TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXV_Nº773_28_02_1986 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXV_Nº773_28_02_1986Número da edição773Data de publicação28 de fevereiro de 1986Número de páginas8GeoCoordenada -22.121902144785466 , -56.520553679644834 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXV_Nº773_28_02_1986 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto VER. DO PFL POLÍTICA N O Vereador Ivan Mau que dise, secunda fel ra, na Cmura Municipal qu• • o refeito Abraão Zacarias "vem paulatina 1 dL • qu " o I rc· - l'••JLo crnvJ,l?u o. - vereadores para tu - diálogo, n seu ab! n" • . diz; mlo <I•' r:tl- -Vl·.HF.JD.Jil 1-!JRCELO C/LVANO Jl).'nLC' dunitimlo funclo nÔ.rios sin,plc-smente por n;,vanchls:no"; Prosseguindo Manques as intençoês de traba lhar em paz cn a Ca mara, e outros blás , blás, mas isto tudo - A DIRETORIA DA FEDERAÇÃO DAS ASSO CACOS COERCIAIS DE !·IS COtlU NICA JO - COERCIO LEGAL!ENTE ESTABELECIDO QUE,SE GUNDO ORIENTAÇOES DA SUNA, ATE A PROXI 'A SEXTA FEIRA, DI 7, SERA APRESENTADA. UMA TABELA DE PREÇOS PARA O ESTADO DE~ NS E QUE O COMRCIO DEVE MANTER os PRE ÇOS INALTERADOS COFOR;E O DECRETO QU ESTABELECE O COGELA!NTO DOS PRECOS - VIG!TES NN TABELA D DIA 25 e 26/2-.!;_86 A DIRETORIA Reunir~'ll-se nesta terça feira, na Delegacia de-' Policia civersos coner- ciantes, e empresários juri mente. cçxn o Doutor João ?auro Cinoti, M. Juiz de' Direito.;. e •. Pro1'.otor Dr .. O lavo Ma.se~ 'J ir Bispo ren.lias, Dr. a Evangelista,Delegado de Polícia e Prefei to l iunic ipal,para de baterem a respeito das medidas anuncia das pelo Presidente José Sarney, s_obret::!_ do o congelamento de pregos e a especu lação. . Ficou decidi do que os comerei· r antes aguardarão • a TABELA D PRE - ços a ser enviada_ pela SUNA, e, se gundo diretriz ao Senhor Juiz• to - dos devem obede cer a mesma sob a pena de paga rem pesadas mul tas e ate mes mo serem ''presos. Estas tobc - no passou de de: 1o- !". i ., I arte o v ['( f'l - dor Marcelo ma! festcu e respeito, dizendo que no tora iqurla - t''U11i:io porqut :;·ibl 1 - que tudo no passava - l ders;ogia e hoje os nobres colegas vem - que tenho razão". Ivan citou vÚrlos fa•.os ocorridos Úl Lima r..·ntc, le::·brou um i'un cionrio que teve o - s,•u snlár·Jo corLado, - "craçns aos pedidos do Secretário de Obras,Fer nnndo Jorge, e esse fun cior.Úrio teve de npe - 'hr ao !-lin1stér1o do - 'I'r::.:lr.tlho' 1 Lmtnou e, 1 nd, o V•· ne adoro caso de pua - e po. ,1,tli1"'' ora de u + colégio, "qu provou a . .IJ'l COIT'fit :-nela por v~ rios nos, a exemplo de r·,·u ln> -o, P .rbo 1 fo - l"ll.1 dem!tidos por Pl:.H SEGUIÇi:O POLÍTICA". NFSTOR DEFE DE O Vere.:idor Hc:;c.or.:. Alrr.::tda, do f-1-DB de!'en deu as ntltudes do pre fe 1 to a.f J rrr.ando que ;;; d missoes são nonnais qu:mdo nssune un novo prefelto, ele substitui funcio~ários de chefia por pessoas de confia:0_ --. . Disse tarrbém que - ( OPA MORENA DE FUTEBOL DE SALÃO =BELA V STA É CAMPEA Bela Vista se diou no perÍoào de 28/ 2 a 2/3 a Chave da VIII Copa Morena de Futebol ~e Salão, cana parti- . cipação das equipes de Ar.tonio João ,Mzigsul ( re presentando Ca'llpanário) e Cerealisca JÚnior , represem:a'ldo ?onta Po..:· ra. 'ais una vez o Fu tebol de Salão de nos sa cidade .se destaca entre os demais -', do E:s tado, sagrando-se ca-npeã áesta primeira chave, A solenidade dé a!:>ertura contou cem a las serao afixadas nos es½abelec1men toa comerciais e - divulgadas pela I prensa,para melhor conhecimento caco m7unidade em geral. presença de autoridu 25 locais e de outros muni clpios,cntre elas o Prg fC'ito de Antonio João Iber Xavier, o Vice P~ felto de Bela Vista Ro scvel);e Lino Garcia e - vários vereadores qu - fora tu quadro de cet ers de f . .:r.clt r'3.r.!_ o.,,r. da d.• ,:()::,·•. OJ:mto ru criticas dos vereadore Iv;m r, Calw, no,a re pe Ho do FC1'5- Nes O r disse que "desd 1. 972 ex!ste ·ste pro blema".O Ve dor do - .:DB falou tnr.i,.:,r, que - " Prc fci tlJra ~ ccrio urlú epresa, demissors são - no!l'lais, fcrom todél.3 por Justa causa. É i.cFJrrIRA O Vereador Ivcn dis se que era "mcnt1ra, to dos fora demitidos sem justa C.'..llIBa,pura persc guio rol{rica,uma ver -Antonio João O Bela Vista 3. -Ar.tonio João 7 X 1-:ag- - Antonio João 1 X lJa& sul 5. sul s. -Magsul 2 X ae1a Vis - -Bela 11 tã 6 Y. Cerea- ta 8 (Carrq,eã) lista Júnior <1 .. NA PRÓX..Il-;, rnI _ -Ccrealista Júnior 4 X ÇÃO A R=PORTAGEJ"i _ foram prestigiar o tor- l !agsul 7. (aPLETA •• , ~-o N A e  M A E . e· o TR A A e o R o o - C MOPMDB_ O vereador An-- ton!o •~ilveira Xa vier,presidente da câmara !1!,micipal de Be la Vista, falando terça feira em Carpo Grande, ao jornal ,CORREIO ro ES TADO, garantiu que o a= poi ó à candi ela tu.""a .de LÚ , L . - dio Coelho e mac:i;-ço nesta cidadé,...Eis a integra da noticia: ' O Presidente da câmara de verea ,..iores de Bela Vista Antonio Xavier, do-. .PFL garantiu que 905 de sua cidade es- tao apoia,do LÚdio Coelho nesta cami- neia sa.!onis ico do - Estalo. RESLiL T JDOS nhada ao Governo do Estado ... ciorr1os,l de UM . rl .,,r <J tra- bal hav l 00 fundou d ar em e foi e) -.! • 1.- dn bem por r,ol Í Ll ca. Almada perma neceu defendendo o prcfe1 o, i.fl.r mando que es as - de::n1nnoCn fora1n - norma1,:;. PREÇO DO E XEM LAR CZ3 2.00 Ele a(irr.iou -. que a--cmaiaria • - dos vereadores~ da cidade "está com LÚdio e re jeitamos qualquer tipo de entendi - mente com o PDB ue to1 .un par tido que nós - massacrou nas· - eliçoês". E. afirmou.que"' "o'trabalho de LÚ dio Coelho em Cam po Grande canqui~ ou a população - • de nossa cidade,- ('.L'.e é:..j. .