• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº651_28.05.1983

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-- .i'i,1lur;;ilmcntc, no íntimo, eu posso ter
o meu cnncUtlnlo, mas esse eu nunca rcveln•
fro :io
" LA1ENTAVEL so todos os aspects a át.
visão no PlIDB belavislense, caracterizada com
aju:licção da no!a a:icial 'o DivetCrio a res-.

pcit0 dos pnnuricínmentos do vereador Rose­
vclte Lino Garcia.
A VE.RDADE é que está havendo precipi­
tação, desencontros, o :l:>llDB ó umn frente de­
mocrúticr:, com políticos ecléticos, diversas ten­
c1,;ndas e isto, gera, evidentemente, choques de
!<lélas.
RECONHECER que Rossevelte Lino Garcia é 1
dos mais atuantes vereadorro, talvez o que te­
nha apresentado mais indicações, seria o pri­
meiro pnsso para uma maior aglutinação das
forças do partido.
A FOUTICA tem dessas coisas, nem sem­
pre a razão guia os passos dos homens, mas, na
política, a razão passn a ser fabr de obrev.­
vência quand, está em jogo, não interesses par-
ticulares, mas defesa dns idéias. •
ESTA FALTANDO- coordenação entre ve­
read:>res e membros do Diretório, se ban .que
é r:rcciso consciência de· que os vereadores fa-
12..tn em ncme do p:>vo que os elegeu.
COlIPRCVADA A CRISE n~ PMDB belá,
,,istense, caracterizada. repetimos. pela publica­
ção da NOTA OFICIAL, resta. não só aos eme­
debistas. mas a todos os políticos de ·Bela Vis­
ta. refletir sobre o FATO.
rel A Naço . n!irmou o Presidente João Fl·
guelredo, cm Nnt.al (RN), a respeito do pro­
blema sucessório.
o Pi-csldento da República manteve uma
reunião com os governr1orcs do Nordeste,
"uma .conversa. tranca, l1t1f;t,.nto 11roveítosa,
e que vnl deixar, sem dúvida, um sal!!o JiOSltl•
vo para a regiiio", assim os governadores nor­
destinos classificaram a reunião que tiveram
com o Presidente.
A respeito da sucessão. F.lguelr3do reite­
rou a sua posição manifestada através de ou­
tros pronunciamentos, segundo a qual "o can­
dldato ser r.quelc que reunir as melhores
_qualldllAes, n:io só para vencer a convenção
como tnmbém para continuar o processo de
aberlura que estnbelecl no meu Governo".
. O Presidente insistiu que o candidato a
O problema das professoras demitidas pe­
lo pre.feito Afonso Dilon Nunes LeJte, ainda .não
foi solucionado. Essas professoras, num total
de vinte e três, participaram de um movimen­
to reivinclicat6r!o por meTh::>res salários e equi­
paração salarial, entrando em greve e com isto
gerando a aplicação do artigo 482, da CLT, sen­
do despedidas por justa causa.
,;
Imprensa é imprensa. Seja na televisão, rá­
dio, • jornal ou revista, :o· profissional que mi­
lita na imprensa tem por obrigação e dever
transmitir fatos e atender os mais justos an­
seios da comunidade.
Há um problema, em Bela Vista, não é de
hoje, algumas pessoas ainda não entenderam
que há uma Legislação especüicá para punir
os abusos cometidos pela imprensa, se bem que
estes aQusos são raros, são mais fantasias cria­
da_s por 'pessoas que ainda não entenderam a
real missão da imprensa.
O programa O POVO NA RBV, sob a res­
ponsabilidade do vereador Marcelo Calvano, é
um bom pr.ograma, de audiência, leva o povo
a participar dos problemas da comunidade; in­
dependente das posições poh'ticas do titular,
O POVO NA RBV vem atingindo os seus ob-
jetivos . • •
AO LEITOR
edmnis ma! t ais
r opto' 1o
a cutsr anulmn
Prerao or Prof sores!
P Intermédio do prente
mmico Ao genh;« pro{eso.
r gorara?os à etu aros de
k;é orara n 01i2/08»
qu seus direitos referente a rs.
cisiio de contrato de trabalho, ._....._.
cOn!:m-se n Seu dio desde o
dla 09 de m!o de 1983 nesta 're­
fr-it ur:t. .
Va!homne do ensejo para re1
terar meus protesto de elevada
estima e distinta considera4o,
tdrnrlo<..nrnrnk
Afono Dlon Nunes Leite
Pzx-fcito Jlttnic:lr,11
"g.zoar.traz. a.
'
PLIS IC
JORGE RONDO·N DE O:LIVEHIA
ESTtTICA E BEPARADORA
sccscão será qvele que tiver "m!s possibl.
lldades de dl:llognr com o povo, no :::P•1t'1)o
de normal!zar (democraticamente 'viua do
pn,ís".
l'REOCUPAÇAO CO:l'i: O NOR!>ESTE
O Secretário de Imprensa e Divul3a.ção
da Prcsidnc!a da República, Carlos Át!a,
disse que o Presidente Fir,ue!re:io agrndcceu,
durante o encontro com os governadores, a
exposição que todos fizerom, destr.c:mclo su~
permanente preocupaçfio com os prob!3m!:ls
do Nordeste.
Segunde A.t!la, o presidente lembrou que
desde o início do seu eoverno tem feito um
esforço multo grande no sent!dó de e.polar os
Não entraremos no mérito da questão, mas
Ee o m)vimento reivbdicatório foi justo, a gre­
ve :c.ão o foi e provocou desdobramento, houve
injunção política e se aproveitaram das profes­
soras para obterem lucros políticos. Deu no que
deu. •
Para nós não importa as cores partidárias,
m~lto mepos desdobramentos políticos, impor­
ta sm, a situação das professoras, principal­
mente as que ficaram na rua da amargura. Uma
delas, mãe de· seis filhos, com o esposo doente,
está atravessando maus momentos. É de se per­
guntar: onde estão todos aqueles que apoiaram
e incentivaram a greve? •
Ontem uma comissão esteve no jornal, in- •
formaram que o assunto foi debatido com o
Secretári:J de Educação, Leonardo Nunes • da
Cunha, com o professor Euzébio, da Feprossul,
que levará as r~ivindicações das professoras até
Biadlia,
Na verdade, o movimento das professoras,
no início reivindicatório, justo, coerente, foi
áproveitadq por políticos que no final nada de
concreto fizeram, muito pelo contrário, colabo­
r;u-am na .bi;mação de um clima de revolta, ge­
rando. por parte do Executivo uma tornada de
posição radical. E foram despedidas.
PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCR.A'i'I•
CO BRASILEIRO Pi'r!DB
DIRETôRIO l!UNIC:PAL r,z BELA VISTA·
O Dire~ório Municipal do Movimento De­
mocráticJ Brnsileiro - PMDB, em reunião rea­
lizada no dia 24 de Maio de 1983, por decisão
unânime de seus membros, resolve, de públi,
co, manifestar-se frente as atitudes assumidas
peb Vereador Rossevelte Lino Garcia em ses­
são realizada na Câmara Municical r:os dias
16/t.3/83 e 23/05/83, publicada peios jornais da
Rede Belavistense de Jornais, o seguinte:
1.°) Acatar incondicicnalmente, sem restrições,
seu afastamento (REP'ODIO) de seus compa­
nheiros de Partido e principalmente do Presi­
dente do Diretório;
;-'ACS ORELHAS. PALPEBRAS, NARIZ, Atende em: Bela Vista: Ru{ Antonio Jo-
COURO CABELUDO, SEIOS ABDOMEM, 5o S/N, ao lado da Farmácia Modema
• J:,".)S E 1TT-;T1rBROS. INCLUSÃO DE SI- (última 6.a e 6.a Feira e Sábado de eada
!AO:, PEELING CICATRIZES, TU- mês).
: o::i::s DE PZ"LE QUEIMADURAS, ACI l
)E~·:TADOS, DEFEITOS GCNG~OS E?ampo Grande: Rua Pedro Celestino 1387
r..:fi.GS, :}!':S, FE~mA PAL&'::INA, LA- Centra, Fone 882-2984 - Res. 624-5445
nro L::PCl:
1~XO) ÚLCERAS DE MEM- Diariamente: 09:00 às 110 hs. 14:00 às
:S R)IAGRECIMENTO. • -----1.8..,J ... ijO_ps._~ • -iiiiiii-;,-.----Õiiiii;---:11
--
2.
