TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº640_23_02_1983 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº640_23_02_1983Número da edição640Data de publicação23 de fevereiro de 1983Número de páginas6GeoCoordenada -22.12381042563998 , -56.51643349119591 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº640_23_02_1983 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto Js:pcn•dve! QUe lrfa, ednde. imos ccr, "º• insar. :los, MUitai tível pa panhclm dade b i;õcs, tml )clonnr. completo J tlrnidn, mm, à so lis sinro •. E, em sul cala eon• ,de alepi alem d: tores, d~ ► • sabe pr~ trar, n!o • a ·atual dl• tdade pão •slclxo d~ mestá l UJ]ln su· 1 a-se, a se 1, há tan• 1 .s. , A Cr.pll.11 do Rio Gr;;:1dc do Xortc ~ctlJc.,u, há pouco tempo, o XVI Congrc,!J de Pn fessores de Ensino Médio do ilrasil. Foi uma reunião impor~nc, u quJ ocorrcr.lm 3200 pro· Escreve Pedro rcdrt'lr:i Dia 20 de fevereiro de 107:l. Em o inicio da escalada. O "chc!e" tem manln ele arquivo. Tem também a mania de escrever diários e progromnr objetivos. Mas nõ.o gosta do !es tas (isto qunndo ele tem n obriga~ào de reall• ro-las), mns ncls, nqul na Rcdn~o. conheee mos o eu jeito, as suas manias e os defeitos (cheta núo tem virtudes). Nos arquivos da TF tem um "livro ver de", nll cst!io registradas as conquistas, os d.esn!lor, os "pepinos". ns metJs e os propcl· sitos tia necte Dclnvlstense. J,'! colsn multo da secreta. Apenns n D. Esteln e C' Gilson sr.bem das "Ioucur" do hom3m. Süo loucurns que ccnstrocm. Tlpo dcssn que o Firmino ele Dar rr.s, c1c O ,10RNAL DE BONITO. m,mdou. nn ultlma edtçllo: "vumos criar -o JORNAL I)A BOJJOQUENA. Vocô topo? O homem nlio dis se ruido, ,apenas sorrlú e mandou o rcc:i.do paro. o Firmino "segure os pepinos, drible os chatos que gostam de cobrar contas e mela os.oeltos, .o JORNAL DA BODCQUENA já e- ldS!E:!'..:-' .. PÜo,matér!os", • ~'ô "llvro verde" está escrito, "é. precl o p0laborar pra o desperar do homem. Es ta é ,nossa mlssüo. . . nossa meta, o nosso P!'QP,ós~to maior". Está escrito - também "a nossa atuação na imprensa é de vital lmpor tfmctn. '?-."uncn devemos nos esquece? disso. Temcs, uma responsabilidade histórica e a lém .do .111nls ht1 a quesUto do Kamia". Essos pol~'l'tl.$ !~mm prorerldas. em 197il, :-fiãrji entender. n ·co.mÍnhada do Jorat e ! c~~Quente crl.4çi10 dos outros Jornais. da "'e~11 .- .Porto. Murtlnho - Jnrdlm - Bonlto - A'!)tonlo João. - Gulà Lopes da 'Laguna :? ngQ_rQ,o . .Jornnl de Bodoquenn - é preciso ccl}hecer o .homem, m!slurn de at)o e demô- nio, . Nilo 'ldÍanta se !alar nas resnonsab!lldn des l11erentcs no Jornalismo, Nem- se falar na cria<:l;lo da empresa. Rã. ala-o de má!PCO nas n tlvld:ides dos Jornnls Interioranos. ~ coi~ d:? b1;1'"'· Jom:il no Interior não dá. Jornal no In,erlor 6 deficitário. Enl.ão porqua criar mnls Jornais? A resposta é prá doido ficar nlnde ruais pinel. r1.---:- -;- - . -· - .- - Eu nasci de uma con.sciéncb C:str::m'!Uh da por preconceitos, tnroda prá ·se livrar~ d:lS telss de aranha presas no mundo d:is idéias Sou a I'cspostJ. nos gritos de um::i lntell~.!n cln:- ;1"crp.mta. e des.'l!Jo de uma 6pocn. Con trc.d1(;!!0 ~e si Il;eSlJ1'1. Q penso, 101;0 e.>:lsto, pata mir:i n5o e nxlom:i e muito menos ::úlr mn.ç:,9 cnrlcs!~n" de uma tcori:.1.. NU:nc::i po de.,;Ja existtr e existo; n minh:i. camlnh.:idll ~ che!n .de espjnhcs e :io mesmo trmno um; passarel::i chn!n d,: ros:is e perfumes, - Na.busca incessante do encontro do Eu com nl go ~perior, :is vezes rn~ perco nn camii,J1nd.1 ,:i retorno :,o ponto de p:u-tid!t. Estou scmnre bri g:-..indo comigo mesmo. As vezes procuro ecre nar um::i peça teatral e me perco novamente, ao ver que_ os }X'rsonagens mudam no s:ibor dos :-c:::mt<:c-uncn!os. N'[!o _procuro sc.r melhor n~:n µ:ar, p:-O• que seu 1nsuport!S: vele 1 odos me detestam1. curo opcn.is ser difernte. Hi dias aue des. !i:o cl:1nro,o C' todos me querem;· h: d,; No ter}:o rescstas. Tenho ergnntas E::it: :ln,,:a oc• m~ explicar . ..; a :i.n.,,i.:J. cl., 1 ,l espírito indômito que tolos os clJ'.b ,x) rC,'10 . cm busca de noves pensarnentas, sempre em: ousca do Santo Graal, talvez nisso stia a mi2ha fra, minha otade de lutar, a mi nl4 sina de ser, s .. n1pr0. {otios o~ t11.1s. ::-. TRI 'BPX. 1'.: 'fRCNT!?IRJ Carta· ... a O veterano e experimentado poUtico, Jos.: Joaquim Ferreira Souto, secretário do Diretó rio Municipal do PDS, em vibrante êorta ;, Re dação, fala a respeito das eleiçõês_ dr, 1:'. '5:J. di retora da C.1mara Municipal e comenta a "trai çiio" de Ivan Marques o Claudionor Rodrigues. "ao partido e nos ccmpanhcircs". Para o conhecido Jota Jota "Ivan e Clau dlonor tralrrun e tslüo sujeitos as punições di tadas pela Lei". Em cuna carta Jota Jota diz que "consum::i do o ato lesivo ao PartidÔ por· iníantil l.J?vian-· d ode. de elementos que nào souberam valor!wr Redacão ) e e fisiona! do magistéro, tl.Js qu.,;; 1800 n:i e-o::• diçJo de d<•lrt;~do1 e: c·,'.h:doJ y,da:i rntlcfod.; do pro!c=r~:lo < m <li!crc:1'.cs E:t.-:dol b, .. - ilciros, O Congresso aproou uma extensa pAu- p3 votos receb!do3, tr:1lr:i:n tn:nbé:n n con$dên ti:i daqueles que c!ep.:i;;itaram-lhel os votos de confiança, julg:indo o~ home!'..!! e'.! bem, sem que n Corr.lssiio Exc.cuth·:i opin:,..:;c:.c pela puni ção dos infratores e<>m n e,·~' açã.o éos seus man. datos como impõe a L'.!i, resta-nos a esperança de que o no'J Prc:üden:~ d:: c:.r.-i.:.ra eleito cn• 1 piciosamêr.tc, cumpra suas cbrlgaçées de:itro l da3 normas legais, sem conveniências pessoais, lcv;i.ndo cm consic!er2çê.o apenas o í.nteresse do 1 i;c-.·o e õa correta odministraçiio de seus bens... • (I.El.'> ::-l, ULTDtA PAGINA) , Nesta edição publicamos duas ctrtas à !svereadores do PDS, manti·eram um acordo Red:iç:lo ~~·olvcndo o mesmo assunto: eleição_ids cavalheiro:, fizeram uma reunião, tudo cer cl:i mesa diretora eh Càmnra :Iunlcinal. Um1· !· t!nho ... cntilo TRIBUNA nã::i errou. Quem do frQf. Stumpí,'mn.ls uma 'CZ íilcsoi1ndo so-' • 1 c,rou·, Lc!a n carta c!eJota Jota. brc o óbvio, a rciut.1ndo a profecia de a 'IF qu~ afirmlv:i ser Pcrondi o grande preferido do: [ Agora co romento polítfoo que lltraves- compo.nheiros para a presidência da Cimarz; srmzs, muito mais coerente aceitar Ivan Mar- TRIBUNA niío errou, caro professor, prvva d!s- Ql!'!S, n!ü1:il ele ~a:ír.cu. • e procurar unir a dcs- so esté. na carta do Secretário do Diretório llu- rcàoçad:i. c:mc::cll do PDS na Càxarn :'t!uni- nicip;:l do PDS, José Joaquim Feri:eira Souto, cipal explicando o porqu2 d:1 derrota de P1?rcntli e a E n:>,frigir d~; oi:o:< tca:os cerreza, cs dois 'ltôrla c!e ·1~·nn. L·?ndo ás duns =~ n leitor ::.rlicu'i".Ss da TI' v;;o se cncont:-:ir: o filósofo , intclii;cntc s:ibcr~ reconhecer que profecia s:ío e o político. :llém de polemista de mi:o cheia. 1 ícit:is b:iscndo.s cm d.ido,; sólido;. .V.,~ic:1: . cr:i.z:Í Será um: prato. (P ·.rr: ·MS. Projeto prejudico Varbs reclin1açõcs <:>~cs:aran ::o jore:i1. reterentes a mudança de iti.na-i:io~ do.; onlbu; àn "i:1~5.J Cruzeiro do Sul e,:,. Ecl.i Yist:1 .. '."'. J Ls ;_ .;i; d!! n~I$.-'l ~ cld..?dl! Lr:l pcl:t A.:,,t~:l De {ce. Vila Nova, c/ paradas no Ber1 Gcsto, ±vste ! 1rit .. n .te E."c:01:1 Yc.r~ Gcirn::r.=.c~ b:n:!!°!C:ÍJn ào os moradores desses bairose tzmbé da .. 1 • ::dj:•i:::•;,ci·.•· {:"::~:r3!l, h,.ce-:1-T~, 1 1 ~ s~~di nh). mn todos cs passageiros podem $;' t...:- ~ l· :,r e' .. xL; e « nudmnea do trajeto prejudi- 1 ('~ 1 (',.i.U1!.:l,1.:l d1.