• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXIII_Nº743_13_07_1985

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PMDB UNIDO JIMIIS SERA VENCIUO
-União Democrática Vence Eleiçã<,-
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Toninho Xavier -·-Prefeito dos
Pobres voltará. ao Poder
O atual Presiden­
te da câmara Municipal de
Bela Vista, Antonio S11 -
ve!ra Xavier, disse ontem
a reportagem de a TRIBUNA
DA FRONTEIRA que "o Pre­
fe1 to dos pobres, o ho -
llle.11 que sempre procurou -
atender aos menos favore­
ctdcs, o Dr. El,y de Arau­
jo Barbosa voltará ao po­
der carregado nos braços
do POVo para assumir a -
Prefeitura de nossa cid3.­
de",
,.
I

Para Toninho
xavier "o povo não
é besta, nem sera -
iludido por prcrnessas
demagógicas, tipos -
ajudas e mutirões, -
isso que o Governo
do Estado está pre­
tendendo fazer em -
Bela Vista, o Dr.· -
El,y faz há mais de
quinze anos, sem
ajuda de ninguem.
Quando assumiu a
Prefeitura, no Gover­
no Pedro Pedrossian,
abriu o seu Gabinete
para os pobres. o po­
vo não esquece, o Dr.
El,y além de distri­
buir remédios, ali­
mentos, óculos, etc ...
fez l.t'11a brilhante -
administração."
"0 asfalto -
da avenida - prosse­
giu Toninho - o as­
falto do centro da -
cidade, o telefone, a
televisão, isso tudo
foi obra do Dr. Ely.
Ele nunca se negou
a colaborar cem as
iniciativas cc:.nunitá­
rias. Se há gente que
não gosta dele, isso
é devido a sua manei­
ra de ser, realmente
é mais chegado ao -
c"az.reteiro ccxn o po-
vo na praça do que can
os banquetes".
Toninho disse
também que "os e lei to­
res não serão iludidos
nesse negócio de poli­
tica o povo sabe o que
quer, aqui em nossa -
cidade o PDS está
tranquilo, unido, fi­
cou no partido gente
que acredita na terra,
no hcrnem, em Deus e
na liberdade. Nós, pe­
dessistas, tabem que­
remos reformas, agrá­
tr1butárias,
- . -~.,
econômica, e outras -
refonr.as, mas tudo sem
baderna e sem envolvi­
mento cem teorias es­
tranhas a nossa gente·.
Para ó povo ver até -
onde chega a cara de
pau, hoje vemos na tal
de Aliança
1
Canunista
1
A Chapa " U­
NLO DEMOCRÁTICA", -
venceu a cldçao, mas
nem por Isto houve -
ruptur, no::; qua'iro::;
do Pl-10!3. (J propalado
racha não aconteceu.
Presença ma-
c iça dos filiados, -
sem nenhura inc1dente,
nómalidade absoluta,
o PDB deu una l!ção
Ele cano deve se com­
portar un partido -
polÍtico na NOVA RE­
PÚBLICA.
Não houve -
vencedores e nem ven­
cidos. Apenas a ,w,,.,.
tacão de una nova -
tendência, mais li -
beral, mais aberta,
sem que isto implique
na marginalização de
radicais de direita -
até racista~ todos -
empenha dos numa
pseuda alina que
nada mais é que OPOR­
TUNISMO".
Finalizando
o presidente da câ -
mara disse o seguin­
te: "o povo h_lavis -
tense não é bw·ro -
nem ingênuo, não
adianta at.rar pe­
dras no cdidato
do povo - • ' DR. -
ELY DE ARAUJO t.·AREOSA
pois ele sera re­
conduzido á pre:'<?i­
tura nos braços io
povo".
LEIA:
HISTÕRIA QUE A
VIDA ESCRE!EU,
PAGINA INIDNA
{$$44 8 4~44 4
................................
outras corrnts, -
até m gmo a ortoto­
x.a.
A d!puta não
foi acirrada, espera­
va-e de 5 a 70,
CHAPA UIO DEMCRÀ­
TICA bteve 673, a
cutra Chapa 33%.
Adail Ferre!­
ra continua firme, é
candidato a candidato
a prefe1 to de Bela -
Vista, assim CCtllO o
engenheiro Ricardo -
Rosa.
/!a eleição
para a EXECUl'NA -
do partido, ta:r.be::l -
tudo transcorreu na
mais perfeita onin.
Seqas t1ão Zacarias -
Filho, o popular
"ego Zacarias" é o
novo presidente do D!
retório Mntc!pal, o
seu VIce é da'I Fer­
reira: Secretar!o SI­
dney Mascarenhas o De
legado á Corver;ão -
H:+ac1o H. D
Desde inic1o, ebc, .
t!o Zacarias trabalh
Ihou no sentido de -
vencer as elefçes,
mas não d[xar espaço
para que b-urgi ssem
rachas ou dsencon­
trcs.
Eh Bela Vista
o PNDB está tranquilo,
sereno, fim-e e parte
agora em busca de
alternativas para de­
scnvolver u-na políti­
ca azn0ssiva, ras -
leal, visando, as -
eleiçes de novembro.
~
PFL REINE-SE E ESTA
pronto para a campanha
Alguns Üéeres do PFL reuniram-se quarta­
feira a noite, na residência do empresário Rubéns
!)r- .rigues, cem a presença do Dep. Ar! RIgo e de -
uiz Carlos Nazareth, superintendente Regional -
do Banco d o Brasil, quando debaterem vários as -
suntos de interesse do partido, sobretudo as ele
ções de novel!'bro. Ari Rigo falou a respe1 to da si
tuação do partido no Estarlo e das possibilidadeS:
de .vit:Ória em 15 de novembro, quando serão reali­
zadas as eleições para prefeito 11"...micipal !'los ·mu­
nicipios descaracterlzaàos como de interesse da - .
Segurança Nacional e nas capitais. O dep. disse -
que"aqui e.'"!! Bela Vista, cano nas d e m ai s cidades -
da Fronteira, o PFL está co~ciente de sua força,
vejo lideres de destaque, o Dillon, Caehito, Fer­
nando, Claudionor, Ivan, enfim, nosso partido es­
tá ben representado e temos una mensagemn a levar­
ao' pbvo". Quanto a coligações, Rigo disse que o -
partido está aberto ao entendimento, "poderá acei
tar coligações desde que não seja ccm o Partido
Comunista". A reunião contou coo: a presen;a de de
zeras de pessoas, rrais una ve z o nane de Af ons o- -
Dillon mereceu por parte dos pefel!stas irrest:ri
to 1o / ser o candidato a Pref. ~:.Jn1ci al.

.+LA 1° A-M.
'I •
~
SERRASUL MOVEIS APRESENTA
C0MEN'T ANDO
ROTAHY O Jantar festivo realizado no dia­
;; pP-~o Gr('rnio teve como ponto culmlnnnLc
pqsse do Presidente do Rotary, Cássio
Jcc1ol 1 para o biênio 85/. bém o in-
gresso de novos companheiro •.
( 2)
7
l <'
(3)
(4)
( 8)
6
(10)
F O T O S
1- Presidente do Rotary Clube de Bela Vis·
ta cássio Accioli.
2- Ex-Presidente da Casa da Amizade Sra: •
Hepfer colocando o distintivo no novo so •
cio Sr. Haroldo Cavalheiro
3- Chefe da Receita Federal Sr. Lorett! €
possando o Sr. Nélio DiÓrio.
4- Casais Azaléa e Cachito, Gão e Tat!.
5- Dr. Cachi to em bonito pronunciar.:ento e~
noite de Gala do Rotary. .
6- Casais Abdalinha e Durvalina, Dillor.
0
t 1
1
1
Dorinha.
7-Dr. Fernando fazendo discurso de trans:=
rência de cargo.
8- Estela, Maruce, Casal Haroldo e Arr:ar:::~
9- Presidente do Sindicato Rural Edson !­
raes empossando seu filho Edinho.
10- Sra. Dalva Accioli, a nova Presidente·
da Casa da Amizade em seu discurso de po­
se.
-----------------------------------------
± 33338+33 $ % ·5%<3 <% °
* -:.:
±
3 LEIA NA ÚLTIMA PÁGINA, CVENTAI
jPOR NANCY, COM VÁRIOS FLAGRANTES DO BAILE
!DE REABERTURA DO CLUBE BELAVISTENSE;
fr _ E AI DA DIVERSOS COMENTÀRJOS, Dl-
;cAS, INFORMAÇÕES, etc ....
3 3+ 3/+ 3+ : é;3E838E:4«

a. - 7ii7i7i -
SUA RESrDENCIA OU ESCRITÓRIO MERECE Qllil.;lDADE ACIMA DE TIJOO. ARTE, REQUIITTE e * BCM GJSTO : ,,~ft~10S
GUARDA-ROUPAS EBITIDOS. COPA, CO7INA, N EIS FABRICADOS CM ADEIRA DE LEI e FÕRHC DURABlLIDADE
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t.i·.l,Í :.1 ll<lo f'flrHJC<i r-
r,:u normnlr<1c11L<', O
pMDD, na rc!ão, está
forL<·, unido <' acuon­
r.r.. E o Ernando Mar-
1 ln~ Dnrboan ~ o novo
prrRldr.nto do D1retb~
rio do PMllD.
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- rn pr ; ! Í ,1,-, -
mi ARA!'K!A par a
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De.de o Iníclo
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Afonso Dilon partu
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Prr, f'nJ o Muni e lr,,ll.
Vlurei com
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Existe .sempre
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·CIJAL·CIA

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CAhJ.OS liAZAf!E'I',
Sup,.:•int cn<ll nL• -
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BARBOSA, confir­
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FUNDADO
20/02/19'/2
Registro no
Cartbrio de Titu­
las e Documentos
n2 35 Redação e
Administração, e
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12.06.85 á 11.07.85.
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12.07.85. (Por'. !e -
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17.0/.BS (Port.tP oirr7/
85, de 18.06.EJ).
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01B8!1/85, 0e 28,06.8)
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0190/85, de 28.06.85)
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CARDOSO DA SILVA, re­
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84/85, o p.:,.r-tir de -
02.07.85 á 31.07.85.
(Port. N2 0192/85, de
02.07.85)
Ao Funcionário: AMADIO
SATURNINO QUINTANA RO
DRIGUES, relativos a;
período de 84/85, a
partir áe 02.07.85 á
31.07.85.(Port.N2
0193/85, de 02.07.85)
Ao Funcionário:ANTONIO
MÀRIO FELIPE DOS SANl'OS
relativos ao periodo -
de 841/85, a partir de
02,07.85 á 31.07.85.
(Port. N 0194/85, de
02.07.85)
Ao Funcionário:RAMÃO
OONCEIÇÃO AI11IRON, re­
lati vos ao período de
84/85, a partir de -
o1.07.85 á 31.07.85 -
(Port.N~ 0195/85 de
02.07.85)
Ao Funcionário:CÂNDIO
R0.'1ERO CUEVAS, relati­
vos ao per-iodo de 84/
85, a partir de 02.07
85; (Port. N 0196/85
de 02.07.85)
Ao Funcionário:EMIDIO
lEON, relativos ao·­
período de 84/85, a -
partir de 02.07.85 á
21.07.85. (Port. N2 •
0197/85, de 02.07.85)
Ao Funcionário:JOCI -
DA CRUZ LIMA, relati­
vos ao período 83/84,
a partir de 02.07.85
á 31.07.85 (Port. Nº-
0198/85, de 02.07.85)
A Funcionária: EVA -
F1..0RENTINO FERNA.f>IDES,
relativos ao pe.riodo
• de 83/84, a partir de
03.07.85 á 01.08.85.
(Port.0199/85)
Ao Funcionário :CI..EMENI'E
MARCOS LOPES BARBOSA,
relativos ao_periodo de
84/25, partir
(lJ.0/.f,' i,01.r.,,
(Fert.N 000/8s d .
o·u:.1., ,)
Ao Funcioár1o:L
CLEIR TORRES, me! +
• ii j
vos ao periodo de
84/8, prtlr d .
04,07.8 á 02.08.8.
(Por'.N 02OI/e, 4
03.07.85)
O RAMO ALAÀ, pra
e xercer a função de
tr:,..b;,.lh::.v-lor ílr,,çnl, .
na Secretria de VI.
;ão, Obras e ServIças
UrbunoG, i1 pnr lr
de 13.05.8', (Prol,
112 0171/8$, de ?.O,
_ 05.85)
o MAílCOS n IDE mo' -
para exercer a fur.­
ção de 'I'rubalhador
Braçal, na SecrctiÍ­
rla de Viação, O­
bras e Serviços Ur­
banos, a partir de
13.05.85 (Prot.J/9
0172/85, de 20.05.-
85).
O RONALDO GIMEIIES,
para exercer a fun­
ção de Trabalhador
Braçal, na Secreta­
ria de Viação,
Obras e Serviços -
Urbanos, a partir
de 13.05.85 •. (Prot. '
N? 0713/85, de -
20.05.85)
O MONCLAR ROSA -
CORREA FILHO. para -
exercer a função de
Recenciador, na Se­
cretária de Adm!­
niStraçâo, a partir
de· 06.o5·.a5 (Prot.
N.2 0714/.85, de 20,
05.85)
O AROLDO Mot-lTEIRO
DE AL!1EIDA, para -
exercer a função -
de Recenciador, na
Secretaria de Adr.li­
nistração, a partir
de 13.05.85.(Prot.
N2 0175/85, de
20.05.85)
O ALADY DOS SANTOS
para exercer a fun­
ção de Motorista de
Carros Leves, na -
Secretaria de
SaÚàe, a partir de
01:06.85 (Prot. 1?
0180/85, de 04.06.
85).
CONTINUA •• •
AUTO POSTO
*º GASOLINA
"", O SEU PON_TO : • DE
- ·',
. ,
DIESEL
CARACDL
llORR,Cll,R IA
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TROCA DE OL[O •••
PARADA OBRIGATÕRIO ~J RODOVI J · , , rRDHI , PORTO ~lllRT I :s;HO ....
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A MU!ICIKL DE 1L.-
1.f, r:-;·1 /
1J JVO SOflfllf.11/, pnra
exercer funçáo de
z]dor, no Centro -
Conuni LÓrl o, a partir
dr ol.OG,05,(Prot. H~
0181/85 de 04,06.8!.>)
DEMITJíl FUNC[ONÃnros
o fllncionÓrio: ·JOSJ'.:
hRONILDO ESPJNDOLA,
por rliopcnna nem ,jun­
ta cnuun em, 2.05. 05
(Prot.N 0176/85, do
23.0!.>.05)
o funoionÓrio: DIONI­
SJ0 HODH IGUES PEHEinA
por pedi do de • di spcn.
:.;aem,03,06.85. -
(Prot. N 0179/85, de
04.06.85)
DESIGNAR FUNCIONÀRIOS
o funcionário: ROGE -
RIO ESCOBAR, para
exercer a função de
zelador, no Centro
Comunitário, a partir
de 11.05,85 (Prot.N2
b177/85, de 23,05.85)
O funcionário: CRES -
cfNCIO FERNANDES, para
exercer a função de -
Fiscal, na Secretaria
de Fazenda, a partir
de 04.06.85 (Prot, N
0182/85, de 04 .06.85)
A funcionária: ESTER
LINA GONZALES GARCIA,
para exercer a função
de Chefe de Tri.buta -
ção, no periodco de
30 ( trinta) dia1s a
partir de 0107.85 a
+0,07.».(Pro..ii
0191/0,, de 2,00.
/l ') )
i a te4 t i
it e ns»e
OHAÇ7íO AO DIVJ!IO f S­
IU1'0 SNTi'O
DE
E,,p! rito :;,m o
voce que me esclarece
Ludo que Ilumina to -
do::i o:J c,,minhos para
qun cu aLlnJa o meu
Ideal voce que me cb.
o donl divino de per­
doar e CGqucccr o mnl
que me fazem e que to­
dos o3 instantes de -
minha, vida está com.1'­
go, quero neste curto
diálogo agradecet'-lhc
por tudo e confirmar
mal s una vez que eu
nunca quero me sepa­
rar de voce por maior
que seja a ilusão ma­
terial, não será o m1-
n1mo de vontade que .
sinto de un dia estar
can voce e todos os
meus irmãos na Gloria
Perpétua.
Obrigado mais
una vez ( a pessoa de­
verá fazer esta ora­
ção 3 dias seguidos
sem fazer pedido.
Dentro de 3 dias será
alcançada a graça
por maior dificil que
seja) ~licar assim
que receber a graça.
A.F.G.
....................
CÂMIRI É NO ÍCII
Autor- Comissão de
L·Ilação, Juso!ça
E Redação Final
PAHF:CT::H !/R 00'1/BS
A Comlscão -
de Lcgislaçno, Jus­
tiça e Redução F1 -
nul, da câmnra Munl_
cipal de Belu Viuta
Estado de Mato Gros
so do Sul, reuniu-
se na sala das
SessÕeG e usando de
suas atribuiçÕeG -
que lhes concedem
as leis; máxima, -
Estadual, Municipal
e Regimento Interno
examinando atenta -
mente o Projeto de
Lei NR002/85 de
autoria· do Vereador
Claudionor Rodri -
gues- Dispõe sobre
a fixação dos ven­
cimentos dos Pro -
fessores Normalistas
da Rede Municipal -
de Ensino;
A Comissão­
de Legislação,
apos estudo indivi­
dual de seus mem -
bros sobre a máte­
ria em parecer, -
onde submeteu-se á
aprovação, chegando
se a seguinte con­
clusão: que o Pro­
jeto de Lei Acima
especificado, e:
, ......
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. '
.. :, ,(
$°- 9
.· ;;,_;- .......
e
« «
s • si
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• fs } ' 3 i
. ~,..... . . '.
t,
%.°
.e
±r t -
p , -
141º EXPOBEL
DE 20 À 28 DE JUI}IO
• A MAIOR A!OSTRA AGROPECUÁRIA E INDUSTRIAL DE MATO -
GROSSO 00 SUL. • •
• GR.A.1-.'DES ATRAÇi)F.<i - OS MELHORES INDICES DE mlERCIA-
LIZAO. •
* PARA QUEM PROCURA O MEU!OR : EXroBEL. OS ~!EU-ORES -
PLANTEIS DA REGIÃO. MUSICA. ALEGRIA, celll:RCIO, ATl_lA
çôES, PENCAS, RODEIO, LAÇADAS. , •
ZO À 28 • DE JUU-IO - 14° EXPOBEL
·,. Cf,tr.:n•.t,t;;(,;/l,
b. LEGAL
C. JURÍDICO
:L!-i Cvl.CO:H,t,r:­
CIA Gli/ 1ATrCAL
A G:o·~ l ncõ.o­
op lnn favoravcl -
. -
men e a nprcvaçno
do referido Proje­
to de Lei 1'0 Püutn.
Autor - Ccmissõ.o -
de Leg1lação, Jus
tiça e Redação Fi­
nal
PARECER NI 008/6'
A Comissi:i..,
de Legislação, Ju ;
tiça e Redação Fi­
nal, da câmara Mu­
nicipal de Bela
Vista, Estado de -
Mato Grosso do Sul
reuniu-se na sala
das Sessões e usan
do de suas atribut
çÕes que lhes con­
cedem as leis; Má­
xima, Estadual, Mu­
nicipal é Regimento
Interno, e exami­
nando atentamente·
o Projeto de Lei ne
003/85 do Executivo
Municipal - Dá
isenção de pagamen­
to da contribuição
de melhoria, refe­
rente á pavimenta­
ção asfáltica, do
Clube Esportivo -
, -
a aprova;ao, cte-
ando-se a e , t n­
te conclusão: ae
o Proje o rJr, . 1 -
acima e.pecif. ado
: a- COSTITU! 'IO­
JUL b -LEGAL;
JIJfiIDICO; 1 - Êrí
concordncia t a-
natical
A Cor>! ao
opina favrav men
te a apr;.;v,ça do
rcfer1r1o 1 'of o
d Ln• e: j.- 'lU
n ·_:, :;• opcr do '11
• tor - c ir
de Legisluci
Justiça e «ed ao
Final
PARECER IP 00! '85
A Cc-,is. o
de Legislação. Jus
tiça e Redaçã0 Fi­
nal, da cimara Mu­
nicipal àe Bela
Vista, Estado de
Mato Grosso do Sul
reuniu-se na sala
das Sessões e ,san
do de suas at1.bui-
* PJRQllE DE EXPOSICOES RIO JPA - llEtA VISTA -MS
• PRO1OCO: SINDICATO RURAL DE BE!./ '!STA - All'll!ISlR­
CIO EDSON MEDElMS DE MORAES:
• OS MELIIORES REPRl'1DITTORES -H.TRIZES - ~'ELO­
RE - HiO!O E FEEA (PO- rol)
• PREPARE-SE PARA LI'! LEILÃO QUE MARCAR ÉPOCA E NOSSA­
REGlÃ0 .
* PARTIClPA('ÃO OOS MAIORES CRIJOORES 00 ESTJ0.
.._, PARA ESTE LEILÃO INAUGURAL APRESENTADOS ANIMAIS
rTE. •
• DIA 21 DE JHUD - roR OCASIAO DA RFALIZAÇÃO DA 14
9
EPOBEL. -
- -•- -- a
----------
quer na' . za IS
ás microempresas
min!cipais e dá o
tras provi lereis,
A Comissão de Le -
isla;ão, após es­
ludo 1n1ividunl ti,
seus membros sobr
a matér!a em pare­
cer, orue submpe"eu
se aprova;ao, -
cheando-se a se­
uinte conclusao:
que o Projeto de -
Lei acir~ especi­
ficado, ';a- Cons­
t!tucional-b-Legal
e- Juri <! ico-d- '
m c.ar rdància -
Grar.-.,_ •. ;;.l- A Co­
rr.i i;sâo, ,,pina fa­
voravelnente a -
aprovação do refe­
rido Projeto de -
Lei ~m pauta, não
se opondo em sua
redação.
AIJl'OR=tr.ESA DA CÂMARA
DispÕe sobre a Suple­
mentação de Verba ao
plano de aplicação do
exercício de 1.985
O Presidente da
câ:nara Municipal de Bg
la Vista-Estado de Ma­
to Grosso do Sul , usan
do de suas atributçGes
legais, prarulga a se­
guin te RESOWÇÃO.
Art.12-Têrmos da Lei
Municipal n2750/84, f1
ca aberto um credito -
suplementar no valor -
de $2.000.000 (Dois mi
lhÕCs de Cruzeiros), a
ser consignado na sé -
gi.linte Dotação Orça -
mentária:1.1.ol-LEGIS­
I.ATIVO- 01.01 -PRCCES­
SO LEGISlATIVO-Ol.01.-
001- AÇÃO lEGISlATIVA
3.120-MATERIAL DE CON-
Str•:O S 2. 000. 000
TO'PAL S 2.000.000
Art. 22-Para cobertura
do presente credito
suplementar, foi cance
lada a importância de­
$ 2.000.000(Dois m1 .­
lhes de cruzeiros), -
na seguinte dotação -
orça.'!lent.fi.ia:1.1.01-1.E
GISI.ATreO-Ol.01-PROCES
SO IEGISLATIVO-Ol.01.-:
001- ÀÇÃO LEGIS!A'ITVA
4. llO-Obras e Instala-
·ÇÕes $ 2.000.000
Total $ 2.000.000
Ar.3° - A presente Re
solução ent:-ará em vig
gor na data de sua pu
blicaç!o, revogadas as
disposições e ccntrá -
rio.
Antonio S.Xavier
• l;'residen,;e

