TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº365_20_05_1979 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº365_20_05_1979Número da edição365Data de publicação20 de maio de 1979Número de páginas6GeoCoordenada -22.11999383809455 , -56.52270668964961 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº365_20_05_1979 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto /,.,, ili! F NTEIR Ã.110 llOt NAl . O) -to dns Iuo, Bem d! i te.ri» os que , HIJ (•,: 1 11 .11 j!JIJ[O L • . flo•JI,· f•:{1 it•lt•rfl, 1 'i til ti 1 1 d~ /lb 11, pub!I- r!o d1a 1 pp po l'.111, 1J lnl•oçilo áo fol a d eritun os nossos prufesuo Jl' r,.u Ji,•rp : f ·nhauo. ut carpa nha refina!e tór, por nelho :1 ,- 1U1t1t•" ,, fl •ff,JI ,•11t1. 1 11, ,.:, ..... utu l cr1•1ju11- Ur 0mnos contra revexs e. renhe. te, houve ameuçn " ba «ano de eurgo q:JO J)'1i' li 111, N l''l!Lll:.UJ. l;l'('VF', É Uffill +ttu'e que ex!e muita responsabilidade e ocre,ia d propósito, O empregado untes !e entrar vm reve ou 'abndonar As funções", deve pruerar ueurlo ·om o p trü o e· p, r ta de igou,· um latrmediárto. 'ep is v r se este geve r l<'!{,'l c111 il "(:,1. 1 • 11.11 l1ot1Vl• nnda rlhto t rn f,l l: V,-., .... ,11 uv0 dp, nns um movln,. nto quP ,·ht·~;ou ·1té " Governo do Estado, ficou provado que existe uma "rptut no f±sei.rali mo mu::ilcipal" e níl(l nos c:·1hi> in llUh' quem f' o causador de tal rtl'.>lur·r. bt., rlcará u cargo <lo ~Pnhor· )H "Í<'ltu. T<> n ho ab1<0Juw. cel'teza de que os funcionários deste j raul, caso resolvessem entrar em greve, antes pro curariam o prpieiáio e prestariam 3oitus de e atos, V«Los eufrnr em greve se ' senhor ã umentr tanto por rrnto. Aí •· pi', p ·nt:,rlo iria di,doaar HAnto vü é p ·sivel, Is posso coce. íltll' t:into por r,,, .>l it pai·tir de tal mês. l.,lo "" chan,:1 diülng-o <-'íltre pulrr'.o e l'IllPl'►'g'lldO .. g·o•1:, 1110 lo C(,lll llilleUÇU/3 que se consegue as cis e muitc, me• 110s coru pt'"Sl"õe,. Lógico e evidente que os profssores municipais recebem ~1l:'1r;os til-' fome Tod,-s coJJeot·e:am com tsto. O que ulo CPi,i!úrdumos é tais aci uies serem torenéus agora. Mas a nin guem cabera o direto ds Volta: trás porquP it,to ,;, r1•1 l!'.iir p,mclpios. .lguul' p t o ' e s sO r e s e s t i v e nm :'m n,,:,,,.p l'l'•bçii o e prest iram ln to:n/Pões a respeito do ussunto. A bem da ver;de e pare nellaor informar aos nssvs leites cscl tecemos. l) , Coi8 • não foi o comando do [0? RC siicitr povidénei. s trabalhistas mas inf .. ,,·nur qne ,:;!u,;1 P.m curso um movimenta dus professares mmnic!pais reiviudi:ando meiheres salários e paga mentos em oi,,. F,H.,n1 1!t:r U"!:H satisia çã às antrisds mlt:res para não e! m !xtudo r subversies. 2 Não procuram o sebe preieito unicipu! parque temi represálias. l+ não aceitaria o idlgo. alara de uma prI sora: "Fests com meco", 3) E3te Comissão iormou o governa lor ll.11•. y il.10: i111 que os prolessores be!vistenses não são registados; não recebem érius; não rceem os salários m dia; recebe.n quuudo recebem. sala :lrs t!t- fome. ) A eitad. Comissão falou, e fala, em - orne dos prolesscres municipais de s la Vista. l)e minli'I p,rt • rJigo, até que enfim. Porqut' ;i s!e,.; qur1:-P nove anos de utivilde jornalisttcz em Befa Vista, pe la primeira vez vejo uma classe buscan do se unir reivindicado os seus direitos Ira bihistas. O que preciso, ou melhor LE T dH m·.111<1.l JJí C! , ltl:i<ll', (• a r, L ç•;io rJ11 A+oclaçao do Professore de Bel VI 1, delegando puderes a set r •prn 1-11 tantes pira reivindicar pela classe. 'ão hú rw du d, .~u bvl'!'-i vo l:'Ul lutar por i- 'UM dirf:'l!P>l (l<!IJJ!lr,.r Lula t· O'! fTH'ln.· lúi qlcos. etc, etc) mas deve haver ress, [)On,w1'ilid,1dP «' f,!Jjel!v( s lr.Jç1.ctoo;. !üo se pode l'uzrr m vim<·ntos. !slo HJJ. mal, o que deve h.ver é manifestação de cl:i~.w. () D.JOITIL'litO 11!10 1:'lll J)r<J!>ÍC'IO pa ra i,to; cc gltu-µc, r:. 1-u!J~lituiç rn tio u.Lunl µrdeilo 10ur1ic1pal, r HF1rnolo é mancho te nos Jornals. Os eon:etários que gras E-Urnm na cldacle Jul'elfzmrnw. furam o cio qu1• a polltfoa intervlu no movi:nenLo UO!l prorei-SC>l'1'11:1, CHb(i, 1:1gorn IJO 61:.'DhOl' prnfdto rnuotcipril, confol'me lht> faculto n Lei de lmprenrn, o dircrto de respcato e pura isto nossas piígioas estv rü.o à sua disposição. As explicações ão ne ce'spárius uno à nóa, mas ljO povc,, CADA VEZ MAIS Sob o ponto de vistlil' admlnistrati V.), nilo se sabe m~is o .:tue esperar em mnlé'rlu d~ ex[)edlentes pará protelar a lútt>rvençiio do governe- do Estado em Jardim. Como o prefeito Fernando de Frei tas apresentou contas ( J 975. 1976 e 1977) roru tio prazo, ao Tribunal de Coutas do Estuc',o, e~te, como era dé' seu chwer, nii.o as aceitou e. err, decorrêacia, com? det,.rmlna a Lei, a Câmara Munlclp'1l dt> Jardim solicitou a Intervenção. MHndaclo de Segurança foi impe tradu, n liminar'conc~dida já caiu e o governador Ifany Amorim continua fa zendo ouvidor3 de mercador. Em reunião havida no Palácio do Governo. em Cumpo Grande, o governa dor sugPriu, e ficou de nomear, uma Co ;:nissilo de alto nivel para "estudar" e dar par·ecer tiobre 1:1. sltunção dos cofres da Prefeitura. Esta medida, por ser abso!tamente inócua. deve ter ido p»ni. o lixo, com todo o uerecin.ento, pois a Edilidade jard!r;ense não tem por que acatar qual quPr clf'ei~ão dela emunada. O problema do dr. Fernaudo de Freitas é com o Tri bunal de Contns e ele sabe disso, muito bem ... Eis, que, talvez, corno último car lucho, apart-ceu no ''Correio do Est.a<lo''. novo balão de oxigenio para o prefeito l 1reita.,;: ai:, rontas ela ~lunicipalidaJa se riam exarninadu'.l pelo novo Tribunal de Contas do Estado de iiato Grosso do Sul!!! Ora, isso parece pueril. Se a di vi Fão do Estado teve vida legal !l partir de 1 ·ae janeiro de 1979, como é que es te Tribunal te1ia poderes para examinar contas e balancetfls das PrefeiruraF d.: anos anterinres. quando o novel Estado de Mllto Grosso dC' Sul uinda estava no papel? Abordando, exatamente, esse aspe cto da questão, o sr Osvaldo Gruber~. prp:,;idP-nte <la Câmara Municipal de Jar dim, endereçou àquele jornal, a i-eguiote carta: Câmara de Jardim espera intervenção no municipio RecPbemos nntern a i-eguinte carta da Câmara :1unicipal de Jardim, nes- l .c:sc.