• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº489_02_04_1980

  • Voltar

Metadados

Documento

Modo Leitura — Transcrição em Texto Limpo (Markdown)
Ano IX NI89 Quarta-Felr
......
4
TEI
02/0-t/80 Bela Vhrln
LUÇIO DE 1
Nesta clnln convidado a folar vos •
nlgo sobro a dutn que hoje transcorr $8se fim como demonstraram OP Inquéritos
ou seja mnls um universúrlo da Revon. {e se realizaram após a Revolução de
o de 31 d M d 1964. 31 de _Murço, sem _sombra de dúvida.
çl e
1
urço •
1e u , procurarei Era 11 11çiln do Punido Comuniua Drueilei-
cumprir na medida dns minhas posses o ro, núcleo dominante do todas a declsõe,
honroso rncnrgo que recebi. mas o 4omploxo subversivo, abrangia
Toda revolução impõe que um dia grande numero de organizações, englo­
oomeçmos u desesperar do presento e bando as "Ligas Camponesns do Jullo,
tomamos a decidida resoluçfio do desviar a "Açllo Popular•· e os "Grupos dos On­
nos dele, dti rPjeltó lo dese.nganadamente. ze" de 'Leonel Brfzola que malfadndn-
Hà, porem, s pretensus revoluções mente se encontra novamente no Brasil
e 11 s r f v o I uções a u te n t i- 1'odos esses integrantes da dfnâml
cas. Se ns primeira,. rep1·eseotum simples, oa comunlzuote eram peças de um ma•
mente uma rupturu e u Ifo,tóriu teC'.I de- qulnlsmo,. mampulado habilmente segun­
monstrt1 do quo frequentemente elus são o do técnlrn apurada o eficiente que apela
prelúdio_ de mudanças para pior, só as parp. tod9s os reou!'sos, deslle a eorrup­
revoluçoes verdadeiras conoillnm '.a ruplu- ção oté a lntlmldaçlio, Jntimaç!io e o te­
ra com o passado e u consciência de ror.
que os movlmrntos pollllcos devem desti- Demandaria hc:,ras a fio para dizer
uar se ao serviço do homem, corpo e vos todo emaranhado de ações que de­
ulma, e não trnnsformâ lo ~m tieu dooll mandavam conduzir o Brasil a transfor·
Instrumento mt~nlpulnndo o como coisa vil. mar-r,e num s11téllte de Moscou.
Mas a rupturn dus autênticos !'l'VO· João Goulart estava enredado e
luções não é com o pasgudo tomado glo· emaranhado em estranhos comprumlsoe.
balmente, mas com aquilo que nele deve A l3 delmarço por sugestão do
" "%3"",%% %%...%%%%. e. Rc,is. @iiivis ss &ri@si ã»
de antes de 1964 é, a esrn propósito, Brusll e tambe , depois de ali compare.
muito elucidativo NPRse sentido pode se c-er e falar. o • residente Mmpareu a u-
ma assembléla de cerca de dol6 mil sar
dizer que u Revolução de Março nasceu gentos no Au móvel Club.
do desespero em· que ª· situaçllo do País • Depois ilsto vieram então dias de
lunçara a consciência nacional e que ela cisivos para emocracla. A r~ação aesen
como verdadeira revoluçilo, !iigulficou a cade&da co tra o lmperlo da subver­
ruptura c-om a sltu;..çüo então existente. são e dn de rdem. dominante no Brasil
'Crise de novembro de 1955? A cha-
pa Kubitschek João Goulart vinha aureo• demom;trou ue grandes reservas mo­
l rais jaziam, " latentes e inconformados,
ada pelus estranhas alianças que l.sso- no selo da r·: pulação e, em particular,
clavam getullstas, comunietas e velhos no O.mbltó d forças armadas. Desper­
pollUoos, trazendo o 1.<ignificndo da heran- tadas pelas àmeaças evidentes, sublima-
ça emocional de Getúlio Vargas. ram se.
Depois de Juscellno, a consagração No di 31 de março, levantaram-se
vitoriosa de seu adversário politico, 0 as tropas d Minas Gerais, comandadas
Sr. Jânlo Quadros, eleito por e!lmagado• pelos gener is Olympio Mourão Ftlho,
ra .votação, que empossado em 31 de Carlos Lul · Guedes e· Antonlo Carlos
Janeiro de Hl61 acompanhado do 'ice Murlcy. O arechal Odlllo Denys, no o
João Gou1arl, que se reelegera, graçs o bstante enctntrar-se na reserva, unln-se
apoio dos comunistas e ás dissensões a seus com anheiros revo1ucionárlo11.
entre forças pollticas dernoort'llicus. Em oucas horas criou-se um Po-
O exercito. como as demais forças der Revolu lonárlo, entusiasmado e deel
armadas, mantinha se na espectativa de dido.
uma solução para os prob1emaa nacionats Os c! fes militares General Caste·
n.gravados cada dia pela instalJllidnde so- lo Branco,[ Costa e Silva. assumiram a
ctal e pel8 corrupção pc,lltlca e econômica. responsabl tdadtl de UderanQa do movi·
O governo de Jíl.nio durou efeme- mento aoo panhados e auxiliados por
ramente sete meses ou seja 205 dias. antigos camaradas e grandes números
João Goulart vics e substituto legal de oficiais)
do renunclante, viajava pelti China Co• A Escolas de Estado Maior do E ..
munl~ta numa pseudo missão fraternal, . xéroito e a Escola superior de Guerra
mas inquietante pra o pais... converteram-se em· centro de ação revo-
Brizola oo Rio Grtrnde do Sul com lucionária. Inúmeras uuidades, em todo
oorrelfgtonários associanoo extremistas e o pnis, denlaram-se rebeladas e, á medl­
agltadorAs clamavam violentamente pela da em que as horas se passavam a 31
~lla pos!.le- e preparu.vam se para a luta de março, processeu·se avalassadora a
armada. Governadores estaduais, reunidos desão das forças armadas, oontrãrlas as
propuseram uma solução de compromisso: violações da disciplina e da hierarquia.
a insatuição de um regime "'parlamenta- Os lideres comunistas, leram presos ou
rlsta'·, visando a reduzir substanciolmen~e pGslos em fuga. O dJBpClsltivo do Presl_
a capacidade de decisão presidencial. Con dente Goulart fa 1 h a r a Integralmente
corlaram os chefes mili!ares e Goulart Quando seus ascecls e demais
pôde, finalmente chegará presidência, souberam que João Goulart, fugira, em­
Abria se novo cspituJo da ht,,,tória brasi boroando, às pressas, num a:vlão que o
leir. Como e epersva, o prlementaris aguardava no fim de pista do Aeroporto
mo falseado a inadequado u mentalidade Santos Dumont, toda gente que o aeom­
braslleira, mostrou .se ineficaz, t3 a cam panhara naqueJes momentos cruoiaia,
panha do plebiscito par a sua extinção entro em pânico e abandonou o paláoio
serviu prppt cnurists que se precipitadamente, de sorte que, em alguns
valeu pura mtpvl:r us Isas era to minutos, aquele edifielo, onde pouco an­
do O pais. • • h'fl <:;,. !lgttavam ministros, perlamentàres
As vesperas da Revolução de Marco d> e secretários, converteu-se nm silencio-
1964 erg visivel span- ou!sta e s, e desarrumado ambienate.
