TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº836_06_05_1987 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº836_06_05_1987Número da edição836Data de publicação6 de maio de 1987Número de páginas8GeoCoordenada -22.107907295854336 , -56.5130000008218 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº836_06_05_1987 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto .A R!IA VISTA :) 1.'JJ 1· DE MIIO 011 • DE FESTI EM CIRICOL X e nf rência Distrital d R tary Club BELA VISTA PARTICIPOU into tal.,' r-· 1 ..... ~ .. -,1 i • .. o r!o prvr l(·r.a C:é.1$ roras t r .I. /, X 'onfrrcia u:sr.tal foi realizada [ r = sr=d ctubo Libanês, a arura so1no no Rá- tio Clube, cor um jantar oferecido as au - NA FOTO ACIHA PREFEITO JUVrno GODCL DEPUTADO MDKJ E~_(üru'/UIHA DE AP.]GOS · toridades, convidado c rotarianos. Dia 12 de Maio, Dia Internacional de Lutn dos Trab&lhadorcs, em Caracol nao um dia de luta, mas um dia de festa. Festa de comemoração da pessa~~m dos 22 nnos de emancipação p0lit1ca do que acordou cedo ao som de músicas qur• vinh:1m do Praça. ondr foi cc·lc-bra,Ja foi municioio, a missa de Ação de Graças, o que foi fci to por uma Freira, fato comum cm Caracol, por não h.:.ve:r Padre na cidade . Veja a matéria completa do Aniversário drt C'idadc. né. Página 08. Froilan Cardoso é o Novo Agente Pelo menos é o uue os Votos decidiram 1 tl r ' 1 ' , X ry !te: xp ri&ncinas como Vo - J > ~ ,r•r ,. 3 H! no Méxl ( ·, 'í.J•· rvi; ant c rr blc, do Abu- pra as' r· j nç 1 (1,... 1 Q nre ou'ro. . Além do Governador ao Distrito 447, He do Gov rnador ntrante, El t'i, vari s Povernador s de ou - 'ros D.trivoe e. firar prentes. Tm -- nt·n· to S 'ry Intrnacio le ri ire;» do Profs»r .cral, José Elias !urad. profe- / ti '' 1 .1 Dlzem que numa de "ocracia o que vale sao os votos. são os decisões emanadas do ovo, de baixo para Clma, e não de cima ara baixo. isto ;nais u::ia medida arbitrária de regimes total i tá - Tios. Se voto ainda Vale alguma coisa. e ntendemos que vale ..,llito. o-professor F'ROlLM CARDOSO é o ~o·,o /,gente Regional ·e ensino ae'Bela Vis E DIR. EVERIM-iA Rufino, como as que foram realizadas por todo o Estado, envol apos varias dias de campanha, auxiliado por alguns cabos e- lei torais. A contage~ gc-ral dos votos ficou as sim: em Caracol Foi lan obteve 11 votos. Emídia 14 e houve um o branco; em Sela Vista Froilan obteve 110 votos. Emidia 70 e houve um em bran - co, perfazendo um tg tal de 121 votos pa ra Froilan, 84 para EmÍdia e dois cm bronco. As eleições rcaii Bela vitória, o professor zadas ontem em Vista. nas dependên- Froilan se mostrou elas do Grêmio Pedro muito emocionado, cum primentado pelas vá- rias pessoas presen tes à contagem dos votos. Ao conversar com a reportagem da TF, ele nos disse q/ "pretendo fazer um rabalho honesto,pro curando sempre o me lhor para todos e pa ra a educação em Be la Vis .a. evitando vo Agente. o profes- sor froilan car·oso, de ·odo modo errar Represtando o!a Vi.,"e o jornalista Ivaldo Pereira (Rotariano) e sua esposa Ma Aí vema Lei fabricação" de nova vendo 57 municípios, apontaram o que deve rá ·ser o novo Agente Regional de Edur·~ão de Bela Vista. Com uma diferenca de 37 voos. foi con siderado e1cito o no Após anunciada sua raznr pcrscguiçoes ou prejudicar profes so:·es e alunos''. Anradeceu-à pro fessora Emidia, pela força que ela l,c deu dentro da Agên eia; á professora O! ga Mendonça. que foi· seu_pgvo. sua professora; aos alunos do contador e a todos aqueles que lutaram com ele e vo toram no seu nome pa ra ancnte. Quanto-à nomeação que deverá ter o con sen imento do Gover nador, já que compe te a ele essa nomea ção, Froilan acredi a num acordo, num entendimento, já que considera o Secretá rio de·Ectucação bas an e capaz ara a ceitar essa mudança e confia que ele da ra seu apoio para que isso ocorra. Parabenizamos à classe dos professo res pela eleição re~ lizada, vamos espe - rar que seja aceita. A Constituint o: nossa p"ria, rt,RT, !,!AGI:/,. Ou nossas consti:uiç;es an:~riorcs fo ram minuciosas em excesso, provocando in - flcxibilida(:e; ou as leis foram restritas demasiadamente? delimitando o tempo e o e5 paço de sua m.:,.rcha evolutiva. Veja a Pazira2g. e "Carta à Redação" do Dr. uder Bozano Rosa o artigo que, se - gundo o mesmo, pode servir para serenar os ânimos Je nossos vereadores, "preocupa d issi~os • com os prcble~as da cidade e de Escola e Democraciu· De um tempo para ca se tornou lugar co mnum a airaçáo de que a educação é sempre um ato polltico. Mas o que significa essa aprimação? Obvianente, t.rata-se de um "Slo gã;" que tinha por objetivo combater- a idéia anterior-mente dominante segundo a aual a educação era atendida como um fenô meno estritamente técnico-pedagogico por tanto, inteiranente autônomo e independen= te da questão politica. • Leia ~a ?ág3.na 05, en Pesquisa de Froi lan Cardoso, o artigo ''ESCOLA E DEl-:OCRA - CTA". Caracol ent Destaque POR HILSO" NA PÁGINA 05 UM NOVO ESPACO NO JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA: AGO~A COBRINDO A CIDADE DE CARACOL E REGl~O. CORUJÃO CONTABtL At,,, tur ,. 