TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº289_12_05_1978 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº289_12_05_1978Número da edição289Data de publicação12 de maio de 1978Número de páginas14GeoCoordenada -22.115541022017478 , -56.50347032442969 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº289_12_05_1978 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ' R + B u N M D a F R Funàador: Ivaldo Pereira no VII 1 N.o 289 12 a 19-5-78 Bela VLtn: Maio Grosso do Sul 10 11· • 11 Lfrnhro-me hem; foi numa tnrdc fria em p.'eno mees de Agosto o Inverno multrutatulo n plonirie <lc Ponta P,ml, 1·11 ,iajuvn ruu, o prefeito ,dão llrrn• de• Xuvl1:r, fomo• tel•:funur (interurt,nnul para Cuiab e trocávnrnc• idéias II r~• l >eilo dn •huoçüo ,ln munidpio. ..Vrj,1 >em - dizio o 'rcf Pilo - n6s trnhnllrn. mns com dificu ,lndcs. As verha• •tio pouru,., 11110 h/1 iofro-cslrnturn, nté pura lt•lcfonor 1cn10B 11110 ir II Porllo l•nrà, mas acredito no futuro ele Antonio Joilo. A agricultura está, dia a dia, evoluindo, cnm a rede de energia elétrica de Uru bupungá, talvez, até fábricas resolvam se ins1nlnr no munidpio. im 1 cu acredito eu, Antonio ]Mo". O prdcito nunca te rcu uma crítico ao Governo, Ecmpre confiou. O ,enodnr llnclnd Snldonhn Dcrzi posrni fazendo no município. O presidente da Assembléia Legislativa (l'llulo 'nldonho) é de l'omn Porà e é o deputado da repilo, Assim como, Ubol do Uorém, o <lLp111ndo Federal mnis 'O• todo. Tr,·s i111purtun1e, personagens <ln poHtirn nocionul. ,1llo1110 Joilo merece ruuito. Merece mais do que está rece hcndo. A Arena nunca perdeu uma e· lciçil'> no município. O povo - hospita lciro - como todo fronteiriço, empe crditou nos homens do governo. un ca 11·clomou providlnciu•. empre ■ rperalo n alo de +nu+ representante-, Dizem qu a energia elétrica chegará an. tes do final do ono. O povo quer ver. ão que duvide das palavra» lo minis tro eki, das Minas e Energia, Simples mente quer ver. Está na hora do G«ver no olliur corra carioho n povo <ln fron .. teira Estradas, saneamento, Comunica- 0es, Ecolas, a maioria das cidades dn fronteira estão carentes nete tore». Ponta torà, devido a sua arrecaduçào, recebe mais, Além de sua privilegiada posição conta com o despertar da Agri cultura que trouxe ova Vida no muni cipio, Antvmnlo João nilo pe,lc. , ntonlo Joílo "'ncrece ~uc o governo (e ngorn e-um a divisão do Estado muito mai,J olhe com mais carinho seus problemas. E recordo· me dos polavrus de um cnmpo nheiro de viagem [aquela fria tarde de AgoFto) "Com os olhos posto, no futu ro, n• mãos e oe pés firme• no presentt', estamos construindo uma cidade que se rá orgulho dre nossos netos", Não me lembro o nome do l.'CJmpanlu·ir" cJ,. vin jem. ~lns '-U1S pulnvrus tocnrnm fundo Eu Adão Herodes nos olhamos, Tal ,·cz. ele tenhu pcmndo o mesmo que eu: por este tipo de pessoa, é qure mie a penn trnbolhor, co"' sacriHcio, com os olbo, postos no futuro. Feliz anivr •6rio An1011io João (1 P) Mois umn 'CZ, voho a bntcr nn me,mn ledo n ncci;a,idode de Ueln Visto c unir nos municípios Ja Grondc Dou rsdos (do qunl foz porte) ,·isondo con seguir maior força nns rci,;ndlcnçõea junto o governo federal e e6lndunl. Ea tfi •e opruxi, .. nndo o época dos eleições á As.embléia Constituinte, o, cnndido tos <ln rcgillo oferecem ahernotivos vá• 1idns nos cleitorr.s mns, 11egundo comen• ttirio-., parece que o Diretório da Arena de Bcln Visto vai npoinr o atual presi dente dn Assembléia. Paulo Snldnnhn. O presidente do Diretório, Fiori Murano, comentou com u,n de nossos repórteres que "para Belo 'isto é importonti: npoi• o.r um condidhto que s~ eleja., cn,o con• tr.írio, acuntccc·rá como das outras ve ze, ficará sem representante" O co mentário poderá ser confirmado ou desmentido por Fiori Muranvo em sua entrevista à Tribuna na próxima semu na. ào ,·amos criticar ou t:loginr o pre sidentc por suo opiniã,>, f: um ponto de visto que merece ser meditnd,,. f:, tnm bóm, uma alternativa válida. Muito v. lido no relembrarmos o apoio que llcln ista deu ao então candidnlo Paulo c ••. tro Pin10 (que niio se elegeu) e por f,. cormo@ ouuse três nno~ ,em umn ,·oz nu A!sernbléio, a uào ser, 01 espor5dlco, e_ronunoiomcutos dt Ruben Figueiró. (,1110010 u Câmorn Federal, os bclnvisten es estão com Ubuldo Darem e nilc, abrem. O, demais cnudidnto• (de Aqui. douono, Campo Grande. etc) que não so "hnrmoniz.nm com n politicn e n g:~opo l11icn beln,·istease" devem buscar seus votos em outraP_ pl:agaa. Por aqui, soh·o eng:nno, o PO' AO vo.i opoinr os cnodi datos fronteiriços. ! ADAO HERODES XAVIER Prefeito Municipal de A N T O N I O.: J O à O BAR EM: Belavistense O projeto, de autoria do vereador Noecti Leite Lar1:1.ajeira, que concederá o titulo de Cictadào Belavistense, ao deputado U La l d o Bar em, encontra se em trllmite na Cllm11.ra Municipal. A homenagem, muito justa, é um J.,reitg de g;-atidll.o ao político que contribui para o progresso do município t1 que aqui iniciou sua carreira. !Ierece aplausos a inteialtva d o vereador Laranjeira. rena, de Anto'nio Ú vereador Ely de Araújo Barbosa, da Bela Vista parabeniza o P o v o João e envia calorosas saudações ao Prefeito Municipal, Adão Herodes Xavier. Pela passagem do 14.o aeíversário do Uunicipio. A de SERCI ROBERTO PERONDI ADVOGADO &$CRJY03)- Rua 3 de Outubro [é@ [!,é@@ @A €)313A) Bel.l Vista - Mato Grosso do Sul V:. Cario!' Edy Sá Medeiros OAR- Mt. 616 Dr. C yrio Falcão Advogados Causa - Civis Criminais Inventário~. Trabalhistas Rua Rui B:i.rbos3., 2?74 C/1 Fone 4-6683 Campo 6rande - Mato Grosso l!ua Sebasttll.o Crispim do Rego 319 Fone 771 Bel Vista -- Mato Grosso RESTAURANTE CASSINO Bella Vista PARAGUAY Ambiente Seleto - Bebidas Nacio nais e Importadas - O maior atrativo da fronteira - Dive:-sões - Som. 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Barbosa, 0svaido Iurini, lloedi Laranjeira Honso Dilon Leite, Nivo!do de Barros Carlos Centurião, Getulio Lino e Ildefonso Pinheiro O O E NTONIO JOÃO É PRECISO UNIR PARA VEHCERI .J ! o ( senador Rachld Saldanha Der zl, associu-se às manifestações pela passagem do aniversário de emanclpuçáo política rio rr.unlcf. pio, transmlllndo uos eu mora dores uma mensugem de otimls mo no progresso da cldnde, au- 1 gurando que tc,dnt< u,ç osperan ças se concretizem num futuro bom próximo. Multo já foi feito. Multo ainda restn II fozllr. O po vo está unldo. Um longo cum! nho foi lrilh!1do desde que o Te nente Antonio Jolo deixou o eu legado de grandeza e heroísmo. Hoje, com a diviso do Estalo e os lovi,stlmeotos do gov<:roo, Federal e Estadual. o município atravessa uma [ase promissor6. O mon_.ento é para Acreditar. o homem. o Esta.do. Exige un!ilo. De esforços e ae opiai· ões. Pa::abéns Antonio Jollo. Pa• rabéns prefeito Adão Hernd011 Xav!er. Na expressiva data de 12 de maio, quando se assinala o aniversário de An- tonio João, a Prefeitura Municipal de Caracol, tem o grato prazer de manifes- Mntré Iler as Preleilo Municipal de Cara e o 1. Associando-se ao regozijo pela passagem da data máxima do municlpio, transmite ao povo de Antonio João, seus votos de confiança e de esperança nos novos dias que estão por amanhecer. Ao trabalhador anôni mo, que com dedicaçfí.o e perseverança constrói o novo Mato Grossu 1101!• sa solidariedade e nossa fé na edificação do grande Brasil. Renovamos nosea rlecisão do continuar lutande para que as novas e grandes conquis tas sejam consolidadae visando una sociedade mais justa e mais progrmlita EPUTDO SERGIO CRUZ Sob o signo da .divisiio, uma nova tJrn se abre para O sofrido p•1vo da fronttiira. As esperanças se renovam, esperamos que a gora 06 sonhos se tornem realidade. Ao povo de Antonio Joiio e autoridades nossos sinceros parabens por mais um aniversário dP. emanclpaçill' política do munlciplo. t------ . :·I Deputado Valter Pereira DEPUTBDO O Deputado Horácio Cerzósimo, no momento em que transcorre a data magna de Antonio João, sente-se grato em saudar os que labutam em todos os setores de ativtdedes pelo progres so e pela felicidade. Neste ensejo, transmite ao povo e ao senhor prefeito munlcipal, A düo He rodes Xavler, sua carinhosa mensagem de felici tações pelo transcurso da data, augurando que dias ainda melhores lhes ofereçam. , HORICID CERZÓSIMO Tribuo:.t du Fronteira ---------------------· li SOU UM ES i ) . Eutenclo ser u~te mais 'lm momonto c]p ~rullrlPVl l• a 8 li () e A i< Ú O du l{rnudeza que tem PnvoJvldo a cr i•1- çilo do Estado do Mato Grosso do Sul. Momento1-1 de gnrndeza - trndutore .• do Rlguiflcutlvus e murcad:rn deci.-ões que em v<1rdud•3 nnteprep;,1·am, nfío outrof; momento.-; d~ grnuJPza, mus a grun,Jl'ZU que há do ser pemiunente e continuada dll nova unldude da federnção brnellel,a. O primeiro dl'sses mc,menlo:;, corr,·s pondeu uo d11 blslórlcu rPMoluç:1o do Ex celentl!!rclmu Senhor Presidente EraeMlo GAlsel, quando, com visúo dP ln1-1íg11e estadista, decidiu, intervindo nn dlvi~ão ter-ritorial do puíti, erlur o Estado do Mato Grosso do Sul, respaldado não n penas em futuras condlcionauteti do de Reuvolvlmenlo reglonol, mas tamhem nos nuselol! du luboriosu gente sulmalo~ros sense, desde remotos tempos veemeole mente mo nifc11tn<1011. SPgulrum-se os momentos em que o Congresso Nacional aprovou a Lei Com plemPotnr númP>ro 31 e o Excelenllssimo Senhor PresldentA dn Hepúbllco, em nto solene e emoclonunto, a 6unclonou. E chego -se o.o momento de haje, com ,, lnstalnçíio da Comissão Especial inslitulda pei11 ), gl!,laçilo criadora do no vo Estado. Est11 solenidade, realizada peraote o bravo por11 sulmatogrce~enso. signifi ca. e1u verd11de, o marco inicial de uma longa camlalrnda -- árduo, vlgoroim e lac<>ssanle, que se dirige, em linha reta pura a cons .çlo do grundezo deste aclmirável peaaço da nilo mtinos admirá vel pátria brni;lhiira. Sou sumamente honrado, pe'o ven turoso p1 ivilégio com que me distinguiu o ]).;xcelentíR~imo Senhor Prl'Ridente da República hO conliar·mP ao oito encarg.l de cbeliar o p, l!!!eiro Governo do novo tado, cnc.ugo que l'l'Cebi meuos como aceituçifo de uobililante convite, e wais -,orno convocação paro o cumprimento de extrordinria e empolgante missão. E e te o prlmPiro encontro que mantPnho com o povo deste Estado na condição de governador nomeado. Por isso, meu concid!!.dãos, ~eja-m,;- per m!