Governo João G.u!att; ex1tua troar±ti! A ffepúblfoa SlndleaiUsta periera
Concepço, orist..ç2o s±stemutizudu e sua última oportunidade.
condução perseverante e clandestina com O Governo Revolucionarlo, de inf
elo entregue aos três Ministros Militares
como Supremo Comando encoulrou o
Pais em verdadeiro 0110s.
As forças armadas aesumlrnm
virtualmente, a responsabllidnde da dlr ...
çilo nacional e prometiam apuração
cabal de culpablidsde dos lmpllcudos
oa subversão e na corrupção.
Dias mais tarde ou seja a 11 de
abril de 1964, o marechal Humberto de
A [encar Castelo Branco, eleito PrE-nldente
da República recebia o !' pesaafi:;11lmu
encargo de retite.belccer a order::: em
todos os setores da vida nacional que
um regime lrresponsavel abalara brutal•
mente.
Remontemos, agora ao passado, sintese!
Bm:1quemoA os grande@ e nobres
exemplos, nas lutas, cruentas ou oüo, pe
ln defesa do Brasll e de seus bens cul­
turRls e materiais. AI sempr~ estiveram
presentes as forças terrestres, como ex­
pressão legitima do noe!.lo po7o.
Em mais de quatro séculos. elas
hoje sublimadas no Exercito Brasileiro,
revelaram o mesmo valor e lncompara
vel constância, nu conaulsta e na manu­
tenção dos grandes abfet1vo11 da Pátria,
sob a égide dos Valores Espirituais e
Morais da Naclonalldada, tradlclonalmen
te crlslã portanto JneompaHvel com as
Ideologias comunl1.<tus.
Há nesse camlnho hl@tórJco uma
voz que fala ao coração dos brasileiros,
ao coração dos sohlados brasileiros. Po
derlamos ouvi-la Nos Guara.rapes. em
Tuiutl e nos brados da Revolnção de
1964.
As mudanças das épocas não alte •
raram as visões, as reggões, as perspec
tivas e os desígnios traçados - A Grcan
deza do Brasil.
Palestra Pronunciada pelo Pro
fessor Gamallel Stumpf, na Escola de
Artes e Oflclos.
Comissão
. ..
proviso-
na do PDS
Palriunio claralt
as ira {e restaura-
A Diretoria do Pa.
tr1m0nlo Cu1turnl do De­
parimento Estadunl da
Cullurft da Soc·re.turlt1 do
Desenvolvimento 'oclal,
representada na ocaslo
nor HUn Dlretorn o um
Técnico, visitou oo lo­
eals onde estão rendo
reallzdas as obras do
rcoupccnç!1o do pré-dlos,
consldnndoR como bens
pntrimonluls do Munlol•
pio do Cnrnpo Gran:le.
O trabalho de res­
taurnçiJ.o da11 retcridao
obrno, eató. ílendo leva­
do a efeito, por melo do
oc,nvenlo flrmnclo anlro
a Secretaria do Desen­
volvlmento Social e
Prefeitura dfl Co.mpo
Grande, ntravés do qual,
· o munlciolo 'ecebeu N•
cur@0R rtirnncelroa ;.'paro.
a recupnaQ!lo do Museu
"Jo!lé Antônlo Pereira.",
da "Igreja de So Bene­
dito" e- do "Coreto do.
Praça CulaM".
Verificou-se nn ooa­
slão da visita, que a
restauração do Museu
"J<Jsé Antônlo Pereira",
j em estágio final,
apresenta resultados sa
tlsfatórios, visto que fa­
ram c-onservados cs as­
pectos arqultelônlcos da
antiga construção.
Ressalta-se, no local
a nbra do artista José
Carlos - o índio - ,que
está esculpindo a figura
do casal José Aniônlo
Pereira, demonstrando
T'11is umu vez o excolen•
te Dível de suas escul
turas.
O projeto da recupe
raçíio da "Igreja de Siio
Benedito" já está sendo
efetuado, bem como a
restauração do Coreto
da Praça Cuh1bá.
Ontem: com a ·presença do chefe
da Casa Civil do Governo do Estado,
Leite Schimdt dos deputados estaduais
Getulio Gldeão e Londres:Maohado depu­
tados federais Ubaldo Barem e Ruben
f'ignelró, pref&lto municipal Ely de Arau
jo Barbosa, vereadores e uma dez9na
de !!ldadãos foi formada a comis3iio
provisória do PDS.
Segundo Leite Schimtdt "o partido
em Bela Vista já nasce forte, grac,as a
harmonia e a coesão que existe". Todos
lev.aram ótima impressão da atual si­
tuaço politice em nossa cidade. A Co­
missão Provisória ficou ssim constitui­
:da EIy de Arujo Barbosa, Eilásio
Miranda, Getullo Lino, Odilen Nunes
Leite, Carlos Ceàturlle, Ello BBitilanf a
Ivan Af tnee da Costa Marques.
Protánreas enli-
«ia 23.2000 la en
Campo Grande
A região PastorII de
Campo Grande, tão logo
seja liberado o P-rogr:a
ma de Aprove!tamento
de Várzeas ltrigãvets -
"Provárzeas" terá apro­
veitada um tntal de
23.600 hectares, principal
mente para o plantio de
arroz.
O governo estadual
já enviou a Brasílla um
estudo sobre o aproei
tamento de várzeacs em
Meto Grosso do Sul que,
segundo a previsão, em
cinco ano tigirá apro
ximadameute a 100 mu
heetares.

1
t
lORE MOCfl
Paulo Borges Macado
pr volt do uno 1950, despertou
n teneu· dos crlndores de Nelo;e P'a
drio n existência de mmnts mocho em
flt'lll' rebnnht ri. E do couhec,mrato dos
peurlstn, os problemas ocas/onado
pela existneia o chilres nos unimi,
dIfieultnto o manejo e sendo constta
do eomn fequrenela u qubru do me
mos nos bretes no embarques. Em
caso ds brlu utre reprodutores, o por!
go é grHndomPntP aumentado poclondo
até ocnslonnr n morto ou a lnutlllzução
de um deles. Hoje não tem mnls ontido
defender a exlt0nela dos chifres nos
bovino como defesa contra os unimul8
predfltórfos, dadas na condições de egu
runça ofereoldus pelus fazendas. E pre
ciso coni-lrleror lambem. o perigo que os
eh!fres constituem pru o vuqueiro e seu
cavuto, A Inexistência dos mesmos re
presenta tranquilidade puo a lldu com
os nnlmala.
