TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº488_29_03_1980 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº488_29_03_1980Número da edição488Data de publicação29 de março de 1980Número de páginas8GeoCoordenada -22.11681326953363 , -56.5096534418218 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº488_29_03_1980 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto l Ano IX N488 Sabado e Dom1go 29a 30/03/80 Bela VIta Mato Grosso do ul E .. EXPOSIÇAO ti O preldente do Sindicato Rurul de Bela Vista, Edson Mornis, Informou ontem que estiverum nu ede do indi eato. os engenhelrotl da ENERSUL encar rtlgudos do levaot11mento prdlmlnar, vi- 8ando u implantuço e extensão du re- 118 elétrlc1.1. no parque de t--Xposlçõe6. Segundo Mores "o custo das obras portará er quaso 1,5 milhão de cru zeiros e os recursns pui-a complement1:1- ção dos mesmas serão fornecidos pelo Governo do Esta<.io" . este sentido o pre s!dente do Sindicato conta com o auxl llo valioso de .prefeito EIly de Araujo Burbosa que prometeu Interceder junto ao Governador e li BNERSUL para a liberação urgente das verbas necessárias. ÁGUA E MELHORIAS NO PARQUE No tocante a ampliação da rede de abastecimento de água, no parque Morues informou que "graças a tua ção do prefeito Ely as obras foram oon cluldas e o crt.clante problema solucio nado. Estamos efetuando desde ja' algu mas melhorias, tole como reformas de J ) Estamos em Março, e o Sindicato Rural de Bela Vista já Inicia os prepara tivos visando a realização da 9 Expo hei. Realmente, a nosfla cidadti vive uma fase otimista, mesmo atravessando o Pais uma época dlfícil. Nós, aqui nesta fronteira, acreditamo:3 no poder de rea llzação e na nniúo dos esforços. Respl . ramos uma atcposfera de progresao, mas acima de tudo, de confiança. O atual prefeito, Ely de Araujo Barbosa, eucon trou apoio em todas as camadas produ toras do municipio e ta.rubem, porque não dizer, da nlasse política, Está o pre feito com a tranquilidade necessária pa ra realizar e concrntlzaz o seu plano de ohras. Sintomática a afirmação do presi dente do Sindicato Rural de Bela Vista, Edson Moraes quando afirmou a este Jornal: ''não sou político, viso colaborar Dara o desenvolvimento de Bela Vista. Sei que existem alas e algumas diteren ças, mas atrttvés do diálogo poderema& tranquilamen1e manter a harmonia". J'yfosmo af1rm::.ncto não ser político, esta é uma atitude política e é a política que. admiramos. A busca da síntese e da lazmopia. Para isto existe a política. Existe, e ninguem poderá dizer o contrário, ama nova classe dirigente que busca a.finidades através do dlálr,go visando colaborar para o crescimento do , ELETRICI P mu:ilclplo. A Prefeitura Municipal, Câma ra, Sindicato Rural, Rotary e a Imprensa, deverão se unir no seutldo_ de participar ativamente na solução dús nossos pro blemas. O que precisa haver é o respei to pelas idéias contrárias e esquecer o passado, quando as idélas eram simples mente impostas. Hoje vivemos num re .. glme de abertura e não se admite medi das ditatoriais. Para a reallza!,lão da 8º EXPOBEL o Sindicato Rural de ·Bela Vista eoncla mará toda a comunidade a participar, e para is!o serão formadas comissões dl namicas e que realmente pretendam tra balhar. O maior repto de Bela Vista, hoje é unir todas as correntes 9 Ideologias no sentido áe queimar etapas. Esiá vamos parado no tempo ti no ei;paço, e precl samos correr contra os pontelr9s do re logio. Ele não· pára. Nós, oartlcnlarmen te, acreditamos nestes homens que hoje estão encarregados de "sensibilizar' as autoridades. O momento é AGORA. Fal ta um pouco mats de flexibilldsde e de autocrítica. aqueles que visam apenas satisfazer as suas vaidades, nós pedlmos por favor, deixem nos trabalhar. Retirem se para a comodidade de seus lares, pois a luta exige acima de tudo fibra e dedi cação. Ideologias a parte (IP). Moraes espera que as obras tenham fnl • olgum1 prédios e 11 troca do ornrnnrto olo o mais rApldo poselvel, pois a 9ª. dos currais por cercas de madeira. A EXPOBEL ser realizada dentro de três respeito da atuaçllo do Sindicato, o pre meses, mais precisamente a 17 de Julho. sldente dhse que "bu11cnndo dinamizar A dota colnclderA com o aDlversârio de. os nossos serviços. contratamos n médl· cidade e tudo Indica que Bela Vista oo veterinário Ht:Drlque Pedra Escol>ar apresentará uma das melhores exposl- que prestarà ·aaslelêncla nos associados". ções tio Estado. Ha pouccs dias o pccuurlsta Edson Morais foi e5colhldo para participar. da Comfosâo Es,adu11l que e.tender ti os pro gramas das exposiçêe no Estdo, esta Comissão é integrada por um represen· tante da FAMA8UL, do Minlt;térlo da .Agricultura e presldenh,e dos Slndlcutos de Ponta Porã (Nel Magalh;les) o de Corumba', Sessenta X fünerica (C, Grande) Neste domingo, no Estádio Municí pal Octávio Fontoura, o SeEsenta vai en frentar e, Amerlca de Campo Grande, em partida amistosa válida como pre parativo à formação de sua equipe vi sapdo o Belavistão 80 O Ameriea é considerado um doe melhores quadros amadores do Estado e sua apresentação em Bela Visto sem dúvida alguma motivará os desportistas. Alem dessa partida, a equipe campo grandense disputar tambem um jogo de futsal, hoje a noite (sábado) no Clu, be Helavlstense contra o :"trtidlclooa1". O Sessenta, que venceu domingo passa do a _equipe do 19 de Maio de Caracol, contratou alguns jogadott."s, mas está dando prioridade a prata da casa, e Is to deu nova alento as aspirações da seus diretores, conquista do titulo do Campeonato Belavtetense de 1980. Dr. Nelson Derzi CRM 23-882 - CPF 41.98.88.33.7.87. Especializado em CLINICA MÉDICA na Santa OnSG do tYo de Janeiro e CIRURGIA GERAL no Hospiul da Companhln Sidcrárgies Ne.cio- nal de volta Redonda. . Membro do Colégio Brasileiro de· Círnrgiões CIRURGIA de: Vari.zies, Tiroide, Visicula Olcema de Eetômogo e Duodel.lt>, Giocecló!'iea: Hérias Abdominais e Tratamente de akt-e CIinice Sta. Cecília Ku 7 de Setembro 175 Fone: 431-1924 e 431-2396 Re,idéneio. Rua Antonio Jo!ie 798 - lo. Andar Fone - 481-1074 Ponta Por± MS ] ESCRZRORIO - Pra: Alars Mascarenhas lldlt Vista MS Dr Késio Loureire Pinheirc AD VOGADO - Rua 15 de Novembro S/N Bela Vista - MS R. 26 de Agosto, 384 -Sala 24 Fone 05640 - Campo Grande Mg .ur. Nagib Marques Derzi 1 Especialista em: Diabetes, obesidade, tire6ide, ! cre■cl.Jllento, gl: duliu end6crinu. Consultório Rua 13 de junho, 651 - Fone: 624-8751 Ses. R. Amonio Corras, 1l74- Foe 624.9751 Campo Grande - Mato Grosso "A unto d tedaa as [orças opor!clonlts, dos partldos de Opieio é o suficiente para der r-ubar o rrgímc- nuor!lt'l rto rclnuntP no pnfo;''. A dcclnruçfi.o é do doput11 do S6rplo Cu, líder do bloco do PMDB na As sembleIn, o defender a união de todos os par ttdoa e frentes opoalclo nista num PÓ obJetlvo :fll zn frento Õ."1 manobras do governo. Argurnontnn<lo que o gover,,o pretende estan car nis munlfeslaçõeo ll ber2.ls du ílocledarlo bra silelra, o parlamentar des tacou u "vlablllducle do uma frente oposiclontsta reunindo-se n6 Oposições num trabalho do moltlll zaç!io popular." Segundo frl➔ou, essa uçilo resulta ri em "conquistas fun damentnla da populaçüo bra!lllolra, como e rosta beleeimento de eleições diretas a todos'• oo:ni veis, a supressãodos b1o nlcoe, a autonomi:i nm :pla do Poder Legislativo a extlnçilo dos mocanls mos crfpdos pelo urbltYlo e outr;.,s e.spiraçõos de mocrállcas da Nação. O Coordenador do Projeto