TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº489_02_04_1980 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº489_02_04_1980Número da edição489Data de publicação2 de abril de 1980Número de páginas6GeoCoordenada -22.11935773012312 , -56.52273535743857 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº489_02_04_1980 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto Ano IX NI89 Quarta-Felr ...... 4 TEI 02/0-t/80 Bela Vhrln LUÇIO DE 1 Nesta clnln convidado a folar vos • nlgo sobro a dutn que hoje transcorr $8se fim como demonstraram OP Inquéritos ou seja mnls um universúrlo da Revon. {e se realizaram após a Revolução de o de 31 d M d 1964. 31 de _Murço, sem _sombra de dúvida. çl e 1 urço • 1e u , procurarei Era 11 11çiln do Punido Comuniua Drueilei- cumprir na medida dns minhas posses o ro, núcleo dominante do todas a declsõe, honroso rncnrgo que recebi. mas o 4omploxo subversivo, abrangia Toda revolução impõe que um dia grande numero de organizações, englo oomeçmos u desesperar do presento e bando as "Ligas Camponesns do Jullo, tomamos a decidida resoluçfio do desviar a "Açllo Popular•· e os "Grupos dos On nos dele, dti rPjeltó lo dese.nganadamente. ze" de 'Leonel Brfzola que malfadndn- Hà, porem, s pretensus revoluções mente se encontra novamente no Brasil e 11 s r f v o I uções a u te n t i- 1'odos esses integrantes da dfnâml cas. Se ns primeira,. rep1·eseotum simples, oa comunlzuote eram peças de um ma• mente uma rupturu e u Ifo,tóriu teC'.I de- qulnlsmo,. mampulado habilmente segun monstrt1 do quo frequentemente elus são o do técnlrn apurada o eficiente que apela prelúdio_ de mudanças para pior, só as parp. tod9s os reou!'sos, deslle a eorrup revoluçoes verdadeiras conoillnm '.a ruplu- ção oté a lntlmldaçlio, Jntimaç!io e o te ra com o passado e u consciência de ror. que os movlmrntos pollllcos devem desti- Demandaria hc:,ras a fio para dizer uar se ao serviço do homem, corpo e vos todo emaranhado de ações que de ulma, e não trnnsformâ lo ~m tieu dooll mandavam conduzir o Brasil a transfor· Instrumento mt~nlpulnndo o como coisa vil. mar-r,e num s11téllte de Moscou. Mas a rupturn dus autênticos !'l'VO· João Goulart estava enredado e luções não é com o pasgudo tomado glo· emaranhado em estranhos comprumlsoe. balmente, mas com aquilo que nele deve A l3 delmarço por sugestão do " "%3"",%% %%...%%%%. e. Rc,is. @iiivis ss &ri@si ã» de antes de 1964 é, a esrn propósito, Brusll e tambe , depois de ali compare. muito elucidativo NPRse sentido pode se c-er e falar. o • residente Mmpareu a u- ma assembléla de cerca de dol6 mil sar dizer que u Revolução de Março nasceu gentos no Au móvel Club. do desespero em· que ª· situaçllo do País • Depois ilsto vieram então dias de lunçara a consciência nacional e que ela cisivos para emocracla. A r~ação aesen como verdadeira revoluçilo, !iigulficou a cade&da co tra o lmperlo da subver ruptura c-om a sltu;..çüo então existente. são e dn de rdem. dominante no Brasil 'Crise de novembro de 1955? A cha- pa Kubitschek João Goulart vinha aureo• demom;trou ue grandes reservas mo l rais jaziam, " latentes e inconformados, ada pelus estranhas alianças que l.sso- no selo da r·: pulação e, em particular, clavam getullstas, comunietas e velhos no O.mbltó d forças armadas. Desper pollUoos, trazendo o 1.<ignificndo da heran- tadas pelas àmeaças evidentes, sublima- ça emocional de Getúlio Vargas. ram se. Depois de Juscellno, a consagração No di 31 de março, levantaram-se vitoriosa de seu adversário politico, 0 as tropas d Minas Gerais, comandadas Sr. Jânlo Quadros, eleito por e!lmagado• pelos gener is Olympio Mourão Ftlho, ra .votação, que empossado em 31 de Carlos Lul · Guedes e· Antonlo Carlos Janeiro de Hl61 acompanhado do 'ice Murlcy. O arechal Odlllo Denys, no o João Gou1arl, que se reelegera, graçs o bstante enctntrar-se na reserva, unln-se apoio dos comunistas e ás dissensões a seus com anheiros revo1ucionárlo11. entre forças pollticas dernoort'llicus. Em oucas horas criou-se um Po- O exercito. como as demais forças der Revolu lonárlo, entusiasmado e deel armadas, mantinha se na espectativa de dido. uma solução para os prob1emaa nacionats Os c! fes militares General Caste· n.gravados cada dia pela instalJllidnde so- lo Branco,[ Costa e Silva. assumiram a ctal e pel8 corrupção pc,lltlca e econômica. responsabl tdadtl