TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº275_07_01_1978 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº275_07_01_1978Número da edição275Data de publicação7 de janeiro de 1978Número de páginas8GeoCoordenada -22.11681326953363 , -56.52465967326804 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº275_07_01_1978 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto o e )- º ... à ha em n- al na das Na tre- ro .ta li ta .Is O· a do •a se s0 r de .... n- ,a- 8· 2api- ,lu· re ,tado este 1D ,rui 1b!la nns as 11 ,... • Bela Vista na!: '•Estranliamos LJ vinda do deputado a Belu Vlstu e nílo ter procurado o Dlre tório " Nossa reportagem sentiu que "ha. viu algo no ar" e procuro:.i diversos membros do dir~tór!o Um dc,s loregran tvs informou que a situação politieu em Bela Vista esta muito dificil, com diver. s A grupos dividido;; (grupo Baram, g-ru po 1•1guelró. grupo Castro Pinto e gru pu lndP,pendeuleJ. Tomumotl couhPcl mento que urna carta foi enviada ao de ontaclo, mas o pr::>slJeote do IJJrdório, preferiu núo dar publiclclade a m1'1Hna, alegundo que era de curátM pessoal. • J1as, o conhecido político Pedro Palmle ri, afirmou que 11 mesma era df rcpúôio ao descaso que o deputado dedicou uo diretório. O assunto esta muito nebuloso e não temos certeza da vinda do depu tado a nossa cidade. A informação de que o deputado esteve na cidade, pr!Jcedeu do senhor Adalberto Sant· Anna, membro do d ire, tório. Veio ou não veio a Bela nstu. o • eIra M. de.Sul Ano VI No 275 - O7al4 078 Ditor Responsável Ivaldo Pereira Juiz de Diroito o - .• Flo1i :lurnno O Diretório da ARENA, de Bela Vis ta, está Jescontente com o-deputado Ru ben Figueiró. O presidente, Fiori :fura· no, prestou a seguinte informação ao jor- Segundo informações do prnsidente do Clube füporl! VCI Bela vistense, A brito ,,,.Zacarias, o empi::_esnrlo coubecido pela alcunha de CHICAO deu o "golpe do con Juato" no lrudlcioual clube da cidade. o Belavisten.;: bavia feito um coucrnto com º. empresário, t·ontralaodo o Grupo Eufo ria, <le Campo Grande, para ubrilbnotar o baile do Reveilloru. AcontPce cJue o,; músicos quo se apresentarom nlto per tenciam ao Grupo, e um de:cs afil'mou que "ora catados a ultirnu hora". O clube além do prejuízo ma leria! (todas· as mesas haviam sido vendidas), sofreu um desgasto no seu prestigio. A socie dade bela vistense, presente no baile, compreendeu o problema. Não foi culµa do clube, mas do indivíduo qne se diz empresário. Graçus a inlerveoçilo do advogado érgio Perondi, serenando os ânimos dos main exaltados, os "musicos" receberam urna verba para as despesas e assinaram um termo ,de compromisso. O clube entrará com a queixa na justiça e e pera qut> o CHIGÃO nparçea em Bela Vista para as necessárias expli cações. UE ESPORTWO BELA VISTENSE 0MUNA€AO A Diretoria do Clube Esportivo Bela- rU. Outrossim, pede desculpas e cor;:; ~lstense, comunica uos associadoti e preensão pelo incidente ocorrido. A Di convidados, que adquiriram mesas para retoria já tomou as devidus pro vidências 0 baile do Reveillom, que os mesmos para punir o empresário irresponc1ável. nílo pagarão :nesa~ no baile do dia ~ com o Conjunto SOLOVOX, de Bau- A Diretoria _,_ _.;;.;;_;::...:.;,.::..:.;;.:.;.;:_ Não Percam: Dia 10 no Clube Esportivo Belavist~nse um ' Grandioso baile com a animação da aplaudida Orquestra Origina! Sotovo de Baura deputnrlo Rubcn Figueiró'? O qui, cxl11IL' por t1·u1. dl'-la viu<lu'! J>orquo o Dil'í'tório si; magoou? O que PXifllc di; verd11d•~ rw l!élo triplice onviudu ao Ooveruudor'i Gost:1ríumos da uma l11formuçüo rnaitl plauslve1, ruulii objellvu, polK, segundo palnVl"llS do crnluenle prcsiJont,i Gohcl, o .rena devo harmonizar seu qun,Iros visando vencer as próximas elelçõe. Nós, particularmente, gostariamos que os politll!os t, •lavlsteuse.i p. ':!,tas-.em lnlor~a ções coerenteB, poli,; 1) dever do público é ucompanbar u ulivlclacle p0litic11 e_ o nosf'••. o ue tran,rn1i!lr ei<tE'.!I lntormnçol'b Ni1o rleve rxi,tir o esplr Jto de dedo no gatilho contra a imprensa. Depois dizem que o jornal apena,; critica o dfrc,lórlo. mas quando '> jornal procura esto dire tório vJs1rndo intormur suaR atlvldaderl seus n,oruhro, µreferem a omlosi.lo dos fatos. Vândalos destroem as árvores A Preft::ltura Municipal. está tentando arborizar e melhorar