~L o:do 01:<: .-DVOCACL. [Paulo Alberto de Castelo Branco 1 .LJOGADO ' l • rau,u• Cívci, - Cririluui~ . Tr:ib_;1lbista3 • ~com• panba processo na Justiça de Carpo Grande l ~,l:l '16 t'.!· :,!O H. 38! - FO;'IE 383-U-32 l l!.élfil'.-> ~6 d.:- .z,1-l:> • 7.o Andar . Sola 73 C' .e Gr nd Mato Grs8o do Sul Agradecimento Os prfessores munlelpaf de Bela '.'l•h 1 .r,, Groso dc bul, diante dos úittmnos fato regi trado no vxer leio de ;.u I pro[são, vem de público gradeer :; apoio úo Ext.!cul:v,l E~tad11,.J. lt•l'íll· !)!, a Legislativa Cam .ru do D,•putad•i~ lfotury Ctul), Loj,1 Huçnuic:i.:. (• ., ptJ u de Bela Vista pela ajuda prestada I naceira, mora! e solidariedade o to vimeto ju ,to, reivln<llc11tórlo t' a<'l11n dt· tudo bunrnuo qul.! corneçurom n t>m prender. A COMISSÃO Jt ~é Tadeu da Costa Marques, Sandra M11rh1 dos Santos Rodrigues, Neuza Ma ri:.1. Brurn Borges e Olderuír Oi-:suou. COMPLICADO te Estudo: Senhor diretor, - Em atenção, não flÓ aos leitores de "CORREIO DO ESTADO'', mas tambl>m a esse pujante órgão da imprensa cam pograndense. somos de parecer que: a - a solução alvitrada nn Colun>t "Assembléla LPgiE>lativu·· (dia 14(('5/79) sobre o término dos problemas de Jardim, colide coro a legislação em vigor, ch·sde que as contas da Prefeitura estiio vincula· das ao Egrrglo Tribunal de Contad do Esl. de Mato Grosa.o até 31 de dez. de 1978: b - a inevltá vPl criação do T ri bucal de Contae do Estado de Mato Grosso do Sul, por certo não llidlrá o Acórdão do Tribunal de Contas do Est.sdo de Mato Grosso; c -· está ll!Hl mãos honrada do Governador Harry Amorim. desde o dia 12 de março, o pedido de intl3rvenção, no Município, feito pela Câmara. Munici. pai. ateudendo estritamente à Legi-lução em vigor. uma vez que o prefeito de Jardim, Fernando Freiiae, não apresentou as Cotas Municipais dE-ntro dos prazos El&ti~u!ddos em Lei. ficando assim Impos t,ibilitndo, por prer,!ut>ão de prazos, de prestá. - las. Fato este que dlfert.-ncia, o caso de Jardim, do,; outros Municíplofl mato grossenses, poii, aqueles tiveram suas contas rejeitadas, isto é, existiram as contas para serem apreciadas, ao pasRO que, Jardim não as prestou; d - a intervenção em JarJlm é a solução que nos parece legal, justa e que atênde !ntek11mente, aos dtspositivoct em vigor e às boM normtts da adminis tração e ,ger·ência c!e dinheiros públícos; e -- ac:-editamos, sem nenhum?. vaidade, que a brilhante u.ssessoria jurí rlica do Governo E,;tadua! nos dará o respaldo que • necessitamos para vermo!1 Jardim, n»vameote, saneada E> entregue aos afazeres de uma cidade que arredlta no seu auspicioao futuro. Sem outro particular para o momen to. eubscrPvemo - nos, atenciosamente a) Oswaldo CoimhM Grubert Pres. da Câmara Municipal de Jardim Cyrano de Bergerac -EMPRESA JURIDICA CYRIO FALCÃO- Cu.usas Cíveii; CYRIO F,LCÃO Comercial CARLOS E. MEDEIROS Criminal ANTONIO 81:lAGA Aclvocncln pernnt.e o Trlhunal de Jus tiça do Esrndo de Mato Gro~rn do Sul: Sus- 1cnç:io Oral: Ela!Jornçào de ~Icon,riuis; A dvocaeia Especializada; Contnt03 P.-rmancn· te• com os colegas· 8SCR1TÚRI0 - Rua Rui Barho,n, 2.77-1 C/1 telefone W3· 2948 Campo Grrode llS Escritório de ~ dvocacia Sergio Roberto Peroncti CAUSAS CiVElS DrREITO AGRARilO - INiVEINTÁRIOS E5CR1T0Rl0 - Rua 3 de Ouu:.bro Ao Lado da C-irettan ) Bela Vista '.[5, Empaer local promove lr,11.:<"11 d<" 1tcal cos do Escritórlo Local a Eprena de pequisa A ft+nela 'Teenen o Fxto tural de Mato Gre «o do ul realizar no distrito de Nunca-t vi. up Curso par I llor • tieu!tores, com inicio previsto pura o dia 2) do t'Ol'fi'll(t'.'- mê .. 0.'l 8:llO hr,l'itfl. o~ '!'érnicw, rln r<>• 'h-1 l!ltt Empresa, se con gruulam com o, 2) pro dutores que já garntl rum 1,;ua pre:Wl1Çtl µa1 a tal acontl:'dmeulo, ln 1·lu 1,lv1-> conftrrnuu i-ua par ttcipr:çJo p HO. a uulil Inuugur ul, o Dr. Ruben Alberto de C11i..tro Pinto PrPfeito ~lun!clp•il Acapulco vende e panada estragada Dia 15 próximo pas sado, a noite, o senhor Leonel Godoy, fã. das empanadas (tipo de pas• telào rechPado. às vezeH de galinha, carne ou lin guiça) foi até o bar c:ee pulco, propriedade óa An.ooio de tal. e ali ad quiriu várias empanadas. Qu11l não foi n. sua sur presa quando ao abrir u primeira sentiu exalar um ruau cheiro, próp!l·) de produtos deteriorado'-. Procurou o Dr. Fwri Mu rano, que confirmou l' rato e env!ou ao bar Acapulco um bilhete p dindo ao proprld.ário q:::o.c devolvesse o dinheko t· informando-ao que 0 u sunto seria levado às autorid&des comoetentf~ para as devidas· prov, dência.s. O senhor Godoy. com as e m p a n u nas fü!S mãos, procurou o repóter de plantão e mc,st'rou a prov! do cr!. me. Realmente, as em panadaa vendidas p~lo Acapulco ao seuhor Go do y estavam estraga..das. Provldênclai; das 11utoridades. O povãh é que peM, principal mente os que gostam de empanadas. Preço deste exemplar CSR 5,00 e 'na esfera do rntimento. somos habltulmn.ente defrontados por certa ela te de umipo que são wepre dos mal proc0Nos e aos quth nem setpte ale mos ttib»ui; e justo valor. wquele+ qu nos dlzvm verdade, uecetn dar nvtts necessldu«!e de esplr1to, ln var·ln vdílwnu•, cu t<•goriz,uuo11 , ni nlta eonia nus feleão que nos usseu rom cnnvü11ll'ncl11k 111: Aup!.'rríclo, !IO!-> quadros do mundo, Confiança naquele f!UO rJOH multlpllcarn 'lll po,rnllh PFôlTlHJth e olldarlednde uos que nos garantem in1dor II p1·t•ço 110 rrrupo soei o 1. Perfettente enhivel u nossa ra tl<l/ío parn com todos os benfeitores que no enriquecem nus oportunidades de pro grodlt· o tr11halh111· an 1•xpe1·i0ncla comum. Sejamos, porém honestos conosco o roconlH•ç,inw1-1 que nilo llOd (' fJi:11 u crltor o concun,o dos companheiros eu jn ptluvru franen e escl recedoru nos uuxili na upresslo dos enganos que nos purultum u extsUiucla. t:>e nos fa. 1nm, som quulquer clrcunlàqulo, em tor. Uô doR porlgua de quo uos ncbamoA nnwuçorlos, à vl8tll de noRsa lllüxperlôn cla ou tnvlgllfiucla. ulnda mesmo quau- A HOTEL 7 1 A Pedido A Voz da Torcida do G. União Prezados leitores da Tribuna da Fronteira Ouçam a voz rln Torcl1.lt1: Que vem desmentir u barbarldtide da entrevista e dus fofocas que houve no programa ( Som du 'I'urde ). dirigida pelo senhor Hernundo Gusco. Gente