TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº853_20_07_1987 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº853_20_07_1987Número da edição853Data de publicação20 de julho de 1987Número de páginas4GeoCoordenada -22.12762690983278 , -56.512985229492195 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº853_20_07_1987 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto TRIBUNA DA .,. 1 ,•rrr 1 Abrem-se os Portôes OMEÇII O ESPETÁCULO, INAUGURA O 1 16; EXPOBEL f I Jl ') t !' J• ,,, ,.· ,< fJ' ,;..~ 1 C<> .e Fio pa 1. Iu Vi t 1, l( v,, : t 11:; pn1· toe· ·tortos...'A se ma te mnç;' core ... , ,11 t· ,,~ 11•·1 t11 , l t1t) ,·s prial ' b..rturn to, e- Ncy 'pgalh'is, Dele- trns autoridades d: 1 1• nt11 , pr,·.-"r": • dr, ,'. 1Ch.J : , ,. •·, l d1.• /gr~ 'rt:>giUo. ,, 1 I_, l l t:-1 l, l . l I i 1 , • n1·i. 1o Brasil li J 1ll I l, 'om prsnça do ,retorio t srieul tura E·cu sri. W :· 1 ·w i, n, r :· 1 1 , t , , , r presentando o Goverr dor Marcel, Mirando i n:1uru ruu-s• 1 8, saboto. 1-r ,· 1.. ! f i. r irn n l 1;; • 1 ú I EX e ;1rnpo e; 1·,H 1<J.. . Mu rc,, Att.on l o Hodon, Pre :, i ril'n t•..: rJ.:i lJDR dt' Bc: 1,, Vlr,t.n; r:o Pn:f,·i- 1.o rk Puni a l'ul ?:n /ll r•·.J 1-1-'.lt'ql>,",: do Pre sident,~ J,1 Ft,·•l.'SUL , Ocu•i, D'Avi la; de C'11 l tur··; ,1,, n,epllt,HlO '.-1 , l <l•·rnl 1 1 ;inda l,lu lc, <1-- Rritu; d,· a11tu ri e: • ,J" s <I" fk l :.:i Vis ta Paraguai; do Côn ::11 l ,.,(J P·,r 1guai L"ffi H-:•lit Vi:·t.é~. Fdunrdo Justo Qcnriz /lynla; Jus V,·rc·adv1·,·-• Cas - ta em tpoca de expo sio Acioly, Prcsidt•~ siçÕe-s 1 a abtJrtura t ,_ "!:-t c:-,m tru r-tunj ci p:il eh- ikl'--' Vis,a.An :>· • 1 mo : . :)• • s, Ev i 1 ~ - ,;io >li.r:111r!·t 1 í'lé1lHiio_ nur 1 ~udrj_r.u•·~. !van qtH•r,; do Prc,sicJenl.e do c~~drn Municipal de /lntoniu Joio, /lr n.:ildo Marq1H'S du SI.!_ vu, do PresJdente do Po tary C I ubc d,, !!e],. Vista, Jornalista I valdo Pereira e ou A "S<:mttna d<' .:mo çÕes 11 , 1'rvmcl,:"' sur - preendc:r a Lodos. O footboi continua de pert.andr> o intercsst dos expectadores, " upesar do frio, cos tumeiro"~ Bc:la Vis- da 16' EXPOuEL con tou cort, a pr<·s"nça d.t: inÚmPrns visilnn- 1 CS, 'l)s r',i:;.ci:"""'½S Ót' W scn Hores e rao Zca r Liga por'iv Bclavis vnse , r<'dll~0u-su suxta feira no Gre mio Pedro Rufino, o }t Concur so ~iss ao ~nport~ d· Bela Vi! ta. SR randc-~~ v~nce.ora ar~ pru::-uncantu do Clubu [sporcivo Belavis ense, G!SLENE 9RU , em seundo lugar DENISE MENDONÇA, " u':1· ,--rcuiro KÂTIA DFDÉ, re - Pru-unt~nte da AA3B. O evento contou com a orga niz,c-::;o d•~ léli.o DiÓrio; Pre :i1 !• ute da Liga Esportiva Be :3·,!::-L ns<.! d,· Fu <:bol. O ... d:--.:ib~"'lS !!:·li"o D-!.Ório e com um i., tlho todo espe:cial. Sob todos os aspectos a pro mcrão da Liga Esp rtiva Belavis tense foi um sucesso: - :a édi ç:io de qu rta fei r1-1. d,, Tribuna d:.i Fronteira, cobert·i: a completa do concurso. Cká ta fasa ia liaie e Desfile de M a riza Me tas ii um sr :ess O d--·sfilt'.'