~ ;,::.11_'11·i..:. tll '-,:~-:-:·.-- ,•.::111,-. usuàrios l ( ::Jcr1~i:- rc.-~:u~ i; ·~c:ite ~2 :lr..riscn. .1 vi:lj:ir pelas estradas da região). { Ons itincr{rio, pe!l Avenida, não veio a [±. = _ ... ~o:z-i.1c.::1 i:.::nto n.:1 Rc--- ] dviriz. l 1 . 1 . .,. e r eira.r.ar : r::ud..nza, pois conhecemos a ti'cuia da d:tão que é beneficiar es suá rios e rio preiuicu-los. orçamento da Unido e Z. dos +4 tos e taduis sejam detidos à Educa do, Ar;vou, ! t::::1•~:n. urr, J,rcf,O't., I.? te.t 1 de que o pi. 1 . fO ~~!,dul d,H r,;?f{ ,.<,rc, r~j1 r,x, :lo ~ 1' ,.rti vezes o salitlo minlmna reglona!, ! i'iJ•i th<· . ..:a. a F.cr ur,.:., ;c!':,.,d .. t·u,_._., Lr,1 1 .{. 4 c'os., est última, Aquela remunerção d sl. } cada. á por um nmero ponderável de trba 11.,::dcrcl quo!l!Jc. dos um varios tares da atl• vidade econ'mlcs. É, porém, uma !vindlcçíq e:trmnamcnte pertinente e que, cana te:dl. d.,. rrcduzlrá um outnt{ 1luso na enina Lra!tiro, dsrericrda laje de uma leg!o de d:etcs extremamente mui remurerdu1 Quase ao me.mo tempo em que se rallz· l'll o Ccr.i:rcsJO de X~:al, Fun:b;.:i:i JBGE da. va a conhecer o3 dados do Censo 0 relativos ,, nmur.croçáo co ~crrJstérlo, dc.co:; c,!:CJ quo, !ndx agora, o Mir!stérlo da Educação ent sub. metendo ao Fundo d~ lnve:;U::1c.--:'.o.Sod.1l (Fin• ~cela!). Segundo t:ó clerr.~:1~0~. !1,3',; do3 prof sores de primclro g:rau d, país rcce:bem, hojC', um oitavo de sali'irlo !"!lir:!mo. 5', entre um citavo e um quarto; ' crtr um quar, to e rr.etac!e tl e u m s:ilário; 7~: entre! melo e três qu:irtos e 13;, entre trêJ quarto1 e um ~:il..r!os. Ou seja, em c:d:i grupo de 100 pre-fe:zores, 40 recebem um talilrio mfnlmo 01.1 menoJ. Nn folx:1 entre um e m"io salí,rio mínl• 1 mo s 1tulm-se 18'."i dos docm'.,cs; nJqu1.Ja entre u.on e melo e dcls sallÁr!cs, 13r;. Ar,cnns 28 pro !c ~~ores, c::n c=d:1 grupo de 103, co!l.!cgU!!ffi ga, rhar mais do que do!s salárlos mírJmo3. A má rer.-:uner::çJo com·h'e cam ur::i h1l,:o r. ·el de qu3liflcaçs.o dos c,,ccn!c; cm rr.u!toJ nros do po.;s. No Noroeste h.i 42 , de orofos. ,cres !elgos; a :;'.vel r..:i~oO.'.l!, a l.:lx;:i de pro!e.s- ( cres no hab1utodo!: e da ordzrn d.e :io~~ , ::'lfas a hab!lit3;ão no significa, rezes:ar!a. " mc.r.t ~- melhor prdrão de v!da dos professores hnb•lJtadoJ, GJ~, ganham menos do que do!s !a I::rl::s. REmunerar adequado.mente O p:o-fessor não 6, c.:r'..1,meot.e. o úc.:co proc!em::i im,::iortante da educ.:,çJo ro Brasil. 2tas é, no 1inir.o u:a dos pcb!eras mui!s Importantes. E-:: -c-cr::t. pois :l rn.1n.:stra da Eduec;o, pro!a. E;:e: de Figuz!rcdo Fe:rz. quando e,.. !- a valor!zaçl do rcgst:lo 'a n:irrelro grau· ju1tamente ccm a a±inantaço escolar eacducço pré-escolar - como um dos cco nentcs do g.r:!nde projeto da ech:c::::-::o l:::í:;:ca p:iro este ano, reivindicando para sua izp!e mcntaglo recursos do Finsocial Convergem, nescs cazo. as i:terces do NEC e as re!vfndí caçoes do magistério-o que é, relo zen< ±s l:: 11 ·-····->....m om s.!'l: (P!na) r:. i,;nis ,· ... Tedro Pedreira fala arspe.:o doc:.nava! tia poli'ca bel:vistense. Pi r9 ; , 1 ENTINOO l L r:,wm t·t, .r·; .o l' ,,n• , <' i 1hu ;, d±u de:ses, pernoitaram en pi» p o, 1 charar na Vip's, jantaram o , hr te encerrrm n noite com um elr n.no na te!d'ela do casal Elio e per a@ai, oo:{--XoO DAVID CARDOSO , , i..ali», d+eram h Sra, Marlene que !curam neen'aios com o povo belavistenso ll Qll' ! :,•O (.:lt:) o IOa•ll'.:l l).'ro conhc<..'ôl'~m ! ,.,,., ... ;:'. t;:1 • lÍ 11 Uô' a hxnobel, em julho, F mts votos que venhm. oox-xoo QUINZE ANOS !', o d!s 12 pp comemorou suas I5 prima e:amazn!a -- moça Patrlcla Loureiro O ter!, I!a 'O ! Fdurdo e Ama Marina O C,l'I ·, ôoX-XoO o Pl':LlC!OSO JANTAR Acentce! na bonita residência dos llVÓS tli.' l:'.ltlc.:.: 'l'lnt E OLlMPlA LOUREIRO DE /',Utl':ID.. OoX-XoO . Cl!J':.!OU ATEi"iÇAO etc, et>nvl:lnc!os n l1nt!n dccoracno do. me i,,:,, do clot•s. que ficou na snln de estAr, tnm. b(m multo hcnlb. OoX-XoO AS !l!ESAS n:1r: os cmwlda,los !ornm esp!llhedns no jnrdim c!n l'!'c'Mnch, del,m.'ldo os presentes vontade pra um bate papo descontraído e tr.uilo ~om. oox-xoo A ANIVERSARIANTE P:trirln us:wn nn or:ismo un: lindo mode lo branco, r,ssitn como os s.'lpatos e mela.<; fi. ns tambmn brancos, para receber seu con vlcl~rlos, prlnclp:ilmrnte n gcraçüo p:'.lo-com coc:da. OoX-XoO O JANTAR Qu~ lf,•o m,út:is !rutns na dccornc:ío. te ,,e como chrrr Ro:'ol!o Loureiro e espos.'I. Aro llnrln, n mJ.e de Patricla e n Sr" Aglnt! tizo. rom os ~cliclosos docinhos, bomboll! rcchcn, do1 e o bolo. ENFrn, n !est: de Palrlcl:l mereceu elogios, pois foi orr,ant:.nda com bom nosto nos mfnlmos dcblhes. OoX-XoO OoX-XoO AOS A?.r'ITRiô'E:S Eciuardo e Ann lhlia (pais) Tibl e Olym. , ln, (n--6s) nossos pi.rnbéns pela nlcgre e des- --co:ltrnldo. rcuniio. OoX-XoO À PATRICL- deselrunos um monliío de felicidades por ~'I ld.!dc tnn.r:1,llhOS.'.'l, Idade dos sonhos .. . . . . da beleza.. , . . .. . e do nmor , . Parabéns, rnr Um cnn:w:il dn multo s..1mb,, multa mu lhct l)oniln, nh .:11n, <' C> qur. ó Importante 8E'm b1!7.13 OoX-XoO 05 24 IROFI.US E 1 ME.DALIAS dados os vencedores do II Concurso de fnntasla~ rornm p:itroclondo, por: B<lrgto n. r,,ronell, Elias n 1rb0sa, Unnco elo Jlri,~11 S/A nn prs•o.1 de seu Rerente Vervl de Ar!Jo Cas. tlltos, Ju:dr Dcl:tvl5lé1Ue ti~ Jomnld Ltdt1, Gt+fica e Editora Apa e Atonso Dtllan Nunes L<'ltc ( l'rrtctto). OoX-:X:oO TAMD1'.M foram dados lém dos lrotéll! nos 1.•s lugares luxo Icmlnlno II masculino e 1."s lU• •;ares orlglnalldnde masc. e tem. odulto .... 10. 000,00 pnm cndn pelo O.S.S.P.R. e 10.000,00 lnmbérn doados pcl!l Bout!quc Pnyol 2 dM cmprcsdrlns lld11 Maria Murnno Bol'l!e! e 153• bcln Mornes. NO"SAT de Ftri!a notei a lezAncla dos presen tes, pnc!!m:ente das vós Olympla e Irm, das tis Suely da Rosa e Ledn l':llrnlcrl e 11:l Fn:'e Ana M3r1, OoX-Xoo SOLICIT.MOS nos fOmndds de 82 dA Esc. Joaquim Murti nho cv pagem os conites confeccionadas n• G ·.'fü-n e F.clitor;,. Alla. Nós fizemos os :?40 cr±!es no r'o de 01 000,00. '.Entrcg:irnos. O 1'.'r<''c·.-or Ello_ Ma.;,soco.to, respons:lvel pelo reido d convites, de!nos um cheque de ! 000,O, no di? I4 de dezembro e até hoje n?o coso'mos receber, ele alega que o chique cstá sem fundos porque a mniorln dos :.--.1U.'1Cõ r.":n r,-:-:t:irtm os convites_ Ai;llardnre mcsruis uns dias, caso rio saldar a divida ub!czrzmos a relzclo dos nomes dos forman dos que rio pagaram. Afina!, Já passarmn 2 messe t'cora mad. Entregamos o serviço qvureos RECEBER. OoX-XoO A <;SOC-LC'AO dos·sdine E!istense, cue fez a D" o puma 0sherde Oilr José e que n. to por motivo de doeç na amilia. :meses,% Cn • •• 1 .. .- ..m: as com: a mlta recebi da rol rio c..pimento do contrato, multa « roa; emprsr:o. O X-XoO O JURI que participou para a elclç!lo dos vence- 1ores nn cnlegorln Infnntll e ndulto foram: Sgto Ncrcl Redln, José Oarlb11ldl do. Rosa Ne to, Ten. ClnudJo Alves, M' Estela Veln!quez l>ere!rn, tone Loureiro IJmn, Helth Mnrla Uclvnlles. e Sonln Forttlra. oox-xoo O PRIMEIRO Trabalho desse Jurl foi escolller as prln• cesns e rainha que receberam ns !alx!lS nn se 'rtllldn noite. Após multo trabalho elegeram 11rlnccsns: Jussara Ramos o Mnrlsteln Floren tlno e rainha 11 bonltn e slmpdtlca Mônlcn Ro• a Pinheiro. Entrega.mm as Iabms as prince sas do carnnvnl 02: Kátlo Santana Varas e 'E:llzetc Loureiro o a rolnha 82 Beatriz Heleno. Mnscnrenhas, entre muitos nplnusos. OoX-XoO EIS OS VENCEDORES d.o segundo Concurso de Fsnlaslas do Cnr. nnv:11 MARAVILHA 83 INFANTIL BLOCO MAIS ANIMADO ;s F:ms do Juruna ORIGINALIDADE llnsc. t. 0 Roberto Marques (Pnlhaço) Masc. 2.