TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº254_05_07_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº254_05_07_1977Número da edição254Data de publicação5 de julho de 1977Número de páginas6GeoCoordenada -22.10508430288328 , -56.52909372768187 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº254_05_07_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto 1. o 1.0 RODEIO DCIO IL DE L Ç CAMPEÕES DOS Pariipacdo R. G. d Sl S Y' '. 7. 1o 2U i, ta, Catarina, Paro,ná, S. Paulo, Ma:to Grosso f: CL. 3E 1O 1 0, SI.IICITO RURL ; PREFEITUH :U.IIC PL DE JEL. ISTa t! JULHO DE 1917 1, FR a ' Fundador: Ivaldo Pereira _l_ Ano VI 5/7/77 Rela Vista Mato Gro so - DO Em sessão realizada dia 27 pp,a Câ-1 a intenção desta Casa não é a de traba mara Municipal aprovou o projeto de lhar contra o povo e contra os Projetos lei do Executivo que doa ao Estado o do Executivo que visa o bem estar des teri:eno on~s atualme_nte existe um de- ta povo, desde o inicio este Projeto ti pósito de lixo, no bairro da Cacha pa. nha minha aprovação desde que fosse w. a construçao de mais urna escola mu- comprovado a legitimidade de posse. O nicipal. Na edição anterior, havíamos en- inte·resse púhlico esta acima dos interes focado u. necessidade de urgencla para ses particulares e isto representa o i a aprovação do projeto, haja vista o deal do político. prazo que o Prefeito Municipal tinha pa- Nunca - informou ainda o verea ra enviar as documentações aos órgãos dor, passou pela cabeça de qualquer competentes em Cuiabá, pois a verba já membro da Càmara preferir um depósi se encontrava a disposição da Prefeitu- to de lixo ao invés de uma escola. A ra. O vereador Nivaldo de Barros, mfor- Câmara - frisou O vereador, agiu com al mou à _reportagem que foi nomeada uma to espirito cívico, aprovando um proje comissão para investigar a posse do ter- to que represeuta, não só os interesses reno e segundo informações do Cartório dos moradores ·da Cancha, mas os ultos local_- o mesmo era propriedade da interesses da pátria, pois uma escola é a forja de Prefeitura. Disse, arnda o vereador que onde surgirão os brasileiros de amanhã. #QUÉIo Está EM ANDO A SENTO O vereador Carlos Centurião, líder do prefeito na Câmara solicitou ao Presi , dente informações a respeito da CPI que i investiga "possíveis" irregularidades ad IIIhnstrativas cometidas pelo Executivo. O vereador solicitou que a Presidência informasse se as pessoas que foram ouvi das pela Comissão, no inquérito, foram ou idas na Casa e qual o resultado deotas lUW>est,igacões". O presidente informou que foram ouvidas na Câmara· e o veroador Centurião pediu que constasse em ata o seu _Protesto por ser inconstitucional tal medida", O vereador quis saber ainda quais as pessoas que foram ouvidas pois, eorno líder do prefeito, tem este direito. , omissão, integrada pelos vereadores ",,S Argui@ Barbosa, Noedi Lataujeira A,9nso D. N. Leite está em plane anda- ento e, segundo palavras proferidas pe- los vereadores Noedi e Odilloo, "breve mente o vereador Carlos tomaria conheci mento de seus resultados", Ainda a respei to da CPI, o vereador Centurião perguntou pela Ata onde está registrado os documen tos a respeito. Informado que se encontra va depositada em Cartório o vereador ener gícamente repudiou tal meclida consideran do um despropósito tal atitude, pois os funcionários desta Casa são merecedores de confiança e. uão hi necessidad.e dos documentos serem guardados em Cartório Finalizanào, o vereador "enfocou a neees siilade da Comissão apresentar eaas con clusões "o que será feita em sessão extraordinária. Bonito receberá Cr$ 09 milhões do Polocentro O município de Bonito, bem como toda a sua á rea de inlluência ·i:ierão contemplados com recur sos no valor de 89 1.ui lhões e 476 mil cruzei ros, isso porque, encon tram-se situados dentro dos limites do Polocen tro, considerados priori tários, em-face a grande produção apresentada pe la região. Esses recuréos, que de: ve.rão ser entl'egues ao município através ae benfeitorius, tem por fi nalidade cobrir os sub programas de armazena mento, transportes e e nergia. Essa verba deve rá aumentar em 18 mil toneladas a atual capa cidade de armazenamen to da região, em... 217 quilômE.tros a extensão das estraaas rurais e a inda, implantar mais 128 quilôm&tros de linha de transmissão de energia. Por outro lado, a pró pria cidade de Bonito es tá sendo contemplada com um armazém, cuja capaciàade é de 6 mil toneladas e também com uma linha de transmissão entre aquele município e Bonito, linha esta que, segundo previsões da Se cretaria de Planejamen to da Presidência da Re pública deverá estar con.. cluída até o mês de mar ço do pró,ximo ano." Docum.entos Perdidos Jacira Cham0rro da Rocha extraviou os do cumentos. Titulo de Elei tor r,a,rteita de J,Jentidn,de Carteira Ipemat Registro de Nascimento. Fub'lioa ção que faz para obten ção da 2 Via lnfririgência ao Decreto N. 0 79.148 de 18 de Janeiro de 1977 O General Oziel AlmeMa Costa, Presi dente do Conselho Nacional do petróleo, endereçou ao Sindicato Nacional do Co mércio Atacadista de Minérios e combus tíveis Minerais o seguinte