TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº641_02_03_1983 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº641_02_03_1983Número da edição641Data de publicação2 de março de 1983Número de páginas6GeoCoordenada -22.121902144785466 , -56.51574679312108 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº641_02_03_1983 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto r.t: g R G:o do ±s- no6n 4 --- ... -- , ~ -----··,--·....- ' , o Cln:l.!,IO de Esportes d Dclll Vhln j: 6td mo~cccodo culdnclos por parto daqueles 11uc ~o rcspon!):1bUlz:ir:1m por suns lnst:ilnçõss, t1111cionnmcnto o nt!vldndes. Tribunn dn Fron tc!l a, antes de min ln:rn~urnçüo, sur;crlu que rc torm::ss~ uma Comlss!lo oncarrcr,l'cln ele zc lnr pelo patrimônio o promo:;õc!l csportlns. Isto mio !oi !cito o os rcs:ilt.:ldos nor..ntlvos jd te começam a sntlr: matagal, vltrôs quebra dos o apnrolbngcm c!c Gom cem dc!ellos. Sem l~l :r na cab!no ela Imprensa, 'lntes de ser utl, llzMn Jtí com problcmns. Niio é uma "obra1Jnha" de nlrruns mllhn trs de cruzeiros, mas umn gr:mdc obr:i. de m•.tltos milhões. Niío p:irtence n clubes, entl ddes ou pessoas. pertence no povo, foi cons truldo com dinheiro do povo. N~o csui h. dispo• o de grupo3, sejam eles quais torem, está n dlspo5lçrlo do povo. Quo soJn formndn, com ur3êncln, esta co, mlssio e quo p.-~soas responsáveis sojam colo ~ndas n frenta da dlrcção. Nilo se ncimlto Jorrar futebol de snlão sem cs redes protetoras ntr6.3 das t rnvcs, mcdld.i comum cm outros 3in6.s.los. Não se ndmltc que yJ.nd~los destruam vldroças e Jnslala;õcs, ol auCm deve :.clnr p1ilo Bin~...:;lo, Não 6 um pcd.1- ,, 1 e.to, n!lo d um' ~lvlndicnç1'io, 6 um nlcrtn: CuJ. ~cm elo Glrws!o de E.sportcs. As promo:;1!~1 csi;ortivn:i 1sr.o ncc::ss:'l:ts. h'i poucos e.tias foi realizado um tornclo co:n rrmndo vuccsso, acontece que n:10 está J::l·cn do critério, i:e:;:undo um prorcs5or. E Intenção ele um nrupo de desportislns e .ccluc:idorcs rnC:l.m!nhar !:l Clmnro Munlc:l, p'.ll uinn rctvlndlc:i:;:io no i:entido de :::e fomnr uma Comissão pra administrar o Ginásio, - Por mais que:e quebram juslltfat l@ mas decls~s tomadas pelas autoridades d:i área económléa federal, não deixam de causar espécie c 7 rtas mc~ldaJ e co_ntr_a-mcdida,s que, cm curtos espaços de tempo, a ~o;:Jcdad~ é le vada a aceitar: Tanto ó assim, que se u,.i. dia, na posteridade, o )3rasil dos nosso:; ài&s for in terprellldo pclos-cxeg(?tns da época, p:,d2rá ccr comparado a um laborntórfo ele cllmcnséc3 co~- tinentals. Vejamos porque. 1 Mudou-e a lel salarial, Teve qu 5udar fut~micln, 1 e stm, vlolênc!n. nn.o, 6 umo. porque aum:ntava .n rotatividade no em-,rc"o rcnovncão dos nnelos da lgl'elo. cm ra~or da: dos tro.balhador03•de salários mah baixo;, P~- ·.: Jllt e da concôrdla, contro. todns ns termas de nalizava as cm!·re~:ts_ no:; seus custos. Era um • 1 V!o!ne'a. ' Num:i c!poca em que n cscaladn da vlolôn- foco lnflnclonário, nlem de Inibir ·a criação de ela nlC!'T1<;.' ,contomos lnquletàntes em nosso novos emprego~. ·Rcsurnbdo, era· uma lei qu3 Pn!s e n'.l mundo. o tema proposto parn este feria leis Mskns da ciênci~ econômica, porto.:1- nno é multo oportuno e atual. to, sabia-se quals, as ·consexiuêndas -que --dvl' l;:m no~:1 comunidade; a Beln Vistn de riam ·quando foi promulgada: QuO:.."tto tempo ~tlls hlstôrlns, conqulstos e exomplos dlgni- • ' f1~les de trabalho, o tema se cncolxn como esta lei vigorou? ~cs anos~ :e : muito. pouco Um!l_lura. Isto por-iue cll:rlnmente temos vis- tempo para que uma medida, de tamnnho .. al- i~ e,çemnlos de vlolêncln prntlcndas contrn n cancc soda! soja sub:;titulda cm-tão pouco tem ll SSô:1 humana. Violência nllo 6 apenas abu- po. sa.r ~a !orçn.. tlslca ou .dns amcnç:is contra os Os gastós • do gbverno aumentaram: Havia· =fracos.Nilo e! usar o abusar do poder do pressa por rc=.'.· nr_obi_ns.·c prógrnnia, dz dese:1'. &ro para fazer prcvn!ecer a vontade E !ds:e um:1 !arma de violência mais süt!l. ~ais 1 . volv1!_ncnto com!)_ativels com. um ''Brasil p~- ft 0 1vente e, talvez. até mais cruel. ~ 8 vio- . têncla'!, Que resultado poderíamos obtor? ·Sim nela moro! e espiritual, com reflexos no t.rn- , • • · • balbg. no lazer e. sobretudo, na vida política. 1, d -"< bem cômodo gnnlur o plío nosso de ca-1 fC ll • - • íl • fr' • • ., ±±z±e2si#nc#s éteirês a ia tg:tiva gizais!ense com os problemas alheios? Pra que inda«ar ';' ié± !' êiB? : este ou aquele pai do ramma está gnnban- O_ presidente da Liga Esportiva Belavisten- l pE:Ü.s U!!l nome ~e ::presentou como candidato, .i ~"liU!iclente parn viver? Prá que perguntar I se, Sergio Roberto Perondi, expeàiu edital con- tr.:.ta-~c do c!c.;portista Raul Oscar FernnndeJ, ~s ~enino, aquele menino que passa todos vocando os clubes filiados a eleição da nova di- presidente do Grêmio Esportivo Unliio; é o nos- em frente a sua casn. sempre com o • . " · · olhar assustado anda 1 . !d ! i b • retoria da LEB, a sr realizada nesta proxima o cznddsto e está prepara:fo para assumir a lnen•-ct ' r ep 0 • 0 em ª · • f • • 9 3 1 G • • Pcd '-'"d d d ! d "' o, vai pr:i escola ou vai andar a ton. qwn.a eira, ns 1 : O 1oras, no rerruo ro rc.:r,ons::u4.i :: e e continuar a azer o fute- Fr:! Que? i Iluíino. . . . . . • . boi bclavistcnse o melhor da re,,;ão." E . .,. b::ires mu~~ cômodo sentar nas mes.-is dos I Segundo Perondi, 'este ano vamoJ inccn- s~rgío Rob~rto Perondi, otrnvés deste jor- r'2" vuat ae semana, ou nos clubes, be- 1 tivar os jovens vnlores dando prioridnc!cs ii nnf cc:1·1ida o t::dcs 03 desporlistns para com- ~ . n gostosn cerveja gelncla e crltic:11' as • · • - ' • • - nut?ridades econômicos do p . 1 ültlma pratn d:1 cosa, com a realizaçao de um campeo- i::arecerem dia 3 -quinta feira • às 19:30 horas, dl'<':sõcs ( . OIS pe as s t ,. . . ·t l:, • d .. 1 _,_ • mi, impostos, juro 3 , etc). na o cmarruco e r:1u1 o :im org:uuz:. o . o a- 1 no Grêmio Pi'u.io Rufino, e .issistir= a eleição "e Fá que a nossa é@oca esta chamada tu:u i:,c:úlen!.! à:i LEB disse -cuc •'oté ;:,.zora a• 1 d:l nova diretoria. .,,~ 1 ~ o r.Q.uárlo", aceita às p~ssoas cômodas? - • ç Que estas pessoas estão realmente vlven- l 6 - . . • º· . ' São sombras que pascmm pelas esqul- ~as e~ vidn, sombrns que apcrms vislumbram t o m, pas rc'-:r ~dcim vida? Multas perguntas. Poucas !_. r:.i.· g}_f:ti~ tp •r:ú • ~ fu 1 • 1 ~-J stri s. Talvez a resposh maior esteja den- 1 4lati, {tgl , ro te nós mesmos. :ir:, pois é cu ocredito no I g l;J t,;!,t, t-• S Palita t16soro. naquele que pergunta o por -· - l.:i ' q ~ dos fatos e n:i.o apenas os relnl:l. como ex- r,cctn.dor indiferente t d NAaF°RATE?.NIDAlJE SIM. vrcL~'<CIA e s á se queixa n _ o,• inst ' ~ma r,:ir:i ser utilizado em todos os • de syx vida. E por que não na poli " G Gue volerc:a maicr esta de nos querer ,, nome. saja ele do PDS FMDB PI' ,., ' e omros- Ps da vida. ' ' ' cr _For que não dar ao povo belavistense o ,re,to de escolher e seu p.re!eito? Impor um nem:i tnrn•-•m ✓• vi l·'- • litc u=. e tolenc1a. Ao invés de os po- ccs ficarem nos lr.lbinetes discutir..do no mcs, deveriam era lutar pela reil emancipa- çao Jl~lit!c;:,. de Beh Vistn. • _ . Am,fa é tempo de se i11icl.-ir re:ilm.enLc y+ nov.era politica em nossa cidade, b:3- 1apen:s que lt:. ' rí,,,. "cs roliticos meditem a rspe!to rr. N~O F'RnTER:-:i~.'DE SI!Vi, VIOU::N ·+.Até a próxima IP), O cndevido.mento externo d.lspnrou. Assim pen12te em permanecer ao redor dos 100 por c:nto e que custará enormes sacrifícios i::ara que atinja, no ano em cur;o, 78 por cento. O indlvidomcnto c~~cm'.) c:[3:;arnu. As:;lm qu:indo os países mlls rlco:i Lrnpunhnm po.rcl• r.ionh cm seuz lnvcstim?ntoJ, n6s, alheios às cvidbclas, crcscíamo:; a taxas b:m alllls. Teve qu~ haver um:1 guerra no Allím!l:o Sul pnra convencer-no:; da r,ossa c!eLl!d:ic!c e de que cm temp de crise e pcrl.;cD nnd:r contra 11 cor• rmte.- Q:; juro:; Interno:; !ora..-n cle,·aC:os -a um patamar raior do ·que ,os ju;os externo,. Prc c~avamo3 c:1ptar recursos externos e esta era i:r;:1 for.n'.l de atrn:-los. Corutava dn _e:;tra!~ c"~- .'.n:-:1ún,. uma llmit:ição_..do cre:;cimcmtJ lncias:rlal, d3 forma a Inibir os preços, O rc:ul ta' o! cu> cs juros elevados descapitablliz:i. rno as cmi;resos, os preço:; não cstsblll=a:n C CJ ê;i~!t:::s ~xtcmos não entraram coruorme o ~ i""~vi'io. ~ esta:; consequências não cri'.L'tl t..:io r rc•.