M•IDI) QUER COLlCJÇÃO
As divergências -
entre PFL/PDB ainda não
chegou n Ueln V1uta, aqui
a aliança Democratica es­
tá f!nric. LÍdcres pecme­
debistno procuraram ou­
tros lÍdcrcs do PFL e -
flzcrnm a proposta: coli­
gação cm Novembro, o Úni­
co problema é que o PFL -
sÓ o.coita esta col:lgação
sendo cabeça. Evid•~ntc -
mente o PMDB não concon­
da. Ca isto fica descan­
tada, ,a possib111drnle de
coligação. SÓ se o PMDB
aceitar as regras do PFL.
Bn política tudo é possi­
vcl.
VITORIA
O nosso ir uonnante
no Diretório do l 'MDB dis­
se que Adail Fer: reira con­
seguiu uma brilhante vi­
tória. Disse tarr bem que -
Ada11 e Gão podE ,rão indi­
car o candidato do parti­
do a Prefeito ~hmicipal.
t
ELY
Tranquil .o, sempre
éan um sorriso nos lábios,
o ex- Prefeito de Bela -
Vista Ely de A aujo Bar­
bosa marcou pl"esença no
baile de rea nberura do -
ClUbe Belavi stense. Prá
quem não sab e, Ely é o
único candidato do PDS,
na fronteira,, can amplas
chances de vitória.
AVISO DA CHEFIA
Tod s os departa.­
mentggsist dal e ds
demais da Ri ede receberam
uma circula: r:
- A partir do dia
20 de julho só serão pu­
blicadas as matérias
A PEDIDO ap Ós o crivo
do Depto Cc mercial. Fácil
·de entender•: matériás pa­
gas,
Cor condanos ple­
nainente, te >dos. gostam. de
PROMOÇÃO, n ias ás vezes, - .
esquecem-SE i de que o jot'- J
nal vende tsua mercadoria:
ESPAÇO, ai':lnal papel,
tintas, fi:lmes, funcioná­
rios, etc, CUSTAM DINHEIRO.
• COliVJ.Jr.
E un verenalor
bolovlute:n:;c, do l-'i'·íDü
foi convidado a mudar
de partido. Seundo
inforraçes, essa -
posslb1lidndc existe,
tudo é questão de tem­
po.
cola de
pessoas, tordas bem s
clareciaas, o comenta­
rio :
- Se não houve
coligação, será certa
a vitória de Ely de -
Alraujo Barbosa.
Mas, outro co­
mentário: os votos do
PFL e PDS se confun­
demn; nesse caso ganha
o PMDB.
Enfim, na vc I'­
dade, o fiel na balan­
ça é o ex- prefeito -
Ely. Dizem que não -
é bicho papão, mas
que assusta, assusta,
QUAL O CANDIDATO DA -
TRIBUNA?
E o moço per­
gun tou, mui to na SUI'­
dina:
- Escuta, qual
seria o candidato da
TRIBUNA DA ffiONTEIRA?
A resposta do
"Chefe"
-Pensamos aci­
ma de tudo em Bela -
Vista, vamos aguardar
a apresentação dos
candidatos e aí então
nos manifestareioos. -
Isso nãci quer dizer -
que os demais candida­
tos não terão espaço
no jornal. Tudo será­
de acordo cem a Legis­
lação Eleitoral. En - .
tendeu?
REUNIÃO DO PFL
Foi quarta-fel
ra, na residência do
empresario Rubens Ro­
drigues, can a presen­
ça do Deputado Ari Ri­
go e do senhor Luiz -
Carlos Nazaret, a reu-
üão do Partido da -
Frente Liberal.
DEBATES
Fora debati­
dos vários assuntos,­
evidentemente que a -
ca'llpanha eleitoral me­
receu prioridade. Con­
firma a candidatu­
ra de Afonso Dilon -
l\Jnes Leite, não foi
nesta ocasião defini­
da a candidatura· do -
Vice.
QUADRO
Ari Rigo falou a
1 -
r.peito da ·tul -
situação do part1d0
ro Estado e !i€ou ta­
tL3fel'o com o cres-
cimento do PFL em
nos::a cicJade,
PRESE:
Entre outros
destacanos as pre -
senças de Gar,1.baldi
da Rosa; Leandro Aci
li; cássio Acioli; -
Claudionor Rodrigues;
Alvaro Pereira;
Idelfonso Loureiro;
Miguel Delvalle, De­
quinho Vasconcelos;
Carlos Alberto Oca­
riz; Fernando de
Frei tas • E1' AS • Ha -
r; lo.
iT it !":..:
Nazaret: r +:-o;
Afonso Dillon !':unes
Leite.
TRIBUNA DA FRONTEI
RA, O ALVORECER DE
UM NOVO TEMPO.
UERADE
Mais una vez
tc>dos se manifesta-
z:7#%7°
PFL está ganhando o
que o deputado Saulo
Queiróz chama de -
"espírito de corpo".
.Patente a preocupa­
ção dp partido em
levar até o eleitor
una mensagem de ré
e de trabalho. Mui­
to boa a reunião, a
TF esteve represen­
tada através do re­
portar João Carlos
e do redator rvaicto
A par ir de
gosto a Rede auen­
tara a irgem de to­
do::; o:, jomél.1!1, serão
distribuída l.500 -
Tribunas em Bela VIs
ta. Haverá distrlbui­
ç«o nos bairros, es­
colas rurais, e te . E
a carpanha de expan-
coNvEgrçio
Em Carpo Gran­
de o PVDB deu um
exemplo de como não
deve ser organizada
una convenção. Mui­
tas irregularidades,•
confusÔes, criticas,
enfim, deu tudo erra­
do. Venceu a Chapa -
de Harry Amorim. O -
resultado final acu­
sou: 20 nar,es para
Harry; 15 para Jua- •
rez e 9 para Valter
Pereira, isto para a
formação do Diretó­
rio.
WILSON
O GOVERNADOR
WILSON BARBOSA MAR­
TINS sentiu-se en -
vonzonhado com a -
«4
1

i
~-
'
° -
3
f
INFORMANDO
t
J__ COIEN,TANIK
pé tstma oranlzaç;ão.
E não é para menos, -
o prprio Governador
ve que colocar o seu
voto em una cesta de
lixo, o que é pior,
o teu nure nem cons­
ava na lista de ele!- s
tores. Falhas mal,
fnlhns.
E NÃO FOI
EXD:PLO
Em Bela Vis-
ta tudo transcorreu
normal.rrente, foi u
espetáculo de civis­
mo, ordem e respeito.
Isto é POUTICA. As
duas Chapas: Adail e
Sebastião •. Zacarias Fi­
lho, deram una demons­
tração de SERIEDADE e
RESPEITO. Isto é de­
mocracia.
'v!AIA
·--·- - -'-•
E nno fo_i cÓ
cm Cnmpo Cr:::nde que
ocorrer= irregulari­
dades, cm Recife, no
interior do Paraná e
no Rio de Jarneiro, a
barra pesou. Segundo
os "entendidos", po­
derá haver racha no
partido, can os des­
contentes rrudando de
sigla. Não acreditemos '(.
nisto, a ·unidade será
mantida.
A Chapa te eb
tio Filho venceu c,
67% dos votos, tuna
demonstração inequí­
voca de que o povo
quer mudanças, coa -
lideranças jovens e
atuantes.
JARDIM
Em Jardim -
venceu a chapa PIRES
., :~ r .soN- can ura pe-
DR. iiERAROO JAVIER BOCCIA MEDINA
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lli,11tl('S. su:1 hOl'll lÍ
1o1id:t l' sc·11s dL'lllt'S ai
1•ns e hL'III a l inhados.
0 perfume discreto
(Jlll' ('111:IIW'll d,• Sl'il n1r
Pº, l'Olilh inna o O
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hJ.11 o• .ll·p Jd tnp.1 Jn .1
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.• 1 li l'I•) Í, 111:1 d 1 ., 11 ...
te dl. hi 1 ,,. '; 'l'•l'­
l' 1 e 1 1 :1 1. i t' l :1 11<J
pen 1 ll lll<I. ',1 1 11 t 1•
1·:1-11i,, Ull,11'('1 d,· f,1 -
lar alvo com rlacao a
Sl'IIS <tlll ll"llll<lS (' svt
o is t n n•1111d 1 ;1, to.·' 1 1
. pl,1111):,-; ilS"',flf'l,IJ .11'1 {'l°I
'11:1 11·c·11tv. lnd1<s dl' ;11"
talos por screr consi­
derados i 111 i ,í1 <'is.
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r !'residente lru!ent.
l , Í l 1 ' ,. •l tl ' -
via aquela hotte ih,a
'• j I p·Í t ll .1 l d j ,,· l l l 1. (
tel ta'ér era Ih -
1,•lh<> êOJ,lw, 1dP.n 1,1.,­
no era per'cito, só
i",1!1;11,1 ,1 ,cll',ll'u1 dv -
lllll' i.1 Í-1:t,
t 1lo trans
rat{tu,
t ; t - ; l
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r• :, 11 d J.
lho srn!eu
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(l . IIUI Ili: 111'1 SLl\'IR
SIT.-SI. l:'1 Sll C'-. IK)<;J'flt\iX1-SI 'O: 1:,)'! 1 1'.\()
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hro· 1 t lk u ,·, ..
Registro C:n::w- n~ 52.!>~
1:;/'lll S.I' .. - 'i<ato 11
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- l.f111 - /LS
IC'<liçÕC'S <le terras. lcl'ant:tnC'ntos .-,1<last r:1is e fazendas, divisões de invernadas. Ratifica­
çãcr iunto ao 1:--;c:ru - SqTiço qual i fic:1do - rcspons:Ín•I t' t6rni1.o.
E.."iCIÚ'fORJt): Ru:1 C:ui:ihií IRO - 1'011c (flh-l t:,!l-12SR
RF.SJJ)l);CL: Ru:1 (',cner:11 O:=:óri0 12Rl - fone (nr,-) 1:;!l-lilS-
Ili:!, ' 1 ST - l'In GROSSO 1O SUL.
CANTINA
.. 1r.1 ruw:n ll 111.f 1:1 .J!IRill""
.'IBIISIE ,C;l!l:\'l·I. 1 'li !Hll 1'I::,
11 IU'GIn. l',C:,líllO PnOl·lSSIC1,I..
C\TI. l!l 't\.: PI ::-.Ili, F IJ:--;(110l.
~ '11'. R. ('C'l C:u1is:io - L?.53-.Jar<lit"-''.~
RODISBE
RODRIGUES
DISTRIBUIDORA
BEBIDAS
DE
LTDA.
ISIHl:C Ili. 1~1:1lll.S r;l:I_IJ.<; E 'TISS C'O'I CDEIRS PR Fi:S-11-..
'"91 Hl:ln 11 '11 IJiClR. l~l.\]'(1 REI,() .\Tl(CTIC. C1 SK;li( -
11 1.1 c;RJ "•.
. ---- -- - - . . - ·.- -·
ANTAR.CTICA
R!l
1
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1~1Fll ~IEnt llll'IS
N° I84- FONE - 25il-16l1
J.Rl1l'1-'!:>
1
- -- 1

Cont. e
(l)
í
(2)
e tando Por Nancy
(3)
(4)
/,)
ll-:l)
)

(11)
/,
FOTOS
1- Gerente do Banco do Brasil Orlando Marques, c
filho Renato e sua esposa Taci, o casal no. oca -
sláo camemoravam ani versá.rio àe ca.::;amento e fo -
ram brindados cem una linda seleção.
2- wiz Carlos Nazareth e Esposa Jandira que vle
ram. especialmente para a Reabertura ào Belavi;:
tense.
3- Prefeito Ildefonso e Marly
4- Também ccroo convidados Olímpio Cardinal e es­
posa Edna.
5- Dr. Roberval , Olga e Abrâo Zacarias
6- Ivaldo, cássio e Evilásio Miranda- RotJr·y
7- Capitão Brasil, Mareia, Carmen e Cel. Ellery
8- Dr. Ely, Aurea e Filha Arw Cl,.:,utlio
9- A bonita Simone Accioli marcando presença no
Belavistense:
10--Cano convidados da festa do Rotary, o casal -
TLbiriçá Loureiro e Olimpia.
• ll-Casal Luiz Carlos Rahal e Maruce, ela que -
foi bastante cu-rprlmentada pelo nat e até apa -
gou velinhas apÓs o parabéns a voce, na festiva
do Rotary.
#4 t 8 ~ 4e
8
NA PROXIl-1A SEMANA VOLTAREMOS CM MAIS
JIKJVIDADES, DICAS , tNFORMAÇÔES E 'X!IDlI'ÁRIOS .
....

# +
$t a -««
ENGENHEIRO CIVIL
RICARDO
DE SOllZl ROSA
CREA - 667 - D - INCRA - 76/83/CR
16.
PR(!ETOS DE. EXEOJC-J.O. SERVIr.ns TOl'O-
r,MFICOS. - •
DESE BRVENTOS. LOTEAMENTOS, FEDI
ÇÃO I;JE FAZElTIAS. ErC ....
REGULARIZACIO DE OBRAS.
,WALIAr.OES
ORCETOS
ESCRI;:i',RIO : RllA ~t-R IO 'A. -
DEN BOSH - 460 FONE 459-1366{067)
BELA VISTA- MATO GROSSO IO
)

..
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à -
fo -
3 vle
avis-
! es-
y
. no
I
w ionsois
SEG U N D O CID E R O
/1 MELHOR MANE IRA DE ACREDITAR NUMA CIDADE
E TRABALHAR EM PROL DE SEUS FILHOS. EM
BENEFICIO DE SEU . íRESCIMENTO.
HOJE QU/NDO A NOSS/ BEL/ VISTA COMEMORA
O 67° ANIVERSARIO, NADA MAIS JUSTO QUE
RENDER A NOSSA HOMENAGEM AOS PIONEIROS.
FAZENDO DA TRADIÇÃO UMA FORMA DE PERPE
TUAR os· NOSSOS VALORES.
A ELETRO SON TINTAS. VIDROS. -
MATERJAIS ELETRICOS CHEGOU
PARA SERVIR. ESTE É O NOSSO
PROPOSITO. PARA ISTO TRABA­
LHAMOS,
PARABENIZAMOS O POVO
BELAVISTENSE E OS EXPOSI­
TORES. ALMEJANDO SUCESSO
EM NOSSA CIDADE.
····PARABENS BELA VISTA"··· ».
688$84}48$4$ /%/%4048#t84%8$%
EELA' VISTA E CONGRATULA,ES AOS 0RGA
MI ZAORES DA I4" FXPOEEL. MAD "AIS GRA-
T l F l CANTE VER OUE OS SEUS FIL+OS. PRI-
CESA DO APA. ENCONTRAM- SE EPEIHALOS EM
CONSTRUIR O FUTURO COM
FE, PAZ E MUITO TRA­
BALHO .
OUTROS ANIVERSÁRIOS VI-
RÃO E TEMOS A CERTEZA
DE QUE ESTAMOS CRESCENDO
JUNTOS,
PARABENS POVO BELAVISTENSE
PARABENS EXPOSITORES
HORDONtS JOSÉ ALVES
NESTA OPORTUNIDADE QUANDO BELA VISTA
COMEMORA O SEU ANIVERSARIO. ENVIAMOS
AO POVO BELAVISTENSE VOTOS DE MUITA
FELICIDADE ,
AOS ORGANIZADORES E EXPOSITORES DA I4°
EXPOBEL BONS NEGOCIOS E SUCESSO.
AO POVO BELAVISTENSE QUE ESTE DIA SEJA
PRENÜNC IO DE UM AMANHÃ PLENO DE RE~Ll ZAÇDES.
"CONVITE lHH!
i3~~%~4
A CASA DO FAZENDEIRO CONVIDA OS PECUARISTAS BELAVISTENSES
A VISITAREM SUAS INSTALAÇÕES E COMPROVAREM A QUALIDADE E
OS PREÇOS DE NOSSOS PRODUTOS.
:::::PARABENS BELA VISTA:::::
HOMENAGEAMOS HOJE TODOS AQUELES QUE
EM TEi·1POS PASSADOS FIZERAM DE TUDO PARA
0 PROGRESSO DE BELA VISTA.
CUMPRIMENTAMOS OS HOHENS QUE LADO A LADO
TRABALHAM QUEIMANDO ETAPAS DO ESENVOLVI­
MENTO,
É O BRASIL COM A SABEDORIA DOS MAIS VELHOS
E A PARTICIPAÇÃO DA JUVENTUDE QUE HAVERA DE
dJNSTRUIR O SEU FUTURO DE GRANDEZA,
::::JOVINO GODOY::::
d+~48ti 4
CARACOL-tS

?P .. f : ri
..
#0
t4«#4##~pi4ti«6+#+4++~#i##0ti«#ti
t0+0t##4»###4«é#44s4+#0#60###4
NOSSA
SAUDAÇÃO
NAO PODER!Af"QS DEIXAR PASSAR EM BRANCAS NUVENS,
ESTA DATA TAO Ir-'PORTANTE E SIGNIFICANTE PARA
TODOS OS BELAVISTENSES.
AOS QUE FORJtRAM A GRANDEZA DESTA TERRA
COM SUOR DE SEUS ROSTOS, NOSSAS H0/1:NAGENS
E A CERTEZA DE NOSSAS L8'BRANÇAS.
AOS QUE DAO CONTINUIDADE AO TRABALHO INCESSANTE DE
PRa--'OVl:R O PROGRESSO DE BELA VISTA E O BEM ESTAR
E SUA GENTE, NOSSO INCONDICIONAL APO 10.
""PARABENS PRINCESA DO APA*"
CONGRATULAf"Q-NOS COM OS PODERES P0BLICOS, AUTORIDADES
LOCAIS, ILUSTRES VISITANTES E PARTICIPANTES DE MAIS
UMA EXPOSIÇÃO.
""""PARABENS BELA VISTA"""""*
..HERON OOS SANTOS ••
J MS
. ARDIM-
PAZ
naten-a!
. ,.
n ,- ••
~
@


FAI..8"0S COM ADMIRAçAO DESTA
"
" ✓
s
J$
(DITE QUE ENFRENTA TODO TIPO DE
+,
1
" o
"
PROBLEMAS PMA TIRAR DA TERRA O
3
" •
*
AI..WfNTO NOSSO, QUE CADA DIA " .r
" --'
"
"
CONSUM!r'OS, POIS SEM FAVOR
*

" ..
ELES r-'ERECEM TODO
t ' ·,
NENHUM
» ..

m
NOSSO RESPEITO. " "
l l,,, ~ 1
:
• •
$$4%444ti~ti44 # 440644444
• E.
Aqui plantamos: - •
a semente :
do progresso.
"!") <s '!d' z7
:::::::PARABENS BELA VISTA::::::
A PORTO í·luRTINHO -Vi$
*
*
*
*
00..E A BANDA SAIU, O PADRE REZOU PELO •
EN! ESTAR DESTA TERRA, PELO PROGRESSO, - *
PELA SAUE. PELA FELICIDADE, PELO Af'OR. . . •
*
MS NOS NÃO • QUEREH)S . QUE ESSE LIA DE
,õLEGRIA ACABE NO FIM 00 DIA.,, •
• DESE..W'OS QUE A ALEGRIA CONTINUE
ANOS AFORA E 0E_0 PROGRESSO DE
. .
-BELA VISTA CONTINUE SHFRE
CRESCENOO, , • ,


