos Selecionados Matriz Rua - Marechal Floriano 2049 _ Fone 286 - . , FILIIIS: • Assistência Técnica Permanente Cx. 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Char, 1 • Boutiqua uma palavrinha sempre em moda Rua Antonio João 256 - (em frente ao prédio do Banco ltaú) - Rela Vista _ Mato Grosso 2J-1-77 Tribuna da, Fronteira I.º CONGRESSO OE VEREIDORES (Discurso pronunciado pelo Vereador Ely de Araujo Barbosa} A Incumbência que me fol confiada de falr em nome dos congressista, Inclue se entre as missões mis honrosa com que ful distinguido. Quero desta forma testemunhar os mous colegas do I Con gresso de Vereadores do Aqulduuuna a minha gratidão, Nenhuma melhor oportunidade do que esta, para enullecer H. utuaçfio dos pnrtl clpnntes pois o que aqui se presenciou foi o respeito às contradições surgidas, na divergências sinceras, os objeções ricas de raciocínio, os partes corteses e um trabalho de gigantes para construção de urna cnrla, verdndolro e•ltríclo, com mosaicos de uma só cor, como são, iguais, gunrdadus as devidas propl'rçõe11, os pro blemas da no11su região. E, n!l.o poderia ser diferente, pois somos Iguais no llpo de comércio, lgunl,; 011 noEsos costumes. igual a nos religião, também iguais as nosrns nspirnções. Disso Hui Barbosa em sua oração aos moços: "A obra do polltlco comecn no instante exato em que completa ele as uus observações. Aprende no panado o que deve fazer uo presente, paro que no futuro o povo atlnjll tal ponto de trajetó ria." Faltaria ao dever, em sentado ao pé da obra à e8peru que o terreno apresen tusso, por sedimentações sucetislvas, a ne cessaria resistencia. ete um sofisma a qui, mele outro acolá, reforça-os, trava os com bons argumentos e lá vlli embo ra o político, subindo com a coostruçiio, nlteaodo o ponto de vista, dilatando o horizonte. enxergando além cada vez mais. Aqui, hoje, cumprimos o dever de polí ticos. Completadas ns nossas observaçõee, usamos a experiencia adquirida no pas sado, para congregados no presente, dila tarmo o horizonte de conquistas, em pról de um única trajetória- o soergui mento do Povo Sudoeste matogrossense, para que et1te povo receba os henefíclos comuns aos povos de outros estados, em aberto desenvolvimento. Legisladores que somos, disto esta camos cientes, esclarecidos e certos de que o Político, deve viver com o Povo para ouvir os Sl'IUS anseios e deles nas ceram as Leis e estas nada mais sejam do que verdadeira conquista de ambo. No seja o Legislador oportuulsta nos !lous prlnciplos, e no exerricio das suas funções aproveitar-se, para num futuro ganhar novos sufragios eleitorais, Impõe II mnral, que a sua missão prin cipal e mais Importante de todas é tor nar-se amigo do povo, para melhor com preender suas necessidades prementes e realizar os seus verdadeiros desejos. Meus colegas: A história de um povo não é mais nada do que a história de seu progresso economico, que o transporta a um ele vado grau de civilização e observem, que só os povos economicamente ricos ão povos cultos. A Humaaidade passou por vá rios ciclos entrando na década de qua reota no ciclo da energia nuclear. O Hrasll, possulado a matéria prima de maneira nenhuma, poderia ficar à mar- gem. a11slstlndo no formidável enterro da esperança de também usar em beneficio de seu povo, o emprego pucíflco da dl11- secçlio do átomo. E conhecido o dizer que os ho mens são Infinitos como tumbém ua In tellgencla. Também é velho o provérbio de que se dois homens