1" ... • , trr r -.u,,, ,,,. f'ir, De E+ 4o do Ir: ;,o· to ,,,. til, '11 - p, VI )d iu ' laridia, ontratos· Heibos e orrespondias em Geral, Bttinho e Luiz 1{,CNICOS Hua Antonio Joo, s/n. Em frent a Sindica.o fiaral ELA VSTA POR DE IRO DOS f ro MS - Uma propasta allernativa de Oesenvolv1ment1 Clov 'f<.,rr l corhc I •• • r. :.O low:of'l inlctn• J J., A: ·•;,x; l nç?io C:onr n ... - 1. 1 ! Indicador Protissional J ADVOGAD9 lltll TOII .. rnto F .. SCUIF .... ''ro I;: ui47J8ln --- 0/M5 -- 2) t'eis, I'riminis, Juetio de 'Terra-, Direito de Familia e t:au .. a"' 1 , .' Tral,:;llti ... ta, Escritório- A. lio Irae N 1.3) lk,i,lí•11rin - .,. lin llr.1ll<'<• :-;• J!li 1:E.1': ,lkrlt! tscritóriD Contábil Betel ESCIIITAS FISCAIS E COT,OEIS 'antlerl,·y <:a,,aroti - 1.:1111/)IT 3 87 C'nixa Postal :!'J Porto )lllrtillhn Antonio Joio - MS Escritório· de Advocacia oUTo CAI.OS A. NAZAII nOREs 1: .. l'S.S c1n:1s t-: l:Hl)l1:-i .. lS tua 1 de Novembro 1 7 ' T,·ldo11,·: l:JU· l:l,'s:_? ( l'ro',ximo a ll11,lm·i1'1ria) JIEI., 'Wf.- llEI. .. 'IST. ~IS a,sr explorada - Agro-Indirria 'refino d óleo de soja, 40 r,1i !ln, • Lc • l • 1' tr 1r ,ç, .. n dt 1111"1 r,t ,_,.,, como bisco •v f1:·1rl!',u .. ,, r.-- ,;J..';. i:-n cozidos, te.. E;Ira;+ de mi erais frrsos e t fc-rrvsos,.. s".•-· 1 ..,,r,.·fnr· p:, •,"1 .pado ca o tlrx .. mçs em cclul , ppc! prognso qu os sa j.J,J.í-,· ião, Ca."1;:;0 • 1nr r·,l, cupantcs tão I; r· ,. etc., exploração de a: i c imp!ar,t to. Elo v!ve ta, I r ic.:<>câc ck ft' rtl 1 i mas não o p '.""' J f z..:.ü1t.r:.:, rr.:- .... rcr-ialR d•:- l irn- co. r;!Jo n:·ay_r. .-..w di~>'.c:--- Ad vogad·as VILA DA ILI E VEIA L TINO t'ieis e (!dmioai:-, 'l'ral1:lhi:-'l:, llircilu •k F:unflia, Terra~ e R o n e 1 Silva Fuchs . ,D'OG.11O - f .. l:S.S (:l'EIS t-: ClllllX.IS ,:-,;Ttl:-,;l11 Jll.ll e ir u r g i ã o D e n ti s ta- llOlTOlt Ul'CllllO '.I..DEZ llE 11 .. IIUIS cno !lll/llS - Cons11ltl:rio; ltua llal. Itendon S/N -- Fone: 271-1777 l:Csid,'nda: .. v. Cc!. Crmisiio tu:::) -::: Fo:,c: :?.;t-122 - ,I.Hlllli - li~_::.... 1 ; I :,· ·n r· . .cr ca Eprarial-Polit: C.t . ,,çJ,1]'' , l•·vou o 1 ulu 1 t; "M!.i - Ur-.:.t í-'rufJC",· t. Al t, n:,t!vJ - .. Ve.;.-r.volvL - 'Tl< nL.o" <· til()!:; rtav"1 o nos:..,c, E:.; tado c-u.r.., U<:l.ª l"I íT 1 no e: C()l1Ôffl ! c;I.cn " vlÍJVr-1.of< •• r,,c- ndo ,.ondlçÕ< ,, p, ivilr· gJ ncln..•, p;,ra c..xpJ vr·1..çc1•, 1 yro-J Ju5trlal, 1 t ' l' - ul. de serviços, ninar ocupu u:r1..1 pcsic;::o G:.o-!-.cu n;-,0,1<.;,. ba:;t:.11 ,. tll:; Jntu no ":·PdÇO n ... ê.: lon,u . "é a 1~ frunt..cir'-1 eccnéio,íca e:-r, df:senvolvimer,•c • p;,,rtir dos Esados da região Les te-Sul; é rtJta rv.tur,.t.l o, acesso ;,..., rf giÕC::; de novns fron ,,iras r1p,r1cu - lns ,. c•xcrcr influêr.cl.:i ncs Estodos de M:.tto Grcs- • de infetrt,.g e aba cs que o progresso so (norte), ílonrJc..nia e A- pesa, C'Sl •: = ••·~ ' _,_ , cr; é acesso fácil no in e de c· . <'.. plé,r1f'jn~·r t:o prxJ: tr'.l7.tr. tcrcâmbio com países da tia crcr,ir,:; p:..r· •· foi não stá preocupado e Bacia de, Prata, região An ar;in~scnti.Jdo o a:õ;Ye<:' .. <.; his pr<,srrv.1r u r., :;.;o p,ra.· dina e J.lérica Latina. É- torico clre m;,ssa g•:n r: f' c-cc-,lÓgicr,, r.c:::s:1 hfst.ó- c, Célr.linho wls c:ur O par:.. do r.csso estar.lo: ria. • r:J JJc;Õrs t.· cost1, - 0 PaCÍficv. "0 Sul-r:iator,rosS<=nsr· c,u 'Xs. Us·, o C:stnJo J" ,::. A proposta aoresenla o Guaici.:ru'' • :r s não é cididan r .. ~ - Ms como u;n "3Preciávcl Qui.l!idc, o Estado de Ma- U"'. Gua!curÚ .. Gu;ticurú s.:. consumi dor de insumos bá- t:o Grosso de, Sul e an c i - dL•,-;,;c: os pioneiros qu a sicos, fertilizantes, de- pcu-se, a Acad=ia (:0 Le- qul chr•r.ar·,m p·1rrJ ~cu:- r fl:r.sivos apricolas, prolultras admitiu duas dcnomi- o 1-::-;ti..:JO, ,-r-i:i:- r.~,2<:~, tos vete-:-·· ários e de má- '1aç0es para os srus dcs- cJeixã.r 1Jc.cr;.;,;n,1ên:::iõ •! r1: q1,inas e irr.p1• rentos agrí[candentes: Poderiamn ser tro o<· r r·-.1l.lalh<,, at/s '-' r,_ col:.is, dc·vi<lo a grar.de chITT.ados àc· Sul-rratogrus - v;., v-:,r:.;ào -Jos cx•::c.,.·!·1~ produção de grãos e ainda senscs, ou Guaict.ru, rr;f~ e- r:rr:;::irc:~rlo::c: que.. vier&" ser o 4uarto rcbar,i10 bcv.!_ rrcia pcética aos nossc,s para c:rié'r e ocupar o ri no do país. Enfatiza tar- [primeirs ocupa'1t.c-s, Índi vo Estr-.do de Mato G:-o::~~ bém a necessidãde de um os Guê<lcuru. No Estadv,~o do Sul, e que noje =: apoio institucional pÚbli Ionizado inicialrocnt..é pc; gÍtirros oc'-'!Jª"lt"s dl: Sê, c c vontade pcli ttca pa- mineiros, gaúchos, paulis[espço sul-matog['(;s!>tr.S!', ra traçar t.-na ni tida cs - tas, paraer,ses e cõtar'i - tr--JJ'~'>fcrindo kno,. t:c,,~. fc. tratégia aór,inistrativa , nenses, ul tilT'.a.,nente n::ce:- m,::.ndo rr.:i.o--df::-obr;,. e~;xc .. visando s0lucionar, a mé- • u ta'T'.bém imigrar.tes su_!