•:.. OUCJàJl ças, o desenvolvi mente para a regi ão,que só poderá vir através de LÚ dio. Entende o.vere8f'l· dor que "a populaçào clana pelo nane de LÚ dio Coelho é'quer a ele seja o Governador de Mato Grosso " para que possa faze-r< por Bela Vfsta o mes mo que fez por Carrpo Gr-..n<Je t)OS ,ji t imos - ancs.Nai'A DÀ ~ :' t • Antonio Xavier não él /dq PFL , esim do -· • . PDS -- • ·r A B E L A DE PREÇOS , . A SuNAB EXCLARECEU CUE A LISTA DE PREÇQS DIVu~GADA PELOS JORNAIS DA CAPITAL E ALGUNS Do INTEn1or. NAO VALE -'PARA MATO GRoss0, DO SuL, INFORMAMOS AOS NOSSOS LEITORES, ANUNCIANTES E AO COMERCIO, LOCAL QUE A TRIBUNA DA • FR0NTÊ IRA PUBLICARÁ NA 1 NTEGRA A LI STA D::: PR~ÇOS A • SER D IVUGA- ~DA PEU. S~NAB NESTA ouLNTA' FEIRA, Pr.ocuRE, ~· ·suA TRIDLi:--IA DA FR0N -· TI No SABADO. OU NO DOMINGd, Q.po (l10 corr •spondentC' cm B ras í l ia) O deputatlo fe deral Uhultlo Unrém (PDS/MS)assegurou ' ' que a frente- de oposiç6cs ~.tá - mesmo disposta a enfrentar o PMllll no pleito de novemhro dessc ano e confia que o PFL acaharii - por optar cm seco ligar com os demais partidos oposicio - nistas ~No-sua. Õp i - nião",tp1a lqucr deci são da frente libe ral não deve ocor - rer antes dn conven çõo nasse domingo - mas de qualquer mo do ela devo ser fa vorável ao projeto do ex-prefeito L~ - dio Coelho e do ex governador Pedro pedrossian. Barém ressalva que a decisão do PFL é uma questão interna e não ava - lia se a pretensão' de alguns pefelistas ~-_poderá ou não prejudicar a forma ção da frente opo - sicionist,.a. tfcsmo com o fa to de ~lgurnas lide= ranças pefelistas como o secretário geral Saulo Quei - roz,terem revisto ' suas posiç6es con - triria5 9.4liança Democrat1ca no Nato Grosso do Sul,Ubal- toes ão ara ga, Diz Barém do Inrém lembra " cargos que detem, opo si ão ao oer q u e. v ií r i o ·, prcfi- Ou eles s ã o Gover no. baldo r e tos do in erior e - nos ou ficam cone prefere n a o e c e r - outros líderes vem tra o ·Govrrno,- ;,:1iurc crít1c1 Hipotecando apoio- defendem o par- a 'dobradi nha"j'e - l a11ent:1 r fazen- drossian-Lüdio. do um parale- O parlamentar lo co o perJo explica que não es do em que o tá diretamen e e n - Ps volvido nas convcr estava _._no ~ - sações no petado - der. 'mas não - mas esteve reunido detinha esse. no último domingo- poder , _ com Pedrossian • ' lloje ao con- quanüo este lhe rio. 'eles cs - po.s a por dos cn- tão mandato e- tcn<limentos. ficam critican- Com cxccsao - do". O mi.nisté- das candidaturas - rio "é extremo no Governo e ao Se mante conserva- nado,respectivamen dor, no seu te de LÚ<lio CoelhÕ entender mas o e Pedrossian.a cha deputado rcssal pa ainda não foi - va. que num regi totalmente formatla me presidencia- faltundo dcfinfr o lista, cabe ao candidato a vice e presidente a a outra vagíl Elo Se escolher o l!i- natlo .A decisão <lo= nistério de ~FL cstií sendo a - sua confi5nçn. - guurtlada mas in<lc.- A ida do- pendente <lisso,8n- Ministro Marco- rém frisa que as - Maciel para a- oposições iriio mar chefia do Gabi char unidas com ui neto Civil irf candidato ao Gover fortalecer o no. Governo e o deputado não re: em maiores problemas entr o executivo. Marco Maciel "tem competên - eia" para possi bilitar o bom entrosamento po lítico. Mesmo colocando como- MINISTÉRIO 0 dcjutado federal avaliou também a composi ção do Ministério do presidente José Sarncy várias cri ticas ao PMDB "que está reclamnndo mas não larga os - CA !PO GRA DE.- A e 1 e t ri fie a ç ii o rural das áreas de Co ónia Velha e Colônia ,'o,a e a construção de urn poço semi-artcsiano nu Colônia t-:ova . fo ram reivindicações~ apresentadas , , pelo prefci to de T erenos, Alon so de Rezcnde ao Go vernador Wilson Bar bosa ~tartifrs'.Ffo aucb. • ência, participaram~ também.vereadores <lo município e rcprcsen tantes:da comunidade de Teren<Í!s. Segundo Alonso - de Resende, estas reivindicaç6cs objc~ tivam levar melhorir as ao homem do campr e v,t:.ihil i zar a im· ~léffitação de um pla no detrabalho elabo rado conjuntamente -' pela comunidade.pre feitura e pelo Banco J0 Rrasil, através do projeto Fundec-Fundo 1 ,.. IUDIE CII/ TERENOS de De s L' ,no 1 11 L' 11 to Cor'Ull i t.i r lo. 0 prc>_ÍC'IO [lll vê melhoria da pr ti li t i ,. i d a d e agr í c o - l a e da bac I a I o i teira:a construção de unidade de bene ficiamento de arro: e de produção de - farinha de maidio- nica e cxtens:10 :-11 ral aos produto res:extensão da rede elétrica e construção da rede de ahastec.imcnto - de água e ainda. - construção de scdc de Associação de - desenvolvimento Co munitiírio. inst:1 !a~ cão de hortas cu - seiras e tratamcn- t o d e ;Í g u a s das cisternas, O governador Wilson Martins re conheceu a impor - t5ncia Jo projeto. que"é d e grandeal cance social para- l CI er•o ''. t llldO lllll nhee-j f ltn l1 ,.:n ter 1a C J'l' ; do te rabalho", l',il( RI l·LLI li' • :O.ii o te ,li ; 1 sofrendo esgot a LO e· f;t lj,:J ·.r(ç der lançar fras. tempestuosas e o fensivas;aque. que se cncontr .. l'l'almcntc cn.1 tios procuran ~, pouso c sil " Se algué t e d i r i g é a p a l vra cm tom ncito a 1 to . f a: e - l 1:r e ohséquio de resp der em tom mais baixo". TURISMO . ' . ... SE 0CE ÔNIBUS - TREM TURISMO' LEVA VOCE ONDa_ QUIZER E VOCE ESCOLHE '- A FORMA 1-Jm Jeito VIAJAR , DEIXE A P_ROGRAMAÇÃO CONU!:>CO- AVIO - NAVIO , A TIME DE PAGAMENTO.... Especial TOUR - ***VIAJE pr-t.A<; MÃOS DE QUEM TEM EXPERIENCTA *•,; RESERVAS DE PASSAGENS AEREAS !'AR, QUALQUER CIDADE. USE ms SERVIÇOS DA TIME TOUR· TURISMO RUA: 13 • DE ·.• MAIO - 2310 ..: Turismo ., ' ,• i TELEFONE: . L___ .... : t-z ·EHBRATUR..-00145-00-42-7 : -. · ---!h-- --- -- , - (067)-382-743(). -382-7987 EMBRATUR-00145-0042- e-- -- ~---~~ -~~ ----··· -,- 1 -- - - - --------- ELOG os ao DE POLICIA Aproposito de fll.Jl! l IH li)' l') td,1 IH<;- 1 :1 1 H 11,iJ . li 1 HI • 11 • r:1. ( 1 J1i d 'jll.l) eloyia. 