Goslorlo de lembrar que os cria
dores de Nelore Mochos, foram rldlcula
rlzudos durante olguns unos pela sua
pretenso de tentar Inovar dentro de um
esquema tradicional. O pecuaristas rle
Mocho começaram há 30 anos atra6, em
Inferioridade de condições dada a pe­
quena expressão racial das primeiras es­
pécies obtldtlB. Foi realizado um traba­
lho paciente e criterioso de seleção, vi­
sando o objetivo final de transferir a8
oaracteristlcne e o poder genétloo dos
Neloree P.0.1. à rnça Mocho. Os resulta­
dos deste esforço comum, estão hoje
demonstrados pelas conalções de raça
Mocha que tonto quanto os Nelores de
Tribuna da Fronteira.
( Fundado a 20/2/72
Rcgistro no Cartório de Til. e Doe. n.o 1066
CGC-MF 03.201266/0001-90
Insc, Est. 1305923-13
Administrnç3o .Maria Estela V.l'crcin
Redator • Chefe • lvaldo Pereira
Depnrtawento Comercial • Alvaro Pereira
Redação Adinistração e Oficinas: Rua
Duqve de Caxias /n Bela Vista MS' Cx. P. 23
ASSINATURAS
Bela Vista, [anal)
Demnis Municípios
Gr$ 800,00
CrS 1000,00
"Os conceitoe emitidos em artigos
oesin11dos não exprimE'm, neecuariamcntc, a
opinião do jornal.
Fundador e Diretor Responsael
lvaldo Pereira
chllree lo descendenta do reprodutores
Importados, oferecendo ssim ums Igual­
dude roeful.
A evoluçflo da raça Nelore Mocha
é p0derosu e lrreverrlvol e Isso poderfl
er comprovado na 42% Expolção que a
ACRISSUL val promover em Campo
Orando à partir de l 2 de J.brll. A esta
mostra devtrilo comparecer ttlguos dos
runloreA criadores de Nelores Mocho do
Pais, entre ellld Geraldo Ribeiro, Ovldlo
Miranda Orlto. Francisco Jacinto, Rui
E SIGHIFAL
1
A
CERIMONIAS
O conhecimento no slgnlflcaco das
cerlmônlns no tempo de. paixão pode
ajudar a nos prepararmos para esses di­
as, em que devemos nos unir aos sofri
mentas de Nosso Senhor. Desta forma,
prepnrnmo-nos para a fulura bem-aven­
turança e ressurelç!!.o de modo análogo
à Ressurreição do Redentor da humani­
dade.
Com o Domingo da Paixão, lnlclase
a terceira fase quaresmal de preparação
pura a Pál'!coa. A Igreja concentra toda
sua atenção em Jesus, que padece, e
o acompanha em seu caminho de dores,
que, pelo ódio e pelati hostilidades doi;
judeus, conduz até o CalvArlo.
Embora Deus, Jesus Cristo, tende,
assumido a natureza humana. Sofreu in­
dizíveis atrocidadeil físicas e morais. E
ó8, com toda o confiança que temos
na vitória UuµI, não deixamos de abis
mar-nos nos padecimentos de nosso
Salvador. Este sentimento deve aumen
tar em nós a dor por nossos pecatlos,
que-lhe custaram tantos sofrimentos. A
lgreja omite nesses 15 dias todos os si
nals de alegria; devem ser veladas as
Imagens nas igrejas, em sinal de tristezi:
Durante a Semana Santa, a Igreja
se aprofundu mais e mata nos lnsondá
veis mistérios da Paixão do Redentor.
tJ,tlnglndo a tristeza o seu mais alto
grau nos últimos rês dias. Os sinos se,
calam, os ultares são despojados das
toalhas.
No Domingo de Ramos. recorda-se
os últimos dias da vida do Divino Mestre
aqui na terra. A bênção e a procissão
de Ramos é alegre e triunfal. Nela acla­
mamcs Cristo, Rei e vencedor. As ora­
ções da bênção dos ramos exprimem
muito bem o seu simbolismo: a paixão
J 1
1 VJceote
Terra, João Hberto 4oaqu!
Priii cunha e ?"" quo cs criadores
Tenho ceteza ~d para
4e N«orei o»+ egg "{{#3
d t
rar ao seo Ol'!l"
emons l t balho de seleção e
v[altantes um blo rui
evis&j@ d r! 2%%" are toco
Conch!Jnçt,, ur m 12
é gunhar nu bteria esportlva GO
pontos. i
(o}tum Acrissul)
DE
de Cristo 'é também lmogem da vida do
cristã.o de eeus combates e virtudes, da
paz e' ~n misericórdia de Deus. Além
disto, às palmas constituem l!m sacra•
mental que recebemos das mil.os do sa­
cerdoteà, e devemos guardar religiosa­
mente. Durante o ano, lembram elas que
somos d Rtlnados ao combate, á lula com
Cristo.
N Quinta Feira Santa, a Missa é
festiva. oro paramentos brancos. Canta
se o Gl ria, tocam os sinos, para emude­
cerem d novo até o Glória da Ressurrei­
ç!lo. Po ' as ocasiões há no A no Litúrgi­
co tão Jru raselonantes e comovedores co­
mo esta para o coraçüo do fiel. Pois na
Quinta f .Ir& Santa se mesclam alegria
pela lns( ulçã.o dn Santiaalma Eucaristia
e profund tristeza pelo , que sucederia
pouco de' ols da Última. Ceia realizada
no CenAc lo. Depois da procissão o San­
tlsslmo S cramento não permanece mais
no TabernácJlo. cuja porta flea aberta.
Apaga se~ a lâmpada do Bantisslmo e
pt'ooede• s! ã desnudação dos altares,
slgoifican pesar porque J esua se afas­
tou.
Na S~xta Feira Santa, a Igreja não
celebra o anto Sacriflclo da Missa. Tu­
do recorda a Vitima que Se imolou por
nós no Cal ário. E dia de luto universal
em que n sso8 corações compasl'-ivos
devem con,erter-se a seu Deus e Salva­
dor, preparando-se, deste modo, para a
Ressurelção na Pascoa (Agência Boa
Imprensa A 1M).
Pau o Henrique Chaves

/
Ferram
: vi tos!ruir ou retorar, enfio dê a chegadiha na FERRIMAIS.

Na 'per: 1s" voce rncontra tudo para sua constraçã-o, como Telhas, Lajotas Coloniais, Tintas, Azulejos, cimento. cal
, ,
FERRAMIS O Jeitinho Amigo de Construir
Entregamos a Domicílio
FERRAMIS
Rua Marseohal Mallet 1')20,
Aqu@iauana
Telefenes: 1699 e 1006
Mato Grosso do Sul

TE riso OE 9.
SSORES
O ~ovet·nn!lo.r ltnrcelo ~~llran!la
nunelou emn seu abinete, ou]e teve
r
eun(11<, c1 Ili 1i•·i ,1,t •rit,,. (},, . ., .
