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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº952_17_06_1989
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/NO XVIII N 952
J EDi'fOR C!!El'T·
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liit
Opinião
Ante da elefçôes de
ov,•mhro d • 1988, cm co
entár lo neste Jornal,a
il rmóv,1nos que haver ln u
renovação total nas Cã
iras Munfe1pais não só
le nossa refio, mas de
todo o Drnotl. t:m nosso
fetão, nas cfdades de e
la Vista, Jnrdlm, Cnro
' ol, Porto Mnrt inho, llo
nl to, Guin Lope-. e Anto
nio Joílo, a rcnovaçilo, se
nio foi total, rit lni;iu o
, ais ele 70 .
Falávamos que essa.re
~mur.e,,· novaçao ern um sintoma
ente
O
dos "Sinais dos Tempos"
erecie! a então classe política
no poder, e, por que não,
anos e: J Inda no poder. no cnso
se. Era los Deputados Estaduais,
arrec:: federais, Senn<lores e Go
',Hnndores.
Em novemhro de 1990 te
fetos novas eleições, pa
ta Deputados Estaduais ,
:edernls, Senadores e Go
sara IL'
scnlac •.
incur.!!.
tos.
minaci:
a bio.
,·ernadores.
O fen5meno Collor
elo é o efeito de
todas:
adie-
·5ic° '
•1a.-n
a 0F
a su-
de
uma
tausa. Esta causa, desde
novembro de 1988, pres
entimos e avfsan!os, aos
"tienos avisados".
A ntual classe pol!ti
a, com excessão dos e
leitos em nov,!mhro, está
lesgastada. Cor raríssi
s excessôes, um .iqu i,
outro acolá ... são pou-
17 DE JUNHO DE 1989 ______ _,, _
BRÍINÕlÕ: ''RI O É UM OPO TUNISTI,
N ~ O SERÍ· BENVINDO 110 PRI'
MlTO GílotlSO DO SUL
Ao tom,1r conhecimento, através da imprensa da
cnpitnl, de que o Deputado Estadual Arl Rtgo, elo
PFI., lado ao governador Marcelo Mlrnndo, vnl "col
lorlr", ou sejn, apoiur Fernando Collor de Melo a'
Prns ldentc cl,1 RepÚblicn, o ndvogndo Nelson llrandiío,
Presidente cio Partido da Rcconstruç~o Nacional em
'ardim, solicitou que publicássemos a seguinte no
tn:
Nelson Hrnndio, Presidente do Pnrtido da Recons
truç3o Nncionnl(PRS) ele Jnrdim.
OPORTUNISTA, NÃO SERÁ BENINDO AO i'R',".
:u.sos BRA::•),o - PRFS rIH NTE DO DIRETÓRIO DO PRN
PARTIDO DA RECONSTRUÇÃO NACIONAL - DE JARDIM.
Mordomias, snlcírios al Fernando Nunes Rondon
tíssimos, marnjâs, polí= frente ao Sindicnto Ru -
tica de perseguições, fa ral de llela Vista cnrre
,·orecimentos, apadrinha= ga hoje o estigma da
~entos, promessas I menti "marca da competência" ,
ras, negociatas, falta de prova disto é mais um su
friedade, são vários os cesso alcançado pelo Si;
fatores que provocaram o dicato Rural Belavisten
rompimento desses políti se no dia 10 de junho,s:i
cos com o povo. - hado pp. , quando da rea-
E o fenõoeno Collor é lização do 129 LEILÃO A
f~cil de expHcar.Collor P, CORTE já tradicional
nao quer alianças, nem a na região sudoeste do n~
erros, fala a linguagem to Grosso do Sul.
que o povo quer ouvir. É A chuva e o frio que
Jovem. Diz que não adian se abaêeu sobre a Prince
ta fazer olano num País sa do Apa não intimidou -
pnde a corrupção grassa os criadores e pecuaris
r todos os setores. Fa- tas que comparecem ao Ta
:la unicamente em morali- tersal do Parque de Expo
, sr. E é ±so o que o po siçÕes Rio Apa para mais
l:,_;.,- o quer. - um grande leilão.
Os atuais deputados· e Mais uma vez o dinâmi
nadores, podem, desde co Leiloeiro Josias Vlto
•
1
, colocar as suas bar- rino do Nascimento dÕ
de molho. No ano que LElLOBOI esteve marc:rndo
a "limpa" será ainda presença em nossa cida-
1.or. de.
'
co!l ,·l !:': aos que se elegeram
<oseh' "svebro, prefeitos e
l)Ol • ,adores, aí est:Í a li
as. s5 não vai aprender
1
•e:i nao quiser.
"l~ O povo é um juiz radi
L "»sn.g-
'J :~ente e inocente. Nao
::eios ci.• advogados pro
'a::em o contrário. -
E o povo jâ deu o seu
eredito: CULPAUOS.
Do jeito que vai, fá
cil, vai dar Collor tran
s!lazente. E não adian
a grita dos outros pre
iéenciãveis, quanto ma
CTiticare::i o "CAÇADOR
E MARAJÁS", mn is o novo
icará ao seu lodo. •
Fenêzeno ou nio o ex
vernador de Alagoas po
Por que não, ser a
luação do Brasil.
(IP).
A adminlstr.:1c30 Luís Gonznles.
COMPRADORES
Quem participou ativa
mente do 122 LEILÃO APA
CORTE, foram os pecuaris
tas que levaram para su
as fazendas o excelente
rebanho comercializado.
Foram os criadores: Ma
noel Carlos Barbosa, Sô
nia Romano '!arqucz, Fn -
zenda Marangatu, Atana -
sio Loureiro, Valter Oli
veira Alves, Edson Mo=
rnes (Prefeito de Bela
Vista), Fazenda São Feli
pc, Josê Carlos Miranda,
Julio ~urano, ~•arcos Ron
<lon, Alberto · Saraivn
Rranco, Edgar ,unes e Ra
,-,,io llocirt.gues.
'OTA oe PROTESTO
Protestamos veemente
mente contrn o Ingresso
do Deputado ArJ Rlgo nne
fileiras de nosso parti
do. Oemonstrnndo mnls u
mn vez o se11 oportunismo
o deputado resolve npoinr
Collor de Melo, numa de
monstrnção J.nequívocn ele
seus princípios po!Iti -
cos, que se resumem npe
nas numa frase: "O PODER
A QUALQUER CUSTO".