de UderanQa do movi· O governo de Jíl.nio durou efeme- mento aoo panhados e auxiliados por ramente sete meses ou seja 205 dias. antigos camaradas e grandes números João Goulart vics e substituto legal de oficiais) do renunclante, viajava pelti China Co• A Escolas de Estado Maior do E .. munl~ta numa pseudo missão fraternal, . xéroito e a Escola superior de Guerra mas inquietante pra o pais... converteram-se em· centro de ação revo- Brizola oo Rio Grtrnde do Sul com lucionária. Inúmeras uuidades, em todo oorrelfgtonários associanoo extremistas e o pnis, denlaram-se rebeladas e, á medl agltadorAs clamavam violentamente pela da em que as horas se passavam a 31 ~lla pos!.le- e preparu.vam se para a luta de março, processeu·se avalassadora a armada. Governadores estaduais, reunidos desão das forças armadas, oontrãrlas as propuseram uma solução de compromisso: violações da disciplina e da hierarquia. a insatuição de um regime "'parlamenta- Os lideres comunistas, leram presos ou rlsta'·, visando a reduzir substanciolmen~e pGslos em fuga. O dJBpClsltivo do Presl_ a capacidade de decisão presidencial. Con dente Goulart fa 1 h a r a Integralmente corlaram os chefes mili!ares e Goulart Quando seus ascecls e demais pôde, finalmente chegará presidência, souberam que João Goulart, fugira, em Abria se novo cspituJo da ht,,,tória brasi boroando, às pressas, num a:vlão que o leir. Como e epersva, o prlementaris aguardava no fim de pista do Aeroporto mo falseado a inadequado u mentalidade Santos Dumont, toda gente que o aeom braslleira, mostrou .se ineficaz, t3 a cam panhara naqueJes momentos cruoiaia, panha do plebiscito par a sua extinção entro em pânico e abandonou o paláoio serviu prppt cnurists que se precipitadamente, de sorte que, em alguns valeu pura mtpvl:r us Isas era to minutos, aquele edifielo, onde pouco an do O pais. • • h'fl <:;,. !lgttavam ministros, perlamentàres As vesperas da Revolução de Marco d> e secretários, converteu-se nm silencio- 1964 erg visivel span- ou!sta e s, e desarrumado ambienate. Governo João G.u!att; ex1tua troar±ti! A ffepúblfoa SlndleaiUsta periera Concepço, orist..ç2o s±stemutizudu e sua última oportunidade. condução perseverante e clandestina com O Governo Revolucionarlo, de inf elo entregue aos três Ministros Militares como Supremo Comando encoulrou o Pais em verdadeiro 0110s. As forças armadas aesumlrnm virtualmente, a responsabllidnde da dlr ... çilo nacional e prometiam apuração cabal de culpablidsde dos lmpllcudos oa subversão e na corrupção. Dias mais tarde ou seja a 11 de abril de 1964, o marechal Humberto de A [encar Castelo Branco, eleito PrE-nldente da República recebia o !' pesaafi:;11lmu encargo de retite.belccer a order::: em todos os setores da vida nacional que um regime lrresponsavel abalara brutal• mente. Remontemos, agora ao passado, sintese! Bm:1quemoA os grande@ e nobres exemplos, nas lutas, cruentas ou oüo, pe ln defesa do Brasll e de seus bens cul turRls e materiais. AI sempr~ estiveram presentes as forças terrestres, como ex pressão legitima do noe!.lo po7o. Em mais de quatro séculos. elas hoje sublimadas no Exercito Brasileiro, revelaram o mesmo valor e lncompara vel constância, nu conaulsta e na manu tenção dos grandes abfet1vo11 da Pátria, sob a égide dos Valores Espirituais e Morais da Naclonalldada, tradlclonalmen te crlslã portanto JneompaHvel com as Ideologias comunl1.<tus. Há nesse camlnho hl@tórJco uma voz que fala ao coração dos brasileiros, ao coração dos sohlados brasileiros. Po derlamos ouvi-la Nos Guara.rapes. em Tuiutl e nos brados da Revolnção de 1964. As mudanças das épocas não alte • raram as visões, as reggões, as perspec tivas e os desígnios traçados - A Grcan deza do Brasil. Palestra Pronunciada pelo Pro fessor Gamallel Stumpf, na Escola de Artes e Oflclos. Comissão . .. proviso- na do PDS Palriunio claralt as ira {e restaura- A Diretoria do Pa. tr1m0nlo Cu1turnl do De parimento Estadunl da Cullurft da Soc·re.turlt1 do Desenvolvimento 'oclal, representada na ocaslo nor HUn Dlretorn o um Técnico, visitou oo lo eals onde estão rendo reallzdas as obras do rcoupccnç!1o do pré-dlos, consldnndoR como bens pntrimonluls do Munlol• pio do Cnrnpo Gran:le. O trabalho de res taurnçiJ.o da11 retcridao obrno, eató. ílendo leva do a efeito, por melo do oc,nvenlo flrmnclo anlro a Secretaria do Desen