TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº307_06_11_1978 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº307_06_11_1978Número da edição307Data de publicação6 de novembro de 1978Número de páginas8GeoCoordenada -22.11172421058984 , -56.506711227506756 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº307_06_11_1978 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto 1 IR. DEPITT D FE ERIL Rubem Figueiró REN .. 202 1 o tar nn -la el~,i-1 que do pelas lenuo pró ! cun :ncin. ''16 «] cap octa dr ,.;1llita~ 4 do e pala peirrflo --i .n fl 'P°t o "º y • $ eis-utt cima d4 u, r MORI Exatamente às 13:35 hs. chega va a Bela Vista, proveniente de caracol o governador Harry Arorrlm e sua e,. rolllva, fr! rrceblda com uma saraivada de po lmas, por cerca de 1000 pessoc. s que o urdvam no nrropcrto Local. lnúmf'ras autorlctodP<> clvl'! e militares [izora m-se presentes. Apó os cumpri mnentos comitiva seguiu até a fücoln Junieipal de Artes e Of!clos, onde ao BELD Deputado Ubnlclo B11ram chegada do Sr. Gov&roador . / ,. ,) ,,,[' ll0m da ranfarra foi recebida pelu sua . ' Diretora professora Rosita Rosa Gomes. 8 professores, alunos e muitos pu is de "e alunos, A aluna Cristmn, Li tio. dirigiu-lhe 1•"' algumas palavrafl Ac.:0mpnnhou o Sr. Go vernador e suo romltlv..i riPsde o ponli lbüo até o Gremio uma curuvana de 40 011valelros chefiado p,11· Gunzugn, no Gremlo o Sr. Governador teve audiência com as classes poitieas, produtors, médicos, professor, etc da cidade. presente a Deputndo Rubem prest'oça. 1 .! • 1 i ' """' "+ ... : { -~ Figueró marcou 7l#ao Per EM?ASO BIS ~ [L (ill 5 PSROMNL. e,,-/ I «l / {j .V Dr. Ely A. 13:irbosn também presente A popularidarie e simpatia do Sr. Governador cativou a. todos os presentes . Sr, Governador: em nome de toda a equtpe da Gráfica e Edltera Apa (Jornais Trll>una da Fronteira, Correio Jardineni.:o, Jornal de Bonito e Trihuna .Murliohense) der,ejamos que EUB vinda à PrincesB, do Apa eja coroadn de êxitos. IIDB Congresso Reunirá Escolas de Medicina <:nn,po Grnnrle - De 22 11 2.4 rle no, emhro pr6ximo. a ridarl.- ,le Londrina ,rdiarú o XVI Congresss Brasileiro de Educação Mérlica, o c,in,·lave t<,rá o patroclnio rln i,socia ç:io Bra,ilcirn d<' Educação Mé dica e ,lo Centro de Cincia da Sn(ule cio Unhcr•iclacle Es• rndual de Londrina, ohordtrn• do com lema, principais "O Médiro de Fumilia" e ", for· maç:io f:1ica rio Médiro". Os interes•ndos em par licipar poderão ,e imcrevrr no local do Congresso ou anlr.ci padJmenle. alr•,és de solicita• ção a ABEl - Associação Basileira de Educação Mdi. ra - ílua Leopoldo Uulh6e•, H80 3 o andar, l[anquinho•, 210-11 füo de Janeiro. A taxa de intcriçào paro estudante de medicina e mé ,lirn• re,iclrnle• é d.- 200 cru• 7..ciro.c: e para proÍf'Horct, mé• dicos e outros profissionais a taxa estipulada é de 10) cru zeiros. A comi-ão Organizadora estará recebendo, t o dia :10 de ou1Ubro, os lrabalbos rnbre temas lisres para serem mul tiplicados e dittribuidos no decurso do congresso e poste rior publicação ,ia revie1a de Educação Médica. n a .------------- ----·- - .. -- . -·--· •• -·- ---·- -·--··---··-··-~-·-·----···--·--·--- D,. Carl•>:> Edy Sá Medeiros OAíl- Mt. 616 Dr. C yrio Falcão Advogados Causs -- Civis Criminais Inventário,. T::abalbistas Rua Rui Barbt•l:la, 2774 C/1 Fone 4-6683 ~e.rnpo Grande Mato Grosso tUli Sebastião Crisplm do Rego SHI _Bel vsta Mato Grosso Terra a Riqueza ~~a Arerio os Homens !Em flfiUEIREDO a Ação A 15 de Novembro Vote nos CANDIDATOS DA RENA "Ó Somercio Jovem de Mato Grosso do Sul'' Bnsta levar o seu documento O seu crédito é 1.<.berto pelo já. Famoso Gredi Blg. 8em Juros e sem F'iador e você tem 1 ano p<1r11. pagar, eu disse B:z-Lar Conces sloná.rlo Ultragaz entrega automática plantão aos domingos e fe riado:; troca de b~tijiio pequeno Ass1stêncli. tecnica perr:ianente SeçãrJ de peças especializadas Rua Vereador Romeu de Jardim Mato Medeiros S/N Grosso do ti-11-7. 1 S T O O Governndor de Mato Urosso do S u 1, Jiurry A:!"lorlm Co!lla, estará cm nossa cidade, e uma folba clamoro u por parte dos encarregados de dl vul arem a sua visita (em nossa Cidade) devo ser reglstruda: Nlnguem comunicou Nuda uo jornal, mas nadu Mesmo, u que dá n entender que Aluem no pretrn dla Dar multa publicidade Ao Fulo. Nl1o pn'clsa expllo11r, eu só queria entender ... *~ FALANDO no. visita do senhor Govcro&dor: uma cola precisa [tear Bem Esclarecida. O Dr. Hurry Amorim é una pessoa descompromlssncln com ~rupos, pe8soa8 úU Idéias ultrnpos11ucla11. O seu negóclo ó Construir um Estado M1Jdelo. Não vai ser um Governo politloo... ele usa a pollllon puru Construir. Dà para c.>nteader? ALEM do mais e o que é mais lmporto.nto: Ele ouvir todos os representantes de classe e líderes Polltlcos du. cc,munidad~... o pessoal Irã u•> Gremlo Pedro Ru Ylno, àtt 14 horus, e relvlnrllcur àquilo que Bela Visto. precisa, al~m de debater Idéias re(erentes "à questão pollllca no munloiplo," ** Jornnllsta Jesus IJernundez da rovJsta Atualldo.deB Forenses e lnterlorunaH. O próprio jornull&ta foi o Informante, aconti>ce que sua luformnç.'Io ufln corres pondeu u v~rdo.cte. Segundo fnnlNí ligo. das uo Executivo, a Importáncla paga à revlBla (pP.la ed!