TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº306_22_10_1978 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº306_22_10_1978Número da edição306Data de publicação22 de outubro de 1978Número de páginas8GeoCoordenada -22.120629943195453 , -56.5211235109623 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº306_22_10_1978 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto I F ,., A EIIIO RESPONSÁVEL TVT.o pi [ir 15 n - Hojl', às 19 boms, na P r & ç o 1 Custro Alves, ,;erú renlizarto o grande comício da Caravana da Vitória, coma dacln JJ-lo l'X-Governndor e atual líder conteste dos mutogrossenses Pedro Pedrosian, O Pedro do Povo. O candi dato nrenista, que reúue grundt>s po,si bllldades de ser o mais votudo no pleito de novemb1 o, vem a Bela Vista tranR mith a su.._ memmgem aemocr[ tica e patriótiu. CARAVANA Junto com o candidato arcnlsla ao Senado, estarão o Deputt1do Federal Ubuldo Barem, c1:ndld:1to ü reeleição; o prefeito de Campo Grande, Mnrcelo ,li e diversos candidatos à Assembléia Constituinte. O comício será prestigiado p,1r inúmeros vereadores e políticos de reah:e ::u comunidade belavistense. Fa lará tumbém dO povo de Bela Vlstu, hly de Araujo Barbosu, o candidttlo d o Sudoeste. j ' -. .... _, __ . ( UBALDO BARt:..M Cbegarú hoje u □o!:'sa cidade, o Senador ltulivio Coelb". da za de carllter e coerência de propó,;itos, é um dos grandes batalbadores pelas causas matogrossetses. V«ce podera ouvi-lo, boje, às 19 hs., na. Praça C11st1 o Alves, onde realizar-se á o comício pró canõidaturu Pedro Pedrossian • Uba ld-::> Bai·em e Ely de Areujo Barbosa. " A tradição do direito brasileiro l!Onsagra as liberdades cívicas, liberdade de expressão e l!ODfH'4uentemente, a liberdacll' de imprensa. Assim, a nossa tra dlçã.o jurídlcg é a llberJade rle imprensa. Repito: A liberdade é u regra, 11 cr>nsuro é E>xces~ão. So eleito mauterei n11 ~aranllaR constitucionais, inclui;tve, a da llberd11ile de imprensa ( General João Batista Figueiredo, 15/G/78). A série de rtigos publicados em u THIBU A DA FRONTEil{r denominados A uceso de Castro Pir.to, não vise atingir a uutoriclude 110 prnfl'1lo nonwndo ele Rela Vista, r. muito rnenc,s, ofeder à suo pessoa. Mais umu vez r,•petlmo,, oilo somos contra 11 sua :.:ut 1,ridade. ,;omos contra a sua política, e nisto não val ofensa ou desacato. A seiva da imprensa l1011est11 é a v, rdadP, ~ a vrrdacl • nfio admite mei 0s lermos. o seu contrário é a men tira. Nosso ação visa oferecer subsirlios ao futuro Govern ,dor de Mato (,rosso do Sul. Harrv Amorim Costa, pois a classe pÔ lltica de Belu V1s:a, em 1-ua grande maioria, já cnmenta o problemu sucessório. Prov,1 ca boi desta n:.serliva foi a publi. cac;ão de vàrios nomes • todos de prssoas hunrado~- que niio desmentiram e nem confirmaram os seus interesses no cargo to dos em comp>1sso de espera. Nos,;o jornal que completará. oi to unos em Fevereiro próximo, 1 nunca e;;ti-,ve contra os rPais in teresses rio município. Po1· oca Fião dfl administração CloYis ilarcelino de Oliveira, lambem publicamos cliversos urtigos a nn lisaodo os seus provóvei. Fuces· :;ores. ~·a época os nomes de Elias Barbosa, Sidney Mascaren llas e Ruben de Castro Pinto (médico) mereceram comentários rle nossos art1Cul1stus político~. principalrr.e>nte <le Jota ,Joia (,Jo sé Joaquim Ferreira Soul0 }, que culminaram com a escolha do aluai prefeitl'. ];:stá havendo um parlicipante d!l C1traV11iH• da grande mal entendido, não so- mos a favor da " derrubadu" do Vitória. llalivl0 Coelho que vem 5l' des-1 senhor prefeitc municipMI. somoia a favor do debate livre no cum tacundo an :31c1nado Federal pela nobre- po politico para escolher o seu Precisamos d e tr nioç 1. pr.r, trnlnllwr 110 )vprtamenta de cor posição do Jora. es mo na fase de aprendi- 7agem, pagaremos bom salário. Procurar Dona Estela Senador ltalivio G oelho s u e R s o r. e o G o v e r. nad or Hr r y A m o r I m Costa e a cl,lH1'>' nolitJc.1 de flrl:1 Vii;ta, conrordurem cnrr. o coo linuidnrle do atual prefeito. acei. taremos tal atllucl , pois repre sentará o consenso O debate do problema de t.>leiçõr>i; livres na f,lixu de fronteira, vem m<'recPn du ntPnçiío dP diveriao11 !'enado. res (inclusive d+ ARENA) e não vai nisto qualquer ação subver siva. Só enxerga subversão onde existe busca de diálogo e eo democrática. a::: mentes doentias e sedentas de vingança. O ódio não Je,·a a nada, a n:io Fer uo embrutecimPntr, ria nlnw l' a derroc:tcla da libPrdadn. O RP nhor pri:!ft:!ilo nr,mP:1clo dt> 13t>la Vista, e quando falamos nomea do. não é rlPsrnerecr>ndo n sua posição ou o seu cargo, é sim plesmente o espelho da verdade. Coma dizer que o senhor prefei to foi eleito pelo povo quando não n fol? Isto ,:eria :lr>ntira Se ri» deturpar os fatos. Todo jor n,d está rnjf'lto a erros de in tcprPt ,ção e qur.ndo iah ocon tece franquia unas páginas par o OPCE'R!'áric P!'cl,trt>clmPnlo. Sem pressões, Sem ofensns. Sem re taliacõ +s. Tomamos conhecimen to de várias medidas do senhor pr<>feito n0mPado de llP!J. Vist11. GPnnal m nubPn ,!h<>rlo de Cai-Iro Pint<•. 'isanrlo nrocessar o no=s0 jornul e enquadrar o seu Editor na Lei de Segu:-ança Nnciooal. Não vamos coií1entar tais utit:tde~. o mr,rnentv não é propí cio, mas uma coisa fica bem deii nicla: ·a.dr. tememos. pois esta ;nos cr,m n verdade. Comunicare mos o fato :i. Associação Brasileira dl' Impren,a (,?,I), ao Sindic·uI0 dos Jorn,:li,;ta~ Profissionnis do E~t•1do de :l'ilo Gros.o e entrr> garem ,s o caso uos nos. os ad vogados Dr. Pedro ,José Pal:nieri e Dr. :--ergio Roberto Perondi. O nosso dever, a no:;s;,: mi•. ilo. continuurá, pois a Imprensa é o quarto poder das Democruciãi:: e o seu pap<>I r.uma sociPdade civilizda merece o respPito e a admir,1çüo d'3 t dos os homens livre . vá ouvir Pedro A. Barbosa e Vitória edrossian, Ely a caravana da Tribuna da Fronteira ------- ------- --- --- -------- DAOOti !!JOOílAFICOS 1 de Neimar de Barros E_stado Seu de Natural ti,·: Cnrumh(t, latv Gros+o Idade; 35 anos E•tndo Civil: rnrndo, p<,!· rnin,lo lri's filho,, Cunvcni,lo h{t •ri• (6) nno• Ex.produtor de programas de ·Rdio e 'Televi»no", 'ua c'nrereio e opção pelo C.rt-io ft:r.num .:om qu,• P)P n• bandone todas «uns tivila de» profissionais, ledinlo.se, em tempo integral, à evangeli zução, Tendo pn,·orritln i:rnndt: extc11•11•1 tln tnrit/orio hrn,ilt'i ro, nproximrulnmeuro, ~ciMc«•n .. tas (6/)) cidades, pronutciando palestras para jovens e adultos pode·x afirmnr que já falou, no Vl'O, pnra mais ,lt: Hm millu1o le pesons, Escreveu, até, hoje os se. !