se encontrarem num caminho e trocarem pes, irá n penas uu cor pão do outro mas se tro !lnrem ldélus, levará cada um além do pão Idélu do outro. Els a necessidade de nos associarmos a ouros povos, tro cando Idéias técnicas, sabldo é, que nüo é justo nem patriótico vendermos a m téria primn e depois compra.la enrique cida, a exorbitantes preços. E surge de repente, no cenário bra sileiro, uma quantidade copiosa de In- márias condenando a Empresas Estatal. Ma!! esses chorões e tristes, sabem que suas lamúrias, uas rabugices, so falsas suas conscleaclas lhes diz que as Empre sae na qualP o Estado tem a eu cuida. do, são aquelas de grande emprego de capital e de lucro tardio, como as empre de siderurgia, insumos básicos, cen trais atômicas, etc, pura eles impossivel de sustenta-las, a não ser que que sejam meros testas de ferro das multinacionais ou dos que dlspõPm do cartel de petró leo. E lb. vão eles levados pelo canto da sereia, pelo engodo de conquistar seus objetivos Impatrióticos apelando para a ambição desenfreada dos repreat-ntaa te dos grupos Internacionais solicitando lhes ·interferenclae. Como bem disse S. Exa o Ministro do Exército «A nação brasileira jamais abdicará oi: direitos de gerir seus deilti noe, como sempre fez sem lnterferenclas" A história das civilizações é um exem plário de que, sequiosos do dominio do mundo, asfixiaram militar e economica mente, no lodo do imperialismo nações or deiras e livres, na maioria das vezes sob 015 msie fúteis e desarrazoados pre textos. Da barbarle ao Século Vinte, multo evoluiu a humanidade que não mais tolera a guerra e s. opressão corno for mas normais de politlca». Honrados colegas: Os poderes d de mocracia são ltigêmeos, trigêmeos xipó fagos cujos órgãos devem trabalhar em harmonia e é por tal metódica coloca· ção em que o alimento de vida de um, nutre 11empre e dá vida também ao ou tro da m3sma [orna as doenças de um se propllgam, Imediatamente no outro pois bem, este pais .em plena Era Atômi ca não foi ucompanhado no seu alto grau de desenvolvimento social e econô mico, pelo seu processo Politico e Judi ciario. Não é o mesmo permitir que apro var. A benevolência e dissimulação a presentam mimetismo, enganam-se pelas aparencias. E n t r e t a n t o se há necessidade de uma Lei Nova, quando se permitiu com berevolencia os abusos da Velha, se fez mlt1ter sejam cortados de uma só vez esses males, assim como ee faz com os parasltos, que entravam e. crescimento das plantas. Para Isso, não se pocle permitir que o governante não tenha atividade e resolução. O grande Arquiteto do Universo lhe d!!U latel!gon • cia para que salba o que hà de mandar e o resultado da sua decisão soja o me lhor para todos, Por fim chegaram s re forms e elos trarão a tranquilidade e 11 institucionalização polítlcu do país. Sem tranquilidade não há segurança, e em rurnnça nio se podo Pensnr m ter mos grandes. de desenvolvimento. Em excelente hora veio este Congresno. Feliz a laiciativa tom«da pelo« nossos anfitriões com quem te prabenizo e pu desse eu com atavios de liuguagem coo> ca-h,s-111 no alto, bem junto aos lumino so8 astros. Em excelente hora, porque consoante pronunciamento de altas au toridade, dentro em breve será coloca da no Pavilhão acional mais uma estre la, pelo nascimento d~ um novo Estado, para um povo de invejávd flexibilidade mental, encurtando distancias criadoras de cruciais questões admlolstratlva11, ver rtadeiro gargalo que Impede o desl.'jo