Amiga ... e espccladores do esporle de Belu Vista, podem Crer; que tudo foi fofoca como lodos os que se achuvum presentes no Estádio Otavlo Fontouru, no Domingo próximo passado puderam assistir a Calamidade provoca da unicamente pelo digníssimo juiz o Senhor :VlONCLAR. Que o Sr. Arbi tro deixou bem claro no público presen te que não wrn capacidade para apitar uma partida de futebol. Não serve nem para julgar uma pelada t, multo menos apitar uma parllda num Campeonato Oficial. A Torcida em massa conta com a colaboração dos dirigentes da Liga Belavistense que cogitem homens muis capacitados e que conhecem a Lei do es porte e nilo UM PERNETA : Que nüo sabe o que está fazendo entre 22 ( vinte e dois ) homens correndo em .::ampo s trás de uma bola. Mais um Quê ... Não concordamos com a atitude do Sr. Árbitro, bronquenn do c_om um dos dirigentes do GRE:11O UNIA O que estava orlt>ntando seu time. Enquanto que o dirigente do Nautico !tnha campo livre para gritar e Orientar o ~eu time o tempo todo. Dirigente do programa, ( O Som da Tarde ), colabore com o públ!co ou vinte, eles nüo estão com o Espirito pre parado para ouvirem tantas bobagens, Mentiras deste tamanho!!! Aos nossos ATLETAS. Fiquem ti'an quilos que a TORClDA crnntinuará 13m massa p.restig!undo o nosso G REMI O. El·otlldes Soares da Mota ,,- do enl itm a f com o ninhe da hontud· mais pura, frequentemente re. imos de manltu na!ia, +cus+tu j, ,!) por ingrntos e duros de coraçf«0. e i- l-tet, no rato eon+der m·lo obsi dindo, quando não prmitt:no que o me] du umizat!e e ucs transtorne n alma em vingre de versão, x eratu do lhes os pequenino defeitos, com ab soluto ++quem+ to dnx nobres qualid« des de qu • t lh JW, t,u:, r,•:;_ Tenhamos em consideração diti tu os um!os incapazes de acalentai-nos desequilibos ou ilusões. Jamals cone· t:1111l111 o :IIRfwrnlo dt· misturá-los com º" eluui'ores. O empreiteiros da difama glo e du injúria falam destruindo. Os a mitos positivos e generosos dvertem o nvlsnm eom disrliçilo o bondade. S(•lll· pre que ulo uos digain, acudindo-nos u lma, entrem em sfalooict com u própria conscrencia, roguemos ao Senhor nos sustente incerldade e saibamos ouvi los. EMM,NUEL ( Pi;lcogmfiu de Chico Xavier) Tribuna da Bela ioln, (unt:nl) Semeslrnl Demais Munieipios Número do dia Números Ulrasados Fronteira ( Fundado u 20/2172) CGC-Ml-' 03.?ol266l00Ul-90 Is. Est, 130592313 Diretora . [ lriu Estela V.Pereira Hedotor • Chefe • hnldo Pereira Depnrlu:nonto Comerclnl • AI vnro Pereira Redação Administração e Oficinas: Rua Duque· de Caxias /n Bela Vista MS· Cx. P. 23 PUDLlCIDA DE J,,.u p:íi;in11 70,00 por cm de eoluni. Ultima Página 60,0u por <'111 de coluan Páginas Internos 30,00 por cm de coluna ASSINATURAS CrS 600,00 400,00 CrS 700.011 4,00 5,00 Pundnclor e Diretor Responsavel lvnldo Pereira É difícil de entencier, mas é verda de, foi uma grande chuva sem pr-_ceden tes, era peixe de todos os lados, só que quem derrumuva era um caminbã,, com aproximadamente 6.000 Kg de pescados apreendidos pelo INA:1E. To,lo mundo correu para pegar um peixinho congela do, foi uma festa total da grotadu. a distribuição era gratuita e não precisava rie Hlú, quem perdeu com t,;so foram os transgreskores d>t lei. Pescadores, respeitem os 80 km as placas de ~lnalização e as lds. Corno amante da n!ltureza, só tenho a louvar a ação das autoridades. Se ha 500 anos p DE FRANCISCO ELIO BATILLANl PADRÃO DE QUALIDADE Em Bela VístJ hospede-se no p ANORAMA HOTEL, ~ PRAÇA ALV ~ RO f.1 Sf!ARE_JH S, S/fl BELA VIST~ 1 UG Eu vou fugir, lá para o horizote, Lá as trevas não perseguem a luz. Agua pura corre na fomtr, E6 porsível encontrar Je-nu. Eu vou fugir pura a última e·trela, Que restar, num disco voador. Lá o brilho do espírito aminula, Ao lado do amor. l'urn nlém du~ ruontnnba><, Onde o vcuto conrn n paz, B u 11/CIIIC é toda livre, Pura gozar a liberdade que só amor traz. Para onde a vida é feliz, Não existe tempo nem lugar, E um !frio puro rne diz. Todn pureza está em amar Eu vou fugir para o +paço sideral. l.ú n tri'leza n,io exi.te, 'ào h{1 Iã,,rimaí-, ne'm mal. Cada mão que eu encontrar, posso levar. E se todos derem- se as mãos, Até o lngnr do, ,onhos e esperunços, Çue só t•xi,tc em cmln coração. ·1.,du nlmtl lt:r.Í puz, onde os sons cantam o amor. D,•ntro du no,su mente. Quem dá a paz, é o Senhor . •. Beatriz Saut' A nna Coninghan ( Av. Dr. Laueídi Valdez de Barro- c:rurgiãQ Dentista ClW - 557 i-lt. C.llnlca de Crianças e adultos - Ralo A1encle-se cum hora mnrcuda X Conrn1t6rio Duque de Caxias, 508 (Ao Lado do Banco os homens tiv1>ssem se preocupado com as dádivas naturais, com o controle ri gornso da ecologia etc., provavelmente quem sabe não teríamos atualmente tuntas regiões deserticas e mortas, como também provavelmente não veríar:r..os tantas catástrofes causadas pelas secas ou inundações irnensurá veis. É pouco, queremos mais leis rigides contr ... os cteprectadort>s, a a n1ttureza pre~isa ur gentemente de mais atenção, o povo amante do que é puro e bom está ctom o gu7erno, a vunte, lutemos a favor da conservação dos bens comuns, poiR assim teremos mais vida. 2081 Exposic:ão artisto de corn rena- me internacional Sob o patroclnio da Fundação de Cultura. da Secretaria c!P. Deilen vc.1- vlmento de Recurso, Humanos. a artista gaú cha, atualmente raciicada em 13:asillu. Salomé J1cr ryman, que já participou de inúmerf:R exposições no Sra sll e em t'ldOR o~ continentes do rnuudo, reallz11rá urna exposição l de taper;aria o período compreen,Jido entre os dias ~1 G 26 de maio, no Teatro Ca,;a dP Cultura das Fuculdades Unidas Católic 1s do Mato Gros- so FUCMT. Esta é a primeira promor;ão artística de alto nível da Fundü.ção de Cultura do Estado que além de estar pro posta. a incêntivar e dar apoio aos valores sul matogrossense. também pretende trazer grande., nomes da arte bra&ileira para o aprimoramento da cultura da população 1 do novo Estado. 