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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº439_16_10_1979
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R
l
0 prefolto EIy do Arnujo B11rbos11, oar('nbus, e das vereadoras Elba Lar,rn
otcndeu upôlo cloR voreudoreR • mlrlne, jelrn, Rosemary O. Garcia e do pre• iJon
.loun Pierre Palmlerl Batillanl, no sen- te ,rley para se colocar obtácul' 11 nas
tido do ue mudar o parque Infantil da ruas om frente aos colégios municipal',
bolrn do Apa parn a Praça Alvaro Mau-
O Presidente da Cíl.mera Municipal de
aelu Vista, José Joaquim Ferrelra:3outo,
voltou de Tre Lugou , up6 partloipar
do V Encontro do Oe ti) Bin llelro, em
eompnuhla do vereador Moaolr Paes Bar
reto.
egundo lnformaçõesde Jota Jota,
o seu encontro com altas autoridades
nlio tiÓ de Mato Grosso do ui como de .
"ashlngton • Os Estados Unidos não va
cllarão em usar arma n11cleares contra
a Un!ilo ovlétlca, se Motlcou decidir
al:!car a Europa Ocidental. A advertên
cia foi feita pelo ass01,r;or do pre !dente
Cnrter para assuntos de ·egurança na
cional, _Zblgniew BrzezlmkI. egundo ele,
Dr. Nelson- Derzi
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Golõ. , proporcionou subsidio valioso!!
paro. um melhor trabalho frente à Cama
ra lunlcipal. Jota Jota, na próxima edl
ç!le, rnlatará o que se pu ou em Tres
Lagoas. Ele nos trouxe um valioso pre-
enti:,: um autógrafo à Tribuna da Fron
teira, do pre !dente d11 Repúbllr.a João
Figueiredo.
"o compromisso dos Estados unidos com
a segurança do. Europa é sólido, orgâni
co e completo e 011 americanos encaram
a segurança européia como sua própria
segurança". Em Moscou, o governo da
Unillo oviétlca fez um apelo formal aos
paises da Nato para que não instalem
misseis norte-americanos em seu terrltó·
rio. Para .a. URSS, o Ocidente "não c!eve
perder a oportunidade de manter a dls•
tensão e a cooperação pacillca··.
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Nelson Chagas e
Mario Luiz Caetano
(Deapacbante junto no Dctran)
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egundo o prefeito "o pedido foi nton<li
do lmecllatnment(1, m'lstra n coo ·clen
tização dos jovens estudantes com re
ferêncla nou probl 1naI1 comunl árlo ..
Com f umulto, os jornalistas
abrem reunião nacional
Florlnoópo!fs - A abertura da 122
Oonferênclu Nacional dos Jornnllstas. dia
11 pp em Florianópolts, foi marco da por um
tumulto e>ntre vários repre~eatantes 11ln
dlcnl , quanrlo comecaram a definir
quem teria direito a voto. O tumulto
começou quando alguns rlele>::?ados sindi
cais defenderam a partlclpaçúc com voto
dos estudantes dn Fnculr:lnde de Jor
nallsmo de anta Catarina, no que fo
ram contestados por outros delegados.
A. propostn foi CQ!ocadu em votúção e
aprovada por 11 votos a 6, mas teve vo
to contrário da representação catarh.:en-
e.
O de entendimento entre os estu
dantes de !Comunicação e oa jornailatas
de Florianópolir começou antes mesmo
rla eonferêncla, quando os universitários
iniciaram um movimento vi ando à mo
diflcaçiio de rao~nte Decreto-Lei - nó
mero 3.284/70 - que não permite às
pe. oa!l que começaram R. trabalhar na
Imprensa, após a ua vigência, obter o
regi tro de provisionado no Mlnlstérlo
do Trabalho. Eles chegaram a distribuir
uma nota com ua posiçiío sobre o as&un
to, mas os jornais 'focais não a publica
ram Irritado , eles dtetrlhuíram a mesma
nota durants a reunião.
Ministro explica a inflação
alta
O ministro Murillo Macedo, do
Trabalho, afirmou que us reivindicações
de pisos salariais elevado.;, me!'mc. que
se chegue a um acordo Inferior ao soli
citado, siio um fator psicológico de
pertm:baçiio para oútras reivln:licacõe '.
contribuindo para o crescimento da taxa
de inflação.
A Comissão l11. ta do Congresso
deverá aprovar quase na íntegra, o
projeto do Ministério do Trabalho cri.n
do uma nova politica s1:ilarial. [mpresll
rios economistas. lideres s!nrlicülfl e
politicos de São Paulo consideram
omissa parte do projeto sobre o anmen
to com base na taxa de produtividade.
...
a
edocõo
"Todo o trnbnlho
realizado pelo 1obral.
n+ses 9 anos de atua
çlo, não teriam pee
tração que tem nlo fosse
o apolo de imprensa.
fomamO'J conhElcl-
!Ilento, atrnvó-i dl' recor
te!l que chPgarum a esta
Presidência, de reporta
gens, sobre o Mobrul,
veiculadas por esse ór
gão.
Gosturíarnns, por-
tanto, de agradPcer à
ulta chefiu da Tribuna
dn Fronti>lra.: como tam
bem no Chefe dP Repor
tagem e demais jornaJIH
tas, pelo o polo que nos
tem prestado na divul
gac,;fío do tral.>alho de,
senvolvido por esta fun
dação.
E perando poder
coniar i::empre com Uio
Importante ajuda, colo
camo nos igualmente à
sua disposição e apre
sentamos as nossas cor
diais saudações.
Atenciosamente
Arlindo Lopes Correa
.Presidente
Preço deste
exemplar
Dr. Nagib Marques erzi
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de fzer pr0pura J iáb três alunes.
p )I' Cê! l() r 11111 ,p !)l>Ul~O comun,, fül ,l!)U•
enchi o 1. Qhs bom eiua!s etr> si.
Um só tinha cabeço (o de msnor Ql), o
outeo eru ó o tronco (Ql médio) e
0
outro ó os membros (o de rr.ulor Ql,
mas muito lnt·•dor an uo filho do pr f<'l•
to) .. Juntando os trê3 dava umu peesou
qu o normal no Ior-se um, indi ,tlnç!lo
total quanto ao exo que pertencia.
A prlmtlim (,i (wlcn) uula rol no
meu quarto. Pra Impressioná Ios comen
tei um texto borr,inno que diz qnc o. Cl~ura que me•
lhor r,pr<'i eut11 Drus é um circulo (se o
leitor se Interessa pelo ssunto, mande
me 100 prnt 1t; que eurgirá pdo corrdo
u LXpllc,t,;fío d,,wlh!ldt.). P.ua surpresa
mlnh 1, el •s rlli'~ 1·Hm que is ·o não em
novldudc, pois há multo, o bambolê era.
ri f guru qu·i vencrnva!JI. Mão me abr.ti e
segui adiante. Se á auto. fosse b<
1
n eu
podcriP consrgulr u mcn::[ l1dude ad!nn·
tada e em es~c o meu bjr-tlvo.