1,1)'. l' liOllll IJd~~t•;11.101, O' íJf'J r-11,.icJo d,· l'o I í ,·ta dr B<' J.1 i <; 1 ,1 ll 1 • l o1 i 1 11 spo lanelista . 1 e cben,os corresponden l j , 1 d O !'> l"l )10 J' S l l l ( • l :Í )' i o dt• Sl')IJJ',ll)Ç.1 l'íi - blica de Mato Grosso' do Sul. Ili. -lt'l,O Parauassi e do biro t u r Ger 1 1 d" l'o I í:: i :i ' C11·il. l•r. Silliu 1 - r.111 d:1 C"ost:1 !l'lo. l.111 St'JJ ofí.:lo, o· !),-, J l t ' Í x n P:1ril,!.!ll.lS~1J <l i : q u t• "a s t' l' r e t a r i a Jc Sq:11rança l'iibl ic:1' agradece ·g referén - eia:s elogiosas endere adas ao trabalho dt• • nosso servidor. 110 s io da t·o11111n i <l:1dl' he l.1 I' i s t t' n se . h t' mn o 111 o a s ' <lcst inadas :Í lnq it11i c;iio l'olícial C:i1il". .J;Í n llr. fra1, . diz que 'Manifestam nos re<: nhec idos pe lo exit alcançado • nos l raba I hos desen vol idos por aquele. ·q11e h:í muito. pelas característ ic1s que lhe sao inerentl'S destaca a sua capaci dade para a fundaçiio policial, qualidades que semrre o tem co- loca!c em evidencia pcran t t' os csca J ões superiores. . Ressaltamos ain da, a forrn:1 e o meio [ qual Ili IJ 8. VIS Ji(j - , 1 1 1 - tl/ r onif tcu o -- tu justo te - lf 1 11hc, 11,1•11 11. q,a tanto palpita ' nos as aspiraçoet divulgando os bons présti os dt• um servidor ;up4 e dedi ,.,do ·í q·gt; l':tllÇ,I d:t Cllnlllll I d:1 d(' ;f (JII( ',. l'I (' - Serviço Avto omo de Agua e Esgoto- SAA e a.asa-s a atenuo para a [oral Jc nfcn:,s 11Y 11111/Sh. refl'rc11tc a en c.l:1. no estado e que se t·n,011tra de- • um motor marc;i mrrce,lt·,- he11z l',t:rcio11:Í rio, pot.:•m:i:i do 11<Jtor -5 ,''. i':rra m:rion•s d0t:rlhcs 1Tja Ec.lit:il • na Seção de Material e t rnnsportes. 11:i lh1:1 11~ dl' !111tuhro, 571. ate; u d i.1 18. ll.,. 811. .JOll,I. 'llllllll, C..,lli'llllCI: ll. 1 (. .1ll! C l J j >! }l l d 1 uds pl , 1( 1 11 i 1 ' l S l 1 ,',! l•I :,/', 111> IC'''; - 111:· ,ljUl.1~ ILIJ'I• l11i1-lht•, ,, <·lo- 1os ora apre en t.1do-.. . . ~ ... ... Fll11TI. IR ( .JLI ./1. t .J ( 1 11,. 1 /:1, 1, Querida 'te Nossa Senhora Aareida 'ó, q todos os dias. vos que .sois mais bela das Mies c 11...-, ec-.i,1 todo O cor,a ao. l'II vos peço mais tua vez ude a alcançar esta graça por mais dura que_la a te vos te a)u b r ;Í r- e a 01.p:tnh.1r:Í s c r p r c .~, t1 i n h a m o r t e . Auér. tear i Eai os$o e I A v e .ria três dias seguidos q:e lançará a graça, Puu, seguidos esta oração. o 5 dias 1 )?1,)~ 1 nos uia quer t J (1 (J' ·,- -'· --1 rcs dias' IRL C.J'-!l' .S i'Alv Ili 1 1 1 1 I!< sc,t<'S :, l•e1r:1 c.l:1 irrit:1c:io. estiís c.lc: e u dcwn t. ce rr í I i n ". .. l'lt·1<• 0 Sl'I, ,ilo o 111:JÍ'- alto poss.í1·el. nesr:io qu_ 1occ o' ak:11Ke. os sl'u~ olhos. ,;c1r.pre olhar:1 o infinito". " . 'c1 d:id(• i r:r Portanto sej,,,; fel i: opera maravilha e fl'l icidade por que 10cê". l' aqut'la que :, cad:1 n,i nutu l't'l'l que Jc. lJc11s. , passa ek nE .'OSSA Conceito de Trans --- - - - '-·-.- Cil1iOE SIIO uzeir QU, I..Qlll;R PARTE DO PA 1 S.' Sul te A CRUZEIRO no SUL. RECE SllA PA1S. , Ril'l11EZ CIWZl;f Rl) ·OS SEU$ VOCE MEHCMOlt!A E no J OPORTUr,;JDJDE DE PARA EMPRESA DE ~ TRADTÇM. OFE- QlliLQUER E DESPACHAR • t:IílADE f-llETE ECES.Sl'H. ·TRAQIJIL!DADE. USE OS DO i SUL. llMA SER'lÇOS TRAN~PORTAllORA QUE Cl.!ENTES. PROCIJ~E IIM IH: • r-.:oss,,s f..G1:M: LAS DA cor-;11Ec1 , MMA OE ECONôMICI ARNEY / DECRETO DílASILIA ,28 (EBN)-- O ProoldcnL Jo- 0 ~ Snrncy oeoinou Decreto Lei, d1Gpondo - c?brc a·, Inotituiçõo da Nova Unidade do - siotoma Monetário Braoilclro o do Seguro dcncmprogo. De acordo com o Decreto-Lei a nova unidade do Sistema Monetário Brasileiro d 1n n1• ne Cruzado, restobele- passa a Ienom '- cendo-se o centavo. A INTEGRA DO DECRETO-LEI t A SEGUINTE: DECRETO LEI N8 2.283, de 27 de. Fevereiro de 1.986 Dlspoe sobre a Instituição da nova unida de do SJ stem 1 Monetó.rio BrasEcil'O, do Seguro-De semprego e dá outras providências. • O Presidente da ~opÚblica, usando das a tribu!çoes que lhe conftjre o artigo 55. I e I - da Constituição Federal. • • 1 DECRETA: ARTIGO I) - Passa a denominar-se Cruzado a ' Unidade do Sistema monetário Brasileiro ,·restabe lccido o centavo para design~se a centésima - parte da nova moeda, Paragráfo 1° - o cruzeiro corresponde a um milésimo do cruzado: Parágrafo 2° - As importâncias em dinheiro escrever-se-ao precedidas do simbolo CZ$. ARTIGO 22) - O Banco Central do Brasil im - cunbido de providenciar a remarcação ·e ·iquisição de cédulas e moedas em cruzeiro, bem cano a im - pressão das novas cédulas e a cunhagem das moedas. em cruzados, nas quantidades indispensaveis a subs tituição do meio circ,ulante. , Parágrafo I - As cédulas e moedas cunhadas em cruzeiros circularão concanitantéménte can o cruzado, e seu yalor paritário será de mil cruzei . . . - ros por cmzado. . . -' Parágrafo 28 -"No prazo de doze (12) meses a partir da vigência deste pecreto-Lei , os cru - zeiros perderão o valor liberatório :e não mais te rão curso legal. •• • - Parágrafo 3 - O prazo fixado no paragrafo anterior poderá ser programado pelo Conselho Mone. tário Nacional. - ARTIGO 3° - Serão grafados em cruzados, a - partir desta data os demonstrativos contabeis , cheques, tit;ulos,preços, precatórios, valores de contratos e todas as expressoés pecuniárias que - se possam .traduzir em moeda nacional, ressalvando o .dispositivo no art. 35. , ARTIGO 4~ - São convertidos em cruzados,nes ta data, os depÓsitos a vista nas entidades fi- - nanceiras, ou Saldos das contas do FUndo de Garan tia por Tempo de Serviço, do PIS/PASEP, as con tas correntes, todas as obrigaçoés vencidas e exi giveis, bem cano os valores · . .monetários previstos .na Legisd:ação Penal . e Processual Penal, obedeci da a paridade fixada neste Decreto-Lei. ARTIGO 58) - Serão aferidas pelo Índice de preços ao cõnsunidoI'-- IPC as