~.:i.cl,, ;:o menoJ i;cderi.:>m ter ·sido cogi t2d1=, : rogramas nucleares !oram Idealizados ~r:t u':::-i ::i:mcnto de euforia, com lnvestimen ;o; p;~v!s!Ol d~ SQ milhões de dólares. Pouco, e com rOZÕOau -- ( º'' ('( ' 'º •. : h : , I ' l l •pc r- -e, 1O to d .s a pa. l1 h, te!0« r,i dC'I cdsds 1ta Vta, 23 ds fevereiro r'.. 1 903 Dr. S l'I • 1 nol,. 1·u.1 1 rnncll ?, .·1:1. n: c 1 ,1 LI.ll Vi,emos tempos difíceis. O p::-êço do di- !'..!lci.-c cs::..i so tcm::dào ir:tolcr:ivcl Os ju ; rcs são crimincscs. A ,1to. dn m:i.t.éria ,>i"i:rln. l a Cüdn di:1 que !J:l!:S."l, se torna um des:úlo ooi:; ' pequaos comerciantes e empresários. Viv3. i rros t~·mp:ro c:!ilicals. f O com::~clo behwist.c:ns-~. por si, já fr:!:O, } devido ::i u:n:i s~rie de !ntores, vem se.nth1do : • atl.ta] crise e se dcsdobranõc nJ_r-.l m:mter 1 u."U:i ~rt::i dir.-.:idllde. As queixas- s5o de todos, d.:i todos os r--..,_'7los. e csch di:l é um clh :i m:iis ; p~.r:i S!! nnnter .. Tá nc.o se blo. enl rr:!nh:rr is o.3,1as cm pagar cste ou .aquele com- p1russo, ' - Eta Idéia foi uerlda por nds antes da lnnu uraço, mas acontece que, MA vzes, as boas e cencrmn para frutificar, Antes tr'e éo ('t:O ;m,:cn, r m rc:•,,!!nr que no é a real.z;4o de Jogos do futebol de alio qu cst! provo- 1 c·múo cr1t1ct111 005 ntunla cncarn.:c1clo,, e l fali' Cr: cu•tlr.103, Vi1rl:i~ p::s,e:1,, <lc',port:.. to.5 c cü!CUC'!>rC~, c<,tl;,c;mn cm no...so. 11.::l.r.:;:io o r~ qll!!::~:·:.m c!.1 m.-.nclrn corno" :n ccndo cil• r!g!do O Gin4&!o de E3p07t€3, rasrn J, Vllnr nr:os depois, ~~o desacelerodol. Sobra c:ic.rgln, ~cm todavln ter enlrodo a usina de Itüipu c:n funcionamento. Após tantos testes cxecu todas neste lme.n• to foboratério salmo:; imediatamente õ, procura de um culpado: o Governo e sua tecnocracia que o envolve. Pcde ter. Mas, pode ser trun• bém que sejamos tcdoJ nós, que nlnda 11.10 es tamo:; co=ire:.entizados de que o dcsenvolvlmen. to pode ter gr:i:is e époccs paro. que seja ativa, do. Em tudo exlskm opções, e a nossa, tudo le va n crer, não era crescer desbrogadamente neste:; mon:entos. A posição cõmodn de trans ferir r.ara terceiros a culpa dos rcssos males, parece te:r = atitude pueril, um:i vez que admitindo :i culpa por noS!O! :onhcs mlrabo lanle!, zlno.l de que a_prendcmo, c:o:n OJ reve- Culpar o Go,·erno d2 Jnépcl:i? Com'.) faz~ lo re n6s mesmos c..,chíazr.o;; o ;:"11:o para dizer que érnmo.:; os únicos a cre~cer cm u~ mundo cm recesso? S3 o Gove:no tema parta d> culpa, e..-t:i reside no fato de ter deixado qu1 !o.xm tomnd:i. dcc:isões, cujas consequ::nc!as eram ço n!,ecl(:,; i::or antecip:iç5o. Estnmho, pois, este país, que permita ~ej;un fe!tn.s cxperilncl!IS, cu;os rcsuH:::do~ r-0".'cm ~e:r 1 'a priori"' detectado,, com uma rnari;e:n de erro aceitável. Com·crt=os o Br::ãtll. c.-n U."ll lab=tórlo que re não é cstr:inho, ~o ~no; é um:1 aborda,. gen diferent. Menos mal que :ifa,k n1:> d.ls r<no: da b::b1 atm!ca. (Pana) ADJORI MS +ETA; EE CCNFVOCACIO M'~fJ'F -.:';!- CERAL O"'70!N" ,l.'UA O 2'3cn1te d1 As50:12ç50 de Dr0- te Ge '3n3's do Int!or ida Mato G,."-c<:? óo Sul - /,DTC.!'11: _ ?,'(5 - uzn109 d15 +1b:!3525 ! Ih conter c:7z570s 202 21 d C3ntitu!50 da Asscnçã. crvoc: s snhores as soci30s p2ra s reunir:n1 ma.cdade <!e N07:l .4.ndr,õ'n::.. Ru..'l ,T:,-;é D:,mL'l gc:s. !l!l Reico d J01 D22ste &19demrod>1 93 325 15:00 horas crx primei con,:o::z.cf'l.o e se n!ío hoa,::r nfrm~o le:::al. i'l.s lG:00 ho ras cm saznd2 chmzta .. afim1 d em Auc:nb16'a C-<i::-ol t..ibrcm sob::,a a szuirtz: 1 O cti:ismo é muito bom, é o alimento 1 di:s grandes ixótivas, mas o otimismo "!al • e:>", é p;or d.o que o pessimismo doentio. O 1 C!:'ª é p!"'-.;:::;::, e isto cst:i. :;c:,c!o !eito, é ::clmi- 1 rus"..rnr cm {mos do crise,c que exige muitn iaginczc" cu "jzo ds cinfun" segundo ] um lo5.s:a. ! K:! i.t:.-::.! s;::-.1~:;::lc. o q~ p:>::!eria s.1r[tir. 1 c.:_:.1 _ r~flc:ros be:ctíiccs P:ll':l todos, seria n cr~ç;...o c!.J. /~:~:=;t.~ Ccm:-!"C:~l e Intll!s!:rI.al , . ; d2l: veta, uJa diretor.a se znc:rrzaria } i Ses.licita csautorizds. ra cite1, a r l h:--::-.::n ac s:ma:".:!.! :e:; e ctn.-sos ele ll , Ac!rn.:r,..:st:-:l;:'.n~ .., ------. Ordem do D!o. I- 'r1orimento as exigências do ::rt. :!O c.:i C:::1S![~<<;5.:, Il - clecar ::i nov:. Dlretori:i p::u-a o bien:o 83-35 • III - cscofoer a cichde p:i.ro o p!'óx:i mo Con:;rcsso IV - fbr o ,olo::- ~ ~~=lid:lt!e i:;,...-::! o b:cn!o 63-8.5 • V - r:S:om::i. dos Esbtutos Sociais. D::u7.::los-lli, 17 dz !c-;cr,Iir-O d:! 1.933 Th.rc!!~~!co l..nlz ,·:c}.".1S Prc5!:J::.-nt:.- da ADJOP.!-)1S na nr nm = tií.!í'.' Variedades/ .arte POR DEBIIXO DOS PINOS . ENTREVISTA COM NEY MITOGRUSSO Nío, Ele dlsse que, por er raro e O desgastar na± shows, Você e ufdava para não acabar com neroxla. - Pra mim, ser marro empro fol sino. n!mo de saldo, Pela prime!ra vez eu ouço fa lnr que e! doença. Tudo bem, Mas voe! e culda na época d0s Ahows? - Eu emagreço nos shows, é claro. Suo multo o porco quase um quilo por espolllculo. Núo ex:lsto proooupaçllo de engordar nntes das temporadas, Eu bobo mult.n ágUa de coco, to mo cloretol.c potássio, mel. Eu me culdo pa ro. não perder multo peso durante os shows. A Simone não dá um passo sPm consul tnr o mentor espiritual l14rlo Troncoso, Co mo é a sun rclnçllo com ele? Ele entra mais como amigo do que co mo mentor. Conversamos multo, ele me am paro.. Eu reconheço nele uma capo.cidade ex tra, mas no dependo po.ra dar cndo. po.sso e nem ele quer Isto. O Mário ~ contra !nnnUs mo o ncha (lUe ns pessoas fanáticos por ele não esUo com nado. Eu procuro seguro.r mi nha barra sozinha, no quero depender do nndn, quero acredltnr numn coisa mlnbn, lltns o lnncc dele fazer com que as pes sons acreditem em si própria!. -- Bem ... se é Isto, enUo ele é meu men tor esplritunl. Olha, mesmo que o Mário não tivesse estes poderes, já !nrla bem nos ou tros pelo que d, uma pessoa bon e positiva. E como valo cornçllo de Ncy Mnloi;rosso? - Tá bem. Mas no está apaixonado por ningudm, O belavlstense Ney Mtorosso cresceu, na nrte e na vida, É um cantor de ucesso, um nrtista aue marca na sua presenca no nal o através de um estilo tlc ,·11111:-unr,ln onde o visual é parte importante, É a áula e ao me+ mo tempo o sahlá... canta e encanta as nla télns do Brnsll. llomcm de nersonalldndc Ncv abe o que auer, desde o Inicio de sun cnrrel• rn, com os Secos e llolhados, cio não abdicou de seu direito de ser "diferente", mesmo que isto, ls vezes, choque os mais consen'lldorcs. Scnsh•el e explosivo, Nev, nesln entrevista revista TV Contigo, a qual transcrevemos na Intera, apresenta um pouco daquilo que es til. ron DEBAIXO DOS PANOS. Tudo é QUCS• tão de compreender, aflnlll. ,·h·cmos tempos de mudança. e , a · • Ney Matogrosso é um homem de con trastes. O rosto é !orte, olhos provocantes, beleza agressiva. O jeito é de menino doce. calmo, talvez Umldo. Di!icll acreditar que já emplacou 41 anos. Ê um garotão. Como um !elino preguiçoso, me recebe para um papo. Franco, sem Interesse em fazer gênero. Afl• na.l. Ney sempre foi sucesso por se mostrnr tal como é! E como é que ,•oc~ lrnnsn uma relaçllo qunndo estd amando? • - Já mudei tanto • já rui npn!xonado ciumento, npn!xonndoºsem clwnes, Liberal? Hoje, sou IIbdral modero. Já rui dos extremos. NIio deixo mais os ciumes ntrnpn- 1.harem. Antes, n minha concepçlo de llberdn do lncluln até ver o outro Indo numa boa. Ho je, no quero mais ver. Pennlto liberdade desde que tenha a minha, mas com moderação. No Show Bandido, ,·ocê mudou de roupa cm ccnn, atrás de um mlnlbloml)o de m:ide, rn. No Cancçlio, usou uma calça com uma a bertura que dcl"<ava o bumbum de fora. o que yocê pretende com Isto? . - É provocação pura. porque as pessoas tem estn bobagem de que o corpo deve ficar escondido. Eu discordo. Eu não nasci vestido e gosto de mostrar meu corpo. É um lanco natural. Você está no nuge nos 41 nnos de Idade. Como é que se sente como auarenl:io? - ótimo. Eu só ouço fnlo.r em crise mas não tenho conhecimento deln. Estou me sen tindo jovem, muito ágil ainda. Pode ser que slntn esta tal crise nos 50 nnos. Por enquanto, não. E niio mudou nada? - Eu acho um barato ter esta id'.lde. T 6 diferente, melhor como ser humano, mais complncente com as pessoas. Artlst.Icamente acho aue tó cantando melhor. Cantar & umi c...:erdcio. Nos Secos & Molhados, eu estava multo cru, multo verdinho ainda. A sua modmenl:ição em cena é um lance ensalado ou simplesmente acontece na hora? - Eu ouço o som e tento reproduzir com o corpo o que ele me inspiro no momento. Po de v:u-iar. De acordo com a reação do púbUco ou com você? - Tudo junto. É um estimulo constante do conjunto. As tlnlcas marcações que existem são em função dn luz. tenho que es tar onde ela estiver. Agora, o que estarai fa- • 1 zendo é comigo, na hora, e nem eu mesmo sei. Quanto você pesa? Agoma, estou com 57 quilos. Antes da excursão, estava com 59. O cndocrlncloglsla Jorge Bnstos Garcin nos disse ... -Ah! Eu lL Ele disse que cu ec:tc.