Falei do tempo clr.:-ul.i.r, a obses
!11lo borgluna, o tempo qur. rãc tem fim
n"m c11meço e onde tudo 1:10 repete, in
[l:Jltam"ute, e cuja representa.çüo no es
puço equlvalerh ·Ro lubl,·L to. Fui de uma
convicção dramática, como se defendes
sc u-na paixilo t>xtremr. Meus Ftlunos fi
caram impres:i!on:::.dí,dn,o,. O cab2ça
até com ,ntcu: "A.g,,r a entendo a anistia.
Sen;!o o tempo circul,1r, quem um dia 1>0
foi um dia voltn." Mas al o Tronco disse
'' . .í htl i..,,1 cle,,llzõ t0C:08 .... nilo ü.:veriam
voltar, mtn, isso o/lo e:correu.'' De pronto
inlclru-se UU!A. pulemica, negou-se Q
tempo circular, negou-sn Borges. Ioespe
raduLeutl'> o· que em só IDl'Vlbros qms
saber se do 1..cordo com a tRoria do
Sérgio Med ires
tt> ,po circul' , Q
uu }1) ,. ·r 1 o de
- Desculpe, ma já
nada. A ula de hoje
dl e u com li JO,
E Eles fora tbora "pré sempre"
nl de mim se o tempo for me_o creu·
1 t' Em cguick recbi a L. tl,1 d J'U
.tv@ un dites utrasa,a devido to
(' J l ,• ,, <- •
Incrível t• lt>X do ól lglt B,mlvt.
m perdeu um: Iaze
e contiau sr jg u e.
l 1> : l:fl'O TI, ls
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Tribuna da Fronteira
( Fundado n 20/2172 1
CCC-MF 03201266t00ol-90
lnse. Est. 1305923-13
Diretorn -Maria E.tela V.l'ercirn
Redator • Chefe • Ivaldo Pereira
Departnmento Comercial • Alvnro Pe.reirn
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Duque de Caxias s/n Bela Vista hlS· Cx. P. 23
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f, lrnurilnnç!To orlndora do e crlb;J,
deve, sempre, estar presente em eu
urtlgon o, mais, ainda, no titulo dn ma
tórlu.
Vorirlfcaado que a Hequêncln melo
rimada da rnunohete, proplclarlú temas
diversos para enfoque, ligados npcous,
pela eufonia, resolvemos ndotti-ln, cer
tos de que os leitores compreenderão a
lntençlío o a Isenção.
O Ilustre Governador Mnrcolo MI•
randu é natural de Minas GPrals.
Há mais de uma dócnda, em Mato
Gros!lo, exArceu diversos cargos ligados
à eletricidade, C(IDhecendo, como poucos,
porlnnto, a problemó.tlca energética eles
te Estado.
Jardim e GLL são comunas frus
tradas, para n!lo dlztir enganadas, pois,
em diversas oportunidades, os organo
gromnti que as inclula no rol das cidades
a serem ervldas por energia eletrlca de
Urubupungá, foram envlndos às calendas.
De rato.
l.Jm pique, part!ndo de Aquldauana,
pa sou por ,Jardim e for terminar em
Bela Vli;tr.. Por falta de VP,rba, ou me
l.hor, por ter estourado li verba, segundo
noticiado, esRe estud!l Irnece11, mas nllo
feneceram outrc, destinados a cidades
mnt bem servidas de políticos regionais
interessados e de melhor caclre eleltor11l.
Houve a reunlúo do Prodegran.
té o General Ernesto Geisel compre
CPU. Um festão. Churrasco de centenas
de vacas. Sobrou charque etc e tal.
Propalou-se, então, que de ~fara•
caju viriam os fios para GLL e Jardim,
Quando menos se esperava, es
tourou a bomba. Bonito seria servida
primeiro energia de Aquldauana. Logo,
depois. estourou outro petardo. Bela
VI ta seria contemplada primeira, via
Ponto.-Porü.
Finalmente, ante tarde do que
nunca. o Governador ,fosé Garcia Neto
determinou abertura de concorrênda e
a posteacão veio de .Bonito até loaque.
Lamentávelmente, houve carência de
verba. outra vez, e as estações redutoras
e os fios continuam sendo aguardados,
até hoje ...
Harry Amorim teria dito que, em
98 dias. "Fiat lux". Conversa ...
E agora, Marcelo?
O Mnrmelo é fruto do Marmeleiro
(Pirus Cydonla), planta da família das
Rosáceas.
Trata-se t!e um pomo grande,
umbellcado na parte superior e de cuja
polpa exala agra.dá.vel aromu. É ndstrln
gente e não pode ser ingerido no nntu•
ral, pois seu sabor é pronuncladamente
ácido. Gontudo, do •·marmelo se obtera
excelentes compotas, vinho, aguardentes
e a tradicional marmelada. ( ... ) (Enci
clopédia Universal-EPB).
Alem disso. modernamente, o
marmelo ,. passou a merecer a atenção
dos pesquisadores, dado o seu teor de
frutose, podendo tornar.se importnnie
matéria pr!ma para a campanha :pró-ál
cool, jl :que a Petrobrás, ao que tudo
indica, do·chlio para baixo. como sem
pre, continua cm plena maré vazanta.
Fracassou em sua missão precípua
(perfuração) o brilha como êindústrla de
refinacão à de exportação de frsngos
congelados atl'avés da lnterbràs.
A marmelada é um doce pastoso,
de marm,lo.
Contudo, o dicionário de Aur~llo
Mato Grasso do Sul Buarque de Hollanda acrescenta ao ver
betP. outras glgnlflcações. slgnlficaçõe,'.estas
fruto da Ironia e do gênio criativo dos
bra1:1ileiros .Af-slm. continuo. o filólogo:
2- Popular - Vantagem. pechincha.
3- Bra:ltleirlsmo- Varle<!ade de o.i
pim.
4.- Iden- Negóolo desonoslo; mamata.
5- Idell'• Conluio entre os particl•
pantes de um jogo ou oompeUçüo, á fim Rua Gtn Lopes, n'! 810
de que o r sultado sela favor»vel qurl
u quem convém sulr encedor
Outro dln Jardim tornou conhrci
mento d quo o nobr Cop. lzerlno Vor
gas da Rosa trina sido exonerado do
cargo de Delegado Regional d Polfela
do ,Jnrdfm.
O fato nfio 1rnrpr endeu, nlogném,
pcl quom conhece o provPclo cidndfio
Alzorlno conhece un, virtudes e, mni
nind, que, por causa dessas mesmas
virtudo1:1, o Dele ado Reglon l ce Polfcla
d Jardim foi, apena , um Delegado pou
co convincente.
. migo de seus cmlgoii, nlio conf.le
gula se dPallgar de Inçoa al'etlvoa, mul
to embora estes, n/lo poucas vezes, con
flltassem com o estrlto cumprimento de
sua mls lío preoipua, de Inquirir, de apu
rar, de processar.
Tornou-He untológlco, em Jardim o
brioso Delepado Regional de Polícia não
conRegulu durante 4 meses e dias que o
Dr. Fernando de Frelta11, então Pref~lto
em exercício. da Jardim, compareceRse
à Policia para depor no ProcP so que
lhe era movido em virtude de Queixa
Cri:ne apre entada pelos Vereadores Os
vndo Grubert, El1zeu 'i'rlndade e Ramão
Barrlos, re pectlvamente, Presidente, Vi
ce-Preside:te e Secretário du Camara
Municipal.