o aspecto de nos sa cidade, no entanto, apesar de eutueias• mo t1 espírito comunitário de uma gran de maioria, exl te uma minoria que bus :::a destruir e pertuhar o progrR,; o bela vlstrnse. O técnico etipecializudo, contra tado pare. o plantio das mudas adquiri dns pela municipalidade, pasmad(), tem visto que elas são arrancadas e danifi cadas por e1em.,ntos, ou roelbor, por ;;elvagens. Através dt1s p~ginaa deste jornal, o prefeito Ruben de Castro Pinto apela a • grande maioria que se entusi asma com as conquistas duramente al cançadas, princ!palruente aos moradores dns ruas XV de 'ovembro e Conde de P. Alegre no sentido de cofo borarem pa· ra que as 300 mudas de àrvores plantadas 1 crescam e embelezem a- no,sa querida Belu Vista . .- beleza de uma cidtHfi, é orgulho para os seus mvradores. O Go verno se emoenha na camp&nha Plan- te uma àrvore. mas aqui, alguns vânda• los não entenderam a mensagem. Ao invés de plantar. procuram destr:;ir. Ci dadão, você também é Responsável. Co labore com as coisas públicn11, pois assim o fazendo, voce estará di:!endendú O bem comum. Foi nomeado para a 'omare de Bela VIta, o Or. O1Jvnldo llnmanz1 111, que Jfl Hü cncoutm e .ercendo o caro, O uovo ,Juiz, ó procc,hrnte ela cidndo de Jlatueatu (SP) e recentemente fol concursado. Ao M.M. Dr. Osvnldo s boas vindas do Povo beluvistene. Jefegrama Pulaclo Palíl/{:J.llj cutabA MT TE 0080 EM 01/01/78 12.808(MT) A Diretoria d 1 Trihu na da Fronteira - Cor relo .TurdlnenHc, Tribuna l!urlinheosc, e ,forual de Bonito. Agradt-ço IDT Retribuo oR votos de rellcldudes atrQ nova pt. ,Jo11é Gar<?la r--:eto Go vr.rnador do Estado de .talo Grosso. Gráficas estão isentc.s do ICM Cuiabá-No conhecendo de recurso extraordinário impetra do pelo E-talo de 5o Hsulo, o Supremo 'Tribunal Federal mante #entença que tentou as indústrias gráfica. do pya gomento do imposto sobre ir ~ulução ,J., )lcrudorini (l.C.M.). até pouco rempo iuju,ramen• ltl recolhido. ujeírnm•se ria,. apenas, e rundo «entendimento da magna carte, ao Imposto sobre Ser viços (I. .5.). iara o êxito da grande cau sa muiro contribuiu o Siodic.:1• to das Indústrias Gráficas de Cuiabá, em especial seu Pre ,idenlc. o emprl"õário Públiu Pae• de Barros, devotado ba talhador pelos interesses da cla-e e .:11ual direor teourei ro <ln Federaçilo d.:13 lndú~trio• no Estado de Mato Grosso flEllT. Tratando-se de rípografía. em que ae utilizam tintas, Pa pel e in.,reditnlti• outros. fi. cam lei absorvidos com a impreS<ão r.-alizad:r. . Perdem o •clor cornercra_l. não são vendidos como bens corpóreos, merecendo tributa• ção do serviço prestado, nos termos de lei expres&a.. . . Afastada fica a Incidência de outro tributo, que • nio o 1.5.5..em todo e qualquer _tra bulho de composição gráfica ({eil"ura e impres•.io de nota, ficai+, talões, cartões, etc. ,tru,·és dn dcti1ão ,upcrror, plena de Justiça, o produto firal das indústrias em foco 1ornar-,e-.i mui• J,..n,to. Dai a ampla ressonância do rene rando ac·ord:io do :iupremo Trr• bunal Federal, motivo por que está de parabéns a categoria do; .. ,:iíicos, puticul=t>nle o 5;,';Jica10 de Cnúbi. ,. ADVOGADO ±SCP;030- Rua 3 de Outubro (A0 LA0 A CÇ:ü;JJ:iJilA1'-J) ...... Bela Vista Mato Grosso Dr. Carlos Edy Sá de Medeiros oab - Mt. 616 Dr- Cyrio Faléão Advogados Causas Civis - Criminais Inventáriof. Trabalhistas Rua Rui Barbosa, 2?7'1 C/1 Fone 46683 Campo Grande nua Sebastião Crlspim do Reao 319 Fone 771 Bela Vis1a" T O Carro do Ano Procure Representante em Bala Vista: Noedi Leite Larangeira T ambem temos carros usados para venda. Bela Vista • Mt. Tribuna da Fronteira u ESTADO .g , . i l Brasilla "Se as eleições fossem dtretas tranquilameote, eu seria eleito govern1;, dor do Estado de Mato Grosso do ul' , disse o ~x-governador, Pedro ~edrossmn, ao reforçar sua candidatura ao governo do novo Estado, embora ressaltando que nií.o sabe ainda quem ocupará o cargo, "porque esta decisão cabe ao general Gelsel e só será anunciada após a es colha do aucessor presidenc 1al". • Segundo a lei que criou Mato Grof.so rio Sul, 0 governador do Estado será es colhido até 31 de março. Pedro Pedros sian é 11pontudo como o candidato m_als forte 110 governo de Mato Grosso rio Sul. Pedro Pedrosslan governou o Estado durnote cinco 1Jnos, de 1906 a 1971.