0
) Crer que, diante dos fatos ocorridos o ci­
tado Vereador, Rossevelte Li1o Gareia 'tenha
EDITAL
Por wn lapso da revisão, no Edital da
SETEAGRI, com prazo de 15 dias do lo­
te~mento Primavera I, o ·mesmo 'foi pu­
blicado sem o número da matricola. Este 1
número é R/1 matricula 4.308 Folha 4.308
------
;
Pcvernos nordestinos e nto! quo o C0.
vo !dera! e a Nação em tá, : m
7± cr'ss prolongada de in!lação, de ar;o
e p nto,do poucos rcurss, ms i:
a!n: retende fazer um esforço reobrado
poracctrar mcios e mnciras d dar esse
e7.o o governadores e o povo da rei!o.
O o1vz do Palfclo do Planalto, con•
c'!a !irmando que o pre!dcnte comunicou
aos gorndores s suus pretensões: oav!r
t irrias, idcntiflczr opiniões, prfrénc!as
!'(' u•nti.do de ir pouco a pouco, çomo Já do­
cl; rou publicamente, ormano um juizo so­
brc r.s tendências que o leve a indicar, a suge­
rir à Convenção Nacional do PDS no próximo
no, o nome do candidato que o partido lova.
rá co Colégio EleltoralH
~egundo uma dos professoras elas "acre,
ditam (!!1~ e PMDB, o Gov::mo do Estado, Ir
cc-:1tratu- as vinte e três demitidas e s coloca­
rá à ciliposição da Prefeitura", Há promessa
neste sentido. • •
• Há informação, também de uma professem,
"de que há possibilidade de um acerto honro­
so, desde que ambas as partes cedam," para es­
ta professora''n6s conhecemos o prefeito há
muitos nnos, ele não é pessoa de perseguir,
muito pelo contrário, é um homem. cristiío, quo
prticip11 êos movimentos da igreja e nUllcn
tcmaria atitudes redicais, houve qualquer coisa
que fugiu ao controle normd da situ.ncib".
Enquanto não se resolve o caso, que pro­
voccu inclusive a lmpetração de um mandado
de segurança através das adv. Vera Lurziro e
Vilma indeferido 'in li.>nine' por falta de ampa­
ro legal, fica patente, no final de tuo, que fal­
tou orientação as professoras, classe injustiça­
da, que ganha pouco e que ainda vê-se obriga­
da a viver fatos dessa natureza Tudo isto é mui­
to lamentável e go.;tariarnos de ver a situacão
se n:Jrmalizar. Nunca é demais lembrar, tam­
bém, que às vezes, inocentes paga_m pelos pe­
caCcrcs,
a nobreza de, oficialmente, conclv.ir seu ato de
Tepúdio, encaminhando a este Diretório. com
a máxL'Da urgência, seu pedido de desligamento
de nosso quadro Partidário;
3.
0
) Declarar qu.e o P.A...RTillO DO MOVTivT...EN­
TO DE::vIOCRATICO BRASILEIRO. Pi'I-IDB
Municipal está unido em tomo des"a:; dedsõss
e continuará sempre unido e vigilante em de­
fesa dos pri::icípios partidários; •
4.
0
) Não admitir que elemento alS!Um use de•
nosso Partido para se autc-promo~rer. e ma.is
ainda, tentar s:emear a discórdia enfre no.s.sos
companheiros;
5.
0
) Hipotecar total e incondicional apoio
à S. Excia. o Governadcr Dr. Wilson Barbosa
Martins, que com capacidade e responsabili­
dade, vem admL'listrando este Estado. toman­
do em realidade, o grande sonho de todos nés
que é tornar Mato Grosso do ~ul. " grande Es­
tado Modelo.
• A Comissão Executiva do Partido· Democrá­
tico Brasileiro - F:MDB.
Corumila Loureiro Almeida - Presidente
Josino Pinheiro. Vice-Presidente - Ricardo de
Vasconcelos - Secretário - Marcelo Calvano -
Tesoureiro - Ildefonso Pinheiro ~ Dele~do

1 o u o
A (;lm.im 'd11111•;Jp•1) <1
11 r,, l't Vi I n 4 Ui11:
das msi dinlmtr, e ta Ta!za de Fronteira
e iuto porque o {r. ver+dores acreditando
tcomo creditam, na abertura de Joio Figuv!­
,,do, dh11lr..i1 e ti tem certos de q1e e­
to s .iO.f{O, penas, ums prerrogativa ine.
ente e intrsaluei do regime democrático,
NSevs4o do Dia 23
No compareceram dois vereadores, en
rio que um ele lc ,, e presente, de ucordD coJn
comentários, teria aquecido n Sv:siio ele rtl•
{lllrl'o /;ll!ll'' l r1r/·rJlwlt.
IltJ qualqI1,,r forrrm a Su;siio niio foi
n a d a f ,· i a e nes s a demo e; ró t J e a
tonto c.iC c:Id(}r, p(•rc,·hia ;;a o lnt11llo ele <'!lcl:1rc.
C('l', <IC pôr 11 vorclndo Jl() !.r>ll devido llliSlll' u,
prJ11clpnlmc11W, c-rn criticai' um Pstaclo de coi­
l'>ll!J qun, nu v1•rdnUo, no~ r-nvor~onhn: o ('Studo
de nossns estradas e, prJnc:1p:1!monlc, a da
etrd.a do I" cla'lt.c, 11 rm .. ooo, trocho Jurdlm,
)Jr.la IJ8líJ.
Povo, polftrcos e autoridades da i r e 1 es­
Lí1o 0titnç,pmcto II pcrctor ti pociéncla com
ESTADO DE MATO anosso DO SUL, Comnrcn. de Bc.Jn Vista, Cart6r)o do lº Ofício
,.
...
1
o
b
o que lhes prece ser "Insensibilidade" do
briú";:O (;hr (() rJ:1 CF:P.-3 P do nobro Dint'>r
do Dcrsl que, por infelicidade, respondeu
olfdo r!JL<.11Clo ,; t1Mcrro r..<.m pw!i!r•tr1'l"1 rc•
ferindo-e uma estrada "interditada" por
feito das últimns chuvas!!!
O nom,, do p-:cu.1ristri Miincco Mirnn1a
velo vi!a, um vez que esse cidadão, um
(lo•; •·JobO'i 1.1grac.l<l'i" dr; .. ln r,lmp1tlc:i. cid;!dG,
teria s!do colocado em situaçlo de p:ofundo
con:,tmn:!,lmC'nlo por l.1p·o o ·'Jnoompdlndn"
de ncesores do eminente Governador do Es­
tndo, Dr. Wl.l:,an I:Ja(hO'.;t Murt,ns.
Dissencio no MD
O ~1obrc vereador Roosevelt, LJno Garcla
criticou, de modo cnndente, o "modus fas•
clrndJ" ele 11m c::so político (Cbefin da Cire­
trnn) e rasgou o verbo ao c1escrevcr fJ.S condi­
ções clJs estrndas, uma vez que dom1ngo úJ.
ttmo, no dlrlgl.r-se para Sfto Carlos teve de
voltnr e en!rentar s!tuaçüo lclêntica nos BRs
060 e 2ü7.
JOS11: AVELINO E SILVA~ Oficial do
Cart6rlo de Registros de Im6veis da Comarca
de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul,
na Forma da Lei etc .. , .1
FAZ SABER aos que o presente edital ou
dele conhecimento tiverem e de acôrdo com
• a Lei Federal nº 6.766, de 19 Dez 79, combina•
do com as disposições da Lel Municipal nº
690, de 7 Fev 80, pela Sra. Selma Regina de
Barros_. bras_ileira, casada, comerciante, pro­
prietária da firma Seteagri Empreendimentos
Imobi11anos CGC!vlF nº 003.201.3240001/
86, 1:1scrição Estadual nº 280.592.34/5, Esta­
belecida a Rll.l Antonio João 900 . em Bela
Vista MS, me. foi requerido o Registro do Lo­
teamento denominado "Jardim Primavera I"
aprovado pela Prefeitura Municipal desta cida
de Confor:11e Processo nº 295/83, de 04 de Ma­
io de 1933., elaborado nas Quadras nºs 168
e 19, ambas localizadas na Primeira Circuns
criçao, comp~eendidns dentro do perímetro­
urbano da C1dnde, as. quais, após Loteadas
ficaram subdivididas em 26 (vinte e seis)
quadras numeradas de 1 (um) a 26 (vinte e
seis) e que estas quadras, por sua vez, 'foram
~bmvididas em 232 (duzentos e trinta e dois)
. tes dl: Terrenos Urbanos, destinados para
~ns~ residenciais, perfazendo uma área total
e :1:
318

00
~
2
(setenta e um mil trezentos
e quarenta e oito metros quadrados) situados
nos segumtes larutes: NORTE· Com o 1 t
mento Itnpor:1 e a Q.uadra nº i10. SUL· ~ ea­
us quadras nº 167-A e 168. Leste: Com a~ om
dres nºs 183 e 10.1 Oli'"'"""· e qua-
º - •• """"""· om as ouad as
n s153 • 153/4 • líi3/9 • 153/10. O Imóvel ira

~
cri1
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3
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N 0pin1o do nobre vere dor Roo!t,
o problema dus iradas fogo quilo u se
poderia chamar "da astre por efeito do con.