dA maior progresso deste povo. Ouviram às margens serena do RI'> Aquldauaaa o GRITO RETUMBA TE DA OSSA IN DEPENDENCIA - VIVA MATO GROSSO DO UL LIVRE! Aquidauana MT, 15 de abril de 1.977. Grêmio des suble- nentes e sargen· tos Pedro Rufino CONVITE l 1 A Diretoria do Gré mio dos Subtenentes o 1 Sargentos ,,PEDRO nu FIO", tem a gratn satís fação em convidar V. S e Ex.ma. Famllltl parli o baile a ser realizado e sua sede social, no dia 3o de abril de 1977. Se- rá abrilhantado pelo coo junto BLUE STAR, d Fátima do Sul Atenciosamente, A Diretoria DATA 3o Abril 77 TRAJE Esporte MESA crS loo,oo Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Nloaque: SUBVENÇÕES: Da União: Do Ministério de Bducação e Cultura ... 43.000,00 .. 43.000,00 Auxillos: Do Funrural 420000,00 Da L.H.A , 40.000,00 Da LBA (segunda prestação de 1975) l5.000,00 .. 475.000,00 Donativos: . De particulares . . . . . . . . . . . . . . .. 3.000,00 De sócios . . . . . . . . . . , . . . . . . . . t.000,00 . . . . 4.000,00 TOTAL DA RECEITA . . . . . . . . 522.000,00 DESPESAS: Administração: Pessoal Fixo .. , , 120.000,00 Material de Consumo (alimentação) 40.000,00 » (medicamentos). . . . 120.000,00 « (roupas)...··.... 25.000,00 » (para limpezas) ...6.800,00....311.80,00 ADMINISTRAÇÃO Gás, luz e força . . . . . . . . . 12.ooo,oo Manutenção da ambulância 30.000,00 Material cirú1 gico . . . . . . . . . . . . 20.000,00 Correio e Telégrafo 1.200,00 63.200,00 1 1 1 1 1 1 !- J . ) . ' ! , 1 DESPESAS DIVERSAS: Conetruçiio de sala para Ralo X ... 80.000,00 Continuação da constrUÇbO do Hospital Infantil ... 67.ooo,oo .... 147.ooo,oo TOTAL DAS DESPESAS 522.ooo,oc> 1 Niooque - Mt, 31 de Dezembro de 1976 J Antonio Oliveira Flores Zeno Resstel Tesoureiro Presidente -; 1 ' casa ALE MOVEIS Eletro-Domésticos em Geral - Facilidades de Pagamento • Colhão divino Integrado Algodão espuma sisai, molejo ortopédico e firmeza progressiva Casa Ale MóveiP: Onde Voce Compra Tudo para Seu L • ar. Rua 7 de Setembro, 140 Ponta Pora Mato Grosso Bela VI«ta MT. Tribuna da Fronteira 24.4-77 - Dr José Ribamar Cruz ·da Silva Partos, Ginecologia, Clinica Geral CRM RJ 17.937 CRM-MT 439/s - CFF 5477 Consultório Rua Quinze de Novembro, 481 . Tel 123 BELA VISTA R Revelador Motocicletas - Motores era!ores - Assistência Rua duto:izato de Popa Técnica YAMAHA Grupos e Peças 905 Marechal Floriano, Ponta Porã • lvt. 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A 80 km/h você economizo. gasolina. Pense bem na segurnnço. no. economlii de andar no limite de O km/h. Voce vai ver que velocidade é só umu queetão de hábito. Nilo correndo tanto, vocé vai ficar menos tenso, menos irritado. Vai aproveitar mais II viagem. E as pessoas vão sentir-se melhor ao seu lado. Eutiio para que passar dos O km/h? Pensando llem, velocidade não faz falta. Recomendações Técnicas Bovinocultura ,;:pectos Sanitários: Adotar as seguintes práticas protilãtlcas, a fim de evitar as doenças Cuidados com D Bturto Recem Nutldo: Amamentação do colostro (1° leite após 0 parto). O bezerro tem que mamar o colostro no máximo 6 horas o-pós o nu11- dmento. Cura do Cordo Umbilical: Fazer a cura df.' cordão umbical no dia do nascimen to, com um deiünfetante com caracteris licas repelentes e adesivas. Vacinações: Vai:7ç0 contra paratlfo (Diarréiu dos bezerros); Vacas: Yacinar cerca dP l mê:1 antes do parto; Bezerros/as: Vacina: ncs 15 aos 45 di de Idade. Vacinação Contra Febre Airosa: Vuciuur tudus os animais com