çflo referente a Bela VIst) não chegou 20% da quantia acima. A BEM DA VERDADE Noticiamos, que a Prefeitura Municipal de Bela V!sta havia pugo 200.00U,00 ao Tribuna da SEMANÁRIO (20/2/72) F D A Ç , O lvnldo Pereiro Administração Hedaçio e Impressão Rua Duque de Caxias /n Bela Vista MCx. P. 20: EXPEDIENTE Diretora Maria Etela V Pereira Editor 1 ui do Pereira Chcle Departamento Comercial: Ahnro l'ereirn Gerente Hêlio Gucdc, Corrêa Rci:i.iro Títulos e Documento, 1066 CGC-M F 03.201266/0001.90 Insc. Est. 1305923-13 A l ATURAS Bela Visto ··-··-·-- CrS 250,00 Dcm,is Municipios -··-·- .. ·-···-·- CrS 300,00 Observação O artigos publicados com asFinoturti! ilos nutorcs nilo tr:uluzem ne cessáriamente a opinião e pensamento do Jornnl. Sua publicução obedece nos prop6- itos dos debotcs rios problemo• municipois e de refletir as divcrsu tcndêncios do pensamento universal. , E EI.Y O foto é que o candidato Are n i • ta a Assembléia Constituinte, Ely de Araujo Barbos, e»tá com grandes chances de se lger. Para Iela Vista, is eri de grande importância. Um Depu tado da regido ser útil, principalmente, devido o conhecimento das no»as maiores necessidade, ulém da força politica que isto representará. For a e fé minha gente. ** CE THALIZAÇ;O A Gráfica Editora Apo íechnrá mo filial de Jardim, e r.entrulizarti todo# ftP ma• atividades em Bela Vista. A medida fará com que nossa ci dade tenha uma gráfica editora das mais rvoder nua do Sudoeste. ão quatro máquinas impresso ra» a serviço de Bela Vista e região, ** OUTRA MUDAÇA • Hodical imposta à empresa, foi a nomen çAo de Alvoro Pereira para Gerenciar tudos ne atividades comerciais da mesma. O jovem publi citário é agora o homem encarregado de adminis, trnr o Departamento Financeiro niio 16 do grnfi. ca, como dos jornais. O jornuliato I voldo Pereira ,e ,Ieallgou completamente du porte comercio!. A llirc~ào rio cmpresd ficou o cargo do Srn ,lariu Eu ela V clnsqucz Pereira, qne, como primeira me• didu, mnodou ferhur u filtnl de Jnrdim. Tudo centrnlizatlo em Dela Vistn. E: iaso ui. , . "Dentro <ln angú,tin do homem moderno que procura ajustar-se espiritualmente num arca• bouço de ccnquistas técnicas, o jornolisUl opurece cem o elo de todas as classes, o cadinho de todas os emoçõce 1 liiOfrendo, ~oznndo, ,·ivendo o mina sensh-elmente o dromu, u glória, o infortúnio de seus dios. O jornalista tem <(UC ser o homem de suo êpoc,". ** A REGRA DE OURO D, PROFI Ao Assim, "o princípio regedor do comporta mento do jornalista provém de dentro do sun con!ciêncin, do chomnmento mesmo que ele tem i,ura o bem, da noção inala do que é mau e dcs nccess/irio. Por i so. n regra •lc ouro da profissão é que nado pode sobre lc'Dr••e, do julgamento, à c,,mciêacin do próprio jornalista". (Palavras de Roberto :'tlorinho. Diretor - Hcd~tor Chefe de O Globo. oo pronunciar a aula inaugural do cuno ele Jornalismo da Univcrsidutlc de Miou Cernis, cm 1959) l!çougue Vencedan de PAULO EUGENIO P. JACQUES Abate Duas Vezes ao Dia- Higiene Ó 1 1 m o -A t e n d I m e n t o Casa tle Carne 1' r a d i c i o n a I d a F r o n t e 1 r a ANTONIO JOÃO MT do SUL Terceiro Periorlo da Filosofia_ Gr~ga 1 Publicnçao ('uma Parte) ·To 1 sM10 O NEOP1,A • :,, O Neoplatonismo tem suas origens ·"" ~ft6·'cu. quando na Antiga Academia p!atone"· 4 1dia Espeuslpo e Xen6crates, fundem _ 1 plaWnlca do BE com pitagórica do UM. subordinando a 1" a 2,. , •• Entre Plutão e Plotlno, o malor vulto do neoplatonismo, há uma série de filósofos que e relacionam com divers4s correntes do pensamento. -a do Alexoodrlolsmo roOL('DO, com Plotlno -na síria com ,Jambllco - a qual pertencem Juliano, o postata o Hiptia de Alexandria . ; ,temlen!ie. com Proclo o dlscl· pulos Pluturco, Damasclo Slmplicto e -aos latinos, relaclonndnB com o estoicismo, com Calcidio, acróbto Boeclo. O Neoplatonismo m11nti,vfl luta ncesa contra o Crlst!arilsmo. mas, através dns obras de Agostinho e de Escofo Enogema até que, a corrente crlstoJ(ltl ca, canseguia Impor-«e. Na ldnde média, Influencia na ~ cademla Pl'l tônica de flo rença na filosofia natural, com Glordano Bruno e no Inatismo dnu Escola Cambridge. A E~coln de Alexandria, também cbamada de eclética e escola eoplato nica, tem em Amónio saca o eu ver dadeiro fundador, tendo sido Plotlno do qual falaremo,: mais adlunte eeu dlscl pulo, tando sido ,Jâmbllco quem e. trans portou para Alexandria. o neoplatonismo, como também fizeram levando-a para Atenae, Slrlano e Procles. A doutrina da Escola Filosófica de Alexandria, o neoplatonismo, deve multo a Escola .Judaica dRquela cidade, cujo ropresentante mais Ilustre é Fílon, o Judeu. Para encerrar estas pequenas con siderações a respeito passaremos a dizer algo eobre Plotlno e alguns de ses dlscl pulos. Foi Platino, Dltiural de Llcópolls no Egito. Em Roma fllndou es~ola onde pontificou até o Um de vida. teve dlscl puloe alem Porfírlo, o qual recomollou sua. filosofia em ses ''Enêndas", dividi das em nove tratado& cada uma Entre outros discíoulos de Plotlno destacam-se ,.,_méllo de 'Etrórla, o médi· co Eustóqulo, e o poeta Zótlco, bem eomo tumbem forum seus seguidores al guns senadores e pessoas Influentes da casa imperial romana. Sua doutrina como a de Platão e de Prelo, empreende uma arande espe- culação religiot>a final. º Tudo vem de Deus por gráus e tudo volta, por gráus a f:lfl -De Deus. é progressiva a descida dos sêree, em 3 graus: contida no UM -intelecto-filho e verbo do Um -Alma universal -Mundo Corpóreo está posuido pela Alma que não possui como coisa sua. A matéria é o mal absoluto, mas é ua ma~ér1a que se inicia o retorno. Na explaçao do pecado, a &)ma é purificada Para não tornar extensas estas notas, continuaremos com o astmnto neoplatonismo na próxima edição da Tr buna da Fronteira com Proclo, ,TfimbUco e Po_rfmo, terminando-o. Muito grato pe lo. leitura destas notas, àqueles que o [I- zeram. • Prof. Stumpr. CARCAÇA Tenta, tenta novamente., Quem o faz? Pira. Quem vê o inal vermelho! !l!;:;n. .. esta vida ninguén quer parar parn pe1uar • Vi, t', .• Muita gente morre em +a ber o que é is+o Morte. Todos (v Pra procurar OHIIJ tore ll. EFcut:i ..