TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº287_23_04_1978 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº287_23_04_1978Número da edição287Data de publicação23 de abril de 1978Número de páginas8GeoCoordenada -22.114904893954307 , -56.51514954617035 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº287_23_04_1978 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto 'J 1 'I duas ,en, gue ol. JOU. PEDROSSIAN "Uruu trnquflnolá de orros, 1mpurdoóvofs em pol! ler.. v<•m ln11,c11int!n u rtJabllllaçllo do Ex-g<.>vorndor Pedro Pedrosin. Esta é 11 dedu-;:'.o cl<J'l 11nnlliiil11e que uguurdavam apenas o encetrameoto do p1·ocor.s<> no;,:~·,t6rlo. pnru osboç1H' public1Hnente um ponto de vista mis genético crc d,; prcuençn do lldor lndepeudento ou vida politic11 do Edlauo ... Um c..ui•n IJ/1 de ue rccouhecer anlea qualqu"'r progaórilko: nesta lulu, l> ei11l11 ffJ1potl :nte é oompro o prlmoiro "round'', por ser mulu difieil, por aprestar v lutada doreu no auge Je eua formu fiica. Este primeiro "round" fui u norn°açiiu do govoruador. Neato Pedronslnn !oi frnpledosnmentP n11cautr.odo {N, P.Gl • NA 6, ASCENÇÃO E QUEDA DE PEDRO PEOROSSIAN) Um nrliJ!0 do jor>ul A TRIBUNA, de Campo Orando. agora em c!lllrull11 Jlgução com O'l Jr1, nriia do. ORJIVAPE, segundo euloadlmontos mantldoo com o jorn:..lialu SEHGIO CRUZ, um 'doa dlretortis do JornnL é( r !'.:VISTA (.' dm tu a«cem. vos, 1 , (O, • 'D r r w r a d s , eu no ó De. 1 .r. ,, l ... : } .' .. ,f.1 tu la vir,as, ou, colo deioraci relativa, democracia posivel »fotorexdráx:'s, 'g:ieat· tapeação. O povo io engole esta pílula... Boi três (preieit» de Jrdt, Bla Vista e Bonito) o que rrielhor1•5 cvncHçôP, 1CÍ[.;IÍ1Ji"lt,utiv11i.; t 111, ó elamute o do De}a Vinta. É nomeado, ata!go pessoal do governador o só não trabalha parqte é incampe. .te. O de Bonito, conversa mais do que trablh l! o dn ,j .r..lim ,w~:J duip coodeo,ivrh• e uu!l-domocrllt!euit ro!ltrlçoM é do MD} e não morre C.t amor!lR pdo sr Uarcfn Nnlo quo oxeree Jto!Jra aquela mun1dp o wn Vdclu.d<ifro boJcolíl ( Pai vrarJ tio dopu tndo SEllCHO C[lUZ. om 1:-nlrc·Vi!tu c•xcfu,;iv;, a TflllVJN/1 DA FllON. TEIRA liam Puto de Encontro, p g O:! to ao fos· , filei• era ;lsel ser clr• as• o" ao Le1 lsilo ' o desse ,tas. lati· •!sei. :-:, do Cbe de o [ID Li o CJ Pag. 3 Livro • Ditadura dos Canteis > foi p e I a e e n 'S u r .a e " d e s i técnl· end% , re° a" o" 1 dB u 6 , a rei' se" ; pO' ai 4l /1 lrineu Cardinal está contra a imprensa (UItira páina) liberàdo o Ministro dn Juetlçn liberou o livro «Dilo.dura dos Cartéis». O próprio Armando Falcllo havln 11olicitaào quo o autor do livro, o lnduatrlal Kurt Mirow, fosse enquadrado na lei de segurançn nacirmul Mas, como o !iiuporior Trlbun!ll ,'.Hlilar rejeitou o pedido e conoide rou o livro dt: intereo~e nnclonal, o Ministro resolveu ,,c.,Jlar atrás em sua declsllo. "OE Deputad1,s .. ~:1togrossenseG ebtáo prepar&doa para enfrentarem ago ra o desafio de ferroarmos duas sC>ciodades fraternas e progressl6tns oas termo de :Lto Gros~o, t10 l«do do homana sereoo!l, fortalealdoa pola cortozn ue, ntlnglrmo!l juntoG a curto prazo uma posição olevda e digna no solo da grando comunldndo nacional" - Pronunclameuto ,:lo ProJJldeutc d11 Ausem• bléiu Ltighilalivu, P<1ulo S.il..iuuba D R A C O em sua crónlc,.t Meu Cantinho, incita os beluvfston ties a cerrarem Iilclrns or::i torno do desenvolvimento de Boln Vista. Pede rnuin harmonia e oti:::iiomo ... leium nn página. 3_ o O, Repercutiu as Getulio Lino declaracões ' de O Brasil caminha alt ... nei:-o rumo no seu dos tino gr:rndioso. Atra ves samos pcriodoo diiíccl3 em nossa bistórlu, mas .:1uoca ab:llcamos do direito de oormus livroa o iodopondentes. O ato heróico de TIRADENTES permane ce como chama u iluminar a nossa trajetórln_ Salve 2I de Abril - 1'iradeutes. SERIO ROBERTO PERO! I ADVOGADO &$)7CIO- Rua 3 de Outubro (40 LA4D0 9l Cl83ra3.9) Bela Vista, . - Mato Groi;so do Sul Dr. Carlos Edy Sá Medeiros OAR- Mt. 616 Dr. Cyrio Falcão Advogados Causll - Civis Crimin11.it1 Inventário~. Trabalhistas Rua. Rui Barbou, 2774 C/1 Fone 4-6683 Campo S-rande - Mato Grosso Rua Seba■tllo Crisplm do Rego 3.19 Fone 771 Bola Vista Mato Grosso =_;;;,:....;.;;~...L.---------- 00 tE ~ 1T li1 lliJ E CASS!NO PARAGUA Y Ambiente Seleto - Bebidas Nagi6- nais e Importadas - O maior :llmtivo d" fronteira - Diversões. oma. 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Tipos de Arroz Para s considerações gerais podemos analisar o nrroz, quan to aos eeus teores nutrltlvos e pela elaboração dos processos Indus triais como "Arroz natural" e ''Arroz macerado". Arroz natural é o rroz que cumumente nós denominamos de "arroz branro". E o arroz que não sofreu, antes do seu beneficia mento, qul1lqutr preparo Industrial ou processo tecnológico adftlvo possuindo no caso, é evidente, menos valor nutritivo. Arroz wacerudo 9 o arroz que, antes de seu bloeflclameoto foi submetido a especial processamento graças ao que teve aumetado o seu Y&.lor nutritivo, tornando-se de maior valor dtPtéticn P tnmbêm mais valorizado para exportação, uma vez que os inportadores fa zem questão de receberem o arroz marcerado no sistema conhecido por parboilização. Sistemas Há dúls sistemas diferente-; para a maceração do arroz, utili zados no Brasil. Temos o sistema que resulta no '·Arroz Amarelão·• e aquele que apresenta como produto fínal o "Arroz Pnrbolllzado". O arroz macerado (amnrelúo) é o arroz em casca ou descas cado que, antes de ser beneficiado foi submetido a maceração por lmers!io em água a temperatura ambiente, e apó8 passar em fomos Fluxos de .Producão ' ' R II00 com cilindros u alta temperatura, visando elevar seus teores nutritl vos e de sai<; minerais. Arroz macerado (purboilizado) é o urroz em casca ou descas cado que, untes de ser beneficiado foi submetido ao enchareamento em água, sofrendo ução de vaporização, visando elevar seus valores nutrltlvo e de suls minerais. A produção do arroz macerado necP6sl!u do uma série de cuidados especial, sendo bnstante mais elaborado o seu processn meoto, motivo pelo qual o eu fluxo de produçfio tem 1'l eetligloa distintos, saber. !).- Recebimento· A chegada do arroz das zonns de plantio aos locais onde será pr•>cessado untes de seguir destino. ?).- Md+1o de ün!lado- u'd+l especi:l que deve ser tomado quer 11am o armazenamento quer para o sistema de maceraçilo. 3). Pré-limpeza. Nbsta Iase silo retlradus do arroz os materiais agregados durante o processo de ensacamento pertaunecendo apena o grão em casca. 