TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº311_20_12_1978 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº311_20_12_1978Número da edição311Data de publicação20 de dezembro de 1978Número de páginas12GeoCoordenada -22.11426876302113 , -56.5252413062353 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº311_20_12_1978 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto Comunicado Dr. Sergio Roberto Pe rendi comunica à sua distinta lreguealn que estará ausento no perio do do 20 do dezombro até 15 de janeiro de i9. [Reli RejoiRve.D Ejzja, -,,, rT 1 MJl. Em ' "h "T i "iv ire @e ! r Carta ao Leitor 1 O autor do lnsuperAvel "O Des portnr dos Mágicos", JncqueR Berglor, slntE'tlzou d e r o r m n explendlda o novo homem, produto do terceiro ml lenlo... 'devn ser cósmico, receptivo s ldél2s novas, teltrloo e, acima de tudo, grnndloso ao ponto ele mesclar em si o eanto l' o divino. Este será o protótipo do "terrano" da era de Aquário. Na é poca atual, os esplrltos. abertoR como pará quedas, no raciocino m ern termos de nações ou de linguas, agem e pen sam em termos Terra. sua llngua é a mefodla das esferas. Ma11 no ''Circo do Desespero", como o disse Adlio Dan tas, na roda viva da vidn, ainda se morre de fome, aindu impera o ódio &Inda reina a tutn. de classes. ' Nossa eerço, a geração do após bomha, recebeu a missão de prt!pamr o oamlnho, da upornr as crestas e de for jar o principio da nova filosofia. Ao que tudo lndloa, um papel de destaque estA reservo do ao frasll. 110 despertar do gigante adormecido O Ho mem. pois aqui se mesclnm todas as emoções e o brasileiro. graças a Deus, age e pensa com o coração. Somos um povo de indole boa, de formação huma nista e nlio n()s atemoriza o amanhã, pois a esperança sempre fot a molo mestra de nossa flloscfia ~o "bem viver" Mas, nem só de esperança vive o ho mem, Precisamo!< [íncnr ., • pés no chil o, olhar as estrelat- !lim, m1.s nunca eeque cer que para atingi-Ias é peciso Ação. Vivemos uma época de ~1 lse, mas a malor dela3, é crise de Horens, homens na acepção máxima da palnvn que enac rem a vida como mlsRão e uturm de maneira Permanente na com truçüo do mundo preconizado pelos profetas, o mundo de amor, de paz. Há multa:ã ri quezas nas mos de uns pou_cos, há multa pobreza, ou melhor, 1 m p e r a a miséria na maior parte do mun do. Essa diferença brutal ê provocada pela ambição desmedlua e pela vaidade tolo. que provoca o gosto pelo supérfluo. Não acredito nos cristãos piegas e muito lllcanos no politico que prega justiça so olal e possui mansões e carros nas gargen. Neste Natal, leitor amigo, faca um exame, u m a introspec- c o d o q u e f e z, o o m o fez, para sanar, não os problemas do mundo, mas o8 problemas de sua casa, de sua coruunidode. Da re1;posta de penderll. o veredito: Estou Vivendo ou estou passando pela vida. Procure enten der o que representa passar pela vidn e '+'ivei:-. N!io ncreditn no homem que pro cura deixar "rlquezns materiais" como herança a seus f!lh'le, a maior riqueza que um pai pode óeixar ao seu filho, é o exemplo é a formação, é a luz que i lutnlnará caminhos. Maior exen,plo nãt1 hé. de um oal. o maior de Todos. o Pai lfa Humanidade, o Messias que encarnou em si toda 11 grandeza e sintetizou toda l 'Jirtude, o Cristo, o Meigo Rabi, que deixou aos seus filhos E permanece até boie a herança da eternidade. o caminho do Tro.n.o, onde habita a luz imortal e onde todos convergirão um dia parn o ••u ma.for encontro, o encontro com a Pt6pria consclencia. 0· do -O e a 8 bl· to 1- 1a O- e pre po seD 31ma u" 1). Jes l, do (l ci@ Ru- 1 0 ,0 o om a- erra dua° cen tl em 00 O Departamento Promoelonnl do o Tribuna da Fronteira, oomo o faz todos os anos, após a purada pesquiso pública, esoolhl'u as pnsonall dades que mais se destacaram, no corrente ano nos diverso ramos de n!tidades. So pessoas ou firmas que trobalhurnrJ visando o progresso, o bem estar e a harmo't du com unida do bela vlstense. São pessoas e empresas, que procuram aprimorar, desenvolver e expandir os seus em preendimentos. Enviamos a cada um, um singelo Diploma de Honra ao Mórlto, como agradecimen to ao esforço o dedicação peido oausns belavls• tenses. Estes foram os escolhidos: 1 -Pecuária • Tiblrlçá Loureiro de Almeida 2- Banco - Antonio Santana de Souza (Brudesco) 3- Clube - Gremio Pedro Rufino 4 - Militar - Cel. Orlando M(jntzlngen (Comandante do 102 RC) 5. Advogado - Dr. Pedro José Palmlerl 6 - Hospital • Nestor A. Almada (Admlnfstraçllo) 7 - Agricultura - União Agrícola Ltdn. 8 - Polillca - Ely de Araújo Barbosa 9 - Politica - vereador Afonso Dillon N. Leite 10- Posto de Serviços • Elias Barboea (Posto lpl, ranga) 11 • Médico • Dr. Fiori Murano 12- Clube de Serviços • Garibaldl da Rosa Neto (Rotary Clube/ As pessoas acima, através do setor oopeci fico serviram, aprimoraram, desenvolveram e harmonizaram a s r e l a ç ô e s humanas são merecedoras d e todo o respeito do povo bela vistense. A todos, os sinceros agrade cimentos da equipe Tribuna da Fronteira. Que a mensagem do Cristo encarnado soja prenúncio de uma nova era de paz e harmonl!l.. Que os ol nos dobrem como homenagem aos homeno quo "vieram para i;e,rvlr". FELIZ NATAL. OAB -- MT- 1615 ADVOGADO Rua Aot<>nio João 842 CIG 262-386-788/86 Bela ,•1sta MS. CE> E EG g 9 s ra Ê Natal. E tempo de construir nae nossa~ m mentes o Ano Novo e o futuro de espírito aberto. Com boa vontade. Construamo-los agora segundo o melhor Projetô, debnlxa m dos mais altos infl1Lxos, com n ajuda de 23 Deus. Eles serão grandes e sólidos. São os votos de E Lembre-se quando for a CAMPO GRANDB, não se esqueça IIOTEL COLOMI1O a melhor opçllo 1 Reservas Cai:m Postal 60 - . Hua Dom Aquino, 1492 1 Campo Grande HOTEL COLOMBO E Mato Grosso do Sul COMUNICADO MUDANÇA A partir de Juoelro. u Gráfica o Edi tora Apa. empresa que edita os joruals '·Trlhunn da Prontelrn, Correio Jurdloen so, Tribuna Murllnhense e Jornal do Bo nito", estará funcionando om prédio no vo, eito à rua Bnrlío do Melgaço oa qulnn eom a Duque de Caxlas (perto do Ginásio Castelo Branco) ae novn11 Insta lações permitirão maior dlnumlzução o aglllzaç!io dos serviços du empresa. No próximo ano, daremos oontlnnldado a nossa fllo<ioflo. rle trabalho - expt1-nstio e er,tnblllznç.fo -· visando, cada vez mais, servir melhor os nossos clientes e leitores. Penso nn Paz Penso no Amor... Na Hsrmonla Na TranqulUdade... ~o Dinheiro farto, é claro: tudo Isso é bom. Polil é tudo Isso que nós desejamos à voce... Mini Auto Peças e Oficina Carandazal Xisto Salvador Antunes e Familia gl Porto Murtlnho - Mato Grosso do Sul ; BíEm tffiEB Grêmio dos Sub Tenentes e Sargentos "Pedro Rufino" Natal 78 Aproxima-+e a festividade do Natal e ei que nião me será possível falar com cada um para deaeja.r--lhu Boe, Festas e a seus familiares. Bem que foue, provavelmente não haveria tempo para expressar o pensamento que agora redijo ... mesmo porque ta.lvc, nilo tivc1e corae:em, pot or .. pilho, de faze-lo ou .. quem sabe por no conhece-los tão bem, o ponto de pas .. rmos um pelo outro e n!lo no, fala.r• mo,, nem 1iquer cuprimcnta.rmo-no, Sentado no meu gabinete eu faço uma oração 110 meu Deu,, ao nosso Deus. Deu,. que no f c1!a do Natal. em meio . a alegria, trocos de pre1ente1, nso• •.. ou mc,mo cm meio à noatal gia, à tristeza de um isolamento físico ou intelectual, que todo nós tenhamos, por teu consentimento, pelo mcnoa um inttnorc de reflcxiio, um momento de diálo"o conligo. Hoje comemonmoa o oo,cimento de Jes"n•. 11 quem enviaste, por mais um nto de Amor para cono,co, alem de tnnto outros e inclusive o de nou:i própria cxiotênoia. Hoje comcmornmo1 a Tida de Jesus que designutc com a miuiio de nos indicar o único e vcrd:deiro caminho do homem. Atrnvés dele e por teu amor, permitiste que Jesus como homem, não só instruisse pelo exemplo contfono de vida e pela palavra mas tambem pelo maior exemplo que uma criatun, humana pode dar de Obediência e Amor com o exemplo do sofrimento e da morte ' Meu Deu,, cu niio quero e níio poderia entender-te porque éa Deus, mos cu quero e po110, n1ando minha men te e minb.t vontnd~. reconhecer cm ti o Amor, reconhecer em mim r. necessidade de rctribnf-lo, dentro de minhas hnmauaa limitnçõe,. Reconhecer que, o que de bom me acontece é porque tu o concede,, que o que de mau me acontece é porque tu nssim o queres e, em ambos os casos tu o permites por Amor o mim, porque tu teoa um Plano Pessoal para comigo, onde de m,nha parte sobrcuai 11 existênci• de meu ubltrio pnn aceito.