- •-m uma doença, n€? "·- •• . - - --- estranho que estranhem a m!nha nudez. No tem nada melhor no mundo do que curtir sol e mar em nada n pele. Na C:réc!n, você vd Jovens, velhos e crianças, todo mundo nu nas pra!as. E ninguém tIca tarado por causa disso. E por que o Brasll nío entra nessa? - Eu acho até que a cabeça ds pessoas acompanharia. Se lfberassem uma praia pra nudismo, la ter quem !requentasse. Eu esta ria lá. Claro que plnt.nrll.o os doentes, que vão olhnr tipo escondido. Assim como foi com o Top-less, que os carns faziam ruro no jornal. pra olhar peito de mulher. Hnja saco! Vai ser ntrnsado nsslm no Inferno. Fisicamente, o que mais te ntral numa pessoa? - Não sei tem gente que me atrai fi- slcamente e não d nada do que cu pretendia, Jovens a Nll.o d um lance de uma parte do corpo. Tt:.-:i que ter ma!s. Mesmo n atrçAo fitca, de v4 querer transar com pessoa, no pode ter Isso, Porque ! ttca muito vazio, em Era, E tá dItell consezulr IM«o? <Ele dá um Jnrj!o sorriso e desvia o 1), Ihar.) No. Pra mim não tá. r # l . • k - Você Ji pensou em mudar o visual, u:1 cantar de rosto lavado e roupas simples? - No. Eu gosto dele. Eu sinto que tar Mm !o.z parte do. minha formo. de me comur.t car com ns pessoas. Mudar seria um lanee de ir contra o que é natural. No palco, eu quero tudo a que tenho direito. mo pretendo qua ninguém se molde ou viva como eu. Quero que as pessoas fiquem felizes e eu sinto que elas suem alegres dos meus shows, l!; bom v~• ler a pena, procura SINAIS: DECALCOS, PLAQUETAS, DISTINTIVOS Pesquisas revelam que em tempos Ji idos usavam-se amuletos como proteção contra maus csp!rltos. Snbemos também que entre povos primltlvos dos nossos dias continua vl. va a tradlçllo de pintar o corpo a fim de es pantar lnlmlgos. Todavia, pouco se conhece até agora sobre o que nossos tllhos - crlnn, ças e adolescentes pretendem expressar a. . lrnvés da slmbologln (lUe hoje adol:im. Por lncumbblcln da Shell da Alemanha, o Insll• tuto de Pesqulsas de Mercado, Assuntos 80 clnls e llidJa I'sydnta, com sede em Frank. furt, empreendeu pela primeira vez a tenta.li• va de aclarar pelo menos alguns aspectos de ta sltuaçllo, Se apareço eom uma plaqueta dizendo "Discoteca - não obrigado!" logo encontro al guém (lUe discorde ou um amigo (lUe diga• Le gal Isso ai, heln", diz Peter, ti!. do uso de 0 pla quetas, um dos muitos jovens entrevistados pelo Pro!. Jurgen Zinnecker da Universidade de Marburgo, dentro de um novo estudo so bre a juventude, sob o titulo "Acessórios" o depoimento permite entrever o que os jovens pretendem enfeitando suas roupas ou as pare. des de seus quartos com tmagens e escritos que, em larga escala, escapam !l. compreensão dos adultos: q_uerem chamar a atençlo de c1arru;-se partidários_ de determinado grupo, ~r.mentar n reaçao dos outros, ·provocar discussões. Zlnnecker entende esses distintivos simples_ de linguagem explicita menos como expressao da segurança dos adolescentes (a plaqueta "I'm the boss", por exemplo certa mentc tenciona superar um sentimento de fra. r,ueza) do que como tentativa de •·se conven cerem a si mesmos e as pessoas !l. sua volta com posições abruptas e ousadas" Assim para os jovens, Imagens e slmbolos 'adq~ o caráter de trajetória a percorrer na. busca Ca própria identidade. A tendênch no uso desses pequenos en feites do dia-adia, não expressando alnda de termmadas convicções, se manifesta já aos ~!to, geralmente, porém, a po.rtlr dos onze a nos de Idade. Nesta faixa, as crianças gostam ele imitar hábitos de colegas mais velhos ferindo motivos dn área de esportes • pre decoração das roupas ou do quarto para a ~ doze anos o primeiro plano cabe aos can : o poster de uma pantera de boca es- .d?" "2;; mto. smata aos a4atos. mais . comigo, sou muito m:úor e renta.pengoso do que minha juventude apa - de Identidade , ' • • - - • • Mudam os interesses mudam lma &z @si$2hhz, A fase seguinte nomi as: agens. -«» ":z:.-.--s ·.---s ]as da música pop. Em S:ntc é a dos slmbo- - i@vens sã@r@rei i o&, "p,,ç,gemum os E o choque dos ipais cnretas? m~ expressão_ da vontade de p~ =• co- .. .$$% é@±e., ':.% %j.±SE ±psi.%; ninguém. nao sou diferente de velmentc a primeira os que se manifesta visi - · 1 ciente. É quando os j'::~ de po 5 içao cons- Então, o lnnce é tod d vocar o diálogo com • dispõem a pro- do numa boa? o mun o nu, encaran- seántes estranhos ,BP's, professores e tran- Eu h co • r que os adolescentes re- a .G ho até engraçado que no Ro a ~,:"gesta linguagem de simolos? zennee- pensem o contrário exp ca que, de um modo -• 22s estão cada ez mi "_Porque as pes. das imagens tende cada Sal, o mundo - " o nuas nas pralas, E nar avida dos vez mais a deter!- s nossos dias e, para os jovens, plaquetas, emblemas e distintivos trequentb mente constituem o 1lrllco melo de chamarem a atençlo sobre si. Além do que, a tendencla a um comportamento mo.is franco reduz o ris co que adolescentE:s correm de manifestarem abertamente gostos e opiniões, Hotificacão p F J / 1 N C R A 861 / 82 Com base no par4grato !nico do Art 4" do Decreto Federo.! n.• 76 694/75; convocamo' para comparecer na sede do Projeto FUndfA. rio Jardim-INCRA, sito !l. A. Duque de C x!as n• 989 - Jardim MS o Sr. João Scnrd!I!! para aderir oo procedimento rat!tlcatório d0 imóvel de sua propriedade sito no mun!dPIO de Caracol MS. O prazo para comparecimento e para qual quer mnnl!estação por parte de terceiros é d! 30 (trinta) dias à contar da data desta publl• cação. Findo o prazo daremos prosseguimen'? normal no processo raillicatôrlo em que re querente o. Sra. Leonida La Rosa Balbuera presumindo não haver nenhum óbice referente à( regularlzaçlo de um excesso de 462,0319 h11 quatrocentos e sessenta e dois hectares ,tré ares e dezenove centiarcs) veri!iead.o em sua propriedade. ' Mariano Wemnecke Miranda Rodrigues Executor do Projeto Fund!ário JardiID Portaria nº 277 de 21 09 82 lrbuna da Fronteira (Fundado em 20/2/1972) C.G.C.M.F.15.513.203/0001 - Reg!stro no Cartório da T!tulOS e Documentos n.º 35 _ Diretor-Responsável: Ivuldo Pereira (Jornalista Proüss.lonal. Matricula MTPS n. 140) Administração, Red2ção e Parc;.ue Gráfica - SEDE PRôPRIA - R ua da Itepúbllc3 s/n • Bela V ista - 1S Fone: (06il 439-1410 Caia Postal 23 Diretora: Mana Estela Velasquez Pereira Gerente: GHson Silva Santos Dc;,to. Circulação: Mnrllene Marin REDATOR-CHEFE: lvaldo Pereira ASSINATJRAS ~ y15ta: anual 4.000,00 = Municípios 6.000,00 ryJNDADOR: lraldo Perclra •• Uc orgão da P..ede Bel.!lvistense da Jomru.s Ltda. Representação em S:io Pnulo e Rio de Janeiro: TABULA VEICULOS DE COU NICAÇAO S/C LTDA. Rua_7 de Abri1, 282- 5.° Andar Fones: 2552579 e 255-3492 ._Pado2 ::c::: :±rzõrr ---==== ~Sec,retários do Gove-rno Wilson latosa Martis cnsl Civil • Plinlo rtoclm ca~11 Milll11r • MnJor PM Carlos Morel rn sourc:J Planejamento· Luiz Antonio de Albu querquo Adnilnlstrnçüo • Antonio Mendes Canalc Desenvolvimento Soclnl o Trabalho • nosdrlo congro Neto Educação • Leonardo Nunes do. CUnha Sadde • André Pucinelll igrlcullum e rccuúrl.i Câmara Indüstrla e Comércio • Ernldo Moreira l. t li. 1 . Obras • Olavo Vilela de Andrade Joí10 (Tot.ó) da Ju1lç11 • Juarez Marques Batista Segurança Pibllcn • /loixo Paraguassu Neto Mtlo imblcnle • Joiío Cuthi Dias Procurador do Estado • Joiice Viegas de ArllJo Procuradoria Geral da Justiça • Harley 1 Cnrdoso Galvllo Audllorln Gerr. do Estado • Gilberto Congro Bastos Em pau'n!a o menos, a t!v!dite [or. nalfttca 6 bastante s!mple de ter cxerc:da O trabalho do Jornal!sta envolve, fundamn. ta!mente, duas operaçes: a coleta e te!