• Albenlr Echeverria • Fem. l.º Llv!n Costn e Sllvn (Chnpéuzlnho Ver melho e Noiva) Fem. 2,• Perln Loureiro OoX-XoO LUXO Fem. t.• Ivann costa Marques (Fadn Madrl• nha) Fem. 2.• Glsslc Leite Lino (Rumbelra) '.M'.as. Emlllo Jnrn OoX-XoO DESTAQUE ESPECIAL Ana Amélia Gelellnte (com fnnsla Margarida e Pierrô) OoX-XoO DESTAQUES Vivlane B:u-ros (Bailnr!na) Renata Pinheiro <Plerro) Thnls Abelln Fcrttlra (Indln Estilizada) hdtinnn Lino Mary Crislinne (Bailarina) VMnno Lino de Almeldn (Russo.) Rodrigo Bnrros Flávin Ocariz Rosemnry Ramires Marcelo OoX-XoO • '·> G.S S-.P R., !ci suL-...!C'io ~ .... : e !!;::., c.:""CO ::c .. tr... . . rse em psqu.s: f. :s<0 d Sv! perde'o só- oox-xoo ADULTO Bloco mnls Animado BALABIZOLHO OoX-XoO BLOCO MELHOR APRESE..'ITAÇAO OS FRIEIRAS OoX ...... XoO FANTASIA ORIGINALIDADE MASCU LINO 11:tARCOS LORIS AMAURY CORREA 1 OoX-XoO FANTASIA LUXO MASCULINO JORGE FLORENTI.,'<O AMARII.DO COruttA OoX-XoO FANTASIA ORIGINALIDADE FEMINI NO MARIA JOSE DE ALMEIDA E ARLETE FE& NA'KDES E NEUZA VIEIRA OoX-XoO FANTASIA LUXO FEMININO SURA'.IA GELEil.A TE MARILENE CORREA OoX-XoO I:ESTAQOE ESPECIAL OS PALR:lÇOS (CASAIS BRAUUO E SRA E CASS10 E SRAl OoX-XoO CASAL rOLLO CES,ill E RO&KE LOUREIRO FOLIAO ~Cl.10 D!óR!O OoX-XoO rouA (-'">LL'C E:':COB.t' DESTAQUE.S DLOOO DADY l'A?·•tTASIA c:1AMT::>L t EDY -- ADAO CATlU)<;J MAll!A Al'Alll!:Cm. rrmr:oso JOSr RONALDO E LEA MAnILl.1"tE )lôl)HIQUJ;!;l connt A FATIMA I.ô'tUi:$ MAHLEY LINO Ll!:lTI! o0X-X00 os 'BLOeO.9 Prtelm e D:1lablzoll10 toram a leria e íi• nlmnç!lo deste nosso carnaval. I'o! bontto ver n d!puta dos do!s bloco. 00X--X00 PARECE-ME que o publico gostou dog r~ult.ados ntl cnlrc~a dos tror~us: Dnlablz.olho o bloco ma!s nnlmndo (era o melhor no b:ituque) o Frlel ?11.s o bloeo eom melhor npresentnç:lo. Foi um bloco que encantou o :pllblJco pelo vsua! ltn» <llislmo prlnclpalment.e nn illtlmn noite onde toda., s patas participantes usaram bel{ss!. mas t1111taslns ( a mnlorln dolrui odqulrldn3 n11 boutlq,ue PAYOU). Foi sensaelonalllt ESCLAiiECIM~ Orig!nnlldnde mllSCUllno, 2. 0 lugnr que coube a Amaury Corre:1, mereceu o troflu porque pnrtlclpou com ns tantnslns po.lhnço, Preto Velho e Baby Chorão, s6 que nn hora de 1'1!Ceber o troféu jd estnvn sem !antasln. fot uma pena mas ele mereceu com justlçn. OoX-XoO SURAMA GELEILATE ganhou o l." lugnr luxo remlnlno com to dn n Justlçn porque realmente suas fantasias mnravilhnrnm os olhos dos presentes, princ!. paimente com a !nntasla usada nn 3.ª Feira Aranha Real. As demais !oram: Espanhola, Rainha dns Serpentes e Princesa Leopoldina. OoX-XoO MARCOS L()RIS Foi o vencedor como em todos os anos nn categoria originalidade nuscullno, :seu 1.º lugar !oi merecido, o povo aplaudiu e vibrou com sua vitória. OoX-XoO MAS ... O povo não gostou quondo o troféu do 1.º lugnr luxo masculino foi dado n outro. Eu p:irtlculnnnente, também tenho a mesma o plnll!o: o Marcos merecln ganhar também o 1.° 1ugar luxo mnscullno, a!lnal, não tinha quem competis.se com ele, merecia os dois l.ºs lugnres nas duas c:itegorlas, que dessem nele os troféus. mas nllo !oi assim ... vamos ver no próximo carnaval ..... né Marcos? O o X-X.o O NO CONCUSO INFANTIL 'Onico comentário que !aço, discordando dos result:ldos rol qll3nto a linda Vivlnne IJ. no de Almeida. !nntas!ada de Russa. merectn um tro!éu. ela estnvn maravllhosal!!I OoX-XoO GOSTEI DE VER Um grande numero de casais que anima. rnm o n0550 ca=val., Moacyr Ba!one e leda. Bn.stião e Gersy. Salrunene e Odiln, Pedro Pat mlere e Ledn, Carlos Rennoers e sra Bnzan e Srn, Evilá.slo e Elpld.!n, Garib:ild! 'e sueif :tvnne Graça. • OoX-Xoo T A.'-'ffiÉM Snmbaram pra valer Chico Maia • Maristcln, Cuco Godoy H tenclo Escob.lr, Mag:,.y Ramos Verõnt~ -vr .. ra, Lais N:izareth., Rezuto ~ques ( ei ' clnha • t d estava t.nu g:ra ,es I o de mulher) Antoni Gnbln!o, Ana Lulza Escobar e Fát:imâ Bul 0 qul. amar. OoX-xoo A RAINHA do cnmá 83 Mônlca cxi'blu lindas sl:is. Jaq,ucllne de Bnrros multo lind: !llI:ta.. !nntnsb de Jnponcs:i.. em sua OoX-Xoo OoX-Xoo ANIMADISSIMOS 1 . tnmbém notei e anotei Sérgio Lim . Iene. Gcnit - Enoly, JOSé Geraldo 1:1 - de Campo Grande os manos Osn , • Be:_triz, Yes, Nilton Ferreira e N ells, de ~. e Renc Al• jo,·em Alexandre qu:rn:umu e = 0 P:i.Ulo o Ci • • m e:i=~"-~ v11 que veio conhecer a DOSs.1, !est:i°-~ Morno e curtir com a n:uno"'U!;i, F1 do Rei qucz.. • • ora 'eb,;. OoX:-Xoo OoX-Xoo LINDAS F,'I.NTASIAS exibidas pelas garotas dos Bloco4 , &labi=olho: A:,a S±ia Base, , reiras e . • ... e, '""ª 5.-:,,_ Crt,oq;u Loureiro, Ia Lino, Cr ua, "Gene, "'·· d tu:a±a C2..- ora e Ariana Pedra, Reare C±..,,."sra, ne Delvalhe, Isabel e Patriea , Iuie. P;a'elro, Neire Gonula +,,"e, Eear;- • • ,., .u.ll -e -'~'• drea Lima, Carla Ni±are±h, T;"" ·wsis, An- -; p, ·nina,Roe--, as, Eliane Silvana Almraa ' 'ar por Nuncy Not=ficação COM MIO Samba mo pé e e,#s mn do alais:. Sartwty Zoerin' Pn! ra. Rbentinho Lune ro, V!u Rrt. «, lua Rna Velas o Tubtsno e Kit!a Vr,, to e Rosymry Gar. ela, Juan Lho e Eduardo Pinheiro, Preto e lJ.e!'l.rtl..,:<>, ~ rr- .... e Ate!y, FIuvlo e J=ira, Za a Loure!ro, Bruno e Simone, Janto Sartory, oox:-xoo ASSIM FOI a testa do Fel Momo Eelvlstene, multo em ba no Fé, muita leria e deccntraç'o, Ter± c!nco no!tes que de!xarm saudades...+ ;lrtf'FA AI,tGltJA As primas Adrane e Putricla, esta a r.a, morad-o. do Guto, passaram um carnaval ma rnvllhOso em De!a Vl!ui. Plltrlcln la !Jxar res!dlncln cm no~;1 cl, ele.de, mns devido n prob!em!l.5 de cstud03 te, tom11 li cnpltnl d:i gnro::i. Prometem voltnr, ENTflE NôS O empresá.rlo Orlando Luvizarl, velo bUS:.. car 11 esposo. e filhas que cstnvam passando umn temporada em Belo Vistn.. Orlando é CU• nhado do jornalista Ivo.Ido Pereira. 1 nero Pf J / CG / Nº 007 /82 Cem base no po.rágrn!o 11n1eo· do Ar. 4° do Decreto Fedem! n. 0 '70.694/15, convocamo• Para comparecer na sede do Projeto FWldlá• rio Ja~ - INCRA: !ito h Av. Duque ele Cll< idas n 989 • Jard!m MS. o Sr. Jo~ Marcellr.O da Silva e o Sr. Clnudlo .Angelo de Souza ~ :'1 aderir ao Procedimento Rntl!leatór!o ao ,móvel de vossa propriedllde g1t1llld.'.15 no mll nlclplo de Porto Murtinho MS. 1 O prazo para comparecimento e para CI.UaJquer manl!estnção por parte de tercelrOS ó de 3 0 (trinta) dlas l1 COnt:lr da data desta pU. bllcação. Findo o Prazo daremos prosseguln".en to norma} ao Processo rntiticat:drio em que é =rente os Srs. Paulo de Táss!o GodoY, Gil, não Achcar e Ublrajo.ra Godoy presum;!ndo za _ haver nenhum óbice referente h regulllrl· ção de um excesso de 271,6521 (duzentas e 5 etentn e hum hectares, ~ ~ e clncO nres e ~~um cent1ares), -reri!lcado em 514 prQo 1fariano Wernecke llllranda Rodrl(Ud Executor do Projeto Flnd.lárlo Jardíln Portnna n• 277 de 29 09 8~ Tribuna da l<'runtrira CFundado em 20/2/1972) _ .,,.:_,~-C.M.P.15.513.203/0001 4 ~ tl'O no C:utório de Títulos e s..#2psi is - (Jon,+,_?Pcnsível: Ivaldo Perelr» • .....,,"' Proiiss1ona1. Ma~ Adn:únis MTPS n 140) 'Taç0, Redação e Pare e Gráfico - SEDE PR « "- Run da Repúbli I PRIA - • - Fone• (067) ca s,n • Bela Vistn. ,-, Dlrot~rn- ~ !l-H10 - Caixa Postal 23 Gt>.rcn::e: • Gils Estela Velasqpez P.ereJrl1 De to . on Sil'"=l S:mtos gj? Creu!o: ifrui 1a+ •-c.uATO"'cu.,..:._ ,ucne ,, :m:,. r-.r±TE: Ivaldo Pereira Bel ,. ASSINATURAS D • 1sta: anual ' 4 000 00 ~au 1!unic:h!o~··············· •• • l"UNn mo s.000.00 t7:n órgão • .,_ It: lv:ildo Pereln .. ...,. Rede Belnisrense de Represe-,, _"oras Lda. ±is%7@,2,ss@e_e e es NlCAÇ,Q s;c L~CU'f..OS DE COMO- Rua 7 d A. Po e Abri1, 282 - 5 º Andar &&{ 3isca:; ~~ORt e ABRAJORI • - '':? 