1 t Leia e assine Vribuna da fronteira l O sonha to:rnou-se Realidade Agoru em Bela. Vista, Existe uma Churrascaria onde você poderá levar sua esposa, Eeus filhos, seus araigos e sentir-se realmente em .sua própria casa Aquele ' 1 / • ai80 IaI$ Rua Duque de Caxias em Churrascaria C9/ IPETO ( Ao lado do Ginasio Estadual ) -- - d ista MS l • l Í{l'f•(-l)r•nrto dl) ljll ( ,• A imensidão territorial ,lo malor Estado d. n·r;i,io Centro-Oeste impôs sua divisiír.. ;--;u~Cl'U, u<isim, pela Lei Cornplementor oº 31 de 11 d2 aii·o"to de Ul77, o Estudo de Mato Grosso do Sul, propot· clonando àquela vasta região condiçõe~ p·,r,l uma administração mais vincul>J.du à realidudll [!e,J-pO Iítica da área. ', A condição dr capital. que recain, oatur,!l mente, sobre o. grande C'idude de Campo Gruud,• foi motivo d.:., justo orgull.Jo parn :seu Jaboriosd povo, mus unerou aql'ele municlpio com de ,perns extras e com um crescimento popnlac:onal bas rnute acima das previHões normais que já ul!ra passa varn, em muitv, os altos índir.,'R rio neeci rnento urbauo brasileiro. Esta nova dl!nen,;üo política de Camoo Grande aumentou sua condição privlkgiart: dt; centro irrndiado::- e. ao mesmo tempo, couv-'rg,-n te da economia de Mato Grorn•> do Sul. mas ~rouxc,_ ta_ml1érn, o ônus de se;: r~;;pom;:' v(-1 pch 1mpl11maçao e manutenção de toda n!I!a infra ";;· trntura urbano-rural capaz dE> pruporrionur a seus habitaníes e ao corpo 11dministt,itivo, L·gls lativo e judii.:iário rio mais novo F,;;t/l,i d-1 :;'J. deração, as condições oarn o sru rápido desen- volvimento. • • Felizmente, em hora tão críti~a de rlt's • n volvimeoto e tra11sformuções, a cidad,• p )d,' r(fl· tar. à frente da municipaiidade, c,;m urna Pq:.iip,' Je governo das ms.i1> cap1=1zes e diuâm1c l>- ... ca pitaneada por um jovem engeolwirr.. emér,to ad ministrador e consciente líder polílieo • :lat·cplo llliranda Soarrs - a quem preste,, ItestP instant • minhus sinceras homenagens. Eleito de maneira consagrudora pelo povo campograndease, nrro desmereceu elu os voto,; populares recebidos de seus municipes e tudo tem feito para tornar a clda,ie mais humunn. Nestes dois nnol:l de sua profírua g"':'t.10, tP.mos que reconhecer que Marcelo 1 tirand:1 ,:ou- ... be prt>purar Campo· Grande para entrnr rw,-ta nova fase de relevante importânciu pn.rii sua história como Cupit:.:l de Estado e como m,,is lmpo:tante polo de desenvolvimento regional. Governo Federa ! () ª' 1,lt,. ..l oh te;n teus;ar e cana+li7ar a{'po, o roca ·• M tJ!l. ,<;r;,, r ce. ri li , ; JJ!1t J t ' I l tç/6a e 1 ua ai i! trução um caia! r aba , artiv 1 ti -~ 1,, ,1, t nr o e!• a,, 'rn•,J·; ,'t e deu as devi!s prior"dud « etor biecos de inira • (, ti utu:-1 " lm ti .IJI/, (;.í,, rJ.1 nov• 1 e ,p t,,l, {); ('.iU)[l()o íh, !.!Úrf••, d t !IN•l-!l':l'" 1 • ,(1( f1J) e eu!o, têm sido trata ios com to.1o carinho j'II ,.. . • , . • n 1>11 110, lN,dora i• m P1tJo 1) ph•·r ro d<J reampogrnndenso de mahà. Pars tanto, a Rot , 1 . l r .. • • • , ,... ' 1 l!J,J li>! ,,,, E,1,rno, LP.:i po,pordo1rudo l:'n-lrni <1·• !!' Gr·rn. ~"1,uito" ,,f.ciente a r-orh a populr1- ç0 ··m id de esclnr. Nas escoless mnunieinaís, «d/+nds um ntfdo e educaçãc ioteornl :.u er1-inn .,,. - ,, o . 1 1 1 ,., . • i vau, o3 cu!a'o com a crianças ulttn- Pª"''' ,r·,lm, em m11fto, as ,>hrigHçõel'l !fgai~ d(• !!<,vc•. ll<y. iH S!.-'creHHiUH <lo A"-S!,.,tên:;la social e iJu ~,,ll(jc< r!o ;nuniCÍf)iO têm fi•! PHílH:'l'HílO PID propoi'cio1·ar : lim 'nluçiio e V!.!Sluúr-in :ws aluuns carentes, bem como, completa assi ·tênzia médien e odontclóica. Q,; eviços prstadoxs descem o d talhe de executarem programas de massa, como o rxaow oftnlrnológico n·cérn. erJn<>luido com fornecimento de óculo- de grau aos alunos nccet>s1tados. No lntuíto primeiro da 9ferecirnen1o dr eu p;•pgo no srtor Sl'CUndário, Sibidarnente rnelbor rPnumerado, a atual adoJinl~truç5.o d11 c:apitul ;:ulrnato~ro!.'saui:;<? tem procu,·ado o desenvol vimento industrinal do município. i i::ecre1aria mu~ic1p".I_ dP IndustriH e Colll( reio. tem procura do incentivar, por todas as f,>rrrn-1s, a iwplar.ta çao de iudústrla, no ;'lúcleo Inducfrial pré viamente formudo e dotud0 das condições rmrnma,; df 1<uporte a e,:te io.portaate ramo de a tivid2 de> Atentou aind. para a im Jortància ugriC'>IK rh1 Regia0, no r.ontexto brasileiro bem como à relevância r!ada à agriculturn elo novo Governo rla Rr pública. tem proporclorn rio iuceutivos u bsta nciais a esta esqurcida í,rea dP no~sa er.<,,1o!!;ía, como a construção de novas e:,tt·,...-!a, vicinais e da conBervaçilo daF jl exist'nte;;, p:;, ra _l~r.1,1tur .º. trunspC'rté da pr, dução agro-re• cuarn.1 rnu111c1pal. Na áreu urbana, o rnunil'ipio sof •Ç, radicais transformaçõPs. O pl'Obl,-,ma do trânsito l'oi encar&d'J séria menti> e com profundidade. Eviiou.i:;e mwlldas pílliativns ele última ho:a. Uma <>quipe de alto nível 1 écnico, revolucionou todo o sistema de circulaçilo viária ctu cld::s<ie. Víus estruturP!s e vias nrintitáriaF uo transporte coletivo fNum implnntnrhis. Urna cornpletfl murlirnça da sinali zação de tráfego está sendo poRta em !!Xecução. . reestruturação do trfr□~ito colocada em p:·ntica é presidida por uma filoFofia <ie pe:·rni1ir um fluxo contínuo de veículos. áreas bem de m:1rC'ad 1s rle Pstacionarút1nto. separação das !1- n has de tráfego er. ::e os trn m putes ii1(:iv!éuais " ,,,,. i:oletivos, com prioridade p;m1. os trnnspor tes de mssa e, o que é extremmente impor t:rnte. posi,;ibilítnr o n,aximo cié- s·gurnç ao es quecido pedestre. Un, transito mais racional e mais hurnnno portant0. A cid'lde em sí. tambern está se embelt' zando. N>t concepção de que a urbe é a casa da eL wunidade, a próprh t1xten;;.ãC' cta rrsidência do cidadão, o aspectn -estMico não poderia ser desprezado. Um perfeito projeto de ilurninaçiio pública e:,;tú sendu executado a passos largus. Luruiná rins a· 0 msii, modet·nas em Yapor de mercúrio estão sendo utilizadms. A!óm da fialtdde pro. cipa de bem Iluminarem os iogrn!ouro pabl cos. estas !uin riu, em consonância com o sistema vir1o í::ipl:rüudG, tamhfm têtn n flln çuo de de'lmurcar,•ru. u nott<>, aa via; pi,1 utur:ilt de trânsito. O centro dl' C umpo <1i·arH.!·•, t!'Ct'hu uu1 tratamento paisagistieo todo especial. Sião os culçudõe&, a arhorlzaçãc,, os llanc0,.. de .laNI in u reativação de árs comerciais decadente tl!dO fj prr.pMCÍOílflt um C:i'BLlO V 1ltn(Ju ao l;l)tl vívio hu:.;uno ngraclúvd, em !irHlF- ct,, comérc:o. onde as pessoas, antes apenas cruzavam r.•m psus .i prei5Bad 01-. A limpeza púb!