Apresentada a Queixa-Crime, no
dia 23/III/79, o clrcunsoecto DP)egado
Regional, transferido no· dia 101Vll[/79,
ainda continua esperando que o Dr. Fer
nando de Freitas compnrecesse à Delega
cla, convocado que fora por duas vezes.
O Diário Oficial do Estado pulili-
cou e seguinte:
"0 ecretArlo de Segurança Pública
Resolve:
Remover Azerino Vargas da Rosa.
Delegado Regional de Polícia de Jnrdlm,
Padrão "CV-6", do Quarlro Provisório do
Estado de Meto Grosso do Sul, para
prestar t-erviço na Circunscrição Regio
nal de Trãn1:11to Ciretran, em Jardim, a
partir de 10 de gosto de 1979"
ão entendemos.
Delegado Regional de Polfoia não
é cargo de confianQa?
Pas ou a ser de carreira, ou seja,
de provimento efetivo?
Ótimo. Então, porque o nobre De
legado Regional de Policia não foi trans
ferid<> para outra Delegacl'l. de igual
Padrão?
Seria, coisa em que não acredita
mos, a intenção do Governo Ioi deter
minar a transferencia apenas para feito
de percepção de vencimentoe?
Se assim é, parece-no& mals pala
ta vel coloca-lo em dispo:ilbiHdade re
munerada.
E agora, Marcelo?
_______ Cyrano de Bergerac
t
Especialista
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Irarildo Pereira (D.
co. p rtar,,ento
doqu ·]L, polltlcn. "um ho-•
mem simples que s co
locu acima dnR po I õ .
p · . o· f;, J)!ll'll rri.p Jlar>
s declõe. popular ,
jnmol e mo um cnlqu?
ou dono du v rdfldc Ili -
tórlea".
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No e u eutandime: to
n volta de Arrue repre-'
senta o regresso do dar '
que faltavu à mussns
populares, e mahi que
!Rso, um grito d espe-
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rança que eeoa no or-
1
deste mnrginalizado, a
a favor do homem sem
terr!l, em pão, sem tra-'
bnlho e doente, num po-1e
Rlclonamento inlrnnnlgen-1
te em defesa do oprimido.l'
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- 1hr
raçao ao :n
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Divino Espírh
to Santo
E•pírito Santo você <ta
me esclreee tudo que ilumi
na todos o~ caminho• paru que
en tinja o meu ideal, voe que!
me dá o dom divino de per- •
doar e c.qucccr o mal qu~ me
fazrm; e que Iodas o in-
lante, de minha vida está co-,
migo, eu quero neste curt d5.d
logo agradecer-lhe por telo E
confirmar mais UDlll vez, que ln
eu nunca quero me separt
de você por maior que scja s,,
'lusão ma1uial não ,erã ,, roí, A
nimo da vontade que Finti'
de um dia eslllr com VO! é e:am,
todos os meus irmãos na glória!]
Perpétua. Obrigada mais umsrá
vez (a pessoa deverá fazer e±t4 3
oração 3 dia« seguidos sem
fu.er o pedido. Dentro de ss
dias será alcançada a graça,
por mais difícil que seja) puele
blicar assim que receber dne'
raa. · B
M. J. V. dé
Preço deste
exemplar
O MUNDO VEM A
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O munJa é pequeno: ele cabe Inteiro num grande jo:-nal,;
E chega todos os dias à sua. cidade. Ou a sua <·asn, so 1
voce é um do,- no_"º" assinantes.
O Estado de São Paulo, um jornal de opinião pe1 4
leitores que tem o que dizer.
1s,
Representante nesta cidade Deocleciano Va:'concelo•
-------------~rra
frf• ■4• ffrntttrl
DE SIVOS AGRÍCOLA
,o depor na CPI que Invetla tt
contumlnt o de wllm nto por excenso
dt> aditivo. , o pr • lrtonlf' da' As<1ocluello
dila Dten lvoR ,grlcolns, Rogle Ney
N11hnl, afümnu ,rnr nccrssárlo mlll8
e htsmo pir enfrentar ewe probler 1a,
"pols n o hó. ouu·a ald vtAvel ao
desenvolvlmonto do noAou. agrleullura
não com o uso de defenslvos".
Atém do Regl Nhal compareceu
o ngrônomo 1~lvlr ,li.coh Alvos, quo no
Paraná presidiu vrios grupos de combu
te 110 uso ludlt1crlm1orufo de dof!lnHJvos.
Em 1,ru llopolmooto defende! u
nu d o gio de m canlmo
mls ofialentes por parte dos minlstérlos
d11 Agricultura o Suúde com relueão a
. Aquele
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Rua Duque de Ca xi
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A notícia que
você esperava:
Guaranâ Tai.
Delicioso,
refrescante, alegre
e com mais uma
novidade: dois
tamanhos. Um para
vocêl outro para sua
famí ia. Um você i
bebe na hora, outro , ·;
você leva para casa.
- Delkicso,
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e o/gr'e COO
• agente.
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1
legislação., Friou que reconheci na ne
cessidade dos tlufon Ivo agrtcolu, ll
d Hde que I jam a plleidos m dos
111elon1ds.
Pora Re,rts Nahal, mu!fl rlc /DI·
mador não é saber que o Br Il, enm
tud11 Mtl dimensão terrttorla1, está
deixando de plantnr mllhões de hectares
u euda no, 'mas é multo mais grave
llllbormoa que tod<JH o unoa são perdl·
due gr ndes parcelas c!o quo planta.nos.
Deu como exemplo quo o • Brasil
porde anualmente 40 po!' centos ele sua
produçllo do milho, 33 por cent(, de f.e,
jAo, 42 por cento do c fé, e 44 por en
to de canu-de-açuonr.
O sonha tornou-se R alidade
Agoru em Beln Visto, Existo um11 Churrascaria ond~ você poderá levar sua
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Loenl: Oetvlo F'ontoura.
Renda: 720,00
ulz: Fermlno. Bandeirinhas: UIIe °
liuroldo.
data: 14/10/79.
Gols: Ortlz; de penalti, nos 10 m do 1%
tempo, o Ivnn. 1108 h, Nado, o 7, Ivan,
uos 12 0 Rumo Carlos, aos 25. Final: 5x0
Operário: Manoel. Baixinho, Jltnlr, ('ru1-
elio), Paulo e Ramão Carlos; Nado e Or
lando (Jpollnl'.lrlo); Curllnllos (Rumüo Pra
do), Orllz. Marinho e Ivun.
Vllu. Nova: Adorno, Gusco ( lelxo), Car
linhos, Tolalo, Luiz Fumanchú e ,!eco
(l•rete); Alfredo, Pedro (Al'lnn) Apinha
(Oto ), A dilo o Snrlco.
