TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº717_24.12.1984 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº717_24.12.1984Número da edição717Data de publicação24 de dezembro de 1984Número de páginas8GeoCoordenada -22.122538241274444 , -56.51643349119591 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº717_24.12.1984 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto - JW,OA'f'Oft Clfl11!1-; - JVAl.00 l'i'AtHIII/ l'Jll.(_ f)ll, CIRNAYAL DBERTUR ScfJ'UrldO o presidente do Orêmlo Pedro JlUflno, Joúo Kall[e, o cnmnvnl 85 (abertura) no Grêmio Pedro Hulino &e rá senanctonal, su [}C.rnndo os ant:crlo-res. o conjunto será o mesmo que t.ocard no t)'.lilc do Hcvclllon, SOMBMS. de Prcsldcn Mensagem to Prefeito de Rela PEDRO Povo de minha ierro, lembro-me dos natals de mlnhn lnfllncln, cheios de mrinho, de multa esperança e de calor humano. Hoje, q11nm-o ocupo um cargo de g r a n d e slgniíicado, lembro-me elo menino que corria solto às margets do Apa; do menino que bri g:wa quando n Bela Vista querida ern ofcndJdn por algum forasteiro. Continuo o mesmo me nino, já não corro pelas margens do Apo. mns contínuo brigando por minha cidade. Quando assumi n chefia do Executivo Be- 1• vist.cn:;c, senti que todos os meus sonhos dn Juventude poderiam ser concretizados. Encarei o cargo, não com vnldnde, mns com esperan ça, dentro de minhas limitações vislumbrei n oportunidade de servir Bela Vista e n seu po v~, o meu povo, Nestes nnos, convivi com diversas pessoas, polft.icos e não políticos; aprendi,' na' vivência diária, a compreender; eomprcendendo, a acei tar erros e acertos com hurn11d2.de. Este não é o momento para se atirar pe dras no passado, acredito na açiio, no trabe.lho con:;tant.c. Acredito, alndll. mais, na continui dade, a constn.ção de um município prósper,, é trabalho de todos, edificar uma cldnde é 11 somatória do trab/ho de cada um de seus ha bilantes. t,c Prudente. e o Concu o de Fan ~,rn t, r.í várias lnovu.çõcs. Kalife informou que o G1 lmi,, aux•I• 11,1 lodos os blocos inscritos, :1 r, I! ir d,- .1, com os lucros obtidos nas d15wt.(;c·"- Este auxílio, disse 10.lif,•, "ajudará na Minha mensagem de Natul? .Agradecer a Deus, aos meus colaboradores, desde o humilde di2.ri~ta aos funcionários do cscaliio superior. agradecer ao i:c,·o i:cln con fiança; à minh esposa e filhos; agradcr principalmente este DCM maravilhoso que :S a VIDA, esperando que no próximo ano o SE NHOR me dé saúde e forças para continu·1: tn:.balhando. FELIZ NATAL BELA VI T, RUF!NO X: e sei porque. mas n todo instante lem bro-me os clharas daquelas crianças ra Etio,:ia cm:urdo uma opa sei lã do que; vejo o olhar E MC Ponta Porã, t Bela Vista, Porto Mortinho, Ladário e CorMmtá Continuarão com Prefeitos Nomeados O Presidente, J oüo Figueiredo assinou dia 19 pp., Decreto L2i conce cendo autcncmia n í4 municípios de aréa de segurançn nacional. perma· r.ix:endo os que localizados na faixa de fronteira., possuam fUas FC-'es jun to a linha divisória do país e estejam sujeitos a influên cia de nações visinhas e abriguem instações de alto valor estratcg•co. Ehtre cstts municioics, BELA VISTA, FORTO MURTl. '110, FCNTA POM, LADARIO E CORUMBA, no Estado de lfato Gro~D do Sul. O povo belavistense recebeu a noticia com muita frustr~-~c:o !pcis todos espera'am que O sucessor d e Afon__<o Dillcn fo ~ ~ c eleito pele povo. Espe1a~e a movimentação dos cleputadcs e scnadorr·· da nré:i. C.irn:i tJ Mun:.ipal. clubes de sc.:viçc. sir-dica1,s etc. pata que o ~anhcr F~csid::n t, te:'Eili:ado com as reivindicações, conceda tam:bén autono tnia n Bela 'ista e aos demais municípios da fronteiro - Srguntlo alguns comentários. de roliticos ligados ao Gcverno do Esta <:o. após a posse de Tancredo Neves, os prefeitos dc~sc~ municirios deve Ião ser subl,'itu.idoa. uqu tção d fantasias e clar:'i ir. !> n·, p:,rtic'pantcs". As inscrições dos blocos deverão sr feitas na Secre'ar do Clube, a partur do d .i 2 de jllf!LlfO P'r Pelreira L,:n <I. lt; dt> ' 'u. m). Em ·a crian P ta uit:e s e bom dt aos não polti co. i ri .chegamos nsr, um Ntal, tudo 6 festa T u d o ale;ia Em alguns lares c s p r e cnte, rtst..:n n s, em: outros, apna o clur ansoo da c i rcuta de seu ppai r: i, Em.lgur:as se.... perus, curviros. litõs, ustcncs, [.a; e c'·nhas; cm outras, o ar 1o c0 gad: ha com.rada cm serificio. T ~:.-'i AL. Na.a me chatia n ai: ac ver que para mui t0 o NATAL é apenas uma festa. um dln onde s3 come melhor e ±e procura sorri, um poucc mais. Para mim o Nat.,1 ;; mais <lo que prcsen tes e mesa farta. Vejo CRISTO e vejo as Suas idéias atr:ivessarcm cs séculos, transmitindo u n :i filosofb de vida. Para mi o CRISTIA'.'IIS:'110. ~pesar ú:) uas contradições, é o único CAMINHO. Mas vir (em vida) a mensgem dc Homem d1 Ga I•lc•a é muito difícil. . ,, '. .mu 1 1 ME.NAGEM N ta cl.1 tJ: í DtNuri.1 (fo Gr rr..o pe ro Rufino purabeniza a distinta iedd bela'is tense, enviando votos de Feliz Naal Ano Novo, JOÃO KAl,IFE - PRCSIOENTF. 1 EITOR daquele garotinho o/harlo ur a vin,nos e p·na 1 . , veja aquele pai contanlo or rcades e fa zendo contar; veo mais além, vejo milhes de pessoas n o mundo p a : ando fo m e ; v e j a a n v e espacial rasgando c intinwto m busca («e que). Vejc homtm na l.<'rrn • ,e;u o llorm 11 no Céu. Ni sei explicar, só ei que me d um baita aperto n ccraio e sinto uma vont. de u.