. PARABENS BELA VISTA
POR ESTA DATA MAGNA .•.
........................................................
.:PREFEITO JJSt VICENTE DE SANCTIS PIRES:
•·••·········••·•·••··········· .. ······ ....
QUANOO i'VIIS Ui'lA 'vf.Z, A CIDAOC SE PREPARA, CCM
RENOVADA EH)ÇÃO, COM A FINALIDADE DE C0'
1EHJRAR
lt1 AN I VERSAA IO DE SUA FUNDAÇÃO, QUERffOS PRESTAR
lllA JJSTA H(l'ENAGEf·i A TOOOS AQUfilS QUE CO-
l.AilOR.A8Al1 CONOSCO, NA i'iISSÃO DE _DIRIGIR 0-
.YIRDINAO f·VTERIAIS PARA C0NSTRUÇAO
NOSSAS HOENAGEIS AS AUTORIDADES E A 1OSSAS
s.4UDAÇOES A ILUSTRE CO:·HTIVA GOVERNAf·ENTAL .
JARDIM-IS
.PARABENS POVO II BELA VISTA ...•. ....................................................
JARDINÃO MATERIAIS PARA CONSTRUÇÃO LT~

I
1
.,!_.'
1 ,· 1 1; 1 • 1 ' 11 ' ,,, ; !I f •
BELI YISTI ONTEM E HOJE
i:'iUJIJ E'-iT/11111,1, Ili; J ', -
f. 2" Cl!/llJS f STI.I! Sll.1''.
1W:-; : UI IIV WI IHI. IIH1 -
CAI!- 8° ST'RI. OIU
MO.
111s1ó1c0
(l, f.opc-7., l(lll' -
ji havia tido papel prc
ponderante no povoamento
do vale do Paranaíba, cs
mulh:aram-se por toda iã
rcg i ,io su I do Eis ta elo de­
/,ht o (;rosso. ora fonmn­
oo 11Údcos regulares dC'
aldeamento, ora apenas -
fazendas isoladas,multi­
plicundo-sc desde os
C1111pos ele Varndn, llri -
lhnnto e llouráJos. en
trandó pC'los chapaJões -
do Ambai, até as cam -
mnhas do Paraguai, indo
finalmente um desses re­
bentos pioneiros insta -
br-sc nas regiões h;i -
nhndas pelo Jpa, ;ili for
lmndo fazenda de ado.
abri e I I.OJJC' z , -
que proccdi:Í tlc llo:1 'is­
ta, entre Vncaria e o
l!ri 11•:inte. era ccnro de
ivitônio·r-onçalves lla'rho­
sa: dei xanclo o sogro <'Ili
l.ba Vista, iniciou '·os -
al iccrccs de "Passntem -
ro",propricdadt' que, •. -
tempos depois, cedia • a
lgn:ício C'-onça lvcs B.,rbo­
sa; i nnão de Antônio, i -
nidando a jornada nnno­
às regiões férteis ~o -
/lpa, • : fim de a 1 i escc -.
lhcr terra elo seu gosto-
0', quc VCio a SUCC,Ôer TIO
ri hei rão "~bn iol inho" ,u­
n uentc do Apa, onde
fundou cst:óclccimcnto.­
nnis ou menos no ano
1S-lh.
fan companhia da
família. cuidando de no­
vs fazendas, não esque­
cia 'de manter contato -
rom Jtônio Barbosa, con
servando sempre aberta -
a estrnda que, segundo -
J.1!. Elliot. SC!,!Uia '"até
anorada de Grabicl Lonc:
que é f!Cnro·clo Sr.JtÔ -
nio B. situada para bai­
x da serra do H,racnjú
sobre o rio Apa. não
longe do forte arru.inndo
cb S..io José".
Dois anos dç- -
(l:)ÍS de ter instnlndo a
fuze1ida, cm 184S, Gabri­
el Lopez veio a falecer­
<lcixando à sua mulher -
lbna <;enhorinha ~1aria <ln
ronceiçüo, os cuidados -
Jc rn.,ntcr a posse que e-
1c íundara.
Terpos depois­
lbna Senhorinha contrain
rnípcias com José Fran
cisco Lopez , i nnão de -
G:ihricl, e que mais tar­
rle iria ter o papel de
grande relcviinci:i Histó­
ric:1, quando assumiu o
rompromisso de indicar -
:is forças brasileiras, -
então· cm luta com os e -
:--firc1 tos invasores de So
lano Lopez. o melhor ca­
minho para alcançar Nio­
aue, na r çt irada épica -
de Laguna. · • .
A invasão para­
uaia veio encontràr D.­
Senhorinha ã frente <ln -
fazenda por r,abriel. cu­
ja posse havia resgistra
cb "aos 11 de revcre iro-
de 1856. de colo o
() ll'/'lll:1!111110 fll)',.
lcn 1in ,d.1 .1 -
urra do Parai, o
exemplo de Gabriel Lo­
pe: e de los6 Francis­
o foi seguido por
1:irios Ollll'O~ Ç()fülli -
adores, distinguindo­
se entre eles .José Le­
mc llugrc•. o pril,l('i l'O "
se estabelecer, eruen
do a primeira residên­
cia onde hoje se loca­
liza a cidade de Bela­
'i st a ..
J partir de en
t:io, prova,·clmt•ntc do:
ano de l 8J.íl, t cvc i n i -
c:i o o clesc-nvo l vi llll'll to­
<la povoaçiio, t·om :1 chc.
ada de novos coloni -
zatlorcs, todos eles -
dedicados ao estabele­
cimento de fazendas de
criaç;io t• ngricul tura­
dc subsistência.
Escolheram, pa
ra ccntrnl i:ar o novo­
nÍtclco. o topo <la J>C' -
quena colina que mar -
gc-ia o /pa, 11clo lado­
di rei to.
Js correntes -
imigratórias compostas
principnlml'ntc de rio­
grandcnse do sul encar
regaram-se'. postcrior=­
mcntc. de completar o
povo:1mcnto de &la Vis·
ta. -·
Sohrc esse mo­
vimento imigratório; -
Vi ri i l_'l o Corre a Fi
·lho. comcnt,mdo o de -
·senvolvimento da in -
dústrin extrativa de -
erva-mate do sul mato- •
grosscnsê( declnr.1 que
"entretanto, ,woluma -
và-se a imigração es, -
pont;ine:1. riograndé11 -
se cm maioria de colo­
ni zaclorcs. a mui to dos
quais a própria compa­
nhia (referia-se aqui-·
o historia<lor. a r.om -
panhia Mate Laraniei -
ras que. por mui to
tempo monopoli:ou a -
i ndus tr i n cn·:1 tiva clc­
Ma to Grosso). faci 1 ita
vn os primeiros tra -
balhos pcnnitindo-lhcs
cstacionarci11 dentro da
ii rca !lrrcndad:L.
Vinha pelo Pa­
raguai, por terra qua­
•se sempre escapando a
perseguição elo casti -
lhismo.que lhe não da­
va quarte 1.
ílisncrsavam-sc
pela fronteira. desde­
Bela 'ista a Ponta Po­
rã, penetrando a pouco
o interior. como onda­
invasora".
Em líl de Jhril
ele l!l00, a Resolução -
n° 255 criava n Paró -
quia de Paz de Beln
Vista. com os limi tcs­
do já existente distr.!._
to pol icial, estabele­
cido por volta de 1889
O seu dcscnvol
vunento não sofreu s.!f
l ução • de continu idade
. tanto ass,.m que o -
é.ovemo do Estado, pe­
la Lei N° 502, de 5 de
Outu!Jro de. 1908. cria­
va o municipio de Bela
Vista, incorporando-o­
â Coman:a de Nioaque,­
com os m<;>smc, 1 imite -
do nistrito de pn:.
A mesma Lei
N9 502 elcv, a povoa -
çiio à cat<'g'oria de '.i - .
la ond ti w tu -
da a sed d t o mt
eípio. [is anos depo­
is, outra fi vesta!aal
de N? 519, de 2 de .Au­
lho de 1910. ri :i :i L' 1-
1n., r.:.1 dl' llc 1 :i ' i "t:1 .:, -
té ent.ao temo .Judicii-
rio e Nioaque, qual-
foi stalada cm de
'tnco de Ill. nor for­
ca do Decreto N !77.,-
diviso territorial­
<lc· Ell-1. o 'iunil'ípio JC'
lk•la 'ht:1 ap:1n•çt' t"JJl'l-
dnis distritos: o da -
sede 1111111 ic inal e o de
Caracol, criado pela -
Lei N? 659, de 2n de - ATI:
./unho <laq11c•lt· 11110,
Foi elevada a
cateporia 1k- ciJ:t,ll' c111
Ih de .Julho de 1918,r0r
força da Lei Estadual -
'-9 77 ?.. Im 31 de Deem­
hro <lc 19.,-1, Bela 'is -
ta apare-eia co111 o dis -
trito de igual .topô11imo
(sede municipal)e mais­
n iir' rnr:icol, assi111 ner
ranecendo até a <li vi s:io
1 c-ri·-i tor ia l de- 1056.
quando foi criado o dis
trito de- Porteira e in-
corpor;ando ao 'unicipio CI.P'A:
de Ilda l'i sta. C'ont i
nuou com a situação i -
naltera1i:> até 31 de -
.Janeiro de 1940, quando
foi extinto o distrito­
ele Porteira, anarcccndo
entau. Bela 'ista com -
o mesmo distrito . fi­
r.urantcs en1 '31 de flc -
zcmhro de 1954.
Em 1943, pelo -
flccrcto - lei federal -
n
9 5839. de 21 <lc Se -
tc-1'lbro. pnssou a consti
tuir nnmicipio do tcrrí
tório federal de Ponta
·Porã, C'ntrc mais seis -
do Est:i<lo de ~~1to r.ros­
so.
Segundo ao qun­
<lro anexo ao Decreto
cstnclunl N
9 583 de 24 -
de lezembro ele- 1<148 o
municipio de Rela Vista
.figura com trcs distri-
tos: o da sede muni.ci -
pal. o de C; ll'acol e o d­
.Jardim, este Último cri
ado pc-la lei ;"l> 11!'1. de
15 de Setembro de 1942-
com território desmcrt -
hrn<lo <lo distrito ele -
Bela Vista. ~ atual <li
visão tcrri torial e 'Es
tado. ncrdcu o di.str1t-o
de .fardim, que n..1ssou -
a constituir municipio­
dc igu:il topônimo. fi -
cnndo constituido dos -
distritos da sede e de
Caracol.
Sede ele com.1 rca
subordinad:1 os tcnnos -
judiciários ele Bela 'is
tn. Gúia Lemes dn La~
na e ,Jardim.
l flC' ,li. I ZJC'.iVl :
Localiza-se na zonn fi­
sior.riifica da haixada,­
limitnndo-sc com os mu­
nicípios ele Porto urti
nho, Bonito. Jnrdim e -:­
Ponta Porã. É ainda, li
mite intern:icional do:­
Brasil com :i P.cnúhlica-:-
do Parar.uai. •
J cidade de Re­
la "ista· é situada ã
maren do Rio Jpa, cn -
testando com a de Bela­
Vista elo Para_guai ,ela
,. 11!
l 1 ' • ' ' l" ! > •
dcnada« r!is.a
io a suites:lati­
twde S.2 s 1? e
longitude .r 67_2'
J:'". l•t r<•l.1 ·.'11i :Í l"I -
pital do Istalo, est­
localizada no muro S,$
tld,t qutl di•t;1 -211 -
quilômetros n linh -
1et;a.
Na sede runi­
e i pa 1 o ponto riais a 1-
to atinge I6l l''C',trOS -
acira do nível do mar­
coloc:mc.lo-sc. entre
as derais cidades mato
prosscnscs. em 50%1 11 :.
ar na ordem dr a I ti tu
de.
n ''tmícínio <lc
!leia l'ista nossui duas
espécies de élimas: o
tropical tllllido e o tro
picnl <le altitude. cs
tr úlrio10 na rcgi:io -
que comprende a cnco,s­
ta oddental da serra­
de '~1racajú. O períocln
das chuvas tem - Í!Hcio
geralmente cm .Janciro­
indo até /lhril com .:
miaior intensidade em -
Fevereiro e arço.
Os principais­
são os seguintes: o -
Rio Ana (em cuia'mar -
r.ein dircitn está loca­
li zacl., a e idade de Be­
ln 'ista). Período
que serve de l imite
do mllllicipio com Por
to lturtinho, Estrcli -
nha, um dos !')rincipais
afluentes do Apn: a -
Lagoa <>rande. situnda­
na íazendn Santa 'aria
0.morro Margarida.
ÃRF.J:
Possui uma ex­
tcn5ão territor1al de-
8970 quilômetros qun -
dr:idos. situado em 28°
lugar entre as demais­
colunas de Estado de -
'ato Grosso, do qual -
ocup:i cerca de n.68
elo território.
R 10! 11:ZA e:; . !MURA.IS :
Encontra-se -
no território:pedra
caJciiria, areia e ne -
dra para construção e
barro nara fabricas de
telhas· e tijolos, nn -
extrativa mineral. Ma­
dei ra de lei e lenh:i -
para corthusthel. na,­
vegetal: e 5paimente­
peixes, peles silves -
trcs e cria, no animal
1 ti
mor nutivtro quudt1-
do. 'aquele tetil.s. -
580 pe soas era 1 c.
1
.. •
xo t sulino !t -
eram do ferenino.
Ir reli.ao a -
or. a pomulaio esta
tlis:t1 Jh11c! 1 d,t .'-q'.11111 -
te maneira braos, 7,­
t654 mulheres ncs total­
de 15.614 pessoas. Pre­
tos:565 do sexo mICu -
lino e 558 do ferenino­
total i:.:rnJo -n3 lt:1bitan
tes: amarelos:2 homens­
pardos 30 homens c 30 -
nulhcrc•s ot1 scj:1 úc Ci0-
inviduos: havia 57 ha -
bitantes sei declaração
<lc· cor.
St'l'l!lldo a rei i­
J.! ião 8.156 homens e -
7.8<11 nilhc-res. nur1 to­
t a 1 ,lc ir>. O 17. declaran
<lo-se católicos anostó­
licos romanos; 199 habi
t:1ntcs ,dos qu:1 is 10"' :.
homc-ns e !12 mui hercs
protestantes;26 honens­
tot:tl i:.anclo .1.1. ri.,nis -
fcstar:111-se cspi ritas.­
.1 homc-ns budistas: l 1 1
n r+ ortodoxo 9 h •
1:•· •• , ... L : : 1 te'!e· ·r -
l •.: 1 l 1 • , i:-,. (1 ~•• 1:-,:
sem: elixi. h;aia! 81-
Pessoas. I,':- quais 53 -
homc-ns t' 2- mulheres -
finalmc.·nte scr.1 dccla -
ração rei igiosa cm to -
tal de 42 individuos. -
sendo 31 honcns e 18
mulheres.
Segun<lo.os dis­
tritos, a população re­
censeada apresentaria o-­
seguinte minero dis -
trito de Bcln 'ísta (se
de) 6,íl!)O lmbit:1ntes nã
cidade e ~.239 na Zonn­
Rural. J cidade de Bela
'ista, com 5.055 habi -
t:mtes do sexo mnscu -
lino e 3037 do fcmini
no.
P,RTIC11LiIUD.ílES E MO­
UFNTS HftST(TI ros :
t{o di:i ll de -
maio de 1867. tra,·ou -
se às margens do ,pa -
violente con.hate entre
as forças pnrnguaias e
brasileiras, essa Últi
ma iniciando. então a­
celebre retirada da l.lt
guna. Esse foi o locnT
onde as forças com:mda
elas pelo coronel Car ::­
los de Moraes Camisão­
quase dizimaram as tro
nas ele Solano Lopez,-:­
sob o comando do-lfajor
~!artinho llrbieta, qunn
do "as 11 horas do ciiã
foi repentinamente ura
cadn a linhn <lc atirn'.:'
dores do Batalhão n.17
de Yoluntários. que
marchava nn frente, -
por infanteria ininia
a qual se seguia uma -
füriosa carga de cava­
laria, que veio esbar­
rar contra aquele bn -
talhno. abrindo-se cr.
duas alas, as quais
<lesf.ilaram a todo ga -
• l one de lDTl lado e ou-
tro de nossa força,
I 1
. ,11 f.•-
ri . r ~
tt t dos ta p I
tu do tntrpido bit-,
!!, .,. 'l.
,lft 1] hria,
' tendo em bateria o
tre t lida.de,
!t· (ogo f'ICJltÍh-ro d,
granada sobre a c+La
ria paraguaia qu r
deixou o campo cheio -
de mortos e (e ridos. A
perda do inimigo não­
foi inferior a 0 ho -
r:cn,-: .1 no-.,,., ro i de 19
mortos e 29 feridos...
Foram erguidos
dois monumentos:;o pri­
r:c l ro. rm homenagem -
aos mortos brasileiros
no çrn·1ln t <' l(llC' os pa -
raguaios dnninara111 <le
"iih-de-óna", que sig­
ni fica ''Nós acabamos''­
está situado no cemi -
tério de Sua Doce. Io
cali:ado a dois K da­
ci<l:.idc de Ucla 'ista
co s:.-gundo homenagem
a0s 97 soldados para
g11aios que pert'ccram -
11:.ic111elc combate :i 1. -
0 metros da cidade­
mas imediações de Á -
,.,, '.)()((?.
BEl/1 'IST,:
------
1 1
1 ' 1
Falar sobre a
sua história seria
dissertar sobre a san
grcnta epopéia da Re­
tirada da Laguna:revi ,
ver a ncr!Ória sagr(lcfi
de José francisco Lo­
pes. fi gurn hcr i 1 elc­
denod;]Jo guia. scria­
tra:er à nossa 1;icntc­
a vida pretérica da -
queles- bravos scrtn -
nistas que aqui apor­
taram. nlantando o
primeiro marco de una
ci,:ilização que hoje­
se reflete. 1;iajestosn
nas águas cristalinas
do histórico Rio Apa.
"Oh: minha ri
sonha Bcln Vista. ben
dita Canaã. Terra ~o=­
ça e apetecida noiva­
do sol e das flores.­
cm teu se-b .de loite-
e de r.:el. acolhe o di
::er sem ativo , a pro
sa rnde a Lrase chã -:
dctodos nquclcs que -
te amam" Eis ur:i mi - •
núsculo restm10 h:istô­
rico sobre você Bcla­
Vista,
NATIJREZA:
Lei n9 i72 de
16/0í/1918 - Emanei -
pação políticJ. e adni
nistrativa (comenora­
se no dia 20 de Ju -
lho); sua área 4. i25-
m2 e tem a populaçno'
de 15.606 h:ibitantes.'
Fa: divisa cc:n .Jnrdm
Antônio João, Caracol
Ponta Porã e Repübli-·
cn do Paraguai.
PEOJÂRIA:
Continua ...