ço dcs dado relevantes, ncca de tum fato qu1! quer, de interesse coletlvo, o a transtonnuço dos fatos eleclonados num relato d/n!m!co e ntrnenle, capaz de conquistar e prender a. tenção do leitor. Mas essa simplicidade esquem4t!e, Ap!1- C'veI a qu!quer pro1isso, d cvldcnt.e:ne:1te cnannoso. Lcmbrn um pouco n recelta para escrever um "bcst-se11cr" que o escritor vlto, rloso tronsmltfu no Iniciante, Interessado cm coplnr-lho o exemplo: um nomcvo ntmcnt.c e um fina! movmcntado o surpreendente. A sim, pllcldade se csval, por<!m no Instante em que ncresconln uma cxlgêncln ndlclonnl - que, no caso, tonto valo pra o livro de ucesso como po.rn n reportancm honesta e bem conslrUldn: no melo, hd quo colocar t.nlcnto. Esse tnlenlo no garimpnr intormnçõcs, no separar o dado valioso e necessário b. com preensll.o do conjunto do pormenor almplcs ment.c sensacionalista e dlspensável, o jorna, lismo brnsllelro vem demonst.rnndo 11 soc!eda, de, nestes ü!Umos tempos, nn lnvestlgaçllo de uma série de acontecimentos de Interesse pú• bllco. Assim, o trabalho do Jornal do Bra!I, acerca da atuação da Proconsult nas eleições do Rio de Janeiro: as reportagens da revlsln Veja sobre o caso Baumgarten ou o trabalho dn Folha de S!Io Paulo acerca das negociações entre n Del!ln e o BNH que culminaram com o recebimento, pelo Banco, de terrenos estJ• mados segundo seu "valor potencial". Ocorre que esse tipo de trabalho Jornalls tlco costuma despertar reações compreensivel mente negatlvns entre os que são alvejados pelas dcnüncias. Ainda agora, ante uma sa!rn lamentavelmente !nrtn de nconteclment.os que de alguma forma envolvem organismos gover namentais não falta quem busque detectar, na comunldade jornalistlca, uma preferência mórbida pelos acontecimentos negativos, Já houve mesmo quem asseverasse que estava em curso uma ofensiva para "queim::ir" os no mes de passiveis cnndldntos à succsslo do presidente João Figueiredo. Isso porém equivale a culpar n jamla ela felura da paisagem. Bons profisslon:ils ~o Jornalismo não vivem à c:ita de csc!}.ndalos I.R, E DESCOBRE QUE TODO o QUE FAZER QUANDO VOCf: QUER""vl:NDER E COlllPit..! QUER cor,IPRAR? MUNDO TAMBEM QUER VENDER MAS A MAIORIA NAO Resposln : Trcbnlhnr com criaüvldado e compelcnclo! • 6 crar b nrrclrns. Produto nacional ,El(porl:lr S1lP desenvolvimento do Pais. 1h res lvimen to significa me o Dcsenvo condições de vida para todo:~os mn!s . empregos, melhores sa ' m:ns . édica e alimentos, asslstenc!a m ri . dencla social, saúde, casa prop a, prev ± esgotos e las tu:: elétrica, agua, esco , transportes colet!;os. tarcla fácil Hoje, exportar nao é:I criatividade Mas com deterrnlnaç o, ui lar e competencfa podemos c0nqlS e manter mercado-- n..as de fatos d Inter p»lo, Não 1s cnbe culpa e, cm «dado monto, d' ç d ocortenriss d nti, num. tr,te rot!na. O zoe e h dst , a0s sim, no é tp.a.t a t,'a N diant do!d de vidros rdyoa na u Campo Grande 1 0 Molhor Churrnsco "Rodlzlúo" Ilnncn de tira Gosto 1 !Verduras e Salnd,u Frln.5 RUA MARACAJU, 177 (Fundes) ENTRE A H .'l. Vender nossos produtos para outros Pníses já ::ião é tão íacll como antigamente. A crise mundial tomou os lllettndos externos mais fechados, triando novas barreiras e di!iculdndes Para os produtos brasileiros. Reclamar pouco adianta. Esse desafio só poderá ser vencido com llluito trabalho muita criatividade " muita competencia. Aumentar a exportação é fundamental Para manter o ritmo de - ..,!EXP~~O~R;!T~AfÇA~0~-:.----------- 1983: llAIS PRODUÇÃO, llA_!!_ =---------~= os MELRO RES MATERIAIS E DA.i.',"I:O o PRAZO QUE VOCE ACEIAR }l"í"'T FOR. UA c;,SA, UTILIZANDO R TAMBÉM coNS'fRÔI A S • ..,.nv-, PARA SUA CONSTRU(:..-1.0, VCCJ:': ENCONTRA EM AGO , AO ACABAMENTO, TU > ."jrn4Is DE CONSTRUO JARDINAO Pra rcr atendimento cm ampla ala dtzdx de mesinhas e ca!e!ra Pz.te!s feitos no momento, DE SULHO E , CALóG:!::RiS t.lato Grosso do - gund-, in!o=ções, o PMDB quer que o pre feítc :cj.1 um político orlundo do partido, nes te co urgem os nomes de Corumila Lou rcb:: ::e AL-nclcla, presidente do Diretório Mu. n::::ip:-:; Vc::-e::.dor Idel!Ol'.SO Pinheiro; Adail Ferrdm; Carlos Aiba;-to de :.-Iirenãa (ex-che fe c!o INCRA, em Jardim) e Sidney Mnscare n1!:is, o.s dois üitlmos com algumas ressalvas, 's não s!o precisamente "homens oriundos C:c partido" segundo um peemedeb!sti trad. c:cnnl. Rl2 verdde, e situaço bclavstense é de , .. ra:; p!eccup:mt:,, Isto porque o munlclplo ncc2sc!ta de um prefeito que tnha demons, :cd que p03! cap2c.42d2 para aCm!r!strar cnaécx da crises. Parcs cursos c5tnduais, .rrzdaç70 pdprh diminuta. !ta folha de czar:2nt0, ncc33idades vitais no tocante cc-;;.s ·n•.::ç;,c c'e cst:-c<lns. cscofos e crecuÉo Ce oras prloritár!a3 :lo de tios que cxig! 1o mu'ta c3p2cá2de e a'to cspir.to público. No duvidamos qus os Ind!cdos pelo PMDB tchan: c3as cc:dizes, apenas nos antecipa r:.cs cu:nto choradeira. Se & par1 nomear vr: prelo aue v!reri reclamando da situa czocchcrzndo ±s portas dos abnetes em C'?ffi''IC G;:cnde. 3i?m pro::urar alt:irnativas ou r.~t'.):'.o:; r..'.!is d!r;:un.Jccs, é mei.hor indinr um tr;>3, dcsvinculado d:s atuais correntes po- 1!cz c &A-±e con3i36zs 3r !raU2lar. ' ' Apreensivo, e até mesmo preocupado, o povo de Belu Vl.3t2. ::.Gsfst:i M disputas cnvol vcnclo o cargo de prcl::it'J munlci!)al, isto por que comente-se que o o.ti.::.: c:ie!e do Executi• O b2l2V.sn2, Afonso DiLlcn Nunes Leite, será substituldo tão logo assum,1 o Governo o peemedebísta Wilson Barbosa l1arlins. For ser consideraco município de interes ~= 0a scgun;nço. nacional Bela Vista não elege 1 ~cu prc:eao, ele é Indicado pelo Governad'.ll' I ~ ~or!'..eecio pelo Presidente d.a Rc?úbllco.. Se- RAIO AO D1' 7 INO ESPIRITO SANTO'' Esp!rito Santo voe~ que me esclaroce tu• '" ouc Ilumina todos os c:unfnhos para que -u atinjo o meu Ide::! você que me dá o àom dl ··ino de_pcrdo:ii:. e esquecer o mal que I:lC f.a ·om; c c;uc todos os instantes de minha vida ,, ·•ó. co:nlgo cu quero neste curto diálogo ngra -l~·er-ll>c po~ 1udo e confirmar mals umo vez ·••e eu nunca quero me separar de você por maJ. n- ciul se!n a UusAo material não será o mínimo vontade que sinto de um dia estar comn você e '"< 1 G·: o.s ,r:-teu; Irmãos na glória Perpétua. Obrl/!ada m::ls uma vez (a pessoa deverá í>'•er est-- o:-:i;iio 3 dias seguidos sem fazer o pd'do. Dentro d:, dias será alcnnçada a graça por r.,als dific!I que seja) publicar ass!m qu!! receber a raça. N1ce da Costa lIlr:mda TUDO PARA SUACONSTRUÇÃO AV. DUQUE DE C.,XLS, 269 - J.lRDiil - i'1S • O Melhor corret!vo ~ o So:o PRODUTO DE ALTA QUALIDADE M.lnernção Bodoqi.:ena L!t!a. Usina: Rodovin. Jardim a Porto Murtil'.ho • Km1 54 Escritório: Av. Duque de Caxias· 99 - Jn.rdim MS Dourados: Rua Joaquim Te~ Ah=. l!!a5 "Nós :i.crcditamcs em Mato Grosso do Sul e estarr.os tmb:ti.'la:ldo .. 1 »mo.as mmmama - GOVERNO INICIA TRABALHO COM REGULIGEM DE CDLHEOEIRIS Campo Grande, MS-- Etão e Iniciando, (hl lodtJ () F'tudo, o trabalhos deevolvi dos pelo Gov1o r, clro 1',·rlro•,·,ian, través da cretatia de Ar~cultura e Pecuária, 1o 1 rntlclr, do orlentar os prodnutres sobre re pulgem c)o rolhrituctrha. Nc,ta i.u!r,1 11211:1 s cultura tradicionais, espeet ±lmente de to[a, Já :e encontram próximas ao ponto d cc!heita, npesnr do at1aro no plonllo <'lll 11111- ao de Up!ante4 hIas qu> +s3 +o)y f,111 eh Mio o 111h ct,1 ele:< 111l.Jro, /. : •·10 <ln ··J Ihettua, no cao da ola, J4 e Inlclou cm algu m(l'l I.VOUh!