idade de 3 meses acima, de 4 em 4 meses. Vadnaçõc ccnlra Ccrbúnculos Slntamóllcc (Manquelra) Vacinar os beztirros/a@ a partk dos 4-5 meses de idade. revacinando os 6 meses após. Vacinação canlra Brucelose: Vacinar as bezerms entre 3 a 8 meses de Idade contra com vacina B-19 (seinpro com orientação do Médico Veterinári ). A profilaxia geral será executada de a ·corrlo com a Portaria Ministerial nº 23 de 20/01/76. Vermlfugaçãc. Vermifugar bezerros/as até a idade de 2 anos, aplicar vesmifugos de largo espe ctros. lsquema Básico: Dosificacão - Inicio das chuvas (sete - bro/outubro) Dosiflcaçúo Intermediária (iaoeiro/fevere! ro). Dosificução Início do seca (maio/junho) Combato aos {toparasitos (8wrnes e Carrapatos) ) Em caso de infestação, uplier medi- mrntos fosfornd0s nu forma tópica em osperção ou pulverização. ia incidenci . dA carrapatos, proceder bunhos na [o. ma de pulver!,,aciio. usperção ou imerç'ío com intervalos de 21 em 21 dias até ces sttr o. tnrestoçi o . Con!'ltrulr iusta lações adequados em pn tos estra tégicos da propriedade, dP ma neira que facilite o manejo do rebanh • Instala@es: As instalações bás1cas nescessárius si: Curral com brete coberto, seringa, bozer reiro e embarcadouro; Cochos cobertos para ai e Miterais; Galpão para depósito; l FMmacla veterinária. o#r±slN 3 )01AD0 é @X) 031240A zlA )IA iiAM. Rua General Osório, s/n Bela Vista • MT. . ER 7 Produtor do Calcáreo Bodoquena km. 54 - Rodovia Jardim - Porto Murtinho "Um Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso'' Escritórin em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Orlenli') Cx. 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Objetivos 1:1ecuudárlos . ...: E1:1coamento de produt11~ ugrieolus que·om determlnu clos muulclplos constituem ll sua princi- pal fonte de reudt1; produtos lndustrlall zncl,,s ·que ge.J·ulmente exportudos através do Porto de Suntos o seriam pelo porto de Paranuguá, encurtando distancias cau sadoras ele grande,; gastos de combustí veis sendo quo urna das metas prluclpuis do governo federal ~ equlllhra1· suo ba lança de dívi<ras, gastaa com os deriva dos do petróleo. Pudemos acrescentar aln cla, que, o transport-1 ele produtos agríco las e lnduRtt·iulizuclos da zoou de inte resse da Segurança Nacional não seriam onerndos com os trani;portes rodoviários, em grande .pal'te poderão ser feitos por vin nuviul do porto de Guaíra até Porto Epitúcio e daí pra , ão Paulo nos rasos ele t•xporl,1ção intt>1·e-sladunl por vlt1 fér- 1 eu, transporte também barato como o citu:lo, ll·ausporte fluvial. Junto ao Ministério du Agricultura Criação dt• um postl' de clusslficaçiio de produtos wgetais pura !itender a re giüo de Porto ~Iurllnho, Ct11·11.col, Rela Vista. Guln Lopes da Laguna, Jardim e .'ntonlo João. poiB como SOEI acontecer, os produtous à maioria das vez~s silo onc rados uo transporte do pessoal de elas. Eliiicação que <10 encontra instal!!do em Itaum e Dourados. Alem disso os proJu tores levam Ioda a sua colheita pra Dourados onde é vendida, não recolhen do o l.C.:l. no muni<·ip.u de origem dimi nuindo a reedita municipal. Junto ao Ministério da Providencia Social Instalaçilo de um posto de beneficio do I.N.P.S em Bela Vista para. atrndimento dt1. r~gHlo: Porto 11ur1inho, Caracol, Bela Vista t Antonio João, ocontecendo mui tRs vezes que o segurado não possui nu merário suficiente para regularização de seus documentos, junto ao I.N.P.S. , ten do de locomover-se uté Aquidauana