ícn, feita dP modo <l!r:ien te e d!uturnumcnte, vc.m mantendo o,; paclrõ(•ct de '.::umpo Gr,inde como uma cí1!ad" c·ívi11zurla. 0 bairros mais afa-tados do centro também n? foram esquecidas. Os invetimento até agora plicados nu.t área do saneamento básico ji supera todos os orçaren tos anteriores deste importante setor A rede d esgoto gul-. rias de áruus pluviais e água tratada já cmçam a clr aos pontos anuis distantes da capital ulmtgrusen-e. A uni,er,ulidudé da udmirii1-1ruç.ir> f.1rcelo 'oarc impo- um planejumento glbal para o munic!pio. om isto procurou ~~ e'Ílür o frnôrneoo cle,a-tro,o de RÍmplr.·• •'i n e h a ç à o". fenómeno corut em ., u r r H grandes cidades lrasileiras u j e I tas a crescimento populucicnal e X a g e r rr d tJ. U ma m o d e r na Lei de l'eo do Selo, di•cipli:iu P cowl!Jz o cre,cime11to da urlw de forma racional. Como 2emplo <le•tt: c•rf'.'(lirneo to ordenado, encontramos o projeto Cura-Piloto, qur o mé_r!lo de proporCJonar c11n<l1çües de h:ibib. iiii,l:.rlc condigna a uma população de 200 mil pe-soas onde, atual !ºentc. Ynem 60 nuJ liab!tun!.-, em precnrin Fltnar;.io ,1,. rnfra c·•trutura urhUD3. Tr::i.trr-ie d(' uma ;'.,rea de :.iprc,JCirrn damente SU hectares. brangen!o A: bairros e vil, que flc..ta sendo tot:utente remodelada, como se fora uma 0(1Va ddadt' a •cr cri:HL•. sómente n2te projeto integrado, mais de 4r;o milbõc• rlc cru7eirOi' r8tüo •enrlo inveGti~oB. ' ~•fiirn, :sr. Pre.i,lt::ute (' Sra. Dcputadol'. pro,;nr:i mos em ráplds manceladas, retratar e regi-trar nos an. de:-t.l ca.:-8. u <lt:r-t"lHr.hio1ento f!Ut: t~l'ú n OC'Orrer Da reria metropolitana da mai- no»o capital de E-to do Pais, f. q~,e ucr ·d1t11m_o, _!]u•, o; bens que os liorne11• fo.z,m <lrv, r· r a trr.,1, prrnnpulmrnrP qn,,ndo ,.}o r,1.110, de rrub"!l: sério, honre<to, eficiente e p!arejado eoro tem sid o 'o jo,ern Prefeito Morcelo nlir,rnilu :,oair.5. Preço d~ste exemp·!ar D:cJr:.içilo dJ sua. ca.su. uJ.11 é m.;.;,; um problema- V<'ja 2. Granue Variedade de 'onfccionam ·s e instlams. NOSSOS Decoradores c::-tüo u sua Disposição CONSULTE - N O.S A Decoro.dora Mcris Conhecida Em Campo Grande e Corumbá MATRIZ: Rua. Maracajú 595-Fone - .621-0510 Campo Grande M S Existimos Para FILIAL Galeria do Edfücio Pantanal 53- Fone 2311411 Corumbfi ;lS Bem Servir !..._---------------~- -~------------.,----------- , ao A pocn(irln dr r.orlo I rn Sfío Pnu lo, como de resto em todo o País b ela. na exploração dnr pattaens, 1)o nível de produtividude d·tas dpend o desempenho dos bovinos pata produção e!(, carne, E é abldo que forreirus eplotudus ob pelejo prensntum ten. lime-nto mu!to baixo, em conis qu+nela dus péssimas eonlig: s de mnnejo n que xo ubmetidas. No l'f,lunlo. o prngrn,Hrn ria ,,xplo• raç/10 llllV(• flPI' Yun1lallllílll11rio 1111 fJl'0g'l'll· TTI!~('l10 dt' ill'('•fllllt'IIIOR l'l'Oli'I ll!'lf., tl(lt,; quais o estabelecimento e utiliznaeio de 11m11 'llllurn rt•rr11g<'ll'11 cll•Y(' ll't' pl'lorl• had, O cultivo de um grnmf11PI paru obtenção de ultos niveis de produtivida ,t,, l111pllCfl, prlnelp11lnw11le>, tr(IH prG<!O(ll mentos básicos; u elevação e munuten <,:fio dos nlvoll-l do fertllldndt• cio Hulo Hll'!l v(>s <lo 11dubuçõP~ 111i11r1·ul8 ruuel,;ai;,; 11 n1JIIChÇÜo cio conheclnwntot< zool6cni l~Os pura O llllll!PjO Clll'r'l'lO cln fol'l'Ot:rPl· ru o, nrn COllHPQUênC'l>•. !lllllores rC'spoB. tas às fertilizações, u adoção de métodos uficlPntN1 cio coni;nvaçuo P armazona mento doR rxl'Pdentes de verão. Equaclouado ,1 probll'lll!I dn ull• rnen1uç11o está gurnutldo o aumento d11 cnpacldade de suporte cln proprie dade. O ncreslllmen!o do ebunho ~nú comH'qiif1nte à melhoria da fertlllda• ue, po~1:<lbilit1111do II i;eleçüo e o descnrte. A tlnqlndo este ponto, no 11 auo mrlho rnm os índices de desempenho, reduzem se o8 cItos de produçíío e levam-se as !'eceltns liquld&s. Alem disso, outras opções podem t-t>r allotada:- pelo empre ~árlo, uom a vnnda na cntrrssal'rn, n retensfio de b;iis para entrega em época· de preço mais favorável etc. Carne é produto nobre obtido pulo rumfnant<• H pul'tir de alimetos grosselrofl, como sü" os Cüpins. lrnportu que n produtividade destes t,;Pjfl alta pnrn que bastuulP curoe 1-ejo pr·oduztdi; por hecto re num cumlntrnmento normal em busca do incretnP11to de lucrntivlda dl', Esgotaria a po~slbili<lude de explorur o aumento de fntllidudi- do solo !.: vHrificarltL u uecPssldade P cooveniêocia de aiuda Re pl'oduzir ruuii; por área. pode-se pensar no coufinumentn. EetaA consideriições Yêm a propó E-ito d11.s µosslbilldades dP progresso da pecuãriu dP. cor!'? em São Paulo. São b&ixofl os iudl~e;; de desrmpenho no Estado, quando e o m p a r a d o fl com osresultados :1 l e a u ç a d o fl cm 11rnn ou outrn p1·1JprfedudD, o q110 revela um grande potencial u explorar. ll ,, 11 t II qur ~u ,: l l r a e,, p 11'1 «d1de de uporte dos putos, dn ordem dt• o.n llllfducll'II 1111!1/Jill, J)lH' hrd:Jl'l!. {'0· mno média estadual. Emn propuledules que· 11pllrn111 l(•c11olof(i11 Píll 1Jiv"'" , luva. dos este indie tine A unidades unl mis por hectare, quase 0)/, u mos. /1. 11:itulldad,, é lg11,1lrne1.1le halxa, da ordem de 60, ou menos, e0mo mé lia, enquanto aue nas explorações mais lwm cooduzlllai, :iproxlm::-~,, dl' ll,0º/o- /1. dc•le1·rnlllar· 11 pefjlll 1111. 11f1, Wncía cl(" urnah e o grande desempenho de outras, tão me#te o nível de aplicação de tecnologin em hOlllfll'l! (i i:;lnónlmo de lnveHtlm<•nlo. illul• tnR veze!l é a apllca('.