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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº313_20_01_1979
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É HORA
H poucos dlus, estivemos em
Campo Grando, a Jovem capital, e lá vi
sitamnos o nosso migo deputado Sergio
Cruz, lidar do MDB na AHsemhlérn. Nu
oportunidade oonhl'Cl'tnos o dPputudo
Oetullo Oldeilo, tu mbem do MDB, cuja
nrén do Influencia atinge os municípios
cio Vale do Ivlnhema.
É slutnr o chega n ser estimu
l1111te sentir o ideal dos jovens d<'putndos
t>leltos no último pleito, poli; n tarPfa
que os aguardtl é árdua e exlglrã umu.
partleipco respónsável e efetiva nus
problemas que acnnetarão a rormaçllo
do MS, problemas, Inclusive, polltlcos.
Sentimos no Jovem deputado GI•
delio. aquela vontude que ruz dos ho.
meus lldereEI e os Incitam à ação dlnâ•
mica. De parabéns o Vo.!e do lvlnhemo.
pelu escolha de t/lo nobre po.rlameotnr
e de pnrnbens o povo mutogrossense
pela reeleição de Serglu Cruz, lei doti
espíritos mais lúcidoR da novo geração
de poUtlcos. No momento Serglo, Cruz
polariza ns atenções por sua pregaç!io
contra o Senador biônico, numa cruzada
crntrn esse "tipo de escolha'', verdadei
ra aberraç!lo. Somos e ileremos sempre
favorãve!s u eleição direta, pois o povo
é que deve escolher os seus governantes.
Queira Deus que o eminente presidente
Figueiredo consigu concretizar o ideul
de toclo o povo bra,;:llelro democrnciu
total, plenn, uma democracia sem adje-
tlvos e m elos termos. No caso de Bela
Vlelu, al'éa considerada de Segurança
Nacloaal, cujo prefeito ó nomeado, epe
ramos que a cla~se politlca ( Diretório
da ARENA ) se conscienttzo que o mo
ml'nto e'Clge Idéias novas e ruente aber
ta ao diálogo. O novo Governo está se
Impondo pelu coêrencla de idélas e pelo
alto poder de diálogo d!l seus membros,
o que é necessário numa slstemátlea
onde o trabalbo de equipe é o que ren
de frutos. Ninguém administrn sózinho.
Ninguem é dono da verdade. Politíe«.
mente, u nossa cldade tornou-se motivo
de " piadns " em grupos políticos, t1qul,
onde u ARENA é mujorllárla, a divisão
no pnrtlrto chega n ser absurda. Nilo
existe união de propósitos, porque nem
sempre os propósitos levam ao objetivo
comum. Não ndmltiremos, jamais, o abu
so do poder, a prepotência e o arbltrlo.
ossa luta e n c o n t i n u i d 11 d e
de nossos objetivos, assim como, o de
ver que temos perante a comunidnde
fronteiriça, nllo permitirão qu~ crnzemos
os bruços numa hora vital para a socie
dade belavistense. Se os politícos pre
ferem permanecer a margem de uma
situação que está se tornando insusten
tável, nos procuraremos estes politicos
e os mei;:moH prestarão contas de seus
ato AO POVO. Nas ultimas eleições
ficaram patent<?adas novas lideranças que
estas lideranças sejam ouvidas, pois te-
Há Desafios Difíceis
u
1
Dr. Olavo Monteiro
Mascarenhas
ADVOGADO
OAB/ MT 1615
Causas Glvlil e Criminais
Rua Antonio João, 842
Bela Vlõtn Mato Grosso ui
8
l
---
Umn empresu jornnlístlcu é algo
mais que máquinas e equipamentos, sua
mercadoria princlpul são as ldéiot:1. A
própria noiicla é uma idéia viva. lo
caso dt: uma emprrsu que E1dlta jornais
emanar1os no interior é um desafio dl
licll e que exige além de umu esquema
tlzaç!lo, multa luta e cerla rtose de re
núncia. Há desafios difíceis, e uns dos
desalias do mundo modero, é a cres.
cente tensão que impera enti e os homens.
o caso da questão politieu belavistense,
imos, diáriamente, homens tensos, em
busca de posicionamentos numa socieda
de conuttlva onde Impera o temor.
Fazse mister reconhecer que a so
ciedade belavistenf'e tilravessa um ciclo
de evolução, onde as divergências se fa
zem sentir de maneira latente. E iso é
Próprio nus sociedades em transformoção.
Em DOBRO caso, uma empresa
em luse de organização, atravessamos
momentos criticos, devido principalmente,
li falta de elemento l.rnmano e da recep
llvlda de "polltica. de nossas ações. O
Papel do Joral, em Bela Vista, está
f:nc!o n111is formador do que informativo,
to devido a falta de mot.ivaçüo du clus
se politica. Acéfala, alunada e subjugada
Por contlngênclai; geridas pela sua pró
Ptlu apatlu, nutna demosntração cabal de
suas idéias são germinadas dentro
e um circulo restrito de poder. Quem é
quem em Iela Vista? As lidernnças "an
lgas" estão no dilema de atuar ou de!
?" própria _atuaco a critério da mar
} inexorável da histórig. Ainda surgi-
o os lideres que Bela Vista preciss?
Flvez. Consideramos o momento propi
e
O
para o desabrochar ele novos olit1.
Cos, desvinculados e descompromissados
Com o passado de erros dos curreiristas
~~J11 o t.tbjetivo único de servir à corou
~ !ide. A fase é de translçãCl. A épncn
n f
0
lutas e de desafios. Desafios difí•
.e
8
, mus que todos devem encc.rar scb
Pena de o futuro julgar "nossa geraçil o'
como a geraçlio dos "homens com a mão'
DE DECISAO
no bolso". Veja-se, como exemplo, o pa
pel <la oposição: omarrada, amordaçado,
e:}curru Ioda. J.o existe aquilo que seria
o elixir do debate e o joroal passo a ser
o único veículo livre o suficiente para
motivar uma classe dPspersonalizada. No
decorrer de sua existência, o homem en
frenta e tenta dominar as duas dimen
sões básic::i1: Tempo e Espaço. Em Bela
Vista t'S politieos Astão fora do tempo e
do epuço, como o relógio da proça Ál
varo Mascarenhas, que existe, mas mar
cando hora rle um tempo que passc,u.
Funcione. como enfeite, como símbolo de
uma época que ainda permanece. Pro.
blemas metafisicos a parte, é preciso, e
já, que os homens que vivem a política
se compenetrem de que, lembrando Mé
dici, "homem do [Ileu tempo, tenho pres-
88.". Ecquanto os outros municípios, ou
tros homens, procuram compunbar o
ritmo dos acontecimentos, lutando. vi
vendo a vida como ela deve ser vivida,
como missão, nós permun2cemos de bra
ços crnzaclos. É por estl ruz!lo que a
Tribuna da Fronteira se propõe, a partir
de boje. mais do que nuoc11, exercer, até
mesmo agressivamente, o seu papel na
soclednde local. Diga-se de passagem,
conquistado com muita luta e muitos
seriiicios, é não seria agora, após oito
anos de batlhns que entregaríamos os
pontos. Os desbravadores de Bela Vista
"ª revoltam no túmulos. nossos nntepas
ados sentem a apatia e a falta de fibr,1
do muitos de seus filhos, sentindo que
(alta aquilo que Beto definiu bem em seu
livro Oração na Ação: "Para que a vida
divina seja alimento de nossa vida, e a
nossa v!da seja alimento de outras vldns,
é preciso que morra em nós, a cada dia,
o Burgues, o Mentiroso, o Covarde, 0
Derrotista, o Orgulhoso". Belavistense,
politico em especial, não esqueça, o seu
papel ns. sociedade é de t-uma importân
cia para o desenvolvimento dest11 socie
dade. At.Jelte-o ou dê o lug .. r pariJ outro
que queira Servir. (IP) .
MOÇIS
Estamos pree[ando de mo
para tratalharem no Departamento
de Glrculção. Serviço penas pa
ra « horas as. Cmlwsões pa
za no to. E necessário que seja
desin!b!da e goste de conversar.
Apena pura Bel Vista. Ven
ha conversar conosco. Oportunl
dade para ganhar de 2.00,00
3.000,00 mensais. Tratar com
D. E·tala.
Mio Grosso do Sul
presentam a oplnHio do povo bela vis•
tense. Isto ficou provado nas urnas. E
para nós a oplnlúo daa urna!! vale mais
que as opiniões de gablnete
11
• Qull
o senhor Governador Harry Amorim
ouça as vozes que clamam no município
e faça delas a mnensngem que o povo
belnvlslense quer ouvir. Tomamos con
hecimento que elguns elementos estão
plelteRndo o cnr{!O de Chefe do Executl·
vo belavisten, elementos íntegros e
desejosos de participar da " arruncada
desenvolvimentista ". Que o senhor Deus
dos humlldeti não permita que o passado
volte. Somos favoráveis a escolha de
um polltlco ( pode até ser um técnico)
mas ... da nova geração, sem os vlclos
do passado e com a mente aberta à no
va slstemát.lcu que Irá. so Impor. ltoga
mos ao Deus todo poderoso que ilumine
os nosi,os governantes e que. escolham
um Prefeito para Bela VIta e não um
mero "homem que sentará no gabinete
do PrerPito", Isto se S. Excla, o gover
nador Hnrry Amorim, resolver substituir
o atual prefeito médico Ruben Alberto
de Castro Ploto. ( IP)
10' RC COM NOVO
COMANDANTE
Com a transferencla do Cel. Or
!ando Mentzingem para Brasllla, assumiu
o comando do 10º Regimento de Cava
laria, o Ten.-Cel. Go brlel Conrado Dias.
oriundo do Rio de Janeiro. O Cel. Ment.
zingen delxa em eela Vista grandes a
migos c1 admiradores pelo comando e
xemplar que exerceu na fronteira, sendo
agraciado. inclusive, com o diploma de
Honra ao Mérito, outorgado por este jor
nal, pelos zelevantes serviços prestados
à cnrnunidade. Estamos a disposição do
senhor comaadante do 10° RC, Ten -Cel.
Conrado, colocando o nossofi jornal a
serviço d~s Interesses mn!ores da comu
nidade e da Pátria.
MDB esi'á sem forca
do MDB, disse que seu partido está sem
forç para lutar contra o Senador biôni
co, salientando que " o MDB, para ver
gonha nossa. está pro;;tltuldo. Não com
parecerei à elelçüo porque sou liderado
pelo deputado Se•gio Cruz, em termos
de partido porque ele é llder e vou pres
tigiá.lo entretanto, é preciso que ele,
que iniciou esse movimento, retif!que a
sua posição ''Gaeta acha que um partido
que elegeu um senador e um governa
dor biônicos não tem forças para lutar
contra a indicação de um blônleo a.re
nlsta . ..firmando qufl tanto a ARENA
como o iJDB são" um saco de gatos",
Gaetu defendeu a extinção dos dois par
tidos.
Recursos para as
Escolas
Os prefeitos de a
proxlmudamente 40 mtt•
nícipios mat0grossenses
receberam dia 18 próxi•
mo pasado em sulenidn
de realizado. na Assem
bléia LPgislatlva, os cl.Je•
ques que gerarão rccur
l'OS a serem utilizados
nas reformas dus eco
las públicas. O G<,verno
do Estado Investiu cerca
de 28 mllhõi>e de cruzei
ros já do recursos pró
prios nas reforma11 dos
estabelecimentos da re
de estadual nos vár 11
municlpios, inclusive Be
la Vista.
Presentes à soleni•
ela de, o g o ver n a d o r
Harry A morim, Senado
res, deputadoH estaduais
e federais, assim como
os prefeitos dos munlcl
plos.
ATRIBUIÇÃO ÀS
PREFEITUIUS
Segundo o governa
dor Harry Amorim, seria
imposslvel ao Estado
licitar essas obras neces
sárias e executá-las em
tempo e por Isso pas
sou-se essa obrlgaçl!.e
aos municípios, que
possuem equipes para
dPsenvolverem os traba
lhos. As municipalidade@
terão um prazo de 45
dias par promover tale
reformas.
Coluna
Agrícola
A partir da próxima
semana iniciaremos a
publicação da Coluna
Agrícnla, patrocinada
pelo Armazene Gerais
União Agrícola LTOA,
firma b e l a vis t e n s e,
pioneira, que neste ano
intensificará suas
atividades no setor.
Considerada uma das
ma!B dinâmicas na região
a Uülão 6mprega dezenas
de funcionários e cola
bora ntivamente para o
desenvolvimento de Bela
Vista.
Preço deste exemplar
CrS 5,00
Eea Mi!z "l?- Tbu _da_Fronte!!
Em três anos, Capital
Social da Sanemat
CRESCEU DEZ VEZES
, pós qclnzo dluo de férla6, volto·
mos u circular, em Bela Vlnta e na re
gill.o; o pov11o sentiu 11 folta d TF ne
mo sendo dlstribuido o Correio Jardinen
e, nosso [eltores reclamaram e bustI·
te ... fica a delx.a no departamento de
clrculuç!ío: Tribuna ela Fronteira é corno
a carne e o pllo, n!:lo pode Jult.u r na
mesas dos bolavltenses.
C',(C"(l
ESQUEMA
Um esquema violento foi montado
pelu Dlreçllo da empresa visando nprl·
morar e melhorar principalmente a dis
tribuição doa jornais do grupo. A grande
n'Jvldade aos leitores da Porto Murllnbo
e Bonito, cujos jornais sllo quinzenais, é
que u partir de agora recelwrão quatro
edições mensais, sendo que os assinan
tes do Jornal d& 9onllo receberllo alem
das duas edlçõc~ normais, ma11 duas do
Correio. E os da Trlbunn Murtlnbuni::e re
cebero da TrlbUllll da Fronteiro, {qto to
dos os mesea. A lnlclutlvu mereceu c.
ploueos de todos.
Em pena três no» de tfvida«dr de
1,1>75 a l97ll. o Cnplrnl Snrlnl 1l11 CornpBnliin ,lo
5anamento do Eitado de Mnato Gron SANE.
MAT atentou dez vezes, pasando de 3) pura
800 milhões de cruzeiro»,
O mais recente umento do Gnpltal {Social
da Empresn foi proposto pela tunl Diretorin.