~ O deve: Ir d!l O 111(!:J (lo m·llo. Neste tentide Enpresa de Pesquisa, A» M'nela T&nica e Extcnlo Iurl de Mto Grosso do Sul-- EMPAER cstd realizando trabalhos que envolvem a Campanha de R2 chiçtío tlo rorcn•; na Oolhcltu ctn soja ntrnvlls ele nt ,vldndc~ (lo:; E~<:rltórlos Locnls que rca Jzam cursos, cxcurs<:cs o rounlõca com de. renstaçõcs do métodos sobre como regular 11 t:>lhclllld~lra. Um destes cursos foi i-caliz:i, do cm Ponta Poni no:; dl(l!i 23, 24 0 25 dcslo mCs .Outro curse wbrc o mesmo tema será rellzdo nos primeiros dias de março no Mu nlclplo de /lrnl Morclrn, com Inicio previsto pnro !1.s O horo~ o purlicipaçé.o de 20 produto re3, DR. Fi~RNANDO DE FntlTAS ELIAS Módico - CRM 351 CUnlcn Médlcn e Cirúrglcn . Run Guio Lopes, 826 - Fon0: 422 1270 !',BELA. VlSTA-MATOGROSSOOO SUL iG,7,77 ln,,"" Jul!1!.o de Freltns /lrlcto P de Freitas Gllcleldc M. S. Alves ADVOGADOS Rua Muracajú nº 961 Tels. (067) 624-4380 R-Os.: Tel. 624.7021 Cnmpo Grande Maio Grosso do Sul. Escritório em Jardim; Av. Jfato Grosso S/N :-ONSO DA COSTA Ili.ARQUES . Advogado Íc Causas C1vcls e criminais t lnventfu1os, Desquites, Divórcios e f l.egnllwção do Terras. Escdt.: Run Antonio Mnrln Coelho, 428 Fone: 439-1393 Residência: Run CU!nbâ, 468 BELA VISTA - MS. ------· .ts S 1,; Íl l 'l' O 11 O 'J U R,,....l"'D~l,..,,,..,... __ ° Nelson Chagas Advogado Causas 'rrnbalhlstn Crlm1nnl Comercial, C1vel (problemas-!a.milla) terras, Inventários, cob,;anças., e.te. R.ua Dr. Ary Qoalbo Oliveira, 660 Fone: 2121- IJARDIM _ MS. Advogado OAB - MS - 1579 Awnlda Duque de Cn:s:ias, ?S0 Caim Postal 31 - JARDIM _ MS. .t:::,t.all'l'ORlO DE AD OCACJA Dr. Pedro Jos6 Pal.m!érl Legalização de Torras, Inventárlos e causas Orlrolba.1$ f.nui) Rua lS de Novembro, 160 Fone: 439-1132 _ BElLA VISTA _ MS. l DR. JOELSON MARTINEZ PEIXOTO r Advogado Escdt6rlo: Rua 1.º de Mnlo, 35'1 JARDIM- MATO GROSSO 00 SUL CL1MICA DE ALERGIA DR. CLAUDlO RAZUK Alel'ltlsla 1 Alcri:13.S tt!;;>ir:itqtins. Dcrtn11to16cicru. O(tnlmol6gicns ., o.llr:,ento.re,, D "Testes Alérzicos ., VndnllS" .. Ru:,, José Antonio 1.25G . Fono 383. 32S0 A (;t1ll'ANIIA A Campanha de Reduço de Perdas na cn111, ita da /,nj,, lJ_;JJ por oujc ttvo bal;mr o !n dice de perdas a taxas menores que cinco por cento. 1to arante a recuperação médla cJ<, cinco t.:ico', ele soja por hoctaro, numentJnclo cm1•,cqucnt1.menlc a renda do produtor e nr recadção de ICM para o Estudo; dlnhdro que poderia ter sido jogado for caso esta r'.1t1pantn, trabalho de t<'cnlcos e produtores, n5o tivl'sscm ocorrido. Nn sa!rn 80-01, por rxcmplo, fornm recuperados 670 sncos no va lor cio 560 mllhõcs de cruzeiros p:na os pro dutores e 70 milhões do urrocodaç5.o de lCM para o Estado. L HJ.J;(.;0 ÜR~"'E EXEMPLAR CHS4000 (067) 624-'1087 IIIANOEL RODRIGUES NEGRAO Advogado Rua Tenente Bernardes, 2558 CEP 79.U0 - JARDIM. MS DR. RICARDO REGO Advogado Invenbuios - Legnlizaçüo de Terras Antonio João MS. DR. ADHElliR"'GóDOY Advogado Causas C!,-e!s, Criminais, Problemas de Tenas. Inven!'á.rics. R>:ia Ci:ubá. 350 EA VISTA- 1! s ESCRl'l'OIUO DE ADVOCACIA Dr. Sérgio Roberto Perondl Advogado Causas ONels DLreiO Agrário ttit» Escrttótl,o· Pmç::L Ál Hj, Iro Mascarenhas - ...,,,,, VISJ:A - MS. A solução agro REIS DE SOUZA, d: A@Ana de Netas Dr Ma. - - O Dr!l produz 1 400 kg de mlIho por hctre contra ox 5 k/1a , dos Eads Unidos; produzimo 1.39 kg/hA de noz ntr1 os 6 240 kg/ha do Japão. T hem. vcrcl•do que ambos os países p0um e: Jm-a<l'.1 e,rp<:rll·nci:l n,;qu<:'.C.5 ru:Urn-; c tl.:n proc:undo r,prlmomr cada vez mal as reS pctivns técnicas o rentabilidades, principal JTI<:nto porque um é grande exportndor ôo cc real e o outro tem no nrro:1 o prlncip:11 prato de con,;umo dr. sun populnçno. It«'~tu J)C'rgun, lar: o que faltn no Br11SII p:tm ncom:v:inlt:ir o~ tros povos no que eles fazem de melhor, po:s n ruclltdodc com que adotamos habitos noc! vos 6 bem conJ,cclda7 Na re:illd.:idc, em que peso no~n economia rcr,ousnr no binômio n TO-pecuário, n!o temos, com conscténcla, u rr.n ment.nllelld0 voltada pnro 03 assuntos da tcrru . .Até pelo ccntríl.r!o. Os esdlndalos na itren &1o víl.rlos ( vida cnso da mandioca), n produço.o cnl quantllotlvamcnte o temos ch~gn do oo nbsurdo de Importações de lub~rculo~ e de oorenls, No nno 2. 000 seremos mais de . . . , • • • 200,000,000 de habitantes o conforme dl• culos do IBOE, somente 29,51 estnrüo no cam po en!rcnt..'.lndo n batalha de levar comida no lltornl. Dos 300 mHhões de hectures ela área 11urlcult.urávol do pais, estamos 11provcltando n pen 1/6, ou sojn, 60 milhões de hectares pa. ra lbnstecer os muroadOll consumidores na eionals e para fornecimento de divisas neces, ~l,rl11~ b.s aquisições de bens de produçflQ. lê; oportuno assinalar que não somos, proprla mente um povo saudável e bem nutrido, ates Jornalistas José Tcóillo Desde o seu surgimento oficial, no sec. VIII A, C., a filosofi11 se definiu como a busca da verdade!. No decorrer da hlst6rl11 o perfil dos flloso!os 6 clorarnente Identificado como o de homens que gostam de pensar, que passam a ESTADO PE llATO GROSSO DO SUL PODER JUDlCIARIO COllARCA PE BELA VISTA CARTORIO JUDICIAL EDITAL DE prlmelrn e Segunda pra;a (s) designada pra 20-03-83. O Dr, Jonns dos Santos Pellicloni Juiz de Direito d11 Van Cível desta Comarca de Beln Vlstn, Estado de Mato Grosso do Sul, na forma da lei, FAZ SABER n todos que o presente edi• tal virem ou dele conhecimento tiverem que foram marcados os dias 09-03-83 e 20-03-83 às 13,00 horas para a realização das praças desig nadas nos autos N. 0 167/82 de Ação Execu ção que Antonio Cezar de Souza move contra Dlon!zlo Lino Garcia referentes aos bens pe nhorados nos autos acima mcnclnados abai xo caracterizados: Uma pnrte do lote de te.r rcno urbano, determinado pelo número 04 (quatro), na quadra 28 (vbte e oito), setor 02 (dois), da rua CeL Soares da Rocha, nesta ci dade medindo dita parte 15 x 30 (quinze me tros de frente, por trb.ta ditos da frente aos fundos, em ambos os lados) dentro dos se guintes limites e confrontações: Com frente Fara a rua Ce_L Soares da lliicha, lado direito com o lote n. 0 23 da Rua Cel Soares da ~ eh:,, Lado Esquerdo e Fundos, com O rema nescente do mesmo lote n. 0 0-1, distante 30 (trinta metros) da esquina formada com a Rua Eduardo Peixoto, nesta cidade, sendo que d~ntro o. imovcl acima, não existe qualquer ~-nfeiton:i, que avalio na quantia de Cr$ ►S0.000,00 (duzentos e cinquenta mil cruzei. -ros) • valor por quanto será levado à praça no din 09-03-83 e 20-03-83, para serem arrematado Por quem maior lance der, acima. da avalia ç~o, sendo a venda feita i, vista, ou med.ia:ite fiador idôneo pelo prazo de 03 (três dias) Dos autos não consta nenhum ônus ou recur so pendent:, d:, julgamento. 1 ci E para. que ninguem possa :ilegar ignorm a, deternunou o Mlf. Juiz que se ec.xpediss prese..,te edital que será publicado e n!~d 0 na forma da lei. 0 Dado e passado nesta cldnde de Bela Vís- tn, Estado de lfato Grosso do Sul, a:,s 07 cUas do mes_ de Feverelro do ano de mil no,·ecen tos e oitenta e três. Eu. ( Pedro Barcelos) subscrevo. 0 Jonas dos Santos Pellicioni O Jul~ de Direit<l pecuaria t·óo, c.r.1 pr.n'/0 p'a !/A :+a d l'.'.· dd 1r.tar!!l, pela id:de m&d± de ex i" sileiro e plo fato de que o Hril€o. das multincicn's de remédios. " Centistas politicos e so ts, coe e tcnicos tm procurado mn@biliar o verno para um atusçiio mas td;e com a no realidade O atui! equera fomntr um d«no!mno mn prime!ro tab!cer uma mnté,l ra agropecuária d@nvo!vtd e uto z, te, incrementando o com&reto otriar 4, bfns d<: cor.'5uroo, tem • !clo o r.r .. •1cii'- 1 , , co dos Governos de Gelel a Fgue!redo bos adotam o mesmo modelo ('(:On(,m, ,; C7 seja a cartulha de!ftntana) e o rr u: do 4 n!: o cancelamento de projetos que custice: bIhes de cruzeiros, um atraso ststemnt no aprimoramento da agropecuária, ug} queda no quadro do Produto Interno Drt1·o e um retrocesso na renda percap!ta e no pada de vld:i do brJsilclro. N:lo somes um povo Inepto ou Ecm <!'~l liflcaçõcs devido li mlscigenaçito cem o; i...~ gcntfnos Jd procuromm nos npresc.nt.ar - é n.s demonstrações do 1;énlo brnsltelro cs 1o A vista ele todos, nos quotro co.ntos do mun'.!o, Apenns uma teimosa crença de que "em se plant.ondo tudo d4" tem detenn!nado a n.~l, cultura 1nclplente e incapaz de allme.ntnr a populaçli.o dentro de seu poder :iquis1U;-o. Deixar os projetos mirabolantes (agora mes mo um tecnocrata o(icinl pretendia constrtl.:l' 20 usinas atômlcas - e partir para a rc:itidJ,, de, E o que precisa o pal!i, x filósofos vida em renexüo e antes de morrer escreve seus testamentos que são os tratados de rnetn• !íslcn, lógica, ética cosmolosJa, polltlcn, ct:, São eles solltár!os e sisudos, de convlv!r.