Paralé
»»# t i$00#«44#64«se0pi # t%- t# h

s
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. : NESTE 20 DE JJLHO t,, , 1 t e Pi
BELA VISTA.
;
NESTA TERRA PLANTA'OS AS' SME' O
FUTURO. A COLHEITA SERA. BOA, !G
éi SEU POVO ALÉM DE TRABALHADC!,
E JJSTO E IDEALISTA.
PARABENS .BELA VISTÃ
PARABENS ORGANIZAOORES DA L4 ~ E.Xr·: ~í
1
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3
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li
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R'd " " ..
HO..E QUANOO BELA VISTA CorErDRA O SEU ANI­
VtRSAAIO E REALIZA=SE A 14! E)IJ'0BEL
IR/1c'IN.AfO-NOS PS FESTIVIDADES E FESTENOS
JJNTOS COM O POVO ESTA DATA MAGNA,
•PMABENS BELA VISTA
PARABENS EXPOSITORES ..
En'1ILSON BRUM ESCOBAR
E PÉRICLES BRUM ESCOBAR.
"'"'
,, 1
e: .,
tfSTA DATA HISTôRICA, ESTAMOS • JJNTOS AO
POVO E AUTORIDADES PARA FESTEJlR E CON -
TRIBUIR PARA O PROGRESSO DE· BELA VIS-· •
TA, •
A CADA 1"ETA AºrINGIDA. A ESPERANÇA DE -
NOVOS 0B..ETl TJS, TRABALHANOO DIUTUR -
NMNTE PARA AVANÇAR NOS DEGRAUS DA -
CONQUISTA. ~-~V
ESP0W'ílS QUE: TODOS PARTICIPEM •
OCSTA TAREFA·: CONSTRUIR UM - -a
CIDAII MA.IS PROGRESSISTA E ~ ''
MAIS JUSTA.
PARABENS PELA VISTA •
PARABENS EX!?OSITORES
00. MANOEL RODRIGUES NEGRÃO
E cm DIN.A!1lst1), cm (fNTE II FE E cm
DtDICAÇÃ0 QUE SE CONSTR0I O OCSENYQVWENTO
E U'A CIDADE.
fOSSA OO"ENAGEM AOS TRA!W.HAOORES, A T0OOS AQUE­
LES QUE LABUTN1 DE SCX.. A SQ DANOO A SUA PARCE­
LA !~PORTANTE PARA O PROGRESSO CE BELA VISTA.
·Felicidades
NÃO POffRIN'OS PPSSAR EM BRANCPS NUVéNS, ESTA DATA TÃO
lli'ORTANTE E SIGNIF.ICANTE PARA TOOOS OS BELAVISTENSE.__
AOS QUE FORJdRAM A GRANOCZA IfSTA TERRA COM SUOR CE
SEUS ROSTOS. NOSSPS HOt'ENAtENS E A CERTEZA CE NOSSAS
LEMBRANÇAS.
AOS QUE DÃO CONTINUIDADE AO TRA1W.HO INCESSANTE IE
PROMOVER 0 PROGRESSO II PELA VISTA E O BEM ES­
TAR E SUA (fNTE, NOSSO INCONDICIONPl-APOIO.
PARABENS PRINCESA 00 APAI 1 ! .
CONGRATllAri}-NOS ru1 OS POifRES PÜ!UCOS, AUTORIDAIIS
LOCAIS, ILUSTRES VISITANTES E PARTICIPANTES DE f'VIIS
lffl E»'OSIÇÃO.
PARABENS PfLA VISTA
JArD IM-IS -
........... ,,11111••···••·••

J
t0labora ano do Ntuuo' fG«
0vni tarte!to forra,
/ " r, 1 d ! , 1 H
1
U 1 1 '11• 19 1 -
? 6rau ter S] V,!, BELA VISTA DE ONTEM .
BELA VISTA DE HOJE .
Em Ia1 o Capitao
espanhol Juan Caba lero
atravessou o Apa com 1o
soldados e fundou o forte
Sao José, onde hoje é
ela Vista. Em 19 r!e ,Ja­
neiro de> l 8'l2, f ,ii derro­
tado e mor to, e combate
o fnrt.n foi azarado pelas
tropas sob comando do I e­
nrntu francisco Prado.
0 s Lopes que já­
haviam tido papel prepon­
df'rd n te no povoamento do
Vale do Paraíba, espa -
Iharam-se por toda a rc­
qiao-sul do Estado de -
tlato Grosso, formando
núcleos regulares de al -
dcamento, ora apenas fa -
zendo, multiplicando-se -
desde os Campos de Vaca -
rias, Rio Orflhantes, -
Dourados, entretanto pe­
los Chapadoes de Amambai,
íl t;; as campanhas Para - -
guaias indo finalmente des
ses rebentos pioneiros -­
instalar-se em regioes -
banhadas, pelo Pio Apa,­
alí formando fdzendas d~
gado. Em 1840, Joao Ga
bríel lopes fixou resi -
dência no lugar denimína­
do "PETI RO", a 12 1 enuas
do Ara, onde faleceu. Em
lB50, forças Paraguaias •
Invadiram o territõrio -
aprisionaram e o condu -
zlram para llssunçao, fl.ona
Senhorinha vi iíva de Joâo­
Gabriel· lopes, e seus -
filhos, tambem os mesMOS
destinos tiveram os mo -
radores de 12 casas que -
já existiam na "MACHOPP_q•:
Os invasores vieram sob -
o comando do Coronel Ras-:
quirn, depois General ... A.'
fat.ilia Lopes pioneira de
Bola Vi,ta, decnden -
te• dr /1ntor1io Lonrr., -
ni1 ~ e. 1 do e Piau í , 11 i­
na Gerais, upoe-se­
que ele tive,se qua -
lro filhos: Joaquim, -
Gabriel, José Francis
co Lopes e doao Ga -
br I e 1. ''as silo conhc­
cidos apenas três; do
aquim, Gahrírl e Josi
Francisco Lopes.
Depois riu i n­
vasa o e aprisionamen­
Lo das famll ias :ria -
chorrn llelil Vista fl·
cou abandonada a te -
1'172, cm oue foi f"ir:
mado do Plo pa, co :
molimiteentreos •
dois países, o povo -
mais confiante, passou
a povoa-lo sendo os •
seus primeiros hahi -
tantes, ainda Lopes -
(sobrinho), os Barbo­
sas, os Ferreiras, os
Pedras, os Loureiros,
os Escobar e outros.
Bela Vista es
tã situada a margem -
direita do Rio Apa. A
sua população, ê cal -
culada em quatro mil­
habitantes e o munici
pio, em 1~.nnn tem -::
uma superfície de
10.nnn quilometras
quadrados, calculada­
mente.
Gabriel Lopes
que procedia de Rela
1/ista, entre Vacaria-
e o Rio Brilhante, -
era genro de ftntonio­
Gonçalves Barbosa, dei
xando o sooro em Bela
Vista, iniciou os ali­
cerces de "Passatempo"
propriedade que. o -
Existe .sempre
-CIJAL.
noseu
caminho.
• 1
VEI RO,
-.
PARAJI. COl, SANTANA,
KO'M B 1.
S-.E-M·PH.E
l ll'í)O rlq O 15 C r11 1 à -
Inacio Gonçalves [!ar
hi,,1, 1 rt -J'l tf,, J1it 1Jrti 0
lltl( Íilll!JO ,) JU'll<ld,t ru­
mio a reqiao f@reis do
Apa, a fim dt: a I i •!SC n-
1 her, terras de se
gosto o que vrio suce -
der no flibci rdO "l'.on jo-
1 indo" afluente do Ap~
ondr fundOU o estabele­
c 111rn lo 111a is ou nrnos -
no ,mo de 1r
ún co111pan1t ia da
familia cuidando da no­
va fazenda, nao enuc­
cia de manter o contato
com Antonio llarhosa con
versando sempre aberta
a estrada até a morada
de Gabriel Lopes.
!'ois anos de -
pois, ter instalado a
fazenda de 1A, Gabri­
el l0pes, veio a fale­
cer, deixando a sua mu­
lher dona Senhorln~a -
11aria de Conceiçao, os
cuidados de manter a -
posse que ele fundara ,
tempos depois dona Se­
nhorinh~ :ontrairã nú­
pcias com José ~rancis­
co Lopes, irmão de Ga •
briel e que mais tarde
viria ter 6 eapel de •
grande revelancia his­
tõrica quando assumiu
o compromisso de indi­
car as forças brasilei­
ras, então em luta com
os invasores de Solano
Lopes, o melhor caminho
para alcançar Nioaque -
na eroca, da retirada -
da laguna.
A invasão Para­
guaia veio a encontrar
Dona Senhora a frente-
d 1 fazenda fard rJ p r
(, ,l·rl<'l. , 11 J P' .. ,,_.
1
• -
via renitrado a5 l]­
de Fevereiro de 1+4,­
de acordo o o re;ala­
men .o, em [F, ermi­
nada a ouerra do Para -
quai o exemplo de a -
l>riel Lopes, Francisco
e de José Lores foi e
guido por virias ouros
colonizadores, distin -
Pulndo-se 1ntre elfs -
José Lemes Bugre, o 19
a pstabrlPcer. prguendo
a 19 resldPncia ~nde -
hoje se localiza Bela -
Vis ta, exa ldmen te nó -
ronto ondP futura,~rnt•
foi construido o atu.•I
_ destacamento poli -
c ia l .
A partir de­
entao, provavelmente·
no ano de 1870, teve­
inicio o desenvolvi­
mento r'a povoaçao, com
a chegada de novos co­
lonizadores todos dedi­
cavam a estabeldçimento
de fazendas de criacao
de gado e aqricultura­
de subsistirtcia esco -
lheram para centralizar
o novo nucleo, o topo­
da pequena colina que -
margeia o Apa, nelo -
lado direito.As corren­
tes eMigratõrias com -
postas primeiramentp de
Piograndense do Sul.
Em 10 de /lbri l
de 1onn, a resolucao -
NO 25, criava a Pãro­
quia da Paz de Bela -
Vista, com os limites­
do jã existente l'istri­
to Policial estahelPci­
do ror volta de 188
0
.
0 4enol
sfr o .olu. o
tira'+de t±rt
'Gu o Jverro,
rondo-t
Moa'que, to' o a
limites do di,'rit» da
Paz. Ar "o Lei n92-
cJ,, 01 de ílv'•,bro el v
a pov0aça0 de ateuor ia
de 'Vila onde fiou si -
tu3da a <cede d
pio. Dois anos dep !$ -
outra Lei Estadual te-
9 9 de 20 de u!o -
d[• Jcqn, cri J a o ra
de ela Vista, ate en -
t o tero Judiciário de
11ioaqi.e, tl ,, 11 toi ins
ta l,H1o <" 1 •i d,:, f'.l rC<J -
de 1911, por forca do -
Decreto n? Tí'rr1 ter ia 1
de 1o14, o municipia -
de Bela Vista apare. eu
e o·, 1 ; d i , t ri tos • o -
cJJ (" I li mnicipal, " o
de f sol, cr1ado ,ela
Lei 549 de 20 de -
julh< doque1(' ano. roi
clev.drl 1 CategorrJ de
c idade e I6 de junho -
de 11, por forca da -
L,.i 77?. El'.1 31 de de -
z1•:.ibró de 1934 desapa -
recid com distrito de
igual top@nio (sede -
rtuni c 1 pa l ) e mais o de
Caracol, assim pera -
rccendo atea divisao­
t, ,·ri tõrinl de JO?f. -
C'u·r:do o [listri to de -
CLra•ol passou deroni-­
n,r-o distrito de Por­
teira incorporando
~ir.da o distrito de Be­
la Vis ta.
Em 31 de dezem
bro de 10A0 quando foi
extinto n distrito dr
CIJAL-CIA
RUA.- DE
UM CARRO
JIHDINENSE
VOYAGE,
DE
FUSCA, SA-

·o KM- A SUi
. ,
,AUTOMOVEIS
. . -
• • l-,. .. .
E VENDEDOR
ESPERA.
LTDA

do -
: 1 S .,u
li' 1 '
• + ral de
ex!n-
do io Fede
. µ l,1 ', •I 1 s -
l ,,, l ttJr: l O
n S, ±do em l
de De . o + 101,,
foi reiorporando ao -
Estado de M'ato Gr0,so,
tO ! à te ta ira ante-
rior de desremtramenta
Squndo o quadro anexo
ao Derreto Estadual n9
533, de 24 de Dezembro
de 1º6' o l!ur1ciplo fi
QlJrô :ur,1 três di s tri
tos, o da Sede Munici
pal, o de Co, Jcôl (o>·:­
teriornente Porteira)
e o de Jardim, este
iil titio criado pela Lei
NQ 119 de 1 J de setem­
bro de 1a4, com terri.
tõrio desmembrado do -
distrito de Bela Vista
Em 1948 foi acrescido
o distrito de Campes -
tre. .
En 1953, per -
deu os dist.ri tos de -
Jardim, e de Caracol a
ca tegoria municipais.
Finalnente em 1964
perdeu o distrito de·
Canrestre, quP junta,­
mente co:n a ((;J. Pen­
z0, perterente os mu­
nicípios de Pont.n. Porã
forma atualmente o -
municipio de Antonio -
Joa o. Co•1poe- se ainda -
dos tern•os Judiciários
de Bela '/ist, Jardim­
(jã elevada a comarca­
e ainda nao iostalada)
Guia Lopes da Laguna e
Caracol. Pela lei N9 -
544
0 de 04 de Junho -
de 19F8, o nunitipio­
de Bela Vista, foi con
siderado de interes e­
de Segurança Naconal.
Nao se ten no­
ticias concretas ~uan­
to a origem topônil"lo -
do municipio, Presune­
se entretanto que ais
denominaçoes seja pro­
veniente da localiza,­
cao do forte de Bela -
ijista do Paraguai, er­
guendo na cidade mesmo
nome, fronteira ao lo­
cal onde se encontra -
hoje Urbe de Bela •Vis­
ta. Entretanto, nada
hã de positivo sobre -
tal assertiva. Os fi­
lhos de Bela Vista sã
chamados de Belavis -
tenses.
A Ponte sobr
o Rio Cerros ê o frut
do esforço conjugado­
Senhores:Alvaro Masca
renhas e Irati Ferre
ira da Costa. Prefeit
do Município e Vice­
Prefeito de Vila Cara
col respectivamente.
Como não po
deria deixar de ser,
inauguração de mais
esse serviço publico
de gestão Alvaro Mas­
carenhas, foi motivo
de jus to realizo pa­
ra a populaçao que ha
bitava na vi ?i nha 1 o­
ca] idade.
CONTINUA .....

*PAP./IBENS•
O PPEFEITO 11IJN!rIPAI nE ntHO~llO ,Jnfin,S[II
TE-SE Jll!l'ILílSO PELA PENIZAÃO B 1O EXPBEL, 1CO-
t'II.IO~ í'/ PUJAN(II BEL/VISTENSE. •
HOJE 1 EXPOBEL E () EXF'1PLO n11 CílflPETPI -
CIA E DA FIRA DO HO'E'' PELAVISTFNSE; SIGNIFICA SOBPE
Tl'n<l P. 0FIP'.W'.ÃO íJA CAf'/IC!ílAOE DA GE'ITE F
0
ONTEJl?IrA -­
rn /ICE !TA" E VENCEP OES/IF!OS.
"IESTfi íllTI Cíl"f}'ílí'~-5E O ANJVEOS/(OI() l'JE­
D POIJO NAS PRl'r/lS • /J SE''BLANTE FEL 12 OE -
SABE O OUE QUER.
E BEL/1 VISTA CA''IWIINf'íl. E Cl!11NH.~!•ns -
~ UNTOS •.
~ PA
0.ABENS BELA
11!ST/I
e
PfiPIBENS EXPOSITODES
P/IPABEIIS BELA VISTA
PARABEHS ORGM! 1 ZADO·
PES OI 14Q EXP9BEL.
DR. JOELSON 'RTI'EZ
1
:::,;. < .: r~~~------:===============:::::::::::---t-----------------.:,PE~l~X~OT~0:,:,. 1 :2'-,s±·)'
I
r ~?}}j :
• 1 - ·
.•. ·..-·,
. •'
.,
OSHALD" DE ~ATOS- P?EFEITO ~INICIPAL
IIOJ( A 1/l'IJt rr, LIL,,
1/ISTU,SF ':18flA COI r, r-u, 1/r.
rM rE !'AI<,
1J 'A [YFOflfL r .
f'ESTEJA O fl'll VEPS/Í!l IO [ll m.
VISTA.
A T/11'.Jfff1 DE C0',5Tfilq,,
"W CIDME ''IS JSTA E MM!­
PPOSPEíll CO', rH,U/1. ( A Ui'1rl­
tfül[)/CE r,, rILOSOl'IA <;:,j'r;Jr;A.
H/1. r,- f"iOS, PRtOCllP/IJf, CIJ:' ,
TEPPA E CO!' O iiOl'[I'.
,MITOS SO!'OS 11/IS -
FODTES. / COMUI, 1 DAOE sor•os -
1n0$ 10S..
..'3n.4°
/
•. / ·,.
,.
A PPEFEITUP/ 1•n~
11r.JPAI. DE PQDTQ ''Ull­
TINHD. ATDAV(S DE (1 PREFEITO NELSnN IBEIPO FEDES
PAPABENIZA TODOS AQUELES QllE NM l'EDIPAl•I ESFORr.fS :
PAP.A OLIE
4
F.XPl'IBEL SE Tf'ID!'JASSE !J11A PEAL l[)Al'E.
EVIDENTE QUE A PEALrznrÃO DA 140 EX­
POBEL PF.PPESE"!TA ur• ,~11°co PIPOllTANTE PAPA A NOSSA -
PEGIM.
PAPABPIS 8ELAV I STENSES
NELSON PI BEIRO FEPES, P
0
EFEITO l·lUN I C I PAL DE PODTO l'UflT INHO-IIS.
*
9 *
------

O INC
11A-PP.OJETO Ft:'i! :~­
PIO Jfl?íll' rtUIP?JllENTA A F,l,!'l·
LIA BELAVISTENSE PELA D[.!ILiZ/ •
ÇÃO DA 14Q EXPOBEL E PART!Cl?A·
ºDOS FESTEJOS ALUSIVOS A8 E- 9
ANIVEP.SJI.P.1O DE BELA l!SiA.
A ElCPOBEL ll[PllESCiíA -
NÃO SO UMA CONQUISTA DOS BHA -
VISTENSES, !AS TA'E!! SIGNIFICA
U 1AC IMPORTANTE NO DESEN.CE
VWE'-!TQ ºEGIOM/L. E SP.IPL [1(;5 -
NOVOS TH'.POS QUE O r•:UN!CIPIO !:>'.
PEP1'1Et{TA CO'' ll. U!<i!M DE TOílOS­
'' TONO DO BE!! C!'UM.
BELA VISTA GALGA n::GDA·
US JP
1POPTANTES PU!I) AO cr'ESCl!'í:
TO, TORNANDO CONCETO O RESULTA­
DO DO TºAS/LHO DE OUE~ 'ALO?:V.­
O HOl1E'! E QUER CONSTRUIP Ut'..:. c:­
Dl!:E '.'EL!-!OP.
D. MIA!O VERNECE ":-
RA~~~ PODDJG!JES - EXECUTOR DO •
PP2TO TU:IIO JI.