ão itc conlH'<'ÍOJen!u zoolécnlcos, cumo o ,•st11beleclmo1Jlo dfl 11deq11adas estações dr mrntu. que pro plclu OxitM1 com,lc.Je;-ú vehi nu cnlllC'lta unual de bezerro. . mortalhludt> de bezerroH, supe rior a GO/o pode i;er <lra::tlcl.!mente redu zida poln melhoriu <te mrnejo, pela des m11mu 1-1m ~flOCU!l aproprludas pela ado çfío de um calendário prortlóllco e"eolbu du cumpelrm1 adt>strnc!os e bem remune rados. Muitas vezes, penie-se em um dlu pelo desleixo, o i:esullado de uma ges tnçüo de dez mesas. Aspectos purawE-11· te u d m I n i st r u t i v o s i n Y I u e m negativamente na exploração, bul xundo - lhe o rendlrnent;:; uumentundo-lhe OF cu;,tos. É pr;,clso quA ,ie frise isto: a queda ou produtividade diminui B recei- ta líquida pois quaae sempre redunda na elevdçúo dos g'ls'os para µroduzlr. A Idade de abate e a taxa de des frute são pu!'síveis de grandes melborlns. u curto prazo, uma vez que se promova a melhoria do melo umblente. em que ns pdstugens p!'eponderam. A melhoria genética do rdbanllo viria em decorr{ln clo e proporcionaria notá mi progresso desses doh, índices, que refletem a etapu final rio processo de produção de curn1:. O abate ocorre, em média. aos 43 meses quando poderia ser procet,;811.do aoR 24-30 neses, sem muito otimismo. Emn resumo, há necessidade tm períosu de se lnerementar u o plicaçãc., de tecnologlu nu produção de carne. Exemplo notável de como se difunde urua prática é o caso da fenação, hoje conhecida dos pecllaristas de São Paulo que dela tiveram eunhecimento atruvés . de trabalho da ati e deste $uplf.'mento, O Fugitivo da Inferno Branco icionino Enciclopédico E11cl<:lopPdir1 Cultural. JJthllott'CU de Contabilidade Melações Humanas e Psicologia Geral Ercielopédia de H'equi-as Atua· Mo rnl ,. Chie:, Ate Culinárin Anatomia e Fistolo!{la V,·r,fo<le• Sobre o :>r.xo Puniu J,'runtfj H "ª ela Pcr1I içüo Co;o Hoseniberg O Traidor li Guerra Mundial (todas s batalhas) Ultima "iu,,.,uço O r.rrculo ~Fccbo<lo U Tiro t'erfrilo Manual do Motorista Arscnul elo Terror "8 ó A C U L T U H A L EI E D A H Á NOVOS IIOHIZONTES" Distribuidora do Odevar Banca 'Tenda de Livros à ,{avista~. Joronls, L'VrOs Técnicos. Ru11 Duque Bt· la vistense. vista :1oda, L 1,lu11Je l volumes 3 volumes ;J t 111111 q •• :, 1ilu!J1P• 4 ,,,,Jurn,·.· } volume } volumes J vnlumn 1 volumi Caricia e a prazo. ,Jardinagem, Oivíno Espíri to Santo de Caxias, ao lado Preço exemplar deste do leiores o MUNDO VEM A GEL Te O munda é pequeno: ele cal.>e inteiro num E chega todoR os dias à sua cidade. Ou a voce é um dos nossos assinantes. O Estado de São Paulo, um jornal de que tem o 1lU0 dizer. Representante nesta cidade Oeocleciano grande jornal. sua <'af5a, se opinião para Vasconcelos IE!l!i==============================================-- l AVE5ANO DOS HEIS G GIZA. LIDA. ÓTICA CIENTÍFICA ÓCULOS, JÓIAS, iUUÍG!OS, PRESHJUS E TROffUS !SPORTHIOS ;- VELlNO DOS REIS ÓTICA DOS ELEGAIITES DA CAPITAL E REGIÃO RUA 14 DE JULHO, 2.014 CAMPO GRANDE MATO GROSSO DO SUL MM A.ATEIO cr$ 5~000,00 (cinco mil cruzeiros) Lotes ... a lançamento Jardim Espirita Santo, o melhor loteamento da cidade. o preço e O Melhor válido s. preços de e mais Central da Cidade. Empreendimento Abdalla Sain (Papito) por 60 dias (Preço de lançamento) Escritório de Vendas e Informeções SETEAGRl (Representante Nhaldo de Barros) Bela Vista Mato Grosso Sul p Pnrt·ce qu1• o r:;overoo vul cnic,c,1r em sltuuçio prioritáru 0# sun!o on cernentes à produção aropecuti, em ermo de atendimento ds nteessi!ales internas e de expressiva contibuleo à, solicitações do merendo interaueional. :''11 o ue tr·a lu cJ ,, l • r, 1'•1 qt.n' pos~a i.;3r reulizudu com sobras de recursos hum:anos a orçamentário, ms que ·xlje potilolouamonto t•fHtivo ,, prloritúrio Pll tre fül <III-otrlr.es do governo. Alis, o presidente insistiu nas afirmações de St'U lnt~resrn em ,1uo a ugrlcullurn ocu pe, de fato, a posição de estaque em melo às demula turefo,1 que o bn1s1lelro será cbumado u reulizar em seu governo. E f declsllo pri>sldenclal refletia . ·80 ex pressivnmente no melo de Reus colrtboru dores mais dl!'elos, Rendo coutittlntes as consultas e bue;cu~ d~1 dados e Informo. ções sobre todntl as quostões d1retu ou ludlretumente ligadas ao nssunto. Mais uma vez, vem de ser afirmado que o homem é o objeto do desenvoJ. vfrneoto, devendo ,;er uteuctldo em sua lntefrezu moral, étlcu, soei a 1, cultura e material. P11 rn se ter ldéia daH gigan tescas proporções desse objetivo, basta recordar - se a afirmação do ministro da Fazenda, dp qu(' 40% dos bra<;i!elros o miseráveis, ucrodítaodo . se que sajam miseráveis quanto ao atendimento cie suas neces~ldr1dt>tl materiuis na larga faixa de suas implicações e con~eqüên c!us. A8 15 diretriz do governo e seus oito lten.:1 precisnm ser retirados de me mória pelos agricultores, por toda u pc· puleção rm·&I e por todos quantos este jam enredadoa na poblemáticu da pro dução rurul em todas as suas implica cões, u. partir dos pequenos la vradore.s e do trabalbudores. Siio compromissos que não devem, nem podem, deixar de ser cumpridos' pois seu descumprimeuto agravará as :gústius e decepções das massas populares. Seu cumprimento efe tivo re taurará n confi'lnça que os go vernante~ não ~1onem dispensar. espe cialmente junto aos menos favorecidos, pois aqueles que não tecn diflculd&de& finunceirns serão sempre os últimos a sofrer os efeitos do escassez. Tem-se a impres6ão de que as promessas dessa diretriz foram redigidns segundo um bem e!aborado programa de ação, destacando-se sua objetividade. Parece que o gover:::o vai envidar esfor ço~ no sentido rle llber:ur o Pds da pro longada e deprimente situação de mísé· ria alimentar, harnndo mesmo a possibi lidade rla contenção do êxodo rural e de expressivo refluxo dos trab>tlhadore!:. que deixaram suas terras, fugindo da Yome e seu séquito de misérias. Havendo cumprimento das pro messas o brasileiro corresponderá. com trabalho alegre e fecundo; não havendo mais que engodo e falácia, ele crédulo e bom, continui:irá à espera da berr, avent:.:rança de uma oportunidade. Na elaboraçfi.o da diretriz sobre toda a problemática da produção agro pecuária, fir:ou t::videnciado o conheci- meto do que deve ser feito pera 'que o País trelize eu de-nvlvinepto e us <'lnf1nclp çio em tod e a área Pd • itere+centar que ex/tem uleientes te cursos humanos e orçamentai J111',l ser plicados numa s!rutura j: montadn pai realizçio desse emprodiment, ba+t ando aptus que haja a acertada e:olha do +'emento hutano e ..s ,.., ria aplicação das dotações orçamentarias. Bem ulirneutadu e bem sslstida, a ente to Brasil levará o pais para um 'aturo de destaque na comunidade americana, poíH r-uquíl:cos e ~~fui 1.1.Jnc..lo uüo H'm VOZ, rlbfTl IOl'rC!Cl'nJ flC:tllilO( Ul<J- Aleeu Oias Martias O Estado de São Punlo Negócio de Ocasião V'ende-se uma Fwzedinha, den tro da árPu do Prog1·11ma de Oesenvol vlmento dos Cerrados (Polocentro), com 272 ha, situada as margens do córrego Suugn Booltn, pPganrlo 2km d(' água e dititat1tp destu cidi,dc apenas GO km; 'l'eudo 50 hu. já rlesmutfld:i e gradeado com aproxirnadameate 25 ba. plant..idos com Brnchiá1'1u Decumbens Austra liana. O restante da área é formado de campo e cetrudo leve., podendo er facilmente trabalhado com máquina Docuu.entaçüo ,~m dlu, inclu•ive com cadeia duminlal. É toda cercada. Preço 2.500,00 por ha. Condições: A vista. A ceila-~e cai.a de entrada em Bela Vis ta. Trn lar a i: ua Gal. Soares da Ro- cha, 547 8ela Vista - -IS 1 1 Ove -- Por f ·ora Ltda. t i 1 E , t . à H+ G a L Lopes N --,111~ Pr 2"ir o o ------ - --- .. ~---- - -· - Quando chegar em Porto Martinho, hospede-se no NOVO HOTCL CIIÇARAS J: ,.l'll 1-·· (' COI ll• t ,, C' ,IVí' ,, em seu próprio L». O NOVO HOTEL CA!CARAS ,. ,l: l'( ·1,lo Ull'!Hlido [,e!tlll f-:1-ll~ IJr)VO~ Jll'lllll it·I no.