•lo 011 não, e onde de tua parte existe o fundamental po.rn mim meamo. ' Meu Deus, que cu reconheça, a cada instante de minha vida, o que hoje eu reconheço. Que eu sinta, no momentos alegres e tristes que me concedes, que acima de tudo existe o teu Amor pan comigo. Que eu tenha ■empre consciência de que os fatos ante os quais eu me defronto na Tido., aão por ti permitido,, e tu o pern:ites na medida do que eu possa suportar, sem me denfar do teu. plano para comigo. Que neste Natal, meu Deus, tu, mais ur rez, perm1t" aos homens um mome.nto de rrfleltiio cm ti mes. mo. Como diue, eu proalmente não teria tempo, opor tnnidade e coragem para lhes dizer isto pessoalmente No entanto, foi esta_a oração que fiz por vocas e por mim, por nossos familiares a amigos, por todos nós filhos de Deus. Bel VI«tn.. MS - 'Trb»una da Fronteir OS PASTORES E Flávio Braga d S entlmo-~o!I ftllz,u, colaberaudo. trabnlban o. g aullncla. A todos aqu?les qu Vjsmos o lucre, sem ombrearam conosco nesta cruzada unual, nosso reconbeeldo agradtclment•. BolU Festa!! o Próspero Ano Novo! N11. noite em que None11 Senhora deu à luz o Messias, as mulheres de Be Iém não vleram felleit.la. Nem mesmo sous ramlllarcfl. A oltlude dormia. Só nl, uns pastores ve!avum junto de seus rebanhos. Desdo o fim de dezembro, nus pia• nÍclen quentes o férteis o sul da Judéta, n orva começa 11 crescer. Os rebanhos, por Isso, permanecem soltos o tempo to do. Comumonto, os pustoroa erguem suas tendas cm pleno onmpo, ui dormen, le vautundo-11e pnru vigiar de noite. Noa urrodores do Balem, havia uma torro ohumadu "Mlgdul Eder'', a torre dos rebanhos (Gen. 3,21), que servia de refúgio contra chuva e frio. Essa torre mullç, antiga, viu, dozolto séculos antes, .Jncob erguer !lU!l tenda o guardar se11t1 rebanhos e uma velhu tradição assevera vu: ''Quando u plenitude dos tempos Fe cumprir, o Messins ser anunciado do nlto do Mlgdal Eder". . Os rebunhos que os pastores de Balem guardüvam nllo pertenelam ne nhum lmbltnnte du cidade: eram proprie dade do Templo de Jerusalém e cria vam-se para o saorlflcl•> da Lel mosuic. Constltulum, ~t!Blm, slmbolo do Cordeiro de Deus, vitima dos nossos pecados, que Sua Mlle Santisslma ocnbava de depor nas pulhas de um presépio. E, mais tar de, o Cordeiro divino seria cravado num madeiro. E d'!le o Profeta predissera que em presença dn Cruz. seria mu:lo eomo o cordeiro diante do ferro, que o despo ja da pele coberta de lil. As autorldndt>s da região não seriam incomodadas naquela noite. O rei Hero des, sensual e crua!, para quem o poder e o prazer constltulnm a flnnlidade da vldn: o presidente do Sinédrio do Tem plo em Jerusnlem, ambleloso e avarento cuja consciência estava a serviço de uma bolsa empre mais recheada de moedas; os fariseus e doutores da Lei, orgulhosos e vazios di, ciêncios, que mais tarde Reriam acusados quão apre- s prladamente de "túmulos calados: brancos por fora, chelos de podridão por dentro'. Desta forma, essas autoridades não co nhocoriam a luz que nascera na gruta fria de Belem. Mas, para evitar qualquer conota çlo de "luta de classe" no Natal, já quP pastores humlldes foram convidados, do Oriente vlernm os Reis Magos, que, ricos o 11úblos, ofereceram ao Menino Jesuo não simples ovelhas, mas dádivas precloflas: o.o Rei, o Ouro; ao Deus hu manado, o lncenirn e ao Homem Deus, a mlrrn. Tribuna da Fronteira - 8EMANÁRIO - (20/2172) F U D A Ç Á O Ivoldo Pereira Administração Redação e Imprewsio Tua Duque do Caxias s/n Bela Vista MS. Cx. P. 20; EXPI<.DlENTE Diretorn Maria Estela V Pereira Editor Ialdo Pereira Chefe Depnrtnmento Comcrcinl: Alvoro 1'ereirn Gerente Ilélio Gutde• Corrên Registro Títulos e Documento« 1066 CGC-ME 03.201266/0001.90 Insc. Est. 130592343 de Máquina de Arrtz Futurista SIZENANDO MARTINS Demais AS SI ATUflAS Bel Vista CrS 250,00 Municipios ·······-- CrS 300,00 Observação Os artigos publicados com assinaturas dos oatores não trnduzero ne. cessáriamente a opinifio e pensnmento do Jornnl. Sua publicação obedece aos propó sitos dos debntcs dos problemns municipais e de refletir •• diveun• tendêncins do pensamento universal. Mato A 25 de dezembro do nno 1 de nossn era, teríamos vontade de respon der ... Mas, por [alta de dados históricos, a cronologia do Natal não pôde ser de terminada com exatidão. E para compreendermos essa dl Uculdade, basta levar em consideração o contínuo estado de perseguição a que a Igreja esteve sujeita desde sua funda ção, primeiramente por parte da Sinugo ga e, em seguida pelos Imperadores Ro manos. A perseguição só findou após o Edito de ~mão, assino.do no ano de 303 por Con11tantlno, o primeiro Imperador Romano que se tornou i;rlsti!.o. Por ou tro lado, a Terra Santa [oi • devastada por revoltas e saques, enquanto se su- c d iam regimes de !erro impostos por tlranetes que assolaram continuamente aquela região, desde os primeiros tem pos do Cristianismo, Tais fatores, tão adversos, contri l.Juímm para a perda de documentos históricos fidedignos que certamente e xistiram, e através cios quais teria sido possível determinar, com exatidão cien tifica, a data do nascimento do Salvador 1111 gruta de Belém. Certeza possuímos apenas de al gumas autoridades civis: César Augusto, Imperador em Roma, e Herodes Anti pas Tetrarca da Galiléia. O ano do nascimento do Redentor deve ter sido em 749 da era de Roma. r,. ------------------------i~cte~ 1 Como dentes de uma eogrenagem, entro!amo-nos maravilhosamente bem neste Ano. Vamos repetir a dose no Aoo Novo? Feliz Natal e multa prosperidade. Jo!io Quando Nasceu Nosso Senhor? Fausto Pinheiro de JOÃO FREIRE 1 Antonio % 3 soo t~------------------------ E quanto ao dia? Nos tres primeiros séculos da vi da da Igreja, houve diversidade na co memoração do Natal. Em d.locoses es paras do Oriente Médic, o Natal che gou a ser c2lebrado a 20 de abril ou 20 de maio. Em regiões das atuais Tur quia e Grécia. era comemorado a 6 de Janeiro. E na Europa Ocidental. a 25 de dezembro, exatamente como em Roma. Sômt>nte depois de obtida a llher dade de culto, em 303, foi possível a uniform!zação do cslendãrio litúrgico natalino. Em 350 estabeleceu-se por to da a parte s. data de 25 de dezembro, que vigora até hoje. Mato Grouo Sul Rrero deste exemplar CR$ 4,00 Leia e AssiH Triuma ta Fronteira . )1 IDJ ZENDEIRO PRODUTOS: lnsc. Estadual 13063157/4 - CGCMF 03334612000109 End.Tel.1:1 «FAZENDEIROS» Veterinários' 222313, 922yzg ggpgggya jifs@ $j±Nas snva E7 ': Cred MA Port 25/72GEPà CRMf.° ó5is "E?Ê?E!}S _ ygemes, $ iii@erg,_.sore jsú õií4ice, Anui@ucos. 4sttarast@," " > "3,ç,",3,çi,["do!, LAVO, Eaare) Herbicidas; Treta, Bsgran e Sacor Tordon 101 e seeatx) SEMENTES: (Arroz, SoJa, Milho "Cargil") SEMENTES DE PASTO: <Col ·- J RAÇÃO CARGlL: (para Aves, Bovinos, Suinos e Eqüinos) Pulverizadcrs JACTO ~ ·o1onião Jaraguá_ Braquiária e Gordura) SECADORES D'ANDREA ' apresentante dos ADUBOS IPIRANGA Balanças AÇORES "Orientaçào de Veterinários: Gratuita" " maior linha de produtos agn·col-r• "4Q e veterinários da Fronteira lelefones~ 4131 .. 2194; -1838 Av. Marechal Floriano, 579 Ponta Porá - MS Trihuna •la Fronl, Ira 20/11/78 O Serviço Militar como tante na Formação Moral e Jovem Brasileiro fator impor Cívica do ra l Os valore da Forçn Armndus ,ão proporcionais aoR valoros do seta; homens; o mals arrojados projeto, ou rmas mais nperfeiçoadas e eficientes pouco r virão e não estiverem ser viço do homens capcitados física, técni ca o moralmente. E, estes homens üo os reponsvels diretos pela segurança Interna o externa de uma nação. Ne nhum país poderá obrevver livro e so borano, no ostdo tual da clvlllzuçilo, &Pm dispor do que zolem poln sun segu. raoçn. Ar. Forças Armudus do Brasil, r.onelltuldao pela Marinha, pelo Ex<'rcllo e pelu Aoronnutlon, conformo o Arl. 90 da nosRa Coustltulçlio Federal, slio ln!!tl· tulções n11.clonals, permanente::i e regula re, organizadas com bse nu hierarqu!a & na disciplina, sob nutorldnde ~upremn do Presidente da República e dentro dos llmltet1 da lei. É preciso ficar bem definido que a missão das nossas Forças Armadas não é de agressão ou opres!lão, mas sim fa tor de Integração e Iortnleclruento da Unldadt Nacional, corno precellnn o Art. 01 da Constituição Federal: "As Forças .rmadas são essenclas a execução da polítlcu de segurança nacional, desti nam-se à defosa da Pátria e à guranll! dos poderes constituídos, da lei e da ordem''. Para desenvolver e cumprir essa dllloll missão elas requerem efetivos per manentes, os quais devem ser reforçados noa momentos de crises. Po1· isRo todos oa brasileiros estão obrigados u presta rem o Serviço Militar ou outros encargos necesrlos a segurança desse país conti• nente. • Jovens! importante e fundamental é encarar este compromisso não como um dever moa como um direito, não como um sacrifício mas como um prazer. O serviço Militar nüo é privilégio de uma mas sím de todas as classes so ciais, de todas as rucas, de todas n~ cren ças e de tortos os grnus de iostruç,uo. Essa unlver,mlidade, aliada às -;ua-, fina lidades lhe confere l rnportància e beleza slpgulares. Jovers! devemos essa conquistn 8o trabalho e luta nrtlente de Olavo Sras Martins dos Guimarães Bllac, que ded!cou J>arte da sua vida a uma cruzaria cívica , Demorável, de esclarecimento ao público, ~obretudo a juventude, sobre u necessi dade do Serviço Militar. A necessl<lnde de Integrar todos os jovell!: brasileiros, dfi:. Perso nesta imensa terra e orleata-los Par a vida social, politca e administra Uva da nação brasileira. Por Jsso que nesta data, 16 de de zembro dia do aniversário de Olavo Btlae, ó prineipe dos poetas brasileiros. Comemoramo em todas as Organizações ~!Ultares das Forçus Armadas "O dia do Reservista". ' Feliz o povo que compreende e faz liso do direito do servir mllltarmeute a sua Pátrla, porque constitue a expressão fü1lca muiR forte de civismo. Clvlilmo o agente catnlizador do povo brasileiro, nu solidão das florestas ou na bolza litorânea. na arldez do ser tão ou na fertiliil +de da campanha, na tr11nquilldade da Colônia ou no borborl nho du metrópole, formando uma nu.