_ 1 iz2~,,, pr-:scrvar e, a r.:r- dio prazo. os seguintes americó!ios, nossos vizi - tureza, concili:ir.d:: o;:: entraves da infra estrutu os paraf_uaios, b0livia- gresso cc.m a cxcelrnte ra básicã: cs e cisplatenses argcn- qualidúde de vic:a Q..>'2 a.: - Sistema Econômico Finan tines e urnguaios. além dá se púdc de-sfrutar rD cej ro próprio. e auto-sun os europeus e orientais erM tÓrio sul--rr.awi:c:; ciente; Sistema Energéu= trazidos pelo Único meio scnse .. o oue dc.seja::ôS :· co Sufici:ntc; Sistema de e transporte regular da cc-nquist~ mais Gu:áCl-r, Com.micaçao Eficiente;Si~ ~gião, até o inÍcio do p2ra pcvoar efe lv,nc:-:' tema de Armazenagem e I r- seculo - a navegação do ncssa erra e fazer : ri;,;ac;ao Coo.,etentes. io Paraguai e seus e _ rar_, l~:rrÍ •i:rc- n,,ra" '-·•·~ u.. Ft·e D7> t; 1 t- l • () •..; r . ..,, r t cor LUSO <;OIVIERCIAL LTDA . AGRO PECUARIA LUSO LTDA. Luso COMÉRCIO , . E INDUSTRIA DE MADEIRAS.SECAGEM E ARMAZENÀ_ M PHO _ COMPRA E VENDA DE GADO - MADEIRA_ COMERCIAL! ZACÃO • 1 - Rons Negóciqs..:Lucros Certos_ Produtividade . . .RUA OUGUE DE CAXIAS SN_GUIA LOPES DA lAGUNA._FONE: 251..1055 PARA RECADOS A RESPEITO DE COMPRA E VENDA DE GADO [URGEN_TE] - TRATAR PELO TE_ lEFONE: .?5_1 ..1364 [. r , 1 / V J f / '' -Carta ' a Redação- Pela Vista,23 1967. clu Meu caro Ivnl de,. Tenho a honra ;,t,r J 1 d assar a sua mão, o jornal rtstão A NOVA ERA, edita tlo ,•rn Franca-5P, com a fi na!idade, ou das possibili 4ades do dileto amigo ranserever em nossa re, - pcl LÓvl'l Tribuna da Fron - eira, o artipo intitula - do; "/Í Vum n Lei" -de au toriu do JornttI1 sta fran-· cano Newton G. de Darros, mui o ratificanto e opor uno. Ontem, à noite, reu nliio da Egrégia câmara de Vereadores do Municipio de Bela Vis ta, Estado de Ma - to Grosso do Sul. Nas costumeiras e in si pid as cussoes tumulto "discussões" (dis mesmo), houve urn seguido de tiro ·• tcio, e so não saiu pena, ; porque o homem não tem "pe na". Quem sabe, meu dileto amigo.Quem sabe, o artigo Ai Vem a Lei, possa servir para asserenar o.,; ânimos de ·nossos vereadores "preo cupadÍssimos" com os pro ~ blemas da cidade e de seu povo. Colho a oportunidade para reiterar o pleito de admiração ao jornalista e seu jornal. , AI VEM A LEI .. O Poder Lei la vo agi rio na republica nssa,crn as características do PO - [nao OU! MODF.fl/DOíl .. l,1•gir,l indo Lo,; com independência, em ca - [com chapas brancas, com ga sos de dificuldade do EXE- Isolina livre, com poders (.;UTTVO. - Por que então, a febrr que de quando em vez des - pontn no cerno do PAÍS lu tando periódicamente por uma CONSTITUTN'PE? Bas a re ornar um oouco áo passado,que ão,vai tão longe,pra ouvir as resmas vozes qu aí estão, enfra quccidas-pela açã do tem po, gritando nas ruas: QUE REMOS/ CONSTITUINTE. - Não foi preciso des a vez, gritar muito. Nem chc gar às barricadas anterio_ res. Sem.menosprezar: bar ricadinhas. E colheu o povo, livre mente, os seus constituin tes. Escolheram cidadãos e3€1usos. . Há uma ESTRUTURA bási - ca, com coi inufdde, inde pendenes de verbas politt cus, nc conceituações ~o - ciais, de secciosismos fi loóficos ou religiosos. EST/BILID/DE. C01l'i'InUinADE: AUTO-SUFJCÜ'.t!C IA. Já exis em modelos. !!Íl trin a anos, p,lo menos. Fal a uma comprccns3o dos ndminislrodorPS dn COISA PÚBLICA. E órgãos cen rali zadorcs de ação nacional : CONSFLHO NACIONAL DE DEFE SA DA INFÂIICI/ E DA ADOLFS CtNCIÁ. O CONDI/ - A Const ate aí et. . uma ál- 1ma v z, o pntor tivesse q e propor u:• Ímico ,,r·t!11:o: / P,RT UI DF PRIMEIRO DE FEVE REIRO DE 19 7 TODO CIDADÃO - DJ-VF.HÍ- Ti-.R VF, GOHA NA CARA. - SF. AS DISPOSIÇOES EM CON - 'l'HÁHIO. Pols, até agora, mui o poucos sentiram vergonha dos milhões de menores abandona dos, crescidos sombra - ligado umbilicalmcntc, ; Presidência da República De funcionários públicos cônscios de suas responsa- concursados, com a especi bilidades? não sei. Eu es- ficidade. Cargo de confian ton de consciência calma. ça e corr- honrosas exce - Calmissima. Se os meus es- ções, cargo de desconfian cclhidos malbaratarem o di ça geral. Aproveitadores. rei to que meu voto lhes ou Period'istas·. Fanfarrões. I O Comandante. Oficial, torgou, não lamentarei. La/nateis vampirizadores da g e ?raças do Reglmcnto /n~o do fundo da consciênc·_ia , nergia dos. trabalhadores. nio Joãc, tem o praZ"J de lhes direi: Falta em regime não convidar V. s~ e digníssima - Faltava-lhes mais expe- socializado, uma CONFEDERA família p8ra as festividades riência ... ou são igno- ÇÃO DE INSTITUIÇÕES DE AS: corr-emorativr1s ao "DIA DA C/ rantes mesmo. Capinha ex- SISTÊNCIA ·AO ME!:JOR (CONFI- VALARIA". terna da ciência jurídica AM), sob.a supervisão do sem profundidade. Mas era CONDIA. o que havia de mais confiá Faltam: Indústrias vel. Um número sensível - Escolas e Granjas-Escolas, preferiu a omissão. Ou o ligadas diretamente às res ridlculo. Talvez pessimis- ponsabilidades municipais tas ou desesperançados. e às comunidades de Bair - Há pedidos, que eu já ros. Ta@teristicn de aual '·r Plancjamen:.n. SPria supér fluo, para ·mui. tos, afirrr