.l ;""°!"O~T' ,' - do pela f.íAM17'", ·.;on;,!;, durante o chá da CASA DA IZADE c;u,· con grega <.:Sf,0S'1 d" !"'O'.:él rianos) foi um suces so absollito. Realizado no Club, Esportivo 3,!!~vistcn se, com a coreografia de Denize MLndonça ~ a produçio an Regina Gonçalves, o c~sfil~ agradou as quase 500 p·soas presentes. . :_ç, ' '....S '· •• os 5:bl.ando algu- 22s fotos das mane - qutns que desfilararn e na quarta feira c aremos publicando uma a.7pla reportagem sobr!2 o c:VL:nlo. D,::sfil·1ram para a A;ZA MAS as se fuinLes manequins: Adriana (Canpo Gran de), Cristina (C,~po Grand~), Crisci~n- , t:,~lva, r-~::i.ri l· r.-_-·, :_..u- Grande), Nazaré, Re giana, Caio, Luiz P½ ricles, Maikon, Oc - tair e José Roberto. Foi uma noite com rito charmne, beleza e elegância, e aqu lc atcndir~er.to por parte das senhoras da CASA DA AMIZADE oue :em co~o presi - •1r-nte i•iari::i :::s:cla V~lasquez PPreira. De parabéns os or ~3niza~ores cto bor.1- ~ o : .... s f.::. 1 , .· -Edição~ EXT.RA .. --- IBRIIO ZICIRIIS: EST MOS f IIZ DO MUITO MAIS DO QUE SUPÚNHAMOS·E EST MOS CUMPRINDO CO - OS COMPROMISSOS A$SUMIOOS INlERIORMENTE - me rcados. Fxplor:ir , 1.1•rr , cultivar cera.r·" scnvo t ver pecaria é concor er pa1·a ,;:_: tisfação d:is ::i.:,L· ' prerocnter- r.1•ce:- ,lna - des do homem. Essa é a razão a nos leva a fixar-se nessa atividade,nes sa profissão,que ~ das mais altas e q/ cerLamcntc a q/ nos dá o prazer de se manter em cor.talo ' com a natureza ,que A nossa pecuária é ainda a fcn te mal :J produz • a mátéria- pura de onde emana lorosos,que traba - ~omos,volLados sem - prima q/grandc par- a satisfação humna - lham -pensarid0· no prc para O bem co- te das indústrias na. futuro . mum,devemos reconhe- consomem,razão pela Amigos! A Expo - Hoje I abre , cm • • • i t d e Expobcl e t1 Lulo ccr o mer o o ·ve qual devemos, a qada bel, neste momento nossa querida B.Vlsta • • t 'dade de de glorla,dc negoc~ ·o,a capac 1 dia que passa,cond_! deve ser encarada ' as portas de um acon- i dores os,de vendas,de re- seus organ za • clonar nossa pecua- com aquele otimismo- tecimcnto que,por si - d f 1 e creaçao.Somos gra - @tuam/o se a a m ria bem mais orien- embora moderado . o sÓ,t• mar·co de uma his b l · tos por isso. Cõrno Expo e ,um nome apa- tada por uma técni- que e uma caracte - tÓria, de um povo, de • • Ed homens publicos ouc rcce em acsLaquc: - ca e por uma ciên-- rística nossa, mas uma raça de homens va M d i d M g_:;.::,::.,~~•:,;;:,~;;_~;;:,:,;;.;,;.;;:...~i.A.----------~~ ~on •e e ros e o eia objetiva. um otimismo que nos r· E X T E I EN T E raes .Independente - Não podemos vi - leva a progredir, a ente de corrente ver de forma desor- avançar nos diver - de pensamentos ou de de nada. Na época em sos.ramos da pecua - polÍtica,cabe-nos e~ que vivemos,o plane ria.