ofíeio: Nº 1786. . Sr. Presidente. Ações fiscalizadoras ro centemente processadas junto aos Postos Revendedores constataram infringência ao Decreto nº 79.148 de 18 de janeiro do 1977 quer quanto ao funcionamento em períodos de proibição, quer quanto a vendas a crédito. Várias denúncias têm sido ender09-adas ao Conselho Nacional do Petróleo rale· rentes a coneessã.o de créditos Considerando a gravidade das infraçãos cometidas que ferem determinaçõt1s go vernamentais concernentes às medidas de racionalização do consumo de àerivados de petróleo, esta presidência solicita a V. Exa. provídênciM visando alertar as Companhias Distribuidoras e Pestos Re vendedores quanto às consequências que podení advir pelo nã.o cumprimento das disposições do Decreto 79.148 de 18 de ja neiro de 197í e Portaria n? 22 de 28/01/1977. Dentro dê sua competência legal, o • Conselho Nacional do Petróleo aplicará pes11das penalidades que poderão culmi nar com o fechamento definitivo dn Posto Revendedor infrator, ap~ran.do-se aillda a responsabilidade da respectiva Distri buidora. Aproveito a oportunidade para apre sentar a V. Exa. meus protestos de esti ma e consideração. Oziel Almeida Costa. Presidente''. CONVITE Quinta feira; sete de julho,. aniversário de ZP 23 Difusora Mcal. Lopez (6 anos). Programa: _ 1- Missa em ação de graças na Capela Maria Auxiliado,ra. 2- Festival de música 2-3. Desfile Ele coa- juntos. · 3- Saudação do Diretor da ZP 23 no bo letim do meio dia. 4- Leitura e entrega de premio ao me lhor trabalho em verso dedicado à ZP 23 5- Gradioso baile com eleição e coroa ção da Rainha da Difusora Mcal. Lopez com ammaçao especial do conjunto Los Mensys, e com . luzes ultra modernas, n-o CIub Paroquial- B.V. Paraguay. Nomes das candidatas a Rainha da ZP 23: Lucina Ortiz Ledesma Berta Rodriguez Pinto Maria del Cármen Esquivel Gamarra Elvelin Gonzalez urI Juana Valonzuela '-'---' ! !UUU!"!! tela_ Vtt MT .- !! LUDIO CO DE;'I ...... Culnbí (CE) A rena matogrosonso, reuni da no plenário da Aombléia Leilativ, mnnteve o r, Lúdio Martins Coelho n prosdénela do diretório regional do par tido governl-lla e no mesmo lompo alegou o m dloo ,loRó Montolrn do FJguol redo para primeiro vice-presidente @ o do p u ln do o B ta d u a. J Afro Stefa nlnl, para u 1-iegunda vtcu-preRldêncla. O pleito foi carnclerlzado por uma per feltn união partidriu. O governador Jo só Garcia Nelo, como sempre faz, tam bém ostovo pr<>sonto, bem como o vlco-go verndor Cássio Leite de Barros, O sena der Raehld Saldanha Derzi fez quosto de vir a OHla Cnplt11I pnra prestigiar tL convenção renista e rever os 8eu8 com pnnbefros dB purlldo. NOVAS VITÓRIAS Em nomo dos convenclonols, Ut;ou da plavra o deputado estadual Milton Fi ueiredo, lembrundo u facilidade com quo Lúdlc, Mnrtlnll Coelho sempre tem na oblençíío de êxitos ao longo de sua vi da e al'lnnçou, com buti& no largo conhe cimento quo tom sobre u novo presiden te al'enfstn, que o partido está murcha o• do para novnd vHórias, "Lódio Coelho consagrará os grandes objetivos da aro nu", enfatizou o par!umentar arenistu. Em seguida falou o Dr. José Mon telro de Figueiredo, para dizei que havia ocei to o cargo Elem qualquer intert>sse poli· tico, mos com o desejo de servir à Are na e a Muto Grosso. O mesmo fez o de putado estadual Afro Stefunini, ressaltan do a impurttlncla do poder político e da partlclpuç!lo urenlsta na viàa nacional. Estado de Mato Grosso Poder Judiciário Comurca de Jardim Juiio de' Direito • Cartório du l° Ofich, O Dr, João 1.urlos Brandes Gurcin, Juiz de Di reito da Comnrca de Jardim, Estado de Mato Gros o, na forma dn Lei, etc . . . . • Fuz saber, 1101 que o presente Edital virem ou deli" conhecinrnnto tiverem, que por ordem do MI. Juiz de Direito da Comarca, o Porteiro dos Audi tórios deste Ju.izo, levurá a público pregão, no pró ximo clia 07 de julho, ás 10,00 hs, no útrio do Fo. rum, a quem muia der e maior lance oferecer ou melhores condições acima do avaliação, 374 Has e 8.716 m2, de terras pastais e lavradias, dentro dos limites da fozendu Ariranha, situada no Mu nicípio de Guia Lopes da Laguna, pertencente a Judnh Gonçalves Barbo~a, conforme os autos de Alvará Judicial para Alienação de nº 635176. que trnmita por este Juiz., e Cartório do 1 o Ofído, se~do ns condiçõed mínimas para a alienação se guines: Venda por preço não iuferior a avaliação que foi de CrS l.?00,00 o hectare, em coud1çõcs de prazo não superiores e valores seguintes: CrS 150.000,00 como entrada, no ato do negócio; CrS 100.000,00 dai a seis weses: CrS 100.000°00 • dai a um ano após o negócio; OS 100.000,00 'dai a um nuo e meio da realização da venda: gruvado o i. móvel cow cláusula da inalienabilidade, enquanto não pago integralmente o preço da veuda; depó sitos das parcelas vincendas em estabelecimentos bancá.rio oficiais. com rendimeuto de juros e cor reção monetária, tudo indcpendememente da pres tação de contas a que fica sujeito o Curador, por conta do disposto no art. 435 do C. Civil; final- 0 governador Garela Neto tmbém pu dlu a palavra e convoeou f>H RCUS com· pnnhefros de partido u se manterem FeI pre juntos com o governo, em buac11 _d11.1< soluções reivindicadas pelo povo. Disse inda que as unas palavras obre a rea° lizaço de um governo político não foi bem entendido por ulguns, mas que Isto sempre representou n integração do par tido e do governo em benefício geral de Mato GrosRo. Encerrando a solenidade, Lúdlo Coelho ur,radeoen II confiança de seus companhel rós e lembrou <Ymomento histórico que o Estado ivo. Fez quoto de ressaltar que a unHlo e a compreensão de todos é umu necesBldade l'!o momento,pois na trunsrnlssílo de experiênclti se ergue a grandeza de um povo. Ao encerrar suas pulvras, destacou que os problemas do Brasil não podem ser debatidos apenas à critie do pett·óleo, pois o interesse na· clonal é uma responsabilidade de todos. Dos 36 membros do dil'etórlo ei;taduul que cornpal'ecernm à eleição du Executi va, 33 votaram em Lúdlo Coelho para a pr-esiclêncin, dois votarnm em. branco e o governudor Joeé Garcia Neto obtcwe também uru voto. Sorridente, Garciu Ne to ufil'mlll·la depois que teria Aido o "grande derrotado e o gx·aude vitorioso da noite". Só obtive um voto diria mas fui o grande vitorioso porque ficou onrao terizndo a união do partido ~m Mato Grosso. O goveruador matogrossene disse que o seu único voto teria sido dado "por algum amigo secreto" mente deverá comparecer ao ato da escritura o Dr, Promotor de Justiça. E para que chegue ao conhecimento de todos· e ninguem possa alegar . ignorância, mandou expedir u presente Edital que será" publicado na forma dn Lei, Dndo e pnssndo ua Comurca_ de Jardim, Estado de ilT., aos l7 dia! do mês de junho de mil novecentos e scten ta e sete. Eu, Mário Lydio Z. de Oliveira, Esc. Jurumentado do Cartório do l.o Oficio o dutilo grafei e subscrevo. João Carlos Brandes Garcia Juiz de Dirdto. Dr. Oto Maracajá Branquinho Ora. Tazue Hara Branquinho Clínica Geral e Pediatria Funcionando em período integral para melhor atender os belavlstenses. Rua uque de Caxias Bela Vista - Mt. 1s«jã Gnte Juramos ..E. res da 'n ntodrHI o AP60CI - Reivindtcações AP", Grande Dourados cao dos Vereado" 1o77 no dia 19 de junho 1- Gula Lopes 0a 1a!9"";a de ener ) solicitado een8,, "; 'Gii Lopes ia elétrica de Maracaju da Laguna. . d . 0 r·tdoR _ Marnca j ioãov gane,, ;Z" Poro for+ ju . Gula Lopl'8 - ar ih (BR-i",ais: - Guia Lopes - Pon- c) Estrade teu ' Bonito. ti Por, Guia Lop",,, ara Gula Lopes d) Centro Educac1on4 da Lguna. 2'! - Eldoraclo Insta· u) - Solicitando a Telemat par No. lçüo de rede telefonica de Mundo vo - Iguatemi. . A •ícola by Solicitando curso Técnico gr ·. 3ll Itu porii R d via a) Solicitando asfaltamento da (o4o ltllJJOl'á • MaraCfl]U, 48- Dourados ·sid a) Solicitando a criação da Univers a- de Estadual em Dourados, vist~ a fede ralizaçlio da Universidade sediada em Campo Grande b) Pavimentação da rodovia BR-I6) -Dou rados - Fattma do Sul - Vicentina - Glo ria de Dourados • Deud8.pollfl. o) Faculdade de Agronomia do Grande Dourados. d) Solicitando ao Exmo Sr. Presidente da Repúbljca que o nome do novo Es tado seja Estado da Muto Grosso do Sul. e) Pavimentação da Rodovia ligand o Dourados - Porto Mur·Lioho - Jardim Guia Lopes - Bela Vista - Navirai - El· dorado - Mundo Novo 5ª Iguatemi a) Solicitando abertura d estrada Igua temi à Sete Quedas, encurtando com is to 80 kr.a. de Santa Luzia a Iguaterni. b) Solicitando a construção e _instalaç,io de um aolégio polivalente. 6ª Fatima do Sul a) Solicitando Escola do lº e 2° Grau Técnico Agrícola. 8ª Arnambai a) Estrada de Amamhai - Sistrito d e Taquarussú - Sete Quectas b) Estrada Amambai • Naviruí. 9ª Naviraí a) Instalação completa de telefones, li gando a outras cidades. b) Construção de uma adutor& de agua potável em Naviraí. 10ª - Gloria de Dourados a) A criação de curso Técnico Agrícola 11 - Ponta Porã a) uma reivindicação contendo 18 itens apresenta da pelo vereador professor Isnac Borges Capile solicitando a mstalaçiio de uma Faculdade para formação rle professores em Ponta Porü, 12ª - Dcurados a) Solicítando ao Poder Executivo, a custear despesas de Vereadores compo nentes da diretoria, este segundo se mestre de 77, Visto que as Câmarat5 só poderão colaborar a partir de 1978. Dourados, 21 de Junho de L977 Prof. Celso M. do Amaral - pr·esi<lente Roberto Djalma Barros - 1º Secretário s ESlil CI 8A1MO (Dourados) Num dfs. curo que comoveu seus coleg•ts que parlicipurnm da reunião da Assulmat, o prefeito emedebist Fernando Freiius, da e!. dade de Jardim, disse que sua cidade está em estado de abandono, a firmando até que Já o povo não conhece urna máquina do DERMAT" Jardim disse o pre. felto não participa das reivindicações realistas e até parece que estão Re esquecendo dos municipi os do sudoeste matogros sense". Fernando Freitus salientou que não fada qualquer reivindícução . nominal, solicitando ape nas que fosse env111da à Jardim urna comissão de técnicos para que verifi quem o que está acon tecendo. Fernando Freital( ape lou aos companheiros da· .ssulmdt, 110 sentido de que cada um dos prefei tos da Grande Dourados, seja um xdvogado .,da nossa sofrida região su doeste". Lembrou também que a satisfação das lavou ras dos municípios do extremo sul do estado, depende rJo calcário da Bodoquena do progresso de qualquer região. Ho mens de empresas che gam periódicamente em Jardim, mas desanimam, pois falta tudo princi palmente a assistência governamental", acres centou o prefeito. Pinalizando seu discur so disse que . devemos somar, na Associação dos Municípios. para que exista a participação de todos e quando por aqui chegarem autoridades do governo. lembre a elas que existem cidades que necessitam áe _apoio, na região sudoeste de Mato Grosso". 