volvlmento Social e Prefeitura dfl Co.mpo Grande, ntravés do qual, · o munlciolo 'ecebeu N• cur@0R rtirnncelroa ;.'paro. a recupnaQ!lo do Museu "Jo!lé Antônlo Pereira.", da "Igreja de So Bene dito" e- do "Coreto do. Praça CulaM". Verificou-se nn ooa slão da visita, que a restauração do Museu "J<Jsé Antônlo Pereira", j em estágio final, apresenta resultados sa tlsfatórios, visto que fa ram c-onservados cs as pectos arqultelônlcos da antiga construção. Ressalta-se, no local a nbra do artista José Carlos - o índio - ,que está esculpindo a figura do casal José Aniônlo Pereira, demonstrando T'11is umu vez o excolen• te Dível de suas escul turas. O projeto da recupe raçíio da "Igreja de Siio Benedito" já está sendo efetuado, bem como a restauração do Coreto da Praça Cuh1bá. Ontem: com a ·presença do chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Leite Schimdt dos deputados estaduais Getulio Gldeão e Londres:Maohado depu tados federais Ubaldo Barem e Ruben f'ignelró, pref<o municipal Ely de Arau jo Barbosa, vereadores e uma dez9na de !!ldadãos foi formada a comis3iio provisória do PDS. Segundo Leite Schimtdt "o partido em Bela Vista já nasce forte, grac,as a harmonia e a coesão que existe". Todos lev.aram ótima impressão da atual si tuaço politice em nossa cidade. A Co missão Provisória ficou ssim constitui :da EIy de Arujo Barbosa, Eilásio Miranda, Getullo Lino, Odilen Nunes Leite, Carlos Ceàturlle, Ello BBitilanf a Ivan Af tnee da Costa Marques. Protánreas enli- «ia 23.2000 la en Campo Grande A região PastorII de Campo Grande, tão logo seja liberado o P-rogr:a ma de Aprove!tamento de Várzeas ltrigãvets - "Provárzeas" terá apro veitada um tntal de 23.600 hectares, principal mente para o plantio de arroz. O governo estadual já enviou a Brasílla um estudo sobre o aproei tamento de várzeacs em Meto Grosso do Sul que, segundo a previsão, em cinco ano tigirá apro ximadameute a 100 mu heetares. 1 t lORE MOCfl Paulo Borges Macado pr volt do uno 1950, despertou n teneu· dos crlndores de Nelo;e P'a drio n existência de mmnts mocho em flt'lll' rebnnht ri. E do couhec,mrato dos peurlstn, os problemas ocas/onado pela existneia o chilres nos unimi, dIfieultnto o manejo e sendo constta do eomn fequrenela u qubru do me mos nos bretes no embarques. Em caso ds brlu utre reprodutores, o por! go é grHndomPntP aumentado poclondo até ocnslonnr n morto ou a lnutlllzução de um deles. Hoje não tem mnls ontido defender a exlt0nela dos chifres nos bovino como defesa contra os unimul8 predfltórfos, dadas na condições de egu runça ofereoldus pelus fazendas. E pre ciso coni-lrleror lambem. o perigo que os eh!fres constituem pru o vuqueiro e seu cavuto, A Inexistência dos mesmos re presenta tranquilidade puo a lldu com os nnlmala. Goslorlo de lembrar que os cria dores de Nelore Mochos, foram rldlcula rlzudos durante olguns unos pela sua pretenso de tentar Inovar dentro de um esquema tradicional. O pecuaristas rle Mocho começaram há 30 anos atra6, em Inferioridade de condições dada a pe quena expressão racial das primeiras es pécies obtldtlB. Foi realizado um traba lho paciente e criterioso de seleção, vi sando o objetivo final de transferir a8 oaracteristlcne e o poder genétloo dos Neloree P.0.1. à rnça Mocho. Os resulta dos deste esforço comum, estão hoje demonstrados pelas conalções de raça Mocha que tonto quanto os Nelores de Tribuna da Fronteira. ( Fundado a 20/2/72 Rcgistro no Cartório de Til. e Doe. n.o 1066 CGC-MF 03.201266/0001-90 Insc, Est. 1305923-13 Administrnç3o .Maria Estela V.l'crcin Redator • Chefe • lvaldo Pereira Depnrtawento Comercial • Alvaro Pereira Redação Adinistração e Oficinas: Rua Duqve de Caxias /n Bela Vista MS' Cx. P. 23 ASSINATURAS Bela Vista, [anal) Demnis Municípios Gr$ 800,00 CrS 1000,00 "Os conceitoe emitidos em artigos oesin11dos não exprimE'm, neecuariamcntc, a opinião do jornal. Fundador e Diretor Responsael lvaldo Pereira chllree lo descendenta do reprodutores Importados, oferecendo ssim ums Igual dude roeful. A evoluçflo da raça Nelore Mocha é p0derosu e lrreverrlvol e Isso poderfl er comprovado na 42% Expolção que a ACRISSUL val promover em Campo Orando à partir de l 2 de J.brll. A esta mostra devtrilo comparecer ttlguos dos runloreA criadores de Nelores Mocho do Pais, entre ellld Geraldo Ribeiro, Ovldlo Miranda Orlto. Francisco Jacinto, Rui E SIGHIFAL 