Pixfohgolnha - Luiz Sérgio Biiherl No geira, já comunicou à Secretaria de Desenvolvi mento Social, que estará EID C!!mpo Grande no fi :na! deste mes, para fir mar o conveio que ln clul Mato Grosso do, Sul no roteiro Pixingulnba. Na ocasmo. o Coor denador risítaré as de pendsncias do Teatro G!auee Rocha, pera ana llsar os equipamentos de som e luz . O Projeto da FUNAH. TE, que em MS será Da troeioado pela SDS e FUFMS, prometo trazer grandes valores da m siea popular brasileira J que seu eleneo será aumentado, com a reinelu süo de grandes nom.tt'll da MP e spontar novas perspeetivas no campo da mus-Ioa sul matctgrH Senso. Abi-Ackel Nova Üpçãó O dwttto chegou uqul no pednço e com a_m!or era _de pu disse: Voe muda doe f élu u toao Is tanto, ninguen b, remonte, o que voce pena. Ale. 1e contundir, pensa que está fazendo e., 'ola. Voce não c«tn com nud e pnr mim lo pau de um burgues privileginudo e iutrumg::to do OJ p!tulismo selvugen. Dopolo donfle nrrnzoarlo todo, o dls tinto se mandou e me delxou com nque lu oura de corlntluno dt>notado, Nilo mo dou tempo nem de explicar porque o go verno apreendeu o Nemanr1o "O Pus qulm", -E olhem, ou iria explicar mesmo e nfio confundir ... Seguorlo o ministro Abi Ackel (que nome) o jornnlooo uteutou cor,tm a moral e Of:l bons costumes. O me6mo posso dl, er do distinto que Invadiu u minha tran qullldude e u mlha cllgnldade. "Burguea prlvlleglndo" ... essu nílo. lot1trumenlu de cc1plt111lsmo sei vugcm ... é a ... bem deixa Trbunn duProptelra 1 a NO Pedro pedreira Censuro: Tribuna da Fronteira ( Fundado a 20/2112 Registro no Cnrt6rio de Tit. e Doe. n.o 1066 CGC-AtF 03.70126õt00Ul-90 Insc. Eat. 130592343 Administraçilo .Maria Estela V.Percirh Redutor • Chefe • lvaldo Pereira Deputnmrnto Comerclnl • Alvoro Pereira Redação Administra,;no r Oficinas: Rna Duque de Caxias s/n Bela Vista M: C. P. 23 ASSINATURAS Belo Vista, (anca!) Demais lnnicipios C.rG 800,00 CrS 1000,00 "Os conceitos emitidos em artigos assinados não exprimem, necessariamente, a oplniilo do jornal. Fundador e Diretor Responsavel lvnldo Pereira pra Iá. O olo perdido, repelente mamUe• ro, o ónloo Instrumento que conheço e uso ó o pente. O ponte é a coisa mais gof:llonu quando ueo.do para coçar a cube a. Para pontear 011 oabelos, as voii;es, uté que cio nllo representa multo, per gun!•, aos criolos. O pente pode ser 'J1ndo torubom como eficiente limpador da sujeirns dns unhn. Ble foi Inventa, do pelo chlo{lfl Pent-yo-eao, da dinastia Maneh!-Su, por volta de 8.980 AO. ponte 6 um lnslrur:ionto detestado pelos carocae. ~ óbvio. Viu só? Voee disse quo vim para confundir, lendo a hlsló rlnhu do pente tenho certeza que muda rás do Jdéla. Todo mundo agora val fl. car so bendo a hlstorlnha do pente, nllo ch ó reslduo de um grupo decadente? Outra colsn, a minha cabeça é como a argllu, vul eendo moldada a medida em que evolue ! minha consclenttzaçllo. Ló gico que mudo de tdélns. Ou achas que ucredlturel sempre na hlstórlnba de Adlio e Eva? Ou que em Bela Vista po bre nflo tem vez, nem lugar? Mudou bi cho, e mudou multo. Voce com esta "burguesia e Instrumento" me parece mais membro du esquerda festt'va, agora desmunheoada. O distinto em questão é porta TOZ daquela "esquerd" do wlsky, ou seja, festivo, gay e participante ... ds reuniões nos botecos da moda. Considoro burro, 011 oportunista, o Individuo que rotula as coisas e defende a viu do comunismo. Será que não lê jornais (grande impren sn e imprensa alternativa), assiste tele vlslio o ouve rAdlo? Não vê que o "urso Brejoev" e Cio Ltda esta.o mostrando os <lentes, o negócio lá meu camaradlnha é lmperla llsmo no duro. O Marx deve estar cho rando no túmulo. O Imperialismo dos tacões vermelhos, é o Imperialismo de um grupo. Manjou? Só o pessoal do par tido que mama. O povo, o povão, tem que produzir em beneficio da comunida de (slc.) Eles estão "assistindo" o Afega nisto e agora vão "assistir" o Baluchls tão. Golpe de mestre, dali ao estreito de Ormuz (e ao petroléo) é um pullnho, ou melhor, um tlrlnho. Ent!io, nesse negóelo de dl.relta eu esquerda, estou mais para volver. O mull''lio de mon Deus, esta bola azul desfllapdo pela passarela das estrela, cst6 dividido. Dlrellrt ou esquerclu. Co muolemo ou Cupltol!Amo. Considero o marxismo uma coisa muito "bacana, npalxoonnte, na teoria, nu prútlca. • .h vaca vul pro brejo. Olha cara, OPS30 negócio de opçfio pollllca preciso ser respeitada a {ndolc, formação e oflnlda des do povo. O caboclo brai<tlelro, nfrl· cano ou colombiano níío entende erdeos em russo, nem em Inglês. A única .-:olsa que ele entende é Yanque Go Homc-i e Russo eu Manda. O meu negócio, o mi, nha poUtloo, é a sintese destes dois "lemos". Comunismo nllo dã. Já pensou o papal aqui, '•orlando" num regime de botas?. Não dá. Sou livre como o pássaro Goto de vonr e o meu pensamento é como: um foguete sempre mala alto. Na busca da síntese, entre o comu nismo, e o capitalismo vai sair alguma col a melhor. Não vamos rotular. A gente chegu l, queira Dus, sem guerras. Quanto esta joça de direita, estes so piors do que os comunas, buscam áotqnllar o "eu"e procuram exterminar tu do que Indique mudanças. são os ditador e do tempo. Negócio deles é a tradição, etc,etc. Sou um cara que pensa no século XXI, vou morrer, e dai? Meu esplrlto é Imortal~ quem vive, realmente, não mor re, passe. desta prá outra com suavidade e consciente, S!lcou? Com tudo isto, meu camaradinha, qu6ro dizer que voce ainda não sentiu o quanto de podre more em sua (vou dizer que este cura tem cabeça?) parte superi or (ou Inferior?) e precisa urgentemente visitar o Komeini ov o omoza. (ele está no Paraguay). Bota at na cachola: A opção da humanidade não é o comunismo totalitário e assassino de mentes, e multo menos o capitalismo "made In USA", mas um regime consciente com o espirito e a vocação democrática do povo. A cada um segundo suas possi bilidades, a cada um segundo suas neces• sldades. O dia em a gente ch<'!gar lá, tu do bem ... enquanto isto vamos sacudindo, afinal de contas não vim para E'Xplicar, vlm para .sacudir ... .propoe nova alteração BRASÍLIA- Dificuldades corno e. que tôm encuutru do para dectdir sobre Hoeraçüo de "fünrnanuc Je". como última Instn. ela nos julgamentos de recursos contra anterior deel-o da Censura, le. varam o ministro da Justiça, Ibrahlm Abl Ackel a propor nova al teração rlo Con6olho Superior de Ceneura pa ra que ele seja poupa do de decidir sózinho mesmo nesses casos, oo, mo manda hoje a Legis lação. O ministro quer que o Conselho aplle sua autonomia de modo que lhe caibm todos os poderes de decisão em matéria de censura, evitando o arbítrio co mo ocorre quando o mi nlstro é forçado, por imposição da sua coodl• ção no Colegiutlo, li de cidir quanto aos recur os da própria censura ou da parte interessada na obra censurada. Ele deseja também ampliar o número de oons, lhelros. ?reco deste exemplar l , 1 Material Elétrico Tudo para construção Cimento - Cal - Telhas Braslltt - Tubos e <3on6eçõer, Ferragens - Tintas Jardim - MS Av. Duque àe Ci:axlas, 269 (Em frente u Prefeihl.ra. Municipal) Bela Vista - MS Av. Teodoro Sativn, S/N (Km Frente •.. Bonuento) I R/AME TçãO C O N SUL TE e esoolha as pessoas que entendem do assunto: 1 S DI DECORIÇÕES R Uma empresa que ajuda voce a escolher o que voce gosta. MATRIZ: 1 de sua Resldencla depende da eecolha da pessoa u- • 1iz d tpec1ai ada e Decoraço Carpetes ... Cortiaas - B1xes - ltpetes •Dlmofadões etc Decoradores à serviço das pessoas de Bom Gosto Rua Maracaju 595-Fone - 624-0510 Campo Grande MS Beemente representante .. 