4 d D d a B d Artigos finos para i« 'M7..1. de Esmilda Proença (Didi) Senhoras e Senhoritas, Bolsas, as últimas novidades da m.oda brasileira. Compra diretamente das fábricas Elas famosas marcas: Gledson, Cori Bayarà ,Deblu. Charm Boutique uma palavrinha sempre em moda Rua Antonio João 256 (emfrente ao prédio do Banco Itaú) Bela Vista-· Mato Grosso COMERCIIL . ... 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Pedro , FrageUI depõe na CPI d Injui;llçn do Divórcio l ravH!Jo ;o (JUe o Movimento faml1ínr r,ris- HÁ juristas e sociólogos que dizem que tão ven realizando em Passo Fundo. o divórcio é injusto. O que é injusto? I- { Nós devemos compreender que no é dis j:wlo é •o que na.o ó jus. to .. Ir1jus10 é a 1 1 fi,Jlubllidncle ou u ind! ·holt11Jllldacle do mulher honesta sofrer prejuízo moral, vínculo matrimonial que causam. os mantendo se fiel e o homem viver com a ; desajustes emociona's entre marido e mulher que bem entender. A mulher re- mulher e as 1compatibilidades da vivên catada, no divórcio é vitima de sua pró- cia no lar e em família. Os desajustes e pria honra. Nisto, precisamente, consiste us incompatibilidades se geram pela fal- a injustiça, proclumum os moralistus, que ta de educação para o amor. Oru, fH.l 08 a mulher honesta sente vergonha de pro- , desajustes • as imcompatibilidedes pela curar outro casamento. Logo, concluem } deficiência de educação sexual e de edu eles, o divórcio lhe é altamente prejudi- caç4o para o casamento existem deve- elal, Será verdade esta afirmação? O di-} mos pensar assim: '' vórelo é mesmo, injusto, pura u mulher } O divórcio no resolve os defeitos da honmdn? • A reullrludc sociul mostra o educação Sl'XUal para o amor e 08 pro contt·ó.rio. O desquite é que é injusto. O bleras mor ais do casamento entrem arl desquite lança a mulher, até a honesta, do e mulher, mns é medida legal que per na luma do concubinato e das untõse i- mito que marido e mulher não vivam, licitas. O desquite condena a mulbt•r a ,com seus filhos, em adultério e em u viver só ou u formar (insist-se: mesmo niões ilegais. quo honesta) um lar cldostino e ílegul. isto sim, é aberrante injustiça. O dlvór '310, ao contrtuio, permite novo cnsamen to ao homem e à mulher. O divórcio u~i xn om pé de lguuldnde o homem e a Iuu lher, se desejurnm consliluir um novo 1 •r. O desquite é tábua de salvação do «sal ve se quem puder». Logo, é ridículo fa lar em Injustiça do- divórcio. O divórcio é iojm,to para !t mulher, atualmente, no Brasil, porque está fora da lei: porque nüo é remédio legal. No instante em que o divórcio for acolhido pela legislação brasileira, os falsos moralistas não mais falarão em injustiça e imoralidade do di vórcio. Aliás, corno nü.o falam ds podri dão moral do desquite. Preferem aceitar u1n desquite que incrementa as uniões i llcitus e ilegais e combatem alucioada mente a legalização de um ctivórcio que, como mal menor, procura regularizar as uniões ilícitas e ilegais. Os moralistas es tão se esquecendo desta verdade: A dissolubidade ou indissolubidade do matl'imônio não é problema de paixão egoístieu ou de -abertura para o insUuto sexual: é antes de mais nada problema de educação sexual e de educação para o nmo1. Divórcio e Instinto Sexual • O grande problema do casam . .rnto, ho je, não é o -divórcio e nem o desquite. E a falta de amor. O homem e a mulher bem casados dispensam qualquer forma de desquite ou de divórcio. Aliás, ho mem e mulher que vivem em estado de am·Jr autêntico, nem pensam em divór- , cio ou desquite. Pensam. sim, em unir-se sempre mais pdos laços inditisolúveis do amor. Sim, mil vezes sim, o amor ver dadeirQ é que é indissolúvel. Este, em verdade, ninguém separa. Justamente, por isso é preciso prega_r o amor. É pre ciso educr pelo amor. E preciso engran decer o sexo. O problema não é o di vórcio. O· problema ê a falta de amor. É a falta de educação sexual. O problema não se resolve, censurando, até com a. meaças, a dissolubilidade do casamento e tecenrio loas carismáticàs à indissolu bidade. O problema repetimos consiste em educar os jovens e os nubente:.. para uma vida conjugal feliz. Sob este aspec to, louve-se por exemplo, o trabalho ma- Simpatia Há pessoas que nos silo simpáticas. E outras que nos são nnllpáticas. Esta ê u ma constante na vida comunitár'ia. Por qur:1, nós simpatizamos com esta mulher e nos antipatizamos com aquele homem? E claro que tudo depende do interesse pelo qu111 se encara a pessoa. Muitas vezes, um ato grosseiro casual ou voluntário pode gerar uma antimpatia ou uma siunpati9 por uma vida· inteira. E sempre, quando pos sível, mostramos esta t:1írnpatia 1.,u anti patia