Sabendo que o seu can
didata, Ulisses Guimarã
es, ou é Aureliano? não
possui condições de sen
sibilizar o povo brasi
leiro, o deputado oportu
nista resolve agora apoI
ar Fernando C">llor.É co~
tra esse tipo de manobra,
de princípios ,que estamos
lutando,não queremos,nâo
precisamos do apoio do De
putado, fica aqui o nos
so protesto, "RICO ~ UM
VENDEDORES
·Registramos o noce
dos criadores que leva -
ram ao Tatersal do Par -
que de Exposições bela -
viseense um gndo Nelore
de Ótima qualidade são
eles: Josê Carlos Pache
co, Antonio Carlos Pache
co, Alcssandro Rondon,~Õ
mo Godoy, Luiz Fernan
éo Xunes Rondon, Candido
Loureiro Pinheiro, Paulo
iões, Antonio Maria "u
1.s Rondon, José Flávio
Campos Nunes, Ramo Cani
•a. Celso "ora e Linei
Foi comercializado um
total geral de ~czs 273.
930,00 sendo que 844 ant
mais para cria, recria e
engorda foram vendidos ,
ficando a mêdia de ven -
das por onimal no monta~•· • 1
te de CZ$ 324,57. LUIS FERINDO X. ROO.
DOAÇÕES
Oswaldo nello NCZS 380,
00. Com estas doações o
caixa da União Democráti
ca Ruralista Jovem ficou
mais "recheado" totali -
zou o montante NCZS
3.320,00.
O Pronav/LBA sob a
direção da 1~ Dama Cecí-
lia Moraes recebeu
doação da Fazenda
Paula no valor de
1.000,00.
O pecuarista Antonio
Carlos Barbosa fez duas
doações, urna à Casa do
fenor Abandonado no va-
N
uma
Santa
NCZS
1
l _
Depuc.,do ri R1go - O ·rendo "Collorir'
lorde NCZS 500,00 e ou
tra ao Asilo .'CZS 420,-
00.
O Sindicato Rural de
Bela Vista tambêm foi
contemplado com doa-
çÕes,dos pecuaristas:Li
neu Gonzales doou NCZ
550,00; Edson ~. XCl5
600,00; Fazenda B. Vis
ta NCZS 360,00; Joaquim
de Jesus (TCPÉ) NCZS
420,00; Racão Godoy
NCZS 330,00, totalizan
do um montante de
3.010,00.
LILE.
tac,bér.1.
~VEREADOR PftUL
O pecuarista Candido
Loureiro Pinheiro doou ·classe e, sobretudo,
à Paróquia de Santo Afon ~o povo de nossa regi,
so NCZS 1.000,00 e- Jo:i;- ao. •
Louret.ro Pinheiro CzS Liderança jovem,li
3
40,00 tambe·m a· p - i der emergente, Paulo
aroqu.d· elo é filho de um dos
A UDR jovem marcou
120
L.-YLÀO mais tradicionais lei
presença no - tores de a TRIBUNA
APA CORTE recebeu vartas p FRONTEIRA -_
doaçoe~: Pnu lo Si moes 1 • • • Atana
"CZ~40000·"' d ,,_.s1.odel'llme1.aa Melo,
tazn.a . o 1 ! . d
vn NCZ$ 450, 00; Fazenda que mu. to_nos aJu!ou
Pontal NCZ$ 500,00; Ade-~ p~r ocas1.a<? da fun~a
mar Godoy Nc?' 350,00 cão deste jornal, is
Pnn o Dantas :cz; 5on,<ro to ha mais de dezessg
t:e anos.
M l
E
' XOTlFIC,ÇÃO E AGRADECI-
' ' :-IESTO.
,C ulpe da Cor!ssão Ora
é±zadar.a da Festa.Juni::a da Pa-
ró:ta de Santo Mono, not!t!
ca o resultado da FESTA JN'À
realizada dia l/Junho/yp.
O valor IIqu!do arrecadado
fo! de 9.830,57 'ove MLI. OI
tocentos e Trinta e TrGs Cruza
dos Novos e Cinquenta e Sete
Centavos), que seri revertido
e pró! da refora da Matriz
de Santo Afonso.
Aproveitaros para agradecer
a artIc!paão e a colaboração
do público e era!, das cou
n!dades dos La!rros, do comer
cio, das pessoas voluntirfas e
que colaborara para o sucesso
do evento, fazendo cor que as
danças, barracas e demais atra
ções oferecidas aos que se ±!
zeran presentes, funcionassem
na a!s perfeita orden e haro
nin.
OóRIGADO A TOOOS '.'OCES.
.1
VALEU
A COISSIO
$SIM
Bela Vista têm o seu Paulo já foi Agen os interesses de e
representante na Asso te Regional de Educa la Vista. Sua pre
ciação de Vereadores ,ção, é da ala jovem senca na Associação
do Sudoeste, trata-se do PMDB, têm por prin àe Vereadores do Su
de Paulo Melo, do PM- cipio dialogar, ate doeste representa ã
DB, eleito 20 Tesourei mesmo com os adversã força e representa
ra da referida Associa rios políticos, bus- tividade do-Legisla-
ção.· - cando sempre defender tive belavistense.
Segu
nd
o informacõ- PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA
és dos demais inteoran
tes da diretoria,ove
reador belavistense ja
participou de diversas
reuniões, sempre defen
dendo os inte:::esses da
ORE
Comu-nicado
. CONFOR~tE PORTARIA NO 208/89, DE 13/
06/89, A PARTIR DESTA DATA OS ALVARÁS E
CERTIDÕES NEGl'ITIVl'IS EXPEDIDAS PELA PRE
F:_EITORA SÔ TERÃO VALIDADE SE POSSUIREM
A ASSINATURA DO PREFEITO-OU DO SECRETA
RIO MUNICIPAL DE FAZE"IDA.
AS ANTERIORES A ESTA DATA CONTINUAM
VÃLIDAS.
