TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº656_16_07_1983 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº656_16_07_1983Número da edição656Data de publicação16 de julho de 1983Número de páginas12GeoCoordenada -22.114904893954307 , -56.51437339697145 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº656_20_07_1983 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto EX EL 83 ; O rnd; mal da maioria está cm querer ser um vcrd,Hki~o i:ucess:> pnra o mundo, com o ';pm· r:ri!a: êzes um fracasso para ir:5rio. o vima trazer promessas; não vim para diviclir c s:-m<car díscérdias; vim para a tender um impulrn de minha consciência, um chamamento de minha vontade de servir, meu povo, minha gente. Vim para somar, somar es forços, idéias e objetivos. Dentro de mim a certeza de que o caminho escolhido é o certo, pois a noite, no meu tra veseiro, recapitulando as ações do dia a dia, sinto a alma leve e o sono fácil. Isto é sinto ma de consciência tranquila, do dever cum prido. Viver. com dignidade, é renlizar, fugir a rotima afixante, forçar acontecimentos e difi culdades necessárias ao crescimento. Viver é encontrar a paz mesmo na fremen te guerra criada pelo doentio egoísmo humano. Vil·cr é ~er consciente de uma missão e uma dívida eterna, para com as leis naturais das coisas, saber ser grato, expondo virtudes e processando padrões de uma vida digna e honesta. Hoje ó uma dnto multo especlol, comemo ra-e O anlversóri::i de nosw querida Bela Vis ta, gostaria de que todos os belnv!stenzc,, sem distinção de classe, uníssonos com o pensamen to maior, fizessem uma rctrospect!vn do que estiio fazendo para o bem comum, qual a coln boraç.io que prestam para o crescimento do município, o bem estar de sua gente. É importante destacar que todos siío re; ponsfivcís pela comunidade onde vivem, não ó só o Executivo ou o Legislativo que possuem a respcn:-abilidade de criar alternativas, méto- dsfestejslaii erário B, lista Pa.a ccmemorar de maneira marcante o 65.o aniversário de emancipação política admi n'strativa de Bela Vista, o prefeito municipal Afamo Dillo,1 Nunes Leite c:sme: :;u-'>C na :-;ro gramaç5o d,,s festividade~ a:ufrv2~ a data ma ior do município. Dia 19/7- às 23 horas. baile "o G-mio Pe dro Rufino, arimado pelo ' Marca Re gistrcda, de Paranovai. com na rsincas das misses de Aauidauna Ar' .+. ' verá a apresentação do cantor Ari Sanches, do programa S:lvio S--. No dia 20 às 8 horas, natmn'o das Ba- deiras Nacional, Estadual uncipal. As 8.30 horas, missa solene em praça pú blica (Praça Alvaro Mascarenhas). às 9,30, a presentação de teatro; às 10,30, show em praça pública com a distribuição de prêmios aos par ticipantes; 10,45, Gincana Esportiva com a distribuição de prêmios aos primeiros classifi cados. Não haverá desfile cívico Militar, isto por que o restante da programação ocorrerá no Parque de Exposições Rio Apa, com a realiza <:."ío da 12.ª EXPOBEL, a maior feira do in terior Sulmatogrossense, ,--·- --~~~- -- _,, _ ! Limites de Finaniatenta Por Cabe Animais de Corte Mensagem to fmt. do to" Reg;mento de Cavalar i ~ Por ocasião da passagem de mais um aniversário da emancipação política de Bela Vista, este Comando em nome da familia militar, integrante do Regimento Antonio João, deseja apresenta.r ao povo bélavistense os votos de muita felicida des, acompanhados de um progressivo denvolvimento, dentro de um espírito sadio de trabalho e colaboração de seu povo. Plano dos ou meros para se alcançar o desenvolvi mento, ão, de cada um, somando-se o esfor ço de todos, é que se chega a vstabilidade, a justiça e a melhor distribuição de riquezas e opcrtunid.:dc,. A minha mensaem. neta dia, é de fé, de creriça, de apoio, de oltdsrledade, é também de esperança, daquela e.perança que nos mo ve cm dircç,io n um <lc ,l;no maior, ,,Mlt' os homens e encontram. livres, ;renas coraçãos limpos e ideiais realizado:, Para f to cu vim, para isto estou aqui no cxiste cu'ru c..a!ho En1ergencial Secretaria Depois de analisar o plano de emergf!:1cía para este ano, e que será entregue à Secretaria de Planejamento até o dia 21, Olavo de Andn, de, da Pasta de Obras, disse que vários 5ào os setores a serem atacados. Destacou O!.a vo Vilela que "Versul, Enersul, Cohab e Sane sul serão atendidos nos seus pontos mais emer genciais, destacando-se os benefícios à popula ção como um todo. Somente na área do Departamento de Es tradas de Rodagem do Estado - Dersul-, quatro pontos foram destacados como essenciais: res tauração e manutenção de lotla a malha rodo viária estadual, "asfaltada ou não", atingindo se a mais de 10.5Q0 quilometras; ampliação das estradas pavimentadas, chegando a 1.250 qul lômetros até o final do ano, com concorrências ern de a n1do ser o da paz, da harmonta, das intenções depreendidas e dos propósitos construtivos, lo Ano de Administração Pr'ENS POVO DE ELA VISTA M'n's Felicitação rsrtiel antes da 12.a fXl'OnT•:t, O vereador, n<lvogado José Atanásio Neto, do P1'.itDE de Jar. tuum, am os fundadores do Clu. lJc do L::iço de Gula Lopes da L'.l una envia através deste jornal ·s mais efusivas congratulações ao Sinclícato Rural de Bela Vista na pessoa do seu Presidente, Ed i,on Morais. Atnáso Neto, integrante d1 equipe do Clube do Ln,;o de Guío. T ()J'JCS. e<;l:1rá em nossa e d1do pnrticipando da 12" Exuob.l, mostra do arrojo e da fibra d ;ente belavi:'ense. E'sorando que os €xp73't0- rs constam atingir os seus ob jet !vos. o vereador jardinense •da r» oportunidade o pc·;o bclavistense µela pa!'..:::1g'.:m do 65 aniversário de emancipação política do mu:nícípío. José A. eto e Eh)n Morais T.EN. CEL. SERG.IO COELHO LIMA Destaque Obras r- de mdeira por concreto, ''que hoje não dão mais segurança e impedem o livre escoamento de grandes safrDs agrícolas e materíais neces árics a elas''. Na Enersul, CrS 12,265 biLI-Jões serão gas tc: c.mn a implantação de 723 Km de linhas de 138 kw; 170 Km; de 34.5 K W e 2 O quii&metns 1 3. 8 K W , a 1 é m d e mais 13 sub-estações em 13 localidades diferen tes. São m::üs de 7.856 postes em 78 localida des co longo do E:;iado. Tamb2m iicou paten te a preocupação com a zona ru:ral, que será /ltendida com 176 quilómetros de linhas, bene ciando 343 grandes centros de protluçJo agro pecuária. Quanto à Sanesul, afirma Olavo Vilela que é meta pr:ioritúria o atendimento de 90 da po pulação, com água tratada. Para isso, recursos da ordem de CrS 49 bilhões será:, necessários sendo que, ::este ano, Cr$ 12 bilhões serão gas tos em :melhorias e ampliações em todas as ci dades de médio e grande porte''. 1 1 1 1 1 · l~ ~7;odi~o de luta e de herois.m~.-~uas terras Íérteis.. sua gente. I ·. j ;:;eu p:::ssacJo iJ;_'str~ e sau futuro de .. esperan~. Tu és Bel.a Vista, a Prin- 1 cesa do pa. Neste dia que é o ma de todo o bel:l.vistense, a nos1 l mnsmem vi resumia numa frase: "Serviço é o que o homem tema 1 '. que d, , ..io n,unuo. Sern.r :t htunamdude, lazer algo por ela e as3im } tudo I:e sairá ±em". r -Pct:i11ér,s 'Bela Vista Parabéns Ex.:posilores- l ,_:: Mariza Modas a serem lançadas nos próximos dias. Segundo o Secretário, "Cr$ 5,25 bilhões se rão necessários ao iníc:o de novas estradas 'Í cinais, num total de ~.500 quilómetros; CrS 13, 53 bilhões para substituiç:io de velhas pontes na { I 1/07 . 41do 1000- Abertura da 12 EXPODE1, 63, pelo r. Eucla o overdor do Eetwdo de MS Dr Wilson Iarboa Martin e derali autoridads Brlleita e Paraguaia e hasteameto do pa· vlhóe Nacional, Estadual, Municipal e do I • 1t fIJ.d. 11 ;l() - VI ltn n1J Jl,1rquc 12.30- Almoço com as autoridades 14 00 - Abertura do Tornlo de Laço Wolk Fernandes Monteiro (Classificação) 15:00 - Pencas de potros dente de lelte criou los da rerido J0.00 - Abertura d» rande rodelo Internac!o· nnl com Show de Touradas. 2.30 - Orndloso Bn!lc d11 nbcrlmn cln t:xpoly l 69, com a apresentação de Luis Bordon e sun Arpa ParnP,uoin, no Club.! do Lnço. 22:30. D,1!10 Popu!nr nu nnrracn dn PílONAY, onimudo prlo conjunto mu,lcnl ~OM DZG, 8 00 • Aberturn do Pnrq110 0:30 • Torneio do Lnço Tnçn Wolkc J.tcrnnntks Monteiro 12:00 • Almoço no Pnrque 14:00 - Finnl de pencas de potros inéditos l 6:00 • Reinicio Torneio de Lnço 10:00 . Rodeio Intcrnnclonnl e Show de Tou- radas 22:00 - Baile Soclnl no Clube do Lnço 22:00 - Baile Popular nn lrnrraco da PRONAV 18/07 • Scguntla !J:00 - Abertura do Parque D:00 às 12:00 - Horário livre pnra comércio 13:00 us 18:00 - Horário livre para comércio J9:00 - Rodeio Internacional e Show de Tourn das 22:00 - Baile no Clube do Laço Conjunto musicnl SOM DZ0 ,22:00 - Eaile populor na barraca da Pronv Pln 19/07 • Torçn Feiro 0:00 - Abertura do Parque e hasterunento dos pavilhões . 12:00 - Pesagem dos animais inscritos para jul gamento 12:00 - Almoço no Clube do Laço 19:00 - Rodeio htemacional com Show musi cal e Touradas 22:00 - Baile no Grêmio Pedro Rufino em ho menagem ao aniversário de Bela Visto. 22:00 - Baile popular na barraco dn PRONAV Dia 20/07 - 4.% feira Aniversário de Bela Vista 8:00 - Abertura d:> Parque com hasteamento dos pavilhões 9:00 - Início do julgamento dos animais inscri tos com a presença do Juiz Dr. Dalor T. An drade (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu) 14:00 - Continuação do julgamento 14:00 - Pencas ' 16:00 - Carroce] apresc.,tado pelo l(l.o RC 19:00 - Rodeio Internacional e/ Show de Tou radas 22:00 - Concurs.) de danças Folcóricas no Ciu be do Laço 22:00 - Baile 11:i barraca da PRONA V - danças do Pi.rlcão e Santa Fé 1 ' (1 1 'J 1 83 .00 . Alrtura do Farque i t do~ ,,nlrr.~iJ 900 . Continução do julamento inscritos id 15.00. Palotra no Clube do Laço promovi"o 1 J ·'-1ll'1AP/I (l·,1Tljitr.;t Bro•iklra ele l l'S• J• ll " I quisa Aropecu{ria) 1900- Apresentação da Escoliha Hipica 1€· cinto do Rodeio (Portões Aberto»). 70.00- Prova Hiptca apresentado pelo I0 o JIC [de! (Portões bertos) ''o zoe de tcuretros de {o lglg em 'r', phe r+ "±»s d Lr :o'o r !o/. d P!0A] 'n) Abertura do Parque com ha t·.nrnentJ ,,,s povllhõe3 . 1:00 . Desfile dos animais premiados ':00 . /lrnoço com Expositores , , :00 . Abertura Oficinl do torneio de Laço e/ , .1steomento dJs pnvllhõcs Naclonul e dos Clu o .s de Laço participantes Taça de Ouro e Ta a de Prato. !!J:00 . Grande rodeio internacional com Show de tourndns 22:00 . Baile popular na barroca da PRONAV 22:00 . Baile Social no Clube do Laço 23/07 • S:í l.::1do 8:00 . Abertura do Parque com hastcamc.,to elos pavilhõe.; 9:00 . Reinício do Torneio de Laço pcln dispu to da tnça de ouro e taça de prata. 12:00 . Almoço de confraternização dos laçado- res 14:00 - Torneio de Lnço 19:00 . Rodeio Intcrnacionol com nprcsentnção dos 10 peões classificados, Show de touradas. 23:00 . Baile de encerramento da 12.u EXPO BEL no Grêm!o Pedro Rufino com entrega dos prêmios aos Expositores 23:00 . Baile populnr na Barraca da Pronav 21/07 • Domingo 8:00 . Abertura do Parque com hasteamento elos pavilhões 9:00 - Final elo Torneio de Laço - Cinco me lhores clnssific:idos t:iça de Ouro, mais. uma e quipe de Bela Vista e os demais Taça de Pra ta. H:00 - Pencas 18:00 - Final do Rodeio Internacional 22:00 - Entrega de Prcmios aos melhores gine tes no Clube do L:;ço 2'.::00 - Baile popular na Barroca da PRONAV Três has zzêes %,+g gne{à pi pi ge &li? üsG ~si&Gi OSSOS impressos 1) Qualiàade 2) Preço 3) Rapidez 1 1 f Limite Bovinos Registrados pela '}J llovlnos com controle de fazend ".n I • genético fornecido p/ criador até Cri l '· - 1 60 uballnos registrados ....até Cr$ 41060 Bubalinosde bom padrúo racial s • ·do 1 A· 'l r. sudo o controle de fazenda até Cr$ 156.4 J l/, I Matrizes Bovinas registradas pela ABCZ atG CrS 220.8001)() Bovinos de alta mestiçagem até Cr$ 73.200 0) Bovinas ele módia mostiçn3crn até CrS G4.100,00 1 . NOTIFIC/ÇiO INCRAtPPJ/GR/Nº 283/83 Com base no pnrágrnfo único do Arligo 4º do Decreto .Percrul nº 7G,G9-l/75 •~:mvo::~ • mos para comparecer na :;ede do Projeto Fun diário Jardim - INCRA, à Av. Duque de Caxias 989 Jardim MS, os Senhores Clúudio Angelo ele Souza e Nimh Assunção de Freitas para aderir ao procedimento natiflcntóri'l do l rn''· vel de sua propriedade situado no Mm+cito de Carucol i1S. o prnzo para comparecimento e 1:Hr:: ESTADO DE IVIATO GROSSO D::> SUL SECRETARIA DE SEGURANÇA rúB!.IC1 POLICIA CIVIL Delegacia de Policia Civil de Bci,, Vi::t:1 AVISO O Delegado de Policia Civil do ~t.:un:cir,i" de Bela Vista MS, Bel. Lucio Alzira F -=rl'an •:c • avisa a todos que por força de D:!i. é t:rmi nnntemeni;e nroibida a realizacão de qu:11.wc. disputa ou prática àe esporte no perímetro urbano. nrincioalmente corrida de ca'!alos, coniormê reclâmações havidas. A prática ele esportes deve se limitar nas áreas inclicaclas ou aprovadas pela Prefeitura. Esclarece que tais fatos constituem cri mes de Contravenções e furtos, pois QUC ele-uns ~::::::::;; u:;;;,,,u,1 animais de propriedade do padrão, sem o devído consentimento e pro movem apostas. Após a publicação deste estaremos aten tos para reprimir e indicar os infratores, le vando-os a justiça. Bela Vista MS, 04 de Julho de 1983 Bel. Lucio Alzira Fernandes Delegado de Policia Civil r; • l •. J J. r ,· . ( :V..:':!. E:n !cto mn c. ) e ll J. :e 1 1 5{ t' ,·-- ++r-o+a « +-«;.2! ir Em lacta.ao (oms r ) cm r litro (a Its/leite de produçao diária até Crg ;;74 100 í}'J o!tiras e o'lhas m registro até crs 230 400 oItcirs e novilhas com re;:stro ut@ crg 2'..U.52fJ O'! Notific0ção qualquer manifestação por parte de terceiros é de 30 (trinta) dins a contar d::i data dest publicnçi'io. Findo o prazo tl:ircmo~ prosse.,,"U! mento normal ao Proccss) Ratificatório em q~c é requerente o Sr. W:,lter dos Reis, presu mnindo não haver nenhum óbice ref,irente a ,, rcguioriwçáo de J excco,o de :n,9,23 ln. (trinta. e ete hectares, ·ovn'a e et: ares e vinte e trs cent'ars), crif:do er :aa propriedade, M12ri3n Werne ir·!a odrues ExCC:!or do Projeto Fundiário Jardim Portaria No 277 de 21-09-%2 Trihuna da Fr11ntt>ira (Func.'ad0 f'm 20/2/19',2) C.G.CJ,1F. 15 513.203/0()01 - Registro no Cnrtório de Títulos e Documentos n.