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Mnd11reira Figueiró Crefiro tf56-F - Fisioternpe,ua Fi~ioternpia em Ortopedia, Ncurolagia Tnumato!ogla Reumn1ologia, Tratamento sob precricto Médica Horllrio ile ntcnclimento: 8:00 à~ l 1:30 l.S:00 às 17:S0 - de 2.a a 6.a felra Rua José Antonio, JS7l - Pune 383-3718 Campo Grande Mato Groe«o do Sal -----------~---- LAC - Laboratório de Anatomia Patologica e Citopatologia Ortopedia 'e Traumatologia Atendimento DIurno e Notum.o Forno de Biar - Ondas <furtas Roda Nautica Tração Gervlcal Consultório: R. José Antonio 972 - Fon 6243120 Resld,: R. 14 de folho, 858, c/S • Fone 6M-490& Campo Grande - Mato Grosso do Sn Gastroenterologia Dr. Oougla1 Chlnern Clrórgtoo de (Tratamento Cllolco e Doos do_i»arei !%""",. «rumo haa Antonio Maria Coelho,'}, , sal Campo drande • Mato Grosso 1o 7 Oração ao Espiri- Santo Divino to Dr, José Roberto Oliva D i)ençai; de Senhoras e Pnrto . 1 . . JI "rio Comercu .Atendimento: 1.lJãnamcnle. F º"' 62.4 56 46 Ruo Morocojú • 499 ·ono 'j sul • Campo Grande Mato Grouo o LAB Anal· Clínicas de C. Grande Dr. Fábio Ribeiro J1on1etro Dr. Holdir Ernnni Paniago Dni. Clrcne Queiróz Dru, MnriaeJ Boit.a Dra Corte I. O, Maksoud Av. Afonso Peno 2251 Tolofone: 6248350 lfilElJMmTOLOGID. Ora. Sonia Maria de Medeiros Cliniea Médica Reumatológica e Fisioterapia CRM - MS 156 - CPF l786679ll-81 • Atende-se pela Unimcd • Horarlo: 16 hs àe 21 hora, - Médica contratada para cadeira de Olhri Cll Méd.ica dt.: Fn1,uldadc- Méaicu 3e Mato Grosso do Sul Consnlt: R. Antonio M. Coelho 1'43 • F. 383.2930 Resid. R Abr:io Jullo Rahc- 1864 - fono 383.4584 Campo Grande- Mato Grosso do Sul Ginecqlogia - Obstetrícia Ora. Dalva T. Furuguem Dr. Paulo S. Furuguem I•'ono Rcsidênria 624-4369 Esterilidade Conjugal - Mn•tologla - !'Tê-Natal; Partos e €irurgiu Horário: da• 14 àe 18 hs. • G oneult6rio1: (fundos) AT. Afonso Pena 2303 Fone 383 5469 Casa l €nmpo Grnndo .:... Mato Groso do nl. Dr, Mcunori Ody-hiro Dra. Neuza ak:o Odas!ire j h'xames de Prevenção do C'âncer 1 Rua Dom Aquino 1700 - Campo Grcndo MS. 1 Fone: 624-0532 Res. 624-6027. GINECOLOGIA: OBSTETRICIA Dr Edson de A. Alves Ora. Katia Dutra A. Alves Pr.é-Nntal <Jineoologla infantil - Prevenção do cancer Genlcológlco Cottl:tnlo Banco do Brasil , lJnlmed R. Padre João erippa 1852 Consultorio. fone 624.9703 Residencia fone 624682€ Campo Grande - Mato Grosso do Sul. CLARA _Estilo em Modas e Pratas GRANDE Llquldaqão Calça, Camisas, Blusas, Batas, Jens. Do Claico ao dcecontraido. Pnrn ele e Elo. 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Serviço Social de Luto Atendemos a qualquer hor.a - Servi',}<> Complet-0 Seriedade e Responsablli<lade Bela Vista: R. Barão do Melgaço, 558 Jardim: Rua Tenente Bernardes - 2028 Francisco Ferreira de souza extraviou seus documentos: Titulo de Eleitor. Carteira da Uni med Talão de Lheque da Caixa Economlca., Banco Financial. Quem encontrar ou qualquer 1nformação procurar o Escritorio local da EM PAER que ser bem gratificado. Publicaçã.o que se fáz para obtenção das g4° vias. 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Ely de A ruújo Bnrbouu, Prefeito Munlolp1.1J oanolono a segutnto lel; CAPITULO 1 OBJETO Artigo 1° As 'diretrizes de estrutura urbana do Munlclplo do B_ola V19tu (MS), apresentada pela presents Lel, ou qual fazem purle lntregran tes os unexos de numeros 1 a 5. Artigo 2° A definição das diretrizes de es truturas urbana@ tem como objetivo: ~ A raolonallzaçfio do u110 do solo. .. A hierarquização do elstéma viário, In tegrado ao uso do solo. a estrutura urbana e ao transporte de massa ooletiva. C O estubelecltnanto ·de dlreirlzes para ex pansão urbana e oadencambnto populacional da (lrea urbanizada. D A crl::içllo de eslimulos desenvolvi- mento economlco e social da reg!Ro : no sentido de melhornr u qualldnde de vida da população tanto no trablllho como no Jaur. ' Artigo 3n Os loteamento11 urbanos arrua, mantos, reloteamentos desmembramento, remem brameotos, ae edlficaQões p~bllcas e partleulares assim como ae obras de servlQos publlcos de competencla Municipal, de Iniciativa ou a cargo de qualquer empresa ou entidades mesmo os de direitos público, ficam sujeitos aos critérios e as diretrizes estebelecidas nesta lei e nos dls positivos da lei especifica versando sobre a ma teria. dependendo as construções de prévia liceu ça da Administração Municipal. Paragrafo 6º-0 Executivo tambem poderá estender ou orlar novas ruas e áreas de uso ex clusivo para pede1,tres, dentro dos limites do mu nlolplo, ouvido a Cnmara Municipal. CAPITULO li Sistema Viário Artigo 4° A estrutura • '-viária de Bela Vista 01S), fica assim estabelecida: . . I ~ Vias fütruturais: Transporte de Massa e Indl- viduais A • Norte/Sul- constituidas pelas vias: Alce biades Bobadilha da Cunhn, Santo Afor;,o, Barão do ladário, Teodoro Sativa, General Osorio, Antonio Jouo, ( oronel Camisão. , B- Loste/Oeste - Transporte_ de Massa e Individual ebstio Crispim do Rego, Duque de Caxias, Ge. neral Soares da Rocha, XV de novembro, 03 de outubro, 13 de junho, Benjamim Constant, Avenida Senador í?lnbeiro Paragrafo Lo - As vas públicas ja existentes, bem como as que vierem a'ser criadas, serão definidas quanto as di tencionamento, uso, destino e demais caracteristicas; em função <lo 5Uu nrmonlzaçilo com o 8lstema viário, earacte• rizando pelas vlas mencionadas nos itens I, do presento artlgo, por lei do Executivo '' Pnra:!rafo 2.o - Vins de hgaç!lo entre Bairros silo aquelas que definem os contornns rodoviários enTolvendo os nucleos de ocupação urbsr "ntirin 'o-se imultanea mente, em distribuidora de trio de passagens em 0p çõsa de circulação interligando o Iirros, " Paragrafo 8.o - Vias :uxiliares fornecem o neces. Fári suporte as vias estrutureis, emplenentando.as como acessos alternativos e como fochomento de m11lhu Yit.riaa entre vias estruturais. Tem tulem, como função coletr o trafego de veiculos canalizado o pura as vias estrutu raia ou, ainda, servir como Interligação' entre eioco• ea truturals. Paragrafo 4.o Vias de tra[ego local, +ão aque- las que atendem quase que_exclusivamente ão morador da átta. Paragrafo 5.o - luas de Pedestres, o vlas fecba dai ao trafego normal de veiculos, com equipamentos para pedestres (bancas de jornais e revistas, quiosque, bares e outros serviços de utilidades) a eriterio da Administração unicipal ouvido o poder Legislatlro. CAPITULO III Uso do Solo Artigo.5 O Zonoumento, para fins des ta Iol, é a dtvlsllo dn érea do Munlofplo segundo sua destlnaQll0 urbanlstloa. Artlgo-611 As âreas urbanas e de expan• s!1o urbanu ficam classlftcadae nas seguintes zo, nas, Indicadas na planta de zonenmento ( mapa 11º 0.3 anexo nº III). 1- Zona de alta densidade; destinada a httbl loçllo e rrnrvlços (uso misto), de alta densldade9, II- Zona de média deneldnce: destino.da a hubltaçll.o o serviço (uso misto), de módla dono!• dada, com predomlnancla resldenolul. III- Zona de baixa densidade: 1- destinada a habitnço e serviço (uso Iis to), de baixa den11ldade com predomlnancl!l resi dencial 2· destinada ao uso excluslvam~nte r«!Blden• ola!, de baixa densidade. IV Zona de serviços: destinada a serviços de apoio a ludústrlas e a lmplantaçllo de gran des equipamentos. V Zonas verdes: aoompanhondo oe cur . sos de água destlnttda as t1.tlvldades culturais e de lazer VI Zonas espeolals: a serem regulamenta das por decreto destinada a grandes equipa mantos oomunltiirlos edlfloloe publlcos, servi ços especiais que requeiram área& oonslderá vali. de looallzaçõea espeeifloas ou ainda a pro gramo.