4). Tanquee de lwersão. N€ste ponto o arroz fica em água por vá rias horas dependendo do grau de umidade da matéria prima (Item 2) Destes taoqueso arroz sal com, aproximadamente, 50 gruus de uml dade e entre no ciclo seguinte que é dos [orno8. (Contiuua no proximo número) AMA Um Apolinário Novo Conceito em Máquinas Agrícolas Assistênc a L TDA Técnica t 1 r 1 Matriz: Rua Marechal Floriano, Esq. e/ 1. º de Outubro, Fone 139-421 Ponta Porã • Mato Grosso FILIRIS: Rua Sebastião Crispim Escritórios de Vendas: Mundo Novo do Rego S/N Fone 161 BELII VISTJI Amambai - MTS. Antomo Joao, Caracol, Aral Moreira, limambai, lguatemi, Eldorado e ..; ---~----------- Ht-! BJ Amo velo Me (Cantinho DR AC O Constrangido, em terno- nheer que inda pululam em U01"Cl flH•Í(1 o- l". i,, j { H ,~ dcrn,ri,1·1--1, ,,.fio, 1111i, UPJ et, bater na velha teda: preciso radar a mentalidah do bel»vistene: {os a época não admite ai o derrotismo e o pessimismo. Heron!ce mo que a tnual itaco no f'fltft um mnr de ro+a», mn existem opções e alternativas válidas para rir dos impasRs económicos, O que no pode IHt('r, (;. u t•,,pfrilo nr!_!nti,o iruperon<lo 1111 nh!utc d,,., ch.1• mudos l·deres da comunidade É o que eti ocorrendo em 1101iilll c.·ida<lc. o:( Jiomt·n1.o, ,.,, .. beças do mundo economico e rocial,, ivcm 11prq.:011r11ln c·ri-.e, e dt•l'lp..-rtundo nut tH .. guth i.:1110 qu~ n·prc,c11ln 111uit•> nu ron• texto gtrnl. R f11lu conhecido que ow lavoureiro sentem o prohlt-mu tla t'..íltingcm, o ro .. mércio ada fraco e as pouca 111J<i,tnnR r,,,ofrem o prohlcrnn <lo cneri:ia ,·lélri,·n . .ln, nfio é cai..o para dl'-C►pt•ro. Construir uni futuro µrandinsu t';.if!t.' lu. la t" muitns rt.•núndn:1· St· que rem umo. Ildn Vislu m,·lhnr, • • nece«sírio uma certa dose de ncrificios. o incitamo ninl!11t·111 no sofriml'uto, mnt-i conclamamos todos cerrar fileiras em bca de soluções. inda é válida a tentativa de formur um crupo encnrrq:tlllo tle coordcunr 11,( ntividndc,; t'C'O· nomicns d:i l'riul'l':-U do Apu. O que não pode acontecer { ficar nn~ t''-(jt1it1u'." rt·damauc)o da ituaçio, Olhem em volt e repart'm: O, l}Ut' n,1o para .. mm parn rc:rlam.ir eqfto t-C n<liantau,lo t' <'on ·truindo . .:lc-u Cantinho lança um repto; a. mo" traoalhar m.ti11 e rt'dawur mt"nofi; nncla , encc· a forçn do trabalho Pt'tl!-!ltttt·nto pu ... iti, •J· Pcn•ur grnnJ, .. t" ft•. Na tcrrn e no homem belavistense. a-. mos vencer os dsafios que e npre1-t"ntan1 diuturnam.:ut~. E o no"o pnp,·I. E o papel «lu ser humano, filho dé D,·u•. VENCER TF-- A nomeaçf!o de !Iany rim Costa, para o governo de MS, de t•noontro u Pspiraçílo popular? Serglo Cruz: O govc•rno puniu ri Are na de Mato Grosso do Sul o dou 1.1m exomplo do como pretende 0(lDduzlr ll pnlítlcu r1>r,'iouul, oontrnliz!rndo n!l rlcal Hõe11, ntrnvóo de (IOverandore, quo i;ojnm emprt>gudort do CJfotom11. Nlio conheç,o Hurry Amorim. Poucos em !foto Gros~o do Sul o conl.1ec1:1m. O que se «abe de HUa modostn ntuaçllo nnste Est11do, PRl,i nu obm rl1> DNOS em Campo Grande, Pantanal e Extremo Sul. É uma obru ex coo!livnmente preguiçosa, que tem o exom plo ruais desanl:nndor nu Estaç!o de Tra• lamento de Esgotos de Cnmro Grande, em coni;truç!io hó. 9 anou. l!spero quo a 11cúo de Harry n!io Reju tfio tímida quan to li do órgão que dlrlgA. O governo, no dia 11 de outubro di'ldiu o Estfldo e no úin ~1 de março, dividiu a população do novo Estado. TF' Corno o i;enhor vê a nomea- ção do General Figueiredo para a Preai dêuclu da Hepúblicn? Sergio Cruz - O seu pensamento político est'I compátivel com o ideário da Rtvoluçilo. D1:,le podemos esperar gran des reformas, desde que estus reformas sejam capuzes do continuar 6Ufocundo a oposição. Documentos Perdidos Danllo de Albuquerque, Declara que "xtruviou sua Cédula de Ide1,tid<1de Expedida pela S. S. P. de Cuiabá - :lt. Publicaçõ.o que se faz pra obtenção da • viu Derge du ~i!v& Leite Declara pura os devidos rins que extra·viou os sc g:ulntp,;; documentos: TituL de Eleitor, Cartei ra de Identidade, Cader neta ce 3n, CartPira de Habilitaçüo, Carteira de Monte Piu. Documento P. um J eep 72.·. Publlcn-1 çfl.o que se ruz pura ob- ter 2 Via. TF: Quais as p)~osll>i!id .. dcs do :IDB ans próx1ma6 eleições? Sergic Cruz: :,...,, possibilidades 11:ío mais amplas que as de 1974. Há mnle quatro unos de conscieutlzução eleitoral e uma chupa completa para ofereaer oomo opçúo. '.fesmo anfrentando a máqui na governamental e o poder economico, o hlDíl de iIato Grosoo do Sul, polo quG estamos sentin<lo, eleg~rá maiorla da Ar.st?mbléiu Constituinte, com umn repre entação que abrangerá os principais municípios e regiões. TF - Lanç:irá candidato ao senado? Sergio Cruz: Jnde,:wdmtm:entc das decisões da Arena, o i!DB terá candidato ao cSwado Se preciso, utilizare!L os as tres sub legendas, com nomes , de reconhecido r,resligio eleltor.il. como Bezerra Neto, Plinio Barbosa '.Iurtins, Edson Brito Gar cia e Humberto Neder, entre outros. TF - E n Administrttçfi.o Garcia N~to? Sergio Cruz: Uma ,lástima. O Sudoenle é u melhor reoposta a esta pPrgunta, Uma região abandonada e, com efeito, distan te de qu2.lquer amparo governumental. O Sudoas·te pode receb3r como consolo a desutençii o q!le o senhor Garcia Neto tem dedlcurlo o tocio o E~tado, 1:trnrc de seu malfadado gov,•ruo politíco. TF - Sua oplnfüo respelto do pl"t!· feitos do Oc!ll Vista, Jurdlm e Br,nlto'! Sllrg1a Cruz: Doa trêu. o que well.1:irt:íl oondlçõo1 admloletr11lfY1111 tem, 6 oxatn cnonto o da Bela Vlal:. Ê nomrndo, 11. inlqo po11aonl do go~oroador o só nllo trabalha porq:rn é lucompetenta. O do Bnnito, convorsa mata cfo que trnbulhu 0 o de Jurdi:n sofre duas condenóvPill 1; anll,democrá1lca5 redtrlções: é do MD!l e núo morre de amores pl'lo sr. -Gurclu Neto quo ox<.!rce sobre aqui:le munlclplo um verdadeiro boicote. TF - E a censura ... ? Serg-lo Cruz: Continua sendo o principal sustentáculo da política dlscrlcloMrla desta sereníssima Repúblicu, como diria Puulo Brossurd. TF - O que acha da democracia re Jat!va? Sergio Cruz: A democracia é como a virgindade: ou democracia ou não é Democrucia, não há meia virgem. como qd.-mocracia relativa, democracia posai vai» slio teoria esdrúxula, slgnificu1Jtc tupcaçúo. O povo não engole esta pílula. TF: B ll rei;polto da provável extínçiio dos atuais partidos polltlco.11? Sergio Cruz: Só acontecerá se u c/{.,wa per der us eleiçõea deste ano, podendo ocorrer até antes de 15 de novembro, se o Go verno mlo encontrar um crllêrl/J para neutralizar o vhiível crflsclmento da opo siç!lo. Niio acredito nu extinção como propósito di,mocriitico natural, mas como maio do Governo nll:o ser Incomodado por uma oposli1io majoritária no Con grosso. Na vordadc, n extinç/lo progr11- muda viu apenas e Ião liÓUlente enfra quo1:i.