BELA VISTA-MS, 16 DE JUNHO DE 1989.-
EDSON MEDEIROS DE MORAES
PREFEITO MUNICIPAL
nform·e.T
O JEITO QUE o
LEITORES GOS
-TAM NA Pfi.GINA 1
Policia Militar_- uma necessidade
e quicemrten,ária, a Poli ia MI
Groo d Sul, orguiht-te d
[ I 1 1 • 1 p :tr., - , , r1 , : t t o hís-
1 ( 1 J O •
Como e±te povo, for)ou para si um cara
ter briv e libertar1o, esta Millcla culti
va u pansad d lorJomar tradições bucat
do1 premente, conservar tradiçoes coner
var n miticna de def r,r t.!'u dor val<H'"!l c!,i
socI < d:, 11•, ,
Com efeito,mlrado o advento da Sindro
m, <l,t 111111g111·.i1,ç11, du v1o1Pncln lrroctonul
como ro1111r. cl1• cc,n,J'OI' 111 .. ento, compromeen.do
o Lei, 11 m:Lorltl,Hle ,. 11r: Jr.nL1Luiço1•n; mr,1-
grado o juo e q,wrL mwmc•nLo pcpulnr, n Po-
1 ÍC'ln Mil 1 lill' do Estado d Mo Lo GrOCf'O do
Sul, tem conscfên:da plen da expectativa
n11 aLunçõo cmirwnl e mente profissional de
flf'UG ir, LC'[sl'!ll1 LC'!>, cil, fll)CC'Ofl ldode d v 1 ven
C1flr' os diversos segmentos dú pc,vo de quem
~ f1ulo e insLrurnrnLo.
Supc rando l im~ Lnçõe s de me 1 os, adéop a-se
npc.rfciçon-sc, procuro estar a per de seu
lcmpú. Forrra su&s novas gerações no er,tendi
mentc de que ume na;ãc não se faz por Decr~ uma nEcessidude?
te, s~dimcnla-se no forLalcclmcnto de suas
in:;tltuiçêes, nu visão projetiva de seus c! 2a 'Tér, PM. Daniel
d,,ctãos, nc, compromisso construtivc. dos con- CrnL. do Nu/Pcl PM. DLV-MS.
temporí',ncos, nc respcit<' as clãs de; conhec! lL/06/89
mento e na amalgama dos valores pc-si Li vos • - ...,. .
E!::LC é o esplri to bus::olnr de' Policia M! .MUTIRBO n BDIXftD
lilar de Mato Grosso do Sul, ao mesmo terrpo
quer comunl cnr ao se1.: pÍib li co, o per sam€.nlo
e a ação que norleiarn os profissionais nri f LUMINENSE
sulvnpuorda da Lei e da ordem.
Exi stimc>s não pelos fvores desse OL' d.:?.-
quelE pc,vcrno; existimos sim por 1ntcgra-
rnos as necessidndcs b;sicas da scciedade e
por S(•rmos o insLrurn<nto fundamental. a h::
m~ostasia do sislcmú de convivêncin publi
ca. Como pcç;; fundamental ac equilibrio de
um sistema, é inperativo que·cristalizernoa
1 (
• ·, ,lnr
ç
• r dr·
IJ 1 t:i
, r. l
prtnc
cupri- l e .
Quando ncs referimos a uma profissa
pen± ando numa atividade da qual se tiI
o sustento, fazer "Policia', em sua for
m mais elemntar, exige do homem dedic
çãc, abnegação, coragem e outra virtu -
deu qu<> chc p:urr. n cc,nf ip,t.r•,,r um cerd -
elo.
E
Em vc rc1 ~-de• com mr·cl 1 nn:
1 r rl J ,; ' ~ r
ce dante do tc O
rc s podemos ch gr,r II ç.lt•n,, oc,·p:,çi:io d< -
e:;paço& a nó des inadcs no s,· lo d:, !.>(• -
ciedcdP, fHIII o. nccp:;sidú<.le dt• "LOBBlf.S "
junlos uqL'<"les que pr·ocesnrn hcje as mu
dunçus sociais dú Pais. Esternos vi~cnd0
de favores pra cumprir nc;ssa mis!:UO ?
ainda nno no!: Pr,contr2r.10E.? ou não scn,c.
A Daixadu Flurnln1·nsc, recebe1; no Últi
mo d~a OE,n equipe da Prefeitura MuFici:
pal, qi;e p11trolou todas as ruas, real l -
zou atc-rro, fez Bocas de Lcbo em diver-
CAUSAS C1V I. E
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·rr:LEFO'J ; : 4 • 1 - l
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JOR.'<AL TRIBUNA DA FRONTEIRA
i. (Fm<"DADO ~l 20 DE F_EVEREIRO DE 1972).
FUNDADOR: IVALDO PEREIRA
REDATOR CHEFÉ: IVALDO PEREIRA
GERENTE: GILSON SILVA SANTOS
REPORTAGENS: UBALDINO RODRIGUES E LUIZ HENRIQUE
NlJNES CORREA. .
NOT1CIAS: ABnt, AE, PLANALTO E CORRESPONDENTES.
REDAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÃFICO: Rua da
República, 564 - Caixa Postal 23 - Fone:(067) -
' 439-1410 - Séde Própria - Re.gi~tro no - Cartório
de Títulos e Documentos ng 35.
fILtADô Á ÁDJORI E ÁBRAJORI.
tJ:-t SEMA..liÃ.RIO DA REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS.
«
,, CGC MP - 15.513.203/0001-59 - INSCR. EST. 28.
' 219.0003-1.
'1,:nTRETORA: MARIA ESTELA VELASQUEZ PEREIRA.
sos cruzamentos de ruas par dr vzão à
enxurradci que alagavam os terrcr,os mal s
baixos.·
Ao contririo do Presidcr.ce dé Assoei&
ção dos moradores de Baixada Fluminer.se,
"TOCO", como é ccnhccido, qve não parti
cipou do mutirão. Os moradores, entusias
mados, procuraram os funcionários da ad
ministração Mur.icipé!l pnr& solicitar le
nhh, orientação para plantio de horta, e
levar su2s reivindlcações,mc,strando quv
o maior problema do Bairro é aterro s ss
near.ento basico, onde o mato contribui
também ccm a Rrclifcração de mosqu.tos.