º 35 - Diretor-Responsável: Ivaldo Pereira (Jorm,lista Profissional, 1'1.atrícula JITPS n.° 140) Aclrni.nistrnç5.o. Redac;ã.o e Parque Gráiioo - SEDE PRóPRTA - Rua da Repúbllca s/n - Bela Vist.a - MS Fone: (067) 439-1410 - Ca.ix:l Postal _23 Diretora: lTaria Estela Velasquez Pereira Gerente: Gilson Silva Santos Depto. Circulação: Marilene lIarin REDATOR-CHEFE: Ivaldo Pereira ASSlNAT"uRAS Bela Vista: anual 6.000,00 Demais Municípios _ 9.000,00 ~"DADOR: Ivaldo Pereira Um órgão àa Rede Belavistense à.e Jornais Ltda. Representação em São Paulo e Rio de Janeiro: T . .ffiULA VEÍCULOS DE COMO· NICAÇÃO S/C LTDA. Rua 7 de Abril, 282 - 5° Andar Panes: 255-2579 e 2.55-3·192 Filiado à ADJORI e ABRAJORI - l 1 1 1 l .. __ TE IS 22 de JULHO Parque de Exposições Rio Apa "A MLICOR E MATO! EXPOSYÇAO LO INTERIOR SULMATOGROSSENSE IW!lE!OS PE.!'"C!'S - S30WS - H,ILE~ - E O DESFILE DOS 1E3.:13ES C.MP;OES MARQUE U ENCONTRO COM A :'.t.'..!OR FESTA DA FR.O!ITEIRA SUL ESTE "A iNúNCto EMPnESA t CORTESIA QUE SERVE DA IlELA VIAÇiW CRUZEIRO VISTA E REGIÃO" DO cone l'tl.en sta- , t:r. tn (lntn, qunnclo come;moramo-; o ü5" '1rio dr crrinnc!f)nç:lo polH!cu-aclm!nis r-nJçc.r~ cJi• J3(;ln Vhtn, sentimos-no:, honrados 1;:iriv~vinr 11 no'>sa rncn•,:114cm, que Ginteliz:i ",4 desse Llslativo, imbuídos dos maJs a«"" ~oposttos de contlnunr trllhando a / ru,f''J • 1 . dll rl:1 cr,p'~rnnçn, alJcerçndos no Jcleal str" ue o trubnlho permanente o a res. off!U!ll '> • ..a i!ldnclc concede nos homens publlcos. pon ;1r/U/[,JJO E HESPONf,;/RlLIDADE • te biénio está a síntese dos vereadores be. DO LEGISL r Javlsten:;e3, sin C'>e e-ta que nos incita a bon rar os; exemplos que nos legaram o:; runda<lo re:; ac Bela Vhtu e aqueles que lutaram e ulnda lutam para o despertar das pot.enc!ali dades da tc-rra e da gcn!e rrontcirlçn. SO:VIOS )'IOVI:i • 0()/0 l'O!T:lf>f)'i que ll('(', clnrnm c':lo povo um herança de trabalho e dignidade, comungando os " eo;rr10~ ld<:hb. ntrontznndo no símbolo d1i Jw,Oça e da Apli cação das Lels, s mesmas idéias de ontem e d e hoje, q u e s e mesclaram n a simbiose que • f• • r4 ,,, . l l l 1 » » r ,! • • .. • • 1, , ., • 'a' . l , . ' ' • ... 1 : ;· ., ' Sergio Perondi eleva e que nos dá suficiente cor 1 •n p,11 p:-os5:t"'Wr rl'l lu a. UOJ.C :IIAlS DO QUE NUCA, a to o '!lfllll'lca que dl.JO"-,l 1[ .. !11 • m nos as sua m 1 vlvs perance deixamos o d afio da boa Jut:1. da luta que constroi e Cl.lU oldfrca ti verdadeiros ide,is d roerá ieos Ao humilde trabalhador, mp1t·,.1r e, ul pecuarista. fica a nossa € tz que Tp..st! • " , ! ° t.. d ! .- .. Anselmo Lopes Ir , . ' • ~~( ~ :-.-:;. . .. ,,:; ', ig; • : $.±: " .s e i-%.4. «.,o.r? i..........--....-..«...t° 1. l ti I l',rnlllhl, dt', 1 .I'- l • 1 tTilh •• . e pora o alto, tino qu a Hl,L d.1 lt•.!., ,:-- 'Al'Hó~PI·llt 'J !'1l).. Evilásio Miranda ClRudjonor Roclrigue:; Cassio Acioli .... _ so / 0 s fun~adores de Bela Vista., o nos .. 1h econhecimenLo aos aue hoje traba- am d•uturnamente par; transformar em realidade os sonhos de todo os bela vistenses lh '. ~-nossa certeza de que o traba- %; o,oro da 3:rincesa do Apa Ms. os muruc:p1os mais prósperos de ' Convocamos a todos para comungar :~.sco º. mesmo ideal, visando o cresci· esta LOdururorme de nossa região, o bem r e nossa gente. _,__ _ BELII VISTII . Sinto-me orgulhoso em estar aqui com voces, vivendo os dias de entusiasmo pela realização da 12ª ExpobeI e aniver. sário da cidade. Em nome do povo de Jardim as nos. sas mais sinceras homenagens. PARABl!:NS BELA VISTA Parabéns Expositores e Organizado res da 12ª Expobel. Engenheiro José Vicente de Sanctis Pires Prefeito Municipal -------------------- ~-~---~~ -------- Sentimo-nos jubilosos em participar da alegria do povo belavistense, na come. moração do arüvers:lrio da cidade e rea lização da 12:1 EXF8BEL. Acreditamos que E-:!la Vista, através do trabalho cie seus filhos, dos esforços c;_nup...,. IH.i'.'l'ICIPAL DE JARDIM conjunto:, ele suas autoridades, pri11cipal• José Carlos Mediros Rc2ha mente do Execulivo e Legislativo, atin- Pr2.,;idcnte {rDS) girá em :;urto espaço de tempo todos os I.incy de Va1c Gom!:s seus objetivos. '.'i:!e-Presi.àe:-ite (PDS) Hoje, mais do que nunca, é preciso RQm~i!l:lo fü•ito e.! :.füanua acre:iitar na terra e no homem, a noss9 (Secr~tái•io) (P}IDB) região está prestes a se tornar uma fon Aliredo Jorge Situeira Ribas ( P::VIDB) te de riquezas e de participação maior. C?.rlos iIúrcio }Ionteirn Sá {P}IDB) Para isso necessitamos do trabalho con- José Atanásio Lemos Neto (P}IDB) junto de todos. • F ~ Jose ransci.,, o da Silva Fillul (PDS) Devemos viver confiantes e com es- Luiz Afonso Siqueira Ribas (PDS) 1 peranças, e não viver se lamuriando. A Yi"ilter elos Reis (PDS) troe _ e força do pensamento construtivo é fator p,imor(:üJ para se alcan:,a: o s·.1~1:sso. PARABENS BELA VISTA 1 Administraçóo: Aronso Afonso Dillon e Esposa (Oorlnha) Qunndo assumiu a Prefriturn r.1unicipnl ele Dela Vista, dln 13 ::lc m:ifo de• l!lll2, o prefeito Afonso Dillon Nunes Leite, homem simples, oriundo cio povo, :;0111 um pussndo ele t rab:i lho e de nmor n sun clclnde, àlzia n um r,rupo de amigos "ofC"rccl a minha dccllcnçüo cm pró! de e la Vista, atingl o màximo cm minha carrt'lra pnlitlca, 11:ira mim é uma honl'a ser o prefeito desta clclP:lc. N:in frustral'::I nnsrios e lll'lll me Iludirei com P.~ vlt6rins. S1í posrn pro me lrr uma r:ii.::~. ilar o milxtmo rle mim mes:no. Tenho cerirn1 clt' qttc' o p:n·o s:1- bcrá comJH'Crnclr1· as minhas ntitudcr;, 1:ols rnc::rarrl l''.ic dcsnfio com muita sericd!lllc''. Assim tc.n sido n nclm:nistra::r-o cl~ 1011sO Dillo:1. um, sequôncln ele rt0s rc>spons:n'i; e cocrontes com rói !ilosofln do homem que se mcscb C'Om o p::ilíti:::o ' r ~(lm·n:s. trndor. Município privilrp.iado j)O'O on'clrn e- tralJ~Jhrcl'lr. m 1s r.lt.amentc exigen·e cm m'ltériris ele co!s~;; oúbl'cns. Dela V's!n vive uma !nse de trr.nsiçfio. H0. ne::essicla::1-.s prcmen'es ,10 campo socinl, mas hn tnmb:!m cxir;~:icins rle ordrm t•rb.1nis lica que levam o ntual prefeito a se clesclo1:·nr 1wo~urnndo sanar falhas e realiwr obrns que o povo tf!nto rcivincl":::~. Gcrnlmentc, qucnelo se comemoro o an:,·cr~árb de unn cldaclc. o ::hefe elo Executi·o npro"citn-êr elo clima festivo paro fazer um rctrospccto de suns rcnli:wçõl'S;:) uma chnmnch a suns pretensões. J!: aquele "elho negócio, fiz isto ;:) inrei aquilo. Afonso Dillon pensa diferente. "N15o h? nrcr <· foi; 15 4; O·to+?3 sob um prl<:;m: dl' 1·. 0«'1011s~lJPi1l:Hie, ll:; C''i•·-: • .-.,~ r,:r-:: 11 feitas poro11" nt·pcls:n-vm serem feitas. (, :• r,ºC't•r;;n (l" i:•n plvno ele trnbnlho n 1lccr:;n!lo c-;n nossa rea!iclnde. Sem fan fasi:ls. Sem olimismo barato. iTas cheio de fS. de esperança, rlaouclr certrza ele que cslamo:; fnzc.i:,o o c:::rl::i no mom:::;ito exato". Nurnn :,tihir 1 " rle ror:>r>em sobretudo sem receio de ferir Sll."<'et ihiJi0:irlrs. Afonso Dillo:-i Nnn~« I :_,ite Yiu oue c•n preciso "rnr cva r· orle:n, reet ·trr toda a sistem:é. 1ir-?. interna Gn mnni·ira!i1de ara deis pzrtir para r.?:-l· lizar s obras +ece:;ri1s". "Quem C'l'll':i os ~"!!< nn 1r~('.">;Or<'s n:,10« erros do uresC'n to n/lo l"l'("'rpro o l"'nTl"'r. de ;-,:-]rn[ntotrarlor" rl':,:i:i, ele n n'"lSS'l rr>nortPPC''11 ","'e havl~ rrros. crn!U pr-lnrin-; r.:is particulnri clndes lnerPntes :,o morFlo lmnosto orhmdos ela conjunturn e mf'todos do u ta!has e desvios" Ao mudar a estrutura udmlnistratlva. remanejando, tmns ferindo. Sõl'ntlndo esforces e vontades nrocttr1tndo unir e for tlllecer os aspectó:s positivos exlstentl:'s. • Dillon iniciou n /molantnel!lo dê um ,~s'l'lLO. :Esse e~tilo evidentemente, 110 início, gerou controvérsias e m1l e:1''..':-:c!..!2:,:;, O ESTILO DILLON NUNES LElT:€ Ao coment"lr sobrf' as divergênc':is existentes no início de sua ::,rlrninistracão. Dillon foi taxativo: "Trnl10 um nonir' :1 zelar. não soa un, homem rico. o r,ue rlt>b:arci a ml'us filhos é vm romne. é u ida clP traba lho. ~,. " 11ovo de Tolo Vista qr um re"eito rtcdícarlo a sr cidade. comrecnlerá todos os menus n'os. tn :u; :,<: mi phas atitudes, sejam cks tlc caráter políUco eu :!:"!.ministra t.ivo". E o vendn,;al atingiu !l Prsfeitura de Ecla Vist'.l. FUNCION ALISiHO um edüicio deve ter um alicerce forte. !":>b pf'na de ver mos ruir as sun, estruturas._ Assim ~i!ln11 entw:leu. Assim f , Demitiu vários funcionários "aqui é l:ar para se trah:1 ez. • , • • • p • 1 , , ,, nomeou outros. trans,enu e rem::meiou. • reciso 'r ,har ' . •oe preciso de gente que queira re:.ilmente SERVIR uma eau1 • ~ ,.. . . . VIST A mas uma eqmoe pree1~,1 ter um CHEFE e res- • BELA , · • · , . . E sou O chefe. se hom·er erro<; ~,rrc1 o unico a 1{,cl pe,ta 10 • t então 3 mlnlla rc-sponsabi.lidatle é maior'". gar por e e~t fo~ sempre que não é adepto de improvi- O prefeito enI :.,1, 4a.s,3-.5- < +;uejaiu - . f 1ÍVf'1 f'jJ!I' !" . --··• •• ,., .. ,,_,, L" l'' ,.~ •. <' sações e nem 1n1a! ' Dilon Nunes L.eite AJTIES KAFURE CHEFE DE GABINETE Aclmlnistrnr com o povo nfio significa compactuar cm nooulismo e dcmn!:!;orda. "'.1s ,·czcs é prccíso d?r um 3 :, palm-i ''"~ 11 0 filho 11rsolJC'dicntr para que C'le cnmprcC'nd;1, o ~rro. ... • · 1 n' ra··!a rsto não siJ..'ltifica que não o amamos. nm1to IJC' o co •· • , • ;. sinal llC amor'', VrrlH!S, SPmnrr Um Problema. ilas Há so! 1çiío . Fnln-se n todo instante em crises e mais crisas. difcl ,'!Jrks nnra se rnpt:ir recursos. nlocar verbns 1:nra ~"al11.~c;i 1 ,'~ 01,rns. Neste nsnr:-to o orcfeito ele Dela Vista 6 rl s ~-- rc-clr nur o mt;ndo oxisto. isto o roblm 'o ,.l r' 1 ,r• • T') () rrhlm 'o rcros ma'orais Tudo o rc·mo do ,...,..,_ r-o cncaramos o problema. A nivl de a@mini tr» vi ;_ ·l, ralmnte. o problema do vorEs é m ronc';sr»to "TI t, me: p'ir e rã 1 37. 0 rcí't1rcn n1n !=;c1n :1.crcsc<'n ar • • , . -r. ·zrlas mns há desress necessárias. devemos RTAR TT. P"E:S1S fazC"r o m:í•,im0 com o mínim-i ro>~:;:c!. Tr.t) c·:!<;:- ccrificios, mas na vida nada se ía7. fC:TI sacrn1c10~. ,e t,: Prcci:::-i fris:!r ouc Dilnn ontend e" o sr rr 'n sareiro" o suas atitudes "duradouras'', ou sei "cu pascarci, n:~~ :r. 1:1in!1a-; idé!u:; e n,cus ntos pcrrnonc:cr~ 1 0. TRII3UTACAO :VIUNICIJ'AL ARCENIO LOUREIRO Se nào há rccurs:is suficientes FORA DE BFLA VISTA, vamos dinamizar, agilizar o setor de tributação • e alcéar re- cursos próprios. • • ··, - • • •• Hou,·c muita celeuma em torno dos imoostos municioais, muitos desr,1conlros e mal entendidos, ist:i m:iis por fatcres extra administração do que própriame!lte pé>lns mudan~n,: cccrridas. A nova tributação se fazia nccsíria, houva uma va'xi za;ão muito grande dos imóveis, hoje a ra'dd> é 'ia rr to8). O imost ave vo ra?2 é o pro@r;:o ano ·v. ± r-.- ·- t•r;: J111·,icir,:-l de Brla Vis,·1 f. 11m:.i das l'<H.:ca, qu:? I 1C :-F.l"'S CC'r.