1 A CERIMONIAS O conhecimento no slgnlflcaco das cerlmônlns no tempo de. paixão pode ajudar a nos prepararmos para esses di as, em que devemos nos unir aos sofri mentas de Nosso Senhor. Desta forma, prepnrnmo-nos para a fulura bem-aven turança e ressurelç!!.o de modo análogo à Ressurreição do Redentor da humani dade. Com o Domingo da Paixão, lnlclase a terceira fase quaresmal de preparação pura a Pál'!coa. A Igreja concentra toda sua atenção em Jesus, que padece, e o acompanha em seu caminho de dores, que, pelo ódio e pelati hostilidades doi; judeus, conduz até o CalvArlo. Embora Deus, Jesus Cristo, tende, assumido a natureza humana. Sofreu in dizíveis atrocidadeil físicas e morais. E ó8, com toda o confiança que temos na vitória UuµI, não deixamos de abis mar-nos nos padecimentos de nosso Salvador. Este sentimento deve aumen tar em nós a dor por nossos pecatlos, que-lhe custaram tantos sofrimentos. A lgreja omite nesses 15 dias todos os si nals de alegria; devem ser veladas as Imagens nas igrejas, em sinal de tristezi: Durante a Semana Santa, a Igreja se aprofundu mais e mata nos lnsondá veis mistérios da Paixão do Redentor. tJ,tlnglndo a tristeza o seu mais alto grau nos últimos rês dias. Os sinos se, calam, os ultares são despojados das toalhas. No Domingo de Ramos. recorda-se os últimos dias da vida do Divino Mestre aqui na terra. A bênção e a procissão de Ramos é alegre e triunfal. Nela acla mamcs Cristo, Rei e vencedor. As ora ções da bênção dos ramos exprimem muito bem o seu simbolismo: a paixão J 1 1 VJceote Terra, João Hberto 4oaqu! Priii cunha e ?"" quo cs criadores Tenho ceteza ~d para 4e N«orei o»+ egg "{{#3 d t rar ao seo Ol'!l" emons l t balho de seleção e v[altantes um blo rui evis&j@ d r! 2%%" are toco Conch!Jnçt,, ur m 12 é gunhar nu bteria esportlva GO pontos. i (o}tum Acrissul) DE de Cristo 'é também lmogem da vida do cristã.o de eeus combates e virtudes, da paz e' ~n misericórdia de Deus. Além disto, às palmas constituem l!m sacra• mental que recebemos das mil.os do sa cerdoteà, e devemos guardar religiosa mente. Durante o ano, lembram elas que somos d Rtlnados ao combate, á lula com Cristo. N Quinta Feira Santa, a Missa é festiva. oro paramentos brancos. Canta se o Gl ria, tocam os sinos, para emude cerem d novo até o Glória da Ressurrei ç!lo. Po ' as ocasiões há no A no Litúrgi co tão Jru raselonantes e comovedores co mo esta para o coraçüo do fiel. Pois na Quinta f .Ir& Santa se mesclam alegria pela lns( ulçã.o dn Santiaalma Eucaristia e profund tristeza pelo , que sucederia pouco de' ols da Última. Ceia realizada no CenAc lo. Depois da procissão o San tlsslmo S cramento não permanece mais no TabernácJlo. cuja porta flea aberta. Apaga se~ a lâmpada do Bantisslmo e pt'ooede• s! ã desnudação dos altares, slgoifican pesar porque J esua se afas tou. Na S~xta Feira Santa, a Igreja não celebra o anto Sacriflclo da Missa. Tu do recorda a Vitima que Se imolou por nós no Cal ário. E dia de luto universal em que n sso8 corações compasl'-ivos devem con,erter-se a seu Deus e Salva dor, preparando-se, deste modo, para a Ressurelção na Pascoa (Agência Boa Imprensa A 1M). Pau o Henrique Chaves / Ferram : vi tos!ruir ou retorar, enfio dê a chegadiha na FERRIMAIS. • Na 'per: 1s" voce rncontra tudo para sua constraçã-o, como Telhas, Lajotas Coloniais, Tintas, Azulejos, cimento. cal , , FERRAMIS O Jeitinho Amigo de Construir Entregamos a Domicílio FERRAMIS Rua Marseohal Mallet 1')20, Aqu@iauana Telefenes: 1699 e 1006 Mato Grosso do Sul TE riso OE 9. SSORES O ~ovet·nn!lo.r ltnrcelo ~~llran!la nunelou emn seu abinete, ou]e teve r eun(11<, c1 Ili 1i•·i ,1,t •rit,,. (},, . ., . • • • • - '"'.f'l 'l'I)·~ 0 de professores ds q1ao toá f , ) J 1 •• L.f o que a partir de mul piso }e ia] p,' 'I ' ' 1 • .J 1:1 ( OH profonsores - nivcin N l {elat,so ll); N-t e N-2 í;lnase .), P-{ e P-5; PP-3, PP-4. PB-1 e Ps-2 - qoo rocoberfom meooe de 9 000 cruzl'!roR, ter·üo piso salarial nesse v~lor O beneficlo nlo será estendido, poréO-: us professores leigos on lntP.rlnos, por que eles passaráo a perceber o piso O sonhe tornou-se Realidade Agora om íleJ11 Vlsfu, Exir.te umu Cll esposa, Seus IIhos, sus a±atgo "}}TPQcarls onde você poderA levar sua ·'-' " ' SE n r-se realmente em sua própria ea.s11 '~ruJ /r:a7 j»«+.sa algo mais -1 q Veja Churrascaria mm9 2,Jyp7 E1p .r s.si) &iillf