• Quem tem a bumba, Que mota 1eu8 pr6prioA fi. lho~. no 1uicldio, na lou cura de ganhar? Cala ... Todos, falam !em prn,or para& folar, Vai, Segue cm frente .. m e preocupar dos que pedem u,n rnào. umo milo. Pau a. Pueaom por cimo de ti, não é? Fica. Me•mo assim niío ouvirás o grito dnquelc irmilo qne te cboma. Vai Faz iso mas fica parado, de mentr, na máouinas pensa por ti. Não fula ... e colo de medo da noite que tem dentro de ,i próprio. Se cala de frio <111 morte, !t cola com medo do forte. 'ada mais do que máquin•• sem lubrificação, números.•· <lentro de um computador. Beatriz 'ant'Anna Coniog!.tom. --- 11$2 - ±=s -.:z = :: ' 57-7--3 #ia@i@ mobral Agrimensura Mato Grosso do Sul lile~icões de Terras em geral - para ralilicacão - desmembramenlos de área, loleamentos, nivelamentos, curvas de nlveis, ele. . Grande experiência no ratlio de topografitt e. ratificações serviços executados de acordo com as exigências do INCRA o unco escritório que conta com 2 (dois) agrimensores formadoe para g,1.:antir preuisil.o nos serviços executados. E lembre-se se nhores proprietários, na Agrlsul voce nl',o contrata intermediários NA AGRISUL É GARANTIA E PRECISÃO NÊLIO e AMAURI Rua Antonio João, 1011 - Bela Vista - MS. AGRISUL . (AGRl~:IENSURA MATO GROSSO DO SUL) Medições de fazendas para Ralilicacão, Desmembramentos de Áreas, Hivelamenlos Curvas de lliYeis ele. lá enlregue mais de BO servicos para Ratilicacões, emula smiços em parte do Brasil. Agrimensores Credenciados iunlo ao IIICRA: Nélio Diário Rua Antonio João, lOll qualquer. e Amauri Sona. Bela Vista MS n,!1 Vl1Ía MS 'I' --- _-[Ubuna_da_Frontal !t7s ---....;.;.:..::... _ !105 ,. Conheça Tratores IM a ova e .as. Nao existe progresso sem uma agricultura forte. •. • - A agric!Jlturasó é forte quando é mecanizada. para a sua lavoura e a melhor fonna de se obter ,; ~:'/• • 1 =~--.; • Mecaruzesualayoumcom Masscy Ferguson. o financiamento. f 1 • ,i?ij ]1~1~' _Dodesmat~mcnto àcplh7ita, a_m,úorc . Aproveite o crédito que toda a rede bancária .. • 1-as J)I mrus complctalinha de maqwnas e IIllplementos está lhe oferecendo. , '. ' .. '1 > l' agrícólas do Brasil. 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A Ordem Política está sujeita à Ordem Moral. A Igreja, llumlnud11 prla Fé, procura definir rom rrnmpre mulor clarez11 t1R exigências que lia ordem morul decorrem para orderu política. NóR. Pi1slores (;,acerdotea e bispo) lemos con&clênola de nuo estor mos exorbitando de nossa misso, quando l)!'Oolamarnos e11toa exlgllnolus e exorta mos os cristãos a assumirem sua função ospecíflcll na coostruçõ.o da soc1edaje de ucordo oom eot<is prlnclplos" (Documen- to da CNBB "Exigências crlstus de urna Ordem Política" nºs 4 e 5). POL1TIOA QUE AGRADA AO rovo, AGRADA A DEUS Mas o que é Polltlca? Podemos ver lres tipos àe pollllca: 1. Polltlca Certn ''Política cortn é o gosto que cadn candidato e cada eleitor tem de trabolbnr em benefício d0 município todo''. "Polill· ca certa" é n nrte de organizar bem o mun!ciplo. pnrn que todos se sintam com direito e vez. ''Politloa certa" é n vonta de e dlsposicil.o de servir aos outros com a única finalidade de ver todo mundo tellz! 2. Polltlca Partidária "Política Partidária" é ficar gam!!. do com o partido político assim como a tur;nu fica gumada com o Coríntinns, com o Vasco o o FInmengo. Ou senão ficar atrelado a uro político ou a um candidato como muitos se ntrelom a um Rtvellno ou Zlco, ou outro jogador. 3. Polílicu Polillcagem "Politicagem (: trabnlhar só para si mesmo, pra fazer nome' para ficar ca:la vez mais rico, para ter emprego rendoso, para parente,; e amigo& te,rem emprego, para viver vida mais folgada, pura ter ma Is cartaz juntos aos grandes. para proteger o grupo e a "p11.nelinha." Polltlcogem é fazer alguma coisa só de onde pode sair algum bP.nelil!io. Politica gem é i,6 ap1!recer e trnb 1lhar no tem p•> das elriçõPs. Politicagem é trahalhnr só onde há muitos eleitores. Politicagem é n!io se lu1portar com a pessoa huma na. Politicagem é ff.zer coisinha:; que aparecem e enfeitar o lugat e não cui dar da coisas mais importantes e útel11 à sa ú d e. e d u c 11 ç !l o e b e ru e s ta r d o povo, como por exemplo àgua, esgoto, escoln, calçamento de ruas trtl!!Eportes, estradus, etc." (Do Manual elo Eleitor - Arquidio cese de Vitória - ES) Estamos quase nas vésperas das elelções de 1 de novembro, quando ire mno voar para deper os nosos candl datos a Senadores e Deputados Federal o E~tudualr.. Votar lwm é muito impor tant cheio de consequências para o no,;i-;o povo. Pol&: Pelo voto: se escolhe quem foz as lei:; 8e escolhe quem administra se escolhe quem participa do Governo do Estado e do Pois. Estes e+colhidos ge forem bem es colhidos, podem oranlzar o Estudo do M foto Grosso <lo Sul. em vista do bem da população. Se for<'m mul eMcolbtdoa, podem por de•oncstldade, por covardln . por lncapacldudn l)U porque Psl!lo à ser- Faleceu «em_ suo Paul9, no dia 3 l,% ?{ viço de umn minorio abastadn, levar o] nhor Cl6vis _Marcelino de Oliveira. e pre'1 ; - Brel Vista. Deixa viúva n senhora An Tocha de povo n não resolver ou piorar seu> (91eira, filhos e milhares de amigos que choram problc,mo>1, e pior elo QUf' tuelo a. prrder 1 • ,ua morie Quando n• chrfia rio Excrutl n be n sua ltberdodl'. Um povo que vota bem lavistene, Clóvis Mlarelino empre recebeu u já está no caminho certo para fiar IMPRENSA com_um_««orriwo_no: lábios, remo mls livre melhorar e vida. quando e-ta IMPRENSA critica a sna Admini- MAS ... CO~IO VOTAR'? lr!lçan Homem bom, de (ndolc 1iurlfirn. ,emprc 1. Quando uma pessoa votu, ela está perdoou àqueles que ín1erpre1arnm. mal a suas dando n outro o direito de governar. Por itude. lotarlano, colaborador inca«ável dos isso mesmo é multo importante, p2n8ar movimentos cintos de Bela Vista, Cl6vis rce bH~lante, antes de r.olocar o número e o beu a última homenagem de centenas de pe+oa (J:n e do candldnt O na cédula Niío bns- De'."" o mn!'