ção d'} homeor1 que glorlrtquo 011 lugares o vultotí horólcos, põla lntegraçüo da Pátria, abençoada na paz. Quartel em Bela V!sta, MS, 16 de dezembro de 1978 Aristides Oliveira de Melo Cap Vet "O Comércio Jovem de Mato Grosso do Sul" 8 <:tn Jevur o seu documento. O seu crédito é alerto pelo j Famoso Credi Big. Bem Juros e sem Fiador e você te n 1 uno para pagar, eu disse B:z-Lar Conces ionário Ultragaz entuea automática plantão aos domingos e fe riados troca de bvtijão pequeno .ss1stêncu, lecnlcu per□uuente .,,, ' - Anúncio [VAN 5eçd de peças especializados Rua G-L Vereador Jardim Romeu de Mato Classificado ASCIMFNTO Se vivesse entre nós, físicamente, tnla, agora 1.978. No entanto, todoi; os anoll, nasce em nossos corações. Para aqueles que são, real mente, Cristãos. E nas ruas, lojas comorclalP e na boca daqueles que ó se lembram Dele pora aµroveltar os feriados e us fllrtas mesns que em -~ decorrencla das comemorações do Seu nasci- j menta, são exrostus a reflorir de vinho Impor tado, frutas estrungelrus e o rltlnlr de copos, como o o mestre tivesse nascido num lar rico ou mesmo tivesse tido um berço, mesmo modes- to, para reclinar sun cabeça quando lá naquela rn longlnquu, Belém, nnsceu numa Imunda e11trebarla ils para que assim pudesse se cumprir as Escrlluras Sugrartas que diz: Porque qu!lquer que fizer a vontade de meu pai que rstá nos céus, este é meu Irmão, e irmã e mãe. (Mateus 12: 50). erá que nós fazemos a vontade de Deus? Será que nós aplicamos, realmente, a atander a mínitoas necessidades do nosso próximo"/ Res pondo. perrnítam, o que creio será a resposta de lodos. Nilo! Nós só noe. preoeupRmos com nosso bemn estar. Com o melhor pura nossa fa milia, Os outros, aue se danem, Fulano não tem o que comer. E eu com isto. ic:rano tá àoente? Coitado, quando tiver um tempinho vou là fazer uma visltinha. Beltrano. coitado, tá bebrndo, loucamante, não existe dia em que não o vemos ulcoolizodo. Bem aquela "pinguinha" que paguei para etM foi porque achei que ele ei:tava se tor nando Inconveniente e, assim, ele deixar-me-la ~ livre, infelizmente lstn nüo ocorreu e tive qu~ ~ pagar outrai: até ele cair de tanto beber. Será que é assim que o Senhor Deus Pai de J e u s Cristo nosso Salvador queria aqueles que são sua Imagem e Semrlbança? ~ Será que foi pra isto que :iestre Jesus, rn deixou o aconchego do Seu Pai no céu, para d vir :lorrer, miserával após ter nascido Rei. E morrer morte infamante: Morte ele Cruz?! Lave-se da sujeira e limpe o seu coração pois Deus se agrada dos Seus Filhos e Seu A mor é Tamanho que o Amor que nós temos pa- f ra os nossos filho1:1 torna-se, Infinitamente, pe queno comparado ao Amor que Ele tem por nós• Entre bem 79, lembre-se de seu vizinho, mais pobre, de seu empregado, doente, do seu Pais que precisa do seu trabalho, e do seu Deus que deu-lhe tudo e nada psdiu. Bom Natal. Deus que o Ama. Medeiros S/N Grosso do Sul Egr" X ~ Em melo a euforia geral das ± ~*~, festas, deixamos de $ K lado a funclvnal ·'Cabec;a Fria" que usamos o uno Inteiro para, com multo calor no eoração, 11xpre.isar aos nossos amlgoa e colaboradores votos de uru NATAL Fellz e um ANO NOV 1 J ele bem sucedidos empreendimentes de Serraria Castelo ANTONIO REMO PENZO Máquina de Arroz Paulista SERGIO LUIZ ZANARDO Em nome das excelenies relações protli::sionals e de amizade que mantivemos no ano que finda, nossos cordiais cumprimentos pelo NATAL e um ANO NOVO de grandes reallzações. Bela Viste ECM g.E.7.79 Suite, Apartamentos (casal e Solteiro), Sala de Recepção O Hotel mais luxuoso do Sudoeste - P ote! Bàquidauana !Palace 11 O cartão de visitas de Aquidauana 11 AQUIDAUANA MATO GROSSO DO SUL Mato Grosso ,.. De VI«tn .-- Ms - 'Tg_!!"rD!!D2- INDICADOR D1. .Joelson Peixoto. --Advogado--. 1 Causas CIvls o Crim!nals Rua 1.o do Malo S/N Jardim - Ms Dr. Ivan Afonso da Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL flua Volunt6rios dn P6trin, íJ76 • Fone 2l0 Bela Vista Mula Grosso Sul DR. FIORI MURAMO -MÉDICO Consultório 7 às 11 lu, 16 às 19 horas «IPEMAT e INPS» Posto de Saúde e Funrural 12 às 15 hs Dr. José fttanasio Advogado Causas Civis, criminais, Comerciais. In ventArlos e Parlllhns, Regulurlznções de Terras Junto ao Incra Etc. Av. Duque de CaxlaA, "f.o 788, Jardim • Mt. Fnzeada 2 de Ouro Neto Gula Lopes da Laguna Mt, Dr. Olavo Monteiro Mascarenhas ADVOGADO OAB/MT 1615 Causas r.ivla e Criminais Rua Antonio João, 842 Clinica do Crianças o e4os+ -,e!$,,3 1 r .. .,dn on•u t rio Atende-Re com hora mar d, d B Av. Duque de Cn:iu, 508 (Ao Lato o ianco 1aa14 MA1O G10$$O Financial) J{DJ/)- 3d 80. Bela Vista lInto Grosso Sul PROFISSIONAL Dr Pedro José Palmicri Dr, Ary Escolar Ribeiro Advocacia em Geral Rua 15 de Novombro 17 BELA VISTA MiTO GROSSO DO SUL Dr. Laucído Valdez de Barros c;rurgião Oontlsln CRO - 557 Mt. Dr. Deodato de Oliveira Bueno Advogado Escritório: Rua 7 de Setembro, 230 Fone, 43-lol.32 Residência: Rua Coronel Camisiio, 54 Fone, 431-1.116 Ponta Porii. Mato Grosso do Sul Ricardo Brandão ADVOGADO Av. Brasil, 1595.. Caixa Postal 355 Tal. Cod. (067), 431-1470 (Escr.), 431-1646 (Residência) Ponta f orã A nesa, engalanada, estava apo utosa, com cernes, trutas secas e d,,,$, pocu,· vinho, r6frlgerante. Dlr-se-la u o perfeito. Qunnrlo soou a mela-noite, houve um ''frenes!" de sutlsfacllo. Cumprlmen toR C'ufórlcos, longos abraços, e, com exceção dus crianças. todos ergueram taças e brindaram , Feliz Natal Depo!s de abertos os presentes, os convivas rodearam prazenteiramente a farta mesa. Não ba via conversas entre os adultos. Trocavam entre si apenas frases convencionais sobre s banalidades • dos úllimos dias. Talvez porque tive ., 0m falf1do tanto o ano Inteiro... Houve ~~rta atencão para a Imagem colorida da "Mensngem de Nntar· pela TV, cujo aparelho continuou ligado o tempo Intei ro. As bebidas se esvaziavam das gar rafas tanto qu&nto o contt>údo dos vã rios pratos. V'alia a pena comer e beber à farta .. pois nilo era 11qt1t1!a a noltedeNa tal? Os olhares começ11ram a ffcar a vermelhados, os lábios moles mantiahem um sorriso que. de tilo costumeiro, man tlaba-se j~ sem esforço. Alguns brinquedos mecânicos mo viam.se pelo tapete, atrapalhando os passos um tanto vacilantes, de adultos desprevenldoe ... Alguém levantou-se e foi à janela aberta. A oolte de fato estava abafada. Mas as estrelas piscavam no negrume profundo do céu. A pessoa aspirou fun do e exalou um desabafo que mais do que do peito, vlnba do fundo da alma. Olhou os demais aparlamentos em torno. Notou que havia grande semelhança na comemoração. E sentiu-se penetrado por uma sensação de Indefinível mal estar. Talvez fosse na cabeça, na garganta ou mesmo no peito; algo lhe pesava dentro de si. Pensou em tomar um analgésico, mas sentiu q 11e não resolveria. Era co mo um espinho cravado dentro da cons ciência. Percebeu, num relacce, que ha via ~e transformado num ateu prático. E mesmo que coloeasse um presépio na sala, não adiantaria, pois o Salvador não havia nascido em sua alma. O acorde da célebre canção nata lina "Noite Feliz" entrou-lhe ouvidos Maio Grosso do Sul Escrilório: Avenida inasil, 196 Rota Pará II$ a dentro. Mas não era para ele. Aquele ________________ era um ''Trista Natal". D Késio J ,oureirc, Pinheiro r. ADVOG/tDO - Ruu 15 de Bela Vistn Rua 26 de Agosto, Novembro S/N Mato Grosso do Sul 384 - Sala 24 Fone 4-0650 Campo Grande MS Cícero Gonçalves Costa. Médico Oculista Oftalmologista Rua llntonio João n.o 7 53 Bela Vista Mt Sul Milton Loureiro filho Ary C de Ol!vetrn, i62 Cep 79240 Jardim Mato Grosso Sul Modesto Luiz Rojas Soto Residência: Ponta Poril. Advogado Escritório: Av: Brasil, 2770 A v _ Brasil 2355 - Fone 383 Mato Grosso do Sul Dr. M. dos Santos Advogado L Paulo da S. Medeiros O apartamento regorgltava %% Em certo canto ,1 adultos e crln€,, d alumim1o, com Mia bnvla um P nhero tam tampadas coloridas, dessas que_,"P"", ritmo mecuo co. e acendem num 1 vlsto- cb11o, alguns embrulhos em pape INMIPS Firma ar@rio cn a COOPE-RGAIA V«ando no tend/meto da 60 famílias ga4eh radicada no Projeto de ColonizaçAo Terra Nov, e Chapada dos Guimare, m rodovia Culha Snntuil:n. vários convênios for fra. do entre o INAMPS o Coopcrntlva Agro Peculrla MI«ta Caprano COOPER CANA: kslat&nela ambulato. ria! odouto!óglcn, do11çllo de gabinete odontológicos e uma Untdde móvel de ade, constituída de um ônlbu«, equipado com ■ala de cirur. ia de emerénela, um l!lborntórlo de 11nálf&c9 cHnl cas e um gabinete odonto. lógico. As 8 agrovllas d Pro]». to Terra Nova, reoebcrlo em toda a área. a vialtn do 0n[bus, diariamente; a fim de se beneflclur com n prcunçllo de 868tstênclu médica e dentar. O contingente 1 populacional de $00 pessoa,. Agropecuária: Censo 1 Experimental Campo <lrande, do oorresoondente - Ponta Porll êervlrà de cidade· texte no próximo ano para ae reallzaçõe9 do Censo Geral de 1980, no âmbito de agropecuária, quando serilo testados tres tipos de questlonã· rios pelo Instituto Bra sileiro de Geografln e Estatística. .o tol A lnformaç o prestada pelo agrônomo Fernandes Marques de Flguelredo, um do res ponsá veis pela execução das pesquisas relaciona· das com a agrlcultur& e pecuária do IBGE no Mato Grosso do Sul, a· crescentado que a esco· lha se deu pelo fato daquela região apresen· tar a8 caracteristlca geo-econômlcas necessã· rias a uma ava!Jaçlio do censo. Na oportunidade, ln· formou também que pe· la primeira vez será utl· l!zado pelo Instituto mo· peamento pelo s!stem4 @erofotogramétrico P"% avaliação de produç 0 e desenvolvimento pe cuárlo é populacional brasflelro. ARMAZEM de EXPORTADORA HAtvAD H. CLIPE H AIDA R Dma Organlznção H.ULD H. HAlDAR para servir Ponta Porã e Região. 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Tuuo de 1.Jom vul nascer gora. Com os nossos melho res votos de feliz Natal e próspero Ano Novo. Ildefonso Soares da Silva Prllfello Municipal de Potto Murtlnho MS. deseja aos seU3 amigos e clientes votos de Feliz Natal e próspero Ano Novo. Que os sonhos se tornem rêalldade, o a realid~de fruto do um trabalho !noessante. Comunica que brevemente Inaugurará sua CHUR RASCARIA. É malR um Investimento e fator de prograsso nu comuuid11de belavistense. ~ % 9 % % % --------------------*~***~**m õfOIISO OllOII l!Ull[S lrnE Cumprimenta cordialmente o~ si:u;, prezados amigos o clientes. desejando lhes um ÜS bom Nntul e um no Novo repleto de qrosperidade ra ra f- • l "º mom,·nlo ,m quo da '''°" 1 r .. , do tempo cal uma folha amarelecida 1 e outra vlrldente começa a n,.11Kcer, 1 qual esperança ou sonho que a vida lldn Vi,tn Mato Grosso Sul lncessantementE renova, desejamos 1 . aos noss,:,s amigos e colaboradores um Natal de paz e -negócios ainda melhores para o Ano Novo. •I ' l Diretório da ARENA - P. Murtinho '0.... ~ i./ ~ '------ ----------"-~~ Ao términ0 de 1978, e no limiar de 1979 a todos que nos deram apoio colabo ração e prestígio, destijamos bou·s Festas e Feliz Ano Novo. 1 ...