• WALTER E OSW .LO/ H.OUHt<,UE~. qU<' t• tfio de braço ubertos para recebe-los a qualquer hora uo Dia ou (l.1 "-ult,, NOVO HOTEL CMÇARAS Porto Murtinho Agrimensura e Nivaldo de Barros • .ledirões de Fazendas. - Curva- de nível. • Loterimt:UlO•. - Hutificaçõe. Advocacia Dr. Holwrto <le Souza C,l!::,AS: - CiHi,. - Trub.ilbi,t"'· • Comercial. • Crirniriul,. Rua Antonio João, 900 Bela Vista • MS· ---- r n: .. Posto de Acumuladores Soto DE VIT0R SOTO Peços e Ace~s6rio, - Vcicuhs Ford, Willy 'olks • CheHolet - Consertos e Reformas de ílnlerius . C'oloca-Fe Pnrabri;n na Ilorn Run 11 de Maio - StN • C:x. P .. -ll • Jsrdim MS Em Iltla Vista - Po,to de ,cumulndorcs Inter· nar·ional - ( no lado da oficina C11mbaralnmnia l Quando você for à Campo Grande visite o "DOM MARQUES" ar condicionado .... Sistema Rodízio Avenida CoF-ta e :::ilva, nº 312 Campo Grande iIS .. J~~~ EM RITMO DE CAPITAL Criou uma seção de Confecção rápida para os moradores das cidades Sat~lites. Você vai atender seus Problemas do Munic(pio, ou Negócios. J.B. Entrega sua Ro,;pa sob Medida !1º mesrr.o dia.-Chega pela rr.anhã,à tarde volta com sua Roupa ' Sob Medida. • • 1$a! JB Tradição e Garantia nos Tecidos que usa.consagrada pela P~squisa Pública desde 1957 Produtor do Calcário Bodoquena Escritório de Vendas administração: Avenida Duque de Caxias Centro JARDIM MATO GROSSO SUL L_ , _ A Comissão dos Sr. Rodntor Chefe Nn dln l l pr6ximo p;1►•11d11, f,.; puhlw ,lu n+se onerituado diário regionnl, inserido no r,,nr,·,;ln J11t·i!ulndo :ii11nl dr Alfl'íf 1. nma raté rPÍfrf•nft• inicintia tomnda pelos prof oro da rede municipal le ensino denta rilad, rei ,dntlfr,,ncl'n o +ardo «direito de rei hc,· o >e 11 salários atrasa«los. A posição tmadn por esse jornal, r pr~ fni 1·011u6rlu 1., fi11,nf111 prolfri, u ,l,1 111u.d adulntrco uunicipal, justamente porque nio existe o tão famigerado diálogo, n11 mut/•rÍ!I ll ima referida, mi Ullln , ri. u opi11fi1o do jq: n .J ( ro111r1tln li pullti,·n 11,!0111<111 pd,, ,·h, r, • .lu ""''" exentivo, Porque rse jornal rontraditório, 11 prefeito pa m din ,, , orr,~rn111t"11t1 o,- ..-rii-t funcionários' profeworrs ete, tendo até ervido de exemplo par outras cidads, Nós per!un- 1urín1110A: qu:111cln nJg11c·111 til Coml,:~!1o ou 01111 11 prole+sor, disse n e»r jorl on a quntlqur outro } ,011i::11n, f(IH' ti~1a,·u e111l~ft•i(11 ront o onh na~,. dt· orne q1111 rerebrm. C'ottlrn fulnR ttíln li(, 111•,11. mentos, E bom e necessário que o sr, aiba que professores aqui m nos cidade, não trem direi to a qualqurr espécie de as+[st@nela +orial, vi-to <JU<', n~ FllllB Ct•rleiru~ l'roff.NionulR, por 111,1101 invistacia quo possm fazer, não io as»inda, /Jonform~ prr.ce,tun e dctrrmlnn a lel, h11p•·11l11du desta feit que posamos desfrutar da ist'ia ,lo INPS, hoje tão bem utvwndldos pela atuantr dirctorin do HoRpitul Siio Vicrntt' ,J,- P"ul,1. C.nn· trarindo frontalmente a nona Constitulção d,, l{epúblien Federativa do ílrn,11 que n«r;:ur,1 '"" trnbulhodoreP 01 direitos à ,ul(1rio u,lnlmo c11p•i, de mlisfozcr, conforme n• condições clt r,1d11 rt·~i.1u n sous ucce,id11des nnr11111i~ ~ 111, ,le mo fnn,!lin bem como, férfu:< naunis remnnt"rndns, 11:10 ll'tn0• direito u férln@, CODFetJUH1lrmenk o ordenado <JUO r~o,•brmos refcrcnt~ no rnê, de março, rur• rMJrnndo no l.o or,lenu,lo recebido desde ovem hro do nno pnsrndo. E o ordena1lo de 11m pro• fessor dn roclc municipal r. Redator é... eredite se pader, de nJwnns CrS 808,00 (Üitocento• ,. so,sentu e oito cruzeiro•). Não somos oportunista•, Br, Hl'1lu1or, 11, sim como rnmb6m nilo d1•111os nenhum go)pt' p,· ls costas, não f-0mos incocrcntE'F, ne1u tompoth·c, hlpócritn~. A verdade sempre deve s revestir ,. ,c•r nprllscntudu cm tom cr,st•lino. livre de qu.1l,p11·r m:lculn, poi• pode acreditar Sr. Hrdutor. o pi'<>· fesrnrado deuu oidude preferem a~ co11Hq11i'11cln, de umfl ,·oriinrfe, que a satisfação de uma menti ra ou mesmo de umn demngo:,.ria barato. N,10 fJ z~mos grt>ve, a e m temos iutençãn de f.,zi' la, visto que ncredltaruos (Jll<l um erro n:io jufti fica outro, e sabemos avaliar os reflexo!' rlt• uma greve, quando os único+ realmente prrjuJicadM seriam os no~eos alunos, pelo, quais dnmo, tudo de n6s e procuramos Fuplantar os muiures 61!crifieio• Continunn·mo• )u1nndo, pois acr.-dlrn1no~ no 111,rnl Governador do nosso Estado, que timbnido dn• mnlores e melhores bous iult!nçüe•, tem pr.icura• do, com a lntehgêncin e perapicúciu, rnfuoiunur o• lnúm,·ro• ob,tál'uh,1 que lhes tem 11pre,e111:1• do no lnício de seu já u,nrc,rnte go'cron. Ourros,im Sr. Redutor, co11tinuamo, tom· bem acreditando e torcendo pelo nosso di:írio reglo11ul, que Bt"ruprc primou prla verdade, des pida de qun)quer parcialidade. Somo, uma oln•se fracd, pisotendn e desgas tudn, mo• pode l'rer ~r. Redator, n nossa mis.iio nilu ,erá fot.errompiJa, porque 1111t1:P e udma d,· tudo, est.nmos d.nndo de todo cornção a m•,sa miniuculu putcela, mas decísiva, para o eygrun decimenh, ainda m11ior do nosso querido e ama do Brasil. Josê Tadeu da Com1 ibrqur; Sandru M.a dos Santos Hodrigur• Neuza M.o Brum Rorges Oldemlr Ossunu Not-a da Redação Se t'U ficasse me explicando u rrop6-itc> da matéria lnseridll na edição do dia l, a tn 1 que falnn a re,pdto d.:i trui,;ào, ltipocri,b, inc,> erencla, etc, de reroas que exercem cargos de chefia na atual n,lmiuistm<,:jO, o '15,unto f~ 1or naria polémico e aüo h'rin [im. Aelio qu,· ns P<-Uoa~ c,clarecidus cntcnrlcmm a "IDt:U>'1!.