~lo ri~ matl-~rn, 1ngre..:1 no munclo n s(útil dn espiritualidade. Ele pode dizer: DEVER tu pensar uma vez. Vnmos dur a nutro CUMPRIDO. E nós. MOHREU U~I JUSTO. o poder decisivo rm relaçiio à socieda- de. Se esse poder ror bem usado, tud:> irã bem. Mas, se ele for mal aplicado? Três perigos levam facilmente a não votar bem: ) O MEDO: o medo de pereler o em prego, de snr perseguido. Não tenho medo: O voto é secreto e a lei protege você. b) O INTERESSE PESSOAL: dar seu ,oto a alguém que lbe prometeu empre go, favores. Não venda o seu voto. Vo to ó para o bE>m rte todos. c) A AMIZADE: Uma pessoa pode ser um m11.u político e lbe escrever nu:na carta: "conto com você, nmigo", "Ó para você votar nele. MAS... EI QUEM VOTAR? 2. Vole num candidato que demostrou ter qual!dades parn exercer um cargo político. que é serviço ao bem comum: QualidadPs de um bom cacdldato: 111 ter uma certa cultura: b 1 Ter senso prático c) S1ir um 11ervldor da comunidade d) Ser hooost-o no trabalho e) Ser preocupado com o bem co- Corumb, viam a um engajamento cada vn, m;1Jor, na luta por um evangeliza- çfío Jibrrusdora. Hrzemos Nossa Senhora Apare- cldn Paúroelra do Bru il, para que con liouÓ a proteger u ,;eu, e Os0, p0O bra &ilel:-o. Pelo Presbitério Diocesano Dor Onofre Andido Hosa bispo diocesanc mt1tn Educação e PolíUca O Presldente da Re. públiea sabe com quem pode contar. S. E:xn., scolh , i;em- pre, homens integro, In tligentes e competentes, É o caso do primelro o. vern3dor de Mato Gros. "º do Sul, Tlilrry Amo rim Costa. Com exceln- tr folhll do Hrrvfços à Nação, foi inrllcado pal'a n primeira magistratura do mais novo Estudo por ser um homem por ser frexlvel, em, no entan to, ser subservl<mte. Ser l t1fmpó tlco som 1rr 11ervll. Ser polftlco, 1H1m preci- sar <le votos pa rn entrar 1 naa suns nltos e honro J a s r u n e õ e l'I, ro a8 brigando para quo todeA votem no Partido cio Governo, para que assim ele possn ter base pra sunr:; grandes e boas I délas J plane)das e que nos do eperançn rle que MS no ,rnrá llu são mas sim um breve e gr,rnde realidade. Amorim Costa dando verdadeira aula de Poli• tlca em políticos e mul ta gente boa que tá en trado, na mPema, bA mui tos anos. Politlca, segun- do dPflnlçã o Rcademlca é: Arte ou Ciência de A· dmlnletrar. organizar, o rlentnr, guinar, etc Horry, fará tudo le to, podem crer. e já fez r, principal que é ter 11 simapntin do povn e esta é a melhor política ms mo não fazendo parte clara elo contesto dos dl clonárloe. O Governador Herry Amorim Costa, tá • iodo àd rua" petllr votos, "• ----··-·-···---··-··-··-------····-- também, dizer an povo o que pretende, como pretende e pr qua pretende trabalhar. E o povo iá gabfl que o alvo do Governador é, justa mente, este povo tão so· frldo e explorado que. quando ouve falar em po lítica, associa lorzo a po liticagem que é bem d ferer.te dn polillca acJme. definida e da política que faz o HOMEM QUE VEIO DO SUL substituir, na narte Sul de ML, Garcia Neto: que. lnfe!lzl'JleDte pa ra nossa regllio. bem pou co fez, exceto politiõB, cnm letra minúscula já que o povo foi lembrado, sómRote, como parte e não como o todo que é. e, portanto, o printfp:il objetive. Ivan do Nascimento s NOTA OE FALE<:nlF.!TO O Jornal Tribuno rio Frnntr-ira cumpre o doloroso dever de informtr n falrcirr.enlo do ex Prcfritn ,le Bela Vi•tn, F<"nhor Clovi• .larcelinn de 011'ein. ororri,lo. rii• :n pp. em 5ão Paulo. , família enlutada os nossos p+ame. NOT OF FALECDIENTO O Rotory Club de Bel Vista romunica o fnlecimtnln do ~ompanhriro Cl.,,i, Jlarcclino ele Oliveira. ororrido em Sfo Pnulo. -·--· ···--·-·· 0TA DF FALECIMENTO Familia. E,pMn e Filho•. ele Clovis Mr cdino d..- Oli, rira, comunicam o ,eu falecimento ocorrido, ,!io 31 pp, em São Paulo. NOTA nE FALECIMENTO O Dr. Fiori :!urano, Prr•idrntr do Dire tório "lunicipal 1la ARENA. romunica o faleci menlo do ex prefeito ,J,. Bela Vi,tn, senhor Clo vis Marcelino de Oliveira, ocorrido dia 31. em ilo Paulo. NOTA l"IE FALECI-..ENTO A Câmara iluniripal de Bela Vista cum PT o doloroso der de informar o falecimento «do_ex Prefeito Municipal Clovis Marcelino de Oliveira, ocorrido dta 31 pp, em ao Paulo. f) Saber sentir o problema do novo - ·•-··-- _ _ ···-···-·-· ··-·- g! Ter capacidade admlnistrÍllivo NOTA DE FALECIIENTO E hnm esclarecer que a Igreja n!io . O Hospital So Vicente de Paula, comu- t dld t • 'd "'':'1. '! falec1m<en10_ do senhor C:lovis Mucelino de em cnn :l o. e DUO COUVI a n ninguém Oh,e,ro, ,,.u Pre,idr-ntc, ocorrido em São Paulo. a votar em rl<'ltermlnado candidato. -- .. -·--- .. ·-··- --- .. ·-···--·----- " Todos os brafc'lleiros. de ambos NOT_A DE FALECDIENTO ---- os sexo3, com 18 anos de idade, têm o O Movimento Familiar Cristão e O Movi- dever de votar. Esse dever é grave. mento Cursilhista comunicam o falecimento do A pior coisa que se oossn Inzer irmao Clov,s Mnrcelino de Oliveira, ocorrido e com o voto é vendê-lo; a trôca de f1tvo- ilo Poulo. m reo, promessas, dinheiro " ( D. Bonifácio Arcebispo de Cuiabá). E,itas orientacões dos Pastores da Igroja Particular quo está na Diocese de ma lliJ lliJ 1Fl?Jill!IDWJ1f®$: 1 nsc. Estadual 13063157 /4 - CGCMF 03334612000109 End.Tels «FAZENDEIROS, Veterinários' 322$$11$, 32yDz$_ gel jj;@gjj 4 . rei ã jorí ã/iGPi "VI+V } 2)Z3D%5 )1V3) VETERINÁRIOS: Vncmos, Sal Mineral, Sôro Anti Ofídico Antihºót" . CR~1/n.