em público. Há pes:,oas que são sim páticas para alguém, porque munca con viveu mais intimamente com elus. A con vivência talvez mudaria a simpatia em antipalia. Uma selJhoru (JOde ser antipá tica para um uédico, porque é metida a sabichona e, ao contrário, simpática a um professor porque os dois gostam de mú· sica.. Na comunidade, a simpatia ou e:. antipatia. se guh1m, através do círculo de amigos do clube que frequentamos, dos colegas de trabalho ou do parenes com os quais convivemos, Neste relacionamen to mais intenso, surge o sentiménto na tural de simpatia ou de aotipati-i que nos faz 11proximar ou afastar da pessoa que nos é sirnpatice ou antipática. YVen cer a simpatia e a antipatia é tarefa im portante de quem Jeseja ter sucesso no trabalho, na profis.são e na vida social. Ridicularizar a pe!'lsoa antiµáticu e louvar a pessoa simpática é muito fácil. Na vi da comunitária devemos estar certos do seguinte: O nosso semelhante nos aprecia, no fundo, quando somos justos e rrspeitosos com as pessoas c.om as quais convive mos: simpátimis ou antipáticas. Flagrantes da vida que vale manchete Obervação de um condenado, olhan do pela grnde de janela de sua pequeni na cela: Viver é importante; viver honestamen te é mais importante; mas viver em li berdade é muito mais importante. Trova Parn Medita·ção Quando o homem se casa, Talvez deseja casar. Ele só caa& e quer casa Porque a mulher quer casar. BENEDITO HESPANHA .•CorumM4 • "O TEMPO" ) b>e Pedro Pedro+sian, durante »eu mandato, pra case atos corruptos, o 'Trital de Contas, que mpte mostrou «ua eficiência nestes casos seria suficiente para condena-lo», Assim o vereador Bre no bezerra, da Arena. Um dos mais antigos ami pgos de Pedrossian, encarou as denúncias feitas pe lo Senador Mendes Canale, em Dra-flia. A ques1o, encaminhada por todo o Estado como verdadeiros estopim prestes a se incendiar nos meios políticos. torou vulto nas últimas semanas, quando o tambem ex-,over nador José Fragelli, ao ser entrevistado pelo Jor nal do Brasil, foi, conforae suas declarações, mal interpretado pelo reporter. O Jornal carioca afir mava que Fragelli pedia o AI-5 para Pedro Pedro.si un, mas o ex Governador de-mentira, 11111 dia de. pois, enviando telegrama a direção do J, expli cando que "jamais pediria aplicação deste ato vi. ando particularmente atingir elementos do pró. prio partido, COMERCIAL Um contato comercial.venda de bois entre Be. zerra e José Fragelli, alertou o CX-l(OVernarlor so bre a matéria do JB. O vereador foi quem infor mou, para o surpre~o e indignado Fra••elli, que ele pedia,_no Jornal. o AIS para Pedro. Na mes ma hora Fragelli avisava que nunca pedira tal coisa e o repórter estava mal-interpretando en trevista· Telegramas foram enviados ao JD e ato da imprensa mtogrossense, dando sua posiç..o u respeito: nunca pedira aquele aro excepcional pa ra Pedro. Na verdade, durante o governo de Pe• dro Pedrossian, a ua campanha eletiva, em Co rumbá, teve em Breno Bezerra um forte apoio, inclusive nos comícios pré eleitorais, contra a for te corrente que representava Lúdio Coelho, pode roso e influente. pecuarista, que era tido como o provável vencedor da corrida ao Palácio Alencas tro, nu época u rasa do g_oYernndor de Mato Grosso. O CÍRCULO Formou-se, então, nos últimos anos, um cfrcu.lo <le ferro nos bastidores nrenísticos. Desde o rom pimento público de Pedrossin, com • Ü estilo de odministraçào do Governador Garcia Neto•, a~ ca madas políticas mais influentes da chamada Arenn- 1. Procuravam atribuir evidentes fraquezas do par tido à atitude separatista de Pedro. Mas esse des gaste foi encarado, pelos pedrossianistas, como natural •parn vm governo fraco e que jornais a tenderia aos interesseE do .Estado, principalmente do Sul•. A força política de Pedro Peclrossian foi provada durante n campanha divisionista, ai. mejada pelas cidades mais ricas do Estado, prin cipolmente Campo Grande e Dourados. A polfti ea estadual, então, chegou a fnzer parte obrigató ria dos noticíosos nacionais, principalmente por cu usa de diversificadas c sérias acusações. entre Hrleree e membros dos dois partidos, Breno Bezerra, no ser e1eitn para a Câmara Mu nicipal, onde obteve n maior quantidade de votos, 1 afirmava sempre que a divisão era a melhor so lução. Ja que Corumbá, representada pelu vice governador, não mostrava o mesmo ênfase a res peito, evidenciava-se um clima de expecL'.ltivo, a 1 espera da decisão, final. Com a integrali:zaçào da i divisão, mais tarde, cameçou a luta pelas begemo- 1j oias, com todos querendo ser o •pai da criança> atribuindo para si os louvores da decisão preeidenci- 1 +, [ Afirmn~do ser amigos pessoal e íntimo de José Fragell_i e Pedrn Pedrossia.n, Breno Bezerra clas sificou a posição do Senador Mendes Canale co- , mo inoportuna mas m:turnl. E explicou, •lnopor• tuna porque_,já se passaram_,7 ano,i do final da a dministração de Pedro, e ninguem chamou-os de 1 corruptos, porque naquela época ele não era uma ameaça nos. interesses particulares daqueles que 1 hoje temem sun força política. Por que s6 agora ess.1 acusação? Ou estão achando que o tribunal de Contas em