que cm todos os planos ha ~ses conhecidas urbi e or bi - : 1)- Planejar; 2°)-Exe- utar; 3)- Controlai'. Está Praticamente definida a ta refa de CADA -PODER FEDERAL; Executivo Legislativo; Ju diciário. ' Definidas pois as tare- f ' as de equivalência de po- deres, inclusive o número O!! impar de a tu ação, em i - ualdade de dec isÕes, para Que 2 • , ---o haj::i o empate, ou "asse. O que exigiria uma ORTE SUPREMA acima dos r,•s Para uma decisão SUPRE A. sem pai . sem mãe, sem mes tre, sem exemplos.sem seguran ça, sc-n amor, sem companh,l, vergonha de noventa e qua tro por cento-·de re·ligio - sos que se dizem cristãos orr:issão lrFWl'Otl G. de corrupc;oe::::. BAHROS. Convite PROGRAMA: SÁBADO DIA O9 DF MAIO A Constituinte é apenas uma repetição, em nossa Pá- _tria, de "fabricação" de no fiz, em repetidas crônicas É necessário que haja va CARTA M/GN/. esparramadas ;:>elo Brasil talvez, um só artigo na as DOMHIGO DIA 10 de MAIO ou no!-sas Constituições inteiro ... O :-iENOR /BANDO- sistência à FAMÍLIA: SERÃÕ 08:00 horas - Corrida do Fa anteriores foram minuciosas NADO É NOSSO PROBLEMA FUN- RESPONSABILIZADOS CRIMINAL .cho (revesamento) e:n excesso, provocando a D/MENTAL. É lÓp,ico. É Ób - MENTE COM PERDA DOS CARGOS Local - Frente do Quartel inflexibilidade· ou as leis vio. Entra pelos olhos .•• PREFEITOS, VEREADORES E 09:00 horas - Salto de Para- ~ram restritas.demasiada_ Quem vai substituir o JUÍZES DE MENORES, EM CU - quedistas ente? delimitando o tempo que está ai? Quem vai man- J/S COMARCAS HAJ/ MENORES Lo_cal - Campc de Polo e o espaço de sua marcha e ter as conquistas já alca~ ABANDONADOS. 10·:_00 horas - Jogo de Poro Volutiva. c;adas? quem vai prosseguir É a ESTRUTURA SOCIAL, Local - Carpo de Polo A flexibilidade é a ca a tarefa iniciada? Quem básica, ampla, racional , Jogo de Futebol 7 Sgt x Pre- vai dar continuidade aos universal, crista autênti- feitura. planos ~Ris longos? Quem ca, que está sendo pedida vai recriar replanejamen - urgentemente. tos? Quem vai trnnsmitir O politicÓide, o mar conhecimentos preciosos já ginal, o assaltante, o cor adquiridos? Quem vai _man - rupto, o toxicÔmano, oco- ter acesa as chamas sagra- merciante desonesto,. o Ivar Ellery Barroso - das das tradições dinâmi- fraudador de tudo, o vicia Cel Cav. Cmt 102 RC Mec. cas? do de todos os vícios, o t----------------~ Menor abandonado não él violentador das Leis - to aquele que está na rua.sem dos foram MS~OR ABANDONADO lar constituido. Não é o] to somente dos pode fruto da irresponsabilida- resconstituídos. mais de de de reprodutores sensu - pois irresponsáveis ricos ais. Não, _a vitima ele_ de - ou pobres, de professores sencontros morais, sociais sem classes, de profissio- ou casulsticos ... NÃO; n~is sem idealismo ••• f:: o MENOR ABANDONADO: o Menor abandonado é • a 15:00 horas - Gincana a ca - valo, local - Carpo de polo. 16:00 horas - Jogo de Fute - bo1 7 Oficiais x AA3B, local Campo de Futebol 7. Solicito a pcssibilida de de divulgar o convite a Comunidade Belavistense. T-! :J.rn l!A llí-l /1 VTG'i'A Cultura e Co1hecimento r •(' ' ' 1 • • Ale Amed Ghzznaoul f bbv1o qur ne nonocloçÕ e de uma pessoa Influenci am fo rt,cml:'n tn o pnd râo d comport.r.110,·n o que ·la adqul rI. 'Tal associações torne c,•m-lh<' quC'r o ::1111blc>ntc so cinl III que ela tem qu lu Lnr p ara :atis azer suns ne cesidndes pessoais, como ambem o ma erial, a partir do qu:d ela desenvolve a trama de sua vxi:; êncln. As nlm sendo, é rnult.o importa~ te conh c r alguma coisa i respeito da estrutura soci al e dos tipos de integra - çâo humana e ·ssociações que se desenvolvem dentro dela, Uma sociedade não e apenas um grupo de pessoas reunidas por acaso. Sobre - voando uma região podemos observar alguns aspectos e videntes dos projetos huma nos de vida: as áreas niti damente separadas; as geome trias das cidades e vilas- as artérias de comunicaçÃ~ férrea e rodoviárias que se guem, definida e agressiva: mente, atraves dos campos, dos rios, e por cima, em torno e através das monta - nhas; e os min~sculos cami nhões, Ônibu:: c trens que se movime;,t ·lm por essas ar térJ a::o-.; 1.:n,, concentração ur bana;:,. outra, etc. Mcsr::o o nviÕo qu" n'! desloca, a raves de céus não traçados, se e as es trndas invi!JÍvciG es nbcl cidais pelo homem. Não há dÚvidn quon·o • nccensld, - d• de o vida humanas r rs Lru 11rada e podroniznda, mas o scls mil me roo de altura, só podemos ver os aspectos nuperflclats dr oeu troçado. À mcdi<la qu· nos aprox1~~mos, entre an to, podemos observar ins - tituiçÕes, como a família, u escolu, o trabalho. Pode mos ver os arredores que fazem parte das comunldo des, as quais são partes de vilas e cidades, que por sua vez, são partes de estados, que são partes de nações. Tomamos conhecimen to de todos os tipos de 1; teração humana, todos li: gados entre si, de modo mais ou menos consistente. Além disso, dentro de cada um desses sistemas há evi dentemente, uma estrutura interna.As pessoas exercem funções