__ ,, • Enganjados ua Juta cotidiana, nem sempre estivemos próximos da per feição e da .bondt1tle no ano que passou. Mas hoje é Natal, e uwa imensa felicidade interior se afirma em nós sobre Of' outros sentimentos. O sorriso que não demos, a palavra calamo::,. "o carinho que omitimos, tudo é pas;;a.do agora. É hora de abrir os nossos corações. Feliz Natal Feliz Ano Novo! f· .:,. /./ p9 4 , ....!...,_._ , _ _ ~_-_· - - - - - --- - - - - · Vereador de Antonio Jolio % f Bela V,sta é< 93 Getúlio } Lino Mato Grosso do Sul i : .. o83 te43±: ' . • ['pé[1pq (]1 [f()f{'l'. + u«e . -- ---··· ---· .. .,. ,_,.. ....,... .,, ···-t"'>-1 {) - 1 25 de Dezembro... Natal - os mais sofisticados meios de Comunicação em todo mundo, dentre eles, a Telefonia, unom-so para levar aos mais distantes pontos do planeta; mensagens de: amor, e fraternidade entre os homens de boa fé. Associando-se às ho- menagens ao Menino Deus TEL.E.MAO TELECIGNUR!iCKS,AIS D)E iiiiG GGG30 S.. A TELEMAT estará mais do que nunca, neste Natal aproximando os corações, e que as Bençãos do criador caiam sobre todos os Lares de Bonito m _ m~ :m 1 _ _ - __ - - .. · .. ·--·-·--·__m Operando em campos diferentes, seguimos ca minhos paralelos uo ano que correu. Com vistas ao desenvolvi. manto de nossos res pectivos setores de ati vidade, demos o melhor de nós mesmos na con cretização de tão im portante objetivo. "fosta hora de congraçamen to, nada nos aproxima mais do que a consci ência do dever cumpri do. Boas Festas e Feliz Ano Novo. H uma Intensa troca de cartões. É 0 desejo do significar algo a alguém. Não importa que a manelra poxsa purecor ll[{Clra. O que importa é quo a palavras carreguem força dos nossos xenti mentos o que Im- porta é que se dê e fale alguma coisa, pa!'U que o Nato! continue a ser Nntol ffl Dr. Ely de liraujo Barbosa E)#K83 « João leite Schimidt Deputado Federal No balanço do ano que ora se finda. um saldo ativo de reaU. zações. Na previsão do ano que 1 se vai Iniciar, a dlapo11fção firme e os meios para realizações ai- da malorea, de permalo, um Natal tranquilo e feliz, 1iio 011 votos de ' ( -'----1..'.... Deputado Ubaldo .. Fecham-se as cortinas de mais uma temporada, na espera do Ano Moo. Há um desejo de felicidade No Adeus uo Ano velho, uma carga de saudades. E, como se não bastasse a alegria por nossos esforços premlndoe, a felicidade de havermos convivido com túo excelentes companheiros, Um NA TAL de Paz e um ANO NOVO de exltos. Dr. Rodei Espindola Trindade Deputado Estadual Barem No momento em que o pensamento se eleva, como um pássaro que desfere o vôo, à procura de para gens mais altas, queremos expressar a todos aqueles que se lrmanurani conoE<co na pensamento e na ação o nosso reconhecfmeuto e os nossos votos de boas Festas. FELIZ NATAL FELIZ ANO NOVO! r Dr. Marce]o Miranda Prefeito de Campo Grande ±# .·J =r s t Dr. Sergio Roberto Perondi cumprimenta cordialmente os - . seus prezados ami- gos e clientes, desejando-lhes ·um bom natal e um ano novo repleto de felicidade Bela Vista l O que Rotary tem sido e o que deveria ser ... Erwln Morenroth TE FLUMINENSE lá momentos na no vida que os pensamentos e mesmo om todos os n0 convidam um oxame de no+ onhO. tltudos. Algo d1ferente do que costuma- mo fzer, em cndn dIn. Asim como Éa verdade? -E justo para todos luém que, no longo do um vem, os Interessados?--Criar boa vontade pra por Instante, observ o percurso melhores urnlzudes?-Serú benéfico pura 1mdundo, oonRulla o lllnorãrlo, julga o todos 08 lntorossados? esforco despendido. uvollo as rc1rnrvns, u longa a vista para o futuro. Coirntntar Assim Holal'y devel'lu ser na reu- roalldado 6 aempro útil. O principio lidado. do cada uno noR oferece uma oportu- nldndo pra examinnr nossa atunção no período quo termina e aperfeiçoar A 11 mhrn!io no ano Que ao Inicia. O quo seria Rotury se a doutrina conhecida du todos fosso fielmente cum prld11.'? Seria um mundo melhor, porque o objetivo de nota,•y é ef'tlmular e Campo Grande MS, 10 fomentnr o idenl de servir, como bnse q Dezembro de 1978 de torlo empreendimento digno, promo vendo o apoiando: 1. O desenvolvimento <lo companhr>lr1',mo como elemento copoz de proporotonar oportunidades ele servir. 2. O reoonber.lmento elo mérito de tcda ocupação útil e n difusão ds normas da etfca profü;slonal. S. A melho ria da comunidade pela conduta exem plar de cada um nu sua vida pública e privada. 4 A aproxlmaç!lo dos profissio nais de todo o muodo, visando a conso lldaçll.o dos boas relaçõt>R. dn coopera ço e da paz entre ns nar;-ões. O que é que Rotary tem sido na realidade? Começa t1 'carta que me foi entregufl falando de uma lmpressllo geral de qun Rotary está morrendo ou, pelo menos deavigorando-f'e. Nilo coo• cordo com ' esta oplnlilo generalizada. Rotnry continua atuando em 150 países e regiões gengrá fico Q com cercn dl" 800.000 rotarlnnoR rllfltrlbuídos í'ID cerca de 17.000 Rotnry Clubs com um cresci- . manto em anos recentes de uma médin 'c1e mais de um novo clube a cada dia. Concordo que, em alguns ciubes, 0 } nmbiente não 6 tão animado como muitos gostariam e a contribuição espiritual e n colaboração efetiva deixam a desejar. Falo em tese e não especlflcamente do nosflO clube. para evitar· quo lquer mal entendido. Existem J clube~ onde Rotnry se limita 8 uma reunião semanal de horoeos de boa vontade. sufocados pelos seus afazere s , bem.intéctonados, mas sem _çOr0"""; no momento decisivo de, sacrificar ti 'd de pari1 a causa pouco a sua a vi a . 1 a- de Rotary por nedo: muitas ?&;k, gínam que este tempo possa pr l ais Sucumbimos os eu interesses peso' ,1 ausência "º pecado do comodismo pe ª . 0 de palxllo pelos ideais de Rotnry, • cuJa .· te demos representar organização pro en esta reDresen· nossa vida. mas Iimi"?], r oi fim a tação ao escudo n /ape a. Ir com as nossa omts«são de CuPNF''4ater uma condices mínimas, ou "",,,, aia com as bo freqüência e e s a,,iras, com o nossas iytgcóe8,,,{"",,' irtic4o nosso olube, sem 1%;"?';noncis e nossa Dsoal da nossa ",', capacidade de expertAnci., enfim %,,m elaborado trabalho ajudando O pr do olubA. pelo Conselho Diretor deveria renlme!lte O que Rotar},,mente os rotaria ser? Rotary e autora"";áino da Prova nos bastavam ser ums ações em todos Quádrupla em todas a ' , l EL Palavra Leitor do 'l'rlh11na. da Fronteira Bel'l Vista MS Gostarin multo que esse arrojado órgão de lmprenPn, na qualidade de lepillmo port•l voz do povo du Fronteir, levas se no conhecimento das a•1torldades responsávelti, que o nosso povo, vem sendo muito mal serviço pela "Empresa de Trans porte Cruzeiro do Snl". Vemos na linha Be la Vista Campo Grande, veículos em más condi ções de higiene, confor to e até mesmo de segu rança. Pois, o Noturno, é atualmecte um entro velho, sem toillete e sem cabine Isolada para mo torlstu. As malas coloca das no porta malas, che gam molhadnR, dnnHl cundo roupas e outros objetos. ra rodoviária de Jardim, há um sanitário fechado a chave, e quando solicitado por passageiros é recusado. Estamos vendo pela TV e Rádio, 11ma Cam panha de nível Nacional pela moralização do Trll.uslto. vamos part1c1- par, fiscalizando, suge rindo, etc ... Sugiro a esse órgúo que, assista as chegadas e partidas dos onibus, especialmente o noturno, e faça . suas próprias observações, convidando amigos ou outras pessoas, para também, verificaram. A únian finalidade da presente, é ajudar quem não pode pedir ou reclamar pela sua hu milde condição i!Oclal e que são os usuários da referida empresa. Juracy Mello Rua 15 de Nov 586 Bela Vista MS de Sérgio leripe Martins com ar condicionado. •piarto com fomilíar rdeiçõci- farta<, SEU HOTEL ftND Apartam eu to ventilador. ambiente LU Rua Teodoro Rondon 586 - Aquidauana MS ar E±±iEl E0GR #ii "j ~ Segundo u mais bela tradição ontre os llomens o imp1fo 1lndo às td m UOSBllB palavras a sinceridade própria dos grandes momentos e dos elevados sentimentos. Vas. Sas. Desejamos Bons Festas e Feliz Ano Novo. de ODEVAR BARBOSA (Ao lodo do Clube Dclavi,tco,c) BELA VISTA ~~------------------cr~ 1 Um sentimento especial vai chegando de mansinho aos nossos corações. Nele há a Paz doe altos ln fluxos a alegria fruternal dos bons momentos a con oiêocla de turlo de bom que o Ano noa re3ervou. Mna há, sobretrudo um profundú reconhecimento para c o m os q u e nos deram a mão forte na coll6e cuçilo dos nossos objetivos propostos. São para eles os nossos melhores Votos de um NATAL Feliz e venturoso ANO NOVO. 1 8 9 n. .g5 ~~,-] _ Senador na, ltalivio Coelho Dr. Orozimbo Silva Neto M:ÊDICO Clínica especiallz11da em doen9as reumáticas, doenças da oelu flsloterapia, recuperação e clínica médica Ex-P.-esldente da Escola de Medicina Ex-professar assistente da Assisêêncla M~dica de São Paulo Rua 7 de Setembro, 409 Fone: 431-2194 - Ponta Porã-MS • 1 I Ambiente Seleto de João Freire de Úliveira Refeiçãi:I Caseira O seu lar em Antonio João O Hotel da Fronteira. Hospede-se no Jeane Hotel e alnta-se em sua Casa. Padrão de qualidade Rua Amambai com Bela Vista Antonio João Mato Grosso do Sul THbun «n Fronte!ra (Cortesia de Armar.cns Gerais União • ClBRAZEM N.o 910.023/0001 Agrícol~ Ltda. - $ecagem e Armazenamento - Registro • Avenida Teodoro Sativa s/n - Bola Vista-MS) , e T O Entaclo de Mnto Gror.so que 6 o maior produtor do arroz de sequeiro do Brnsll, tem 50%/ de un área conslderadn como pgricolamen te viável o quase suu totoldado é constituldn do cerrados. O desnfio está nn molhor!a elos nosA110 produtlvl<luclrn através de uma tecnologia mala compatível com as necessldndos de pro duzlr, que, nllúK nno é só brasllelra, mas unlvornnl- 0 oagenholro agrônomo Joaquim Bartolo meu Rasinl, d EMBRAPA Empresa Brasllelrn rle Pesquisas Agropeouárlus produziu um exco lente lrnbolho sobre n Cultura de Arroz de Sequeiro nos Cerrndoa, no qual fnla 6obr11 oc vários aspectos quo envolvem este tipo de cuHu rn o que devem ser do conhoclmento de todos aqueles que so dedicam a esta ntlvldade agrícola, prlnclpnlmento nesta fase de plantio. "Entre as culturn mnlR Importantes o arroz ocupa. o 3Q lugar em nosso país em área colhida e valor da produção, nlém de ser o produto mais consumido, cercn de 45 Kg/hnb/ono. "A rílglúo de eerrados dos Estados de Golâs, Mato Grosso o Mlnns Gerais ocupa 70% dos 160 mtlhõe8 de ha de campos e cerrndos do Brasil (DEE-IBGE) e 70% d produção de arroz do Brasil é procedent.o de slstPmas de explora o de sequeiro, predominantemente n1:ssos reas, daí a sun lmportllnola para a orlzlculturo nacional. "Paradoxnlmont<.