º 0516 AGRlCOLAS: JnsetlcidM; (Folidol, LAVC, Endrex) HerbÍcidas· (T 1 ~f9• Antipart:.8!tárlo3 Inoculante ' re ao, Basagrun e Sencúr Tordon 101 e SecafLx) _ SEMENTES: (Arroz, Soja, Milho "Cargil") SEMENTES DE PASTO· 'Coloni- J . RAÇAO CRAGIL: (para Aves, Bovinos, Suiuos, o Eqüinos) Pulnrizadcrcs JACTO R~pesentoªº adrugua. Braquiárla e Gordura) ~ECADORES D' INDREA nte os ADUBOS IPIRANGA B I "Orientação de V eteriuários: Gratuita'' ,, maior linha de produtos agricolcrs e . . . a anças AÇORES h .· vetennanos da Fronteira Av. Marec ai Floriano, 579 lelefones~ 4131 .. 21934; -1838 r Ponta Porã - MT ----- ( ....... B.117$ Eatado d Mato Grosso? Comarcn do Bela Vta -- Cartórlo do 2' O1lclo rAR4 HOTIFICAÇAO E CONHECIMENTO DE l- o e é. al 1 EDITAL j O Dr. O.cvrslflo R11mn,nzlnl. .J11J1, <lo pITlto do Bel VItn. E«tndo do Mnto $ Grosso, na forma dn lel, ate .. + Fz Snber n todo« qunnt0« o pre. ent EDITAI, virem ou dal conheci mento t[verem quo por ate Jlzo e Cnrtórlo do 2° Olfolo tramllit 011 Auto11 de RP.vor!nçflo rio MAnrlntn do ter se gulnto: Fxmo Sr. Dr. ,Tuf1, dr Direito da omrena de Beln VI«tn-MT, Dlz Epomlrn da Crnz, brruill<>lm. ,wlt. oomArcl,rnte, re«ldente e domlr.lllncln em Cnmpn Ornn de-MT., por r,eu bnRlnnte procurnclor. ln- Ira - llll~lnndo ( rlno .. T.), qne oulnrgnu !l José Mnrque, brnallelro, cnndo. comer ol~nte, rPslrlP.nto a ,lomlclllnrlo em r.nm- po Ornnde-MT., n nrncurnclin lnvrnd11 no livro n~ 37. fü. 129 do Tnbrlflin do 2º 0llolo, em 31 de ,lnnho de 1074, eom porleres gernlR e ilimltndos pnrn ndmi nlslrnr ~eus bens móveis A lmóvelll, dlnhPlro. movlmPnl>1r contns b11ncârln11. constituir advoQ'nrlris, outorgn!lo podP.rAB da ohu'umln ndjuditi pura com n foro em geral, podendo indnu trnnsiir. dis cordar, assinar comoromlRsoq. rer.P.bPr A dar quitação, rler;letlr "' euhstRbPleoer com reRervns os podAre11 ontnrgndoe, como se vê do Incluso Instrumento. Acnn teee que não mnle co!lvóm n pPllolnnfl. rla mant2r em vigor " ref6rlrla procurl çio pelo que <leeejo. revngn-la. Permite o nrt .1. 316, nº 1. do Córllgo Civil no manrlante e, revogaclio do mnnrlnlo em qualquer tempo. Exige n nrt. 1. :118 do mesmo Código que se notifique dn revo l!llCiio ao mo nrlntàrio e 11 ns tPrChiroi::. Jo!lo Lc.iz Alv11s (C'orl. Clv. Anotndo). esclarece lnterpretudo tais dísposltivos dP lei: "Em relação no mnndatirin, R. revogação produz ef Pito PIR q11e lhe é not!f!cad0 ... Como, porém. se deve dar conhecimento da revogcão nos terceiros No mandato pura tratar cm pesons 4 lodeterrolnadns, o costume é o a.viso, pela Imprensa, de que o mandato fol revogo.do. Este a viso, porém, niío tem valor jul'Ídico algum. Será mais segura cuutelo. a intimação. por edital, publica do pel'l imprensa. em virtude de ordem judicial. ,..._ vista do exposto: Requer a V. Exu., com fundamento no nrt. 73 do Código de processo Civil, se digne: a) ~irndar notificar o !-Uplicado de que hcam. para os efeitos revogados os po deres dll. menciona d:-. procuração que lhe foi outorgada; b) mandar averbar no lino do respectivo tabelião R. revogn- çl!.o, intímanilo-se a e~te a não mais fornecer certidões da referida orocun• ção ou, se o fizer, que das eertidões que extrair fique constado a a verbaçiío da tevogação, c} madur que se expeçam editais pura ciência de terceiros. Assim, D. e A. esta com os inclusos documen tos, feita e certl!lc11da a no,ir!ce.çiío, publicados oR editais, seja o pr~cess11.do entregue a peticlonária sem Iicar trans lado em cartório. P. Deferimento. Bela Vista, 27 Junho 197 (a) Dr. Ivan Afonso da Costa Maroues. DE PACHO fls. 11. J Exptçam-se editais cowo requerido as fls 8. l B. Vista, 13. 10. 78 (a) Dr. Osval- do Ramanzinl. E, part1 que não se ale- TE GEi OS ,... uo inorncla, [ol expedido no presente Erlltnl que erá afixado no Fornum locnl no lunar de costume e pbllcada do acordo com a lei. Dado as·ado nesta cldn<le Bnla Vil!ta, Estnrlo do Mato Gro11-. so, nc>s vinte e clnc? dlns do mes rio outubro rlo ano de mil novecentos o srtenta e oito. Eu. Florinda B nites Es crlv!l 11ubslf! do 2° O!lclo, dalllogrníel, e nsslno. Dr. Üllvnldo Rumanzlnl Juiz de Direito Como viver com uma doença fatal L Fnle rnhre ft doença. Se for citncer, chnme·n 1 de c:incer, Você nno poderÁ (orMr o vidn novo mcntt> normal teotnndo ceconrler o qut1 eetá errado 2. Aceite a morte como parte da vldn; ela o é. 3. Coneldero cada dia como outro dia de vld&, como um dom de Deus pnr oer aproveitado o mnis intensamente poseivel. Convenç1t .se de q1rn a vida nunca será perfeita; não o nu antes, e não o será agora. 5. Reze, se desejar. Não é um Rlaal de fraquezn; é a suo. força. 6. Aprenda n viver cnm ,uo doença, em ver de pensar que está morrendo por causa dela. Todos estamo, morrendo de oli:umo f,>rma. 7. Deixe seus amlgog e pnron!es à von tade. e n3o qul•er pieclncle, nilo a peço. 8. Tome tod~• as provi<lêncin• pnrn íuncrnl, l~~ tarnento, rtc .. e crrtifique • se de que sua familia os comprrendeu hem. 9. E,tnhcleço novo, objetivo,; reconhrça 1110s li mitações, ls vezes, as coisas simples da vida se tornom as mais agradeis lCl. Discuta seu problema cem n fnmHiu inclu,ive os filhos ,e for posshel. A final de contn, o pro, blema nà9 é ,6 seu. de Clínica Especializada de Fraturas. Doenças Ocas e Hecuperac:ão . . 1 . .• , ,p, '{e, i)3ri1 ttlá, Iram'ia, fesm''sjz, li to:t, li [is a, ns»s (e!nrpa, ['aai, I's'raia, Izupz. Dr. José Lauro Espindola Sane. s C R M! t T - 770 MElBllO Di (Jt.,Ji..:D Dl~ LATI"A . venida Brasil, 170 'onta_Par- S. te Sério llani Apartamento com ar condicionado. quarto veiltilador, ambiente familiar .refeiçõe:; fartas OIEL FLUI IS! 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Pt·o.::ure-no, e faça uma vi~ito. sem compromisso. 