(uinle! livros. Sorrindo, Deus Negro. Pro fo,·i•tB de um 1·x-nIru, O ,lin de ftllt morre, O livro proihidn, ,p6,1n1os comnrlo,, J&sim vohun,os do inferno e Perc• rino maldito. E produtor, indn, de diversas peças teatrais e fitas "cassete", Suns obro, FC prnjetorom lnmbém no ttxlcri<>r do Brn· Pil onde vftrios lnnçomc11101 +e verificaram, Mais lurdc, up6• mo desão total ao Cristo. prti •·1pou dn con•tlluiçào da JI.E.A.C. (furulnçào de mi••io, rios para evangelização e 11111111oç,io de comunidade), roro ,cde em Cnmpos do Jor. dao-Sno Pnulo, <ln 'I u o 1 é membro nlunntc te que recebeu, de início, a as»essori de Dom Lucas Ma. reiro Nc,·c• Bispo Auxiliar ,lc São !'nulo e Assitent Nacionnl do M.F.C., noqucln (•pocn, en11111lme111c, Vicc-prc- ,...~...,,......,,.--,,---,,,.....,.,...,.---------~I idente do Pontiffio onslho, oi«o ui pnro o~. l,•if::OF, em Homu. t~ "l Sintetizou rua vida muro @nica troe: [ia Tb1 d, F, t- •·Eu Temo Fuzcr dn ~linha f rI una a ron eira Vida 21 horas de coerência [} cristA." Mato Grosso do Sul . , . iro an1versar10 A 11 deste mês, trnnscorren o primeiro nnlvPr~úrlo tln runrlnçAo do tr.11111 novo E9lndo dn Fedrraçi1o • Mato Grorno do Sul. A Imprensa de Mnato Grosso regis trou efeméride de mnni:!ra sem o rr lPvo e COTJJPnlMlo que a lrnportnncla da mPlltc•n ncnlentado por mntogron:enPes rle~rll' mullofl Anotl, estava n merecer. Plnalm,rnte, urn fato quo puflsou o hlst(l rla rumo a vitória de um povo na sua luta porn (J dei:;envolvlmento. Norte e Sul. gonbnram com n 01- vls!lc,. Parn aqueles que não puderam nslstlr pessnn]mente, o to nblxo no ticia rio que conteceu em rusilla: A orortunlrlarle chegárn. O histó rloo rlla 11 de Outuhro de 1977 lrouxern consigo uma euforia extensiva a todos "ª matogrossenses pelo evento riu DlviPüo cuja Lei Complernflnlnr Bfitilnarln nr>ssr rHa, como esperada. causou Imensn satisfa ção no povo db nossn terra. multo bem representado por mais do mil cidadãos que foram n Brn11ilia e superlotaram o slão de recepção do Pancio do Plana. to pnrn assf Ptlrem o Exmo. Sr. Pre:1lden te :la República apor PUll assinatura à Lei dP tnmnnhn magnitude. e. dentre eles. pa.rlnmentnres <:ln nossa representa ção no Congre!l!!O e Assembléia, Prefei tos, Vereadores, muitos pollticos, 1:1enhv- Estará em Bel+ Visa no din 8 de novembro • o cuohccido 'eimnr ele f:nrros. Dará uma palestra com o tema· "~linho con,·crFio dian te do mundo,. ará às 2() hs• no Gremio Pedro Hufino. Todos estão coll·ldndos. l entrada 6 frnncn e só sc.-n permitida a presença de motores de l ancs. Dcnais smtANÁRIO (20/2/72) l• U N D , Ç , O I vnldo Pereira Admini.irnçio Rc,bcão e lmprc~sào Hun Du11ue de Caxin, ,,,. Bela Vista MS. Cx. P. 20: EXPEDIENTE Dirctorn ~lnria E,tcla V Pereira Editor hnldo l:',·rcira C'hefe Oepnrtomcntu Comercial: .Alvnro l'creirn Gerente Hélio Gu«les Corrê, Rc:;i,tro Tltulos e Do,·um,·ntos 1066 CGC-MF, 03.'701266/00Ul-90 Ins. Es. 130592313 A lNATUHA Bela Vista...... ·-··· CrS 250,IJO Municipios CrS 300,00 Observação Os llrti:,:os publicod,,, com n.ss11rnluras dos nutor·e~ não trnduzcm nc .. ccsr,;árinmentc n opini:1o e pensamento do J?rnnl. Sua public11çilo obedece oos prop6- sitos dos debates dos problemas municipnis e de reflcttr os ,.ltvcrsa!i tendência:, <lo pensamento universal. ..E; ra e turnbém paisanos entuolasmadoR que souberam todoR, a!)landlrem com +alvas de palmas a pessoa inconfundível do Sr. Presidente da Republica, 110 en· trar no salão. A solenl1l~de foi imponente, com a presença dos Srs. ex-Governadores Dr. Aroaldo Estavam rle Figueiredo, Pe dro PedrosslHo, ,Jot!é ~L Fontanillus Frngelll e o atual, Dr. José Garcia Neto. Para quem "desejava" saber como Ara folio o ceremonlal em ocasfõeb como essa, veriam que ali estnvum ocu pnndo seuR l;;gareR udrede destinados, as muls nllas autoridades do Palf;: Ml nlstroR, Parlftmentnres do Congresso Nacional, Deputados ef'ladualR e muitos ma togro!'senses Ilustres especialmente convidados. Dentre esBPf'. etituva o r. Dr. Pulo Coelho Machado, ex.secretório rle Agricultura, que ofertara uo Sr. Pre sldente, um curião de ouro, nele assina lado o fato hltórico da crlaçllo dn Esta do de Mato Groi;so do ui; o Sr. Dr. a r e e l o M ir a n d a, Prefeito Municipal de Campo Granrle, que ofere• ceu a caneta pnr» n asPlnatura da lei pelo Sr. Presidente. Et1sa canetn, rol c!e volvida logo após a asr:lnotura de tão transoendeola documento, para consti tuir a primeira peça do futuro Museu Hltórlco de lftl to Grosso do ui. Logo após a assinatura, prolonga da salva de palmas ecoou no rnlão, como sincero ngrudeclmeoto dos mato. groaseusc-s. tanto do Sul ~om~ do Norte, ao sr. PrEsidente rla RPpublll:u, pci11 no tava-se 119 s fisio11omius dos presen tes aquela alegria que sempre sube traduzir o contPntamento geral numa ocaslilo corno esrn e também pela vitó ria conqufslada upós longos anos de in~lsteate campanha que resultou pcEltl va. Houve npPnas dois dlsPursos: o do Sr. Ministro do Interior, Rangel Rels que traçou em linhas gerais o programa do C,overno i-obre a redlví,ilo territorial do Pais, a ·criação de novas uuldadt>s federativas e a ocupação dos vuzlo territoriais dos Pís. O Sr. Pr-:sldente. em Improviso, aduziu algumas pa)avrn11 à fala do Sr .. ~llnlstro, sobre dl'ersos set•>res, para a cubar dizendo: Que só poderá, com a ajudu dos governadores, dos legisladores A do povo, conseguir os melo • de const :·ulr e consolldnr a gran deza da Pátria. Realmente, e Sr. Preeldente Geisel tem uma personali<lade forte e seu pensamento etá volta d o únicamente uo modo de deRenvolver, ede grande Pais, por luo merPce o apoio Incondicional de todo brasileiro que tenha boa forma.,:ão moral e acendrado amor no Brattll. Jta Jota PIO PARA DEPUTADO Agapito 1227 Rua Barão 8ELA ESTADUAL de Paula ~ rnJ rm Boeira 1227 TRABALHO INTEGR IDADE EXPERIÊNCIA 1 Beneficiamento de arroz - compra e venda de cereais • qualidade - eficiência - atendemos toda a região. do Ladário Caixa Postal 25 VISTA - MA TO GROSSO { ' 1 1 i de Sergio L. Zanardo Negócio Adquira seu Lote em prestaçõ ~ iJT • Informação de Venda B es mo ! iaria Vila flngélica • Rua 1.o de Maio 519 ---------- revemente grande lançamerto Vl Ç ij, } • ' 1 a aro ma ------- 1 ela "Isa ! Num ta Pro»teta / PE!:>IDO PARO DEP. ESTADUDL CQRLOS MEDEIROS "Liberrtade - Justiça - Paz" N·o 1213 M D Atividades Exerci das [-Sueltio do listo de Se e li til te aiele [1953-1%8.1) t1mor te l.s lita de Maio Grosso - Ocleoado Reoional de {nsino - ~dvooado l,lililante no {slado. h o w _J A PEDIDO ·I I •I. PARA DEPUTADO FEDERAL Advogado, aquidauancnsc, casado com dona Ncidc Espíndola Dias, tem 3 filhos. De 1963 a 1966 idealizou e construiu o Ginásio de Esportes da UCE. De 1967 a 1970 idealizou e foi o responsável pela construção do Estádio "Pedro Pedrossian" (Morcnão). De 1971 a 1972, Deputado Estadual (o mais votado cm Campo Grande), Presidente da Comis são de Constituição e Justiça, representando a Assembléia Legislativa cm vários eventos. . De 1973 a 1976, prefeito de Campo Grande: Nmllz.ou ampl.Ji rdonna admlnlstntha na PTtrdlura. , Criou o l'ROJf:TO SAl.'E (era de 20 mil triunas atendidas n kede Muni ipal de Enino nos tores ndico odontológico, alimen taçj,o, vatu.ário, calçados, material didático, recrio t esportes), ConseruJu o Mini-Anti Rodovlário, ('()fTI 32 qullõmrlros t ~ fab.u de trifzo. Quas, triplicou a pnlmtnl■çiio asrálllca da cldad<. Constru.Ju ■primrlra nulh..■de rktrltoçâo rural de Campo Grande c- abriu 300 quilômd.ros ~ rodo,las dc- produção. (Construiu mais colégios do que a soma dos que jai existiam na idade. Triplkou rrde de ipua e quadruplicou a de roos. Colocou 7.500 lum1n.ári.a..' de apor de mercurio, Pt.an1ou J 2 mil ánores cm aprna-5 1 ano. li JUNTOS lUTIJtE IV l/0 B Dep. Valter de Castro 11° 103 Dep. Federal PED!i1 PO 1. O- G TE M D B Dep. Henrique P. de Freitas N. 1-028 Dep. Estadual A PEDIDO ESCOLHERA! POR VOCE: ) Presidente. Governador t! o SPna<lor íliônieo. AGOH.. É SUA ','Eí', VOTE NO MB P D P Estadual ara e ... REPTO 0O • 1205 A PEDIDO #EPJTIM . , ... • ) 1 · : .. - ·1 . ' l . · 1 ., :J Deuiado estadual em duas legislaturas: 1971.-1 1975, eleito ,·om 7 .·108 votos [7o lugur). 1975-1979 leito com 1022 votos (Lo lugar) 2 Ocupou_a seguintes posições na Assembléin legislativa 2. I Presidência da Comis&ilo de Cons tiluição e Justiço; 2. 2 Presidência da Comi@Fào de Hedaçilo Final; 2. 3 Hcpreumtou na Asembli em vários congressos de assembléias interpala mentares estaduais; 2. -1 Fez parte d11 Comiuno E:epeciol de E.iudo• da Divuào Territorial de Mato Grosso, 3 cmprc bntnlhou pelas causas; 3. 1 Criação do Estado do Mato Grosso do Sul; 3.2 Assistência nos municípios; 3, 3 Apoio à cduraçilo (rnuiF eeco• la) saúde (mais unidades •nnitárins); implantação de rodovias, sistemn de águn e snneomcnto nos pequenas cidJdcs; energia elétrica urbana e rural; 3 4 Amparo no funcionalismo estndunl, wbrctudo os professores; 3.5 Solidariedade às reivindicações elos sindicato• do, Comerciários (Cnrr.po Grande) 13anc:lrios (reajustes snlarinis no Dauco do Drn,il) Motorista, (Cnmpo Grnnde), a criação de entida dndcs sindicais (rnrções e empregados de hotéis e restaurantes e,;; Campo Grande) e sindicato■ru • rais patronais e de trabalhadores rurais. 4 E Cidadão Honorário de I6 municípios Sul mntogrosscnscs, por relevantes 1icrviçoN prcilAdos à, sun, comunirln:les 6 Pela sua atividade pnrlamcntur é considerado r.omo um dos deputados m,,;, atuantes dn ntual A,sembléio Lc .. irlativa ecndu conhecido como o uDcputndo-Opi!'rário" 6 f: candidato a deputudo federal p'el11 legenda Arena • n. 2(12 1. Pel11 Justiçll Social no• campos e nns cidades; . 2. Por uru apoio mais decidido à A::ricnhurn e a l 1 ccu6rio; 3. Peln melhor distribuição da renda nacional aos brasileiro+; 4. Por um maior apoio finunreiro d Governo Federal nos ilunicipios; 5. l'rr eleições diretas cm todos os uiveis; 6. l'cln extinção tios • atuais Partidos Políticos. 7. Pela regularização efetiva do problemn fun cli6rio nn foixu dn fronleirn. Ruben Figueiró AR EN A N,o 202 "a? % :;L_ ·--- 1/ -------------.,- Dcougue Vencedor === EGO de PAULO EUGENIO P. JACQUES Abate Duns Vezes ao Dia Ó t ! m o Higiene Atendimento Casa de Carne 1' r a d ir. 1 o o a I d a F r o n t eira ANTONIO JOÃO MT do SUL .::..:..;~~.::__.:....;.::.:;:...::_ _ 4,00 A PEDIDO Para Assembleia ELfJij O LEGITiMO Heprnsgntanle do Ely de lraujo Barbosa I ,, e onstituinte Sudoeste Com Pedross,an Médico Humanitário Lutando pelo povo , 1 /, Rela VIta ---- ---------- - SE A IMPRENSA SE CALA , FALTARA QUEM VENHA DEF EH DER SOLUTl 419 HAO l sodn cuda vez que vo Cd realiza alguma coiso. Iaso dá um senso de re1illzaçi10 que é mara- vilhoso. um negócio fan tãsllco. Ser govPrno tJl'íO Som n liberdnd dn impronsn est 6 um sistem de privilé llvr~ o r11rnnho pnrn " nrhltrlo. Pnrque ~lo pnrn vocr.. f::er gn ln quem drnyncin n prlP!i•1 t!Pgal. vernn é uma formo qun • Quem pyrtostn eon'r n torturn, Quem e de ecrnvido. ppln rPclnmr1 r.nntrn II lnvnt:íin rlo domicílio menos de servido, Isto ó, ou d o »grilo dn rrespondnin É n Pl'í n ter hnm. nfl o ln d trel el que cnbe n mi{lo de <ntineln do to nem n honrn poasonl; ldndio, nr n defen de todos os ens 6 no !Pr n rllrPito rln ,11rellnH. Por lfltrn, H nrlmPlrn 1T1Pdl• 1 n rll' nmor orónrto: Á nlín tPr torloR nR r<>{!lm 0FI 11utorltl'lrlo1- totolltárloP tempo· dP ru(rlnr dos nu nlír,. é !lemprP o MlnbeleclmPnln elo filhOF. '(:: P~!I" tipo ele r.ensurn prl'lvla dos jornnis. Prn fn1.er rolrn. Quer rllzn. P umn l]eneinr rlnmneôs Pnrn [zer lnr (done!lo. Voeo entra trm- 11ofrlmentos. P~rn sb11(11r grllM que ve- po,órlomPnlP no poder nbom rios càrrereR tnelementPR. e "ª rlPellrn no povo T11ntn mnl!l aunnrlo n ceni::J!'r. orP- (povn é urnn palnvr» via tem rlnl!l efeitos tmedlnfnQ: ndlxln f !lo perigosa d e s P r > llbrrrlnrle rlo clrl11elllo, no mesmo tm ysndna e Re presta n no que prime protestos contra o nchn- tnntn rnlstlflcncfin ... ), no t11mento dos nlárioRs, qe compnnhn de (q se chama de comu perto Ofl re{!lmeR nutnrltflrln!l. Niln Fel nlelndr.. ERRP puder dá bem se cusna ou efeitos dels, pois QIIP mnn 11enc;:::çl'ln de renll lnmbl'.