diferentes e man - tém relações especificas. Dentro da famÍlia,por exemplo, há o pai, a mãe e os filhos de diversas ida des, cada um executando função diversa e compondo se de modo diferente cm re lação ao outro. Apenas al- (1... $ uns aspectos da estratur .social interessa ao objeti .... , 0 ., vo do nosso assunto e pes- ·rsrs».na. {"";;,a vurw quisa. A estrutura social OIUWTt I ClUOff llLYA 5.UrTOJ •.,..n""""' , woc,oo ,ucusro ,.,..,,.,.,. determina as assoc-iaçÕes rçIo, AgrurçIor "''º"' c..tnco, lo indivíduo pelo resto de ... da laJ)ÚIIUca, lU - Calu PoU•l u sua vida. Suas formas de tenor (047) 4)9-1410 #«da Prérta interação são traçadas por /0a41.JIU IUN:a"s.lYU1 JY.U.00 Pl:UJU ,, sa familia, seus amigos , Ptoprladwe ., •• arrortuvtsrrsa Dt Jouus Lra seus vizinhos e seu local T2273277.7 'e tratamo. sua isreJa; a •••• no artorie te tit, e Docuontu o )1 regi ao onde reside e a na- TILW>O A_y g r ayog y çao da· qual é cidadão. Sa- rrsrrorrrito Puno: Der onde ele se encaixa re ac::i - C~lca;•o !UC Ltda. alme'nte t dentro desses si; :":":.:./3·u«- v. 1. cs, 0 , 010 • ,=..,.,,., ,.. temas de ir.tcracão social- liiiiis..se J· fornéce Ótimos indicias' (JIJ :.o de comportmnto qu' provavelmen c, apre esru ura soci l mente de rmina com qu individuo interagirá. ção, o tipo de necessidade, esperanças e relações de re ciprocidade que ocorrem. Ao rr.c:..mo r•r:,po qu• beloce semelhanças de com - por omento, estrutura so cial ambém formen a de se me1Panças. A sociedade é ca rac ·erizada por respccL1vas atitudcfi e compor amentos - que diferem de grupo a gru po e de indiyÍduo a 1ndivÍ- duo. As diferenças criam , por um lodo, a necessidade de comunicação, compr,.Pnsão e operação e, por outro, ur:: potencial de conflico·~ d0- sunião. A socied&dc numana or, m s mi1ia, na igreja, t a 4 e brica. A es rutura social rclo:itivnn:e.n e '!e. !ucl; • la cança um determinado equfl. brio que evolui len aen Uma das razões dessa r iva estabilidade é o rate a, as pessoas identificarem sa próprios in eresses, ambiçá e necessidades pessoais de • cordo com dccrrr::ína!J'l po"iir· ucupada nu vst.ruturc1 :-;oclat. • Ale Ahmed Ghazzaoui é Dl tem·como uma de suas carac reter do Centro Cultural Is teristicas ser organizada-;- lâmico de Mato Grosso do Sul, nao so num olano horizontal mas também vertical h i , e erar Rua-Oliveira Marqu(•S, 16G. quico. CadR sociedade hu~A: Dourados-Ms, Fone: 421-08C7. Associação de Desenvolvimento Co munitário do Distrito de . S. de Fátima Município de Bela Vista MS COWlOC/,ÇÃC DE J>.SSE:J;{BU:'.JU G:t...~ OiitlH~U. A Diretoria Executiva da Associação, cumprindo o que dispoe o Inciso VIII do art. 9 2 do Estatuto, convo ca a Assembléia Geral de Só cios, que se realizará no dia 16 do corrente mês (sá bado), às 15:00 hoas. na sede provisoria, Escola Ma rechal Rondon (Distrito !los sa Senhora de Fátima) para realizar a eleição, confor me matéria da Ordem de Dia abaixo: ODER DO DIA ' • ." As .'.liT.-GE'.li • llO "l' . .SSAPORTE BRSIL ~ llO~~-~:l.~llO SU.S 'l.GE'.liS IIE Ft'.H!.S, USUFRU'.liDO GENS AIEAS, RESTAR.ANTES, SHOPINGS. ETC. Passagem .t'ru llott'is Passeios Traslado, Time .• .. · Toür Rua : 13 de :faio 2,310 NA PALJIA D! MIO - DE DESCO:--Tos 1:::1 P.S· Turismo TEI.Ef'OXr,: - 36-i . . 2303 e 38i • ,2.jQ7 CAllPO GltXDr,: - IS RMBIATI -- O0145 • 002-; I)- Fleição da Nova Dire toria Ezcutiva e Conselho Fiscal t} 62 do Artigo 57 , Artigos 202 e 242 do Estatu to. Distrito !fossa Senho:-a de Fátima, 02 ele Viaio de 1987. Gercy Barros da Silva Secretário José J aquim Ferreira So.'? Presidente. Padaria Cinderela DE GAIA GERIA FE 7A Cor.unica ao prezaào Clíence :. partir de le de maio aceitas encomenda para festas. Aceitanos tabé enc(JO'!!',::.:: de rnarmi tex. manni ta e s; tido. ':'erem:,s sanduíches. suco, vi ca::ú.r.a5 TELEFONE- 439- 1268 Endereço- Rua XV de vembro 399_ . Em frente ao Banco do B • ...:.l 1 . -- --- o I" ri t do Ca Vl r co, ::e, J; e ;,,._' I '11 /' / Caracol em Desl,aque roR w1tso1 1ARIANO !lo c!Ja 1 2 de Malo pp·, caracol comp 1 e t:ou rnni u um no de vJ<lu, 'l'ldi! e.: 1 crrbcn como a cidade mais hos ta1eir do (M), rol ' rande o numero de visitan res que aqui vieram, para testejar os 22 anos de Paz alegria e felicidade. lil CO;tEÇO 00 DTA Aconteceu um culto campal na praça 1e d Maio oficlnlJzodo pela irmã G ~ vana, onde stiv ram prc sentes autoridades civis e mlll ares, além de inume - ros populares onde foi has cado o pavilhão Nacional. t,OC,O APÓS Realizou-se os Jogos pelas equipes de Antonio João e Bela Vista além ela equipe local. AO J.IEIO DIA Foi servido um gosto so almoço nas dependências do Colégio Dr. Rubens de Castro Pinto, oferecido pg lo Prefeito Municipal, aos visitan tes, ·atletas e con vidados. ESTIVF.fui< PRF.SEffi'.ES Deputado Estadual MO- ka, juntamente com seus fa 1 r.lliares. A primeira Dama, D•. Joana, sempre presente ccordenando tudo, dando seu toque pessoal, para q/ tuâo saisse da melhor for ~a possivel, como de fato aconteceu. A C!iUV A CAIU Bem na hora do almoço "as no causou maiores • transtornos, pois as depen ~encias do colégio abrigou ª o dos que foram servi dos tanamen te. CIRCULANDO POR l.