ção Integrada de, habitação e serviço8. VII Zona predominante e fnndustrlol destl nada a Implantação de unidades industriais. Artigo 72 O uso do solo os coeficientes de utlllzaç!ío e as taxas de ocupação dos terre nos a altura mll.xlma e os recuos das edlflcaçõ es constam :lo quadro no. 02 (uso do solo ane xo no. VI) Artigo 8° Os terrenos lindeiros us vias de ll gação entre Balrr<,s terão tratamento ldentloo aos das zonas especiais, salvos aqueles que eetlio dentro da zona de baixa densidade (habHaç!lo U nlfam1llar) .. Artigo 9° Não serão permitidas edificações em lotes oom áreas inferior e 360 metros qua drados e com frente inferior a 12 metros a não ser em lotas remanescentes de loteamento ou desmembramento allllgos. _ Paragrafo unico - As exigências contidas neste artigo nllo se aplicarão aos Imóveis con tidos na Zona de Alta Densidade. Artigo 109 - Será mantido o uso das atuais edlfloações, desde que Ucenol&dos, vedando-se as ampliações que contrariam as disposições estabe leclda esta lei e seus respectlvos regulamentos. Paragrafo 1- Serão respeitadas as Iieen çae de eonstzução já expedida desde que a cons trução esteja em andamento ou se Inicie dentro de 30 dlas contedos dn vigência desta Lei. No caso da oonstruçã o de pendente de financlamen tos esse prazo é aumentado pra 6 meses pror rogava! ti julzo das Secretarias de Obras. Par»grafo 2- Poderá ser admitida a transferência ou as substituição de alvará de es. tabeleolmento comerciais _ou fndustrias já em funolonamento, desde que a Ucença de constru ção do imóvel tenhà s!do liberada para aquele fim, anteriormente a presente lei. ' Art. 112 - Os loteamentos urbanos e de expansão urbana, deTerlo ser lleenoiados após o proprietario interessado requerer conjuntamen te, ao Sr. Prefeito Municipal, a necessária lesta. lação de luz, agua e esgôto, no local, e deixar uma area de 5/ reservada Prefeitura, para cumprimento do que determina os Itens II dos erts. 1° dos Decretos - Leis n.os 58 de 10/12/87 que trata de loteamentos urbaaos e 8.079 de 15/09/88 que e regulamentà. Arttgo 12.o - Todos oe edltieloe eomerclai■ esoritorlos e apartamentos familiares com mais do 03 pavimentos devero ser providos de acensor. Artigo 18.o - Esta lei en·trará em vigor na data da sua publleaeo, fioando rerogadas as dlsposlçõo.s em contr1i.rlo. Ely do Araújo Barbou Pre,felto Mun1clpal. 1 - "ZONA DE ALTA DENSIDADB." 1.1 U11os Porroltldo:1. Habltaçrio ColeHvn (1). Hubl!nçllo Unlfamllfar Isolndu. Comél'Olo Varejietu de pequeno, médio e grande porte. Supermercados (1). Restauronteo e similares. Padarias, confeltarlao, cafós e bares. Serviços particulares. Artesanato. Pequenos oficinas de reparos, erosto as de refculos em geral. Bancos (2). Edtrídlo@ de escrltó11011. Instalações de rdlo3 o Televisões . Locais de reunlõeo e, cullos. Hotéis. Teatros, cinemas. := 1.2 Usoo Permleaívels. Serviços públicos. Estabelecimentos de sa-0.de. Estabelecimentos de ensino e cultura. Club,;s recreativos. Postos de Abastecimentos e senlçes auto mobllii;tlcos (6). EdJtoras, gráficas e pequenas Upograflas (2). Estacionamento e garagens coletlvao {2). Manufaturas ulio incomodas relacionadas com o comércio varejista 1.3 Coeficiente do Aproveitamento do Terreno. 4 Habitação unllamiliar máx. 0,5 (3). 1.4 Altura Máxima. 7 pavlmentoR. 1.5 Recuos Obrigatórios. 1.5.1. Primeiro pav. (térreo) e sobreloJa. 1.5.1.1. :Frente 5m (8) (10). 1.5.2. Demais pavimentos. -1.5.2.1. Frente 5 m. 1.5.2.2. Lateral min. 2m. soma ã m. 1.5.2.S. Fundos 5 m. 2 "ZONA DE MEDIA DENSIDADE". 2.1 Usos Permitidos Habitação coletiva (1). ·•Habitação unlfsmillf,r 1oolada. Comércio varejista de • pequeno e médio porte. Restaurante e eimtlares. Padarias, confeitarias; oaréa e bares. Serviços partlculnres. Artesanato. ' Pequenas oficinas de raparos exeele Teleuloa em geral. ' Pequenos hotéis e pensões. Posto de abastecimentos e aervlfOI autea1lllll1 tlcos (6). 2.2 Usos Permissívels. Todos os usos permissiveis 11& zona de alia densidade. 2.3 Coeficiente de Aproveltt1.meato do Terreno. - 02. 2.4 Altura Mxima. 4 pavimentos. 2.5 Recuos Obrigatórios. 2.5.1- Frente - 5 m. 2.5.2- Fundos-5 m. 8- "ZONA. DE BAIX.A DBNSID.A.DI. (1).' 3.1 Usos Permitidos Habilitação unilamillar isolada ou em série. Com6reio varejista de pequeno porte. Estabelecimentos de ensino e ltra. Serviços particulares em habltatõH. Clubes recreativos. Locais de nunlões 8 oultoi Artesanato. •. 3.2 IJsos Pormissfvola. (Continua na pagina ) Peqens ollelns (4). peito de baste@lmenton o ervlgo utomobf jftle0 (6). Estabelecimento do ido, Estabelecimentos slstenclals, f(csta11runto e Rlmlluroo. 8.3 Co.nUcleuto do IIJH'avoltamento de Terreno. • 01. 3.A Altura Mnxlma. 2 pavlm<mtoK. S.6 füicuoo Obrlrntórloo. 35.1. Frente 5m. , 00 T de Ocupaçto do Terreno (o) 4 "ZONA DE BAIXA DENSIDADE", 4.1 UKoe Permlttdos. Haoltaçflo unlfamlllar Ieoladn Eatuboleclmontua de ensino o cultura. Loculo de reuniões o culloo. 4.2 Usos Pormlsslvels. Clubeo rocrentlvos. Comórolo vorejlr.tn de pequeno porte, ervlços particulares em habitaçõou. 4.3 Coefloleute de Aproveitumeto do Terreao 01. 4.4 .4Itum Mâxlmo. 2: puvlmentoll. 4.5 Recuos Obrigatórios 4.6.1. Frente 5m. 4.6 Taxa. de Ooupucno do Terreno (9) 0,5 5 "ZUNA DE SERVIÇOS". 5.1 Usos Permitidos. Todos 01:, usos permitidos na zon de alia densidade. Comércio de equipamentos pesados {MA. quina ngrfcola, e;:,ulpamentos de terrnplaongem, ,to). ( 4). Conoesslonárlas e oficinas de aotomó- vels (4). Pequenas Indústrias alio Incomodas (4) Depósitos ( 4) Comércio ataoadlstn ( 4) Estado de Mato Grosso do do Sul Prefeitura Municipal de Belà Vista Adminisfraçào Ely de Araujo. Barbosa ,, C DA AML. MI#V ! Projeto de Le! n° 01/80. Em, 11 de janeiro de 1.980. "Dispõe sobre a estruturação e reorganl Z&Qão da Prefeltum Municipal de Bela Vista, Estado de • Mato Grosso do Sul, e dá outras providências. " - Faço sL'.ber que 11 Câmara de Vereadores do Munielplo de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, decreta e Eu, Ely de Araújo Barbasa., Prefeito Municipal, clenclono u se guinte lei. TÍTULO I Da Estrutura Básloa da Admlnl11tracão Municipal Artigo 1° - A Prefeitura Municipal de Be la Vista, terb. a seguinte estrutura bãslea: I - Órgãos de As&istêncla Direta e Ime dlata ao Prefeito Municipal: A - Gabinete B • AsRessorla de Planejamento C - Assessoria Jurídica II - ó:·gão Coleglado: A- Conselho Municipal de Desenvolvimento llI - Órgllos de Colabora9llo dom o Gonrno Federal: A • Junta do serviço miiitar ( J. S. 'M. ) 9 Unidade Municipal de Cadastro ( U. M. G. ) IV Orgllos de atlvldades EspE'ciflcas: A .Secretaria de Admlnlstra9ão Geral 1 Setor de Pessoal 2 Setor de material 3 Setor de Expediente e Comualoa9le B Secretaria da F11zenda 1 Setor de Contabilidade 2 Setor de Tesouraria 8 Setor de tributção e Cadastro (iJ Secrera•·ia ,!·' :--aúrlt:- e Promoçlo Soolal 1 Aetor de úle 2 Setor o e Pr:· moção Social D Secretaria Eríuenção 1 ':,etor rie Eusi,rn 2 setor de Merenda Bscl: 3 Setor de Cultura 4 Setor MUnieipcl de Esportes õ.2 Usos P•rmluhelt Todo 0s os permfsfvels na zona do lta 4enaldade. d 5.3 Coollelente de aproveitamento {o Terreno .• 02. ( ) 5.4 Altura Máxima - 4 pavimentos 'l 5,5 Reouo■Obrlgat6rlo1. 