íFROiPC::SOS Eil Dli ,. ·1,;,--:i··1 -, J"•:ir racinalmcnte os seus recursos, "Se antes não haia @:reio . para s obras, hoje estanws nos preparando p::ra in'~iar •1.ir: ri e melhoraurentos exigid o' r-:ovo isto ~:. !'!'i !=:-_::::-~.:·- • ,,. , ue cs n,rbas CAIA1•l-cl::i CÉU"." ' A!:õFALTO E MEL"P.ORTAS 13.5.89 r-:..,tro a0 poucC's dias ini"ciarcm:;s as obra,; eh, i::1vir,1"'l'J.- ·,· - asfáltica do rva Barão do Welgao, terminamos a; c 1Jr.::;; < 1 c ,_ cimentação na Praga A]varo Mascarenhas. Isto tudo cm recur-os préprios. sem recorrer a::i Governo do Estnd.o. Eá. en :mdomento, um plano de trabalho, evidentemente, que não se muda uma cidade da noite para o dia. Sempre há· as i:rioridades, às "ezes, por força de circunstâncias ;lheias a ~:;:::ª vontade, somos obrigados a mudar objetivos, de secu-:i- 1.anos para principais, ou vice-iversa. Nossa administraçi'io da mnh vi duas tucão onao pref : D COMUNAL; PI; O-G r.:.:i..rç0, 'a :s ':.6° .::.:c.1 :10m1 irt·o; ta Dia ·, i ·:, de D1.··.: • e e.!·· l <• 1 ,· ! rsit Ec.a e L!a Vi:'a r:rr.·;.::,f'..,l~ U. ~~- ''rjr_ r c·o•· r:cla 1;opi.!l:.:e~~o. :,:--.", l•:· rra :rcba?har ..a ch. dr incio ao trabalhe • c;tá ~cnd:> f:.:ito. r2:ar das chuvas z 1 t ramntac ·!+ia + ,V; início as obras do "e±porco d» cb:-õ': aue serão feitas c --:-.., n .... ~ rvicira!idade, ada'rid. .a ..i 7' i9ti10 de !por 1in :,o18, 7ar t r b m as cstradnc:: vicinJi••. n :,i· f ~ i • u ~ : • ·.!' -.., cm ngcci- çõcs µara ;;dquirir dois rn:-:,i:1!t,: _ Cua__r1do assumiu n Prcfritur:i. Dil,:,, X,,,~rs L,:i·r tr:iro·J um plano arriado de :,r,ras. ; ••,,-:'. : d D i ' = o o Obras aue tem a frente o cnen'ir Dr'! C +.1o nrtod 7i ela ct::1t:: ~::o te,·:-.:!:~Dr a ;;-:.,·!.:-<: ~- - .. ; l"l B:.r.ío do do 90 ( . 'i - 1 1 -r 83 • : '.TO , . r r 1 • 1 ,, ~ r-r'.! -,, r=- ~ r 7 ·• ""T~ 1-:-:,.,. lIe.g. .. ço. e tun102:n 1:11 .... nr o .... :"..J:, ~-- -.v- .:e. . Além dns obra;; nas rut,'3 elo centro, Dilbn e:;:t~ c.mpen~> em agilizar o Parque na prui do Ana obras aue e ii" .onC:ni:.c - ... :·_::e.a s::;o_ q•1ti:. ir; rd ~.,:,·. a(l' ~- : ... $, m; '1 _, , " +e' uns«a ( . h?van. le ca. ature. llslru. • mol. n h a 5. 1 a! pos. ada ~-~---------=,~ • f . , , ... 1 ... » r » f • a:' i , · r- ----------------------~-------~~· -------•---- o p:,, ,r,u,y e; um·, d. maiorc~ atruç,jc~ turís- 0 e ... _ino fro,,teir.J. t,. um mundo :i parte. Mundo de om, bele tic, s da ( • 1111 )1, ,. A r :>,t • ;,, lun ·J,, C',1 •. ino .. .i;, um con'i- ~a,1ues " l c.-·J 'l' 1. ; ,, r r a permnça ] :,r.t nnuto.,, no.) pnno::; e ire" .i: t· no jorro da orte. .Ji, d;,:ia o poeta que :i:; m.1A LOUCURA Nunca um cliente entusiasmado definiu tão bem· o CAS SINO, quanto aquele paulista que veio a fronteira sentir o nlma ardente do fronteiriço, o charmê e o romântismo das mu lheres, ao definir· a presença de dezenas de pessoas, olhares nervosos, mãos ágei:;, palavrns profcridus ao acaso: Ê UlV!A PO'.XTO DE ENCONTRO Quando o bzlu·istense recebe algum amigo, pessoa ilus tre, ou quando chega a c;idaàe algum político, ulguma autori• RODCLFO PEREIRA O dir lor dtsta Casa de :::onhos é o empresário RODOL- FO • ,,REIRA, ela±stense de coração, se=sentino roxo, apre- or do bom vin.ho e d:.!s bons coLas da vida Rodolfo Perei- ra, hornem ligndo .:i vários negócios na fronteira (armazens., . Pecuária . - . . . e exportaçao) e pessoa dns mais gratas na sociedade ,, tebviste•isn s . • e. iemre pronto a colabor::n- com as imcialivas co- tnuniiári·'s • u está participando da 12.a EXPOBEL E o f ---~--------------------- dade, o primeiro lugar onde se leva o convidado é ao CASSE',O PARAGUAY, ao RESTAURA.1'TTE DO CASS!NO. onde Yocê encontra pratos finíssimos e iodo 9 tipo de bebida importada * . nal ,, ,> .,, ,,! . d 1 .. t'< r crn, !;Ir!,, q1H• 11 1101l,• Jl;:lll'Cl'ITI adormecidas no mundo do onhos e du•; l romc: •. o C , 11w ,. 11111.1 pt 1 ,•n< ,1 m:,,1,ca, LOUCUfü. Sim. é uma loucut,1, in briante loucura. Quando i·c cr ilicn o JO/'IJ, r,_ sta aquela fr a s e ., e tilo comum cm Ikla Vista e na fron r-irn: JOGA QUE,:-1 QU!•,H, agora ir no Ca:;:,ino, ao He:,.nur;..nte In_tc:rnacional;_ (!, :,i~al_ de bom gost.o e de frequentar a melhor sociedade de Bela Vista. « 77 l • 1/"" I'/. (Wiskis, Llcore;;, vinhos e conhaques). O Rcstaurauf.e do Ca.s, si.no é o po::to de e::contro <la sociedade belavistense. ali se conversa sobre as últim:.cs noticias f.ala-se em altos negócios e, ló gicamente, admirar-se as mais belas joV(;OS da fronteira, (promove a 'inda d'.l artista Luiz Bordon), i.!lcentiva e parti cipa de lodos o:; E'e::.b::; esporU-vos, culturais e sociais da ci dade. Dedico especial carinho a Bela Vista, todos os ii.nais de semana es'â na cidndc, recebe os ai-:-iigos no Restaurante do Cassino, onde sua presença simp1es, de sorriso aberto, cativa os clientes e eleva ainda mais alto o nome de Beia Vi<;ta. No Restaurnte Ca Cassino Paraguay as pessoas de bom gosto se euc:onram pnra o bzer <-nd.io, o p:wo nmlgo -e.a c.esconlração. -------------------'- O Carnnv! Helavstenso está sendo cons! (drdo o terce!ro do Estado, principnlmen!e o rcnllz!ld0 nn C.:1t-mlo P"dro llutin<l. O cr,n· curro cln farta/ns promovido todos 0 {nos pela 'ifilDUNl/(;rtf:MJO j:1 :;~ torn,,u (,!lli.o J SUR/l.i11). GEi.EH.ATE • Em cada ll?llú umn funtusin dlierentc, u grnçn, o churmc ü a do vi ltn'.l clo c;-imo.v·,I !ro:itcir!ço. A dirr•orfr, do Clube e 0te Jornal J4 es to elho do rormaç» para o SUPER e~ ":,V, T, l, 1 //IJ.J •,u ,1·•nt.,r(1 todo, 0<1 <!e, m •i. z : ll" ,,.1; ·11.G l:',J'·· Na pauta a contra- vele! is ovem pelavitene. Ganhou o Ululo !lo "Fwtasla Luxo". r-01 um dl'slaque especial. t:cf,;;.o de urn dos me!hores conjuntos do Brasl "npr•">fntnçJ.o dl' artl~t:!.!I Q1.nnto ro e- n-:ur'-O de fantasias haverá inovações e valiosos prm!- 0'1 c.m dinheiro Nunc:i ó,drmnls 1~mbr r ori.1.- 1:,vilho•o carn.-iv~I 113 quando º" foJ:(,c:1 MARCOS LO±IS IODRIGUE ANTUNT. • O grande campeüo dos carnavais belavistenses. be'avistenwes dvrm um lera e bom roto E. fe t,1 n, , 'a f: 1 •• do cA IG.o» os anos ~aICO nalídade. da urn sl,ow de orii! 1 IliLABIZOLHO • No balanço do samb:i, na alegria contagiante, no embalo livre e c1:elo de veneno, o bloco Balabizolho foi um grande dos campeões do Carnayaj 198:i, Belavistcnsc de PREiT,lADO . O Bloco dos "Palhaços em Noite de Festa" Braulio e Angela e Cassio Acio ly e Dalva. /:S :'.!EU:,o,,O:,.'~'-, • /1. su:w!d2d(!, a gcÇ'l e a beleza. As Melindrosas : N1aria José Alrr.,i da e Arlete Fernandes. do pr .n cer niu BR.ILH.'.1"TE APRE:::iENTAÇAC. ifa;ilcte Rodrigues Corréa - todos os anos a mesma alegria, a participaçüo, o samba no pé e o chnr me da mulher belavistense. ,..,-,~7"'"--:::::-::;,r:~""'-:"'i;:::;:-"'r.'':.lr-'"-"'.,;:;;iili"~".1il81 .. II •r-◄:&Wõllt'!"''""'""<>-"'"lg-fl&'II.Qlll!l4'!1"!!+'l"J'f.l!l'::..,i:"y':!1~....,__,.,..,u ~-~ - • 2." »<z • J' • 1 ... 1 •i i l U, ·.a--.-J l as.sstid OS FRISIRAS • Foi um cspctiiculo a par te, a magic de um entusiasmo que leva o povo a sambar, a cantar e a vh·er a festa do Morno. /1. sadia disputa proporcionou um espetáculo ·" . , . 'J. x.,.:. . ... _ 1',.. tic cores e vibração m!:-squcch·eL Tumb<!m iol campeão. OS f1UEIRAS, ficou a promessa: Nós voltaremos. SDIP,~T!A - O casal Preto e Bernad=:t~ • um fl:1grante descontraído, a simpatia e o C:· rinho de àois jovens que enriquecem a noSõJ sociedade. ESTA PJ.GINA ~ UlIA Hü:IENAGEiU AOS ESTUDANTES BELAVISTENSES AOS QUE PARTICIPAR LHO E FRIEIRAS QUE DERAM NOVA lYiOTlVAÇAO AO NOSSO CARNAVAL. o cRéMro }ipn« "A Do CARA!A1 Aos INTEGRANTES DOS BLOCOS BALABIZO. 1984. • O RUFINO E ..1.0DOS NóS ESPERA.~OS UiHA PARTICIPAÇAO AINDA- MAIOR EM ru 0e ~ ~~ "~'-'h""'""''''·""~X ... ,, .. ~~----c-..r-:~ -·-::-~ "" . . . . . • "' l 1 j 1 "BEIRA RIO HOTEL" de Felix Herminio Feres Apartamentos, Bar e Restaurante CLASSE A Rua Gel. Fone 22 PORTO MORTINHO Pedro Celestino 398 MATO GROS"'...O DO SUL "O LAR QUE VOCE SONHOU" "BIDU HOTEL• de Felix Herminio Feres Quartos, Ventiladores Restaurante Anexo Atendimento dinamizado - maior co-•orto para ,u seus passeios. Rua Dr. Correa 380 P,OR TO MlJ1l TI N1'!0 MATO GOOSSO 00 ôUL I ,,, E l Y IS T 1 l ATOS IlfSTôlU OS :.)I Escreve: Jo Joquim Ferreira Souto homenagem que prestamos hoje à nos , BELA VISTA, na data aniversária de rua te4@f n cteporia do cidade, induz-nos a di- e1?' d o per rerum!das plavras obre a una h!stria, [«ta é, sobre o povoamento de eu solo desde pr!melros homens que perlustraram estes entes, os seus dominadores ainda na fase co lnla], s bandeiras paullstas e finalmente a lpocn da Jlxnçi:o do homem neste rico t.errlt6- rlo, com suas lutas, suas guerras e a sua tm- era de brasileiros Indomávels na manutenção ~ 05 suns conquitns, s11ns rilorlns, t1panúgio do estoicismo de heróls que letaram à posterida de, pinas brilhantes da História Pátria. Data do 1524, a primeira incursão do ho mem c!vil!za!o per este ;t'o, Foram os Por turqueses os pi ros incurionadores, vindo depoi; os E;n±: ávidos de tomarem posse da terra para na Cro de Espanha. Aleixo Car 'a, {oi o primeiro Portugues que pisou o a! '«toroscne e naturalmen te de Del Me!a qundo, aquele ano, cruzando invios rertõ, de:do S5o Viente travessando caudalosos rios, chegou ; msrer: do rlo Mi randa de onde, seu!do-e até o Rio Paramual te naveou run: acima e dopo!s por terra, sempre na direção Noroste a procura de mi nns como faz!am na época os exploradores, foi descobr!r a Serra de Ln Pinta, nas cordilheiras nndinas, hoje Polos!, na Bolívia. Em 1531, Pero Lopes e Francisco Chaves, também portugueses penetraram pelos rlo'.J Tieté, Paraná e de Salto Grande, pelo Cnminho do Oeste á procura do lugar atingido por Gar cia no rio Paraguai. A primeira inscurso Espanhola foi chefia da por Joáo Ayaln cm 1536 que subindo o rio Paraná esteve cm nosso tcrri tório, seguindo depois para as pingos peruanas. Outros espa nhóis também passaram pelo nosso território mais tarde, dentre eles: Alvoro Nunes, Cabeça de Vaca, D. João de Quarai e Domingos Mar tinez Ilara, além dos Jesuítas que fundaram terra. expulsando os Espanhóis para o Oeste, jn no ano de 1681. F'icnram célebres esses paullstas autores do nosso domínio nesta região meridional do Estado, pois que, do contrário, os Jesuítas es panhó!s teriam tomado estas terras que se es endiam até os rios Tieté e Sucuriú, em cujas cercan!as existem vestígios elas ruínas dos es tabelecimentos que fundaram na Serra dos Baús. Esses Denodados bandeirantes foram: NI colau Barreto, Antimio Castranho da Silva, Jerõ nimo Bueno e Antonlo Raposo Tavares, que de pois de atravessar o nosso território subiram o Rio Paraguai e desceram pela cabeceira do Guaporé, entrando no Mamoré, Madeira e A mazonas, inào até o Pará, para mostrar a todos nós a sua energia e fibra, de descobridores que etettvamente toram com suas andanças os cons trutores do nosso dominio nesta região do Oeste da Pátria. Depois, já em 1660 a andança de Luiz Pe droso de Barros que foi morrer no Perú. Em 1675, Francisco Pedroso Xavier, que entrando por Maracajú, atacou Vila ~lca, no Paraguai, levando grande pressa de guerra, Muitos outros bandeir:mtcs paulistas segui ram a trilha dos primeiros, sempre com a in1- tenção de prisão de indígenas. A última que se tem notícia é a de Manoel Dias da Silva, não para aprisionar índios, mas para garantir as nossas fronteiras que abando nadas voltaram de vez em vez os Espanhóis a inscursioná-las. Embora já firmada a nossa posse os caste lhanos começaram a invadi-la tornando a Manoel Dias da Silva a missão de expulsá-los. Em 1750, pelo tratado de Madrid, a Espa nha, baseada no "utipossedeti", reconheceu os direitos da Corôa de Portugal sobre as terras conquistadas pelos bandeirantes paullstas, con cordando com os limites nesta parte dos ter ritórios conquistados: o Rio Igurei. e de cabe ceira do rio Apa e por este abaixo, ao Rio Pa raguai, continuando os limites por outras regi es que não nos interessam agora. Como vêdes, Bela Vista, antes da sua fun dação, em seu território feriram batalhas pe la posse da terra entre Portugueses e Bandei rantes, contra o invasor castelhano que dese java levar suas fronteiras para leste, mas, for çados pelas Bandeiras recuaram para Oeste. Firmada a 1ossa posse, em 176 foi funda- 11 N IS T SEUS POVOAORES da a colonla mil!tar de , tem!, à murem es querda vinte léguas da sua for, que ervln