As pe-squi scdoras de sz.Úde ccns ta taran;
que é g1ande. o número de resid~ncias se~
sunitirios, muitas corr fossas correndo a
céu abertc.
A Prefeitura cadastrou todos os mora
dores, para atender posteriormente a! so
licitações de encanamento d€ água, s,.mi
tários padrão e colocaçio de bueiros que
fará futuramente.
A Dr~. Azaléa, Secretária de Saúde, a
tendeu uma midia de 50 pessoas por dia.:
com consultas e medicamentos.
A Prefeitura agradece a Dona Lúcia q/
cedeu si,lz. residên::ia pEra atenderem os
moradorez do Bairro, e a todús aqueles
que colabcraram com o· pessoal da Secre
tarta de obras, bem como a Pastoral d
Saúde.
scritório Jurídic
NELSjltl __ CHAGAS
lDVOGADO
FONES: 251 - 1721 - ESCRITÓRIO
251 - 1712 - RESIDtNCIA
ESCRITÓRIO: Rua Tenente Bernardes no a·
RESIDENCIA: Av. Ccl. Camisão no 65i
JARDIM
OTIH-MS 2.491-A.
g CD
DR. RENATO DE SOUZA ROSA
MEDICO-CRM - MS - 2049-HORÁRIO: 17-21
DR. UBIRATÃ LEÃO S. TORRES
~--=-- -· -- ---:..=- --- - - - "- .;5i5
CIRURGIÃO DENTISTA - CRO - MS
HORÁRIO - 13 - 21 HORAS.
ENDEREÇO: Rua General Osório NO 660
BELA VISTA - MS,
DR. _ LU l_l A _ NSEL!O DA SIYA
crvnc±xo Eirsx co - s.5
HORÁRIO: 08:00 - 12:00 HORAS.
: :a 'ist
e:te estt
TO
TRABALHISTA
.
E_SCRITÓRIO: Rua Coronel e • -
ar:iisao,
FONE: 439-1302
QUESTÕES DE
- CENTRO - CEP: 79,2(
-Quando termina um sonho... Começa a realidade é s@
.quem.acfedita em sonhos sabe o que é melhor para si
RELA V
ISTA - 1ATO GROSSO DO ~
i.taente
ar a popu,
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Í EC.iJre t
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TIP.f,A 'JJ'.;TA J 7 DE JU O DE
TF
[: Taça Cidade
de Bela Vista
Dono do melhor retrospecto ao longo do campeona-
teve ainda o oleiro menos vazado(Gato) e o ar
pero da competição(leto Mendonça), O Gremfo Es
rtlvo Unfo fez Jus ao título de Campeão da I! TA
CIDADE Ili'. IJILA VlSTA, promovida pela LIa Espor-
193 l!elnvistense e que teve St!ll têrmlno no Último
la! de semana(dia LI/06), no Estádio Municipal Oc
vlo Fontoura.
ALGUNS DADOS DA COMl'ETIÇÃO
Foram disputadas 15 partidos desde o BCU início,
2
.491-1 a 09/04, assinalados 76 gols, numa média de mais
cinco gols por partida, sendo o principal art! -
~l:TÕR!O beiro o atleta Beto Mendonça do Grêmio Esportivo U
tNCIA J!âo, com 11 gols assinalados. -
ardes z
n? E lespaclante Dinâmico
Bela Vista na arca de escritórios de Despachante
alente está muito bem servida. A cidade possui
I
• ês ou quatro escritórios do ramo com profissiona-
lc
n altamente éompetentes e conprometidos em bem a
u tender a população belavistense. Um Despachante que
lerece nossos elogios e o JJ DESPACHANTE, localiza-
em frente ao Grêmio Pedro Rufino onde o Justino
tâ sempre pronto para atender da melhor maneira os
us clientes. Na semana passada Justino esteve com
u pessoal prestando todo o atendimento, inclusive
ROS~ a colocação de balisas para treinos do pessoal
--=-=-- ~e pretendia tirar a sua carteiro de habilitação .
'O: 1•-. teste feito pelo DETRAN, no dia 09, entre mais de
pretendentes a se habilitarem somente cinco con
uiram, o que mostro a necessidade dos nossos Des
chances realizarem esse tipo de trabalho. Para -
• JJ DESPACHANTE.
FALANDO EM CARTEIRAS DE IIABILITAÇ,i.O ...
Clubes de Laço de Mato Groso do Sul. Oscar Corra
les é um dos mais regularei laçadores do Clube de
Laço São Geraldo, nos três últimos encontros real!
zados em Sidrolandia, Gufa Lopes da Launa e Cara
col, o laçador conseguiu excelente média de pro
veltamento de armadas, ajudando ua equipe a con
seguir excelentes classificações.
Na entrevista, Corrales fez questão de desacar
o apolo que vem recebendo do Patrão do Clube d La
co São Geraldo, Victor Feltx Rojas, "ele oferece to
das as condlçÔes paro que seus laçadores tenham um
bom desempenho nas competições", disse Oscar. Lem
brou ainda o laçador que "o dinamismo, a participa
ão e o apol dado pela Sra. Jandlra Sena Ro[as,es
poso do Patrio e que acompanha o Clube em todos os
seus encontroa, cu1dnndo com carinho e atenção pnru
que todos os laçadores sejam bem atendidos, não po
de ser esquecido".
Um fator que deve ser destacndo e n populnridode
de Oscar Corrales, estivemos no encontro de Sldro
lândia onde pudemos comprovar que o nome Corrales
já virou folclore no meio dos participantes desse
esporte equestre. De Corumbá a Rio Verde, laçado
res de Clubes de Laço sabem quem é o CORRALES de Be
la Vista, bom de laço e bom de papo! 1
Duque de Caxias Pista de
Motocross_ ou Via Pública
Já estava na hora dos políticos do PMDB, princ.!_
palmente os deputados do partido que se dizem nos
sos representantes, desconfiarem e reivindicarem ao
Governo do Estado o· termino das obras na Avenida D!:!,
que de Caxias que foi iniciada no mês de setem))ro
do ano passado, com a clara e evidente intenção de
angariar mais alguns votos para o candidato do PDB
a Prefeito Municipal nas eleições passadas e que o
té agora não foi concluída. Já vai fazer um ano;
o que estamos vendo, principalmente nessa época de
chuvas e muito barro, lamas, buracos e lombadas, o
que vem prejudicando sobremaneira os comerciantes
que têm suas lojas localizadas naquela via públi
ca. Ao que nos parece, nem os vereadores do parti
do do "velho" Ulisses.estão esquentando com o pro
blema, muito menos as autoridades governamentais .