a que esta reglilo estú subordinada para. fins de beneücios. Junto ao iliaistério das Comunicações Para que Sela Vista passe a ser inclui da na Rede Federal de Comunicações p'lr TELEX; pol.'sulndo apenas uma agen da da_ Empresa Brasileira de Corrf'ios e • Telegráfo:., cujo aparelho ali foi coloca• do na época da expedição RONDON so Ire panes continuos deixando este mu nlcipi•) completamente isolado. lnstalaçilo de uma estação de radiofonia na agen cia d-a Empresa Brasileira de Correiu::1 e e Telégrafos comunicando-se diretameo· te com a cidade <!e Campo Grande. . Junto ao Ministé.:fo do. Fazenda lnclusão de Bela Vista uo projeto Ciata para cadastramento e reformulaçilo to tal do SP.U código tributário á vista de que a cobrança de impostos e taxas es tá ultx-apassado. deixando o município !lll cn_n:stante déficit, no seu balanço fi nanceiro, tolhendo o seu deseovolvimén ~o ., ob1igando-o a apelar para recursos l_?,nto ú união e o E!<tutlo. Bela Vista com essa inelusiio deixaria de ser uma cidad± estagnada. Ely de Araujo Barbosa Af,,nso Dillou Nunes Leite Noedi Laranjeira Baile da Páscoa no Club Nnutico do Paraguay esteve animado pelo conjunto "MóCKERS" de Concepclón. Aqtwle club esló. ~ob a dl reç!lo do 11i11úmlco 'ren. Cabana. Entre grande n. de presentes destaquel Sr. Sr" Mreco Miranda, Veeo-Lenlra, A; dvaldo-Vora 1-leglnu, Vr,lérlu Penha e Sr Sr e Sra Pompllio Pedra, Dr. Cbrlos e Kll{a. Oa jovens Lupérlo e Cuchlto, lam bem dundo um culorldu todo especial ao som do Rock u Srla. Granlela Garcete. Sgt' Mar'.lns. Prestigiou essa alegre noitada no club da cidade Irmã, o jovem Ampé• llio, vindo de São P11ulo 6 que> fleon en cantado rom o h.,lanço de "IRs paragun yas". aniversários: Patrlcla L. Pinheh·o Janlce Andrade Tonlnba Rosa Enoly L. Assis Fatlma Bulamarque Orlando Tumbelline Jr. Geri::! L. Leile-Súviol L. Puez Pego M. Loureiro Eliana de Almeida Ivaldo Perl'ira Adalr Aniceto , Leda L. Palmiéri Beatriz H. Mascarenhas, que receheu os amiguinhos, purn comemorarem seu ·•nat'' num fim do tarde de muita alegria e descontraçáo. Os pais da gurota Luciana, Jairo e Ana Maria Vasconcellcs receberam grande n° ele convidados para comemorarem com a simplltica garota mais um ano de vida. fl'oram distribuidos vários lipoll de lem b1·u ocinh;1 s po ra a legrlu da garotada. A Luciona muitatl felicidades a à se us pais os parabens pela bonita festa. ~ ~-::,;;:; Para a mulher elegante e de bom gosto nu "Charro Boulique" chegaram os últi mos lançamentos de inverno ... 0 9c83 CA ,TIHHO lascimentos O jovem casal Ederney e Kika fellzes com a chegada da bonita Renata. Afonsinh.>-Maria Améliu contentes com a vinda de mais uma menina. Antonio César e Vtloia com muita ale gria receberam o garotão Gustavo. Os casais: Kul!fe e Sr foram prer,enlt: ados com uma linda menina I e Adir-1Ia rla Helen!!. com mais um robusto menino. Oliveira-Adelaide tnmbém com uma lin c.la menina. O .casal Dr. João Oliveira Rodrigues e Sr!!, rf'sidentes em S. Paulo, com toda ansiedade peculiar na espera do 12 filho receberam no dia 22 de março pp. um garotilo que recebeu o nome do J o ão do Olivei.rn Rodrigues Filho. Parabens! 06-3 8383 Despedida Com uai churrasco no Cassino de Bella Vista Paroguay o popular Sub-Ten. Do-. roty iiespediu-se dos amigos civis e mi litares. A ele que foi nosso colabora dor desejamos felicid11des e almejamos uma visl:a muito em breve ... o<->+308±< Prnmoção A ex-Delegada de Ensino de Bela Vista EnU Pereira de Souza, foi promovida pa ra a Assessoria Ju.