· na 'e chrar. Ajam j corou no NatI? 1. um cl,mo cJfcrcntc, e mni,:. um lamento d'ol ma at:aventada pelas contradições da vida. AI u'ão é que conseguimos dar uma dimensão nova ao NatJI. ele rc;;re,cnl~ a ESPERANÇA. ::i certeza de que o homem, peregrino d as stre las caminha em direrão a seu dcs1ino. Há wr. plar. de Deu para tudo. Então comprendo a: dorc,:. do mundo, e ofrimento, as guerras OJ n~.ves espaciais e as contradições. Entendendo, olho radiante o iuturo, e posso cnt:io dizer: FELIZ NATAL, não olhe para o homem que caminha na seu lado. olhe para :il('TI"! dos es 1relas, para nlém da curvatura da luz, lá voei, encontrará a RESPOSTA. e tenha certeza. jun to com você estarão tdos cs companheiros de c:-minha<la, nn igo., e inimigos, pcls no Jinal verás que somos uma só familia que ca minha. arta ao leitor Apesar de todos os nossos esforços. não fol possível editar esta edição em off sett. Tive mos problemas com a montagem da impres sora, mas a partir de jane.i-ro tudo estará nor malizado e os jornais da Rede Belavistenso terão uma nova imagem. Estávamos preparando uma reportagem especial a respeito da Adminlstra.çâo Afonzo Oillon Nunes Leite, publicaremos esta. repor· tagem em Janeiro. Agradecemos a lodos os nossos f'l.Ilcioná rios que não mediram esforços para editar o jornal no novo sistema. mas é nssim mesmo. quando se caminha. com as próprias pés. é dl ficil dar o primeiro passo, depois a caminhada se torna mais fácil e atingimos os objetivos Estamos com iudo pronto. máouinas e equ.i pnmentos, agora é aproveitar a pausa do fin.il 'e ano. recarrear s baterias e enfrentar 1935 com muita fé e traba!ho. Até janeiro. Todos Nós! VEI Aí... BAMBINO" Escola de Pré Escolar. Jar dlm e Pré Alfabetuação. Atenderá crianças de 3 a 6 anos. Endereço: Ru:i Coronel Cnmlsio 59i, Font -13!H,lG8 - R,,Ja Vlst:i. i.latricula!. abertas 11, partir de feveniro/8" . - . ... . ·-- 1.. • - - ' ~ .- / JJT.PmllAlTJ)() :P, COrtJ:, TNIDO 1 quo 1 tom o a:n•.( 7li:IJ, 1?1100~ 6q_UÍ do jornal oot& nr,,11nho.ndo !:'..:lio do i:ull:1or de tlll.ltmdro.F.xplicorootDlnoa iL:lplo.n tando o si. oft oott,ó uma rr:u.do.nça da idodo dn pedra pra ao oooquioto.o oopacin1a.l',no o homarn ó toimono,nõo quor contratar genta do :f6ru. Oo primeiroo too toe fc,ra1.1 outi.of11t6rioo,muo o qu.onto rnoomo uorr{ om Junoiro, µtÓ l1i o Giloon,Ubaldino,o Qnur o o pr6prio cbnfo, Vü<> or qu:o naooor do novo.Que sufoco! OUD)ÁDO,t A POL:(CIA 1 ~ ~,poio Ópdopoio da ohogcida do Tonante llabueo,o po- vão ficou muia apavorado quo pnlmeircnoe no meio dr.l l toreidn-oorintiana,om pleno Parque São Jorge.CUIDADO, Ó n POL!CIA ••• Não Ó usoim quo o povo do Bola Viotn 1 J quer muio polioinmonto,NÓo quoromoa ACA.TuR com oo 1 murginuio o não intimidar cidadãos docentoo. TG.Inoa a certeza de quo o TENENTE REIS oaberá contornar a situação e colocar a casa om ordem. i , : CÂ!iARA MtnlICIPAL Os meus amigos ds :fÓ,da Câmara Municipal,já estão 1 ; 'se preparando para reunioãs periódicas visando eacoD1er o í'íturo presidente da Casa.Entre os candidatos,desta _.oundo-se CLAUDIONOR RODRIGUES,CASSIO ACIOLI E EVILÁ- t SIO MIRANDA.O PDS quer fazer o futuro presidente, va- ·lnos'•ver se não·aoon~oorá ''110iu.entes" u.e Últimn. ho- . 1 , ' • ' : .. ~ '- • • • ~ l rà. , . _.._. ' .... : J -.- .... r.· 1 r. LEITOR Desculpo por algum.as inoorreçoãs,estamos ajustando o .. jornal,l!llldaremos tµdo,e vamos mudar para moD1or.Deva- g e_sqprg,checarmos.aí. +i? Z i$ P%si :{, f f : l'lIBFEITl.JRA 0"..-..• ..";s. '+ ',·.- _ g,é,fifi4s 4e as avo ·ctscss a rata as trôirte::tra;:oem. A) autonoi;La dpâ munÍCÍpios da aréa de zit ar '..3. <..«. segurança 'nàoianN,muJ. tos'·oándidatos já estão pre- .b%::.5:ta-: ? 1 parando os seus esquemas.Em Bela Vista,os nomes de zz5sg±!_ ses as $êissgôjeip»pi ' ±iij pi#gus assota soo os ate s--- 1 »d1,3- 2 !!z7 ovdv3;":< .+«·rua°<- - * ·., ... :·· ..... • [ &$ . 1 um novo ano grandioso e s'Ólido. - l- E •• ASSINE A TRillONA DÃFRONTEIRA seus pensamentos estejam voltados :pará a constru çãõ ne,novas idéias de paz, amor,al.egria e _satis.i'ação, realizando projetos para i 1 . I · 1 I' LEIA tlM JCENAL DE OPINDl'.O --4 • • - -- - - • -- .HI. DIS DE DEZ ANOS CIRqULANDO , ;- NA FRONTEIRA E SUDOESTE * ANO feito," j·' "'°1 e·• e pnrcola,0.o j3 » :.il.., L .• neu wuc or tr llo m-:v, 1r.ur: J b .... ilc. r ll t.....r.. 1 e,u.cJ.:.; :_uw:n CARlºAVAL O C"lr:.·i.vul no Gr~::..io v,.i .:or u.r. ::::·1,cn:::or:.'l :. , ~~-, , 14 ,,,, '!" - i .... J .....1 • cm oua coluna. O :'·.J i~·e i..,.for:....c.. º. q_uu a ;i.._L.icriç:o e 11 coa podoro ser feitas a partir do hoje,c svi que o Grêrüo nuxl].iur' tocl.od 0.1 11lcco:·.l,:J rv:.do das DISCTns i -ata n po.rLir de ':IJor:..,:;or:Xo di::;tl'il;-.1.:.d·:a "o..; hJoco.~ 1:•::::c,:r::00. Vamo;:; lÚ,c;cntc I CARA!V1L €5 no Crânio vui unerar tcdos OG jn ro:lli,;oilÓD • :~STAOUI-:S DO AJiO '"in pri'4,;Ji:-:-:-. 0diçE:o- tio .,.rt...:•.eiro,a TP 1Ju1f1ic3. -!. a 1 J ( relação da pov; 0:z; g. : . ..:;.,:..i, ;:;_e dostcicn:n::i no corrente t:1.r:o. CASS.[U .,,_.,._ ... ,· ... ·1+n BELAVISTISE E ª Ja.11.e r,ielo Godoy o.vis2-..11.do que as obras <lo clube e~ nndancnto.Provivell:.ontc o CE3 .reo.liz~rá 0 ?OTITO l,fJRTDlHO ART.:un HEL: ~ o, .1 .... 0 ról 1 .r-· - ' , torcoroi _ - q o .. ::: :!··: .• 1 .. ,-·--·· :-:-:'!....--! .- ..... , .... ,..1 ..... :: ;,....:.,·:...· :i-·· ;,. :: ,;:,. ., - ~- ')e!:·~. FALA.KDO Falando em ==,., t .e--o....c...en o,o '"re-.fei.~~~,.~· •. . , •.• - tu±unpaou 13e sério e 1'. - - - o sa a.rio de Deze_bro.Fu..11.ê; o,.,éS:-ios • •. d: . • há 7-.r240.e. vibranor nuitos a11.os ~ue isto não acontece.Só na atual Ad:-i~is- tração, .