· nal tecer a capacida_: jamento,a técnica-;- Somos cientes õJ de deste cidadão be- vem substituir os· o momento não é dos lavistense q/a fren~ métodos ··rótineiros mais propícios, mas te do Sind~cato Ru- de antigamente. Há não somos homens de ral,acreditou na Ex- toda uma ciência a desespero,nunca fo posição e nela lan- serviço d~ Pecuária mos e nunca sere çou-se de corpo e al buscando soluções • mos. mo .É um dcverbon~ p/os problemàs que Vamos encarar a oquel.es que por méri surgem.É Importante realidade tam como tos fazem jus. à ad: estar atento a0s a- Se apresenta: acre atracão e à sra",as't ll de scus semelhantes. ...""..2 .""] Pediatria Clinica e Puericultura mos homens afetos a campo,à agricultura e à pecuária. Há em nós um ins tinto natural q/ nos leva a amar a terra para dela tirarmos nosso sustento.Não pois,outro que nã seja o fato, de~,. te llm·cavalo ,um re,ba nillo,um curral,um ro deio;tudo isso fa· parte de nosso dia dia,faz oarte de no -BELA".'!S"1:-:iiSF.S E VI SITA. ES- .JOJtNhL VRJDUHA DA FROln!'EllRA Fnddo eI 20 de Fevereiro de 1972. DIRETOR,,: l·lAIU A ESTELA VELJSQllEl PEílEiíl/1 aEDf,YOR: UD/LDitlO D'E OLIVEJ ílA ílODíl:IGUES ED CIIE:FS: IVALDO PF..flEIHJ GEff9ITE: G1LSON SILVA SANTOS EEPOí!i',iCEHS: LUIZ IIENflIQUE N. COílflEA CO!..AEOElADORES: LÓris e Caio Bo- Giovani cbsor, Marcos nn. tcs. HEDAÇÃO, ADMINISTflAÇÃO E • flua da República,· 268 - : fone: (067) 439-1410 PAílQUE GRÁFICO: Caixa Postal 23. Sede propria; JORNALISTA ílESPONSÁVEL: IVALDO PEílEiílA. • Prop::-icdadc do REDE DSLAVISTENSS DE JO~NAlS LTD/1. CGC-MF: 15.513.203/0001-59 ISC. EST. 20.219.003-1. ílcgisl:ro no Cartório de Tltulos e Docuen lcs· NQ 35. ,. FE IADO À /131lAJOíll E /DJOR I MS REPRESEKTAÇÃO NACION/L: Rua Sete de abril n9 282 - 5° Andar Cj.5'1 fones: (011) 255-2579 ou 255-3492-São Pau 1 o - SP. Av. Presidente Vargos n2 590-11 ~""7mdar - CJ. 1109-Fo!1'e (021) 263-1129 Rio '·· Janiro - RJ. SDS Eoiflcio Miguel Bndya - 4 Andar - c] 1 4Cl - Fone (061) 226-3861-Brasilia-DF. '---'- -- r, __ .- ' so ganha pão.A no :;o l.ndÚntrin-110;: f' pecuár1,onde de do cn º" eligênc!a. E com efeito,nos empos modcrnos,urnn série enorme de In dÚs r!an existe que nobrevive d pecuá ria e uma outra se ri que vive para nuxiliar,pnro q/9eu rcndimenLo seja mui or. Se é verdadC' que a indÚstriallzação• é a característica da civillzação,tom bém é verdade que a industrialização se baseia nos rrorrcs - sos da Agricultura e Pecuária, D.E: C R f:í SP Q2731 l u 1 ,, . • t,b r téria. E na Expob gem oportuni • de roer. <..l I l D E F O I S O CONSULTÓRIO: RuA Dr., AR COELHO DE O+ __ VE.IRA, FONE: 251-1957 F. D O S 251-1755 (RESIDÊNCIA) URGÊNCIAS- HOSPITAL MARECHAL R0NDON - FORE- 251-1131 J A R D ! fi - NATO RSSO ~ONCICONAND.o· JEM .NOVAS EM.ODER NAS INSTAUL AÇOS: ÁLCOOL, DIESEL• GASOLINA, L AVAGEM D CáRRos' Rua Barão .. do- Lad~rio SN o.· ccrnpro1.11.: o ·, __,, r :!.do· rnu•riorr, nt,. Essa firma;ao,nes abertura da Exposi - ca0,náo vem de der -, gogia, mas de ·xmpl de comparação,de pro porção do quanto pode fazer e ob er , quando se quer,quan do se analisa fria - mine todos o pro - blemas e os enfrenta com coragem. Estamos aleres ' pela berrura de ma is urr.;; Expob•:l.