• • • • - '"'.f'l 'l'I)·~ 0
de professores ds q1ao toá f ,
) J
1
•• L.f o
que a partir de mul piso }e ia] p,'
'I ' '
1
• .J 1:1 ( OH
profonsores - nivcin N l {elat,so ll); N-t e
N-2 í;lnase .), P-{ e P-5; PP-3, PP-4. PB-1
e Ps-2 - qoo rocoberfom meooe de 9 000
cruzl'!roR, ter·üo piso salarial nesse v~lor
O beneficlo nlo será estendido, poréO-:
us professores leigos on lntP.rlnos, por­
que eles passaráo a perceber o piso
O sonhe tornou-se Realidade
Agora om íleJ11 Vlsfu, Exir.te umu Cll
esposa, Seus IIhos, sus a±atgo "}}TPQcarls onde você poderA levar sua
·'-' " ' SE n r-se realmente em sua própria ea.s11
'~ruJ
/r:a7
j»«+.sa algo mais
-1
q
Veja
Churrascaria
mm9 2,Jyp7 E1p
.r s.si) &iillf lll )
Bu»De e Cf»_ 1o lle do @isto Estadual) Pela "de NSJ
,----------"------
em
Cortesia da Prefeitura Municipa I de Bela Vista
as F o e 1 dades:
Cobertura cem por cento.
- -Se-m exlgêncla de utllizução de sementes melhoradr.s e outros iosumos.
- Oitenta por cento do financiamento liberados na assinatura do
contrato.
- 0isp0nsa de vistoria prévia.
- Peço ruí:limo de CrS 793,20 a CrS 975,60 o saco de 60 Quilos.
- Propvslü, contrato e dinheiro da primeira parcela, tudo no mesmo dia
Procure os escritórios da Empaer ou as agências
do BANCO DO BRASIL.
salnrlnl apenas a purtlr do euquncJrnmon·
to, que poderá er assinado no dia 16
de outubro próximo, Dia do Professor.
Marcelo Miranda esclunc,·u, 11fr1
1lu. qu.
os professoreo ccncnn;a<ios o l'll!livuüo:.
estarão ooquudrudon dentro d0 no má­
ximo 60 dlao, pt1i;soodo a recl'I.Je:· vend­
mentos lntenrnis retro&Hvos a jn1wln,. o
que em síntese, slgulfica que será paga
uma grande diferença HO!l que forem oo­
quad.rados.
A rennlllo com os rPprcs~ntílntcs dali
nssoclaçõea e tumbem da Feproiml, tevo
a participação, ainda, do secretrios
Juvênclo Cezar do. Fonseca, de Eclucaç!lo
e Waldir dod Santos, Perelrri, ele Adml
nlstraç.ilo, bem como assessor jurídico
Ci.rlo Falcão e da secretnrla adjuutc1
Marla da Glórla, além do deputad<, Lon
dres Machado, prePldl·nte na Assembléla.,
que entregou ao governador o m11utfesto
dos professore& contendo várias relvln
dlcaçõee.
Alguns presidentes de nssocluções
reclamaram do piso de 9.000 cruzeiros
beneficiar apenas deiermlnadoi; profepso
res mai, de um modo geral o anúncio
agr11dou: "reeta apenas saber se o go
verno vai cumprir essa promessa", des
taca va o presl.!ente da. Feprosul, Euzéblo
Garcia Barrloi:I. As informaçõeP prebtadas
pelo governador, após a reunião foram
levadas para os Jdemal& pr-ofesc;ores
concentrados na FUC.1T e é possível
que ainda existam proteRtos, já que ai
guns pres1dente11 de as11oclações não
gostaram da.s decisÕE.s o que até certo
ponto criou um clima conflltante, com
alguns professores achandü ótimo, -:mtroe
que não r e s o l v 1 a nada (pelo
menos, para ele).
O governador tambãm anunciou
que qullndo d11 reclassificação. todos os
professores serão chamados a exercer
suas funções, deixando de cnmprir fun­
ções meramente burocráttcab: sã~ apro
ximadamente 10.000 os profes;sores es
taduais e pouco mais de 7.000 leciomrn
do. Ei;sa deeieão, agradou todos os
verdadeiros professores, mas certamente
vai preocupar aquelet3 que não estão tra
balhando e que a SEC nem sabe on1e
estárlam lotados. M1:1rcelo ~1íranda anun­
ciou, ainda, que em janeiro serão inicia•
dos os concursos públicos que promove
rao os professores a cargoe publieoa,
efetivando-os e dando-lhes plena estabi
lldade.
'Gol di
maio
5 d
A TV'olkswngen já
está ppnrnando n [est
(IA l 'rterto do novo
mo;elo da empresa o
1::U o Gol-. (li!•• ,;( ,,
tot!tento fabte.do na
un! iade Iadu ttal d
(~nltll'!TTl. no Munloplo
de T'aubaté. Com ee
modelo, a fbrica epe­
ra obter êxito em toda
a década 4o 0 A festa
ô" hwç·:mento et.Ul
marvad para o dia ó
de :nulo, em 'Tubaté,
C(•lJ .t prl t·:1<):l elo Pre
r,irl• 11h l )f'll.-i, d.11.l. Alón1
do lançumento do novo
carro, a Volk Inaugura
ri'.a. OÍ!CHilWC llll', GULI fú­
brkt: m construída às
mugens da Vi Dutra
e que está operando há
mnl:i do <1nl:'1 11nus.
O Gol é u111 narro
pequeno de duas portas,
com1 desenho mo'erno
qu,, v,d co::corr<!r na
fnl:rn do F1Jl. Sc.u preço
dPverú Uc:tr fnll't! o du
Br a .. iiia e do Fuscu Equl
pado em motor I.30U,
o novo modelo deverá
fnz?r maL, dP 13 qullô­
mi:Lros cor:1 um litro de
gasolita e terá motor
ôiantdre. Até ngora a
Vollrnwngen es({l, man,
tendo o mnJg 11boolulo
sigilo e,ficial t
0obre 1:srJe
l2nçame,1to Diu 25 de
maio s11gun:::.o intorma­
çõe:1 que correm em
Taubaté serüo lançadas
duas versões uma para
g..:;,wlina e outra para
álcoc;l.
Precisa-se de
meninos
vender
para
Jornal
Ecnia }
Advogado
Avenida Duque de Cax_·t_a_s _6_9_1 __ c_R_,M __ E_s J_ª __ rd1_e_m T_E_R_R __ A_s_M_a_t_o_G_r_oa_s_o_d_o_su1_- _li
E IS suas
Utilizando os Confortavéis Onibus Classe Turismo da
Viação Cruzeiro do Sul
A Empresa que pensa nos mirumos detalhes ..• Para o sau Conforto.

' 1
!',,!; 11: 1i
Oração ac
Divino Esp
Dr. (iodo Jnulcellf Ho!lluf
fl,ll·MS 14fil
Jardim
Cnu+as Civels o
Muna lo de mio, /n
Criini
Jardim· Ls
fvnn Afonso du Costa Murque
Aclvooarlu em Gernl
ll11u Vol11m(iri(, da Putrln, 370 - íono 2IO
«eh V«ta M
Alvnro Hfzzl dL• Ollvelrn
f)i,eho civil - C<>merolnl • Aprário execuçde
lnve111l1rio, • Dh6rrlo, • 1•on1ruloo
'T'rhlhlta LocuçõeM.