-e gunilo parlamentares mutogroi;sen ;ª• ele detóm, até boje, u maioria do elel,o_: rndo tendo vencido as l'lelções de t.9füi com 'uma dlr~renç1:1 de vinte mil votoR a mais que o outro candidato, Lúdlo Coe lho que também é um dos pretendPntes ao 'cargo de governador de Mato Grosso do Sul. Para Pedro Pedro Pedrossfan:, ''é sl~ pl.;R administrar o novo Estado , que Já poi,sul um potencial pol[tlco multo elt·v11- do. Segundo ele, Mato Grosso do Sul "tem condições de e desenvolver rapldamen· te" devido a consciência progressiva da população e ao empresariado. Se ele for escolhido, durante este ano, Iara um olag nóstico do novo Estado e seu plano de governar se resumirá basicamente, e:n "reallwr o desenvolvimento de l1ato Grosso· do ui e abrir perspectivas para as gerações futuras". Na opinião de Pedrosslan, "não há sen tido" a fscolha de pessoas de fora do Estado para governar llnto Grosso do ul, porque o ouvo Estado "tem muitos µolitlcos capacitados a gov:rná-lo . Se gundo ele, toda a populaçuo d~ ~lato Grosso do Sul "está na expectativa da escolha da governador". -------...--..------- O Dr. Carlos Edy Sá de Medeiros, comu nica a todos os seus amigos, clientes e ao povo em geral, que levado pela obrigação da_ ~du_caç!lo d e seus filhos, viu-se na obrigação de mudar de residên cia para a cidade de Campo Grande, mas que estar!l constantemente em nos l!R cidad'e,a tendendo profil-sionalmente a seus clientes e amigos, como sempre procurou atender, da melhor forma pos sível. E em Campo G r a n d e, estaremos atendendo profissionalmente, juntamente com o Dr. Cyrio Falcão, a Rua Rui Bar boa, 2.774, tone 4 6683 em nossa re sidência situada a rua x.v de Novembro, 390 apartamento, 91.. teremos o máximo prazer de x .. celfer os amigos. Bela Vista, 15 de dezembro de Hl77. Carlos Edy Sá de Medeiros. Tribuna da Fronteira - SEMA ÁRIO -- F U D A D O E M 2 O / 2 /7 2 Insc. Est. 1309533-1-2 CGC-MF: 03.200.763101101-7-1 Redaciio e Administrnçiio R. Duque de Caxias s/n • Bela Vista MT. Oficinas: Hua Duque de Caxias •/n Bela Vista Mato Grosso Redator-Chefe I valdo Pereira Administração: Maria Estela V Percirn Diretor Comercial: Alrnro Pereira A SI ATURAS Assinatura Anual Bela Vista CrS 150,00 Demais Municipios CrS 200,00 Tribuna da Fronteirn é nm:,. publicação da ORJIVAPE- Os artigos publicados com_assinaturas d o s autores não traduzem u opinião do Jornal. Sua publicação obedece ao propósito do debate dos problemas municipais e de refletir a diversas tendência, do pensamento umversal. Fundador: I vnldo Pereira Dr. {icoro e.calves 'osta Módico Oculista Oftahnoiogü;ta Rua Antonio João n.o 7 53 Bela Vista t Sul DE Evaldo G. Laranjeira PRODUTOS VETEIUNÁIUOS, l.'iSETICI DAS SAL BOIADEIRO E :IINEltAL, SE~1ENTES E:'11 GERAL. Ül'I melhores preço:; da pruç;a. Visite-no-. Rua Duque de (axias, 10 8 O ; Bela Vista .. Mato <irosso DL Ivan ftfonsB da Cosia arques ADVOCACIA EM GERAL Rua Vdvntários da Putria. 376 • Fone .-10 Bela Vi la Mto GrOs8o Sul Er-cercar3] 5 Z.P.23 g ~ Difusora fiflcatlópez ELLA VISTA,NORTE PARAGUAY • .. 1rn:?. VE!t'ílJ?.OSO Oí LA P,URIA Se eu pud L' RO votar uum c11nclldnto p:ll'il go vernador dP Mnlo Gro~ flO do Sul, cu votrnht om Poclro Pedi-os6lan n :dir maç/lo foi felln pelo se nndor ltnHvlo Coelho, - f:Jnallndo que Pedt·ossl un foi um dos melhores governndores que Mato Grosso jti tPvP e, dlrl gindo-se nos jornalistas, Pffi Rua maioria jovens afirmou que a juventu• de deve- grande revo lução cultural do Estado àlJUele ex-governan:e, que con1:<trulu duas uni· versidades. A definição de Itulívio Coelho velo confirmar apenus as suud posições unteriores favo ra veis u Pedrosslan. Por outro lado, o senador m•1 tcgrossem;e deixou bem claro . quo nüo é contrário a nenhuma ou trn indlc11ção, mas pro testou com veemêocf:i em relaçüo às riolíclus se2'1.lndP as quais pode• rla"' ser Jndíeado um téc nico-político alienígena. Mato r.rosso Sul. E GEISEL ANUNCIOU FIGUEIREDO C O l1 O SUCESSOR O presidente Ernes to G eis e I anunciou à A R E N A os nomes do general João Batista Figueredo e do gover nador Aureliano Chaves de Mioaa Gerais. corno candidatos à presidência e vice-preaidencia da Re púbílca. O anúncio era espe rado e não se constituiu em novidade. O general a tista de Flgucredo e o govErnador Aureliano Cbave15 deverão ser elei tos pelo CongrC'sso Na cional em outubro e em