í·s·a mos contentes com a ap0ximcão de mais um aniversario de nossa querida Bela Vi2ta. Essh alenria e pura e permanente' porque acreditamos no futuro,acredi·, - mos no ser humano e acrediLamos em Deus. -MUITO OBRIGADO- Di se urso Pro - ferice por Abraão Armôa ·zacorias-Pre feito Municipal- S A { T O S D O S U L 480 EOSON MORIES: O PLI D elaborado pela Nova República d e· didam • a ,, Com . <' t.L 1 grárjas. Bem recen xprfencia do méxico, que 1vr o pis para a imprody ,. ,,;,, 1. •·conôrr.Jc· .. i . 0 '1Ut• r!1•:,l' jr,m f)/1. Stí' r, trl.'..l calamidade e pe - plano que aí está: vamos conj t•l 1·,·t.,1 11nn 11?; ;1lt·!'.t.:.L',clii.!ril.t> de> Lo - dos que qui estão pura prestipiar a inau (lUl'Açao !,O J r ne da 16 EXPOBEL, os nossos respeitaveis cumpr1menlor:. Ab::-imos l'8J),"lços mui lo especial, pnr::i tornar publico o nosso 1'cco11hecimcn Lo de ratidão pelo apoio recr.l.licto d.1 co munidaLle, o trabalho incansável dos copa nlwiros c1,, di1Tloria de, Si.nrticato Rural, ni:io m0clinclo esforços para que Luuo csti - vcssc concluirto denLro do Lt'mpo preciso ao alo ln:,up,ural. A Prefeitura Municipal, através da colab,,raç;;o f)!'c:-;Limos,1 do prPfci Lo AbraÕ.o Zacarias, nos foi passivei realizar Lodos os serviços necessarios para que o parque {l,• ,•xposiçÜv!c> Riu Apa, ot'erc·c,•sse as conr . diçôes ideais a realização da 16' Expobel. O upoiu do ilustre com.:inJdntc do 10! Regimento de Cavalaria Mcanizuda, Cel. Ivar Elll'?'Y B-i1-roso, nos foi grallficantc. Agradecemos L,1111b,: rn aos b.::irr:iquei ros, c,xp~ sitores,os peões,rfim, toda esta ente humilde,c frm~os bclavistcnses que contr! buiram com suns parcelas de otimismo e muita garra, que ira proporcionar uma ver dadeira sPmana J~ cmo~Ões, a partir de agora, at~- u p1·Óximo dia 26. O sucesso •·stá prat1camenle garanli do, porque sempre acreditamos no Xrabalho de cada um cm pa:·ticular.F toJos voces . aqui presente, vieram para sowal' e da Para Sela Vista, mais uma alegria a exemplo Jc ou• r.::is cxposiç~cs,divulgando o nosso ooL,ncial cconÕmJco e produtivo, através desta f,·st:i já bem con!wcida em odo Estado e até além fronte 1 ras, para orgulho d0 Lodos belnvislenses. _ Ni:;o foi contratada nenhumna atraçao es pecial. Somente aLraGocs lig.::idas a festa agro PCcuiria que ora se inicia, onde o povo com suas LradiçÕes se faz presente, coSC~ rtes próprios, temas da terra. Alegria,so mcn e a lcgri a, co.n;;;.taró da programaçao elaborada oara proporcionar a todos in - ' • tl • • e des- d is tin 001entc, mo1.""nLos a1;1-.o aveis contra.Laos. Nossos portões estorao abPrtos para acolher carinhosamenle a todos que nos » pe e assim se Dres igiam com suas presença - rá até o final do nessa mandato de presi-- dente do Sindica o Rural. il Stres visi tan Povo de Bela Vista, u A hora é bem oportuna poro que em nos so nome e dos demais classes produtoras tio nosso município, seja dirigido uma men • . so novernador Gagem reivindicatoria ao no5. . 