-m nii.n f, nni:Aív~I o nrhntnmPnfo 7."Cáo marn-rílboi:a. E u dos sul'rios sem medidns coercitivns. tenho nojo da pessoa Que i:Prá umn srrnlPrlnrlP i:o>m fn,prPMn que diz QUl' ef'tá fazendo ou cnm a tmorPn"n q•.1e 116 r,Msfl rllzPr um F11críflcin: ou é um o que a nutoridnde venhn nermltlr? mentlrof:o ou é um Pnr lR!lO, já rllzl11 ,TPtrPr~on oue lrnpnslor ou nl'io sobe o onde n imprnsn 6 livre A torlo homPm que estA fozendo lã. ~ capoz de ler. tnrlo eslf i:nlvo. Purn C11:-lo11 Lacerda Pie. n segurnnc11 elPnPnrlln n~11 Is eln llber- Depoimento rlnde qUA dns modidns de defesn: porque pra a llbPrclnrle que Jovnvn os govPrnOA a prnrmrnr untP!I n ner1111nçi10 no aue n nnsf:lvdRde rln obPcliencln 011 11 trlst<>zn rln suhmlf:fll'í11 E o'rn nrr11u•trllr há 0110 enconlror Oi: melhn1•Pf> nrg-umpntoc e há. F:ohretudn. Q1Hl tPr rnzlio. , vitórin rlO!' no[lsmni:: P FIPmnre ilnsórln on. nelo m" noi-. efên,Pra. Af: cnmonnh11s clP ouhllr.l rl:dt>1 nneln velem Pffi fnre de nmn renalidade que s (desmint». Governnr com logans só terin i::Pnf!rlo num n>1ÍR n<> cegos ou de surdos, e de coros ao nio ccnh?cessem os segredos d Rrillo, Por i,rn srmprc nrhci que n mrlhnr ,lrfi niç:o cln ,lrmocrncin f- n '10<" n """~idert'I como o rrcime rln prnmu•in. ,ln lh"Tr rlrhrtr dn• <-nmpn .. nhns em CJUt" •e <l i f u n d m ilia« on r llrnil'lnm reformos. O que ncnbn ,bnrln n "it6rin à razão, enquanto os regimes ntoritáriox sião n que-lct' cm qe o erros reivindiem o pnpr-1 dn Verdade. quando e escondem com n forçn. Aonr. ln coi•I dn ((,buln: tenho direito porne m chn• mo l<"ilo. Ao pniifln nur o erro. que 11n trnnt1ínrmn em do(!mn nof. <litn,lurnl'. em foco dni;i rlcmocrnci11s que cuhh·nm o dcbotr livrr. r.i/i. rnjritn iqucln re(!rll nue n enbeclorin ,Ir. Lincoln já no hvia le. :;:nclo. ""ode-i;;r: ihulir torlo o Pº'"º por algum tem po e l)nrtc rlo Pº"º por todo o tempo, mni:: n5.n podr.i• il11dir toilo o nnvn por to,lo o tempo". O pnnornil'1n da democrAcin é Pcmprr: n!!l .. todo, cnmo nm occnno de on,lo" inqt1it'ln11. (""" ba,tp olhfi-ln nnrn ,rn,;, que h:í vi,ln nur. l,:í mo vimento, qut hú luta. Um nah e.em imprcnll11. ou com a impren•I nmnrdaçnda é um e•rctáculn mclanc6lico, com aquela pnz do• remitlirios. qu•: nte de ser pz é morte, refletida no silencio ,lo!i túmulo11. Enganam ·se os que veem n agitação um ob,túculo no pro~rc,rn, qunn,lo verificamo• qu1· os pnhe!i que mais. crefi.cernm e ,ie fnrtnlec~rnm fornm o• nue !iwrnm cln lib~riln,le, npoincln nn imprensa livre, u grande forca de sua cxnnnsão, (•xpnnp;io. porqut• 11onhr.rnm contnr com n acão de governos o npoio de m lHl''º conscir.nti. zado dos grnndes destinos nacionais, São pises em qne d +dilo « cn«iler também orno, poi a «nl vqne o «e voto é decisivo prn n ++li·lo «los governante4, E,a ons cieneia dess nutridle lo povo que transmuda em rc•pont1i11hilirhulr. p:,r:l T'f":Unir !,!t)·rrnontt•e e ornados num nclo comum Às grande» vitórias ,1e Att"nn!i cnntrn inimigos mis numerosos e n is fortes, foram sempre ntribuida« á participação ,le fil~U po,·o "ª" hnt.alh:u 1 n q·ne cnmparedn. nin nara a cxccuc:üo ele umn ordem mas pra cnmprir um ,Jever que emanara ,le ,-i11a pr6prin dt"liberu çlo, firmada nos debates de praça pública. o ,l O PODER "O L H E, ACREDlll O poder nüo é l!P.r· go de sacrificios. :o cr,ntrfJrlo, o po:ler untPR de tudn, é uma f0nte mura vllbosil de alegria. Porque cadn decepção que você tem no poder ou fora dele é comprn· G!SE PEDE U n í ão ~ SE VOCE NIO , a O JornaJIRtn Ruy l P11oufl11. no nre· rácio rlo livro "Drpolmento". de Carlos LAce~rln. dlz que há dois tlpo!I de líde res: o falso líder, que é penas aquele QllP. cnptnnrlo na almo11fer11 política Ofl t/lnrlrnctai. prpr'lr.mlnAntel', s!mpleflmente ns ondon 11 cnloca·SP na crlstn dna on rln, não prn conduzir mns pnrn ser con. rluzlrln no R!'U 0bjetlvo: " llfi o vArcfa cfpfro lirler. qur e, rm !l[ntPFe, 1,ouPIP ouP, pP]n excAr,clnnnllrlAdP rle i.un lnrl riez. r!P RU!l RenPlbllieludr. elA i::un tntell ência, divisn untes dos outros o verda rlelro rumo :lo lnterPt:se dn colot1-,Jdndo r procuro conduzi-la para IA. Ell30 vPr rlarlelro lld,.r. jnmnts ,:e colora n11 crl•fa claR onrlns. mos quaAP !IPmprA é obrfgn rlo 11 enfrPntnr n onda. Em nn<1rn clrlllclP, l!to curente rlP lírlereF-. a clnFl'P pnllflcn encontra-se dlsfnncladn elo povo, r,rlncl pnlmentP por rulpa P ntitudes dos "pseu dos". NPcessárln vp f1>z. ri,. lmPrllato. • a com urgêncln, rirnrnovH um debrite llvr<' ondP. as Idéias :levam fluir nr, i,entlrln rlt' alcançar pn°1clonnmentos vl4vrls no momPnto político qe vivemos, Mão só na CO.mnrn M•inlcipAl rlPVl'I hnver ntívld& des polltlcns, IJ1<1F:, P r,rlr.loalmenfA, no?. DlretórioFI, onrle dPvPriio se forjar a clnsse politicn de 9manhã As jovens li derauças devem merecer por parte dos ~(ID f l) Epicuri,mo. BOlETl)l DA ABI 'nFceu Fpiruro não se Pnbe no crrto cr em ~llill•'8 ou no .ctica. Desde l•I ano$ dedicou Fc li filo•ofiu, ensinado por nu•ifnncs adepto ele 1 Dtmúcrito. Alimentava-se de pão e água, Foi de (• ni1n um hcptoico" qnr-m primeiro n(irmou ''que um homelD [H,dia I-er Íl'liz em meio do tormento ... O presidente Geisel. Seus adeptos tinham de npr•nder_ uma ,.,. , , pécie de credo que encerrava suas doutrins, so. )JPrt1! nos .:nnd1rl11to:; hrc as quais ele nilo orlm!tio dúvida-. Nad foi d Arena que f;(' mau ncrc<c1·ntncl') nem moc1ifica,lo. DuzcntOP. nno• rlc- teoba coescs par pois Lucrécio transformou sun fil1,,ofin em poesia. gnrnotir ll Yitórin rlfl Foram perdidas todns suns trezentos obru,. P llrtirlo p 6 .• • O prnzer nflrmn • é o co111eço e O fim <ln . _ 11!18 r XIIDll.S 'idn nlwnçoocln ele1ç?PS. Nos tres pro· O único discípulo eminente de Epicuro é 0 nunclllrllf•ntos <JUe Yez em portn Lucrécio (99-55 ,CJ- nntn Cntnrlna. no .!ia f: muito admirndo pelos nl<'micistns, por ter Hl po. n pr1-slden1e Gei- ocre<centndo "º" átomos, de Demócrito, a qualida sel frisou a necesslrtade de. ' 1 ? }leso como fator pnnut!vo do mo,•imento - ator1o, rle unl!io, ao mFsmo tem- Em Astronomia foi um retr6::rodo, repelindo po que pedia votos pa- n e•f~nculadc dn T~rrn, de Pitágoras e de De-· ra O'< candirlatos ur~nls- m6cnto. tas. Os area!stas belavis- b De sua biologia conhecem-se sua- idéias, não tenses rlevenam ouvir os O ·~r;:c :r••e J!C rd ido SUD obro - "Ili.tório Na- pronuncimontos d o turt. ,º uman,dndc". . ~ n qut".it:!l •lo conhcctmento nht-ndonou Epi- presidente da Eepública curo o en-ualismo_meio realista e meio idealista e meditarem a respeito, de mócrito. ampliando o realismo das qualid. r,nls nqul muguPm •·nt1>n- <lcs rmnc_,s a todas as sensações. de ninj?uem em termo" Mnrnheto renh.ta elo prazer, de Ari•tip 0 de político hja vista """""};ççg yricimat±nu« inclui. "" • • 1 • J.;0 o pr • • materialista, com deuses ,] ·tuna@ão do partido do