5.5.1. - J.<'rcote - 5 m. 5.5.2. Fundos - 5 m. 5.6 Taxa de Ocup1191lo do Terreno. • 9 , 5 6. "ZONAS VERDES". 6.1 UaH Persllldu. Hablta9t10 untrumlllar Isolada. Hstabelaclmeoto11 de en11lno e enlhir• 0.2 Usos Permlssfvels Olubes recreativos Artesanato Loc11l11 de reuniões e cultea. Estabeleelmentas de Saúdo. 6.3 Coeficiente do apronllameato 41• Terrono - O,B. 6.4 Altura MAxlma. • 2 putmentu 6.5• Recuos Obrigatórios 6.6.t .. Frente - 5 m. (sondo que nenhuma edlfloa91lo poderà se localizar a menos de 60 m. do etxo dos fundos do vales o our■o11 de Ag1&a.) 6.6 Taxa de Ocup119l10 do Terreno. • 1,1. 7 - " ZOlfaB B5PECJAIS" • 7.1 Usos Permitidos. orladas e dlolpllnadae por Decreto. 8 ZONA 08 PREDOMlNANOI. INDUSTRIAL 8.1 usos Permitidos Induetrlas da qualquer Upo, exceto aa no- civas 0/ ou perigosas (6). Agro Industrias c.llo polulttvae (fiJ Depósitos, silos e armazeu11 (4) Artesanatos Ollolnas Comercio ataoadlsta (4) Posto de abastecimentos o serviços auto mobllletloo (4) Editoras e grAfloae Restaurantes e elmllarea B Secretaria de Via9o, Obras e Serviços Pábll0os 1 Setor. de Obras · 2 Setor de Serviços Urbanos 3 Setor Rodoviário Municipal F Secretaria de Agricultura 1 Setor de Abastecimento 2 Setor de Serlcleultura Parágrafo único - Os órgãos referidos nos Incisos !,III e IV subordinam-se filretamente ae Prôfetto por linha de autoridade, aeado que o Oonselho vincula-se por coordenação e super vlsAo. T1TULO 11 Da Competenola dos Órgãos CAPITULO 1 Dos Orgãos de asslstéllcla direta e lmedla te. ao PrefeUo Munl_clpal. SEÇÃO 1 Do Gabinete Artigo 2º •• Compete ao Gabinete assistir ao Prefeito : admlnlstratlvameate e em suas fun çõeli social e funcional. • SEÇÃO 11 Da Asses11orla de Planejameato • Artlgo S.o • Compate à Assessoria àe Pia• nejamento asslsllr ao Prefeito Municipal nos as auntos 'de planejaroento no amblto da Adminls• tra,ão liiunlolpal, bem como prestar orienta9ão téchloa e executiva quando da elaboração e acompanhamento da execução do orçamento anual e plurianual, planos de apllca9le • meder~ nizaço institucionsl. Paragrafo :ualoo - Cabe à A1eeliaerla. de Planejameato assistlt àa demaI1 11eretulaa •• forma a maater o controle tl1ttmitlco àaa atl<tíl· dados_ relaclonadas ao plenejamente do Mfulelpio, I Transportadoras (4) Jstaleões de rádios e televisão Ambulatórios , 1 blieos e particulares serviço!<,ias e irona coletivas Esta€,0na " U , 5 p 11rrnlss!vo1~ 1 8.2 s, "' nlfamtllar li-o Inda ou em air e Habitação iií@,$"!",""3,rsasento «o Terrs 8.B Cooftolon e ,,. 02 8.4 Altura. l{óxlmn 2 pavimentos (7) as Reeuoi 6rg4"{"?],ats. 5, 4e cada 1de Frente 10 m._,,e Industrias, depósitos slloa par os seguintes "";reto atacdtsta, basteel; arazes fie%%"%;{7, poste ds serviço edite mentos de com"!',6rtadoras, Instala@to do rae o gráficas, m rádio e toiovls!lo. Garagens d, 4; Ido pu Frente: 5m. e laternle: 2 ro. e on u ... ra os demais usos. T 8.6 Taxa d Ocupação do erreuo (t) ~~endldas ns exigência.E de ostuolo, namento. d d t na 2) Exceto nas ruas e pe e TN. (3j No computadas as áreas destinada a eataclonumontos e a rccren~oes. n t d (4) Obrigatória a exMC!nola de P t o - o manobras em que po!!sam ocorrer ns opernçoM d oar 11 e descarga O estnclonar;iento. 8 g ( 5 ) A Jocall:wç!io da indóetrlaR noelvns ou erl osns nerá indicada pelo. Administração Multei ti preferencialmente cm óreao que jà possua1:n Ínfra estrutura o adequo do para este fim, fora da área urbana. ('3)Rei;peltado o distanciamento mlnlmo de 600 m de outro já existente. _ (i) Com exceção lias construçoee capo• clals justlflcadas técnicamente. (8) Entendida como divisas oom ruas. (9) Reepdtados os recuos e n!endldns as 11 eoess!dades do llumloa91ío e nnUluçuo. SEÇÃO 111 Da Assessoria Juridiea Artigo 4.o - Competi, à Assessorla Jurldlea aasessorar ao Prefeito nos assuntos de natureza jnrldiea submetidos a sua apreciação, e especlfl. eamenle: • I elaborar .juntamente com a Assessoria de Planejamento minutas de contratos e/ou oonv0nlos. II proceder á cobranQa pelas vias jurl(lloas ou extrajurldlcas, da divida ativa. lII representar o Munleiplo em juizo. CA.PITULO II DO ÓRGÃO COLEGIADO SEÇÃO I Do Gonselho Muuici-oal de Desenvolvimento Artigo 5° Ao Conselho Municipal de desen volvimento compete: I levantar junto a população local as rei vlJuiicaçoes ~ sugestões para facilitar o preoesso de desenvolvimento físico territorial. economico e aoclal do Municipio·. ' ll oooperar com o Executivo Munlel'pal na elaboração do plano anual ae governo n.Jano diretor de desenvolvimento Integra.do e d~ plano anal de trabalho. 1 m articular-se com os representantes das e asaes, sendo ponto de contato entre o Prefeito e as lideranços localEl. CAPITULO m F _pos Órgãos de Golaboranão ilO■o a.ner- no 'êaerl ·Y SEÇÃO l Da Junlb. do Serviço Mtlltar • M a??? 8" 6 3si '&e _rfie ar g.s. ao Multi ª representação do servi90 militar ri@i {";"omdedo g popilação é rerala- • •u■anto militat. eotinua na pagina 6 " 2. Trbwdrror!!%. l l _ O ("ún~r-lbl') ,r-r'l_ ,-rrup"'•!n r,, •r~.iinttli Artigo d dos membro, sim (e«igtatuo V,, . éoo Preridetv, I_-- OP r {ri";«ateo da Cisara Municipal d 1l - r;,o.•! ,.-pr • Vereadores, tnt da Secretaria de gricuhur III -- um reptewru • do Muiipio! restante da !soiaçio Comercial, IV - um rFf,te ds idstria local. V um rprr>e! w , +]i t R 1 VI um representante do, intitexo urn . VII um representante dos Clubes de er v1@" y um representante das entidades rell glosa 1 o O Prefeito Mun!cipul indkuró. p:m, conselho o Secretário ds Administra compor o • "' A . d PI no o Assessor Juridieo e o Issor !e Ii S'' «e sem que os mesmos tenham direito a jamen.o, voto. $ 2 . 0 Os trabelhos dos Conselho serão sa ta I dos por um dos membros do parágrafo ",$;" ir iate«cio do Petcito. an r si.o o mandato doa conselbt><lros prevlst.o nos itens n a Vlll do urtigo 14, <la pco&:ente Lei, será de dois anos, permlllcl o a recondução § 4 0 No caso de ccorrenclu de vnga o no vo memb~o dPelgnado compfoturá o mandato do eublltttuto. ,. § 5 o o Conselho eluborará e aprovar6 o eu f{egl~rnto Interno dentro de 120 dias, con :ados ela data de sua lnstulo.çüo. § 6.o o mandato dos membros do Conso lho sera exercido gratuitamente, de seus sNviços, con:.tderudos relevantes ao :'11unlclpio. . Artigo 15 Ficam criados no Serviço Públl· co Municipal os cargos' constantes no Anexo I. Artigo 16 Ftca o Chefe do Executivo au .. torlzado a criar uma coml11suo do estudos para efetuar nova ta.bela dos salarios correspondentes ao" oargo11 de confiu.:iça (C C) que será poste rlormeme levados a apreclação do Legislativo. Arllgo 17º Os demais cargos com se_us veneimentos correspondentes tambem serio obje to da mesma comls;;llo de estuaos e posiertor preclugão do Legislativo. Artigo 18º Todos os cargos criados na presente Lei, !lerão regidos pela CLT e preen chldos mediante Concursos Publico, com exces são dos cargos de aonUançs.. ContInço dn " pgin Par"afo úntco A 'unta de Serviço Militar rege e pelo regulamento da LLI do S(:rvlço 11lllar. SEÇ,O ll Da Unldade Munielnl de Cdntro Ario 7 A Unidade Municipal de ·cudnstro con.;,, rr: l Otr,1infzar o Codttillro Rurnl do Muniolplo. II reordnutrur e orientar os ruricolun. Ili oi-!.