possados no dia 15 de março de 1979, quan do deixarão a presiden cin. e a vice-presidencJ_a da República os genera1s Ernesto Geisel e Adn.1- berto Pereira. BIG·LDR ,,., O Comércio Jovem de Mato Grosso do Sur Eletro domésticos em geral -- Móveis - Voce ÍOz o plano de · pagamento Concessionário ULTRDGBS entrega automática - plantão, aos domin gos e feriados troca de 6utijão pequeno - Assistencia técnica permanen· te Seção de preços especializados Rua Vereador Romeu de Medeiros S/N ----=~ Jardim .a.a (, 1 11> 1t prese te»«' po s8 qu ~ nhj 1111)11<" il'lllp! rn+•- pro hom,, ! adas eIo wvrá a ·pa ·pr lerin lhrr-í pri] I rata+ hoje 1 . .,, h:zen fada fon r!c, i ·'rteg 'o,-° 1 l• d D j'; to c« tr do de 6u1 te vi uh le, -- ,,..... r 1.7 -- ............ lJ J 11 VI ln Mt Sul Tril.1uua d Fronte.ia ,,,,_.,_ - - ---.,, ·--------~-------------------·----- t,7 Uf 7 I / 1 --l votur ara go- 0 Gros. :arfa em 1 a allr- 4 o se-, :jlho, M· 'edrossl• ,clhores ato e, dlrl• na listas, jovens juventu- revo, » Estudo crn11n!e, ns uni· lolçúo o velo ; as suas favo ,1110. Por senador deixou núo é uma ou .ns pro·. 1êncl:i uotícla's pode· uro téC· - uígeon Em t1Uu me11sugem dt: fim de ano, dl vulgaua pPlo pl'ogrnma A Voz do Brosil e, depois, po1· Caliela '.'{acional fie Tele visão, o JJl'CsidHnlc Erue!!LO Gr•i5eJ rrno• vou ni; ei::p:!ruuçus e;n IDcll'Canle avanço político om Hl78. Confia o prei;idente um que n iuicieliva do guvernú quanto ur; refurmu!' polilicu1:1 rrnciouul~. cm coJYitU· çiio "seja <:orresponclida pt>la clarividên ~iu das clu~ses politic11'- nacionaio, ca puzea de renúnciu, ulçur.)m-se à altura do momento que 'hemos, sopfw.ndo umb!çoes pessoai:; ou d" grupo~." Dever Cumprido . "Como em opol'tunfdudes unteriore:::, as vésp~ras de novo !ino, ,·enlJo ctur-vcs ?Onta doi; principuiti resulta dos que con Junturn~ule ulcanç'.Hnos cm 1977. Oem assim formula as perspectivas gerllis que visualizamos paru Hl78. h1_ço-o consciente do devei· cumprido com má ximo empenho, i-em desfaieclmentoa. E, embora circuuslânciai; diversas hujum re duzdo l'Ebultados l]Ut:! co1.1fiantemenle podiamos esperur e paceialnepte fru+ lrud? algumas _elas funt..lameutndas e1<pe rn~ç,1:3 que hc1.vmmo!! alentudo, creio que alinal, o saldo dos avsnços e das reli zaçoes e mmto grandP, corno tem sido llesrle a revoluçilo de J!JG-1, 0 que O pre sonte Estudo g<'ral da i':açilo - interna e t!xternumeote - mostru o real siaufricaúo do pro~re~so que, com esforço de todos ods brus1le1. o,,, ::1lcnnçain.,s no dccone~ este auo" ' ~ Ernes· mclOU nomes ant1st11 . _ No campo critico da C'conomia a .,0ver- :' oluçalJ da_ tiituaçilo mundial u de nos- ia ,,P"_eostru o e«rto d orientçáo oorn° ·,· ll 74 o Bresil vem s guindo a partir ele , 'dêncla d , _<"m _cl.corr,!nc,:1 , a ci h·,• provo;,:.i. " ie $!! tore, et«vesta dos r@cs o fui ó,eo. O choque el.!êf10 gc,t·u<lo I Ji, ti:! P e· ,O, O COlll,'Ç' • 1 , U'l' r e IU tou v ':" ' ' 11uva --i·u para nsti""; é;; ", 'Azyo i«usai«l modr. , ttener!l tr. é 0 e i;. rnlcrnu. um. prnce:iso "Ue a- º e a v s de sue ,.. • • d " ' red? dove;à 'vsstos Is{obramentos, reli@' de ' estender-se até que novas tontes - eJel· sum·~ergiu vcnh:,m prn~rassi'ameote as- ' ser !'{11· te J1. o papel, i:da hvie predomiaaun- " e j ,""npeih,d» pelo petróleo. O É- 1° ,,"! dos pais·s que, desde togo l'0('O· dill 0 • u. c,ru r.i a n , e . 1 1 d 1 "" ' • que' lera@:," ''std:te de um: desuea- '{e io progressiva, ão violenta, de sua es 111 • -!idellC!• •·,1 - ern - • g"ai+ e Setor Econo:mico ) .. economia 0, em paralelo, de mudanças cstn1tul':lis suflclenlemPnte rápldru;, no quadro de urna e1,tratégiu udoquuóu, ca paz de assegurar no p>!ÍS uma trujetórin sólida de crescimento. Implantar essa cstrnt{>gla era tarC'fa órduu que exigi1 ia sacrifícios da populaç)io e, ,rnte>r. do tu do, um forte apelo à Imaginação e a cri11tlvldude nacional. Embora o g.aduu li!!mo fuça parte dn tradição brn!'lleil'U em política economica, 1rn dlmPnsões du crisa do petróleo obrigavam-nos a seguir com pre~tPza. Não era l'ucil em poucos anos, mobilizar recursos nec~ss3rios uo programa de St!b~titulção àe importações não era fácil, a. curto prazo, modernizai• a agricultura, preparando a sí'Dultaneumen te para o atendimento do crescent~ mer cado lnteroo e para o aumento acelera, do das exportações. Não era