• ·-±-... e"o o o" . TI TK 77w7wF prlo hom.tm mas muitas vezes adormeci tlo n .i. horn queremos levar a tudos uma pa coração. Até aqui, cumprimos nossa misso. Paramos neste n omerto para lv. :· ,, [l- •-~- mento e divia o novo hrizte que ury>, f. hoi de revreneiarm; c nascimento do al Cortuniads par dcccl:ir-s que o amr e J T· freire de Oliveira Pr feito M~nidpal de Antonio João O Homem Porém; faz a guerra. Quer ser rico. e vê os pobres na miséria, sem fazer nada. uer o melhor para os filhos, no entanto, po- 1 lui o ar e a água, ~ chegando o momento dele o . lha.r p/ tn:.z e ver que está errado. Dar as mãos 1 1 ª~ scmclh:intes. encher o coração C:e 3.mor. A- iudar a oucm p;eia, evitar as gurr • Assim e sómente assim, ele tará a pz. QUE 1985 SEJA O ANO MAIS FELIZ DE SUA EXIS'ttNClA! Mathias Margarida Fernandes Pl-ealdenta da Cimara Municipal- G. L. L. 1 •• c:u1n_,1 NITIL! ou VEREADOR (Porto MurUnho) QUE O Deputado Que a paz, justiça. aJegria e nova vid se tomtm realidade, cnda vez mais próxima e maior pelo nascimento àe Cristo nos coraçõez Estadual A ry Ri g o ___ _____....-~- ------ __ __ l;J:_..:.l.:.':..·..:J..:.:.d:.:J .... ll_(/ - --- --- Exec n ela r· 01 u obJl twvo de reetrL!ur.r o funciona 11., 111•> rl, (' J t), 11 l•• " < 1 1' ilt•l11 V• ili, L ,li eram m vi,ta i no4 cidatus o Diu»r E.xe d 1 l.1U' do de Cu!'ra de Mato Gto is e o ('o, rel"!l .tl<>r do ·1111111 /mlr J'Jr !11 ,, . ! ,1111do J i ,, "u p111}-!"I 10 cif' ;''11 l• 'Jll ll > utd unhnu ndo de ·nlvido ob a respotsb' Jdde da Secretatia d» De envolvimento Social clllt 1111•·11( • p·, ·1.:I a r ·• ,, .l 1ntl1> pt'I F1111 cl:,1: w cl( C11l1u1,1 d J r,:,, .. clrg:I• vi11cubci1> ?1 :-4l .. S. 11};C. e r,, l. 111.11,,r tono1n1: upt•:":tric 11'l 1 o que podá ·ipnifrar melhores nlçs d Í11'.f''I 11.lllll lll•> C red de ' a cin ,t l Atualmnte e:item { Casas d Artes·r Mi.t» Gro o do u! edada nos municipss tlc: A 1 l•id,1ua1r,, • •. l:1 1 ,1, Ponl I'orn. C<> rumll i. Durados, 'Trés Lagoa· t• C,1mpo Gran d. De aord comn o coordnidor do Progra mu· .. Aiir Ferands, "a redl' de cnsas tem um ::,HINETE DO I'HE· I EITO Dl IS 1:E tEZE:'llll!tO DE 1!181. ,[e••. o 1 ln unes L:,ilc, Fi ~feito tluni eipal de Dela Vista. Estado d> Mato Grosso do Sul. :sado das u!rbuiçovs que lhes s :"io c o n f e rida e d> ccó:do com a 'disposto mn o ai;{e 120 da L c.a:piemeatar ' 7 « 20 de llO'CJll b10 de lU''. DLCHET. : ,HTIGO l • - :'o, lermos d.•• Lti ;íunid ,Li1741/93. Ario t, Iem II, fica abrto , um Crédito "'tH·l n • .. : .. r no ,·,ilor de C,, ' • 13.000.000 (Treze Milhões d· Cruzeiros), a s:,r consignada ra seguinte dctço orçamentária: l'XEC'UTl'O l : 'J. ll'~ - G:1L>nllc ,:-, F•cfeilc • 3.00'.' - Depeas Correntes '3.100 -- Despesa de Custios ~.111 - P~sso:,J Ci'il Z 000.000 0.103 -- Seret±ia Municipal de Administração 3.113 Obrigações Patronais 6.500.000 0. !05 - Scc1 l.lt b ;'lu11:cip:1I de Educ::ição. Cu! , t ura e r:: sporto 4.09 Despesas de Capital •!.100 - Investimentos ·L l O - Obr;:, e lns1nl::i;;iil'S 1.000.000 C. !Ci - ~~crc,31 ia :l'lunicipal de Viação. Obras e Srviços Urbanos 3. :ao - Despesas Corrcmes :J.100 - Despesas llc Custeies ?RE E ~ULAGHOS, Confio cm Deus com toJ:is ::is IT'inhas for- iv o a F e ta e prome f) e;.,, p,Jt.tnc• • .I de comercializa :;,.o btm ma• • (Ili.• o que ocorre atualmente, tendo em vn • dt.:f1dên('1,1~i c 1e ioda ordem, desde a situa; " f11m •onal tl• ~ M'U~ ~crv1d•,n ;, até o adequad' controle dos estoques e da comercialzçao da C,~, llE BEL VISTA liF:HA IIEEi-:iTRUTUrt/1), vpusto Ais afumou à reportagem que " partir de janeiro próximo, estaremos assu 111:nt 1.o lnt"-gT.thncntc o p1ogr:irna de ar 1 :J>· _n· 1 1, qn Jl!S e pl'l•'rndcn'O, f:iz<"r ,sto atr.,vt', d:as seguintes etapas: !vantumcnto compl' 'a ·itu:ação das caus de artcsão; lo ponto d 1 , ,., ~c1111111,q;-;i1il'o, ronlrllil e· "lll'r'lciOn:il; treinamento dez;tudo de ses funcionárias e gentes e {in/mente, implantação de novo 1110d[·'o c-ontül.Jíl. que a segure mior control' tln comt'rciali._:tc;ão. Simul1(1neamcnte prctcn- 3 H1-- Pe o! C:lil T OT l L: e 3.50).000° 13 .000. 0001 Al1TIGO 2' - Para cabrtura do 1J!,•,c11e Crédito :::uplcmcr!;1r. corrc1t10 por c:>nt:i do .::· ti!(o -1º ela L~i tlunicip~,l n·: 741/83, de W de );o vembro de 1983. De conformidaJc cem o Iem: II, co S 1" do A;igo 4 3 . d a Lei n: 4.32) d e LT de ?llarç:> de 195 !. ARTIGO :J" - Este C~crcio c11tr:iri, em ,·í gor n 'ata d sua publiczção. revogadas : dis: rosiçõcs cm cctráric. AFCNO DILLON NUNES LEITE F t c!~ito '.1ur,ici!)·I LEI Nº 751/81 - GJIl!NETE D:) l'HEFElTO DI : JS DE DEZEiIBRO DE 1981. "Autoriz:, o Executivo Municip::il a tlo:ir r,ara o Estado de Mato Grcso do Sul, e ac~rv:> escobr da Escola '.Iunicir.al de 1° Grau Pedr::, 'Ajala". A Câmara llunicip::il de Ecl~, Vista. Estado de :falo Grosso do Sul. ::ir,rc,·a e eu. Pt ~feito :lunieipal, sanciono a ~eguinte Lei: ARTIGO Jº - Fica au1orizado o Stnhor Prefeito Municipal de Bela Vista, n doar para o Estado ele M::ito Grosso do Sul, o acervo escolar da Escola Municip::il de 1° Grau Pedro Ajala. ARTIGO 2-: - Esta Lt'i entrará em vigor m; data de su3 publicaçã:i. revogadas as dispo si~ões elT' contrúrio. Eeln Vista - :IS. 18 de Dezembrc dEa 198-L ç.,s 1,cr i•s~ p ,<> a D-?us que ilumine o meu ca minha. '.f,:1dc p •b!ic:ir c observa o que aconte AFONSO DILLON NUNES·LEITE cn.i ne quarto dia Prc(cito Mut1icipal S, I sto t a , dmos desenvolver pesquisa mo sentido de Ia p<.,Jr :l prvcluç.'i,, orte:.an;il d•' 1 o<la 5 ~ ~ •õ ' <J,, E,todo, visando dinamvzar a produç.;.o " ,n l<:n..lf•cnr o tnl.A!rt:àmb1C, c-ntrc .. ~ d1v1 r rer• õcs'' Segundo dcpolnwn•o dt• d•H•t,;• J bda 1eru.cs. a Casa do Ari.csão de B<•l..i V1,<,l,L ja foi ,1ma da~ mnis importantes do E,,tndo, coluc.,n d":.c entre as de ma>or volume de cr.mrrc•JI, _, Lo de atraç[,•> turL,· 7ação e tornandose um pen nr a da r•dade. PosteriormLnlc iobrevclo um pcrioclo clc decadênc•a L h•,Jr. ª C,L~a dC' }3<-I:~ Vi, 1 a es:á ncc<'S'>•Lando c 0m urgC:nci, 1 ele s,·r 1r,1l,v:tda. Conforme apurou " rcporiagcm "'ª cunl-' 1 com poucas pças em cxpo!