lll ) Bu»De e Cf»_ 1o lle do @isto Estadual) Pela "de NSJ ,----------"------ em Cortesia da Prefeitura Municipa I de Bela Vista as F o e 1 dades: Cobertura cem por cento. - -Se-m exlgêncla de utllizução de sementes melhoradr.s e outros iosumos. - Oitenta por cento do financiamento liberados na assinatura do contrato. - 0isp0nsa de vistoria prévia. - Peço ruí:limo de CrS 793,20 a CrS 975,60 o saco de 60 Quilos. - Propvslü, contrato e dinheiro da primeira parcela, tudo no mesmo dia Procure os escritórios da Empaer ou as agências do BANCO DO BRASIL. salnrlnl apenas a purtlr do euquncJrnmon· to, que poderá er assinado no dia 16 de outubro próximo, Dia do Professor. Marcelo Miranda esclunc,·u, 11fr1 1lu. qu. os professoreo ccncnn;a<ios o l'll!livuüo:. estarão ooquudrudon dentro d0 no má ximo 60 dlao, pt1i;soodo a recl'I.Je:· vend mentos lntenrnis retro&Hvos a jn1wln,. o que em síntese, slgulfica que será paga uma grande diferença HO!l que forem oo quad.rados. A rennlllo com os rPprcs~ntílntcs dali nssoclaçõea e tumbem da Feproiml, tevo a participação, ainda, do secretrios Juvênclo Cezar do. Fonseca, de Eclucaç!lo e Waldir dod Santos, Perelrri, ele Adml nlstraç.ilo, bem como assessor jurídico Ci.rlo Falcão e da secretnrla adjuutc1 Marla da Glórla, além do deputad<, Lon dres Machado, prePldl·nte na Assembléla., que entregou ao governador o m11utfesto dos professore& contendo várias relvln dlcaçõee. Alguns presidentes de nssocluções reclamaram do piso de 9.000 cruzeiros beneficiar apenas deiermlnadoi; profepso res mai, de um modo geral o anúncio agr11dou: "reeta apenas saber se o go verno vai cumprir essa promessa", des taca va o presl.!ente da. Feprosul, Euzéblo Garcia Barrloi:I. As informaçõeP prebtadas pelo governador, após a reunião foram levadas para os Jdemal& pr-ofesc;ores concentrados na FUC.1T e é possível que ainda existam proteRtos, já que ai guns pres1dente11 de as11oclações não gostaram da.s decisÕE.s o que até certo ponto criou um clima conflltante, com alguns professores achandü ótimo, -:mtroe que não r e s o l v 1 a nada (pelo menos, para ele). O governador tambãm anunciou que qullndo d11 reclassificação. todos os professores serão chamados a exercer suas funções, deixando de cnmprir fun ções meramente burocráttcab: sã~ apro ximadamente 10.000 os profes;sores es taduais e pouco mais de 7.000 leciomrn do. Ei;sa deeieão, agradou todos os verdadeiros professores, mas certamente vai preocupar aquelet3 que não estão tra balhando e que a SEC nem sabe on1e estárlam lotados. M1:1rcelo ~1íranda anun ciou, ainda, que em janeiro serão inicia• dos os concursos públicos que promove rao os professores a cargoe publieoa, efetivando-os e dando-lhes plena estabi lldade. 'Gol di maio 5 d A TV'olkswngen já está ppnrnando n [est (IA l 'rterto do novo mo;elo da empresa o 1::U o Gol-. (li!•• ,;( ,, tot!tento fabte.do na un! iade Iadu ttal d (~nltll'!TTl. no Munloplo de T'aubaté. Com ee modelo, a fbrica epe ra obter êxito em toda a década 4o 0 A festa ô" hwç·:mento et.Ul marvad para o dia ó de :nulo, em 'Tubaté, C(•lJ .t prl t·:1<):l elo Pre r,irl• 11h l )f'll.-i, d.11.l. Alón1 do lançumento do novo carro, a Volk Inaugura ri'.a. OÍ!CHilWC llll', GULI fú brkt: m construída às mugens da Vi Dutra e que está operando há mnl:i do <1nl:'1 11nus. O Gol é u111 narro pequeno de duas portas, com1 desenho mo'erno qu,, v,d co::corr<!r na fnl:rn do F1Jl. Sc.u preço dPverú Uc:tr fnll't! o du Br a .. iiia e do Fuscu Equl pado em motor I.30U, o novo modelo deverá fnz?r maL, dP 13 qullô mi:Lros cor:1 um litro de gasolita e terá motor ôiantdre. Até ngora a Vollrnwngen es({l, man, tendo o mnJg 11boolulo sigilo e,ficial t 0obre 1:srJe l2nçame,1to Diu 25 de maio s11gun:::.o intorma çõe:1 que correm em Taubaté serüo lançadas duas versões uma para g..:;,wlina e outra para álcoc;l. Precisa-se de meninos vender para Jornal Ecnia } Advogado Avenida Duque de Cax_·t_a_s _6_9_1 __ c_R_,M __ E_s J_ª __ rd1_e_m T_E_R_R __ A_s_M_a_t_o_G_r_oa_s_o_d_o_su1_- _li E IS suas Utilizando os Confortavéis Onibus Classe Turismo da Viação Cruzeiro do Sul A Empresa que pensa nos mirumos detalhes ..