Assembléia Gerl dos ncionl»tas, realizada no dia
22 de dezembro ob presidencin _de engenheiro
Carmelito 'Torres, Secrtirlo_de Viço o Obras
Pblie«_e !'rs, do Conselho de Administra;o.
Em 1975, n Sanemnt operava _penas l?
+istema de abastecimento em todo o Estado 0 o
~cu Cupltnl Socrnl rrn ele 30 milhões de cru
zotroe· . ll~jo com Reli Cnpitul elevnclo parll
300 milhões, a Snemt faz-se prente em
10do o Eetn,lo ele Mnto Orouo, com obras de im·
l
,li,n!oçno d~ novot -~i11,111•K o nmplinçlo r me•
horta ,lc outomnP ia cm !uncion11mento,
Esn É sem dúvld um bel notícia só
que neve lucro enorme, deveria stnr incluídn
como beneficlárla, ineonte+to, « cidade de Jardim
que sem dúvida alguma, foi a que mal colnbo.
rou par o engrandecimento da fantnmng6rica
e 1_nexutcn1c ::ianomnt. A explioaçflo deste comcn•
Hirto é nmito fácil e trnnquílo, A cspeotrnl Sonc
mut, em Jardim, vergonhosamente, únlea cola
que fez fo, urrecndnr, poi1 n popnlbçi,o jnrdincn
se, sempre corretamente papou ua tnxa de água
para ter o precioso II'Z em suas torneiras, loto
que infellzmente nunca ocorreu, e continua pertia
tmdo em não 11contecer. Em Jardim, n fami"ero·
dn Sanemt «ó fer ganhar dinhelro, em dar.«e o
luxo de pelo menos nplicar porte dole no própria
cidade, Assim é claro, lógico o super evidente,
que seu capital tenha crcscl,lo dez vez.
Dr. ·1van Alonso da Costa
Marques
ADVOCACIA EM GERAL
Rua Voluntário• da Pátria, 376 • Fone 210
Bela Vista Moto Grosso Sul
DR. FIORI MURJO
-MÉDICO
Consultório 7 às 11 h1,
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IPEMAT e INPS - PO '1'0 DE SAÚDE
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Dr. Pedro José Palmieri
Advocacia em Geral
Rua 15 de Novembro 17
BELA VISTA MATO GROSSO DO SUL
Dr. Laucido V aldez de
c:rurglão Dentista
CRO - 557 lU.
Barros
Território
Dr. Késio Loureiro Pinheiro
ADVOGADO -
Rua 15 de
Bela Tista
Rua 26 de Agosto,
4-0650 - Campo Grande MS
prio prefeito, Ildefonso Soares da Silva,
informou à noa reportagem que J
cumpriu com o eu dever. Dentro rios Ji
rltgóes Imponta pelas contigêncla8,_O
reféto do Murtinho deu o seu recado.
O mesmo nfío Ae poclP dizer do mérltco
Ruben de Cnastro Pinto, pois o p0v0 €
perva mais de sua administração, de!
o, principalmente, ao eu passado. as...
seguudo a voz geral. o prefeito de Bela
'Lia não realizou mais porque não re
cebeu o apolo que espern.vu.
• -,,<!
SUCESSÃO
O ast:unto do momento no área de
lnfluêncl11 do TF e do Tribuna Murllnhen
se, é o problema sucessório munlcipol.
Em Belo Vista o povo aguarda a substl·
tulçúo do atual prefeito, RubPn de Cas
tro Pinto, e em Porto Murtlnho, o pró·
Novembro S/N
Mato Grosso do Sul
384 - ala 24 Fone
VARIOS
nomes csWo seudu co1-,'1tados para suce-
der o prefeito nomeudo de Bela Vita
entre eles figura o do Ely de Araujo
Barboi:a, ,foi;~ Slmpllcio cln Costa Mor
queA, Evllásio :Hrnnda, Pedro Palmieri, e
outros, outros ... Existe lambem o possi
blllrla.de de o utual pi'efelto permanecer
no cargP. ;'!ós, parliculnrmenlo, nllo par
tlclpuremos dcst11 polernlca polltlc0, polt:
a 01 lentoçíio íllgorosa da rlireçüo do
jornal para este uno, é a dE> não nos 1-
mlsrulrmos nos assuntos polit!cos do mu
nlciplo (lc...) ficaremos com a tarefa de
trant1mltlrmos pura e slmµlesmente os
fatos... dú para entender?
!>'<?'>:sl
E OS FATOS
verdadeiros, llmpldos como n água da
fonte, que os políticos belavistenses
principalmente do Diretório da Arena
estilo se movimentando visando a suces
súo do atual prefe!to. Se esta ln[ormaçíio
não procede, que nos desmintam ... lflnça
mos o repto, nos dei-mintnm ... Fica entílo
bem expllcad!nha, a poslç!lo do Jornal. ..
+3
O GOVERNADOR
Harry Amorim Costa, durante entrevista
coletiva. afirmou que a imprensa deve
ter a liberdade para bem informar e
prometeu r.studar uma solução oura ell·
minnr o ponto de atrito criado pela Se
cretarin de Sogurnnça com a imprenso.
campogrnndenee. E o SP.cretárlo dA Se
gurança Pública, Euro Brando, disse que
os de_legados (de Cnmpo Grande?) estão
prolbtdos de dar entrevista porque estão
despreparados para tanto.
Dr. De o dato de Oliveira Bueno
Advogado
Escritório: Rua 7 de Setembro 230
Fone, 43-loG2 '
Residência:
Ponta Porã
Rua Coronel Camisão 54
Pane, 431-JJ 16 '
Mato Grosso do Sul
Cllnlta de Criança, e adultos _ Ralo
Atende-se cum hora marcada ?<
A. Duque de Cuiu 508 (A L d c;odn,ult6no
' o a.o o Banco
r».se.i» J471D1MA MAIO GRzgz ll [sã
Ricardo Brandão
- ADVOGADO
Av · Brasil, 1595.- Caixa Postal 355
431 1
T
6
e
4
1
6
, (CRod. (067), 431-1470 (Escr.),
• esldêncla)
lhal &as do Sul
E·TA
Equipe
;;,;(,;:.<!
COLUNA
TF
que circula sob a responsabilidade da
direção, será publ!cada simultaneamsnte
nos Jornal!' de Belo. Vista, P. :.furtlnho
Jardim 6 Bonito, com noticias dos munl
cip!os dti ~egiiio, cobrindo, principalmen
te, as atividades politicas.
!>'<,,€()
NA PRÓXIMA
seman~ voltaremos com os fatos e as
deduçoPs da chamada classe política que
em nos~n região, anda melo desligada
da reahdadi> nucionul... depois explico.
PARA MEDITAR
nu.o é processando jornalistas oerseguin
do, sabotando, culun!ando, que· 0 povo
reconhecerá as boas administrações É
trabalhando, produzindo, dialog11.ndo ·cri
ando oportunidades, gerando empréaos
formando e educando, para o futur~ é
o que esta grande Nação espera de seus
ndmlm,;tradores, para ntlngirmo;;: a meta
da tgr~nde potencia mundial, de riquezas
ma .eriais ms, sobretudo, bens espirituais.
Residência
Rodoviário
em Coxim
O Governador C
sslo Leite de Barros as
Finou Decreto, no últi
mo díu 29 de dezembro
p:rnco untes dn lllvlsllo,
crlnndo em Coxim u 17~
Resldéncla Rodovlúrlu
do DERMAT, com jurls
dlçíio eobre os muolc[.
pios de Pedro Gomes e
Rio Verde e eubordlna
nado no 2° Distrito Ro
ruvlárlo Estadual, com
sede em Campo Grande.
A medida, diz o
Governador, em mena
gem datada cio mesmo
dia e endereçada ,,o
Prefeito Franklin Rodri
gues Masruha, vem aten
der uma justa relvlndl·
cação daquela próspera
regio Matogrossense.
Cássio recebe
quinto Título de
Cidadania
Com n llpro,·ação unâni
me dos Senhores Verendore•
Cimara Municipal rle Coxim
concedeu o titulo de Cirladáo
llonor/irlo daquela cidade ao
Gowrnndor Cé.s>io Leite de
Barro•. Dc,de que aseumiu
o GoYcrno, cm ugo,to de 1978
foi n~r-aciado, com idêntica
honraria, sempre com n apro·
vçlo unânime dos vereadores
pelos Cãmaru lluaiclpaf• dus
cidades de Maracajú, Butngua,
sl't, ílochedo e Hio Verde,
l cerveja e o
câncer
Lyon, Frunça • Parn ali·
v-io de muitn gente, o profe••
or Walter Davis, que c-hefi•
Hmll equipe de pe,qutsadoree
do Centro Internacional de
Cnncerologin de Lyon há no•
vc anos, cootcston n afirro8·
ço de ,eu colega alemilo od·
dental, professor Preissmmn
da Organizaçào )lundial de
Saúdc-, de que um dos ele·
mentos químicos pr-csenre n•
cerveja - a nitrosamina
causadora do câncer humano
emhorn conllrrnado que ele
o +ja · e muito - nos ratos
A alirmaç.iio de Prei•·
smnn já começa.-a a CllO,ar
p5nico cm alguns círculo!,
pois a nitrosamina está pre
,entr. em todas ns bebid31 nl- /
r.oólica• - onde apareci, e,pon·
taneamentt" .. e em vário! oa·
tros :iliraentoa conser-·ados :
nrtiílcialmente.
IE
Ambiente Seleto Refelçío
--- de João Freire de Ol iveira
Caseira O seu lar em Antonio J O e C ºªº Hotel da Fronteira
m auo. asa. Padrão de qualidade •
Rua Amambai com Bela Vista
Hospede-se no Jeane Hotel e ninta-se
Antonio João Mato Grosso do Sul
TIPln Vlsln MS
___________ Tr lbuna d Fron elt·a __ ._..;; __ .. _
21 1:70
Pcrdc>r u oportunMade, de ter urna
'J)iglna··· Inteira, no11 Jornalr; ria Gráfica
Editora Apn, de lvaldo P(>relra, Editora
doa ,Tot•nalA 'I'RIBUNA DA FRONTEIRA,
CORREIO JAROJNENSF.. TRIBUNA MUrt
TINHENSE E JOHNAL DE BONITO é,
como diz o onrlocu, bobc•lra. Como nllo
llOU bobo e nem po1rno deixar de juntut·
o últll uo agr·udflvcl já que terei um ex
oelente ~alárlo para os meus puroot1 re
curse,g joronllslhios e a exiguidade ex
perlmenlul do que sou possuidor. Expl'·
rlêncllL adquirida, no dia -a • dia desta
casa do Informação; pnrllculu minlmu
d" quarto poder da Dernocruoln quo é u
Imprdnsn Llvre e Sobtlrana.
Digo perder a oportunidade porque
p11Rso•1 pr.11 minha cubeçu deixar dtl
oeorever por aoúmuo de Bervlços noe.
atividades que brevemente irei desem
penhr neste MS. Dei, disto couheclmen
to n alguns dos meus amigos quo com
seu apolo e solidariedade fizeram dus
rulnhas esorllas, no1:1 jornais acima mo•
llvos de comentário!?, (críticas positivas
e negattvas),e, assim oonstrulrum ns
bases para o sim do oonvlte que ora
ORACIO A O DIVINO
ESPIRITO SANTO
utea1·0 digo que aceito, e ·crcvt•r, c;;crn·
ver o escrever sempre pelo bem estar
do Mou 1unlcíplo, EBtudci e I'aía. E- o
que vou escrever, nem i,;empre Irá
ugrudar uqueleR que f~JZern du bajula•
ç/lo seu bablüo de encoeltJ por sorem
lncompetent6s. Poderei, por sei· humano,
delxar de qualificar bem aos que traba·
lhom pela Comunidade. Jfl dizia o poetl'l:
é mais fAcll ver os defeitos que as qunll·
dades. Boas coisas não precisam ser
demontradns. ão há necessidade du
propaganda do que é bom. No eutunlo o
que não presta deve ser exlil'pudo e
lonçado longe para não contaminar o
qu~ de bom existir, pur perto, E Isto é
a funçilo dt1 Imprensa ser humanu no
erro, mas não admiti - lo nu rolncldêoo10
mesmo QUA seja para agradar 00 amigo
que amamos ou uo chefe de qutim
dependemos.
Por Isto ó que, aceito honmdo
por so ber-rue pequeno em relução ou
tros grandes homens desta cidade que
deverinm pelo seu nowe e lntellgencla
estar a frente de uma dos páginas de
uni dos nossos jornuls a falar de E por-
tes, Administração, Socledade ou de um
dos muitos assuntos do universo grande
que é comunlcação.
' purlir de fevereiro, então, esta
remoo com uma folha. íntc>lri,. sem pro•
tensões de novidades, honrarias ou be
leza mus que dela será tema principal
o Melhor para o Matogrossês que até
aqui Fó pagou e• não viu e agora, gr·u•
ço"' ;1 êxcelealu performuuce da admluls
trnçüo Amorim C:oc,to, pa~saró. a receber
o que pagou e ;nullo bem pugo, .. por
i,(nal.
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tivos do comentárloe, (crillcus positivai,
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bases pnra o sim elo convite que ora
alegre digo que uoolto, ei.crover, e&<:To
ver o oscrevot· sempre pelo bem er;t.ar
do Meu ~lunlcíplo, Estudo e Puía. g n
que vou escrever, nem sempre irá
ogrudar aqueles que fnzem du bajula
çl!.o seu btão de eucoet•> por sorer
Incompetentes. Poderei, por ser humano,
deixar de qualificar bem aos que traba
lham pela Comunidade. Já dizia o 1rneti1:
é mala fácil ver os defeitos que as quali
dades. Boas coisas no precisam ser
demonstrada11, t'1ilo bA neccssldudo da
propaganda do que é bom. No entanlo o
que não p1·esta deve ser extirpado e
lançado longe para nlio contaminar o
quo de bom existir·, pur perto. E Isto é
a função dn. Imprensa ser humana no
erro, mus nfio admiti - lo na relncldêooin
mesmo que seja pora ogrndor ao umlgo
que amamos ou uo chefe de quem
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confirmar mais uma vez, qu
eu nunca quero me pirar
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21-1-79
"Discotheque,, massacrou a música
brasileira em 1978
O uno de 1978 foi um ano terrível
para mslca popular brasileira. Nunca
e sslstlu, em toda a hlstórl» de 1o8sa
cultura musical, a uma Invasão de um
rlllmo estmngeiro com tnntn violência
como foi n da malfudacla dlscothêque.