- tido, do ·de lo~o. fazPr uma oh11ervoção dr ordem pl•ssoal. parn acluroar um ponl:J que considere muito lmportanlll, face à slnglilr1rldarlu das circunstünclas e l)(II' <1avolver :.ispeC'!os de ordem subjetiva. Náu sou um estranho ao Mato Gros BO do Sul e :fato Gros110 do Sul não me é nadt estranho. Desde multoP anos com alegria tenho voado o,; céut1 desta terrn, nt1vegand'l eu rios e palmilhando seus caminho. Ac-orupanhd por trilho• e corrrdort• 11,·111 ,empre tra,11i1!vei,, n orupnçuo ,: o rle•envoh·imento rxplo1ivo da re l!iiio !:iul, paru onde virrnrn putrfrins clf outro, E,tnrloe da comunhão brasileira e nli ajudaram. o, daqui naturais, u construir a riqueza crescente que hoje marrn a pasagem florescente da, ,ua, cid11- de e dos seus campo. Com prnzer, tenho nromponho,lo .. r, rm alguns pontos, de certo modo, participado, no; último9 anos, 1!0 crc,cimt.nto e oíirmuçiio dtstn bela ,grndnvr.1 e dinâmica Cnmpo Grondt. Em reuniões e encontros uuli,.ados co111 nutoridodes e liderouço,, ltnho oprrndido, rom t'n t11fliauno, a problemátic1l regional sentido a cu rência11 dn infractõtrutura econômiro e Hif''Ínl. inihi dorns do proi:re•rn, ninda mai1 ,celera,lo, tilo JH·r •ei:uido pdo labor, pcln tenacidade e pela bravura da gente •ulmotogrouensc. Com pe,ar e moção tenho vivido o +o. bcrbo • calnrnitorn e,petáculP, encenado pela na turc,.,. dos encbentrs do Puntannl. Ainda nn região 1-ul, trnho vistP, com tris. tezn, o avanço progressivo da erot-ào nn àrea. tir• lman. dc,truindo ou omtoçando moradias e vias públicas, ao mesmo tempo em que. no área rural v.ai carreando, qua,e inviflívcl. ni11! ince~.i.antemcnrt', os comp'lnentes nobres do rlorli,orn solo ria regi:io. Assim, ~loto Gro,rn do Sul não me é des conhcciclo. E por conhecê-lo, po,;ei inevÍUÍ'el • mente n odmirt&-lo, no formidável potencialidade dos eus recursos noturoifi, no dinamismo empreen dedor do ,eu povo e, sobrr111<lo, a fuzer eco com scul nnsc.-io~ de prosperidade socinl e econômicn. Por isso, meus concidadãos, poso afirmar lhes, com inequÍ'Otn sinceridade, que eu me sin to indeecndentc do umor á Pátria que é uma 6 no ndm1rnção de~u terra, no reconhecimento de sua» virtudes e no anseio de vê-la engrandecida. pr6spcr!l e justa, como vós outros aqui nascido. Tomhém, por laços de familiar~• que há longo tempo para cá vieram sinto no sangue des tn terra, o san,"UC du nunha lt:rrn. Por tudo isso, peço-lhes permissão para d<>ruvontc niío ma,1 usor n ex:pres,;ào •·destn terra" ''deste Et:tado". mart dizc::r-lhce. com 1'rgulho e i dentificnção, "nossa terra'', "'noc:c.o E!õ-tndo"'. Tenho h,:m JJfrsente ª" reois dimcneõe, dn mie:;i!o que hoje aqui. perante v6:5. c'>meço a cumprir. Bem sei das dificuldudefl, umas inerentes ---- --- ---···· -•·•r·-1 t-..., , 7±3 i , 'i1. b, 1 O Deputado Henrique Pirei; de Freitas ·+-s "ç?? ' hifj,- associa-se s manifestações de alegria ,. pela passagem da dal11 máxima do mu- nicípio u Neste d e ensejo Antonio transmite J o ão a o povo, engajados na diuturna tarefo. de constru ção de um progrPssisla município, f>Ua , mi:nsagen dl· (é na conquista desse ob jetivo augurando que novas e const>lnle!! conquistas sejam con1101iúad!l8 para que o dia de am!lnhã seja a. nova realidade que torlo!' aguardam. a alo de geras, outras que urgir@o piódis Hem cunho ow nrios da omidgleuh+nato· gros-ne, ora lerititvaurute polarizado fa«e a C'liU(JUi•I I d., ( ri.H,-Jn do lill J .. uilo. l, por is, bem entrtdo as nortrs re-· pon-bililads que izitia, ma última instaneia presidir os negócio- do hem rtar e da felicidade do povo da nossa trtra. E uma tarefa gigante·va e empolante, ma nilo é farda dr 11111 l101uem ,r,. l'a1:1 cnfrr111,í.ln e vencê»la, vão convocadas tu«das as force vla« da no,- a comunidade, A ninguém será licito o· mitir.e. Do trnbalho perseverante • dedicado, de cada um, resultará a força de todo- que imrpul-lo. nará o nosso Estado, acelera·lamente na trilha ri o d e • ea v o 1 , i 111 t' u l "· /1 111, ílo do poclrr público e das lideranças empresariais e políticas, convergente no bem comum r integral no espírito púhli<-o. pcrrnírirá a r1rrJnr.uli1 ,i;,!oro•:i JHlra ,.. c·on■trução do grande Estado, com que to dos ardentemente sonhamos, e com o qual, cm futuro hre, e, já temo• t'0routrn 111:1rracln. ião lhes trago promessas, Ofereço-lhes, dc-rle já, juntamente rou1 nquel<·, 11ur rnrnpor,1<1 o quadros dirigentes, no preparo da estruturvçào do novo Estado, sgora e no Governo, der.ois. tra h.1!110 sem cleeco11>0 t' ><'Ili de.•fnlrci111rn10, drdi cução, auroriJ:ult! e entu,ia.-mo. O planejamento presidirá toda a ação de go,erno e e111turávolt.ado, iu,ariá,elmt-nt,·, parn ih :i11• pirações mais sentidas do homem sulmatogro--eu-. Base da estruturação política, social r econômica, bu1=car- ~e á o fortal<•t·Ímt•nto da nt,':io municipal. Fu11damrn10 da economia do Estado, epe cial e prioritria ênfase será couferida, abrangendo todo. a infrar1-rrururu dt: proce-~ .. Jmcnto, ;l u~rirul rura t' à p,cuárin. Com vistas à racional r-xplorru;,1o 0111..1.J t> futura. atenção vigilante merecerá a preservação te von erva&o do« nossos recursos naturais, har manizand - e o desenvolvimento econômico com adequadas práticas de meio ambiente. Meus concidadão. jo e-condoe emoção deste momento Hecolhido o calor generoso da munife-tação cordial e amiga com que hoje me recebestes e reafirmo o incrrcdáve! prop6@itu de t,rm Ecrvir ao 11<,-Fo Maio Gro.oo do Sul. rom rlt·-,elu e trubalho inressante Muito agradeço ao Excelentíssimo Snhor Governador Garcia Neto e a seus ilustre« Se cretárioc, de E..rado - a rt'Ct-pt;ào ficL1l!!.1 t' hor.pi• taleira com que me clii:-1in::uiu. f'. ~ohretu,Io~ à awabilidad~ du, )'Jla,ru, que profaiu. Excelentíssimo 'enhor Mini-tro Rangel Heis, que tive honra de conhecrr quando ue convocou para a direção geral do DO>, permita me urnn p1lavra especioJ, aqui e agora. Chefe que fuz do relacionamento. afável e atencioso, e.tilo de lldernnço. e comando, e oue no'- tt'm ,lado a todo• lição de di~nidode. de,cortfnio ~ l,n,siliJadr. tem marcante pre■cnçn na criação de~tt' E--tudo t o Feu nome, persistente na lembrança agradecida do nosso povo, ingrará as páginas da história do iloto Gro,•o do Sul. Governar é, antes de tudo. un1 ato político. Entendo que a satisfação du, o,yirnções Pº/'ulare, reside na convergência doe athulndc:- récn1cu &d· miuistrativas e políticas. Es»encia do regime de mocrático, a ação polhico purLiJária é int:rentt: uo Go,·crno. Sou muito grato prlas pre..:(Í~io:-a~ prc• senç.a• das ilu•tres lide,onça, Ju Aliança Heno'3dora Nncivnal, que homenageio na pessoa do digno Ire - sidcntc do Diretório Hc,;::ioua , 5eohor L6dio Coe lbo. Aos ilustres Membros da Comissão Especial, ora instalada, a segurança do +eu indispensável apoiamento às relevantes tarefo que hoje fem inicio. O meu rcconbccido agrudt"dmento às ilustre• autoridade« Cvi-, Militars e eclesiásticas que prestigiam com suas dignas presenças esta solenidade. Oue o bom Deus. cerca de quem, alguém cuja. lembr:inça me é muito querid:i, cFla reunião n.si-tiFtc, ilumine o meu enteodimenio. l'u:njzt> aió n1inhas Jimitnções e fortaleça a miohr- firmez., e o ruen eerpírito dt: concilinção e: de Fncrificio, p"lru que t'U não fnBtre a honro,a ~"<>nfiaoço do Excc· le_ntfssimo Senhor Presidente da República, a de ferente t'Xpt'ctativo,; das o.utorid~dc:s do meu Est.u• do e do ruén Pnfe e. oobretudo •• ucnlcm.1da; csper:inç:a!!I d:a bra ,·o. ge.nt.t" da uos1.:1 ierra,.. Proíbe coça Amadorista DEPUTADO Henrique Pires de Freitas em Mato G r o s s o este Ano a Proibição O Drlc>godo ERtndunl rio In~tituto ílrasllolrn de Desl'w,olvimento Florr>r, tal IBDF. <'LO Mato GroR<o, no uso dus atrl buiçõefl que lhes são coa• feridos por Lei o com ful cro nus dlspo~IÇÕE"R con tidas na;; Portnrias nº,i 79 75 - P. de 03-03-7:J o 117-78 - P. de 27-03-78, respectivamente. nernlve Baixar a 11e guinte lulllrução Complt- mentar à Caça no Este do de Mato Grosso. pora n. temporada de 1978: Artigo 1º - ~ expres FarnPnte prolblda a caça no Estado de Ma to Gros- 60, durante o ano de HJ78. Artigo 2º - O CHÇlldor que for encontrado exer c:endn a caça, eswrá 6U jelo às sanções fl ·cais e penafR cabíveis, nos ler mos da Lei nº 5.197-67 e demais disposições le gais aplicáveis à espécie. Artigo 3° - A fiscalf zuçlío E! à repreensão à c11ça, relullvumente a es ta lnstr uç[10 complemen tar e demais normas le gais pertinentes, ,erá, rl goro~umente exercida pela Delegacia Estadual do IBDF em Malo Grosso, entidade que mant<:nh<1m ou venham a manter con vênio com estu DE, pelo. P111ícla Federal e pelas Forças A1 ma das, por Ini ciativa prõpria. Cuiabá (illT), 26 de abril ele 1978. Paulo Benedito cll' .Si., quaira Delegado Estadual de Mato ares»o i - -------- E de Apartamento com ar condicionadl). quarto com ventilador, aml,iente familiar refeições fartas HOTEL fLUMr f SE SEU HOTEL EM IIQUID U Nll Rua Teodoro Rondon 586 Aquidduana MS IUT rn ,.b, e Tribuno ria Fronteiru Dela VI t• - MS ~:;_ __ _;;;_;;.;.;.;._..;;;.;__..;.;;. ..... _ Rio • O Banco Central cornunlco11 ofl. clalmento, a Federação Nacional dos Banco, que aprovou e Pncuminbou ao ministro da Fazendn, Mário Hel)rique Si· ffi(lllRf.'11, o ante-projeto de lei sobre o cheque, elal.H>rndo por comls~il o integra da pela Fenaban e Federação Brasil·ira de UnncoB, dP Ruo Paulo. O ante-projeto elimina o cheque pré-datado. resolve qur. o uval em branco é do emitente e que o banco tem responsabllldnde no paga mento dcs cheques falsos, u não er que baju exclusiva ou concorrente do cor l'entlsta. Sobre o H66Uolo, esc!at·ece o preiden te da Fer,aban, Tbeophllo do .-zerado Santos: Provisão - "Quanto uo dlficll problema, o ante-projPto o gasulha o prin cipio de que a provisão deve existir co mo base do cheque, mas a existência de fundos dlspooívels é verlllcada no mo- meoto da aprescn!ação do cheque a pugamento. Esta solução ó 11 mais rápi cla, parece mal? de acorda com a teu denr.la moderna, e em na da prejucJlca a conflttnça no cheque, pois eHta F<e forta lece com o pagamento quundo apresou· tado. Marca<;;ão - O instituto de maraação foi abollrlo, Isto é, marca-se o pag,,mento pura outro iia diverso do da errds!iilo pol@ não mereceu acolhida nos usos co mMclals". A vai- "Resolve-se vl!lha disc11ssllo: o uval em bru nco (sem conl!lgnnçllo do u vnllsado) serfl aval no <:oobrlgado ou no emitente? Optou-se por considerá-lo uo eniltente". Pós Datação- " ega-se qualquer efei to à pós datação do cheque, pondo-se r:m ao cheque pa.ru pagamento post5rlor que conUlta. com a. na tu reza do doeu· s Cg1ti 0$ Data do éculo XIX a iniciativa para a [uodacão da Colônia ~lilllar dos Dou rudos. Deu-se o fato, ou seja a ordem parti a :-uu fuaJnçilo no governo do 'l'e neohi-Coronel Antonio Pedro de Alen ca;;tro, por volta ele 1 ~9. 