-.lçào, seu t·st<>qu• é mínimo e dl~põc de ::ipcnas d•iis funcion{mos ·um does quais cncontra·sc cm !éri.1s. Algumas providências imediatas j:1 for:im culorizadas pelo Diretor Exccullvo ela Funda ç;io de Cultura, dentre as quais: estudos para 1..El l.' 75:J/R 1 - Gi1311ETE DO PHEFEITO E~! : lS DE OEZE:llUIW DE 1981. "Auioriza o Execuli'o :lw1icipal implantar Sistema de Imagens e Sons da TV Caiuás de Dourados. Canal 5, ncsle '.fonic:ípio". A Câmara :'1-lunicipal de Bela Vista: Esta do de Mato Grosso llo Sul, aprova e eu Pref?i lo Municipal. sanciono a seguinte Lei: ARTIG(? l'? - F•ca autorizado o Senhor Prefeito llunieipal de Eela Vi.;b - 1!S . a con •ratar com a Firma 1lASEH. - Tclccomunic::i· ção Indústria e Comércio Lida .. para desenvo: ver cstudoS de viab•lidade técnic:::., b~m com:>. :unlla, articular e fazer aprovar ao DENTEL - Departamento Nacional de Telecomunicações. projeto no sentido ~e imptantar ~istcma que possibili1e ti~zcr imagens e sors da TV Caiu:ís de Dourados. Canal 5, à este Município. ARTIGO 2º - O valor da presente transa çac1 pelos serviços executados. incluindo o fome cimcn10 de lodo o material necessário, importa •râ cm Cr$ : 27. 000. 000 (Vinte e S2te ;!ilhões Cruzeiro~). stndo a r-rimeira parecia de CrS : 13. 500. 000 ( Treze Milhões e Quinhentos Mil Cruzci10s). no di,. 30 d:! Janeiro ,;e 1985 e, a se gunua parcela d:e igual 'alor no dia 28 de Feve reiro de mc'.:mo ano. ARTIGO 3° - Esta Lei tntrará cm vigor na data de sua publicaçiio, re'ogad~:-: as clisposi çõcs em contrário. Bela Vista·MS .. 18 de Dezembro de 198{. AFONSO DILLON NUNES LEITE Fr~feito Municipal Leia e :;-.l Assine " • P qu londe e t4 a Bc1., V, t,, • 1 ClC" n1 n• Jilt, auHl[ l , 'l ti;'l ('<nlr .. 1;. e ;:; mp tl , , JO I n<· t cJ ' ru d 1 'r o <, 1 nos serviços getai , a'é que se cone quudr , cldmll•·o cb r, ~ Igualmente foi autor z ad p aumento de quotas d ••• pc-ça~ j 1) r < ~ ... li, e< n<--i;v:1- <_ao P d> rn 1 tn11r 'º de peças • r•a'l d<' outros centros de produção. q•, rio es'ar exp0tos t rn Ut la V1 1 • a p;:.,:•-. M l,;Uncl.1 q'.l1rv, na d<' jnn ,r,, ; levantamento segundo Augusto j ~e, .i. r,.,liz ,(i,, 1. 1 p1 l111rlra q11in,l'r.:i êe k e se tudo correr bm o remnmento ri z~cJo cm C:impo G1 :,nd,•. n•• m .. s ard . 1 r•m<:•1.1 qu,nz, na rk fc-,cre.rn. m(" ci:i·t;: os ridor :-i d· ..._ ~ . .._;:,,•~ do Artl' .. > em t 1.! Estado já deverão cotar contratados pela fg c::.ção de Cultura de '.15" finaliz.,u. F.DITAL K' 0116/81 - SEC!tLTARIA DC A ;IIKISTRAÇ.IW E:'IJ; 18 DE DEZl:)lfil(O or 1981. De crd, m Jo S::1.)w~ Prefeito ~Iu,icip:.l i, Bela Vista, Esado ell.! ;lato Gro,so do s~1. f-, saber pelo rrcst:nte EDITAL, e para tods t efci1·i~ legais. notific-, ao Senhor JUSTO co:. ZALES e a Senhor;i CAROLINA DA S!L'A ou pos.:ivcis h~1 J:.:iro·. ou ain<la, terceiros l· ~:e ados. a comparcrercm a csta Prefeitura !! 1 ,~I. no prazo de 30 (Trinta) dias a contar d.ir, l:licaciio deste in:;trumento. par::i se hab,h1a.--e:: r.o r,~ccsso d2 rJqucrimento feito p:,lo Sr. J: lVJ:,.f AFO'.'ISO DA COSTA MARQUES, ob;ê tivando receber ,m Afor:imento Defín1tivo, o~ te de terreno si.turbano, determinado Sob o: 21. medindo 200X300 metros da fre. 0 te ::s f~ dcs e de ambos os ladcs, perfazendo uma ir de 60.000m2. situa<lo no Bairro Serr:dü:b?,' te '.Iunicípio, para que centro do pra 7 ,i ~6-< EDITAL. aleguem poSSÍ'eis direitos à i~; ç, ter.did-t em Afo~a:ncn(c. Dado e passado ngta cidade de B'a IV Estdo de lato Grosso do Sul, cs Dez0io do mês ele Dezembro do arto de )Iil ):o·;::ic: tos e Ci1cnt::i e Quatro. .TC E AYRE CiFURE S!:-cr2tári:) de Administração ______________ _.-: • @tôlfil • 1 ses razões f; o - 1 EGS? 3 !:r,3SCS [ -- - .. ~ .. Ll"'t:U n Qualidnde 2) Preço 3)·P~ . r - e o M)';!lPRESA DO GRUPO ER!IELINDO ;.1ART.INHO GOlIES" 'Jenda 1 ae C.ereais em E Geral • .em 1 Espedal Arroz AR."1!.AZÊlI - GRANELEIRO CAPACIDADE 12 lUL iOKELADAS - SECADOR PARA!O iqL SACAS RUA DUOOE DE ~t.AS S/N GUIA LCPES DA LAGUNA _ JA!:ll.;,,}l e 1 ilho • t 1 PI Z E NATAL UM MILAGRE Q' E SE EPET E T 1O I J I DE. NO O MIL GNE H 'MA NO! #,UMA FESTA DE CONFRATERNIZAÇSO UNIVCJlS/L, REPLETA DE TRADI,OES E SIMBOLOS. CUJAS ORIGENS SAO AS MA IS DIVERSAS E PITORESCAS A ADA • 'OI• TE DE 2I DE DEZEMBRO, A CAD/ 25 E EM ALGUNS PAISES, TAMIEM, NO DIA 26. (J Ili 'T os O){I ·' OIU.1 O NASIEM TO DE RISTO Desce e vé, então, um garoto parado à por tn de um dos casebres. Ola meu filho, o que você esta fazendo aqui fora? •- Esrou esperando a mamãe. Quem é o se nhor? - Eu sou o Papal Noel. - Não corlhcço o senhor ... não vni me di- zcr que é o vovô! - E. . . vccê pode me chamar de vovô. Sr pudl,ss mo~ r,1lcnclar tudo o !Tlllls no. noite de Natal, ouviríamos, procedentes de 1,0- das as partes da terra, uma melodia singela que con gue levar, pela ua simplicidade, a mensa em de ornor e de paz n todos os homens, vin a de um distante lugar da Judéia e e estende PAPAI NO l Fausto }". Brites Cidade iluminado. /legrb gemi. Rl!os. presentes, árvores enfeitadas, mesas fartas. e. Nata!, Papai Noel, cn, seu tren5, pussa por so bre as csas. Já distribuiu muitos presentes. 