fflcll, prin cipHlrnente condliar em módulos i:l"'uit1 os objetivos de· crescimento econômico, melhoria da distribuição de renda. ejuRto do balanço de pagamentos e combale a inflação. Em 1974. nosso déficit comer cial atingia a cirru de 4,6 bilhões de dólares. Este ano conseguimos voltar uo tradicional equillbrlo da bolançll comPr cial, de fato com um pequeno superavit. Visto estar qtfe uté novembro deste ano, enquanto as exportações de produtos primo.rios cre,;ceram u excelente t:.ix,1 de 1!J,4 por cento, us de proúutos indus triali1.:1dos aumentaram de 33,8 por· cento o _aument~ _acelerado c!as exportações nau rel'lqu1l1brou apenas nosso balanço comercial. V i u b i I i z () u também a nossa divida extl:lrna, inevlhtvelmente crescente dura11tR esta quudró mus ex pandindo-se em ritmo cda véz menor. Inflação . "A t:>:-a de iaflaçüo, mfldidn pelo 'índi ce gerai de p1·e,ços, d::ver/i Filuar-se em Hl77 <·:rn pouco meuos d::! 39 por cento. Essa c1í.ri: comporta duas observações: co_1;11parat1vamt!ntc aos 46,3 pot• cento dtl 1976 apresenta inegável melhoria, com - a diminuição de muis de sete pontos percentuais no ritmo infiacionário. Ao longo do ano, os 3~1 por cento resulta r_am na composição de duas fases dis t111t.as: uma da _influção ,rnelel'Ur!a n1 :- rI1n10, a taxa mediu m1:ur:ul de 3 7 pai· cento. Outra de inflt1.ção bem mais bran i~~u~e 2, 1 por cento ao rnes, a parti!- de Apesar dos progressos m relação a HJ7U, t•i;f;1moo ll n/!P c!P clt.t· por ,·p,,cidn a gl.icrr:i contra a inilaçío. E,:diorn connicion,1dos a metodologia r,r1·r1du·,li~ ta, pr1::ci-nmos continuar a Cl)lfll)atei' n inflação sem tréguas, pelando pra to rJos o mecaniRtnos d2 (·onlrole ú diH['JO· ~içüo {t cooperaç!lo e a compre(',,S:1o do , povn. A luta anli,inf!:.ie;lon:llitl r .Pl'fl· !:!entu, untPs de tudo. oxlra•,rdiw'trin exel'cido de d;Hcipllna c 1 a floclt.1dnde. f: Jll'fCÍflO qu0 IO(J!Jfl relvindiqU<'lll'l'; IDPUOB, para qu1· os runho:. não venham u nc1· f: ui,.trnclo~ pelas allns <le preçoR·•. Pe,.spedivc:s PoiíUcas '·Quanto :10 prJhlerrrn p'llítich propriil111enr,·. cm rcf·t"ulc <fi~eur .. 11 prhft·tido ::l 'rjJ114,:irr.1 de d,•. zembro, apresentei o quadro atua e as perpeeti vns de sua evolução nele de-taquei a ivapor :,ncia do desenvolvimnto das in-titições política- para o prc.;::reFso do p,IÍ'3, nu ,•1upa a qve chegamos , <lu vida nucion.'.l!. E nadn cnbc acrc~c,•ntar, de nu: .. n1ento. um:.1 vc.t que, pela con .. uh.n a:r:JJliuda no.; setores mais esclarecido- da população e pelo con SCUl'líl l(Ut' çC 1 {•rjficruc·•, é. íJUe f.t• ÍIXt•r~io n11110: bem ,lcfiuido . .i e met.1.;, ri nfcanç .. ,r c.0111 re . .1Ji-wn, prudência e be:,!Utall'íl. I·~·JH:rs1JOO'-, c-ouvktn1ucn1C·, qut: o uuo próximo se venha a as+inalar por um avanço mJt('l.!.Uft: flí;rre ft.•ror, urench:ndo :t3 a--pirn çtie::: µcrJf~ dn nprimoruílH"ULo rlt.: uo.,ca dt:moC'r~1- t::ia. Coofia1r.os ~rn qu~ a inici:.1ti,;a do governo e ju correspondi,fo pela cbrivid.,nria rh, r!J--,·, p•1• lítica.~ nacionais, capazes, de, com e-pírit de ft-' núncin, n)ç~rezu :-:e u ulturu «lo rnomt>nlo que vi, c rnos, Fopit:..:nllu c1.nJ,iy,jct- pe~-oaia ou de grupo.--. Chegou arFÍm ar, tênt1in,, de.illl ...-xpoei~üo fJUt> j!, vai mais longa do que era de dejar. . relt. ,ru-1• cin de seu teor e n nece,-id.!cle rll' ih~ cbr a , er· t!adeirn lonalidade <lt' otimismo ern qu.- podrrnus er..r:uar o fu:u:-o rxi:!ir=-im n t'Xtc•n:-ii., Cj'JP Jhe íol dada. Ao conduir~ uu;;uro um Ano :u, o o d(• 1970 pleno- d" rcali7.nçõc, p~r.1 a Nuç~o l'Otuo um todo e c.Jn, ac.re~ci,bõ bt:nçüe~ p:ira cadu ddorf:iu brasileiro, no seio de sua comunidade e uo rct•~s-• o de sru lar. Realizações .::,odais "No cnmpo social, cle,de 197 J, u atuaç:1n do go,erno tetn ~iclo d.inámicn e cri:idora O !?OYt"rnu _preocupou-Ee en:1 assegura'r que os rt'ajuiuc. .. calnriah=, particularmente~ o~ do· ~aJ,irio mínin1u, rc::corr.puêe!l:-cm os pnrlrõc~ dn poder nquhi:i·o cr6dito" pela in(J.u.:iiu. O mais ipnr .. Li.tnt.t:, porém, é aue o mcrr..nd<Í~ Ü1"'.' fato, vnforizou o 1rab3JL,,. bern ~~ima dos co.,ficie::tc• oficiui • de reajustamento lurial. Os programas do istrema educacio1:n.l. a redt:cào da taxa do 011,,!f.:.hetÍ-'mo adulto, o crédito educativo, os progrm:as de saá de i,ública, a prevcnr:io da ;:ra, idn úe alto rirco traduzemn aspectos da política social que t:eu go verno tem procurado seguir. A , rrdudcin justi~.1 coei.li núo é u que isuhmete <· ir:ili.J.lhador a,, p.1• trrnnlismu go·ernamcn;af. n1;:- a que:: tozn:1-u e.a· puz de se , :iloriza.