Quando se lzer um balanço dcs resulta
dos desta Ivuso, val-so constatar o
terrlvel mal que ela faz a nossa cultura
popular, pois nllo eômPnte aliena a nos
sa juventude como também deeempreg,i.
n08o músicos e desvaloriza n08os
oantoreA, na mrdlcla em que seus dlr300R
cedem lugar n esta Insuportável música
estrungelra. E lmpreicslonante como o.
dlscotbeque Invadiu o pais, atingindo a
todas s camadas sociais, particulnrmen
te at1 menos favorecldaR e desejosas de
sconslo, ainda que pelo. porta da pura
Imitaço. Ainda recentemente, partieipel
em 'Londrina de uma festa de noivado
de jovens pobres e fiquei estarrecido em
observar que, no tosco aparelho de som
da casa humilde só e tocou dlscotheque
e cheguei a sentir piedade de jovens
operários, explora cios já por uma estru
tura social Injusta e desumana, a maca
quear-se ao som de uma musica canta
da em lingua Inglesa à qunl eles no
tem o menor acesso e por ls110 não en
tendem o &eu significado. E tem mal!!:
fiquei sabendo também que simples
menç!io à música brasllfllra ali seria mal
vista, pois eles temiam ser acoimados de
"cafonas" se ousassem tocar música brn
slleira. Foi uma constatação terrível esta
e pude sentir até que ponto os poderosos
lntrumentos da comunidnde manipulados
pelas multinacionais do disco fazem mal
à nossa pátrl!i: pesson que nilo têm con
dleões sequn de comprar alimentos, gas
tal!l CrS 170 para comprar um disco de
musica estrangenlra, por puro espirlto
de Imitação, levados que são pela ln
lluência do radio e da televisão que ao
promover 11 cllscothequr, prestam um
desserviço a nação.
Não faz multo tempo e o maestro
Marlos Nobre denunciou ao pnís as ele
''adas cifras que são remetidas para o
exterior sobre a forma de pagamentos
de direitos autorais de remessa de lu
crog, e de royalties, chamando a atenção
para o absurdo do fato: enquanto os
nossos músicos vivem desempregados, a
nossa cultura musical é vllipenrtlada e
0 nosso povo alienado por uma músicu
em linrua que ele nüc conhece, o Brasil
remete para o exterior omas astrono
mlcas.
Sómente num país como o nosso,
com a sua soberania alienada ao capital
f
9lrangeiro, tais fatos podem ocorrer
mpunemente. Sitn, porque nenhuma
Providência foi tomada até agora para
defender a nossa música apesar da
denúncia de pessoas como Marlos Nobre,
com a sua autoridade de diretor do
Instituto Nacional d!'I Música, e de
tantos outros.
Agora mais um ma! vem-se acres
centar a tantos que a dlscotlléque tem
Provocado o país; as casas onde tais
"""las são tocadas estão sob a suspei-
~
0 de provocar danos capazes de levar
surdez ou a cegueira e, no entanto,
esta@ casus estllo proliferando enorme
mente.
E o pior de tudo é que a nossa
IDúsica popular é Infinitamente mala
bonita, devendo eu ressaltar aqui que
oe m(18lcos estrangeiros quando vêm ao
Brasll manifestam todo interesse em
conhecer melhor os nossvs mnúsleo e
acabam e!iiarrecldos ao constatar que
no país que produz n mais bela música
do mundo no so tocm os gêneros da
terra.
O exemplo está no último Fescl
val Internarlonal de Juzz realizado em
Silo Paulo onde todos 08 nú8lcos
estr:ingelros se renderam perante o ta
lento de um Hermeto Paschonl, que da
todos os múslcos participantes da mos
tra foi o que melhor so apresentou.
O que o rádio e a televls!lo fazem
com nossa música popular é mais do
que um crime: estes Importantes lnll
trumentos da comunicação social estão
n serviço da música eslrnngelrn e n/lo
se ouve oelrs a noPsa música. N1lo adian
ta mudar de canal ou percorrer todo o
dlel porque só vamos ouvir mústca es
trangeira.
Este é o panoro ma relnnnte neste
final de ano e ao que tudo Indica não
será diferente no ano que começa
para t r 1 1:1 t e z a doe verdarelros
patriotas.
Professor deve ganhar GrS 4.500
por mês no MS.
Campo úrande ( CETF) O gover
nador Harry Amorim Costa pretende va
lorizar oo máximo a importante função
do professor, que é de educar os jovens
do Mato Grosso do Sul, preparando-os
para assumir importantes papéis no do
senvolvlmento estadu11l e até nacional.
Ainda não foram definidas exatamente
(multo menos oficialmente) as hases sa•
larlais do professorado, mas fonte cre
denciada do governo revelou que deve
rá se situar na faixa de 4.500 cruzeiros
mensais. oara cs recém contratados.
A fonte governamental explicou
que se uma servente do Edificlo das
Repartições Públicas recebe 3.500 oru
zeiros mensais e um datilógrafo recebe
4.500, de acordo com os nivels .salariais
do DASP, é mais do que seguro que o
governo saberá a valia r a Importante
missão do professor, 'na pior das hipó
teses equiporanuo-01, a esseR funclonarios
que não têm a miolma qualificação e,
muito menos, e importância que tem um
professor" .
Nos próximos dias, o secretario
Odilon Martins Romeo, da Secretaria de
Desenvolvimento de Recursos Humanoe:
deverà anunciar os niveis oficiais dos
vencimentos do professorado, supondo-se
que sejam pelo menos nas mesmas ba
ses de um datilógrafo comuo::., "um me
ro copiador de textos" e, "na por das
hipóteses, apenas um pouco abaixo". Es
sa !ufoJ.1mação deverá ter grande reper
cussão entre o professorado. que até ho
je vem vivendo de salários baixíssimos
em torno de 1.500 cruzeiros mensais o
que os obriga a tmbalhar três perfodos
para somar um salário aproximado de
4.500 cruzeiros, justamente o que deverá
ser pago, der.Iro de pouco tempo, aos
sacrificados e dedicados profeseores de
todo o Mato Grosso do Sul.
AGRISUL Agrimensura ~/ato Grosso do Sul
letitizs t Ias mn tprl- pn rtliari lesmentranlos te
a, Ilzanetas, tine'znats, ws e ris, te.
Grande experiência no ramo de topografia e ratificações
serviços executados de acordo com as exigências do INCRA O
único escritórlo que conta com 2 (dols) agrimensores forndos
pura garantlr precisão nos ervl;os executados, E lembre-se se
nhores proprietários, na Agriul voce não contrata intermediários
NA AORISl1L É GARANTIA E PRECISÃO
NÉLIO, AMAURI e OSVALDO
Rua Antonio João, 1011 - Bela Vista MS.
(Campo Grande CE TF) Foi drás
tica, lmrdlatfl e inepta a reação da poli
cia ao farto e geral noticiário da Im
prensa desta Capital relacionado com o
espancamento de um r.ldadlio, que, deti
do por suspeita de horulr.idle>, confessou
o rime debaixo de porrete.
Queria a polícia, certamente que os
órgãos de comuolcação, mesmo sbendo
do espancamento, calassem, escondessem
o fato fltn sinal de solldarledade ou co
nivência com os espancadores. Não se
calando a imprensa, velo logo a re&ção
em forma de rtstriçõea á liberdade de.
imprensa. De agora en diante, segundo
lnformações prestadas a um dos nossos
repórteres, "é proibida a entrada de re
pór.ter ~m qualquer órgilo da Secretaria
de Segurança", não tendo os represen
tantes da imprensn trânsito livre nas de
pendências das delegacias. Em cada dele
gacia o escrivão ou plantão redigirá, em
duas vias, o que entender ser notícia e
entregará uma via ao repórter, que pas
sará recibo do "papagaio" policial.
E tem mais; um dos repórteres do
Correio do Estado ouviu do eccrivão da
Delegacia do Amambaí a informação de
que "poderá ser preso" o repórter que
niio respeitar as decisões da policia.
Queremos pagar pra ver.
E gostaríamos também de saber
se tais absurdos parllram do senhor
t3t>cretáric de Segurança, ou so de Ini
ciativa dos espancadores atingidos
pelo noticiário.
Se alguns policiais "estão de mal cone
xão" tão melhor, porque nss!m não tere
mos que ter contemplação com ninguém.
Como se vê, o Mato Grosso do
Sul está começando mal, julgando que
a nossa imprensa está atrelada ao "carro
da alegria", que está começando a que
rer alçar vôos mais largos, pensando que
isto aqui é terra de ninguém.
Esperamos que o Governador
Amorim Costa saiba dizer aos seus au
xiliares que devem respeitar para serem
respeitados.
A Imprensa local tem tradição de
luta A boa folha de serviços prestados
não dependendo dos cofre" públicos e
de mordomia para sobreviver.
Não é qualquer "Fernando" que
colocará mordaça em nossos jornais!...
Seres humanos
no lixo
Funcionários da
Supcrlutendêncfa de lim
peza urbana de Belo
Horlzontd lêm encontra
do um feto cada dez
dias, na trla gero do lixo
segundo noticia publica
da pelo "Estado de
Minas", em edição re:
conte
Os fetos geralmen
te silo descobertos em
sacos de papel ou em
brulhados em panos.
Dlflcllmeote o sexo é
reconhecido pois os ca
d6veres são triturado
no carro coletor, antes
de chegarem a usina
para triagem. Os fetos
s0:o simplesmente en
terrados em cova rasa
no terrenos da usina da
prefeitura. A triagem do
lixo é feita por correias.
E as funcionárias que
ali trabalham assustam
se o encontrar os ca
dáveres dA nascituros e
até de recem- nascidos.
HA pouco foi encontrada
uma criança de um mês.
São fatos que ocorrem
numa grande Clipltal
br-atdlelra. Mas ...
sucederão apenas em
Belo Horizonte ?
ORACAO A O DIVlNO
ESPIRITO SANTO
Espirita Sanro você que
me e,clnrece tudo que ilumi
na todos os carinhos para que
eu atinja o meu ideal, você qne
me dá o dom divino de per
doar e esquecer o mal que me
fazem; e que todos os ins
tantes de minha vida está co
migo, eu quero neste curto dií
logo, agradecer-lhe por tudo e
confirmar maia uma vez, que
eu nunca quero me separar
de você por maior que 1ej11 a
ilusão material não será o mi.
nimo da vontade que sinto
de um dia estar com você e
todoa os meus irmãos na gl6ria
Perpétua. Obrigada mais ma
vez (a pessoa deverá fazer esta
oração 3 dias seguidos sem
fazer o pedido. Dentro de 3
dias será alcançada a graça,
por maia difícil que seja) pu
blicar assim que receber a
graça.
L
i.
f
1 / .
A. L.
Inovação.
• •
STUDI
Lazer. • • Luzes. D a Som
(Discotheque)
_ O Piá do Momento na Região
l ~ -----------------------------------------M_A_T_o_o_R_o_ss_o __ n_o_s_u_L __ .
Boutique
Charme Apresenta:
Ela1
Por Nancy
APÔS
nlun dias de descanso, aqui estamos paTd
contar n voce lune contrfmentos qu
+o de+taques em nossa Society.
"N Boutique Charme, voce 011oon-
tra.' artigos fino para enhorr, enhorlta
e ,·11ullrnlro,"
HEVfüLLON
O grnndti ncon1rl'imonlo nePle finei
de ano (oi o badaladfsimo Baile do levlllon
1111 Grcmio Pcrtro Jlufino, Nnquclu 1wi1c ,le
festa vi tantos cn»is e enhoritus legun:
te. Usando zraciosos modelou, registre: Zair
01hi11, Uorn Alh:e, Vnu Hirn r Cri,;lione
london: Os els; D+d e Maria José, Eucli
dos e Gullherrninu, Sidney o h.u,lnlcnn, Snu
lo e Leila. Prestigiando ninda destaquei: Bas.
tio w Gerey, Mrgolla e Zli. Adll Ferreira e
Srn. E,ltou " Cc!!llin, Cri~16vno e Cnrloln, Si.
dney e eutrlz, Moeyr Dnioae e Yed11, Al
hrrcu e Otlil11, Amnurv e Ev (ela multo clu
i:111111'). t:el. Orlnado • ~fnrr, o, noivoR Orlzoly
" Tunicu, Josó Cnrlos o Zulelo11, lco e Ilen•
triz l'inheiro'
il!l<)!:,l:l
A juvenludo
nlmou e contagiou· Por lú: f:(dio, Sidney
Júmor, Cristina, Léo Henoto o N6dia Sérgio
e sua priminha eatriz Helena, Vager
ncompunhndo de umn gurn Cnrncolen,e,
c,,<;i)i!:!
A Decoroçfio
cio Clube esteve linda, A mcill noite cm
cndn meea fui colocacla uma garrafa de
champngne. Todos cuforicoe ,)iveuinm-se sa.
cllomenle, upenus o que empanou o brilho
do •~',nteoimento foi o conjunto musical
que deixou muito II de,ejnr. Mas ...disseram
me que colllrotarnm uw conjunto, e no diu,
CATO
noite desas curtindo umn tremenda foseo.
O motivo? "paixonite aguda". Ela: a menina
dos lindos olhos azui,: Crietinne, Ainda bem
'ue ele se mondou pr(, C.id11dc Marnvilhosu
( lio) pr/1 ver se esquece. hso passo logo,
viu bem.,.
c,,:;c,;;o
"Das melhores fábricas do Rio e SIio
Paulo; camisas, bolsas e cnlçndos Sabem on
de tem? Na Chorm<i Bomlquo."
ANIVF.R!lÁHIOS
30/12 dois ninhos do gorducho Victor Hugo
Velásquez Pereira
:x;x,
10/0 l J,,, uninlto <lo llncl.1o Ro!!ério Ocumpoi
Gome
.«:
l6/01 Tito e Preto !' mnlro! amlgos fizeram
urna linda serenata à Sr. Lidia Velásquez.
Música e churrasquinho foi até altas da ma·
drug da'
()"<'')>()
30-12: dez anos do garoto Wgner Maca
renhu•.
«<1:
14-1: foi com~mor11do o 11111 da linda mocinha
Ana Karlna Salomão Marques e de u ma
no ego. Entre cachorro quente, refrigersn
te e deliciu•o bolo, a pnizuclfl curtiu um
,om de tli,cutlu·que, Ana Knrina, Thafo,
VunUFn, Sandriuhu. e Carla. E como cmhn.
lornrn.