A 'yrrtricas deras •• J• r , r.t: ... !10
e«correadi ter da "irrespom! Mi)!dde e
da incomne!nela". ic)
Iuns Imagens, epli mm rom segurança,
O ~JCI:5"m~nto r)() OJ-:'CC](1.r llúO',('/''li:
---- r.m um bura o, rw loc l ú~·r:or:-1in'lll0
Sta. 'Terezinba, podem ser alojados todas s
ptróis o tratores do C,1:;tt 'l:
-- Fm co de emcrén hHlca. o E'r­
cllxi Nt>rion;,l urinn·m•crr·rh c
1rl!do. nfolnclo
ro B'R·0h0. ft, <:IJO .Tardim-r:,,
1
-, Ví•,t:i.
A reneii, t P?reovo!! 6 c!ente p-
ra rs croniete r !ifrirns drrrem de [alo
O Pt!:fPilO o nrrem riin n nmrnnha em
prol ele e~tmrln,:; õir,nn,; (ln ronfí'ln;:r1...
Aro;o!totn n pcan do temo aue dis­
punha n ""Orc1nrn tlo TJh''. o ver<":1rior Hoo::c­
] nroorou oslnror men1 posicionmen­
to e et-.mcrou-~e na clef<"'"- elo Sr. Airc, R'.Muri,
Clwff1 rio Clretmn ~1" n,,tq Visto. diz:cndo-0
víl lmn. rlri ltm "complô pollt!co, no runbito do
PMDB loc::il.
Outros A 5untos
Jnf·,..rp.<:si:,rlo<: nn ~nh1rJin dos problemas
Quo ,,rlJ11pm o i,nvr helnvlst.ensc. os nobres
vereadores nbordnrrun:
- O eterno problema da TV, atuo entra
e sa.l rlo nr. 011~ndo hcm ns,c:tm o entende.
Neste nartlcular o vereador ''Peninha"
alee-rou i<fltr~ i,,1.res. 110 informar. na qualidnde
dfl "ex-lfr!er c:lo nrPfPito". 01;e um nrP<;fativo
e romnntcnte snrl?'Pnto do brioso 10ºRC. de­
vidnmente ;:,utorlzaclo nelo sen Cmt .. lrfÍ. de
norn em diante. prestar assistência torre
'"levisívll. como A)ll n merecP
- Concerto e reforma de E'>cn!n foi sol'ct'
trrl11 rnJo vere~dor Clnudíonor oue slee:ou 011e
um ··+oa pode desabar, pondo em risco os
alun1y; P '1. nrofessora.
P~vil"""nt::i~ão asfríltica de 'uma rua me..
receu n at"-".iÍO dos Srs. vereadores e espera­
se our, o f:r Prefei!.o arregace as mangas e
entre no asunto, sem demora.
loteado, se encontra devidamente Registrado
neste Cartório de Registro Imobiliário, sob
o nº Matrícula nº , Folha n"' , do
Livro 02, do Registro Geral, em Maio de 1983.
Juntamente com o requerimento, me foram
l ,
apresentados e autuados neste Cartório, o
Memorial Descritivo, Planta e demais docu­
mentos exigidos pelo Artigo 18, da nº 6,766
de 19 Dez 79. Os Lotes de terrenos urbanos
ser-ão colocados a venda tanto a VISTA quan
to a PRAZO, observandó-se para tanto, nas
Edificações a eles relacionados, as prescriçõ­
es dos poderes públicos. E, para que chegue
ao conhecimento de todos os interessados e
que ninguém alegue ignorância, foi expedido
o presente EDITAL ;que será JfL"Cado nesbe 1
Cartório nos lugares de costume, publicado 3 • •
(tres) vezes consecutivas no jornal de circula
ção local, podendo ser apresentado qualquer
impugnação dentro do prazo de 15 (quinze)
dias, a contar da data da última publicação.
Dado • e passado nesta cidade e Comarca de
Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul
aos 12 (doze) dias do mes de Maio de 1983
(Hum inil novecentos e oitenta e tres). Eu
José Avelino· e Silva, Oficial do Cartório dé
Registro de Imóveis o datilografei e· assino.
José Avelino e Silva
Oficial do Registro de Imóveis
N dobe'nte os
eso Odin4ris « ro'
te Ian da Costa Msqv
urancz os trab!tos, n
::r:r·c- nmr. cu<:JJ,;,do JX.'- •
cataram, democraticamente
Ma, demonstrando, outrossu .
"Cobertura do Regimento Itero" n
podera deseambar para o cos"..
D! J?k o
1511555 0a +57G '
(t'u11C:odo cm 20/2/10í2l •
C.G.C.M.F. 15. 513.203/0001
&Jl'·tro no Cnrt6rlo do Tlt11!05 o t
Documcnlo!l n.
0
35 -
Dlrclor-Rl.'spon..<:;vcl: Ivnldo Prrr!r:.
· (Jomi,l.bta Prcrisslonol. J).,fotr!cub
llITPS n." 140)
Admlni..slr:içilo. ncdnç::io e :r>nrqu.c Gr:'lf!co
- SEDE PTióPRIA ·-
Run da Rc.>públ.!cn s/n - Hcb Vista • '!-.'!S :1
Fone: (067) 4:J0-1110 - Cnbm Postnl 23
Diretora: Marla Estela Velsqez Perctr i
Gerente: Gllson Silva .Snntos l
Dcpto. Circulnçúo: J.forl!enc Ma:rin j
REDATOR-CHEFE: Ivnldo Pcrc,irn
ASSTNATl.JRAS
Bela Vist.n: onunl G.000,00
Demais Municfpios , .. 0.000,00
FUNDADOR: Ivaldo Pereira
Um órgão dn. Rcd0 Belavíst.ense de
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5. TRANSPORTADO!M AGRG . . GUIA LÔlP:Es (Posto) BR 060 - Enttoncmmento
SSGL DE DERIV &DOS DE PE'I'RéI,,;EO • • DA l.ACIDNA - MS.
KgDA Tansportadora) - A:v. Duque de
JARDIM -1'IS.
BQN1TO-MS.
Nioaque/Maracajú
Caxias, s'fn - JARDIM - MS.
1
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_1
m
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RI
V«redor Claudionor Rodripa - PDS
Requeiro Ma ouvido plenário na for­
mn regimental que seja enviado expediente ao
Exmo. Eenhor Pfeito Municipal solicitando a
continuidade da pavimentação u:fáltica das
principais ruas de nossa cidade, considerando
que os moradores e comerciantes dessas ruas
estão de pleno acordo com a continuidade des.
a obra,
Sala das Sessões da Câmara Municipal do
Dela VLtu-!VIS., 23 de Mnlo de 133
Verendor Cledionor Rodrigues • PDS
Requeiro u Mc~n ouvido o plcnltrlo na forma
regimental, para que sja enviado expediente ao
r~irmo. Sr, Secretório de Estado de Educação de
Moto Grosso do Sul, solicitando urgentes pro­
vJd{lncla:i com refcrênclns ao prédio anexo três
da Escola Estadual Castelo Erunco onde funcio­
na a Escollnhu FROAPE.
O referido prldlo necessita de reformas,
pois qnconlra-r.e até mesmo em perio de desa­
bamento, precária n instalação sanitária, e o
teto com vários vazamentos causnndo perigo
os professoras e até mesmo as crianças que fre­
quentam aquelu escola.
Sala dns Sessões da Cumnrn Municipal de
Beln Vista-MS., 20 tlq Mnio de 1983.
Vcrcnclor Claudionor Rodrigues • PDS
Requeiro n Mesa ouvido ao plenário na
forma regimental que seja e:wiado telegrama
em caracter de urgência ao Senhor Diretor
Geral do Fundação IDESUL,, solicitando pro­
vidências com referência, da retransmissão de
imagens de TV.
Considerando que a semana proxima pas­
sada n retransmissão da televisão deixou mui­
to a desejar em tôda a nossa região,
• Sal:l. das Sessões da Cumara Municipal de
Bela Vista-MS., 23 de Maio de 1983
4-.~'f'Claudionor Rodrigues - PDS ' •
tueiro a Mesa ouvido o plenário na íor­
m48egimental que se oficie ao Exmo. Senhor
'l1residente da COHABsMS sol_icitando informa­
ções da situação atual em que se encontram
as Casas Populares deste município, que até a
presente data não foram entregues aos mutuá­
rios inscritos para aquisição da casa própria.
Senhor Presidente, Senhores Vereadores;
Como é de conhecimento de V.as Excias.,
essas casas já se encontram praticamente con­
cluídas a meses, e até a presente data não te­
mos uma definição da COHAB quando da entre
ga das mesmas.