1~ ando animação e encanto para as crianças. No trajeto, passa por um amontoado de barra cs cnde não há luzes. risos e nem melodias. Onde está sua mãe? - Foi trabalhar. - Mas a es!:as !'Oras da noite? - Ela sempre trabalha a noite. A minha vizinha falou que elo tem um emprego com um nome cngrançado ... Ela é prosti... prestu ... nfo sei como é, não. - Como você se cham? -- Os meus amigos me chamam de "Ncco fnc:irdido" e minha mãe, quanLo não está beba da, fala que ou o "Ncqulnho. - Quanlos anos você tem, meu filho? - Sabe que eu não sei vovô? Nunca me foloram. - Você estuda? - Não me aceitaram lá no Grupo Escolar Falaram que não tinha vaga, mas cu ouvi quan do uma moça falou que filho de prosli. .. pres· tu ... aquele nome esquisito que não sei como é. não tinha lugar não. Papai olha ternamente para o menino. - Você sabe que dia é hoje? - Niio, por quê? - Hoje é o dia, de festa cm que todos co- memoram o nascimento de Jesus Cristo. - Ah! Esse eu conheço. !'. aquele que sem pre aparece numa cruz, não é? - Isso mesmo. - Só não entendo como é que o pessoal foz fosta para ele e depois colocam ele numa cruz ... Por quê? - !'. que a humanidade também erra meu filho. São atos desumano. No seu caso. por exemplo, 0 que estão fazendo com você é tam· bém uma desumanidade. - Puxa, vovô, o senlior fala, diJicil. Até parece aquelas moças da promoção social qu.e vem aqui, conversam com todo mundo, anotam umas coisas no papel. . . Elas "tudo" são pcrfu mad:;s que só vendo. Parai Noel acaricia "Neco". Você ganhou algum presente? - Quem sou eu vovô! "Sou ~ó o "Neco En cardido". Mamãe não tem dinheiro par" isso. Nós ne temos nem comida. - Você já comeu alguma coisa hoje? Nem ontem e nem hoje ... só chupei umas mangas que a mãe do "Perebeira" me deu. "Perebcira" é seu amigo? - Ariigão. O pai dele que é ruim. Sabe o do pelo mundo afora. E sisiun escutaríamos em português. Noite Feliz; Douce Nuit. m frase, cm alemão, Stlle Nacht; Notte Felie, em italia no; en espanhol. Noche Feliz; em inglês Silent Nipht e ainda mm outras línguas. Sio vário idiomas, com palavras complicadas, dizendo a que cle fz? Date todos os dias a me do "Pe rbeira", r uma confusão danada.' Papal Ncl está triste... muito triste. Afa ta aquela criasa e não sabe o que dizer, .. -- Vovó, o senhor parece que esta triste Não quer entrar um pouquinho. Vem. pode vir. Nao tem cadeiras mas u arrumo um caixote para o senhor se sentar. Entra, venha e puxa Papai Noel pelas mãos. O barraco é uma miséria lotai. - Você conhece seu pai? - No conheço não. Mmãe de vez cn· qua.ndo falo que era um tal de ''camelô sem vergonha". E sua mãe demora chegar <lo serviço? - As vezes vem cedo. Ou•ras vezes apare ce só pela manh. Vem cheirando cachaça. O senhor sobl:i. que cu já experimentei um pouco de pinga? Fiquei tonlinho. tonlinho. Mamüc quando está bebada me xinga de "tudo" quan to é nome e até me bate. - Vcci! gosta dela? - L'>glco né vcvô. Para mim Lia é a coisa mais linda do mundo. O velho Papai Noel caminha pelo barraco . "Ncco Encardido" obre umo lata e trás alguma coisa. Olha aqui vcvó. Eu corsegui isso aqui e mostra um rádio de pilha. - Você conseguiu isso como? - pergunta Papai Noel já imaginando a resposta. - Passei os "cinco dedcs" responde "Ne co'' que. puxanC:o o velho Papai Noel, fal: bem 1::abdnho - mos o vovô não vai contar nada não é mesmo? Liga o Rádio e, naquele momenlo, toca a música "Sinos de Belém". O garoto presta aten ção enquanto Papai Noel amargurado, penso no futuro daquela criança. - "Neco" essas coisas a gente não faz. O que você fez é muito feio sabia? - Mas eu sempre tive vontade de ter uma "caixinha de abelha". r legal. .. dá prá ouvir até o "repórt.i". - O que você fez é um roubo. !'. proibido. "Neco" baixa os olhos. - Por que ento ninguém me dá um rádfo, de presente? Todo mundo só sabe me xingar. alguns me empurram. me chamam de moleque. Eu não sei que acontece. Quando cu chego per to de a)guêm que está bem vestido. Perfuma 'do, só recebo cascudo. . . Eles me tocam como se eu fosse um cachorro. Isso é ruím ... eu não gosto. - Os hcmens são assim mesmo meu filho. Falta mais compreensão neste mundo. - Um dia eu estava passando Já na cida· C:e e fui inventar de entrar num.a loja para ver uns carrinhos. Veio um homem e me empurrou ,me deu um "coice" bem aqui na minha "poupan çan. Eu iNli correndo. Aquele d.ia eu chorei prá "burro". "Neco"' levanta a camisa e mostra uma ci· catriz no peito. - Sabe o que é isso vovô? Foi uma surra que levei de mamãe. Ela chegou cm casa com a ara la machucada. Eu acordei e. peru-. i 4na 0lia Tod :tVI!, t: Natal a u Natal e cos tei o que tnha acontecido. Ela ficou uma "e a"" me deu um tau na cus que vi estreln la. Ai p ou um peca;3 de furo e "deu" tas r .nhss leras e cota. Fa comecs a ri'ar e la m dava eu calar a boca. Depois pa: sou uma fac: no mu pito. bem aqui ó e me xin ava... Veio um vizinho que segurou e'a. Papai Noel não sabe o que zer. Esta p2 sativo. "Neco", após sua narrativa. também si lência. Pas•:um-se alguns segundos. Vovô. eu aprendi um versinho, quer ouvit? - Pode dizer meu filho, diga para o 'O'Ô. - Eu amo a letra MI. Por ela tenho pai xão/ Ei de norrr dizendo/ MAMAE do mzu coração. Muitc bonito "Ne". Vccê aprendeu com quem! - Com minha mf:- me~mo. Ela é boa ... sô fica "chata" quando bebe. O velho Noc, está com um n'> na gargan ta. Beija a face de "Neco" volta os olhos pa ra o Céu. - O que você gostaria de ganhar d~ prescn te? - Sô queria que minha mãe estivesse ago ra ao meu b.do. Preciso muito dela. - Eu rei n,cu filho ... eu sei. Mas, um dia, tudo vai melhcror para você. - !'