ídic11. da SEC em Cuiabá. Parabeus Detesto a figura do criador grotescamente indi ferente a tudo o 'I'"' não ja a ua obra. ima me um n,uor u,,ií~ J•tO, e a pe!jorntt. eni ::smor mesmo que o preço seja uma bela obra, parece re uma contorção indigna. Ma« devem compre render que nestas disposições, na confusão de e ma vida largamente participante, corremo· rcos de afogamento, por , ... to é preciso saber nadar a té me·mo contra a correnteza, ajuda-n.e tito um pensamento de icente de Haulo. O ran de« propósitos são sempre atrassados por der +os obstáculos e dificuldade A carne e o anu dirão que é necessário abandonar a mia. e+ temos portanto dar-lhes ouvidos, Deus jaais al tera aquilo que uma vez decidiu._·eja o que for que do contrario nos aconteça' 'Tribuna da lron reira irreversível, as pressões que últimamente procurum 111i11ar u no .. •.J , our..,!c., • 6 110c. [,1.r111 rnrrir: dos irupieclo,oF, <lM h o m ú n eu_ 1 o H que u e r e ,1 i t II m no poder da matéria sob u e,pírilo. ão nes atemorizam as batalha+· jí haviá ,nos dito. o que nos upr de são as u.aquiaéli. as manobras de rupos polemistas, 'Trihuna da Fronteira é, existe, e representa uma força na opiniilo p(ibli<-a, O tempo nu; dnr{1 motnus para sorrir <lesr.n época ,,tribulada. O que no foremo• nunca - é pactuar com sistemas retrógrados sob pena de ver diluir no éter <la mediocridade nos- SOS icleni•. t E6 Dia 2 de Abril ern comemoração ao inesquecível José Joaquim <la Silva Xavi~r (fir-udentc,l '? Gremio Pedro Rufino, reul,zou una torneio relãml.'""º de fu1ebol de snlào Particip;çào de oito Equipe,; nli manhà de 5a fd ro o rrrondr-: 0Hh-1Cncin (JUe não faltou, pôde a.na .. liEnr ':is valores do futc.-bol de nos,a terra, pois, foi um verdadeiro espeláculo. que <,correu numa harmonia esportiva digno de nossos elogios. Ao Grcmio Pedro Hufino e a todos dirigentes de atividades esportivas que lutam incan,án:1- mente em levar aos desportistas belavistenses mo mcntos de enorme alegria Muito obrigado. É isto gente nossa, a pelada do Club do Laço eetá chuchu beleza, sábado dia 23 renliZ<,u-•c n trudi cional que oco, reu numa harmonia e,petacular, orerecendo um verdadeiro contentamen(o ao, com petidore e a assistência que nada faltou Parabrns nos organizadores e incentivadores do eporte de nossa terra. ox7-208& Nomeacào Gllca. Lino, foi nomeada para Delegada de Educaçã.o e ·eu1tura de B. Vista. Su cessos em sua nova função, é o que· lhe desejamos. Baile Será dia 'lO de Abril no GP R pelo conjunto Blue Star animado ossa Desculpa Porto Murtíubo não cumpriu e ,·oneequentemcnlc faltamos com palavra para com nossos querido; especladorc• que niio somam dificuldades para colabornr com o crescim('nto Jo c1tporte em no&· sa querida Dela '.is.ta. _ F.nviamos até mesmo um representante e condu. çiio para focilila-los cem a,sim cumpriram com o combinn~o, tivemos então inic.intivn de improvi sar em cima da hora -l equipes e dirigimo-nos a té o Est. Otávio Fontoura onde oferecemos gratu itamente uma tarde d.- domingo colossal esporti va cm cnnnbo aos nossos esp~ct.ndorc1. O Primeiro foi no Rio, em 1968. O Segundo foi em <'.ali. Colômbia. Agora ,·cm aí o terceiro. Será em Niterói. Na Primeira Igreja e no "Caio Marina" Data - 15 11 20 de agosto de 1977 Oradores: David Vong. de Hong Kong, Presi denle da Aliança Batista Mundial" ' Srepben Sree..