incompetente? Natural "porque, com l a divisão, muitas vagas se abrem nos olhos ávidos pelas po~ições de destaque e liderança. E Pedro Pedrossian é, atualmente, o nome mais cogitado. nos altos setores pela brilhante administração que desenvolveu. Desprestigiá-lo seria bom para ou- 1 t.ros que almejam e,~as vagas! Terras Brnsilia (Suc) O ex-go vernador de Muto Grosso, José Fragelli compareceu Comissão Parlamentar de Inquérito do Sistema Fun diário, pura explicar u venda de dois milhões de hectares de terras pá blicaR a granrle$ grupos ecoaOrnicos, o brungrndo (1rcas anteriormente vcu didns pelo governo pe quenos agricultores. , acmação oo ex-go vernador foi feita há du as emanas, na mesm CPI, pelo ex-prefeito dti Oro.cena e procurador da Campanhia dr Colonlzn ção de Terras .. socieda de Pioneira Arlpuanã. Dracena'', Juvenal Pezo Jato. O representante du empresa afirmou nu CPl que ele e OR 269 nutroR sócios da companhia ad quiriram. Há dez anos, direta.mente do governo estadual, terras no mu uicípio de Aripuanã ao norte do Mato Grosso. No entanto, afirmou se te ano11 depois da aqui sigo, quando alguns dos sócios j haviam pago até dois terços do valor de suas terras. Foram supreendidos com a in formação de que a reas que ocupavam estavam -sendo transferidas para os grupos Rendayl e J o ão Uarlüfl da Souza Mei relles, presidente da As sociação dos Empresários da Amazônia. A revendu das terras, segundo ele, foi feito com a autoriza· ção do então governador José Fragelli. E o pro cesso de expulsão dos primeiros moradores foi feita cot, armas e pela polícia do Estado. (Folha de São Paulo) 08/611977) LEII E IISSINE l IBUNJI DA FRONTEIRII ... Máquina de . Beneficiar Arroz, e Secador para Cereais Atacado. e Varejo. U M A O RG A N I Z A Ç Ã O P A R A S E R VI R A N T O N I O J O à O E R E G I à O j 1 ~---------------------------------- Rua São Pau I o 5/N Anton10 João MT INIA EMISDOA MMIGA DE] - CUMPLE ANOS Z.P. 2:l el proxlmo 7 de jullo vonldero cumplir sels anos de nctividade al ser. vllo del pueblo y por enrlo do nuestra pntria, ee día rendiromos un justicioro homenngem a esta Emisora privadn, qu13 en su collrllanu labor cumplo una al tn mlsiou aocl11l y comercial, que uunan do lo valores humnos lo encausa por es corriente de progresso, cumpliando una accion transformadora de los recur o8 económico de esta zona, tan rica y tan trbajudora como sle::pro lo fúe Be lla Vista - Amambay. ZP, 28, en su diurln emisíon tiene lu fuerzn suficiente de munteners activa y tonificante, de confuudit'se con el pueblo, n aor parte Integrante del pueblo, casl indlvislbile, Z.P. 23 onda amiga que com parte todos los díac1 J1i mesa dei rico, del pobre, del comerciante, del deportts ta, del trabajudor Jejano de los inmensos bosques, dei estudiante y dei ohrero. Endulzando la vida de sus oyentos en diarias e ininterrumpidas jornadas de tra bajo, matizando suR progrnmnt1 con mú Rlcas, noticias y comeatarlos de toda la ya, que ayudam a elevar el cervo cul tural de· nuestro pueblo. Z.P. 23, ''Difusora Mariscai Lóprs" ee portadora genuina del diario sentir de todos los hombres de biem que habita mos este lugar, de essos hombres que se onorgullecen por contar oon una Eml sora joven y hien norteiía. E neste sexto aniversario recordamos a la proprieta rla dona Bianca Rolón de Cardozo a su incansable director don Valerio Pena y a todo el personal que conforma ln or ganizacíon de esta Emisora amiga; y porque no recordar a esta altura del tiempo a todos aguellos que desfilaron oontrlbuyendo con su labor personal en esta radio, pues ellos constituyen los Ia drlllos como en el cimtento de una casa, abora oasi relegados ai olvido, los recor damos agradecidos por su aporte en bi en del progreso y la cultm·a de Bella Vista, porque de una o otra forma dleron de si para que difusora "Mariscai Lopes", siga emitiendo su son amigo a bagares paraguayos y brasile.ií.ob. Se ha dicho que la prensa hblada y escrita es el cuarto poder, y este lo. ratüica el consenso mundial. por tanto la radiodifusíon vie ne a constituir un poderoso medio de propaganda, si ella está al servicio dei bien, obra milagro, si se embandera en la. causa del mal, produce desastre; de ahí su importancia y su delicada m'isíón en la sociedade, e para m a y o r resul tado debe abocasre a la tarea de des pertar la sensibilidad del pueblo en be neficio de la paz, del bienestar y d e 1 progresso. Si ella puede ser conducto de tan genuino y elevado interesses de la so ciedad, estamos obligados a datle el a poyo que le corresponde, sea esto eco. nomico, moral o intelectual debemos de compartir la responsabilidad de sus ob jetivos y deóemos de estar seguros con su enilhesta pret:1encia, más cuando ella reponde a los sagrados intereses de la patria, que cuando está desempenando esta labor patriótica, la. situa a nivel de patrimo•nio nttcional, de ahí en más es considerada fiel intérplete del sentir po pular, expresado en nuestra música, en uestras sanas costumbres, ennuestro duloe idioma el guarani, y así en cada amanecer redime el alma de nuestra raza para avivar como tea encndida, nuestro carüi.o, nuestro amor a esta bendita