1uitos dernurcbes se desenvolveram a.tê que a obra tivessem o seu Inicio. A dl Hlncla, o isolemenlo, os silvícolas, tu do conlrlbui::i. para fazei· da empresa u ma como que epopéia O objetivo dessa futudaçlo era o de promover a defesa da parte ul do Esta do. Deveria a Colônln Mil:tar dos Doura do formar com n df. Nloaque e a do Brilbunte um sistema de mútuo apoio pa ra guardar essa va, ta parte do torrltó rio brasileiro. egundo o historiador Roul ~uvelra de Mello a ordem para a fundação dos Dou rados partiu do próprio Presidente Alen ca tro, empreeudendo logo após a suu. µosse a arrojada empresa. Não era na da fácil, puis tratava-se de uma verdn deiru. ocupnçãc. a 24 léguas além do pos to militur de iouque. O feito, 110 longo de alguns anos, aca bou realizado, sabe Deu,; a quantos sa. crifícics. Essa epopéia, levada a efeito ?, 'o ., Rua lllonso • Pena Esq. Teodoro Saliva 1 • ROVA NOVA LEI 00 C EQ cm carros t,>scos e a lombo de cavalo, por homens duros e temperados no rigor da luta não pode ser avaliada em bre ves traçados de uma pena. O comando 8edlado em Culabó., a multes e multas lé guas de dlstilnclas; os enormes rios a transpor; os incontáveis Imprevistos via· dos do clima, dos selvagens, das doen ças, du falta de munições, de víveres e de ferramentas são coisas que fogem á imaginação do homem modernJ que boje conteo,pla a obra em sua tranquilidade do monumento hi tórlco. ão se tratava apenas de m»ndar um punhado de homens para erguer alguns marcos na distante reglilo, o que cc,ove nhamos. já Reria um r<"!speitável feito. 'l'ratuva-se de ocupar a posição, fincau as bases para a permanência efetiva da civilização. núcleo de vida de progresso e de defesa dessa parte de cuidada do solo brasileiro, o que é algo muito maior. Esse o feito da Colónia Militar dos Dou rados que, Jogo nos pri:nelros tempos da sua fundação se transformaria em palco de um dos acontecimentos mula mar cantes da nossa História - o i:acrifício de Antonio João. Por J. Hernu:;des Chapeado, Lanterrare Pinturas, Solda Elétrica e4la ·m Geral A t e n d e a q u a I q uet h o r a d o d la o u d a n o I t e. Bola Vista - Halo rossa ll!C'nlo. Falso-- 'Na questão do pagarvento de Chl'l]Ul'!J f u ls o ll, r ,l 11, 1 f i e a d 0 c,u n d u I t e r a cl 0 , de u- se p r e vnleac 1u á tese do Supn·mo Trlhunul Federal (súmula 22 ), qu•· nlrillul ao Banco r·espou:rnhl!ldadc pPlo pai!Uln(lnto do cheque falso, ressalvadas s hipóteses dl' culpa cxclu~I va ou concorreull' d 1 1 1 correntista". Pelo ante projeto dispensa se o protesto para o exercicio do dlrnHo pt•lo portador, de cobrar judicialmente o clv que. Não 1<e Impede o protesto, mas este é dispeneudo, poi preve-Fe que a dt>claraç!ío do sacado ou da ctlmuru d'3 compensação, escrita 11 datudn 8obrn o cheque, sub"tiul o protesto como rnelo de prova. Histórico do Municí de João pio Antonio Fnrmnçf.n Administratfvn: Foi levado à :funi· dplo em l!I de Março de 1%1, com a denomina• ção de Eu~ênio Pcnzo. nome de eu fundador, pela Lei n.o 2.112. Atrn"é• <la Lei .o 2198, de 8 de etombro de 1961, passou a denominar-se Mu. nidpio de Antonio João. 1.1 Localização: Situação Geográfica - latitude: 55.o. li e 00 •. A cidade de Antonio João está localizada no al to da erra de Llarncnju, bem próximo a divisa da Iepública do Paraguai. O município, limita-sr com: llela Viua, Ponra Porã e Hepública do Pa raguai. 1.2 O Clima: O clima de Aot<,nio João (, t~m• perado, semi-úmido, u,H,melhando.,e com o do Par:rná. A temperatura média máxima é de 2l·oC e a médin mínimo (, de t5·oC. 1.3 Comunica,õr. ,. Ace,so: O rnrn,porte (, e fetuado através de rodo,·i.- que ligam Antonio Joãu às principais cidades da rczião, ou seja: P. Po rã, Oouro.<los. B Vista, Campo Grande, Maracaju e ]:irdim. As comuni..:açõe5 sr- proce-~sam por in - ter médio da agência da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, em convénio com a Prefei tura ;lunicipnl. A cidade llltnbém di•põe de um aeroporto com prefixo S AJ. A extensão da pis lll é de 1.000 50 meuos. 1.-1 População e Area: O Município de Antonio João c<>mporla 8105 habitantes. ua extensão ter. ritoril é de 1.-121 Km : Projeto de Lei N.o 06 /7 8 L.5 Educação: Um Colégio integra'o funcionan do norms.lmente com Too alunos mariculados, 2 Escolas llunicipals nn ,ede e 14 Escobs ;luoici pnis Rurais. 1.6 Comércio;·r.onta eow 60 estabelecimento, .:o• merciais. 3 Indústria,. :t Serrari.as 3 indúSlrins de Cer:imic:i, 2 Hotéis e I Agência Bancária. Ator: Vereador Ana!do Mar«qurs «d +la 'Dispõe ·obre a nova deno. miarão de rua" A Me» da Cimsra Muni- ipal de Antonio Joio, no u o de as atnbioes leis, Faz Saber, que a tirara Mu. nicipal, m ·eseio ralada no dia I7 de abril de I9l, ,,. provou o cinte. Projeto de Lei No U/7H rt. Lo- A rua lpa, do Ma nicfpio de Antonio Ja4o, p!' a a denominar rua 'àndido Gareia de Souza", em pó·tu. mas hotrnagn o me»o, ,rr. 2.o- J;,.:. J1rújt·ro clr Lri entrará em vigor na data de ua an+o publicsc4o, e vou«das as dipoiçor» em con1rúrio. ala das Sessões da Camara, 17 de abril de 1978 Jrnnl,lo r.Jorqu,. ,ln "ih.t P'residente Alair de Oliveira l.o Secrctfirio Documento· Foi extra via elo um Talão de Nota Flscal de Produtor Rural de o.o 262581 a 262590, teudo sido utilizada sõmenlo a Nota a.o 262581, as de· mais estavam em branco O refer!do T!illlo era de propriedade do Sr. João de Deus Gomes residen te na Fazenda Triangulo e Palmelru no }1uulciplo de Nloaque, Iol extra via· do mes de ;:;:.aio de 1977 ---.. t- -----= ' 7-7-- laia@ mobral HelSOJ R:1mão Vilório d~ Silva residente A Câmara Municipal ~e rorto Murlinho, na pessoa ~e seu picsidente, li e I s o n R a m ã o Vitorio da Silva. rejubi liza-se em transmitir a todos os que labutam p e I o piogresso ~e Antonio João, sua cordial meosagem de sauda ção, por mliro do transcurso do airersirio de enipari política do município. AO Preleilo Mão Herodes Xavier· os sinceros parabéns. Nelson FAres • vereador Jandiru Correio - vereadora / Jonas Amaraoe - vereador Tribuna da Fronteira - SEMANÁRIO - FUNDADO E.ll 20/2/7'!. In-. E-t. 130953342 CGC-ME: O3.200.736/O00 174 Fedação e Aduini-tração lt. Duque de Caxias /n. Bel Vista .ll'f. O6ci11a;;: Rua Duque de Caxfas •/n dela Vista Mato Gro««o Rednror-Cbeíe lvaldo Pariu Administração: M:ria Estela V Pereira Departamento Comercial: Alvaro Pereira ASSINATURAS Assinatura Anual Bela Vista Cr 200 00 Demais Manicipios CrS ?50.0Ó Tribuna da Fronteira é uma publ..ic,,ç.io da OfUIVAPE- Os artigos publicados com assinaturas dos autores não traduzem opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito do debate, doa problemu muunicipais e de refletir as dieras tendências do pensamento universal. 12-5-78 Tribuna da Fronteira- Bela_a%d -------------------------------. r Nese clima de justificada euforia, que marca mls um aui ver,;árlo do histórico município de Anvrnlo João, queremos rna nifeBtar o uosno júbilo, ao reco nhecer q9e, agora, com a divisão do Estado, nova perspectivas +e abrem para o povo da frontelre. e do Sudoeste. Em nome do povo de Jar dlm, envio minhas (ellcllações ao prefeito Ad!io Herodes Xavier e à população em geral. Fernando de Freitas 1 1 Prefeito Municipal Jardim de A Prefeitura Municipal de Bo nito, através de eu representan tante, Prefeito Roosevelt Sá de Medelros, congratula-e com o povo e autoridnde de Antonio João, pela passagem de tnnli; um aniversário de ema nclpação po lítica da mItcipio. Antevemo melhorle.s substllnelnis para os municípios da fronteira. Com a divisão de Estado e a nomeação do lnsígue engenh<"lro Harry A morim Costa, para governar Ma to Grosso do Sul, uma nova ern se descortina para os matogros sen,;es. Parabéns Prefeito Adllo Herodes Xavier. Parõbéns povo de Antonio Jo!ío. ,, ROOS[V[LJ SA M[DflROS Preleilo Municipal de BOHlrD ENTREVISTA A entrevista com o Dr. Flori Murano, presidente do Diretório Municipal da A rena, de Bela Vista, i;erá publica da na próxima edlçúo. Devido àR edições es peciais comemorativa aos anversários de Jardim e Antcnle João, o fleparta mento Comercial olicitou que trausfe ríeeemos a entrevista. Pela primeira vez atendemos um pedido do DC, pol<J, pera nós, a parte editorial está sempre com prioridade. rara REPERCUSSÃO Repercutiram as entrevistas com o de putado Sérgio Cruz e Senador Paulo Brossard (esta transcrita da "Veja") Is so não quer dizer que o jornal é emede bista, como !nslnuou um cidadão local. Ja frisamos, diversas vezes, na 'l'ribun11 impera a democraclB- (diVbrsas racções políticas) A próxima entrevista, com Fi orl Murano. promete grandes novidades. =Era JARDIM Nada de novo no "tront", aguarda-se • o pronunciamento de Fernando de Frei tas, no próximo dia 14, data i'!m que se comemora o aniversário da Cidade Ca çula. O que se sabe de Jardim, é que a divlsilo no MDB é "Grave"... 9E=E;E± CEMAT Dent;:-o de aproximadamente quinze di as a Cenat encampará o Serviço de E nergia Elétrica de Bela Vista. A Infor mação foi de elemento ligado à Usina. O povo aguarda a medida com interes se. Vai melhorar ou piorar a ,;nergio. elétrica? Caminho Uma das novidades da ORJIVA'E para o més de maio. é a volta do CA Ml HO suplemento Religioso de Bela Vis ta, mas que veicula matéria de todas us igrejas da região. "O CAMI HO" circulará como suplemen to dos jornais CORREIO (de Jardim) TRIBUNA (de Bela Vista. TflIBUNA (de Porto ilurtinho) e Jornal de Bouito. Os interessados em publicar matéria no ór ão enviem as mesmas aos jornais citados. ) PO TA PORà A ORJIAPE, dando continuidade ao objetivo traçado no Inicio do ano, (expansãu) reinicia suas atividades em Pr,ota Porã. Está em fase de montagem o escritório para a sucursal da TRIBUNA. naquela. cidade. Estamos ma!s ligados à Ponta Porã e Dourados, e por este mo tivo, deveremos penetrar mais nas clda des da Grande Dourados. ANTONIO JOÃO , O vizinho município comemorando ma is um aniversário. O prefeito Adão He rodes procederá a inauguraçãa do Hos pital e de uma escola. Grandes festivi dadcs e&tão programadas. Ermo SUCESSÃO Já se comenta que o atual presidente da Câmara, vereador Arnaldo Marques da Silva, é o mais sério candidato a su- cesão de Adão Herodes. Comenta-se A Exposição Agro Pecuária será também, que Norlno Go_nçalves (de".ido I mesmo realizada no mês de Julho Esta a não nomeação de Pedro Predrossian) mos oguardndo contato com o residen- pode pendurar as chuteiras. Não concor- te da Comissão Lui Aldº p • damos, pois Norlno Gonçalves é um ele- d t Ih • z_ 1 , pa're maiores mento útil a política local. 