• ela restrita e n!!o gfio homens de grande parti• clpaçlio soclal; sempre vivero.m cm pequeMl grupo3, à volta de um líder, geralmente cha4 do de filósofo ou sátlo, que se distinguia pelo !ato de ter construído uma doutrina ou filaso fio. de vida. Por exemplo, na Antiguidade ha, via o !l16sofo Epicuro e a sua escola; hoje, hA os grupos exlstenclo.listas que estudam e vivem estn filosof.lo, Fica cloro que o ''como vver" d preocupação de filósofos, e que para eles a 'Í1~ é um problerno, e por Isso pensem bastante, O jornalista é o homem da ação, ti o ho mem que encarna o. realidade atual A vida a! está, els o "homem fazendo hist6rla", cabe, po,, Is! ao profisslonnl do jornalismo, po!IUco, eco nomlco, esportivo, clentí!Jco, etc, Jn!onno.r ~l realizações de tantos grupos e setores ,ocí~s. Para ele importa o mundo_ exterior, que é noticia, os !atos e fotos que dão ao conheclmen• to pübllco as últimas novidades. o jornalista nao tem vida interior, pois ele geralmente a sacrifica em favor de uma realidade social e dl· nâmica, que é o importante, que é manchete. Em compensação tema variedade copios4 de relacionamentos e contatos com pessoas e si· ~uações, e isso lhe dará um senso prático m.-e jável e jogo de cintura para responder aos c;le saüos do dia n dia. . Mas o que acontecerá se, de repente. o jor nafumo começar a perguntar pela sua real !i· r.alidade? Se duvidar do sentido das m:mche tes? S e n ã o der t a n t a importanci4 ~o ~port Clul: Corinth.ia.'lS Paulista• Se n<> ticiar o: conflitos armados e a desordem social :ocrescent2ndo "Não está todo mundo louco''? tiio há uma g:r:::,.de mentira envolvendo toda a r~cicdadc'.? Que acontecerá se o "Jornal Naci<> nal rzsquizar, ao vivo, se o brasileiro é faliz? Cu :e zbr.r cspaço para o homem dizer r:::.!· n~nt~ n~ que ele ::,e.redita? Enfim. 0 que acon• tc:::c:-a rc cs m:io3 de comunicação se derein conta da tra ocial que representam e :,.sSÍI1'l abrir um esµço novo, que tenha em coosidcrn ço a:ituação de mentira em que vive o ho rnem? Vrur.o~ eq,crar o jornn1ismo filósofo ou me lhor • -" ' ' :, Jom=smo-humano. (Plan;,,) f E t; lr~1~ ~ E r l ~ !i~ ,. e ±.1 :..:.1 p!:.:.l :iu p:k:» ust C:-..;:;,,, IJ.O > o SI t:! ±±: y ti q t'.!!1 g e '; lt!'!s; ±4 s±. ...... J NTEIRA Indústria "n o bit ii ;/ ,; d, . . ,tr , tnz, ' , r campo Grande, MS • Sendo Mnto Oras~ li,:,; ~ Sul um P'.stndo com cconomln lnlclptenle, s tanto com um grande potenclal principal " ente na Área de Industriallzaço com base n ;t 1 ;: ,roptcuArln, o Ooverno Pcd.ro Pcdross.lon O• 1nlill!.i ~teu flgnlfütlvns medidos porn crlnr n plntntor U1t1 ~s neccssftfln no processo de desenvolvimento lo e ~e viu, segundo rco!lrrnou v:rlos vezes o go, rl~ rnador, !Tonsformnr o Estado no prande ce {U.i, Jro do alimentos da nço. A pn.rUr do estlmu- ar- li produçl!o ogr!coln o que !oi feito com ex- ' - é ,~ progrnmn de transportes Interligando o E1 O~ do de extremo n extremo, o governador Pe ~ Pedrosslan criou o estruturn q1111 o 8ttor ln, ng!, lustrll necessita, a Dentro de umn ótica v~ltadn paro o !omen- 0, lo à Iniciativa privada, sem no entonto delxnr ll, je te preecupnr com cs resultados dos projetos f•:Pllr Industriais na área de melo ambiente, o gover• ~· Mdor Pedro Pedrosslan criou, através do Sls• ema de Industria e Comêrclo, mais de 20 pro gramas • 17 dos quais estllo em perteltas fase de execução e alguns j rendendo resultados priUcos • paro dotar o setor Industrial de In fraestrutura; sedimentar o economia de Mato Crosso do Sul e, assim, reduzir o volume de im portaç'es (externa e Interna); permitir o crcs- 1 imento de médias e pequenas empresas ao mes mo tempo em que dá também suporte As gran des empresas; e, principalmente, garantir a ob eorção da mão de obro do Estado, e Comércio: M.S POSSUI ESTRUTURO PARI O SETOR 1 ALCOOL no! , O setor de Industrialização de Moto Grosso do Sul começo a dar os primeiros passos, é ver- l d.ade, mas seus resultados já dão uma pers pectivas altamente positiva quando se consta ta que na Industrialização do Alcool o Estado começar. a produzir a partir de Julho deste ano ma!s de um milhão e melo de litros por dia, o que representará. para a receito estadual um acréscimo estimado em mais de 2 bilhões de cru U!ros originários do ICM • Imposto de Clrcu l;lo de Merx:adorlas, Mas o economia estadual estará. de!lnltiva lllt!!le estruturada quando todos os projetos em 1 tTectição • e outros em negociação - estiverem ' toncluídos. O Governo Pedro Pedrosslan criou no decorrer desses dois anos, vários programas eotn esse objetivo. O projeto de Ações Prlorl larias. de Indústria um convênio entre Mato Grosso do Sul e o Ministério da Indústria e Co lllércio, tem como objetivo básico a Implantação do sistema de imporl e o incremento às export. 1 htinq americanos. Dentro dele, a Federação do 11 ~dústrlo de Mato Grosso do Sul articula o cria i çao do Centro de Comércio Exterior e o pro l ~ de adequação de produtos industrializa dos os exigências dos mercados externos e in- terno. Dentro desse mesmo projeto, está pre visto também o apolo ao programo de conser ação de energia para o Centro de Apoio Ge tencial da Peque.no e Média Empresa - CEAG. Os Investimentos chegam a aproxlmadamen te 23 milhões de cruzeiros. COMERCIO Tara integrar Mato Grosso do Sul ao siste ma nacional de análise, o Governo do Estado C!iou o projeto Análise Conjuntual do Comér- lo, quo permite um Acompanhamento tiel d conjuntura comercial, Os Investimentos no pro Jeto otingem 33 mllhes de cruzelros, Um dos mais importantes projetos credos pelo o.tunl Governo é o da Balança comerclal, que estabelece prmetros pra o controle com fluxo do mercadorias que entram e soem de Ma to Grosso do Sul, cujo objetivo final é apontar no setor um quadro real que contribuir: funda. mentalmente pra a Industrlallzço, Em slnte so, cs!e projeto, que alocou recursos da ordem de 3G milhões de cruzelros, moslrarâ o com portamento do Estado em relnçfo ns Importa. çóes e exportações, Internas e cxtcrno.s, Na :rea do turismo, outro grande potencial do Mato Groso do Sul, o Governo criou o pro grama SUBIN (Secretario de Coopernç~o téo nmtca e Técnica Internacional), que tratará de estruturar através de } cursos a sarem im plantados, a mão-de obra para o setor turíst! co, O projeto tem recursos de 20 m!lhes do crurelros e visa treinar prollsslonnls cm todas as áreas do setor turlstlco ESTRUTURA ·INDUSTRIAL Poro a estruturaçlo do Núcleo Industrial de Campo Grande, o Governo criou o projeto Implantação de Redes de Aguas Pluvlals, Im plantando serviços de Acessos pavimentados e drenagem de águas nas principais vias foram investidos 41 milhões de crw:eiros, Outra melhoria subtancil para a criação de estruturo Industrial da co.pltol é a constru ção de um conjunto hbitaetonal do 193 unida des no NICO, que beneficiára quase mil pessoas ligadas e classe operárl do Núcleo Indústrlo.l, O projeto está sendo executdo pelo BNH através do.FICAM o est{I sendo orçado em npro xlmndamente 196 milhões de cruielros, O Governo do Estado por lnntermedlo do sistema de Indústria e Comércio . criou também o projeto de Integração dos Serviços Simultâneos com o InsHt-uto de Assistência e Prcvldêncl11 Social • IAPAS-, na área de atua ção da Junta Comercial de Mato Grosso do Sul, Tnmbém foi !Jrmado um convênio e/ a Federa ção das Associações Comerciais e J1JCE..1S p/ o credenciamento aos comerciantes, o que penni tlrá maior estabalidade ao funcionamento do co mérclo, Nesse mesmo contexto, o Governo cons truiu o Plen.irlo da Junta Comerclnl e criou o escrit6rlo regional de Ponta Porã, especlalmen te para melhorar o entrosamento do comércio. No Governo Pedro Pedxossian, o J1JCE.'lS implantou também o sistema de Processamento de Dados relativo ao Sistema Empresarial d~ Moto Grosso do Sul e o levantamento do acervo • 1 hlst6rico com o objetivo de captar dados sobr~ as empresas e seus atos registrados ou arqui vados nas subinspetorlas da J1JCEMS. Ainda paro o área de Comércio do Estado, foi implantado o projeto para Qualificação de Recursos Humanos do área de Registro e Co mércio da JUCEMS, extensivos aos servidores, e aos pré-postos do interior do Estado. lUNEROllETALURGIA O grande projeto do Governo Pedro Pe drossion para a Indústria mineral é o de im plantação do PóLO MINEROMETAL1'RGICO de Corumbá, que representa a opção brasile!