Jogando umlatosomeott domingo
pa11sndo, no Estldlo Municipal Octávio
Fontoura, o Operário goleou o Vila Nova
por 5x0, confirmando ser uluulmenle
uma das grandes forças do' futebol bela
vlstense. Mo 1 tempo. o 'time dirigido
por Miro conseguiu jogar de igual pra igual com
os operorlnnos, criando várlRP oportuni
dades de gols, nüo aproveitadas por
SAUS ovantes. O Vila que estó. formando
uma -verdadeira seleção ( contratou Alei•
xo, Carlinhos, Luiz Fumanchú Pedro,
Allredo e Arlun) não conseguiu impor o
sou jogo, devido n falta de conjunto, e
at6 meswo um mau posicionamento tõ.
tieo em campe. Eles colocaram Luiz Fu
manchú, Adil~ e Pedro no melo campo,
sendo que Aduo armava as jogadas pela
direita e Pedro pela esquerda, quando o
certo seria deixar Pedro, pela direita,
como libero, e Adão soltando muts a
bola e explorando a& pontas, o que alio
acontecia. Bom jogador, mas pecando,pelo
lodlvlduallsmo, Adão, egurando demais
a bola repetimos, prtoporclonnn umpo d~ re
cuperação aos jogadores operarianos. O
Vila está no caminho certo, mui; precisa
de uma re(ormulaçllo tática. Eles estão
jogando sem centro avante, o que o
Apinha perdeu de gols, no 1° tempo, n!l.o
está escrito. Já o Operário. muito . bem
entrosado, uma garotada jogando por
música, com bom preparo físico, marcan
do sob P!essiío e"rápldos no ataque, com
deslocações constantes, e inda por cima
contando com o excelente futebol de
Nado, está, realmente. em grande fase.
defesa do Vila, com Gasco, Carlinhos.
i'atalo e Jeco, no 1 tempo conseguiu
parar o ataque discotea, e poderá cres
cer ainda mais. Mns, no 2º tempo. com
a entrada de Frete e Aleixo a vaca foi
pro brejo. O que segurou um pouco mais
o ataque irresistível do Operário foi o
-~rlan, Jogando um 'futebol de raça, mas
limpo. Ele será uma peça Importante na
delesa do Vllu.
Poderá. fazer uma excelente duplo.
da aréa com Tatalo ou jogando na
hternl. O Vila é um time "dlferente",
eles crn11turam. costuram, mas o gol nlio
sl. Todo mundo quer dlblar, r,ejn Adlio
Sarlce, Oto, ele, etc, mas 11nal!zação,
1
VI A OVA.
chutes n ol nd. E sslm nlngu"?
l!flnha iogo. Dizer o que do Operarlo.
Que o ponteiro esquerdo Ivan está
Jof{nndo um bolí1o; que o Nado n
ránde fIgura do time, quo o Paulo cor
ta at6 ponsnmento nn grando àrea, que
eles correm 90 minutos como Re wstlves-
110m apost1rndo eorrldue de 100 metros?
O tum@ está lindíssimo, como ] d1s
semos: estão jogando por música. De
Manoel até Ivan, nfo h um PÓ ponto
falho no time. E nl ncontecA aquilo que
e vlu domingo: uma sonora e até fácil
gol aJn em cima do Vila Nova.
OS GOLS
Aos 10 minutos, Ortlz cobra escan
teio, a bola pinga nn área e Gaseo dó.
uma de basquete. Mozüo na menina de
couro. Ortlz se encarrega da cobrança e
marcn o 1°. Logo em seguida, o Vila No
va rotrlbul com um bom ataque da Sari
oo. Um penalti claro e lndlscutivel nlio
é marcado pelo árbitro, o Permino, ele
alegou que no viu, e nfo viu tambam
e, bamlelrlnha que corria peln direita o
Ulisses, mais conheoldo por Miúdo. Mas
o Vila continuou presslonundo mas não
chutava a gol. O 1º tempo tormlnou lx0
para o Operario mas o Vila [ova estava
,
1
sxo
•
jogando hem, e, em alguns momento.
até melhor que o Operorlo. fo , no 2
1empo, u hlotórla foi outra: Ofi ro nine!!
entraram pura :1eclcllr o com a b rulhn
ta e entusiastiea torelda operariun, o
maestro Nado comandou a "dança llco·
teca" e os jogadores do Vlln 'o a dan
çaram. Ao ritmo de Travolto, o 1.;ols
começaram u. Galr:
Ao 6 minutos, forlnho, dlblu um
e lança Ivan, que marca um golaço. Pe
gou do cheio e Adorno só ficou olhando
u menina entrar. Pnrec!u um foguet da
NASA.
Aos 7 minutos: ado, dlbla 1,2.3,
e bota a redonda no fundo do barbante.
Adorno já e tavu lnvocnrlo. Tambem pu
dera ...
Aos 12 minutos: Nado, novamente,
da um olézlnho, e lança prlmoro amente
o ponteiro Ivan. Ele não titubeou. Mola
na rede. Era 4x0. Mas o Vila continuou
lutando, mas ai não dnva mais. Foi o
OperArlo que voltou a marcar. Orllz,
dispara pela direita cruza para u ãrea o
Ram!lo Prado marca o 5° gol. O lateral
Frete e o atacante arlco, em duas
oportunidades, tentaram chutar sem bola
o jogadores Ramão Prado e Baixinho.
O juiz não viu . . . mas· o repórter sim.
Associacão
) dos
D#A DO MESTRE
Professores
Prezado Colega Profe!lsor, Sfoudaçõea.
Era um Mestre e Doze OI clpülos
e foi o folar ~estrado de todos os Ter-
mos.
Filosofia. física. sociologia, comn•
nicçüo e lmpllcldude eram as Areas
ensinartas. A sala de aula era o cnmpo,
ns margen do rios e os templos reli
giosos • chamados slnagogni. -; os alunos
heterogeneamente escolhidos, ou seja,
tínhamos lá pescadores, cobradores de
Imposto , sacerdotes e outros, naquela
esoola não era olhado a cor ou posição
social àos alunos e ninguém escolheu
todo foram i>scolhidos até Judlls, o Es
cariote, e Pedro o intempestivo, bem
como João, o Dirnipulo Amado. Que Es
cola!
Como dizia eram doze alunos e
um Professor.
Hoje silo doze professores e, as
vezes mais, muites vezes sàmente um
aluno e mesmo assim o ensino não se
aproxima daquele dado pelo Mestre e
que vigora até hoje, em alguns corações
amai-vos uns aos outros assim como
Eu vos amei!
Ser Professor é ter o privilégio de
imitar o Filho de Deus· .
. Ser Professor é saber-se imitado pela
Juventude e as crianças·
Ser Professor é imitar alegria de quem
está, realmente, alegre o esconder todas
as magoas que maltratam os nossos eo-
de Bonito
rações;
er Profes or é vibrer com as vitórias
dos nossos alunos e entrtar-no com
seus insucessos,
er Professor é dizer sim quando a
vontade é [alar não.
er Profas or é ter esperança que ano
que vem vai melhorar mesmo sabendo
que ano que vem será a mesma coisa;
er professor é doar-se em tudo, por
tudo e para todos sempre em benefício
do aluno, que. as vezes, lngratameute
diz nada apre-ndi e nada sei e o único
culpado é o professor.
er professor é olhar o exemplo de
Jesus para no futuro ser lembrado não
com Márlir ou sofredor e sim como o
Salvador.
Bonito • 11S., 16/Outubro/1979 .
Ivan Nascimento
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na à su n: ·'D.[a
que a senhora mi d{s.
e «e com toda clar-.
za o qu é açon?"