6 ª ea. pro±E±o± NOMEADO A direç.ão da TF nomeou "Pedro Pedreira" para coordenar o reinicio das a tividades do O CAMINHO (jornal religioso). erre BELA ViSTA BAILE Neste sábado no Gremio Pedro Ru fino. Compareçam ... JUREMA CARPES PIT AN, gulha-se neste dia, quando to dos nós comemoramos mais um aniversário de Parabéns pela sua participação or- . ~ emanpaçao política do município. Vivemos um tempo de desenvovlimento. Antonio ,Toilo. dia a dia está arquitetande o seu progrel!so. É sinal que todos nós estamos tre.balhand.e para o bem d cole tividade. Antonio João acende hoje uma vela de aniversário. Mas acende outra. É uma chama de progresso constante. Para bens. povo de minha terra. Antonio Remo Penzo Serraria Castelo I ?IANr es si Sla d a f r a o I e ir a" / I ! E._" !Ti!o d !To' ir_Bel_vista__s Delinquência juvenil na Russia Comunista Roberto Gulmurlles Ambientes • NOS EU , REBELDIA Mortes, vloloções, espancamentos nssaltoe e urrombumentos estão ocorren do ema Moscou e em outru cidades so viétlcus com uma frequência que desper ta a tenção das autoridades e dos ei dadõus comuns. A vlolêuc!u raramente é oubllcado. nos jor»is. As tnxas de criminalidade 'lllo secretas. Como regra, somente oY crimes elucldadoc !l!l.o dlAcutldos pela imprensa. É possivel que as próprias auto ridades sovléllcus Ignorem ·as reais pro. porções atingidas pela delinquência ju venil em seu puís, já que os funlllonfi rlos subalternos tJmltem lnformaçõeti, pois não desejt1 m se comprometer. Multoa pol!clals dizem que não a presentam cstatísticns corretus a seus superiores em virtude do medo de per der o cargo. A mulor parte dessa vio lência é praticada por jovens entre 14. e 18 anos. A prolblç!lo da venda de revól· veres e o controle elos rtrles de caç porecem desestimular o c'rlme. Entretan to, as qu<idrllbas de joven~ inventam to dos tipos de armas, utilizando-se lambem de rucas, punhais er.c. A revista semanal "Llteraturonyo. Gazeta" publicou uma série de artigos sobre um grupo de meninas, de cerca de 14 anos de idade, que espancou com violência uma colega de classe. Cerca de vinte rapazes presenciavam a agre su.o e um dele as incitava, gritando: •·Chutem, chutem". Quando um grupo d~ trabalho en viou um relatório ao "Comitê Central" do PC com a aflrmaçãc, rle que mai!' de 70% dus ocorrenolas criminais não estavam registradas na polícia, obteve apenas severa reprimenda de urna alt.1 autori dade, para a qual tudo nlo passava de exagero. Um jovem foi acusudo de ter ma tado a própria mãe, ajudado por umi gos, porque ela lhe cortaro u longa ca beleira enquanto dormia. Uma revista soviética relutou o assassinio de Viktor Ft>dotor por seu próprio filho, Igor de 14 nos. O pe.i ex presidiário foi descrito como um alcoó latra contumaz que agredia suo esposa a ponto de obrigá-la ti dorm!r em casa de vizinhos. Um dia, ao entrar em casa o filho encontrou o pai sentado á mesa bebendo. O rapaz empunhou uma faca ~ cravou-a no peito da progenitor. Os marxistas costumam atribuir os delitos ao regime de propriedade, priva da e á desigualdade de classes. Entre tanto a delinquênciu no ·•paralso verme lho" ultimamente está se manifestando. talvez, mais generalizada e intensa do que em nações do mundo livre. Paulo Silva Meira Setenta mil professores de escolas públicas norte-americanas deverão ser vitimas de ugrexsões físicas em suas aulas durante tale ano. É o que as estatísti cas prevêem. Alguns professores afirmaram que aR escoltts dos subúrbios das grandes cidados e dos melos rurais se converterum C:!m verdudi:lros c11mpos de concentraç!io onde a missão p;:lmord!ul não é ensinar mas sobreviver. O Dr. Alfred Broch, psiquiatra de Los Angeles, disse que os prolessores que o procuram sofrem dos mesmos sin lomus pslcolôglco, caracte,üticos dos tempos de guerra: tensão emocional, an sledade, lusegurança, pt>sadelos, lrrltubl, llàade, dores de cabeça e problemas res piratórios. "O medo é o mais importan te fator do "stress", isto é do cnuço psiqulco, e os profes!>ores temem os es, tudantes, revelou o psiquiatra. Em uma escola de ova York, a maioria das janelas das sales de aulu foi sublituída por placus de metal. Os extintores de Incêndio foram retirados, porque os alunos costumn vam usá-los nas brigas entre 11I. Uma prC'frssora de Los Angdes quase foi queimada por 12 78 ---------------- CACA NO ] +a'cosso PROIRIJA P ELO 1 BD F ;suas alunas, uborrecidufl r.om as ootns baixas que obtinham. s A Associação Nacional de Estulan- tes acredita que sômoutc dez por cento dos iucidentcs vlolentor, são revelados. Os professore:; em J:!Crnl procuram í-!Obro vler, Intendo o silêncio. A Associação informou ainda que o alunos de seis a nos Insultam com palavrões seus prufes iiores. Os de duz aaos procuram uliugl• los com objetos os mols varludo!f. Os clo quatorze anos vendem drogas nos hnuhel ros e os deze@sete ugruparn-se 1,m •'ga11gs que praticam violências. Urna pesquisa do l)epurtumento Federal de Saúde, Educação e Bem-Estar revelou que seis mil professores de en- 1eino médio silo roubados em suas esco l>1a e cinco mil r-ão 11gredldos físicamente .:2 o menc,s uma vez por mês. Pura os soclôlogos u candidatura. dos escolares reflete fielmente o rumo da socledude nor te-aJ,erlcuuu: ucs últirnc.s 13 anos a criminalidade juvenil aumen- tou em 245% A causa geralmente upontadu para explicar essa dramática situação é a dissolução dos lares a o divórcio ou o amor livre gerando a delinquência juvenil. "(O melhor só acontece quando existe urr:a união de vontades e uma convez gêacia de objetivos. Então é que os em preendimentos se viabilizam. Novas pers pectivas se apresentam, novos rumos es tão sendo delineados. O momento E-xlg.-i união e esforços <'onjugi1dos. O povo de Porto Murtinho, através de seu Prefeito Municipal, envia calorosas sa ud11ções às nut()ridades e ao povo ria hi-lórica An tonio J tJão. 1 L D E F O N S.O SOARES D A SILVA PREFEITO DE PORTO -MUNICIPAL MURTINHO (DO Cem sp. Clll Cul,lb/) A caça amadorístlca está proibida em Mato Grosso pelo menos fé o final deste no, mas a pr·oll>lçíi,o poderá se estender ainda por tem po Indefinido. O delega.d() do Instituto Brasileiro de Omrnnvolvimento Flores tal no Estado, Paulo Bo necllto de Slquelr11, bnl· xou portariu nesse en tido, "para dar um das cunso acs U'lirnulA e, pe la primeira vo:r., prorno ver um recenseamento da fauna matogrossense". Ao anuacinr que a proibição da cnçu uma rlorístlca pode e pro longar "até por mais um ou dois anos", Paula Be nedito de Siqueira disse QUP o "de!!COIIBO" para a faunu matogrossense é de fundamental lmportfin· ela, "pois ela vem so freado um contínuo pro cesso de deformnçio". Durante o período de proibi;tio da caca u De legacia do IBDF em Ma, to Grosso pretende rec>s· truturar totalmente o ~eu sistema de fiscalização e repressão da ativida de predatória da. f1rnna e flor. Essa reestrutura ção incluirá a instalação de postos de flscallznç!io a compra de barcos pu· ra patrulhamento nos rios e aquisição de via turas equipadas com rá dio para facilitar o coo· trole. PIE€O ESTE !Ellf fl R e s 4,oo » 1 l 1 1 l f.. JEINE ' de Ambiente Seleto - Refeiç!ii.t Antonio João João Freire de Oliveira Caseira O seu lar em Antonio João - O Hotel da Fronteir H d em e p a. ospe e-se sua ssa. adrilo de qualidade Rua Amambai com Bela Vista no Jeane Hotel e cinta-se M.:rto Grosso do Sul r IV E LI N D, D OS R E l S & C 11 L TO A O TI C li' C I E N TI F I CA Oculs, Jóias, Relógios, Presentes e A v e I i n o d o s R e i s: ( _Rua A e hulha, 2é C ampo Grzn!e, Troféus Esportivos ) Mato Grosso do Sul 'i1Mbunn dfl Fronteira ---- Re.Jn V!Rlll - MS. . . , o DOS DESEJAM I ER 1 ] Que são? Que pretendem? () f)• llú cerca de trs anos, houve muita pul,li cidade em torno dos Cursilhos de Cristandade. As revistas "VEJA", "fiEALI0AD:'' e outra- pu blicarum extensas reportagem obre o assunto que cElovu rlesperlanrlo inmitodo utençào no Urn,il, lauto dentro du lgreju, corno forn delu. ,lci::n,•t1.rn que buvia "11t1Ílo mi>tério • cm torno dos Cur,llho• e, enquar.to uns ucu,r,rnm os "cursilhistas" de serem força política de .-xrrerna esquerda, outros os tachavam de "facita," argu mentando que o Movimento de 1ursilh.H, tendo nn•cido na Espanha, ó podia ser fruto de unrn in.pirnçilo dn extrema direito frun1p1istn. Hoje, 11ns cidades do Drusil, onde o Movimento •e 11lustrou dificilmente hdVcr/i ,,c,soos 1111c nunca tenham 011· vid<• fulur nos Cur.i lios ou que ndo conheçam alguém <JUC s~jn "cursilhista." 