No nosso entender, o PMDB, sem querer, criou em Be
la Vista uma-pista de Motocross na Duque de Caxi:
as. Quem deve estar gostando é a Associação de Mo
toqueiros da cidade, pois a continuar assim não pre
cisará nem construir uma pista para participar do
Estadual de Motocross ! !
O que existe de motoristas em Bela Vista que es
cionam seus veículos cm qualquer lugar, pouco se
reocupando se estão atrapalhando o trânsito ou a
são dos demais motoristas, não está escrito. ~ co
- encontrarmos nas esquinas da cidade carros e ca
~hões estacionados sem a mínima obediência à le:
slaçâo de trânsito que exige o estacionamento,pa
carros pequenos a mais de três metros da esquina
10 metros para caminhões. Depois acham ruim que a
Hcia Militar realiza blitz e aplica multas nos i!l_
atores das leis de trânsito. Isso tudo sem contar
eles condutores que ao virarem uma esquina ligam
seca e esquecem de desligar, virando para a dire.!_
•ADI ou para a esquerda com o "pisca" ligado para o la
1 rio contrário. Quero ver a hora que esses motoristas
feree dirtgir numa cidade maior e de trânsito bas-
·E l s:o1UE s CASAIS]
llliro"lã de Bela Vista"!! ....
11NA15 , r------------------,----,
- l LA,AD0R FOLE.L0RICO .g7±±EMA"E%
todas as sextas feiras no clube a sociedade bela
vistense está convidada a participar da "Discote -
que dos Casais". Só entra quem estiver acompanhado
do namorado(a) ou da esposa(o). Segundo a direto -
ria do clube, "os jovens têm a sua tradicional dis
coteque aos sábados, aos domingos e a vez da crian
cada das quatro às oito e agora os casais terão a
sua vez de curtirem as músicas que marcaram época,
tipo tangos, boleros, valsas", etc.
N
E NÃO ADIANTA FALAR QUE SOMOS CHATOS!!
"Contra fatos não hà argumentos", e a verdade é
uma só. Para se ter uma ideia, a empreiteira que es
cava fazendo os serviços em nossa cidade foi trans
ferida quase que em sua totalidade para Porto Mur
tinho onde já asfaltaram mais da metade da cidade,
além do realização de todo o serviço de esgotos e
saneamento da cidade. É mole!!
são
RALES, OU MELHOR,"ENGENHEIRO" OSCAR CORRALF.S ! !
Quem conhece o
-'Engenheiro Mecani
P' o 0scar Corrales
ar!n como.um bom
ecâ:tco, está qua
erto; Mas que
sa que ele só sa
e consertar
e
0
s está errado·
' Oscar corrales,
ou Corrales é a-
r
(l tr:,, disso u~ gran
(l de laçador, inte-
• rante do Clube de
co são Geraldo de
la Vista, pelo
al já venceu vá-
ios torneios :le lo
e ciaa de sua
ua "Meia Noite".
Esta secana cs-
tve=e, ceveras-!2 _ __e'
co Corrales(foto acima), a respeito do
to ~e Club'es de Laço que será realizado no prxi
es de julho, por ocasião da realizacão da EÀ"1'0
• Afirou a reportagem Corrales que "espero uma
Celentc apresentação dos dois Clubes de Loco de
la Vista, pois seus laçadores vei:- r't'<?inando com
dnco para ficar co o título do Econcro". Lem
Ramos que a disputa é promovida pela Federação de
• Vara Miranda· - Dia 30
No proximo dia 30/06, a cantora Yara M.iranda es
torá se apresentando em nossa cidade no r.inásio dê
Esportes. A promoção e do Grêmio Estudantil da Es
cola Castelo Branco. O-Show com a sensual cantora
que e irmã de Sula Miranda e Gretchen terá início'
às 19:00 horas com o ingresso custando apenas NCZS
3,00. Na oporturridade estarão se apresentando ain
da vários grupos de danças alem de outras atraçÕ:
es. Todos são convidados.
Na semana passada foram realizadas as eleições pa
ra a Presidenc:ia do Associaçao de '!oradores da vnã
Cohab ec nosso cidade. O vencedor, ou melhor, a ven
cedora foi a senhora Rosana, que derrotou o candi
dato oponente por uma diferença de trlnta e três
votos. Vale ressaltnr que, por incrível que pare
ça, as eleições no Vila Cohab transcorreram senne
nhum ainterferência política ou de políticos. Dese
jamos a nova Presidenta que desenvolva todos os ei
forços em prol do bem estar da comunidade da Cohob.
ELE O FAZENDEIRO}
Foi promovido pela UDR JOVEM de Bela Vista nes
te sábado, dia 17/06-, no Clube Espo_rtivo Belavis -
tense o Baile do Fazendeiro. Os que estiveram no
Clube disseram que o baile foi sucesso total, o clu
be esteve completamente lotado e o conjunto era de
excelente qualidade. Parabéns UDR Jovem.
Enquanto no Clube Esportivo Belavistense a UDR
realizava o Baile do Fazendeiro, no Grê::iio Pedro Ru
fino a CORPORE ACADEMIA DE Gl'.'<ÁSTICA E MUSClfl.AÇÃO
promovia uma discoteque com a apresentação do GRU
PO GINGA, um dos mais renomados grupo de dança do
Estado. Informaram à reportagem que o clube tabém
esteve com suas dependências completanente tonadas.
J As reclamações 1
Todo nundo sàbe que a nossa cidade nao coporta
duas promoções de bom nível ao meso dia. Isto por
que boas promoções hoje em dia estão bastante ca
ras e exige uma excelente arrecadação para não da
rem prejuízos. Não entendemos porque realizarem o
Baile do Fazendeiro e trazeren o Grupo Ginga na me-s
ma data. Muita gente gostaria de participar do a?
le no Belavistense, mas tacbem gostaria de ver
Grupo Ginga, no Grêmio.