0ração a0 Espirito Rua Alcebiades B. da (unha 319 .. Bela Vista MS 1 F.•pfrito Santo , ocê que me esclarece tudo que ilumi na todos os caminhos para que eu atinja o meu ideal, você que me <l:, o dom rlivino de per doar e c,qneccr o mui que me• {azrrn, e <(UC tudo, O! Ín.15 ... tantes de minha vida está co migo u quero neste curto dií logo, agradecer-lhe por tudo e confirmar mais uma vez, que eu nunca quero me separar de ,·oct! por nrniPr <JUC ~eja. t1 :iu,tào rnnterinl não Ferá o ,nr. nimo da ,·ontade que sinlo de um dia e,tar com ,o<'ê e todo& o« meus irmãos na glória Perpétua. Obrigada mais uma vez(a pessoa deverá fazer eta or:u;ào 3 di:u seguido, sew fozer o pedido. Uentro de 3 dias será alcançada a graça, por maia diflcil que cja) pu blicar a-sim que receber a graça. ML. E. V. P. Preço deste Exemplar CrS 4,00 Sementes Selecionadas Arroz - Soja - Trigo - Sorgo e Adubos· Fertilizantes Ipiraoga llllho - Brachlaria - Coloniiio Jnguaril Sacarias - Óleos Lubr!Iicantes - Sn.l - Arame - Tudo para ,ua Lavoura e Pecuária MllTRIZ - B f IUlil DE JllRDIM 60, KM 2 - BELA WISTI - MI. üY. DUQUE DE CIXIIIS, 857 10 LDDO O CO$Jtfl ' ___ ____,------~ -- MS.--- 'Tribuna da Fron!UE - HEIMftR OE BftRROS EO:iO:'í COSTA CODIBHA Seu nome figura entra 011 conver• tidos ao crlsl1nnlsroo do lléculo xx. É l- o az e coocórdla, onde oío tudo rleatro e fora do País, entre Cnar- Ser rotariano 100% não é tcn, ideal%%,"«soais, poiiicos o racluls, l<'B l~éguy, Edllh Steln. Paul Cluudel, 1 nece.i:sltu que o cidadão tenba grande ~aja 2i ~ d~ferença~ s<'cials, ondo o ~ro, Gabrlél Marcel, Thoms Merton., G. K. dose de boa vontade, urbanidade, des- ueF" q um seja o problema do todo8, Cheeterton e tnntot1 outros homens que prendimeoto compreeo~ao, re1<ponnabill• blema ld ul de servir seja a meta prln- assumlram ,1 i-ua fé Integralmente. Para dada e prctúndo senso de trai@ridade. 099$ %,, " da cidadão. fato 6 dlflcil, por- n presentá-lo bnstna dizer; 5 nnor, três fl- Ser roturlauo, de fato, nao é sô- clpa 6 e cu 8 humauoA ainda i.omos lhos e "duas tuberculoses". mente comparecer às reuniões do clulie, que u R, ªf:t~i; e pomo/ cm primeiro Aos 27 nnos foi convidado para pagar em dia suus obrJguçoeH e U 61tr O multo ego óprlos problerna11, uão um ratlro espiritual da Jgreju, onde pa&• distintivo de Rotary, é fodo Isso e muito planr nos1os d~r 08 problemut1 albelor; sou tréi1 dlus Jutrrn<!o, contra DeuR. mais; deve, ainda, estar imbuído do es• nos mporu~fumot1 a máxima " dar de si Quando fultavam cinco boru11 para en- pírito rolfirto, compreeod1:r D fundo a ai nd a ",,, em sl" considerando a doce cerrar º relll'o um sacerdotfl lançou-lhe ee:sênclu da fllosofla de Rotury, exercer I s~r pe~ . tes pensamo.B primeiro CID um desafio: "Vá para n capela dizer tu- o companheirismo no ó no clube como qu meraó ~n moe daquilo qus noa 11ob11j11. do dlaute do saorárlo".Ele foi. Depois também cm público, demonstrar com- nós 8 8 u t to ara começar o pro de algum tempo, Iniciava-se o recebl preensão dos problemas da comunidade o te"jiites vos vontade mente; e o hatlsmo pelo Esplrito Santo. m atos, procurar ajudar seu semelhan- blernn "p,," a iesreacato. Pro- Calu em pronto por várias horas. to em momentos dlf1cels. 8 de um P nossa natureza ogoista Buscou Deus agredindo, maB teve O rotariano tom que ler muito so- cure!nOS doml~~~idal'ledade começando oorngem de buscl..·lo. Foi ao seu encontro bre Rotary e procurar istmilar aquilo e exer"}F l be e acabando fora e recebeu a graça da conversão. que Paul Horrls lde11lizúu e quis _trans• dentro e ln1Jst"o c u certeza de doml· Trabalhou cam televieão como pro• mitlr à humanidade: religar na~oe1 e dele 8 ass m emos ª r tar!ano tutor de programas, ais entregou ao ovos através dos clubes rói4rios, 7ans- mar a dl{","% },,R?'j'{ ít 440) apostolado, no seu ambiente. Foi dlspen· formando o mundo em um mundo de (Boi. do • • e 0 • eado de estações da TV, por não se omitir na menagom cristü e n!i.o 110 ven· der a interossos comeretis. Após a conversão (janeiro de 1971}, passou a estudar, profundamente, tudo o que se referia Igreja de Pedrn e de carne. Encontrou o espirlto da revelação e dai para a fronte, nfio parou mais. Saiu evangellze.ndo e animando comunidades, pelo 9rasll lodo e até no exterior. De dlcuu-se, som escolher hora ou local, de Roraima ao Rio G r 11 n d e do Sul t 11 1 a n d o no Distrito F o d e r a l e nas margens de longloquoa rios. Sempre com sua palavra ora calma, ora agressiva, tentando acordar os Ir mãos. Por essas atividades lol chamado de "O Microfone de Deus", segulnrlo as pe· gadas de Silo Paulo em pleno 11écul;; xx. Crlllcudo por alguns, reconhecido por outros, segue sem e envolver com elogios fàcPis ou ofensas vazias. É cria- dor da Fundnçlío M.E·A.C.-~!issionàrlos para a Evungellzaçllo e Animação de Comunidades-que grega leigos casados que dtdlcam U!õ 2,1 ll<'rn do dia à pre• gaçilo cristã. A diferença entre teimar de Barres ' e os pensadoreF :le sua (',poca é que a maioria prefere falar primeiro ao com çllo, enquunto et> ruia à con ciência. Outru diferanço esté em seu extra ordinário poder de síoteiae qu~ o acom panhu em prosu e ver o. (do livro: O Peregrino DE Maldito) DIFi ll ARTE ROTARIINO ER Congresso Mundial de· Médicos 1 Católicos l Venha vê lo ao vivo dia 8 de No vembro às 20 horus, uo Grêmio Pedro Ru[loo Tema: Minha Conversão Diante do mundo. Fuvor nio trazer crianças - Entrada s6 paro. maiores de 14 anos. Entrada tranca. #iqM 9E ARAR9Z PELIST de Sergio L Zanardo Beneficiamento de arroz - compra e venda de cereais - qualidade - eficiência • atendemos toda a região. 