1 orna-se comnm n rnrpresa dos que st en con1ra111 com nqucle Fulano, que ern um uoleu com·icto" e que depois do três dias de cursilho r,nssou u frequentnr n li:reju e nào deixa de co mungar toda a vez que vni i missa. Muitos dos que eram conhecidos como boi'mio• e cujas con Ycr~as conveunm qunse aempro sobre proeza.! e conquistas femininas, passaram a ser vistos, depois do Cursilho, fnzcndo pregnçile• nns paróquias, le vando os ovnn~clhos pnra o, presidiário, ou auxili• o ndo nas creches e ho,p,tnis. Por isso, npcsu do& repórtogem mni, ou meno• fiéis à realidade dos fatos, continuam ue pcr~un1ao: mos afinal ele contas, qne süo os Cur eilhos de Cris1nndodc e que pretendem'/ Normolruculc se •liz que é impossivcl res• pondcr n essa perguntn, cxplicondo o que é um Cursilho, p/ alguém que nunca participou de um. u56 ínz'inuo 11111 Cursilho é que se cnt"nde o que ele é ... " - cssn é n re,postn comum que muitos cu'"llhistn• dão ns perguntas sobre o assunto Em grande parte tem razão. f: que, cm pri1nclro lu(Ynr, no Curailho FC ,•isn n conver~ào <los que defc participam e n conversiio, n muJnnçn de vida, n mcton6ia, é rrnlmentc um mistério dn Grnçn rlc Dem. cuja lromccndêncin, sempre é bom lembrar, cscnpa à nossa plenn comJ>reeusüo. Em segundo lugar, o Cunilho está baseado numa metodologia vivencial, que exige una cfeti ,·n pnriicipnçilo pc,soal de rndn um, cm todos os ntos cue se rcnliznm tlur,,ntc o t-ncontro <ll" três dias. Por isso diz.se que ' ao Cursilho não se assiste: ele deve ser vivido intensamente". ão Í! um cspc1hculo. f: urna experiência vitnl e pessoal e assim é encarado e comprcrndido de moclo Yll • rindo e muito cnrnctcrístico. Dai ecr comum evi torem os Cursilhistas, uma difiniçilo do Cursilho. poi• é algo muito intimo. O método, quando l.,em utilizado, vis-n proporcionar trê~ encontros, nos tres dias do Cursilho: encontro consigo mesmo, com Cristo e com o próximo (a Comunidade). E torou.se preciso convir t.JUC cndn um desses en contros, na medida cm que foram n.uti-nticos. pro. fundos e intimoEa, silo irrcpcti'cis e indescritivcis. Assim, o cerne Intimo do Cursilho, que é n Graça de Deus e u rceposln pc<eonl quo cada um lhe dá nun,·a poderá ser adequadamente descrito por umn rcportn:,:em que se fixe nos n~pectos su• perficinis da pedagogia utilizada. Inútil portnndo, descren!r os tcmn• ~ns palestrns da, mcditoçôcs, dns ornrõcs, enfim de tudo quanto se passa .... nn rnpcrflcicn, quando o que iatcresFu é espiritua lidndc profumln, isto é, o que ac,,ntece no intc• rior dc cndn participante. O, C'ursilhos de Cri>tnndndc nn,cernm cm Pnlmn de Mnjorra, nn llhn de Mnjorcn, O primei ro Cursilho do mundo nl se realizou, em pnciro de 1919, no 5nntuário de Santo llonornto. Nilo fornm obrn de uma s6 pessun. Não tive ram um fundador. Fornm o fruto de muitos es tudos e muitas experiências npos16ticas dum lubo rioso grupo de leigos e sacerdotes. O inícios dos Cursilbos prende-se no esforço da Açilo Cnt6lka Mojorquiua que, através de breves ciclos de pn leslrn• (cursinlws), pretendiam preparar espiri tualrncntc 01 jovens que dc,•erinm participar dos famosas peregrinações a Santiago de Compostela, no norte du E•p:inhu. E«e, " cuuinho•" (em e• panhol 'eur-ilho") ti crnrn tanto i'xito• <Jtie o~ rnilitanlc6 ria A~ão Cn1ólira corneçnrnm u nprr fciçorí,lus, curn u intuito de preparar jo,·.-ns Ji. deres cristãos, para assumirem o compromisso do apostolado nos seus ambientes. De~ECj /,~f)Ut'Uo~ cur,w.◄, n1~ d1r-gar no pri• meiro Cur,il 10 de Cri,tandad,·, rio Santuário ele Santo Honorato, não demorou muito tempo, Ia ' ia •e chcnudo n uma descoberta, um método pe dagógico que expunha o Evangelho numa lingua em moderna e acessivel ao homem de ho;e. E mais: cnpoz de ent11~i11 •ma-lo n ponto de provo· cur verdadeira• e profunda; conver;ôe,. Iah:lalmeote concebido para rapazes, o método fui sendo udaptado para ho mens adultos e posteriormente também para mulheres. Aos adultos. ú 111lp'lclo do,- Curs!lllos ia atingindo outras cidades da Espa nba. Depois p11sPou uatur,ilmente pnrrl Portu gal, onde teve êxito. s viadores, "cursl• lbl,las" do Ibéria, plunt!l.ram o movlmen to no Canadá e nos Estados Unidos. Em breve, os Cur,;illlos dlfuorliram-se por todo o mundo e eram recoubecldos como t,ficaz "lnstrr1mento de renovaçilo crlst!i". No Brasil começou em Silo; Paulo, no auo t!e HJ62. Daí dlh!odiu-11e rapidamen te para os outros Estados. A tualrnente, fazem-s11 cursilllos na maioria das dio ceses brasileiros. Mas, que pretendem os Cursilhos? De modo e<!peclal, o ''vertebraçlío dts am bientes·•, reformando-os em sentido Cris- til.o. Por Isso bu,cam-se os líderes, os homens o mulheres ;:nais influentes em cada ambiente (universidades, joroull;mo, esportes, sindicatos, emprezariados, etc). AsEim, não se visu unicumeute a con versno OA soai, ma~ a parllr desta, uma ação apostólica eonsciente e dlnúmica, dentro de coda setor das ativlt!ades tem t1oraiJ. Em outras palavras. u~ando o expressão evangélica: busca-se o fer• mento, pura colocá-lo ou mussa. As conclusões do 1º Encontro Latlno Americ1100 de Dirigentrs de Cursilhos, realizado em Bogotá, em 1968, consig nam uma definlçiio iotere8saute onde se encontra a finalidade específica que se• gue: "Os Cursilbos de Cristandade são um Movimento de Igreja que, mediante UIL método próprio, possibilita a vivência do fundamental cristão, criando núcleos de crlE;tãos que Jsvem o fermento do Ean oelllo aos ambientes, ajudando-os 11. des ~obrir e t1. realizar a vocação pessoal de cR.da um e respeitando-a ao mesmo tempo. Tem, pois, o llovimento por me ta u ação apostólicn segundo a vocação de cada um. O objetivo é a:npJ.;. A rea lização do cursilllista. é que o encarna no tempo e nu espaço. Atacado e crilicedo por uns e exalta do exageradamente por outros, o :lovi mento de Cursilhos segue a sua missão inspirado nas palavres do Papa Paulo VI, dirigida& aos cursilhh,1tas de tcdo o mundo, reunidos em Ioma, em 196: - Curt1ilhl~ta-; de CriHt11:idar!e! Cristo, 11 1- gn·ja, o Papa, cvntum C1>'l()~<'O. Scrolri 6ompre Apóstolos'? Fa:-ois C('lll oseiu 11::s trmuuho, com que a Igreja pareça ao mundo brla como Crl,to a viu, quis e amou'? Estuís prepurudo!l para rPullzar o programa do Concílio'! Obrigado! Obrigado! São Paulo vos anime; a Virgem Rainha dos Apóstolo e Mãe da Igreja vos mpare"!. Cureilhi-ta Nú.o Esqueça de tua PromPÇli e que Crlsto conlu comigo! Clodomlro Hau•nque Dr. Olavo Monteiro Mascarenhas JDVOG,DO OAll /MT 1615 Causas ivis e Criminais Rua Antonio J:>Ho, 8-12 Bela Vi-ta Malo Grosso Sul Aos dpoi. de trido para o nu, Dio lralem ewtuttta a achsr a ila mo»nó· tona ai falar cm teu anto protetor. - lqui e ti tudo mito an ativo, monótono, enhut4a moao ·rmpte iual. nbo urt anta, a Ana tarais, que foi para o inferno. No di para nu er como a ida dela por lit pois nlo l o anto protetor ligou o jornul fli1("-Ío:ul do inftíllh Decio fiou rneuntado Pua, que ,Jrl lo: J.J.1 tem casa, carro na garagem, trelefoae, biblioteca, Di para o senhor me transferir para lá! Li. Ir para li você pode porque aqui todo mundo é li. vre, Ma- • bom fiar +alendo de lgun« detalhes; a casa de ua aniga foi comprada pelo II, com corre,ão monetária " rnrro fui rnmpr,t Jo no cré dito tlirelo uo consumid1ir, com juros de 9 o/o ao ms; o l<'ldouc é ,J., Trlr•rj, pifa n primeira chuva, o- livros são todos censurados, E, ayora, o mais importante. aqui cada um e-c)lhe livremente u ,anto protetor. Lá. J.ucifrr e Helzebu escolhem sozinhos. Dédo Jeru,alérn e,tá rH, céu ""~ lwj,·. Ana Cu,rai, vo, tnva na A1cna .. J,;.,, é uma das mnitos hist6ris populares que o MI t",.tá n·uu1nr e, para a Curllif.Hl Civira de llumor da campa nhu ekiroral· *~* ==========-- ***** :C{! Voce deve ter notado que UO!I tempos ~ /A para cá o pessoal de Bela Vista só fala no Res- tauranta Cassino Paraguay. Em o~aslões especiais {:{ o, j,otm, ,oo p,ogmondoa ... sabem onde? No i z...... . -{:( e, Cassino Restaurante Pa::-aguay ". Esta fama tem a ,:{:( sua taz!io de i:er: O Restaurnote Cassino Para• ~ {! guay é o pQoto de encontro da Hocledade !ron- ~ -{l: teriça. Cúnvidamos voce a visitar o Restaurante ~ g±=- ~ maie ... leve a sua esposa, sua namorada. ou aquele convidado espeelal. .. e R':!staurante Cas- :c sino Parague.y é ... simplesmente lrrelllstíveJ. ~ lA Bella Vista - Paraguay i( i "Saudamo, • povo , auto,;daaes do Aolo• -1( iI -1( Rodolfo Pereira f i ir DE e RUBENS PAEL LOP.ES Madeireira Campo Verde tem para você: Materiais: para Construção, Cal, Telhas, Tijolos, Cimentos, Made,lras de todes os tipos Taboas, Ripas, Caibros, Vigam11ntos, Balaustres e outras variedades:· - Se você esté. pensando em con.strulr procure a Mad6ireira Campo Ver de, pJls eles tem condições de forn'!cer o seu orçamento na ho.ra. e financia. mdo pelo tempo que você pedir: Madeireira Campo Verde há 30 Anos Trabalhando pelo progJesso de Jardim e Região _________ .;;;...;.;_;._ _ 2 6/()1 r•o Fá FlUN_d_fo ca Bela VIstg - + EDITAL DE PRAÇA O Doutor O11vulrlo Rumunzlnl, Juiz de Dlrello du <..:orourca de Belu Vlslll, Esta do de Mato Grosso, na forma da lei, etc ... Fnz saber a todos guu utm, o pre sente Edital virem ou dele conhecimento tiverem, que no dlO 14 de junh~• de 1!)78 s 8,00 horas, no :'ltrlo, do Forum desta cldnde, o Sr. Jono Hilnrio PPreru, Por teiro dos Auditórios, Ievurá á praça os bens penhorados nos autos de Processo dt> Execuçllo quH Modesto Cardoso mo Vfl contra Gemldlao Vieira de Almaldo e, cuso não haja licitantes, desde já fi ca designado o dia 04 de julho rle 1978, ás 8,00 horas para a eventual segunda praça, sendo o seguinte o bem penhora do: Uma ousa re&ldenclal, <'-Onstruldn de material, edificada no lote urbnao nº 29 A da rua Santo Afonso, medindo dito lo te 15x30 metro8, com frente pnru u Rua Santo Afonso; lado direito, com o lote 0 29, ludo esquerdo, com a Ruu da He. pú!,lloa; e fundos, com o lote n 4 do Ruu do República, devidamente transcri to no R.G. I. sob o n 20.075, 1ls. 50 cio livro 3k cujo imóvel foi a vallado pe la quantia de CrS 15.000,00 ( quinze mil cruzeiros), valor por quanto serll levado praça para ser arrematado por quem maior lance der, acima da nvalfaçilo, sendo a venda feita á vi ta ou mediante fiador ld0neo pelo prazo de três dias. Por intermédio do presente edital fica intimado o executacio Geraldino Vieira de Almeida da praça designada, caso o o mesmo não seja encontrado para ser intimado pessoalmente. E, para que não se alegue lgnor!lncla, foi determinada a expedição rio presente edital que erá publicado na forma da lei e nfixado uo lugar do costume. Dado e passado nesta cidade e Comarca de fiela Vista, Estado de Mato Grosso, aos viole e sete dias do mês de abril do ano de mil novecentos e setenta e oito. Eu (Pedro Vergilio da Silva). Escrevente Juramentado, o datilo grafei e assino. Dr. Osvaldo Ramanzini Jutz de Direito NOVOS Expõem Casa ALENTOS Sua do Arte ltles:o la BOLSIS .OE ESTUDO PR Campo Grande - (SEDIMAT)- O Con. selho de Curadores da Universldude E. tadual de Mto Grosso aprovou, ern rea nhlo reallzada na última semana, a fixa ção da taxa de 1z0 cruzeiros por disel plina para o Curso de Agronomia, cm Dourados. O estabelecimento desse va lor diferenrlado p!!ra o curso de agro nomiu deve-se a uma análiso de cu tos efetuada pela administração d UET. Diante du exigência de uma série do Investimentos que, consequentemente, vem também onerar o aluno na manu- LUNOS DE IGRONOMHI Tipografias Ruy Barbosa N. S r a. A p a r e e i d a e Livrarias f: ISSO QUE VOCE ~IERECE Rua '4 de Julho, l!J81 - Fones 4-2221 e 4-6633 Rua 14 de Julho, 220G Fone 4-307 CAMPO GRANDE MATO GROSSO DO SUL tcoc,;llo do curso. Visando beneficlar seus universítá. rios, principalmente os alunos do Agro nomis, a UEMT stará firmando, nos próximos dins, um convênio com o Servi ço Especial de Bolsas de Estudo do Minis terlo do 'Trabalho, para