do de base s expediçes era uma sentinela contra qualquer acomet!da dos Espanhóis, Ee. te , _m Outubro de 1777, Invadiram-na e a des trulram, apesar do conhedrr:cnto de estar ter minada a guerra contra o Paraguai. O tratado de Santo Ildetono, ass!nado em lo de Outubro de 177?, porque o convénio de E1 Prado de 1761 tinha declarado caduco o de 1750, reconheceu a!nda os nossos diretos o bre esta rcgiiio restabelecendo os limites, mas, por Igurel, Amambaf, RIo Correntes como era então chamdo o Apa. Apesar de novas incursões, uma Comls o demarcadora parte de Assunção cm 1782, che gando no morro de São Fernando, em nosso território à margem esquerda do Rio Paraguai, denominando-lhe de Pão de Açucar, corno é co nhecido até hoje. Em 1801 D. Lazaro de R!vera Invade nos sa fronteira e ataca Coimbra, sem resultados, e, nesse mesmo ano o Capitão Juan Caballero, do Exército cspanhól funda cm nosso territó rio, no mnrgem direita do Rio Apa, o forte de S. José, e ali se instala. No ano seguinte, for ças brasileiras do Presidio de Miranda. sob o comando do Tenente Frnnclsco Rodrigues do Prado, atacaram, matando o capitão Cnballero, aprisionando a guarnlço e arrasando forte. Estes heróis, deram fim a luto de conquis tas espanholas em nosso território durante o período colonial, sem o que o Brs!l não teria sua soberania sobre estas terras riquíssimas. Vieram as fases das Independencias, Argen tina e Paraguai em 1810 e 1811 e o nosso caro Brasil em 1922. Nova esperança enche os corações dos ab negados patriotas nossos irmãos que, desde • tempos remotos, por sell.:'I ancestrais firmaram a nossa Naclonolldade e novos acontecimentos vem seguidamente se assinalando neste rincão que é BELA VISTA, facelra e sorridente para o futuro. _ Não há dados seguros sobre os primeiros povoadores deste município antes dos LOPES e BARBOSAS. Em 1845, de 21 de agosto a 15 de agosto do ano de 1847, Joaquim Francisco Lopes, nas cido cm Minas Gerais e João Henrique Eliot, encetavam a mandado do Barão de Antonlna, João da Silva Machado, excursões nestas para gens para abrir, estradas que ligariam São Pau lo a Mato Grosso, via Paranápanema, Paraná, Ivinhcma, Brilhante, Nloaque e Miranda, con cessão feita pelo presidente de S. Paulo àque le Barão, pois nós todos sabemos que naquela época· Mato Grosso ainda fazia parte do ter ritório de São Paulo. Outras excursões foram feitas de 1849 a 53 e 57 pelo mesmo Lopes e ainda que, com a intenção de posse das terras percorridas, não resta dúvida que animou a muitos a se fixa rem nestas partes do nosso município, pois era ele na época ,parte de Miranda que abrangia quase todo Sul, depois de Santana do Paranaí ba. Foram pois, os Lopes e Barbosas, os pri mitivos ocupantes das terras de Bela Vista, vindos depois muitos outros. Nessa época, surgiram os primeiros sinto mas de animosidades entre os Paraguaios e Brasileirôs; muitos brasileiros eram presos e levados para vizinha República, cujas forças entravam em nosso País com o intento de hu milha-los. Na Corte, era notória a maneira hostil co mo eram tratados os nosos patrícios da fron teira. Em Assunção, o governo de Solano Lo pes, já se preparava para a guerra que se avi zinhava, apesar da sábia diplomacia emprega da pelo nosso Imperador. Lopes premeditava o ataque ao solo Ma togrossense por isso, mandara em 1863, com prar terras no Estado de Mato Grosso, o seu Coronel do Exército Isidoro Resquim, que na verdade espionava a região levantando mapas para facilidade das suas operações. Em 1864, no dia 12 de novembro o ditador declara a Guerra ao Brasil, despeitado por não ter o nosso Imperador aceitado sua proposta para mediador das questões que o nosso País tinha com as Repúblicas do Prata. Começou aí a dura fase para os nossos ir mãos da fronteira. R 1 1 O 1 P AI chegundo os paruios de ocu; r em 1865, A fronteira toda inclusive Machorra, Nioaque, Mirnda e D o u r dos, onde começou n s é r i e d estoicas bravuras dos no s sold idos, Só em Setembro d 1'6, vem de fins sob o Comando do Cel Joé Antelo da Fon ca Galvão, umn expedição com o fim de ex pulsar os paraguaios e invadir o eu Pais pelo Norte. Fonseca Galvão, morre em 1o de Janeiro de 1867, atacado de fébre nns margens do Rio Negro nas imediações de Miranda. Assume o Comando do. expediç-.'lo ô <'nt o famoso Carlos M. Camisão, que faria, tempos depois com seus comandados A Página de Ou ro da História Militar de Nossa Pátria, servin do n quantos queiram interpretar Patriotismo e Valor as bravuras que praticaram nessa cm p:inha deslgual em que o inimigo em mnls nu meroso e aproveita-se da falta de recursos da nossa tropa. Essa expedição, ocupou Machorra que na oc;iriéio era o povoado mais próximo da frontei ra; neste lugar onde hoje levanta-se Belo Vis ta, não hovio nem povoaç;io. Apenas no Paraguai, o fortim Della Vista que a 21 de Abril de 1867, a lendária Expedi ção-Cami~iio, ocupa no atravessar o Rio Apn. N:io precisnmos recordar aqui todos os lan ces épicos des:n jornadn até LAGUNA e de pois a evacuação e consequente retirada que o visconde de Taunay Legou nos brasileiros de todas as gerações em suas célebres narrativas escritas com pena de Ouro, tínta de sangue de nossos heróis em "A Retirada da Laguna". O povo desta fronteira tudo sofreu. O Bclavistcnse daquela época, dava, assim, cm holocausto da Liberdade da Pátria o eu precioso sangue. E Taunay, na sua incomparável descrição dos feitos mais brilhantes dos nossos soldados cm pesar talvez, dentro da sua fulgurante in tcligéncin, estava contribuindo para a forma ção de urna nova estirpe de homens da nossa Pátria, que acolhem nessa epopéia os ensina mentos de grandeza e poder de uma raça. O Brasil vos saúda orgulhoso por perten cerdes a este trecho sagrado de nossa Pátria. A este rincão maravilhoso que serviu de cená rio ao maior feito da nossa História Militar, que serviu de quadro as mais vís humilhações de nossos Patrícios sacrificados, Mas nunca Dominados. Após esses feitos gloriosos de 1867, Bela Vista passou por uma fase de abandono até 1872, quando recuperando a sua nova fisiono mia com novos sitiantes, novos moradores, constituiu-se e m p o v o ad o e p o s terionnente com a fixação do limite com a República visinha, no Rio Apa, confiantes, se us antigos moradores retornaram e dentre e les os Lopes sobrinhos do Guia Lopes os Bar bosas, Leite, Ferreira, Pedra, Loureiro, Esco bar, Mello e tantos outros que constroem a grandeza desta terra hospitaleira . Dessa época para cá, a nossa Cidade tomou novos fóros de civilização. Assim que, em 1900, ao raiar deste século portanto, pela resolução do Estado de 10 de Abril, foi elevada a categoria de Distrito de Paz, pela lei 502 de 3 de outubro de 1908, a de Município desmembrado do de Nioaque pelo Decreto n.o 218 de 2 de Dezembro do mesmo ano, foi ínstalado a 6 de Março do ano seguin te Comarca a 20 de Julho de 1910; pela Lei n.o 594 de 20 de Julho de 1818, foi elevada a categoria de Cidade, data q/ hoje comemoramos com orgulho, cidade e joia engastada entre a Serra e o lendário Apa. Terra de Heróis. No primeiro quartel do século Bela Vista foi sacudida por revoluções que abalaram sua vida social e econõmica Em 1906 a revolução chefiada pelo Sena dor Generoso Ponce, contra o Presidente An tonio Paes de Barros. Aqui, Bento Xavier levantou-se ao lado re volucionário, mas foi batido pelo tenente An tonio Gomes e refugiou-se no Paraguai, voltan do novamente em 1911, para ser outra vez der rotado. Em 1916, levantou-se no Estado, o movi mento para apear do Governo, o General Ma noel Caetano de Faria e Albuquerque. Começou o movimento com a intenção dos componentes da Assembleia Legislativa preten dendo processar o Presidente, 1 1 REVOLçAO Os paraguaios atacaram e invadiram Ma to Grosso sem defesa para impedir a invasão, A reado do Governo fel apo!ada pela opo- ti ç ã o , c h e f i a da pelo Coronel Pedro Celestino Corra da Casta, homem que gozou de real p tirio em todo o Estado o qual uniram-se ele- tu a nq Vist como: Antonto Machsd mnn; .os ae t a s • Salgueiro Marlo e Godofredo Gonçalveu Silva e mais forens de Aquidauan e Campo Grande, sob chefia do Coronel José Alves Ribeiro FIIho. Em 1924, irrompendo um movimento re- volucionário n capital do Estado de São Paulo, chefiado pelo General Isidoro Das Lopes, no fatídico di S de Julho, também aqui o 'Tenen te Orlando Leite Ribeiro revolt, o 1Oo RC, pren dendo o seu comandante, o Coronel Péreles de Albuquerque. Os Sargentos do Regimento, fazendo uma contra-revolta prenderam os oficiais, pondo em liberdade o seu Comandante. Houve depois o movimento constituclona lista de São Paulo de 1973, deflagrado a 9 do Julho, no qual aderiu a guarnição de Mato Grosso, comandada pelo valoroso General Ber toldo Klinr,er. Dessa vez Bela Vista foi acudida por um movimento espetacular dos civis fifs a Dita-. dura Varas, atacando abruptamente na noite de 20 de Julho desse ano ,o 10.o RC, sem resul tado deixando estendido morto frente ao quar tel o saudoso cidadão Saladino Nunes, faz anos hoje portonto, esse foto que consternou a socle dade belavistense motivado pela Irreflexão de alguns homens que poderlnm ter conrPguldo um acordo já iniciado, poupando assim uma vida preciosa. Bela V!stn ficou ocupada por forças Con.11- titucionalista até Outubro desse ano, quando aqui chef(ou o Coronel Gil Castelo Brá."'lco, co mandando o 3° RCD do ruo Grande do Sul, assumindo o Comando da Guarnlçfio, receben do-a do General Horta Barbosa, chefe revolu cionário que tinha como Imediato o Coronel Francisco Jaguaribc de Matos; Major Silvestre Gomes Coelho, oficiais do 18.o BC, ob o Co mando do 1.o tenente José Snmpolo SlrnfuJ, oficiais do 11.o RCI sob o Comando do C::ipll:ío Ildefonso Correa, o pessoal da 1.a Cia. do 0.o BE, comandando pelo Tenente Moreira e Ba~. rias de Campanha e de Montanha de Campo Grande, Comandadas pelo Tenente Anton!o Ferreira. Depois da Revolução de 1932, por cone guinte a 51 anos daquela data Bela Vlsta não teve mais perturbações na sua vida social a qual vem marchando a par e passo, confiante para o futuro brilhante que lhe reservou o destino, motivo porque, merece o interesse e o devota mento de seus filhos procurando engrandecê-la cada vez mais, tornado-a moderna e com confortos necessários para sua ascenção concerto de uma civilização cada vez mals a.- centuada. Povo de Bela Vista, vossa terra completa nesta data sessenta e cinco anos de emancipa ção política com fóros de cidade e o subscritor deste final de artigo escrito com carinho deste os idos de l.o 8 e finalmente 15 de Agosto de 1954 e nos numeros 16, 17 e 18 do antigo jornal da cidade "A VOZ DO APA", pelo estimado amigo Joaquim José Ferreira Souto e como também nós o fizemos e que se destinou a Ed! ção de Honra em A Tribuna da Fronteira em 20-07-1977; como mineiro que sou e aqui vivendo desde o ano de 1950 sinto-me orgulhoso de sa ber que conterrâneos meus tenham os seus nomes escritos na historia de Bela Vista, com letras de Ouro de vez que com seus feitos cola boraram por todas as formas no engrandeci mento Histórico desta cidade,, a vossa cidade muito justamente cognominada de A Perola do APA. Que tudo concorra para torná-la realmen te numa "urbs" moderna e capaz de receber os estudiosos da História Pátria porque aqui es tão no silêncio dos tempos e talvez na poeira dos séculos os marcos históricos da pujança va ronil de um povo, do povo Matogrossense do Sul, que no computo da Nação só tem demons trado a mescla de um sangue puro, o dos seus ancestrais Guaicurus, os primitivos donos des tas plagas e que na hora da divisão deveria ter tomado o nome de Estado dos Guaicurus. Salve Bela Vista a Pérola do APA. Bela Vista, 20 de Julho de 1983. o.s no Prof. Srmpt J j lj ,r;. "'O:. _____________ .., __ VI s UI DOS r, )', r, i. (;j r l r' I Rua: Alvares Cnbr@! com Marechal Hondon 15 Lge!ros 40 'm. Run: Alvores CnbroÍ com Floríano PclxJto .1 buicro.; 40 Cm nun' Alvnres Cobrul e/ Alccblatles. dn Cunha 16 bueiros 40 Cm Run: Duque de Cnxlns 24 Tubos G0 Cm Ho: Duque de Cnxlas • A:Hlgo Jornal 2a Tubos G0 Cm Ruo: Duque de Cnxios com Barão do Triunfo 20 Tubos 10 Cm Ruo: Duque de Cnxlns com José Bonifúcio 17 tubos 40 Cm Run: Duque de Caxins com Eduardo Peixoto IG tubos 40 Cm Huu: Gcn. Soares dn Rocha com José flonifúd~ :n tubo; •!O Cm Run: José Bonifácio 23 tubos 40 Cm Rua: Gcn. Soares da Roch:1 e/ iforcch::il f!omlon 1G tubos -l0Cm Rua: Cel Dias Com Dep. ilario Van Dcn Do<h ]lj tubos -10 Cm Rua: Gen. Soares ela Hocha c/ Eduardo Peixoto IG tubos 40 Cm Rua: Darão do Triunfo lli tubos 40 Cm Rua: Bariio do Triunfo c/ Rua do Col. Contaclor. IG tubo; ·iO Cm Rua: Morechnl Rondon com Afo:1,0 Pena 18 tubo, •!O Cm Rua: Marechal Rondon c/ Conde de P;,rto Akgre J(i tabo-· -10 Cm -Rua: Marechal Rondou com Alnlirantc Barro·o !li tubos GO Cm Rua: Almirante Pnrroso com Dar:a do 2elço IS tubos 40 C,n Rua; Brio «d3 Melago com» Iua: tia lkpúlil!ca lü t ul,o:, -10 Cnt Run; Drao do Me!grgo com 1uu: 'TIradentes ::12 tubos 40 Cn1 Fui: Gl, Osorlo eom 07 de Setembro :JU tubos ti{) Cm Aventda: 'Teodoro 5nativa l::ntrndn do ecmltt':rlo 12 tubos 40 m Itun: í::lno ôerc1l,lo 06 tubo9 40 C..:m !Mrni.ln: Cnle!rn - Córrcgo Sêco 08 tuboo U0 C111 l!Mrndn: !nhont!m 30 tubos 40 Cm Fnzenda: Abroio 08 tubos 40 Cm Fazendo: São Gornldo 16 tubos 60 Cm Fazendo: Morrinho 12 tubos 40 Cm - 08 tubos 60 Cm Estrada: Aeroporto 12 tubos 40 Cm Sub- Estaç!