> à expressividade em termos de ó.rena cultivadas nos Cerrados, A. produtividade do arroz de sequeiro é baixo. o deve-se u fatores como: variações climó.tlcas; o cfráter "desbravador" com que é encarado, o quo ocasiona p<1uco casC à lavouro pelo lavra dor; e o constantes deslocamentos da lavoura de ano para outro, sempre o arroz cedendo lugar o. outra espécie, e psnn1do-o para terras ainda lnexplorndrls, normalmente de mais baixa tertlUdade, pois em geral. ns propriedades i;ão expleradns comeoando-se das melhores glebas. 'Visando estimular o agricultor a consi derar o arroz como fonte de renda e n!í.o 116 como "desbravador" e ajustar os sistemas de produção, o CPAC programou um plano de pesquisas nas , safras 75176 e 7f/77, o que é apresentado aqui. Abertura e preparo do solo para uma agricultu ra lntenelvn. ABERTURA E PREPARO DO SOLO PAPA UMA AGRICULTURA I 'TESIVA 'Nos cerrados, penas os Lato8solos Roxo, Vermelho Escuro e Vermelho Amarelo de textura argilosa o média suporiam uma agricultura Intensiva. "Deve-se preocupar com o procedimento das aberturas de novas lavouras de maneira a melhorar os ·recursos naturais iá oxislentes. Anu almente, deve.se abrir novas áreas de tamanho -ompativel com as dimensões da proprlt-dade e 2apacidade técnica, Hnunceira e admlni!•trativa lo empresário. Esss. aberturn. deve ser esealonn o ter seu começo oom maior antecedência '-ssiv el. o quo vni pcs11ibllitnr o reequillbrio do r.ossistema mlcroblológir.o do solo, reações com- i , ,}latas dos corretivos e efetiva decomposlção da / , l?térla orgilnlca Incorporada. "PRsquisas em andamento no CPAC oo!1sl- deram dois sistemas do manejo do solo: 1) Pouco desenvolvide ó o i-istema tradicio nal no qual se realiza apenas uma gradagem "Roni", não sendo um sistema recomendável. 2) Desenvolvido é o Indicado para OR Jatos solos e emprega alto n[vel tecnológico. O prepa ~ do. solo adquaJo, a "recuperação'' de fertili dade e a sequência adequada da cultura compoem o sistema. As operações s!io as seguintes: a) Desmatamento No caso de cerradcs pe ados usa-se dois tratores acoplados ao corren tão. Nos campos o enlelramanto pode ser simul tneo ao desmate, com trator de lilmina. b) Limpeza o ideal 11erln. desprovir a àrea de }eiras e construir terraços prevenindo a erosão no primeiro ano. Nessa impossibilidade, fazer o enlolrarnento em nível. removendo ao mínimo a rim eira camada do solo. P e) Correoao do Solo Deve-se aplicar a me pde da dosagem recomendada antes da primei a aração, e a outra metade distribuir após a prlmolrn gradagt>m. d) Araço Deve ser profunda. VIsa Incopo- rar 011 malorlas de correçao do eolo a uroa maior pro[undldurle, o quo condiciona mnlhor • desenvolvimento radicular. "No obstante o caráter preliminar, pelo pouco tempo de oxperlmentuçüo recom!'nda,se para n regl!1o de Cerrados, consldi:irando-se fn• dices pluviométricos normais, as varleclodes pro coce11 IAC 2i'i o Patrllo Precoce e os de ciclo médio IAC 47 e IAC 6544. om solos LVA e LVE. e) Gradagena em número clu duns ou trêR. A primeiro par destorrur ns leivas detxadas pela araoúo facilito. a catação de raízes e Incorporar restos 'vegetais o n última do efeito nlvPlador, nlóm de ellmlnnr lnvasoros para o plantio. f) Catação •:!e Rnlzes Ê uma operação das mais oaerosl!ll devld11 à grande quantidade de raizes que os cerrndoR expõem. Devem ser fel tas tantas vezes quanto si, fizer necessário. vi sando fncllltnr o plantio e colheita mecanizada. O rastelo tracionado por trator facilita a opera çllo, mas devo-se tomar o cuidado para não ha ver romoç!Io de terra. "Resultados alcançados por pesquisas, no CPAC, na sarrn 76/77, mostraram que o empre go do sistema desenvolvido de manejo do solo em lavoura de arroz de Eequelro, varledadu IAC 25, onde so empregou uma :,.ração prof1mda, duns ~radngens e cntaç!ío de rnfzes, houve uma produção bem superior em relação ao sistema pouco desenvolvido, onde e usa apenas uma grndngem "Romi". CALAGEM E ADORAÇÃO DE "RECUPERAÇÃO" PARA SOLOS E CERRADOS O elevado teor de aluminio trocável cons titui o grande problema dos solos de cerrado. Uma vez que a saturnçiio de nluminlô acima de 20%/, reverte em decrécimo de rendimento na maioria dos culturas e que o nível desejável de Ca Mg no solo está em terno 2,0 mg' torna-se, entiio. nece!'stlria a adoaçiio de práticas que controlem e8sns condições adversas. A anllca cão correta de calcário eleva o pH, neutraliza o niummio tóxico. além de fornecer cálcio e magnésio como nutrientes. O uso de variedades IAC.2 e IAC.47 é recomendável nesses tipos de solos, haja visto possulrem certa tolerância ac aluminlo tóxico (relatório técmlco, CPAC. 1976). "A amostragem do solo para análise que visa recomendncão de calagem. deve ser feita retirando norcões do solo superficial e sub- su perficlt1l. Isto se pesa no fato d que se o per centual de saturação de alumínio for alta tam bém na camada mais profunda, o calcó.rio será mais eficiente se incorporado até essa profundi dade, mormente para as culturas sensíveis a esse elemento. Outro grande problema que os solos de cerrados apresentam é a sua elevada capacida de defixação de fósforo e, cuja recuperação a través _d~ adubac_ão fosf11tadó. é um Investimento, sem dúvidas, muito vantajoso, porque o agricul tor poderá utilizar permanente e rentavelmente esse. solo, que Já terà fósforo disponível até próximo do nível critico, 9 a 10 ppm. Depois desta _recuperacao" bàsta a adubação de ~a nutençao, em solos, no plantio. "Estudo do CPAC recomendam 240 Kg/ ha do P 205 para lntossolo vermelho escuo argiloso e 270 Kg/ha de P 205 no sulco d6 pluntio anunlmente, o que é bastante ps.ra man ter a cultura é promover a recuperaoão paula tina do solo. O uso de fosfatos naturais (Termo fosfatos) à lanço, associados à fontes no sulco de plantto, é outra soluçúo a média pr'lzo. VARIBDADES "Resultados de dois anos de pes uisas pelo CPAC, _salientaram as variedades r IAC-25 e Pratão Precoce como ºº m<>lbo t t , - - res anto em comportamento como em produção. Em Minas Gerais, em que pesem as consequências sofridas por causa dos veraicos, as variedades precoces se sobressairam destacando-se os o 1 iivares IAC-25, Prato Precoce e Baíátí', Mato Grosso, município de Maracajü, e<,"" mostraram o 14c25 e 'fac-55ií como s $?? res._Os mesmo ensaios conduzidos na regia', Goiânia, _Go!õ.s, refletiram destaques também ~ ra a variedades de ciclo curto: IrC-25 e os p3e CERRIDO J ÃC-5100 li-C-5032, IAC-47, ciclo módlos: " • • T rC-5544-. ESPAÇAMENTO "Com basel! om cxparlro11ntos do CPAC e lAC, J)aro. u.P varledadcB do arroz de soq11elro reoomon uadns para os Cerrados, nconuelbu-se o espaça• monto do 50 cm entre filas, com dcaaldadl' do r-o eemontoi1 úteis por metro linear, uMndo-so do 35-40 J(g de semontcs por ha. ÉPOCA DE SEMEADURA "Sabendo-se que o período do nrroz é n3 Início da época chuvoso. e que enrrMponde ó. faixa de outubro a dezembro, o lado do fato das Irregularidades pluvlomMrlcae, reoomenda-,o 0 plantio em pelo menos três épocas dApondeL• do, evldente, do tamanho da lavoura. Df vem outras vantagens como: assegura bom rendimen to da cultura, estabiliza a produção, o uso ra cional das má.quinas de plantio, cultivo, colheita e secagem. TRATAMENTO DE SEMENTES "Recomenda-so uma dosagem de 300 de Rhodluram (TTD 70%) e 400g de AldrJo (40%) por 100 kg de sementes. Este tratamento tem mostrado eficiência no controlo as pragas do solo e doenças Iniciais. ADUBAÇÃO Para os solo-, jã torrlgldos, a acidez e o baixo nível de fósforo, a adubação d~ ma nutençiío deve obedecer a dosagem de 10 40 30 Kg de N, P 205 e k 20, respectivamente, por ba, na qual devem ser associados de 3 11. 6 Kg do Zn. Nos 8'lOB de lntenRas chuvas, quando, provavelmente, poderá ocorrer deficiên clas de N, recomenda.se um adubsção nitrogena da, em cobertura. na proporção de 20 kg N/he, 40 dias após a r;emeadura. PRAG.S E DOENÇAS "Durante os dois anos de experimentação, levantamento das pragas e doenças que podem trazer danos à lavouras e arroz de aequelro. mostraram a lagarta Elasmopalpus lignossellus (Zeller, 1919) provocando grandes danos, sem tratamento qufmlco, que revele eficiência, ocor rendo mais pronuncladamente nos veranlcos. Lagartas das partes aérea foram facil mente combatidas com clorados (Folidol 60 m, sendo que a Dlatrea saccharalls (Fabr. 1974) de termina o acamamento das plantas, sob ação dos ventos. "As doenças mais frequentes foram Bruzo ne e Cercosporlose, sendo a primeira mais da nosa, mas eu combate é eficiente, Kasumln, na dose de 80 - 100 ml/100 L de água. No que se refore a nem a tóldes eonstatou se, em análise nas raízes de diversos eultiTares, a presenca das espéoies Prs.ty!encbus Bra ebyu Tu8. Meloidogyne spp. Trlchodorus s p, Ditylenchus sp, Tyle n c h u 8 sp e Aphelenchoides besseyi. Destas, a p e n a s a Primeira e ultima espécie. poderão trazer pro blemas _futuros à orizicultura brasileira. . Em área de primeira exploração solo ~ v ~. notou-se a presenças de Bruzone e ' Phyl d Shca sp, a qual trC!uxe problemas às varleda ,,2, Precoces 1AC-25. prato precoce e Batata1s, face à séria infestação da do3nea nas se- mentes. Y COLHEITAS SECAGEM E ARMAZENAMENTO 1s 4.l""7-se a colheita com umidade etre lheita 0 • secag~m é feita logo anós a co- t ' preferencialmente em seeador intermiten e, começando O p tura de 40 a ,cesso com uma tempera- 90º e send, OU+, nunca ultrapasando 80 a gis ia,, %" &g%,essas teieraturas attn- que de í2 a~}"!ade indicada ara o grão No caso de grã d temperatura final d os esUnados a sementes, passar 60!! e E t O secador não deve ultra.