A .
Zt,.
BELA
(,
llUJp
, 1 S-
fJ.
A-
l A
uO•
l
1
BELA VISTA ONTEM E HOJE
L+ola Itadual de 1 _
aau Prof? 'era úuima -
me Loureiro,
Rela Vista 'f,S, n0/5 -
hunas de 7 e 8? série-
1111<., - l'e,;pc•rt ino.
- Antónia '1rtins Mendes
- C.hL'Í J;1 <:arria llalt.a.
- J.dn11 l'i]ns Jlo:rs.
- l'.ro I t ides Caceres.
- .lo;ma Prc N. Rorero.
- l.11dnl'i '
1iranda !'leu -
ti11.
- l1rh1ce 11i randa l'leu -
1 i 111.
- M. Elnine F11rin.
- Mrreth Marim.
- Marleide Ramos.
- Mriza Nunes.
- 'brilza Zavala.
,~1xiliados pelos profcs­
!,;Ol'CS.
- 'nnda Pag li osn.
- Ludgero Senhor ine.
lilSTl11UCO 00 !RINJCfPIO -
I L 1SI.
Ili STÔR I J:
----
J povoaçiio do llunidpio­
dc Bel:i 'ista teve iní -
cio qumdo Gabriel Lopes
l,,'Clll'O de outro C'oloni za­
tbr, 1ntônio (',onç:1 l ves -
lhrhosa, procedente de -
lb.1 'ista, iniciou sua -
jornada rumo os regiões­
f6rteis do Rio Jpa, o -
fim de escoiher terras
o que veio acontecer no
Ribeirão Monjolinho. a­
nuente do Rio Apa. onde
fundou estabelecimento -
ror volta do 11110 <lc 1846
nois anos <lcoois
G1bricl Lopes falccci.1
dcixando a Fazenda para­
sm mulher Senhorinha -
hria da r.oncciçiio, que­
contraiu núpcias com seu
umhado, José Francisco­
lDpcs. que mais tarde -
iria ter papel de p.ran -
de rcvclância histórica­
quando assumiu o cncarp.o
de guia das Tropas bra -
sileiras, então em luta­
com exército invasores -
ele Sol nno Lopes . na epo­
réia da Retirada da Lau
na. -
Tcnninoda a r.ucr
m com o Paragu.-ii, por -
'OI ta de 1870 teve iní -
cio o desenvolvimento da
povoação. com a chegada­
de novos colonizadores. -
m ~ua m.:lioria proceden­
tes do Rio í,randc do Sul
dedicados ao cstabcleci-
1rcnto de fazenda de cri­
'açiio e agricultura de -
subsistência.
IDRn<'..ÃO AD.'1IN!SrR.ATI'A:
O Distrito de Bela Vista
subordinado ao Município
de Nioaque, foi criado -
pela Resolução N
9
255, -
dc 10 de Abril de 1900.
A 3 de Outubro -
de 1908, a Lei N9 502 -
criou o ~!unicípio e ele­
vou a Povoaçiio ã catego­
ria de Vi la, incorporan -
do-se ã Comarca de Nioa­
que.
A Con:11'1;,1 d,• J:c•L1-
l'í-;t., foi 1. rida antes
de us emancipacio no­
l Ít ic·a, 011 sc•j:1, !'lú"i
saente em 20 de Julho
de 1010,
l'or efeito da Lei­
Estadun N 722, de• .!ll
tlc · l u I ho de I 'l l !l . foi -
elevada a categoria de
Cldmle, IJ11 l!l-1,. pelo­
eereto-Lei Federal -
N? 5839, de 2I de Se -
t cmhro. passou a f:1::1.·r
parte do Território de
Ponta Porii rl'incnr -
porando-se ao stado -
de Mato Grosso em I -
de Setemhro de l !1-1(,. -
quando foi extinto o
tcrri tório.
Em l!MH i.:011t:11:a -
com 2 llistritos:o de -
Caracol C' de .Jardim: e
cm 1958 foi-lhe acres­
cido o de C:1111pcstrc. -
Perdeu os Ili st ri tos <lc
Jarcl im ern l !153. <le Ca­
racol em 1 !16:i e o de -
C.unpcstrc. hoic Antô -
nio João, em 1964, p1-
rn fonnaçiio <lc novos -
'micípio.
Lei N° 5419, de-
0-1 de junho de 1%8, -
considerou o 'tunicínio
como sendo nrea de in­
teresse da Scgur;mça -
t-<aciqnal.
O Município de Bela -
'ista locali:.a-sc na -
Rcgiiio Oeste Jo Esta -
<lo.tem tuna :Írca <le -
5.057 Km2 e fa: 1 imi -
• tcs ao norte , com o -
~micípio de ,Jnrdim:­
ao Sul. com a RcpÚbl i­
ca do Parngua i: ao lcs
te, com os 'hmicínio
0
:
de Antônio .Joiio e -
Ponta Por;°'i: C' a Oeste.
com o ~micínio de -
C'lracol.uma altitude -
de ló3 metros. sendo -
seu clima predominante
Tropical flmido de Alti
tudc_. e sua vegctação=­
caractcrizada oor Cam­
pos e Cerrados. l sua­
Ponulaçiio, segundo o
censo de 1980. era de
ló.082 habitantes. Per
tcncc à ~licro-Rcgiiio ::­
Homogênea de llodoque -
na e à Bacia llidrogr:Í­
fica do Rio Paraguai ..
JTl'IDAllES Effi'(llIOS:
O Município de Bela -
Vista tem na Pccuirria
e conta com um Rcha -
nho aproximado de -
300-. 000 cubcças. niio­
scndo porém de se <lcs
prcznr a sua Agricut-=
tura já bastante adi­
antada, com uma produ
ção anual aproximada­
de 40.000 sacas de -
arroz. s.oon ~ de a­
mendoim. 40.000 sacas
de milho, 620 sacas -
de feijão, 5.800 tone
}adas de c:ma-:dc-açu­
car e 85,500 K de -
café. além de várias­
outras culturas, elas
sificadas como suhsis-
tência.
Es t i111.1 tivamen
te, o rebanho de EqUT
nos atinge 16.070 ca-
becas e o de imos -
l,'u cabas. '
mrinin:is­
Industrias do 'nií
pio si a 'Hdeircira e
a ter:aia, além de -
01111J,; dr 1•-<·nor 1ropor­
tinia, coro por exem­
plo. a de C::11. f'tdr.1 -
p:1r:1 t:011st 111ções. ,re­
ia ról i rn. de ouros­
t·t.:.
Sl](l'l('OS l'fl!lJ.frns:
A; Tosse iua enca-
1ú1Ja e t rnt ada. a ç;1 r­
po do Srico Autónoro
do nua e Fsgoto -
S.11I: - existindo atu
alrente 2.2n2 residên­
das li 1
1adas a t•sse • -
serviço. 011:mdo s,io -
consumidos mensalren -
te cerca dC' 10(,.0llO -
111<:'tros c1Íhicos de aua
llcvido ao :ilto ín<lice­
<lc vcnninosc no /mi -
cínio, llcla l'ista foi­
uma das primeiras d -
dadcs no prorara do
implantação de ãrua -
tratada.
E,ERr.Li EI.Í:TR I C.i: in t i
p.amcntC', o ser"iço <lc­
cncq•ia elétrica era -
explorado pela Prefei­
tura 'hmicípal. Era de
ori!'cm Tcrr10elctrica.·
e existiam cerca de -
s:;s casas ligad:1s.
floic. esse ser
viço é cxniorado 1>cla::
r,mnrcsa de Incri• i :1 E -
Jétrica de 'ato Grosso
do Sul - E.l'!l<;f
1
I.. e -
existem cerca de 2.066
residências liadas ao
serviço. ut i l i i:111do -
medidor patlriio da i'l'l -
presa.
TEl.EFn:-:r: O nrimci ro -
Scn·Íç·oTcfcfônico de
ílcla 'i:-ra era cxnlora
do também nela Prefei­
tura 'lunicínal .e cxis­
tiar1 1!15 anrclhos semi
autom;Í ticos l i gn<los a
uma central com:mdada­
por 1ir..1 telefonista. -
sendo nossível rcali­
:ar somente lipacões -
Jloic. esse ser
viço é clorado pela­
cm!')rcsa Estatal TELE -
''AT. e cxistc!'l quase -
SOO aparelhos automá -
ticos, ligados a l.ll11-'l -
central taJ11bé!'l automá­
tic.'l ncrmitindo aos -
bclavistcnses usufruir
de repalias antes cxis
tC'ntes só nas r.randcs=­
cidaclcs. como por -
excmnlo, rnn. nn1, 1)1"('.
llora, dcsncrtador. en­
tre outras.
. (l)RRElOS:l=oi a primei­
ra lnst1tuiçiio de Rc -
la Vista. Os serviços
de Correio cra!'l rca 1 i -
zados a cavalo entre -
Ponta Por."i e !leia Vis­
ta, sendo o l'lCnsagci -
roo Sr. Eduardo Pei -
xoto.
Atunlmcntc. os­
serviços de correio -
siio realizados nela -
Empresa de r.orrcios e
Telégrafos - ECT,onre­
scntando, além de to -
clas as onçõcs para o
bom ,ltendimcnto de -
seus cl ientcs. ttm
grande volume de cor":
respondência que che -
game saem ele 11ela -
ptT+[A-tu croa d -
lati reolcionir1a -
cor o [irai, 'oi -
foi 1,1(.]11 li• n.rnn l'nl i-
1.'. 1 ., 1 , 'oh o oatdo do
'a»ito António fomes­
para lutar contra os­
Paraguaios.
No local onde­
se cnontra atualmente
o 1Ít:I ui do l'c• l nt :in d:1
l'ol ícia 'ilitar. acam­
Jl<lll l'l'I l'P! lll'::L ,·onh­
s:"lll ll<•11:irr.1,lor.1 tli.- l.i­
rtes chefiada nelo -
Coronel Rufino Iéas -
alvio. denois Irão -
de 'aracajú. Esse aam
parento veio a se cha­
mar Bela Vista.
Ioie. a Políci­
a bel istense, subor-
d i nada;', l'olícia !lili­
tar do J:stado de 'ato­
Grosso do Sul e a llC' l e
gari a Regiona I dt• Po I í
cia de .Jardim, cmhora=­
ainda carente CITI a 1 -
p1ms :1sncctos. anrcsen
ta 10•1 anar:1to lun'l:1110 e
material à altura ara
o coribater ao crime.
TRASITES:O princei -
par meio de transnor -
te e acesso aos muni­
c Íp i o de Caracol, Pon­
ta f'orii. 1.-.uraclos, -
.!ardil"· ~ioaque. Sidra
landia, auidaumna. a­
capital Campo Grande.­
cntrt> outros. J cida -
de conta ainda com -
,·ôos cspor.íd i cos dó -
Correio ~crco ~acional
- C.i.:.
<1 lll J()S TTl ílES í-F~ JS :
Js primei r-as íamíl ias­
t[llC se assentaram cm
fC'la 1'ista for:1111 as do
Sr. To111as de ,hrc11 e -
.Joaquil'l da Rua, todos­
clcs comerciantes.
As famílias -
bclavistcnses tinlwm -
COl'lO divcrsiio O cinCl'l,1
de nona f-ranci sca Pc -
dra. que mudou mais -
tarde para a Rua Barão
de Amambai .
No clube 'Tu·­
ringa" existiu o pri -
mciro conjunto Musicnl
sob o comando do gran­
de mí~ico, o Tenentc­
Manuelzinho da Silva.
As festas -
tradicionais eram as -
do dia R de nc:cmbro,­
na casa da Sra.Gransa­
e a cio dia 20 de Julho
na cnsn de l.ibrada de
Canteiro onde atua -
vam tis " üunharangas".
mascados que dançarnm­
Cl!I frente ao santo .
- mm 1052, logo-
anos a Rcvoluçiio, che­
P.OU o nrimciro aviiio -
a Rela "istn.
O nrimeirc au­
tomóvel era lll'1 Ford -
que nertencia à filha­
do norico.
Aponte da Rua­
Crispimi do !lego, cha -
mava-sc "Ponte-Cai". -
nome uarani que sirni
fica "Ponte do 'caco.
As fardas dos­
nrireiros soldados era
pcmei ra branca e cole
te. e túnica castanha­
cm ocasião de bripas.
. A inauguraçiio-
da cidade de 11ela 'is­
;-,
li liil l l I ~ l',I I l '1i'­
.:'."l. t 04 Por' i It
/ TTit-
!os produtors­
que eram cultitados no­
passado (Arroz. 5oryo,­
'HiIho, 'undoca). al -
uns deles deram Hwenr­
a 011tras c11ltur.,~. tt)')O
por ext•rrplo o '><>!]:o. -
que foi -suhst lt111uo -
1:r:1d.1tiill'Cllll' )11.']:I So­
J:1. sendo que o ,rro:..­
o 'li lho e a 'lmdioc.1 -
continu:111 sendo cultiva
vados até os 'dias <lc h<:i
je,penas com oscilação
de area e variedades
111ais nrodutivas.
O progresso de
ílcla 'ist:1 se c:,.pandiu
tanto no Pccuii ria como
na Jp.ricul tura, e atu­
almente j:Í tC'nios uma -
I'l.tior cxpansiio cm tomo
ela Agricultura. sendo -
que a rC'giiio anrcsenta­
maior pot ~ncial para o
desenvolvimento da l'c -
cuiir ia. : cxp:1nsiio :igr i
cola foi me Ihorada com­
no,-as tecnologias que -
aumentaram a produçiio -
e com o inc<;:ntivo ao -
cultirn de novas.áreas-.
com instruç;°'io de novas­
culturas.
íllJ'OS 5n'lRE l PR0[1()('.Jo
it.n It.OIA' iiC Ri'.TJY[<;'ri:
Este dados re -
presentam o número de -
hectares cultivados den
tro do ncríodo r.1encionã
do: • -
81 / 82 - r:m -
torno de 5.600 lia
82 / 83 - Em -
tomo de i. l 00 lia
83 / 84 .- Em -
torno de 6.000 Ha
84 / 85 - E:n -
torno de 7.000 Ha (pre­
tos).
ESrnr.ÂS:
-
O Mmnicínic de
Rela Vistfl ,conta com - •
25 Escolas Municipais­
e S Escolas Estaduais,
que são:
Escola Estadu­
al de 1
9
e 2
9 Graus -
"rastelo Rranco". Es -
cola Fstadual de 1° e
« I
r:1. ,'
l de { tr.+s -
!«tr Sil". tsli
lstndusl o l t 1 ,,J ..
''acnes»o i •• l ! · -
. • i t ! l ,j I i l ~ }
r ut ta ' 1tufa s -
Ltrro' Hsta iltis t
101 l.1 i:
1
! pc•lt P ... , 1'
to o]/, dr s de +
!eereiro de 1%6 pelo
Prefeito knipal. o
l '0 i sola 'knii; l do
1 t.rate de ln±t.anuo
Profissioml er, Arts­
(' (lfÍl"ic>, ''!rl.lll'.Llltl·
faria Mto",
o I rto -
2/8n0, de 1o de rio -
de 13s0, da ccretaria
de.administraçao, o Pre
feito 'kmii.:ip:il di!-JXJ<'
.. r,hre a 1101a Jcnunin:1-
ão dessa Escola.que-
1ss1 a chamr-se Isco
la 'tmnicima! de 1 -
Grn 'Prof era ui -
rarães J.nu rc i rn".
l;Í o llccrcto -
N° 2.6l0, de 21 de Ju­
Iho de 1984, incor;n
essa Escola rede Es­
tdual de Ensino, que­
p:i:-:sa a dcn01,i nar-sc -
a partir de então, Es­
cola Estadual de 1 -
Crau " l'rofg l'cra Cui­
m::ir:ics Loureiro". que­
trabalha nos turnos ma
tut i no. v1.·:-pcrt ino e -
noturno,l.'ontando com -
cerca <lc /,on aJ unos. ~­
sob o llirl.'tori:r du -
Profl Rosita flosa (",orne.
RELTCJÃO:
-----
A Religião pre
domin:mtc. t•ntrc outrã
é o C:itol icismo.
J Paróquia -
Santo Afonso foi fun -
dad.1 cm 4 de ,'bri I de
19.24. pelo Rispo ll .. Jo­
sé 'hurício du. Rosa. o
primeiro Padre visita­
dor foi o !'e.José Giar
dele. mission;Írio Sole
siano. , nriineira '!is.:
sa foi celchratla cm -
12 de 'biode 1935 e -
os primeiros padres -
Pe. Francisco 'bivi e­
o Pe. Afonso flcldc -
chegar.1m aqui cm janei
ro de J!J:;O. -
Atwlricntc. -
contamos com a presen­
ça marcante do Padre -
Bento. Vip.ário d:i Pa -
róquia, que esta de -
sempenhando um traba -
lho muito eficiente.
Além da }!atriz
Santo Afonso. Bela "is
ta conta ainda com a -
Capela dfrino Espírito
S.1.nto. que foi recons­
truida e amnliada a -
fim de oferecer ~lho­
rs condoções aos fi ·_
eis
Bel,;.. nsta pos
sui ainda outras Reli· •
g iões . como: EsTJíri ta -
Assembléia de Deus, I
greja Apostólica, Igr
ja Batista, Testerr.unh,
de Jeová. etc.
t
! ,y.
í q . .' :-
Continua ..•

\'l l' I'' 11 '-' ' li I ' '' 11-il
1
111 !'' ,
1Lf:i'CI. 1), c1w:rr1w ))() SlJI. JI 1'1.1() Cl.lJ(ll Ili l,ll 'IS
TA, FllOO:--;.\l)(' (l)l(l . ISI C,O ROllO'l;RJ ll. l'lll.111 ..
- .
1
7
= Fr ei
/ .
...
---1 - - -
TRES OU ATE CINCO ONIBUS SEMPRE DE Rl:SER",
=--"' .. =*=
.. ,
-· .. • -.
NELSON PEDRO PEREfR, - Gl:REI'E lJ, CRlJZEIHP DC' SUL l.'i
BEi.A 'JST,.
: 'í !.
:,.. • ,, ✓-,,,4
• '· ~
- ··-- - ··-- -- ··- ---- ··-- - - -··--= -- ··- - - --··- :: :!;
R. 1 : ES SO 1.1 ll,S
A RE<; LO
llojc. por ser 1ma
d:ita espcd:i 1. mui to e,:.
pccial. n:1cl:1 mais iusto
que homenagear uma em -
presa que ,·cm cons ti
tuindn nur.1 L'.>:emplo Jc
cli:-d i..::1c-:ici. i Jca 1 i ,:.mo. ('
re:'I)() 1<:ihi I id:1ul'. Fal:1-
mos da Viação Cruzei ro­
do Sul . .:01•1 Sl'<lc cn
Campo Grande e regio
n:1is en todas as cida
<lc:< ,lo sudm•:-tc e.'
l'rontcir:i Jo Est:1<lo.
_,10 1 ~HílOS f:1 ):l!'
da empresa em sí. das
su:1:- pot cnc ia I i d:1,!es. .
<lc sctL'< projetos p,Ir:1 o
futuro.
, :io é pre, i :<o
fal:ir do que.• .i CIUCl:II:n
IX) SUi. i fez por noss:1
região. keri do que nré'-
tencl.:- f:t:c r. •
:io ,·:mos r:ios -
trar :.i :-t..Jc <l:t ('i'.!Drcs:1.
o;:: nodcrno:- Ônibus n· -
centemente adquiridos.­
que fazem a I inh:1 .::1r -
d a Campo Grande. e -
t ao I ogo l' l~)'<.: rr..1 lo
1::<t:1Jo p:11 im::ntc e B:{
llt,ll - lr,•cho .l.ll'Ji:1 -
Bt'l:1 'i:<1:1. o,s hcl:n i:-­
tenses terão tarbé» a -
,,ponunid:1_Jc' de viaja -
rei~ l'Jl ônibus ct t .
. • .' _ ,.;ori..i
l11xo, cm1 :<-1111:.:.irios _
- - - - - - - -- -- --- ----~-·
- -- - - - - - - -- ---- -----·
pol t ror.:1s rcd in:Í1<."i,
SO!ll :Ili h i l'lltl'. cn fin '
todas as cor,o<lit.!:1l:,•,.
,, rnu:EIJ{tl 1~
1
-
sI 'J.. cc;::.o fronJo:':t ·Ír·
1orc. deita g:ilho:< rr~
toú:Js a.,; ci<l:i<lc, J.1 1
giiio. 1 im:a raí:.c-:: ,.ó,.
!iú:1s. J'rc;;ta :'lfli~r,
g.t: r:.i c::,p rego;; e i nw,·
te eu imóveis. visa4
con:< t rn i r :<t-Jc;; c r,,
1 i:ÍJ"Ía~.
!)11 l>c·J:1 1. i:<:.1·
n:io pockri:1 ser dife -
rcnti:. t:ont:11:tlo 1.r
infraestrutura pax.: s
H•n<ler qu:llqucr • .-: •
)!l'IKÍ:t. :1 ('l(lJ:l.f~ '·
Stll. 6 tt'.l l''l', :-,!O _, •
trabalho. responsabii:
d:i<lc• t· i cJc,:1 l 1:-,..f•.
irou. o epresáriv
"O;-;'.l.iX.l !'('~S.Rl 1i· •
cou raízes sólidas :
região. muitos planos.
para o futuro.
ioas per ... :.­
vas pura maiores i!s°
t i1:1c•nto,;. •
Assim & a •
::!: IRO HO S!II- parti •
nanJo :i t i, ,t:•tc-:1 te !1
~lL':-c'!lO]l'i;:cntt> de t­
tios 0~ cun i e i i e,;; ~-! -
regi:i .
A !'-
rnu:ur-u m ~~: ·
DA O JU!O RELAIS "
·11. ·~1- l ('S 1 :•r:.; l , · .J..'
I' 1.; Ll\.·U.
L:

.....
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fin .
des.
:o 11·
ar­
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.,rc:-:­
<and
rl
! -
a a
·r •
'-
('
1.
------------------------~·-,-----------------------------------------------
11 1
IDft!INISTRAÇDO ILDEFO SO PIN E R
IRES MESES DE GOVERNO POPULAR
l •,t(•~ pri11C-Jl<l"
pies da administra'ao-
I<lclfonso Pinheiro à
testa da l'rcfd tura Mu­
nic ipal <lc Bela 'ista -
tem sido marcados pelos
11.iis variados tipos <lc
rcstriçõrs. Estas, s;°io­
tnnto le or<lcnt cconõmi­
ca. on<le mescl am-sc
uÍ i<l:1s hcr<la<las com -
problemas l'ivi<los pclo­
Bras i 1. como <lccorrênc i
a <la 1mpla11taçiio <la :,.;o:
'i Rl'l'ílll.lCJ, que- 'eio­
para mm!a estruturas -
arcaicas e ditatoriais.
~;io obstante es
ses contrntempos. sun:..·
cientes para brecar
do 1 11111cípio c11 lLJl· o
ILIJl. j :1 tOl'I ,,...; t l',ll ... 111
tereses e necessidades­
<la cormmi<la<le. ;1s Cama­
das 11i:1is carentr-. de
nossa pop111 ação. para -
ela 1·olta11do <la fn11'1:I
11i:1is abrangente- poso- í -
vel os projetos e ini
ciativas, visando mino­
rar de sofrimento e -
cb r-1 hes me- 1 hores con -
t!içõc-,- <lr 'icla.
. ,<lm i n is t ra~·iio
Ide! fonso l'inhei ro. clo­
lNllB. 'isa. aCil't:t ele
tudo, o homem - princi­
pal1
11er1tt' assistir o po­
'O margina 1 i ::1clo <la Prc
feitura.
1
l' > 1 Q l A) ( , -
«de byas sitt t '1.
C:Ol'ernador llil:-:011 Barbosa Martins. n1 sua isit.1 C'JJt Bl'i:1 l'is­
t:1. ern companhia <le po1>ul:1n.-s.
é um Governo voltado
para a solução de pe -
quenos, ma5 grandes
problemas quando dimen
s ionados 11:1 própria ::­
perspectiva do homem.­
cor a sua ânsia Jc l i­
herclade. suas preocura
ções com as necessid+­
des mais ekmentares. -
como beber. coricr e -
vestir.
Quan<lo assumiu
a chefia do Excc11tirn­
belavistense. Idelfon-
Discurso de l'oliticos t!o J''ijlB. na sc<le do Sessenta E.C,
grande nCuncro de proje­
tos, ou ao menos poster
a-los. o Prefeito e -7
sua equipe têm consegui_
do clesenvoh·er tuna sé -
rie ele trabalhos. todos
orirnta<los pela fi loso­
fia ele administrar par­
ticipati ':unente. ou se­
ja, gerir os destinos -
/pesnr dos pou­
cos recursos e até mesmo
da conjuntura vil'icla pe­
lo país. dificuldades
herdadas cio regime auto­
ri tiírio e padrinho de -­
uma minoria. o atual pre
[eito tem procurado aten
clcr a nopulação nos se-=­
tores tlc sa1Íde. educaçiio
e nssistência social.·
so Pinheiro, militante
no l'~IDB cl,•sde l 9i0. sa
bia que a <lificulclade-::
m;iior seria ;i consd -
enti:ação do porn, que
estava hii 'J:S.TE :.OS -
sem poder fabr .gritar
e p:irticip:ir.
l!oje o porn fa
la e participa. -
Evidentt' que o
o;,·, d· pt·t i1.i:r;..,i,, -
t!o J li tl pn: r, i to é
curto.rito ur o, cl
( .• t.Í Pí<'jl,11.Jlhi•l f
L-"11:1,b p.,r.1 q:c- n ,(·11
sucessor possa arinh»r
110 fi mme caminho d.a d,
l'OCfllJ,(,
Na néa funci
11.11. lt .J d:1•; J)J'll,C'll',l
providt'1K1a--. do pn•I,·.
to inédita até cnt.ao
foi levar aos morad
res dos l>a i rros s
claSS('S lllt'IOS Í,11( •
cidas - um mutirao d
-:a1Í<lt•, 1'.1r,1 isto Cll! -
tou COI'! O Íllt'St 11·1:Í1, '.
apoio do Governo do I .
talo. através da Se :
tari.1 dt• S:11Íut', llc.c -
nas de profissionais
habilitados participa
r:in dPSSl' 111111 i r:io.
Sem qu:1lquer -
favoreci mcn to, huscou
se por em igualdade a
opo1 tunitlacles ofrrrt'i
tl:1,-. t'I iclentrl'lelltl' l l -
duzidas. na 1
11ct! ida t •
que- a oft'rta <lc cmn
go 11:io tem sido mo
corrcn·e no <lia-a-,'
ela realidade brasil­
ra. Quando assumi 11.
l<lelfonso Pinheiro wio
demitiu funcion:Írios -
<la Jdninístr;1c;iio .111t•'
rior, suis palavras na
oc:1s LtO: "o l')!l!Jl n:t•
tá no overno para
seguir ninguém. qut,
1
110s ad1:1 i n is t ra r t'o:·• o
pol'o".
..,._
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dens fis
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1
nJ i t 1
.o da i'onte '
ns de at.
:re's à :0: ,, 1 1 ... -
titica sr
!r d lelf is» -
t' t' ·'' l í.1.
O p.1 rqtK· d.· -
obras da Municipal ida­
<le foi p:m.:í:il1r.cntt•. -
l'llj'lll:1
l,}.
l',1.1tl' " ·,e~.1 ele -
tc-r rc:., ,.ildios t· a
riacao ue lixeiras
er ·lena ona urbana.
f rciso que os mo -
1.,.:,11,•-: , ,, i I i cm nes-
d ss:io dr
l ... vlfun~• t -.;cnsihi -
li ar o 1 ·n - afinal
o 'oerno J NOVA RE­
PC;4.IA é e overo­
p:irt1c1p:1t ifl - o po­
vo administra .JUNTO .
j
/a foto Prefeito Ildefonso Pinheiro e a 19 D;:m;:i H1rlr Pinheiro.
FREKTES DE TRABALHO
Sem ôh:is ôbas­
clesnecessários, sem· -
:i publicidade gigantes
ca tão comum cm admi -
nistracão passada .
ntas com ~-umildadc . di
'lllgando o que é precT
so divulgar, o prefei'.:',
to bela'istense adotou
a filosofia de se tra­
balhar em grupo, cri -
:tnclo frentes de traba-
1 ho. onde funcionários
é parte importante na
adr~i nistraçiio.
Mas não é só -
o pessoal da Prcfei ti,­
ra que estií empenhaclo­
na taref:t ele constniir
recuper.:ido, posto à -
:iltura das necessicb
des reais do nunicípio
Caminhões, tr.:itores, -
etc, estão sen<lo re
fonnados para servir -
principalmente a aréa­
periférica de Bela 'i~
ta.
(1 aspecto da -
cidade, não obstante -
as l iFti ta ·ões decorren
tes da própria fa 1 ta :­
de recursos. 'Cm me
lhorando dia a <lia r.as
na 'erda<le, o ore fc i to
tem dedic:ido especial­
carinho às nJ:is dos -
bai rros e estradas vi -
cinais. contando com -
auxil io do DF.RSlTI,.q11e-
É o primeiro de uma­
fi losofia ele traba -
lho vi sande 1-eillte - .
grr o ciddão- 1i­
vre e rcsoonsa'el -
viga mestra d:i ad -
ninistração democr.í­
tic:i.
Há r.iuito o
que fo:er. o nri.Ir'.ei­
ro passo Coi Í:bdo. A
gor:i o no o caminha-=­
_i unto. COI I o Go'emo
no nróxir, ano esse­
trabalho n:io sofrerii
soluc.io de: continui­
,.htle: clc-:-:<lr que o po
'O COI! ti Ili!~ junto -=­
co a ad: istração,
par:i i H<' ::-rr,Í pre -
ciso ckr r 1:n do P'1
Da