ío: Enersul 12 tubos 40 Cm Bairro: Agua Doce 16 tubos 40 Cm ENCASCALHAiITNTO DAS ln'.' 5 $;> /;<·• f-~ . a • ~ ~ --~'-~~- ~ ·--- • • -~--------·-----·--·-..: e · . ,... . Rua: Duque de Caxias Rua: Comle de Porto Alegre Run: Gcnerul Soares da Rocha Rua: Earilo do :iIelgnço (03 Quadras) Rua: Alvores Cabrn.l Rua: Barão do Triunío Rua: Marechal Rondon Rua: Da República Rua: Bnriio do Ladúrio (Pontos críticos) Rua: Alcebiades B. da Cunha (02 Quadrns) Rua: 03 de Outubro Rua: Guia Lopes !U3ERTURA DZ RUAS Bairro: Serradinho Bairro: Agua Doce Bairro: Cancha HEFORllfAS CoJ-égios: Castelo Enc:mtado I e II Colégio: Jarl.Jas Passarinho CQlégio: São Patrício • a ------.........-...---~-----------~------~--- .. ~-~~--....;.------- _ a Alvares Ma carenha Ca.,tro Aht; r rf» DO ]; •. ··! ,, E .. H,UMJNAÇAO UA<; l'lliÇAS I:liFOHMIS DE l-'Ol'TE5 'iz;·41 , ±q.15ç70 Recuperação de Máquinas na -- 1. , <: 1 _ • :· .o, too !lo Nunes L .. ?te-, 1 . : 1L,--·,- • • ,', , .. __ ,. • ,'tt',.'o E,p;1rg1dor (Así:ilto) 2- Aquisição de um Rolo Compactador Pé de Carne!ro 3- quisiçio de ·ua Ro!o Compactador Liso <I - Aquisição de um Tolo Cornpoctador Pata Curta 5- Aquisição de fora para fabricação de Tubos para dre no de 0,30 Cm 6 . Aqulsiçüo tle forma pnro fabricnçiio dc:: Tubos tle 0,40:'.II 7 . Aquisição de fôrnm fabrlcoçüo de Tubos de 0,60 m 8 . Aquislçiio de 20 (Vinte) sapatas para fabricação de Tubos para dreno de 0,30 m _ _ O . Aquisiçiio de 15 (Quinze) sapatas para a fabncaçao de tu- bos de 0,40m 10 . /quisiç5o de 10 (Dez) sapatas para a fabricação de tu- bs de 0,60 m 11 . Aquisiçiio ele 02 (Dois) Tanques de At.;o com capacidade de 20 (Vinte) Tonebtlas e 15 (Quinze) To:icladas respcct1va mcnte. para o armazenamento de emulsão Asf:'iltica. !2 - Aquisição de uma m:íquina de Solda Eiétric::i 13 - Aquisição de um Compressor com motor, para lavagem de viaturas. 1-1 - Aquisiço de uma Ectoneir.i J 5 - ,quisiçào ele Cnrroç,1o para transporte de Guias , 15 - Aquisição de Retro--Fscav@de!r {530-H, marca Case ) Km! Secretario a) Heest:u!uraçiio no Serviço de F,:ducação b) Leventame:ito e Cadastramento dos Imóveis do Município c) Auxílio ao Asilo dos Velhos d) Donção de Remédios e) Transporte de Pessoas Doentes para Campo Grande - Mato Grosso do Sul. 1 - Repasse de Curso do Cartilha Regionalizada efetuado em Aquidauana em 1982 2 - Reforma da Escola Municipal ele l.o Grau Prefeito C!óvis de Oliveira em H!82 3 - Reforma da Escola Municioal de l.o Grau Irmã Hildegar- de cm 1982 • !- _Refo_:ma de Iluminação da Ese. Mun. de 1.° Grau Prof.:i. Vera Gu,m:iraes L:mre1ro, 1982 5 - Reforma de Iluminação da Escola Municipal de Lo Grau Castelinho Encantado, em 1982 6 • Jnauguraç~o da Biblioteca Pública Municipal, em 1982 7 - JJanutençao da Faculriade Campus Avaucado em 1982 _ 1983 - • ' • e 8- :Ianutenção da Merenda Escolar no ano de 1982 e 1983 . todas as Escolas do Municíoio. em 9 • Fcrmaçno de Professores do Projeto Logos U tid lo Município em 1982 e 1983. n.an 1 o pe- 10 - Curso de Educat;5Q Física na Escola Estadual de 1.o Grau e o IVunicipol o do um cl . de Esler Silva com partic:ipaç5o de Professore, elas E~co!as , 1u, nicipais Rurais, cm 1983 11 . Implantação de 07 Salas de Aulas do Pré-Escolar cm Convénio com o :;,robral, em 1983. 12 . Construção de um Pavilhão de Merenda Escolar no Ter- reno da Prefeitura Mu.'1.icipal. e.rn 1983. 13 . Reforma da Escola ).Iunicipal de l.o Grau Jarbas Pas• sarinho em 193. 11- Fundação da Azoiçã» de Pais e 2!res ma: E:colas :Iun:drais, cm ,?83 15-Prc:cão de Fcsts Ju.nas n E:'c ..urina ! P.G. Marconds are: de :i.. s. !.....-. ..P..i- ho. EM.PG. C:s:!h, : , .. ' •. _:;_ ;, , : ::i Cu.mraries Lo:rei;o Tz:::' .e . c • d •••• 0. 1€- Reforma da E:cola Nu:: --.'r ... s:.n. .:;_,. cnnt~.c' :J. e :--.1 1923. !'i- Curso de rez'r4'±:a;:.. 1.±lo c. '+ao Gra:e con Ui;c. c.2c...:...d:e.:e.: Ceai- r,...-~~~-~ ~---~~-~ ------,-.-~: ·:..-.- .... :~-r-v·· .... _.,,.,. f : ~ t ra F '.R Biblioteca , lunicip::il cipal de Educação de Bela Vista no r,cricdo de 27 de junho a 01 de Juli-1:, de 1983. • 18 - Curso de Alfabetização de 25 C 30 il de 1983 • 'o c ae ri e 56o. f, ODILA llüSCARElTHAS SALA'.',íENE Secretaria de Educai a... ,1 ·«' • un!e1pa l .J • :. E. rt. ée C«e Fretei 1cota. l 1 r, E - ·!Í01, .- .:.- •~--------------------------------------------------'------..,..;..---'---'------ ------~- H,•h t t. • Ms. A vÃTr,i-:í,.d J lA - ----------------------- ---------------------- -~--------'--------------------- • -- Contlnua,çrío Administração l i "°'~:ss,lt'"d' "" Bela Vista conta com estcul,ca pa,a ~romoções nos c::im;ios da cultura e esportes e que a Prefel- 1 lura p;;derá contnr sempre com as forças vivas da cidade, pa ra realização desa natureza, necessitando apenas de um tra j balh? de ~onscicntização, o prefeito Afonso Dillon Nunes Lei- / te dinamizou o Departamento de Esportes, entregando a che fia ao jovem Jorge de S. Rosa, desportista e integrado as inicia tas do gero. As F)moc;ôes realizadas pelo Depto de Esportes, através de um trabnlho din5mico de Jorge Ro~a. além de proporcio narem lazer e recreação do povo. permitiu a obtenção de re cursos para efetuar algumas melhorias no Ginásio de Espor tcs. Enumeramos algumas das promoções realizadas pelo De rte. de Esportcs da municipalidade. Cbescn·a-se, ·portanto, que as oportunas iniciativas do prefeito Dillon, no setor de esoortes. tem como objetivo ver o garoto, o adolescente e o moço. e t?mb.ém as garotas. agrega dos num clima de total confraternização despertando valores e eriqecendo o esporte amador de Eela Vista, Vista li MUNI ilNDO . Pc1· c,ue temos que pagar uelc erro, pela ,n:,oi-:1~nê,:c.i:1 aC:ministrativa - daqueles que A:i;1a11 0 dinheiro dos Outros? Essa é '.tri-,a in;en;igação que me assola o espírito e ve ±e :Cac3, :o encontro explicação. Ieizmcnte o inac:·editável acont:::ceu. C31tais &o BNF, o fantasma dos donos d cazs ;inarcazas, zentiram na pró>ria car T.e 0 3b»do reajuste de 113,40% mas sua! pestes. .. ta~· Pela p'.:meira vez os aumentos nas pres ... ,.~es devidas ao BNH supera o índice de rezjus. 1, • .. ~•e s .ar.ia! fi;·ado pelo INPC que sofreu Gmn ac.' ' • 'resci!o de 118, gerando no bolso do utu? :il'lo uma defasagem de 11,60%. _ Aparentemente uma diferença de 11,60% nao represent:i muito mas na· conJ'untura atu.1 • ' • " em que o INFC é exourg,ado e que não 1'€pr • • . esema o reaJ aumento do custo de vida e utn vcrdadeiro alent.ado contra a economia ,,,,,, nao Dinâmica DEPARTAMENTO DE ESPORTES FR popular. Todos os que recorreram ao sistema para financiamento de suas casas o fize ram porque os aumentos nas prestaçées a:;5 então, não ultrapassava o percentual do re,1- juste salariál. Nenhum mutuário do BNR posrul:l um enriquecimento ilícito, todos quere;n a justiÇ'l, isto é que os aumentos nas prestações se m'.m tenham dentro do limite do reajus·e sa':ni<tl O sistema apresentou resposta pal'ati vas aos devedores que na verd:·,.Je niio a - sam de mais um engodo da· adm:nistração pública contra o indefeso adquirent~. Se o reajuste ora ensejado é cons qun eia da falência do BNH a culpa não é dos mutuários, não foram Qs a:iqulre,ntes de imóveis financiados que não souberam admi nistrar e aplicar os fundos do sistema. Por que terão que pagar por algo que não deram causa? s condice climáticas o permitam. z to lo, qa, terrenos baldios e a recuperação do sfal-. limpem a, t-«. 1 f '' +do pela administração anterior também faz parte 1 1 ecH'(orado de Urbanismo, endo que a limpeza dos • •• in ' n f • • 1 ,. - d ,. , ,, • 1 iJ,!,, , pera ,, prc .' 110 fCJrt uma couboraçao los t r r. . o suo devem enjar e nos propót 1 os de se cons "e Vi •: cr,m ;, 1 cclo mnis dig 10 de suas tradi H 1/r Ili 3ti, do Pitio da 'feitura p moi, irias iniciativns do fJJ l'Íetlo Dillon Nunes Lei- D 111 • ·' • .... " do Setor de Obre, l' tá a mdel çi'io e amp'.la. e a""},l., ro tio i' ro da Prefitura Municipal. . e d" » tis » de estruturar melhor os setore ; da admi ",' tio editiceu rrto do quartel da Policia MAL ris!"cal pata funcionar o depósito de máquinas e equi ar: +" p rniiuldde, Hoje os equipamntos da Pre- 1 n ~,, 1 •• - r 1 f 11 • • J e, ,: . rvJ<I<: • e pronto, 1;nra c·n'.rar cm une ona- ttura o t , " sempre qu recesaI 10. ih i'ild·!·T O ESTIMULA liIPLANT/ÇAO DE JNDt'.lSTnIAS NO MU lCf PIO Beln Vist,1, com0 os demais cidades da regiiío, njo possui um mercado de trabalho condizente com necessidade de cun tenas de lra'balh dores, isto em falar n s jovens que !ocln· os anos são o b ri g a d o s a procurarem outros c r t 1 ' tr. b , .1 do emprego tão neces vário. nos rias que pretendi e ' t. ' li l :t., l Tt>'I do t nlilk. l;1 ., firn J~ . J, pela 1 ( j"[ ., Cv,IJII 1t11r.1 ,. • ll'iC,, Os Dentados da área - Federai e E'aduzi4 UbaMl n.,rcm (' S11ilo Q., ir,,1. - ,n Rigo e Gandi Jamil - poderio itrceder no ventid da criação e implantação de mndtutr'a1 1 ., !11lllit'1! lO. Se o Projeto Bela Vista sensibilizar os politicos que tam h ni :l< ,111nir,l!ll ( ( llll!'OlllÍ· () 11n~ p]. l11C l cnm o l l o bla vistnse, evidentemente que a iniciativa será coroada de êxito, I - lV Copa Morena de Futebol de Salão, com sede em Bela Vista de 27 a 29 de agosto de 1982. 2 - Quadrangular de Futebol de Salão realizado cm: 16-10-1982 3 - l.o Torneio Aberto de Futebol de Salão realizado no Giná sio de Esportes: De 21-01-83 à 06-03-83. 4 - Amistoso de Futebol de Campo entre as equipes do Sessen ta E. C. e Operário FC de Campo Grande. MS. 5 - Amistoso de Futebol de Campo entre as equipes do Se3scn ta EC e Comercial de Ponta Porã. 6 - Amistoso de Futebol de Campo entre as equipes do S::~ senta EC. e Fazenda Itamarati. 7 - Amistoso de Futebol de Salã:> Feminino, dia 05-03-83; 8 - Amistoso entre os Gordos e à Rádio Bela Vista, dia 06 3-83; 9 - Dia 12-03-83, Quadrangular de Futebol de Salão com as Equipes: Sessenta EC., São Geraldo FC. e as Equipes Campeã e Vice campeã da IV Copa Morena de Futebol de Salão. !O - Dia 26-03-83, Quadrangular de Futebol de Salão com as equipes: Nishikawa EC., S.o Geraldo EC., e duas equipes de Jardim (MS); 11 - Dia 02-04-83, Quadrangular de Futebol de Salão com as equipes: NishikawaEC., São Geraldo., ABC (Paraguai) e Uni ão Ba..'1deirante; 12 - 09-04-83, Amistoso de Futeb:,l de Salão e Voleibcl entre as Seleções de Bela Vista e Jardim-MS.; 13 - Dia 21-04-83, Amistoso de Volei Femininô da Seleção de Bela Vista contra a Seleção do Paraguai e Seleção de Volei Masculino contra o 10.o RC.; 14 - Começaram no dia 02-05-83, introdução de Handebol e Basquete , 15 - De 12-05-83 à 25-12-83, torneio infanto juvenil inter-cole gial; 16 - Dia 15-05-83, apresentação ao público do jogo de Handebol e Basquete; 17 - Dia 22-05-83, e.'1contro de jovens de Igreja Santo Afonso. 18 - Dia 28-05-83, Quadrangular de Futebol de Salão com as equipes: Nishikawa EC,, São GeraldoEC., Sel, do Paraguai e AABB, li'"""' tsportes r ab que e te e um N., .. h,1 Ctll) to maniepio, !' tl, omprot! rido nd o o o De- 1 d I llllllh'lt Ili l , l'l - Di"1 01-C(i f3, Sl•lq:iio dl' Volcl Feminino contra Sele ção do Paraguai e Basquete entre Oficial:; e Sargentos do 10." RC.; . 20 - 0;:i l l-06-03. 'o'.ei Feminino e ).Tascu1ino entre or. cole- gios Ester Sóva e Cr,~tclo Dranc:i.; . 