8<3-6
17 -1: com a presença de fomiliare• e ami
gue, Dinéia Slumpf comemorou molb um nat.
+«3
VISITAS
recebemos visita do e~timndo Cap. Aldo
l!nmos e ele mn simpático tc~po,11, Vieram
rever umigns e motor rnu<lode•, poi; a1uul•
mente residem no Rio. Através cleleR recebe.
mos noticio• do llajor l!Mquelru e Dra. Áu•
rea, que empre lembram com cari
nho e saudades aqui da rerrn, Tribuna da
Fronteira sempre que chega até nl, leva um
pedacinho de Belo Vl,rn nté voccs, jó. con
sol, né? Um nbrnço da Equipe prá você.
no
1
"borr,ba'', foi umn pcniuba.
pareceu que1a
né?
«.rG
BOUTIQUE
Charme tem para voce os finíssimos artigo'
,ln: Cnri, Dehlu o Gledaon,
l)flC;;l><3
CLUBII. BP.LA VlSTENSfi:
01 VultoA foi o 11niurndl,1fmo conjunto que
tocou o b~i)P no C E.B. 'uquele din honv_c
l,nile no pnrn::uni, mesmo u<Pirn "o m•18
querido,. esteve lotado, Animados, dançando
'luas_ o torta• nolt!i: C lnurlio-Adelfa, Fcrrrnn •
e inho, Zen6bia, Luln-Perlrinu, llosevelr-lro
ni (Irani aniversariava naquele dia, em sua
homcn:l"tm toraram umn ~f'leção de nd1•icnJ
Go&IO ,fc ver o cu,nl Dr, I<~•io-Marin, ,.,,no
em 1od1u, ,cmprc noomp11nhu111lo n filha
Veru Rito, E isso mesmo, os pnis qunndo
podem devem ucnmpnnhnr os filhon. Ruf6ri
cos, ao som de discothéque vi: Nego Zaea
rino e Vanin, Vr,lério Penhn e Srn., Ben<, e
Tnnhfio, Cnt<t e Zoir. flennlo e I..-dn, Gu•lovo
e Cri,tione, Gllo e Vera Hita, Dnrio Torrts
e ua namornd; "unn pnrngunya" Ao Presi
dente Abrão Zuonrins e mo equipe o• nos
os parabens pela bonilll aoirndu.
52993
Recebemos a visita de dois jovens belovis•
tenes, um aluante na polltko local. vereador Nl
,,nldc. ~e Dnrro1, on1ro, com o ,angnc polltico •
nu vcrne, mn1 talvez. o~nardnndo um11 oportuni
dode. Olno Mont .. lro Mnscarenhn•. advogado, fi
lho do audoxso Alvaro Mascarenhas, Como não
~odrnn de _su, o assunto principnl foi a pnlltlca.
m Bela Vista uns dos poucos lugares onde se
falo em pollhcn,, é lia rcdnçilo do jornal, Aqui im
pera a democracia. Fala.se bem do prefeito, fala
se mnl, cnhc_am o DirMorio dJ Arena, eloi:iom
0
rio MDB e ~,ce-versn. ~ um nmblente dlnümico,
Fala-se também em crise, em contas a pagar, em
conqU1tas e derrotas e falo-se sobrrtudo ~no:
FUTURO DE BBLA VISTA
O presidente da Assembléia Cnns
tituinle, no uso das atribuições que lhe
são legalmente conferidos. e em cumpri
mento a dispositivos da Resolução n o
10425, de 31 de maio de 1978. do Colen
clo Tribuno I Superior Eleitoral. e artigo
5 o da Resolução n.o 191. de 28 de julho
de 1978 do Egrégio Tribunal Regional
Eleitoral do Estado de Mato Grosso.
Considerando que a 28 de janeiro
do corrente ano deverá ser procedida a
elPiçüo do Senador e seus suplentes, que
tixerceriio o mandato no período com
preendido entre 1.o d~ fevere!ro de 1979
ti a mesma data do ano 1987;
Con!litierando que foram regifltra
dos, pela Mesa Diretora da Assembléia
Legislativa do Estado de Mato Grosso,
como candidatos a Senador e sem: f:U
plentes para o Estado de ~fato Grosso
do Sul. respectivaci.ente, o senher Rachi
de Saldanha Derzl, Jtalívio Coelho e
Waldlr dos Santos Pereira, pela Aliança
Renovadora Nacional.
Considerando q~e o Senador será
eleito por um Colégio Eleitoral, integrado
pelos membros da Assembléia Conati
tulnte e por Delegados das Câmara; Mu
nicipais. em número e dlsposlcões regi
dos pelos Art. 2.o e 3.o, I, da Resolução
n.o 1042n, do 'I'SE; .
Considerando que as Câmaras Mu
nicipis encaminharam os nomes e a
qua!H!csçao <los respectivos delt>gados
e seus suplentes, conforme o estabeleci
do na Resolução n.o 191, de 28 de junho
de 1978, do 'l'rlbunal Regional Eleitoral.
F',Z SA RER QUE:
1.o) - Flcn por este edital convo
cado ° Colégio Eleitoral, parn i,; tsPssão
destinada à eleição do Senllcior ( 111·t. 19
da !tesolução n.o 10425. de 31 de mato
de ,978 do TSE, que exercerá 0 manda
to a tnlclar-se a l.o de fevereiro de 1979
cuja seesão realizar-se às dez (lO) h • '
g$ ia zs @e, ieiro ãe i9is, 6 t
a As~embléla Constituinte.
.o) - O prazo para aprP.sentação
• NOS
visitaram também o jovem dminitrador d
Empresas: A!eeu Tores e sua noivas, um4
vitrpática nissei, que veio conhecer seus fg
turos fomili,r<"l',
Botinha paro criaoçn, 1,ijouttrin.
de fina qualidade, +ó a Doutique Charme
tem para voce. Fia bem aí, na lua Antopio
Joio 256, ao lado da Exatoria
Di<,-><i
OESPEDIOA
O Cmt. do !O.o HC, Gel. Orlunclo e
e•p•i~n Mary. foram nlvos d!! inúmera, mn,
nifestões de carinhosas despedidas por
parte de elvls e milit.Ht'', A elei< deF.rjnmn,
feliddadr• ...
''-<:>.,:)
PASSAGEM
rle comando ncontecen clia 12 pp, a pa1sj
em de Comnnrlo cio 10,o HC. Paro o ncoa,
1 t!cimt·nlo ulém de uutoridu,le9 e pe~•oa, de
,kstnque de Bela Vi;ta Urus,ll e Ilella Vi,ra
l:'nra~uni. compareccrnm in(1mero.• militarei
de outras cidades acompanhados de •Ua! t••
prisns. Ao novo Com'lndanto Trn. Cd. An•
tonlo Oalirid Conrado Diu e familia, de~•·
jamos uma feliz estadia entre os belavi.
tenses.
33
CASA'i!ENTO
Foi no dia 30 pp. O eolace murrlmoniol do,
jo'ens: Castro e Eliza. A voce, desejamo,
tudo de bom nrste Jnicío de vida o doi,.
'>.,{,;,,,(,
A BOUTJQUE
charme espera voce que gosta de vestir - +e
hem com arrigoP de alta 11uahdade, H. Antonio
Jollo t56 Bel<1 vi,ra .IS.
. . A têndê_ncia do bela,;stense, cm geral, é
criticar a sua cidade, achar que Bela Vista não
va,. Sair da situação em que eRtá. Mas, caro léitor
n 11tuaçào de noesa cldn-lc ,e não C•lá ót'
l 1ma, pe.
o menos se encontra em nsccnsio, Provo: e.IA•
mos com tres agências bancárias e dentro de
pou_co•. dias •~rá lnaugnrada mnis uma; po.rnimo,
várias u~d<,stnn• no mnniolpio; nosrn comércio
conegniu certa estabelizço; está em vins de
,cr ,mplanlA<lo uma f:íhricn dt1 cimen10 e com
::%%.3.7.,ze ii@«. ."
lhores do Est d º· ·" pccuana é umn dn, me-
1
. n ° e lavoura ntravc,sa fase rela-
b
nlo pfrot ~rc"o, enlfo porque • queixa? Porque o
lavtstenRe está costr d, ··
e de lodo~ e .- 1 é o. utn º. 9 rcolnmar de tudo
oi«· e ~,", m:a ' mmto mnl. pois O!l visi.
iã, 4ki, ,}}}.hrgam. yezes, ·i6_deve+tiimu
diisa",",P";gel d terra. No tontos
tio bon o I n, ro nto con,,dernmos ,ua r;e•-
ti a."~,,""" a,·er _educacional • a·«i
N ' ra. as vicinais. No CO!?cordnmos e
," gncordaremos é com sua política. Polltica
,"" " " d r p a s · a g e m , ·telhante « e qu c r u m f e i -
11 °• ª!'''!!OS pnrtido (UNO, PSD, PTB. etc)
1
~ ª" P?
1
{i•c• • port<>, precienmo• crior ou gilizar
e existe] no»Ra Aociacão Comercial, asslm
como s· d' ' • •
q, os ndicatos de clns«e, e provocar at.rnvé•
.:. cursos (olha idéia, Rotnry) o palestra• mnio-
oportunidades ao nosso empresário e comer
.,,~nlcs. Um<1 Coopcrnth·a serin também Yiá,·cl e
Rerima de ludo, valorizar msis n prata da cana.
YtiÍt•tn°• que tlOHOS pollticos [da Arena c do
. ) Procurem criar n• nlas joven• de •eu• pa.r
t1do1. Multo já ec ícz. mn• nindo hll muito por
fazer, aqui rlo existe teatro para falar verdade
ª vida cnltural balavistense no que não ex:lua.
implesmente permanece releadn ao esqueclmen-
10. Vamo, dar s mãos, crlar uma corrente pra
frente, vamos fazer de nossa cidade um exemplar
de trabalho, de c11ltur11, de união'/ Vamos ei.carar
com fé ese desfio!
PS: Esta carta, é endereçada, prindpnl•
mente, nos nossos jovens leltore. (IPy
nssembléia Constituinte de Estado de Mato ®nsso do Sul
Colégio Eleitoral
Edital de Convocação
de credenciais dos delegados da Câmara
Mualclpals encerrnr·S!l·á no dia '.!8 de
janeiro de 1979, às nove (09) horas;
Gabinete d:i Presidência, em Ca;npo
Grande, 15 de janeiro de 1.97D
Deputado Londrel' Machado
Presidente
Mais d-
Curso para Forrnac;:ão de Sgt.
A p'l.rtir de 12 mar 79 estarão
o bertas as Inscriçõ.,s pura os Cursos
de Iormaçao de Sargentos para o
ano de- 1980. OS inter2ssedos deverão
observar o seguinte:
a. Recrutamento:
1) Praças das demais Forcas Siu
gulares e Forças A uxllia res·
2) Civis, desde que possuam Cer
tl_ficado de Reservista de 1 e 2!! catego
ria e os possuidores de Certificado de
Dispensa de Incorporação por "exr.esso
de conttngente".
b. Requi~itos exigidos:
lJ Ser solteiro ou viúvo e s!lm
dependentes;
2) Completar, no ano da matrícula
(1981)) no máximo 24 anos,
3) Ter sido licenciado, no mínimo
comportamento "Bom":
4) Pagamento da Taxa dt> Inacrl
çào de CrS 130,00 (cento e trinta crazei
ros)
(para maiores esclarecimentos diri
ja se a ;f' SEC/lOºRC)
Mais uma firma a serviço de B. Vista
Recentemente foi inaugnrad a ::Setea
grl, (Serv1,ços técnicos de Agrimeusuras,
empresa ligada uo setor de agimensuru
que ntenrlet .. tumbém O município ª"'
Porto Murtinho. Através dos métodos
m!1" moaeraos, a Setengri está apta a
atender qualquer pedido na re"lão lnclu
SIV~ serv!ços pura Prefeituras o' r •
secepte &é o s6ir iivião 'a $!!!
e a firma está funcionando à
Antomo JC'ã.o nº 900. Ao l.);ivaldo de ifuºr~
ros, as nossns cHngratulnções.
nheiro p_ara
o cerrado
Enquanto o presiden·
te Ernesto Gelt,el apro·
vava a exposição de
motivos dos Ministros
do Planejamento, do ln·
terior e da Agr!cultura
parn a destinação de
verba de CrS 1.765 rol
lhõEs ao Programa de
Desenvolvimento do
Cerrado - Polocentro -
o coordenador do p;:o•
grama na Secremria do
Plar.ejamento, Geraldo
Alencar, iz:formava que
está elaberando uma
propo,:ta prevendo a li·
plicação de CrS 4 bi·
lhões no financiamento
de projetos agropecuá•
J:ios na áreas abrangida
pelo Polooentro.
A exposição de mo·
tlvos aprovada pelo pre·
sidente afirma que o po·
locentro "vem !ipresen·
tandos resultados acima
da respectat!va inclal'º
tendo já propiciado_ ~
ocupação de 2,11 miJhoe.
de hectares de terra •
Ao distr-ibuir o do
cumento à imprensa,
o ::,orta-,·oz do Pal!!.cl
0
do Planalto, coron~l Ru•
bem Ludwig, lembrou
0
o interesse com que
0
pret'ldente üelsel acolll·
panha o trabalho de a·
proveitamento dos cerra
àos tendo já., por duas
veze.;;, vi.sitando o eeB·
t.ro de pesqa!sas qU:3
11
Embrape mantém elll
Brasilla.
H poucos dlus, estivemos em
Campo Grando, a Jovem capital, e lá vi
sitamnos o nosso migo deputado Sergio
Cruz, lidar do MDB na AHsemhlérn. Nu
oportunidade oonhl'Cl'tnos o dPputudo
Oetullo Oldeilo, tu mbem do MDB, cuja
nrén do Influencia atinge os municípios
cio Vale do Ivlnhema.
É slutnr o chega n ser estimu
l1111te sentir o ideal dos jovens d<'putndos
t>leltos no último pleito, poli; n tarPfa
que os aguardtl é árdua e exlglrã umu.
partleipco respónsável e efetiva nus
problemas que acnnetarão a rormaçllo
do MS, problemas, Inclusive, polltlcos.