' ,
±GO ZACARIAS« -
TEXTO ACIMA)
REPORrAGEH PA1RJ:1N'l[Y '
PELO SEl'!l'OR Si::BASTIÃO
:i'.ACARIAS (r:ET.O) SESSEN­
TL'-10 - DESF'OctTISTA - PO­
LÍTICO - O CONHECIDO
NEGO ZACARIAS F. Ui-IA DAS
PESSOAS QUE AJUDAi•í BELA
VISTA A CRF.SCER;
SESSENTA E. C. TRADIÇÃO
E PARTICIPACÃO
fundado a 30 de
Sete~bro de 1.950, sob o
comando de Goethe Escobar
Nunes, tmdador e l Pre­
sidente, direcionado Única
e exclusiva'Tlente ·a evo
lução e dedicação ao es
porte, o Sessenta E.e.
continua até hoje, fiel
aos seus princípios
promovendo sempre o espo~
te Be.lavistense.
'1 '~ r.; 1-
r. .1 [-<:t· I • r .. 1 ·/(, >
fund. ror
l{zsvwu senta
(-"' h.-~):L <! 1 .. "':, 1 l l­
rio tão <iples mau
coe~ , h.:í' ti vo., d fJ ni­
do.s na:cin o .ent
()U" hoje /t f;v. W>l'­
t•' d,t Ili sLÓr-1 .. d! ••
ela Vista.
A r. ;::e l;nlj,O
juntnr:::n-:_:p outro:_j
tantos que fora che­
gando, s, ·:r.pre recebi de
;-v lo carinho <' o ca­
lor hurano extraido
tln essência d·, seus -
fundadores. Cada
qua J. que chetava, tra
zia a vontade do tra­
balho e a.vitalidarle­
para a execução de
novas idéias que
apreciam; desde o
tenpo em que cada par
de chuteiras ou ca -
ca jopo de camisa
.. -
A DESCONTRAÇÃO, O AMBIENTE ALEGRE - AS PLOCAS AS SERESTnS­
NA FOTO O ENGE!lHEIRO RI CAP DO ROSA E O JOVE.:, ALFHF.Dü, DOJ S
ARTISTAS BELAVIS'I F.!ISE- SESSENTIOS.
CANPO DE FUTEBOL - AQUI TREINA O "I:IGRÃO DA FRO!.TElflA
S: SCCI- U LOCAL ODE VOCE EST EM SUA PRÓ?F.IA CASA; rR"::o::::­
SA ARVCRE A BEIRA DO APA
custavrr o suor e a
dedicação daqueles que
procu,c1vD.".l leva:· ~-dián
te una ideal que deno
mina-se "Sessenr..a E.
C.", u scnho de todo
sPsscnt.ino era a Cons­
trução de sua sede so
cié:.l e de un lugar - -
onde esse grupo, que
hoje conta com LrTI nú­
ne ro ben ma is nu :e no­
soque os seus 60 fUn
àadores, pudesse de
senvolver suas ati­
vidades esportivas e,
isto foi conseguida -
graças ao trabalho e-
a luta de todo ccxn -
ponente dessa família.
r:o prox.1.mo
dia 30 de sete::-bro, -
estaremos festejando
35 anos de existência
e, na oportunidade
«
»Ir;i.' ri, Lr,
b·L'I.:.. r·,
±.SE!TA" nao s -
trata de um lute,
.a im de um ru­
po de rapazes
r:.o;as que quira'
S· dedicar ao fs­
por·t.r:.
2- Seu número -
lirni éldo até o má­
x1mo de sessenta -
esportis n, cendo
trinta mocas.
"3- Goverr.ará o drr.­
lino do "Grupo dos
Sessenta" uma co­
missão composta de
u::1 presidente, oit
membros, sendo qua
tro rapazes e qua­
tro moças.
d - A corniss3o se­
rá eleita por alo
ria de votos, a
eleição será feita
todo ano, no ~ês -
de dezembro poder.­
do haver membro da
cmissão ser ree -
leito.
5 - Todas os ele -
men :::os do "CLU3.S -
DOS SESSEIITA" são
obrigados a dedica.
se a qualquer dos

)
SESSE:IA- VIS.A PCIA!- AQUI SE REC:E O AIS TAIcI0-
::AI s :-:OnADO.!:':S Dê ôe la VIS 1'A

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, ,-Jlt Jt 1 , I ,f)
1
J(" t'
tbol, Vlrettol € -
i4,que ebo! ,
- O "GRUPO DO; F', -
;'TA' tem por dever.
lncont!vnur propaar,-
e, ,,1,p<1f'I' l'líl llt•lu VJ;; ..
t l.
)-- cominsno , com o
auxílio dos domal
membros, promovera,
r,,-r,·:,dtt:<'ttt<· um bal l<:­
em beneficio do GRU
EM UMA REUNIÃO NO CLUBF.:ENG. FEid,,',NDO . vHGF. DC: BAh',OS(DI:- .SOClA~)
ENG.RICARDO ROSA; 1
2 DAMA DO MUNICIPIO MARLI ROSA PINHEIRO.PREF.
MUNICIPAL IDELFONSO PINHEIRO E SENHOR CORUMILA LOUREIRO DE ALMEID1
(PRESiDENTE DO DIRETÓRIO MUNICIPAL DO PMDB).
PO DOS SESSENTA" 19 - Ter amor ao =Goethe Escobar -
8 - "GRUPO DOS SESSEN- esporte. Nunes
TA" ,mais são obrigados
a cxxxp;:irnr • para a re­
alização de qualquer­
empreendimento, que o
fizer.
9 - O "GRUPO DOS SEf-
SENTA" sempre que suas
posses permitirem em -
dias de festas ou fe­
riados deverá premo -
ver jogos nas cidades­
vizinhas.
10 - Todo o dinheiro -
arrecadado ficará
comissão.
{ •qe
»
"",};;' ~ ..
..... , ... _.~ ,
.. ~
a
11 - A comissão se reu­
nirá uma vez em cada
mis para discutirem
assunto administrati -
vo e esoortivo •
12 - Não será tolerado
r.o "GRUPO DOS SESSEN -
TA" elementos nocivos
·oc!d!e, b
t ·,r,dt, t, ... ,1. ! ,1 l .1 p
tu dar mrt Ivo a
exclui0.
13 .- A excluao de
qualquer tu·mbro do
"GRIPO DOS SISE;EN­
IA", será fel .a pe
ln ,·oral ·:·;io.
o:; MAl/llAME!ITO:l DO
Fr;PORTTSTAS
2~ - Praticares­
porte com a maior
disposição possí­
vel.
32 - Conhecer as
regras esportivas.
42 - Prestar obe­
diência ao instru­
tor.
52 -Nunca respon­
der ao Juiz.
5a - Enfrentar o
adversário dP. jo­
go co~ espírito -
esportivo e' de ami
zade
72 - Propagar o es
Sessenta
vi J, ·:i • ur:J or -
mi do para os ';oi
tos e j0,1os
9 - Ter palavra e
__ ,. r· prHJ t_u:d .
FIDAORE DO
---- ---- --
"Gl<IJPO IJ JS :,E:',31.',TA
- ------ ·- --- - -
=Pedro Chaves Cor-
rea
=João Corria da -
Silva
= Natanael Profeta
de Araujo
= Lcobaldo Profeta
de Araujo
=Sebastião Lopes
RECEBIDOS DE BRAÇOS
DE SUCESSO.
João Mascarenhas
Sidney Mascare -
nhas
Eder Silva
Francisco de
Esporte
ntil Varzas da
f,o.:a
. Nelson Iobhan
Edunrdo Lop•.'H
aro Gonçalves
FUIJDADOHES DO "GRU­
PO DOS SESSENTA"
'Domingas Bcnltcs
'Terezinha Vargas
da Rosa
• Adélia Vargas da
Rosa
• Marcolink Rodrlgul
• Florinda Benites
*Hilda Benites
*Cleide Medeiros
*Cladir Medeiros
*Madalena Palmiéri
•carmem Brunet
*ElpÍdia Miranda
*Edelira Pedra
ºAlice Pedra
•Yolanda Pedra
"Air Venâncio
'Zélia Rodrigues
. ------
"6g_DOE
1A"
PRESIDE MIE
---- - - -
COE.H' ES' AR !
m:s
ELEMENTOS : CU!'
ilOS
'PEDRO CllA'✓I·,.3 Cu! -
RÊA
•flATANAEL PROFETA
DE ARAUJO
'JOÃO CORRÊA DA SIL
VA
ELEMENTOS FEMENI­
NOS
•MADALENA PALMIÊR:r
*DOMINC'.t'; BENITES
*MARCOLINA RODRI -
GUES
*ALICE PEDRA
e
OBS. Esta comissão
foi escolhida pe­
los elementos do
"GRUPO DOS SESSEN­
TA", sua reunião,
em 29 de novembro
de 1950, para go­
vernar os seus
destinos, nomes -
. i
I· .
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. :;
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~À~~;. -~ ~~ •
---- .... -',
.-
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E
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IDMINISTR
t

NA FOTO O VICE-GOVERNADOR RAMEZ TEBET, PREFEITO ILDEFONSO PINHEIRO, SR. NESTOR
ALMADA, QUANDO DA VISITA DE POLITICOS DO PMDB EM BELA VISTA;
PREFEITO ILDEFONSO PINHEIRO, SENDO ENTREVISTADO POR RADIALISTAS DA RÁDIO BELA VISTA
NA CIDADE DE CARACOL, TAMBÉM ONDE HOUVE A VISITA DE POLITICOS PEEMEDEBISTAS.
IA FOTO A PRIMEIRA DA O MUIICIFIO, SRa.
MARLY PINHEIRO.
PREFEITO ILDEFONSO PINHEIRO, EM REUNIÂO NO GABINETE DO GOVERNADOR WILSON BARBOSA -
MARTINS, DISCUTINDO SOBRE ASSUNTOS DE INTERESSE DO :-íLl!GCI?IO DE BELA VISTA.
ti «« « « t »à t $»4«t9 «#««
.I

'• ! .li: 1
TRABALHARI

11'11 llllll• ltll(l','l>(ll"l'l<l'll_i IO''ill>l!t llt\1,lll.
i:tJI t'l l'lll.
1'11(1 IC'II' JIHO' iI !II1AS'O l.ll.1-
1'1.I 1(1.11 ''(1 11 11 · 1 111lll l ..
·.-••·q o...,1'1!í'(1 <lS <~li ()', 1'111,( l llt.lt11 1 ()
ll<l ()Ili. 11UI: l'I IU1ll@'tlS,
•f'f!II, 'fOllll llfl!l'-i
11tl"'
rn.,HA1.11.w r 110
11. .
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l()S ('()STIWlfl() 1111 J·,f IH1
1 OI! li. 1. l'IH)(;IU 'iS I s·t ,.
HS NINGHUF! T DE HIRRO....
l'IWT 1 11' S Sll.S 1-l'll I.S ....
Ili.! 1 Co~·nSC<l. , 11~11-. IO!lll 11 OCI
(lfll: QlJ I srn .... T!IIH) l'l.,\í:,J OI lf(l ....
'J,,lf PEI..S )1,tlS Ili' Plll:~1 'li:) "l 1'I lllf.:'­
C L. 1u:AI. I :1: srn SPlf(l CO:'l'ITLll(l Tllf)() ()Ili '()('f
l>ESI .. J R".
lll.l'RESF:-:T.:-:TI: 111 111'1.. 'JST,:
·+ERA.AO ISCO· •
----
l
, ÊXl'()IEI. t . 1'110',
1
1,IOR DE (1lJE t PREC! SO ACREDITAR
;-,o TRill.l.llCl E ,l'OST/R O FllTl•P.Cl.
l'F.CFlJ l'E
1
lS!STÊCI.· 1 Fí1RÇ, DO 0lll:RER. ,
501; DF f'ORC.S. O ESPIRJTO E"l'.REE;>."DEDOR. , l'RClPOSTA­
FOI FIA, COO F SERIA A VONTADE DE CRESCER . DE -
HEI., ']STA. E 1), llí:GLO.
P,R,BFI :,MOS ESTA Ol'ClRTlllíl,llE. () PO'O -
BEL.AVISTE'SE QUE SOUBE ENFRENTA DESAFIOS E SUPER; -
V -
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1
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QUANDO BEL.A TISTA COVEMORA MAIS
1!~1 ,XI'ERS.iRIO E 'I'E A EUFCli;l; DL: -
'lA IS U~IA EXPOBEL. :'ADA l,l S JUST,' QUE­
rG'l,PECER ,OS Q/ '.fPv'B'àLHA'.-1 'l S,:;,~ .1 -
PROGRESSO E O BE)! ESTAR D, GE'.TE :: '. -
'lSTE:'SE.
DEl'lJTAPO FEDER,!. S.ULO C.l,r. l .
QIJE!RÔ:'..

HE:SUMO HITICO DO 10T -
iro DE CALAI -
wNyiio @xi0 .njO_
Cr!ação:
O 10% Rep!rnto de
Cavalar!a "RepImento Anto­
nlo Joâo", vm cOfl'o prl -
m! tiva origem a Legião dos
llussnrdos, o.qui lnlrodLIZl
-- E 14A, chava--­
PRIMEIRO CRIO FIXO DE
C/\//L/!d/1;
-E 22 de gosto de -
1846, por Decreto de­
ta data, passou a cha­
mr-e ESQUADRÃO DE -
C/ V /11JUA;
- Dn 09 de Janeirn dc-
1849, passou a c!arar-
102 RF.GIMENTO lJJ,.
dos em 17'96 pelo Capitão
General da Capitania de -
Mato Grc,sso, can a fina­
lidade de combater os es­
panhol~, que frequentemen­
te invadiam a linha dete
minada pelo Meridiano de
Tordef1ilhas. E porem, con­
siderada como origem mais
acertada do Regimento, a
Canpnnhia de Cavalaria -
se PRIMEIRO CORPO DE
CAVALARIA LIGEIRA;
-Dn 10 de abril de 1851
passou a chamar-se PRI
MEIRO CORPO DE CAVAfJ..­
RIA DE MATO GROS"0;
-Em O09 de dezembro de
1865, teve sua organi­
zação e denaninação -
mudada para PRIMEIRO -
CORPO DE CAÇ/OORES A -
Decreto - Lei n 21. -
134 de 16 de Maio de -
1946, passou a chama.I'-­
se DCIMO REGIMENTO DE
CAVALARIA;
-Em 23 de abril de
1947, tendo em vista -
passar a ser somente -
un Esquadrão, teve sua
denaninação mudada pa­
ra PRIMEIRO ESQUADRÃO
VISTA ÀEREA DO 10° REGIENTO DE CAV/JJ..AfUA
de Mato Grosso, can sede
em CUiabá, criada pelo -
Decreto n 30, de 22 de -
Fevereiro de 1839,
MUDANÇAS DE SEDE:
• Inicialmente sua -
sede foi CUiabá. Em 14 de
Fevereiro de 1847, mudou­
se de CUiabá para Vila -
Maria, atualmente são -
I..uis de cáceres, local de
signado para sua nova se­
de. Em l de maio de
1858, transferiu-se para­
Nioaque (Vila de Nioaque)
sua nova sede. Nos primei
ros dias de 1903 marchou
para Vila de Miranda, sua
e provisória sede. Em 10
de Dezembro de 1906, che..:
gou em Bela Vista, sua -
atual sede.
CAV rl.AJ' IA
MUDANÇAS DE SDENa-rrNAÇÃO
CAVAIJJ, por Imperial -
Decreto n 3556;
-Em 1° de fevereiro -
de 1971, passou a
chamar-se PRIMEIRO COR
PODE CAV/JJ..AfUA;
-Dn 18 de agosto de. -
ln, [lo, Dcrto r"­
'+/, tarou o mos de
THCEIHO FEL,NI » Li
NUA!IA ILI GEME;
--Em 3l de d:zrpro de
1919, em face do Dcr­
to n9 310, de ll de -
dezembro do me:zo aro,
passou a chamar-se DÉ. -
cmn hl:.Gll'.:.trro LE C/VA­
LAflIA 11/D!•H.::füE!l,E;
-811 l' d<: julho de
134, 1e corto co o
- .E)'n 22 de feve -
reiro de 1839, era deno -
minada COMPANHIA DE CAVA-
ANTIGO R.ANI'ONIO JOÃO
1888, o Decreto n2
10,015 lhe dá o nane­
de SÊTIMO Rl:."'GINENI'O DE
CAVAf..AfUA LIGEIRA;
-Em 04 de junho de
DO DÉCIMO REGIMENTO DE
CAV.Af.MUA;
-Finalmente, em 31 de
agosto de 1948, voltou
a denominação de DCI­
MO RF.GIMENrO DE CAVA­
LARIA, conservando-se
até hoje.
PRIMEIRO COMANDM'TE:
E descor,.hecido
o nome de seu primeiro
comandante, mas é, po­
rém, considerado o Co­
mandante nl do Regi -
mente o TEN. CEL. PE -
DRO JOS RUFINO.
PARTICIPAÇÃO EM ACONTE
Cil<!E:N'ro> HISTORICOS: "
O Regill:ento par­
ticipou da Guerra do -
Paraguai, tendo inicia­
do sua pa..-Ucipação em
1846, terminado por vol­
ta de l9 de outubro de
1867.
CAPO DE POLD DO 1O RC.
1922, o Regimento de -
locou u Esquadrão para
qutdauana sob o coman­
do de un Capitão, mas -
regressou em seguida.
Na Revolução de
1924, das diferentes -
Guo.miçÕes de difere:1_
tes Estados, que ade -
riram no movirr.ento re­
volucionário de São -
Paulo, destacou-se o
10° RC, então 10°
RCI.
f!OVO PAÇO !1Ul'IICIPAL
Na Revolução de
1930, seguiu can desti­
no a Ponta Porã, a fim
de integrar uma Briga­
da Provisória de Cava­
laria, o 12 Esquadrão
do Regimento, regressan
do no dia 30, no momen­
to em que nesta cidade
se tinha noticias do -
triunfo da Revolução.
Na Revolução de
1932, no dia 21 de
julho, o quartel foi -
atacado por elemento -
CORONEL
civis, que ta±em no
permanecera no recinto,
Indo acapar n irvera
da, tendo abandonado o
local no dla 27, :;.cndo
a 29 alcançados por -
una patrulha. O Ofic1,,l
de Dia jn tinha reuni­
do os efetivos que dis­
pcrsara e reconstituido
i 102 RCl, que aderiu
á Revolução. Passou -
então o Regimento a -
constituir a reserva -
móvel de fogo, até sua
dissolução em conse -
quência do fracasso do
rrovimento revolucioná­
rio em 24 de outubro.
civis, que se chocaram
com a resistência opos­
ta pelo Oficial de Dia,
travando-se ccrnbate. -
Tendo sido preso o Co -
mandante do Regimento _
em sua residência, e sa­
bedor da noticia, o 0fi-
cial de Dia abandonou
Na revolução de - o quartel aos elementos
Vindo de Santa
Catarina, Estado do -
Rio Grande do Sul, -
chegou a esta cidade
o 32 RCD que pren -
deu e desannou as -
forças constituciona­
listas desta guanú -
çao, fazendo desapa-
erra, que u pouco o
con::;••r;ulu, .1uxil ludo r::
lo Corand. do 3 f:<'ll, -·
que permaneceu tn.a c!
dade até ll de jarrtno
de 1933.
OCUPAÇÃO DOS A'llJAI_S_~
UARTELAMEII:
Os atuais aquer
te lamentos, for ocu­
pados no dia de sua
cheada nesta cidade:1
de dezembro d•: 1906.
CANCELO S.Al.'TlAGO
recer por coopleto o
102 RCl que deixou -
de existir de 24
de outubro a 30 de
dezebró de 1932.
Gomo i'1m de -
reorganizar o Regimento
assumiu o Coando o Ca­
pitão João Max!dano-
CRIAÇÃO DOS DESTACA!I.EJl
TOS:
PARQUE HISTCRI
co cor..o:m MILITAR oos
DOURADOS: O Ministro
do Estado do Exercito,
.criou o Parque HIstór!
co Colonia MiÚtar dos
Dourados, em Portaria
Ministerial n
23179, de
19 de dezembro de 19í3
cem o objetivo de pre­
servar e divulgar o Pa
trimÔnio histÓrico--cul­
tural do Exercito, pa.
ticula.rmente a Epopeia
de Antonio João, subo
dinando-o amdn1strat1-
vamente ao 102 R, a -
quem caberá a guarca,a
manutenc e o deservcl
vimento.
CO:-.rI'll'UA .•.
t