21 - Dia '.:1~C6 IJ3, de:;rcd:da das aulas do semestre do Coleglo Ca"ldo P.. anca com p6o; inter-classes; 22 - Oi.J; 02-03-t' 1 de Junho em Guia Lopes cllmínatórla da l.a Ccpa Morena do Voleibol onde sagraram-se campeões; 23 . Dia; 2.;,'.?.3,'.:(; 27.28 de Ju.nho cm Campo Gra'.1dc, finais d::i La Copa :ilorcna .de Voleibol :vrasculino e Feminino. onde a equipe Feminina sagrou-se Campeã do btcrior e Vlce-Com- pci! c'.:i J ª Copa ;forcna de Voleibol. 24 - Dia 10 07-83, 1.o Qaadrangular de Futebol cic S1lão Fe minino, com distdb:.iic,:f.o dos produtos da Coca-Cola Grntu! tame:ntc; 25 . Neste f.cmest:c que passou todos os Colégios ele n 1sso lJun;cír,io tivPr.J:n !ívrc acc:;s:::, ao Ginásio de Esportes, para treinamento de seus alunos; Melhorias feitas no Gin:ísio de Esporlcs e Estúdio Oclávic • Fontcura 01 - Aquisição de materiais para a prática de Volci, Futebol de Sal.ia. Handebcl e B:1squctebol; 2 - Compra de materiais para uso de nossos atletas que reprc. : ·:.. i ..or.', o:o M: cí' , 3 Co!cação Cu rde d: ro'egão at:ás dos o}. par maior -gar:ga dc; torcdr."; 4 - Trcca de todo m:airal danificado cm nsso G'ní:,) de Esportes, ccmo: Vidros, dijuntores, cana1ctas, cano:; e várias melhorias em n::;~~o Ginásio: 5 - Colccac,:ã:i de Cortina no palco e chuveiros elétricos nos alojamento; 6 _- Venda dos espaços ·a1ios Fara propaganda do comércio lo cal, r-ara um rr.e:lhor viEual do Gin:í:;io de Esportes; 7 - :-.Ianuter.ç~o e Em,eza ôo Ertádio Octavic rontoura, para melhor prática do Futeb:,l de Campo. Bela Vista, 05 de Julho de 1983. Jorge de Souza Ro:a - pres. da Comissão ~-/Iun. de Esportes Se num esforço gigantesco imputarmos o ânus ~c;ssa ralênc:a nos mutuários, devemos então punir aqueles que efetivamente deram causn. É lm:n:mGm::.n'.::: i,'71-,iossivel, racionalmen te inacreditive: e uri;czmente ilegal O pzr- er:tugi st;ui?do elo BNH, impossivel pcrque ninguén corsa:irá pagar sem que haja uma ral e aeu&ta'a aimninuiç@o no or ç;:;mcnlo fo.:71]':.:r oil a',é mesmo uma :::om· plcia 'nsolvêncla clcsrn mesmo orçamento; racirc!rente inaceitável porque no ms ment'J em que vivemos a idéia é rejeitada pela raz~o. e juri:ii~mente ilegal porque re e os pri.l".:::íp!os da equidade e da justiça, Tenho ccnfianç1 que a Comissão-institui- 1 da pelo Decreto fixados do reajuste, ao anali sar a situação entenderá que o aumento é, nada mais nada menos que insustentável. E se isso também não acontecer, se seus ----------- r membros tiverem a barriga :::heia e a cabeça v2zia. a. justiça carta.mente saberá distribuir o seu misLer porque não quero crer em lobi so;nem. Reflitam, enquanto eu lhes desejo uma boa semana, Itamar Dutra PREÇO OES'l'R EXEMPLAR CrS 50,00 ------- 1 BEL Curiosidades H stóricos tr;:11uu N(:A hA l'fll.FEIT 1, "Di, 20 de Julho de JIJH , '1,>rdlllo . lv,.l'!l Ma!lélll'f't1hn:1 "H4 %4 nos passados, num dIna como c~to, 110b um céu II[bilo, chelo de sol o r plnnclcccntc de alelutus no coração da insp. nto cidnde . ... oh m!nha Dela Vista, bendita Canã , terra moçn o npot'.tos noiva do sol e das fl )· rcs, em 1cu nclo do l<'ito do mel, uooll,o o d'z ,. r.t:m ntnv1M. n pror,n rudt·, n trnsc chn. de•. n quem ( ntre os que te mm coube n Slfll'C!l' tnrnru do te fi'.lud1u· n":,l.:i rtln, pnrr tJ, por t dos os titulo, wusp/closo". Aslm +ta:;+ tela Vi ta o poet1 D . rvIho .e Tol'o, Chamom; Marcos Moreno; Acint!no Sam pio; Joquim de Arruda Rondon; Ab!lio Sá (do!s períodos); Demostene Martins; Mario <: ,rc lfl; M!llliio Loun•lro; Alvuro Ncvu,; Pedro Iope; Ernesto VII«boas; Ma!o da Costa M·,n111 ~; Dom Anlonlo MnrJ:.i caporo'Jsl; Perl rJ ! M1nf'l:ln Melo; Alvaro cJn Sllvclw !'Aa•;carc- 11J,·,•, At:•nns•o cJo Alrneldn Mllo; V.iltcr E'lCO• 1 r Nunes; Dr. FJorl Murnno; O ,valdo Turlnl; ':. r iio de Ollve'ra; (no+ 290172); at l Dr iubn Alberto Abihott de Citro to t de A«!{o 3r!o g Afonso i!!l n un, Ieitn c 1 ct11l'fe re<:<:bc·1 cem de um novo e ,r.' Surgiu sua pr me,r com o ncmne de "Cor Com o decorrer do tem com,olldnn<i'.> pCJl ç0es dos belavIst cada urn cJe pt lt;l.lllÍÔE'S !.OCia •ili mu,tns dn od tcntt'i n tt;arando '· • - pereça ! sfiu No +nos ·n O ±!izz'os T t Ir ço e tiínt Asem o Corina t O':..l f?. ! ,., f'± a '!e. l ,l j , UJY /DiH 11STílAOOn Pnlnvrfll' c!o Severino Cnrvnlho ele To'.:i:"o n rl'.'spr 1Lo elo pr.:-fo!to Alvnro Mn~cnrcnhos "Alvnro Mnsr.nrcmhns. essn firrur.1 hnp'.):11 ln, que com rosp~llo nl>soluto ns trndições (e famlllu, colocou n nobreza de umn raç:1 a:im 1 de sun vnldndc ou pretensões de mando . . Como politíco niio é um intnrnsigcnte p:1, lícl1frlo, é um técnlco, dando aos seus govcr nnc:los o que n ciêncla moderna oxlge ele um nclministrndor osclnrcclclo, honesto e Jnborlo so", "NHO ANTERO" Em 1072 aproximadamente. chegava n Beln Vlsta o Jovem Anthero Loureiro àe Al meida, vinclo do Parnná, em busca de novos horizontes. Jovem, com multa vontade elo vencer, Anlhcro conheceu Clcmcnt'} Dnrbosa, criador de gnclo na regiúo, com o qual nssoci ou-se na explornção dn pecuária. Logo depois vieram os seus pais, que já estnvam cm Mato Grosso, Fr .msclsco Loureiro de Almeidn e Maria B. também seus irmãos e Irmãs: Afonso, João, Mllitii.o o Salvador· Ana dn Conceição, Perciliana e Umbelinn. To'. dos flxarnm-se em Bela Vista, onde hoje vi vem a grande maioria de seus descendentes. Igreja Evangélica Batista de Bela Vista Foi nos ldos de 1936, mais precisament'.) no dia 1 ° de março, n crinçào da Igreja Evangé lica Balista, cujo inicio dos trabalhos deu.se em Belln Vista (Paraguai) transferindo-se de pois pnra Belo Vista (Brasil). Os pioneiros foram dois missionários americanos: Frns'o F. Dién e Gullhcrme Sherer. Um dos orime:ros frutos foi a famllia VASCCNCELOS dos ou:iis o FAUSTO foi o primeiro pastor brnsi!eiro a dirigir a jgreju. FAHóQU!A A Paróquia foi fundada a 04 c'e :>bri1 .··e 1924 pelo Bispo D. José Mnurlcio da Ros:i. o primnro paare foi o m!ssion:irio u::lesi~.no José Giardele, LEIS Em 1953 perdeu os distritos de Jardim e Caracol elevados a categoria de municípios. • Finalmente em 1964 perdeu o distrito de Cam pestre. que juntamente com a Colónia Penzo, pertencente ao município de Ponta Porá, for ma atualmente o município de Antonio Jo:'.io. Pela L€i 5449 de 04 de junho de 1983, o município de Bela Vista foi considerado de interesse da Segurança Nacional. PIONEIROS As primeiros famílias que se instalaram cm Bela Vista foram as do Sr. Tomas d:i Abreu e Joaquim da Rua. Todos eles comer ciantes . .As fami1'as belavistenses tin}1,1m co mo diversão o cinema de Dona FrnScisca Pe. dra, que mudou mais tarde na Rua B:>,·iio <i-i Amambai. No clube "Curing" seno o 1º conjunto o Tenente Grande Músico. Munue! zinho da Silva. As festas tradiciona's era as do dia os de dezembro no casa da Sr Gransa e a do dia 20 de julho na casa de Librnda àe canteiro onde atuava os "cambaranga" mas carndos dançando na frente do s:mto. Relação dos Prefeitos_ i_Itmicipais ~e Be~ Vista. 1º Prefeito Municipal - Marinho Fernan dez Tico; Atanazzio Pinheiro Melo; Percio llISTóIHCO No primeiro trimestre ele 1952 um peque no arupo de crente;; da Igrej.i Batista clest.i cidade, lldcrndo pela Senhorn Clotilde Gon çalves ele Castro Pinto, plancjou n organização dn instituição e, após algumas reuniões para trocas de idéins, foi efetivamente, fundada a Soclcdnde Evnngélicn de Proteção nos Desam purados de Bela Vista no dia 20 do Abril de l!J52. Cs presentes àquela rcunlão foram con sidc-rnclos sócios fundadores coniormê consta ela rcspectiva Ata ele fundaçüo, e são os seg1.11n tes: Clotilde Gonçah"es de Castro Pinto Policarpo Medeiros (Falecido) Dornlinn Duarte Medeiros (Fnlecidal Joslno Pinheiro Teófilo Fernnndes Leite Antero lVIoraes João Mnnocl Rodrigues Joiio Jacinto Leito Noomin Chamorro Elvirn Clrnmorro Rc:::ha Hcspieia B Chamuro Gcny Felix Leite Dralia da Rosa Rocha José Vitorino da S. Azevedo eiestina da Cunh r-roírssorn Euni:::e :E rnnco Hc!cna Cristalclo (Falecido) (Falecido) (Falecido) CF::ilccidn) (F?.lcctda) (Falecido_) Ncss: mcsm data fo! eleita e empossuda a primei tinto:ia e Conselho Fiscal. aue flcan:nn D$Sim const!tuictos; • Diretoria: Presidente: Policarpo Medeiros (F-aleciclo) 1 n Secretária: Clotilde Gonçalves de Castro cida) zc Vice Presidente: Josino 1 Secretaria: Clotilde Gonçnlves de Castro Finto 2~ Secretária: Professora Eunice Franco Tesom-eiro: Teófilo Ferriandes Leite (falecido) Conselho Fiscal: Antero Moraes Doralin Rosa Rocha Noemi:: de Souza Lima João Jacinto Leite Joüo Manoel Rodrigues (Faleciclo) (Falecida) (ProP) (Falecido) .O terreno para construção da sede foi doado pelo casnl Franscisco Rocha e Doralio. da Rosa Rocha. ambos falecidos. Como não podia deixar de ser, este pe queno grupo, com mcít-a deà'icação, muito esforço e boa vontade, mas confiante nas pro messns de Deus. iutou, enfrentou sérios obs t::icul~s, p::irc'.>s recursos financeiros, soube com impor cleterminação tornar realidade aquilo que nnte.riormente não passava de um sonno. e porque não confessar, até sendo cri _ti~:c1_do pelo. iniciativa. Desde então tiveram 1;11c_10 as obras que a. passos lentos, suados, cheio de percalços, hoje em perfeito funciona mento tornou-se em realidade e que por isso mes_mo tem despertado interesse e integral apoio da sociedade belavistense. Graças a Drenus, n gcrero!dado do povo de Bela V n e outros nJdn tem f::illado para sua mnnntcn çüo. Recentemente com o apoio da Com·enção Ilatistn Bras!leim e n eficiente inte;-ferênci:1 do atual Pastor ela rereja Batista - Ani Abu chnln' acaba de ser Instalado um Ambulatório sob a direção da enfermeira Maria das Dores Carvalho, que já se encontra em perfeito fun cionamento. Vários médicos da cidade estão prestando vnliosa colaboração no nror-rrim" ele ntenclimentq Atur.lmente o n-i.rr"'' , ,, , abrigados é o seguinte: 3 tres) e: 0e'o:'s ô (seis) idosos o 3 (oito) crinn,;-'.ls .:;e.i c·;n~ ,,. os que externamente procuram a ud ' prc sào a tendidas nu medida c'1 i,- - ~ • .,, . Nesta oportunidade apresentamos - u' rr.torla e conselho fiscal: Diretoria: Presidente: Deoclcciano Ferreira <1·° 1 Vice Presidente: Zélia Pinheir M1o+c'+o ::n Vice Presidente: Ana Lucia Cr. • :. • l" Secretária: Manoela C!o.rinda '~s--n • ! Pinheiro 2 Secretária: l laria Jussara Sim•-•''i Tesoureira: Léa Vasconcelos Pinhr• !''.:> Conselho Fiscal: adi Kirschner Irnbel ele Sonza Rodrigues Josué Telmo da Silva Deoclecieno ele Vas:::oncelos AGRAJ)ECil'mi,;Tos Fin~ltz:•n1o t•str. nc-r111cno rclntório ou h!stdr1co cremos ctrnr rotundos zr. de'rrznp: w 'ods ; pes?zs € 2ti1ades ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL COMARCA DE BELA VISTA Ed:tal de designada Prtmeira para aue emnre nos pr?t!z!:rz1 0 continuam nos nrst!ando com suas ofertas e doações no só deste municiplo como também os dá outros de onde temos recebldo auxílios. Des. tccamos entretanto, as entidades que nos tem njudndo: LBA, MEC, 10? Regimento de Cava. la ria, Prefe:tura Municipal de Bela Vista l"r l l jas Messiánicns de Jardim e Bela vs • ma 1981 da oitava série de Bela Vista, União ( Fem:nlnu ;vr:,1,icn:iria da Assoclnçi'w Sul, Char re BOv'iquo e ar::a 2iodas. Para o no em curo na?'a recbn; do !:C e LBA. Aprove'tmos do eng para apresenta; .dccn:'s o Doer dicúo na5 p25 o-e6, r-.}e T- J:e!reto. Pro.no. tor e D2tensor Pü'..co que no tmn p71a1 c·iorços c:a cs esii.- ca.a su inerl r: o.o. FI:CTT ·CES Com muitr. s.:tis~o.-;ã0 ap:-esc.n'.amos nos. 5as felicitações pela passagem 'e mis um •n:versário de cm:incip::ição politica de Ee!a lista. o que fa7C.:,~os nn nesso:1 elo seu Preieito ionso Dillon Nl'r.es Leíte e :10 Colcndo Ir-g s ativo Municipal. Estendemos essas felicita õcs aos promotores e organizadores d.n D. .obel clcsejando um eficiente trnbnlho em : rói· do dcs:::nvol vimento agro pecuário s:ibre CJ qual repousa a economia do nosso Munici· ;!o. :> ~b Diretoria Dcoclccían.o Fcrreir2 d::i Silya Pres:clente PODER JUDICIARIO CARTÓRIO e Segunda 01=08-83 O Dr. Jonas· dos Santos Pellicioni Juiz de Direito da 1 Vara CiveI desta Come.rca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul na forma da lei, • • ' . . Faz Saber a todos que o presente Edi' ':ll vnem ou dele conhec1m1::nto tiverem mt"! fo. ram marcados os dias lº/08/83 e 10/08/83 s 14,00 horas para a realização das prarns rle signadas nos autos N 082/83 de Ação Teu. cão Tit. Extrajudicial que Marcelino Cassio Biglia Acioly move contra Odil Câmara Cnnto referentes aos bens penhorados nos autos • acima mencionados abaixo caracterizados: 01 Dormitório Império Trivelatto, merador. usada • · 1 • ~ .. a a mas em otimo estado de conserva:;ão aval,aao·na quantia de CrS 130 000 00· 01 . • de co • • • • J0go pa ?TIªrca Cnz. também usada e em óti- mo estaao de conservação, avaliad t' d • 1 o na quan- 1a e CrS 35.000,00; 01 colchão de mola . cusnI, em bom estado de conservação av . ae na quantia de CrS 25.000,00, Yalor por q~~~~~ seruo levados à praça nos dias 1%/08/83 s e Praça(s) 10-8-83 14.00 e eventual segunda praça para o s 10/08/83 às mesmas horas· -cara serem ar.e matados ror quem maior la1ce der acilr!'