O povo inscrito para aquisição das mes­
mas muito vem reclamando, e, reclamando com
razões, e nós como represe!ltante do povo be­
lavistense nesta egrégia Casa teremos que lu­
tar para que as casas populares sejam entre­
gues na maior brevidade possível.
Sala das Sessões da Câmara Municipal de
Bela Vista-MS., 20 de Maio de 1!.'83 .
Vereador Rosseveltc Lino Garcia • Pl'IDB
Requeiro a Mesa ouvido o plenário na for­
ma regimental que seja enviado cópia das In­
dicações n.o 031 e 032/83 ao Exm. Senhor Go­
vernador do Estado de MS. e ao Exmo. Senhor
Diretor do Dersul.
ala das Sessões da Câmara Municipal de
Bela Vista-MS., 19 de maio de 1983
Vcrcdor Rossevlte Lino G»ria - PMDD
Ind.co ao Emo, Snhor Governador do Es­
tado de Mato Groo do Sul, Dr. Wlon Bar.
bosa Martins, com cópia ao Exmo. Senhor Eng
Arnaldo Ferreira de Souza, Diretor Geral do
Dcrsul, que referente ao meu repúdio contra
no ofício n.o 241/03 - DGE, enviado a esta Ca­
±a de Leis, explicando-nos que os trechos da
BR-0G); havia sanado a problema e que esta­
va cm perfeita condição de tráfego, sabendo
n:ís, que <le!:dc o d!n 15 elo corrente ms té o
dia 19 Bela Vista não leve Hnhn de ónibus de
Bdn Vista à Jardim por estar lntrao .itvel
pequenos trechos da DR-060.
Esperamos nós, junto com este povo que
seja solucionado o pr:iblcmn com urgência, e,
quero deixar bem cl_aro oo Sr. Diretor do Der­
sul e demais rcsponsúvels que para sanar o
problema deste pequeno trecho, pntrolar so­
monte niio resolve no contrário íica piar, prin­
cipalmente quando chove, acreclito cu, como
V.n Excia., bem sabe que é t5o pequeno o tre­
cho que necessita fazer levantomento com cns­
colho e somente ossim solucionorá o problema
de nossa BR !icor Intransitável,
Senhor Governador e S<;nhor Diretor; nós
como responsável de atender o direito do bem
estor desta comunidade, estomos supntando
críticas pelo que ocorre dentro <le sua odminis­
traçiio e por pertencer a esto alu parti1.ária
não quero ouvir críticas contra o Governo tl:?
Wilson Barbosa MartL"ls, senc!o este o primeiro
governador eleito com vc'.o direto de nosso
povo, e sabend:i que V.a Excia., como nós te­
mos uma série de responsabilidades com este
pov sulmatogrosseme, sendo assim espero que
. seja solucionado com urgência os problemas
dos trechos ele nossa BR, que vem causando re­
volta a e-t;: povo belavistense. Sala das Ses­
sõ'.'s do Câmara Municipal de Bela Vista-MS.,
19 de Maio de 1983
Vcredor Ros«evehte Lino Gtia - P.'lDU
Irdico ao E:mo. Senhor Governdor do
Etndo de Mato Groo do Sul, Dr W:!en Dar­
bosg Martins, que em repúdio meu o Senhor
Presidente do Diretório quero deixar bem cla-
ro a Va. Excia, de que nós Vereadores eleitos
cem o voto direto do povo sentimos despre­
tigiados com ente governo na medida tomada
em que deu d.ircilo de somente o Presidente
do Diretório de todos os municípios de nosso
Estado solucionar o problema de funcionários,
pergunto cu, a V.a. Excia., como ficaria a res­
ponabilidade de cada Vereador com o povo
quc confiou fazndo assim seu voto mn nossas
canclidatura; n:is un:r,;; de l'j dê! 1-::vcmb::-o p.p,
pcr{unto a V.na Exeia., quando estes humildes
elcit.orc:; se dirige a ezte Vereador que é res­
pon~ávd com cquelei:; que o confhram e que
fica sem ação alguma de resolver os prol2.
mos quero deixar bem claro a V.a Exeia., que
o Preõldente do Diretório tem compromisso
com o partido, e, nós Vereadores temos respon­
sabilidades de atende:r os direitos de quem em
nés coníiou, Pergunto oinda o V.n Excia., será
que o Presidente d:, Diretório desde ou qual­
quer mu'1icípio, se ele condidatasse a Vereador
ele era eleito com voto do povo. Pergunto ain­
da, a V.a Excia., porque foi tomado esta decl­
süo per parte de V.a Excio .. , nssim como V.a
Excia., tem compromisso com o voto do povo
queremos que pelo menos seja aceita nossa
reivindicação a:> Preside:nle do Diretório, pois
este humilde Vereador quando reivindico e ln­
dica sempre encontrou desprezo. Sala das Ses­
sões do Câmora Municipal de Bela Vista-MS.,
19 de moía de 1983
Vercnclor Rosscvcltc Lino Garcia • Pl'lDB
Requeiro a Mesa ouvido o plenári'o na for­
ma regimental que seja enviado ofício . com
urgência ao Senhor Cmt. da CER--3 com
cópia ao Senhor Diretor do Dersul, homens
que chefiam os órgãos responsáveis pelo aten­
dimento de nossas rodovias, levo ao seu conhe­
cimento que a BR-060 há necessidade com ur­
gência de ser feito reparos no aterro que devi­
do as fortes chuvas· na altura da fazenda S.ta
Terezinha houve erosão deixando um pequeno
espaço para trânsito. de nossos veículos, ficando
o lado direito da BR um enorme buraco que
por falta de obstáculo para alertar os nossos
motoristas poderá causar acidentes a qualquer
I
hora, quero esclarecer a V.as Excias., que a BR-
060 para ter Úvre acesso à.o que seja sanado
• o problema de Bela Vista ficar isolado p/ falta
de acesso p/ nossas rodovias, é necessário fazer
cascalhamento no trecho A g u a A m a­
rela e d e m a i s pequenos t r e e h o s
críticos n a n o s s a BR-060. P o i s Vas.
Excias., já estão conscientizados que fazer sim­
ples patrolamento não dará a esta BR acesso
p/ trânsito, ao contrário fica pior, espero assim
compreensão de V.as Excias., no atendimento
do referido ofício.
Sala das Sessões da Câmara Municipal de
Bela Vista-MS., 23 de maio de 1983
Vereador M.:rcclino C:1ssio B. Acioli • PDS
Indico ao Exmo. Senh:>r Prefeito Munici­
pal na nece_::r•..1ade ce mandar fazer reparos em
frente a residi!ncia (':, :::r. João Martins, da es­
trada que demanda a cciras, pois causou na­
quele· local enorme buraco impedindo o trân­
sito para o mon:dores daquela rc-,.,;'i".
Sala das Sessões da Câmara Municipal de
Bela Vista-MS., 23 de maio de 1983
ma regimental, que se oficie rente a IDE'SUL
para ranr as constantes interrupe de ira
gem de televiio em nossa cidade, bem cor o
informar concomitantemente, da possibilid de
d tranmt do de imagem da TV-CAMPO
GRANDE TV-CAUIÁS de Dourado, para e tas
comarca de Dela Vista.-MS.
Bela Vista, 23 de malo de 1903
Vereador Sérgio Roberto Perondi •PDS
Rcquciro à Mesa, ouvido o plenário na for­
ma repgimental, que se oficio urgente ao dire­
tor da DERS.UL na Capital do Estado, para
que este infonne esta uusta Casa o porque,
do p:n:ilizaçiio compl<'la da obra cln estrada que
lir•n Carncol à Siío Cnrlos, pois :. mcm1:-i cm
face abandono total, vem ocasionando sérios
tr:mst.ornos nos propr!ct{Lrios daquela teglúo,
que cst5o impossibllitndos de trafóg:'1-]n.
JUSTIFICATIVA:
Constnntcs rcclamnções de proprietóriog da­
quela reglfio, bem como de Dela Vista, e•;ti.ío
l'evoltodos cm face nbondono total dnqucln ohrn,
que inclusive já !ora iniciado, pnrando nulOmó­
ticomentc, após posse do nov.i governador dn
Estado. Ressolta-se, que já são de rrrnnde mon­
ta os prejuízos aos moradores e proprielúrios
daquela região, pertencente à Ccmarca de Be­
la Visto, justifieando-sd pois, inteiram.ente o
pedido de informações do órgão competente e
responsável, o por que do parallr.ação da obra
bem como, requerendo o imediato reparo do
mesma, ao menos p/ que haja trá(ego em con­
dições mínimas.