Em resumo, uc acabou atrapalhando o outro, mes
:no sem querer, e claro, sendo que se houvesse ue
lhor entendi.cento ent~e as pessoas envolvidas, a
caria escolher as datas e os dois sairiac ganhandÕ
muito cais, não acham? Eu mesmo, para ninguém re
clamar, não fui em nenhuma das promoções. Tchau ! !
RUA:
FONE:
DR, SALVADOR
:
LOUREIRO
OAB/MS 3.369
CIC 029.875.191-20
ESCRITÕRIO
251
JARDIM
FONE:
10 DE MAIO,
RESIDENCIA: RUA OLAVO BILAC, 146- COHAB.
1410.
MATO GROSSO DO SOL.
251 - 1451
341
l
·Sindicato quer
Farmácia como
Postos de Saúde
Pr ra o 8 tr,cJl e, o elo:; l·nrm:,cc u icc,s rtc•
Mnto Gro:,no de• !.:ul ('.:JIHAJll~S), 11~ fnrm,,cias
d<'V<'lll runc 1011:- r e r,rnc, vr rdr d•· 1 ro!'l po:. Los de•
aude e prestar primeiros-sccorros. O pr••
o!ckntc· c}[I lnt,til1.lç:10, A1y FPrrl'lra, c-n
tregou à ccmisso de sistematização da s
sembléia Estadul Corstituin e, tm nuclit·n
oia pÍlbUc ,. 1m, dot'urncnto ql:t! rcl.:,cionP
a sugestões d classe pra aprovei amnto
nc, procc :.i:-o c,,n~· t.i t.uc i anal.
Serunci1, t' Gl11clic;,to, a:..: farmncia ;1clqui
r'iran., Cvla o I n.r,o. u,, c,,ri,ter comc·rci•,l
provavelmente referindo-s aos estabeleci-'
mr 11 t.oeo do pc·rn t'<►Jpv;,Jos Dl' l ns e i rcun!? tnr.
c ias, a vnder artipos nos ccnvcnclon:.is,
como ~lirnLnloP normrlmcnle ccmrrcializhdos
cm mt..:rcuCuri;ls. A s) tLü.çào é o.tribL•icta
por !- l' r rc ira na falta dc po li ti cas adequ~
elas. Tnnto que a rrimlira sugcsrão do sin
cliC'nlo ncs ccnsll tuint,·s é um arLigo que
prece i tu,. o cl(•Vt' ,. de, !-.::; tudo de se: rcsron
snbi 11 znr pelo atendimento F~rmncolÓgic~
"um c1i rei to º" t, dos".
. qucr-li=io dcs í!H dic.1r.a:nto:,, t:.rnb.;-m mcrc
cru dcs trmucuticcs amplos estudos. inu
ci '.ldot~ que• cc.1,1rr0vflm os r-,,stos e o de sper
dicic dn govLrnC' brasilc·iro otr·,vés a. Cg
me:(Cerlral ctc t•lt>dic.im,·ntos), o Sinfar;;;::;
criticou n pc.Jitic;-c do setor e [)<•diu aleu
mrs pr·ovidências, c(,mo o camb.: te n· m:to -
mcdict•c;n0 e n pn ibtç:;o dL publ icid::dP de
remédios nos meios .te comuricaçio. Ferrci
ra. disse que classe ex J gc t,,mhÍ·m, ni1 cc
mreializaçáo de produtos tmeopaticos, ex
clusividde acs Farmceuticos especializa..
dos, qu igualmente avem ser pr'cscnça
obr·igPtÓria nc,s pcsto,; d<· saÚctc govern"mc.!:1.
t.;is l' 11<. vigil3.nci a SC1ni tnri ?.
DF.NTISTAS
O prPsidcnl~ do Con~elho RC[ional cte:
Odont0logia, PC1ulo Belchior dos Reis, crca
minhou aos constituintes neve p0stulacÕes
bãsicas. entr·c elas s::.1nl'ios cc~~µ.,dvc-i.9
carga horária oçcional, iscncmia salarial
dos p!:'Ofi:,,sionais do Est.aao e Municípios
cc.m os a,, unino, ins.:ilubridãde, ir.plar.ta
çao de consul tÓrios cdcntclogiconas csco
la:,, dQ 12 Grau e criaçao de programas ed
caLivos, prC'vcnUvos e curativos, plenitu
de dc,s pt·ogram,,s de fluo rc tação.
U, tJnnoJ r.o Eu udo e propo ,. d< '1;J
j1 insUtuido no En3lno rl• l Gr u. r.:~,Lcrl
q1.c· dP oriPnl açÕ<'fl P,f ra1G ..,cbz•e <• tum. l o
nor ,duro•:, rrt,lhcr·c•::; ccndiçÕes P• r, :w c:r -
pn 3;•1; no qu,· r,<: rclc.c1c.nc fl pr·lorl<i de nns
via urbnas principglmen e pra o Bi!'êf•r:l'•
cc;I(• lvc e· t,1x;•çÍ:Ío dl' t, r1!'11r, ·,dr•qu,,rl;i".
rtobcrlo fl1,r 1·0::i dr 01 iv,•J.r·1 p1·ccJ cl1-r.LP <lCJ
"lnd1crto rJe,f· Dc•f·prchnntcn, 1·cliciL011 qt<·
cejn insPr!da nt Cor::i ltuiçí:io o rrronhrcl -
mcnLo cl1. allvtdr.clc da cc- egodl'.I pclr; <·uLrJ ,
r, sun justific.ilív,,, proveu oer c:,p,,z de
e fr·t•t1 ·tr !-:oi t unçÕ<'!1 ndverCP:3, of(~rPCl•r br:.,
cr;t ar, t1aballi<·, dignid,,dc, nrrov••! ·,rnt-n <>
dt M:io-d(• Obra dcsqunli.fJcad;. da N•ncll',<'Vi
t:né.o n r.i;,rp1nnliz.:,ç;:Ío deste-. Foi p'<lldo
qul' se discipline: o número Ul' prcris~ion·,!::;
at.rnvi,s do Ínctlcc populaclon;,l d<. c;1da Mun!
ciplo. O Sinclicalo cclhlu ~m tod0 o EsLado
4.789 a~sinaturas.