tie rra que nos vió nacer: El Parag-eay. Difusora Marisca! Lopez, lleva el nombre del Héroe Máximo de nuestl'a. nacionalidad, surgió l eter un T de ju lio d.e 1971, desde esa fecha en sus seis aií.os de vida, se_ha integrado positiva mente a la actividad de la ciudadanía paraguya y brasilena, residentes em am bas Bella Vista, su voz potente y sono ra. diariamente está salteado a los cua tro vientos informando las grandes rea lizaciones naciouales, y el se ha cOns- tltúfdo en una de las sabias vitales del folklore y el palpitar cotldiano del norte paraguayo. A grande rasgos, esta es la sem blaza de la activa Emisora Z. P. 23, Difusora Mariscal López, emisora jovem y a.miga que el próximo 7 do julio esta rá de anlvcrsurio, voz paraguaya que prestigia 11 nu<•stro país, que canta las glorias de este pueblo de vallentes, pue blo que hoy está transitando por las víaR del blenestar y la tranqullldad, gracias a un gobierno laborioso y constructivo. z.r. por tua seis anos de trabajo in. tenso, todos te congratularemos en ese magnifico dia, que los seres que com parten contigo tu dlario trabajar sean felices tambien, y quiera el Altlslmo que en esta hermosa tierra en la cual vivi mos luchamos y soíiamos, el mejor ra millete de obsequlo sea coo el perfume de concordia, la comprension y la mano a miga tendida haeia una eterna amistad, como lo es tu antena radiante en el ele lo de América. Felipe Ajala Lopes. tos da Caráter Reivindicações dos Prefei• ASSULMAT de Regional - Estradas: p11vimentação asfáltica • a) BR-163 ligando Fátima do Sul, Jateí, Glória de Dourados, Deodápolis, Ivinhema • Porto São José· trata-se da BR-376, com extensão de 200 km. b) Dourados -Nova Andradina, Juty, Naviraí, Por- to Caiuá- :110 km. . c) Naviraí • lvinhema - Extensão 95 km VICINAIS a) Indápolis - Colonia dos Italianos - Lagoa Boni ta • Deodápolif, numa extensão de 60 km. b) Naviraí - Amambai 110 km. c) Porto Felicidade - Iguntemi, 80 km. d) Dourados• Caarap6 • Laguna - 25 km. e) Macaúbn - Formosa - Cruzaltina (BR-163) - Trn versão 46 • Lagoa Rica - Piraporã (Ttaporã) - 45 km reivindicação de Dourados. O Eldorado - Porto lIorumbi, na travessia Umua rama, 2? km. e. Bela Vista - Caracol - 70 km. &. Caracol - füo Perdido - 50 km. I.- Caracol - São Carlos - 48 km. j- Caracol - Alto Caracol - 58 km. l· Vila Rica• Juty - 70 km, m- Lagoa Bonita - Culturama - 17 km. fr - ARMAZENS E SILOS. Fátima do Sul Dcodlipolis, Eldorado e Carapó. III - ELETRIFIGAÇAO RURAL Dourados Fátima do Sul, Vicentina, Jateí, Glória de Doura dos, Deodápolis, Naviraí, Ivinbema, Caarap6, Ju ty, Eldorado e Porto Morumbi. IV- REDE DE TRO.íCO Bela Vista a Caracol. V • DISTRITO INDUSTRIAL Dourados, Navi raí e Deodápolis. VI ÁGUA E ESGOTO Dourados, Fàtimn do Sul, Naviraí, Deodápolis, Caracol, Caarapó, Eldo rado e Jateí. VII GALEHIAS Fátima do Sul, Deodápolis, Navirai, Caarap6, Eldorado e Dourados. Vlll- REDE TELEFÔNICA • Dourados (DDD - Discugem Direta à Di~tâncin•, Caarnpó, Eldorado, Deodápolis, Caracol, Bela Vista e Jateí. IX - ARERTURA DE POSTOS DE GASOLINA AOS DOMINGOS E FERIADOS EM TEMPO DE SAFRA • Todos reivindicaram. FACULDADE DE AGRONOMIA EM DOURA DOS - reivindicação geral. Universidada Rural pa ra a região da Grande Dourados, começam pela Agronomia, com criação rle cursos técnicos em Ponta Porã • Engenhuria Operacional e Enferma i1:m, Antonio João • (curso de tratorista) e Bela ista_- (curso de capataz e trabalhador no campo). XI: Pavunentaçuo asfúltica da R.,dovia Victor Angélica - Ivinhema_- aviraf- Foz de lguaçu, ltaipu. Pavimentação asfáltico da rodovia Ponta Porã . Antomo João • Bela Vista. XII - ENERGIA ELÉTRICA - hidráulica, siste ma de_Urubupungi - Ponta Pora. Xlll_ Estudos de viabilidade técnica para im plantação de um projeto de Desenvolvimento e incentivo à soinocultura na região, nos moldes dos projetos já implantados na região norte do Estado. . XlY - P~vimentnção asfáltica da r.odo:vin liga Rio Bilhante, Maracaju, Jardim e Porto • ql ue tinho. ur- XV - De caráter de Urgência, a rodovia Dou rndos - Caarnp6 - Porto Felicidade • lguatemi . El dorado e Porto '1.urumbi corredor de exportação XVI- Dilatação do prazo do PRODEGRAN pa ra 191<1 Trihuna ta Fruteira Org e Tdqendente a &reis da 'Rciue Ano VI Dela i+ta - M 5/7/77- N. 23l COLUNA "Oração para realizar o paraíso sobre a terra" Masahuru T aniguchi -- .. Com alma e corpo purificado, venho colocar-me diante do trono de Deus. To do Poderoso, para rogar, fervorosamente, que rrifoha. alma e meu corpo se unam a Vós. Sinto que o espírito de Deus está em torno de mim, me envolve e se in!iltra na minha alma e n: meu corpo. En ver dade, alcancei agora a consciência de que estou unido a Deus. Porquanto Deus é e espírito da Paz, também a minha alma e meu corpo se enchem de paz. A minha vida funde-se com a vida de Deus; ums. grande paz toma conta de todo o meu Iler, e na minha alma não existem sequer pequenas ondas de inquietação. Neste mo mento, confio nas mllos de Deus a mi nha alma e o meu corpo. O espírito de Deus é transbordante de sabedoria e resplandece eternamente. Por isso, o meu espírito confiado a De us será orientado pela sua