À • Nótamos a presença -os componentes do conjun 'o "Zutrick" que animava 1un - :, tamente com o Sr. Joao •leira, os convidadbs prc ~~~ es na barraca do 'FA - .1a também a gatinha "-RE, distribuindo sorri- ~os e simpatia a todos que ' 1 se encontravam. CAPO DE FUTEBOL Numerosa torcida ani- av ª os atlet:as notamos a sen;a da equipe de re - :ºrtagem da Tribuna da nteira, dando àquela cg rtura. DESFILANDO DE LO'E 'O A simpática "Magaly Godoy", que a odo:; en - cantava com seu sorr so e seu novo visual, para bcrw gatinha, À :OITE Acontccru no Esp. Club 12 d Maio o ran de Bail esperado por g dos, infrllzmontc a chu va ntrapnlhou um pouco , mau logo parou e tudo deu c rto. O !lAILE Começou as 2lhs. e o Clube já encontrava-se lotado, um pouco de dif! culdadc para a diretoria acomodar muita gente, cn fim todos acomodados dançaram até ~s 6hs. da manhã ao som do Zutrick. PARABÉMS À comissão organiza dora que tudo fez para que as comemorações fos sem uma só, a administra ção Social, A Diretoria do Esporte Clube 12 de Maio, e o Sr. Adão R. A tunes, que-gentilmente cedeu as dependências do clube para que se reali zasse a festa. PRESE!ITES AO BAILE O Sr. Prefeito Juvi no Godoy e Sr". (ela mui to elegante), recepciona ramos convidados presen tes, Prefeito de Antonio João e Sr•. Deputado Es tadual Moka e acompanha~ tes, e demais convidados presentes. UOYEI . E Af10YEI Visitantes de Campo Grande, re cepcionados pela Marilenc, que dis tribula sorrisos a todos: A Isa de amor a tiracolo feliz, dançou a noite toda. Carlos Davi ao que me pa rece· também de ncw love (ela aqui de caracol). A GATA DA fiOIYE o destaque vai para minha que rida (GIZA) que ª todos deslumbrou com sua beleza, simpatia e elegân cia, a Giza é fi - lha D• Mina, pro - prietária da Farmg cia Joana D' 4rck O 5° ano de Psicologia da Fu cmat na e ramente eetora mor ndo na nossa Car. aguardamos. OS CASAIS Li rço e 01ga, Aral Leda, Kuka e João, Maruska Eul1no, Lulz Marilene, e demais casais da nossa sociedade, presen es e dan çnndo an i madarnf•n te·. E PRA TERXIHAR Tudo ia bem, todos dançando alegremente, mui ta euforia e animação mas corno diz o ditado "Quando o diabo nio vem manda os~ cretário", houve algué•m • , que lá pelas tantas, como sempre com a cabeça cheia de scotch, começou a fazer "das suas", tan o fez que encontrou, foi posto fora e prá dentro (do clube) não veio mais. NOSSA SUGESY/;0 Quando acontecerem fa suspender esses elementos • por tempo indeterminado de todas as promoções a serem realizadas no mesmo. SÓ assim podemos p;r fim a esses levados anarquistas pela bebida sabem se comportar em sociedade. A CIDADE Agora toda limpa que nao de visual novo e patrolada , as obras de canalização de um· dos afluentes do córrego Porteira foi e a Av: Brasil ja libera ILUIMAÇAO o c:ol i-1 e !:. r o Fur do flumina;ão ic suas depndn · z ,rlo r: 1 1 i la PoJÚ quadras do Centro d dade, essa rede irá nefIclar tmbém os dorc:, d I r•·gi:Ío. na dade tos dessa natureza, a dirg mos ao assunto. toria do clube deve e pode com da J 1- 10 E A J. SS/ TV? TV. em Caracol, e ar 1 go dr. luxo, em plena era da comunicação em que odo o rrundo vê "TV", via sa li- e, nós aqui em Caracol as sistimos TV, pelo método "arcaico e medieval" de re pe ição por orres de micro ondas a qual nunca funciona quando não é falta de ba c rias que no prestam ou mes mo de assistência icn!ca - por parte da Cogi el. Não é possível que isso con tinue, pois afinal nos moramos no Brasil. Provi ciências urgentes. Voi are - O JO!füAL YRIBilllA DA FRO,ITEI RA Está circulando 2go- ra em Caracol, página exclusiva sa cidade. Faça sua assinatura Serviço de Publici do Esp. Clube uma nos- Atlântico com o Wilson. PARA ASSIRA CECAL TIEUIA DA FRETEI- RA. LIGUE -PARA: 439 - 1410 Chaplin Calçados "frl'ois do que de máquinas. prec.isom0S de humanidade! CONVIDA OS VOCÊ P!A IR CCHECE?" ·" A ULTL ODA EN CALÇADOS F!:S E ESPORTIVO.CINTOS. Vis. BOLsns E LflMGERIES. - VISITE A TOSSA LOJA - ?u. COI!DE DE PORTO ALEGRE. 185 BELA VISTA - -~ ESPEZ:.OS A SUA VISITA ·-· Com o Ré Firme na Mola .11,r,rtAI, 'fltl fJIJIIA DA F !{(;!JTEIHA Escola· e Democracia De um t•mpo paro co ar tornou luar comum D uflrmoçiic de que o educa ção é sempre um ato polit_!. cG.Mas o que significa ea an uprlmoçÕo? Obviamente , truta-r. de um "slogan" (1UC tinha por obJetivo co!!! bater o ld'éJu ontcr·iormcn- dornlnonto oegundo a quul a educoçio ~ra atendi do como um fenômeno estri tnm<'nLc técnico-pedagógico por tan to, 111 te 1 rOJllt•n te au to; mo e independente da 7u, sto política. lesse s,·ntido, o "slogan" curn priu uma função cuja vali dade se inscreve nos limi tes da "teoria da curvatu ra da vara". Com efeito se a vara havia sido cur vada para o lado técnico pedagÓgico, o referido ''slogan" forç()u-n em dlre c;,io ao pÓlo político. Com isto, entretanto, corre-se o risco de se