osêilaçoês do nÍJJel geral de preços em cruzados incubidas dos cálcu los a FUhdação Insti tuto Brasileiro de Geogra fia e Estatistica e observada a mesna metodolô • - gia do Índici._e nacional de preços- ao consumidor. . . . . . . . . ARTlGO 5Q) - A obrigac;ão reajustável do Te sooro Naclonal- ORTN de que trata a Lei 4.357,de l6 de jalho de 1.964 passa a denominar-se Obriga çao do Tesouro Naciooal- Ol'N e seu valor e de 106, 40 cruzados; inalterado até 12 de Março de :)...987. Paragrafo (!nico -•Eln fção de estabilidade cruzado ficará inalterado o valor da Ol'N e apÓs, - doze (12) meses, se houver variação. do índice' de preços ao-i::onsunidor- IPC, para maior ou pda me nor, proceder-se-a a identico reajuste daquela o brigação em períods iqualos Estabilidade mo- , ~- .. ,. netaria, serem detenni.nados pelo Conselho Moneta-- rio Naciooal. ARTIGO 7) - A partir da vigência, deste De ereto-Lei, e vedada sob pena de nulidade,· cláu : sula de reajuste monetário nos éontratos de pra zos inferiores a llTI ano.As obrigaçoés e contratos por prazo superior a doze (12) meses poderão ter , cláusula de reajuste', se vinculada a Ol'N em cru- zados.. - DA cNvERSÃo DAS 0t 1 GA;ÉS ARTIGO 8) - Nas hipóteses, previstas nes DecI ·to-LI, de corverég do cruzeiro pe o cruzado posteriores a ·sta data, o fator re pec- Ivo aplicável será diário e circulado p la rrul tipl1cação da paridade Inicial (1.00 cruzeiros- 1 cruzacio) curu1nt1vor.x!nte por l .0045 cada dia decorrido a partir de hoje. ARTIGO 99) - As obrigaçoés de pagamento em dinheiro expressa;:; em cruze~ros sem clÓUSo.la de correção moneuíria, c9J1-3ti tu1<1as antes deste Decreto-Lei, deverão ser saldadas em cruzados - no dia do pagamento, dividindo-se o montante crn cruzeiros pelo fator de conversão fixado no An tJgo 8. Parágrafo hntco - As taxas de Juros refe rentes a contratos em cruzeiros, inclusive juros de morã+·;incidirão sobre os valores em cruzeiro precedendo sua conversão em cruzados. ARTIGO 109) - As obrtgaçoés pecuniárias anteriores a esta data expressas em cruzeiros can cláusula de Correção Monetária ,perão rea.: Justaveis até esta data nas bases pactuadas e " assim convertidas em cruzados pela paridade do - paragrafo 1° do Artigo l deste Decreto-Lei. ARTIGO 11) - As obrigaçoês consti tuidas por alugueis e prestaçoês do Sistema Financeiro da Habitação convertem-se em cruzados nesta da ta, observando-se o valor real médio do aluguel ou prestação nos Últimos doze (12) meses, na for ma disposta no anexo I, utilizando-se a tabela - do anexo III (Fatores de Atualização) Parágrafo Único- Em nehuna hipÓtese a - prestação do Sistema Financeiro da Habitação se rá superior a equ1yalencia salari~ do rrutuário. .. 00 MERCADO DE CAPITAIS ARTIGO_12)- O Conselho Monetário Nac1o nal,no uso das atribuiçoés estatu!das pela Lei - 4.595, de 31 de Dezembro de 1.964, baixará nor - mas destinadas a adaptar o mercado de capitais - ao 'disposto neste Decreto-Lei. • ARTIGO 13) -- Sente os saldos das Cader netas de Poupança, bem ccxro- .. os do Fundo de Ga- rantia por tempo de serviço e do PIS/PASEPº ., terão a partir desta data, reajustes pelo indice de pre ços ao corisunidor institúido pé10 artigo 52 des te Decreto-Lei, em prazos a serem fixados pelo - .Conselho Monetário Nacional. ARTIGô 142) - Pode o Banco Central do - . . . • Brasil fixar per iodo minimo dos depositos a pra- zo em instituiçoés financeiras e pemitir que - elas recebam depÓsitos a prazo de outras, ainda que sob. o mesmo controle Acionários ou Coliga- das. • ARTÍGO 152) - Ficam· introduzida& na Lei 4.595, de 31 de Dezembro de 1.964, as seguintes alteraçoês: I - Ao Art. 4 - Acrescenta-se -o -seguin-. te inciso: . XXXII i-- Regular os depÓsi tos a prazo en- tre instituiçoês financeiras , . inc.lusive entre - aquelas sujeitas ao mesmo controle ou coligadas. . II - O indiso III do artigo 10 passa a vigorar can a seguinte redação: :" • - III - Receber os recolhimentos compulsórios de que trata o inciso XIV do art. 4 desta Lei e também os depÓsi tos .vol~tários a vista das ins tituiçoés financeiras; nos tennos do inciso III e Paragrafo 2. do do art. 19 destà Lé'i., . II-Oiniso III do art. 19 passe, a- ter a seguinte redação: ' III - Arrecadar os depÓsi tos voluntários - a- vista das instituiços de que trata o inciso - III do art: 10 desta Lei, escriturando as respec tivas contas., • - ARTIGO 16~) - O artigo 4 do Decreto-Lef. 1.454.de 7 de Abril de 1._976, passa a vigorar - cmn a seguinte redação: . Art. 4 - O Banco Central do Brasil resta belecera os prazos minimos a serem .observados - pelas instituiçoês financeiras autorizadas para recebimento de depósitos a prazo fixo e para e missão de letngs de câmbio de acéite dessas. A.!fTIG') 23 Dez, 'ro d Ju arbi rei t ::;tdo , pt r • OTN'S (.. De I Novembro de 1,982) t no lucro de Jurno e dezembro de c a an salvo se demonstrarem ter pr te;do a poli+ de preços nos cri ·rios adotados pelos ó carpe'ent ·s do Ministério da Fazenda, ARTIGO 18)- 01 2 do artigo 43 d LI 7.450 de 23.de dezembro de 1.985 p su a vira cem a seguinte redação: II - Excluir o rcnd1mrnto real e o dr • 1 0 _ concedido na primeira colocnçÕo d 1 : título.; ~ o brigaçoes da base de cálculo de que' Lrntn o tigo 7, Decreto-Lei n° 1.641 de 7 de d.zurbro de 1.978, e dos arts. 39 e 40 des .a Lei. DOS VENCIMENTOS, SOLDOS, SALÁRIOS PENSOES E PROVENI'OS ARTIGO 19°) - A partir desta na a o salá rio rninimo passa a valer CZ$ 800,00 (oitoc nos cruzados), incluindo o abono supletivo de que .: trata este Decreto-Lei e restabelecido o reajus te anual para l de março de 1. 