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Certamente, qm, os pronunclamento11 eltos pelo general Figueiredo, que peln sua trndlçlo como oficial de ca vahirla à : ~ quu é, tendo, por conseguinte g r anda allnldade com o setor, silo levados t:Jffi cousldernollo e 8p e c Ia I. notada monte numa época em que, de forma mais ab oluta, voltam-se os atenções no pe nas do País e de todo o mundo, para s potencialidades brasileiras para a produ ção do11 alirnentoi; que se torno m cada vez muls escassos no mundo hodierno, numa comprovação de que n t e o r ! a Malthusian é de fato urna triste reali dade válida. Quando o País se defronta oom déf!clts ca da vez maiores em sua Balança de Paga mentos e quando os gêneros de primeira necessidade alcançam preQus ~u já fo- " gem ao alcance de muitas bolsas, é indis cutível a necessidade de agilizar se o selo, e propiciar novos horizontes pum a agro pecuária nacional. Os fatos passam a encontrar maior peso ao saber-se que, apesar de toda a 1 dlvulgncllo em contrário, há uma t.lurên- 1 • • 1:iR e n o r m o de gado para a bote em Mato Grosso, fato este ocorrendo em 3 virtude de problemas havido no setor que li,varam os pecuo.rlstas a entregarem uas matrizes pura o abate a fim de • fazerem frente aos compromissos finun ceiros que haviam contraido, do que re ulta uma não renovaçllo dos rebanhos e a consequente falta de gado para aba- ,. te estando sendo abatidos até mesmo Hovllhos que caso a crise não estivesse Implantada, pode.r:um permilneoer mais uma temporada nos pastoi;, 11dquirindo maior peso e tendo um valor cumeroial , mais adequado. A abertura de novas fronteiras agrícolas lambem exige uma ação mais efetiva do governo, a fim de que o agri cultor possa ter efetivamente a justa re compensa de seu trabalho. • Os fatores existentes e Rs decla tuções taxativas feitas pelo general Fi ueredo, com sua homologação, trazem uovae esperanças para u agropecuária acional qe observa com expectativa e ansiedlds o cumprimento real do que fora dito durante a campanha eleitoral: l>tloridade absoluta para o setor agro Pecuário. Prazm os céus seja isto rea- _,, lidade! IIHDICA_DOR PROFISS I OH A L Dr . ..Joelson M. Peixoto -Advogadn- Causas CIvls e Criminals Rua Lo da Maio S/N -- Jardln - MIs Dr. Ivan Af nnsu da Costa 1arpes ADVOCACIA EM GERAL Huo Voluntário, da Pátria, 376 Fone 2I0 Bela Vista Mato Grosso Sul R. FIO!II MURO -MÉDlCO Consultório 7 às 11 hs 16 às 19 horas «IPEMAT e INPS» Posto de Saúde e Funrural 12 às 15 hs Dr. José fttanasio Neto Advogado Causas Civis, criminais, Comerciais. In ventario@ e Partilhas, Regul11rizaç6es de Terras Junto ao Incra Etc. Av. Duque de Caxias. .o 788, Jardim - Mt. Fazeada 2 de Ouro .JUia Lopes da La:guna Mt, Dr. Olavo Monteiro Mascarenhas ADVOGADO OAB/ T 1615 Causas ivie e Criminais Rua Antonio João, 842 Bela Vista lIato Grosso 'ul Dr. Deodato de Oliveira Bueno Advogado Escritório: Rua 7 de Setembro, 230 Fone, 43-1062 Residência: Rua Coronel Camisão, 54 Pone, 431-1.116 Ponta Porã Mato Grosso do Sul Ricardo Brandão ADVOGADO Av. Brasil, 1595:. Caixa Postal 355 Tel. Cod. (067), 431-1470 (Escr.), 431-1646 (Residência) Fonia Forã Maio Grosso do Sul Dr. Pe<lro Jo:-:é Palrnieri e Dr. Ary Escobar Ribeiro Advocacia crn Geral ftua 15 de Novombro 17 BELA VTSTA MATO mwsso DO SUL Dr. Laucídi Valdez de Barros c:rurgHlo DcotioLa CRO -- 5567 M. Cllnlca de Crianças o adultos - Ralo X Atende-se com hora marcada Conu!tório Ar. Duque de Carias, 500 (Ao Lado do Banco Dr. Késio Loureiro Pinheiro ADVOGADO- Rua 16 de Novembro S/N Bola Vista Mato Grosso do Sul Rua 26 de Agosto, 384 -- Sala 24 Fone 4-0650 Campo Grande MS Cícero (Gonçalves Costa. Médico Oculista Oftalmologista Rua üntonio João n.o 7 53 Bela Vista Mt Sul = Milton Loureir Filo - 1 1 Rua Ary C de Oliveira, 262 Cep 79240 Jardim Mato Grosso Sul Ord m d .. mérit de Mato Grosso para o Ciener I Oilermando Monteiro Cutab4 - (SEDIMAT) Em recouhecitento pe los elevados serviços prestadas ao Estado do Mato Grosso, o Gov rno estadual interpretando sentimento de toda a re glão Centro - Oeste e Amazônica c.:onfedu no General de Exército Di lermando Gomes Montei ro, Comaodooto do II Exército, sediado em Siío Paulo, condecornç/lo da Ordem do Mérito Ma to Grosso, no grau de Grã Cruz. A alta honrarla ma togrossenae foi conforldn no S a I ü o Nobre do Palàclo Pulaguás, com pronunciamento do Desembargador Domin gos Suvio Brandão Lima Chanceler da ordem Ma to Grosso saudando o General Dilermando Monteiro. A condecora ção se compõe de faixa com medaihf!, placa, passadeira para unifor me e roseta para vestl mer.ta paisana. Nossa Senhora da Esperança A Catodrnl de Sal- vador, na Bahia, conta com mais uma Imagem de nossa senhora, em um de seus artísticos al tares lateraie. Trata-se de Nossa Senhora da Es perança, cópia fiel em gesso da imagem que veio na nau-capitúnea Residência: A v. Brasil 2355 - Fone 383 da esquadra de Pedro alvares Cabra! ao desco Mato Grosso do Sul brlr o Brasil, em abril de 1500. ·merta do Coosul de Portu gal aos católicos da Ba hia, a imagem possui traços acentuadamente medievais. O Menino Je sus nos braços da San tisslma Virgem alimenta com um cacho de uvas uma singela pombo. que está pousada sobre o braço de Nossa Senhora Escritório: Avenida asil, II - Fala Porá II$ (Agencia Boa Imprensa ABÍ). Modesto Luiz Rojas Soto Escritório: Ponta Porii Advogado Av: Brasil, 2770 Dr. M. dos S;ntos Advoyado E m a 1cZ 40 Anos de Bons Servicos ) Financial o anco que conhece oossa Iara Tem para o cliente exigente uma linha -completa de lfnilnclamentos, procure o Financial ele tem a solução para atender todas ns necessidades de sua empre,a. 90 lNYc)a O 2±M)A é : O 7ZM220 y02 QU229 $3 13223211° Financial