-:lü1•, o oontrlbulutc no quo couber, quanto 110 p,1g, inflnlo do Jmpo,,to 'l'enllorlal Ruru), Par+rufo 'n'o- Unidade Munlolpul do Cduitro se,· omns e orlentações estabelecidas pelo I. tttto Nuctonl Coloniza go e Iteform Agrária (INCHA) p»ta ns rul mentuçõw das enttdde correlatas e ulin, CAPITULO IV Doii órr,fios do ntlvldotlos espcolflcuR SEÇÃO l Da Bl'orotarla de Admlalatra9!Io gerul Arll(ro 8.o - A Secretaria de Admlnlotta• ç1!c, (leral compete: I - organfznl' e mantAl' v.tuallzf1do o re glstro dos Rflrvlrlorea loluck,s na Prefeitura. em por,tos lndlvlduuls do ossent11mento hltitorlco-fun clonnl, li - regli.trar n frequência mensal conten do os da.Jus referentel'I as alteraçõt:s funcionais (]Utl 11cl'1'espondam u modificações no pagamento manso! do Rervtdor, III coutTolor e anotar o afastamento do pessoal, especificamente férlns e Jlcenc11s, bem corno providenciar os regl-,tros e, quando couber. a slaboraçilo de ato respeollvos referente a abo no de feitas, penalidades e reassunção, IV conceder, mediante requerimento, aala rlo-famllla, bem como Instituir os processos de concessão de licenças, V prestar asslotencla ao~:al aos servidores o a seus dependentes, orientando-os na solução de problemas funclonult1 relacionados a viria funclonnl, VI ztlar pelo cumprimento das normas rel&tlvas ao aperfeiçoamento profissional e a progres!.lio funcional dos servidores, VII proceder aquislçlio de .material dti con sumo, permanente e equipamento, bem come a contrutacão de serviços destinados a Prefeitura, Vlll promover a recuperação, redl1:1trlbul9íio e alienação do material em dlspooibllidadt:>, IX receber, Inspecionar, conferir e chapear todo mate rlal adquirido pela Prafeltura que deva er incorporado ao patrimonio, bem como emitir reepectlvos termos de responsabllidade, X manter raglstro ,fa movimentação de bens móvals, indentlflcando usuários, locollzação contratos de manuhmção e conservação, bem co mo os reoaros e alterações efetuadas. XI cadai;trur. Jto livro de Inventário Per. munente. todo o putrimonio da Prfeiiura. Xll elaborar auualruente, o inventário fi. Rico do patrlmonlo de acordo com as normas contábeis. .X 111 preparar os proces&os de baixas de bens patrimoniais da Prefeitura. XIV providenciar e· manter em dia a contrataçíio de saguros, dos bens patrimoniais, quando constatada sua conveniência, XV zelar pela 'segurança e conservação <los bens móveis, propondo, quando necessário, a contratacüo de serviços de manutenções. XVI organizar e E>xecutar flchário d11 documentnção dos atos e fatos que tratam de interesse da Prefeitura. XVll rnanttil'l'regialro central de fornece dores de material e prestadores de serviço in teressados em tr,i"nsacionar com o Munlcipio. XVlll desenvolver as atividades de ope- 1".:ções manutenção, aba1:1tecimento, controle e guarda dos eiculos da Prefeitura Municipal. SEÇÃO 11 Da Secretario de Fz=r!a Artigo J.o A Sec1 ·Ili :"LI. de F'azenda com pete a Administração dn i'--11 ;:-1t,, despesas, exe ,:ução orçamenraria e flt· me.dr,,. do crédito pú bllco e dos procedimento'- c..iutábets do Munlelplo e espeflcamente: 1 em actlculacão com a Aeae~sorla de Plaaejamento: A- estabelecer a programoçãc financeira do Municipio. S - real!Mr contrvle do eoàividamento páblico do ~1uniciµio, e- formular e executar a polltlca de em prego e salarios do pessoal da Administração Público Municipal. d'd it-ins • ,,h~n;,iio II. executar as medidas ne" ,, e outro, de recurso financeiro de origem tribit?"!" obra,a II. promover e admitirar mmn++ ndministrtivà d, 4lida ativas do Mui"3,,, finarei. IV . estabelecer si»tema de informa;0r' pi rna virando usszurar melhor utililo do» recuro " blicos. .: ao centrali- V - fiscalizar a 6rios da administra." der@ia zada encarregada do recebimento do numerar1o valore, .:. 4, Fenda deverá Parárnfo único- A Secretaria da ,g, feras idd, , teres em tolas a ti' rtleular-e com entidade» co/",,luar oa recurso de governo no entfdo do melhor fica! do Município. SEÇÃO 111 Da Secretaria de 8ade e Proo49 So"},, Ar!to 10.o - A Secretaria de Saúde e Prornoç Soclnl compete; u. : • 1 do Soúde I- elaborar e propor o Plano MunicPa em consonância com o Plano Eatadual de Saúde, , II plantljnr promoYH coordenar e e,cecul.4r pu• - ;; q j,' mtv dos problea qusas e estudos virando ao levantamcl 1o_ gcrni1 dt1 l:foúde do Município do Bela Vista ,q Ili . incentivar e proruover acordo, e ronven1o» n% campo de sua atividade, com ontldadea publico• e ou prlvndae, . 1 . d' o/ lY . promover o serviços de assistencla me1t· o<lontologlca n populnçAo do Município, 1 / V- prestar todo e qualquer serlo q_ "" " enúde o bem e,tor da população que não dispõe, de T, curso, encaminhando-os ao pontos do saúdo e hospital pnrn ~1cndimontu 11ece-,ário, VI·. orgnnizar o manter atualizados 01 c11daetro 1 rte recuuo, humanos e flslco• da rede de eaúde, doa eer• vlços de saúde de qualquer natureza em instalaço e de•envolvlmeoto do· Mun1cíplo, . Vil . promover n melhorin dos condições nuwçlo nals dos hnbitnotes do .Munieipio, Vlll - orticulor-se com n Bccretorlo de Vlnçllo.// Obras e Serviços Públicos no ■entido de promover o ta ncnwento básico do Município, SEÇÃO IV DA SEGRETARIA DE EDUCAÇÃO Artigo li A Secretaria de Eduomçlo compete,: I eleboror, propor e executar o Plo110 .Municipal de Ensino. li manter e zelar pelas instnloçõca de ensino do Municiplo. lll promover o treinamento e desenvolvimento de poesool gue lndirelomente participo dos programas de ensino. IV promover e e,tlmular a difuslio e o aprimora meotô da çlo educativa do Município. V promover o desenvolvimento e nprimornmento dos erviças prestados pela Biblioteca Publiea Municipol, V 1 zelar pelas Instalações e mnnutençlio do, estabe• lecimentos Municipais de ensino. Vll elDbornr, propor e executar oe progrnmns despor• th·os e recreativos porn o desenvolvimento do eporte em sune diversos modnlidndea. VIII promover o leuotomento de informnçõe! que permituru, cm tempo hnbil, Jdentificu os. renunos ex1etcn· tu no M:unioipio pura sua melhor utilização. SEÇÁO V Da Seor.etnria de Viaçlo, Obras e Serviços PúblicoA Artigo 1:2 A S.:cretorio de Vinçãe. Obras e Serviço, PúblioN compete: I ela bornr e propor o Pllino Piloto do Município com u coloboraçiio dos lideres comunltnrios observnndo os recursos fiumnceiros e orçamentários do Municlpio, bem como a utilizoçllo de recursos Estaduais Federais para am plloçào do bem estar da população do Mnniclplo. II prom,,vcr e executar obras de pavimentação, con trução de estradas, pontes e viadutos, zelando pela conser vação e manutenção, com vistas ao desenvolvimento ffaico territorial do .Municipio. • lll executar Plano Rodovlario Municipal. IV zelar pela conservação doa ruas, praço, parques Jardins cemiterio e matadouro. V fisc:tlizsr os serviços de utilidades públicos. executadas por terceiros e pela Prefeitura, VI - elaborar projetos que visem a conse~nção e melhoria dos serviço• de entrgia elétrka para o Muulcipio, VII - zelar pela mnnutenção de máquinas equipa mentos rodovillrios da Prefeitura, VIU - dese_nvolver projeto de infra-estrutura urbana IX - fornecer licença, e fiscalizar obras de parti~ cularea, • SEÇÃO VI Da Secretaria de Agricultura Artigo l3 - A Secretaria de Agricultura compete: I - elaborar estudos visando incentivar a iniciativa privada na implantação de um sistema de produção arma zenamento e abaetecimeuto de produtos agrlcolaa e' horti fruligranjsirO! para o Munteipio de Bela Vista, U - desenvolver pesquisa,, enudos e projeto para o beneficiamento e fiscalização da área de cultura do bicho da eõda (sericlcultura), • • 111 - promover investimento em culturas que se adaptem a região como a cana-de açucar e outras, IV - artiotilnr-se com 6rgiios coogenere& em todna as eeferas de governo no sentido de atrair investimento agri colas para o Municipio, TITULO III Do q1111dro de Pce■olll da Prefeitura Capitulo I Da tompculçio eg4o I Do ConR-lho Municipal de Deu,nvolvimento ,. l TITULO IV Das Atribuições dos Dirigentes CAPITULO I Do Prefeito Artigo 19º Compete ao Prefeito Municipal de Bela Vista: I - sancionar os projetos de lei aprovados pela Câmara Municipal, promulga-los se for o caso, orovidenclando a Publicação, iI - vetar no todo ou parte, os projetos de lei aprovadoi:; pela Camâra Municipal, III - expedir decretos, IV - ordenar ou autorizar despesas, na conformidade do orçamento e dos créditos aber tos legalmente, V - abrir créditos extraordinarios nos c_asos de calamidade pública, ad-referendu da Câmara Municipal, VI - vender bens patrimoniais do Municí pio, mediaofo autorização previa :la Câmara Municipal quando for o caso, Vll fixar as tarifas dos servlçoe publlcos concodidos petmitidos e aqueles explorados pelo Municipio. de acordo com os critérios quais estabelecidos em lei ou convenio, VIII - prover os cargos públicos, IX - convocar extraordinariamente a CA mara Municipal, X apresentar anualmente a Câmara Muni cipal, relatorios sobre a situação do Munielplo, suas _fmanças e seur serviços sugerindo medidas que Julgar convenlemes. XI anviar até o ultimo dia útll de cada mês a Câmara Municipal o balanço relativo a receita e despesas do mês anterior para conhe cimento. ª Xll e~viar a Câmara Municipal, no prazo legal, o projeto de lei do orçamento anual e plu rianual de investimento. Xlll resolve1" os requerimentos reclamações ou representações que lhe forem dirigidos. XIV ~flcrn.hzar, obedP.cidss as normas urba nisticas aplicaveis as vias e Iagradouros púbUHs. 1 '. XV sollci.tar o auxilio das autoridades po• leiais do Estado para garantia ãe seus atas. a n"! promover a transcrição_do Registro e .oveis das areas doadas 110 Munlciplo em processo de loteamento • XVU decretar a prisão adaiiistrl.tiTa do' Continua ua 7• -,ágtua Contlnago da % pgln ervldor da Prefeltura om[s«o ou reml«o na rea. é4o do contas do dtnhetroa públicos sujei, u sua 1cuurda. • XVTH imerJntender a urreclldt1çílo dos trl putos, preços e outras rendas, bem corno a frll!'• da o u_ P l I o u <; u, o de r O e O I t u au!ri ando nas despesas, pagamento dentro das dl yoniblllda&e orçamentaria ou dos créditos v, d08 pefo Oamnta Municipal. XIX dI«por obre a etrturçüo o orga nlz1Jçilo doa BI rvlrfores, munklpal& observados a norrnoR lrgola pertlJwntcs XX expedir pnrtnrlu 'ou atos ndmlnlstratt voa, bem corno os refel'Onteis a f>itnação !unclo nul dos ~ervtdores. XXI • bulxur rogularnoutos para execução aos leis/ e pura dl~por flO_bre matérias a elas reservads. Pnrllgrafo Úllico-O Prefeito poderá dele gar por decreto, a irnus auxlllaret1, funçõei- nd rulnlstra U v,rn qi.:o nilo sejam de su11 exclusiva competenci, sendo, porem lndeleguvel6 as ntrl bulçoer:l referidas nos ltttntl I. I[ Ili VI VIII IX • X, XI, XII, XV, XVIll, XIX, XX' e ' XXI, ct'eet~ artigo. CAPITULO li DOS SECRETÁRIOS Artigo 20?---So atribuições dos Secretários da Pr feltura Muni@lpal de Bela Vlsta, como nuxlllnr diretos do,Prelelto o nssessoramonto, ori entução. proJ11oça., coordenação e planejumenlo das utlvidades relaclonadas com às respeotlvas pastas. TlTULO V DAS DIBPOSIÇÔES OBRAIS E FINAIS Artigo 219 Flc autorizado aos' eereta rios 11 expedir o Regimento da Secretaria de sua oompetenola., no prazo de J80 dias 9. contar da data da pubUcução desta Lei, dbpondo sobre a/ oowpetenola. e o funcionamento, bem como u atribuições dos servidores nela lotados. Artigo 222-0 sistema administrativo pre• visto na presente Lei, enlrarâ em funch,namento, gr-udatlvamente, o. medida/que oa órgãos compe tentes da l'.'Btrutura, forem lmplaut.adoB do acor do com a eonvenlGoola da ada1alslra9ão e as dispeon!b!lidados de ter0s. Ar!o 23% - A ImplantçAo dos órloa faz e- través da ofti o das eu!nte medido: I- elaborar o aprovar dos Regltvn(os Internos, II - prover s r ipeeiivas chefiar, II[- dtar os órios dos elemento hum- nos, Inter[als e [inaneelres Indispensávels ao e funelonamonto. Artigo 24- A e dlda q o forem n pr o na d o t1 o 1( ll e g l e n tos Internos dos órgãos prevlstos nestu Lel a providos as respetlvaa chefis, os órgdos da atu nl estrutura admlatstratlas, eu] lanços erres pondcm u doa novos órgãos, [iearo automtlea m<:uto oxtlnto11. Artlgo 25 -Esta Lei entrará em vlor na data de suas publleação revogada a disposlçí@a om. e on trflrlo, Atenclosnmente, EIy de Arau]o Barbosa l'rofello Muulelpul o o STIDORE Segundo o pessoal da Liga, o Be• Javlstüo 80 terá o seu Início no final deste rr.ês. A equipe de esporh!6 desta TRIBlJNA já voltou das férias (pessoal vaga, pacas) e vai bolor pra. quebrar. Volta a página nobre de esportes. Fa· ]ando em campeonato. o NAUTICO vai participar do AMADOR e torobem áo Belavlstão. A LIJ?a Esportlva deverá fa zer uma tabela baseada nos jogoD do "campeonisslmo". O desportista belavls tense terá Inúmeras atrações et1te ano ' que, iudo indica, será o ano da redenção de nossa cldnrle. Em todos os setores. Alguns clubes já estão se mov!mentan do. Conseguimos nlgum!i coisa a respei to. Vamos Já: SESSENTA Faturou o 12 de Maio, domingo, e está montando um qua.dro competllivú. Desta feita não contratarâ jogadores de fórn. Só ullliz:ir~ pratas cle casa. Dizem que o tradicional "contratou" Mlklmba, Nedi. Zeca e Tadora. Estas oontratações não foram confirmadas mas ... onde há fumaça há fogo ... NAUTICO Continuará com o mesmo quadru, mais o Miklmba, o Nadl, o Callka e dois jovens de Dourados que estão servindo no 1011 RC. E af, como é que ffoa? 93 02 112 DE MÃlO Está oompleUnho, Inclusive com o C.LIKA (e o Nautloo?) e o Ademar Go doy está com uma "oart11 escondida". Dizem as màs Unguas que o lo de Mato vai formar um timaço. (:@13 t,93 GREMlO UNIÃO Vem com tudo, está com um plan tei de arrombar defesas e além do mais contará com Laucldlnho, Afraolo, Sil vério e um ponta esquerda, de Dourados que joge um bolão. O novo Caeique do tlme é RALJL FERNANDES, eleito presi dente da agremiação. ~ te:l GAÇA E PESCA O presidente agora é Toninho Xa vier, e o Josino disse que o Gaça Tal ser o ca.mpello. 93 D8! OPERÁRiO, AABB E VJLA NOVA Tudo é segredo nestes três tlmes. Sem noticias e sem "disse que dl111c". Vamos aguardar o início do Belavistio 80. Precisa-se do meninos para vondor Jornal s Moderno Laboratório Ótico a serviço de sua v1sao RUA: Barão Rio Branco, 122.8 - FONE 624-6041 Campo Grande - Mato Grosso do Sul $ERRARIA Oferece: BONITO L TDA 20 o/o de desconto pcua quem levar este anúncio Madeira Serr&das e A:parelblDiae hrros, AIBealhe e Batente Rua Santana do Paralso nº 1 Bonito - Mato Grosso do Sul Voce . VII conslrair • erramIs DI relarmar, 11ti1 ü ma chepatiha li FEIRIMIS . Na "Ferramls" vot.