m- com·tinidas por 4tomos p·iq65. ,",, "" G • d. • 1· 1 • " '"C'>• • em J'erno em Bela Vista. <"rito, l""" <•S em quatro ~rupo•. - O presidente do Dlretó- Enfim, doutrina, muito sem,•lhanteo n cstn rio fnll uma linaua. o ~º. cntunto foram '""'·ivatlas pdos fil6,ofo, fr . onh fax«' 'h' ce-e» e levadas a Inglaterra por Benth 'an s. nhor pre!eito nomeodo ucleptos e 111ravé~ tleles: • rnm e seus outra e os vereadore" O C,·istinnismo em f'ncnra,lu /d11 Arenn) vivem bus- mens ele rnuncirl tfio hostil como 1ii:"· "' st: •. ho cando alternativns váli- rou •• reli::iü"s de sua época. pi curo enca das p!lra exercerem com fi . "º te'.npo ~n.,ex-p•n•ão de sua, idéias filo•6- rll " ld 1 . f - ,c.i., " i:ucrrn Cl"l, .,.,m~letava D t•hr d d •. n n e 8f:SUl1S UOÇOee- çfio com '" 1 ,r~ten•··- p d. ª e e<tnu- 1 . ' .. o t t: cr )(".:.ti,: • • r sso devido, principal- Governo. F,,í durnntc .,,sa de,.rnda .: 0 • m, un ao mente, à indiferençnu quo grego. que apareceram os li ;",,_ do povo suas reivindicações me. lógico; ou metafisico», poi- na }],2""j" onto recem por parte ãos g@o flg-66a ·p9 /gniio. • «rod.,""g; no ~SO" 1 epnca , avnm n ' o•ofia um· f 1 • • • • • " - ma ores. t!e Citiuru O fez par .: " e çuo J>r:i11ca - Zcnào ra rca.µ,r e-outra a dr~cncrut,:ão, "velhos p0lí!lcoR" o rer,;pelto tl a nPces Qárla motivacilo pn"a despert_ar qunllda rlefl 0 vor.11çõP11. ~ó:i acreclltamo_s 1•rn nosM trabalno, cooslderamoR o 1oroal, em Bela Vlstfl. um 1•11mpo val!tfsslroo on de ns frl{>Jns o ns conceltofl dPvem me recr eRpnçO llímltnrlo. O jornRfümo mnelnnn já não e dedlcn npenas a fn. fnrmar. mas o ohjPtlvo principal e rJp. termlnnnte. f!, n deb11te. de onrle surgirá n síntese que Jvnrá n opinião. Quem nfio Rceita o rir bate. em alto nivel, sem of Pn~116 pesirnals, sem ódios ou precon cP!loi<, Fão pearnas quP. nllo merecem o nomr rle cldadilo~. i;1.lo meros e11pi>ctado rP" rl·1 marP d11 vida. O momento é ele obertur111<, de mrnteF e dP. Rl11trmas. não 60 orlmlte a lntranRlgênc!a, o radlcnllsrno e R prPpofência. Esta:nos atingindo a normali:larle r!ernorrátlcn gradualmente, cnm 1<:P('Urnoca e eonillbrlo. sem t>Rpfrlto revanrhls11 e sem ódio. • , cnrla político, no sltunclío ou na npnPlcflo, r11! rlPIPgarla umn mll'são 11 cumprir. um cargo a deRemprnhnr. dire ta on indiretamente, esta misso e este carg-o fornm arlqulrl<lofl grocns ao povo. FinnliznmoR com o pensamento de Carlos LRCPreln, QUP 1,nrviu de título a este nr tign: Se Vnre 1 íío Acrnrlita No Que E:stã FnzenJo, é ~felhor Nã1 Fazer Nada'', ms Epicuro, para :acomodor•'-t: a ordem <ln:' coÍ'-:ic. Epikoúro• de SamoF. vi,.,u dt: 3 li n '270 • nnquelc, temp'ls de decradaçjo, 1Jcm6-tene• on c-:dlio, bebia como outro, cicuta, para escapar :10!' ►icário~ de Antipatt"r e Aristóteles, morria e Chaleis, onde -e refugiara dois uno:; nntt:il. para r.:cnpur a enença de morte, que lht· :1r iroram oi Anteniens"s; Epicuro, por ua voz, retirou se para Sarno'- peri:t"guido por Antipatf"r. Lecionou em Celofo,,. Mytifcnn e lampsac'l • desde 306, em Atenas num Jardim que fez c~n•· trurr e onde ensinava à !lon1brn das àrvores e il beira do rio, "Aqui reside o prazer e o bem su premo . lrn•H' r,o frontão <lo Edificio Morr<:u libertando Fl!U~ t!"crn, ?R e legando. romo era_ cotume. seu jardim aos discípulos. . A filosofia de Epicuro. rcpro•luziu O Cllrattr rneln,dual ,. prático <la de S6crntc,. •. Muito terfarnos nin<la que fol,r ,!e iUJI f1los-ofia, ma~ não cabe o nbuso du no!.lsa pJtrte, da boa ,·ontade da Tribuna, assim por hoje encerra· mos estas pequenas notas, para voltarmos no pro :umo num,·ro deste Jornal com O _ 't:oplatoo1>n1o, Ptof. ST .1 PF !P'ARA IDlEPUT ADO ESTADUAL REELEJA Horado Cerzósimo JIREN4 ---·--J §.o· 1132 = - 22-10-78 T ü a nova a .a il !o, A agricultura só é forte quando é mecanizada. para a sua lavoura e a melhor fonna de se obter Mecanize sua lavoura com Massey Ferguson. o financiamento. ..: i Do desmatamento à colheita, a maior e Aproveite o cn:dito que toda a rede bancária • a! mais completa linha de máquinas e ímplcmentos está lhe ofcrcc~ndo. ,' agrícôlas do Brasil. Plante mais. • ·, ·- Converse com o revendedor Massey Ferguson * .. , de sua região. Ma~se·y· -_Fe._ rgu. sondo Brasil S.A. , i ·' Estuôc com ele o equipamento mais adequado _ .. 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Peixoto -Advogad0- Cau-as Civis e Criminais Ru 1 1.o rio Muiu S/N - ,Jardim - Mts Dr. lvaíl ili anso da Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL Tua Voluntários da Pitria, 376- Fone 2l0 Bela Vista Mato Grosso Sul 9R. FIEI MURAI@ -MÉDICO Consultórlo 7 às 11 h& 16 à 19 horas «IPEMAT e INPS» Posto de Saúde e Funrural 12 às 15 h - Canaã Note! e Churrascaria de PACIFICO SILVA BALTA Apartamentos Ar condicionado Quurlo~ para casais e Soltelros - Refeições 11 • quaiquer Hora - lfotel Classe «A» Dr. José füanasio Neto Advogado Causas Civis, crlmlnnls, Comerciais. In vrntarlos e Partilhas, Regul11rizai;óes de Terras Junto ao Incra Etc. Av. Duque de CaxinR, .o 788, Jardim• Mt. Fazenda 2 de Ouro BÜNlT 1 ) - MA1'O GRO:3SO DO SUL Guia Lopes da Laguna Mt, Dr. Olavo Monteiro Mascarenhas ADVOGADO OAB/ MT 1615 Causas Civis e Criminais Rua Antonio João, 842 Bela Vista Mato Grosso Sul Dr. Deodato de Oliveira Bueno Advogado Escritório: Ru11. 7 de Setembro, 230 Ftine. 43-loü2 Residência: Rua • Coronel Camisão, 54 fone, 431-J 116 Ponta Porã !fat.o Grosso do Sul A v. Brasil, 1595 . . Caixa Postal 355 Te!. Cod. (067), 43 1-1470 (ser.), 431-1646 (f{esidência) Ponla Porã Ricardo Brandão - ADVOGADO Maio Grosso da Sul PROFISSIONAL! Dr Pe<lro Jo~é Palmieri e Dr. Ary Escobar Ribeiro Advocacia em Geral Rua 15 de Novembro 17 BEL- VISTA MATO GROSSO DO SUL Dr. Laucícfo, Valdez de Barros c:rurglào Dentfsla CRO - 567 M. Cllnlca de Crianças o adultos - Rafo ?< Atende-se com hora mnrcadn Consultório Av. Duque de Caxias, 508 (Ao Lado do Banco Frene+.1 )2339)M)- 31A10 G30$$0 Dr. Késio Loureiro Pinheiro ADVOGADO - Rua 15 de Novembru S/N Bala Vistl triato Grosso do Sul Rua 26 de Agosto, 384 - Sala 24 Fnne 4-0650 - Campo Grande MTS Cicero Gonçalves e osta. Médico Oculista Oftalmologista Rua ilntonio João n.o 7 53 Bela Vista Mt Sul Mlilta Loureiro filho == 1D0)06AD0 Rua Ary C de Oliveira, 262 Cep 79240 Jardim Mato Grosso Sul Modesto Luiz Rojas Soto Advogado Escritório: Av: Brasil, 2770 Residéncia: Av. Brasil 235G - Fone 383 Ponta Porã Mato Grosso do Sul r. M. t.s Santos dvo,ado [scrilório: Aveni~a Brnsil, 1946 - Ponla Porã MS Oração ao Divina Espírito Santa Espírito Santo você que me escJ,,re.:e tudo que ilumi. na todos os caminho+ pata que eu atinja o lllt"ll ideal, você qg 1111 , d.