3:z > ma" 3e- E,2%e ··-~ 3 1 1 1 BRIZ .. cr:rla: tnh a V! ln5Yrn.ir llh•o, ; Jnt! llo s .. .. ,. < 1 1 r r n na. al m4 tsacl, 'ºª t't- )ltnr, 1- ';. .o bus, assando é ou• r o , ,. ,Art. •' Jem +indlt e C4 Felino w:a ll:1' f!O (10 10 mil' ·.% .staPU• ulme ( que a ~-;,Gil· é% íntoS: j) nre5 ' :ua pro- , , ue ' ;rdilll ' Ili- 1 1 ·' , e tttJ a wcO • . ~- elr» t rs ses% ,ao cJB o 6B >íJO" 9f 1- ClliNAVAL . O c:nnnvnl no Gromlo Pedro Rufino está tendo cons1c!ero.do um dcs mellores do lnte- 1ior. O concurso de iantas:as, uma promoção Grêmio o Tribuna dn Frcnlclra, u cndn ano que pnssa melhora e se solldlíica como uma das ·grandes atruçócs. O I.o concurso contou com poucns !antns!as e os prêmios foram lem brançns ganhas no comércio local; o !Iº Já melhorou, foram distribuídos troféus e 50 mirem dirfüe!ro totalizando quase 210 mil GXU· A solidão é uma das muls ooresslvas ex• perlênclas que o ser humano pode enfrentar. Pe!xn-nos desolados coroo se um vent.o ô.rido nos tivesse ressequido. ~ aq_uel.u perda de contnt-0 com tudo que normalmente dá sentJ. do 11 vldn. ~ uma sensação de abandono. Contudo, n1io estamos ábándbn,fõos. • Se nos tivermos preparado anteriormente, de mo. tio adequado, seremos suficientemente !ortes E PJo - l olba d.o S:J.o Pt,ulo - 't'nbun, d .. rrontdrn) - O 1rv,ernador Llci!o IL'D:,cJ Dr.zoln, ão PD'f, dHrnúcu a tnst.aurr:i,!!.O <lú uma CPI, nc Cont,rc~.;o N~c!on-.l, p:ira im _ . t;r,nr n'l nl.ívlda!l!"I do SNI no P,iís. E rto 1, • n!rcstnr sun "p: ocupação e pesar" diante das recentes dcnúncis publicas impre a, .cspccia.lrncnto o ••c,::-0 Ulurn:;:<.rt.c:i.", e:,, f :,. rantrn: "N:10 prnlc:,ido ficar dll braÇJl. c.run, úos se verllic, r qun II cvo!uçüo de Ludo 1., ;o representa uma ameaça o s die!tos e l f r . dnde do DOS$() povo". 1I Sogunl!lo llrlzola, que retornou de uma víngcm de duas emanas a 'róquio o n Nova Yorl!, "~manhã ou cicpo!~ pcuert surgir r:l, como ocorreu tanlns vezes na. Argcntinn, um grupo d!::cm!o quo <l preciso 1.t.C,lli:ir com e. ·n ordem de CCl!s:is pra salvar o bom nomo dn &•voluçlío do 0-1. E, mals um vez será o po vo brasllelro quem '!!.i pn6ar o puto. N'áo po. demos permitir que Isso .ncon-t.cça. O lmportan te em todas essas denúncias é que sejam fel tas com propósitos claros a !!m de nã.o tur. var ns águas". E grrematou: "Porque em Ú· guas tunrns só o povo n!io pescn". A elucidação do "caso Baumgarten", de acordo cem o futuro chefe do Executivo Plu. minense, deve ser feita através da Justiça: "Não cabe CPI para !ato3 determinados. Quem matou quem, quem é o responsável por nJgum &salto :1 armuzém no Nordeste, ou ou tros episódios semelhAntes. A CP! deve inves Ugnr situações e, ai s!m.co.beria apurar os motivos que Jevarum alguém n assaltar arma- Participe da vida que brota a seu redor, pois a curo da solidão está em todos os o.lhos que !itamos, na mús!Cll sublime de todas as árvores e no riso de todss ns criança~. Síntese do Artigo "CURA PARA A SOLIDAO de Margaret Ross 'Extraído da Revista O ROSACRUZ" .. de dezembro de- 1974 • para esses embates com n solidão. . Ai:evlst1uia. Ordem Rosncruz - AMORC A sclldão não é um estudo mórbido ou é uma publicação bimestral distribuída a seus doentio, mas um'l condiçiio agr:1dáv.il e neces- a.ssinant<>...s e ·estuc1nntes, contendo àiversos s:iria, umu condiçiio que todo.s nós temos de artigos ve:rsahdo sob!-.? ciências, inistic!s'.rr:o _e en.rrentar e r,ad~mos supcr.u·. • an.es. Ela é editsda em se.is iãionus e Uda por A cura C?. sol!dão cti na mrne de vi- 1 L--entr·.= de mi.llz!.r.?S de pessoas cm todo· 6 ver. NO mio de IM@ co.± s iil:nos !mundo. ncziyas, ln:tio-nc' à vida, ora. .: .. i. nos p:u-lc intq~:ront~ ck:a. i..,( t-' J .e.. '· {!Ui(I·, (l"" t((-..!1 ;•, e ',/ nt te!"', t . .' .. - !..Lftl <,•r•• i ;{J f:'.'"J 4 ,o 4 7'!,L{lr 05 speçcs de Iberdsd crqs. d pelo po vo br.'t;o, o longo dno !)!C.' ...... ) c 1 c :ili!"-rt.1- ra demcratta. "L quando te :1a de abertu Jn, p-rec:lf,nr:1os JH c!'n v• a n palavra do pre i-"ldcnte I·i<1 1tcircôo, eompron:cLJcl.) com L s.i Iccesc. Ati;r por conseguinte sua utc. ridade, dergst-la, no creio que corresponda :w.3 inU>.1=~~ n:.cicn:.l 1 ; •• ob• rvcu. Ao mostrar-se preocupado cm que o che!o elo govõtno Sl'lu pre~rv:1do no cb;;cnrol..ir <l-.i "tontas rúvolr.çõe; c,oc~b~os.:.:;", JJrVoh jll."· liflcou: "Será ncce~s'.!r!o i;c-•iJ:-:ir tx':noro u-; cols:tS, n1im dz quc>, mnu!to mais do qué n lm-►, 1 gem a.o P.ree::!àcnt,•, o~ •;cu.1 C.'.::n;,ron-J~os !:). jnm mantidos". COM TANCREDO S0brn r,olltfca partldnria, Leonel Brlzola rruml.festou a Intenção de. pro::ur;1r o go·.-e:rni, cJor eleito ele Mi= Gerais, T,Y.lcrec!o Nev~ {PMDB) para "um prowito:.O diálo3-o'' e a. presentou restrições u teso do consenso nnclo na! .dcfenàldn pelo pol!t!co mineiro. Para Brfaola, consenso significa "u esco lha do futuro Presidente através do eleições J!- r:·::.:; Ic, ? ! cr.ccr,' n,. Mos na p7.'4 i t:i cor,, o 1'D'.r, z(n no Nord ), 1 ~ll '.• J J ll d! ·.1 1 cc. .' .h r tr .... 1 , ' fl ~ ;.. · ç 1 ;il h v.d. ,, . ; que pode.' ++ 0 9rat !hl•tc.; ~ M • ,, •• "1 , :11 :1n1p!!a1 ..... ... . r~ .._ .;. Riu En:ola, u 1! Cs «o F I .:i n•: c~n .ido ro,· 1o r.e·a f!.,"T, 11r"lro1?1 ta.n~bún !nunc..k;;.1 :.i :nt .r---;fio d~ r~:.'.'.!r a r,:•:c 1Jt:r cr.tJn a FI 0"oC!ali%mo o mG mino aitrt,O 1am o Ta!s" e sena urou ave te! "ln: zr1119nos pra 'o!zn. d: Ta pro;t2, Pen1; dsnv0!3r tmn 'Ir'iate qu tun:: osíc! va '+nga em trH de!C&'+s, e runn em :ande tom. d·cy7, El □g 1 íl.UR Gt.:!·. E,-;t!'! # g ... • zefros. P9.ra o próximo ano, caso a. ;itual dire toria permaneça, ou se ·mudar, mudar pnra melhor, o que duvidamos, o IIIº Concurso de Fanlasl.a.s do Sudoeste será melhor, multo melhor, serão distribuidos troféus, -prêmios . em dinheiro. e medalbas no valor de l milhüo de cruzeiros. Será um pulo alt-0, Nós gostamos de desafios e o Grfünio não dei'..m por menos. FOTOS . As fotos do carnaval belavistense, algun..5 fü1gnintes, rotos elas !nntasiPS premiada~, ~- C'.li'--:i. Fost:2! 307 B0.000 - Cu.rihb_o. - FR /OG7l 431 2230 • Panta Pc:ã a ~crda passo" Zzdc Uus md !ge Bortta Das cor€s e . lJ<':1 :Jjf.t !~.> [:~:JR(• lJ0nUflcor com VôCê MS O EI0!-~1 OU! P.. ft'scill..HilLNl. ••• EXISTE MESIIO lllvi SEXO SOFEW:liOR? SIM, VOCÊ P0')1E DEIXAR DE FUFAP! BIO.M:l1GNB'.ifl!§.1:'!0: fil1A FORCA Qüz ES'i'Á. fà.SUA DÍ&l?OSiÇü' .. eAeg2 a$$ E RANTENA 2A .<C} ? CPESO 1 · 1 • Át':lodaD•at,caecta-nosa1:!co'e<;.:lc MAN'EOJ!1 ; 1 • Modelosmurto ch.~ues[a:::im.ade ta:nzrho 48) e p;;•a crtan;as !am~m _ • Os moldas de ?.o~rt.o MJoJes. • Uma ca'ça pa·a et.e. • ·Asseçóescepe'ezatratshcsnanaise q cu'irar.acstão:imasparavcê.narsenpre. manequins Nas t: ~ .~::s. TEM OS o ('.!11At"<f:CP.lTO D. ".r m {ranja com ps p0sous" p+ reco r um tls in s borre!dos problemas da hdt pata nqteles ue admitem ter proble m« !c humanas felizs e harmóntus constem, tu verdde, objutlo lopiável pu ra todas nspe s.1,nominal divergirmos de c:.tttJf'•t C'!n n 1 ,Oi t onl·:lo:l <ll.rio~, por(;1 u:.o é normal nem necessário nos torarmos n taonlsts de todas s pessoas que de nós d! vrm, O progresso é conquistado e a ver d de revelada apenas peln instituição de ab rt•lut:1 1il•1·r,l.1lk d, prn• ·,mrnto. IX' modo 1 ral, sentimo nos ntrfd0s pa. ra outras pessoa qundo descobrimos que com t',1~ :cmo"> 11)!