. tão ruim ficar ~ózinho. As vezes. quando chove, eu fico morrendo de medo. At ~ parece que tudo vai cair na minha· cabeça. Eu chamo direto minha mãe mas ela não aparece. A água entra prá todo lado ... _ Sabe "Neco' que um óiz Deus vai sorrir para você e te dará muito felicidade. Se você hoje não tem presente. fique certo que ele te dará mais ... bem mais. - Será que ele dá cernida também? - Você deve estar com fcmc não é? - Fome é "apelido"". Meu estomago está lá nzs costas.' Eu sô queria era ter comida que nem aquele pessoal daquela casa grande que fi ca quase lá na esquina. - Mas ê corno eu disse a 'Ocê. U:n dia te rá muito mais. Posso confir? Será que Deus não podia fazer esse dia ser hoje? - Ele é bem e sal::e o seu so[rimento. "Neco" segura fcrl2mente as rn:ics de Pa pai Noel. Vovô eu vou ser sincero para o senhor. Não aguento mais de fome, de tristeza. de dô de minha mãe. Ninguém gosta de mim. Todo mundo achai que eu não sirvo para nada. O s.e nhor gosta àe mim? Fala que gosta vovô ... fa la que gosta tá? - e lágrimas rolam pela face daquela criança. - Eu gosto de você ·'Neco" gosto muito diz, com soluço !'.O peito. o velho Papai Noel. - Eu queria ter nüe como todo mundo. Queria ter brinquedos, alegria... queria mes mo. Sabe, queria até conhecer meu pai. Me ajud:, vo·ô .me ajud::i? Eu prometo que não fa o mais ccisz errada.. . cu ·prometo mas o se nhor podia me ajudar. E pcla primeira vez. Papai Noel chorou. • 1:. s 1. na Ialia os "j zel" na Alem ha e Holanda. 1 principalmente na Bélgica. França e Ik lia que cr vorepa rta a cena da Vat·dde en lu ares publicos ou nas Igrejas Em muitas cidades da Blgiea são vlstos crianças e adultos vestidos de Reis Magos. carreando uma estne la sobre um bastão, que. de ponta em porta, vão cantando e recolhendo oferendas, destinadas a cbras Ce caridade. Ocorre também a apre,nta ção dos mar., vllhosos "quadros vivas" do presé pio e os espetáculos encenados por crlanças e marionetes. que I cvivem a vida de Cristo. Ar, crianças comandam os mecanismos das bone cas, recitando dilogos e entoando cânticos clr cunstanciais, enquanto uma senhora com um grande b:ist.iio designa os diferentes quadros. Na Frai,ça. a, fJrnil•a.s arrumam o prcsi'!plo nurr. pequeno palco, de forma a sobressair das lemais peças da casa. As crianças trazem pe dras, ramos e musgo para o cenário do presé pio. Pequenas figuras de terracota. conhecidas como "santons" ou "pequenos santos", são colo cados ao redor da mangedoura para representar a Sagrada Familia e os demais persomgens da História da Nati-.ridade : o boi, o burro e o povo da aldeia. Em Marselha. realiza-se uma festa especial, no mês de dezembro para vender os "santon,·•. obras de arte. sendo alguns conside. rados verdadeiros cbra3 prim::.s. Já na Holarda a festividade do Natal é ex clusivmente religiosa e caseira. sem distribu! ção de brinquedos e prescn!.cs. J! um fes'a simples, sem foguet.es. nem fanfarras. sem ceia à meia-noite. nem especulação corncrcial. A penas árvores de Natal bem iluminadas. ador nando os principais ruas das cidades, e, no lnte rior, das cnsas, os ramos de pinheiros, árvores e presentes dão o ar natalino. No dia 25, os hola.'l. deses comem opulentamente. tr-.ndo à mesa. pe rus, patos. galinhas ou gansos. As comemora• ções se estendem até o dia 26. Num.a província à oeste do País é tradicional a cerimónia deno minada "Midwinterhoornblazen"' (toque da trompa de meio-inverno). Uma tradição que vem dos tempos pre-cristãos da era saxônica. Consiste em soprar diariamente, ao calr da tar de, através de um grande "chifre" de madeira recurva. desde o primeiro dia do advento até a vigilia do Natal. Esta tradição foi mantida pelos cristãos para simbolizar a chegada do Mes:;ias. Mas é na Alemanha que se festeja o Natal com muita expressão. enriquecendo-o com can ções e autos. Em oposição com os países latinos e alguns anglo-saxões. o Natal alemão e uma festa puramente faini!iar. As luzes das árvores de Natal indicam o ccmeço dos festejos. A !a milia reun.ic!a lê a Bíblia: a história do Nilt.al e antig.is canções dão, aos velhos e jovens felici· dades e paz. As crianças recebem os= presen tes orgulhosamente. São brinquedos dos mais variados, livros, roupas, instrumentes musicais. etc. Nas semanas que precedem o Nat:i.l tooos procuro.m adivinhar ou descobrir o que _os seus entes queridos desejam para presenteá-los. O po!lto alto das festividades rellgiosas está nos grandes oratónôs. cantados nas catedrais medie vais. As representações teatrais do Nascimento de Jesu têmn suas origens na liturgia da missa e exibem a Anunciação do Nascimento com o cãnlico tlos anjos e adoração do ME:lino Jeaua pel; Ris Ma3s do O:ia;te. -- ----·---~- 1ã ..-,-.,...____.._..---- .....--- ~- -- o - -- -------- . I i-- ---- G 1 o FEDE IL UMA MENS l 1 ROZ (PUS :e l V l' Chega um momento cm que você p~.ra. e lha e pensa. Tem muita coisa .errada. Vucê faz ns vezes algumr. coisa errada. E no Natal você fica dif rente, é invadido per um sentimento :iovu. Niio seria melhor que você fizesse de coma que todos os dias fossem Natal? Fe IZ Klatal Carlos . ,: ,s , si I + e «e .. .t. E 1:ntão 1 você vl'ria que muita coisa iria mudar. Com vocC e com todo mundo que agisse d este. for n,a. Quem sabe vamos, todos, tentar, à p:.irtir cie agora. ou você acha que o Natal é' só Uffi.'.l ----------------------------- ~---------·-- ------------------ Victor Zonchet VRES!DENTE DA CAMARA M ICIPAL. DE ANTONIO .lO,O - 1'1S .j . i L ~ li- o A cada Natal se renova a op 'lrtunidade do homem receber o Filho de Deus. 1 E 00 longo do Ano Novo aperfeiçoar a compreensão q lJ e ELE t r a z. Feliz Notai IEND CEL. SERGlO E o tIDlfíl. Comanrlanto do 10 RC . IMI l ! 1 o .,,. e e o • ,- .~ J..!....;,.:.;:. Que o mundo luminoso brilhe para voc± em t . cm cuia novo dia. ' razendo alegra, paz e "Temes variedades em grandes de sua vida". csoqu para vcé fazer deste NATAL o mais fl' " MERCADO HISHIKAWA 1 RA AIO DO lAD,iRIO 7q0 - FONE: 1-10'.l 1 ~ ~ ,r... 1 roa.ara.a- ..... PJlE8ÚIO:J DE O!ITJ- .. E DE HOJE Paul.o Oilva L'-cira Qucin podor:1 clir.or quc.ntu:J J)OO:Jonn,ncotc Jlo.ta.l do 1 904,ujooJ.ho.r-oo-iio diante elo UJil proa pio?JÍU.o o oa peno Podemos dizor,ontretanto,que os presépios mon- L:ui ta gonto d.ao- t oo noo luro::i,nori locnia pÚblicoo,o oobrctudo no.o contente com a 'blito iarojno,vão dcixo.ndo do ter o ~oulco que proooncià.