Sentimos no Jovem deputado GI•
delio. aquela vontude que ruz dos ho.
meus lldereEI e os Incitam à ação dlnâ•
mica. De parabéns o Vo.!e do lvlnhemo.
pelu escolha de t/lo nobre po.rlameotnr
e de pnrnbens o povo mutogrossense
pela reeleição de Serglu Cruz, lei doti
espíritos mais lúcidoR da novo geração
de poUtlcos. No momento Serglo, Cruz
polariza ns atenções por sua pregaç!io
contra o Senador biônico, numa cruzada
crntrn esse "tipo de escolha'', verdadei
ra aberraç!lo. Somos e ileremos sempre
favorãve!s u eleição direta, pois o povo
é que deve escolher os seus governantes.
Queira Deus que o eminente presidente
Figueiredo consigu concretizar o ideul
de toclo o povo bra,;:llelro democrnciu
total, plenn, uma democracia sem adje-
tlvos e m elos termos. No caso de Bela
Vlelu, al'éa considerada de Segurança
Nacloaal, cujo prefeito ó nomeado, epe
ramos que a cla~se politlca ( Diretório
da ARENA ) se conscienttzo que o mo
ml'nto e'Clge Idéias novas e ruente aber
ta ao diálogo. O novo Governo está se
Impondo pelu coêrencla de idélas e pelo
alto poder de diálogo d!l seus membros,
o que é necessário numa slstemátlea
onde o trabalbo de equipe é o que ren
de frutos. Ninguém administrn sózinho.
Ninguem é dono da verdade. Politíe«.
mente, u nossa cldade tornou-se motivo
de " piadns " em grupos políticos, t1qul,
onde u ARENA é mujorllárla, a divisão
no pnrtlrto chega n ser absurda. Nilo
existe união de propósitos, porque nem
sempre os propósitos levam ao objetivo
comum. Não ndmltiremos, jamais, o abu
so do poder, a prepotência e o arbltrlo.
ossa luta e n c o n t i n u i d 11 d e
de nossos objetivos, assim como, o de
ver que temos perante a comunidnde
fronteiriça, nllo permitirão qu~ crnzemos
os bruços numa hora vital para a socie
dade belavistense. Se os politícos pre
ferem permanecer a margem de uma
situação que está se tornando insusten
tável, nos procuraremos estes politicos
e os mei;:moH prestarão contas de seus
ato AO POVO. Nas ultimas eleições
ficaram patent<?adas novas lideranças que
estas lideranças sejam ouvidas, pois te-
Há Desafios Difíceis
u
1
Dr. Olavo Monteiro
Mascarenhas
ADVOGADO
OAB/ MT 1615
Causas Glvlil e Criminais
Rua Antonio João, 842
Bela Vlõtn Mato Grosso ui
8
l
---
Umn empresu jornnlístlcu é algo
mais que máquinas e equipamentos, sua
mercadoria princlpul são as ldéiot:1. A
própria noiicla é uma idéia viva. lo
caso dt: uma emprrsu que E1dlta jornais
emanar1os no interior é um desafio dl
licll e que exige além de umu esquema
tlzaç!lo, multa luta e cerla rtose de re
núncia. Há desafios difíceis, e uns dos
desalias do mundo modero, é a cres.
cente tensão que impera enti e os homens.
o caso da questão politieu belavistense,
imos, diáriamente, homens tensos, em
busca de posicionamentos numa socieda
de conuttlva onde Impera o temor.
Fazse mister reconhecer que a so
ciedade belavistenf'e tilravessa um ciclo
de evolução, onde as divergências se fa
zem sentir de maneira latente. E iso é
Próprio nus sociedades em transformoção.
Em DOBRO caso, uma empresa
em luse de organização, atravessamos
momentos criticos, devido principalmente,
li falta de elemento l.rnmano e da recep
llvlda de "polltica. de nossas ações. O
Papel do Joral, em Bela Vista, está
f:nc!o n111is formador do que informativo,
to devido a falta de mot.ivaçüo du clus
se politica. Acéfala, alunada e subjugada
Por contlngênclai; geridas pela sua pró
Ptlu apatlu, nutna demosntração cabal de
suas idéias são germinadas dentro
e um circulo restrito de poder. Quem é
quem em Iela Vista? As lidernnças "an
lgas" estão no dilema de atuar ou de!
?" própria _atuaco a critério da mar
} inexorável da histórig. Ainda surgi-
o os lideres que Bela Vista preciss?
Flvez. Consideramos o momento propi
e
O
para o desabrochar ele novos olit1.
Cos, desvinculados e descompromissados
Com o passado de erros dos curreiristas
~~J11 o t.tbjetivo único de servir à corou
~ !ide. A fase é de translçãCl. A épncn
n f
0
lutas e de desafios. Desafios difí•
.e
8
, mus que todos devem encc.rar scb
Pena de o futuro julgar "nossa geraçil o'
como a geraçlio dos "homens com a mão'
DE DECISAO
no bolso". Veja-se, como exemplo, o pa
pel <la oposição: omarrada, amordaçado,
e:}curru Ioda. J.o existe aquilo que seria
o elixir do debate e o joroal passo a ser
o único veículo livre o suficiente para
motivar uma classe dPspersonalizada. No
decorrer de sua existência, o homem en
frenta e tenta dominar as duas dimen
sões básic::i1: Tempo e Espaço. Em Bela
Vista t'S politieos Astão fora do tempo e
do epuço, como o relógio da proça Ál
varo Mascarenhas, que existe, mas mar
cando hora rle um tempo que passc,u.
Funcione. como enfeite, como símbolo de
uma época que ainda permanece. Pro.
blemas metafisicos a parte, é preciso, e
já, que os homens que vivem a política
se compenetrem de que, lembrando Mé
dici, "homem do [Ileu tempo, tenho pres-
88.". Ecquanto os outros municípios, ou
tros homens, procuram compunbar o
ritmo dos acontecimentos, lutando. vi
vendo a vida como ela deve ser vivida,
como missão, nós permun2cemos de bra
ços crnzaclos. É por estl ruz!lo que a
Tribuna da Fronteira se propõe, a partir
de boje. mais do que nuoc11, exercer, até
mesmo agressivamente, o seu papel na
soclednde local. Diga-se de passagem,
conquistado com muita luta e muitos
seriiicios, é não seria agora, após oito
anos de batlhns que entregaríamos os
pontos. Os desbravadores de Bela Vista
"ª revoltam no túmulos. nossos nntepas
ados sentem a apatia e a falta de fibr,1
do muitos de seus filhos, sentindo que
(alta aquilo que Beto definiu bem em seu
livro Oração na Ação: "Para que a vida
divina seja alimento de nossa vida, e a
nossa v!da seja alimento de outras vldns,
é preciso que morra em nós, a cada dia,
o Burgues, o Mentiroso, o Covarde, 0
Derrotista, o Orgulhoso". Belavistense,
politico em especial, não esqueça, o seu
papel ns. sociedade é de t-uma importân
cia para o desenvolvimento dest11 socie
dade. At.Jelte-o ou dê o lug .. r pariJ outro
que queira Servir. (IP) .
MOÇIS
Estamos pree[ando de mo
para tratalharem no Departamento
de Glrculção. Serviço penas pa
ra « horas as. Cmlwsões pa
za no to. E necessário que seja
desin!b!da e goste de conversar.
Apena pura Bel Vista. Ven
ha conversar conosco. Oportunl
dade para ganhar de 2.00,00
3.000,00 mensais. Tratar com
D. E·tala.
Mio Grosso do Sul
presentam a oplnHio do povo bela vis•
tense. Isto ficou provado nas urnas. E
para nós a oplnlúo daa urna!! vale mais
que as opiniões de gablnete
11
• Qull
o senhor Governador Harry Amorim
ouça as vozes que clamam no município
e faça delas a mnensngem que o povo
belnvlslense quer ouvir. Tomamos con
hecimento que elguns elementos estão
plelteRndo o cnr{!O de Chefe do Executl·
vo belavisten, elementos íntegros e
desejosos de participar da " arruncada
desenvolvimentista ". Que o senhor Deus
dos humlldeti não permita que o passado
volte. Somos favoráveis a escolha de
um polltlco ( pode até ser um técnico)
mas ... da nova geração, sem os vlclos
do passado e com a mente aberta à no
va slstemát.lcu que Irá. so Impor. ltoga
mos ao Deus todo poderoso que ilumine
os nosi,os governantes e que. escolham
um Prefeito para Bela VIta e não um
mero "homem que sentará no gabinete
do PrerPito", Isto se S. Excla, o gover
nador Hnrry Amorim, resolver substituir
o atual prefeito médico Ruben Alberto
de Castro Ploto. ( IP)
10' RC COM NOVO
COMANDANTE
Com a transferencla do Cel. Or
!ando Mentzingem para Brasllla, assumiu
o comando do 10º Regimento de Cava
laria, o Ten.-Cel. Go brlel Conrado Dias.
oriundo do Rio de Janeiro. O Cel. Ment.
zingen delxa em eela Vista grandes a
migos c1 admiradores pelo comando e
xemplar que exerceu na fronteira, sendo
agraciado. inclusive, com o diploma de
Honra ao Mérito, outorgado por este jor
nal, pelos zelevantes serviços prestados
à cnrnunidade. Estamos a disposição do
senhor comaadante do 10° RC, Ten -Cel.
Conrado, colocando o nossofi jornal a
serviço d~s Interesses mn!ores da comu
nidade e da Pátria.
MDB esi'á sem forca
O deput1do Cecilio de Jesns Gaetu
do MDB, disse que seu partido está sem
forç para lutar contra o Senador biôni
co, salientando que " o MDB, para ver
gonha nossa. está pro;;tltuldo. Não com
parecerei à elelçüo porque sou liderado
pelo deputado Se•gio Cruz, em termos
de partido porque ele é llder e vou pres
tigiá.lo entretanto, é preciso que ele,
que iniciou esse movimento, retif!que a
sua posição ''Gaeta acha que um partido
que elegeu um senador e um governa
dor biônicos não tem forças para lutar
contra a indicação de um blônleo a.re
nlsta . ..firmando qufl tanto a ARENA
como o iJDB são" um saco de gatos",
Gaetu defendeu a extinção dos dois par
tidos.
Recursos para as
Escolas
Os prefeitos de a
proxlmudamente 40 mtt•
nícipios mat0grossenses
receberam dia 18 próxi•
mo pasado em sulenidn
de realizado. na Assem
bléia LPgislatlva, os cl.Je•
ques que gerarão rccur
l'OS a serem utilizados
nas reformas dus eco
las públicas. O G<,verno
do Estado Investiu cerca
de 28 mllhõi>e de cruzei
ros já do recursos pró
prios nas reforma11 dos
estabelecimentos da re
de estadual nos vár 11
municlpios, inclusive Be
la Vista.
Presentes à soleni•
ela de, o g o ver n a d o r
Harry A morim, Senado
res, deputadoH estaduais
e federais, assim como
os prefeitos dos munlcl
plos.
ATRIBUIÇÃO ÀS
PREFEITUIUS
Segundo o governa
dor Harry Amorim, seria
imposslvel ao Estado
licitar essas obras neces
sárias e executá-las em
tempo e por Isso pas
sou-se essa obrlgaçl!.e
aos municípios, que
possuem equipes para
dPsenvolverem os traba
lhos. As municipalidade@
terão um prazo de 45
dias par promover tale
reformas.
Coluna
Agrícola
A partir da próxima
semana iniciaremos a
publicação da Coluna
Agrícnla, patrocinada
pelo Armazene Gerais
União Agrícola LTOA,
firma b e l a vis t e n s e,
pioneira, que neste ano
intensificará suas
atividades no setor.
Considerada uma das
ma!B dinâmicas na região
a Uülão 6mprega dezenas
de funcionários e cola
bora ntivamente para o
desenvolvimento de Bela
Vista.
Preço deste exemplar
CrS 5,00
Eea Mi!z "l?- Tbu _da_Fronte!!
Em três anos, Capital
Social da Sanemat
CRESCEU DEZ VEZES
, pós qclnzo dluo de férla6, volto·
mos u circular, em Bela Vlnta e na re
gill.o; o pov11o sentiu 11 folta d TF ne
mo sendo dlstribuido o Correio Jardinen
e, nosso [eltores reclamaram e bustI·
te ... fica a delx.a no departamento de
clrculuç!ío: Tribuna ela Fronteira é corno
a carne e o pllo, n!:lo pode Jult.u r na
mesas dos bolavltenses.
C',(C"(l
ESQUEMA
Um esquema violento foi montado
pelu Dlreçllo da empresa visando nprl·
morar e melhorar principalmente a dis
tribuição doa jornais do grupo. A grande
n'Jvldade aos leitores da Porto Murllnbo
e Bonito, cujos jornais sllo quinzenais, é
que u partir de agora recelwrão quatro
edições mensais, sendo que os assinan
tes do Jornal d& 9onllo receberllo alem
das duas edlçõc~ normais, ma11 duas do
Correio. E os da Trlbunn Murtlnbuni::e re
cebero da TrlbUllll da Fronteiro, {qto to
dos os mesea. A lnlclutlvu mereceu c.
ploueos de todos.
Em pena três no» de tfvida«dr de
1,1>75 a l97ll. o Cnplrnl Snrlnl 1l11 CornpBnliin ,lo
5anamento do Eitado de Mnato Gron SANE.
MAT atentou dez vezes, pasando de 3) pura
800 milhões de cruzeiro»,
O mais recente umento do Gnpltal {Social
da Empresn foi proposto pela tunl Diretorin.
Assembléia Gerl dos ncionl»tas, realizada no dia
22 de dezembro ob presidencin _de engenheiro
Carmelito 'Torres, Secrtirlo_de Viço o Obras
Pblie«_e !'rs, do Conselho de Administra;o.
Em 1975, n Sanemnt operava _penas l?