identificar educação, com pol Í t.ica, a pr~tica, pedagógica com a pratica pnlitica. dissol - vendo-se, em consequência, a esp_ecificidade do fenôm~ no edúcativo. Cabe,pois, indagar:edu cação e política se equiv~ lem, se identifica? Se são diferentes, ' 11• ns.' - te D dt frr'l n ;·,, En nder do qu educa çõo c polÍ tlr. t. mbora in separáveis, não são 1d@n - icas.Tra a-e de práticas distin as, dotadas cada uma de ·specificidade pró pria. Em que consiste a espe cificidade dP c11 J , uma dei; - SOS prÓ.tiCO!l? Uma anál ie., a lnda que supcrfic~ol, do fenômeno educativo nos revela que, diferentemente da pratica política, a cducacão conf1 gura uma relaçiio que se trava entre nc- antagó - nicos. E pressuposto de toda e quolquu1· n:lação educativa que u educador está a ·serviço dos inte resses do educando. Nenhu ma prática educativa pode se instaurar sem este su - posto. Em se tratando em poli tlca ocorre o inverso. A mais superficial dos aná - lises põe em evidência ~ue a.relação politica se trava fundami:rrtalmente,en tre antagônicos. No jogo político se defrontam in teresses e perspectivas mutuamente excludentes. P<;I l j l vo " yr rr, Inver «mente, ·m educa r; <!O o ob j• i '/O ;, ,. ()ftV( n - cer e nao vencer.O eda- dor, seja na tamili na escola ou em qualquer_ou- ro luar ou clrcuns·on - cla, acre ita sempre es - tar agindo para o ll•::i dos educandos. Os educandos por sua vez, .ambém nao &em o educador como ad vernário. /cred1ta"'.1, nn - tes, que o rducador rs u uÍ pnra ajuda-los. para possibilitar o seu desen volvimento, para abrir - lhes perspectivas, inicii los cm domínios desconhe cidos. Ainda quando tais ca - ractcrÍsticas são neg~das pelos fatos a nível de s~ perfÍc1c, elas permanecem como suporte, como a es - trutur:,. como o substrato que permite a relação man ter-se enquanto educati va. Assim a rcbaldia dos educandos tende a ser en- t o o ri (.) carada pelo educador co mo um desafio que lhe cu~ pre superar, conduzindo - os a percepção de que eles próprios são os ~ai- n 1 adas nos p, ir por(Jll', r ria ing nuidade acreditar 1u1• o "I lvr•r ,: t lo , • sicão oposta porque riuivociJIJo; pl•rque- niio co , : endeu seu erro e a vlid da propos a con r,,ri;,, preensão essa que, uma vez atingida, o levará a aderir a propos a que atualmente combate. Poc J::;:·o, •11 d• ra, o fato de um partido perder uma b't::.alha (clc•lc;Ô - es, proposta□, ele ... ) r:ao o demove de sua posição; a, cGntrário, elr• passa p-ra .. oposição e ccntir.u& fusti,'1" do o par:ido contrário bt:;: cando al tr•rar a correlação de forças para, na oportt:ni dade seguinte, reverter a s! tuação. Em suma, ele pode ser ver cido, mas não cc;nvencido. ''Saviani". Pcsriuisa - Froilan carco sn . •• F .. ORR E SUi CISI!· a ·cerâmica Já Te Yi F1brlc1 L1j1-pr6 pira Forro de Casa, Tijolos 8 Furos, Tljoloa Laminad~ para à Vista, Lajot11 para Piso, Tijolos Maciços, Telhas José Lemes Bugre, s/n (067) 439-1329 Rua 1 Fone Bela Cep Vista ' ,, Pared, 79.26C Ms· Leia e Assine TF para assinar Ligue 439-1410 TELEFONE - A t~.S.- :O' . . OFf-JIECE ~ Qn: li. llE llEI.IIOH. - CIIST.AIS, BRINQUEI0, APAIELHOS DE SOM, LO; S' E UMA INFII E, ARTIGOS DA MELHOR QUALIDADE _ • • • ·' ll.lrJ-: 1'1-:)IIIS 1"" E)! CI llFs .. • . 'ISITI' (. S · · •. •• .ld.S :-1.ltt:.,!-. • •• · ,. ,:O.. E CU)ll'HO"J,; )•Ht·:ni <• . l ,. ' _l.U 11. r 11•: 1-: .TI·: r li)!!·:: Tu 3-130 o·. lUi't!· a s. r v:· o. J Polícia de Dourados Prende Quadrilha- de Ladrões- de Gado . r t , d/i,, 1)• J V l(J,) ! 1 J. ( l'o] Í ta Civil Dor : 1 1 r,<1 , I v, 1 ,, 11,c , -· / 1 j)í ,t ]o IJ 1- vt a roubos rtr 4- J •( 1 11 _ l do r ·•1 iz· 'l'; l r Vereda do An ' 11 , f l ;~ /o, • • , , , J,.. • / t• ' t r· •r· - t> / l • -1 1•t 1· n • <>' - !t te o de P »1,to. vi 1 KG+T 'I A.'.SITO CRE 44a/°e ,; rn c,v 1 ~·un ·rw··~ 1 .. 1 or o '1,·,4e_'r».)02 ena o doeu·nrno;o l . r. :?ti•• t ,•;1 ,, • = r- ,,;,, 1 ,, .11 : 'one de Porto [ ..70,/ .Escritório Despacham i~, BELA VISTA Ltda. • D r J l 1.) ~) r i • , +! V f !- [' 1',.,. ,,,, . . ' , , J,, 'n' o e-· t. r 11 v,,z. r11• f>r i uo" reapiu, iriz!ar do un t I ro io com entes da Foliei4 fl" Dourac:o,, ocn. 1 iio Clll (JU(' foi f'c l 1 !(), 1 mt• l l1 I ;,m,·n l (• . <,<'Or rido p lo., l>'lJ Jc-1 ·- 1 !', TI- 1.1-1/J M/ llf)U::::- Ili· OL.I VI·. T HA, mCJ1T< u ·,o ,l,11• ,·nt r:i,1-1 no !lo - l 11r:,r,•,. ír f r• - pi tal 5a Mntus de atolo os t 'aarapo. quentes conf A prisão dos as- a autorta de ti tc , snl lDntl•r; foi f,•l u, na rn:-intii; cl( riu i n la fel 1· .. n~:-· pr·oxlmlda clc·s ela Vila .Jut.i, <'fl: '.at1r<tpo ,. J/l • .-.;t:o ·o•· ri "'i, o, 'll'r 1 l-voc;qu,•:,i r•scl,1·"- ill 'l'J'l'U ,., :,, •:u ,Jr,· _____________________ ....,________ ce ludo que 1 Ju:nin:, curto dialopo,ata estar c r voe; e tu Guaraná Natural da Amazô~ f-"ONTI: DE ENERGIA E l:'(Jl 'll.