í o dom ,liviuo de ll,r. doar e esquecer o mal que me. fazem, e que todos os ins, tnntt'S de minha vida está e. migo tu quero neste curto dij. logo, agradecer-lhe por tudo« confirmar ais uma vez, que eu nunca quero me rpart de você por maior que seja a ilusão material nlo verá o rní· nirno da vonl.lldc que &Ínlo de um din esl.llr com vori e todos os meus irmuo1 nu glória Perpétna. Obrigada mais um vez (a pessoa deverá fazer e+t, oração 3 dias seguidos sem (uzer o pedido, Uentro de ~ dins será alcançaria a graça, por mais difícil que seja) pu blicar assim que receber a graça. Por Graças recebldaR Nice da Costa MIranda A PEDIDO PARA DEPUTADO ESTADUAL V temir lesee A ~- i:ee g ~~ _.;,c:- M D B N.o 1226 Documento perdidl Foi extraviado 0 Registro de Nascimento e Carteira de Terceira de Milton Blspv da Sil· va, expedid<, em Afago· as Publicação que se fnZ para obtenção d11s 2.11,8 Vias. Agrimensura Mato Grosso do Sul l,ledicões de terras em geral - para rafüicacãa - desmem~ramenlas ~e área, loleamenlos, nivelamenlos, curvas de níveis, ele. , _ Grande expertôncln no ramo de topografia e ratificações servos executados de acordo com as exigências do INCRA o unlco <.'scr,lono que conta com 2 (rlols) agrlmen,rnres formados paru gautir precisão nos serviços executados. E lembre-se se hores proprietários, na Agrlsul voce núo contrata. intermediários NA AGRISUL É GARANTIA E PRECISÃO NELIO e AlilAURI Rua Antonio João, 1011 - Bela Vista - MS. IGRI.SUL (AGRnmNsUR MATO GRosso no suLJ lei;es te fazentes pra Ralilicacão, Desmernbramenlos de Are as, Nivelamenlos Curvas de lfüeis ele. lá enlregue mais ~~ Bll servicas para Ralilicacües, emula smicos em qualquer, ate t inasil. Mines releialus jn ao II.RI IeIia IM«o 1, g 11. iono e 11maun ona. Rua Antonio João, 1011 - EDITAL DE PAR A CONHECIMENTO TERCEIROS A PLOIDO P a r a Deputado Estadual Washington Prado de Souza (MDB) COM PLI 10 [ A PEDIDO Para 9e ulado Estadual Orbmdo Mungelli o O Doutor O!!vald1) Ramnnzlnl, Juiz de Direito da Comurca de Bela Vista, Estado de inato Grosso, na forma da lei, etc: Fnz saber, a todoi1 quAntos o pre Ri,nle Edllu.l virem ou rtele conbeclmento t[verem que por este Juízo e Cartórlo do 1º Oficie, tramita os autos de R.evo gçlo de Mandato do teor epgulnte: Rxmº Sr. Dr. Julz de Direito da Comar ca de Belu Vista, Muto Grosso. Ore11les Godoy e sua mulher Terezlnba Lopes Ajaln Godoy, brasileiro!!, càsados, elo pecuurlsto, ela rle lides do lar, reslden teR e domlolllndos n cldnde o munlciplo de Caracol, comarca de Brla Vlsta-Ml, por seu procurador e arlvogodo, Infra· llrmudo, lnstrumr>nto de procuração em nn6X<', vem perante , •. Ex•i., rPspeltosa mente, ell'bnsado no artigo 11ll6, I do Código CIvl, propor a presente Revoga çlo de Mandato, contra Erllo Natallclo Fretes, brasfü•lro. solteiro, maior, ndvo gndo. com endereço comercial. sito à ruo 14 de Julbo, nº 570, 1• And.,' conj. 104, Gol. S!lo José, nu cidade de Campo Grande.Mato Grosso, pelas rnzões de !1lto e direito, assim discriminados: 1- Aos vinte e quatro dias do mf:ls d~ maio rle 1978, às fls. 168 do Livro n 9, do Cr tórlo de Paz e Registro Civil da cidade de Caracol, comarca de Bela Vista • Mt os Suplicantes outorgaram uma procura çllo ao Suplicado, conferindo no mesmo os mais amplos e gerais poderes para vender, matricular, ceder, transferir, com promlssar. hipotecar. doar, ou por qual quer outra forma nllenar a quem Interes sar, uma ãrea de terras pasta.IR e lavro. dias da antiga Fazenda "Descalvado'', denominada atu~lroent! "Capão Ronlto" slluada no munlciplo de Corncol - Mt, ccm área de 9 hectares (novecentos e oitenta e seis hectares), devidamente matriculada no registro imobiliário da comrrr.a de Bela Vista Mt., sob o n" 618, n.. 170 rio linu n.o 2 • Hcgi,tro Geral, confor• me e depreende documentos inclusos, Z • Como niio mais consulta em absolato, aos lnteres At's d'.ls uplicnnte11 o ex!stl'lncla ctesse instrumento, e havencto lei rxpressa que dlsrlpllna o s/unto, obrigando que a co muolcaçiio ou a notifh:acllo à outra parle 6e exige, respectivamente, no que tange à n,vog-açio ou à renúncia do u-•rndnto. Isto posto. embasado na!l disposições le gal!! pertinentes à mntárla, vem respeito samente. requerer a V. Exa., o seguinte a) Mandar notifirur. por Carta Precat6J-ia à cidade e comarca de Camp:> üraurle Mt o Suplicado Erllo 11tallclo Frete. já qualificado, do Inteiro t!:'or r,P ta revo gação, pera os fins de que fique ciente desta, abstendo-se de usar o tnstrumento da presente; b) Kotiflcar. tnm"oém, pc,r mando do, o Sr. TnbeJ!!io do 'Jartório de Pz e Registro Civil era cldadA de Cara col, Mt, para que este anote à margem da lavratura, a revngação em tela " não mais forneça translado dessa procuração, expedindo a compt>tente certidão; e) No tl[lcur por mandado, o Titular do R:egiFi tro Imobiliário da comarca de Bela Vis ta-Mt, para que não proceda ao regis tro alienação do Imóvel r"ferido ::i.c item primeiro, caso seja feita uso da procu ração ora revogada; d) à derradeiro, a expedição dP, editais para conhecimento de terceiros a serem publicados na Im _ prensa local, diário de maior circulação de C'arnpo Grande e lmprentrn Oficial, paro o~ seus dt:.vldos e expressos fine. Aesim, cumprldllR tlldus as formalidades legais 8[um os present ?s autos devolvidos aos ~uplicaotes, lndepe1Jdent11mente de trans lado. Para efeitos flscttls, dá-se a Dre sente o valor mlnlmo legal, e D.A.R. es• t'1 com os documentos Inclusos. Pede Deferimento. Bela Vista, Mt., 09 de ou tl!bro de 1978; (aia) Serglo foberto Pl-l rondl - OAB-Mt 1.180. Despar.bo: D.R.A .. preparada, notifique-se o Suplicado via precatórln como se requer. Expec;inm-se edlt11ls nu forma e p:ira os fine e.qut re,• queridos. A seguir, els. B. VIst, 9/10/78 (n) Dr. Osvaldo Rumnnzlnl. E, para que não se alegue Ignorância, foi expedido o presente Edital que será afixado o o F o r u m I o e o l, n o I u g a r de costume e publicado de acordo com a lei. Dado e passado nesta cidado 1 a Comnrcu de Bela Vista, Ei1111do de Mnto Grosso, nos nove dias do mês de outu bro do a.no de mil novecentos e setenta e oito. Eu (Pedro Vergillo ela Silva). Es crevante Juramentado, o d::itilogrufel e assino. Dr. Osvaldo Ramanzlni Juiz de Direito 1 F.MIE2SE de Sérgio Ienique Martis Apartamento com ar condicionado, 'Iuarlo com vt:ntilador, ambiente familiar refeições fartas NOEL FLUMICE!ISE SEU HOTEL 5M AQUDIU9 Rua Teodoro Rondon 586 - Aquidauana -----=----------- longa e cansativa seleção resolvemo« dar nome a nossa coluna semanal nesta 'Tribunn dn Fronteira. orgulho e honra de belavistenses nato- ou natu ralizado,, cl10111ur-,e u: Erlucaçào t' PoHuca. Por folnr em Edueaçio o Mobral tá firme e forte na prnçn e ,e você conhece nl;:uérn que o:lo sabe ler nem c•crev.