-_e;, do ranadá. Pl'esident.e do De- partameat.o _de Ilomcn da Aliança Ilati.r.n :lun<lia.l amuel Libert, da Argentina, evangelista ilson A. Fanini, Brasil, evangelista Glenjon Me Cullough. Estudo, Unido,, Executi vo da 'Brotherhood"", Departamento de Homens da Convenção Batista do Sul dos Estados Unidos Jack tanton, Estados Unidos, Professor Univer- sitário e evangelista Aldo Brodn. Argentina. líder lei<•(l - Samuel _Prato Gomez. Venezuellider leio Dan~ Gome_s. Bras.JI, Pa,nor e radialista " J. Reis Pereira. Brasil, Pastor e jornalista Havera varos outros oradores que npre•entur' eEtuclos e mensagens especiais, - ao Pr - 1 • O,,·ec Cooper . e,1de.u1e d:i Un,lo Pan-:imericuna de Homens· Ba tIstas. « +: - EDITAL E RZOIESID Eu.José telino e silva, 0fi ,.; l do Hregi-tro de P'rote-to desta cidade e Comarca de Be. la Vista, do E-tdo de Mato Gro-•o, na forma da lei, ete.. Faço saber aos que o pre-cn te edital virem ou dele tive rem conhecimento que e n contra em .artório, à Hu,, c,.rourl IJia•, 11. 9JJJ, 111·-1,_, c•i. dade, para protto, por Falta de Paramento e/ ou Aceite tu Devolução, os seguintes titule+: I)- Apresentado+ pelo Ban. co .J., Ilru,il S/ A. - Duplicata n. 018/76. Ven cimento 21,02.77 • 'ulor Cr!;i 16 517,00, emitida por SEMEN. TES S0:'IIITHI LTDA., contra MAlzilio Kerpel. - b)- Duplicata n. 12917:i • V,·n cimento 21.o:l.77 • Valor CrS 30.000,0íJ, t'mitida por Sernt'II• tc-~ Somitrí Ltda., contra Alú lio Kerpel. e)• Duplícntn n. 0-16177 • V-,n, dmento !IS.03.77 • Valor Cr:5 59. l69,00, emi1i<la pur Seruru te, Somirri Ltda., contra ,r min IJruno'Luchmann.• 2)- Apresentados pelo Sr. Wul• <lemur Don<'gu.- a)• Nota Promis,6rin n. 02- Vencimento l0.02.77 Valor C,S 500,00 emilirlt. por Wal,1,·rnar Donega, contra Arnaldo Erre-. lo lfrun. . .-: b) Noras promis.6riu, n•• O.l e 0-1 Venriment.o•/ lO/oJ/77 e I0/01/77- nos ,aloro rle CrS .'>00,00 cada urna, ernita<la, pur Wnl<lemar Done~a, contra Ar· nqldo IJarreto Ifran. E por ter ,iclo impo,sf. vel encontrar os devedores dos rdericloa títulos ou ,eu, pn rarleiros, pelo J'reFt'lllt" ,·<lira! que será afialo no local de cote e publicado pela iru prensa locai, intimo-os para pogarern a. importância devida ou darem as razões de sua re , usa, e falta de pagamento ou comparccimt::nto notíf1ro-o,-. do compt::tente pn,teE-to que ~t"rá extraido "º pra:to legal. (prazo: 3(tres) <lias u partir da publicação). Dela Vista - MT, 22 de A bril de 1977 O Oficial do Jlt"giEtro de Pru• • testos Certidão Certifico que afixei o pre,en te Edital no local de cu•• tum e e remeti c6pia. do me::mu para ser publicado pela impren sa local. Dvu Fé. Bela Vi,r.n - .lt. 22 de Abril de l.977 • O Oficial do Reg.i,trn de Protestos. VISITilS ILUSTRES 1 ...1 Visitaram a no"':, He<la ção, º" jornalistas Jesus Hernan<les e R~chicl Sa.lomfo. da revi;la Atualidades Foren •es e lnteriorana.s e He,·i,1.:1 A tunli<lndc. Ambos ,·ier.un i, convite do prefe'to municipal Atualidades Interioranas - em sua edição do mês de Fe,c· reiro, dedicou _ampla reporta ' ao municipio de Bela tHo. des.tucnndo a Princesa do Apa na contra capa (foro· {fia da Ponte Intersecional "- a re',slll ,tualidade. do famoso repentista Hachid a lomilo. CJ'tá p·rep:irando cw1 edição especiál dedicada à Ad mini-tração Castro Pinto. Ao nohres colegas nossas boas in- das e que divulem o no-o município no g';-;.111de E;t:.du Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº245_17_04_1977 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº247_01_05_1977 Voltar para a lista de itens