- roaliza.dn oo□ann ~- vumoo há 20 ou 30 onoo atráo. oo.dn 80 noosa cidade. Oo ouplcr,1cntoo n11talino::i doo grandoo diárioo,quo Os voi:-co.doros belu- oomoÇ?Jll n oirc~lur,com oucootoõo decoro.tivas o do ou- vistenseo oritioa:ram troo gênero,wíio,noao aontido,sintomáticos,Dos quo duratonte a e.tua.çüo !IlC cheeo.r= 2'.o r.l!Íoo I cm non11Uo encontrei iuéino ou , informnçoõo oobro o modo do dur maior ronlco à. í'i ura do Nonino dous,Quer dizor,aoundo tais pu blionçoõo, o era.nele homcnngoo.do do outrora cncontru- 00 hojo,no. melhor do.o llipÓteses,cm oegundo plano. Cauoou-mo certo peour quando,visitando há alguns o.nos wno. elo.o muito.o igreja.o do Salvador, na Ópocu <lo llo.to.l,dcpuroi-me c·o1r. eato fato inusi- «. l tudo: o precé1iio n5:o ho.viu sitlo monto.do no local mais aproprio.do - a nave do templo -de modo a ser vioto pelos fiéis,mas numa dependência. bem . . . ncnos uooooívcl.P::i.ro. so.nar a dificuldado ,11::i.via I . uma seta cor a palavra "presépio",para facili- tar o acesoo· ::i.o::i intcrc::;so.dos ••• II!Í,hojc cm clio., , # ».. • ate proocpioo qÚc têm como fundo de qunclro sim - bolos de lutu do clusses,c que evocam revolucioná rios do tipo "Che Guevara"!· i:eles nada se encontra daquoln oulmo. o jÚbilo J,rÓprio às festas de iio.tuJ., 1 • tão"·oÕn o::_!1rccc::i.s na t:-,Úsica ' 1JIOITE FELIZ 11 • u,3!3 .1• • 11 , 1,•~ Er., .rucc do t:i.io decvio::i du uutêntico. devo- 35'à6 nascimento do Divino Irú'un te, as almas vorda- ·cd,' :,•de.:j.romento co.tÓl:i,c::i.s: exporincnto.m,por certo, umu pi3 i;5o piedosas e velas coooraçoGs 1a:f07'? 5s a17"s ;· • ''tmtalinas'ldti ,pivtr.oro.Deso jo.m• retorno do natal em que zá Du era,do fato, centro de toadas as hone nagens, o objeto principal do. devoção dos fiéis. NA TERRA! DESEJAMOS QUE O llATAL SEJA PELIZ }; D"S T.IUITA REFLEXÃO, QUE DESTl•. SURJAM illL ID.~IAS, I'ARA QUE VIVAS UM ANO REPLETO DE ALEGRIAS, COM TODOS QUE TE RODEIAIJ. POLtCI do TE!TEITTE NAEUCO, da Polioin If-111 tar, não oó pelos méto- dos emprogadoo,lllllD tambom pelo total desconhecimento do povo 'bclnvistenae. REUITIÃ'.O Dizem que o Tenen te veio a 13ela Victa n pedido de um grupo de .fuzcndciros,após uma reunião realizada no Sindicato Rural. Acontece que "pedir mais policiarento é ti.ma coisa.",o.dot~ os métodos .iI!lpostos aos cidadão belo.vistenses é ~uito diferente. VAI CüiITI1:UAR PAZ Apesar de tudo,o troba.J.l"_o ·da ::.ntegr:::.ção PCLICIA-COt'..rú.!HDADE. vo.i !:""" continuur,pois foi uru f::;to isolado.Espe:ramos que da próxima vez in oluara um eleme11to de Dela Vis ta nas pa truL"!ias. CÃ1iA..l1A Diga de elogio a po sição assUir.ida pelos ve- bon.J en11.. r. 1 1 to.. A cc .. c.:...t boo que o ·.;. !. há nobretuuo 'l • do e ir-cn to p.;.r l o., ° ' (J mão forte nu co:sue. objctivoo pro;o..:to. -~ ~ noa303 r:wJ.horco voto. i>. •~ • FELIZ e ventro;o A.O : V@» l do IRUCDA c A LI '. l o AUJADOR -·º q_uc noc ir:. o em lutas c Bem-aventurados anseios comuns,findo õshom de boa fé., com um HATAL sur: te feliz e coo e rr.clllores augÚrios o ano vindouro. SÃO OS VO':OS D.:. LISSES PITO DE AI 2; r~adoro3~na ~efesa de lm-, . lll.l.ldes cidadãos e da so- ciedade belavistense. Na tÍl ti.mn sessão. do ano tódos se :portaram con dir:idade,defen dendo as medidas cer tas e criticando os ·'.busOS .Pare.bens. 1.3 NASCEU O FtLHO . DO SENHO R! desamor e deposite a ---- esperança ... O zc% CONTE SErilPRE CCU A GENTE • ' 1 TRIBO ' SERRASUl MOV COMEN'I No dia 15 J>JJ. ,. h11da NATA LIA compl t ,u u 1 unmho, seu 1 J)tll' Hobt•rto Souza n() ,a C 'Tini organizaram uma bonita e alegre fest- 1,h.i. NiHllll:LI•: Ili/ Natalia recebeu eus convidados usando cltorn10 o vestido branco e tendo o d1i1pl-u ltl1nbc•rn l,1 dllt'll ('(lnlO d,•l:,lht•, doc•nho e outro distribuiram sacolinhas surr sas.balõcs, chapfuziuhu de palhaço. As criar t;as é que IJO~t.ara.111, f•zcram àquela festa com tudo CJUC ganharam. l'OR LA ví )indns e charmosas mocinhas usando 11 +J lindos e moderninhos, 11orci que a granc.lc malc rln rios modrlllos forom ac.lquiriúos cm l!nriz· ,Iodas. Umu 1••nça os gatinhos cada um rna1:. lindo que o outro. ., • r r Nancy <jll(' t•-;le l' a cargc do bom goto e criatividndt• di! Prof(' -.or:1 Ana L11tiu foi b stante elogiada, pevalec u as coes: Branco e amar<•lo. DELICIOSOS «decinhos, salgados, refrigerants foram servidos apis os parabéns a voc? {gostcso bolo foi distrl o • tetribu+mos as votos de boa f Deocleciano V J' corctlc., U. José Paulo D Careiro e flua.. B '. lllcrcado ;I h1k 1:, - D.!. Dep Delader Agi e fli,1 - CG r-:. cola Ester S•lva -- 13. V. f I ), I 1 r L< od,11r M Roa (Sindicato dos Trabalhadores da., lndú~trlas c;rúhcas). f)Pp. ÜIIC''1111 ele :-.fatos - c G Aba! Jallad- Secret Par! Go !o Etado e e. Evilasio Miranda e fli.1 - B ' Carlos Alberto Miranda -- C e; 1lc11riquc Gom(•s da S•l'a (Rotar) !1 '' rtllci'J n:a')- Cuiabi /l),1dlr L<H,bl - D. V. Geraldo 'Thomas da Silva Fatima do Su! . :!ar ceio Calv:u,o - B. V. G:illlll Jamil - P.P Posto Rio Apa e Posto Na.óonal - B. •. R~mci: Tebet e fita. - C,G. •fipografia Aquluauana - Aqu1dauana OL'putadu Ai mando Anachc - C. G. 1 S ANFTfHIOES Roberto eTánln nns,os nar~héns. !)C'ln artr de, Em receber, à fofinha Natalia. ncsos ot.s de felicidades, s ,·;:is - e ,. r. rn r:c. Lopes .a I .fat ! r,, - li ' ll r.t., IJ 111, ru Ju - 11 ' «Ocas Salomao e Madalena -- D. ' 1 Elaine Brum 1.3 ' Emparr - c G '>• Fct1 ., ,.:., c.!r rr .l,. !