- nu n1erc:!do de rr.:.balho, in ilep.;:ndemerncnt., ile;,a proteção. Executou-s.:, t'UI 1/i t, um Or:amento rncrn.l riu orrlcra dt! CrS231l bilbêe• cm cduc=,ãr..,aúde públicn, a,<Í!tcoci~ m(,. dica, saneamento, numurrraço. habitaço, previdên cia. trabalho e trcin:.1r.Jt!nto }Jrofi.::ionnl. A e:-'-e dispêndio adicionou um pru.rran,a c!e c!~:teu,ohi mento urbar:u de ccrc.1 de êrS 3') 1nilhõt:i dc~ti• 11,1.I,,~ prinr-:p l: 1th' .1 tr, n1t• porte coletivos e ttto o inir, pur outro lalo, apl caro.· ms Csr lu {iltoe do Fundo de Apoio ao Ie ri li r,h Ít1h OCO .;"lfln il. 'I .1i, , ,; Í1t11.,·11• d,l .!i(ºI Hh'l,d ,.,1J(lt" riza consihrvel progresso, Na verdade, as aluçóe· .. ir:1pl,~--, 1ura unt pd-, r,.JllJ 11 popular ão que temo, no nos· -o iel de renda, o simples , Jlt 11:1• 1111 J-l'qwL Cn111 wfo, (· pos·fel encontrar essas oln ~flt .. e t·f,·1 h :i ... ftu ('otn ,t:1 f•r mina4o e f, pelo c«ninho da evoluão ordenada, nua rnl'Í<·•l.1cl,: ah{'ri,1, plnrnli,la e CJII crt"1"PIIJlt'illH lit"fjl reflJr () n soluções extremadas e io l,·ah1,·•. l ! 1 1 1 .con~q:a o que ucun tecel' TJO mundo oxterno, afw se esqusça de Deus, que é a fqnlo dn provisão. A fonte da provisf:io é sempre Ocufl e é !u e,.;gutú vel. . pro· vi. il0 pon:co nlgum~s yez.-s COl'liJdU, ma~ DUO ei,tú eorta 1t1 de vcrda dc•.O cru,~ t!COtllPCe é que. quundo o boruem se esquece da su Ig3- çlio com Deu;,, man1foa ta·r:sll um tenómeno em que f:lt• parece desliga do d pr •visl1o fufrn!tn. Seja quul for a 8ituução reuornênica, Deus estv dentro ue vncll, traba llw.udo se:npre c!e wodo 8 realizar as cofias ne cecs::{uias para vo!.!& , na forn:a em que vo,;(f de- Hiiju. . Por mal;; que i;urJam r,ituaçõeF- dlf_iceiti ~o mu:i do fenorr:en1co ;-;ao dei xe n sua mente se Da !a r p,•!a~ 1ran?formuçoes r~nomfo!ca-s. ., <;:· ·Existe Só:unte Deu. "9 m«te Deu! $nt P"";; :Xlld> ,·:ci,lt: ,Jt:m de D.e-. _': Deu- onipotente quem_me u ifis! E 'eu· d1w+?%?" fini:a, quem « _al4; "" dn t':<ei•te além d~ D,_u;. rn: não existe! A ifeliidade nso exi,te' As de-graça não xu- , '(J fr:,ôu:l!Ll<' nü<> po,<:1 de 1,m. . b iit> tem «gts!_t s -gr%",i,arfo t'.X.'-'h nria real rurP J" a<sim. con-cientize-+e no ° e negue terrsinsntryrna+e O •· ~~::i.lc5 F eno:lzt·f.ut·o:i • CGLT, NA SEfCIIO-NO-rn E J..'l QUAIS FORAM O • ACONTf~CB!ENTOS FENOMÉNICOS .USINA Rodovia .Jardim Porto Murtinho Km. Escrilórill :le V d • en as e Administração: .-.v. Duque de Caxia;; • Centro DIM - e á ri o MATO lodoquena GROSSO· 54 DO SUL B«la Vista ML Sul 'Tribuna d Fronte!r li p CO, DIZE VI uma menina uorrendo no en- O índice de leitores no Brasil • dos ~bntro d!i ~ua mão e ueutl uma 011ormo mnli; baixos. kso foi o quo conatall)tt o saudade do tempo oro quo nu também lcvuntamenlo feito pelo SNEL o IHGE, Num wundo ameaçado por to<l(•cl OR era um,i jovem mãe. Cheia de vida, fe· em comparar.ilfJ feito. tom outros paíse. tipos de poluições. São Fa.reisco pare llz, enudá vel. Hoje nem utr.a jovem avó O índio do livros/'população verlflcnrlo e" como ·um verda<lclr o profr tu d pre eu ou. m 72, o si!té: Estados Unidos, 209 vago da natureza. Não foi por nnda Sou uma velha chuta o impltcute milhões de habt'antes nrédia de 0,79 por que ONU dc!arou ·rto como ps° com quase um século nas cotas. habitante: Rússia, 247 milhõea de I.Jubl- dtoell'O da c-cvlogiu. Quando eu contava nna vinte l!DC>il tanter-, O,:l3 nor bablt1rntt•s; República A comunhfio de ~ão trruncl•co com u nlo nego quo de vez cm quando eu pu- Federa! da MA!eanh, 40 rnllhões de hn- natureza niio tevp um nc.;pccto rorn, nll rnvn para meditar em minha velhlce, en- bltant:, 0,65 por habitantes; Suécia, 8 co apenas. No período romantico, era fá tretanto eu penei que cadrt Idade tives- milhões do hubltantcs, 1,00 por hnbllao• cll Jmag-lrilll' que um C'l't'IDítti, ucl1nP1:1e 88 o seu encanto, u. velbloe tem apenas te· Espanha, 31 mllhõe11 ele hnbltnntes, prazer em ficar uumu cnprla em ruins o encanto de nos fazer voltai' aos nos- 060 por habitte; F'rança. 