·11111:i cob:i ()m comum ou qua11<lo nos (l!'lrltomo'1 rorn 011JO iln1;11h1r que ne!as exista. Nosso conhecimento lrans ronnn se cm nn1l;:..1clc; bCnUmos nlegrlll cm com cbe, <.onvi, ?r. Entno, li me<Ucln quo co nh('C'CJIWS 1nr•1hor ~>l pCr!;Onnlldncle, dcsco brlmM qu~ llO!'SOS nmlgOJ expressam carae teristteas difrentes da noss.' mnnclrn de vl ver e de nos filosofia, Imediatamente, co r.1c~;, a ~e li v,mlur uma barrclm <lc düvld:l, de suspeita, e a desron!innça surr.e pnm nrrul nr nossa bl am! do, Verificamos que nos sos E~ntlmrntos r.stno dlvlclldos entre duas n• titudes pam com nossos amigos, Que fazer? Tcnt,mos o nmor, De tempos em tempos, verlflcnmos que no toramos "o sucesso nas reuniões" ou o centro lia ,1'.c1'1Ç~ol «-. scjnr .. ·., honcsto1, com 1- o nos tlolcllJmos. :Envoltcccmos-nos e dclcl, t1mo-nos cm receber tanta ndulço. Em nos r;i. vald:idc, começ:1010~ n pensnr que tnlvez ~c)runos ~.lgo dilcrcntcs, um pouco melhores ou mnls traentes do que aqueles quo nos clrcundnm. E cntno, prcclsnmentc qunndo co meçamos n nos regozijar com o nosso cstre hto, nossos valü-els nm1gos transferem sua ndulnçüo p:im umn outra pcssoü. Ficllmos a turdidos! Os mesmos nmlgos que se nperce beram. de nos.<;.'.IS qualldndcs sobcrbns e nos colocnmrn no apogeu d' popularidade, pas sam a nos nb:indonar sem umn palavra de explicação ou trlsteza. Sentimo-nos nnlquiln, dos e Isolados. Que poderemos fazer pnl".1 nos recuperar? Tentemos o nrnor! Qunso todos nós, cm umu ou outra oca sllio, descobrimos que nos tonumos vitimas inocentes de mesquinhos mexericos, Por ml• lbnres de ra:õcs, uquclc" que cSão escraviza. dos pel.' lnvcj 1, pelo ciume ou peln inseguran ça, tentnm compensar fCl próprios proble mns com o nt:lquc 1>.quelcs que parecem ruo entreter css.'S mcmi:is quebms. Ao invés de pesquisirem n ~uss da paz por outros eles. n-ut:1d:,, eles se es!orç.mio para destruir ess:,, pnz e tornar as outros pessoas tão ln!eliz2s qunnto cl!l.S mesm:is.. Um:i. mnneira comum e covarde de nlc:mçarem seu objetivo é espa lharem mexericos, cuid idosa e sutilmente. !'or r.hri~ n. Wnrnkcn, r.n e. l.amrnl,;',._ltn• nll'. dt ddo ninei I i frnqur ' Jaun:in,,. o mcx, rico quase sempre lcunça su cesso em ferir s pessoas, embora talvez não c<,nt.cohn um !r,>b'J'tirnto s1•q11t-r thJ wrd,'d,J. /,o t~tlrrmos nbs0lutnrn,n1,, couvit·toi dr que temos sido sinceros e leals em nossas 1e lações com os outros e notarmos que eles es to se torando polidos para conosco e n' rnnJs omlgo,i, l'<Jnlll e 11prt>ssJdos ou por de. mnts m·upJ<lM pa.m no~ l'('CC!J<'r ou receosos de terem vistos junto a nós, e5tarcmos pro ,,nvclmcntc r1;nclo v[t lmns da mc:u'rlcos, Se no!..~O!, umlr,o.s p-,s.snrrm II nos cvilnr, !iquo mns ut.cnl05 contra os me:xcrkos! Que podc I'f'mos !uzer poro que esses nossos nmtgos nl cnncem n vlslo cspltltua.l para perceber o ver, dndc'I Tl'ntemos o umorl Todos os scrc., humnnos J)!l.SS'.Un por pc rlodos de deprcssr,o ou mcJnncollo. Eles suo tfio necessários qunnto o respirar, porém ne nhum de nós tem de se contentar com eles, Apcms uns poucos cstrnnhamente os nprc• c!mn. Somente poderemos reconhecer e a preciar nossos melhores perlodos de alegrlll e relicld:idc se estivermos !nrnll!arl1.ados com o outro lado cio ciclo, que (! 11 tristeza e o do. sõ.nlmo. Quando em estudo de deprcsslo que cttnmos sós o que os outros realmente co nosco nllo so Importam. Podemos racllment.e cncontrur Ulll!l. cxpllcnção negativa po.ra tudo que vemos e ouvtmos, e suspeitamos de to dos como se !os.sem nossos Inimigos. O senso comum e o rncloclnlo objetivo prontamcn• te nos ndvertlrlnm que eatnmos criando n conruslo que queremos Imputar li outros, mas, ontllo, estaremos apenas pensando o nno racloclnnndo. Como poderemos superar t,.ls , perlodos de depresslo? Tentemos o 11mor. 1 Que é o nmor? ~ 11 forçn que mantém o Universo coeso. ~ a mnls pura dns onerglns posltlvns. ~ o conquistaclor lnconqutstá,'CI. O nmor não é cego; vê multo mais claramente, e inspiro compaixão, toleràncln e pncll!ncin. O nmor não aceita II desesperança, o desespe ro. O amor descob:re algo de bom em todas as situnções negativas. O amor niio pode ser des viado de sun meta. nem dissuadido, O amor é sempre leal e jamais se extingue. O amor é !nvenclvel! Pode haver reolmente umn torça tão su prema ou ó o runor simplesmente o resulta do de feiticeiros poderosos que nos !nzcm ver todas os coisas "através de lentes colori das?" Somente 11queles que já sentiram o n mor cm todas as SU3s formos poderão res ponder peremptorlamente. E eles já se manl festnrnm! O nmor constitui o iissunto mais corrente de todo o esforço literãtio. Na can• ção Judnlco-Ctistã SONG OF SOLOMON, en contramos: "Grande quantidade de água não pode apagar o amor, nem podem os Inunda, ções exUngul-Jo·. Lno-Tse disse: "li'or contln• 'eia da farta, um hr mn 1 ,,- .. ' rr o mundo durante !um temo, nas pda for('l do /rnor , e der dorunir o +urdo para todo o tempre" Emnu! eed nbor! ,.r.crc·:ttl' "O mor, em bl'l I n 'a 6 fovo spittul". E o Mestre Gtord+no Bruno: 'E» 1·,mo~ rocl<':i<lo·, pt"!.1 e l!'rr.!cl• dr <';,•la for•, 11nl!ic•i,doro uo nmor. f,6 há m centro do qunl todas s e pcles emanam, como rnJo; d~ mn 1<0I, <' p3r:1 o qual Lod+ q4 srécies Te tomnm", O nmor é, c.m r<.,11,lwl<". /lldO e to (las ns col<ns que a li.'U r<•p~l1JJ ttm ~ido dl ln.1 o cscrltns, portm não podemos conhecer rcu mnrn,·l!ho5o poder antes de tentarmos senti-lo, O amor é ltruista e bneraço; nada ob Jctlva gnnhar, O nmor torn.'l-nos parte do CMl• tro radiante e lnvl,lvcl n que so ?'<'!t'rlu B!U· no, Portanto, vivemos apenas para dar; dar amor, dor tellci<hdc, dnr p.-u:, e c!nr de nós mesmos 11bundantemenlc! Se o nos.50 nmtgo !or dl!<'rcn!e de nós, sejamos or,rodccidos. Aprend-unos n nprcci3r u diversidade em tod:is os coisas, mesmo n:is pesso::is, Comecemos a compreender o in!JnJ. to! Amemos to<.la expressão individunl como sendo única. Quando nossa eslrola de popula ridade cotr, 11eJomos prntos por ter retornn, 1 p .. } medíocres nec ;r mext to. amos, 'Ten as sol1 problemas para q elas possam sr flLs, Dispense tnço especa! e ;.mor liº"'· (.~ltn t • 1• Mi!id.de, io é presamente o que lhes falta s. n:.rno r;o, de": ··n·r··w!loi? B1it;q,lernos ma~ f.'i )Jel<•C~S p:JJl' ::m:r e COlllI)l'C'lnrtrr, l' _ 11- quemos sufe!entemente ocupados pra evitar a tristeza. Quundo tudo o mais falhar, tente roos o ::..mcrt A revista da Ordem Rosacruz - AMOHC 11 uma publicação bimestral distrib!da a seus assinantes e estudantes, contendo diversos ortlgo'i vcr•:u:do sobre' clfncL'!s, mi;Uclsmo e artes. Ela é editada em e!s idiomas e Ida por a:nl.<'nas dr nulh:ir!!s de pes,0::.1 cm todo o rnundo. 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Dc!:t:wol""UI'!c.:i.to si&nlfk:i. rnclho;r.:;: cocdiçõcs d~ ,·id:i p...ua todos; m::tis: cn:r:r<-scs) rr:elhores ~1.irio..'l. nui.! .1.lln::eot~. ~-"Ctcnci:i n-.éd.ica e r;rc·."':clcnC!~ ~.-cbl. 5.J:{Jde. c-:1.s..1 p:ror:ri:i, c:"."CO!:?.J, h!~ t.!~tric,. . .!lgu:i, esgotes e t:-:in.::ro:t.:s cnlct:'◊.5. l-kJ<'. cxp.c:t..,r n-:~ ~ t:.:'l?!n !..lcil. ~!J..$ cc:n c!êtrrm.:n.,çJ~ c:ri:ttividade e CG:-:':.?'--tc.nc:i.J µcc! ... mos ca.:quL br e m:::-::t-r rr:trci::dos. GEEI COM OS C:- 1....;.:; ... , i:.