+istema de abastecimento em todo o Estado 0 o
~cu Cupltnl Socrnl rrn ele 30 milhões de cru
zotroe· . ll~jo com Reli Cnpitul elevnclo parll
300 milhões, a Snemt faz-se prente em
10do o Eetn,lo ele Mnto Orouo, com obras de im·
l
,li,n!oçno d~ novot -~i11,111•K o nmplinçlo r me•
horta ,lc outomnP ia cm !uncion11mento,
Esn É sem dúvld um bel notícia só
que neve lucro enorme, deveria stnr incluídn
como beneficlárla, ineonte+to, « cidade de Jardim
que sem dúvida alguma, foi a que mal colnbo.
rou par o engrandecimento da fantnmng6rica
e 1_nexutcn1c ::ianomnt. A explioaçflo deste comcn•
Hirto é nmito fácil e trnnquílo, A cspeotrnl Sonc
mut, em Jardim, vergonhosamente, únlea cola
que fez fo, urrecndnr, poi1 n popnlbçi,o jnrdincn
se, sempre corretamente papou ua tnxa de água
para ter o precioso II'Z em suas torneiras, loto
que infellzmente nunca ocorreu, e continua pertia
tmdo em não 11contecer. Em Jardim, n fami"ero·
dn Sanemt «ó fer ganhar dinhelro, em dar.«e o
luxo de pelo menos nplicar porte dole no própria
cidade, Assim é claro, lógico o super evidente,
que seu capital tenha crcscl,lo dez vez.
Dr. ·1van Alonso da Costa
Marques
ADVOCACIA EM GERAL
Rua Voluntário• da Pátria, 376 • Fone 210
Bela Vista Moto Grosso Sul
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Dr. Késio Loureiro Pinheiro
ADVOGADO -
Rua 15 de
Bela Tista
Rua 26 de Agosto,
4-0650 - Campo Grande MS
prio prefeito, Ildefonso Soares da Silva,
informou à noa reportagem que J
cumpriu com o eu dever. Dentro rios Ji
rltgóes Imponta pelas contigêncla8,_O
reféto do Murtinho deu o seu recado.
O mesmo nfío Ae poclP dizer do mérltco
Ruben de Cnastro Pinto, pois o p0v0 €
perva mais de sua administração, de!
o, principalmente, ao eu passado. as...
seguudo a voz geral. o prefeito de Bela
'Lia não realizou mais porque não re
cebeu o apolo que espern.vu.
• -,,<!
SUCESSÃO
O ast:unto do momento no área de
lnfluêncl11 do TF e do Tribuna Murllnhen
se, é o problema sucessório munlcipol.
Em Belo Vista o povo aguarda a substl·
tulçúo do atual prefeito, RubPn de Cas
tro Pinto, e em Porto Murtlnho, o pró·
Novembro S/N
Mato Grosso do Sul
384 - ala 24 Fone
VARIOS
nomes csWo seudu co1-,'1tados para suce-
der o prefeito nomeudo de Bela Vita
entre eles figura o do Ely de Araujo
Barboi:a, ,foi;~ Slmpllcio cln Costa Mor
queA, Evllásio :Hrnnda, Pedro Palmieri, e
outros, outros ... Existe lambem o possi
blllrla.de de o utual pi'efelto permanecer
no cargP. ;'!ós, parliculnrmenlo, nllo par
tlclpuremos dcst11 polernlca polltlc0, polt:
a 01 lentoçíio íllgorosa da rlireçüo do
jornal para este uno, é a dE> não nos 1-
mlsrulrmos nos assuntos polit!cos do mu
nlciplo (lc...) ficaremos com a tarefa de
trant1mltlrmos pura e slmµlesmente os
fatos... dú para entender?
!>'<?'>:sl
E OS FATOS
verdadeiros, llmpldos como n água da
fonte, que os políticos belavistenses
principalmente do Diretório da Arena
estilo se movimentando visando a suces
súo do atual prefe!to. Se esta ln[ormaçíio
não procede, que nos desmintam ... lflnça
mos o repto, nos dei-mintnm ... Fica entílo
bem expllcad!nha, a poslç!lo do Jornal. ..
+3
O GOVERNADOR
Harry Amorim Costa, durante entrevista
coletiva. afirmou que a imprensa deve
ter a liberdade para bem informar e
prometeu r.studar uma solução oura ell·
minnr o ponto de atrito criado pela Se
cretarin de Sogurnnça com a imprenso.
campogrnndenee. E o SP.cretárlo dA Se
gurança Pública, Euro Brando, disse que
os de_legados (de Cnmpo Grande?) estão
prolbtdos de dar entrevista porque estão
despreparados para tanto.
Dr. De o dato de Oliveira Bueno
Advogado
Escritório: Rua 7 de Setembro 230
Fone, 43-loG2 '
Residência:
Ponta Porã
Rua Coronel Camisão 54
Pane, 431-JJ 16 '
Mato Grosso do Sul
Cllnlta de Criança, e adultos _ Ralo
Atende-se cum hora marcada ?<
A. Duque de Cuiu 508 (A L d c;odn,ult6no
' o a.o o Banco
r».se.i» J471D1MA MAIO GRzgz ll [sã
Ricardo Brandão
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Av · Brasil, 1595.- Caixa Postal 355
431 1
T
6
e
4
1
6
, (CRod. (067), 431-1470 (Escr.),
• esldêncla)
lhal &as do Sul
E·TA
Equipe
;;,;(,;:.<!
COLUNA
TF
que circula sob a responsabilidade da
direção, será publ!cada simultaneamsnte
nos Jornal!' de Belo. Vista, P. :.furtlnho
Jardim 6 Bonito, com noticias dos munl
cip!os dti ~egiiio, cobrindo, principalmen
te, as atividades politicas.
!>'<,,€()
NA PRÓXIMA
seman~ voltaremos com os fatos e as
deduçoPs da chamada classe política que
em nos~n região, anda melo desligada
da reahdadi> nucionul... depois explico.
--G
PARA MEDITAR
nu.o é processando jornalistas oerseguin
do, sabotando, culun!ando, que· 0 povo
reconhecerá as boas administrações É
trabalhando, produzindo, dialog11.ndo ·cri
ando oportunidades, gerando empréaos
formando e educando, para o futur~ é
o que esta grande Nação espera de seus
ndmlm,;tradores, para ntlngirmo;;: a meta
da tgr~nde potencia mundial, de riquezas
ma .eriais ms, sobretudo, bens espirituais.
Residência
Rodoviário
em Coxim
O Governador C
sslo Leite de Barros as
Finou Decreto, no últi
mo díu 29 de dezembro
p:rnco untes dn lllvlsllo,
crlnndo em Coxim u 17~
Resldéncla Rodovlúrlu
do DERMAT, com jurls
dlçíio eobre os muolc[.
pios de Pedro Gomes e
Rio Verde e eubordlna
nado no 2° Distrito Ro
ruvlárlo Estadual, com
sede em Campo Grande.
A medida, diz o
Governador, em mena
gem datada cio mesmo
dia e endereçada ,,o
Prefeito Franklin Rodri
gues Masruha, vem aten
der uma justa relvlndl·
cação daquela próspera
regio Matogrossense.
Cássio recebe
quinto Título de
Cidadania
Com n llpro,·ação unâni
me dos Senhores Verendore•
Cimara Municipal rle Coxim
concedeu o titulo de Cirladáo
llonor/irlo daquela cidade ao
Gowrnndor Cé.s>io Leite de
Barro•. Dc,de que aseumiu
o GoYcrno, cm ugo,to de 1978
foi n~r-aciado, com idêntica
honraria, sempre com n apro·
vçlo unânime dos vereadores
pelos Cãmaru lluaiclpaf• dus
cidades de Maracajú, Butngua,
sl't, ílochedo e Hio Verde,
l cerveja e o
câncer
Lyon, Frunça • Parn ali·
v-io de muitn gente, o profe••
or Walter Davis, que c-hefi•
Hmll equipe de pe,qutsadoree
do Centro Internacional de
Cnncerologin de Lyon há no•
vc anos, cootcston n afirro8·
ço de ,eu colega alemilo od·
dental, professor Preissmmn
da Organizaçào )lundial de
Saúdc-, de que um dos ele·
mentos químicos pr-csenre n•
cerveja - a nitrosamina
causadora do câncer humano
emhorn conllrrnado que ele
o +ja · e muito - nos ratos
A alirmaç.iio de Prei•·
smnn já começa.-a a CllO,ar
p5nico cm alguns círculo!,
pois a nitrosamina está pre
,entr. em todas ns bebid31 nl- /
r.oólica• - onde apareci, e,pon·
taneamentt" .. e em vário! oa·
tros :iliraentoa conser-·ados :
nrtiílcialmente.
IE
Ambiente Seleto Refelçío
--- de João Freire de Ol iveira
Caseira O seu lar em Antonio J O e C ºªº Hotel da Fronteira
m auo. asa. Padrão de qualidade •
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Hospede-se no Jeane Hotel e ninta-se
Antonio João Mato Grosso do Sul
TIPln Vlsln MS
___________ Tr lbuna d Fron elt·a __ ._..;; __ .. _
21 1:70
Pcrdc>r u oportunMade, de ter urna
'J)iglna··· Inteira, no11 Jornalr; ria Gráfica
Editora Apn, de lvaldo P(>relra, Editora
doa ,Tot•nalA 'I'RIBUNA DA FRONTEIRA,
CORREIO JAROJNENSF.. TRIBUNA MUrt
TINHENSE E JOHNAL DE BONITO é,
como diz o onrlocu, bobc•lra. Como nllo
llOU bobo e nem po1rno deixar de juntut·
o últll uo agr·udflvcl já que terei um ex
oelente ~alárlo para os meus puroot1 re
curse,g joronllslhios e a exiguidade ex
perlmenlul do que sou possuidor. Expl'·
rlêncllL adquirida, no dia -a • dia desta
casa do Informação; pnrllculu minlmu
d" quarto poder da Dernocruoln quo é u
Imprdnsn Llvre e Sobtlrana.
Digo perder a oportunidade porque
p11Rso•1 pr.11 minha cubeçu deixar dtl
oeorever por aoúmuo de Bervlços noe.
atividades que brevemente irei desem
penhr neste MS. Dei, disto couheclmen
to n alguns dos meus amigos quo com
seu apolo e solidariedade fizeram dus
rulnhas esorllas, no1:1 jornais acima mo•
llvos de comentário!?, (críticas positivas
e negattvas),e, assim oonstrulrum ns
bases para o sim do oonvlte que ora
ORACIO A O DIVINO
ESPIRITO SANTO
utea1·0 digo que aceito, e ·crcvt•r, c;;crn·
ver o escrever sempre pelo bem estar
do Mou 1unlcíplo, EBtudci e I'aía. E- o
que vou escrever, nem i,;empre Irá
ugrudar uqueleR que f~JZern du bajula•
ç/lo seu bablüo de encoeltJ por sorem
lncompetent6s. Poderei, por sei· humano,
delxar de qualificar bem aos que traba·
lhom pela Comunidade. Jfl dizia o poetl'l:
é mais fAcll ver os defeitos que as qunll·
dades. Boas coisas não precisam ser
demontradns. ão há necessidade du
propaganda do que é bom. No eutunlo o
que não presta deve ser exlil'pudo e
lonçado longe para não contaminar o
qu~ de bom existir, pur perto, E Isto é
a funçilo dt1 Imprensa ser humanu no
erro, mas não admiti - lo nu rolncldêoo10
mesmo QUA seja para agradar 00 amigo
que amamos ou uo chefe de qutim
dependemos.
Por Isto ó que, aceito honmdo
por so ber-rue pequeno em relução ou
tros grandes homens desta cidade que
deverinm pelo seu nowe e lntellgencla
estar a frente de uma dos páginas de
uni dos nossos jornuls a falar de E por-
tes, Administração, Socledade ou de um
dos muitos assuntos do universo grande
que é comunlcação.
' purlir de fevereiro, então, esta
remoo com uma folha. íntc>lri,. sem pro•
tensões de novidades, honrarias ou be
leza mus que dela será tema principal
o Melhor para o Matogrossês que até
aqui Fó pagou e• não viu e agora, gr·u•
ço"' ;1 êxcelealu performuuce da admluls
trnçüo Amorim C:oc,to, pa~saró. a receber
o que pagou e ;nullo bem pugo, .. por
i,(nal.
Esperem foverelro: Esportee sc>m
Froulelru. Anúncio ClossHlcado, Educ&ç!lo
e Polillc11, $omundo o Que Dividiu, etc.
Ei;pernmos colabnrações que pode,
rüo t:et· rem<'lldas 110s cuidados da HerJa
ç/lo da Tribuna da Fronteira e todas,
serão aprovel!udus por este Redator.
IVAN DO NASCIMENTO
i lID IBJ illJ
,
i íl
Espírito Santo você qae
tr esclarece tudo que ilumi.
na todos os caminhos para que
eu utinju o mru irlud, ,m·i· qu,·
me dá o dom divino de per
doar e esquecer o mal qnue me
fazer; e que todos os 111<•
tantes de minha vida está co
migo, u quero neste curto diá
logo, agradecer-lhe por tudo e
ronfirtuJr nrni, u111~ ,a, que
eu nunca quero me separar
de você por maior que ·ja 4
ilusão material não +erá o aí.
nimo da H1111nde que ~into
rlc um lia estar omn orê e
todos os ruuw irmãos na lória
Pnp(•tua, Ohrii:adn mnis urna
vez a pesoa deverá fazer esta
oração 3 dias cguidos eu
foz..r o pedido. Dentro de I
dias erá alcançada a ruça,
por mais difícil que cja) pu
J,Jicnr a,,iu1 CJUC rc•c:elwr U
raça.
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Ião' e voley e também handebol. Aceita-se encomenda de cami
sas e bordados e jogos de número.
Rádios e toca discos, caixa de som e jogos de caixas
acústleas para carro. M.'lter!al escolar, jogos de m a Ia,
muchilns 007. Novidades Camisas, calças, gravatas e ternos para
homens alem de ce.lçados. Tudo para crianças e as ultimas
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Mria Etela V Ferira
Editor
Ialdo Pereira
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registro Títulos e Documento+ 1066 CGC-MF
0J,/01266/0001.90 Ine, E. 130592313
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ee«síriamente a opinião e pensamento do
Jornnl. Suo publicnção obedece aos propó
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Digo perder a oportunidade porque
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escrever por acúmulo de serviços naF,
atlvldadPs que brevemflnte Irei desem
penhar neste MS. Dei, disto conhecimen
to a alguns dos meus amigos que com
seu apolo e soldarlednue fizeram dus
minhas escritas, 0011 jornais 11clm1t mo
tivos do comentárloe, (crillcus positivai,
e negatlvas),e, assim construiram as
bases pnra o sim elo convite que ora
alegre digo que uoolto, ei.crover, e&<:To
ver o oscrevot· sempre pelo bem er;t.ar
do Meu ~lunlcíplo, Estudo e Puía. g n
que vou escrever, nem sempre irá
ogrudar aqueles que fnzem du bajula
çl!.o seu btão de eucoet•> por sorer
Incompetentes. Poderei, por ser humano,
deixar de qualificar bem aos que traba
lham pela Comunidade. Já dizia o 1rneti1:
é mala fácil ver os defeitos que as quali
dades. Boas coisas no precisam ser
demonstrada11, t'1ilo bA neccssldudo da
propaganda do que é bom. No entanlo o
que não p1·esta deve ser extirpado e
lançado longe para nlio contaminar o
quo de bom existir·, pur perto. E Isto é
a função dn. Imprensa ser humana no
erro, mus nfio admiti - lo na relncldêooin
mesmo que seja pora ogrndor ao umlgo
que amamos ou uo chefe de quem
dependemos.