Sala das Sessõe:; da Câmara Munícipal de
Bzla Vista, 23 de maio de 1983
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oh.ndo", ubutant!v» m:ucul!no, sirnífic
"A ftreduão «land«tina de mercadorias e
s/eiras +em pgauenuto Ce direito",
< l lruni, no o caro vizinho do poente, ó uma
No muito peculiar, um vez se tornou a 3.a po-
1 i mundial ep.rtdor de Wili em produzir,
1
1
, '. , 11,n mi'e imo, ou ejs, ura cc·ntírn, Iro cúbico,
Cr,n :
1
ul', <'Orn rel:Jtivu !:ic11i<ladc, rccdltur o
1 l' : r-rr: dos pi, produzindo 20 mi I t.ons de r,oja
,, e i,1,01 tnncJo in□i , de üOO n1/l. Com o cof(: dú-,;c col-
11 ! :1 crido.
1
1
1
1
1
F..1r que e;s•·c ítnômcno?
I ci.pllccçii:J é r,lmplcs. O maior lnecntivador
do contrn!;:indo, no Drnsll, 6 o próprio Governo, Sr.
)).-llim Neto que, no ludo de Galveas e Langoni,
cornpõcn, um trio que Hélio li'<'r:1:mdcs, d:i "Tribu-
1111 da Imprcnr.a", sob rico, é clur.i, batizou-o sendo
"Os tr's Patetas",
folo por c:iusu elo ch:imJdo "confisco",o qual rc­
t!t ,1 do produtor sub,lilllcial parle do lucro que
obtcrln no vendido sob melhore~ condições fiscnlo,
Com lslJ, os eontr:ibandlstns ocnsionab, episódi­
cos ou sazona.Is parn cl"iar um novo verbete, "safra.
is", não são já estabelcrldos na praça com CI.C e
CGC, São os próprios fazendeiros, os produtores, os
intermediários,
A fronteira seca c;im o Paraguai é grande e o
número de estnneielros tupiniqulns na "propriedade''
ele Strcesncr não é pequeno, torna.ndo a "coisa''. ma-
Is fácil e m3ls impune. •
"Essn sojn, conliec-i<ln como "brnslguela" - por
~er ---
0
~: ... -- • - - J.., ·-r,-1--- K e----abandeada
tavés de mnis de 70() km, de. frontcirn seca, prin­
cinl:ente no Mnto Grosso do Sul, na rcgiiio de
Ponta Por, por cstradas que cortem cs i!ois países
e t·~l.io s~n policlnmwto, No cnlnnto, grcndc parte
ckssn prctluçüo nem chegr n r.trnvess:u- n fronteira:
ela é "carlmbnda" no Erndl, com docum:ntnçiío fnl­
~!ficr.da, o tra.mpcrtnda pam o porto de Paranaguú,
r • :e é embarcnda pura a Europa como se fosse Pn­
rrgunin".
"Mas n íraude não se limita à soja, Anualmen­
te, os conlrabandJstos levnm ao Pnraguai milhares
de sncas de café, fertilizantes, gado, colhcdeiras,
tratores, caminhões e auVJmóvels - produtos que
normalmente do roubados em Siso I alo. Iasa
Mato Groo do Sul. Em contraport.d num
doiro inl< !'"cí.mb!u crlrr,/r.<. u, o Prsilr t r»
quantidade de drogas (msconha e oaine) urr
ui;;qu, e d<>lrulnm<:·.,!icr;·, E o e, n m ,
1
~ l'
operação gravita m torno de Ponta Porá (M). P
lado brasileiro e Pedro Ju .. n Cahs!lera, n lado ± -
ragu,'.l.io, cidades que e confundem como e for mn
uma só.
Srgundo o Sr. Florisval Sales, agente da Receta
Fctlcrul dr: Mundo Novo (MSJ, (n Polícia 1-'cd(:'rOI)
• dlllcllmcnlc Impedirá o co:"ltrab:mdo.
ScguntlJ ele,
"·O Govcro brit os olho tarde demais",
]';) ~emprc as:;lm, qunl!do o Governo abre º"
olhos, qunr:do obre, Inê~ 6 morta e a vncn j!Í foi p.:t­
rn o brejo. Excmp!:i: Ca:;:, Delfim, Ca!.'.> Capcmi. ca­
so Lume,
F.slntfrticns
'l'ol e qual os tecnocratas e burocrutrn deHinln­
nos vam'.ls nos emaranhar no terreno movediço das
cstntístlcue,, que no Brnstl, suo de falo multo cJnflá­
vcls! ...
"No nuo pnssado, o Dpartamento de Jgrlcul•
turn dos Estados Un.idos, que fez prevlsées ele sa­
frn .no mundo inteiro, atrcvés do 1astremento do
sntélitcs, estimou que o Parauni tinha produzido
-600 mil tonelads. Mas, nesse mesmo nno, o Gover­
no Paraguaio exportou 8á5 mil tons de soja, das
qunis 29-l mil pelo porto de Parnnaguá, no Pnr:mlÍ,
e 561 mil p/ o pr6prio Brasil, no regime de Draw ba­
ck (ou seja, exportava soja cm grão p/ o Brasll, im­
portando o produto industTializndo em ionna de óleo
e farelo). Assim ficou claro que aproximadamente
300 mil tons .de soja Paraguaia eram de origem bn:­
slleira, com o Brasil perdendo 70 milhões de d6bres
em divisas (mais de Cr$ 32 bilhões).
"De Mundo Nvo a Ponta Porá, há uma estrada
de 300 kms conhecida por "linha .internacional", que
de um lado pertence· ao Brasil ·e do outro ao Para­
guai. Para fiscalizar todo esse trecho, a Receita Fe­
derru. mnntém npenas dois postos, com poucos h·cat,
que nem mesmo viaturas e armP.s possuem. Em qual­
quer ponto dessa estrada é possh;el dcsvicr a !~jn
Brnsilcirn para o Paraguai, inclusive tlnTnntc o r,a,
o que leva funcionários tli: Receita" Federal_ n 11ize­
rcm que "somente nlío fru: contraba111lo quçn I!l,'.l
desejar".
Ums casa de so)e no Brs :!
e; !izd, no M5. .__ C.'; (:."') l'O!'"
tagem dic.mm! da ieno dos imnp
menta ccndcravelrnte o luero'
do outro halo
p:cid .<;~o P,1-
ou-
rr.plic::l!('.o
...."Seundo !on Sillas, Diretor da Cooperativa
Agropiria de Campo Morão (Fasa$) maser
do Fuí -, o zieu!tr la!leio @«e "portas" sua
produção tvés do Paraguai terá ums lucro d: nté
Cr !176 por ±aca, Uma ton de soja está cotzda no
merendo intcrnncio1:nl em 211 cl6!n:t•,;, o que dá C-r-
108.022,GO rrnr !ou ou Cr3 C!l'.l:i per ~:i::a. 1h:; FC n
exportação for fita pelo Ersi!, o produto: trá de
reccb:. imos!os mo v!o de Cr3 20,57 par saca
exportada. (Es:adio)
Vnmcs ::crb:-_!', co:n o ccr.trab::mdo?
F:ícil, í.'icil, e a primei. a n;edidt1 ~cr:í o Sr.
DeHim Neto reduzir p:cro 10% e incidência dos hn­
postos sobre a S3jn.
Feito isso, nua fErá necessário erigir um "segun­
do mu: J de Ecrlim", rnas uma cerca com 4 fio; de
arame !arpado e postes de madeira de lei. Rcspeitnr-­
se-i!o as estradas e a, passagens de tradição, ma; a·;
chamadas "passagns livre,", à época adequada, se­
rão todos ele:; ccupaclos por guardas armas e bem
mu:úciados.
.Fal::i, João Figueiredo, vamos dor uma gostosa
banana para os contrabandistas recalcitrantc, após
uma aceitável redução dos impostos de exportação
de Eoja e café?
Não custa nada experimentar, já que todo "gê­
do milagreiro" d Sr. Delfim Neto é bo.<eado nos
métodos das tentativas. Esse Génio costumava ex­
cimentar a tmfo!, , ,
Di Fiero
PT Is sr(os
!! II» IR Is FM
. < til , llO ' •, i l)' 1
f 1. • • n!o
, 'lon Td Er«sd « , • r Ir
mar que um n, runc.o o traba.
l1t0 t' vali fum n.li'a.
'e, comia e r 4l no tdaAe
.e., ohr s fot concluudo. "P; a
mos de todo € , t tudo paro1, o
nos empenharmos em obrs qu
st iam lo: /e do o r'hor ut!.