55 milhões de em melo us rtoretJ, com o Juur lfumtnun sos anos do juventude l hubltontcs, 0,47 por habitante, Portugal, do a noite. Mas não era este o caso d A única coisa que posso fazer 8 60 milhões do h•1blluntes, O,GD por ha- So Francisco. Ele amuva a natureza com m u l t o esforço é ler uma ho- itante; Argentina, 24 milhões do habi- porque via nela "tu :1lnul. O Pol, a água rn. por dia. nado mu!R, Estou mgra, frna tnntes, 0,21 por habitante; Brasil, 104 s flores, o vontu, 11. te1·rd, leruuravv-llHl o ca sem dlsposlçfio, vivo entacta tt sofro milhões do hubltant••s; O,OG por babltan• Criador. Para f:.'!e, todo o uulvel'r,o eru umu de insonin! minhas rugas afio lüo vlolPn• te. imensa catedral, onde percebla u presen tns que quase ni;su11turn us p0sRoas. Estes dados do SNEL Sindicato Naclc,- ça de Deus. Todas as cuias, nu perpe- Mas meu tempo do jovem orn ótimo. nal dos Editores de Livros· vêm noo re- cliva de Fraodsco, d?pofi; den<·nvolvlda Eu não l!OU daqueles tempos rigidos em velur o baixo nível do brasileiro nesse por São Boaventura, erum degraus que que os pnls não davam uma mlnima llber- al:!pecto. conduziam n Deus. dnde oos fJihos, eu sou dn era reodernu. Em pesquisa realizada recentemente, Além d!Pto. 8110 Frhncl~eo Pra rlotado Minha juventude foi de uma época trnn- provou-sé que Machado de Assis é, nln· de uma especial sensibilidde. Seu Can sltóri, revolucionária. Eram os primeiros da, o mais lido entre os ceritres brasl to das Criatvrus e colono nutre us pas11os para umu enorme liberdade e ln· lulros. Sem; romances, como :Jemóirns obras primus da poesia Ituli1rnn. ,Já se dependência entre os jovenR. As faculda- Póstumas de Sras Cubas e Qulncas Bor disse que em São Fracclsco dlficilE,entc> dee abriram suas portas pura todos!. ba, constituem-se no rompimento do au- teria surgido n Divina Comédia. Nos namoros o romantismo já nll.o exibtln tor com os esquemas do romantismo na Cada um vê o universo de uma mn- Nada de versos e nem de flore.;! Lomi,rel- flcçúo. neira. o economista vé opeous poF11il>lll· me de uma frn&e muito usada na 1olnha Obras de granr!P senso de humor den: dades econômicas, o poeta vê emoções es turma: tro da comédia do adultério - que teria tétlcas. Sãl) Francisco pPl'cebla Deus em - Você eetã numa boa, ma!lrndra! havido ou não - e de uru cachorro que toda a parte. E porque perceblu sin11l1:1 Todavia, atualmente núo faço !Mia de herda uma fortuua. O ridículo e o dra- de Deus em todas as criaturas, sentia-se oomo andam os fatos, falo pouquisimo mático nu comédia ela vida. um irniiio -:inivet'sttl. Viveu em comunhão (e eu era querida por falar bastnte) Memorial de Aires. oulro de :11:us no- com todas as criaturas não apenas por- porque sofro de surdez. tá.vais roma.nceJ, pode ser considerado que eram úteis, É Finlomátlco que o Meus filhos me visitam oqui no n!.ilo,, um te11tameato humano e lllerãrlo de Canto das Criaturns tenha sido cornpos allás antlqulnslmo (desculpe, asilo unca Machsdo de Assis. Prosa de admirável to no fim de sua viria, já ala<!Udo pela está fora de moda) de vez em qu,tndo, limpidez nele o autor enxerga no fundo doença e pela cegueira. Alguns de seus quand-o sentem remorsos ... lúgo, Cúruo do abismo da Miséria humana uma !uz suuhos e planos estavam já comprome vou saber o que se passa lá foro? de esperança e faz suu mensogem ditini· tidos e seus olhos apenai- viam o con- Ao menos eu tivesse tido uma filha, Uva de poz. Antes, no Alienista um ou- torno das coh;as. Ele cão "ne uposs,1va" talvez Pia fosse mais carinhosa c 1 migo, tro de seus romances, Machado de Assis das coisas, pois não se julgava com ossn to! uma das minhns maiores 1 usta- acaba por mostrar-nos ironicamente que direito els to. Sua pobreza o fazia pasar çõesl Sempre sonhei lt>c ume. filha, mas os sãos podem estar nos hospícios, en• ao ledo de tudo e ele que não queria tive somente trê.s rapuzes. quanto os louoos estarão fora dele. . ter nem lugar pem casa, nem coisa ul- Te-nho alguns netos que mal cc,nheço Dei>11e inconfuod!vel maior romancista gumo. As criaturas todas computuhum o hoje em dia uma avó mo.l tem Cllntato braeileiro resolveu a Editora Cultrlx pu- pano de fundo, compunbnm n pairngem oom seus netos.. . bllcar um'a seleção de obras escolhidas, mas apenas Deus era o imporante. o Desde multo Jovem, sempra go~•e de numa edição grófica e intelectualmente essencial. ' pessoas de muita gente u.o meu redor. 