· limpos. Faz, ,"??r em armazéns previamente traimento ; ii,}o e/, Fostina e posterior do produto por ton 1 odn 8 21/o, utilizando-se 1 kg- e a a de sementes" Preço deste exemplar Cr$ 4,00 Bel 'Vista· MS - 'Tribuna d Frontelrn O P IHCIPE Todo o mundo católico e com ele todo os povo du terra se voltam hoje para mnnjedoura de Belém, parn udo rar cheio d~ fó o Menluo que oi repou- 11u, ou ullm,rur um rato cuja l:'Xplloaçilo em vilo procurn-se uas leis que regem os eoontecmenlos humanos. Na época em que vlvemc9, de rulnus mutel'lulH e oalófllrofefi momls 0 Natal surgo corno um ponto luminoso de esperança entre ns nções que correm tateando, em segurança, ema busca dó ums ordem que lhes assure um bem estar aindu núo eocontrudu. Mas, lnfollzme11te pura a maioria dos povoP, o Nntul nllo passa de um desses slmbolos que exaltm us ener glas momentaneamente, sem lhes Incutir vigor novo e duradouro! Querem u paz, a concórdia, u fe)I. cldadti, mtrn desejam que tudo leso lhes cala do céu, ou brote da terra sem a menor colabora~ão próprio. O Menino Deus há de necessurlnmentt3 dar·lhes todo o bem, nilo tanto pela relmplanta çllo de uma c:lvll!zação buseada nos prloclplos quP Ele velo truzer à terra como por um encantamento que uniria lnexpllcavelmente todos os cornções. Esse Menino que udornmos reve rentes, e que causa ndmlruçüo miste riosa nos que nllo o conhectim, senão de nome, é sim o "Príncipe da Paz" (Iealat1 9, 6) que touxe à terra, n~ ,mo vldude de Sua pessoa, todo o bem, to do o amor capuz de tornar felizes o mundo todo e mil mundos, caso existis sem. Mas esta paz e felicidade se coo- dlclonam a uma só coiso: os homens e 1 as noções devem se submeter 11 Sua Lei, a Seu Evangelho. Els a paz {que o Senhor Menino veto trazer à terra.. Paz em cuja lmplnn• bção devem colaborar todo, nações e lndlviduos, com sua doc!lldade à lei di- vina. Só ~ates, os homens de reul boa vontade gozarlio da paz que o Natal trouxe aos hoIDens na terra. Fora disso, toda admiração pelo 1enino Deus nüo pana de uma Impiedade mais ou menos consciente, malR ou meno& inconsciente, e para os ímpios nüo há pnz. Plínio C,, de Oliveira l Oxalá as desgraças que os nos acumulam sobre povos e nações os convertam para o Dl.'uH único o· verda deiro e a unidade da Fé torne perene rN11i<lade as alegr!irn do Santo Natal. De 1cordo com lnformaçõeP. do Con sulado Geral dos Países Baixos, o fes teios que marcam o final do uno na Holanda têm lr,[clo com a festa de São Nicolau, u 6 de dezembro. Em Amstordã. ex!Rlem duat1 lgrejns de dicadas àqu(•le Snnto Bispo do sóculo IV. Cerca do ano 1300, os coros Infantis das lgrejaR cutóllcu& nu Holanda comll• moravam o ferladc, a 6 de deumbro, e um monge com vestes eplscopuis, osten tundo longa barba branco, manto ver• melbo e báculo dolll'ado, dli;trlbulu re compentlas e castigo aos meninos e me ninos. Assim nasceu u costume de Súo Nicolau • transmudado, com visível mau gosto, uum paganizado "Papai Noel" em alguns países a distribuir presentes às crianças boas, enquanto seu criado mo11- ro. segurando uma vara de marmelo ameaçava aquelas que haviam se com portado mol durante e ano. Atualmente, há um desfile pelas ruas de Jmsterdü, desde o porto até o cen tro da cidade. com o Bispo e seu sé quito de cavaleiros em trajes espanhóis de séculos passados, pois segundo a tra dição, o nu vio qu9 traz São Nicolau fez no Espanha sua última escala. Na noite te 5 para 6 de dezembro, há a tradlclo• nal troca rle presentes. Nesse período, as escolas entram em férias durante dual' semanas e os adultos têm um feriado extra, a 26 de dezembro. diu de Santo Estevão. Em 24 de dezembro, as donas de ca8u se ocupam na prepnraçiio da ceia 0:1101 llOMI Clínica Esp ·calizada de Faturas, Doenças Oseas e Recuperação ttp:lá, z.#'oj. R al'a, Itiia (s;:a, !ii fisia, ires:'na;ia ['0!r·t 11•n·3 fo'"'',.J·1a H:~ 1"1" a·: l,.r ·'·r,i1• li'i1 , ili, , lllP , /aiil!!- Dr. José Lauro Espindola Sanches C A M MI T -- 770 MEMBRO DA socrnDADE LATINA avenida 8rasi!, 1704 • Ponta P rã-MS. J Desojes Roberto Gnlruarãt!s que reúob patentes e amigos em volta de mesas. Nels, u lebre, a caça e o ganso estão sendo aos poucos substitui dos pelo peru. Um pudim ''rlambenu" é a obremesa costumeira. Flores, plnhel r0s e velas enfeitam os lares. Outro costume tradlcloool é e leitu ra em altn voz, junto à cintilante fuvo re, do reluto do nasclmertu do Menino Deus ou de velhos contos ne 1 utal fru· to da imaginação popular. Num&. rPg!Oo do lPste da Holanda, oo fazendeiros sClpram 'longas e recur vadas trombetas, feitas de troncos 0c0. Aqueles som, soturno e penetr1rnte, ao entardecer do dia 24 de dezembro, é re f)':'lldo pel:is proprled<tdes rurais, em melo à puisogern invernal, na planície recoberta de deuPa neve. (assino Paraguay imblente Seleto • BP bidas N l!!lo nals e Importadas - O maior atrativo da fronteira Diversões Som. Visite Bell Vista (Paraguai) e conheça o RESTAU RANTE CA SINO PARAGUAY. Bella Vista Beah-Jz 8ant'Anna Conlugbun g uetia correr y1ela ternpeHadt, todo numa busca louca, Queria gritar com a lua, Mesmo com e••a. voz rouen. Queria desafiar o vento, Cortando n Cace na velocidade, Queria mergulhar no mar, l'ara apagar essa saudade. Querfa correr prla pn,ia, Afogado os pensamentos; Queria atrave»ar as muralhas da ruão, E viajar pelo, encllntamtnto,. Queria dourar um pnlácio. Hara que o mundo ri»se do ouro Queria conhecer o fundo do mar, Encontrar um te,ouro' Queria viajar com a briaa, Suá que o vento val gostar! Queria voar pelo de,erto, IA fora, .. Ou ver o fogo queimar. Queria voar pelo e,paço, Por que talvez meu Pai a,ti vesse lá, Queria transformar cada lagri ma num sorriso, Para ninguem cboror ... Leia e Assine Córreio Jardineose Paraguai 'is aia 40 Anos de Bons Servicos Financia I o ac0 48 € o n h e e e 0 s s a T e r • a Tem para o cliente exigente uma linha completa de financiamentos pr , Fi l solução pra atender todas as necessidades de suu empresa. • ocure O nancia, ele tem a N)0 ?))0Ny€121 O L±3lA • "O 1ZM220 V0 QAy & 7303l3° Agência,; em todo Território Nacional' _______________________________ , _] Financial Ambiente Seleto - Antonio .João Refeição 00[ ttr] de João Freire de úliveira Caseira O seu lar em Antonio J oiio O Hotel da Fronteira. Hospede-se em sua Casa. 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T . . ss,s encia écnica Matriz: Rua Marechal Sariano, Esquia cm 1.o de gutuhro, Fcn { ,.,, FILIDIS • R S b e • • d R ' • • '-:>ir; li Ponta Porã · Mato Grossa : Ua ebastião }rispim lo ega s /N r one 161 _ . l lfHST · Escntonos de Vendas: Antonio João, Caracol, Aral M e Amambai, - MS oreira, Amambai I d e Mundo Novo Quatemi, Eldora o, -Um I .,. ..., 20/1278 e Política A voz do povo é a voz de Deus, me ·mo que Deus nüo fale pela bca de todos e eu como sou povo e pobre goto de so frer to na lista pedir que o prefelto renuncie para que usuit voltemos a so frer nem que seja um só pouquinho. Nos dê esse presente de Natal, Doutor. Ivan Nascimento r ' l) de Sergio L Zanardo Beneficiamento de Arroz - compra e venda de cereais • qualidade • eficiência • atendemos toda a região. Temos milho. Preço bastante compensador Rua Barêo do Ladário Caixa Postal 25 Casas do Artesão: Coordena ção Nos Dois Estados Educação No 6 do meu feltlo bajular mas ou obripado atender o reciumo do povo. Bem pedir pelo povo no 6 baju Ir é, Isto im, fazer luma cola pelu comunidade. Diz o dltnclo populnr·: Que a voz do povo é a voz do Deus, O Povo do Costa Bravu (munlcl plozlnho de Brcuto, estndzinho de Banguela-ú, na Africn) tá fulo com o prefeito. Sahom por quo? O homem no tomar POFJKe disse quo concertu.rín as rus, televlsflo, darin remédlo e e cola par o povo, usnrla ns Inquinas do munlclplo pnra fazor estrados uté ns fazendas, o, esppclolmcnto, 1m fazenrlns dos sous dvorrlo políticos, para, assim pacificar a oomunldnde o CJlovur o nomo de Costa Brn Vil. Sobem o que foz o prefeito? Cum priu toóae 11s promesousl E n ralvn do povo ó porque, uooRtumndos n !!0fror estilo, agora, ficando doento devido d nll.o teroma mais que so preocupar com buracos nas rune, Jaltn de luz, televlsfi.o tA Joia, ns escolas ;6 tom professor nota dez e assim todos estllo pa1Jsa11do direto nas faculdades sem fnzer vestibu lar, oe funcionário~ e professores estilo recebendo os eeue salários cm dia, u comércio não preclea bot11r titulo de ninguém no Cartório pró. cobrança. Tá um desespero. Coltndo do Prefeito de Costn Bra va jà t na hora de renunciar pois u povo já teve alegrias demnl!1 e, por Isto, o número de enfartes tem aumentado assustadoramente, e ele que foi eleito com mais de noventu e nove .virgula nova dos votos depoeilndoe nne urnas (e olha que não houve votos om brancos ou nulos e ninguém deixou de compnre cer as urnas) ate os velhlnhoH rlo abri go foram levar seu voto ao Prefeito e agora tndoR, atá os velhos, tiío bronqul• dos pois silo tão bem "tratados" que nio podem mais reclamar. Todos subem qu• 01 velhinhos precisam ter alguma colaa para ri,cJamar é por Isto que rllgo: A distribuiçlo de oito Casas do Arte8o em Mato Groo do Sul. sete; C.:asas no Estado de i'llato Grosso, e d ·:as Lojas de Artesllo, rcprcaentndus cm llrasllla e Silo Puulo. com vistos A melhor coordenaçun. foi II meto bO.slcn dcllnld11 no Encontro dna Delegnolas dns Casas do Artesho de Moto Grosso, encerrado ao dia 20 de novembro último. O Encontro foi presidido pela Primeira Damo, e Pre sidente da Fund8 ç!lo de Promoçlo