1cão pr pa/e d 0,ulç1o"
firmou Fr tirmn'o au
já se pode vallar também, os
vários projetos eonclu!dos a com
caráter, eminentemente o?ltico,
"em beneffc!os a coltiv ide",
.Scgunclo o (il: .. tOr Mdhun' o,
s obras a serem desenvOl!ds
tcr:Jo urn (lc.-,(•n:1wa'.10 ro:n hl'\,
or prti!dide tinirá um m;,.or
n]mero de pessoas necs«!tdaa
do mcndlmcrno t'scolrtr: "I' tlf'•
mos observar que os pro]tos
não observaram uma melhor utl.
li7,nç:.o do·, rceur!.o n(lllrnl'(, co­
mo n IU?, o cl!nn e o 1)róprlo
tHrcno, o que poc:lcr-li t01mw :l
C'::ccuç;10 cln obra menos onero.
sa", explico Teodoro de Farias,
Nesse sent!do ele reafirmou
o nron6sito de rcorr::Ilizar ns
obras do Estado, fazendo com
que n pcpulnção l<mt.n mo.is .1ccs
so ao que lhes -pertence e que pos
sa melhor usufruir de scus be­
netfclos.
CONTAS TELEFONICAS
DA GOVERNJDORIA
Dli.UNUE:'11
Camno Gr::md.e • De acor-do
com !n!Ôrma.çóes da CqHa Civil!
houve uma redução de "lç?ti na!I
contas telefônicas dll Go1ê-rhado·
rla do Estado relativas nos me,
ses de mnrço e abril deste ano,
Os gastos com telefone em teve­
reiro (que são cobrados em mar.
ço) somaram CrS 769.274,00 e a
conta referente ao mês passado
somou CrS 414.519,00
No escritório de representa.
ção em Brnsilia as despesas ver!
ficadas no mesmo período, !OTam
reduzidas cm 613. A conta do
mês de março foi de CrS
609.946,00 e ,a de ubrll atingiu
Cr$ 237,708,00.
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
DECRETa Nº '014.183 •
Afonso Di.ilon Nunes I.<:!Ite Prefeito Mu.
lliciPal do Be!a Vista, Estado dé Ma!o Grosso
'o Sul. usando das ntribuições que lhe são
Conferidas. de Acôrdo Com e Disposto Em
o Artigo 120 da Lei Complementar N.o 07 de
N0vembro de 1981.
_c:;:;cnETA:
Artigo l.o) Ncs termos da Lei Municioal
n"' íS4/fl2 de Lo de Novrmbro de 1982, Artigo
~-e, It~m II!, fica aberto n.'TI crédito su-ole­
in~nt~r no valor de CrS 2.500.000.00 (Dois
rm!hces e quinhentos mil cruzeiros)
1
ser con­
s:~1:idos nas ~e:guint"?S Dotações Orçamentá-
121s:
0105 • Sec/ de Educncão e Cultura e Desporto.
3.000 - Desp~sas Correntes.
1.100 • I:espesus do Custeio.
3.131 • Remuncrr.ç:ilo de Serviços Pessoais CrS
• • • • • • • • , · · .. , · . . . . . . .. . . .. . 1.500.000,00.
tl !O:! • Sec/ Mun~cipal de Transporte.
• , GC·l • - Desp&sus Correntes.
::.lCJ - D~9esns de Custeio.
PREFEITURA J'IUNICIPAL DE BELA VISTA
GAB. PREF. EM 16 DE MAIO DE 1983
3.131 . Remuneração de Serviços Pessoais CrS
. . . , . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.000.000.00
Total: CrS 2.500.000,00
Artigo 2.0) Para cobertura do presente
Crédito Suplementar foi cancelada a impor­
tância de CrS 2.500,000,00 (Dois milhões e
quinhentos mil cruzeiros). nas seguintes do­
tações orçamentárias:
0102 • Gabinete do Prefeito.
4.000 • Despesas de Capital.
4.100 - Investimentos.
4.110 . Obras e Instalações .. CrS 2.500.000.00
Total CrS 2.500.000,00
Artigo 3.o) O presente Decreto entrará
em vigor na data de sua publicação e afixação
revogadas as disposições em contrário.
Prefeitura Municipal de Bela Vista, Es­
tado de Mato Grosso do Sul, aos Dezesseis
Dias de Mês de Maio de Mil Novecentos e Oi­
tenta o Três .
AFONSO DILLON NUNES LEITE
Prefeito Municipal '
t--'i~r•,i;,:=...:.---:•'-'""··=-_ .~~-- , -
[f' - t-. i a
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"Gr . o Estado aprisiona inocente em vzr'ateir ai
O vcr+dor Normno Gonçalves, do PDS, de para u Clara, cometeu a malor Injust!a depyrov!do até ds mnls Indispensáveis mob;-
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maior ato desprezível, vininnvn contra um lias, como ums cama psr dormir, Na cidade
,n'1tfrf,1 (l('nunuanclo por:}c;{ulç[ío polltlca do inocente atlranclo-o num verd:iddro campo de no existo hotel, restaurante e multo rr.t:'lO"
Cov;;;no elo E ,l:.do. :P.i~; n:1 Integra o pronun- concentração nazista, pois nu Exntorla <lc u.mn rr..odc:;rn p::.ns·:o. o:.de mn filho de Dus
cí:mwn o do vcrearlor: ,A~ua Clara não existe condições de scbrevi. possa saciar sun sede e sua fome nem pa.
''f iov,·rno do r::·,1,,c1,, AJ>l'lf,iona Inocento vilncia para qualquer 1>er humn.no. E<;le mo.;o g-;mdo a peso de ouro.
m Verdade!ro Campo de Concentração Na, por a.to de vlnr~ança o per5€guiçüo de um ho- repugnante saber que um homem que
1bt.1':. mem desalmado, hoje •vegeta cm p6~sirr. .l5 a~ut!nou a m:l.loTi.::: cln cou!inn;;:'I popubr, }10-
ó GovPrJ.Jo do F>,lJclo, ao trannferlr o fun- condições do viela, sem alimentos, s~m pro- Je mostra sua verdadeira face de persgu!dcr:
clon:'Írlo W1l!,Cll Gonç:1Jvcs d:! Antonio João teçüo contra as intempóries, num cúbico vingativo e lnju:;to,
Pode::mos clmH!r l.utn, pollt :c.."ls co11lm
políticos mllitr.nt<:s e pnrlld6.rfos, mo.s:. n:lo
podcmo3 :1dmítlr pcrscgui;;ócs a pc$!>O:ls ino.
cenLe:i que nunca levantaram tua voz con!ra
quem quer que seja, e hole ver-se sob o gunn­
tc per&egu!clor. co:no bode eXiJ:2t.6rlo, de uma
inoporfmcla, uc um•1 lr.comr;::v:ncia o elo um
clcsprcpuro. toléil para cxcrcer o Gmrcrno do
- Estado, como o esclcrosa:.:o que pa.ssou mnis
de 15 nnos alicn:1dos elo:;; srns direito-; poll­
t!cos e hoje graiece a abertura com atos de
persegulç:lo contra um povo qtto v2r;;on.tio,;:1,
mente cnganndo o elegeu e no tem condições
ele dirlgtr 1;eus próprios compt:nhciro:; e mul­
to menos um Estado como o nosso.
Prcocti.p:mdo-se única e cxc!usivomento
em gnstar o cUnhelro dos munlclplos esqu<!c3
se cl3 que as Ex:üorias precis.1m dnr condi­
ções para quo os exalares possnm de::empe-
nhar suns funções com melhos restar1os,
cl'>'.fglndo ceies apenas a cobro.nça dos impostos
como se fossem rcbôs a seu servi;o.
Além disso. esquece-se, deliberadnmente,
de que as parcelas destes impo.stos (ICM) de­
vidas ao município arrecadador sã.o re:;ursos
fundamentais para a vida dos municípios e os
• gasta, a. seu bel prazer, alimentando a Máfia
dos secretários conforme denúncias anterio­
res, quando da exoneração do 5ecretário de
Planejamento.
Um moço que prestava relevantes servi­
ços ao seu município, apenas por ser filho de
um homem que dá liçõr;;s de homem público,
sendo inéditamente eleito pela. maioria abso­
luta dos votos durante 4 LEGISLATURAS de
vereador, fci condenado a viver na mais com-
pleta desolação. deixando em seu lar, uma
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eDc'a inconsolável e um ti!o cus definha
dia dia pel fa!ta do feto ' +no. Uma
crinnç Inocente que nem sequer be que
rx.btr um TIRANO no (governo, que condenou
injustnmnte.
Sl'u p:11. r~M morH"n:lo p:,kc!6;-Jc:.mcnto
pela fa!ta daquele que O pds no mundo.
' Este homem, Wilson Barbosa Martins,
tnh'rz nunca tenha s!do pal, por que se ti '!l•
se s!de talvez se condirln do sofrimento de
uma cr-!nnçn CtUC ,o, "Deus nos Livre", ver a
falecer. no sentirá o mínimo de remorso PC·
lo hcdicndo ato criminoso.
E..;tc, c::H'S cst,lO c.com:·:-:-nrl:l cmn tnUl·
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mUJ:., no Esto.do.