Em n0me elo Sindicato des Médicos,dc Con
selho Regional dC' Medicina e As~oriuçí:io.L~
cio M~rio DulhÕes(Prcsldcntc a Primeira E.!:1_
tlclcde), apzescnlou as scguintPs propostas
básicl'ls: Mar.uter,ção dcs Dcr.efÍc1os g.:,r,->rt i
dos pcln Cor.stltLiçio Federal, humanização
dos Scrviçcs PÚblicos de saúde e cfctiv~çno
imedia a do SUDS- Sistema Unifictdc e De
centralizado de Saúde, isonomia Sõlarial
além de outroE itens já artcriormcnLe er.cn
m'nhndos na As!'c~bléia Estadual Constituin
te.
O rcprcsentnntc da Associação Profissio
nais dê, Indústria de Cerâmica, LLiZ Clnudio
Fornnri, destacou duas rcspost,,s uur a catg
geria cr.tçndc cerno primordial nc • capitulo
d~ ordem ccon~nica de Neva Constltuiçno:Pro
tcçio as indústrias d,. ccncorrêr.cia dcslc-al
qu,mdo c::cta fcr motivada per incPntivo fis
c~is concedidos por outras urid&dcs dn Fede
r,çio, e que proporciono nr comercializ~ç~;
neste, diferença de carga tributária e, ai.!:1_
d~, , pr·efcr~ncin de bcr.s materiais OL scr
vçcs da terra.
Sfstema ização recebe
proposta de instituir maté
ria. de trânsito no t grau
Mais uma .:lL'. 1e,icia publica foi realiza
da no dia 08/0õ 'qL.:n.ndo ã Cor.il ssôo de is
. Enatização, p
1
-es.ididapclÓ Dcç-utado Cícero
de ouza.• re=cbcr.: r-. rescn antes do Sindi
cato d·,s Emprc as de •rrwiEpcrle de Pasf..a -
geiros, Sircicàto d s Despachar.tes, Cnse
Iho R{;~lon9l:dc 4ec.ic nt, AssocJaçào M6di-
• ca, As~oc1açào dQs Cirurgiões Der.tistas
Sindicato dos ~~dices, Ccrs.lho Recior.al
de ,!'ar:nácia e Associaç;::o Profi ssion,11 d::,
IndÚ·triade Cerâ-:lica, que . ,,i:rescntr.r·am
prcpo to.s r.:g stÕes p~ira a . "icvn Con:,,ti
tuiçáo de Mato Grosso ac Sul.
O Secret.'.,i-io ac inaicnto das Enp1·.:?s&s
de T r an s p c r t e s de Passageiros, L u i z C a r l o s
Spcr.cler, ~~!'.;e c;1:•• cx.::t :-- lõ E:r.-,prcsa-
(en'.re Intermunicipais d transpcr e
Aquímica ·não
conveniente-
(l
a dquir!r o "Kr w-h
quetei com o let 4
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seus rproar'·nt
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prios ciddos nur nataqu
Ca ;,r C,Jl 11 .. •. n ci0 d,
di•,,., 11> .- 17
Vl::, fi u::a fir:. l
d; Alc•rr;irir,-_ ,:; cj, r.· • 1 q,.,. v1·nd1 ,,
loia pra a fatric,G u c . ases
G.e os que uac"
o estabelecimenta
,t ' ~., r·,o e
a produção de ingredientes quimicos e
tif,~ros. ur.i· bc,lctu:i r,•:;..Jl r·,:.:.E: d,, ;:.e.
pomatica do encontro internacionsl
t r ~ o g:'is vcr.cr.c::-"'i, :·r .. , 1 i z~ ,~,., r.:--. P'lr.
rce ter impelia dc P,ises europeus
bloql!Céi!"C·r:1 ::i fi,b1i:::, lÍbir, •·r• í<:.ibc.:.
to pode ser ris significa:te do qu
p l esrcnte ir, t '; r-rc ,;' p ( r • -, ü ,; ll j _; l ç ão d t
vcn< n0s-o por urr: d i ._ ::C')!' 1 ns • :."✓t 1. Cc,;""
ataque .:.rrcricano e n T!"ipcl i, q~•· Jev'.
quL·d,, cr• ric,i:c- trrçcs rlc. t<-·rror1srro :r:
gado pelos llb:os, a dt=t<::rrr.i~1.:.ção ce
U:r o::. plarios d Kaddafi de utilizar
gás venc no.so nL m;:; eut- r r·1, isto pr,cen,
presentar- tl:r. import,Jr.tt· cfci to d'
cusão scb!"r- a 5iri;, <= o Ir2.qu,.
·Michael Da:by'
osbacher culpa outrn~
aíses pelas atribuições~
omércio orie mericaíl
lei
",F í E
câ-ra
".;to r,
.dr. c.:
::G0 1°
- :, .c·s 1
A Rua :
C;;.nberra- Nas primeiras semanas de janci
ro, u~a investigcção realizada pela RepÚbli,
e;;. Federal da Alemanh~ deixou claro que aC
compcnhias dc produto!ã quimices de Pais não li Sct:r,_ ::.:..i"ic a::ljt..nto de. Tescuro cr:s s,!.~::..-
estavam envc 1 vi das nn construção de uma fá- Mulforu • disse que as re:·orr:.;,.s , ccr.êrica5
br ic,, n;;. Lfbia, acusr:da de estar f'abricznclo ticas ccnsist<:en a ::h:.ve C.ér;r auc: u:- .. rals cê•-'
gas venenoso. No fim de janeirc, o chance _ cnsiga tirrprcvito dc uz estratégica "
ler Kohl acmi ti! que as firmes ::i.1er:rãs esta- auzir- a divida cc terceiro !urdo e seu ser#
v.:m cr.vclvid2s né. coorden.;.ção oa construcão "Um Pais deve instituir pc,liticas cer:e=-~
ao rcrertd;;. fábrica. Gcrhard Vor Stotten- su?_economia, acelerar
O
c.:-esc::.rrert:o, n::i3~
bc·rg. m::.nistro dé.s Finanças da Aler:ré.nha Oci deficits fiscais, fazer b?.ixar a infl~ão,
dc-nt~,, admitiu que a fábrica da Rebta for-;:; iZõ.r ª rep:rtição de c1:,piLal, incentivz..rc=·
d • e i ,,, • xos àc- ir,ves '~n~- - ........... ,..