Huna 7 de setembro, 411 Cuixn l'oscal • 91
Ponc.n Porü l1S 1
Dr. Marcus Guimnrãei;
Advogado
OAB/HS - 4702 - OAB/MT - Cl'F. olo.120.700-00
Rua Pundló Cc1lógerns, 301 - Fone 1563
Aqutduana
E CIRNIÇÍO E K
Dentistas
DR. LTOINDO ASHIS GODOY
CIRURGLO DENTISTA
€#0-M$ @53
O lil1ólllnr eonhoclmento danei fa­
to3--reencarnação e Karma---é da maior
importanei para os esplritualistas, assim
como a coe!nela ml xata do resul-
• tutlt> llnR op1•ruçõe1, ruentols.
s Karl Menir, famoso pslq11!1ltra
u firma que a Imalnçlo é mais lmpor­
tunti· IJUP u::1 fatos. Familiarizado com oe
<1rnm•1fl do!l dllltúrblos dr. ID(JDte, conhecia
multo11 dor; l'feit'lB físico do peasameato
nrgatlvo.
É mente que crs ou vlabfl'za o
ato o url'O ou o ucuto. O fato ó conse•
quenci, é resultnnte de forças ninda mul
to pouco conhecJjas no Ocidente e só
n~orn timidamente entrevistas, com mã
vo11tn.de embora, pela chamada clencla
oficial.
Quo 11 humanidade, apesar de pro
palndo desenvolvimento da clenola, é
profundamente Infeliz, em c,xtensllo tonto
maior quanto mais complexa e torna a vi•
da, não se pode Ignorar ou negar. Quais as
causa6 dessa tragl>dla humana? Polflloae
sociais, econorolcas, administrativas? Fa
tores de natureza local no mundo podem
oc11r,lonar, manter e agravar tanto oofrl·
meato? Talvez nunca tantos tenham sofri
do tanto, em toda parte, sem compreen•
der as causas ti até com tanta deseepe­
runçn. Os fatores mediatos podem ser de
ordem polltlca, soP.lal e AConomlca. Nlío
bastam, porem, para explicar os iafeltos
doloroso1:1, os padeclmeatos lndlvldu11ta
ou coletivos. Esses fatores tem cauea.
maior, ainda nllo dectada pela ctenoll a
Comulc6rio, R. lllorecbal Mnllet, 742 . Fane 1.338
Rcsídeoero: R. lllnrecbnl lJnllet. 748. l~ue l!).11
Aquldaunnu ·Mato Grosso do Sul
Dr. Laucldlo Vnldez de Barros
Ci.rurglllo DentJstn
ORO • 557 • Clloico de crinnçns e Adultos
ntcnde-ec com hora marcada
Av. Duque de Cnxine, 508 - Jttrd!m MS

PEDIATRIA
Dr Serg_io B. Pellegríno
CRM 3'11.l
PSIQUIATRIA
Ora. Solange. A. PeUegrioo
€3. 3a38
Doença dos Nervos
Rua "M.areoh11l M.allet, 567 - Fane E522
Resldêoola: fone 2107 Aquida.U8M MS
't!1lt .. !!_ ..
tal, acomoda, evada m"""· '
pada pelas próprias limituç0
d rros do pre en
Erros do pasado.,',cnum 0s
te-basluam.ontc eum, ta<1uludo, i .; lrill,1, ,
conflitos o atritos de hoj 'tenda m
f
< {O (}UH Et' "" ~ , '
cad .. Ja de sofrmenl bem n .. -
«cteããe ho4tera. Ca!"";de <t
wvr@. erg+, 14"%,, 'ir«os der"
testemunlJf.n ° u uç,o
I
em nr,vn,
javels tambem trunr,forron(.o, . '" 11.
'OB eft>,tíJ'· n1 ;- i •
cnusa, esta com "N,";', eorrente terno
voe e assllli, om orr ve
a foro.
o coectmento dae tis ,Ç,""{'
1strameio e«enclg! do ""??ntus.
00 e Indlspensavel a08 ",, isso mes
pregadores e reformaaores. r or i. livro
mo
"'esei·amos recomandar um •
, t I Giz pou-
ex e e l e n t e,- e u j o t I u o '
co, mns cujo texto revela d&mnls, bOb;e
ne' uestõee cármlcao o n i·eencarnaç o
i.se de Muitas Mordns", de, Gtna
Cermra, Edlçao Penssento. rua 'V9P%
Jhelro Furtailo, 648. 8. Paulo. O estu!o
dos arquivos de Edgar Cayce constitui
ram a motlvaçfio do6 largos voôs _de ,,o
tudos e ensinamentos da. autora, de forma
ção universitária e vasta cultura.
Os estudiosos esplrltualfsta:i preci
eam eonheoer e divulgar esse livro, por
oportuno, excel13nte faclnante nti-.
J. Arimathéa .Mourão
V.O. óeF.
7reco das?
exemplar
Moderno Laboratório Ótico a
de sua v1sao
RUA: Bnrllo Rio Branco, 1228 - FONE 624-6041
Campo Grande - Mato Grosso do Sul
)
P.
Muterlul Elétrico
Tudc, para construção
Cimento·- Cal - Telhas Brssiffl - Tubos e Conecções
Jardim - MS
A v. Duque de Caxias, 269
(t'm fronte a Prefeitura Municipal)
Ferragena - Tintas
Bela Vista - MS
Av. Teodoro Sativa, S/tl
(Mm Frente •.. Monumento)
1;--------------------------:------------------4)
de sua Restdencla depen·de da escolha da pessoa Et>pecia.l.izada e.m Dec.()rap
C o N SUL TE e escolha as pessoas que entendem do assunto:
DII DECORIÇÕE
Urua empresa que ajuda vnce a escolher o que vace gosta.
rgtss • grtinas - Boxes - Tapetes ·limofa&@es
DE>coradores à serviço das pessoas de Bom Gosto
rilÁTRIZ: Rua Maracaju 595-Fone • 624-06.l0 Campo lirande M S
Buvemente repress.nunte e~ •Jn.rdim

Tr1buna da Frontela
INDICADOR MEDICO
fontão
CRM 47!l
oençne Pulmonares: Bronquite Asma,
' voa] Cirurgia de To;x'
?{ }osUronto: no rearo cetotto, 1
• os]yoe 624-056i RESIDENCIA: 624 93/7
de
01 o Grande Ms
que
•. ra. Mariza F. Fontao
e cur
por tu
"";;,,, DOENÇAS NERVOSAS
que JNULTÓRIO: Rmn Pedro Cele«no 1641
1 ser4
6 Fonr 624-0561 HESIDENCIA: 6'l4-9897
que Jampo Grande- M8
l à
•• :h i GERI A T RI A
,"" TAMINTO ESPECIALIZADO DE 1DOSO
roa] Dr. W. Penafortte
.,,{] Ex.Residente da CInla Geri4trica 'Ttk
reore!Jar - So Paulo
Gheck-up do Idoso • Reobililnçlio
ROA Dom Aquino 1687 Tele(. 6244367
CAMPO GRANDE - MS F.
ste
r
ENDOCRINOLOGISTA
Dr. Rogério Fernandes Neto
Diabetes • Tireoido - Obesidade
Glandnlos End6crlnos
Conmltn com hora mnrcnd11
g
oa, Padre Jollo Cripa· ]43tJ fone 62-l-8800
mpo Grande - MS.