concessão de bolsas de est o. Esto financiamento re emboliiá vel visa oferecer a estudantes recrutados entre os trabalhadores sindi calizndos, filhos e outros dependentes, rnatricu!ados em cursos de graduação, o dlrcllo u bolsas de estudos. Dr. Joelson M. ·Peixoto -Advogado- Causas Civis e Criminais Rua 1.o rle Maio S/N - Jardim - Mts Dr. Ivan ilfonso da Costa Marques . ADVOCACIA EM GERAL Ruo VolunÚlrios da PAtria, 376 - Fone 24o _Bela Vista Mato Grosso Sul R. FIORI MURRO -MÉDICO Consultório, 7 à llhs 16 à 19 hora «IPEMAT e INPS» Posto de .Saúde e Funrural- 12 às 15 hs • Neto Dr. Pedro lo é Palmieri e Dr. Ari Escobar Advocacia em Geral Rua 15 de Novembro 17 BELA VISTA MATO GROS O DO SUL Dr. Laucídi<, aldez de Barro Cirurgião Dentista CRO - 557 Mt. Clinica de Crianças e adultos - Ralo X Atende-se com hora marcada Consultório A v. Duque de Cuias, 508 (Ao Lado do Banco Fina+cisl» J43D0))) - COLUNI SE ICHO-NO-IE Oração Para as pes4os que estão Próximas da Morte Quando pressentimos que já está próxima a hora de um doente pas. 8ar pata o mundo espl ritual, podemos ler ou mentalizar pura ele as seguintes palavras. "A vida ou a alm po. de ser compuradu a um pombo, conforme se ve rlflcu na Bíblia. Quando se destrói a gaiola que prendo o pombo, este se liberta, alça vôo para o céu e desnpnrece da noRsa vida. Então se diz que "o p11mbo sumiu". Mas nó sbmOs que elo continua vivo, voando FVoliz e livremente em algum lugar. Ele não pe• receu. Ele continua es, voaçundo sob o mesmo Sol que uos Jlumlua. A nós, parece que o pombo não t>xlste mais, porém, para o próprio pombo, ela continua ex1!1tlndo. Deus vê unlcamento a Vida. Todos os sereses• tão vivos perante Deus. Mesmo que o pombo fu ja da gaiola, a sua Vida continua intacta. Da ms ma forma, a alma em si não perece. Para DEc'UF, ela é lmportenfe. Ela de saparece apenas do cam- po visual dos nossos cin- co SPntldos. O fato de est11. traosformaçll o ser sentida como morte não pasa de uma Uusllo. "Tu serás mais livre quando abandonares o invólucro Carnal. A tua Vlda vive eternamente. Tu és Vida loliolla por, que és fllho de Deus." Cuiab - (SEDIMAT) - Até o fiou! deste mês cstrão expostos na Casa do Artesao, em Cutabá, móveis rústicos tra balhados em madeira e couro pelos arte- ?2, Arcos e ara, da clãs&e @e eia Dr. José Atanasio Marcos e Maria são conHiderados Advogado oois do;i m11ls promissores talentos do Causas Civis, criminais, Comerciais. In artesanato matogrossense e a realização entarios e Partilhas, Regularizações de da mo11tra, nas d"lpendênr.ias da Casa do Terras Juuto ao Incra Etc. Artesão, é uma continuidade da filoso- A D R A fia de trabalho da Fundação PROSOL O • 7uqe de Caxias. .o 788, Jardim - Mt. Ua OtOniO João n.O sentido de motivar e prestigiar os nov~i. 1 üula Lo :sz~ndL 2 de Ouro . • valores que surgem no campo artístico p a agua - - Mt, Bela Vista Mt Sul F r o n t e i r o "t- Dr. Ké io Loureiro Pinheiro ADVOGADO - Rua 15 de Novembro S/N Bela Vista Mato Grosso do Sul Rua 26 de Agosto, 384 - Sala 24 Fone 4-0650 - Campo Grande MTS. 1 # 1 l 1 1 Cicero Gonçalves Costa. Médico Oculista Oftalmologista 753 Leia e Tribuno as5ine o Jornal do p e n Ir , SERRARIA BONITO L TDI. MADEIRA BRUTAS E APARELHADAS - VIGAMENTOS - FORROS - ASSOALHOS BATENTES - GUARNIÇOES Uma l1dustria que acompaaha o Progresso de BONITO Rua Santana de Paraisa Nº 1 ex. p 1 Bonito t li A t. ---------------- -------- Maio Grossa 111 Sal Tribuna da Fronteira - Bela Vista - MS. ----------------- CDLUNI ll$TORIL VENDE-SE de o •, Versículo da Semana: "Se alguém qulRer vir upóR mim, renun ele-se u sl mesmo, teme sobre l sua cruz e sign-mo" (Mateus 16:24) }' Em conformidade o nosso urtigo anterior, podemos tirar a srgulote con· clusllo: ''Porque todos denmos cornp1re cer ante o tribunal de Cristo para que cada um receba segundo o que tlr er fel• to por meio do corpo, ou bem: ou mnl" (li Corfullos 6:10), A cruz nos aponta duas coisas: o pecado do homem e o amor de Deus, Revela- nos a confusão du ·turba e a mnl dade e a hostilidade dos inin.igos de Je liUB, que o levaram a ser crucificado. Po rém no corpo quebruntudo que jazia so bre a cruz, vemos o amo:- de Deus, que no teve represálias contra a fúria dPII homens. Tal amor que através da morte nos fol revelado, nos livrou de nossos pecados e nos perdoou. A cruz ainda &lgnlflca mais. Há um caminho da cruz que Indica o cami nho da v!da nó. A cruz que mostra o 8mor de Deus revela também o amor com que devemos servir .no nosso próxi mo. Niiu mostra to sómente o que Deus em Cristo tem Jeito, mas o que devem fazer aqueles qu: tomam sua cruz e o seguem. Quando o apóstolo Paulo C'screvla aos Coríntios ele estava impressionado com a cruz como o símbolo do poder de Deus (1 Coríutlos 2:1-8). Através de Jesus a cruz pass<'u a simbolizar a salvação um slmbolo de extremo valor. Ar.a.rês de seu formato, a cruz representa a co munhão entre Deus e os hnmens. Forma da por duas linhas, uma vertical e outra horizontal, ela nos dá as dimensões deP te amor. Deus em Cristo vem à terra pra encontrar o homem, onde quer que ele se encontre. O homem em Cristo, ao longo lo horizonte da vida 1111 terra, es palhtt o amor ao próvimo. Quando colocamos a cruz de Cris- to como centro de nossa fé, nossas per8- pectivas e at!tudes mudam. Tornamos em linha reta nossa relação coma Deus e com os homens. Tornamo-nos urna força positiva na sociedade, unindo o bem à vida. ' Quando 'emos n cruz de Jesus Cristo, nosso enhor, vemos o fogo do nmor que queimava no coraç6o de Oeus desde que ele nos criou, A cruz não apenas revela o pecado do homem, mas o moJesto,o amor de Deus paro com os pecadores. A cruz nilo é sómente o centro da nosso fé é o centro do nmor de Deus. Voe@ está sendo convidado rara uma nova re flexilo ,obre • cruz de Cristo, o quul lhe inspiro uma conciliável chamada pura a obtcnçilo do per di!o. "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados e nos puri firnr de toda a injustiça (I Joio 1;9). A Cruz Ainda Firme Estli, Aloluinl (Continuaremos no próximo número. Pustor Jeremias Vicente da Silva Sucr faria $ade Orução da Semana: Ó Salvsdor do mundo, que pela cruz dcrrnmou Seu prccic,10 sangue para nos redimir, nós vimos o T1 com cornç,ic• arrependidos. Ajuda-nos, snl a-nos, porque humildes Te pedimos estas coisas Amém. ATIVIDADES SEMANAi 2.a Feira Clínica l'a,lor,,I 1s l5 horas L.a Feira Pregação do Evangelho às 19:30 hora+ .a Feira Clinica Pastoral s L5 horas 6.n Feira Cuho de Oração e E.tudo lllblico às 19:J0 hor<i< Sábado Fn-aio do Coral às 19:30 Domingo: Escola Bíblica Dominical às 8 horas Culto Doutrinário às 9.30 horas En,nio rio Coral às 15;30 horas Escola de Treinamento à 19 hora Cuho Divino às 20 hora, Entrada Franca ;4 1 1 -- CHÁCARA UBERABA, junto ao Pnr~ que do Expolção, com 25 has. T'ratar com o Dr. Hel10 Loureiro Z.P.23 e: vameares reaesr"e = Difusor ;, íJicaf.Lóoez LIA VISTA NGnrt n:cc ! C É( É2RIM? T, R0560 DE A HR Com a divisão do Estado, iniciativa do grande presidente Gelsel, novas perspectivas se abre:-n para !foto Groi-so do Sul. Nesta fase de intenso despertar, cada munlclplo tem a ~ua parcela de responsabilldade no desenvolvimento global. A fronteira está unldd. O pensamento é uníssono PROGRESSO. Antonio Joo, palco de atol heróicos no passado, vive momentos de otimismo no presente, nesta data em que o município comemora mais um auiversório de RUO emandpaçil.o polltlca o Dlrelórlo Muoicipal da Areo11 de B e I Vi s ta saúda o povo e us autoridades de Antonio Joúo. Dr. Flori Murano • Presidente llçougue Vencedor de PAULO EUGENIO P. JACQUES Abate Duas Vezes ao Dia - Higiene Ótimo Atendimento Casa de Carne 'l' r a d i e i o n a 1 d a F r o n t e i r a A TO IO JOÃO MT do SUL --JEIUJf HOTEL-- de JOÃO FREIRE DE OLIVEIRA Ambiente Selt,to • Refeição Caseira O seu lar fim Antonio João- O Hotel da Fronteira - hospede-se no Jeanf.l Ho- tel e sinta-se em sua Casa. 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A lnYormação lo! pres tada pelo assessor da quela Secrelurla o m Campo Grnnde, Sr. Ha m i I t o n D u t r u, acrescentando que na mesma oportun! dade foi igualmente pa go a o Hospital do Pênfigo a lmportáncla de 2-l mil cruzelrvEI, corrPs- , pondentes à mensalidada de 8 mil .::ruzeiros dos tres primeiros meses do corrente nno, também como auxilio estadual aquela lnstltulçáo hospl· talllr. Disse ainda o Sr. H rnilton Outra que tanto o Sanutórlo São Julião como o Hospital do Pên figo recebem da Secre taria de Saúde diversos medicamentos fornecidos pela Cemne. ARMAZEM de E EXPORTADORA H M A D H. CLIPER HAIDAR uma Organização AH:1AD H. HAIDAR para servir Ponta Porii e Região. Secos e Molhados, Latarias, Panelas de pressão, Lampião a Gás, Triturador de milho, Ferramentas Agrleolas e Alumlnlos. Produtos de Exportação das mais afamadas marcas. [prhalna {II?ER Ien o melar pero de [prtrãl pn o Clienle Ltiuenle. 5E.- u so=ri# Tribuna_ da[rov!e" ! !! P. 10 e Leitor nRslduo desse pror<tlgloso órgão de nossa Imprenu, proveito o ensejo pa ru 0for':!c1:Jr umu pequena contribuição so bre o palpitante assunto focullzado nesse jornul, e obre o tilulo "Ascenção e Que dru de Pedro Pedrosslan", em 11 edlçllo de 20 a 30 de abril C:e 1978 De umu maneira {?