-r 1{1 na hora de mandá lo ao :ilobrnl e nindn dentro du área de Educação devo informá-los que o SENAC. (Serviço acional de Aprendi,.ado Comercinl), cslÁ acciiando in•· cric;õcs p:...rn diversos cursos profissionais e de curta duração; vá ver e se inscrever na Delegacia de Ensino ,le Belo Vista M IVAN DO NA Cl:.!ENTO MS A PEDIDO elo ten-estar da top.lã» Por ocasião do trigésimo aniversário da Cidade de Donilo a Fnnfa;ra do Col/:gio í.ns1clo Drnncu, convidudo, compareceu :qneln Lindo Ci. dndc pnrn o íoti,. evento. ossos jovens após longa noite de viagem, scrn rlormir e m&l ollmcn1odos jâ que foram obri• gados a desfilar sómente com o cnfé <ln mnnhil, que, diga-se de passagem, foi bem simples e a umn espera de tnois de três horns pnr'l darem en• tada na pista dos desfiles forom -muilo aplaudi• dos pelo povão simp/,tico e acolhedor daquele Bcnito Municlpio. :omeotr o, fatores acimn seria bastante porn desculpar algumas falhas havido, por pnrle de nosso» artistas; mas exst sempre um mns, os 1 pcrfcccioni11ae achoram nossa Fanfarra medíocre em afinação, A estes, donos do pcrfcilu, devo dizer que o Fnníorro do Coléi?io Cns1c.lo Brnnco .------------- -·--------------:. Campeã da Primeiro FESTIFAN d('st4 Cidnde 110,ceu do esforço do j•,~cm Adão <'orios funcio nário da Delegacia de Ensino desta Cidade (!)f:EC .Oéi) e de mais uu; puuco, <tllC acrcditorom nn juventude belavistvense, tio deprezada criti cudn por tudo e por todos e uuncn dogindo pelo seu caráter trabalhador e educado. As fonforrns d(' Hcln Vi,1a: Cnstelo Dron• co, .rlcs e Ofícios, Joaquim Murtinho e Jarbas Pos,nriuho; súu orgulho, de no,rn bcln Belo Visla e. como é noturol, merecem de todo e toda parte aplauso por serem nmndorcs fazendo música co mo profissionais elevando cada vez mais o nomo Granrle e llonrodo de os•n Cidoclc, E como diz o ditodo: Os ~ãcs ladram e a Fanforro ICampcil) passa. solene orgulhosa por rcprcsenlar em ter ras outras nossa cidade nem sempre tão bem de fendida por seus onlurni•. Aproveito para dizer aos amigos que op6s Clínica Especializada de Fraturas, Doenças Ósseas e Recnperaçãn seina, Ium/loja, leu/ola, leditia (sprtin, Ieliina fisia, Ciesiln»ia flelrolerapia, f ololerapia, Hi~rolerapia, f ermolerapia. Dr. José Lauro Espindola Sanches C R MM T - iill MEMBRO DA SOCIED!DE LA'l'INA llvenida Brasil, 1704 Ponia Porã-MS.- ,. "..+.si -Y k 'i " =s L , Saite, Apartamentos (casal e Solteiro), Sala dP, Hecepção O Hotel mais luxuoso do Sudoeste - HDP Hotel aquidauana Palace ·• O cartão de visitas de Aquidauana " AQUIDAUAHA MATO CiROSSO DO SUL '.. ..sr r , í:_;_,: tn.1' ,, - 3 d 1, . __ ----1 , 1 L l i':,U l l·.!'.-0: Nasceu na wwtvtnidade do Hospital lo ierente de l'alo, da lo lo corventr, n bonita e robu-ta ,1111·ly, filh., ,1,. <.,, d llr. 1•.ly • Aun·a, ; íar11llia nossos parabéns, / : 1 ' EIS ÁI lOS: Diu II JIJi o conhecido comerciante livres V'into de Alei«la, fez ano, lar comemorar foi or. anizado um gostoso almoço, muito churra te l,..i,..1,. 11 ,ont:11lr, 1•.<t,• ' 1111111 ,lelícrn '-11f•n low, eom aquele om quentíssimo tlegruva Ít'l'!lll. ,rande nmero de envidado+ l' .. l i lt•rnm pr'rente, usimn como flhos, euros e netos P@. r:ih(•u• 11r/1 vnrê e 111do ti,• hu111. Ertildes. Vela.que ilva, Kika, nier 1-nrinu dia li l•P· , f,·,t111h11 uro11t1·,·1·11 nn cnl,•;!10 on,1~ (: prol<••orn (I'. l'nr1) A Oiretoriu, '" pro• fesares e aluno» cantaram os purabnw, Foi ser vido delito-os +aladinhos, Kika naquele dia sentiu-s muito feliz pela demonstração de cari nhe daquela gente havana. TRIBUN r D . f TEIA Foi ,lin 19 pp. o nut do garo:i11 lo~l!rio, !ilho do t·1,.,,I A,111111dll ,. Yulnndn. A ,lutu foi fe •• tt"jttdt com muita alegria por eu pui e os nv6 ... : Leonardo e hone Muito amiguinhos de logério foram cantar o» paraben- com ele. Felicidades por Iauey mãos erg feito on flor ri,· n,in•úri, <" flor de la· rnjeira. A rabelerirs ini quem arrumou os cabelo. e fez a maquilarem da nois Muito ra· ciosa a dam +d· honra lenice, flha do a.l eco e Leira, que trajava e igual a noia. o altar 1: ·perando .. ua bonita woisa, w juem laben+, que vestia legante 'Terno rano A cerimonia tranrecorreu ao som de uaes me lodias. Foram pedrinhos de Mariza: Ha«ti+o Leite, Gersy, Joio Pinheiro azir, 'Trn, Chagas. Eliare e Dr, Ioberval. Teilu. Dele: Sgto Eunicio Mareal, Araey. 3to. urlamarqui, Leonora, Mil-on. Ia mona, Altair, Ladiu, Seba»tiüc Zacria- Filho, e •.• Câmara de '-:! • /Vunicipol Ponta _, ora n lvulclo Pcrdru Jr .. o Juninhn, completou ,·incu unidw, ,li• 1 pp. Não hou,•c fc,tiuha, nrna ,cu~ umiguinho~ Guto, ,l,•xundr., e o priminho illarquinho, foram ,·umprimcm(,,ln. Comu dizem: l,o,tu 1,10 pouro p1rn rlcixnr umn criança feliz, Ju• ninho naquele dia também ficou todo contente com srus tre "convidados", A 'ocê lindüo, tc.du fdici,!Jdc. Jozinne Lopes e Frnnci,co Hélio, come· mornru111 jun10• ,, nat no Clube Pnroquinl. Foi destaque o grande n.o de jovens presentes, ia quele ambiente •lc n,uiro ,om e tl,·,co11traçào fui ervida uma deliciosa torta salgada, refrigerante e holo. , rcunino r,1c,•c unimnilís-ima. Pnrrbéns. Gu.to,·o llinr.chi Zncnria., rccrheu dia 19 pp em sua residreneia grunde n.o de convidados para junto comemorarem mais um aniversário. ,os muito convidados foram servidos salgad! nhos, doce«, bolo e muito refrigerante. tomo nào podia tleixar de ser toml>rm foi servido cenrja e bom Scntch Foi um fe,tàu, n pctizod• odorou, Fc,tejou seu l.o nninho, úin 20 pp. o ::•· rolilo Júlio César Vt'ln•quez, •cu, paiM T11u e leda fizeram uma bonita e alegre festinha. Udiciosot1 1-nlgndinhof- 1 n·fri~rruntcs, hky e por fim um gostoss bola foi sen·itlu nos prc,cntc,. Ao Juli. nho nossos pnrnbéns. A CITY ,,i,itnndo fnmiliurc, u cusnl ~lorcelo e Hitncn. DIA 8 DE NOVEMBRO n 1ilo c,pcrnda palestra que <eril proferido por Neimnr de llarro,, Por favor nlo levem crlnnçns n f"nlrafln é franco e só será permitida para maio res de II anos No pcrrnm. vale u pena <1u,·ir cimar ,lt, llurro, falar. Vá e confirme. Os convlduc!os forum rPcepcluno dos nos i.o!