sabedoria e não perderá, não verá escuridão ~ nun c hà de tropeçar. Seguindo a luz, eer tamente caminharei para a realização de todos os meus ideais. O meu earnioho está iluminado pela sabedoria de Deus; portanto não existe diante de mim nada que impeça a mar cha, que ponha obstáculos nas minhas a ções, que tente prejuàicar-me ou que me faça cair na enfermidade. Este mundo é o mundo repleto de Paz de Deus. Por isso, todos os seres desde os microorganismos até os animais de grande porte, harmonizam-se, ajudam-se e confortam•se mutuamente. Não haven do aqueles que brigam ou que ferem uns aos outros; todos eles, manifestando ca da um a individualidade e a característica própria, formam um todo harmonioso e, cerno que entoando uma música celestial que exalta a Paz, faz o paraíso manifes tar.se sobre a terra. Este mundo é um repleto de amor de Deus. Portanto, todos os seres, a começar do homem, ajudam-se e amam-se mutu amente, não havendo quem inveje os ou tros,· quem julgue os próximos e quem diga palavras ofensivas. Ouvem-se ento nar tão sómente as palavras de amor e admiração, qual umá. dcce música celes tial. Este é um mundo repleto de bençãos de Deus. Assim, todos os homens aben ç0um-se mutuamente, e cada um ora pe la felicidadP dos outros. Essa vibração espiritual, essa prece abençoadora, alcan ça as alturas, transforma-se em música celestial e alegra o trono de Deus. Deus se regozija eom isso, e ilumina ainda mais este mundo com a Sua santa luz de benção. Essa Iuz resplandece por to da parte, qual uma chuva de flores ce lestiais que adorna a vida de todos os homens. Estou agora, aqni, em frente ao tr-cno de Deus Supremo; e, com as pál pebras cerradas e espírito sereno, vejo com os olhos da ala a luz da benção divina, a chuva de flores celestiais. Em verdade, esta terra é um paraíso, é o reflexo do reino dos céus. Eu, que rece bi de Deus a vida e sabedoria e tenho a proteção do Seu amor, reverencio esta santa Luz abençoadora, sentindo minha alma repleta de alegria e transbordante de gratidão. Rendo graças ao Deus To do Poderoso por esta grande benção. Muito obrigado, N J L ADE N'ecessoria lar milhões de tele«pecado- I r brasileiros, especialmente os jovens, a apresentarão de H. deres emedebits na televisão deve ter sido, acima de tudo, uma surpresa, Há sírios nos não e via a Oposição manifen. tar-e tão criticamente ·obt aspeto da problemática bra sileira por um mio de nlance tão amplo. Independentemente do ca nhado mérito dai opiniões e interpretações expo-tis no pro rama, terá ido tonificant para a indiferença política de tantos brasileiros presenciar, em tal duração e amplitude, colo.c~çüe• contr.hi:t~ ih oíiein 1 Foi como e a Nação,' bruscamente exposta à ontro. véria natural e audível de l um prnr<·,,n tlu11ocrá1ic.o, Ee j visse mágicamente transportada a uma condição que muitos já se habituaram a ver como inadequada ou incessível para {/ nós. Embora a autorização par o programa tenha sido mera decorrência de uma lei (de resto uma lei restritiva, que muito mais tirou do qnc den paro o excrdr_io dns lilJerdacles civis), não deixa de merecer reconhecimenlo o foto de o presidente Geisel haver removido possíveis embaraços à sua aplicação, Setores de opinião mais radical teriam sobidamento preferido influir paro que, de ulgum modo, o MDB não tivesse acesso um meio de comunicação temido por sua penetração vertical atra vés de todas as classes e por 1s o mesmo objeto das citadus limitações legais. Que o programa tenha ido ao ar reforça a parência de que efetivamente o Governo se dispõe a uma nova tentativa de reabertura do processo político, embora outras interpretações. p I a usív e 1 a mereçam consideração. Algans objetam, de outro lado, que essa não. teria sido a melhor oportumdade de o llDB reiterar os pontos de vista oposicionistas, já que a inesperada aprrsenração dells poderia comprometer as frágeis e imprecisas bases de uma eventual recoro posição política. lIas se o governo não estivesse preparado para absorver com serenidade tal exposição de opiniões, seria de duvidar que ele tivesse efeth·ns cond1çoes de reconduzir ao diálogo o processo. É normal, em toda in teração política, que cada uma das partes interlocutoras defi- na com clareza sua posição, porque só a . partir de. uma avaliação realista das diferen ças é qu~ podem ser encetadas negociações si.néeras. (Folha de São Paulo) Saldanha Der zi agraciado com titulo de cidadão Antoniojoanense 1 • A Câmara de verea.ào- , J res do Município de . .n- ~ tonio João considerando l os diversos serviços j6 prestados pelo Senador Saldanha Derzi àquela , rica região matogrossen se assim como o seu tn· teresse pelo desenvolvi mento do Municipio, re solveu, por unanimidade dos senhores vereadore_s locais,· conceder ao di námico Senador o titulo de cidadão {Antoniojoa- • nense. Dentro em breve, por- tanto o ilustre Senador da A;ena de ~1ato Gros- } 60 deverá visitar Anto- nio João para. receber a merecld• homenagem. J Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº253_26_06_1977 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº255_10_07_1977 Voltar para a lista de itens