>r o MDB, ei:tuário de todos os pro lustcs de. soc:iedade civil, contra o rela· tivismo que tem significado lamentável retrocesso institucional, TF: Sua me!lsagem no Povo do SuJoeste ... Sergio Cruz: Espero que a partir de agora, com ;i di vlsãG, o Governo passe a olhar o esquecido e aqandonado Su doeste, como uma das mais importantes regiõtis do novo Estado, dotando-o de infra estrutura para propioiar a u in tegraçüo. Rnergio. elétrica, Pstradas, esco las e maior a.aaietêncla médica às popu ]11ções mais necessitadas, são as priori dades, que somadas a uma ativação do crédito rural noje sangrando OE produ tores, darão ao Sudoeste a po:;lção que persegue há muito tempo, O Sudoeste nfio quor u plntlndc• <lo Governo, o Su doeste exige do Governo u atenção que nkn•c11 e c,,rec;c. ":,1 PHECf'ii EXPLICJIl, E U ~() OLERU i:.'l'E:-lDEll" Entrevista No,+a reportagem prorcurou o deputado rergio Cru,, rio lflJll. ,. o n111~11tl' l'au 1111 .lula r!,rn o recado. E uma grande pedida ler e meditar res eito da. palavra- proferidas pelo tua.ate depu· tudo. f: uma das novidade prometidas pela equi jll' TF; Uma entrevista po emana. 0 deputado afirmou que o partido da oposição reúne grande P''.':ibilidad,·, de faur maioria nas próxima e leiço' Carlinhos Medeiros O conhcc,do e nlunnk cancliduto u depulnrlo reta«dual, arregaçando as ruangae e organizando ,u·, c~rnpanlu pulíli,·u. Cnrlo• Edy Sá ti, .U,rleiruo, dia a r)j,,, :raulrn arlep10. em Belu Vi,tn. Alfui IIA tera, o« eleitores votam no candidato e eque eeru o pnr1ic!o (c,:,111c11wrio i:nul). O iruporrnnte Dela it. ter {) Bt"U repn: ... entnute na Assem bléia. 'ara i»to, o povão dee cerrar fileira• em torno do• no»o• camlidc11os (Cnrlo, Etfy e Ely Barbo•R) Palmieri í untinun ,endo o prderido pnrn .uceder o pre• feito f'aelrll Pinto. E~-,neador, ex.pre•idenlee do Diretório da Arena. político atuante, Ha[mieri refí ... ne ampla, l'º'•ibilidndc, ;um ",er nprovado no consenso". Isso se a solução não vier de fora (e•uí na muda) Gremio Pedro Rufino E!"J:'ª a ma nova rliretoria. An ••rl!erJlo Hélio votos de sucetso e que consiga clarear um pou co mais a imageo do clube". Henovação não é só de homens. precisa +er tambem de Idfiu ... Segundo comc:ntárioi. fnr~jdo& na cidade. algo preci!a u·r feito para revigorar a política belavistense. Aqui ,6 se fala em cri•e. De dinht'iro. De polílieo,;. De idéias, Força gente, progresso só se consegue com muito trabalho e Força. Fé e Dinar.isto é a receita para os pessimistas, N6« acreditamos em llcln Vi>1a. A Coluna f:. po!s é, esta sman. e«tá "quente". O Pedro Pt:drcira oltuu com novidades, !'ara quem não õabe. o PP e+tua de féria, E meditou ba to.nte ... Vamos guardar a próxima semana c a nos-a costumeira visita à Cirara Municipal pura sentir o trabalho do L~lPJo-bLivo. Por- t!D<{Wl.nto .. p:irccc: que o :i3s-u.n ... to é vovó Sinhá...' até a próxima. -:----------•·-----------------------------------------------------------~ ,---;- .. ! ' ie t ,. }· : o S11Üe. Apartame-nto,: (C.t~al e Solteiro). Sala de fü:cepção - O Hotel mais luxuoso AOU!OtUA. A ~ otel do Sudoeste - quidauana Palace '· O Cartào de visitas da Aquidauana " MATO <iROSSO DO SUL Tribuna dq Fronteira • ]g] [q • l'PlU1 (Mensagem proferida pelo deputa do Paulo aldanhn por ocasião da aber tura da quarta sesso, da oitn va legisla tura da A1<scmbléia Legislativa do Esta do de ritato Grosso). No grande e inesquecivel Mato Grosi,o, o povo curoioha ordenadamente em busco de um Futuro de prosperidade. Vivemos. Vivemos em paz social, edifi cando a grande estrutura dos nossos destinos. Unidos, honrosamente, • e m p r e fomos a vanguarda eia nacionalidade na defesa da lmen6idão. an,azônlca contra a lnsaciá vel cobiça internacional para. ho je, entregarmos à Pátria estu expressiva re'serva do orle brasileiro à nossa in tegridade territorial; de onde extrairemos sem dúvida alguma, o alimento necei,sá rio para saciarmos a dolorosa fome de imensa, sofrida e faminto parcela da hu manida de. O RGflMIZllÇÜO Máquina de Beneficiar Arroz, e Secador poro Cereais Atacado e Varejo, Ul!A OROANIZAQ,O PARA SERVIR ANTONIO JOÃO E RBOIÃO ' R u o S ó o P o u I o S/N :Nós matogrossenses desempenha mos no desenrolar dos tempos papl enal tecedor, valioso e meritório e gratifican te a favor dos interesses supremos da fomllla brasileira. Fom;,s e 11omos olhados com respeito e gratidão pelos compatrio tas face à lncalculá vel coutribulçuo pres taci'a pelos nossos mu!ores, pelo nosso tra balho continuado e a lnleligên~la dos nossos hlhos colocando à serviço do desenvol vim eu to pátrio. _ Com a abertura do Quartn Sessão da Oitava Legislatura, os representantes do povo se posicionam CQoscleotes do papel histórico que representam ag•>ri• na história de nosso amado Estado, quun do e encerrn a cemlnhada gloriosa rle um Estado uno, para encetarmos parle lamente nova jornada no território .:!eC· clonado por força da Lei, do modo ll constituirmos dois Estados distintos, ma8 doi:i povQS !rmttnados, Identificados e aproximados pelo cordão umbili::al de Dosas gl/ri:s tradições. Os cif'putados matogrosEenses estão preparados par4 enfreotnrem agora e rlesaflo d,'! formarmos duas sociedades fraterna8 e progressistas nas terras de Moto Grosso, ao lado de homens ·erenos fortalecidos pela certeza de, z.!ingirmos juntos a curto prazo umu posição eleva da e digna no seio da grande comunlda cte no.cioual. Em send,:, os trabalho legislativo d.:> corrente ano em fase especial, mar cante na vida do legisladores matogro,; senses se torna Imperativo destacarmos o alto espírito público de todos eles e dispensarmos aqui nossa loquebrantáve! confiança no futuro do nosso povo na Juta pelfl conquista de uma rnciedade feliz harmoniosa, prndutiva- no Mato Gros so do Norte e no Mato Grosso do ui. Deputado Paulo Sald110ha Presidt-snte s. MIIRIINS Antonio João MT Tipografias e Livrarias Ruy Barbosa- N. S r a. A p a r e e i .d a f; ISSO QUE VOCE MERECE Rua 14 de Julho, 1!)31 - Fones 4-2221 e 4-6633 Rua 14 de Julho, 2266 Fone 4-307 CAMPO GRANDE MATO GROSSO DO SUL ATO PRESIDEN- CIAL, BEHE FIC IA DO O MOBRAL Enc:ootl'/·!H' em tra mitnção, no CongrPt:;!i0 Nacional, em fase final de estudos, Projeto de Lei da Presidência da Re· púb!ira, dando mal_or fle xíbiiclade n:i. apl1çuçüo do percentual de 20 destinado ao setor de erluc&.cão. Com Isto, surgirá u ma abertura legcd, aut<' rizando às prefeitura a incluírem, dentro desse percentual, :iespesas com o ensino eupletlvo e com o Mov