(D!ll··. Acho ainda, que o assunto , ervi para motivar o dcbatt' doa problema,; cducaciouuiij ào m1midpi., à nhel de ma1!i.St~rio. Repito, mais umn rcz. (Juc acho ju!llo o modmtnto do profe,sorndo em l wJ1l,1 rLiJ pa o nu! ttl ti' I tu . 0 tu ti! t «jutar IJI li d,t't t•ffi n " f••,1llt 1 t)I. os de confiança, {late» a nlo para «dizer , ,!•, d,to :ili. -----·-·--- Liga Esportiva Belavistense . o· ia n.o 02/'l9 O pr t! nt da LAga Eportiva [l ·j t1'l ,'I, '. Jl U 1, 1,l' -u,.r,; illl'Í- .)t,ll'Õ , .. t t1 1 1111 .• , , I. OLNVE: J Nr, . 11· o•: ,, 'oho;e.:: abaixo 1uJ:1t'I . !o', l'.PH,O C , poentes da Junut« Biiseiin.r de E' ·po. lufl. Pn'. 1.••nl•' • • .Jo <! .l'Pll,•y L:r[~l?!.lílO ,u,l11t11 •·- 1 !.1udln ·.l,,,!Cir tl<Jt· S,rn • to,; -;n:.-. trn·i , - o-., i'lcl•> S. Gornsticks .1• !'til 11 lnli,1 F,. 11unl1e,1, Pt~dro Vi1· .,[,• 1) ,J',lll '·, (hk!Uul' :Ieddl'll!, Wddema Lie dos 5ntos e Ary Hicatd,1 hra ,,1;,_., lJdv ,Jfl,;. '1 blit[L!• o:, l' l'UmprHH'. BPi.1 V1· :.1~. J5 ri• 1 .nlo Je 1!179. Abn•,1,1 .1·mo;, Zocurlus. Preste+t d+ L.E.B8. Carta a Redação Sessenta vai esh:'eiar hoje Da1111r P!'US~ <'g-uirnento ao campeo nato belvistese d· futebol, boje joga riio no •· Octavio Ft>niolira" ':iesE'enta x 1° de Maio (de Caracol ) e Beluvi!i tense x C.1 ('; P . e•·c 1. O sssenta pro mett- um bom (';:pe 1úc•ulo à sua torcida. mnus não pod·ri lacilita; o tire de Ca- 1',ICLll t" :•guc•aido ~- quer fozt>r boa figu ra Leste campeonato. Vares todos ao e,tntliO. jó. rfit> s·.? trati! ap2nm, de Co hbon!'. m :;, o, jog 1s Pstii.o vulendo o ingresso que s paga. O PESSOAL RECLAMOU Os muor+dores do bsiro Costa e ~ilvr: t 'l:ad10) rc>clnnwn.Hn e muito, do o,0g;·1',._ (:"Clll c.h, 'úaLe), do G&sco. Dis.,t>r:im quo ü 1,1P:::mo CúlHluziu l'Utre vistas visando desmerecer o quadro do Gremio União. o é nada disto, o Gas. cv ~•ID;)!J,.r:,,en,c' lh'OC'.li'OU rliv11Jgnr a O· ,omi:1o t1.: ;,lguc,; torcNiores. Na terei:. feira ele ouviu o Edr e ficou ludo bo nitinho. O negêcio do Gasco é paz e am,1r ... core tudos. E O EDER vit<itcH a 1rn~:m rrdaçilo parn parabeni zar o jo;· rnlis,a )Y,1lcto Pereira pPla pá gi1H1 esportiv t qu' estú s;,>nrlo inserida toclu!'I us tclr<;,1 il'it',1<:. Falando nisto, a td:d• ncl0 apel > elo P<!$Soal, u i>:Jginu es portiva sera diá ;,1. Com notici ts esp•Jr- 1iv•1,- dl' R,la Vis•·, do E;;tado e do P:.is. :SSIN ATURAS . ;1~sinntun. d,1 Tf<IRUNA este mês, a pcnJ,; esto mês., custa 500.00 anualmente Faz4 Santa Cruz (E_Murtin!o 1.1 ), Em JO ''" ruai<> 11l' 1.lr,I. Of·. ·r 01"!/fll' f)1i <'uni u1d,tlll!' d!l 2 1 Cia Fron Ao IJirNOr rlP Tdlrnnri dn !•'ron!Plrn tlAUoto: Agrar!Pcirocrnlo O Comando d 2 CI Fron. externa agradecimentos pela valiosa colu b(>l'll('il0 1,1·ei-l,11la uos flngeludoa dta área fronteiriça notadamen!o na uqutsicão e fornecimento de Id tel'ial O ou gent>l'0 dJVHHO, Hélio Thúrsb; Coe CcnH·no Mnj. Inf· ComuudttnttJ da 2 Cia. Fron, Dar Mircka H!mmelreid1 de Ayala Cin.1.rgiã Dentista Clinica Geral Atende.e com hora marcadu Rua Gulu Lopcõ • SCi-1 - Pontt1 Porü • MS rind11 está em tempo de voce fazer a ua assa'ura. Procure o nosso E'SCrité, rio. É ao lfldo do Meu Ranchão, esquina ca escol11 '' C'1:titdo Branco" CAÇA E PESCA O Joslno, d::i Caça e Pesca, disse que o !'eu tirue vai jcgar domingo corno de costuo•e, ou sPja, p11m ganhar. Já o Be. Juvi,;tl ase proruete venct>r, ou na pior das hipóteses. empatar este jogo. Tem gente npostando. ARTILHEIROS Aires, da AABB, Cabanha e Pen zo, do Nautico e Carlinhos. do União são os pl'incip.iic; artilhetrcs do campeo nato, J 1 o Djahna, Renato e Carlos são os Got,,iros meoo~ vaz:dos. Vai sn em polgante a d!e;JUta. SELEÇÃO DA RODADA Após OE jogo8 de don.iugo, o nos so jornal elegerá. a seleção .:la rorluda e a do último domingo, foi a seauinte: lljalma, Antouio, Odir, Coruja e lfochi ilha; Adão !' Alemão, Carlinhos. Cabanh& Per,zo e Ota vio, Náutico vai bu car r binho Dr. José Atanasio Néto ADVOGADO Cnu:ios civeis, crimin11is. ~ ugrárias. F,cm. Av. Duque de Cuxios, 8í8, Jurdim. MS. VI vogado e! coo tfl' (1.l ( Seleçãl Híuho. (J Ct!OU', i,! ! til: t' dindo m Campo d dE'FCjtl voll:i.r P . t Vista e i,;ol1< llou u prego ao presidi te Náutíco. gur- J 1 ro,, {r'Jlu colnc3ÇJ<> p tr 1 CRIJlO. Tuào iwllP q nos próximos dias Ne! nho estará em nossa ci d/l<1e pura ddénrlt r .. cores dú "roah, qc rido'' femandinho c..fümn: Belavistense va, se classificar O loteral esquerd!> do Belavi~lenGe, Fi::rn:,n• Jinho, eru breva coota,., em a nossa reporta;1a afirmou que seu rim,•. o Beln vis lense , ... i e clas sificar. Disse ainda qu • os jogadores do trndko nul cs~üo !rnin;:rndo rli • • riarneute e se ilncoutrc1r. com excelentE' pr, pan, fülco. Hoj<', ') BeL.1vj,. 1ense vui enfrentar o li me do Josin0. o Caca ' Pesca. O jogo miciar-se-,. às 1:3,::o horaF. Oração ao Divino Espíri to Santo Esplrito Santo voei: '1 "~ mt:: csclure.:e tudo que ilun,i na todos os caminhos para que eu atinju o meu ideal. Yocé qne me d:í o dom divino de pC'r doar e esquecer o mal que n,,. faz.-m; e que todos os iu •· lantes de minha ,;d.1 cst:, ,.,,. migo, eu quero neste curto diú fogo a:.,'nldecer-lbc por tudo r confirmar mais urna '-"t:1', 'H"t eu nunca quero me ~epa,~r de voei: por maior que sejo G :Ju,iio material Aâo se:{, o mi. nimo du ,•ontade que sin11, de um dia estar com ,·ocê , todo,º" meus irmãos na glória Perpétua. Obrigada m:ii;. - ~m;; vez (a pesrna de..-er:í foza e-tr. oração 3 dins se=ido, ;;em fazer o pedido. Dentro de ;; dias ser:í nlcunçudn u f!r1l<:t•• po_r mais _difícil que seja p blicar a-sim que receber graçu. O. A. L. 1 Economia'? --- -- ---------------------- ---------- Segurança? ' ,J) Conforto'? Tranquilidade'? 0M!BUS Alem dt:1 tud.o o Q.Ue ;::stá -•-cr::o , dma, voce ::11uda será Servido por MOTORlS'l'AS Gnbaritadoi1 Via ,áij Cruzeiro A do Sul en!"; os seus usuários. Linha para 35 Munioipios de Nosso Estado Inteligeute é com a Cruzeiro do Sul --------------- ,-------- ------- 1 J Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº364_16_05_1979 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº366_22_05_1979 Voltar para a lista de itens