Por 1sto ó que, acoito honrado
por sober-rue pequeno em relaQií.o u ou
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E•p!ril.Q Santo I or(• qa-.
me esclarece tudo que ilmi.
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l l
21-1-79
"Discotheque,, massacrou a música
brasileira em 1978
O uno de 1978 foi um ano terrível
para mslca popular brasileira. Nunca
e sslstlu, em toda a hlstórl» de 1o8sa
cultura musical, a uma Invasão de um
rlllmo estmngeiro com tnntn violência
como foi n da malfudacla dlscothêque.
Quando se lzer um balanço dcs resulta
dos desta Ivuso, val-so constatar o
terrlvel mal que ela faz a nossa cultura
popular, pois nllo eômPnte aliena a nos
sa juventude como também deeempreg,i.
n08o músicos e desvaloriza n08os
oantoreA, na mrdlcla em que seus dlr300R
cedem lugar n esta Insuportável música
estrungelra. E lmpreicslonante como o.
dlscotbeque Invadiu o pais, atingindo a
todas s camadas sociais, particulnrmen
te at1 menos favorecldaR e desejosas de
sconslo, ainda que pelo. porta da pura
Imitaço. Ainda recentemente, partieipel
em 'Londrina de uma festa de noivado
de jovens pobres e fiquei estarrecido em
observar que, no tosco aparelho de som
da casa humilde só e tocou dlscotheque
e cheguei a sentir piedade de jovens
operários, explora cios já por uma estru
tura social Injusta e desumana, a maca
quear-se ao som de uma musica canta
da em lingua Inglesa à qunl eles no
tem o menor acesso e por ls110 não en
tendem o &eu significado. E tem mal!!:
fiquei sabendo também que simples
menç!io à música brasllfllra ali seria mal
vista, pois eles temiam ser acoimados de
"cafonas" se ousassem tocar música brn
slleira. Foi uma constatação terrível esta
e pude sentir até que ponto os poderosos
lntrumentos da comunidnde manipulados
pelas multinacionais do disco fazem mal
à nossa pátrl!i: pesson que nilo têm con
dleões sequn de comprar alimentos, gas
tal!l CrS 170 para comprar um disco de
musica estrangenlra, por puro espirlto
de Imitação, levados que são pela ln
lluência do radio e da televisão que ao
promover 11 cllscothequr, prestam um
desserviço a nação.
Não faz multo tempo e o maestro
Marlos Nobre denunciou ao pnís as ele
''adas cifras que são remetidas para o
exterior sobre a forma de pagamentos
de direitos autorais de remessa de lu
crog, e de royalties, chamando a atenção
para o absurdo do fato: enquanto os
nossos músicos vivem desempregados, a
nossa cultura musical é vllipenrtlada e
0 nosso povo alienado por uma músicu
em linrua que ele nüc conhece, o Brasil
remete para o exterior omas astrono
mlcas.
Sómente num país como o nosso,
com a sua soberania alienada ao capital
f
9lrangeiro, tais fatos podem ocorrer
mpunemente. Sitn, porque nenhuma
Providência foi tomada até agora para
defender a nossa música apesar da
denúncia de pessoas como Marlos Nobre,
com a sua autoridade de diretor do
Instituto Nacional d!'I Música, e de
tantos outros.
Agora mais um ma! vem-se acres
centar a tantos que a dlscotlléque tem
Provocado o país; as casas onde tais
"""las são tocadas estão sob a suspei-
~
0 de provocar danos capazes de levar
surdez ou a cegueira e, no entanto,
esta@ casus estllo proliferando enorme
mente.
E o pior de tudo é que a nossa
IDúsica popular é Infinitamente mala
bonita, devendo eu ressaltar aqui que
oe m(18lcos estrangeiros quando vêm ao
Brasll manifestam todo interesse em
conhecer melhor os nossvs mnúsleo e
acabam e!iiarrecldos ao constatar que
no país que produz n mais bela música
do mundo no so tocm os gêneros da
terra.
O exemplo está no último Fescl
val Internarlonal de Juzz realizado em
Silo Paulo onde todos 08 nú8lcos
estr:ingelros se renderam perante o ta
lento de um Hermeto Paschonl, que da
todos os múslcos participantes da mos
tra foi o que melhor so apresentou.
O que o rádio e a televls!lo fazem
com nossa música popular é mais do
que um crime: estes Importantes lnll
trumentos da comunicação social estão
n serviço da música eslrnngelrn e n/lo
se ouve oelrs a noPsa música. N1lo adian
ta mudar de canal ou percorrer todo o
dlel porque só vamos ouvir mústca es
trangeira.
Este é o panoro ma relnnnte neste
final de ano e ao que tudo Indica não
será diferente no ano que começa
para t r 1 1:1 t e z a doe verdarelros
patriotas.
Professor deve ganhar GrS 4.500
por mês no MS.
Campo úrande ( CETF) O gover
nador Harry Amorim Costa pretende va
lorizar oo máximo a importante função
do professor, que é de educar os jovens
do Mato Grosso do Sul, preparando-os
para assumir importantes papéis no do
senvolvlmento estadu11l e até nacional.
Ainda não foram definidas exatamente
(multo menos oficialmente) as hases sa•
larlais do professorado, mas fonte cre
denciada do governo revelou que deve
rá se situar na faixa de 4.500 cruzeiros
mensais. oara cs recém contratados.
A fonte governamental explicou
que se uma servente do Edificlo das
Repartições Públicas recebe 3.500 oru
zeiros mensais e um datilógrafo recebe
4.500, de acordo com os nivels .salariais
do DASP, é mais do que seguro que o
governo saberá a valia r a Importante
missão do professor, 'na pior das hipó
teses equiporanuo-01, a esseR funclonarios
que não têm a miolma qualificação e,
muito menos, e importância que tem um
professor" .
Nos próximos dias, o secretario
Odilon Martins Romeo, da Secretaria de
Desenvolvimento de Recursos Humanoe:
deverà anunciar os niveis oficiais dos
vencimentos do professorado, supondo-se
que sejam pelo menos nas mesmas ba
ses de um datilógrafo comuo::., "um me
ro copiador de textos" e, "na por das
hipóteses, apenas um pouco abaixo". Es
sa !ufoJ.1mação deverá ter grande reper
cussão entre o professorado. que até ho
je vem vivendo de salários baixíssimos
em torno de 1.500 cruzeiros mensais o
que os obriga a tmbalhar três perfodos
para somar um salário aproximado de
4.500 cruzeiros, justamente o que deverá
ser pago, der.Iro de pouco tempo, aos
sacrificados e dedicados profeseores de
todo o Mato Grosso do Sul.
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(Campo Grande CE TF) Foi drás
tica, lmrdlatfl e inepta a reação da poli
cia ao farto e geral noticiário da Im
prensa desta Capital relacionado com o
espancamento de um r.ldadlio, que, deti
do por suspeita de horulr.idle>, confessou
o rime debaixo de porrete.
Queria a polícia, certamente que os
órgãos de comuolcação, mesmo sbendo
do espancamento, calassem, escondessem
o fato fltn sinal de solldarledade ou co
nivência com os espancadores. Não se
calando a imprensa, velo logo a re&ção
em forma de rtstriçõea á liberdade de.
imprensa. De agora en diante, segundo
lnformações prestadas a um dos nossos
repórteres, "é proibida a entrada de re
pór.ter ~m qualquer órgilo da Secretaria
de Segurança", não tendo os represen
tantes da imprensn trânsito livre nas de
pendências das delegacias. Em cada dele
gacia o escrivão ou plantão redigirá, em
duas vias, o que entender ser notícia e
entregará uma via ao repórter, que pas
sará recibo do "papagaio" policial.
E tem mais; um dos repórteres do
Correio do Estado ouviu do eccrivão da
Delegacia do Amambaí a informação de
que "poderá ser preso" o repórter que
niio respeitar as decisões da policia.
Queremos pagar pra ver.
E gostaríamos também de saber
se tais absurdos parllram do senhor
t3t>cretáric de Segurança, ou so de Ini
ciativa dos espancadores atingidos
pelo noticiário.
Se alguns policiais "estão de mal cone
xão" tão melhor, porque nss!m não tere
mos que ter contemplação com ninguém.
Como se vê, o Mato Grosso do
Sul está começando mal, julgando que
a nossa imprensa está atrelada ao "carro
da alegria", que está começando a que
rer alçar vôos mais largos, pensando que
isto aqui é terra de ninguém.
Esperamos que o Governador
Amorim Costa saiba dizer aos seus au
xiliares que devem respeitar para serem
respeitados.
A Imprensa local tem tradição de
luta A boa folha de serviços prestados
não dependendo dos cofre" públicos e
de mordomia para sobreviver.
Não é qualquer "Fernando" que
colocará mordaça em nossos jornais!...
Seres humanos
no lixo
Funcionários da
Supcrlutendêncfa de lim
peza urbana de Belo
Horlzontd lêm encontra
do um feto cada dez
dias, na trla gero do lixo
segundo noticia publica
da pelo "Estado de
Minas", em edição re:
conte
Os fetos geralmen
te silo descobertos em
sacos de papel ou em
brulhados em panos.
Dlflcllmeote o sexo é
reconhecido pois os ca
d6veres são triturado
no carro coletor, antes
de chegarem a usina
para triagem. Os fetos
s0:o simplesmente en
terrados em cova rasa
no terrenos da usina da
prefeitura. A triagem do
lixo é feita por correias.
E as funcionárias que
ali trabalham assustam
se o encontrar os ca
dáveres dA nascituros e
até de recem- nascidos.
HA pouco foi encontrada
uma criança de um mês.
São fatos que ocorrem
numa grande Clipltal
br-atdlelra. Mas ...
sucederão apenas em
Belo Horizonte ?
ORACAO A O DIVlNO
ESPIRITO SANTO
Espirita Sanro você que
me e,clnrece tudo que ilumi
na todos os carinhos para que
eu atinja o meu ideal, você qne
me dá o dom divino de per
doar e esquecer o mal que me
fazem; e que todos os ins
tantes de minha vida está co
migo, eu quero neste curto dií
logo, agradecer-lhe por tudo e
confirmar maia uma vez, que
eu nunca quero me separar
de você por maior que 1ej11 a
ilusão material não será o mi.
nimo da vontade que sinto
de um dia estar com você e
todoa os meus irmãos na gl6ria
Perpétua. Obrigada mais ma
vez (a pessoa deverá fazer esta
oração 3 dias seguidos sem
fazer o pedido. Dentro de 3
dias será alcançada a graça,
por maia difícil que seja) pu
blicar assim que receber a
graça.
L
i.
f
1 / .
A. L.
Inovação.
• •
STUDI
Lazer. • • Luzes. D a Som
(Discotheque)
_ O Piá do Momento na Região
l ~ -----------------------------------------M_A_T_o_o_R_o_ss_o __ n_o_s_u_L __ .
Boutique
Charme Apresenta:
Ela1
Por Nancy
APÔS
nlun dias de descanso, aqui estamos paTd
contar n voce lune contrfmentos qu
+o de+taques em nossa Society.
"N Boutique Charme, voce 011oon-
tra.' artigos fino para enhorr, enhorlta
e ,·11ullrnlro,"
,lj(;-1"(1
HEVfüLLON
O grnndti ncon1rl'imonlo nePle finei
de ano (oi o badaladfsimo Baile do levlllon
1111 Grcmio Pcrtro Jlufino, Nnquclu 1wi1c ,le
festa vi tantos cn»is e enhoritus legun:
te. Usando zraciosos modelou, registre: Zair
01hi11, Uorn Alh:e, Vnu Hirn r Cri,;lione
london: Os els; D+d e Maria José, Eucli
dos e Gullherrninu, Sidney o h.u,lnlcnn, Snu
lo e Leila. Prestigiando ninda destaquei: Bas.
tio w Gerey, Mrgolla e Zli. Adll Ferreira e
Srn. E,ltou " Cc!!llin, Cri~16vno e Cnrloln, Si.
dney e eutrlz, Moeyr Dnioae e Yed11, Al
hrrcu e Otlil11, Amnurv e Ev (ela multo clu
i:111111'). t:el. Orlnado • ~fnrr, o, noivoR Orlzoly
" Tunicu, Josó Cnrlos o Zulelo11, lco e Ilen•
triz l'inheiro'
il!l<)!:,l:l
A juvenludo
nlmou e contagiou· Por lú: f:(dio, Sidney
Júmor, Cristina, Léo Henoto o N6dia Sérgio
e sua priminha eatriz Helena, Vager
ncompunhndo de umn gurn Cnrncolen,e,
c,,<;i)i!:!
A Decoroçfio
cio Clube esteve linda, A mcill noite cm
cndn meea fui colocacla uma garrafa de
champngne. Todos cuforicoe ,)iveuinm-se sa.
cllomenle, upenus o que empanou o brilho
do •~',nteoimento foi o conjunto musical
que deixou muito II de,ejnr. Mas ...disseram
me que colllrotarnm uw conjunto, e no diu,
CATO
noite desas curtindo umn tremenda foseo.
O motivo? "paixonite aguda". Ela: a menina
dos lindos olhos azui,: Crietinne, Ainda bem
'ue ele se mondou pr(, C.id11dc Marnvilhosu
( lio) pr/1 ver se esquece. hso passo logo,
viu bem.,.
c,,:;c,;;o
"Das melhores fábricas do Rio e SIio
Paulo; camisas, bolsas e cnlçndos Sabem on
de tem? Na Chorm<i Bomlquo."