Brasileiro de Al fabetizaao não e retringiudo a partir de então, esse percen tuul apenas o ensino de 1° grau. Esta decisão, tem como origem, a série de dificuldades eufrentadus pelas prefeituras, possi bilitando assim, a açrova çáo, incotinentl, d<! suas coutas frente ao Tribu nal de Contas da União. Por outro lado, eJta atitude PVidencia a grande preocupação do atual Governo com rela ção à erra àicação do A oalfabeti,tno 110 Brasil. Uma véz que o pró prio Presidente da Repú blica tem demonstrado tamanho interesse pelo Mu.ior Movimento de Al fabetizaç!!.o do Mundo, esperamos que todos os Prefeitos de Mato Grosso do Sul se sensibilizem, In cluindo em s1::us orça mentos para 79, a eocer• rar-se em 3G de setembro próximo, recursos desti nadoti et>pecilicawente ao Mobrnl. ília de muito véspera de pouco é ditado anti" +nos no momento, jogo- de futebol pro movido por Josino Pinheiro, do Caça e_P" " torneio preparatório de futebol de Bell i+ta Paraguai e que e·tá m ui to bom , P ' tudo temos a temporada Ilpia Mili- comprovar " ] I' ti fazen tar da Hegio em que o nosso (o.o • (a 4a? + j, ai brito sucos-o e, inda d i a I, e n cu no polo o forte esquadro de Amambai por bom lacar., Fora de-taque, em nosa equipe, l'aulo {j,nas e o Pedro»a; mas todo+ participaram muito temi do grande jogo de pólo contra Amal.ai Teremos altos e no»o» jogos de pólo. ola pra frente que hoje tem, amanh5, quem ~obe1 VENDE-SE CHACAIU UBERABA, junto ao Par que de Expoaiçilo, com 25 hue. Tratar com o Dr. Helio Loureiro .2ASES j:í nas bancas ICDY $CM#SER TESTOU 7C42S A.CIOS E:4 34.EN7€ PRA QJRO RIAS Veja em Qua<ro Roda, de março, como Scheck<er classificou o seu carro. E ainda: TE'>l"t COMPARATIVO MOTOS Fiat versus Chevette Tori 125-a nova SEGREDO moto racional Op:j: ±o ncvo CADFRNO M. .R Opala 80 Regata Volta ao Mundo ESPECIAL. Teste de Lancha Se,aro de auto:nvel Transa !S pés vale a pera? , íÔíl"1ULA 1 k±o X dã nova Ferrari +I Grande P:rio da África do Sul l.A7.l:R A ar1o do a:torara Serviço de Navegação da Bacia do Prata Com Lancha Onibus a seu dispor Horário -- Sai1a de Corumbá -Ladário para Porto Murtinho 1° segunda feira '.le cadu mês, chegada em Porto :1urtiuho quar ta feira, Saída da Porto .1urtinho para Corumbá - Ladárlo as 18.00 horas do mesmo dia. ---- ARMAZEM E EXPORTADORA CLIPER de AH MA D H. HAIDAR lJma Organização AH:IAD H. HAIDAR para servir Ponta Porá e Região. 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Esperava e que as lições do passo.do tlvessdrn sido assimiladas e u sua indicação pura o Governo do Estado, viessem a revelar um amadurecimento que, por mais que se revelasse eletivo demonstrou que o ex- governador contlnua comernndu as mesmas falhas tálleas e estratégicas do inicio da sua carreira, em 1965, quando por milos de Filinto Muller 13 Meodefl Ca nlle chegou ao Governo do Estado. O seu primeiro deslize veio logo depois de escapar das garras impiedosas do Al-5 em 19tl7, inteligentemente driblado pela forçn e astúcia do velho Filinto. No histórico de permanência no Poder com o seu P l) já irremediavelmPote di vidido, Pe<lrosshrn não deixou de con lar com o polo decisivo de companhei ros, em seguida Inexplicavelmente tran~ tormodos em inimigos, como o sr. José de Freitas, então llder do Governo ra Assembléia Legislativa que, em brilhante defesa. impediu que o seu mandato fo e cus ado por uru grupo dissidente, liderado por Valdevfoo Gulmarlles e Ubaldo Ba rém, do qual participava ativamente, entre outros, o hoje emedeblsta, Walter de Cnstro. José de Freitas após a vitó ria de Pedrossian no Plaoulto e em Cuiabá, foi suúlarinmeote ufa éado da liderança e perdeu a reeleiçilo, assumin do em seu lugar, com o apolo do então governador, nutro corumbaense, o odon tólogo Rouald Albaneze. A partir de 1967, o esquema pessedtsta que susten tou politicameote o Governo, caiu por ter ra. com o rompimento de Mendes Canal le e !i'ill!Jto Muller. Pedro alia- e ao seus antigos adversários e comete outra perigosa imprudência política, apoiando a caodldatura de ltalivio Coelho pura prereito de Campo Granrle, batida por Caoal!e, em sua última eleição beni su cedida nesta cidade. Aí. o ex-governador já estava bem prático na arte de fazer inimigos, "téc nica" que se jusUicava na implantação de uma nova filosofia política. Pelo te lefonP. demitiu o sr. Frederico Campos, da P,·deltura de Cuiabá, um dos oasos mais comentados da epoca. Campo, hu milhado teve que se mudar para Cuha tão. retornando no início li.e 1975 pura a Secretaria de Obras, a convite do sr. Garc1!l Neto. Sem explicação cunvlncen te afastou da direção da Cemat, o eco omista Alceu Sanches. Por razões até """' a boje não do conhecimento públlco, de• volveu a Campo Grunde o seu prloclpal auxiliar, Antonio Mendes Cnnalle. E, nu ma catasirófica sequênch liquidou com· pletumente seu vínculo r.om o8 pessedts tus que o levaram ao poder. reconquis tundo do chamado 1 ° time, poucus e sus peitáveis amizades, como a do ex-deputa do Valdevlno Guimarães e criando um grupo eompletamente neófito e polltlca mente inexpressivo, em termos de pres tígio eleitoral. Esse bloco, pouco consis. tente pela Infltrção de elementos estra nboe "a nova filosofia", revelou apenas um grande líder: Levy D tas. Admlnistr,l. • dor de visão extraordinária, político po lido, Levy projetou-se como imagem c!o herdeiro do líder lodependeato e é vir,to como uma terceira fo:ça, d1;1do, sobretu• do ao misticismo que criou ern tomo de sua administração em Campo Grand ·, atrnvés tle um plaoeja.r:eoto ➔lstema de divulgoç[!o de obras que realmente fo. ram feitas e serviços que foram preta dos. O grupo. do qual acercaram-se velhos inimigos como ltalívio Coelho e Ubaldo Barém, foi batizado como "ala indepeo dente" da Arena e praticou outra tra quioagem infantil, ao dia do bulismo. Pedro, em manifesto de repercussão oa cioual, rompeu formalmente com o go vernador Gercia Neto, gerando a pri meira crise política estadual de 1975, consequente de ua omissão na campa nha eleitoral do ano anterior, quando derrotado na Coovençlio da Arena, pelo r. Medes Canalle, rebelou-se contra a orientação partidária e cruzou os bra ço°, prejudicando inúmeros companhei ros de sua própria ala, como Victor Eu gênio, Eduardo Contar, Coronel Diu e t&ntos outros que, por falta de um apo lo direto, amargaram penosl derrota. Oe· "independente;;" chegaram a consti tuir um bloco parlamentar na Assem bléia Legisla.tiva, teoricamente oposto ao governador Garcia eto que du rante dois anos, desobedecendo o ideA rio de sua coost1tuição, obedecPu cega• mente as determinações emanadas do Palácio Paiaguás, temendo uma repres são do ''governo político·• que, por ser político, passou a exercer castumaz fitl• calização a o pre>1enttJ e ao passado de seus componentes. O b!oco no Legisla· tivo não existiu nem mesmo para as peculiares negociações muito comuns na atividade política. Há quemn. busean. do razões para justificar queda de Pe drosslan no Planalto. encontre-aR no te lefonema de dez anos atrás do sr. Fre derieo Campos. E há um certo funda mento, considerando que o atual 5ecre tário de Obras de Garcia Neto, n8 épo. cu era sobrinho do general Dilermando Monteiro e continua sendo. O que é mais correto definir nestas duas décadas de q de tividnde política do sr. Pedroslan, como fator de seu dltanelamento cada ez mais sensível do poder, é o medo de eus adver árlos, crncurrulado'l entre Ofl ncenos de Brasilia e a situação elrltoral no Estado. Em l:frm,í1111 Pedro fa vnrHo do Presidente. Em Mato iroso do Sul, Pedro favorito do povo. E a rreua? 