- OnLic C"i~O 03 r!0;;. .. 03 ticpul ,uc.,? On,
de estão aneles que muitas v .b'·j eh' prnm
até a implorar um voto? Hoie embevecldos
com o cargo de deputado, bnh1ando-se 3m1
mordom!as o bajulaçês de acessores, esque·
cem daqueles que neles depositaram sua
ccnf:ir., .....
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nn,; 1 dcoutndos nn Asscmbé!:i.: Oan'.lt. Gactn,
D.lolmc e lVLuúrctlo. Homens que <'sUo dizen­
do o ouc c<if 13.o rnzr>ntlo na isscrnbléi.1 e O.'l
outro'.l? Onde cslúo? •
- O Frr.sldente Füruc1rcdo foi claro no
dizer, "Aln:la r.ou e cepitiío àc,te Timo". não
me esquecerei dos govcrn-1ctorc~ qu:.1 pr0judl•
carcm elementos do meu Pnrtldo.
- Na hora que o PrcsidcnLc souber o quo
está occrrendo, tenho certeza de que ele ag'I,
rá com o pulso firme de sempre, npllcando
a .1ustlça que queremos e que sempre soube
aplicur.
- Lanço o meu repúdio n essl'! hediondo
ato criminoso e tenho a certeza de que conto
com o apoio dos meus companheiros e de to•
dos aqueles que são pais amorosos e que dese­
jam o melhor para seus filhos.
• - Se o Governo tiver capacidade, que in,
vista contra mim que sou seu a1versário, ma:(,
que não levante sua mão criminosa contrà
inocentes pessoas do povo.
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!INMAL, DE SEMANA
Fl mnrcado com letra e dlvortldo Chá
do Panl: para a nola Lliann Godoy Bz.
z1no, J reunião da mu!tas arias de Lllhna
foi na rei@la dn a futura cunhada J­
ntce Mehto. O tinl dn tarde do dia 21 pp fol
bastante alegre e divertida, Não fol LlJi;ma'/
I ESTA IUNISA
Todo o pessoal da Escola Ester Silva
alunos, país de alunos e a diretoria da AP2)
movimentando-se com cntusismo para a roa
lizaoiio du Trndlclonu! P ,stu ,Juninn no pró­
:rlmo dln 11 do Jnnho. Colnborn o p;:irtlclpe,
: cr/lo m11llri•; JS brlncndo!rns, barracas de Jo•
no.-i e dcUeJosos comes o bebes.
MERECEI:O ELOGIOS
A nLunçilo do C.::1lro Cívico Prof. Eras­
mo Mede.Iras eh Ego, Castelo Brunco. O con­
to Civico quo t,cm como prc:;!:lente n Sra.
/llmcdndn Sona BrJtc?s e os dcmnfs membros,
estfio lcrnbn!lundo com dedlcaçüo, realizando
dessa maneira, vários melhoramentos na Es­
coln, como troca de vlcll'os quebrado:;, colo­
cnçfto de corlJnas. pinlurns cm algumas Sdlos,
enfim é um trnbnlbo que está sendo pioneiro
nn Escolu, portanto merece nossos aplausos
e Incentivos.
E O Gltíl:iUO PEDRO RUFINO
Realizando todos os domingos /almoço.
Vá e comprove, só o Grémio oferece almoço
variado e delicioso. Também serve marmita.
ANIVERSARIO
No dfa 21 pp o nosso funcionário RUDEL
MOTTA fez anos. Para comemorar a data
. reuniu os amigos para uma deliciosa tort~
e muito .som.
O GATAO
dos .. olhos verdes Renato Miranda Silva ba­
Jr.:1,rrorln os corações e.las gatinlms da Cíty
Cuidado Galão,
C.âmara Municlpal
Muitos elogios para o presidente da Câ·
mara, Ivan Marques, pela maneira como vem
dirigindo os trabalhos. Sempre que se faz ne­
cessário, Ivan lembra aos vereadores de suas
obrigações e deveres. Quando os ânimos estão
acirrados, o presidente sabe contornar situa­
ções àificels e botar ordem na casa.
Pedro Pedreira
De Cara Feia
Alguns peemedebistas .olhando de cara
feia para este mortal que não teme cara feia;
na jogndo, outros pedessistas; me xingando
mnls que torcedor do Flamengo quando perde
parD. o Santos. Isso é muito bom, muito bom
mesmo, •
Dôa a quem doer
Muita gente ainda não entendeu que a TF
não tem compromissos, estamos circulando
há mais de dez anos, e ainda temos de repetir
o ób<io. Olha, é muito bom aquele persona­
gem saber, se o Governo do Estado ou o Go­
verno Federal resolver programar os jornais
para veiculação de Cfu"11panhas, tudo bem, se
isto não ocorrer, tudo bem (azar do governo,
porque aqui na fronteira somos ab;,olutos
sempre há a questão eia credibllid,1.de). Entüo;
r:n:a nus, que m:n·avilha quando algum des­
hunbrado dlz assim: "Pode debxar, vou a Cam­
po Grande pedir pros homens cortar verbas".
Como S'G dep211d.êssemos de verbas ... E olha
tem mais, a nossa experiência com Govemo
ao Est:.do é deveros grntüicante ... (sic).
Pi'1DB de Bt'la Vlsta
Segundo um elemento do "Diretório''
o partido nfto tomnr:1 posições rP,dicuis con'.
tra o vereador Vete Garcia, apenas vai isolíí-Io.
Não é de se perguntar:
Como wn 1~.1.rtido vai isolar um vereado,r
eleito pelo povo e que já provou possuir LI­
_DERANÇA? São as coi.sas da política.
A Pl:opé:;ito
Conversundo com o Vete, ele disse que
"r5o repudiou todos os companheiros do par­
ti.do, ml!s m:fuele-s que não estiio 2finudos
com o programas do MD, com n linha de
moral implantada por Wilson " "
Fiei! de se enteocler.
D
'
A grtido é própria do homem que valo­
rizn os dons recb!d05,
Jl;iulto JoU·ável a ntHudc d comunidade
da EEPG E·,l.er Silva qu.o csle'O mob!Jlznrla
no dla 16 pp. para prestar sua homenagem
do grutidilo fl. Professora Enoly Lourelro c:::i
ssis, que por ete anos esteve A frenta da
acJmini1,trnç(lo dn E:;cola,
A homenem fo! rc:i.llzailil. nos trts tur.
nos, com o objetivo do poder conlur com 11
prc:,;cnçn do todos os alunos, professores e
runclontirlos dn Escoln.
Na ocusi.:3.o os pais se fizerum ropTesen•
tor pela Sra. Mt1ria Am{11::i Rosa l'inheiro, que
falou cm nome de todos os pais. -
Em suru; palavras expressou agradeci­
mento pelo "trubnlho síloncloso e nobre da
c.llrctorn".
Testemunhou seu rcconhecJmento com
estes termos: "Voco plontou nestu escola a
Denominado "mago das finanças", por al­
guns; culpado pela crise, por outros; em 'nên­
cln parda, por adversários do atual regime, e
até mesmo "gordo louco", por lavoureiros per­
didos nos confins do Brasil, na verdade, o Mi­
nistro Delfim Netto é uma inteligência privi­
legiada e artífice da política econômica do Go­
verno.
· Em exposiçiio feita no último dia 17, no Se­
nado Feder' 1. o ministro disse que "a polítice
ccr-·•-,:~.:1 do Governo Figueiredo continuará
n rci:lizar modiCícnções estruturais quo pcrnú•
PROFESSORAS
o mandndo de segurança impetrado pe­
las professoras demitidas pelo prefeito Dillo~
foi indeferido por falta de Amparo Legal.
As professoras recorreram aos políticos em
Campo Grande, também 'não deu certo. Fico
multo triste com isso, pois um· dos maiores
problemas do Brasil hoje é o desemprego. Na
verdade, o que houve, foi má orlentaçii.o, as
professoras foram mal orientadas. Seria o ca­
so de os responsáveis, aqueles que incentiva­
ram o movimento, agora arrumassem empre.
gos para as professoras. O prefeito Dillon se
manteve irredutível, para ele "houve desres­
peito à autoridade e quebra da discipllna"-
Sessão
Na Sessão de segunda feira passada, hou­
ve troca de palavras ásperas entre os vereado­
res Vete e Idelfonso, ambos do PMDB. Assun­
to da discussão: Ainda Aires l{afure e falta de
consideração. Vete Garcia, novamente, criti­
cou métodos e regras da política belavisten­
se (do PMDBl.
Claudionor
Pediu providências quanto a entrega das
casas da COHAB, para ele está na horn do Go­
,,erno enh·egor os casas. Ciaudionor criticou
também o problema da escola da PROAPE .
caindo aos pedaços.