-. encontra t1ide para sua construção, como Telhas, Lajetae Ooleniais, Tintas, A:.;r;ulejos, cimento, cal, FERRAMIS· O Jeltlllho AmJgo de Construir Entregamos a Domicílio 1 l FERRANIIS Rua Mareehal Mallet 1820, A qu@ia uana Telefones: 1699 e 1816 Hato Gresso do 8Ul J 1 to Dllll lPUR DO PROM PMDB cslá pIep 7au n elisão ..... Deputado Ramn Tebst .e7 O c1,wutudo Rumez Tebet (PMDB), ex glu dure a ut (J rt d 1J de s pullolalR o E·tudo a 'Imediet e decididu apur çav do ussuwsia:ato do promotor Manoel d Oliveira Gores, morto em Três Lago us na altlua sextu-feira." Jpótl upru,wot11r em plenarlo uma moçfio de pesar pc-Ja morte do "amigo , de tot.los", Tebet recordou a "pessoa dt·rllcudu, lntegrn, rosponi,;avel, honesta e dl-mocrota de M1rnoel de Ollvelra Gemes", snllentanclo que "nllo apena!! a sociedade 1 ue~lngoenoe, mee todo o povo sulmato• grossense sofreu um11 per da lrrepara vel." O aasoselnuto de Maonel de 011- O deputado Sérgio Cruz desafiou em p l e n á ri o, • u governo estadual a lrn vés do deput11do Getúlio Gidello, a provar us denúnclus de que polilloos da Arena desl!noram quantias em dlnheh·o para auxtllar a campanha do MDB nas últimas elei9ões, em Muto Grosso do Sul. . Sr. Redator da Tribu110, Li no seu jornal de 14 deste mes, a c'rônl ca "JOTA JOTA o o SESSENTA", a qual no co· meço nenhuma imporlnncia a ela eu quiz dar as sim a primeira vista. Mas, como o caso implica certo. gravidade, pois foi uma açno prodnzida em um meio nocla rccomtndnvel parn si' criticnr vc· N R Publicamos n oart8 aeimã, não CO· readores (' casos atinentes à Câmara llfunicipal mo um DIREITO DE RESPOSTA, pois da qual sou Presidente, tendo por i!So o deYor niio houve ofensa, mas em respeito á pes de zclnr pelo seu decoro, mximê existindo o en SO!l de J. J. Ferreira Souto e 808 nossos ,·olvimento de um vereador no tal bote papo de falar dn vidn alheia, em determinado . churrasea principlos de liberdade. Não houve, repa- ria, e que por si s6 cua epanto e fnltn de ética, tlmos, por parte do autor da crônlca "Jo de mornl, ao menos ls pessoas educadas. ta Jota e· o Sessenta'' a intenção de ma- Ato lamentável que Importo em certa ave oar ou desmerece:- o presidente da Câ rigunção, 1iois n5o se concebe que n Câmara lln • mnra. As criticas que este jornal vem nicipal e seus integrnntt'• sejam vitimas de cha cotas e levados no rldiculo em compnrn,lio. tola• publicando, não dizem respeito ao traba- e o pior, e pior mesmo, e que nesse ajuntamento lho dos vereadores, mas a maneira como foi citado o nome de um vereador e eua cpinlào vem se portando o presidente. baseados a respeito do Presidente da Camara. cuja posto- ecn informações orlu:::das da própria Câ- r nada o recomenda, baja visto o que ,±._] ·+ l bjeti havia dito a mim, dias atras, sobre sua atitu 8 mara. osso prmclpa O et VO • não é u meu respelto. diminuir o trabalho dos vereadores, mui- Sou contra polcmica,; principalmente FO• to pelo contrário, visamos fortalecer o hre jnizos fortuitos de leigos sobre raci nic em Legislativo. Para nós o assunto está en mntério de Úrgaõs Oúci:ils, sem que para isso cerrado, pois não ocuparemos as nost!es tenham gabarito. • Sa, • outro+ comparas con páginasps li s s t' fudiram intimidade pessoal com coisa muito res- )ara polemizar, pois assuntos mais peitui•el. importantes merecem prioridade. O escrito terá respesta oportuna apenas No tocante a ação do presidente rolicito a p_ublicaçilo desta tão logo seja possivel, da Câmara, os vereadores é que se en no mesmo jornal, até que cu regresse de Cnmpo .· tendam. Para nós o único empecilho a Grande Ms,_quando darei prosseguimento nas permanência de Jota Jota fr te i redilas cabiveis. ; 'ente 8 pre8l- Não resta duvida+ que haverá disparos con, dênciu é a idade Não h!á nisto 'ellumbo grcsso," porem, agora, por esta, penas qualquer desrespeito, apenas ~O~{ SENSO. um "pistolnzo'' de põlvora sccn, pnra levantar a E e SÓ. cuco dnqucles que deixaram-nas arriar, sabe,? Assino' José Jouquim Ferreira Souto Vereador Presidente da Cümarn Municipnl de Bela Vistn lllS. 00o Jffll co veira Gomes está re]clonado à sun e nérgic tuaço na defesa Intransigente dos prlcipio« de verdade e justiça, afirmou Tbet. Acrecentou o parlamen tar indo que "fatos desa na tu reza a tio· g.,m oei brios du população. Do dia µara a noite ela foi prlvod1.1 d(> companhia de um homem honrado e digno, sem que a Polfcla forneça nte ugorJ. qualquer ex· pllcaçúo sobre as clrcunstil.ociui; que envolvem este frio homlcldlo". A moçllo do pri;ar, aprovada por unn1midade, está endo endereçada ramllla do promotor .Manoel d,1 ;,Oliveira Gome. A acusação fora feita pelo deputa do Getúlio Gideão. Em aparte ao Hder pe emedebista, Gideüo afirmou que havia remetido a quantia. de 50 mil cruzeiros, através do sr ioão Leite Schlmldt, como "auxilio à campanha de Sérgio Cruz." Sem provar tal: acu,ação, o depu tado do PDS, ligado ao senador ,. Pedro Pedrossian. foi desafia.do pelo deputado Sérgio Cruz a documentar a denúncia e comprová la. Chamando-o de "mentiroso" e "sem vergonha sem mornl para provar eua infl.cnla", o líder do bloco pe eme deblsta salientou que "são essas Gas armas do partido do governo. Difamar e tentar desmoralizar um partido que re presenta a maioria do povo • brai,llelro". Depois de lembrar que "falta con vieção do governo e de f.eus''bajuladores até para mentir", Sérgio .Cruz observou que o partido governiata "está . desespe rado e sem argumertos para rebater as denúncias da Oposição''. "Por Isso - destaeou - usa da mentira e da lnUl.mla, f.ecnbora sem coo vieção pois carece oe honestidade e fa tos concretos para reagir ao trabalho da Oposição que cousegnuiu desmascarar uma legenda criada' para se perpetuar excepcionalmente no poder, desrespeitan do os dlrett_os populares.''. Segundo de clarou Sérgio Cruz. seu õesafio não bus ca desmoralizar ;"um governo já desmo rallzado e sem crédito popular enhum". O que.' ele pretende é "estabelecer, em plenário e publicamente, a veráade aci ma de tudo. Se o llr João Leite Scbimidt recebeu algum dinheiro para me entre gar, eleve ter ficado com ele porque eu nunca pedi dinheiro 'algum ~ mUlto menos recebi." O presldent: do PMDB, deputado UIyses Gulrnarnes, r.urantiu em S1o Paulo que o partido estar era co. dições de requerer seu reglscro j;.nto !iO Ti'!bu nal Superior Eleltorn1 ainda estu semana. "S o governo pretende en contrat um prett-xto para r1c!iar us elPlçõeR munlci pais de nove.nbro, Dilo terá e,::sa de,;culpa M P.1D8. Esturemob orga olzac.01-, prontos e com candldtos paru disputar eleições', observou. Ulysses acrescentou que o pedido de registro da agremiação ''Irá a• comnanhado de atas de constituição de comissões provisórius muntclpols em 20% das !!Idades de pelo menos nove Estados, cumprindo assim o que destermina a novn lei partidária. "Quatro Esta. dns já encaminharam toda a documentação a j 1 Brasília: Ceará, Perpam buco, Paraná e Mato Grosso. Os demais deve rão providenciar os do. cumentos muito breve concluiu. O Instituto Nacional de C.olonlzação e Reforma Agra rin - INCRA, através da Comissão füpecinl de Discri· minaçf.io de Terras Devolot.a;, comunica n todos os proprie tários e ocupnntes da área denominada '·(.;olonia Cachoe1, ra, localizada no mnnidpio de Porto Mortinho MS; que deveril.o atender ao Edital dt ConvocnçO.o. pnblicado no Diário Oficial da Uniao, com a maior urgência pois o prazo estabelecido de 6) (se senta) dias, termina em dols (2) de maio de 1980. Parn tanto <.'S interesaa· dos devem procurar o Proj(IO Fundiário J:i.rdim, A V, Duque de €nxins n• 989, portando 8 documentação!exigida. Maior° rnformações serão prestadas na sede daquele ôrgno. Fi QUE CONHECE A NOSSA 1Ea O Financial está apto a resolver os seus problemas, converse com O Gerente No Financial tudo é Resolvidó na Hora. Tome uma atitude inteligente abra uma canta no FiNANCIAL A Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº487_24_03_1980 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº489_02_04_1980 Voltar para a lista de itens