011 i;eus l11lmlgos se juntaram uos srus a dversários e sofismaram uma defensiva aos lntere8ses parlidárlos. Pedrc teria que somar, unificar, harmonizar a ,rena. Esta foi condição lmpostu peloa presl• dentes Gelsel e Figueiredo. Não conse guiu e n'Jm lrmtou. Esperou no e:splt>n· dor de seu ladlscutíve>l populismo, atra• ir os mais diversos i;egmentos arenl t!is, com o seu magnetismo pessoal, preven do que juntJlndo-se àR diferençai eleito• N< Is mais Importantes, neutralizaria a o• posição de Mendes Canalle e José Fra gelli, Inviáveis num prc,jeto de r.oncilla• ção mais amplo. Inicialmente co11i<egulu• se a adesão do senador Italirfo Coelbo, E IH! ruzões se a quem lhe foi prometida a continuação explicam não apenas na no Seoadu, como biônico ou como can• ridícula lnlml;,;ude entre rlldato do grupo às eleições diretas. Com os Joia pollticon, nH.111, Itallvio aproximou-se à ala independente principalmente, no tato um outro PX-udealsta, o fronteiriço Ubal- do senador ortodox,• ser do Harém, negociando sua deão com um dos priucipais bene uma reeleição mais tranquila para depu- ficiários da mordomia tado federal. Pela primeira vez. Pedras- governamental e em Ma sian raciocinava em grupu. Tentava acer- to Grosso do Sul. r:om tar uma vez, prncuranrlo chegar ao gover- qualquer outro no gover no sob uma proposta po!ítlcA conc:eta, no. por maior que seja de a sua estimável posição fo,se taro- c seu esplrlco de reno bem a de seu partido. O próprio Rachid vação, sempre sobrará De"z' e<bcçU Ar!zs ten:at/as de pro-'una !atua. Com Ped;os xlmação o me mo ocorrendo cor,:; o sian não lhe sobraria benqueiro Lúdio Coelho que passou a nem o prato para lam governança após e s g o t a d o s ber. Haveria um verda todos os esforços para evitar um "ho- deiro despejo no Edifício mem de fora" mesmo que o sacrifício das Repartiçõ~s Públicas, custass~ a nomeaçãu do próprio Pedros- desarticulando comple siao, que irredutívd cão acelt,na outr11 •, tamente umn equema de alternativa qu"' n/io fosAe o seu próprio, sobrevlvêor.la quf', a bem nome, vetando inclusive companheirox 1 , da verdad~, jamais será :ie sua ala como ilarcelo l1lraodu, o pre- desmantelado. E s t a feito de Campo Grande, e uutros que ameaça que tão chegou ron:la vam seguidaa:eote a lista elaborada a ser nenhum segredo pelo illnistro Rangel Reis. nos dia mais ardidos A política, como o futebol tem sua da expectativa nomeató ceras .Si sites @ iro @iro.ss @ E.2.%%1.2 ui, espólio do pessedismo e do udenis- diretos do líder indepen mo, encravado o miolo de todas as ten- dente. deve ser contabi dências, qualquer regra vale. já que o lizada 00 saldo r.egativo conportamento adotado pelas principais do sr. Pedro Pedrossian. alas ditas dominantes, é do mais lmen- corno pecado por exces tá vel passionalismno: quem está por cima so de confiança. Pedros está satJsfe1to pls~ndo ª!!- cabaça de quem sian acreditava tanto na está por baixo. Generalizou-se em mal palavra do Presidente um ponto contrário à sltuaçao do Sr. Pe Geisel que passou a drosslan, o rumor de que a sua volta ao • governo representaría uma espécie de "tiro de misericórdia" as pretensões de todos os seus adversários, temor fundado ao Jnto de 11ua discordância com o prin• cípio do bi-partidurisrro, revelacto no seu lu(IIRtinto rt'lecloonmtnfo político, !requentado tanto por arentstas como por om,edebi«tas modere dos, Governador, Pedros ·ian repetira em Mato Grosso do Sul, a "opera cio vassoura" de Jato Qundros, o que vinifica la desalojar da Arenn governista, importantes figurões e té alun» que não tem nndu a ver com u briga 11 de cima cu lá de bníxo. A reação, no jogo sem regra, no poderia ser outra. O es toplm da bomba não poderia ser outro, senão o Senaàor Mendes Canal le . (Continua . ,j 1 SEU CORRO M E R E C E MIIIOR CARINHO Gasolina, Óleos Lubrificantes, úleos Diesel Filtrado,Lavagens, Lubrificação e Borracharia. 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Os intcrcun<los Jeverilo entregor suas propostos, im - preterivelmenlc até o <lin 2 de maio de 1978 à~ 10 horas, no local de ovoliaçilo e npuro çilo du oferto~, 10.o RC. Quolquer prorosto que niio eucju do ocn,do com na presentes instruções ocrá re• Jeitodo. No nto da entrega das proposto, será exi,,ido a im portancia de 50 4lo (cinquen ta por cento), crn moeda cor· rente, corrcopoodente a caução de inscrição que será restitui do oos coocorreote1 oilo vence dores. O licitontc terá o prozo de 48 (quarenta ,e oito) ho111s a contar dn notificação de que foi nprovodo o venda, pela 9.n Região Militar, parn integrali zar o pagamento e dez dine a contar desso dota pnrn retirar o material, prazo esse que, se ultrapassado ocasionará ruulta do armnzenamento no base de OI o 1 o {hum por cento) por dia que exceder do prazo pre cedente até dois dias. O licitante que; tcrmi• norlo qualquer dos prazos que lhe foram concedido•, deixar de rctirur o motniol a,lquiri. do, sem qualquer entendimen to com o Comando dest• OM dentro de 48 boms, perderá o ,lircito de posse do mesmo, não lhe cabendo a restituição rla• imrortâncias depositadas. Quarte ern Bela isto MS, to de abril de 1978. Miguel Angelo Teixeira Pedroso • Cap Cnv Prt:•ideute da Comissão de Licitação Tribuna da Fronteira Objetividade Análise Informação BALANETE DA CASA DA A,;· 1z DEZEMBRO DE 77 ll RECEITA Saldo anterior Dinheiro mensalidades Dinheiro Mcebldo R. C. Chá e bazar total de receitas 3.5G8,75 4.8G0,00 B. VJotu 1.000,00 8.081,00 17.509,76 Tribuna da Fronteira - SEMANÁRrO - l• U N D A D O E )1 2 O / 2 /7 2 lnsc. E,t. 1309533,l !! CGC-MF: 03.200.736/0oo 174 Hednçilo e Administração R. Duque de Caxias /n. Bela Yista MI Oficinas: Huo Duque dt: Cnxius 1/11 llolo Viun - Moto Grono lledator.Chefe haldo l'ruin AdrniniurnçAo: Murin Esteio V Pereira Departamento Comurcial: Alvoro Pereira ASSINATUHAS A,sinoturn Anuul Dela Visto CrS Demais Municipios CrS 200,00 250,00 Tribuno da Fronteiro é urna publicnçno da OHJIVAPE- O, artigo• publicado, com assinaturas dos autores nno traduzem k opinião do jornal. S11a publicoçiio obedece ao prop6sito do debate doa problemas municipais e de refletir as diverso• tendencia• do pensamento universal. 