987, ressalvam; o direi to assegurado no parágrafo 1 o do art. 23 deste Decreto-Lei. ARTIGO 202 ) - são convertidos em cruzados pela forma do artigo 21 , os vencimentos, saldos e demais remuneraçoés dos servidores pÚblicoz - respeitada a garantia, quanto aos valores ex - pressos em cruzeiros na data da conversão, asse gurada pelo artigo 113, III, da Constituição Fe deral e demais hipÓ.teses previstas na legislação vigente. ARTIGO 212) - Todos os salários e rerrune raçoés são convertidos em cruzados nesta data - pelo valor médio da remuneração real dos álti - mos seis meses segundo a fórmula do anexo II, a tabela do anexo III (Fatores de Conversão). Parágrafo Único - Sobre a remuneração re al resultante em cruzados será concedido abono de 8% por cento (oito por cento). ARTIGO 22°) - Fica restabelecida'., a anua lida.de • para os aumentos de salarios, veniment tos, soicÍos e remuneração em ·geral, ressalvados os reajustes canpulSÓrios institu1dos no artigc> subseque_nte. e conservada a data-base para a Últ mo ·aumento semestral. t' . . ARTIGO 23°) - Os salários, vencirrentos, - soldos e remuneraçoês em crúza.dos serão autorat! câmente pela variação acU'll.l.lada do Írldice de pre ços ao ccihsuniàor, instituido neste Decreto-Lei toda vez que tal aclll?Ulação ultrapassar 20 por - cento (vinte por cento)ao ano, g partir .dada ta da primeira negociaça dissiio ou data-base • : .u l g ia° • de rea::)uste, posteriores a vigencia deste Decr- to-Lei ;;-r:,;_ ~ ·, • • _ '+ Paragrafo l--Se-a vaia;ao acumulada, a- partir destà data , ultrapassar 20 por cento': ( vinte por cento ) antes da prÓxima negoci~ diss1dio ou· reaJuste, o sal! . • cruzados S rá ·reajustado no mesmo nív- . ,utomaticamente, O reajuste automático será cor.siderado antecipa ção salarial . Parágrafo 2 - Incluem-se no regime de rea- • juste automnátio: as pensos e proventos de a - posentadoria. • • » ARTIGO 24°) - .A negociação coleti~ e ar.i-- pla nao estando sujeita a qualquer limitação po dendo a revisão do valor dos salários ser objeto de livre convenção. '• • ARTIGO 25°) - Nos dissídios coletivos não será adi tido aumento a titulo de ·.reposição sa larial, sob pena de nulida.de da ~entença. Parágrafo hnico - Incube ao Ministério PÚblico velar pela observância des~a norma,· po- dendo, para este efeito, interpor recursos e P ' mover açoés rescisórias contra , as decisoês q° a 1.nf'ringirem. INUA .•• ' ,, ,l 1:, CONTINUIÇ I ~ i!:.!5.0..fJ. 00 SE.C,lJ!!O--Dí·:SFJl!:'.!<H:"2 ATIGO_ 26·) - Ftea institvtdo o oure-1 enprego, com a fln:,l!rJ:ulc cl•• prcv r sslrci financeira emporarí, ao balhador desempregado em virtude de dispensa em Justa causa, ou por - par·;:ú lzoço.o t.otnl ou p·u-c!nl, drw ,1Livld d do - cmprador. ARTIGO 27) Terá dlre nerie G imor cL encha os ccguint, s rcqului o:/ I - Haver contribuído para a previdência o clal, dur~ e p lo menos, 36 (trino e seio) :n-, aci;, nos ult.trnoc quatro anos. II - 1'cr com;:,rovado a condição de 0.5.''llnrindo junto à pessoa jurÍdicn de clircl to PÚbllco Oll Prl vado, nos ÚltinXls seJG (6) 111escG, m,,dion c l"('gic-=: tro na carteira de trabo,lho e prcvidêncta social. III - Haver sido dispensado a mais de trinta (30) dias. 1 • .o n JY•rcc pç Õu do n,·t. 3 ) qut· (Jr<<- ARTIGO 28 9 ) - O beneficio sera concedido - por um perÍodo IOOXirno de· quatro (4) lllCSCS ,10 tro. balhador desempregado que não tiver -renda própria de qualquer natureza, suficiente à rnanutcnç3o pc,s soal e de sua familia, nem usufrua de qualquer be nefÍcio da Previdência Social ou de qualquer ou- - tro tipo de auxílio desemprego. Parágrafo l - Será motivo de canccla'l!Cnto - do seguro desemprego a recusa, por aprte do desem pregado, de outro emprego. Parágrafo 2 - O trabalhador sáncntc poderá 1 usufruir do benefício por quatro (4) meses a cada período de dezoito (18) meses, seja de fonn:i. con tínua ou em períodos alternados. ARTIGO 29 2 ) -e valor do seguro a ser pago =n salmente ao desempregado corresponderá a: - I - 50¼ (cinquenta por cento) do salário para aqueles que recebiam até três (3) salários mínimos mensais. II - 1,5 (uh e ~io) salário minirno, paro os - que gãnhava-n acima de três (3) salários minimos mensais. Parágrafo 1 - Para efeito de apuração do - valor do benefício - será considerado salario o valor médio dos três Últimos meses. Paragrafo 2- Em qualquer hipótese, o valor do benefício poderá ser inferior a 70 (setenta·.por cento) do salário minimo. ' ARTIGO 30°) - As despesas com o seguro-de - 1 semprego correrão à conta do Fundo de Assistência ao Desempregado, a que alude o art.4 da Lei 6.181 l de 11 de dezembro de 1.974. . pará_grefo Único - Durante o exen:ic!o de - 1.986, 0 beneficio será custeaõo pelos recursos_ provenientes de créditos suplementares, que ter? cerno 'fonte:· _ I - o execesso de arrecadaçao., Ou II - A anulação parcial ou total de dotaçoês orçamentárias ou de crédiots adicionais autoriza- dos em Lei. O ·Poder '•Executivo dentro_ de ARTIGO 31 9 ) " trinta (30) dias contados da publicacao - deste Decreto-Lei, constituira com1ssao - a ser integrada por representantes gover- d ,; e tt"abalhadores, : namentais, emprega.o. - do M'nisterio do Traba- sob a coordenaçao • formular oroposta desti lho incumbida de • - legislativi b idiar a elaboraçao nada a su s t 1 do seguro-se- h sobre o cus e o que dispon a . de 1 ?de janeiro de - semprego, a partir ib ição da união,dos 1.987, mediante contr bulhadores sempre- e dos tra a ' - empregadores. • Fontes de recursos. " juizos de outras _ .. 22 ) _ As disposiçoes P:rti ARTIGO -- ,ãesemprego produzirão e nen tes ao seg,uro d ta de sua regula feitos financeiros na ª. de ~té sessenta - j prazo sera mentaçao, cu __ 0 licação do presente - (60) dias apos. a pub • Decreto Lei. Aplicam-se as disposi- ARTIGO 33 9 )- ro desemorego ao - . t ao segu • - çoés pertinentes Adquirir a condiçao vier a a - trabalhador que •. regulamentaçao a de desempregado apos a artigo anterior. que se refere O , 1 D1sros1çOEs GERAIS ·e r ' j 1 ' • valores em cruze!ros, zado n forma da leis cad um, e convertido: em cruz do data pela paridade legal, mm prejuízo dui juros e dos pos .eriores pela OTi em cru - "' iro:,. ARTIGO 35°)- Os orçamento: públicos expressa .a e6zeros sómente serão con v•·r· Jrlo:. 