E a me, com toda
a ternura e mu!ta culmt
pn@ando-Ih mão pe.
los cabelos, fs-la sentur
se u seu ludo e co e
to: "Qu cuidado te d4
Isso, minha Hlba?"
E a. crlanca respon•
de: "Sempre de ejel Ell•
ber Isto porque Papal o
é, e é justo quo eu 0 sl
bn ... "
-PolEZ bem - disse
aquela mie com um sor
riso "Maçom, minha filho,
é um homem instruído,
de bom coração, que
não permite as ms pal
xões vibrando em eu
coração e eu cérebro,
que repudia a injustiça e
a ma Idade; que procuro.
sempre verdade e por
u honradez e conduIB,
mostra-se sempre um
exemplo; que em
qualquer cuusa atua
como justo, considera o
Lar um Templo; é um
estudioso que não se
cansa de aprender; [erre
nbo inlml:.;o do tirano,
respeita todas as opiniões
contrário à. toda opres-
ão ao fraco, ao hum!l
de dá a sua mão, euro·
pre seus deveres no Jar.
exerce como uma virtu•
de natural a caridade.
abomina n mal, não tem
vícios, está eropre proa·
to para correr em defesa
da verdade, ampar ot
velhos e dá conselhos
àe crianças e perdoa to·
da ofensa.
Sua grande obra é
atingir u. perfelcãa do
homem que a despeito
de todos os escrúpulos.
ninguem está isento de
defeito em toda a CRIA
ÇÃO. De qualquer forro
8
mi n ha filha, ereio
que defini a pnsonalida·
de de um MAÇOM. Por
tanto tracei-te o retrato
de seu Pai.
E a menina, beijando
a mãe, agradecida, co
cluin: "Olha quvndo eu
crescer, não me de:xes
Casar enão com u
MAÇOM".
Extraido do Bol ti
do Supremo Conselh<; do
Grau 33 para a Republl·
ca Federativa da Brasil
d
E
Utilizando os Confortavéis Onibus Classe Turismo da
Viação Cruzeiro do Sul
A Empresa que pensa nos mínimos detalhes ... Para o seu Conforto.
r
l
0 prefolto EIy do Arnujo B11rbos11, oar('nbus, e das vereadoras Elba Lar,rn
otcndeu upôlo cloR voreudoreR • mlrlne, jelrn, Rosemary O. Garcia e do pre• iJon
.loun Pierre Palmlerl Batillanl, no sen- te ,rley para se colocar obtácul' 11 nas
tido do ue mudar o parque Infantil da ruas om frente aos colégios municipal',
bolrn do Apa parn a Praça Alvaro Mau-
O Presidente da Cíl.mera Municipal de
aelu Vista, José Joaquim Ferrelra:3outo,
voltou de Tre Lugou , up6 partloipar
do V Encontro do Oe ti) Bin llelro, em
eompnuhla do vereador Moaolr Paes Bar
reto.
egundo lnformaçõesde Jota Jota,
o seu encontro com altas autoridades
nlio tiÓ de Mato Grosso do ui como de .
"ashlngton • Os Estados Unidos não va
cllarão em usar arma n11cleares contra
a Un!ilo ovlétlca, se Motlcou decidir
al:!car a Europa Ocidental. A advertên
cia foi feita pelo ass01,r;or do pre !dente
Cnrter para assuntos de ·egurança na
cional, _Zblgniew BrzezlmkI. egundo ele,
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paro. um melhor trabalho frente à Cama
ra lunlcipal. Jota Jota, na próxima edl
ç!le, rnlatará o que se pu ou em Tres
Lagoas. Ele nos trouxe um valioso pre-
enti:,: um autógrafo à Tribuna da Fron
teira, do pre !dente d11 Repúbllr.a João
Figueiredo.
"o compromisso dos Estados unidos com
a segurança do. Europa é sólido, orgâni
co e completo e 011 americanos encaram
a segurança européia como sua própria
segurança". Em Moscou, o governo da
Unillo oviétlca fez um apelo formal aos
paises da Nato para que não instalem
misseis norte-americanos em seu terrltó·
rio. Para .a. URSS, o Ocidente "não c!eve
perder a oportunidade de manter a dls•
tensão e a cooperação pacillca··.
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do lmecllatnment(1, m'lstra n coo ·clen
tização dos jovens estudantes com re
ferêncla nou probl 1naI1 comunl árlo ..
Com f umulto, os jornalistas
abrem reunião nacional
Florlnoópo!fs - A abertura da 122
Oonferênclu Nacional dos Jornnllstas. dia
11 pp em Florianópolts, foi marco da por um
tumulto e>ntre vários repre~eatantes 11ln
dlcnl , quanrlo comecaram a definir
quem teria direito a voto. O tumulto
começou quando alguns rlele>::?ados sindi
cais defenderam a partlclpaçúc com voto
dos estudantes dn Fnculr:lnde de Jor
nallsmo de anta Catarina, no que fo
ram contestados por outros delegados.
A. propostn foi CQ!ocadu em votúção e
aprovada por 11 votos a 6, mas teve vo
to contrário da representação catarh.:en-
e.
O de entendimento entre os estu
dantes de !Comunicação e oa jornailatas
de Florianópolir começou antes mesmo
rla eonferêncla, quando os universitários
iniciaram um movimento vi ando à mo
diflcaçiio de rao~nte Decreto-Lei - nó
mero 3.284/70 - que não permite às
pe. oa!l que começaram R. trabalhar na
Imprensa, após a ua vigência, obter o
regi tro de provisionado no Mlnlstérlo
do Trabalho. Eles chegaram a distribuir
uma nota com ua posiçiío sobre o as&un
to, mas os jornais 'focais não a publica
ram Irritado , eles dtetrlhuíram a mesma
nota durants a reunião.
Ministro explica a inflação
alta
O ministro Murillo Macedo, do
Trabalho, afirmou que us reivindicações
de pisos salariais elevado.;, me!'mc. que
se chegue a um acordo Inferior ao soli
citado, siio um fator psicológico de
pertm:baçiio para oútras reivln:licacõe '.
contribuindo para o crescimento da taxa
de inflação.
A Comissão l11. ta do Congresso
deverá aprovar quase na íntegra, o
projeto do Ministério do Trabalho cri.n
do uma nova politica s1:ilarial. [mpresll
rios economistas. lideres s!nrlicülfl e
politicos de São Paulo consideram
omissa parte do projeto sobre o anmen
to com base na taxa de produtividade.
...
a
edocõo
"Todo o trnbnlho
realizado pelo 1obral.
n+ses 9 anos de atua
çlo, não teriam pee
tração que tem nlo fosse
o apolo de imprensa.
fomamO'J conhElcl-
!Ilento, atrnvó-i dl' recor
te!l que chPgarum a esta
Presidência, de reporta
gens, sobre o Mobrul,
veiculadas por esse ór
gão.
Gosturíarnns, por-
tanto, de agradPcer à
ulta chefiu da Tribuna
dn Fronti>lra.: como tam
bem no Chefe dP Repor
tagem e demais jornaJIH
tas, pelo o polo que nos
tem prestado na divul
gac,;fío do tral.>alho de,
senvolvido por esta fun
dação.
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enchi o 1. Qhs bom eiua!s etr> si.