~r..._ ... !c.c::L A:muntar a excreio é fundam:tu! peta rn:ter cri':o de O Presidente 'Figuclrc.do enca-'-'-o ++in ' a0 Congresso projeto de lei q_ue ac:,ba com os a- testados de comprovação de vida , r"5idenci:,,, r,obrc:z:n, depc.ndenc1a econõmica. homoními:, e bons ontccedentes, b:m.:indo apc.n:i:; declara:,5o dos inU>res.ndos. • Em entrevista coletiv:i_ 0 mi,i,:tro Rêlio Eeltrao, d:i Dcsburocr:itizaçijo_ n!inr:ou que res tabelecer a con!i.:inço nas rebc-ées socfai,; e principal objetivo ao anteprojeto. 1 0 - • ,, • "->'!:is com provações segundo .i minut:i, serão feitns .. slrr.ples decla.r-Jç5o c!o il'.leros;;~do ou ,., por c:umdor e não mais at:r.wés dos rr->..d.: . eu pro- 17rtdos. O ministro fez que.tão de i/ 10 nais ~ lc de irnprens..i. do Pal:ício do p~t, ~o COn,.j. 1 plicar os efeitos be:iéüeos da m •,d = n teida, que re. duz, apenas no âmbito da ,dministraçiío [.ede E, era ae o mses de atestados. O fi os ata?stndos ::.tingirá t.::. bê a.rtir ~ D· ):.ro,-:,ção ' . rn m. ::, p . l ., o projeto, as repartições do Leç, a ... ,·o, da Judi • • . "' tod _ _ . cano e da iniciati·a Fri••od:i. er Fíé'~ º" ru~-els: fecier->..I. cstaà112.1 e mun!cip:tl. :i a.{"gio procurou &secar ±cise. sr pre.. o pesscsl só !'15o ter.J v:rlid:.de p:.r!l + 'aem processas pcnais e. cuando ficar c provado ' /«+· t fi •. que O doou,r.cuto 6 f:.l.so, o dedJ:rs:,· e icará sujeito a sanções civis ai.strti"° e Criming; "» a,ai.++ , RQ,>, 'S previstas mi lei o m,níst..-0 pé)iO °" uuo consid - • • i)o:s '' . ercu a medida rcvoluci~n:.ru- eia,_," varrer a desconfiança d:r 'l.icb ~ ,0:- <ue em geral. o alpão O Melhcr Charrue "Radie±;· Rlr..c: d~ tir:i Cc.::t::, o.l "cràuros e s.,:oci:.,, !"l-:;u RUA llARiCAJU. 1 ;- (F, , ' -"""'-l E:"7JlE A 1-! .:=arnpo Grande do inpuém • 1111, r, ', (1, • os, (do] 1n1,1 /n; 1'ü0<:IJJ>(•p, .. • ··•lize• J1 • si i"2 r t 1mh.' 1·mos 1hr, 1 da pro?n te lhes f:l!I Jcmos mu! 2nder, e f! p·un CVII,.: .lhnr, te!'.,. - AMORC Ju!du n ,e:; lo divers:; ticlsmno t e lida p: , lodo o -, ! •preéo rsári05, h.' pry i .BLlt'A 1 IA,FA 1 APA. ----- 1 Meu caro Redator « amlgo, replico e con testo: no aspecto polfr'o "deveriam existir re. •r:is e método~", j,", qur n PUfü ck!inlr,:,.0 de ~olitlc:, dt• ''SEH A /~nn: DE GER!n O ESTA• JJO SEGUNDO ·r'nINC!PIOS DEFINIDOS. REGRAS MORQI, LEIS ESCRITAS E prhc-1- ralm~nle 'fRl~!ÇOF:S HESPEITAVEIS'', nun, Dl, FERNANDO DE Flll:ÚTAS r,.: A Médico - CRM 351 Cl!nlca 1tódlcn o Cinrglcn. Jtun Gu1n Lopçs, 826 -. Fone: 422 1270 BELA VISTA- MATO GROSSO DO SUL IVAN AFONSÕ D1 COSTA l'l'LRQUES Advogado causns Civols e Criminais lm'elltárlos, Desqult.cs, Divórcios e I,ognUznção de Torras. Escrit.: Run Antonio M.nrla Coelho, 426 Fone: 439-1393 Ro.sidància: Rua CUJ..nbá, 468 l3ELA VISTA - MS. , E5C ToiTU SUiTDTCo Nelson Chagas Advogado Çilusas Tmbruhlstn, Criminal, Comercial Civol (problemas-!runilla) terras trivontárlos, cobtanç.ns, etc. Rua Dr . .Ary Qoelho Olivelrn, 860 'Fon11: 2121 - JARDIM - ;MS. DR. JOS& Jn).L"l'iSlO .t-Ü:."TO ÃdVQg11dO OAB _ MS - 1579 Avenida Puque de Caxias, 780 r ca1xn Postal 31- JARDIM- MS. .ÔUNI~ Dli: .ALERGIA DR. CLAUDÍO RAZUK Atugl.stn Alergias rc!;p!rnt4rl~, 'rie=tológlcas Oftalmol6::lcns e nllmcntares. . "Testes Alérgicos e Vacinas" .. Ruo J~ Antonio L256 • Fone 38:1-3290 -------------- 1 tl foi r1bida J,do; qu(' 11:n u lattm, )ill• de H'· rlam obedecer e seguir, mas egum 6mente rc · r,r;i~ pnrtidári~·{, rr.,firrno: •em bu c:i ,10 ' ,,,.,. dentro de outras normns, as das mi brilhant ; inconsequencina, esquecida de que nada deveria ~rr 1110!-; eminente pelftlco, 11 .. fcrrr..1 <l., J • ,. prla palavra, debfxo do cé • que u sobre«!a ; Lvtiva 1 f .nJ.; O : . . Muito bem, o povo n7 e! m3. 'f C? l'vr q .:: r.,: ! • e, ele pova e: ta u • 1 nr e. r.· ... r:I..! ~:d,,s Peb r'-ri. u,,' rcnnlÕP3 rcpil0: "secretas, conchavo c0!. JfoboJ cl,e rcuh; • vir a tons edr , J, •<; ~'.} 1 '.l ato d~ r:o· ,,, 11quc!e aspecto de ver±de DO MOMENTO, camo lgal que é (qualquer efa o rcsultedo), ti tudo já u!I,,;1, r?:;.fí.r.co '~-'.rc,. de combinndo'' o n :o dc;.i ce1~~ ... cerro uns qt::iu tos dc::ejavílm, Mo é lL•dibiM n f6 pi'.; 1.!~Cú, e, c.!J p!'.ib:lco que li estava, pelo protesto de varias dos eclh descontentes... e porque? o poder maior nio fi cou com o prttdo?, Isto é firmar que n Ví:rckrle: é fiJhc do t, r.1• po (Vcrltt1s tcmpor!:; ft!i1), sb d:i •·tt:r.?O de corrido em que nos próprios ESFIRíTOS, ELA SE MODIFICOU PARA PIOR OU :'lffLHOR", segundo os conceltcs daquclc:i qoe ü qucd r.1 diversa do que !oi, dando-lhc3 cnsl.'jo a ll':t~rn a protestos... t.cdnvin, kmbrcm-se todo3; E LEIÇÃO (rnbstantivo feminino) mo~tra de qurm do cm vez sua cnrnclcrhtico !e.nlniru: ccmo a firma Vlrgllin na Encid:i, (Liv. IV, 5G:l - 70) Vnrlum te mutabUc i;cmpcr Ictnln:i"; a !l'.ulhct' é sempre coisa mudável e vorHvcl" ... O "to be or not to ." e S-.:hakcs;;icJt'' (: nlndn n chave da questc; na formz de C1lmo, . a partir t::.11na c1ciç:lo o exerc:c!o da libcrd:dc l por. clcm!'.otos de um m!:.>-:no p::rt!do que, ao 1 que se vé c oberva, está em dc6di:ncl:! !nter na, decidêncl:i esta, que é fru~o de doutrín:i..s que hoje cmr,cst2m e desonram ela pratica 1 não de ur.ia DE),!OCR:'.C:.: 'iERDADEIRA, j mas pelo nco1himento da "R~llgi.:io do Poder", quo só procura conzegulr seus objetives, por a- te. d;: arbítr!o, ~cm rc,pdt.u- !ront,,..ir::s • as l e!-, ,;:reito hurnano,a partir dnqueks que n~o s;·?o "irmiío: da mesma cep:i." Espero que apesar dos pesares, haja ou n::o +ai aias "um e deis" no FDS Bel3visterc2 ou :!J PI!DB. que todo3 os que os formam e con : 1ucntcmcnte constltu~m o reduto "dc.s cdi;" tnfc!pais. ESQUEÇAM suas siglas, c, km• 1 ·1m-se única e tão smcnte, de que "a s-,bcn- ll ·-g -:-e:ide se:nµre -ele direito ou de f.lto, bll'.l· __________________ r''el e r~-conl.ec!é!lmentc no POVO, nz Por• • j ~(·lo; dele que os cle~u "por essa ou :.!'<uela" : r~ tt ~da p;,rt:dá.•i:l, de vez que, é preciso a:1tes _,!n tu:lo: Pc:lstlr, Agir Trabalh::ir e Re:illzar Tu• 'd, ror Bela Vlst,1. e, vmmA Du·rnA CRM 001 Olln!cn tlt!dlcn - Docnç:is do Senhort'.3 Partos - Controle Câncer Glnecológlco ' Atcndlmclno de scgundn .n :;cxto..!elra manhã: das 8 ll!l. !Is 11 hs. tarde: dns 14 hs. hs 16,30 hs. Rua Coronel Ponce, 384 - Bela Vistn-MS. MANOEL RODRIGUES NEGMO Advogndo Rua Tene'nt~ Bernardes, 2550 CEP 79,240 - JARDIM • MS ESClUTÓRIO DE ADVOCACIA Dr. Pedro Josó Palmlfu-1 .Legallznção de Terras, Inventárlos o Cnusas Crlmlo.n!s (Jurl> Run 1.5 de Novembro, 160 Fone: 439-1132 - BELA VISTA - MS. • l'-1 ,, , DR: JOEISON MARTINEZ PEIXOTO Advogado Escritório: Rua 1." de. Maio, 357 JARDIM - MATO GROSSO DO SU!. I ,. 1 • • DR. RICARDO REGO . . Advogado IJ:?-ventáríos - Legalização de Terras Antonio João MS. l:': o que cspe:a deles. o; muieipes que cs c:~5:.:-r.1::1, o.índ1 que per vctn vlncul!ldo (v.:r d· de:ira aberrnçB::, em se tt:J:!a.11do de prL~!p{os 1 T::-!!C~RATICOS), ou· tldos cc:r,o tais. O POVO lhes entregou a chave da cas.:1 e de cerfa formo, em parte - o chave do ·•cor,e ! ' 1 !':')'.i)[ 1 Q,:r. -..1. ln• 1 d.cniq ~"H : .:1 rl,-1), Quem vive ( íJ ccr.:iJ .,, vn, sela «ora t E DA C.MARRA. r. 1 •.1 !1- lho da 'Terra, um r .,:.o: da zaczi!icsd Ez! - Que já teve M!douto, • zg 'o tem.. - Que je 'e.e A!e de Rt±s N!na!s vindo aru! e agoz nc vem ris. • Que !á teve un:s E ala do gabti!o do Cc!alo San!» A'azo, no tem mz!s Isto. CJ,"o e 1 Gut' ! .1:.i.n L ~- V , :..:i~~: n.:.:> EOU cztilcc, no :ent!do d apantéllco Rmn!.. 1 · Ca]a Ponte Inter3'o±I, ert cheta de 1 arcla, cem ill pu~r~~s ::;;drceez:i!