·.1.a, - ll. y Dr Fernando de Freitas, fli. -- Janus Zora, D :ri hui k ., ,. • J , 1 t, - e e; lOU I de purabens pelo rat o ;arotao dos olhe d,•., . J-:VA:-.:Dno s, l j,Ji" . !ti, 1 e [ z.: para:am uta diveriil reunião pera os doJos de E, andro. SE.AVIAM delicisos comes e bebes, e pata balançar; . ro11da um an!m:1ào som Parabér.s e rr:I '_ reda_,; de fl'lici,bdc, • e~ ~nt'cr.;anantc Tlio Jog" iomarn conhccimenio através da i:!'lprrn:;a, de que Corumbú e Lad:irio não ía· a.mt prte da lista das cidades brasileiras o/ • 1 ,1 h :r:1n1 ~ 1 ::n:tonun1ia polílica. nuto1t::>111ia q/ 1 • t'li! a' e'e do: 'c:. p/ as cidades be • i· • .. - o d,!)· .: :n:.nc...o Anacht. rcr,rc- sentante da ürca que ntrangc as cidades de e. rnmbá e Lntl!irio. na ,sscmbléia Legislativa. cnderc;ou mensagem o povo daquela fron· tr ,1.1, con:lnmanclo-o a se manifesinr, quer a,r,:l'és de tclcgr:1mus. quer atrn'és ele abr.lxo u!'~inndus, n fim de s€nslbilizar o Governo a estender essa autonomia àquelas cidc.des da fronteira. íl u (Brnsili::.) - Urnncl<> a Tribumi da Càma· r:1 disse o Deput:1do Rl,ben Figueiró: .. Cc h:i muito, o lllul:1r du u u do telefone forç:JJu a pagar a taxa de 30 sobre a ·n s menszis, toxa destinada ao Fundo Nacional c'c Te 1 ;.-c1.. 1nw11c.1".;õ:s. , 'ii, di.;cmo u •n~liàadc c:o cilad" Funllu. ~:•, t'OlDO a ):::ç5.o inteira s:il:c. que grnc;as a ele temos este gr.:nâio o e eficiente S•stem'l C•' Ccmu1:·c~cõc~ que propurcionuu, na cs:::i.b ie suas atiw:ições. uma alavanca para o d±. no'vim 13 cm)mico e sóciocultur! de ,_,, Pais. C que discuto é a cobranza ilegal da so br • . a de 30 :ipó, ,, prnzu àc 10 "'n~s cs l·l lrf."n> r.c':: Lei .J.117 de '.:7 ele r.go. 1 0 de '.' quud sc instiuu o FNT. . T. :: 6. ê7. Ô(' UG de iO'(:mbi·,1 de 17! ave rvr1o! por prazo indetemim1d cobnç2 e:,, FK'!' Li cxtra,·:1gantc porque rorrga o que a LEI n m:s consagra pelo 2ecuro d Tempo. "A nberturn poli1ica tüo anunciada pelo Chefe da Nação, têm que ser plena", disse 0 deputado, "é o de;ejo de todo povo brnsileir.>, esscncic.lmcntc pacifiC<J e bom, que quer votnr n" seu Prefeito. que quer eleger aquele Q-1:! rcnlrr.entc p•cencha todas as condições que pos· si,m cferecer trabalho, progresso e c:lesznvol· vimcnto para suas cidades", concluiu o depu· ·•clv. Rc:.lmentc, par•idus e poliiicos de todas as rC'giõe3 do país já vinham trabalhando no scn tido de proceder a eleição dos seus prefeitos, cm meio a salisfaçüo geral. E foi com surpre• 11 A pari ir desta última lei, a 6 .127. criaram se artifícios como o FND - Fl;ndo Nacion:,.I ele Desenvolvimento - que é cobrança por Dentro do FNT, pi:ra dar leg:i.lidade (?!) a esic. - ' Nih sn)isfcito. o Governo Federal através de verdaõeirn alquimia jmidica vem atravã, de Decretos Leis (como o que extin_:;uiu o rND e o produto ele rn::. arrccadsção pa;sou para " FNT), a tr:msformaçüo do FNT em r:?cUl'5'.J crdin:irio do Tesouro Nacional. cobrando :i 1:,alsinacia taxa que coru;litui numa figura tri• but.:r1a C<~úri.1, ilcgnl e inconstitu:ional. No é poSS1'el n coni•nu::ção desse les:i'. L., 1 so d<• j:i dcibilít.icio conlribuin1e brnstleiro scj:1 i;e_su:: fi:;i::,~ cu juridicn. :s mi!:: judiciais j impetradas m tcdo T:is. !rumas iá ccm sentença favorável a ile g!idade da eobrnnça do PNT, exigem do G<> 'C mo a suspensão imcà.iata do ileg::.l fun:io. Jl<l'.s c!c é c, 1:n° j:i se ;i[,rmuu um:i "sequeb auto.tri em nossa legilação". ' -, t ·.:.. ,·:,;; "r.-:_ -::. :;I l Eua cxt•n~üo re:11mentc é v:l.lica e ultr::.- sa para. muitos. que a.lgumas áreas con.sidera· elas ele Segurança Nacional, não conslaram dessa primeira listagem do Presidente João, Figueiredo. O dcput:it!o Armando Annche, em vista úo acontecido. já iniciou um trabalho de alto ní· 'cl, inclusive pretendendo reunir senadores, deputados federe.is. dcput.:idos estaduais, tanto do PDS como do PMDB, para juntos, solicit.a rcm at.:diência ao Chefe da Nação. reclam:tndo pare as demais cidades os bencfi::ic:; da Lei que devolveu a autonomia para todas !l3 áreas inclusive aquelas situadas ne faixa de frontei ra. Por outro lado, está eonclamando corum- "';:1" t"I e d, nece :i.r•o instnun"nto u, b:icnses e ladarenses :1 se organixuem e:: grupos, redigindo telegr:irnas ao Governo. p; curando sensibilizá-lo ne:;.se par1icular. Um trabalho novo está sendo in:o::.: pelo parlamentar corumbaense, trabafoo t envergadura que. bem coordenado, poderá;::. duzir os resultados que espera e deseja. O povo de Bela Vista e de Porto MUW..!: deve fazer o mesmo, pois não se jUS::!:C manter esses municípios à margem do pre ~-, d~mccré.ri::o. E~•~ Vista e Porto Uu:t':'.: vamos à lul.:!. , t·unca>J.u ""1 WJ'!./!?12) C.G.C. -~.F. t,'i 513.2U:<,1000l R,-,:-:s~r!l :10 Ca.nono º" ncu!OS é Du•·ur:1c:r:to! n." :l!i - . Jorn:ilista !'tespons:i·cl: IvalclJ Perei.-:i C!v!c tt i c: .. i!~. :1TP S n ° 14 O) A tr"7::-·-, tJl!:!•J H ''"".,l ..... '.L;<.;ut- (.iráftrt -- D' PROPIA -- Rut: da Rc;iúb:ica s/n - Beb ViSl'.1 - ~ Fone: (OJi) .,39.1410 - Cci.-.m Post:il • Diretcrz: :-faria Estela Velasquez Pere1!11 D p:t .. Circul:!çi'io: Elaine L. BJ"U'.TI RED.'TOR.-CHEFE: h·a!d0 Pereira Rcportzgens: joão Carlos Ve!as~ue:: ASSINATURAS De'± V.ta:..................10.000.0 Demais Manicipias: .......15.o0O FG7"D.DOR: h:1lclo Prrrir:i . C:n é:-::;ão da Rede B!:'ln·.,is:cnse ae ,JOrn!li.s L'c'u,. . T, Iteresenmnte acior±!: TTl CC!/±CACO': SEN. EaItie!o Pzul° Si si nus" r nes !?23.165;; . 22::.IGGO . Brasília (Dfl• rua4o ADO R1 c ABRA' Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº716_15_12_1984 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº718_29.12.1984 Voltar para a lista de itens