3
Laboratório de Análises
Clírilcae Oswaldo Cruz
Formocôutlcos Bloqulmfa,C
• ·Annmélla Wnnderley Xavier, Dr. Adalberto
o, Drn. Leldeni Brnndilo Atão e Dr. José
Oonçolvu Pereira
omo,. San,:ue, Urina, Fezes
iÇO tECREÇÕES. _Cu)turn e Antib_lo~ramn, Alcool
unoflurescênciu, Hormônios, Eletroforease
oxicologia.
o Rui Borliosn, 3.2--14 - Campo Grande
RE 383-4838 Mnto Grosso do Snl
Dr. Fiori Murano
Mf:DICO
naultório - 7 às 11 hs. - 16 às 19 he
AT A INPS POi::1'O DE SAt:mE
FUNRURAL 12 às 15 horas
Visro Mato Gro,so do Sul
Dr. José Oscar de Souza
M:BDJCO
Ginccologfa • Obstetrícia
nsnltórlo: Rua Antonio M.a Coelbo N.o 1560
sld: R. 25 de Dezembro 1268 - Vila Rosa.
1 endlmento: 15:00 às' 18:00 hs
mpo Grande - Mato Grosso do Sul.
FISIOCLINICA
Ç-linfoa de Fisioterapia e
Reabilitação Fíeíaa Ltdá
Dr. :Pedro Luiz Alexandre Soubhh.
Greflto 1285-F Fisioterapeuta
a. Msna Augusta S. Madorei.ra Figueiró
Crefito tf56-F - Fi!!iolcrapeai&
Firioternpia em Ortopedlii, Neurolagia
'hnumntologla Renmatologin,
Imutamento sob prescricao Médica
, Horácio de atendimento: :00 à L:30
; 13:00 as fT~ - de !.a a 6.a felM
1 •
1 lla José Antonio, J.'171 - Pane 389-371
mpo Grande • Mao Groso d Sal
- ~ .....
Clinica dt 01hos
Dr. ifo&é Gilberto Abuhaesan
Cllnloa e ClrurgJn da 0lboa
Ad-aptuç/lo de Lentei! de CcmtMo
Omunlt6rlo: Hun Maracaf6, 4l
Fone - 694-4545 e 24987
ílesldeocia: Roa Antorúo Maria CoclbD 111BJ
Fone - 6icc2
Carpo Grande Mato Gronso do Sul
Pronto Socorro
Fraturas D.
Campo Grandr.
de
Basco
Fratura, Ctrurgln Ortopédica lnhn:r.-u
ConeuJias. Médloo11 &peolnH.sta&
Avenida Drull • 755 em frente ao poco Euho
Ponta Por4 - Mato Grasso do d
Dra. Helenlt1se Mnntovani dA Gll'Ve'1J'a
Ginecologia Ob1tetrloba
Coneult.orio
• 13 de Junho, 651 • Fone ~483 e 6!U-IJZ2
Residência Fone 624-6243
Mato Grou»
Clínica de Olhos
Dr. Celeo M. Arakakt
Clinlcn e Glrurgla de olhos
Dra. Angélica M. F. Arakaki
Oftalmologlo Infantil
Adaptação de Lentes de Contato
Cons. Avenida Mato Grouo. 860 Fone A8351l
Ree. Fone 6244618. CnmF Oraa.4e MS
CDRDIOLOBISTI
Dr. Gerson Novaes Guimarães
Eletrnoardlograma de Esforço
Reabilitação Fl:atca
Conmll6rlo: R. Jo,ó Antonio, 972. Fane ~
Res., R. Bartlo do R. Branco, 1426 • Fone 624-074
Campo Grande - Mato Grosso da &11
Dr. Jósé Wilson Jacques
Ortopedia e Tranmatologln
Atendimento Diurno e Notw:n.o
Forno de Bler - Ondas Curtas
Rodo. ~autíca - Tração Oerv1cal ,
Consultório: R. José Antonio 972 • Fane 6343120
Resld,; R. 14 de Jnlho, 858, e/3 • Fom, 6K.-aõ
Campo Grande - Mato Groseo do &1
REUMIITOLOGII
Ora. Sonia Maria de Medeiros
GU1',e11 Médlcn Renmatológfca e Firietentpia
CR.M . .MS 156 - CPF 17365791.l-87
. Atende·Ee pelo Unimed
• Horarlo: 16 hs à, 21 hora1
• Médica contratada para cadeira de Gltni­
cn Médica d Faculdade lédica de
Mato Grosso do Sul
Consnlt: R. Antonio M. Coelho 1443 • F. 383.2930
Resid. R Abrão Jullo Rahe 1864 - fono 383.4584
Campo Grande - Mto Grosso do Sul
Ginecologia - ObstetridG'I
Dra. Calva T. Fúruguem
Dr. Paulo S. Furuguem
Fone Residência 624-4$69
B,terilidade Conjugal· Mo,tolog1• - Pré-Natal,
Parto& e €irurgias
Horârio: da• 1, àa 18 h,s. • Gon1ult6rioa: (fmaioa)
A-r. Afonao Pena 2303 Fone 383- 529 Cas I
Campo Grande - Mato .. _ lo hL
GINEG::OLQGIA: QBSTETRIE:IA
Dr Edson de A. Alves
Ora. Katia Dutra A. .Mves
Pré-Natal Ginecologia infantil
. Ferençio do cancer Genlcológico
Couvenlo Banco do Braell • Uhued
R. Padre Joio Orippa 1852
Consultorio. fone 634-9703
Re,idencia fon1 624'82t
Campo Grande Mato Grosso do Sul
Gastroenterologia
Dr. Dougl01 ChlMm
(Tratomento Clinloo o Clrúrr,tco de
DoelJÇ,81! do Aparelho DigrsUvo)
Hua Antonfo Maria Coelho, 144% - tone s7.2970
Campo Grande- Mato Grosso do Sul
; LAC - Laboratório de Anatenril
Patologica e Cifupatologia
Dr. Maçanori Odashiro
Dra. Neuza Nakao Odashire
kxames de Prevenção do C'â.neer
Dem Aqulno 1700 - Campo Grande MS.
e: 624.0532 Rs. 624-6027.