ANIVF.R!lÁHIOS
30/12 dois ninhos do gorducho Victor Hugo
Velásquez Pereira
:x;x,
10/0 l J,,, uninlto <lo llncl.1o Ro!!ério Ocumpoi
Gome
.«:
l6/01 Tito e Preto !' mnlro! amlgos fizeram
urna linda serenata à Sr. Lidia Velásquez.
Música e churrasquinho foi até altas da ma·
drug da'
()"<'')>()
30-12: dez anos do garoto Wgner Maca
renhu•.
«<1:
14-1: foi com~mor11do o 11111 da linda mocinha
Ana Karlna Salomão Marques e de u ma
no ego. Entre cachorro quente, refrigersn
te e deliciu•o bolo, a pnizuclfl curtiu um
,om de tli,cutlu·que, Ana Knrina, Thafo,
VunUFn, Sandriuhu. e Carla. E como cmhn.
lornrn.
8<3-6
17 -1: com a presença de fomiliare• e ami
gue, Dinéia Slumpf comemorou molb um nat.
+«3
VISITAS
recebemos visita do e~timndo Cap. Aldo
l!nmos e ele mn simpático tc~po,11, Vieram
rever umigns e motor rnu<lode•, poi; a1uul•
mente residem no Rio. Através cleleR recebe.
mos noticio• do llajor l!Mquelru e Dra. Áu•
rea, que empre lembram com cari
nho e saudades aqui da rerrn, Tribuna da
Fronteira sempre que chega até nl, leva um
pedacinho de Belo Vl,rn nté voccs, jó. con
sol, né? Um nbrnço da Equipe prá você.
no
1
"borr,ba'', foi umn pcniuba.
pareceu que1a
né?
«.rG
BOUTIQUE
Charme tem para voce os finíssimos artigo'
,ln: Cnri, Dehlu o Gledaon,
l)flC;;l><3
CLUBII. BP.LA VlSTENSfi:
01 VultoA foi o 11niurndl,1fmo conjunto que
tocou o b~i)P no C E.B. 'uquele din honv_c
l,nile no pnrn::uni, mesmo u<Pirn "o m•18
querido,. esteve lotado, Animados, dançando
'luas_ o torta• nolt!i: C lnurlio-Adelfa, Fcrrrnn •
e inho, Zen6bia, Luln-Perlrinu, llosevelr-lro
ni (Irani aniversariava naquele dia, em sua
homcn:l"tm toraram umn ~f'leção de nd1•icnJ
Go&IO ,fc ver o cu,nl Dr, I<~•io-Marin, ,.,,no
em 1od1u, ,cmprc noomp11nhu111lo n filha
Veru Rito, E isso mesmo, os pnis qunndo
podem devem ucnmpnnhnr os filhon. Ruf6ri
cos, ao som de discothéque vi: Nego Zaea
rino e Vanin, Vr,lério Penhn e Srn., Ben<, e
Tnnhfio, Cnt<t e Zoir. flennlo e I..-dn, Gu•lovo
e Cri,tione, Gllo e Vera Hita, Dnrio Torrts
e ua namornd; "unn pnrngunya" Ao Presi
dente Abrão Zuonrins e mo equipe o• nos
os parabens pela bonilll aoirndu.
52993
Recebemos a visita de dois jovens belovis•
tenes, um aluante na polltko local. vereador Nl
,,nldc. ~e Dnrro1, on1ro, com o ,angnc polltico •
nu vcrne, mn1 talvez. o~nardnndo um11 oportuni
dode. Olno Mont .. lro Mnscarenhn•. advogado, fi
lho do audoxso Alvaro Mascarenhas, Como não
~odrnn de _su, o assunto principnl foi a pnlltlca.
m Bela Vista uns dos poucos lugares onde se
falo em pollhcn,, é lia rcdnçilo do jornal, Aqui im
pera a democracia. Fala.se bem do prefeito, fala
se mnl, cnhc_am o DirMorio dJ Arena, eloi:iom
0
rio MDB e ~,ce-versn. ~ um nmblente dlnümico,
Fala-se também em crise, em contas a pagar, em
conqU1tas e derrotas e falo-se sobrrtudo ~no:
FUTURO DE BBLA VISTA
O presidente da Assembléia Cnns
tituinle, no uso das atribuições que lhe
são legalmente conferidos. e em cumpri
mento a dispositivos da Resolução n o
10425, de 31 de maio de 1978. do Colen
clo Tribuno I Superior Eleitoral. e artigo
5 o da Resolução n.o 191. de 28 de julho
de 1978 do Egrégio Tribunal Regional
Eleitoral do Estado de Mato Grosso.
Considerando que a 28 de janeiro
do corrente ano deverá ser procedida a
elPiçüo do Senador e seus suplentes, que
tixerceriio o mandato no período com
preendido entre 1.o d~ fevere!ro de 1979
ti a mesma data do ano 1987;
Con!litierando que foram regifltra
dos, pela Mesa Diretora da Assembléia
Legislativa do Estado de Mato Grosso,
como candidatos a Senador e sem: f:U
plentes para o Estado de ~fato Grosso
do Sul. respectivaci.ente, o senher Rachi
de Saldanha Derzl, Jtalívio Coelho e
Waldlr dos Santos Pereira, pela Aliança
Renovadora Nacional.
Considerando q~e o Senador será
eleito por um Colégio Eleitoral, integrado
pelos membros da Assembléia Conati
tulnte e por Delegados das Câmara; Mu
nicipais. em número e dlsposlcões regi
dos pelos Art. 2.o e 3.o, I, da Resolução
n.o 1042n, do 'I'SE; .
Considerando que as Câmaras Mu
nicipis encaminharam os nomes e a
qua!H!csçao <los respectivos delt>gados
e seus suplentes, conforme o estabeleci
do na Resolução n.o 191, de 28 de junho
de 1978, do 'l'rlbunal Regional Eleitoral.
F',Z SA RER QUE:
1.o) - Flcn por este edital convo
cado ° Colégio Eleitoral, parn i,; tsPssão
destinada à eleição do Senllcior ( 111·t. 19
da !tesolução n.o 10425. de 31 de mato
de ,978 do TSE, que exercerá 0 manda
to a tnlclar-se a l.o de fevereiro de 1979
cuja seesão realizar-se às dez (lO) h • '
g$ ia zs @e, ieiro ãe i9is, 6 t
a As~embléla Constituinte.
.o) - O prazo para aprP.sentação
• NOS
visitaram também o jovem dminitrador d
Empresas: A!eeu Tores e sua noivas, um4
vitrpática nissei, que veio conhecer seus fg
turos fomili,r<"l',
Botinha paro criaoçn, 1,ijouttrin.
de fina qualidade, +ó a Doutique Charme
tem para voce. Fia bem aí, na lua Antopio
Joio 256, ao lado da Exatoria
Di<,-><i
OESPEDIOA
O Cmt. do !O.o HC, Gel. Orlunclo e
e•p•i~n Mary. foram nlvos d!! inúmera, mn,
nifestões de carinhosas despedidas por
parte de elvls e milit.Ht'', A elei< deF.rjnmn,
feliddadr• ...
''-<:>.,:)
PASSAGEM
rle comando ncontecen clia 12 pp, a pa1sj
em de Comnnrlo cio 10,o HC. Paro o ncoa,
1 t!cimt·nlo ulém de uutoridu,le9 e pe~•oa, de
,kstnque de Bela Vi;ta Urus,ll e Ilella Vi,ra
l:'nra~uni. compareccrnm in(1mero.• militarei
de outras cidades acompanhados de •Ua! t••
prisns. Ao novo Com'lndanto Trn. Cd. An•
tonlo Oalirid Conrado Diu e familia, de~•·
jamos uma feliz estadia entre os belavi.
tenses.
33
CASA'i!ENTO
Foi no dia 30 pp. O eolace murrlmoniol do,
jo'ens: Castro e Eliza. A voce, desejamo,
tudo de bom nrste Jnicío de vida o doi,.
'>.,{,;,,,(,
A BOUTJQUE
charme espera voce que gosta de vestir - +e
hem com arrigoP de alta 11uahdade, H. Antonio
Jollo t56 Bel<1 vi,ra .IS.
. . A têndê_ncia do bela,;stense, cm geral, é
criticar a sua cidade, achar que Bela Vista não
va,. Sair da situação em que eRtá. Mas, caro léitor
n 11tuaçào de noesa cldn-lc ,e não C•lá ót'
l 1ma, pe.
o menos se encontra em nsccnsio, Provo: e.IA•
mos com tres agências bancárias e dentro de
pou_co•. dias •~rá lnaugnrada mnis uma; po.rnimo,
várias u~d<,stnn• no mnniolpio; nosrn comércio
conegniu certa estabelizço; está em vins de
,cr ,mplanlA<lo uma f:íhricn dt1 cimen10 e com
::%%.3.7.,ze ii@«. ."
lhores do Est d º· ·" pccuana é umn dn, me-
1
. n ° e lavoura ntravc,sa fase rela-
b
nlo pfrot ~rc"o, enlfo porque • queixa? Porque o
lavtstenRe está costr d, ··
e de lodo~ e .- 1 é o. utn º. 9 rcolnmar de tudo
oi«· e ~,", m:a ' mmto mnl. pois O!l visi.
iã, 4ki, ,}}}.hrgam. yezes, ·i6_deve+tiimu
diisa",",P";gel d terra. No tontos
tio bon o I n, ro nto con,,dernmos ,ua r;e•-
ti a."~,,""" a,·er _educacional • a·«i
N ' ra. as vicinais. No CO!?cordnmos e
," gncordaremos é com sua política. Polltica
,"" " " d r p a s · a g e m , ·telhante « e qu c r u m f e i -
11 °• ª!'''!!OS pnrtido (UNO, PSD, PTB. etc)
1
~ ª" P?
1
{i•c• • port<>, precienmo• crior ou gilizar
e existe] no»Ra Aociacão Comercial, asslm
como s· d' ' • •
q, os ndicatos de clns«e, e provocar at.rnvé•
.:. cursos (olha idéia, Rotnry) o palestra• mnio-
oportunidades ao nosso empresário e comer
.,,~nlcs. Um<1 Coopcrnth·a serin também Yiá,·cl e
Rerima de ludo, valorizar msis n prata da cana.
YtiÍt•tn°• que tlOHOS pollticos [da Arena c do
. ) Procurem criar n• nlas joven• de •eu• pa.r
t1do1. Multo já ec ícz. mn• nindo hll muito por
fazer, aqui rlo existe teatro para falar verdade
ª vida cnltural balavistense no que não ex:lua.
implesmente permanece releadn ao esqueclmen-
10. Vamo, dar s mãos, crlar uma corrente pra
frente, vamos fazer de nossa cidade um exemplar
de trabalho, de c11ltur11, de união'/ Vamos ei.carar
com fé ese desfio!
PS: Esta carta, é endereçada, prindpnl•
mente, nos nossos jovens leltore. (IPy
nssembléia Constituinte de Estado de Mato ®nsso do Sul
Colégio Eleitoral
Edital de Convocação
de credenciais dos delegados da Câmara
Mualclpals encerrnr·S!l·á no dia '.!8 de
janeiro de 1979, às nove (09) horas;
Gabinete d:i Presidência, em Ca;npo
Grande, 15 de janeiro de 1.97D
Deputado Londrel' Machado
Presidente
Mais d-
Curso para Forrnac;:ão de Sgt.
A p'l.rtir de 12 mar 79 estarão
o bertas as Inscriçõ.,s pura os Cursos
de Iormaçao de Sargentos para o
ano de- 1980. OS inter2ssedos deverão
observar o seguinte:
a. Recrutamento:
1) Praças das demais Forcas Siu
gulares e Forças A uxllia res·
2) Civis, desde que possuam Cer
tl_ficado de Reservista de 1 e 2!! catego
ria e os possuidores de Certificado de
Dispensa de Incorporação por "exr.esso
de conttngente".
b. Requi~itos exigidos:
lJ Ser solteiro ou viúvo e s!lm
dependentes;
2) Completar, no ano da matrícula
(1981)) no máximo 24 anos,
3) Ter sido licenciado, no mínimo
comportamento "Bom":
4) Pagamento da Taxa dt> Inacrl
çào de CrS 130,00 (cento e trinta crazei
ros)
(para maiores esclarecimentos diri
ja se a ;f' SEC/lOºRC)
Mais uma firma a serviço de B. Vista
Recentemente foi inaugnrad a ::Setea
grl, (Serv1,ços técnicos de Agrimeusuras,
empresa ligada uo setor de agimensuru
que ntenrlet .. tumbém O município ª"'
Porto Murtinho. Através dos métodos
m!1" moaeraos, a Setengri está apta a
atender qualquer pedido na re"lão lnclu
SIV~ serv!ços pura Prefeituras o' r •
secepte &é o s6ir iivião 'a $!!!
e a firma está funcionando à
Antomo JC'ã.o nº 900. Ao l.);ivaldo de ifuºr~
ros, as nossns cHngratulnções.
nheiro p_ara
o cerrado
Enquanto o presiden·
te Ernesto Gelt,el apro·
vava a exposição de
motivos dos Ministros
do Planejamento, do ln·
terior e da Agr!cultura
parn a destinação de
verba de CrS 1.765 rol
lhõEs ao Programa de
Desenvolvimento do
Cerrado - Polocentro -
o coordenador do p;:o•
grama na Secremria do
Plar.ejamento, Geraldo
Alencar, iz:formava que
está elaberando uma
propo,:ta prevendo a li·
plicação de CrS 4 bi·
lhões no financiamento
de projetos agropecuá•
J:ios na áreas abrangida
pelo Polooentro.
A exposição de mo·
tlvos aprovada pelo pre·
sidente afirma que o po·
locentro "vem !ipresen·
tandos resultados acima
da respectat!va inclal'º
tendo já propiciado_ ~
ocupação de 2,11 miJhoe.
de hectares de terra •
Ao distr-ibuir o do
cumento à imprensa,
o ::,orta-,·oz do Pal!!.cl
0
do Planalto, coron~l Ru•
bem Ludwig, lembrou
0
o interesse com que
0
pret'ldente üelsel acolll·
panha o trabalho de a·
proveitamento dos cerra
àos tendo já., por duas
veze.;;, vi.sitando o eeB·
t.ro de pesqa!sas qU:3
11
Embrape mantém elll
Brasilla.