• Para o sau Conforto. ' 1 !',,!; 11: 1i Oração ac Divino Esp Dr. (iodo Jnulcellf Ho!lluf fl,ll·MS 14fil Jardim Cnu+as Civels o Muna lo de mio, /n Criini Jardim· Ls fvnn Afonso du Costa Murque Aclvooarlu em Gernl ll11u Vol11m(iri(, da Putrln, 370 - íono 2IO «eh V«ta M Alvnro Hfzzl dL• Ollvelrn f)i,eho civil - C<>merolnl • Aprário execuçde lnve111l1rio, • Dh6rrlo, • 1•on1ruloo 'T'rhlhlta LocuçõeM. Huna 7 de setembro, 411 Cuixn l'oscal • 91 Ponc.n Porü l1S 1 Dr. Marcus Guimnrãei; Advogado OAB/HS - 4702 - OAB/MT - Cl'F. olo.120.700-00 Rua Pundló Cc1lógerns, 301 - Fone 1563 Aqutduana E CIRNIÇÍO E K Dentistas DR. LTOINDO ASHIS GODOY CIRURGLO DENTISTA €#0-M$ @53 O lil1ólllnr eonhoclmento danei fa to3--reencarnação e Karma---é da maior importanei para os esplritualistas, assim como a coe!nela ml xata do resul- • tutlt> llnR op1•ruçõe1, ruentols. s Karl Menir, famoso pslq11!1ltra u firma que a Imalnçlo é mais lmpor tunti· IJUP u::1 fatos. Familiarizado com oe <1rnm•1fl do!l dllltúrblos dr. ID(JDte, conhecia multo11 dor; l'feit'lB físico do peasameato nrgatlvo. É mente que crs ou vlabfl'za o ato o url'O ou o ucuto. O fato ó conse• quenci, é resultnnte de forças ninda mul to pouco conhecJjas no Ocidente e só n~orn timidamente entrevistas, com mã vo11tn.de embora, pela chamada clencla oficial. Quo 11 humanidade, apesar de pro palndo desenvolvimento da clenola, é profundamente Infeliz, em c,xtensllo tonto maior quanto mais complexa e torna a vi• da, não se pode Ignorar ou negar. Quais as causa6 dessa tragl>dla humana? Polflloae sociais, econorolcas, administrativas? Fa tores de natureza local no mundo podem oc11r,lonar, manter e agravar tanto oofrl· meato? Talvez nunca tantos tenham sofri do tanto, em toda parte, sem compreen• der as causas ti até com tanta deseepe runçn. Os fatores mediatos podem ser de ordem polltlca, soP.lal e AConomlca. Nlío bastam, porem, para explicar os iafeltos doloroso1:1, os padeclmeatos lndlvldu11ta ou coletivos. Esses fatores tem cauea. maior, ainda nllo dectada pela ctenoll a Comulc6rio, R. lllorecbal Mnllet, 742 . Fane 1.338 Rcsídeoero: R. lllnrecbnl lJnllet. 748. l~ue l!).11 Aquldaunnu ·Mato Grosso do Sul Dr. Laucldlo Vnldez de Barros Ci.rurglllo DentJstn ORO • 557 • Clloico de crinnçns e Adultos ntcnde-ec com hora marcada Av. Duque de Cnxine, 508 - Jttrd!m MS PEDIATRIA Dr Serg_io B. Pellegríno CRM 3'11.l PSIQUIATRIA Ora. Solange. A. PeUegrioo €3. 3a38 Doença dos Nervos Rua "M.areoh11l M.allet, 567 - Fane E522 Resldêoola: fone 2107 Aquida.U8M MS 't!1lt .. !!_ .. tal, acomoda, evada m"""· ' pada pelas próprias limituç0 d rros do pre en Erros do pasado.,',cnum 0s te-basluam.ontc eum, ta<1uludo, i .; lrill,1, , conflitos o atritos de hoj 'tenda m f < {O (}UH Et' "" ~ , ' cad .. Ja de sofrmenl bem n .. - «cteããe ho4tera. Ca!"";de <t wvr@. erg+, 14"%,, 'ir«os der" testemunlJf.n ° u uç,o I em nr,vn, javels tambem trunr,forron(.o, . '" 11. 'OB eft>,tíJ'· n1 ;- i • cnusa, esta com "N,";', eorrente terno voe e assllli, om orr ve a foro. o coectmento dae tis ,Ç,""{' 1strameio e«enclg! do ""??ntus. 00 e Indlspensavel a08 ",, isso mes pregadores e reformaaores. r or i. livro mo "'esei·amos recomandar um • , t I Giz pou- ex e e l e n t e,- e u j o t I u o ' co, mns cujo texto revela d&mnls, bOb;e ne' uestõee cármlcao o n i·eencarnaç o i.se de Muitas Mordns", de, Gtna Cermra, Edlçao Penssento. rua 'V9P% Jhelro Furtailo, 648. 8. Paulo. O estu!o dos arquivos de Edgar Cayce constitui ram a motlvaçfio do6 largos voôs _de ,,o tudos e ensinamentos da. autora, de forma ção universitária e vasta cultura. Os estudiosos esplrltualfsta:i preci eam eonheoer e divulgar esse livro, por oportuno, excel13nte faclnante nti-. J. Arimathéa .Mourão V.O. óeF. 7reco das? exemplar Moderno Laboratório Ótico a de sua v1sao RUA: Bnrllo Rio Branco, 1228 - FONE 624-6041 Campo Grande - Mato Grosso do Sul ) P. 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H78. 400, 00 (de milhões, efscentos e etonta 0 oito mil, q1rntroccntotl cruzeiros), a Secretarl de Derenvolvlmonlo So clnl IIberou 3% parcela resultante do convOnlo firmado Pntre Pste Ór:.?ÜO IMadual o FUNABEM, que dará continutdado a agillzuç1io do Profeto Kuru mi. 011 recursos llbol'll· dos terão como bonofl clãrlas, a Prefeitura de Campo Orande o o. Sele ta Socleda.de Curltatlva e Humanltfirta. A Prefeitura Munlcl pul de Campo G7Unrlo receber um total da CrS 358. 400, 00 (trezen tos e cinquenta e oito mB, quatrocentos cruzel ros), sendo CrS 115. 6ü0.00 (cento e quinze mil, uels centos cruzelroti) desti nados 110 Bairro Santa Ft e 242. 