Dr- José Roberto Oliva
DocnQM do Scnhoroo e Parto
,hendlmcnto: l.>iArinmcnte. Jlo,r6rlo Co,nercial
Rua Morac:aj6 • 499 • Fono 624.56 46.
Campo Gfondo Mato Grouo do Sul
LAB Anal· Clinicas de C. Grande
Dr. Fâblo Riboiro Monteiro
Dr. Heldir Ernni Piro
Dn.. Clren■Quelt6ll
Dr Mariez Boita
Dr Gere I O. Maksoud
Av. Af-onso Pona 22.51 Tolefone: 6248350
CLARA Estilo em Modas e Pratas
GRANDE
LIqidaço
(.}alça.a, Cami,as, Blmu, Bata,, Jean•.
Do Clauieo ao descontraido. Par ele e
Ela. E as maia belu Joi,1 om Pr:ita@
Annida Aíon10 Pena. 236? - CLARA
Pone 383.3088- CEP 79100
Campo Grande MS
VIDROSUL
Colocação de vdros a domlcllfo
E1pelho1 e Moldu.ru em Genil • Serrlço perfeito
Serviçó Social de Luto
Atendemos a qualquer hora -
Serviço Completo
Seriedade e Responsabilidade
Bela Vlsta: R. Barão do Melgaço, 558
Jardim= Rna Tenente aernardee - 2928
PREÇO DESTE EXEMPLIR
CR$ 6,00
3prtha
~r entit
/SIS Ia
a 'leilnra
€. Bar e $$
Totalizando r,,cursol
no valor de Crs 10. H78.
400, 00 (de milhões,
efscentos e etonta 0
oito mil, q1rntroccntotl
cruzeiros), a Secretarl
de Derenvolvlmonlo So­
clnl IIberou 3% parcela
resultante do convOnlo
firmado Pntre Pste Ór:.?ÜO
IMadual o FUNABEM,
que dará continutdado a
agillzuç1io do Profeto
Kuru mi.
011 recursos llbol'll·
dos terão como bonofl­
clãrlas, a Prefeitura de
Campo Orande o o. Sele­
ta Socleda.de Curltatlva
e Humanltfirta.
A Prefeitura Munlcl­
pul de Campo G7Unrlo
receber um total da
CrS 358. 400, 00 (trezen­
tos e cinquenta e oito
mB, quatrocentos cruzel­
ros), sendo CrS 115. 6ü0.00
(cento e quinze mil, uels­
centos cruzelroti) desti­
nados 110 Bairro Santa
Ft e 242. 800, 00 (duzen­
tos e quarenta e dois mil
oitocentos cruzeiros) á
Vlla N1.1.sser, beneficiando
como estabelece o Proje­
to a um total de a proxJrna­
damente dois mil meno.
res. através de progra­
mas ocupaclonn!s, profis­
slonaliZRntes e ereche.
A quantia de CrS 10.
320. 000. 00 (dez milhões.
trezentos e vinte mil
cruzeirosl, ser entregue
á. Seleta Snclerlade Carl•
tativa e Humanitária. e
tem como finalidade dar
eont!nuldade a constru­
ção do complexo, que
dará assistência ao me­
nor carente de Campo
Grande e comprar mate­
rial permanente para o
memo.
Á SSCH utillzarã CrS
6. !'iOO. 000, 00 (sei;; mi­
lhões. quinhentos mil
cruzeiros), para dar pros­
segulmento á.s obras e
os reGtantes CrS ... 3. 820.
000'00 (três milhões, oi·
toeentos e vinte mil cru­
zeiros), serão usados pa­
ra a compra de material
necessário para o func1o­
namento ·_ do complex-o.
Restaurante

-
Visite
Espe€ialiâadás:
da Casa
Vis.ta
Cassino
Categoria
o Restaurante
Paraguay
lnternaeioeal
Musica - Ambie:nte - s.ervic;o
CISSÍIO
--
a La Carte
Parauy
r>armegiana e Frango à Moda

IEDID
Por Nancy
Iler{a a er
rlreszecliy
la Cor
fCasla
'.'i ASOIMEN'l'O; Barreto.
Uo p.bens o casa! de "papnls 15/3/15 anos elo. Jourlaslma Vanlnh11.
coruj1111" Ivo ,. Orey, pela vinda do No clubo Puroqulnl ucontocou n rcunUo
baby quo recL ·u o nome de Fernando. dos umigos ,p! comemorarem.
NATS:
DIs 2 pp tz 1" .ninho o garotlio
J o.' lo. Seus pus Helto e Sulete para
oomomornr 11 duln l'Ounlrnm muitos um!
pinhos de Joséllo para cantarem o 'pnra
bens a voco" Foi uma festinha divertd
para a petlzadu.
2I/3/I6 primaveras da jovem Magda
CEHIMÔNIAS DA 8EMANA SANTA
3 I, santa: I9 h. Ineerranento da
onmpanha du Fr1.1ternld11de oonfiesões.
51. Santo 10 hs. Carlmonla do
Lnvu-pés crtanQnB
19 hs. Ultlma Cela Ls.va-péa o mie
81,
21 hs, Vlgllta.
17
VI7O?IA
ME TESE 3
Durante a vigllla o Padre estará
a tendendo Clonfü;sões.
6ª t. Santa: Viu Sacro. 7;30 crlnr:ças
8:SO mulhore11, 9:30 homonu conflasões
durante u vla nacrn.
19 bs: Paixão do Cristo e ProclYsúo
de Cristo morto.
Sàhado 21 hs. missa de Aleluia.
Domingo da reasurref.;úo. Matriz
missa às 7 hs. e 19 hs. Cupelu Esp. San
to-mlesa 17:30 hs.