1 DESPESAS Compra óculos cont. Nt 3.20 400,00 Gás para hospital Paragunl nota 3398 W-1.00 Receltns em dtvorsufi f rrunclas conf. notas o recibos 1.0'.!.'.i,OO Pngn; do dois cnlxõefl do defunto conf. notas 30,00 Compras pura asllo conf. notuB diversas 959,00 Dinheiro doado à vô.rJui; pcs&oas par·a viagens a· Campo Grnnde e S. Paulo conf. recibos 1.300.D0 Ajuda ao menor Ulisses parn continuar tratamento paruli,,ia Infantil, conf. recibos 2.2000,00 Ajuda para compra di, pernu orto- p6dlco .'íü0,00 Compra rle 50m. tecido para lençol doado oo hosplt.JJI P11ragual R12.00 Aquisição de morlm para trabalhos do bazar 400,00 Aquisição de linha pura trc1balho11 do bazar com notas 880,00 trtal de dr.sperns 8820,00 Receita Despesus S!!ldo Tesoureira: 8E:atrlz 17.509,75 8.820.00 8.689,75 H.G. Mascurenbni;. D1. Joelson M. Peixoto - Advogado -- Causas Civis e Criminal'! Rua 1.o de Maio S/N Jardim - Mts Dr. Ivan afonso da Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL Rua Voluntários da Pàtrio, 376 - Fone ~10 Bela Vista Mato Grosso Sul D2. FIO.I MURO -MÉDICO Consultório, 7 às llhó 16 às 19 horas «IPEMAT e INPS» Posto de Saúde e Funrural, 12 às 15 hs Atanasio Advogado Causas Civis, criminais, Comerciais. In ventarios e Partilhas, Regularizações de Terras Juuto ao Incra Etc. Av. Duque de Caxias, N.o 788, Jardim - Mt. Fazeada· 2 de Ouro 1 Gula Lopes da Laguna Dr. José Neto Mt, Dr. Pedro José Palmieri Advccaca cm G "~" l ... , ...... .L Rua 15 de Novembro 17 BELA VISTA MATO GROSSO DO SUL Dr. Laucídic, Valdez de Barros c:rurgião Dentista CRO - 557 Mt. Cllnlca de Crianças e adultos - Ralo X Atende-se cum hora marcndn Con•ult6rio Ar. Duque de Coxiu, 508 (Ao Lido do Banco Fia+oi+l» )3D)3 Dr. 'Késio Loureiro Pinheiro ADVOGADO - Rua 15 Bela Vista Rua 26 de Agosto, 384 - Sala 24 Fone 4-0650 de Novembro S(N Mato Grosso do Sul Campo Grande MTS. icero EGap;alves Casta. Médico Oculista Oftalmologista Rua Antonio foão n.o 753 Bela Vista t Sul _, Contraponto bastião Ner 0 t se Te&.. ,7.I. .a«e-« ««o«o e manh no Aeroportos do Galão, diria que aquilo era u trerendo comício, "tons«ta politia d is de dois é comício') À conversa era le uno de dez enadares e Deputados dos dois partido ,,mh u~ ;1ndo \lr, Hrn-,ili t~ 11n ,io-,,t,i_ 11J,r: 1. q lf••. alguns visiveluente constrangidos, todos no u louquecidoe twtuito diálogo da demo raia relatia: - (J MDB do Hio tinha que se te+peitar - Por <jt1l•! -- Fizeram urna li-ta pars prefeito do fio no governo de Chagas e puseram o delegado de polícia Sérgio {odrigues. +ó porque ele é o pro· curador pessoal do General Figueiredo, e o <'•· tério e por que o MD mio pós também o médico, o dentista, o alfaintre, o alista 0nu o bo. mm que faz a sela e os chicote+ para os exerci cios hípicos do futuro presidente! --- A Arena também, A levoluão foi feita inelu-lve "para acabar com + oligarquia,". Na Hahia, vice governador é o Luis ian eto, filho do Luix Viana Filho. que foi governador a (· ftllw do Lui Viana que foi tambétw _governador. O Se nador "Hionico" 6 o Jutahv, filho ,J,. Jurncy, 'l''~ foi governador. E o António Carlo», o governador, que_jí_foi uma vez, filho político do Jurary e to albino, que forum governadores, e isso nlo é oligarquia, ó rasgando o- dicionários. O_ po,n voi clar o troco crn b dl' noveu1hrn e o H,,mulo Almeida acaba e elegendo senador pelo MDI . Mf- o Iohrto S+tos ficou de forn. - Porque não te111 filho cm id□rl~ "hii>uic,1"· Se tives+e, o menino seria o "bionico" on suplen te do "bionico". Ma. ele vai ter uma pvi;ão importante. Leu u nora dele'/ Vai ser presidente da "Medobrá+." - Tenho um ,ice btimo pnru u "Metlr>hrilo'. O Paulo Pimentel E embarcaram todos, sorrindo relativa mágoa- (FOLHA SP) Horóscopo ,HIES semuna pão é das melhores, porem tudo e ajeitará e cê ::a:utier a calma, TOLJRO Scmono muito feliz pura a vida t•rn familia O neócios não .:stiio em fase muito boa· Tudo ten de a melhorar dentro du• pr6xirnos <liu•. GEMEOS Tenha cuidado com viagens longas. üo se can se demais e nem se descuide nu olimcnt□çào. CÃl'CEH A ,emano é muito boa para brincar de namor• dinho· Que tal dar urna clifereure. Deixe de lta<J car o marido emburrado e aia da toca, LEÃO Sucesso nos negócios. pesar de ver uma emana uw tanto inútil você notará os fluidos po»itiv o». V1HGD1 Não e descuide dos runtos moroos. Não re solva assuntos relacionados com negócio-. LIBRA No assuma eompromissos amorosos, A emana n5o fovorec-,. ESCORPIÃO Procure .aceitur a» coisas como tão sem maiores problemas. :-AGITJ.IUO Os nascidos de Cupricornio ncce,sit~m de eUA ajuda. Tente colaborar. se possivel renuncie a nlgo e dê uma mãozinha.. 1 ' 1 .. CAPRICOH ·ro Tente não se iludir com promessas, pense no seu dia a dia que é o melhor a fazer. AQU,IlIO O bom julgador julga os ourros se,;uudo •eu, 1 próprios uto,. Pense sempre nis,c> aotes de dH 1 □opioiiio. ,. PElXES Nao critique as pesoas por trás, porque nlo xi- te nada mats desagradável do que a mentira e fingimento. SERRA 1ft MADEIRA BRUTAS E APARELHADAS VIGAMENTOS FORROS Uma ladustria que Rua Santana de Paraisa Nº 1 ex. P acompa ba 1 o Progresso de ASSOALHOS BONITO :::i BATENTES Gli.-R :IIÇÕES 1 1 1 i 1 1 i [onitg Mato Grosso do Szl ---'--..a....;;;;__ ~_;.:.:_:::..:::.::.:~=-u==-------º!