800, 00 (duzen tos e quarenta e dois mil oitocentos cruzeiros) á Vlla N1.1.sser, beneficiando como estabelece o Proje to a um total de a proxJrna damente dois mil meno. res. através de progra mas ocupaclonn!s, profis slonaliZRntes e ereche. A quantia de CrS 10. 320. 000. 00 (dez milhões. trezentos e vinte mil cruzeirosl, ser entregue á. Seleta Snclerlade Carl• tativa e Humanitária. e tem como finalidade dar eont!nuldade a constru ção do complexo, que dará assistência ao me nor carente de Campo Grande e comprar mate rial permanente para o memo. Á SSCH utillzarã CrS 6. !'iOO. 000, 00 (sei;; mi lhões. quinhentos mil cruzeiros), para dar pros segulmento á.s obras e os reGtantes CrS ... 3. 820. 000'00 (três milhões, oi· toeentos e vinte mil cru zeiros), serão usados pa ra a compra de material necessário para o func1o namento ·_ do complex-o. Restaurante • - Visite Espe€ialiâadás: da Casa Vis.ta Cassino Categoria o Restaurante Paraguay lnternaeioeal Musica - Ambie:nte - s.ervic;o CISSÍIO -- a La Carte Parauy r>armegiana e Frango à Moda IEDID Por Nancy Iler{a a er rlreszecliy la Cor fCasla '.'i ASOIMEN'l'O; Barreto. Uo p.bens o casa! de "papnls 15/3/15 anos elo. Jourlaslma Vanlnh11. coruj1111" Ivo ,. Orey, pela vinda do No clubo Puroqulnl ucontocou n rcunUo baby quo recL ·u o nome de Fernando. dos umigos ,p! comemorarem. NATS: DIs 2 pp tz 1" .ninho o garotlio J o.' lo. Seus pus Helto e Sulete para oomomornr 11 duln l'Ounlrnm muitos um! pinhos de Joséllo para cantarem o 'pnra bens a voco" Foi uma festinha divertd para a petlzadu. 2I/3/I6 primaveras da jovem Magda CEHIMÔNIAS DA 8EMANA SANTA 3 I, santa: I9 h. Ineerranento da onmpanha du Fr1.1ternld11de oonfiesões. 51. Santo 10 hs. Carlmonla do Lnvu-pés crtanQnB 19 hs. Ultlma Cela Ls.va-péa o mie 81, 21 hs, Vlgllta. 17 VI7O?IA ME TESE 3 Durante a vigllla o Padre estará a tendendo Clonfü;sões. 6ª t. Santa: Viu Sacro. 7;30 crlnr:ças 8:SO mulhore11, 9:30 homonu conflasões durante u vla nacrn. 19 bs: Paixão do Cristo e ProclYsúo de Cristo morto. Sàhado 21 hs. missa de Aleluia. Domingo da reasurref.;úo. Matriz missa às 7 hs. e 19 hs. Cupelu Esp. San to-mlesa 17:30 hs. SAMBA: Me 2 Jogo: Sessenta !! x Amarica (Campo avante NIvaldo perde boa oportunidade, Grande) 3 e o time americano mostra que será 2 2 TEMPO Local: Estõ.Jto Oclávlo Footourn uma parada indigesto. Mae é o Sessenta que marca atravi-s de um gol contra, O Sessenta entra com Toledo, Data: 30/ 3 /80 mareado pelo lateral Arsenlo. Mlklmb11 no lugar de Ramão, e Nado, no de Na Juiz: Sartú. ruxlllares: Ulisses e Fer- dà um balão na área, etinho vai com des, o jogo melhorou. E oeste 2o tempo, mino fé, e n confuso Arsenlo manda para o a polca dominou. Rodopiando e jogando Renda: Nfio foi fornecida. fundo 1as rôde de Ortega. É o delírio. A 11 base de toques rápldol:l e com Toledo 1° Tempo: Amarica 2xl. Gols de torolda do tradicional vibra e torce. Mas pedindo lloenca aos 11taeaotea do Ameri Arsenio (contra) aos 5 m; Nivaldo, aos I o Amerlco, multo bem postado em oam- ca, Nado segurando o melo campo, o .16 m e T<,olnho, nos S6. po, com o maestro Cezar, um baita ne- Sessenta cresceu. O lime do samba mu- :!2 Tempo; Betioho, de penalti, aos 7 gão àe quase dois metros de allura, im- dou melo mundo, mas n~o perdeu o rlt- m e lrlneu, uos S7 m. punha o respeito à bola e à plateia e mo. Apeons segurando, e mudando o es- QTT D •os· SESSENTA· V d comundava o espetáculo. Gradattva_mente tUo, pois a rapaziada do _tradicional já AI nvAEd' . ld. z ' R ·" (T ª 1 odru): o tlme americano impuaha o seu Jogo e nlío entrava naquela da hoha burra. Aos emao, va 0 , eca e .amao o e O ditava as regras. 17 m, Jorge invade a área e poderia Nades (Nado), Miki~ba 1, ~Jouo Cario&, Explorando IGRlTÓ pela direita, marcar, mas é "sapateado" e o Sartú, Jorge Xlpa,. BetJnho e Hermes (Laucldlo) que venclu todas com Ramilo, o Ameri· que não dorme de touca, ma:ca o pênal- AMERICA: Ortega (Eduardo). Arsenlo ca mostrava ser um tlme competitivo e ti. Betinho, trãnquilo, olha o céu azul, IRlrnuHo), Luiz Mario, _'Cezar e Genileon com muito conjunto, Passando rápido os passarinhos voando, e multo romaoti- - {,Josué); Jorge e Toolaho; Kiritó (Alcldes), da defesa para o ataque, explorando as co dá um toque sutíl e a galera vibra. Nata (Marçul), Nivuldo i. Reoe (Irineu). pontas e &proveilaodo a rapiddez e a Sessenta 2 