SAMBA:
Me 2
Jogo: Sessenta !! x Amarica (Campo avante NIvaldo perde boa oportunidade,
Grande) 3 e o time americano mostra que será 2
2 TEMPO
Local: Estõ.Jto Oclávlo Footourn uma parada indigesto. Mae é o Sessenta
que marca atravi-s de um gol contra, O Sessenta entra com Toledo,
Data: 30/
3
/80 mareado pelo lateral Arsenlo. Mlklmb11 no lugar de Ramão, e Nado, no de Na­
Juiz: Sartú. ruxlllares: Ulisses e Fer- dà um balão na área, etinho vai com des, o jogo melhorou. E oeste 2o tempo,
mino fé, e n confuso Arsenlo manda para o a polca dominou. Rodopiando e jogando
Renda: Nfio foi fornecida. fundo 1as rôde de Ortega. É o delírio. A 11 base de toques rápldol:l e com Toledo
1° Tempo: Amarica 2xl. Gols de torolda do tradicional vibra e torce. Mas pedindo lloenca aos 11taeaotea do Ameri­
Arsenio (contra) aos 5 m; Nivaldo, aos
I
o Amerlco, multo bem postado em oam- ca, Nado segurando o melo campo, o
.16 m e T<,olnho, nos S6. po, com o maestro Cezar, um baita ne- Sessenta cresceu. O lime do samba mu-
:!2 Tempo; Betioho, de penalti, aos 7 gão àe quase dois metros de allura, im- dou melo mundo, mas n~o perdeu o rlt-
m e lrlneu, uos S7 m. punha o respeito à bola e à plateia e mo. Apeons segurando, e mudando o es-
QTT D •os· SESSENTA· V d comundava o espetáculo. Gradattva_mente tUo, pois a rapaziada do _tradicional já
AI
nvAEd' . ld. z ' R ·" (T ª
1
odru): o tlme americano impuaha o seu Jogo e nlío entrava naquela da hoha burra. Aos
emao, va
0
, eca e .amao o e
O
ditava as regras. 17 m, Jorge invade a área e poderia
Nades (Nado), Miki~ba 1, ~Jouo Cario&, Explorando IGRlTÓ pela direita, marcar, mas é "sapateado" e o Sartú,
Jorge Xlpa,. BetJnho e Hermes (Laucldlo) que venclu todas com Ramilo, o Ameri· que não dorme de touca, ma:ca o pênal-
AMERICA: Ortega (Eduardo). Arsenlo ca mostrava ser um tlme competitivo e ti. Betinho, trãnquilo, olha o céu azul,
IRlrnuHo), Luiz Mario, _'Cezar e Genileon com muito conjunto, Passando rápido os passarinhos voando, e multo romaoti-
- {,Josué); Jorge e Toolaho; Kiritó (Alcldes), da defesa para o ataque, explorando as co dá um toque sutíl e a galera vibra.
Nata (Marçul), Nivuldo i. Reoe (Irineu). pontas e &proveilaodo a rapiddez e a Sessenta 2 x America 2. Era o sufoco.
. • lnteligêncta de Nlvaldo, e tlme do sambl:l Ai a partida passou a ser equilibrada
O.:JOGO la impondo a cadência. Na defesa o m11s sempre dando a impre1,são que ~
O pov!lo estava em festa, as ban. pessoal jogava duro mas não desleal, e time do samba iria dar uma' de ."zé ma­
eiras tremulando, tremulando, e a ,:ix- U!ava muito bem a tática do impedlmen né". E deu. Estragou a festa, aos 37,
peotatlva do jogo entre o América e o to, a famosa ''linha burra" e o tradlcio quando lrlneu, manda o Ve.dora buscar
Sessenta era grande. O time de Arcllel nal oofria. Aos 16 minutos, numa trama a menina de couro lá no canto dos tres
Lageano estava preparado para enfrentar pela direit:. Kiritó, mostra um passo paus. Era S x 2e uma brilhante vitória
aguerrida e coes equipe do America. (para nós desconhecido), a furiosa do do Amflrlca. Vitória indiscutlv11l e justa.
O estádio Octàvio Fontoura estava p&r- America toca um sambão do Martinho e Foi um belo espetáculo. No time do
cialmeote .tomado, e embalado ao ritmo Nivalrlo, gingando, escolhe uu caoto e samba destl!camos Luiz 1Iario Cezar
do amba quente da torcida amGricana. Vadoru não _vê, mas nós, vimo&, a me- Toninho, Kirltó, Nivaldo, Jorge :e Alei:
. torcida alegre, descontraida e vib1ante nina fui mouer lá no fundo do barbante. des. No Sesi,enta, o menino de ouro ZBC
do America, surpreendia os belavfsteoaes, Era 2x1. Houve uma quebra de ritmo, (Excelente), Edvaldo, João Carlos, Mikim­
e a sun escola de samba (uma verdada!- por alguns instantes, mas a torcid_a, dos ba (um gigante). ffermes. Toledo e Jor. e
ra escola) prop0rcionava o ritmo do ba- dois times, Impulsionou. A polca eontra (multo esforç.ado e oportunista). Res1a
lanço e de giga. Esse time não pode o samba. E o partit.io mela alto falou dizer que logo no final da partida
0
parar, o Ami:l'ica vai bo~or prn quebrar... bonito. Aos 36 minutos, o excelente To Sessenta perdeu o gol de empate at~a­
e foi nesta ritmo, neE:te balanço, dosam- ninho, pensa que a bola éeua vai dl- vé& de·Xlpa. quando João Carlos fez de
lla, da gioga, dn rnulíole, que o tlme biando chega lá no pedaço, onde o Ze. tudo, só faltou o gol. Mas valeu .
0
es-
campograndense eott·ou; l!m campo. ca estava barbarinndo e oonRegue as petáculo.
ÔBA
ÔBA s<>vlar o "Chega Mais" e a redonda vai
, •• descansar nu cidadela de Vadora (que
Logo no iníeio da partida. mais estn va invoclldo). O prl.ntiro tempo
precisamente aos 5 minutos, .o centro termina com 2x1.
As 20,80 horas
quinta-feira, dia 27,
salão Nobre do P,
Munlclpa 1, numa pro
g0o conjunta do Dp4
tameoto Estndual e
Cultura dn Secrcturln d
Deseovolvlmonto Soei
de Mato Grosso do s
e Secretaria de Tunsma,
da Prefeitura de Camup
Grande, foi aberta a Ex
posição Retrospectha
de Iga es Corrên ~•
Costa.
A abertura conte
com a presença do Se
cretârio d':l DeseavolT(
meato So::lal. que fnto~
na ocsslüo dos mérlto1
da renomada artlst
plstica que é Ignes
da hnportO.ncla pura
formação cultural do po
vo sul mato-grossens,
de eventos como nque
le, citando ainda, o lote
rese do Governo d
Estado. em cada ve-,
mais, ampliar sua ação
cultural.
A Exposição, real
mente digna de nota
pela qualidade e harmo
nla dos trabalhos apre
sentados, pern::aneoer!
aberta até o dia 04 de
abril.
Oração ao
Divino Espíri
to Santo
Espírito Santo você qu
me cseLue.:e tudo qu~ ilalll
na todos os cDminbos pa1'11 Q1l
cu atinjn o meu ideal, você
me- dá o dom divino de per
doar e eaquccer o mal que
fazem; e que todos 0r 1D
tantes de minha vida tscl '!'
migo, eu quero n .:sto curto dii
logo. ngrndceer-lhc por 1ado
confirmnr ma.is uma vez,
eu nunca quero me ep
de você por mnior qur ,eji
luso material no erí o r
nin::o da vnntade que· sint
de um dia est:nr eomz oc
odos os meus írmi101 na &1
6
Perpétua. Obrigada mas
vez (a pessoa deverá farer
ora'o 3 dis seguidos e
fazer o pedido. Dentro de
dias será alcnnçula a ,ri
por mais difícil que ej) F
blicar arsim que rerebe
graça.
,O.A. L.
ffln
O BANCO QUE CON·H,ECE A NOSSA TERRA
O Financial está apta a resolver os sous problemas, converse com o Gerente
. No Financial fuilõ é llesollliia na Hor.a.
Tome uma atituds inteligente abra uma conta no FINANCIAL
oco Fi
erg"-r CD