1•m cru;,•1do1; <ll-po!i· de culcul·d - a respeciva der;ão sobr o saldo de - despesas e remanescente de receitas, em cada caso e de maneira a adapta-los a es tabi lidade da nova moeda. ARTIGO 36º) - Todos os preços, ln clustve aluguéis residenciais so expre sos cm cruzados e ficam a partir desta data. congelados, nos níveis do dia 27 de fPv~reiro de 1.986, Hdmitida & revicao - setorial e temporária pelos órgaõs federa' is competentes, cm função da cstabilidado dn nova moe:da ou de fcnÔ~?enoi:; conjuntura is. Par·ágrafo Único - O congol;mento - previsto nesta artigo poder6 ser suspen so por ato do poder executivo, na forr.,a - disposta p.-lo :-,~gularnento de.;te Decrctc Lei. ARTIGO 37°) - A Secretaria Especial de Abastecimentos e Preces - SEA?, o Con selho Intermintsterial de Preços - CIP , a Supcrin tcndênt ia llac ionol de Jbas teci mnenO- SUf!J5, Órgii:os do ~,inistério da - Fazenda, o Conselho de Defesa do Consumi dor, a Pol Í.cia Federal, Órgão do iiinis - tério da Justiça, exercerão vigilâr.cia - sobre a estabilidade de todos os preços incl idos, ou nao, no Sistema Oficial de Controle. ARTIGO 389)- Ficam os Ministé:-ios da Justiça e da Fazenda autorizados a celebrar irncdiatameri:c. com os Go vernos dos Estados, Municipios e Distrito Federal convênios para a fi el apllcaçâo deste Decreto - Lei e - para a defesa do~ consumidores ,o~ ,,1 if. .. " ~~~ t%.é 4 AS Di:'.C!CY.S LIA COZINHA fl'T e. IR. i ore, x - ti.ANDE: VÀRED. r3 ira """" .... ..... .... ge ·e= r . li zuc:.3 Sr E» zs a a r. ••==c:::l• .. .ama ::a=- a.e:» voe{ . NÃO ,., coNHEcdt A IRA ELA DE D='. lí?ERI':'1' Vi::IO ARTií.O 40ª) - Nr>stc pr! ,•J !ro ,J • curso da nova moeda, tendo em vJsta. n trunsiç-oda:1 lndt•Xi'lçoc.:;,,r,t:_ riores para o regimne de estabi .ida de do cruzado, fica Fundação Ins tituto BraAilciro de Geoarafla r Efl- tatistica autorizada a proceder conversão dos dados Já calculados em - cruzeiros, para efci o de afeiç~o dos ni vrin reais de preço ao consumidor inRti tuido por ente Decreto Lei, nu forra de instruço~s a aerem baixadas pela Secre taria de Planejamento. Af<rIGO 412 )- O Paga-ncnto dos tr~butos - cujo fator gerador Já ha.ver- ocorrido a c!.."lt.a 1 vigência deste Decreto-Lei far-se-a de acordo com a paridade fixada no paragrafo l do artigo- 1. Pá.ragrafo hn!co- A declaraçoés de Impos t.o de Renda neste exercício e refe:-en s ao A no-Bo..-.e de 1.985 :::erâo elaboradas no sistema an tC"rior, sob a leg.!slaçâo aplicável, conver;,:nóo' se para cruzados o resultado fé:naJ. pela paridap de 1.000/1. ARTIGO 42°)- As prstacés do ,,Sistetr.a Financeirsda Habitação vinceda no rês de ço de 1. 986 são convertióas pela paridaàe _le$<11 do artigo 1, par.:igrafo 1, r.ão se lhes a;,licaridQ o sistema de conversilo previsto no a:-tigo 11. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS ARTIGO 43°)- Dentro de trint.i. (30) dias - o Presidente da RepÚblica regulaxnw...rá este D;:_ ereto-Lei ressalvado o disposto no art.igo 32. ARTIGO 44°)- Este }.)ecret.o-Lei entra cm vigor na data de publicação,revogacos o art.47 da Lei 7.450 de 23 de dezembro de 1.985 e todas as cernais disposiçoes em coni:rário. SRASILIA em 27 de Feverei::-o de 1986; 165' da In'.lependência e 98' C:3 ~pÚbl1ca .. PRECISA !R DELrr • .rosl .. • ATE vos, , , 1720-ENTRE MAR'CAJU E l:ÂJ':OIDO AAIANC' mfilAs comoA - "' • VOCt ·"*• CP.OPPI!'HO GELADO; VINHO DAS ~LHORES ROCES:CIAS E .:"TÀBUA Di:: FRIOS E 0UEIJOS" UMA USIVIDADE ' GERAES. - ILDEFONSO: "PMDB E O PARTIDO OI. VERD DE, DO OVO, D MUDINCAS, E REPRESENIA O R ISIL DE HOJE E DE AMINHi' ,--- IlDEF('illSO PINHEiílO O Ex-Prefeito de Bel:> Vista, Ildefonso Pinhéiro aturu Presidente do DIre tório l"unic1pal do PMDB- ralou oriLcm, cocn ex clusividade, à reporta gem de a TIUBUN/1 Oi - FnONTEIRJ, JORNAL TRIBUNA Oi FRONTEIRA Fundado cm 20 de Fevereiro de 1. 972 - Registro no Cartório de Ti tules e Documentos ne 35. Diretor- Redator Chefe: Ivaldo Pereira .. Redação e Administração : Rua da República n2 268 Fone: 439-1410 Bela Xista - MS - SEDE PRÓPRIA -Assinatura Anual (TRIBUNA$ 150,00) -Demais Municípios : $ 250,00 Representante em são Paulo: Tá- •· bula - Rua 7 de Abril 282 - 52 andar Conjunto 54.- São Paulo - SP 1 Representante em Brasil±a:'futura Canu nicaçoés e Repres Ltda-SBN- EC.:.fug2 Paulo Mauricio Sala 1113- Brasilia - _DF Representante em Carpo Grande: Art e Traço. -Filiado a ADJORI E ABRAJORI ✓ornalista Responsável: Ivaldo Pereira .-U jomal do Grupo Rerie Belavistense de Jornais Ltda- CGC.MF.15.513.203/001-Inscri ção Estadual-28.219.003-1- Editora dos Jor nais Tribuna da Fronteira,O Laguennse, Tribuna Murtinhense,J. rie Antonio João e Correio Jar dinense. ' PARQUE ç,,.:' , Cr,: Rua da RepÚblica n9 268 B.Vista-5 .S, Fone: (067) 439-1410. Enfoca lo a naté r1, Lu fria na Trltu na d: Frontei a d 22/ 2 a l de março, er a qual o vereador Marce lo Calvano diz que - "o P!'!'B ~ o pru:-ll<.lo :. d mentira!' Ildefonso disse: 11 ln sde mais nada ,j pn'•clr,o f·,v,r um rc trospecto o da histo ria do nosso partido. llo rÍodo de 1. 964 a 1. 