x America 2. Era o sufoco. . • lnteligêncta de Nlvaldo, e tlme do sambl:l Ai a partida passou a ser equilibrada O.:JOGO la impondo a cadência. Na defesa o m11s sempre dando a impre1,são que ~ O pov!lo estava em festa, as ban. pessoal jogava duro mas não desleal, e time do samba iria dar uma' de ."zé ma eiras tremulando, tremulando, e a ,:ix- U!ava muito bem a tática do impedlmen né". E deu. Estragou a festa, aos 37, peotatlva do jogo entre o América e o to, a famosa ''linha burra" e o tradlcio quando lrlneu, manda o Ve.dora buscar Sessenta era grande. O time de Arcllel nal oofria. Aos 16 minutos, numa trama a menina de couro lá no canto dos tres Lageano estava preparado para enfrentar pela direit:. Kiritó, mostra um passo paus. Era S x 2e uma brilhante vitória aguerrida e coes equipe do America. (para nós desconhecido), a furiosa do do Amflrlca. Vitória indiscutlv11l e justa. O estádio Octàvio Fontoura estava p&r- America toca um sambão do Martinho e Foi um belo espetáculo. No time do cialmeote .tomado, e embalado ao ritmo Nivalrlo, gingando, escolhe uu caoto e samba destl!camos Luiz 1Iario Cezar do amba quente da torcida amGricana. Vadoru não _vê, mas nós, vimo&, a me- Toninho, Kirltó, Nivaldo, Jorge :e Alei: . torcida alegre, descontraida e vib1ante nina fui mouer lá no fundo do barbante. des. No Sesi,enta, o menino de ouro ZBC do America, surpreendia os belavfsteoaes, Era 2x1. Houve uma quebra de ritmo, (Excelente), Edvaldo, João Carlos, Mikim e a sun escola de samba (uma verdada!- por alguns instantes, mas a torcid_a, dos ba (um gigante). ffermes. Toledo e Jor. e ra escola) prop0rcionava o ritmo do ba- dois times, Impulsionou. A polca eontra (multo esforç.ado e oportunista). Res1a lanço e de giga. Esse time não pode o samba. E o partit.io mela alto falou dizer que logo no final da partida 0 parar, o Ami:l'ica vai bo~or prn quebrar... bonito. Aos 36 minutos, o excelente To Sessenta perdeu o gol de empate at~a e foi nesta ritmo, neE:te balanço, dosam- ninho, pensa que a bola éeua vai dl- vé& de·Xlpa. quando João Carlos fez de lla, da gioga, dn rnulíole, que o tlme biando chega lá no pedaço, onde o Ze. tudo, só faltou o gol. Mas valeu . 0 es- campograndense eott·ou; l!m campo. ca estava barbarinndo e oonRegue as petáculo. ÔBA ÔBA s<>vlar o "Chega Mais" e a redonda vai , •• descansar nu cidadela de Vadora (que Logo no iníeio da partida. mais estn va invoclldo). O prl.ntiro tempo precisamente aos 5 minutos, .o centro termina com 2x1. As 20,80 horas quinta-feira, dia 27, salão Nobre do P, Munlclpa 1, numa pro g0o conjunta do Dp4 tameoto Estndual e Cultura dn Secrcturln d Deseovolvlmonto Soei de Mato Grosso do s e Secretaria de Tunsma, da Prefeitura de Camup Grande, foi aberta a Ex posição Retrospectha de Iga es Corrên ~• Costa. A abertura conte com a presença do Se cretârio d':l DeseavolT( meato So::lal. que fnto~ na ocsslüo dos mérlto1 da renomada artlst plstica que é Ignes da hnportO.ncla pura formação cultural do po vo sul mato-grossens, de eventos como nque le, citando ainda, o lote rese do Governo d Estado. em cada ve-, mais, ampliar sua ação cultural. A Exposição, real mente digna de nota pela qualidade e harmo nla dos trabalhos apre sentados, pern::aneoer! aberta até o dia 04 de abril. Oração ao Divino Espíri to Santo Espírito Santo você qu me cseLue.:e tudo qu~ ilalll na todos os cDminbos pa1'11 Q1l cu atinjn o meu ideal, você me- dá o dom divino de per doar e eaquccer o mal que fazem; e que todos 0r 1D tantes de minha vida tscl '!' migo, eu quero n .:sto curto dii logo. ngrndceer-lhc por 1ado confirmnr ma.is uma vez, eu nunca quero me ep de você por mnior qur ,eji luso material no erí o r nin::o da vnntade que· sint de um dia est:nr eomz oc odos os meus írmi101 na &1 6 Perpétua. Obrigada mas vez (a pessoa deverá farer ora'o 3 dis seguidos e fazer o pedido. Dentro de dias será alcnnçula a ,ri por mais difícil que ej) F blicar arsim que rerebe graça. ,O.A. L. ffln O BANCO QUE CON·H,ECE A NOSSA TERRA O Financial está apta a resolver os sous problemas, converse com o Gerente . No Financial fuilõ é llesollliia na Hor.a. Tome uma atituds inteligente abra uma conta no FINANCIAL oco Fi erg"-r CD Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº488_29_03_1980 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº490_05_04_1980 Voltar para a lista de itens