_- .J. Pag. 7 3347 --~----~ _, _ a 0 u li' ... ,O o lo IS e ontinuaçào ... , '/ + 1 1 1 sulstimar a capacidade de articulação de seus inimio, uo mesmo tempo quv deixava du rcconH aos Hem; liderados mui ln Jluentos em asila. Ao que consta, ó próprio Mnrcelo Miranda, uaigo pessoal do Ministro hnge Fels, crente de sua lnvenclblllclude, nunca intercedeu a seu tnvor, limitnndo e. por uma questão de "elegflnclu politlca" ,,. talvez ulimrntan do uma vgu esperunçu de vir a ser "•rnrtcado" 1111 lugar cio Harry Amorim, a manifestar-se "i;olidúrlo com qualquer nome de preferência do presidente Gei. sei", poslçílo nssumida pelo ex ·prefeito Levy Dlas, em pronunciamento quatro horos depois du uomeaçüo do engenhei ro gnúcho. O erro mais lamentável e mais di fundido pelos próprios indepondentes, por trazer uma discutível marca de tralç[o, foi a rPcuperuçiio de outro ex-udenlsto, membro honorário da ol'ganlznçflo direi tista Adernai. Do pantanal, oodo encon travo-se morto e e:epullado pura a políti ca, o /!OVernudor Pedrosslan buscou pa ra sucedê lo, resistindo o veto dos companheiros mnis Henou.toR, o bacharel e pecuarista José Fragelli. AcontecPu o que todos espera vum: Fragelli rompeu co~ o seu padrinho no dia da posse e durante todo o seu mando to hostilizou abertamente, denunciando, lamentando e teatando .llproximução com alguns pedris tas mais vulnerávels visando enfraque cer o esquema de sustentação politicR deixado por Peclro•sian em alguns ór. gios pá!icos. Este e quem, que se mostrava ativo no Dermat, no DO e en algumas importantes secretarins foi de finitivnml'ntt> aestiluido pelo Sr. Garcia Neto. turnuém escolhido com o aval pe drossianista que, consultarlo por ocasião da sucessão do sr. José Frngelli, límitou-se a ve!ar o nome de Canalle. Dos erros de Pedrossian, o menos r. o m e n t o d o e o que guarda maiores r e s II Pn t i m e n t o s, está arquivndo nas páginas recentes da his tória política reglonel. Data do segundo semestre de 1968 e marca o incidente mais obscuro de sua carreiro, tornando sem efeito sua duvidosa pregação pelo reestabelecimento do Esrado de Direito e redemocratização do pais. Trota-se de sua culs.boração com os "duros" do E· xército a quem· forneceu uma lista de cassações. incluindo cuidadosumente seus dois principais adversários na As sembléia Legislativa: .-ugusto Mório Viei ra e Sebastião Nunes da Cunha. Esta· passagem negra marcou deflnitivaruente a radiculizsçilo e justifica ação violenta de Canalle no pleito oou1eatórlo, resultan do no formal alijamento do processo em curso, obrigando-o a aceitar a hui lhante condição de simples colabcrador da Arena numa candidatura ao Senado que poderá ser impedida pelas razões que não permitiram sua aE'cenção 1:0 governo do Est11do, quais sejam, uma sequencia de erros, consequentes de u ma filosofia que só udmile lidar e sim- patizantes, ubjurnndo liderados, esarne cendo os adversários, e enfiando na ca beca do povo simulacro de filosofia, ba cieado no velho populismo Ademarista, onde tudo se resur:10 ao condlci•rn11men to nmblrntal de po,turus imcdluti,tas. RPm traduzir no er,tunto, quulquer men agem revolucionária. Em p:::litícu, dizem o3 mais experientes, os erros devem ne cessariamente signif!curo equilibrio, nunca uperundo aos acertos. O r. Pe dro PedroAslan Pstá com um déflcll sa Itnr aos seus Incontáveis inimigos e in quietante ao grande público eleitoral que espera, já sem a mesma esperança uma volta per cima na convençà;:; du Arena que escolherá os candidatos á eleição direta para o Senado. Terá ele tempo, em tão pouco tempo. de prticar tantas boas ações quantus forem nece ssárias para conseguir uma sub-legenda'? Conseguindo, conseguirá adversários pa r massacrar nas urnas? Um coisa há de se reconhecer notei; de qualquer pro gnóstico: nesta luta, o mais importante é sempre o primeiro "round", por ser mais diliil por apresntar os lutadous no auge de sua forma física. Este primeiro "round" foi a nomeação do governador. Neste Pe drosslan foi Impiedosamente nocautt>ado. l€ougue Vencedor 1 de PAULO EUGENIO P. JACQUES Abate Du!ls Vezes ao Ola - Higiene Ótimo Atendimento Casa tle Carne Tradicional da Fronteira ANTONIO JOÃO MT do SUL I ENE HOTEL de JOÃO FREIRE DE OLIVEIRA Ambiente Se!tito • Refeição Caseira O seu lar em Antonio João - O Hotel da Fronteira - hospede-se no Jean9 Ho- tel e sinta-se em sua Casa. Padrão de qualidade Rua Arnambal com Bela Vista Antonio João - Mato Grosso do Sul cS 0 PECUARISTA DE Evaldo G. Larangeira PRODUTOS VETERINÁRIOS, 11":SETICI DAS, SAL BOIADEIRO B MI ERAL, SE MENTES ESA GERAL. Os melhores preços da praça. Visite-nos. Rua • Duque de Caxias. 1080 Gela Vista - MI. Sul Representoni : Dooclociono Vasconr.ofos O mundo ó pequeno: ele cabe inteiro num grande jornal. E chega todos os dias à sua cidade. Ouà sua casa, se você é um nossos assinantes. O ESTADO DE S.PAULO, UM JORNAL D!E OPINIÃO PARA L!EITORES QU!E T:Êl O QUE DIZER. 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Ad despesas slo imensus. Estamos reestrulu rando o [oral, antes, mais uua empre a familiar. Hoje, buscando noros oaml nhoe, ■o organizando, traçando objollvoo viáveis. Buaoaudo novos métodos, Inves tindo no homem belavistese, aereditan do na reglllo, t•xpandlndo suas allvid.i. des, a, talvez, servindo de exemplo nos poeslmlstas que nunca acredlturnm em Bela Vista. do doMDB.ao encrdames quuudu diz que, o prefei to do Bela Vista é in competente". O dr. Cus tro Pinto pode ter vá rloH defeitos • quem nllo os posou( . mas Incom petente não. Qucriu ver o deputado udmlnlslrur um rnuulclplo pobre, com umu arreoudaçllo rldicu la e som ajurlu muclçu do Governo, fazer o que Cstro Pinto [ Iêz. As ve:.:es, dlscordumo'l coro o atuul prefeito - no cam po político - mas na par to udmlnlatrntlvu ofio. O home já fez multo e o setor educuclotrnl é um oxomplo disso. E n anor gl olétrlcu? Queiram ou nllo, ele é o grand6 ar tifice da conqulota do In terurbano, du Energia E létrica de Ububupunga, du nova A ven!da, dos novos Colégios, etc. A contece que pp11sou por umu fo.se dlfloll (Doença) e'lóglcamente, sontlu o dra1Ln. lnco1I1petente não talvaz um JJOlítico "sem flexibilidade" ... 09(J;:,!Qi)8:)i)ij:J Somos uma grande familia e com a ajuda de todos vamos transformar a Empresa num Grupo Forte. Hoje 11ílo quatro jornais (Tribuna dn FronMra, Correio Jardinense, Tribuna Murtinhense e Jornal de Bonito) dua~ gráficas: (Graflcu Apa e Siate11e Editorial) e estamos orgonlzando uma nov11 empresa, ligllda tambéa: ao ramo editorial. O leitor deverá e lar per guntando: O porque desse mini relatório? E uma resposta e uma prestução de contas aos belavistenses que acreditaram na Tribuna. É um alento aos que vivem 11.pregoando a sirnaçfio critica de Eelu Vlata. Aqui eslamos cre~cendo. Aqui tltl· tumos criando uma EwpresR Jorilallstl<!a com ramificuçoes em todo o udoeste. Parafraseando Caminha "Aqui se plun tando tudc, dá". É preciso, únic:mmcnte, Trabalhar. Com fé. Com garra. Sem medo. Para Isso, para crescer, coutamos com a tranquilidade proporcionado µelos ho mens que fizeram a Revolução de M~rço. Com Imensa vontade de transformar a Nação numa Potencia Mundial. Esti1mos chegando là. Nós, orgulhosamente afir mamos: Estamos Partlclp1111do da. Arr&.n cada. Com crise ou Bl!m crise vencere mos Tudo. É a lei da Vontade e Aço... .