• o o
indo i,,
), - -
·y
·tn
• aqua!
1
OCu-
1 -
·:10
;-.n \)'li 'TO l~I f'111. 11 f_ "IST (Yl"I '~"'. O srn
\'l"1'1!'-.,IUO I llHI.I:. SI.. 11'· F1'111! 1 \tl mllLRI.
l"ICll 1.IIF11S <; 'l\Jff<;Tn11S Ili .lílllll!l I l.'il'!Jt.·-
1:l'()lll'I. IU:l'l!J:SIXI. CJ 'lltlt11~ IILCltln -
Ili. 11I>. . C'O'lll:-.llllll:. SO!ll!Lfllln IX SllllClll WIR.I .. 'Clf­
T.ll l'.lt () lllSIS"1ll.'l'llS('() r11. 'I::: 'lllll L SL'll'IU: 1"
IIISC Ili. ()'S ,1.11.R\lll'S.
l'RHJXS Hl.l. ns·1 ,. 1'.RHES 11'SI l'Ol!IS
Semeie
a paz ...
() Ili Po t R SM'/n A "TIu i • , I 1'>11 :il. l·, 1.
RE IA'IO J 'HHS I+ 'AO!I 1 (@['fRw ' I0 » AI!IR!1-
lO 'ílll('Jl'lll.
SI 1 .• , l!,11 1 i l'l<l'>l.1.11'l\11,·
1
111 ,,, 1'11!.'l li,! lll - '
P IU FIUO MA{IR O CRISCI! 'TO A HLL JS{A. RE!RISLNIA O
1srr11wn I lllllí( (') Df. IO!'S (0 S!US HILL !J li,! ,
11. () flf,
. Ili. "l'i\1,1 H·l'1í( LI l'S 1. t •'.'i(l;ltll{ 11'1 1 111j 1 '! l.lltll(.
1~111. 111.;J(11 : J'.11.l "J 1 1 A OLA RI PGA IA. +LI. IS-
1. Sl.'!f'I. l!lf:, "Ili. SI'! Jllllíl lf;ll'!. lltl:t'l •;JJlh rt(IJl()S. -
t;ft.111.'> 11 i I il 11''- 1. 1!!.l.l:.C11 ('.(,\l!Jllll. l!I 1 10\1:
.,..._ ..;_.
Ci.11111' )n Lrn Ili. íll.l. !ST.
ttt! - LILI0AR'tL RI5.-=. -s -
--~~- -- . -
t=éno
traba ().
PMENS AOS RELAISTENSF
QUE CEAI A VER CONCRETIZADOS -
Tos s SEUS SnHlS .
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REl'IU:SET. 1r1 PRÊ'll'1 ,OS Olll: cn:,.,',
TROEM! UM NN(CIPIO H1IS FORTE.
ctrll'IWll:T.'nS os Ol((~XI--'
:.tl'X1RES D. 1 ➔
9
EX!'OHFI. l: S /Ul'O­
IU 1/._IJII ~s BEL. f STl:.SL<;.
PUA!E.NS TSIS TIRES
l'!11 I .S !,JI. "IS!.
Jlrt, nsn CRESCE: IJ:',.1'()
. Tlll'OS OS SEU<; F I IJ )S ; ESPERr\r;
Ili: Ili.IS
1
I1:IJKlRES.
P,RIBE:.'> BEL ' 1 STA
, C'
1AR,· l~r.HCIP,l. flE ,'1TO'.IO .JO.O PARABl::-XI­
ZA ,IS JJITOR!IlADES BEIJVISTF.-:Sr:S. OS ORr,,:-:1:,rxlRES E EIJUSITO -
RE'i n 1➔
9
E.POBEL. OBRA CllE /. C[).. J.O PERSO.lflC O /R![)JO E
A FlBlt 005 FllHJS D. TI::'lm,.
A Fr'l!Ll, BEl.,WISTE.SE l'll, 'Q11:.TOS DE
rn..11E ALEGRIA. HOJE QUA:1XJ ffillE'ORA SE IL1S ll.'I A.J'ERS.RIO -
DE BEi.A VISTA. DA MIS JUSTO PARABENIZR TOOS os TR.llUL X)
RJ:'S, DESDE o l!ll'!ILDE PEO AO E,U>l(ES_.RJO. QUE t:oSmOHI , f;R;'=
DEZ DESTA TERRA HlSfÕP.ICA. P.-R,81::.':S liEL\'I~7T:.'.5ES.
POBEI..
DEl'lIT,JlJ FSTA11UAL ROHEIUO ()l{RO
,SAL'E Zll/07 /85
P,R:BF.lS EXroSITORES
JOSI: EL/)T JX'lS S,.TOS

,J<Jr,'iAI 1R!J! DA PONTEIA
cmn rr:1•M Ml. ..
fluas bri lhoJnl1:'> car,Jvan,J',
correram ao local d,J ole
n i dMle iJ1:ia rpw P·l r tindo -
de Bela 'Vista acompanhava
o Sr. varo ttasarenhas-
" outros bc-1i our•crosos
que acompnnhJv,1111 e:;se 1noço
que se destacou por seu -
trabJlho eficiente e entu­
siasta, [ruti f'crreira da
r.os ta, a fl ta i naurwra 1-
foí cortada pelo Sr. Alva­
ro 11ascarenhas,
Bela Vista te­
ve como dos suas primeiras
casas de material, as pa
redes foram feitas de pe­
dra canga_,
A religiao predo-
minada desde sempre o
catolicismo, embora haven­
do outras religioes. A Pa-
roquia foi fundada em -
4 de Abri] de 1924 pe
lo Bispo D. Jo@ Mo,ri­
cio da Rosa. 19 Padre­
visitador José Giardele
Mi3510nãrio Saleiano.
Os príi-•ciros -
Padre, Francisco flolvi,
Podre Afonso Helde
chegaram aqui em janei­
ro de 1930.
A 19 1i55a foi
ce 1 ebrada em 12 de f1a -
io de 1º35, inauoura­
çao da Nova Capela, Ho­
je é o Espírito Santo.
As irmas, t1aría Hubert,
Emiliana e Dernadeteh.
Em 1043, foi
diplomada a lQ tunna -
de oinasianos. Em 1053
o Belavistense teve
seu primeiro Diretor -
Proprietãrio.
-
f1 1 '.;º,D i ~ d
5a0 Viente de Paula­
inaugurado em 9/05/­
~J, ',endo Pn f ('1 to -
da cidade o Sr. Joao­
/l ntonio Maria Capo -
s i , 1Q diretor d o -
Ho5pi a] Dr. Pubens -
de Cil s tro PI n o
remio do -
Subtcnentes e Sarnento
Pedro Rufino. Fundado
em ()0 de Abri 1 de
lºf.l, primeira din•­
tória:
Presidente -
Oretildes Alves de -
Souza, Secretãrio
Fermino Lima, 29 Se -
cretãrio- Gabino Lou­
reiro Gahlnlo, Jo Tr.­
soureiró - Ary Escohar
Ribeiro, ?Q Tesoure -­
iro - Leonio Silva
,radrr - Adalberto Po­
draues Santana, ibli
ore<#rio - Apoloro­
ws da trindade, )O
Suplente- Antalicio
Cava)iro, ?9 Suplen­
te Vi or do<e flei as
de O J iveira, Pel de -
Conselho F isca 1 - Ha -
rolr!o V;ijCO tlllo Pi -
nnciro, s, crr·t<lrlO do
Con- Fiscal - (osãr -
Juliao Gonçalves 19 -
Vooal - Velo, ino r•,r -
tins Lias, Cons. Têc -
nico - Percio aras -
da ºosa, Secretário do
Cons. Técnico - Anto -
nio Eus acío Lourei--.
ro.
P
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Pref. t'sr
49 ref. A
ai o. 1 o pro /O+qu
de Arruda Pondr, 19 •
Pret. Abilo Sá (d01s
per1od0,) 89 Pref. De­
monstre, Mrtin, G9
Pre!. 'aro0 Garcia,1o
Pref. ili ao Loureiro
119 Pref. A!varo Nunes
129 Pr·('( . Pedro Lopes,
11; Pref. Ernc o Vi -
1a5b0a, 1A9 Pre. Ma­
rio da Costa ''arques-
159 PrPf. Po .. 1 Antonio
Maria Caras5e, 169 -
Pref. Peri Mel1o, 170
Pref. Alvaro Silveira
Mascarenhas, 19 Prof.
tanazio de ALeida -
Me 11 o, l
09 P re f. 1 ,11-
ter Escobar Nunes, 2íl9
Pref. Manoel Rodriaues
de Miranda, 210 Pref.­
a l ter Escobar Nunes-
229 Pref. Dr, Fiori -
flurano, 239 Pref. Wal
ter Escobar Nunes,249
Pref. Osvaldo Turine
25Q Pref. Clovis Mar­
celino de Oliveira, -
26Q Pref. Rubens de -
Castro Pinto, 279 Pref .
Dr. Eli de Araujo Bar­
bosa, 289 Pref, Afon-
so Dilon Nunes Leite-
209 Pref. ldelfonso -
Pinheiro atual Prefei­
to de Bela Vista.
Em 1.971, foi
inauourado sobre o
Rá,o Àpa, a Ponte de -
·Amizade, Ponte Inter­
nacional, Brasil/Para­
guai, pelos dois Pre­
sident~s Emil io G. l-le­
dici e General Stroes­
ner.
Bela Vista te­
ve como seu lQ Jornal­
•o BELAVISTENSE" corno
Diretor Geraldo de Sou
za Posa, Gerente, I nã­
ci o P.osa, Redatores: -
Ada 1 berto Santana,
João Pessoa Braga, e­
João Crístovão Pal~ie-
ri.
Em 1.954 ás -
casas de comêrcio eram
Casa Ioternacional de
Josê M. Palmierj, Far­
macia Roial de Virgi-
1 io !ledei ros e C IA -
LTDA, o Belavístense­
de Gilberto Gomes da -
.Silva, Casa Lama Seve-
• rino Gomes da Silva, -
no dia 20/05/46, Inau­
gurou o Banco do Sra
sil aqui em Bela Vis -
ta, seu lQ Gerente o
Sr. Elias Barbosa,
ainda hoje residindo -
em Bela Vista.
Quanto a eman :­
cipação Comercial de -
Bela Vista, em. 1918,
o comercio era prati -
camente mantido na vi­
zinha cidade - Para -
9uai, na outra maroem
do Rio Apa. 0s fazen -
deiros locais, faziam
suas compras em Aqui­
dauana, trazendo mer-

( ( .
plora
a!. (ovo a
ho, : ,1 i
", l' f Í /,lf ,l 1 to ,
dade au entando o
doravelente o
oruercial 'a d A«
dt' l
0
5f1/6í) d 1 Vl'r ,, ,
milias Sirio t1bane5a
amuem afluira e .
la Vista, com a ir,t3
laçao do Bano da lr4
sil_S/A, o oerio j
na epoca expresia +,
seus nego1os muito
r:xpl,diro!'I .
Depois viera
outros lldncos , , 0 r
va do prores5o no se
tor co1.1crc1,il (j,1 tld­
de.
Belo 1/ist,1, -
com! uma camada de pe -
dra-calcária de valor
incalculavêl foi igual
mente-visada Lo:n ur11 -
explicaçao de cal-v1r­
ger11 pa~a cons truçao,
ouve epoca e~ que
mais de I n fornos. tr-.
balhavam o ano· inteiro
a fim de abas tecer Can.
po Grande (Capita 1) e­
outras cidades impor­
tantes do Sul llatogro,
ense. Segundo dados •
técnicos, o cal produ­
zido em Bela Vista, -
foi o melhor do Estado
também foi i ncentivad3
a exploraçao de madei­
ras, sendo montada ser
rarias na época, e fo­
ram derrubadas matas -
para ar,rovei t:amento de
madeiras e consequente
mente, a formaçao de
pastos.Tambn foi nece
sário uma marcenaria -·
que era de /ristide -
Rocha cujos trabalhos
de móveis eram conneci
dós fora do fAuoícipío
e as de agora são Jo­
sé Chaves, Rigoberto -
Velasquez (popular Ti
to) e outros. Hoje o -
comercio de Bela Vista
acha-se es tabi 1 i zado,­
e a i nfra-es truttJra -
está desenvolvida prin
cipalmente no setor -
energético que vem co-:
a 1 ta tensão de Urubu -
pungã.~e qualquer na·
neí ra, 8. Vis ta esteve·
presente ao chamadu co
Governo Central. Produ­
zindo sua etapa de 19-
Necess idade, não sõ P~
ra o consuno interno,
como para o externo.E
em vez de jogar pedras
no passado varr.os apro­
veitar todas as pedras
di sponi veis para cons­
truir o futuro ...
----------------------
----------------------
_____________________ ,
AUTO
GASOLDIA
"" O SEU PONTO DE
POSTO
DIESEi.
PARADA ORRIGATÕRIO v ROílO'l
·" 1 .liRílPI A
BORRACll,R IA
CARACOL
;
TROC:, ()1: {)J.Eo
POR'! O MURTINIO ·"··
' L.JHI SER,~ 'l: 1 S TltYílll 1I . ....

·ta, .
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vala,
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cal-vi.
ruça o,
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507
I
HOSEVELTE LINO GAHCIA: UM VEREADOR AlUINlE
NA FOTO VEREADOR VETE GARCIA EM CCOPAHIA DE PLITICOS -PMDB
ept%ti «titittttt%«#t a %ite m0 ft t a»e m « #mdttette #t
«% d#em04 $4tttd4$d i' $3 t t ·#eu$teso o6«obst a@ ta«pt
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Considerado como
un dos mais atuantes da
atual Legislatura, ove­
reador, Rosevelte Lino -
Garcia vem desenvolvendo
intenso trabalho na câ­
mara Municipal, não só
apresentando indicações,
requerimentos e projetos
de largo alcance social,
mas tambem adotando uma
postura política modera­
da e de conciliação.
No inicio de
seu mandato, Vete, como
é mais conhecido, apre­
sentou várias vezes, rei
vindicações ao Governo -
cio Estadb no sentido de
ser pavimentado o trecho
Jardim a Bela Vista.
Vem insistindo,
desde então, para que o
Governo do Estado dê -
Ínicio ás obras, prane­
tidas por WILSON BARBO­
SÀ MARTINS em Julho de
1.984, em pleno Parque
de Exposições.
Autor de mais de
50 indicações, todas -
procurando atender aos
apelos dos moradores da
• periferia e da Zona Ru­
ral, Vete Garcia tem -
pautado a sua atuação -
no Legislativo Belavis­
tense por una dinarnica
de trabalho condizente
com a filosofia do
seu Partido, o PMDB.
Ultimamente -
Vete tem procurado re­
solver os problemas -
de algunas escolas -
rrun1c1pa1s e estaduais,
tais como falta de -
material, instalações
precárias, consertos,
falta de fupcionár1os,
etc.
A Escola Vera
Guimarães Loureiro -
.mereceu atenção espe­
cial do Vereador que
solicitou providências
ao Governo do Estado
no sentido de reforma­
la,tendo as suas reivin
dicações, sido atendi:
dos.As reforas estão
sendo feitas.
No tocante a
iluninação pÚblica
patrolamento de ruas,
reparos de estradas
vicinais, enfim, onde
houver uma deftciêcia
ou irregularidade, lá
está o vereador Ve.te
para pedir providên
cias.
Na poli tica -
Vete não se descllida
das bases, figura'cons
tante nos grandes -
acontecimentos ou nos
pequenos almoços
realizados nas resi -
dênc1as de correli -
gionarias, sua pre -
sença é a linha avan­
çada do PMDB.
Moderado,sim -
ples, educado, sempre
disposto a ouvir, a
aceitar ponderaçÕes,
mas firme em suas -
convicções, VETE GAR­
CIA, é un dos mais -
respeitados vereadores
belavistense, pois -
o povo reconhece o
seu valor: ELE TRABA­
I.HA.
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d0/b3+t+~+é0~~
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..
• NA FOTO VEREADOR
• it:TE GARCIA EM -
]

1
• C'PANHIA DE POPU
[
• LARES E PQITICOS" 1
.. 00
'
1
I
PMDB 1
AO POVO DE BELA VISTA
-.'''.. .
QUE TOOOS SE ABRACEM
BELA VISTA DEU UM EXEMPLO DE WTURIDAII POLÍTICA.
A CONVENÇAO 00 PMDB, REALIZADA OOMINGO, D8'0NSTROU QUE O
lflAVISTENSE APOS VINTE ANOS E EAM! DE!CRATICO. GRA­
ÇAS A SUA CULTURA CfVICA, SABE CONVIVER .COM OS OPOSTOS E
NAS DIVERGtNCIAS EXERCITAR O SAGRAOO DIREITO ff!'OCRATICO;
NINGUÉM GANAOU, NINGUÉM PEROCU,
GANHOU lilA VISTA.
GANHOU O POVO lflAVISTENSE;
. HO-.E QUANOO A NOSSA CIDADE CüffffiRA O SEU A­
NIVERSARIO E REALIZA-SE AIA" E)OEL, NADA "AIS 0OTU
NO QUE PARABENIZAR TODOS OS Cürf>ANHEIROS DE PARTIDO. PI
RAflsNIZAR ESTE POVO QUE S~BE SE CONDUZIR NAS GRANDES DE
CISOES E SABE' O SEU LUGAR NO NO'EITO HISTRICO E VI
VEroS. • -
PARABENS lilA VISTA
PARABENS EXPOSITORES QUE NOS HONRAM COt~ AS SUAS
PRESENÇAS .
PARABENS COi'i'ANHE!ROS DO PMDB, ..
ROSE-RTE LINO GARCIA
VEijffJ)OR PMDB