- rn para o setor, diinte de zpans!o do Pr que produtor de Gusa de MInAs Gera!s. To Jogo entre cm tunc!onamcnto, o Pólo pocl:-rí ttitazer todas ns necessidades do mercado de Gusa e Ferro de S11.o Paulo, chqu.:mto o de Minas Gera!s poderá atender a demanda zx. temn, O Projete do Pólo M.lnerometaltlriJico de Corumb:1, J:1 com parte do sua Intra-estrutu rn ncabodn, prcvô n produçno anual de . . . . 300.000 toneladas de trro-musa; 100. ooo to. nchdo.s de !erro llga; 1. 000. 000 toneladas de mlnérfo de ferro; 400.000 toneladas de rnlné rlo do mnngna~s. Somenui os divisas oriundas de !erro-gusa representarão poro o p:iís o vo lume do rccolhlmento, através da receita lndl reta, da ordem de 60 milhões do dólares/ano. Outro projeto Implantado no área de ml neral !oi o de Pesquisas Mlnerals. Esse pro jeto permitiu, por exemplo, que o Estado i dentl!lcasse a potencialidade econôm1ca de Mate Grosso do SUl na área de gn!lth e ou tros minerais e localizasse as regiões dos re servas. Segundo o projeto, há grande quantl dade de grtlth em MIranda c Don!to n4o ter. roos em DON!tO e Aqu!duna; D.am mntes cm Ccim e ruo Verde; MArmare m1 Demito; e D!Aorta, m1 Aparecida do Tabuado e Parna! ba. Na ccmp!ementaçio dos projetos para a área de strutun :ç4o de N!cleos Industrlls, o Governo do Estado JÁ in!!ou limpeza o ter. rap'ngm no D.strtto Industrial de Campo Grande para pavtmntaç'4o do local. H!! tam h,,m o i,rojc(o de Plano Diretor p:irn lmr,!o.n, t1ç0 do DI de TTs LA#g0A. ournos PROJETOS Ex'stzm Inda ma!s quatro projetos quo o Sistema de Indústria e Comércio está ne,o cl:.nc!c com os oqµnl!:mos do s:lor corno por exemplo, n po.vimentnçSo <lns vins do t-<ICO, ove custnn1 cerco. de 280 mllhões; construção de galpões multlfnhr:ls, com prcv!r.Eo de in vestimentos de 42 m!lhes de cruzeiros. Está prevíst.:> f'lmbém o projeto do B:ihnço Encr ét!co Estadual, com previsão de lnvestlmcn toq <h ordem de 26,7 milhões de cruzeiros; e a.inda o Progrnml integrado de Desenvolvi mento Comercial , M Cla-·e. Beleza, Conforto e Elegância ESTAS S,O AS NORMAS QUE f.EGEM A MODA NA BARBA±LL Rua Gula Lopes 871, Fone (067) 431.2630 - Ponta Porá - MS ''Elegância a e da passo'' ESTA TRAZENDO UMA lIODA ALEGRE E BONITA NAS CORES E NOS MODEliOG PARA SE IDENTIFICAR COlI voce UKIgUE GRAFIA E locas de Correspondeocia, Impressos fiscais e cstudanis, cvelopes, Confecçio e Impressão de boletins e jornais. FoLhirhas, Calendários, Cartões de Natru, Visl::as. ccnv:ttes de cassmc::ito, aniversários, etc. Serviços de Linotipni:em e e!ichcri:i. Editnrno., linos e revistas. Traza o seu original, venha corversar conosco, cs melhores preços da região. PARA PEDIDOS ACIMA DE 40.000,00 =cede mos PRAZO. ENCAMINHE SEU PEDIDO À GRAFICA E EDITORA AJ.>A • RUA DA ItEPúilLICA S/N • BELA VISTA {MS) Padrl!.o de Qualidade, prêço e rapide:: ... O ANO É DE TRABALHO. E DE ECONOMIA. FA ÇA UMA OPÇÃO INTELIGENTE, IMPRF.SSOS É COM A GRAFJCA E EDITORA APA. ••• 5 PAGUE SUAS CONTAS E SEUS IMPOSTOSEM UMA DE NOSSAS AGÊNCIAS Banco Financia Cada vez mo is perto de Voe e TRIBUNI D l E por Nancy ,,... Dri l'AllAnV.NS 11 Jovrrn Udilhetto Jurncy rilho de .Jo~o JCnlifo Lenlt Suzana que talu vitoriozo no vetlbu lr pra engenharia Mecanlcn, Multo Sucessos em nova etapa de estudos, TM1fil'.M J>ru.::;u no vcs!lhulnr do Dlologln nl Unlvci-1- dndc: l'(dcml elo s~nll Cnlnrlnn II Jovem Mn:;• da Barreto Cactano filha do casal O:til e La! cy Caetano A vo Magda desejamos um mn tão de tuccvos em teus tudos, NASCIMENTO Feliz ... multo lelh o cal Robinson e Vaia Nobhnn com o nn:dmcnto de uma linda saro ln que recebeu o 1101nc de Curolln~. ANIVllRSAnIOS 24/2 Edcr Sllvn Neto 24/2 Margoth Jacquellre Velasque: Berry 24/2 Cnrlos Tndeu MnmM~ Tnmbcm rlternm nnlversnrlo cm fevereiro: Snndrn Loureiro, Bcntrlz Pinheiro• Serglo Ro berto Perondi e Dnn1c1 Perondl • 12/0!~ 1. 0 nnínho dn enrola Tinque.l filhn de Ál vnro e Snndra Peri!lra. Pnra comemornr o da ta féus pais o!ercccrnm um delldoso jnntar com multa bebida e multo som. Loco ápos, cantaram o "PARADENS n VOCt" e Raquel apagou a ve linha de seu 1.o aniversario. Parnbens n todos os anlversnrlantes do mes. Alô ... Alô ... Departamento de obras dn Prefeitura: n Rua da Republica está necessitando de umn pntrolada pols a chuva, cm !rente no prédio do jornal n brlu uma enorme valeta; Realmente está neccs <nndo de solução com urgencla, assim como 0 matagal o Indo do mesmo prédio, que estií umn wrdndeln1 Oorcsta. ERRATA Em nossn coluna na edição nnterlor, saiu como vence<lor do l.o lugar luxo masculino, lnfnntll o nome de Em!llo Jara, o certo é: Emlllo Char les Gelelfote. N'OPCLS ,., } . ir .o ,11 n c:m 1 . 3 st« • ít te l Aps n crrlmonló rclir,lc•o, o, prc.:ntcs !ornm rcccp cinados com urn !orlo o tklkio,o Jnnlor, re;;J• tlo do rnultn btl,lda, nu Grtrnlo Pedro nu.Cin~. no om de IIndas múslcas. A Decoração do Clube estava l!ndfs,lmn, muitos ~omnmbnl• s e crisântemos, n distribulção das mesas, as lembranças (vasinhos de porcclr.nn plntodos cm alto rclovo) sendo que o salão !oi todo cortina do: Parnbcn~ no decorador Antonlo Lopes. Ap63 o Jnn1nr o muitns rotos foi corhtdo o l,olo com o ,•!sÍt• ai multo bonito, e subor ddlclo:;o. Ao l1enrlr1tto F'fovlo o Jozln.110 desejamos !cl!cldndcs no vida que ln!clnm. Aos Anl!trllles Antonio e Nair, Dlogenes e Edellrn nossos pn• rnbens pcln arte de bem servir e receber, Notei a elegdnc!n do Nair, Ml!c dn noivo, nsslm como os padrinhos e madrinhas. Ln tnmhém estnva Pntrlcla Ocarlz e o love, vinda de As suncion ltlguel B:uzano lllttitos nmlgos e parentes de outras plagns fizeram-se presen tes, ossim como rnuitc,: c:mvldndos de Bella Vi3ta Pnrnguny: Bazzono e Nllda e os illho:; Tony Gnrccte Nidia, Sonia Coronel, Marln Ra'. que! e Cintia Ocnrlz Fotogrnli113 Já cm nossas müos algumas fotos do Carnaval Os Interessados deve:n procurar rv. Redação: A !ato é cm preto e branco, 800,00 (oitocentos cruzeiros) cada, BELEZA Foi iiiiinà que!ltc, mas estrelada noite âo dia vinte e seis pp. que Jotiane e Henrique Flavlo unlrnm-se em matrlmonlo. São filhos de: An tonio e Nal.r Lopc3 e Dlogenes e Edellra (Koki) Escobar. 'A IGREJA llATRIZ Santo Afonso foi decorada com multo carinho e bom gosto, pelo papal da noiva, Sr. Anta:úo, que colocou sua criatividade funcionar para uma ocasião tiio especial ' Muitas samambaias e crisântemos lindamente distribuidos, a passarela branca que ln do iní cio da escadnrln até o altar dnndo um toque cs pecl:ü ao ambiente. F'oi nesse clima de multo :romantismo que adentraram a Casa do Se nhor, o noh·o e sun elegante mnm5e, os pndrl :ihos, as d:r.mns e por fun a noiva levada pelos braços de seu pai. As damas dcrom um colorido especial a cnlrada da noi ''3. Usaram um clcg:,ntc modelo-, cores modc:r nas, na cabeça um nrrnnjo de peque.nas Oorc; e faça.rotes dnndo cho.nne n trança jognda de Indo que todas usavam. Lc,·aram tnmbém um :u-ranjo de Oores nas mãos. As bani tas e ele g:mtcs dam.r.s foram: Adriana e Dom Pedra Nunes, Claudia Naglis, Rosann e Zair Lourei ro, Luciene Gallo. A Noh-a Joziane, entrou b!lSUlntc sorridente usando bo nito Ycstido, onde o d.cst:rquc era o corpo todo trnbalhado com strass. Também lindíssimo o arranjo da cabeça cm Str.,ss ter.d:, como acaba mento um longo véu Joziane cm seu d: '3" estava linda . QUADRIS PESADOS Esqueça ns saias e calças justas, se você tem quadris muitos largos e bumbum volumoso. Prefira as roupas soltinhas. as salas largas Ugei ramente franzidas na cintura com babndos no corpo. As pregas suaves também são indicadas e o chcmisiê (sem cintur:i.) é uma ótima solução Evite também os cintos que apertam a cintura ch:unam a atenção ainda mais para os qladrls Shorts, bermudas sào peças proibidas em seu A CURA DA BRONQUITE NÃO J! MAIS SEGREDO Senslbll!zando-se com ns mllhares rlll nes as que o tem procurado. r.om os !Pleton1J. y,,n,; e cnrt.as 0110 trm reCAhldo do Pnls todn. nds n dIvulaco lo notfcla sobre o xaror l"'ed!clnnl de e11cnlloto pnrn o tra!.'lment.o rh hmnaultc. José Caetano da Ct'l7, decidiu. dl vulirar o modo de preparar nauele remédio r.a f'l'lro, "a minh! inlencão lnJcl:Jl" - exnlk.! Caetano - "!oi mnnter n exclusividade rlo x>1- rne para Ape de Indnlntubn. aue f< vem rlfstrlbuinrlo o medlCllmento e recebrndo a,; rlriacões dns pr.s,nas hPneficlndas. olé ou'! o r.ovemo ou um l1boratór!o se interessasse ne lr1 lndustrlnllzaçáo <lo remédio. Como Isso n:b nronteceu e n nressão das pessoas pobres e rl'st..