3, nda atraves do -o Es ado flr Harcelo ,. ira • , • • a·o solene, Dr. ;:.,J reorcsent.:int.l'-a-cste e • de Flávio Derzi, digníssima secretario ·.'.a o d•· ogr•1cu'i··turo e pc•cu ria. - - - 1 deste A maior aspira@o da popu açao municipio continua sendo o a..;féll L,,rn(•nto da BR. GO, p1·ogromada r pro:n,-1 icrn p<>1' governos passuclos, Espe r;,rnos l" com pa- c i inc ia, agora no governo do Dr. Marcelo Miranda, o rc1nic10 e concluso dessa obra.Compreendemos o momc>nto de di ficul<'., de s, mas deposita mos um vo Lo <;P con f 1 :::11. - ça no poverno pnra que vlab1llz~ recur - sos para esse asfalto, realizando assimn o sonho de nossa gente. Pedimos ajuda do gov,• rno ao nosso pr·e(eito, par·a que ele possa 1·.::oliznr obras prometidas do mais nlLc inccreS8• dos beluvistenses, como asf,lL-;;·:r-:-,ro b·.,: co, tão impor tan Le para a hii de de nosso povo. É preciso corrigir distorçoes na atual administração cta nação brasileir~. C po vo está com Come e as coisas pr<·ci::;0:n rra . .: dar. As cÍ:.· lebr,·s mudanças tÕ.o ;H'<Jf,.-i[.:: L!, . mas que ate agora, ainda acha-s 1 ;e .. ,1. - e ida. Somos paciente e nossas sp u ;a5 tá no amanhã, que podE'ri, cr.<'f<élr r!, '·"· alentadora e amiga. llunca ~ , .. , acreditar no que e nosso. ;:: ,, ··~:.: de todos. Formamos umas~ ccr·r· EFCEXA AGRÁRIA, PREOCUPA-S E EX:5--s • 'llf-.S. O Plano de Reforma Agrária elabora! pela neva RepÚblJca, decidirinm-·nt~ r;o deu certo. O Mirad com pouco ~a!E d~ dois anos, já teve 3 ministras e ~s pr0 - gramas de assentamen tos de col ,..-:e::-,, • • 11 sido de forma desordenad,1 e 3L~ esck:~--~ da República, a quem o prÓpt·i0 p!·c·s!c,:: - te confiou a execução do plano. Este plano que ai est~, :ião prLser vou o mais sagrado direito cons~i•ucionn: que é o direito de propricdad,. At~ os imóveis produtivos foram atin gidos atraves de expedientes de interes se pollt1co ou de grupos apadrinhados, 1~ vando ao desespero, pessoas que Lrabalhru. e produ~ alimento. Felicidades para uns a troco da in.e licidade dos outros, não será o melhor caminho paro quem pretende executar a ver dadeira reforma agrária. NÕ.o via desa propriação, o passo inicial par. reforma agrária. A experi~ncia nos ensinou atr·a - ves dos resultados obtidos nos mais diver sos assen t:amen tos de colonos Já .:,xecu t;;, - dos pelo INCRA e outros orgÕ.os dos GOv~1- nos estaduais. A pr-.:ocupnçÕ.o não i- somcnle nossa. /1. Ip:rcja. os sindicatos dos trabalhadores o propr!o goverro, cte fcndenL uma refor, a arria :c mocrá tica e objetiva denLro d~ te~~11rl_j_ respei t"ndo-se os direi tos al' .. c-r. A e: - cribuiç5o natur.::il de ·erro~, ~ ciativll. ou mesmo ur.i p!ano cv.,c n ·, • í-x ,, 1· c,u, ro.· ·, Jo::: para que nao s prjadiqu o ;.,ropr-l• t.Ór10 ruri.il, b·tstn o c,r,v, rno l•,nç:.,r• •r::ic ·!