Um só tinha cabeço (o de msnor Ql), o
outeo eru ó o tronco (Ql médio) e
0
outro ó os membros (o de rr.ulor Ql,
mas muito lnt·•dor an uo filho do pr f<'l•
to) .. Juntando os trê3 dava umu peesou
qu o normal no Ior-se um, indi ,tlnç!lo
total quanto ao exo que pertencia.
A prlmtlim (,i (wlcn) uula rol no
meu quarto. Pra Impressioná Ios comen
tei um texto borr,inno que diz qnc o. Cl~ura que me•
lhor r,pr<'i eut11 Drus é um circulo (se o
leitor se Interessa pelo ssunto, mande
me 100 prnt 1t; que eurgirá pdo corrdo
u LXpllc,t,;fío d,,wlh!ldt.). P.ua surpresa
mlnh 1, el •s rlli'~ 1·Hm que is ·o não em
novldudc, pois há multo, o bambolê era.
ri f guru qu·i vencrnva!JI. Mão me abr.ti e
segui adiante. Se á auto. fosse b<
1
n eu
podcriP consrgulr u mcn::[ l1dude ad!nn·
tada e em es~c o meu bjr-tlvo.
Falei do tempo clr.:-ul.i.r, a obses
!11lo borgluna, o tempo qur. rãc tem fim
n"m c11meço e onde tudo 1:10 repete, in
[l:Jltam"ute, e cuja representa.çüo no es
puço equlvalerh ·Ro lubl,·L to. Fui de uma
convicção dramática, como se defendes
sc u-na paixilo t>xtremr. Meus Ftlunos fi
caram impres:i!on:::.dí,dn,o,. O cab2ça
até com ,ntcu: "A.g,,r a entendo a anistia.
Sen;!o o tempo circul,1r, quem um dia 1>0
foi um dia voltn." Mas al o Tronco disse
'' . .í htl i..,,1 cle,,llzõ t0C:08 .... nilo ü.:veriam
voltar, mtn, isso o/lo e:correu.'' De pronto
inlclru-se UU!A. pulemica, negou-se Q
tempo circular, negou-sn Borges. Ioespe
raduLeutl'> o· que em só IDl'Vlbros qms
saber se do 1..cordo com a tRoria do
Sérgio Med ires
tt> ,po circul' , Q
uu }1) ,. ·r 1 o de
- Desculpe, ma já
nada. A ula de hoje
dl e u com li JO,
E Eles fora tbora "pré sempre"
nl de mim se o tempo for me_o creu·
1 t' Em cguick recbi a L. tl,1 d J'U
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Tribuna da Fronteira
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CCC-MF 03201266t00ol-90
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deve, sempre, estar presente em eu
urtlgon o, mais, ainda, no titulo dn ma
tórlu.
Vorirlfcaado que a Hequêncln melo
rimada da rnunohete, proplclarlú temas
diversos para enfoque, ligados npcous,
pela eufonia, resolvemos ndotti-ln, cer
tos de que os leitores compreenderão a
lntençlío o a Isenção.
O Ilustre Governador Mnrcolo MI•
randu é natural de Minas GPrals.
Há mais de uma dócnda, em Mato
Gros!lo, exArceu diversos cargos ligados
à eletricidade, C(IDhecendo, como poucos,
porlnnto, a problemó.tlca energética eles
te Estado.
Jardim e GLL são comunas frus
tradas, para n!lo dlztir enganadas, pois,
em diversas oportunidades, os organo
gromnti que as inclula no rol das cidades
a serem ervldas por energia eletrlca de
Urubupungá, foram envlndos às calendas.
De rato.
l.Jm pique, part!ndo de Aquldauana,
pa sou por ,Jardim e for terminar em
Bela Vli;tr.. Por falta de VP,rba, ou me
l.hor, por ter estourado li verba, segundo
noticiado, esRe estud!l Irnece11, mas nllo
feneceram outrc, destinados a cidades
mnt bem servidas de políticos regionais
interessados e de melhor caclre eleltor11l.
Houve a reunlúo do Prodegran.
té o General Ernesto Geisel compre
CPU. Um festão. Churrasco de centenas
de vacas. Sobrou charque etc e tal.
Propalou-se, então, que de ~fara•
caju viriam os fios para GLL e Jardim,
Quando menos se esperava, es
tourou a bomba. Bonito seria servida
primeiro energia de Aquldauana. Logo,
depois. estourou outro petardo. Bela
VI ta seria contemplada primeira, via
Ponto.-Porü.
Finalmente, ante tarde do que
nunca. o Governador ,fosé Garcia Neto
determinou abertura de concorrênda e
a posteacão veio de .Bonito até loaque.
Lamentávelmente, houve carência de
verba. outra vez, e as estações redutoras
e os fios continuam sendo aguardados,
até hoje ...
Harry Amorim teria dito que, em
98 dias. "Fiat lux". Conversa ...
E agora, Marcelo?
O Mnrmelo é fruto do Marmeleiro
(Pirus Cydonla), planta da família das
Rosáceas.
Trata-se t!e um pomo grande,
umbellcado na parte superior e de cuja
polpa exala agra.dá.vel aromu. É ndstrln
gente e não pode ser ingerido no nntu•
ral, pois seu sabor é pronuncladamente
ácido. Gontudo, do •·marmelo se obtera
excelentes compotas, vinho, aguardentes
e a tradicional marmelada. ( ... ) (Enci
clopédia Universal-EPB).
Alem disso. modernamente, o
marmelo ,. passou a merecer a atenção
dos pesquisadores, dado o seu teor de
frutose, podendo tornar.se importnnie
matéria pr!ma para a campanha :pró-ál
cool, jl :que a Petrobrás, ao que tudo
indica, do·chlio para baixo. como sem
pre, continua cm plena maré vazanta.
Fracassou em sua missão precípua
(perfuração) o brilha como êindústrla de
refinacão à de exportação de frsngos
congelados atl'avés da lnterbràs.
A marmelada é um doce pastoso,
de marm,lo.
Contudo, o dicionário de Aur~llo
Mato Grasso do Sul Buarque de Hollanda acrescenta ao ver
betP. outras glgnlflcações. slgnlficaçõe,'.estas
fruto da Ironia e do gênio criativo dos
bra1:1ileiros .Af-slm. continuo. o filólogo:
2- Popular - Vantagem. pechincha.
3- Bra:ltleirlsmo- Varle<!ade de o.i
pim.
4.- Iden- Negóolo desonoslo; mamata.
5- Idell'• Conluio entre os particl•
pantes de um jogo ou oompeUçüo, á fim Rua Gtn Lopes, n'! 810
de que o r sultado sela favor»vel qurl
u quem convém sulr encedor
Outro dln Jardim tornou conhrci
mento d quo o nobr Cop. lzerlno Vor
gas da Rosa trina sido exonerado do
cargo de Delegado Regional d Polfela
do ,Jnrdfm.
O fato nfio 1rnrpr endeu, nlogném,
pcl quom conhece o provPclo cidndfio
Alzorlno conhece un, virtudes e, mni
nind, que, por causa dessas mesmas
virtudo1:1, o Dele ado Reglon l ce Polfcla
d Jardim foi, apena , um Delegado pou
co convincente.