.JOii!',;I. "JHIJ ,J' J' 1 ;11,:.11 1 ••
.1
Continuação.
IJf.lA VIST/1 íll: IH/1 . i'I -
T.iVbli j]f; i)'i f'.f.
f u nossa pri
pal fonte de renda.
MI IUtACtO.
A Usina de Cal­
cúrco Bodoquena produz­
calciírco clolomítico cla­
nclhor quali<laclc. 1: a -
nrincipal inchístria,dn­
rogiao, fornecendo esst·
insumo li:ísico para o Es
tnclo.
C:ontamos nillúa­
com 11 Indústria Jii-te-vi
nhastccen<lo nosso 111en::1•
'do com tijolos e tclhas­
<la melhor 911al idade'.
E temos também a
pro<luçiio de Cn I na 1kg i -
ão <la Caioira.
l<ola I ttlunl
<lt I •• c ' 1 ,1 • 1 1 l, 1 v 1
Sjlt: oi tu' Ir -
e funiont d«de o 'o
passado o nt o d '
,Ci.11111111 prol,~- lt1ll:il1
, .'.,lllll' ,Jll1.Ji1•1t•illl' t·n,,-
a la 'a- série.
'pois , . .., 1 ;Í endo ipl 111
, t ado ralat iv;n t.
Por que se chá
• ma L'.: 1,•r <-;i 11.1 .' •
• l.s tt· r '· 1 J·a . -
11:1s.- i ela 1111 l" idade de -
rio no Estado «d
'Rio Grande do ul, ·1
12 de Setembro d 1,3!8
leio ara 'uto rosa­
isto é, sa i u de I ,Í . 1
20 Je 11111 uhr,, dv l',I l-
e chegou em Porto Mur-
t inho a 02 de Novembro
dt• 1 l l 1, 1H1 111,•-..1110 :mo-
fo Í nomeada Professora
l:s t ad11:il p.1 r. 1 t·.wrc<'r­
su:is 11111(ii,•s 11.l I ila -
de Bela Mista, isto "
('St.l ,·id:iil,· t•t·rl,·11,·, r­
a (orara de ioaque.
I Escola ster
Si la. I une ion:1 11111•1 -
pr6Jin. :il 1:Í:s. IIIUllll
casa .J,, ha r 1·n ,·nh,·rt :1
<lt• L':IJ)ÍIII lllldt• ,: ll I t) -
rum .. l:Í , •. , ist i:1 11111:1 1 •,
cola particular.
, ~~ dt• J:1JTO­
dc 191 - . ri) i llOl'lt':Jd:i -
110':lllll'llll' J);IJ'll o aro
dt• prnít•ssora d:1 i la­
de Nela tista. confor­
e artigo I. risto -
Temos o Consul a- es tar afastada do ar-
do Paraguaio parn assis- i go p,ir 1Hotinis políti­
tencia aos par.iguaios - • cos.
aqui residentes e melhor IJn 13 d,, hr11
entrosamento com as au • de 1930 ro i nur1l':1da -
toridades brasileiras. professora Municipal -
Bela Vista êon . nor nto n' -l-l, JWnua
ta com o Posto de SaÚde- nc•,:endu no caro ató
na cidade e outro no_ ser dispersada a pedi-
bairro N. Sra.de Fátima- do 1i;1r:i ,·,-r 11•.1·" 1,I -
e o Hospital São Vicen - Dirctt!l;1 lo i,iq.i·1,, l.s
te de Paula que tem con-. tadua~ ,i.,_1~•L1 1s!a ,1
vênio com o INN-fi'S. , 06 d<.:' ,;hn_l de l!l_:,, n
Contamos ainda - qual_acionando até-
com_ o jornal Tribuna; ela. ho.i,' r
0
cola Esta<lu:il
Fronteira. um Jornal que (}.e· l e 2
9
r.raus C:1,-, -
nasceu para lutar traba-· tc:Jo· !Írancc_:,.
l~ando pelos seus prin ·:.. • • foi vcrc-aJor.i-
cipios de honra e digni-p2 gestão do Sr. Álva
dade da comunidade/.-._. :'i. ·lO Mascarenh;,_s de íl3 -
Nossa cidade pos: 'rdb Outubro cle-19:il a -
sui a Rádio Bela Vista :: -1956.
A Voz. do Apa, que deu -
vida nova, pois, mais um
meio de _comunicação para
todos nos belavistcnses.
<J glorioso 109 -
Re~imento de Cavnlaria -
Antônio João é há muitos
anos a honra de nossa ci
dade, -
'Possuímos Ulll!Í Po
Hcia Militar que dentrõ
de sua.,,possibilidadei; -
muito tem feito por nos­
sa cidade,
Atualmente Bola•
Vista é urna cidnde mo
dema e progressista, -
conta com Aitência Regio­
nal de Educação.
- S Escolas Estaduais:
Escola Estadual­
de 1
9
Grau Generoso Pon-
AGRICULTIIR/:
Cultura elo arro:
soja. O ngricullor conta
com o planejamento do -
escritório da T'J.ll'Af:R.
~IDEIRJ:
F.íhric:1 de nó -
veis; artesanais. cujas­
peças siio ven<licbs aos -
grandes centros
Bela Vista con -
ta ainda com urna Agên
eia do Banco e.lo liras i l
S/A, Bamerindus. Brades­
co e Caixa Econômica 1 - '
r-ecleral. ;
FLmci ona o Si n -
dicato Rural, e c6nta •'.
com a tr.idicional festa­
ela exposição Agro Pecuá­
ria, EXPOBEL. motivo de-·
grande atração todos os-·
anos.
cidade. ti a .u
~; ,)d } 1 l 1 , 1 ('1 j L'
J ol i 1 1
d l' I" ,. ' 1 < 1 . , 1 ..
.Joaquim 'tu±ti± to
dt
1
Íllllf ll,(11 lj l 11• •J -
limito de tont +',»ii
d:1dL 'Jll•' ;11111 • 1 r ll• -
,· i ai Rede 'Muni p«a! -
de 111 1, ,
1 l ,, l I l •. 1 1 l :, 1
d,· I '· , 1'· < t1 ., , r , •.
telo !rates h '
C j (JJl:l Cl l w o «do '',
t(río,
CO,
Escola Estadual­
de 1° Grau Vera .Guimarães
Loureiro, cujo nomo é o­
da professora que possu­
ía o curso de nonnalista
(atual magistêrio),1.m1a -
das pioneiras de nossa -
-,
Em 1952 no go­
verno do ))r. Fe.man<lo­
Correa da Costa rece -
beu um colégio com o -
seu nome, cuio Secretá
rio era o hr. Castro -
Pinto e cuja Ldé-i.1 p:.ir
tiu dele. . -
Por.oc:.isião elo
·.Jubileu·de Prat;i do
Rotary Cluh UC' llC' l:1
Vista. fc, i hO::oC'l'i.!rl;;;d:.i
no Grêmio T'cdro ±tino
pelos revelantc·s :-c•1' -
viços pres,a<lo:;: ;, ,o -
mun idade belavistnscs.
A 24 de· ,J:inc· i­
ro de 197i, ri.;ccben -
na Câmara Municia! o
título de cidadii. hc>i:1-
vistense.
Ester S 111":1 -
filha de Otávio clP S1l
va e Mercedes de Araú­
jo silva, nascidos w11-
bos no Rio Gran<lc de, -
Sul, passou s11:i cxis -
tência quase toda aqui
visto ter cheg.Jtlo al!'-
17 anos de idade.
Seu pai rcsol-
1
t • ] 'I 1 , -
Í J J 1. '. Ja+ t1 ,.' 1 -
to u de apor da ci­
lh de kio ir.ade do
i....u J I t t t 'o I t n 'u I t 11 ih':'l
Je ) 1 ll I' l .";I, Jí.. f d J-
de «tr ti la »p.a
1 d, 1 ,
1
:. : l 1 11 . miei ra . -
• 1 i t I lll•-pn, 1., .1
li 'tte. aqui heun
do corecou ,a luta, f) -
t:ÍIÍll, Jldl. l1JJ"r.r'll-'-('­
fun ionirio d:s 'tesas­
dt· llC'11cl.,, pC' n ,.111t•n•n,!o
no aro até falecer.­
l'!'lt' .;e• ·pn· t r,Ji,:il hou­
fora de cas1 , 'Eis.
linha :, -:ua 1":it·. :1
q11.1t a_111ú:1va 110 scrl'i­
co caseiro;esta fale -
l'l'II com a itl:1<.lc Út' 1 l fl
:lllOS l' a inda 1 tÍd c.b.
Ester Silva te
ve a seu cargo inúme
ras pessoas 1s qua is -
st•rv i :1111 t· l'r.1111 serl'Í -
<las. l'u is na casa en
cont rava tudo:est utlo. -
Gtr i nho. ai zade etc.
l.sta senhora -
cm idade bastante avan
çaela, aindn tinha sob­
os seus cuidados a tu
tl'ia úe três nt•tos atlÕ
Atual11cnte sc­
C'nl"Ontra im·;Íl ida. mas
c-111 l'isíta que fiz no -
cJ i;i de seu an i vers:Í rio
ela me el i sse: "/ tÍn j ca­
l() 11 que peco ;i llcus-
6 • !tar a :andar para­
poda continuar a leci
011,: r. O q11c I;I.i is 111e a­
lera é ver alunos. e.
saber que os mvus ;1 -
tigos. ii :-iio quase -
tudos Joutorc-s e bons­
profissio11:1is.
prcíci tura
~hmicipal 111:intê-m e su­
pcr'Ísiona 2n Escolas­
Rura is Jc l ~ C:rau e 2-
Esco las llrJ...;m:is de 19-
Cr:111. São 57 professo­
res contratados pelo
'lunit-Ípio.
Existe ainda -
!. (<lois) postos do Mo­
bral.
r-unciona' tam -
hém 1 (11ma)escola par­
ticular: Jardim e Pré­
Escolar "Ramhino".
O Paço 'lunici­
pal foi inaugurado re­
centemente. no prédio­
que pertencia aos i'.J -
dres Redentoristas, e,
foi comprado pela Pre­
feitur.i e C,ovemo do -
Estado.
----------------------
----------------------
Na foto. Jazi -
eln de Calc.Jrco Boelo -
quena...
MIN.
,
t e ti$ wa tt$a i #4» « 44ti « ti4 w$ à$
Dil.lJID.S.
CA'IIl!ílES, Qllf: r,,:r:n O nr:S(JltRI:(:'qSJ() D.'S ROOLS, l',RA sr:ru:1
:,
X; mTn. n I.OíJJ. DE: PESCAR'ECAENTO DAS ROTAS E OS C-'111'.Jº ;-s •
QllE SÃO ll'ii-0S P.R T;l. 5-mnrn. .,.. • : • _,

•' ,t 1 ,1
' I
, !I
r'' ' .
nua 0/0',,
[r:/hora- Abertura di
J4 Expobel pelo Ex«mo­
<1 .llr,•,ll.'.O~; 11l<ilO'-i "H
[IS, reornador do [4 -
talo 'o ,
[:0t0horas Iaupuraçio
,1 ob rn n '- ( : 1 1 l i e a tio I', 1 r
qur de Exposições Rio
pa,
11: 1 S hor,,s - Ihauura­
ç.io tio " (lltl•rsal" jw10-
Lmo Sr, Dr.João da a -
rara,Secretário de eri­
cultura e Pecuária do Es
tado,
:30horas- Visita ao -
arque,
12:0horas- Amoco com­
as autoridades no (Clube­
h Laço oferecido pelo -
llr. lúc 1 fonso Pinheiro.
!'refeito ~lunicipal.
!S:00hor:1s - Conrnrso IIÍ
piro participaç.io 109
llcgimento úe C:n'alnria -
l'rovn nom PompÍI io l'rllr:i
hornapem póstuna.
17:11111nras - í-oot-lloi
portá&ç abertos, homena­
!.'Cm :1111,·ersano ÚC" Tida
'ist.1. recinto rodeio.
19:30horas - Roúeio ln
temaciona l - portões a
1-crtos. homenagem an iver
s:írio de Beln Vista. -
ZZ:0llhoras- Baile de a -
hertura e de comemornçiio
JJ aniversário de íleln -
'i ta no Ale
}«lvitcn e.
l - : flllhor.1,,
Ili 1 21/()7 ..
!IH: llflhu1 1 , ,l,c•1 l lll 1
d11 J
1
,11 q,,, ..
L3:t0horas- Iíro do­
I Leilão Nlore Apa.
J t>Ul - l:oi ,
10:50horas Iício do-
Hnú .. io Interacional.
22:horas- [ai 1 t' 110 -
Cl11ht• do l 1O,
is 22/97..
08:00hor:1~ - ,hcrt11r:i­
do Parque.
P:ílflhonis - 1·001-t:oí.
19:50horas Rodeio I-
ll'rn:t<:ional.
Di 23/07..
OH: ~0honis - ,berttffa -
úo 1'11rqt1t'.
lll:00horas - Início do­
.J11lga111cnto.
1-: Clllhoras - l'oot l1o i.
19: 30horas - lloúe i os -
shm,s de toure i ms.
.!2: 0llhoras - Com:ur,;o -
de danças no r.J uhe do -
! .. iço.
Ilia 2-1/07 ..
08: IJ0horas - ,bertura -
e.lo Parque.
·I
lo ±1]
..í
l : 1 • !tor ,
::.z · t ? Oítl'
th do t
- r
Ilia
1·,;o·,,
fl',.I rtJ.,,1.1
dof'arque_,
I .. , . f;OLor.1 - ( • .. 1H:ur • 1 -
hípico da Escolinha M!i-
1 Íl,J.

1
!.!ri li!'!
J':IJllho1;1,- - l"<Jllt-Hoi.
[0:30horas - Rodeio in­
lt•1 n:1c IOll,11 •
22 : Ollhora,; - Bai ll' do -
1 azendeiro no C' 1 ube do
J;1ço- "1 rajt· Típico".
Dia /7..
ll8: llllhor,1s - hertt1ra
úo Parque.'.
08: :;ohora, - ,hC'rtur:1 -
do Torneio do Laço cor­
h,1,;te:1111ento dos p:11 i -'
l hões ~:n: i ona I úo l'a -
ragua i e dos Clubes par
t il'ip:tntes com toque· úo
Hino Nacional.
12:0llhoras - Almoço de­
con fratcrn i zaçiio dos la
çatlores no Clube do La­
ço.
1-:o0horas - lnÍcio úo­
Torneio do Foot-Hoi a
ser rcali:ado entre os­
Clubes de Laço.
19:30horas - Rodeio In­
ternar i ona 1.
22:00horas - Ba i 1c úe­
confratern i :açiio cios -
1 ncadores no CI uhe dn -
SUPER MERCADO SÃO
JO
llê
111:SFJ.:r-1.'iI".
/CO!lr:tl!:. FRIOS. fl.T:RIAS.
Rl JA lll.JQUE DE C<X J ,'S. 712
í'Ol: - 2Sl-17L5 . .
. J/RllHI- ►l•TO 1~l<15SO J)')
1
r
1 . 1
1. ' ' 1
, l 1
- l 1
l'.
1
)f.h-,'1 .. }I.'
( Ibe uno luso.
; :1 1 ,r,. i ; ,t-i- , .
1 : - , , !iu r ,1, - I' , !u" J :, -
te, 1, ,, ir,11 ,J.
'!:tH hn1,t, - J le de -
encerramento da II • l -
polx·l no Grenio P'edro
Rufino cor entresa de -
pri ios aos e:positores
D»_2/7..
ll~ :0Phora,; - ht rtura -
dn l',lí}W,
ll8;1Jflhoras - Início ,Li
laçada.
12:horas Entrega
úos troféus às t'<Jll i pl's­
arpeis do Laço.
1 - : llflhoras - r in:11 do -
toml'io de loo-lloi.
ICJ:31lhoras - l-in,11 do
Hoúeio fntem:icional.
I ---------------------- '
TRIBUNA DA
FRONTEIRA
CGC MF: 15.
513.203/0002
DIRETORA:
Maria Estela Ve­
lasquez Pereira
REDATOR CHEFE: Ivaldo
Pereira
Secretária e Diagrama
ção: Aurora Fernandes
Fotolito: Job Melo
Irrpressão: Gilson Sil
va Santos.
FUNDADO EM:
20/02/1972
Registro no -
Cartório de Titules e
Docl.Jllentos ni 35 Reda
ção e Administração ,
e Departamento Caner-
' cial Rua da Republica
S/N Bela Vista-MS- Fo
ne (067) 439-1410.
ASSINATURAS
Bela Vista $55.CXXl,OO
Demais Municipios
$ 60.CXX),00
REPRESF.Nl'Al'II'E
NACIONAL * Tábula Vei
culos de Carunicação=
S/C - Ltcla - Rua 7 de
Abril, 282 - 5 andar
Conjunto 54-SP - Fone
255-2579-2553491. FI­
LIADO A ADJORI E ABRA
JORI.
f ,1, ..... 1 5
Snt.1-lt111
u8:3}oras:Ma tesento­
das Rndeira do trsil
do Ist.ado. do t o;rio
e!., federarao de lw ,.
,k- Laço do MI.i dos J u
bes de Laço Participan-
tes.
11<1:111,l:or:1-c: h•rt11r11011
cial pelo P'residente d.a
Federação de Clubes de­
laço do Mato Grosso do
5ul.
12 :fJ(Jhorns : ,Ir.,oco <lc -
confratcmizaç;io par11 -
os laçadores e suas
famílias. convidados e­
autoridndcs.
21:00hor:1s:HMIF S(X.11.
na barraca do Clube <lo­
I.,ço.
PHOC!t'I. soe l,L
---· -----
Dia 2i de julho de 1985
5iíhado:
12:00horas : ,lnoço na
barraca do Clube do La­
ço.
21:00horas.B.ll.l: IXl Ci.11
RE JX) l.í.O.
PIW.R\l SOCIAi ..
Dia 28 de julho de El8~
Domingo:
12:0llhoras:Almoço na -
barraca do Cluhe do La­
ço
12:30horas:Entrega dos­
troféus nas seguintes -
categorias:
Campeão e Vice C'.arnpeiio­
da Taça de BRO'ZE
PRAT/
otmo
PATRi'íO
R.Q l;[..F.,D,.
MJRIN
DUPLAS
lNIH'IDUrL
do LAÇO
PROGRAMACO CAPE IRA
Dia 26 de julho de 1985
Sexta-Feira:
09:00horas :Medição dos­
Laços.
09:30boras:Início do
....__ -- ~--- - - -- -·--
ANTES DE CONSTRUIR,
PASSE NA:
PILAR
Qualidade e
preços baixos
1'11..rR 'ti'iTERIAIS PARA m:-srnu
ÇÃO.
rnoo PARA SU, m:,.:srnurJO: C'JI.: CIHE.'m: TEU:AS: C'.JTX,S D'•Ql·
TUBOS: PC PR ESGOTO: AZULEJOS: cUuTs wTíos E rir '­
RiGl·.'.S E'! GERAL: /\1. Ouque úc Caxi:is. i99 - .Jardi,~l5
' - ·--
' ai !4 (ut1! J"j
do rr1 II 'I [
1, fl( 1 'l'.'
1
l ( '' lh..
- -
a . de i d l:o J, J
ojno'
8:U01r45s·Início da -
l'io1;1 d:' ! .. ,o-·t,Ç. I.í:­
ENZL
IP;IJIJhor,1~: lnÍCJ() d.1 ..,
Pro a úc L1.;o 11G IJI -
1 ltf
1:50horas: Início da-
11ror:i de Laço-TACA Ili -
Olmo.
11 )horas:Início da
Prova de Laço de Pa -
troes Amadas
11: ~0hor:1s: Prova <lt• -
Bagunleada 2 por cquip
Z .madns.
12: 30horas: /J !':oço de
cntreg:i úos 'lroféus 1,0
CI 1,h,· <lo J.:1co.
IHc.fJl_,;Jlll: 1
;;1- , ~;~;t!;i ,hw:í tc1
8 mts.e t roJi lh,1s c/2.
cm.de dia·t!o,
averí e .aí: de laço
antes úc .,, • , n:.pct 1-
1
ç:io.
112- o L:1,,) '1,1 -
ser leva' s -
úc sol ta :i ,
03 - Deatro
((Ul' ' i da ' 1
te até a lil . Jví:
a rês é-d'I 1 1,,r.
O 1 - A arn.id:i de 1·cr.Í -
ser jogada antes do -
GJva1o cruzar :i linh:i­
do .Juíz. ,n::is o laç;1dor
poderá acompnnhar a rês
nté c~rrar o laço.ATE:
do sinuelo.
U:> - Valerá ponto a ar­
mada cerr.:ida no chifrc­
vi rando a cara.
06 - A arm:1da. poderá
ser "lirnpnda" até a li­
nha do Juíz, se o laça­
dor não golpear a rês.
Qualquer armada com la­
ço na·perna ou na mão -
depois eh 1 inha do .Juí
é nula.
07 - Haverá um .Júí z de
am.aúa. jtrrltO ao homem
gancho. para aUlCiliar-
a comissão de julgamen­
to .

ALCINDO PEREIRA - ATUAL PRESI
ENTE DO SINDICATO RURAL E PON
TA PORÃ.
ICATD
RURAL
O PROGRESSO DE BELA VISTA fEM SIDO
A ''H E EXEMPLAR,
~os NOS SE TIMOS SATISFEITOS COM IS
8. '4° A {ROE l RI QUE SE DESENVOLVE CRI ANDO OPOR Tll
ID E #OVAS ALTER?NATIVAS. HOJE E O ANIVERSARIO DA­
P'ESA IO APA E ABERTURA DA L' EXPOBEL. UM DIA DE
fé510$, U MIA PARA LEMBRAR TODOS OS DIAS PASSADOS, COM
1-'.IJll/ LIJT/1 E S/CRIFICIOS, PARA VER HOJE AQUI ESTE GIGAN
TE PAROUE RIO /PA. NOS NOS ORGULHAMOS DE PODER PARTI­
CIPAR TAMBEM DESTE EVENTO. NESTA OPORTUNIDADE PARABENI
ZAMOS O POVO BEL/VISTENSE. EM ESPECIAL A DIRETORIA DO:
SfNDfCATO RURAL DE BELA VISTA, NA PESSOA DE EDSON ME­
DEIROS DE MORAES PELA REALIZAÇÃO DA 14e EXPOBEL.
PARABENIZAMOS O SENHOR PREFEITO MU­
NICIPAL ILDEFONSO PINHEIRO E O POVO DESTA CIDADE.
HOJE MAIS DO QUE NUNCA. É PRECISO -
QUE FORTALECEMOS A NOSSA AGROPECUÃRIA PARA QUE O BRASIL
ENFRENTE OS DESAFIOS DOS NOVOS TEMPOS.
PARABENS BELA VISTA,
PARABENS EXPOSITORES
PARABENS AUTORIDADES
• ACIDO PEREIRA - PRESIDENTE DO SINDICATO RURAL DE PONTA PORÃ

FAZENDA
MARCA DO P,O.
3 COXILHAS
)o(
~
URRIA
LTDR.
MARCA DO P.O.I.
BELA VISTA COMEMORA MAIS UM ANIVERSÀ
RIO. MAIS UMA ETAPA DE LUTAS FOI VENCIDA. -
NOS VOLTAMOS O PENSAMENTO PARA AQUE -
LES QUE. GRANDES OU PEQUENOS. PODEROSOS OU HUMILDES,
PARTICIPARAM DESTA LUTA VISANDO CONSTRUIR UMA CIDADE
PROSPERA E JUSTA.
~
PARTICIPAR DO DESENVOLVIMENTO DE BE­
LA VISTA É MOTIVO DE MUITO ORGULHO PARA NOS.
APROV[ITAMOS A OPORTUNIDADE PARA CU
PRIMENTAR AS AUTORIDADES PRESENTES, ILUSTRES VISITA
TESE EXPOSITORES EM GERAL. -
PARABENS BELA VISTA
PARABENS EXPOSITORES
EXIMPORÃ AGROPECUARIA LTDA.
)