PROBLEMAS POL1TICOS
Os pronunciamentos de Vete Garcia es­
tão desgastando o PMDB em Bela Vista mas
são pronunciamentos coerentes, ele defende
idéias e cwnceitcs, e não empregos. Defende
Aires Kafure por entender que não se pode
mudar um bem funcionário, por outro que
não tenha pred'icados. Para Vete to~Ia Bela Vis
ta conhece fatos, e contra fatos não há argu­
me.ntos. Q.uande critica as estradas e
O
desca,.
so do Governo, Vete tem o apoie de Bela V,i,s..
4J,. Nao se trata de política. E fica bem claro
quanto estiver defendendo os interesses do
iRuricipio, atendendo as mais justas reivind1.
ouçces, o vereador VETE TEMI O APOIO DA
llIPRENSA, p:ira e que der e vier, afinal são
raros os politicos que se preocupam com a
comunidade, é bem mais fácil defender em­
p1·c.gos e posiç.ões.

E1
Felizes Os que Dizem Obrigado
emncnte d p:u e cl."I tL--:ku e rtlo a do medo
e d ira, ua liderança foi b ... sead na com:pre.
enso simpática, tolerância e na colaboração
f.ol.i.!:U.r! e reciproca de todos com quem con­
vvia, fosem iunos, professores cu auxilia.
rcs ..
Parabéns pela sua fidelidade profissão
que braça, colocando-a acima de qualquer
bandeira, vindo to somente o desenvolvi.
mento de nossas crianças.
Origd pelo c.xemplo crrrinhm.o, pa::!•
&ncia e dedicaçio que teve om e!s",
Alguns alunos derama scu recado de car!­
"'lhn. Fnhrnm pelos col:_ps:
Lucinna Confia Y:Jrnnd.u, !rnldo Parc.lrn
.T11nJor, Elmo Cu<:-vM I.au1'.J(;t, t rcn· •• :;tlrn:Ji•
rO Finhciro Filho, Katiucia Sczória, Mara
Conceição E:CObr, Rosne de Sou7a Batista,
Rnmilo Jun:or Bobcdllha Bento e Glt.c!uru Do­
badlllm Bento,
• tiri'ío no Brasil sair mais forte da crise atual,
:reduzindo o. dependência _das fontes de ener•
gin e criando condiçées de um crescimento GU•
to-sustentável e m benefício de parcelas
<T~scc!1tcs d.:: população lm1silcira".
S:m descartar o papel da poupança inter­
na e "elo trabalho duro'' de todo5 os brasileiros''
o Ministro disse. que a poupança externa teve
importancia fundamental na transformação do
Brasil nns três últimas décadas, qu,ndo c!cbro­
mos pra trs a madilha do subdesenvolvi­
mento' e nos tumsfo·- -•mos na oÜavà. cconomin
munclil.'ll". Ele c::msidera .correto o. Erasn ter
recorrido aos recursos ext,mos, tanto em fases
em que a economia mundial encntrava-se em
expansão quanto nos períodos de crise.
O MJnistro referiu-se a membros da Opc<­
ção, que defendem o não-pagamento da dívida,
• afirmando qu·e não· sê pode esquecer que parte
importante do ac"réscimo ·dessa dívida decorreu
da necessidade de buscar recursos para conti­
nuar as importações de petróleo, aos novos pre­
ços decretados em dólares.
ALTIVEZ E PRAGMATISMO
Diante. dessa situação, acrescentou Delfim
Netto, o Governo do Presidente Figueiredo fez
o que devia ter sido feito: continuou a recor-
• rer aos fina."lciamentos externos, ao mesmo tem
po que procurava ampliar suas eirportações.
Mesmo diante da difícil• situação econorruca
mundial, ressaltou, o Brasil conseguiu manter
um bom desempenho de suas exportações e ex­
pandiu, de forma surpreendente, seu mercado
interno.
Na opinião do Ministro Delfim Netto "o
ptoblema de pagamentos dó Brasil somente se
tornou crítico a partir da elevação desenfrea­
da das taxas de juros no mercado financeiro
mundial". A essa elevação, se.gundo o Minis
tro, somaram-se os efeitos do alto preço • d~
energia, al_ém dos altos custos de sua importa­
ção. Disse que, com a alta dos· juros, o Brasil
perdeu importantes parceiros comerciai5 e teve
sua dívida externa elevada a "valores quase
Por N, ncy
Estes do'ls irmos homn earam En o!
com um pen, mandado cOmor es,
me.nu_, ara daa.
o tina! da tarde, das 17 Rs 1 hon8, pro.
1essores e funcionros reuniam e € co ,
panhla de Enoly par um batpapo '.(lr,,
traldo ao sabor de um delicioso choca!t
Houve entre os presentes troca do lmbaz
I'ol um dia carregado do moço •
r.crn.o c carinho.
O acontecimento esteve sob a ccordera
çJ.o da atlu1 dm:torn Ju1-01n. 1..oubq i..:n,
que dc.:dc já c.Jrl s!na] de nobrz de stu 2spt.
rlto o promr·te lcvur em frente a filosofia da
scola e dr continuidade no trabalho atg
:.qtt1 rcnHzado.
PJrabú~ / Enoly ptlo carinho qu sou.
be semear; parabéns a todn comunidade da
Escola Ester Silva pelo tão nobre 1,· . .I~•.
Em!dl L Penha
lnsuportúvels,
Afirmou, cm seguida, que o "Governo do
Preside:üe João Figueired:i enfrentou a tem.
pestade com altivez e pragmatismo", lembran­
do que a ndverlência feita pelo Chefe cb Na.
ção na abertura da Assembleia Gemi da ONU"
abriu o cominho parn a rencgociaçiío dos termo~
de paramento do Delfim Netto acrescentJu que
o Governo Figueiredo tem consciência de que
"está realizando a única harmoniznção possfrel
ao nível da comunidade .financeira mundial.
preserva:ido um ritmo de ntivid:ide económicn
de modo a garantir o máximo de emr,rego cos
lirasileiros e preservando o crédito futuro para
novas etapas de c!'::?scimento".
Segundo -ele, apesar das dificuldades qu~
ainda virão, ·:i país deve continuar buscando zs
três m e t a s q u e garantem s u a in•
dependê..'1cia: o a~oio à agricultura, a pro.c;ura
de novas !Jntes de c-nergia e o estímulo s ex­
rortac;ões. Observou quq ns exportaçõ2s tem
rnresentado a melhor demonstraç!í,o de vitali­
dade do empresariado nacional e que o; su­
peravits de marco e abril mostram que, "traba­
lhando com redobro esforço, nós mesmos ests­
•mos criando, aqul dentro, as condíções para
atravessar a crise".
O Ministro disse ainda que deve-se con­
tbuar amparando a pro.duc;ão agrícola, pois a
agricultura foi o setor que aprecentou a melh.:.r
resposta à crise, eliminarldo a dependência de
alimentos do exterior e criando excedentes qu
tem sido fundamentais para a realização do~
SUperávits comerciais. Afirm )U também qu ~
deve-se prosseguir com esforço da producã
interna de energia, a começar pelo petróleo,
além de se manter a p,rodução de álcool. Além
desses três mecanismos, conclu.iu o NJ:tlstro
Delfim Netto, "o Governo age persistentemente
para aprimorar os mecanismos de redugo de
sem próprios gastos, a fim de conter a jpJ!a­
ção, cujos l"iveis ameaçam frustrar todo o e.."­
forço de recuperação da economia nacional".
. •-1
!
IAGRO prepara vocínoção
Contra Febr~ Aftosa
Campo Grande - A Secretaria de Ai!l'icu:1-
no • Fiis @ii.si.si»is "%2,/%27.%1. 3.22.5
mento de Inspeção e Defesa Agropecuária • lA todos os setor.es ligados a classe nrodutora ni
GRO - já está ultimando os preparativos para
o llllCIO da segunda etapa de vacinação contra ra:l bem'cmmo O apoic-do::;.méàicos ivet.eri.niri·
a Feore Aftosa a ser realizada 1-m todo
O
Es- os e dE.mais técnicos ligados 2. área,
tado a partir de lo de junho CA!"ACiTAÇ.Ji.O PARA C.-llTI'ANHA
Cumprindo as exigências do Plano Nacio- Com o propósito de se capacitarem sobe~
hal de Combate a Febre Aftosa e atendendo Spectos estratégicos operacionais do uso >
as n2c :. d v vacinas para controle ê errndic1--õo rln feàr-l
- . ess
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a:aues e contro'lar a doença em Ma- t =. u
O Grosso do Sul, o Iagro, através de seus 3ftosa, médicos veterinários do 1agro par:
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vacinação anti.ar+ a Secretaria de Defesa Sanitária Animal, do 2.
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cipios. " rustér10 da Agricultura, tendo como instr
A vacinação será feita em todo gado b . torss
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