.l da avali?.cfio, sendo a vénia feita a vista Cl medlante fo>dor idóneo nelo nrazo ele 03 d:t>• Dos :m!os ::!i.o :-on~.tn nenhum Õl11JS ou recur"..O pendcnte e jvlamer.to Por intermédio d prefce!lte f;r,m o Pxecutaào Odi! C:i.mo1rn·C,tl' to e S! m]ir intimados das nracos es" n·das, merc om vista os mesmos não ter"" sido cncontr!os para srem intimados. E rara cue nine6m nossa alear ignri? cia. determino o MI Juiz are se expi5 o presente e&it+! que será publicado e afixa? na forma da lei. • . Dado e pesado nesta cidade de P%; ''ista. Estado de .fato Grosso do Sul nos - dias do mês de .Junho do ano de mil nov~ tos oitentu e três Eu (Pedro B. do Va!el subscrevo. O JUIZ DE DIREITO Jonas dos Suntos Pt'llicioni ., HISTORICO 00 10º RE "REGIMENTO 1 CRIA AO 0 J(i? Regimento de Cavalaria "Reglmen- Antonlo .Jo5o" tem como prlmltlvu orl{f.)m +1o dos Hussardos. aqui introduzidas '.n !7GO prlo Cnplt.Ilo General da Capitaneea j Mato Grosso com a finalidade de combater s espanhóis qw» frequentemente Invadiam na Jfnhfl dotermlnoda polo mercdlnno de Tordc• lhas. porém. constderada como origem mais crtodn elo nrr~fmento a Comp:rnhla de Cava {ia de Meto Grosso com sede cm cuiab4. rida pelo Decreto n? 30 de 22 de fevereiro de 1839. lItm/.NÇAG DE SEDE Inicialmente :ua sede foi Cuinbá. Em 14 de fcverr.-lro de 11347 mudou-se de culnb:1 pnrn Viln Maria atualmente São Luiz de crtccrrs, lornl dcslgnaclo para sua nova sê- de. Em 1 ° de mofo de 1058 trans!erlu-i;e paru NIoaque (Vila de Nioaque), sua nova sede. Nos primeiros dios de l!l03, marchou para Vila de Miranda, sua nova e provisória sede. Em 10 de dezembro do 1906, chegou cm )3eln Vista, sua atual sede. i1UDANÇAS DE DENOlIINAÇAO Fm 22 de fevereiro de 1839 era donomt r.~do comnanhin de Cnvalarla de Mato Grosso. Em 1043 passou a chamar+e Primeiro corno Fixo. Fm 1844 passou denominar-se Primeiro como Fixo de Cavalaria. Em 22 de agosto de 1846 por Decreto ctes ta dnta, assou a denominar-se Esquadrão de Cnvolnrin Lfgeirn. Em 09 rlc> ianelro de 1849 por Decreto des ta mesma dnta. teve a sua denominação mu dada para Primeiro Corpo de Cavalaria Ligei ra. Em 10 de abril de 1851 passou a chamar se Primeiro Corpo de Cavalaria de Mato Gros so. Em 09 de dezembro de 1865 teve a sua organização e denominação mudada para Pri meiro Corpo de Cacaclores à Cavalo, por Im perial Decreto de nº 3556. Em 01 de fevereiro de 1871 passou a de nominar-se Primeiro Corpo de Cavalaria con forme Decreto n· 0 4572 de 12 de agosto de 1970. Em 18 de agosto de 1888 o Decreto nº 10.015 dá nova denominação: Sétimo Regi mento cle Cavalaria Ligeira. Em 04 de junho de 1908 por Decreto nº 6971 tornou a denominação de Terceiro Regi meato de Cavalaria Independente. Em 31 de dezembro de 1919 em face do Dcreto n° 3916 de 11 de dezembro do mesmo ano p:S':Oll a chamar-se Décimo Regimento de Ca':.1lnria Indenendente. Em 1° de julho de 1946 de acordo com o Decreto Lei nº 21.134 de 16 de maio de 1946, psssou a chamar-se Décimo Regimento de Ca valaria. Em 23 de abril de 1947 tendo em vista passar a ser sómente um esquadrfw, teve sua denominação mudada para Primeiro Esqua drão do Décimo Regimento de Cavalaria. Finalmente em 31 de janeiro de 1948 vol tou a denominação de Décimo Regimento de Cavalaria, conservando-se até a presente da ta. PRil'IEinO COMANDANTE É desconhecido o nome de seu primeiro Comandante, mas é porém, considerado Co mandante n 1 do Regimento o Ten Cel Pedro os@ Rufino. Participaç.5o cm Acontecimentos Históricos O Regimento participou da Guerra do Paraguai, tendo iniciado sua participação no ano de 164 terminando, aproximadamente, Por volta do dia 19 de outubro de 1867. Na Revolução de 1922 o Regimento des locou um esquadr-ão para Aquidauana, o qual ve ordem de regressar assim que chegou r iq~ela cidade. O Comandante deste esquadrão O! tun Canitão . Na Rêvolução de 1924 das diferentes ~latniçôes de diferentes Estados, que aderi fªrn ao movimento revolucionário de São Pau ~- destacou-se o 10º RC (então 10-0 RCI) onde ª rn.inds oficiais prenderam o Comandante, con Gno o • regimento a se bater pela causa do 0 Pilulo. No dia seguinte porém, um mo- vlmcnto de contra-revolução, prendeu os re. voltosos no próprio Quartel, reempossando o seu Comandante, marchando em seguida para Aquldauana, aquartelando naquela c! dndc. Em 01 de agosto embarcou para Campo Grande onde foi organizado um Destacamento composto de duaa Brlgo.clas Mlxtas e uma Brigada do Cavolnrln, compr cndendo o l(J'' RCI. Em 10 de agosto embarcou para Trds Lagoas onde chegou a 11. As 14:00 boms deste dia 0 2?Esquadro do Regimento teve missão de ocupar o Porto Independcncla, no rio Pn raná. Atacado a 12 por forças revolucfonó.r!a-; (uns 300 homens) travou-se um combate onde morreu um soldado saindo outro ferido. No dia 14 regressou o 2° Esquadrão do Regimento para Três Lagoas. Na revolução de 1930, seguiu com destino n Ponta Porã, a fim de Integrar uma Brigada Provlsórla de Cavalaria, o 1 ° esquadrão do Regimento, regressando no dia 30 no momen to em que nesta cidade se tinha notícias do tr!W1.!o da Revolução. Na revolução de 1932, no dia 21 de julho o c;iuartel !ol atacado por elementos civis que se chocaram com a resistêncla oposta pelo Oficial de Dia, travando-se combate. Tendo sido preso o Comandante do Regimento em sua residência e sabedor da notícia, o Oficial RUT Entre outras grandes vantagens, a abertu ra político tem contribuído para desmistificar pessoas e teses., às vezes de maneira inespera da. A passagem recente do governador do Rio de Janeiro pela Comissão Mista do Congresso, que examina proposta de emenda constitucio nal, que dispõe sobre as eleições diretas para Presidente da Repúbllca, foi rica de ensina mentos. Em primeiro lugar, há que d.:.stacar a denúncia do maniqueísmo cultivado por cer tos politicos, para os quais as suas convicções (e por vezes não mais que conveniências) são a encarnação do bem contra o mal, que é re presentado por todos os que pensam como eles pensam. O alvo era, é claro, o PDS, "materia lização do mal'', Houve certos segmentos reli giosos que, durante a campanha eleitoral, pas saram a identificar nas três letras iniciais do partido governista, o "Partido do Satanás". E aquilo, que se nos afigurou simplesmente ri dículo, acabou dando dividendos altos em á rea de politização mais baixa e nas quais, gen te coa e crédula, ouvido essa condenação da boca de quem a nós, católicos, cabe absolver nossos pecados, fugia do PDS como o diabo da Cruz. Já o PTB da senhora !vete yargas sofrera as diatribes mais duras, porque se aliará ta ticamente ao PDS. Agora, era a vez de apeli dar traidores os pedetistas, especialmente a figura do governador fluminense, por ter feito o acordo do Rio de Janeiro. O governador fu giu do vocabulo acordo, para abrigar-se no eu femismo: "entendimento", feito às claras. Certo escritor inglês escreveu que quem não tiver sido incendiário aos dezoito, não po de ser um bom capitão de bombeiro aos trinta. - Com o governador do Rio, a metamorfose se deu tardiamente, pois incendiário foi depois dos trinta e a coronel de bombeiros chega na casa dos sessenta. Daí porque é de um sabor todo especial vê-lo pregar uma união ,1acional que, outra vez por amor ao eufemismo ele prefere chamar de "amplo diálogo Nacional, para se fazer uma grande reflexão sobre os nossos problemas, em busca de soluções para superá-los". Evidente é que uma colocação des sa natureza estimula reações contraditórias. De um lado, um deputado que lutou ao lado das tropas legais contra os guerrilheiros do Ara guaia, assinalou que" o namoro do governador do Rio com o Presidente de República está criando clima desfavorável nas forças arma- de Dia abandonou o quartel aos elementos civis que também não permaneceram no r cinto, indo acampar na invernda, tendo aban donado o local no dia 27 sendo a 29 alcança dos por uma patrulha. O Oficinl de Dia já tu nha reunido os efetivos que dispersara e re constitutdo o 10' RCI que aderiu a R voluço Passou então o Regimento a constituir a re serva móvel de fogo, até sua dissolução em consequência do fracasso do movimento r. volucionário em 24 d outubro. Vindo de San ta Maria Estado do Fio Grande do Sul, chegou a esta cidade o S' RCD que prendeu e desar. mou as forças constitucionalistas desta guar nição, fazendo desaparecer por completo o 10° RCI quo deixou de existir de 24 de outu bro a 30 de dezembro de 1932. Com o fim de reorganizar o Regimento, assumiu o comando o capitão .João Maximiano Serra que em pouco tempo o conseguiu aux11i,1do pelo comandante do 3 RCD que permneceu nesta cidade té 11 de janeiro de 1933. Ocupação dos Atuais Aquartelamentos Os atuais aquartelamentos foram ocupa dos no dia de sua chegada nesta cidade: 10 de dezembro de 1906. Criação de Destacamentos Parque histórico colônia militar dos Uuurad•>F O Ministro do Estado do Exército criou g A ' L o Parque Histórico olnla Militar dos D »t rado em Portaria Ministerial n' 3179 de 19 Dez T8com o objetivo de preservar e divulgar o Património Hitrieo Cultural do Exercito particularmente a Epopeia de Antonio Joio subordinando{ administrativamente ao 10 RC a quem caberá a guarda, a manutenção e o desenvolvimento. CAA OL, (E; VII Corr&) NI n' 2E3 de 20 jun 59 da 9 RM «Reservada). Com as finalidade de vipilncia, guarda, ação civilizadora e in formações. Criado pelo Comandante da 4 DC (Of n" 4-E3 de 20 jun 59 da 9 EM e/ base na NI 2-E.3 de 20 jun 59 da 9' RM. com as final! ddes de vigilância, guafda, ação civilizadora e informações. das." Desfavorável a quem, não foi dito. i1as o governador minimizou a declaração ao re darguir que se tratava de "uma inconveniên cia do deputado,.. porém acrescentou que suas conversas com o Presidente, tirante os assuntos administrativos, restringiram-se a reminiscC:n cias. Ora, precisamente essas reminiscc'.:ncias devem constituir o motivo fundamental da preocupação do deputado. Por outro lado, um Senador de primeiro mandato, que se tem no tabilizado pela linguagem insólita e desafios à cadete do Gasconha, interpelou o Dr. Brizo la se ele seria capaz de reunir-se com o Fresi dente Figueiredo e com os ministros da área económica, Aí já era a mistura do maniqueís mo com o patrulhamento. Foi edificante, en tão, a revolta do governador contra o patru lhamento, invenção e neologismo que se ficou a dever a Cacá Diegues. Nesse ponto, a esquerda radical encontrou afinal quem tendo sido guerrilheiro à distân cia, carbonário aposentado e sofrido no exílio, pudesse reagir a esse "dedurismo" que não pou cos tem cultivado, especialmente cm São Pau lo, e abertamente recomende que, finalmente, anistia significante· esquecimento em favor da pacificação da família brasileira. A grande dificuldade que o F:VIDB tem, ao provocar o Sr. Brizola, está precisamente no fato de que, bem ou mal, c/ resíduos de cau dilhismo ou sem ele, sincera ou aparentemen te, ele construiu um partido, que, tudo indica, será o embriií.o do futuro Partido Socialista, enquanto o PMDB é uma frente e, como toda frente, heterogênea e incaracterística. Assim como à Revolução de 64 faltou uma doutrina, limitando-se a ser um somatório de fateres an ti (anticomu:úsmo, antipelcguismo, anticorrup ção), as::im igualmente o PMDB é um comple xo de antigoverno, com uma fauna tão varia da que levJu o Sr. Jànio Quadros, não aceito em seu seio, a denominá-lo "Arca de Noé" .... Sem nenhuma preocupação diplomática, o go vernador do Rio arrematou: "Aliás, por ser uma frente ; que o P. IDE está condenado à cxtinçiiJ". Fazer previsões é arriscado. Lembre-se que Marx. a despeito de sua genialidade, desacre ditado ficou pera,te a Histéria, quando se ar vorou a scr profeta. No sei, pois se o PMDB é uma espécie em extinção em curto prazo. Ou a médio. A mim se me parece claro que, na e volução histórica, restarão os partidos que tem SERGIO PEDRO COELHO LIMA Tcn Ccl Cav Cmt 10ª RC proposta eleíinidn. O PDS, gosta o presidente Sarney ele chamú-lo ele "parli<.lo de centro". Não consigo, por meu Lurno, orientar-me pela topografia, quando se trato de doutrin;; polí tica ou social. Enlendo o PUS co,no uni p:lrlido reformista, e assim identifica o seu programa. Pretende a reforma da sociedade, anulando lhe as hjusti,;;as ainda presentes e fazendo én fase niiJ rn.1is só nos direitos fundamentais clássicos, mas nos direitos sociais. Não se deve ter vergonha de haver optado pela livre inicia tiva. pela economia de mercnclo e pela proprie dade privada, segundo a concepção genial de Ju. o Fulo II, quando disse: "Sobre cada pro p.risdcde privada pesa o gravame de uma hi poteca social". Esse é o nosso programa; esse o na,·o fanai. Há que ter, porém, pertinência e ,;crag;;rr. para imple:nrn.th.