983 canbntc:1110$ o re p,ime arbJLrÚrio, di~ Dr. Wilson Barbo sa Martins é um hcmern sério, de moral iliba da, hanern que sofreu na carne os problemas da ditadura, mas tal vez, por ser um homem de diálogo é que hoje alguns trânfugas che guem a chamá-lo de rnen tiroso. Além de falta de educação, isto é pa ra.mim, a essência d; ridiculo. Não vPnho h6 temos sido coeren es - can as pregaçoés d no - cráticas de nossos maio res. Esta lula continua e n.:io é só de pol í icos do PDB,é de empresári- je à Imprensa para re~ pender as insolentes - palavras de Marcelo Cal • van'o, q que taco é de- - fender princípios e não adi to que ataquem o - povo brasileiro, hoje - unido na NOVA REPÚBLI- . CA, defendendo a nossa soberania. Quando o ve reador critica o PMOB do povo e- 1·e está critican- WILSON É UM HOMEM SÉRIO do a Nação Bra sileira. O Governa dor· Wilson Mar tins e um ho - mem séri o , rne re ce o respeito - e a çao nós', PMDB considera - de todos sejamos do PT , PDT PFL , ou PTB , suas· intençoes - sao p•:··-e o Em Defesa do Prefeito e de um Estilo de Admillistração O que e que que ria o vereador Cal vano? Que o Prefei to Abraão abrisse - as portas da Prefei tura para apanigua dos? Que usasse os cofres da Municipa- lidade para festas e rodeios? Não, ve reador, você a exem plo de outras pes soas, se enganou re dondamente. O prefeito A- 1 .,,,,,,e=,1 , ' 'braão não ·precisa - do cargo para-subir 0 BOTICÁRIO na vida, não preci sa usar de seu car go, ele foi eleito para servir o povo e, isso ele fará e já está fazendo. Pode ferir a té mesmo alguns co~ panheiros que nao - entenderam a sua rnensagern,sirnples e honesta,ele - não está na Pre feitura para servir a grupos ele servirá O - povo que o ele geu. RUA -·ANTONIO MARIA COELHO N 446 ~••PROPRIETÁRIAS** MARIA JOSÉ -E MARIA Es.TER •• VISITE-NOS PÔIS A SUA PRE SENÇA Nos,oARÁ MUITO PRAZER,ES TAMOS ESP.ERANDO ••· - - BREVE VENDEREMOS ROUPAS DAS FA MOSAS MARCAS "VDIJON E PIERRE CAR DIN" - BELA'V-ISTA - MS ***FONE: 439 - 1010 *** • PM. D OftS FOR· Mas E DO POVO No dia 29 Presidente Jos ' Sarney lançou um - repto à Nação. Va mos mudar o Brasil .juntos, sornando es forços, cada cida dão é um fiscal do gove_rno. Veja vereador Calvano, analise bem o PACOTÃO do - Governo, não e - igual. aos pacotes anteriores, este - e um PACOTE pa ra o povao. - programa de Gover no. Outros virão. 7 Entre estes à· - Reforma Agrária e chegaremos l'á, ob jetivo maior, SAÚ= DE e EDUCAÇÃO gratúita para to dos os brasilei, r ros. $"7 3s esperança, que ele preen de e edificar . un novo ESTADO . mais Justo, livre resp7nsável e de os polí Icos demagogos, carre! ris tas não mais u til i ,em de S€US cargos para a - tingir a rique - za fác 11. temo&.. Calva- no;e -por tudo isto .é que di - go: MENTIROSO E - VO,CÊ, e o pior. dos mentirosos - _pois está rnentin do para si mes mo. : Finalizando- Ildefonso .disse: e vocês da ,TRI BUNA DA 'FRONTEI RA que passaram maus momentos na Assim como precisamos de te: po para colher - urna lavoura, pre cisamos também de: tempo para colher os frutos da Adi nistração Abraão. Espere e vera. Dij::?-àura, cenh:i 'C reza, volta rão as suas -~ rigens,fazendo " jornal ismo para - o povo, pois - que ro: 1?: nunca deixara ser PMD. L:SIA NE Dos ° JORNAIS REDE . LEITORES e.7 Qualquer irregularidade <c:l trega deste jornal favor co:zun- pelo tefefone 439-1410. A DIREÇÃO o ·, ,r t 'A, r 1 ' ,, º· t'd: ~ Vo ~ Jus:• Pâ!: a i l, ia. !!EGO :,C,ll 11S C,\ll',/11, l'OL TT I L Segundo suas própi-i.is p;1Javr:is o refeito Abraão a carias está com Mar celo Miranda Soares C COll1 O 'COVL'1"110. !.Ó gico e coerente, l'OR ()ll lltll L,IH) o pccu:,ristaLd som Moraes, presiden tL' do 'Sind ic.1to Ru - J'"l J d l' lk la is ta e.' que ajudou muito' na arranha de Abrao )tillt ,. • .,.-('!"i :-iut ro:-- pc cu.ri stus. está co 1./;Jio C, !!r.:--. Log:co - i..:- e t'l.." rc :. : i.." • Ili :l'll <jlll o l'I 1. esti se entendo, n:1 e :i p I t ;i l . ,· ,. 1:1 n l''lll h 1, éOJ:!0 l' ljlll' ",/ l f j ar nas bases' Lu ' não sei. voe sabe' JOO II CEI lllt 'ili i t os peemede- hist,1-< L pi·telist:1s tcr;10 f!lll' ter jogo de cintura para "con,·i,·cr co::1 cur rcligio11:Írios" qt1c anrcs c01:1h:iti:m. C,· :1 :1 r t e d e .. p o i í l i - ca'.' R,'IE~ __ l Ull'. Í L) 'ice J.!O't't - 11:iJnr Ramez tebet' que assumirá o c;o.: verno em .11:,io este ' e ' :í r ias v e:: e s em !IL'!:1 'ista. llesJc· a sua c.1ndid:itur::' :, deputado Rarez ' visita a nossa ci - d:idc . :iqui tc-m Grandes amigos e ' :-.cm d1Ívitla algu111;1' l~O C'SCJUCCeriÍ :1 nossa Hel:1 'ista. EM DEFESA DO HOE!'' que o 5:r r11cr Estão descend- o [p? a ripa no Governa - dor - tudo ror c;,u, -.:, do :isf:1 l i:o-eu a c rdd iro quc:·o mc·si:10 sairá ainda esta a no. () í.c;irernador.-. 11:iu ê Jlle:11t ! roso, i:' 11m homem Íntegro acontece que f:ito~• nol'OS surgem que :is 'e;:es. o <li to fi ca pelo não· dito.:· 'las o asfalto sai. !li (',Ili)['' ( J,{ lg uo alguns • po l 11 iu,-: 11 l'l l . estao de batuca pra ver que lado a or d.1 (' 1 :i l forte nr J)U ll d:1q11cl1• J 1, 1 1, Acon e (' '{IH' l I• ... 7es a corda par forte. mas nao é. y o e., ra danc :r ... l'OSS,11 l Nosso amigo e grande co I rtor.1d, r Os v :1 Ido !'os s .1 ri . d 1 rcror d., 'i ação CnJ :eiro do Sul s,í e:: t;Í cspcr:111do o iní cio e teriino da ' Jl:l'll:ll'llt:1ç.:io :rsf:Íl tic::i de Bcl:1 'ist:i a .Jardii:1 p:ir.1 coll car a I inlt;.1 ônihu< modernos L' luxuosos Os Ônibus jií cs~iío na garagem... so falta o ::isfalto. CRUZ CREIO V'oces viram. !'residente ft': C-01:l na0 " l ' :r ;1 L!CA. , ! ,, I () , O l:C. O prefei.to de l'ar:111:iíba. um líder 1á no Bolsão. aderi tambem á candid tur:i de I.Údio roe lho e Pedrosii:in. Devagar. devagar. o homem vai subindo V,CJS .-~~ n: 6lh~ o- -i .!te acabou• NOS C0.1 'OCí:. PRE(O DO EXE'- --. PLAR czs '.:io que eu sej :i 2,00 contra os "bois" .. LJNCIONAND'O EM NOVA~ !Viu..... dinv INSTALA- ÇÕES: ÁLCOOL- DIESEL- GASOL INA- 1 _AVAGE·I! DE CARROS RUA BARÃC DO LADARIO·S/IN • FONE:439-1025. BELA VISTA MFf' RLPO mo. qualquer hora dessa vai dar u des:ist re de arre piar os coholos. 