. migo de seus cmlgoii, nlio conf.le
gula se dPallgar de Inçoa al'etlvoa, mul
to embora estes, n/lo poucas vezes, con
flltassem com o estrlto cumprimento de
sua mls lío preoipua, de Inquirir, de apu
rar, de processar.
Tornou-He untológlco, em Jardim o
brioso Delepado Regional de Polícia não
conRegulu durante 4 meses e dias que o
Dr. Fernando de Frelta11, então Pref~lto
em exercício. da Jardim, compareceRse
à Policia para depor no ProcP so que
lhe era movido em virtude de Queixa
Cri:ne apre entada pelos Vereadores Os
vndo Grubert, El1zeu 'i'rlndade e Ramão
Barrlos, re pectlvamente, Presidente, Vi
ce-Preside:te e Secretário du Camara
Municipal.
Apresentada a Queixa-Crime, no
dia 23/III/79, o clrcunsoecto DP)egado
Regional, transferido no· dia 101Vll[/79,
ainda continua esperando que o Dr. Fer
nando de Freitas compnrecesse à Delega
cla, convocado que fora por duas vezes.
O Diário Oficial do Estado pulili-
cou e seguinte:
"0 ecretArlo de Segurança Pública
Resolve:
Remover Azerino Vargas da Rosa.
Delegado Regional de Polícia de Jnrdlm,
Padrão "CV-6", do Quarlro Provisório do
Estado de Meto Grosso do Sul, para
prestar t-erviço na Circunscrição Regio
nal de Trãn1:11to Ciretran, em Jardim, a
partir de 10 de gosto de 1979"
ão entendemos.
Delegado Regional de Polfoia não
é cargo de confianQa?
Pas ou a ser de carreira, ou seja,
de provimento efetivo?
Ótimo. Então, porque o nobre De
legado Regional de Policia não foi trans
ferid<> para outra Delegacl'l. de igual
Padrão?
Seria, coisa em que não acredita
mos, a intenção do Governo Ioi deter
minar a transferencia apenas para feito
de percepção de vencimentoe?
Se assim é, parece-no& mals pala
ta vel coloca-lo em dispo:ilbiHdade re
munerada.
E agora, Marcelo?
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Irarildo Pereira (D.
co. p rtar,,ento
doqu ·]L, polltlcn. "um ho-•
mem simples que s co
locu acima dnR po I õ .
p · . o· f;, J)!ll'll rri.p Jlar>
s declõe. popular ,
jnmol e mo um cnlqu?
ou dono du v rdfldc Ili -
tórlea".
1
No e u eutandime: to
n volta de Arrue repre-'
senta o regresso do dar '
que faltavu à mussns
populares, e mahi que
!Rso, um grito d espe-
1
h'
rança que eeoa no or-
1
deste mnrginalizado, a
a favor do homem sem
terr!l, em pão, sem tra-'
bnlho e doente, num po-1e
Rlclonamento inlrnnnlgen-1
te em defesa do oprimido.l'
l
c
?e
O
- 1hr
raçao ao :n
r
Divino Espírh
to Santo
E•pírito Santo você <ta
me esclreee tudo que ilumi
na todos o~ caminho• paru que
en tinja o meu ideal, voe que!
me dá o dom divino de per- •
doar e c.qucccr o mal qu~ me
fazrm; e que Iodas o in-
lante, de minha vida está co-,
migo, eu quero neste curt d5.d
logo agradecer-lhe por telo E
confirmar mais UDlll vez, que ln
eu nunca quero me separt
de você por maior que scja s,,
'lusão ma1uial não ,erã ,, roí, A
nimo da vontade que Finti'
de um dia eslllr com VO! é e:am,
todos os meus irmãos na glória!]
Perpétua. Obrigada mais umsrá
vez (a pessoa deverá fazer e±t4 3
oração 3 dia« seguidos sem
fu.er o pedido. Dentro de ss
dias será alcançada a graça,
por mais difícil que seja) puele
blicar assim que receber dne'
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Preço deste
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N11hnl, afümnu ,rnr nccrssárlo mlll8
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não com o uso de defenslvos".
Atém do Regl Nhal compareceu
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1
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cessidade dos tlufon Ivo agrtcolu, ll
d Hde que I jam a plleidos m dos
111elon1ds.
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mador não é saber que o Br Il, enm
tud11 Mtl dimensão terrttorla1, está
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llllbormoa que tod<JH o unoa são perdl·
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data: 14/10/79.
Gols: Ortlz; de penalti, nos 10 m do 1%
tempo, o Ivnn. 1108 h, Nado, o 7, Ivan,
uos 12 0 Rumo Carlos, aos 25. Final: 5x0
Operário: Manoel. Baixinho, Jltnlr, ('ru1-
elio), Paulo e Ramão Carlos; Nado e Or
lando (Jpollnl'.lrlo); Curllnllos (Rumüo Pra
do), Orllz. Marinho e Ivun.
Vllu. Nova: Adorno, Gusco ( lelxo), Car
linhos, Tolalo, Luiz Fumanchú e ,!eco
(l•rete); Alfredo, Pedro (Al'lnn) Apinha
(Oto ), A dilo o Snrlco.
Jogando umlatosomeott domingo
pa11sndo, no Estldlo Municipal Octávio
Fontoura, o Operário goleou o Vila Nova
por 5x0, confirmando ser uluulmenle
uma das grandes forças do' futebol bela
vlstense. Mo 1 tempo. o 'time dirigido
por Miro conseguiu jogar de igual pra igual com
os operorlnnos, criando várlRP oportuni
dades de gols, nüo aproveitadas por
SAUS ovantes. O Vila que estó. formando
uma -verdadeira seleção ( contratou Alei•
xo, Carlinhos, Luiz Fumanchú Pedro,
Allredo e Arlun) não conseguiu impor o
sou jogo, devido n falta de conjunto, e
at6 meswo um mau posicionamento tõ.
tieo em campe. Eles colocaram Luiz Fu
manchú, Adil~ e Pedro no melo campo,
sendo que Aduo armava as jogadas pela
direita e Pedro pela esquerda, quando o
certo seria deixar Pedro, pela direita,
como libero, e Adão soltando muts a
bola e explorando a& pontas, o que alio
acontecia. Bom jogador, mas pecando,pelo
lodlvlduallsmo, Adão, egurando demais
a bola repetimos, prtoporclonnn umpo d~ re
cuperação aos jogadores operarianos. O
Vila está no caminho certo, mui; precisa
de uma re(ormulaçllo tática. Eles estão
jogando sem centro avante, o que o
Apinha perdeu de gols, no 1° tempo, n!l.o
está escrito. Já o Operário. muito . bem
entrosado, uma garotada jogando por
música, com bom preparo físico, marcan
do sob P!essiío e"rápldos no ataque, com
deslocações constantes, e inda por cima
contando com o excelente futebol de
Nado, está, realmente. em grande fase.
defesa do Vila, com Gasco, Carlinhos.
i'atalo e Jeco, no 1 tempo conseguiu
parar o ataque discotea, e poderá cres
cer ainda mais. Mns, no 2º tempo. com
a entrada de Frete e Aleixo a vaca foi
pro brejo. O que segurou um pouco mais
o ataque irresistível do Operário foi o
-~rlan, Jogando um 'futebol de raça, mas
limpo. Ele será uma peça Importante na
delesa do Vllu.