<'rnl, a matéria estã tratadu com detalhes históricos, ms, com ulgumus falhas, certamente, em vir tude dos fotos te1·ern or:orrldo há mnls de 10 anos, sem regi,Hro que possibilite melho'r comsultu. Hlstórlournente, o projeto ele mprtlt menlo do entllo governador Pedro Pe drossiun, deu-se inteirumente plaejudo, com mioria dos deputados engujado no mesmo. Mato Grosso, no consenso da malorin dos deputados à Assembléia Le gl!lallvn, nilo podia continuar sendo go vernador por governador que tinha sido demitido à bem do serviço público do Estrada de Ferro 0roeste do Brasil, do qual era engenheiro. Articulva-se, desde o ato du drmlssil.o, o s1·u impedimento, que foi preclpitudo pela falt!.1 de lealdado politica com os companheiros. O plcno pard o Impedimento de Pe- drosslun rol eJaborado numa reunlüo no turna realizada na residência do1, depu tados Wuller de Castro, Clcômenes iu. nes da Cunha e Sebastião Nune:s da Cu· nha. Este. na 6essão matutina d/ As sembléia Legl~lativa, havia pronunclodo violento discurso contra atitude do go veraador, exonerando nos mu:!lcipios c!o sudoeste, funclcniárlos ol'iundos do entl• go PSD, o foce.llzando a locornpat!bllldn de de Pedrosaiul:J continuar governando o Est11do, porque eslavo exonerado à bem do serviço público da NOB. Na reunião noturcu acima mencionada. foi esturlado o "modus faciende". com n conlrlbulçi'io jurídica do Deputado ,lullo de Castro Pinto, portadcr de um pare cer colhido no Rio de Jnnrlro. Nessa me11ma ocasl!io, f{II luvrodo um documen to, que recebeu as as"lnaturns dos 17 , deputados, comprometendo-se todos, pe la honra e em uome de Nosso Senhor Jesus Cristo, que marchariam unídoi-, sem desralecimento!i, até o fim. lmbuldos no firme e Inabalável propósito de votarem o impedimento de lcdro·tu, por Mato Gro&so e sun 1mugem no concerto dos Estados da Federaç!lo. Realizuu-se, também, urna reunião nu 73 F5S EEFRSEL Francisco • Carvalho Rua Teodoro Rondon 9667 - F 011e 135- , I QUIAIURA MITO GROSSO 0 SUL Peças O_riglnois: ~ord, Villls, ~lerc"de~. Volksrngem, Chevrolet: Acessórios, Material de Plnturd. etc ... Especlalizaclu em Tratores Massey Ferguson, C BT, Fiat. Breve Auto Peças Universal em Nioaque. f.l I &.MI FAUSTO SANTO::i FILHO er Rotariano . Ser rotarie.no é mais do que car regar na lapela um rlisti11tivo. E 10als do que ulmoçar urna vez por semana, com companheiros, com os quais goslli· mos de conversar. É mais do que cuntri bulr com algum recurso puru. obras &s sisll'ucials e trabalhar para o beu:; da comunidade á qual estamoci !!godos. Ê mais do que fazer amigos e tê-los espa. lhados por todo:s os recantos em outros bairros, em outras cidade, em outros Es. tados e em outros países. mais do que ouvir discursos, bater palmas, elogiar o orador. E mais do que nos associarmos paru vivermos juntos e nos aproveitarmos das reuniões r~sli "ªs e sociais no clube ou na casa do companhe1ru. Se sl:lr ro tariano fosso só isso, niio haveria nenhu ma vantagem de sê-lo. Nós podemos tra zer na lapela distintivos, podemos a/maçar sistematicamente com amigos, fazer o bras sociais, ter amigos em toda parte ouvir e pronunciar bonitos discursos e manter deslumbrante vida associativa e tudo isso não ter nada a ver com Ro tary. Há milhões que fazem isso mas, tal ves nem saibam que existe urna institui ção internacionul chamada Rotary. Ser rotariano ó viver de forma diferente. de tu! maneira que os principies de Rotary se entranbern no nosso comportamento u ponto de sermos distiuguidos na socie dade. Deve haver para o rotariano uma fllosofrn dil Vida com a qual ele se ada . te e goste de viver. p . Ser rotariano é viver de maneira rotArtn. f: urna quat1tilo de SER mais do que FAZER. O fazer é urna decorreocia. _ Boa, salutar, útil, benfazeja decor renc1.1 ... (de um boletim do Rotary Clube dr Porto Alegre, RS.) ■ r Unidade FedPr I S(·dlarlu cm CuloM, com n presença do então cmnndante da Bri. gado 1ixtu de Corurubú, tcnào ficado nR segurado que seria arntida u decisio da Assemblé la Legisla ti vu. Foi conRult11do o t>nlão vlce-govcrnn dor Lenine Póvoa, quanto a sua dispo tção de sumir o governo, obtendo-se rellposln po !tiva, nli.o obi;tante sua vi • gem para o Estado de Golá. O Pre:eldente dn rw@emblúl11 Legislntl va, Emanuel Pinheiro, embora no prln· cíplo estlveRse o. favor oo impedimento de Pedrossian, fn to que comunicou ao flilecJrto senador Fllinto iluller, à última 1 bom retirou s~ do gr1ipo, prometendo. eutrél11nto, que curr.p1 lrln à risca o re glrnento lutoroo. Eram 17 deputados que votavam a fa vor do 1mprdlrnento declaradamente, mas na votação, que seria secreta, up réciam mais 3 votos de deputados que não queriam e manifestar, publicamente, mas que estavam agastados com o go vernador, por motivo" vlirloi;. Deflagrado o movimento na Asem bléia L?gísfattvu. PPdrossl,111 ofereceu duas propostas: uma, de que fosse com panhado por uma cornis,ií.o de deputados. à presença do então Presidente da Re. pública, onde ouviria de viva voz a sua decisão quanto à revisão da demissão da NOB; outra, a de licenciar-se por 30 dias, rnqu!!nlo esperasse n decis!lo ria Presl, 1 dência sobre a demissão d NOB. Elita proposta Ioi o nce!ta, não se concreti zando, porque no morne·1to chegara de Brasília o então senador Bezerra Neto, desacoseihando-a ao próprio Pedrosin. Por 17 votos fol dellberndo que e ria matéria dP opreciação. o projeto de Impedimento do governador Pedro Pe drossian. Neste momento. o deputado Jo sé de Freitas pediu vistas do projeto, no que fot atendido pelo Presidente Emanu el Pinheiro. bem submeter à votação do plt!nário, assim não cumprindo na ínte gra o regimento mterno, como prometido. Nesse interi, o Sec.-etárlo rle Jus tiça, Dr. Leal de Queiroz, preparou are dução de um mandado de sguranç? pre veollva, assinado pelo Dr. Henato Pimen ta, relutado pelo Des. Hermínio de Aze redc, e concedido pelo Egrégio Tribunal de Justiça, liminarmeute. "' Convocada sessão extraordinária da Assembléia. para apreciar a. liminar, oi; deputados Valrlevin:, Guimarães e Me noel de Oliveira Lima comunicaram os seus propósitos de n!lo maia voturern o impedimento, eob a alegação repeti vamentr-, de solicitação da geoitora mui to E::nferrna e a retirada do Valdevino c&.usando, ambos, grande indignaço a todos. G Como H' vrrrflru, no foi intervenção do deputado iesó 'e Freitas que salvou Pedrossfan do tmp:--cllrnouto. mar-ln po sição assumida pelo [a leeidno deputado Emanuel Pinheiro, que detxou de re111l'l<'r tJ. drei:-/o do plenfu-lo, n prdl<lo elo vistas de ,Jo. é de Fri•itns e a retirada dos dois deputados referidos. Após o eplsó:ll'l, evidentemente, o depu tudo José de Freitas nio podia mais continuur na liderança do governo. Acresce que uns poucos mrfll'B depoli. do Pplsódlo acima dellcrit'l ju rnu!R, de 23 rleputaclo,; voturlnm o ufas!urrrnnto de Podros;;lan. tul a nl'I caparldurle do fazer lnl· Ullgos, por ser pouco agradecido aos amigos, !orno afirmam. Podem testemunhar esses fatos os deputados Ubaldo Barem, Wnltor de Castro, Cleomenea Cunha, Nelson Ramos C'onaflhrlro Cota Mr que, Dr. J ulio Cat1tro Ploto e outros ainda deputadoe até hojr. (J.L.) Esporte para Todos de Ubirajua Cow<i de C..mpo, • o p<>palu -DIJU" hap·aio, Lanterae PItra Solda Elétrica. Mar4la ·r GersL A t e n d e a q u a I q u e r h o r a d o d I! o u d a n o J t e. Rua lltonso Pena Esq. Teodora Sativa Bala Vista • Mala Grosso l ! J f 1 1 1 1 K3 00 i. Produtor do Calcário USINA Rodovia Jardim - Escritório de Vendas Administração: JARDIM Avenida Bodoquena Porto Murtinho Km Duque de MATO 54 Caxias Centro GROSSO DO SCJL ....... Pig 11 Tribuna da Fronteira - Bela Vista - M-. UNI ã O ILHO . 1 1 l E gL e nha A Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso associa-se com júbilo às manifestações que são transmitidas ao Povo de Antonio João pelo transcurso da data máxima do Municípioª Expressa, nesta oportunidade, sua total confiança de que os esforços de todos visando a construção de uma comuna mais próspera serão recompensados no limanhã com a concretização desse objetivo, que é a grandeza do Estado e da nação Brasileira. lo Transmitir sua mansagem de saudação ao povo e autoridades do Histórico Município, renova seu onstante propósito de continuar dardo sua parcela para que o porvir seja o resultado de todos. , PABENS DNTONIO ~ JOIO GRDNDEZB 'Tribuna da Fronteira· Bela Vista - AS. PARA HARRY, l '.!1.i 7' O overdor nomeado pura rilato Grosso <lo Sul, 1Iur1y /morim Coita, t. o v ll em C o m p o G r o u d e a mulnr t·ecepcrw já pI·est11da a um chefe dn governo em ~foto Grosso, suplantan do até mesmo u que foi feita para Gar cia Neto, quando de sua n'lmeação e posse no governo. Cerca de 1.200 peseoas, en tre autorldu,Jes civis, mllituros e ecle11lás· tlcas, estudantes e grnnde massa popular lotaram o 1mguão do Aeroporto luternu clonul de Anlonl11 João, com uma boa parle ficando impnsslblhtu<lu de lngret1sur no recinto o obrigada a aguurdur a i-al du de Amorim Cota em cotupunhla do Ministro do Int1•rlor, nuagE-1 Rei~. Antes da chegudn, inúmeru8 pessou dtstrlbulram pHa•llcos suudundo Amorim Cosia e dizendo coaflt1r na sua eapaol• dade, uo mesmo tempo em que eram jogados par/J n ar mllhures de pequenos folhetos que diziam desde "Mato Grosso do Sul o recebe de bra<,:os o bertos Hur ry, uté nóR confiamos em vocõ''. No Ae roporto, ao contrário do, que muitos es paravam, encontrou-se uma ARENA, p·la pI•imelrn Vl'Z em mui tos tt□os, J.Jmlica - mente unida muito embora se observasse algumas l'"!'ervas IDIS i;em qualquer demo11strnçiio de agresslvldude entre "lnctependenles" e "ortodoxos", muitos d o s quais reunidos e pequenos grupo e ooove, sando animadamente A MAIOR RECEPCÃO , As8stm que o jatinho trazendo e ,va a Arena, viva smorim, viva osso minltih·o Rangel Hê:I~. o governaoor Jfor-I goveq1adt 1 r. viva U:,n 1 1rt , l'lo • l .n·,1 º" ry Amorim Costa e o superintendente da jornalistas que stavam encarregados dn SUDECO. Júlio Laender, r,arou defronte cobertura, jamais se viu tantas ditivuldu uo Aeroporto, começaram us palmus e ' des pelo sedio dos presentes as auto. uma Intensa movimenta..;ão em direclo ridades, que tiveram muito pouco tempo á entrada de passageiros. O pollclumen- para a lmprcmw, m ,r,;1110 nbslm J'11zP11cio to não conseguiu conter a grande massa algumas rápidas declarações. 'Todas Ia que se comprimiu parn abraçar Amc•rlm !ando da satisfvção de voltar Campo Gosta e Rangel Reis, considerado uqui A recepção, ulém do governador como o "Pai du Divisão" Rangel e Amo- Gareia Neto, estavum o prefeito Mureelo rim demoraram cerca de 15 minutos pa- Mirando, de Campo Grnudc t' m·IIH C'l!rca ra percorrer os quase dez m<•lros que i;e- de 45 prefeitos de ,lato Grosi;o úo Sul, param a pista dr> sc1guilo e foram tanto!' os generais Dilrrmamlo G11mc>' ~Jontl'i os ubraços • ambos 6ÜO couhecldíE>simos ro, cournnc!ante do II Ex<•rcllo e IIéllo (lffi Campo Grande - que logo depois o- Gomes Fernandes, comandante dn 9' He bservava-se ot1 primeiros sinais de can- gião Militar, coronel aviador Fernando saço. Mesmo assim, ministro e governa. Fria11, comantla te du Ba-e Aére, o pre. dor, após enfrentar durante quase mela sidente cio Diretório Arenl tu, Lúdlr> for hora a Intensa confusão, sa(r&m para fo- tins Coelho, u!