social PROSOL, de Wilson e de PAULO EUGENI P. JACQUES Abate Duas Veze ao ')la - Ó t l m o Casa 'l' r u d I e l o n o I ANTONIO ,JOÃO A te n dlm e nt o ti e da r . eu r n e Fronteiro. MT do SUL fhilemo Grande sortimento de artigos esportivos, tais como: jgo de canis para futebol de campo, de salão e voley, chuteiras, jogos de melas. camisas uvulsas de times pura adultos e crian ças, quedes ratnna, equipe e topper, bola Drible pum campo, 'lS· lão e voley e também hundebo!. Aceita-se encomenda de cami sas e bordados e jogos de número. Rádios e toca discos, caixa de som e jogos de caixas acústicas para cai:ro. àfcl.terlal escolar. jogos de m a I a, muchilas 007. Novidades Camisas, calças, gravatas e ternos para homens alem de celçdos. Tudo para crianças e as ultimas novidades da moda feminina. Aviaa:entos em geral. Procure-nos e faça uma visita sem compromisso. Rua Alcebiades 8. da (unha 319 - fmeld Vista M.S era. Dnrcy Miranda de Barros e contou com n parllclpaçllo de grnndo número de super visoras e coordenndorns das Cnsus de Artcalio, O objetivo da reunlão foi fntegrncno das representantes du Coso do Arteafio parn n comercfa lfzqçno tio a rtcsnonto nos Es tados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul RO próximo ODO• Rsllls ua cidades de Mato Grosso do Sul que terno Caso cte Artesllo; Dour11doe. Campo Grnnde, Corumbll, Bela Vista, Três Logone, Pura nniba, Aqulduuenn e Pontn Por/L A Coordennçil.o Gemi dessas Casas será de Anto nieta Nassnr. O Estudo de Mato Grosso terá Casa de Artcsiio em CulnbA, Rondonó polis, Barro do Garça9, Pvconé e Cllceres. que serilo coordenados pela Presidente da PROSOL. PROMOÇÃO HUMANA Um número de 30 moni- • toros, Integrantes do Vo)uotarlndo lnte::rndo de Mto Grosso, VIMAT, reuni das no perlodo de 30 de novembro a 2 de dezembro, no 6 andar do Pnláclo Alen cartro, desenvolveram tra vés de leituras e palestras, renexocs sobre percepç!lo do EU, o transmfseilo dt> lnlor maçlo sobre processo de Comunlcàçlio Socfnl. Estes consistiram nos objetivos básicos do Curso de Promo çúo Hu:nnna. (Arrnstfio), promovido pela PROSO!. e • realizado pela primeira vez nesta Capital· • As • monitoras uplloarfio os conbecimcntoe adquiridos durante o Curso, em trnbnlbo de assistência social, Cigarros ma,s 1.o caros de em janeiro O cigarro terA um aumento médio de 35 por con!o t1. partir do 12 de junelro, anunciou o ministro Mário Henrique Simonsen, da Fazenda, após a reunião do IP Conselho Iutermlnlslerlnl de Preços. Sin,oasen explicou que o aumento devorln ter entro do em vigor em Relembro pussado, mns devido às fortes pressões lofluclonrlrlafl, foi adiado para o próximo mês. Para se chegar a esse aumento médio de 3;')0/o, " governo reduziu em 1% a ullquota do IPI sobre o preço de venda e lixou a margem de lu cro varejista em 11%. OR.AÇÃO DO DINHEIRO SENHOR 1 0 concerto das fôrças que te <lesejum honrar, eu também ou teu servo. Por me atribuires o dever de premiar o suor e sustentJr o bem, como recurso neutro de aquisição, ando, entre as crieturas, frequente mente, em regime de cativeiro. Muitas delas me escravizam para que eu !het1 compre llUbÕ9B e mentiras, prazeres e cooscl(lnclns. Noto com mais nitidez minha própria tarefa, cada vez que escuto alguém chorar no caminho; entrttanto, quase sempre, estou prêso ... Que fiz eu, Senhor, para viver encarce rado no sombrio recinto do cofre, eomo se eu fõrn um cadáver lmportnate no esquife t:-aocado da Inércia? Easlna nos que me guardam sem proveito, que sou o sangue do trabalho e do progresso, da caridade e da cultura, e ajuda-os para que me libertem. Quase todos eles procuram estar contigo' através da oração, nos templos que abraçam. Dize-lhes na prece que sou a esperança do lar sem lume. Fala-lhes que posHo ser o confôrto das mães e3quecidas, o arrimo dos compaahelros caídos em p:-ovaçlio, o leite devido aos pequeninos de estômago atormentado, o remédio ao enférmo e o leaçol generoso e limpo dos que se avizinham do túmulo ... Um dia, alguém te presentou moeda humilde, ewpenhada. ao impôsto público, para que algo dissesses, e recomendaste Iôsse dado a César o que é de César. Muitos, porém, aão perceberam que te reportavas ao tributo e não a mim, e julgando que a tua palavra me condenasse, lançaram-me ao desprezo... • Não ignoras, contudo, que nasci pars fazer o melhor, e esteja eu vestido de ·ouro ou de simples papel, sabes, Senhor, QUE EU fAMBÉM SOU DE DEUS. liJEIMEI Página recebida pelo médium Francisco Candido Xavier Sal .,, -- Acucar =• Arroz Ih p7pI,e? iilLL@E Je' E#CEEI II se RIU SINTO Secos e Molhados em E CIS MITO GROSSO DO. SUL Geral ,, ELI: 1 SOCI E Por Lecy Continuam hegndo os votas de Bo° Fe«tas, Agradecemos e retribuimos: .Mllron ln•uftln Prreírn• Cnmpo Grande Jlu1lúo Aug,1110 l•'. Leito e Jllfa, Bela Vi11a fümicio Mar 111 • Flia, Campo Grande Dr. Joio de O. Itodriues So Paulo Dr. Perlru Jo,l: Pnlmiére e FliA. Bela Vi,ra Dr, Srio Itoberto Perondl Flia. Bela Vista Carlos A F, d Miranda e Flia., Jardim Nogueira e Medeiros Ltda. Campo Grande Joüo Vironln II Zeuimur Ocampos Ahdor11h• man Nebraca U.S,A. O,wulrlo GnmM II flia, Uela Vi1111 Jo,é An111nin ,la Silva Nero e flia H.J Gel (11!0 Jorue Mcln Silva (1ucl6)Curiliba Delegacia legional de Edue. e Cultura Bel Vitra Odilon 'N'. Leite e família Bola Vi,1a ct>,,tl!Q FOHMATURAS A h,lavi11e111e llf•rin Alice Loureiro Pinheiro, fillrn <lo cunl Zo6 " Bcneilila, ro• ceheu ,eu Jiplo1110 dn Fnculdade d, Serviço Socinl d.. F'nculdMles U11ido1 Cat6lico1 de Maio Grouo. A es,o jovem formonda 01 no•• "º' J>Drnhon, e que lenha rncc1101 n~ profís, são que abraçou, 8% ITALlVIO Aparecido Gonzn~n Marquea, dia 15 pp. em Trea Coracóe, recebeu rnn divi .. de Sargen to prlo Curso dt Engenharia. Parahcn• pelo Succ110 nlcnnçado, cx1en1ivoa il espo•o Luiao e no Flovinho. D883 ACONTECEU dia l9 pp. As Io: horas a colnçi!o de grau na 1•,,c. Est. de lo. o 2o· gr. Co,telo Branco do, aluno, Concl11in1c, <lo Cureo de lo. i:rau do quclo E11nbelccimento. Nouo, porohen, a todos ow Formandos e nossos agradecimentos à Diretora Clnndc Medeiros polo convi1e en• viado, 03 ANIVERSÁRIOS A ~•rola llhr~•rtte Escobar, dia 111 pp, rec,bcn in6mcros amii:uinho, pnro jun101 cantarem Parohrns n voce. Mame Mary e vov6 Ber nardn njudavnm Mnr~nrelh na orle de bem receber. Foi 1en•ido um delicio,o bolo com rr.frigeronlts, olho de ,o~r• e brigadeiros. Uma nrvore de Natal, feita ó com balóe« ornn.mentnva o ambiente, assim como o som de discotheque alegrava a petizada. A mar gareth felicidade pelos ses quatro aninhos, ;)90i:,!Q ELAS Com n flnnlldnde de homengo or senhora,; e nonhorltuii do noesn soclcdncle, quP coloboraru em dlver aoR sotorf'll vls11ndo servir o próxlmc, e lncontlvundo, nfio eó oulluralmcnto mos e acima de tudo partfolpnndo ntlvnmento du vida comunitária, e~oolhemos nt1 "MAIS DE BELA VIS TA". Nilo 6 uma lnlchdlvn social MODA ou apenas ELEGÁNCJJ, ó mais um rooonheclmento do trabalho Sra. Nice da Costa Miranda A di1tlntn Sro, Nice dn Cota Miran da cnm • clr~oncln o arlo do brm receber oue olin,, lho 6 p,culior, é um• tradição em Belo Violo pelo, inúmero, ,crviço, pre11odo1 à Comunidotle. Foi II ugunda PreRJdenle <la Carn dn Amizade, Depois de ddxar o car,:o ,empri, nontinuo ,cndo ócio d11 me•ma, colnbornndo f'm tudo quan,Jo 1oliei1nda, sem• pre em beneficio dos moi, ncc,.,irndo,, Ao A1ilo do1 velho• fornece menonlmente rodo Aç6cu conmmido· Fni a primeira Pre,idon• te da comio•Ao pró Con1truçAo da Cnpela cio DiYino Eipirito Sonio, doando inclusive todo o mndeiromento neccF1ário à me,ma. Traba lhou multo promovendo ch6s, de1lile1, qucr me, te, Tambem ji prestou valiosa cnhhornçno parn com o Pnr6qnia Sanlo Afon,o· A noun vizinho Bella Vi,1" Paro l!Uny rneheu tombtm ajuda deora abneeado Damo: Ilo•pital, Colégio, Igreja, Nice recebeu incl111ive, du mao, de urna Frcirn Pora~naio um quorlrn com a B,nçlio Popa) enviado" pelo Sonlo Podre o Papa. Do Campo Grande recebeu Diplomo de Honra an Mhi10 por aiuiln prestado il AunciaçAo de Amparo d lllo1emidodc e • lnfnncin. Qnanlo n moda, gota do etilo Clássico, usando sempre na confecção de seus trajes tecidos estrangeiros Pnr•ic_ipa do De«files de Moda, só quando beneficente, exibindo sempre suas próprias roupo1. 114 dias otr&,. desfilou em Jardim cm beneficio do . atol do Pre1idi6rio. ond~ íni muito elogiada pela ua elegnci. Co nheco Agentina, Uruguai, As»unção e rande parte do Brasil. Gosta de Jardinagem, música popular brasileira e qualquer tipo de leitura que Pc10 atualtwda. Pra tico f;iná,iico e noto çilo. Nn dccoroçíio, que é feita por cio me,ma do 1un bonita 1nan11üo, nota- se o bom t?:0sto e fine"e do cslilo que é cláuico. Todo Nu_nl ocontecc o Ceia. onde oilo conTidndo, namgos que não po«uem familia na Cidade, lesa época a ir. ice faz em wu residen c,n ,mrla, dccornções nnrnlina,. II01pcdo oempre personalldadcs do mundo 1ocial • político das mais longínquas plaga. Ao nossos leitoras ela deixa uma mensagsm. Qur • Paz <lo Senhor, reine cm todo, os lares neste Natal e no Ano quo oru ,e inicia" MARIA Concoiç~o Pistori, dio nove pp. comemorou suas quinze primaveroe Concoiçio 6 filha do casnl Aderito Pi1tori. Grande n6mrro de nmi~ninho1 dn 11niveuorionte fornm cumpri- mantA.la. Sua honitn residencia tornou- se pequena para tantos com•iolados. Ao solD de animada dl,colhcque foi 1ar'l'ido um lauto jonlnr, ncompanhadn de muita cerveja rcfri gerantes o wisky. Após o "Parabéns à roce" ofereceram no■pre1ente1 delicioao bolo En· tre os tantos destaquei: Hosemary, Betão, 26 Alécio, Aunnclldo, Fátima, Maria Jo,é, Binho, Odilo, Orlnndinbo e Elian&, Conceição folic1dndc1 pelo 15 aninho,, Tocc merece· • D929 COlI DELICIOSOS Saladinhos refrigerantes e som de discothe quc Leila Aco►ta rccclieu ,eu. nmii:uinho1 pnrn feahjucm 1cns 13 aninho, Dançando e bnolalondo anotei: Rony. Roeelbe