Agências em todo Território Nacional D VISTI Delegado José Loureiro A rrcupcrnçiio do homem, grande meta duo prl,iíes no mundo Inteiro, tem sido menelonud11 no Brnsll em copiosos discursos de político, jurista e nté dP qeerl!ló.rlns db Justlçn. Dn teoria à prõ- 1lcn a dlsti.nclu pode R<'r Jm11asn. é o euso rle !3t•l,: Vi-ta. Mais d urna vez te mm; dito, que <:6oonder umR feriria nllc contribui para u su cicatrização. É mts sao do jornal mostrar os mazelas para que el11s sejnm s1tnadus por quem de d! relto. A situação da C'ndria Pública de Bc,Ju Vista niio está t,implesmente <.'11!11- mitos, esta Vergonhosa. A tenta contrn os sugrucos direitos do ser humano, pu receadQ mu1s uw gallohrlro do que urna cnd~iu. i:úblicc1. A tmpren611 responsà.vel cumpre o devei· de informar ns autorl· dndt•f; BP falllus gritantes d1:, dPtermln11- dos órgão públicos mantidos com o di nheiro do povo e que devem servir ao povo. Nenhumn providência real foi to mada pela 8ecrelnria de , eguran~a Pú blica a reopelto da t1ltun~ão c11lnmltosa do nossa. cadr.la, o joranl, a Cllmnra. 0 Rotary, por diverns vezes, solicitaram provldPnclns no senhor Secretário d!I Se gurança, aüo só n respeito dn Cadela mas doe llomeas que respondem pelo se: guranca em no11sa cidade, e nté agora a resposta foi o sIlêne1o. Vista parcial da Cadeia ~ '··..::-. ' . . , .. . ". . :-·,.._ ';. .. - • ..e. Rotary CIub, devido as intempérie, ja não serve para nada. Falta ·gua. Iuz. telef,,nP, <-nfim. !'alta ludc. Sérn 111·1Iern.:l ele expl'riiPnt", uleoílcndo umJ vaatu rP· ,ríiiu o dcit:rY11r11 de Poilclfl .Jo'ié Lnurrl- ....,, 1 r-:, " .. ro, está fazendo mil:gos. Scpnor Gov?r- n<1tJc,:· do B,tntlo, a catlt'ill pública de I3elu Vtstu est desabando, os +eus fun clunárloi. aào p0t;-uem ;,s mínima'> coudl• çõ·s de trabalho. A cota de gasolina é í11RuficlP1Jte pai a alendn ui. casos na zoua urb,rna, quanto m!ll!! p11ra atender a imnen-a rvgi+o rural, 'eh r Governa d»r, a cadeia de Bela Vistu é uma ver o«ha, é um espinho eucrav do na ulmu dos homens de boa vontade O delegado qu1111rJo c·fl•tua prl·ÕPR, é obrlgu.Jo u enviar os pr,,,:;o, pira .Jnrd!m, l' Bel 1 '✓lsla, uir1- dn, sente o dramu de não po➔•-uir 1H:gu r11nça. pois o efettso policial chega u ser uma pl•1da. tre~ soldados, um sargento e dolt! Investigadores pern atender a quase 20 000 pesoas. Absurdo elos absurdos. RP-PEílC'U'iSAO Caso chegasse à Bela Vista umna Comissão da ONU,pura checar "In loco", o situação curcl'tllriu, 111 s6u cfcladc rnc rt>ceria munchetes internacionuis. As cefos i;ão cu~ículos, que nté l)i; r.nchor ros rejeitariem. Ratos, arnr.hr.s, rurrce goA. C:esflinm tranqulln:nente tluruute u noite. O povo de Bt-'ih Vi~to, que paga impr.sto8, ~UP colc.b,lra para o desenvol vimento do Paí!l não pl.'dc,EXIGE provi dencias dus nu to ri c1 artes líg 1rlns ao setor. Caso no,so npélo não surta ef PI to, rogamos uo Deus dos abandonados. clot: desgraçados, daqueles que por pro blernetl originados por nós mesmoR, per manecrm à n::argern da socierlade. O rllnbeiro urrecndado pelo FUNRESEG deveria servir para Pqulpar a nossa po licia, para Isso fui crin.do. E para onde vai o diollelro urrecodudo Pm Bela Vis ta? Pura onde vai? ;. O efetivo policial de Bela Vista 1~ ST. LÇÕLS As instulaçõ ·s do prédio onde fun ciona a c,,d i • (cacl, ia?J .:àu p, ecárins, rucht1duru,- na, p-11·e<le~. buruc,,s uo teto vigas polll'E'!l e fl/Uf'llÇUIIUO d via dos que lá fo> eo,·cntram; qu~n::lo chove cs uncionários são obrigados a mudar os móveis (inóveb'!J d,• uni lugar paru ou tro buscando protegr as coisas públicu11. O hanhelro que foi e o n s t r u 1 d 0 a t r II v é t, dc uma cumpanlla p&lo P o senhor g,)Vernador do Estll do, o t1l'nhor Sl'cretárlc de Sf'gurnnca Püblie, ou algum deputado da região, P qut> p et .. ode novu mt>n:e captar vo tos em Hela 'lst·1, 6e digne a olllnr com carmho o nosso problenlil, /:> uecesssrio de imedi ,to, as seguintes !)rovidênri11~: 1) Ref0rmu lotu I do orédio .!) , umentur o número de funcionários burocráticos 3) Aur.1e11tar o e[eth·o d& Polícia ;lili- tur 4) Providenciar armarn:.>ntoi-: e munições ) Ref rmr as viaturas li) Aumentar a cot!l de gasclina : . ,-,,..,., .,__ ..,.. ,_ l ·: ~-~~----''------------ 7) Verba para adquirir cama,. col ch?es, lençóis. etc, pois atualmente, no existe nada. ' MEt AGEilI N5CES544F cc I Pt>rc_lval de ouza, º grande re- ,, !Ç J) P~rter pc.hclal, em seu livro, A Prii;üo íl n {ô_) /?.. (e t_íl li le (( àlZ O seguinte: 1 U if E iV U C ) os velhor-: e cruéi!' conreitos se- gundo os quais a; prisões servem para castigar e tortuur os que se aras taram do camiuho da lei, ainda parecem gozar de prePt~gt? entre nós. As novas concepções do Direito Penal desea volvidas ew ou tros pa1se_s du mundo, encaram as pri~ões quando _aao contestam sua existência e sua validade como um meio de recupe rar mornlmEOte o preso, hab11itaodo-o para a vida em sociedade, canalizando a sua agressividade e transformando em força de trahalho útil i.aua energia "As s11n aó, eutendcmos a prisão. Par~ re: cuµerar. Atendendo O novo e do os m 1 1 ,. recuperan- arg nn,tzauos, mas para isto é d p~eclso dQ•H: o policia tenl.!a ~ondições Igaas e trabalho o .- . Cill Bela Vista. • que nao existe O Teto da Cadeia íl ,, t>d 1 E 1 - l o <4 V - o -J al a--,:::, ~ ~ a.. l ·c <( a l ll::Y - O UJ o o 4 ~ Preço deste Exemplar Cr$ 4,00 A PEDIDO Paro Deputado Federal Escreva· . 208 ou SCHIMIDT Ca CI da, Joc P, d b! de mlt Pi com Pedro e com / I ---------~Povo ____ _....l 1 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº306_22_10_1978 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº308_14_11_1978 Voltar para a lista de itens