ÕPR rln Gremlo Pedro Rufino qUt: eslavn Io1udisslmo. pois em 8eu re cinto eneontruvuse mais de seiscentas pessoas. No centro do r;alüo fornm feitos Ires arrnnjo6 com meflflf< só de doce.;. Os annnjos e&tavnm llnrlis~lmoii. afl toa• lhas d,H:I 3 mPFaR em m om cetim branco com bnbacloR. ,o-. pr~Aente~ foram API'· vldos dellclosoR doc,-s: qulndlm, cocadl nba, cnsadlnhos, brlgudc>lros, bombon~, ato. para logo d ·pois serviram gostoso belo, tudo isso servidos em liudas bandejas deco1·odot! acompanhado do multa <·hum p•r gn e e r{'frlgernnle : agora as fofocas: As delicias servidas rornm feitaR por Anu, Gersy e tantas amigas que ajuda ram De Campo Grande pura dar sua va liosa colaboru<;ão veio a tln de Muriza Srn. Erotildes e a prima Sra. LourdRR. Ah! ni'io poi;so deixar d11 comentar sobre a 1~leguncla da Sra. Ana. Ela usava um longo em seda fruncE>sa estampada com forro preto em gersey. Chlquerrimo. De l,ampo Grande vieram pura o acontecl rnr,nto ten, Jullo e Terezinha, de Aqui daunna ·Relonn e úlauce, Clélln, de Silo Paulo uão fiquei 6ubendo oi; nom~s. mas que vieram prestigiar vieram e ado raram! Esbunjondo eleganclu a Sra. Ein º" (mad1-lnba) a bonita Dora Al!cti Nunes e Ellza Maria Moderninhas e charmosas: flrntriz Helena, Leu Cardinal, l,ella Mi· randa, Flora e Jaquellne, E!lzabetbe Na• bhun e I~abela Mornes. Por ocoslãn do patiAagem do dia do Mé• dico, comemorado a 18 do corrente, a Cfimara Municipal de Po11ta Porà prestou 6lgnlficntlvu homPongrm àquel1•s qu.! receberam a m»lll nobrr rJ,ii: mlssõas: minorar C'b ncflsús sofrimentos. t'.a ocasião. ror lodlc11çúo do ve reador Dr. Asturlo ~lurques, a Câmara Municipal homenugeou o Dr. Tlrson Lou· reiro de Almeida, dil'etor do Hospital das Clínicas da UnlverH!dade d~ São PliUll', e médico do)! mais conceituado!" no Bra· si!. Bela visteose, filho rio &enhor Pego Lour, Iro d<> .-lmeldu, o Dr. Tyrsoa Lou reiro de Almeida, graças aos t1eus esfor• ços e grandl' cnpacld!i<lP, exerce um cargo de realce como diretor do m11ior Hospital da .merica Latina. CASAIENTOS. !e dia i pp. às dezesseis horas. no Igreja '-'ut.:iz de Snnto Afoo~o. di>l~t:rnm im, os Jovens: ontle e Puulo, Ana Maria e Rnfnd. Após n ce• rimonio. rcli~osa. r~nlizou·E<! um suculento Cbur rn•co na Fazenda Modlo, em Caracol. m con • junto pnrng,u.1.in nlcgrnva o ambiente. Nouu1 pn· r-nbens ao< onfitriõe• ::r. Osvaldo Lino e rn (pais tlc Sonete e Rafueh polo bonita festa. Aos nubentrs <lc,;cjatnos fclicidndcs. Médico tlumaoltário Foi uma ju ta homenagem ao mé dlco bel>t vistense que sempr& recebeu com carinho todos OR ma togrossenses que o procuram. Ele litende os doentes com problemas que não podrm ser re t<olvidos em Mato Gro~so, S'-'mpre com boa vontade e ímeaRo ca1·?nho. Nos Pfl ~lnc,•ras congratulações à Câmara ~1onl clpal de; vizinho ~unicipio, que poSE-ul li . ea,;lbllldade de irani,mitir o reconheci• rnento aqueles que o merecem. a PEDIDO lição do Mobrol Bela VistJ em "" Aconteceu ilt 19,3() b,: do din 14 pp. o enlace matrimonial de Huben• e ~lnriw. A !~reja Matriz de Santo Afonto cncontrnvu-t1e toda or unment.nJa e mais de quinhentas pessoas J>urn rc cebcr a "Noiva do Ano' que na pass1rc!n da lgreja adentrou de mãos dadas com eu pai ir. Clovi•. l,,la csta,n lindo. O ,·c,tido de Guipurc brunco, c::onfccciountl<' por FUa 1nnmilt• Sra. Ano: O arranjo da cabeça e o buque que levava na ?rc fessoru efdiva por con,:ur so TIO E~tudo e nu Prefeitura. A ,!vogada Trabalhista Ex- Presidente da Associação Campogr,rnd,•nse de Professures cm duas elriçõ~~ stgui<las. Vereadora L-lll Campo Gr11ode per dois maadetos consecutivos; Professora titular da UE!T. 3 i +t Al ,,,.,,. PARA DEPUT.DA E TADUAL Voz corajosa de ur povo Sua filosofia: Democracia e Justiça .., eu obj,~tivo: Valorizar v Hessoa Humana Seu L,·n111 En,ino e Trabfilho Mato Grosso do Sul Com a r,artioipaç,1o efelivu d e s11. Excl11. ·r. Pri>Mlo Municipal l'r. Ruben Abott de Castro Pinto, F<ecretnrl11 d<' edu• caçt'ío e dPlegncln rt'l{i• one.J de ensino do muni• clpfo. o mobr11l está re alizando ntualrnente um trabRlho educacional d! gno de confhtnça de t1. da população. O mobrnl tem meta polltlca n cumprir até 1.980, f,;tn com prendeu o executivo que tnnlo trm trab11lhado em nrol da educaçfio em Bela Vl11tll. Dln1tmlzar a ação elo mobral para que II mo?• mn e desenvolva de forma eflcleote. {>, o de· sejo de todo11 que e prtiocupem com a educa· ção. e Isto o no!i•O tligno prereJto dPmonstrou qunn tio pflrtlcipou junto com elernenfos rfa coordena• cão Pfltadnal do mobrnl Sul/.1S, do supervisor dn área sr, Dlomedel' Ro• drigues e com a partlr:f p9ção do Dr. Iven A, Co,· ta Marquei, prosldente do movimento em nossa id·de. Dado o alto vaJ.,r do movimento vnle ressl t:ir a integração da secre taria de t'lducncão e cul· tura do muolclplo aes· te trabalho, já que p·e· tende Pnvolver os df~e tores ele escolus coroo principais responsávds pti!a supervlslio e acorn· p11nhamento do!I pro!!rJ• mas do mobral em ru~· clonumento dae escol:1 5 municlpRií-,; Este trabalho integru:! 0 oom a sPcretarla de ejU· cação muulclpel não nos upeendeu isto por que conhecemos o esplrlto de luta ua senhora CJotiJde de Casto Pinto, pois. 0 impulso que a educaçt1o vem tomando em Bel Vista deve se ao seu i;to de amor, coragem, e CP dtcação. (Supervisor de Ares) --------------------- CASSINO. PARAGUAY Or. Carl•>~ Edy Sá Medeiros (l:.B. Mt. 616 Dr. C yrio Falcão Advogados Causs Civis Crimina(s laventárloL Trn ball1istas Rua Rui Bnl'bl.'E:a, 2774 C/1 Fone 4 GG83 Campo Grt.nde Mnto Grosso H.u:1 Sebastião Crl!'plm do Rego 3W Fone Bela Vstu Mato Grosso ----_;...----------- . lmbiente Seleto • Bt>bl<las Na!!ic.- nas e Importadas - O maior atrativo da fronteira Dlve,~ões Som. Visite Belh1.• Vh;ta • lPnraguai) e conheça o RESTAU RANTE CASSl O I' ARAGUA Y. Bella Vista Paraguai A PEDIOC Para Deputado Federal fscrnva: 238 cu com Pedro e com povo ~ ---------, Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº305_15_10_1978 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº307_06_11_1978 Voltar para a lista de itens