ém de deputados, vereu ra e foram cumprlmenl6r os populores e dores, assessores l' secretários t!e go O11 estudantes de esooltts estuduo1ls que 110 verno, bem como elevud0 número de po flzt:ram presentes, bem como ualversllá- pulnrPs <)Ue fvrom uo Aeroporto pl'incl rios da Federação das Uni versldades Ca, paimente para ver o governo dor Amorim tóllcas e do Colégio Dom Bosco, dos sa- Costa e os ministros Iangel e Falcão e leslanos. Em melo à confuEão da recepção dl,;putando por urna chance de cumpri a Amorim e Rangel, passou praticamen- menlá-los ou de er cumprimentado. Cer te desapercebida a chegada do ministro ca de uma hora e dez minuto pós n Armando Falcilo, que nüo quis fazer nr.- ch,•g,1da <k A!l,ul'im Cosl 1 t! Haugcl, to nbumu dPelaraçiío à imprensa. Ao me:smo dos ctlrigiram-E>e para 11 nova sede do tempo, ouvia-se um grupo de moradores Departamento da Policia Federal que foi d o H o l r r o d o -Cruzeiro grltaa:to fnaugu,ndo coru u presençu de g:ande c<•nslnnttimente - e bem ensaiados ·• vi- número de nuioridade.;;. DA H ST IA E!por!_e_ para Todos Leia e ilssine o jornal Tribuna da fronteira /1 1 l AIRES PREFElTO A Pref eilura Municipal de P o n I a Porã, na pema do prelei!ó Dires Marnues, para~e niza o povo e auloridades do muni cípio, pl pssaen de mais um airsário de sua ennitra polilica. Sabemos o nuanlo é imporlanle a união de lodos em busca do progresso comum. ' , lles'a lha, colamamos aos tomes de boa 1 rnnlade parlicipacão maior no g i g a n I e s e o ratalu de acelerar o propress» da lonleina. Para~éns ao povo e nossas leficilacões ao prefeilo Adão Herodes Xarie; p e I a s u a Admlníslracão MARQUES MUNICIPAL O Advogado Carlos Edy Sá àe :f1edeiros, lransmile sua calorosa saudacão ao povo rle Anlonio João, pela passagem de mais um ~niversário de em:ti;z.ri» lia d vii;i. Ia-s: às manileslacões de • consideracão e recon~ecimenlo de que. muilo rnerecida- menle, si ali Idos qals e dedicam aos mais diversos labores. conslrLiJdo para o prourem d o município. do Eslido e fo llacão. HUI3KI5 Cario~ Edy Sá de Medeiros S u i t e , Apartamentos (Casal e Solteiro), Saia d [ , • 'tua e '(ccepç&o - O Hotel mais luxuoso do Sudo::?ste _ H íl P •· O Cartão de visitas da Aquidauana ,, AQUIDAUAHA MATO GROSSO DO SUL --..;__~-- -- 1 I ... T+huna da Fronteira - Bol VIsta - MS _____ __,;._.:...;,,..,;__,;__;__;_,;;~ ,I / Organização de Sizenando Martins "MENSAGEM AO LABORIOSO POVO DE ANTONIO J0ÃO" A região da Grande Dourados, constitui-se numa das poucas ó· reas do País dotada de excepcional potencial agrícola imediato, ainda em processo de ocupação econômico. Antonio - João está incluido no Gr,ande Dourados. A agricultura está contribuindo para a emancipação econômica dos municípios da Cirande Dourados. O Cioverno Fede ral inmle maci~amente em nossa rejo. lar»rios de ouros (shatos ttpm, tom nas Irias, rn e1.rié1, aqui se lixam, consliluem lamilia. l a grande corrente em acão l rejo reze pisperlinas larriris. Conlui-sz que ple coriuit, de mnolo spifialro pana o ro pl que sz esn d apriulluna mo oro (shatds te lll rso do Sl. lis d piarão S. lrtis- acreditamos na repio. Mui estamos iresido. 'amos tablar, e mil», pana tcolribit pana o opresso te llmi li». C stz po)is//, si1 d1, s21#3m11; 0 010 e autoridades, augurando continuidade nos o~ietivos de progresso ORGIN ZIÇÃO s. artins s. MARTINS ,, M A Q U IN A D E B E N E F I C I A R ARROZ E SECADOR PARA C E R E D I S - DTDCDDO E VJIREJO - UM! ORGANIZDCAO PIIRD SERVIR JINTONIO JOIO E • 1 REGHÍO Rua· São Paulo S/N .antonio João MTS ---- ____, ENFOQUE FATOS E Após algumas semanas em "silêncio" Sra. Gercy Lourelra Leite cá estamos de volta. Para lnlclarrno!I Dr. Sidney ~luscureohas nosa11 coluna queremofl cumprimentar u c,ac,x;x')I<) cidade de Antonio João que estará anl- D!A DAS COMUNICAÇÕES ver11irlando dia 12 do corrente e a clda- Recebemos os cumprimentos pelo tle de Jardim no dia t4. Que progridam Dia das Comunlcuçõ611, eomerno:-udo em cada vez mais, silo os nosoos desejos. 5/6 pp. doe alunos da Esc. Municipal Hão os Geraldo. Nossos agradeaimetos. MAIS ANIVERSÁRIOS pgzzt 2/4 Nosso Redatar chefe Ivaldo Pereira 7V "A 4/5 Frofütm Cardo110 CASAMENTO 4/6 Antero Loureiro Nossos votos de feliz vida-a· dois 29/4 1 aninho do garoto Jollo Carlos O. aos Jovens Marcelo e Hlta I311tlllunl de Moraes F. Seus pais Dr. João Car- que estarão e unindo pelos laços mutri los e Sonlo organizaram uma linda fes- monlals dia 27 do corrente l'ID Campo ta para o nenem. Após um delicioso jan- Grande. tar regado com multa bebida foi :iervtdo gostoso bolo e doces crl&t!!llzudos. Vle- ran: especialmente para o contecimen- NASCIMFNTO to os vovós corujas: Lázaro e L·onora Reinaldinho chegou a semana e o titio Pérlcle e sra. Entre o8 lnúme- pp. para alegria do casl Reinaldo e ros col"ldartoe anotei: Prrondl - Cristina, 11fo(sa. ltelna l<llnho, como todo ba by Medeiros - 'lelre, Gão - Tall, Clcero l.{atla, chegou lindo e rob_usto. Fellcld3.des des Atanazlnho - Elcy, a graciosa menina ta coluistu. moça Ana Maria, a bonita Dora Alice, •• •• Clrlene Nabhan. qúe cantou algum os pol- . c1n acompanbando com violão Jolro Vae- AGRADECIME TOS concelos. TurnMm notei nua roda de Nossos agradecimentos uo Pastor bate papo a impatiu, ela Sra. Carmem Jeremias Vicente da Silva pelo livro. Brunet Loureiro. Aos anfitriões no10 pa. Novo testamento Salmos e Provérbios, rabéns pela flnesse da festa e no p€quer- que nos enviou. ruoho votos de felicidades. So/4 O garotlio FernandCJ, filho do casal Wilson (gaúcho) e Vitorina, festejou seu 1 aniversário entre grande número de convidado.e. Antes do tradicional para bens, ?oi servido uma variedade de delicio sos salgudlnhos com rrfrigerante;; e Wls ky, logo após foi cortado o enorme bolo. Destaquei alguns dos presentes: A velno Celeste e a filhinha, Dr: Pedro - Leda e seus pequerrucho11, Marques com Ana Karlna e Nego, Eunice Lagrano 1:1 filho• Sr. Ello 8utlllaoi. Adnll Ferreira e sra., e o filho Vltor, Fruncic;ca e a filha Rose· BAILE DIA DA MÃE • lhe, Isbela e as fllhas e mais um tanto... Será realizado no G.P.R. o b!iile dat! tanto tle lindas crlonços. Wilson e Vlló- n:iães. rloa sabem como receber bem nossos pa- ra bens e felicidades ao Fernando. 415 Estela V. Pereira - Festa nfio houve mas ganhou um presente que valeu pela festn e tudo mais: uma missa ofertada pele.e Pes. RAcleulorlstas. Obrigada cem toda sinceridade. 4/5 - Nair Lopes. 4/5 • Ricardo André Otto 29/4 · Eduardo Mascarenhas i/5 -' Ricardo Rafael D'agosto. Um elemento ligado ao "esquema CJ doca" Informou que ,lcldes J:<lorell, a poiará o atual presidente da Assembléia Legislativa, Paulo Sulllauha, 11r.u; próxi mas eleições à Constituinte. Segundo es ta fonte, "Saldanha é a opção certt, pa ra o povo jardlnense". Dl se inda, "que desta vez, a Arena, de Jnrdlm nfio dls pensar-á. os votos em preju!zo da cida de·•. Friscu também que ''oão será Ian• çado candidato de Jnr<Jlm, e que, os e leltol'es já se conecleatizarom da nrce - 8idade de cerra fileiras em toruo do a tual presidente da Assembl ia Legislati v1. "Com respeito ao MDB, cllFsr que "o O CAMINHO candidato prelrtio da cpsls é ar l Começará a circular novamente " los Edy Sá de lladeiros mas que desta Suplemento O C,arulnho. Contamos com I ta vez a op:islçllo n!lo Íerõ vez mesmo as matérias a serem enviadas pelas en- com o preetlgJO de Car)o.J ,led~lroe e os tidades religiosos da cidade méritos de seu filho, Car loE Edy. •••• ••• PE AMEN'!'O ''Nilo há crianças mais crianças que as miles. Estas alegrias, raras vezes lbfl.s recomeçam depois os filhos."' ·•Pode secar-se, num coração de rüu lher, a seiva de todos os amores, nuncu se extinguirà a do amc,r materno.'' "Pode-se achar uma segunde Pá.trl11 jamais enc.:>otrar uma segunda mãe." TRIBUNJl DA f RONIEIRA ------- Ano VII Bela Via M / 12419.3/78 - N. 29 ALCIDES FLORE S I APOIARA SALDANHA PAULO Em Bela Vista, mesmo prematuramen te. o nome que vem se destJicaado é CJ de Carlos Edy, e, seg•mdo um vereador areoista, "até mesmo elementos do par tido tipo!arão o popular Carlinhos". O candidato a candidato Ely de Araújo Barbosa, procura alicerçar sua candidatu ra, mas, dependerá e muito dos conen ciooals bela visteoees. EDITAI. N. 15/7€ De ordem do Exc,, l<mtissirno Senhor Oese! l· bargador Presidente do Tribunal d;, ,Justiça i!o Estado de Mnato Gros , faço públleo que se e!1 ubertu, pelo prazo e (trita) 3) dlas a cont r do dia 02/05/78 u inser1. co uo concurso paza provimento Pfctlvn do dli>,trlbuldor, Conl!.idor e Partidor da Comarca 's Bela Vista MT. Ó concurso será ret llzado na formu previs a pelo provimento n" 111/í.i_ do Coueclho l:iuperl<,r d:. Magistratura, procede - do-se u inscrições :a sede da Comarca. Poderllo lrrncrever-s brasileiros matares do 21 e menores de 40 un s que tenham boa conduta comprovada utravés de atestados firmados pel:s uutnr lrludef' judiciária n policial de sua reside n cia e que façom prov.1 de qultaçll.o com o s r vlço militar e Justí9 1 Eleitoral. O concurso coneto:·t de provas escritas d1s seguintes matérias; Por tuguê,;, '.fotemállca, No ções de Direito Ci•II, Prática de Processo Cl vil e Penal. Secretaria do TrL:.r nal de Justiça, em Cu bà. 24 de abril de 1.978. Bel. Maria do Car:no Ar rud&. Diretora Geral. Os membtos do Diretório da Drena, t orgulha-se neste dia, quando todos 1 t nós comemoramos mais um aniver- ~ sário de emancipação política do ~ • l município. V i v e m o s um tempo de desenvoivimento. Parabéns pela sua participação. Meres Barbosa Presles Presi~ente r===.~.s~ó~o===T=R=A'..::::=BA==L=H=o===P=O==D=E~=-=-=-P=R-=-=0-D=-=u-=z-=-,=-=R==-==R=l~~~O-D~~erei~~-d~~-M~a_,~~-~~=ecr.~el=,ári:_□~~=--J. Desde que foi fundado, o Bradesco Este e o Lema do Bradtsi;c~ hã 35 anos coloeou o trabalho como única maneira de se construir O fut• d h A 1 · uro O ornem, de uma empresa ou nação. se m a grandeza de um pais de faz com o trabalho cotidiano e permanente d • d · · e ca a um de seus cidad.ãos. E é ai.te mesmo pensamento que as Organizações Bradesco transmitem s • Graças ao tr b Ih d aos seus 5 mil funcionarias a a o e caJa um deles, u Bradeeco chegou ao que é hoje, prestndo servi • É por con11ar no trn.balho que o Bra:iesco chegou a 999 agênclas· 914' • - ços aos mais diversos setores de economia nacional. É b . • em operaçao das quais ?48 g trabalhando hoje que se consegue ter alguma coisa amumhg_' Sio pioneiras, e 85 em instalação. SEMPRE CONFIAMOS NO TRABALHO - AO ·~ BRAD ESCIJPOVO DE ANTONIO JOÃO SAUDAÇÕES BRADESCO garantia de bons serviços. Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº288_30_04_1978 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº290_21_05_1978 Voltar para a lista de itens