~ntes que não podem se deslocar ali! In dalntubn aumentou. cu resolvi mostrar como so fn7. o remédio n todo o Pais". Hi1 pouco mnls de um mês oue Indafatu. b, uma pequena cidade entre Sorocaba e Cnmolnos. se transformou num ponto de con vA.~l?êncln das pessoas aue serrem de doen<;as brônoulcas. Essa verdadeira romaria foi oro. vacada por 'Urna noticia anunciando a desco bcrta de um remédio caseiro que se vinha re velando 100 por cento eficaz no trotamento dn bronquJte. O· movimento !oi tão f!TOJ1rle que a C!ISn de José Cnetano, responsável oela preparação do xarope ITT'lltultamente, tornou. se pequeno, além dos problemas que começou cnusar à vida da familia. Foi dnf que todo o ntencllmento !ol transferido pnra a Apae de ~daloluba (Alameda das Críanças, 100) para ar.de estavam_ sendo encaminhadas as do1- çõas .das pessoas ngradec!d.ns pela obteng do remédio. Ia0 1 O XAROPE O xarope de eucalipto medicinal é elab0- No decorrer do ano de 1942 o Bris11 rom. pe ns relações diplomáticas com os pnlses do Eixo (Alemanha, Itália e Japão) devido no torpedcam.ento de navios mercantes brasilei ros em nosso próprio litoral. Ccrc:i de 25 mil jovens brasileiros deixam sc_us lares pra constituir a Força Expedicio narin Drnsilell'!l (FEB) e cumprir o seu de ver com n pátria. lutando contn os exércitos totnlitárlos de HiUer e Mussolini: A FEB reuniu jovens de todos os rincões l do Brasil, que !lc:u-,..m concentrndos na Vila Militar, no Rio de Janeiro, embarcando para 3_ It4la cm qutro escalões. O primeiro é. 1:!o pnr,m em - de julho de 19-M e O quart em 8 dc_rcvereiro_ de 1945, entre eles médico 0 en!cnnc.,rns e ass,stentcs religiosos. s, Oher;ando ao destino a FEB encontra povo italiano dividido em dois blocos: um r o vorável a causa das Nações Uniclns • a- alli,.do à Alemanh:i.. e o outro A Força Expcdicion:iria Brasileim i 1 corpomc!:i ::-.o V Ei.:~rc..:to nmcr·r~~ é n- 1-........uo, COtnandn, do pe'o general Mark Clark, én ssíi; a :i!gumo.s Ol'lsoes nort~:uncricanos qu r'º rom deslocadas para a França. A . e <> cm comnb±te. conquistando FEB entrou e:: · ,~, suo.s vi tó nas m71308, 21onte Frn.o, Forael, Gj. em • 1 • , l 1cano e punrda-roupa. Você dve usar abuzr dos de talhes ns molas, nas mngs (amplas, para cqul librar silhueta), e dos decotes. TIEFLF.XAO: O: cus mostram n lrla de Deus, e nun cloro o que ele tem kilo! Um d.in fala desa p'orla o dia squlnte, e uma noJtc rcpc-tc Ji..o o outrn noite. Não h discurso nem palavras e no e hou vc nenhum som. No entanto, n voz do cu se csp:r.lha pelo mundo lnldro, n sua mmsagcm lcança a terra todn. Deus nrmou no céu uma bnrrnc~ pnrn o sol, o rol, que é como um noivo que sal correndo do sun casa, ou como um atleta nMlo;o para co• mcçar umn corrida. O caminho do sol vai de um ao outro Jad,:, do céu, e nada Ee pode esconder do seu calor. !Dnrgn. ! . rill.S a principal vitóría !oi obtida em :t0n e Castelo, que dentre outras elevações r.rn _uiueln que tinha dominância sobre a ro ', º':3 6 4, 1:º n?rte de Forreta Terun. Esta ro e _ovm c'.c vib:ll unport:lnch, pois era o itinerá rto para ;Eclonln, e objetivo dos Aliados Sem "- po= cc Monte Cast::,Jo não se norua che=~ : Bolonha. U+ t 1 - Cs ~.ois Primeiros ataques a Monte C:ls e!3 couberam às forças amer da; p2las tropas brasil±, "r.canas, apoia + - ul.Tas, mas n:o.o obtíve l ...m_ &;.:to. Coube ent;;;o aos bmsileiros a .. mazia dos pró:imcs ataques coma O oõj ~ d desalojar os :r!emães e vO __ . '? trio, a c!mva e a lama dificultaram 05 sumos ctacues, porém o objetivo foi atin &O cm 21 de fevereiro de 1945, 2s 1730 « 11 epois do l:? horas de comb•te ' mm, ..à,9"g s s@fio »s e- e e seu comandante Marechal Muscnrcnhas de Morais n:i ltili . . P time' • ':l, pois foi a eira grande batalha em que atamos cs feio=trdo o ator de #sé:ze r.. --ê.os ~-ielc<; exércltos que Já esta, - • quelcs so!ac.dos Yindos de um país ~~~ cnf'rent:1r::r.n1 a chuva, a lama, o frio e :i ne,-e cm temperaturas de até 18 --aus r3att rdo com cn de Im'o T.A + , de= ! 10 iram de a cu d Un!d1d<); 123 mm d8 c"h:e d, mdic!n! (c!trodora), um u!no de , c/nco IItros de gw para produto de I!ATOS O mlO de xArop. Para e prparar co!'oce o dar: » uma vas!lha juntamente com1 s cana m:io bE:n la,·c.d:i5. lLiv:ir ro to;:o e l'' ,. r , por!o a!d cue o dr tau dourd o« ramelado. Em z!da colocar cs cinco !+ de gu e as to!hAs de eucalipto bem lrds de!xndo ferver porço durante uma ±n mexendo-a eor.st ntemente para o tot! z2 vcitamcnto dos Inzred.entes. Pronto o r; ele de.e ser csfrJa.do e coado ntes de er ma garra!cdo. O produto pronto deve ur m::.ii:!, do om :-;elndclrn ou local bem fresco, pois centrorlo corro o risco ele !cnnent:ir, ff.7.:, rondo como se fosse uma cho.mp.10h ,. 1 Como o remédio r:! m:mtJdo cm r.c!Jtl!'!:;:. ele deve ser levemente oquccldo nr.tes d~ sn mlnlstrc.do, npenas n porç~o qtto vnJ ser t:;:e. rida. Para crianças recr:!m-rnscldas nté u.11 a. no, recomenda-se uma colher de c:l!é três -~ zcs ao dia, crianças de um n quo.tro anos.. U.'111 colher de chá; de quatro a 12 anos um:i co:t::: de sobremesa e para adultos uma colher de sopa, sempre trs vezes ao dia. José C:lefa~ recomenda que esse tratamento seja mant:d num pcrfodo de do!s a cinco meses, variaç~ que r:! de ccordo com a tdzde do doer:~e e o estágio da doença. Um do:; 5.lntomns l'C"1c::d? res do medicamento é o seu grande poder de cxpectoração Jd na primeira scm:in1 d.e trn, lamento. Enquanto estiver tom:indo o :nr()j)!l o doente deve evitar beb!dns geladas, bar!s !rios (chuveiro, mar e piscina), chuvas e lr'..!• t;em de !crma geral. Este rer,ime, deverá pr longar-ce até uma semana após ter p:indo li tcnar o medlco.rnenlo. Encerrado o per!~ de tratzmento (do!s meses u:rra cri~nçn.s d Quatro anos, três C CJ.t.!:llrO meses para C1'ÍP ç:is de quatro :i 12 :mos e de quatro n ci!'.eo rr.ese:; para adultcsl, as pessoas poderão re tornar os suns atlvic:bdes normais, sem qual quer restrlç1ío, (0 Progresso - )Journ.dos) PRODUTORES DE ARROZ E M#.HO . - 'ª podem paro a vender CFP /t A CFP (CompanbJa'de F!nanclamenlo dn Produção) lniclou a compra de arroz e n:l· lho dos produtores rurais que est2o entre tando problemas de comerclallzaçào. ?<"IJ!l!!l Primeira etapa estão sendo comprados o"; roz e milho produzidos nas regiões de froni,e,· ra agrícola de Mato Grosso, Goiás e Rondo nia. Ao todo já !oram ativados 59 postos de compra de CFP. A finalidade é evitar que, por precariedade de ln!ra-estrutura de O"i)JlS porte, armazenagem, secagem e limpeza n3S regiões distantes dos centros consumidores. cs 2~icultores e S.!2S coooerat!vas ven}la1ll l negociar com cs atrnvess:idores. A CFP está pagando pe1o arroz em CSS c1. co:n até 13'.o de u.u-i.!dade CrS 2 mil 880 Tc: szco de G0 qu.los; pelo mesmo arroz, m15 crmidedc cntre 13,1%3 e 15° estão senda r;~os Cr.'- 2 mil 700; ~ o arroz com ll.llllde cc entre 15.I •.:, até 18'.o a CFP está pag::uldo CrS2ri1 460 por saco de 60 quilos." Pa."1 ° t::.iiho há = tinlco p.:-e_.o, de ers 1 mil 660 r-or s:i.co C:c 60 quilos. pe!o grll.o com nt.é . · • 1!: Cc umidade. Além de receber o ralo C_d o:a, cs agricultores serio indeni- 7c5 teia s2cara tus2da. quando esta estirer oc ~c.-,rrlo cem os oaàrõzs estabelecidos pela P S6rio reccbrá indenizçio o pro: tcr czna'er oarrczeomnilho em sacs r.cc:erva'cs. . . 1 : !:=:a C:e juta e mclvn, qu;:ndo nov::i, s. '-' to,clc;,iz:-.dn cm CrS 205 a unícbde. PnI'!l o:co de juta e mulva, usado, mas em P? c:tnoo. reatiliz::h-eJ. seráo == CTS I.20.-,0 Pwde. dsds que teniah peso minamo G= =i0rrmns. ar2o saco usado para emba l-: 0ml0, co pese minimo de 360 gramas i:5nizq5 5cu cstbelecida em CrS 180 0 nc-rn o ele e:-s 110,90 pnr:r o usado. Se for Ce p0li:c!no, só ser5o aceitos sacos no Tos, pele; quais serão pagos CrS so por uni· de. Tara_a sacaria dê algo±io serio pagos l S 16 ne· n±date rosa e ers 56 pela us d. Os pra·vg oi7 ·ccberio oiuda 1 t ç-,.., tt:i, ..... !.--.t ! • Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº640_23_02_1983 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº642_10.03.1983 Voltar para a lista de itens