ÍHR/0 DO CORPO E DA MENTE DIRETO DO CENTRO. DA--AMAZÔNIA✓- PROCESSADO. DE FORMA ARTESANAL✓ CHEGA A VOCÊ O LEGÍTIMO GUARANÁ DA-REGIÃO MAIS VIRGEM DO BRASIL✓ PELO REEMBOLSO POSTAL, -SEM INTERMEDIÁRIO. PEDIDOS PARA: A MORENINHA AGROPECUÁRIA CAIXA POSTAL 169 - BEHM. PA CEP 66000 - FONES: (091) 222-8657 - 222-7361 Oração ao Divino Espirito Santo Lodos os caminhos p~ ra que eu atinja o íl1,. .. u i dc·al, você qu,· me·da o dom divino V. f• l·('I •- ... ~ f))[' ,Jv r·nrt'lr-:··tr· de perdour e osue - ,tirar ! voe cer o mal que me fa- !' .... ir,r (PJ'• '/ '·111 (" qu,~ or!os 1•: .• ·., ( r· .1 ·, instantes de minnu ri . r+o : r r r, •· v J ' vr t • i, aos n' • 1 urr, ;raç • í-. V. J ( li 1 , l - Pediatria Clínica e Puericultura CRi·í-SP 477~ 1 r·1fi-i-;<: 1 gp-;, .OIS!IT2 1 1. z.+ Dr. A fio r+ %1/+.z, 'o EDE • 251 1957 l---------------------------------1 , ConSiillóriõ Médico. - Odontológico ·' Giruq;iõ. Dentista· DRA. A.'<GELICA AZl 1AGA OL!l·IEDO CRO 12-IO Con$ultório flua Ant' -:.fari.,._iCoelho 32.'l Fone 439. • i-1-30 Dch Vist.r· , IS. ncs. - Calle General D:as n· 802 • Fone : !?!).'► Bel!a Vista Paraguay ., . t • POSTO N.ACIONAL - JFUNCIONANDO lEM NOVAS E .JIJQDEJR • -})US INSTALAES: ÁLCOOL, DIESEL, C~§OJLJ1NA, JLAW.AGJEM DE CAIUl.OS Rua Barão .dd Ladário SN. 951-1755 (21 c1?). 1 UR.JO ·f DE RIBAMAR· CRUZ E SILVA CJinica J!eral. f'iinecotogia. Parto', Preverr 1 ti'"o do Cãncer. C:irurg-ia.5 1 . Consultório Ru:i Ant 0 .faria Godho 3 Fne 39- 1,3H4a Vista M: Rcs:d?nria : Hua Ouque de Caias, 574 fone: 4391025 Bel.a .Vista .-MS rD MIi =DIIÍ DE FE ·,- LI,_==------, '/(>( .u. ljr] 1 / j ta ', ti 1J l"fl dor , com o placar e --l- a l--, Embora tenha cho- v do b na hora u e o almoço ia ser ervido, tnva um Jelicia: Churrasco , ionese, arroz mandioca foram abo- r eados por todos, qu lotaram as dependência da Escola Cus ro Pinto. Numa mesa es pecialmen e prepara da estavam as autor1 iadcs, JunLomen e e/ Dep. MOka, O Prefel .o .JuvJno, nao parou un só instante, ajudan Jo a servir os pre - sentes. De volta ao campo h=:__:-==-------~------------7 con li nunram os jogo.; que adentraram a noi te, com partidas de voleibol. Lá, descansando à sombra d•· uma barra ca, emncontramos o Pcefci to Juvino, com quem conversamos bas tnnte. E um dos as - suntos que destaca - mos, ~ o fato de que a fcsLn foi do povo, fciLa pelo povo. Não foi uma festa da Pre a , l 1- li cipio, que acordou cedo ao som de mÚsi- cas que vinham d,1 proça, onde S(' ria CC' lebrada a missa d,· Acão de Graças, o que foi feito por· uma freira, e d o co- mum ern Curacol por nuo haver padr·,· r.d cidade. Presentes a missa cstavurn o Prefeito Municipal e a Primei ra Dama, e autorida des como os Vereado res e o comandante do Destacamento Mili Lar, Sgt. Queirosa. Logo apos a miscn foram hasteadas as bandeiras do Urasil. do Estado e do Muni cípio, ao som da dc ce voz da não menos doce... Fafá de De lém. Em seguida, todos se dirigiram para o campo de futebol da cidade, onde iriam se realizar diversas partidas envolvendo times de Bela Vista, Caracol e Antonio Jg ão, além dos times infantis de Bela Vis ta e Caracol. Como sempre muito r, tou ul,•grementc. l!n oportunidade: MOka lembrou que e ,Ili (no meio rural) qu,• ,·sti, o futuro cio pnÍs, e· cspcr,, qu o overno p05s dar os subsidios n ce.os@rios para que r!1tore, po. - com ú1t rio , l < t ,,r I d que Juvino nos adi antou, é que no dia 1'1 próximo, ele 1-~--------:-:-----:---------------:.~-=:1 juntamente com to - dos os ver·eadores , sem restrição de , Cor Partidária pois como disse: "não quero richas politicas cm nosso meio, e sim, que t~ dos estejam preocv pados com o cresci mento de Caracol" , quer todos juntos nesse dia, numa reu niao com o Governa dor do Estado e ou tras lideranças quando levará até eles uma grande quantidade de rei vindicações, solic! mais tranquilidade, referindo-se à Pou pança Verde, que pa rece ter ultrapassa do as expectativas do Banco do Brasil. feitura, foi uma fes ta feita com a cola boração de muita gen te, a quem o prefei to agradece,. entre elas, o Dep. Moka cm < . p<·c ial, o Pre siden e do Clube 1° de Maio, Ado An u- n••.,., o Vice• Horácio Godoy, que doou uma vaca para o churras co, o presidente da Liga de Eupor cs Luisinho, pelas pr~ moções espor ivas que aconteceram du ran l' todo o dia não esquecendo o prefeito de agrade cer a todos que doa ram coisus e os que trabalharam duro du rante todo o dia fazendo com que a festa estivesse mui to bonita e o almo ço delicioso. Outro assunto tando todas as me - lhorias de que o municlplo precisa·, que o pessoal es tá preparandi Ja alguns dia. Pelo vis o, d, v ser b±, toante coi a ~-------------- ----------- ----------- ABRA A SUA PORTA PARA O REQUINTE E- O BOM GOSTO SERRISUL MOVEIS SUi RESIDÊHCJ.A OU ESCRITOR![ HEl(C[~ liC!PlA IlE TUOO ATE. REQUINTE E BOI GSTO ARHAIOS GUARDA-ROUPAS E!BIUTIDGS. CCPA, COZI'HA. FABR? CAÇÃO DE HAVEIS COH FADE IRA DE LEI E FOR~ICJ Serrasul Móveis RUA DA REPÚBLICA N' 1oo FONE: 439-1296-BELA VISTA - MS Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº835_30_04_1987 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº837_09_05_1987 Voltar para a lista de itens