~ o corroídas [ pel ferrugem e minguem faz nada... 1 CN.i p:~':l:! q~~ "rn~r;:•r.a•:.:m o Aiia com • , .. ; .• ".,.,,. f:...,,r i r .. - , •--. :,.. .,.. '" crc. _ __, ·-''• ... '-- ,e:..5p/da5 c is h ... 10 m..a. ... ..... 1 r-f'•i:,.:,. 1 ] .1.C,.., H>C ..... ,"4-,,., 1 I Isto d, ;;or l:c:c é só: •· dt" a cnrg~ é um l d;relo tu, contestar, re;;is:(ainda que de. pend:do de tuJ o:óem n:;~=-.1 qucrídn ''Tribuna da :fron!elra) é rr.cu. • e d dclxard <!e fazii lo qlcJnc!o n:1o rna:5 tiver crr;;..mcnto~ para cor,. Y~r.crr o; (lU::i ;:or·:cz;tur:: n~c hcnr=m cem cua oten,;.o e ,eit:.1ra, <lt! vez , 1 ,1?, fleo cm mlnhJ nor.T.1 e cm meu lo:-ia r,c,scal: - •·U!,I sn;:--.1PF, r,u(!l;::.1: ::AS JA!,IAIS ~:: COBRARÁ cu CURVARA, b. lcl d.i força, r·:.:•~ C0:'.1.:0:DA OS ATOS APEITRAR!OS", 1 J;esc:1lp!?r.:c os que cm!go n!o con:or:fo. rcm p.:.ls r.rn: :'i."l!o d2. cjo, EASTA-:.1E a ço::s• f dénci1. trJ.~qi..dla d!! qu~, n:e t..:.to e ll'i~c:~J s:?-m• pre, ccm honra pela verdadeira justiça venha donde vier, té mesno contra r:'m. Pr:. S!urzpt. A;c!'çs d:s mesa: dr!a:as da Cr:a- 1 r:'-: ~!::...~:c!~.i!.ÍE, /.,'.;:;::!ll;1éí;u, :_ .. ;-i !o.t!··.lS e Se,. ±.2$o rr.czivzs de; parle:en!±;e, no 1 - 4 ~ ••. ~• --,.- (! ... ~ ....... 1- 1' -··r... t' .. _ '"' . -J~.c -- _...'.) 0 0V. , .. > r -4ia -s mar; ,+ : itJ: ~ .:: ... (,! ·i_::r: ... r c.:1::ci' . .J::~o;: -~; co :r:..:.s. 1 ds. ±.: nulo dizes "S.um! eia nas hrzgcz ds Z±:r'a" e si, "tua! dar.l:". 0o:lga do Fe!os clszis. - DR. ADHEIIlR WDOY Advogado Cnusas Ch-e!s, Crlmlnals, Problemas de Terras, ln,zentárlos. Rµa Cldabá, 350 --..;.._.;BELA VISTA - MS. ESCRITÓRIO DE ADVOCAC V ""':" • I • Dr. Sérgio Roberto Perondl • • Advogado c.,.us:is Cíveis - Direito Agrár!o In'-!!!ntários • Escritório: Pmçn. Álvttró ?-t.'SCS.re:-.:!;ns BELA VISTA- MS_. . O Melhor corretlvo i;::m o So!o • PI!ODt:TO DE ALT.l CH.' . .U!DADE :;Il::ierr,.ção Boi:o(!=, Ltcb.. Usin::: Roc:ovi:i J!U'di:n n Porto Mu:rtln::o • Ko Si ~critério: A-;. D.:quc de Cax:i:E• !l9 - J:m:L-n :,3 Dourndos.: R~ Jo:i.otúm. Te:z-,irn /1.l,::s. !NIS "Nós ::áeciitnrnos e:n M::.to Grosso • do Sul e c::or:an:cs t:"::!;:~11rr::o 1 l ••• mn - ... .. Cada vez íll O i S perto d Voe e o () p R tomnda por M•J'J comprinhelt'O'< ,nqucle "ncor elo de t w.,lh•·iro·,'' que 1111111 lll:th cru bCOJO 11 diretriz traçada pelo órgão partidário, neste cnso o Dlre>órlo l1lnlrlpal. cuJo prr~l(kr:t(l f11i.iu p.ulo oo u<X>rdo, o nl<lb o~ '"ºllJ3 ~:1do; u teus dversários (trs votos o vlee, l e 2 sccr,,lArlos) por BI 56-i J; : !o su[lei;;ntcs p.'lri a provddncia das cassações dos teus manda. tos, tto c:nro e•! nr<to dlspo:;!llyo legal. D!zer-se que ralç:J.o hourn de nmb:is M partes (defesa de Ivan) porque Perondi o comonnhl'iros tnmblm voturrun no ndv1!rsórlo Veto·, 1nm vice, prcslcltnle du Mesa, é mera desculpa para deslar a atenção do público 1 nh~ u e~cabrnso cuso de lntldtlidn.le pnh• dúrlll protlcJlln por aquele~ dois trnu5tugaa, nüo por lnlcres&e de 1tdesa de qunl:iuer direi• to conslllultlo em Jrl, mng apenas por nmbl• ção pe sal para salgarem posições de dCSL'l que, quiseram <lar mostras de pout!cos sabi dos na lngenuldndc elos atos reprováveis e colocnrnm o PMDB a cnvnlelro paru manobrar com mnls amplidão, como fez, deLxando o can dld11to de Ivan n Vice, Claudlonor :i bater r-almas no escuro, sem os votos dos ndvcrsú. rios ravort>cldos. Os votos elndos pelos qu:nro vereadores fiéis no v!ce do PMDB núo toram mals que Justos, legais e ncccssúrlos pnr:i ga,antlrem n reprcsentaçi10 dn minoria no Mesn, além de respeitnrem os princlplos cstabolccldos pelo 6rglio partidário, como prevô o Item V1 do nrt. 12, do Estatuto do Partido Democrot.lco socbl. Esses votos dndos aos adversários, não foram, por conseguinte, de trnição, na concep ção do Ivan (perito em cfütorcer assuntos e divergir), apenas um voto de cacln um deles, mas Ivan e ,,í,clo deram três votos para or mução dn Mesa pelo PMDB, o que caraclcrl• za ::• trJição cmnrttcln, cnrolvt'ndo mais nesse ruidoso caso o Interesse pessoal de ser o pre. sidentc clé C,imara, custasse o que custasse, mesmo com a rulnt e dcsmornllzação do pró- Senhor Rcdntor Depois dos comenlários de vosso jornal F0bre o uopc e tr.i.!çfo solrldo pelo PDS do Den Viria 11,t-c n lnciliclntlc com que o ndvo godo Ivon l1.ir;iucs sou companheiro encon, traram para esquivarem-se do "acordo de ca ,·alhclros" untes conflnnodo entro os eis ve rendorcs do Pnrtldo; do pronunciamento dos 4 vereadores !iéis no compromisso nssumldo e ele outros pronunciamentos, na ccli,i!o ele 5 !1 11 dc,tc m~, da TRIBUNA DA l'RO!'fl'EIRA, pig.-5 V. Sn. per1,,unto: l'!ln e Clnudiouor trol• mm o partido? Com a resposta o Dlretúrlo. ((lo PDS). Cerno essa resposta nno surgiu de quem dô direito nté o pn'scnte, tro.tondo-so àe coso de surnn i,ravldude que nio poderia p,ssar sem as mediclus pun<liva,. de ncordo com n nossa legislação pertinente, como Secretário do Diretório Municipal o por ml.nhn Inteira responst1blUd2àl!, vl,to que por duns vezes so licitei n reunl'..o dn Comlssno Executiva p:.ro tratnr do momentoso nssun:o, nmb:is untes clll poSEc e eleição da Mesn du Càmnra; a pri meira, p~!d:i com o presença cios O vcre~do ~s elelto, pelo p:i.rtido, neln já nlo compare cendo os dois citodos por V. Sa. e n segundl, sem resultnclo n:1 provlóêncln da punição re. f?U)runent:ir por ter n ma!oril achado por be.m evitar prcjulzos maiores no partido. An:illsemos os fntos: QU!u:ldo um cidndüo lngr,::ssa em umn or i;,ml~~ç:l.o po1itlc:i., ele Jl tem ns umlclo um compromisso de horm, de prcstigbr e dcfcn dc_r par todos os meios <l cm todos ns oc:islões o lntcr<,,sc do PnTtltlo que escolheu, pois que, devera antes conhecer as obrigações, deve. rs e direitos adquiridos por essa decisão sua través do que preceituam as lels igentes, A !1llJ,;:lo r, u1:i partido polillco é n olir m.1ç~.o 'C!'tb(ldm d,• l(I e C0!'.!iunç;i. dn e.xequl !tidade do seu programa de ação, respeito ds suas diretrizes legitimamente estabelece!d1s, elo seu códii;:o tlo e: lcn e todo mols uq_uelcs principies que tão bem estão delineados cm seu Estatuto. Aqui, a q_uestuo mor:il puromcn tJ adcqa!lCL'l a dd..!dlos hor:estos, co1~-;cientrs des seus compromsos assumidos, principal. 1n~nw ~-C!U1.:!..:s ql!.3 pr-ctend:tn c:lrf;os c.l.eti'OS. Mi que haver qualidade de caráter e intelra Justia em scus cometimentos. Varcs açor ao que d:z a Constituição Federal. a lei de Organizo dos Partides e outras. com as suis pro.blçdes, para pr02r cemo toram ingénuos aucles vé±adores que t.--a mm: seus cC::p2:1h±e:r0se 0 próp.:0 parti- do, para se ele::n por me!cs ilicitcs, mano bruni cm o apoie da opcsço.dando a es. 1:1 !11:i. 1: <';_'J..::1 1 1-0. do c:e:-: :-~CT::ü~r..:.m. Ort.2526c.Federa!, sobre ; o:aniza cão e funcionamento dos partidos polilicos, taz cerv.zão obre o seguinte principio: Ienu • 1 scp:a partidária; Im VIII . pre.s.ço decoles partidárias por conse gu:n:e. pre:biçio tamzbin de quilur con chavo particular de seus participantes. é ló g;col C seu pari;rafo nico e mais a'roe 4te e cistvo: Herderi e mnd:to no Senado Fe der:. ns Crura is Do-u@os, nus Assem b!e...s .S-Tas€n C .... :-r:. aras Municiasts ta:< ,.=r,.-~c.-, d.! d :-- ... 1_· o J;.1ruJ ... ..1 o: ' .: ... ar o ar ! (.;o :: h C' ~. 1• :· ........ l .1 4 ::> 'f' o. , a atue toma por Ivan e c' U· c:onr sord a.o s ta ) .. , .. !:•;.:. :--., n e Estamos cm plenn quaresma, logo vivere mos os dins da SemCl!ln Santa e com do n uti liwção de '[)Cixes e bocolhou na cosinha. Apro veitamos paro dar olgumo.s receitas de Alidta Furnz que mntém umn coluna Culinnria no Jornal Folha de São Paulo, o prio partido, como licou prov.,do li l~!