1 bem cuidada, com estudo introdutório I Quando tomou O opção decisiva, ar- "meu maior receio era a solidão. da vida e obra do autor. rancou suas ve11teti &otregou as ao pai. Porlsso e por amor, muito amor mesmo, moribundo quis ficar deitado sobre a ter- casei-me. Fui espC>sa, fui mãe fui dona ra nua. Esta a filosofia de Francisco. de casa e trabalhei fora. Dei tudo " LEMBRE S i quli! ter, por que sómente Deue e- mim para os rne1!s. ~ '-"" • ft • e F? • t t 1 d , Fiz de tudo para ter uma ve!hic· r±da !! f;d ! ) ' •- • - Lb ra impor an e para ele, e na6a e up0s. sava porque Deus era sua riqúeza, tudo de pessoas e familiares. t d · Entretanto, calculei errôntiamentr: - que no fundo doo mares existem er. amava porque em u O sentia a presen- e8quecl• mo da ..morte e da iogro.tidu0 dadeiras florestas e jardins com plaoto.s ça de Deus. • • E foi atrnvés destes degraus as cria- " morte levou mau marido amigo um que chegam a atingir 300 metros de altura. .... " • turas que o poeta e o nio que coexis- do meus filhos e grao d es amizades. - que na Indi existe urna espécie te psi- tiam e raucisco o elevaram u santí- Por Ironia do dc::tlno, aqui datou eu com xe que sobe em árvores e que tais peixes dade. Irmão de todas as coisas, Jil a s o.quilo que mais temia. n solidão! siii> capazes de galgar um plano quase mais que todos, iilho de Deus. vertical. • Leia e Assine o JORNAL Tribuna da Fronteira que o uso de hélices para a propulsão üe navigs, em subsôtulçlio ás rodas, foi ides.lizad11. pelo austríaco Kessel, em 1829. -- que a chlne. conhece a sêda mil anos antes do resto do mundo. • O Brasil .,. por nos .,. e feito A Desidratado A VlO, D.E ShU HUlO DEPENDE DE VCE SIGA ESTES CONSE LHOS AO Pl~ D, I.f.l'HA 1- e só mamadeira e com1lda prcparadn mi ho rn. 2-Fer ,. n toda Aua is bs. ber, j de poço, uv i cu ou enenadu. ).Ferva mumad·iras, b! crs o chupetas antes de d-las criança. 4-Não deixe que a crian-] ça leve t boca s com!da, bnlns ou objeto que te nlwm cnfdo no chüo. 5 .J oguc ror11 quulquer ffutu ou til1rn<>nto cotrn• g-ndo ou puss:.trlo. ü•Ac,tho com moscar. r. mosquitos em sua casa 7.Conserve empro lim pas ns roupas e ns mãos da criança. 8- Lu ve ~Ulltl mHos, DH hora de preprar a ma- ] mndeira ou qualquer ro feição. 9- Só use fraldas limpas e puRi:arlu1:1 com ferro quente. 10- Trate imediatamen te dP qualquer Jufecção que a crLrnçu. tiver: oa garganta, olhos, ouvidos, nariz boca, etc. 11-Nãu mude a ullmenta· ção da criança, 1rn1u con sull·t r untes o médico. ATENÇÃO: Ao primeiro eirrnl de <liarréla.fuça Is· , to: 1•Suspenda a alimenta· ção. 2-Só <lê água fervida E fria o quanto a criança aceitar. 3-Procure logo ussisté 1 ela médica. Verdad!:'S Ê mdhor prnveolr que remediar. Pais previnldos • pais inteligentes! Documento Perdido t Niwton Garcia Mo· '• tais exlTJViou sua Car· teira de Identidade, Titu lo de Eleitor, CPF, Cer lificado de ReservJ?ta, documentos de uma Ca· mionela C-10 Chupa fl/ 0958 Gratifica-se Publicação que se faz para obter fi 2 3 via, ~ r, (' o é e, t te Suite, ,:Apartamento:. (casal e. olteiro). Sala de Recepção - O Hotel mais l"tL.."lloso do Sudoeste y.sr..=z7= 1 • Uüotel iquidauana ~cloce .. O Cartào de visitas de Aquidauana " 1 AQUIDAUANA MATO GROSSO DO SUL J a-. - ----'--- - -- -- ---- , ........ l ú7.1,. -...... Botu Vista Mt Sul - TrlbuM du Frontt,u·n --- íl!-Ol-Y8 -- ----- -.......- ... ------- ,, íID ' J l'l! I' · o, CONE LE, 1acte1•,, da m flll ,J• >. 0, @±L t>iru;,: .JU UU' rlança. 1 ll Ct/,f t com!:, ,os que 1, :hão. qual lo C!trl ·o. moscas 1 l SU!l c,J<J !11lpro llc e 110 m!:1 mrtos, ti trnr a c1•1 tquer ri. s li;u c:om frri1 iatum1i lolecç'.: tiver: t! • orli! ollmeoli se C j]lédiCO:. prin 11.Ioça ii- oll!lllnB· f ferl'lda f 1 cris:] cs8 veolr qui s. ' Ap61:1 inúmeras palestrr.11 com a Dlreç:io do Jorn·u1, multa ln!-list(ln~ia a juda de lnltores fanátloos pelo _estilo a qul elo pupri[, o "porlcroso cllofau per ralliu, n,Lo a volta do E, pois é. . . mo.3 pelo 1+no do POIS É. Segundo ela, es te uno nã0 flcnrernoa nu11 eleiluções ma.; partiremo~ para ai exp!lcuçõí:ls. [•oi ne cessário explicar que todo j ornai possue o sou l<'rrltórlo livre. . . ele entendeu Crnlu aml~o !P.ilo1·: o chefe tem razão, prov, disto é u coluna desta semana. Leiam e julgurm. HE!l,Ç.O l ·..A 1 ... ; . ,, 1, 4 1! :5 l ± ' 1 BELA VJST1'