1. é estrnda ' federal .... Olhem a 'foto e compro 't: m .... LEITOilES Qualquer ir regul:irid:idc na - entrega <leste jornal favor ço municar pelo te lefone 439-1410 A DIREÇÃO JORNJl. TRJllUIA DA FRONTE [ Rl Hà QUJTOR:E A- ..........-=====. SE A SUL M ÓVE I PI SE COMENTAN TA o• l • . n",-1 1 ,.,.1lh" JC; U/1~1 J i, di 1,K11i- l C' 17.C'• COII, '- ,,. · L( li' O (.,, ·1 l lÁ:n~·ror.o e .J:1nNc i'mcnça "? J' ;1 , • 111 , •• - l • o l te [arabens, extensivos aos avos e bisay ve1 • IJrA Que calor, imaginem vocês. porque 'sauna' ataita'' passa_centenas de alunos diariamente. [ j'T,l u d 'd·!-. • que a maioria de nossas escolas nio possuem ven t'ladores de teto: .Jii que o governo n:10 tun !nte - hésse nenhum pelo bem éstar dos' alunos, poderiam a4 ir tiladores com o dinheiro arrecadado em qu 1 r ven ° • - 1 J , <l • 1 ,1o111oçôt!s, 1.:x: Festus Juninas: Isso so c~pen e º, illtercssc da Direção e AUM da Lscola. Cito como exemplo a l.:sc. Ester Silva, la existem Ventilado - res!' Lií no Vera Guirnari.ies, t ambcm hii 'e~ti lad~ res, só que 11iio inslnlar:1111. Snbcm Porque? !·alta Je interesse: E NO DIA 28 iniciando os jogos da Copa Morena cm ' Bela Vista. • MUITOS Jovens de outrns cidades lutando com gar ra pelo· seu time. 1: isso aí, vamos prestigiar ' essas promoções: OOlITlQUE O Botícario Cheiros da terra .. conseguiu t;..tra a nossa Cidade a representação',exclusiva fuis tamosas marcàs Dij on e Pierre Ca rdin. Brc - ve ... breve... as empresárias M.:iriu Ester e Maria José estarão com muitas roup.:is dessas eti quetas para sua grande élientela. Aguardem! SEM QUE MELIIORJ? o encanador e~tá entrando relo cano .· O padeiro esta comendo o pao que o diabo amassou O coveiro esta se enterrando em dividas O professor- está _diante de um quadro negro O açougueiro esta sentindo o problema na carne O sorveteiro esta entrando numa fria O metalúrgico esta levando ferro O dono de casa lotérica perdeu a esportiva O fannacéutico está achando a vida uma droga O dentista está tapando_, buracos A manicure ficou na mão • • O pedicure deu no pé 0 médico não vê remédio para a situação O fazendeiro está vendo a vaca ir pro brejo O leiteiro está chorando pelo leite derrainado O co turei 1 <l I tá 0 10,{llllff l.LÍ L.1.ll, O elétricista esti tendo ch o qu ) suinocultor as ha que tulo € - - 1 O dermatologistaesta sentindo a ri pria pele . O engenheiro esta cngenha nd o u me io <.· p., ' • r uas o1tas O veterinário cs i ma ando cachorro a r1 o A manequim está de tanga 0 barbei rn botou as barbas de 1'10ll,o o fotógrafo 'está perdendo a pose 0 arquiteto virou argui. Perdeu o teto. 0 escafandrista esta na basg do sufoco o--vcnJc<lor de miudos cst.1 eh,., a lingua de fora o historiador está perdido no ter. po O astronauta está. perdido no espaço 0 <loa<lor de sangue ja deu o que unha que tlar O advog;1do est,Í apelando O psiquiatra acha tudo uma loucur., o reportcr esta rn:! ul t uno furo . ,, . O frnlicul tor sta chorando pitangas O piloto de planador está.nlo de brisis o fabric:mte de vinhos foi para o vinagre O sapateiro hidráulico foi por ãuas abaixo o rcflorcstador esta no mato sem -:..'.lchorzo o vcndctlor de explosivos deu o e .ouro na praça O juiz está pcr<lc~do o juÍz? / telcfonist.1 esta por um fio , . o dono da funerária es t:í rçxó <le fome O carpinteiro botou tudo no prego O s.:ilta<lor est5 pulando miudinho O nadador não come. !ada. O poceiro está no fundo <lo por? O pintor está trabalhando no vermelho . A doceira cst5 cortando um tlocc para sobreviver O marinheiro está a ver navios O relojoeiro está com tic-tic nervoso (D borr.:ichéiro esta na ultima lona v avicultor cst ánuma sinuca-de-bico o minerador não sabe on<le achar o cobre o mensageiro não está dando conta do recado ... E O político está devendo pacas: promess.:is é divida: SE!H)RAS !JONAS D!:. úSI Nós desta coluna lhes fazemos um· apelo·' ao 'fazerem suas canpras ~ ·: solicitem lota Fiscal pois uessa maneira estarão salvaguardan do seus direi tos e seu dinheiro.eça nota para qualquer tipo de compra e se _n.1 _p:oxtma C<;m1:ira' os preços tiverem alterado,. e so 1r a Policia , levar a lota e provar a fraude. porque como sa bem, todos os preços foram congelados e se cada · um~le nós fi:ennos isso estaremos colaborando ' com o Presidente dq_ República e pondo na c.:i<lcia e multando os maus comerciantes. Pois afinal.se eles não tem medo de aumentarem quase toda sema na os preços, porque é que teremos medo de de. nuncía-los ?' E O ORELJLII.O • Qa Vila do Previsul? Dizem que a Teiemat-, retirou e os moradores ficar.:im a ver 'navios" . pois_ o mesmo _era de suma importancia. já que lá' quase ninguem.possui telefone cm sua residencia. Mas vocês da Vila do Previsul mo tem sorte mes.,. mo: a água é coisà rara 'e agora o Orelhão ... lem bre-se bem: Novembro h.:iverá cleiçãcr, com tudo T Uma órbita inacabada Uma plnt morta levada pelo vento Um out:,no ,marelo como tantos outros Uma vigem que chega ao fim Um sorr:so norto nos lábios Uma ardi!h1a Um destino ... Uma pena ce~da da ave ferida Um espinr.o ferindo-a , Uma rosa br;;-.nca tornando-se pur:,ura Um amor trandformado em Ódio P A R A REFLETIR ( LUCILEIE BEARARI) Sorrii, pois o·sorriso oper~ e~ voce maravilhas. ~· . -· ,,. Abra a Sua Porta para o Requinte-e 0Bom Gosto JERRASUL • MÓVEi .... SUA Rl:SIDÊNCIA .OU l:SCRITDRI0 MERECE. QUALlDADE ACHJA D.E TUBO, JRTI:.. REQUINTE E BOM GOSTO:' ARMÀRI0S, GUARDA ROUPAS EMBUTIDOS; COPA, COZINHA. MVEIS FABRICADOS COM MADEIRA DE LEI !:. f-ORMI- CA- DllRABll.:IDJDE. , •• SERRASUL MOVEIS ••• RUA DA r~EPÚBLl_çA N. 10~ FONE: 439-1296 •• BEL·A VISTA fvíA TO GRo·sso DO SUL • Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXV_Nº772_22_02_1986 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXV_Nº774_06_03_1986 Voltar para a lista de itens