> l'!'n<,Ul nações, neoclats e manobras Infelizes <l • , es dois polll!cos novnt<r; qu~ Jd <s1Ao mnrc.1• Jo~ d,· -do J<.. pr 1,1 opinllo pú!.Jl!cCI, b:i•.toda na leviandade por eles praticais, por mb!lo pessoal, nada ma. Pnrn encerrar o provut' nlncll m·1i1 u trn!• ção de lvn e eu Mdclo, citemos ma!s algumas lnc.ldtnc!ls de proibições exbttntc, rn 1,,g,,. 1:,ç~o pnrlldclirla o cstJtudr!o, rn:i5 com o cu_!. dndo do lovnr ao conhtclmcnt.o do povo i;uo nGo lê e Mm conhece lúl obrlri:içõc~ n que cs, tdo expostos ou sujeitos eleitores e candida. tos cargos elettvos, consequentemente suas rcsponsnbllldade.~ depois ele eleitos: A I.A.'l 682, de 20-01-71 (Lei Orbr!lnlcn dos Partido~) cm seu nrt. 27, diz que M ori:ilos do p:lrlldo JlÚO lntervtr!lo nos hlernrqulc:imente ln!erlo rt'S, salvo pnra: Inciso IV - Impedir aliança ou acordo com outros partidos, sob qonlquer rormn, com flnalldade eleitoral. Inciso V - preservílr normas eslaluárlns, a ~t!ca partl1a rl11 e,u a llnbu polltlco-1>art.lclârln IL~nd<1 pe los Dlrrtórlos Nacionais ou neglonnls .. , Trntnndo da vlolaç!lo dos deveres parti dários, o nrt. 70 diz: Cs filiJdos no Partido que !ultarcm n scu,s deveres de dlsclplina, n respelto nos prlnc!plos progromatlcos, !l. pro. bldade no exercido de mandatos ou lmçdo !)artldliria, !icnr!o sujeitos hs seguintes me ciJdas dlsclplínares: Inciso IV - e.,cpuls[lo, Pnrágra!o 3?: ocorre a expulsão por lnobser. vê.nela dos princlplos programatlcos, in!raç:io u.s disposições desta Lei ou qualquer outro em que se reconhecerá extrema gravidada. (~ o caso do Ivan e seu s6cio.) Tratando-se du perda de mandato por ln fidelid de partidária, em seu art. 72 transcre ,·e lilernlmente o disposto no parágrafo úni co da art. 252 da Constituição Federal acim:i citado: ainda o par:1gra[o únlco do an. 72 em :ipreço, diz: EqulJ>arn-:;e li renúncia, para c: rclto d> com·oc,çiio do suplente, u perdi de 1 rões e cubra tudo cem o restante dos ovos ba tidos. S-a!plque bostante queijo ralado, enfeite com galhos de salsa, rodeios de tomate e leve ao !or.:10 para asso.r, tampando n vnsllha com papel de aluminlo. Sirn bem quente acom- ,:anhotlo de arroz bronco, BACALHAU, SE:!PRE BD.! - VINDO. ,LICITA FERRAZ . , .. Cam,rõcs, b~c1lhnu e filé de garoupa são pratos de {úcil preparo e sempre bem vindos tanto numa refeição comum q u a n t o numa mais rc-quintnd.~ Substitu2m.. :i carne com ,·nntai;cm e podélll ,·a.dar o c:irdâpio diá rio, FnlGlDElRA A~!EUICANA DE c,nLROES D.GREDIEl'TES: lim kg de camarões: duas colheres (sop;i) àc cnldo de lim5o; sal; pimcnt:a do reino; du:ts colheres (scpa) de mG..'l· teig;i. um copo de crcrr.c de leite; seis ovos; um dente de alho amassado; duas colheres (sop:1) de cebola ralada; circo tomates sem pc.1e e em ementes; meia xiara (café) de ccahaque; duas colheres (cpa) de azeite de ded&; um viàro de leite de coco. ~L!l.'l:In. DE FAZER; Retire as cabeças e cases des amares limpe, lavaos bem e deixe-cs meia hora tmpe r-3dos C'Om ~nl. cald.l d..: lim:-.o e pimcntJ. do rdnô. l Dour~ o., ... t:::!'::!té.c.:.s n:1 m3:1t_L:i. fbmbc- s cm o conhaque e retire-os da panela, Na resma n:..nsteiga frite a cebola, o ::ilho e os to r.1:i·.t•, p.,....ên~ o 4 u :i 'n d o e :"i ti v .._~ rem bem desfeitas junte novamente cs cam.a- ris fritos. Deixe ferr um fV..?Oô e: •-<=c::::-ccn te o leste de coco, o creme de leite, o azeite de dendée vcritique o tempero. Bata as claras em neve e !;..:..zr.pre b:neu do adicione as ema uma uma. Unte un: pi ., . c- cm ma.sn4vi, , e'oqu um p.·n..:t"i) d..-,.:; C"0$ 1 me a.cs o creme dos cana- BACALHAU A ESPA.t'"HOLA INGREDIENTES: 600g de b:ic:ilhau; 600 g de b:itata; quntro pimentões vermelhos; uma xícara (café) de a2eite; duo.; colheres (sopa) de cebob rnlada; três tfon!c,s de alho amassado· cinco tomates sem. pele. e sem sementes; uma colher (eh:) de farinha de trigo; duas colhe res (café) de pimcnt.'.l.-do-reino em p6· salsa· coentro; um:1. folha de louro uma coo da 4gu do cozür.cnto do b:ic:illiau; farinh:i de rosca e . zal se tccessírio. ~lA .. 'ffiffiA DE FAZER ·...Lave bem o bocnlhou. corte em pedaços e deixe de molho de urn di.1 par:, o ouu-o.. A I e r v e. n t e, tü,e a pele dos imentes, ccrte-os e:..'11 ti:-as e pohill:e--os co. um.1 colher (cnfé) de -pimcr.t:i-do-rebo •. • a Da D:mrc a ccbob ~ o ;ilho e.:> :rzeite., junte 03 tomates picados, salsa, centro e a folha de !-. ro. Regue com o caldo do cczimer:a d3 bea. lh-::'lU. :tdJcione n. pimenta restante e deixe {e-. ver dur:tnte dt::2. tr-J:e:tt~s.. En:;r~ cor:, ,.2 r .. :; ha de trio. verifique o ssl. passe per a.., , neu:i e re::a---en~c.. P .. mandato que ·e refere s«te {lo. 0 art, ?l Mm a+umpr1menta dlr;: Corsldrerase tami n ·tableta de dtretrlurs lezfttmmn" pta VI .. p<,r org.fo !'.l• rUrtç.1o p:,d1u~ri;,. '- IJ•d lf (l fr alara ou corto tom os fé!"? outro partido. (ta fnldnta mais 9 rt. 70 1mia dado, ·ão contundentes nas 7A da falha e trilo cometlda por Ivan e eu compmnhante).... ., ., . Po cit1,c•:.O, !oi~- !?.td.lt0r, e mais n..s dl._. posições do Estatuto, que Ao calcados em prtnc!p!03 éu:cs riu tn:ielcrl1,Hl..1 tri,lçln de Ivan Marqur, :,, reu~ coniplnhclro~ e no pró prio Partido. :g a rMp-0sb cnbh,d 11 O!S:i pergunta que ufo t.-,·e ti do Dlrt:16rlo Mu:,lclpiJ.I e de1nfa te-ln. consum:ido o nto lesivo a.o P.:irt.ldo por Infantil lc'lond:i.de de elemcntts que n5o ,ou• btram "alorlvr o, voto1 recebido,, tralmm também 11 consdt:nda daqucks que deJ)otllJI• rnm-lhes o voto de confiança, JuJ~nndo•0~ ho mens de bem, sem que a Comls..rio Executiva opinasse pela punição dos Infratores com a =:sação do! seu.< m,,11dato3 como lmpile a lei, resta-nos a espernnça c!e que o no·vo pre• sldente dn C.lmarn elc!lo e:,pfclo,snmrnle, cu.rn, pra SUJIS obrl;:-açOrs dentro dos nonnll.:5 lego!.'!, ~cm convruienci:i:. pessoal!!, Jev1ndo em con, sldcrnçüt npenas o Interesse do povo e da cor, rda aclmlnlslnç;io elos seu, bens, e que nio se met:i noVllmente em outras !ru!'toções co mo a que o alljou d.o Drle:;ncla de PoUcla anos. . atrás. É bom revfrer os assuntos, parn evitar.ou. tros e ldmtificar seus prot.:lgonistas. olfuj ne le correligionários. É a respo.sta positiva, Sr. Redator, que. ofere;o. José Joaquim .Ferrefra· Souto Secretário do Dlretúrl<, llunkl11nt do PDS PEIXE EMBAIXADOR Ingredientes: Um kg de filé de garoupa; wn copo de vinho branco· wn copo de vinho oranco ~eco; 2-00 li ée chàm- plgnon cru; 120 grs de ma:iteiga; um" colh.er (sopa) de farinha de trigo; duas ge:nas; sru; pi menta do reino em pó; uma colher (soca) c!e salsa picada; queijo ralado; dois copos de al· do feito com cozimento da cabeca e espinhas do peixe cem temperos (sal, coentro, ur:a cebola pequena.. uma cenour;:, um tomate, wr,a folhA de louro, pimenta do reino). MANEIRA DE FAZER • ·, • Lo.,·e os files de peixe, retire cs espinha's. ~mpe.re-as com sn! e piment:1 do. reir.o. Colo- .:; que--os terr.perados e.-n u:n3 :1s:s;,deirn :::n~d:i com bastante manteiga, espalhe os ch=oig:oo::.s ccrt=dos em fatias, regue co:n o vinho e o c:,L do.. Cul:r:i :t ::lS.s:ldeirj cem p:ip-el de :.~-:::b.io e le,·e ao forno por 20 n-:.lnutos. Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº639_11_02_1983 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº641_02_03_1983 Voltar para a lista de itens