é a força do trabalho. +< << FUNCIONÁRIOS . Após a publiç11ção e.cima, alguns funcionários d Tribuna, principalmente o puaoal que está com a gente desde o inicio (Adalr, Gllsoo Helio) arregalaram 01 olhoa e ficaram "matut11ndo". Lflmbrtt ram os velho, tempos. Tempo das vacas mngraa. NO.o que a situação boje em dia esteja tranquila, mas, hoje, o leite dos guris eatá mais garantido. Só quem Vi ve Jornal poderá sentir a11 oscilações financeiras de umu empresa jornalistica. Mas é uma grande av11ntura. Uma gran dlou aventura no campo das idéias. Nln guem fica rico com joral. as, quem vive jornal, fica rico de Idéias. eG +sGs? . Entrevista Sergio Cru z liulto boa a entrevista com o deputado SergioCruz. Concordamos com alguns conceitos emitidos pl'lo agressivo deputa- É • • • Candidatos O comentárlo geral é que os candidatos a can oldatos Ely de Araújo e r.urJos Mcdclrcs, c'.cvlúo a uma série Jo fatores nüo vão tle eleger. O po vo l de Bela Vista) vai dtir• preferência aos Be- 1,wistenses, mas essa vo taco não será suficieu te. É t1. voz do povo . , . GG G Lino Repercutiu as declera ções de Gctullo Lino. E le ucha que a Aronu vai ser derrotadz. no.s pró ximas eleições. E uma oulniüo ... me r e e e ser respeitada ... e medita da. Delegado contra a Imprensa Transcrevemos noticia publicada no jornal Cor reio do Estado, critican do a atuaçã<> do delega do Irlneu CarJiual. O de legado regional de Cam po Grande é filho de tra dicionul família bela vis tense e pelo que parece COMEÇOU MAL SUAS FUNÇÕES. 1 - AR, VII I-tá Via MS 13,30/0/78- N. 257 Porturl:.. baixada ontem pelu delegado regional Irlneu Amaral Curdlnal, cerceia a liberdade de imprl?nBa o impõe regi me de por .. eguiçúo nos repórteres, limi tando suas entradas nus deler,-uciul'.I o estabelecendo hGrárlos para utcudime,n- l to doR de1Pgado8 t o prlrr.riro golpe muis rude que o noYo regional aplica na imprenen, ao mesmo tempo em que os marginais proliferam pelas ruas e 08 "bate-paus" infestam as delegacias, o tadamete a Central, Instalada ao lado dn Regional. Ontem pela manhil, quando chPgaruca para iolclar mais uma jornadá de trabalho, os reportares pollcluis ja foram 'barrados por um elemento estra nho a?s meios policiais: mais tarde hou ve a liberação. com o esclarecimento de que mais tarde os diretores de jor nais e emis6ora,; de radioi; receberiam um ofício com us explicacões ("?) da me did adotada. L uu tau core;o para ui delegado que, untes de se preocupar em combater o crime e os crimiuo~os, decide impor a sua límitnda força cootra os que trabalham. Ungido com a proteçíio politlca, o no vo delegado regional, advogado, crlador de gado e adi.>pto de corridas de cu vaio, que assumiu h cerca de duas semanas, abriu ontem uma "guerra fria" contra u imprensa campograadense, baixando u mu portarfo segundo a qual os repór teres só poderão efetuur "a coleta da .iotícia" entre 9,30 e 10 hores e de 16, 30 e 17 horas, dlarlamente "na sala c!e imprensa da Delegacia Centr111"·. Yale esclarecer ao nobre [bacharel que im prensa te apenl:l.ti un "S"e que eere ve-se assim. luprensu. Na porta.ria, que recebeu o número 008/78/DRP, o regional baixa algumas "Instruções", deste teor: Os senhoree delegados de policia de verã~ elaborar boletins de informações I dló.rias, em breve relato, observando as regras processuais, no que diz respeito a fatos de natureza privada e bem as sim aqueles regulados pela Lei especial de menores e da mesma forma ao~ re lativos ao Ari. 20 do CPT. Nesse item, fica bem claro que o regional exige que os delegados percam parte do tem po que deveriam dedicar ao bnm funcio namento da policia para exercer uma função jorualistica. Dai, o delegado parte para a grossei ra ameuça: "Nenhum delegado, poder-á permitir o acesso du iruprt::ns11 nos livNs de registros de quelxa.s e nos inquéritos A COMBATAR L a Encmanto isso os marginais proliferam pela idad e os "bate .. ' paus1 • infestdm as delegacias d policia pollelals, sob pena de responsabilidades" No sou devunolo, Cardinal prossegue ta xativo: "Os senhote dolegudos estão terminantemente proibidos em permitir n presença de repórteres ou qualquer po+ soa etranba uo serviço, nu sulu de ln trraat6rio, n gala do comissário e no serviço de cartório". Nesse [tem fica boa definido J cerceamento à. Imprensa. E fica.e u perguntar como é que o dele gudo vi fazer para {espantnr os baíe paus que lnf1>atum as deleguclra, com a proteção dos delegados. A prolblçilo do aceaso dn imprenz!a. à l!nla do lnterrogn tório !eva e crer que o regional teme que se preenclem outra esos de e+· pance.me:-:tos que tantas vozes foram denunciados· ainda na semana passada, deuunciava-se que PMs espancavam Do interl<'r da C1·nlral um ln[EIIIZ preao. E se presume que es» proibição vise, tlo oiueue acobertar eventuais sujeiras que j estaria sendo articulndas. Se a imprensa não vê, os abuses podem ser maiores ... O último item das instruções de Cardinal frisa: "Oe senhores delegados deverüo estubdecer horário e Ioeal para ~erem os Indiciados e bem assim 011 pro dutos relacionados com delitos, fotogra· fados pelos repórteres". Se algum proso estiver todo urroxeado de cacete, presu m1>-se, deverá fienr escondido até apre s:?n tar uma melhor aparência ••• cJé malfada portaria é datada de ontm cem umu inorível recomendação: ''publique-se como se o regional pudesse tandur, co mo pretendtt, n11 lmprenna cumpogrenden• se. De qu11lquer forma, r. portaria ó t.llo aberrante que valeu u pena publiear os trechot1 mais aofrívois. Seguntlo o delega do que não quís atender os jornalistas pra explicar suas determinações, essas providências destinam-se Iacilltar o tra balho dos jornalistas. Os repórteres, que ontem já começaram a sofrer, levam o irônico pedido feito pelo regional ns data de su pose, soll citando u colaboraçrio da imprens que pudesse desenvolver os seus trabalhos. Paralelamente, recabiam o. informa.ião de que o investigador João Anacho, que espancou um menor defronte á. Deleg11, ela de Menores, foi perdoado pela Secre taria de Segurauça, reassumindo hoje as suas Junções. E lembrou-se que aquele espancamento não era o primeiro ato ele violência do policial "perdoado" e teve se uma idéia, bem clara, do que signifiv ca a pa]u vra policia. (Correio do Estado • 19-4-78) CONFIE SU.A DECLA ... UMAS BIIS 907 ~ GlE Ê Só Falar com a Moça .,- Atenção 07-04-78 para quem tem imposto a C Il DA A para os prazos de 2O-2-18 a pagar ou restituir entrega de 10-5-78 p ra q 20-02-78 a isento. e Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº286_16_04_1978 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº288_30_04_1978 Voltar para a lista de itens