Poln, Vivi•• nc, Marie1c)n, Alcx, habelo, Lái1 e Léo. À Lcilo. o nono obnço polo nal. il6:)!)8(1 FEZ ANOS Dia 10 pp a Srn. 1Ierm6geno Ocampos, cari nho1amen10 chamada de Dona Tc1enn. Acon· teceu um nlmoço in1imo na rc!ic!c:nci;i dn filha Zen6bin, Nnquele dia Dono Tetcno ai· moçou rodeada pelo, in~'!'ero• filho,, genros, noras e ne101 À ela fehctdade, por mais um ano de vida: - NASCIMENTO O lo, do casal Eduardo Ocáriz e Ana )faria culi cm feSIJL com a chegada de um lindo e robusto garotio. Eduardinho com 1110 chega da alegrou toda a C.mi!in, pnio a torcida cru por uw menino. Felicidade ... D83093 CASAMENTO Emidio Mendonça c Mary Merce, dia 9 pn. disseram 'Sim' A Igreja lindamente orame tndo acolheu o jovem casal em seu dia "I 11.uim corno a inúmeros convidados, Logo. após, aconteceu um delicioso coquetel na residencia do popular C bandé A festa tra.01. correu ao •'.'m de ~ndas mdodiH, onde tambem foi •Ícrec,do a os convidados delicio10 bolo ,com champagnc. À voccs tudo de bom neste inicio de vida-o,dni,, • Sra. Odila Mascarenhas Salamene Sra. Odiln iloscnrcnha1 S11Jomcne é canada com o Aqidausnse. caçador de perdiz e lambem ex fabricante do ineAqnecivcl guaraná Bom Gosto: Alberto Salamene. É moe de trcs hlhoo: Léa Maria, Luiz Alberto • e Ana Cbudia. Filha de Belo Vi,t,, 1empre ç"udgu em colégios religiosos. Esté_ano 'foi residente do M.FC· (fovimento Familiar _<::n1100) rca!1z.:mdo com as demaiao participnn T• dn Equipe, Cureos de Noivo, e Reuniões. rabalhoi tmbem como Catequista do Colé g,o E .. cr Silvo, e pode com muito alcc;ria preparar cm sua ca!n nm grnpo de dez crian as para • Primeira Comunhão, Quando Presidente da Casa da Amizade juntamente com as demais participantes da diretoria moiro realizou em pr61 dos necessitados. Odila "9gna plantas. pois acha que as mesmas duo vila ao ambiente. Qunnto a múrica, como fronteiriça na polca está no oanc;ue, Como j& lem u~n filha mocinha, Léa llf:trio, aprendeu a curtir um '.º~ de ili1corhcquc. Acha im PP""? ,Paricipac±o dos belvitens no •~• _n bos d, qomunidndc, pois, ,6 ª"im po der110 crc,cc~ Juntos e ver o dtacnvohiau:n ~lb d:i quonda lerrn,: Ânlualmcn1e, Odila e b d ºf':i cn;.•~tam uma nou Jornada com a " .• :, " •p •. Lunch', Qtte e11á eendo g""o_Prm seita pela Faíii Bivinte,e t om to u, essa, atividade• que lhe tomam cmpo_ qnue o ano todo, Odila, quando O· ~•• TAi par11 ■ua Fazenda curtir un1 diaa pdc canso, Snua mensagem para 1979: ec, "Que os preceitos_ divinos de Paz mprc:en1uo cnrre oa homens. estejam prcuntcs cm todo, os momcntoa do Ano {$,";""Pois. Fel± Nsl • pr6nero io SE DESTACAM dostnr. nbne_q'11dM. Pelo prisma da elegnncln, ofaa no de,-tacarnm ,mm• pre. no trnjnr e no folar, 0 fizeram denta oleg~nclll motivou de elogloH em outrnll olclnde11. Serio Jrnposslvel enumornr us obrao 1111slstonclal11 e comuoltárlau das eonborn, ollndns, e no 001Jo das Jovens. ó umn homo nngem no exemplo Que elas perso- 111flcam nn sociedade. Em Bolt1 VIHta, a flnoaso ó uma oonlltanto, scmpro Sra. Suely Loureiro da Rosa Sra Snuely Loureiro da Roma caiada com Jo Gnrtbaldi da Roa Neto. Psi trea filbM: Flhio An,lré, GURlnvo e n,r.~1 Tihiri• ç&. Sucly 1empre foi pflrticip•nte aliva nu promoçüc• de ontidade• filantrópicas.Por dua» gestões foi Secretrla da cama da Ami nade. Atualmente 6 Previdente da Casa da Amlzade. iempre está promovendo jnnlarea tlo Rornry. Dini:o•. Pie, 111rlo em hrneficio do l'nlidode dn qual é presidrnle. Plancj•va em faur o natal do, criança, pobres moa cumo já !em várias campanhas com tesa ffnnlidndr, fará o natal dos vclhinhns cio uilo. Desde muito jorem Suely ,cmpre dedicou um cnrinho todo c1pccial ao• velhi nho• ne1cui1ado1 dando lnn parcela de colaboraçiio. Adora paesenr na Fazenda Gota de Artcoonato, Rorcnntiou, No c•port~ prefere o Toley e seu hohv preferido é a fo1ogrnfia. Sucly ó umn l(l'anÍle batalhadora em pr61 do, neccuitado, belBTiStcn;e,, Sra. Nilda Mariana M. de Bazzano ra. ild, Mariana Martinez de Baz• zan,:, é naturl de C'oncepcion-Paragnsy, a hon 110 Cnp11al do Primeiro Dcpartnmcnto. Tiá lt nao• cn,ada com Anlonio E,tcbon Ru,.nno. f: mlle de Ire, menina,. Dfanca Conccpci6n, ilrla oemi e Maria Do rio, Fez 1cm cunrlos na Eseoln Maria Auxiliadora em Concepción. Formou-se Normalista. E epe. c,?lizado cm L11erntnra. Leciona cm Bella Vata Paraguay há dez anos, porém, com rni ta tristeza deixar o magistério para auxiliar o mrido em seu trabalho. ente-se satisfeita em participar de Grupo dedicado, a eolabo rar com os necessitado. Foi membro da Co rni,•ão de _Damos pr6 Ho•plul ds Belh V. la Par~guar, que é º?1ª Comiuilo dedicada exclusivamente a ajudar materialmente o Ilo,p,ta~ de Bcll11 Viua. Por tloi, ano, foi rcrc16na da Ca■a da An>lz.ode. que é um ,::rupo formnrlo por espnu, de Rouriano, e tem"por finalidade auxiliar as pesos e In. lltm_çõe, de recur101 limilodo,. Go,to de m6m:a !enta e expre••iva, tnnto de nntore• paraguos, e estrangeiros, em especial os carncterhtlcoR de alguno pahe1 como Argen tina, Chile,. Bolivlo e Mbioo. Nu hora, va ga gosta de ler novelas de fnma lfter!rln como ••'?bem reTl1ta1 e livro, Informativos e ln11r1111vo1 t.Rnlo de époc.11 pn 18nda, como oootc~poranca. Só tem nmn ambiçlio: ''Ln e ducao16n lntel?ral de mi, hljas rde manera a que pucdan deocnvo!Ter.,e cn )a Tida aea ci 1 uni fuero la comnnldad en que ,el dc,tino c1 tengti preparado". • Sra. Elcy Acioly Rosa Os cabelos já grisalhos, porem de uma beleztl e elegancla dl11cretae a Sra. Elcy Acioly Rosa'é gaúeha de Vacaria, residindo hã alguns anos em Bela Vista. E casada com Sebas tll!.o Milton Rosa. Tem uma filha: Maria Améli_a. Çu~to muito seus qua tro netinhos. Momca, Afoni,inho, Mll tinho e Renato. Adora ler e viajar Conhece varias Capitais e Cidades brosllelras. Gosta de croche trabalh ~om pllssê. Quando solicitada CtJJa~ ora com satisfação con a casa d Amizade ou qualquer promoção b neflelente. Tam_bém nuxllia sem :~ o Asilo do~ Velhos. Sua mensa ~m aos Belavuitenses: No deserto g do ~undo a úllica terra fértil é o oora ç O do homem. Um Natal llle:re • um 1979 de muito amor paz e Foll- cldade. ' li I! aliada á benemerencla. Nosso Jory , ngradece à todn11 o nlurnJn um Natl] do multa puz, o um Ano Novo r,. pleto do felleldades. Nextn msm cdlçllo elogemo11 oB Dt TAQUfüi do nno. t uma tormn do ronder urna sincera homenagem nos que trbn. Iham o sorvem vJsnndo uma cldnde mala humann, um oovn mnls culto uma ntmosforn de· progrosao o d bormonlo, 6ç 91 Srta. Gifca Lino A rta. GAle Lino 6 Delegada Reglonal d+ Educação e Cultura de J-leln VIRta. Um1 moça Impiítlcn o bastante comunlcatlv GIlen Acha eu trabalho como Delegada da Bnsino intf'reftPnnte, pois ntrovh d,,Jc en• contra rralfzaçlio r>roffulonal e enrlquul, mento peroal. Efetivamente ó o cargo que ocupa como Delegada de Ensino jí é de grande import0ncin, poh com,. membro integrante da oociednde pode e fu. na me• dldn do poufvel com qU1: een tubalbo em reloç4o ao EnRino. princlpolmen1e ••J• effcicn1e e aufm duempenhando bem o p•· vel que auumlu perante a Sociedade ou ,e. ja o povo belavi•len11', Quanto a porticlpa• cio religiow cha-se jovem, ciente dos se deYerts religioso,, é encon1rh11 e como rodo criBtllo, procura levar tombem con•i~o • mensagem de Cristo, a mensagem de bem vÍYcr. Nn e1porte prefue o voleibol e 1 naLi.çlo. Tambem aprecia todo qn• csl!ret relacionnda com a tureza. Acha lindo v por do ,oi, uma ro,a duabrochando, 11 plnntu que dão colorido à nnlnren e ale p-am o 11oe10 rotldiaao. M6siea depende do momento e do estndo do eapfrito. Gora de ler bon1 livro,, pois aeredíta que qut111 tem informaçllo tem poder. Do, autores ••· trangeiros aprecia Morri We»t e bnuiltiro f:rico Verl,simo, Acha no .. o poYo Ilo,ph•· leiro e tem multo calor humano, ali{,, o qae é t!pieo cm cidade, pcqnenu mas'16 valori· , ramos isso'no momento q·ae no! 1:ocontramc1 di,tante• daqui. Em •eu trabalho pretende dar continuidade a ■u• Filo,ofio: crvir ,cm fnzcr di,tinção, procurnndo u•mpre er ace sivel o Dirctorc1, professore• e alnos, Aos jovens" gostaria que vocu joven, dialo~u sem mais conosco, os adultos. Expusessem eu» problema, a nós Pais e Educadores para que pnssomo, oriantA-101 no caminho • eguir, na decisão correta a tomar, Fala•u muito e comunica-se pouco, no mundo cm que vivemo,. Aproximem-e sem medo ••••· mos pronto■a scrvi·lo,, o ir de encontro 1 voce»," Uma mensagcl'lJ ao11 mcJmo•: '•Ser jovem 6 1entir-se 6til e participante. E s ber aproveitar toda a potencialidade de corpo e do cérebro, com o objetiro de ero Inir, de criar, de construir um arnanb4. E • vontJLde de acciur mc1mo errando. ?A javeo tnde ,stá no de,cio de aprender e renorat, na negação comodismo' na luta conlra 0 tédio e o_pas.ividade. Ser jovem, i 1obre1ado, ,entir-se JOVcm, e não se deixar ,-cncer .... 8-ta Srta. Bernadete Nabhan Wilson e Ramona Nabhan 11io os pais da bonita morena Bernadele, cursa a 8ª aérle. Sempre foi alun do Ex Colégio Santo Afon!o. Atual· mente estuda no Centro Educaelonal Ester Silva. :e; participante ativa do Grupo de Jovens. Com eles assiste a Psle1tra11 proferidas pelo• dtrfgen· tes piqueniques, teatros, Retiru. eto, Prt>tende estudar multo para ser 0- dontólogà. No esporte prefere o T•· nls. Gosta da natureza, adora vfaj&l' conhecer novos Iugare■. Diverte-••· andado n. cavalo. Paua uua 11°· mentos de lazor no querido Ap Nas horas vagas faz crochê, oufe móslcas, o estilo das mesmas deptll· do de seu estado de espírito. Ta bem gosta da leitura em geral. Ach! linda a moda atual pois permlt• à mulher, maior liberdada de Ellofl• mentos, porem seu traje predllett ! o Jeans. Eato, earoa Leitores (Si) um breve perfil de uma extap!Jr adolosceDte belaTi■teuae. Continua.,. q ),1 ri .. Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº310_02_12_1978 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº312_31_12_1978 Voltar para a lista de itens