éJ., t, r-ras improcluti - v.s do podr público, verdadeiros latifur dio: r,,11,,:0· rwlc! qualro cantos da . ."• r l rosa e sem onus, investindo-se ss ntmentos. ":ÃO SE DEVE BICAR C TER. E : SE INCA ilo 1.oc-inv- étos pr·odulores sts cst d fito ::.regendo odas as nossas consideracs,pela resposta dada atr vós da xprcssiva safra agrícola que rtd a urna das r ires colheitas de toda . . . 11·..1. ".lu .•cj;; ó4 milhões de• J. 1 • - .. rr • :·-.o u1·, r:i,•dida menos onc .,., 1·· c•.n·-.,::; r.:c'éJd.:i,; anunciadas pelo ,-;x,·:0 . .:e :'",hu:· Pr•·S1drntc· dê! RepÚblica e :···r,r::;c,rJ·i.~ pelo S· r.hor l-hnistro Iris Re cnde, con'Iram que havera recursos sufi e-.· ~.' .... ~ ., p:·1 ços cor.ipt:nsadores para os ! j' • rur·_1 i.~- ;.,;, •·., r rr·ços serão corrigidos mensal n' .. cc,:ror:::, variação da OT!·l, como Pil_:'. n w·c,,iv0 para o setor agrícola, prese!:' , .•• :.e ~!":r,dc riut.irão da construção desle ::~o poir· .. os dnixar de ma:1i.festar o nog so r conhecimento ao Exmo. Senhor Governa ~., ~,-cela Mirand:i, que tem prestigiado ,r hr~~ns do campo e a prova ai está: a i· li:: "SCOlha co companheiro e ler;Í timo i:-onr.··c·-dor de todos os problemas da agrÍ cuJ o:ur=, e da pecuárL,, ,senhor Flávio Der- 7., r.osso secret;rio de Sstado de agricul 'ura e pecuaria.Suas origens como homem •.r,~.b;.,,-_ vir.do do c::.r.:po, se identifica per feita·nte com suas novas funções e Ma - to G :--oss,, do Sul está de parabéns. !. ·!nb r'1:nos também, para felicidades no: s~. a r,·c~nte nomeação do Dr. Ney Maga 'lh~~-", agricultor da fronteira, e· um téc nico conhecedor profundo das nossas neces ~ic!::.:!es '1 que:n re:-idemos votos de pleno .êxi to a frente àa delegacja federal da agri- cultura no nosso Estado. Tanto o secretário de Estado Dr. Flá- • via Derz1, como o Dr. Ney Magalhães, con tarão com todo nosso apoio, ficando cer ,os vossas excelências que Bela Vista tu ao fará para que a agricultura e a pecuá ri3, bem co:no os de:nais segmentos da eco nomia local, tenham seu destaque especiaT na pr;dução àe alimentos para a me sa do povo brasileiro. A odas, o nosso muito obrigado. Ma deva; te7 / P!,i>, AS l :!AR LIGUE: 439-1410 ite Màaica no Belaviste ,. V ' f. :l, 10 'J<) • nlv r .. ·,rlr, ,,; 1 no C'l1Jl, 1 F: f 0r lvo ... JfJI (011 ()dd l , •• , j XíJ"C" (J. 1- . 1,,111 lo., rnulr.o ,'.• nt • ,.legru1 .e [ ctr, 1 f•J,ltl tÔ(J •J;d }P!1i. Mr.Jk I t.· Abr. ao Z• rn, acompanhado de rerpec Iva eipo O Clube, atravé de eu pi· . !c:r•nt ,LJ tz Carlos Rahal, pren ou izriific. tiva ho !· •J- <H1 Moro.e:J, r 1 n rc•s.i..;.ndo-Jn, .. s uma placa prata por relevantns serviços prestdo ..... y DA.Ili DE_ .@ERYURA ri:0 BELVISll'ENSE = ADRL :!i:;. :302GES E PI'lfY - FEESEXÇA JOVE. i 1 ' .- 1. ' RIK - PRESENÇA DE UIT DES- CC:.UES IS ESEE- EELA VIS ,- - Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº852_18_07_1987 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº854_23_07_1987 Voltar para a lista de itens