-lo. Há, neste País, cai'aii:ta envergonhados de o ser, porque a mola é ser socialista, c2mo se fosse um axio m:a cssa bobagem que se vive a repetir de que "o mundo marcha para a socialismo". Qual ccialismo? O dos países como a União das Re r,úolicas S'.}cialistas Soviética:; Mas esse é o socialismo que Comus primorosamente definiu c:::mo ·'concentracionário·', referinào-se aos ccrps de con:::entração, que o gênio de Sol jnitzi descrevcu, para estarrecimento do mun do, inicialrne·1te no "Primeiro Circulo'' defini tivamente no "Arquipélago Goularg". Também não será. por certo, o socialismo dos satélites soviéticos, ou o da China ou d::i Imperador do Caribe, esse senhor Fidel que faz apodrecer nas sórdidas :;nxcvai.; cs se:u.s préprios compa nbe:ros àe revoluçã). Com alguns intelectuais, para explicar o fracasso do modelo soviécz, abrgam-sc na tese de que Marx foi traído. resta considerar o socialismo marxista, que pretende - se compa tibifr,ar e estado com as liberdades fundamen tai::. C:de s~ encontra? O Sr. :.li!ierrand prekntle construi-lo, to mando por base uma França de estrutura capi tlista. Enredou-se nas nacionalizações. Vale dizer, na estatização das grandes em j'.lrern.s e béinco5. A julgar pelo que ocorreu neses dois anos de governo Socialista, as es perancas dos socialistas devem urgentemente transferir-se para outro País ... E ai é que entra o socialismo do dr. Bri zola. Quem ousaria defini-lo? Rotar 'Huh tm nova I'« idnte 1 l Foi mpo. da a novo diretoria do Rotar C!uh de Dela VI«ta pra <111 J ,ll' (n detinos d 1 clube no Li&nlo (/1, A nova diretorl f. tmpossada em rcuntd Jentr ocorrido quint fd1 n no C.(l,n:o 1'11lr,1 ft11(!110. 'l'•lln<ilt pi, corno l}rt,l J, n:~ o 1 ,·r t·,1 t •· •h ;,::tnc:a loc ,t cl , DnHco f11a:,nd.,I, LUIZ ('/ li! OB f( HtL, l ''f to des mls prals ua oldads b:]viste#e, fku vlr·r l•I'~ • e! 11 r o ::1.1,h.', n !'· n•,11 ele Bnnco (i3.1n",> eh l!ru, 11), V 1,:HVJ d,· t.HA ( JO CASTILIGS, err'o o sdvos«do l'.t mr da S!va Tu.ra e le oureiro, Artonio E: tban Dan.no, Asdm t a u cant.'a,'o o n vo .mnsclh» Dr.tor. PAL/ VT!AS DO l'HESJDENTE r,-- Companheiros, Esposas e convidados Hoje, o Rotary Club de Bela Vista, enga )rurndo, recebe distintas personalidades do mundo cconômico, socinl e político de nossa cidade. Se11timo-nos jubilosos cm ,·cr que to dos os companheiros se fazem prc,cntcs, cm companhia de mas e,pcsas ~ convidnc!os. Rotary é vida, é vida pi na e cheia de ide al, pois tem como guia a pai vra SERVIR, que n;io só representa um conceito, uma filos1,iia, mas também, sobretudo. um farol iluminnncio caminhos. Foderiamcs en!c,cier ROTAR"::' c~"10 rupostn à, pcrgu:itus que todo lnm2r.1 f·:z: ::i. rn criar um mundo mhcr, o que fazer? - tr. :vez esteja no SERVIn a resposta. L~m 1,ro-!'l:t: neste i•lstante ?.S palavrn· do ex-governador do Distrit:> 460 (Benedito Olcg.irio XoJUcir:-i de S'i); " o ntariano, a nosso ver, deve ser um homem de aç::.o. um ,·ert::dciro o:rntc d: i.1- tervenção e mudanças na comunidade". Neste contexto, companheiros, distintos convidados, não vejo ROTARY e nem rotnria no como uma prese.'1ça indiierentc; vejo RO TARY e o rotariano como uma força viva, que atua e transforma, que opera desde os mais corriqueiros ntos até as iniciativas maiores. Hoje é um dia de festa. :.1ario Vargas, transmite o cargo de presidente, não há mu danças de base. haverá. evidentemente, mu danças àc métodos. mas a conlinuid:::de na filo sofia, nos propósitos, é a mcrnia: SEílViR HE, LA VISTA. scn·ir o porn de E:la y;~la. f:::zcr deste ser'ir cnurn maior pi:rn n no,'" prf.;_o(fa evoluç5o. Quando se fala aue ROTA n }h3 de serviç:i!', é um cJu:e de l:dsr:i-,r. fn';,-~::, na responsabilidade que c ri rl ;i r,t~ -;~. tem pcr~nte h prépri:. e :Tt:rni • ano dade, e mais, a responsabilidade pronto o 1e- gado de Paul Hnrri,. Rotary é uma idéa viva. É umn forçn que gera motivaçõe:; e nos incita a pensar e a viver em comunidnde. o rolariano. ass}m entendo, deve cr como urn ja.rclim, espalhando n seu redor o perfume e O néctar das ílores. ?,!iic se admite um rota- polar8 do Foto:; rtno irradiando nemattvismos, Par ROTARY, <(Ili ( u,11 e lulw cl idélns, mprc· h:í fnlv~ól' l r;, <>1 prr,bl, mnas, quando o diálogo e o com- 1 .. •nhtld mo norteiam as nossas atitudes, Crn.Jmcnlo, c1unndn 11lgU1T cornpnnh<'lr ,,,.<;<" rn1 dúvl:!a u íorp ck rtOTiI:Y, é pr <, li" ente compnhro inda n conezuiu cp l r II verrl cl, lr;1 r~, ncl!I do ílO fATTY. 1.• mbro outro rotor!an» tlu.te, Arquime ' Te!ro, ex G ., <. rn~C:or, "a v~, da'..lclr[l fo a do Ra! y te.d n auu!'! de seus l±e:s e tdo na om de vlors tn'erids +,'° €!3 po u rn. l'r•.cb 1w1s r.J, e.'~ g••nicn e ur homns, m a de hcmnen", cor;uns, tocados pe!'o ren:o de sua ulili chrle, 1 nru fa,er coi o~ r,ni··'c:. qu" con;tit•Jam na, n:,:J'.r:içõcJ mnís lcg'.limas dn humnnidudc, mo ver o mor prolam+d, o pio distribuí t!o, a fé dil'CrJificnd:i. A alegria com;-i:1rtilh:i da, a dor minorada e o méio respeita lo". ~into-nv.! contc-ntc, rcr r.H :·e c.:cr :i co11fiun ça de meus companheir s, não vr:!o para trn zr promessas, cstou aqui para tentar cre:;cer om nc,;·1111Y, E:I ROTARY e PELO TIOTA tY. illinha p!atnformn de trab:.ilho cstú r.o nú mero l de no boetim. O Mvsçr;3 1. ninha mensagem, nesta noite, é a men m w eu ataria que ficasce cofno um de·afio maior dcsa t;estão ue hoje se inicia: r: -1:c-c,<irio que hn 'a nçii0. É prcc•so que ha_ia luta; bo:i. luta. no sentido de serm".ls respcit:i. rlros. nó.,. rot:irianos, nê-o p~lo que temos, ou pe lo que omos, mas pelo que fazemos cm bcnc !icio da comunidade. 'amo.; unir nossa:; forças e njudar nos<o ~cmclhantc; companheiros; nindn é tempo, dê sua parcela, contribuir para nossos irmãos no Sul, do nosso País. Quero agradecer a todos nquelcs que co JabJraram com os flagelados, vítimas das en chentes que vem ocorrendo. Levo também ao conhecimento de todos que n Vinçiio Cruzeiro do Sul, encontra-se a disposiçijo par::i lransport.:r as doações até nossn C:ipital. Para finnliznr quero pedir o npoio de to dos os Compa:ihcir:is p/ que juntos consig:imos rc::ilizar ns metas transcritas neste BOLE.'TIM, ;gradcccmos no Jornnl:sta Sr. lvaldo e sua es } osa Maria Estela, pela ajuda e pela claborncã:i dêstcs folhetos e Boletins. • prctocclo Vervi A. Castilhos Nesta no!te memorável em que a novos companheiros é outorgada a missão de gerir os aestmos do nosso Clube, a nossa manifes tação primeira não poderia ser outra que não a de regozijo e alegria pela presença desta plêiad_e àe tão ilustres personalidades, repre, sentadas pelos nossos convidados aqui pre sentes e pelas nossas esposas e filhos. Este colorido, este clima de festa, este cunho solene, não assumiram a amolitude e a dimensão, que estamos a contemplar, sem o concurso ae todos quantos estão a nos hon rar e prcstigi_r.r com as suas presenças neste evento. por isto que manifestamos a nossa s::tisfação, o nosso agrado em poder comoar tiiL'.:.r com octos vós deste momento marcânte na vld.'1. do nosso clube. Momento mareante porque o ato que cvJm·nará com a posr;:) do novo Conselho de :r:nistrx7o, atest: o exercitamento pleno C"<; :1,-rc:::,,os consar.-,· dos pelos nossos esta- 1 ;f rs <:: m:::is elo (!Ue !sto, indica n cada Con ho que asme a reafirmação dos ideais rctários que constituem a centelha, a mola mesr:·a do nosso clube. . . _No lim'ar ciJ nova gestão que hoje se imci::i. queremos e,'{pender o P..osso agradeci mento pei~ _compreem=;io, pela atenção e pelo companhemsmo que sempre estiveram presen tes no ensejo dns nossas interven;;õe? como e e Antór'OS om...., diretor de prtcolo rio e' ' 0 '." .. e: (l• !)('do. r: p 1 .. rnc II tr r do !iram: for1 l I t)p •1t1 } f:1 t r ib u td o para o dequ 1o !' " • ll , , l /1, nhamento da p r o lcl ·ª '1U • (. • u .. • n no I inrumV·nr !'l w, C"T o ' • c.oufíedn. «e o do De qualquer forma independem rr. • ldo positivo que posa eventui '111 ldo c .. r,!Lnli: do t m pró! da meta em que t. tivemos cmr,< nh· elos. e :x .r..r•:. o mi t r ~ x tremamente gratificados pela agrele fe txpcrilnc!a. A pnrlir de hoje, então, outro cmp nheiros estarão aSsum!ndo Os Scgmntcs q: compõem a estrutura administrativa d. n: ' cn:idnclc. A todo, decj .rr.'J. p' n, l::' to '' • CC5CQ na funçíio C' pecifica inernts a cada CPl'l',O. E'it3mCS certo.; q ·.; ft)d:·~ rc.; p:'-/'lt:; csl:lo muito hcm IT'p,, n• . .r'." Destaque e v "l:11 h i qu • ;- p'>, nJ; (r, cl!nado a novo nroto~olo rt", 1 •n C'Jtn'1 ! 'l 1 o companheiro Pedro M<$ P+l.11 ç.'2 c tamen!o fará enéa r.'n t!xço p!a d fi n u r :i ctl' tr:itairwn'o, P' !a f, cil d·,:• .. cl l o,::'cí tória, pela sua imp2tia e csy.ri!o dc ·ontrai'o e nlegrc. PREST:N':'.hS No jai do Ioiiy iaioüo i4o oie,aio Pedro RuI:no, rc~islrumos ,1:; prc::rnç:is eh Ten. Ccl. Scrgio Lima < Com:m'.lante do l!i' RC) e Ione; Dr. Cat:Jlino Lopt!z Zarza; (Jui, de Direito de Bclla Vist:1 Parnrr-.uil; cmprc~:l• rio José Geleilate, espo::a e su;i f•lha Sur.ima; David Jovani e Elizário Terr::i ~ercnt:.! e sub gerente do Brndesco; prefeito munic,r:al Afo.1- so Dillcn Nunes Leite e esposa (Dorinh:t); engenheiro Ricardo Scvza R2Sa e Sua =p3s1 Tati; pecuarista Edson Nedeiros d± Mo:35 e Cecília; padre Lorcnzo Piras; jom'.ll st:.i Ivaldo Pcreir::i. sua esposa Maria Esl:!la, sua müe Alice e sobrinha Adri:me; dezc~'.!.:ô de ro· tarlanos em companl1ia de suas cspJs~s e convidados. Parabéns ... Princesa do Apa Parabéns EJ..-positores, sucessos e mais sucessos são os votos de todos nó3 da TT.!de Belavistense de Jornais. Bela VisLa. a terra dos cantos e encantos merece tudo isso e mui to mais, que este povo e de outras plagas f::?. zem e fizeram por ela, Bela Vista, é o nosso Sonho, Esperanças e ser:i a noss::i rcaliz.::ição. Após Qu;tse 1 dois meses de um torneé pela França, India, Tailândia, Hong Kong, China, Japão, Hawai e Estados Unidos já entrn nós o cmpres:irio Elias Blrbosa que voltou com ânimo redobra do para continuar sua batalha frente ao Posto Ipiranga. Ch:i ele Cozinha da jovem Jussara Ramos, aconteceu no Clube Belavistense dia 2 pp. muitas amigas de Jus sara compareceram para animar com muitos "castigos" a reunião. Em!2ce no dia 9 pp. a Igreja Matriz, toda engalanada recebeu os padrinhos e grande nº de convida dos para o matrimõnio de qussara, filha de . . Oue foi a rainha do Carnaval Blavs'ens3 de 1983, etari neste fir/l do mns comemora 'no ss cun:a riras. Na pu'a da an vc:sr:aro r s'a pra r . c p c c r o s em!gcs € ccnv.'.dzs Ar.lvers::.rios 8 '7 Fizim:rn n~os os irm5.os F íbio e Fernando. Seus pa's N&±o c Snia ornizramn uma fes tinha para c> cs anivrsar:antes apzasszm 2lIE!::s j:r.to c : cs arguir:s. P r o ? n s . ·;,scim'""nto D::! o:>rabén!' o cas'.ll S:lvio e Jacqu~l"ne, n·c; cu no di 10 pp. em Camno Grande o prl· meiro filto do c'.'.sr.l, um:i linda g:irota. Parabcn:zarnos os anil·ers:irhmtcs do :lê; Luiz Eduardo C. :Cscob'.lr. F1tima 1.irn3 Rodrigues, Palo Romucldo Amaral, Carl.te V elasqucz Erik'l. Narl:3. Brites. Jose LUlZ !'iU· ' -><<.) nes, Aspir::in:e Eim::i. Carlos Zarzeke e o n .... funcionário G:lscn s:1,.-:a S:mtos. maravilhosas que nqui encontrei. - o nome <liz tudo • MEL 4TIL Boutique congratula, juno c-0rn ° de ,.-i-!i .!• povo Belavisten.se, por mais um ano nova desta cidade, aquele '1braç-o às pe,;;o; 8 E J etr Te :.r, «4 e ( :,o l "Informacões em Beh Casa das, i!âquin:.s (Bor.il 1 1 1 1 1 1 1 1 L Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº655_16_07_1983 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº657_23_07_1983 Voltar para a lista de itens