Poderá. fazer uma excelente duplo.
da aréa com Tatalo ou jogando na
hternl. O Vila é um time "dlferente",
eles crn11turam. costuram, mas o gol nlio
sl. Todo mundo quer dlblar, r,ejn Adlio
Sarlce, Oto, ele, etc, mas 11nal!zação,
1
VI A OVA.
chutes n ol nd. E sslm nlngu"?
l!flnha iogo. Dizer o que do Operarlo.
Que o ponteiro esquerdo Ivan está
Jof{nndo um bolí1o; que o Nado n
ránde fIgura do time, quo o Paulo cor
ta at6 ponsnmento nn grando àrea, que
eles correm 90 minutos como Re wstlves-
110m apost1rndo eorrldue de 100 metros?
O tum@ está lindíssimo, como ] d1s
semos: estão jogando por música. De
Manoel até Ivan, nfo h um PÓ ponto
falho no time. E nl ncontecA aquilo que
e vlu domingo: uma sonora e até fácil
gol aJn em cima do Vila Nova.
OS GOLS
Aos 10 minutos, Ortlz cobra escan
teio, a bola pinga nn área e Gaseo dó.
uma de basquete. Mozüo na menina de
couro. Ortlz se encarrega da cobrança e
marcn o 1°. Logo em seguida, o Vila No
va rotrlbul com um bom ataque da Sari
oo. Um penalti claro e lndlscutivel nlio
é marcado pelo árbitro, o Permino, ele
alegou que no viu, e nfo viu tambam
e, bamlelrlnha que corria peln direita o
Ulisses, mais conheoldo por Miúdo. Mas
o Vila continuou presslonundo mas não
chutava a gol. O 1º tempo tormlnou lx0
para o Operario mas o Vila [ova estava
,
1
sxo
•
jogando hem, e, em alguns momento.
até melhor que o Operorlo. fo , no 2
1empo, u hlotórla foi outra: Ofi ro nine!!
entraram pura :1eclcllr o com a b rulhn
ta e entusiastiea torelda operariun, o
maestro Nado comandou a "dança llco·
teca" e os jogadores do Vlln 'o a dan
çaram. Ao ritmo de Travolto, o 1.;ols
começaram u. Galr:
Ao 6 minutos, forlnho, dlblu um
e lança Ivan, que marca um golaço. Pe
gou do cheio e Adorno só ficou olhando
u menina entrar. Pnrec!u um foguet da
NASA.
Aos 7 minutos: ado, dlbla 1,2.3,
e bota a redonda no fundo do barbante.
Adorno já e tavu lnvocnrlo. Tambem pu
dera ...
Aos 12 minutos: Nado, novamente,
da um olézlnho, e lança prlmoro amente
o ponteiro Ivan. Ele não titubeou. Mola
na rede. Era 4x0. Mas o Vila continuou
lutando, mas ai não dnva mais. Foi o
OperArlo que voltou a marcar. Orllz,
dispara pela direita cruza para u ãrea o
Ram!lo Prado marca o 5° gol. O lateral
Frete e o atacante arlco, em duas
oportunidades, tentaram chutar sem bola
o jogadores Ramão Prado e Baixinho.
O juiz não viu . . . mas· o repórter sim.
Associacão
) dos
D#A DO MESTRE
Professores
Prezado Colega Profe!lsor, Sfoudaçõea.
Era um Mestre e Doze OI clpülos
e foi o folar ~estrado de todos os Ter-
mos.
Filosofia. física. sociologia, comn•
nicçüo e lmpllcldude eram as Areas
ensinartas. A sala de aula era o cnmpo,
ns margen do rios e os templos reli
giosos • chamados slnagogni. -; os alunos
heterogeneamente escolhidos, ou seja,
tínhamos lá pescadores, cobradores de
Imposto , sacerdotes e outros, naquela
esoola não era olhado a cor ou posição
social àos alunos e ninguém escolheu
todo foram i>scolhidos até Judlls, o Es
cariote, e Pedro o intempestivo, bem
como João, o Dirnipulo Amado. Que Es
cola!
Como dizia eram doze alunos e
um Professor.
Hoje silo doze professores e, as
vezes mais, muites vezes sàmente um
aluno e mesmo assim o ensino não se
aproxima daquele dado pelo Mestre e
que vigora até hoje, em alguns corações
amai-vos uns aos outros assim como
Eu vos amei!
Ser Professor é ter o privilégio de
imitar o Filho de Deus· .
. Ser Professor é saber-se imitado pela
Juventude e as crianças·
Ser Professor é imitar alegria de quem
está, realmente, alegre o esconder todas
as magoas que maltratam os nossos eo-
de Bonito
rações;
er Profes or é vibrer com as vitórias
dos nossos alunos e entrtar-no com
seus insucessos,
er Professor é dizer sim quando a
vontade é [alar não.
er Profas or é ter esperança que ano
que vem vai melhorar mesmo sabendo
que ano que vem será a mesma coisa;
er professor é doar-se em tudo, por
tudo e para todos sempre em benefício
do aluno, que. as vezes, lngratameute
diz nada apre-ndi e nada sei e o único
culpado é o professor.
er professor é olhar o exemplo de
Jesus para no futuro ser lembrado não
com Márlir ou sofredor e sim como o
Salvador.
Bonito • 11S., 16/Outubro/1979 .
Ivan Nascimento
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que a senhora mi d{s.
e «e com toda clar-.
za o qu é açon?"
E a me, com toda
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pn@ando-Ih mão pe.
los cabelos, fs-la sentur
se u seu ludo e co e
to: "Qu cuidado te d4
Isso, minha Hlba?"
E a. crlanca respon•
de: "Sempre de ejel Ell•
ber Isto porque Papal o
é, e é justo quo eu 0 sl
bn ... "
-PolEZ bem - disse
aquela mie com um sor
riso "Maçom, minha filho,
é um homem instruído,
de bom coração, que
não permite as ms pal
xões vibrando em eu
coração e eu cérebro,
que repudia a injustiça e
a ma Idade; que procuro.
sempre verdade e por
u honradez e conduIB,
mostra-se sempre um
exemplo; que em
qualquer cuusa atua
como justo, considera o
Lar um Templo; é um
estudioso que não se
cansa de aprender; [erre
nbo inlml:.;o do tirano,
respeita todas as opiniões
contrário à. toda opres-
ão ao fraco, ao hum!l
de dá a sua mão, euro·
pre seus deveres no Jar.
exerce como uma virtu•
de natural a caridade.
abomina n mal, não tem
vícios, está eropre proa·
to para correr em defesa
da verdade, ampar ot
velhos e dá conselhos
àe crianças e perdoa to·
da ofensa.
Sua grande obra é
atingir u. perfelcãa do
homem que a despeito
de todos os escrúpulos.
ninguem está isento de
defeito em toda a CRIA
ÇÃO. De qualquer forro
8
mi n ha filha, ereio
que defini a pnsonalida·
de de um MAÇOM. Por
tanto tracei-te o retrato
de seu Pai.
E a menina, beijando
a mãe, agradecida, co
cluin: "Olha quvndo eu
crescer, não me de:xes
Casar enão com u
MAÇOM".
Extraido do Bol ti
do Supremo Conselh<; do
Grau 33 para a Republl·
ca Federativa da Brasil
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