• !'OJ. ai'! pra pro UZ r gas vencnc SO. gcrz " " uo estrangeiro, privai
' 1 h O • d 1 • • b • t - ª"' sua eccn~u· __,,,
a i man a c» cnta ira nir a expcr açao - -. •~.,a qt..e hojE P<'.SSc:.-:: e:,,t.ar e-,,,-
de tecnologia pz:ra os países ré.clicais de tê.tais e S<::rem setores rr.uito si;bver.cic.,;;.:l~ r
• t, Mies B ' ici a • • • sangria nc o>-c"'""' t d -
ren.e Me@io,e 3onn ir..ou uma investiga- 'Vento e ngo zbrir seus V
- r· 1 - t d ccrnerciai~ ad ; •· • • _.,.
çao cm 14 1rmas a emas cxpcr a oras en; pô- • _.., Dtare.-:i poli~icas ==~ e ·
ter.eia! de competentes qu:imicos para os ex- • r:i um_!"tgir.e oe caxas ac· câ:~.bio"p;_ra c,.Y-c i'
trem is as regimes árabes; além do Kaddafi. q~ali
1
car-se- às va,tage.-is da nc,v
2
es.:r.:i~é;-
Esta sÚbida mud,,nça de atitude teve inicio o~vlda, disse i•:Ulford ac "orldne " a::&:::
nas vésperas dz. i:-ecente ccnferênc a centra dlal de tEl'-visào - • ' 1·- '•
/ oe D· .
1
:: ~ per saceli te, a.;. USll-. 1>c··
armas ql:.Í.micas, realizada cm Paris, e refle .,1"':i g~ dos êl.JA) .
te· a crescente preocupação de co. o Kadda:f' ,:,le:n a sso, creio aue per ser II' p. ;:rf
uLilizaria sua fábrica d- orod1:tcs qliiraicos lu"ltar;c do qtal • ,.
• ' •· os bncgs recisam pzr>
feita pelo Alemães, em Rabta(60 krr ac Su otvta::iecce con,,-
1
·t:u· -
• •-e 1 ::'.I p,cble:na -é!"10 s.:
d Tripoli). Provavelraente, est:e foi uns · • s E:~.:ivt:r -t -
"' !"'c>Sa::'o rn Pé.gér."lCc., to de jur -
dos mo i vos da rEcusa do ex-presidente Re_ acs ac bn.coa -
' pois is ccrrplica e~-
gan cm não suspender um ataque a Rabca. vi-·r--------.:..--.::.=..:::.:.::.:.::..::.....
s,:ndc assim despertar a Alemanhé. Ocidental
OE- SLa apatia sobre o assunto. A dcrrub,.da
dos ci Migs: da LÍbia pelos norte-a::-eric2-
nos fc.i uma m~nrira de arralr a atenção cun
d!~l scbre seu Pnorme receio er. rulação ;
aqt..'siç5o dr armas quimices feita PLlo ins
távl regime de Kadcari.
Err. contrastes à apar nt ind1:-erer.ç dr:.
Alemanha Ocidental e de outros Países euro-
LEIA E as~slNf
"JORNAL Tf
• ·:-;!!!,jCCr
':!D: Rua
A ftUü ::
"'frc.:-itar
• /,lbuqLec
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PREFEIIURI MUNICIPI DE
Lei Municipal n! 856 /89
,,1 ftll.'rl·.~ _t!!_l_':fl.l'lO l·.M 1'.l OI. _{l_!!,!tlO DE_l'I.!!.'.!_
-[Ji -;i-·,,.. ti( br'I n r'1 vov. ... c; 1c. rJ· Lei N 769/
4e OE d Abril-de 19/6- "Doação",
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o a Ar d 196o, que autoriza O Ex,
•11l tvo Mt1!1lt· i "" l ,1 dn;,r• urn lot, e]( lt rr·.,no
rbno loc lizado nc Boi r·•·o Antt,niu '.JofÍl,
b NA 38 d 1 Circunscrição, me'indo
1x 3G m?, ;', lpr,j:1 clu Evanp lho Qu, drang~
l ·•r.
AHTICQ-22 - l·.:.1 il L., ! c,r t rara er vipor· nil d~
t· dt Su'1 publ ic-;,ç;-;0, nvopr1d·11· ar· d!src,si-
cÕt ~- n, contrario,
iWla Vi~:t:•-MS, l~• clr junho dr· 1.9(,
0
•
t.osc-n Mt•dtií'l!' d Moraes-Pref, nicipal
lei
G DINFTE DO PREFEITO EM 13 DE JUNHO DE 1989
Dispô sobre a denominzço de vias Pübli
cns ·e ctii outrt-~ pr·ovid('ncíns.
A Ci°rnr1r,, Munic ipnl ck Bela V1!'1 n, Est;,dc,
ae i•,dto Grosso de Sul ,,rrovcu e promulo a
s gu i n te Lc i :
ARTIGO 1- Fiem: aim denominadas a Vias
PÚblic.-,s nc lt>1.;rn,pr.tl• Neve, Hori::c;ntL':
A Ri.:a s<m d(•r,0n in:.ç:io na qu,•c'r!'I O~• cem
rcmÚ1L'sccnlc elo Lot, 8::, fica as!:.i11 dcnomi
n~dú: Rua Pro!'q Ct>r.Cl ição Ran.os.
A Rua sc·m dcnonr.'.nr:ção né qt:adr::i 01 e O;,>
ccnrronlando cc,w Chácara do Sr. Frznciscc
de Albuqt..crquc Mnin, fica as~im dcnorn~nadé!
Rua Mário B::it t.i l;-,ni.
A Ru::. sem dcron,innção !'ln qu.c.dra .01 e 02
lotc::irn,r.to Novo Horizcnte, fic.:c. a$Sim dcno
m:nada Rua N:c0medes Arcco Ortiz.
APTIGO 22- Ficn o Chefe do Poder Ex~cutivo
autorizRdo a mandar confeccionhr ª" plac&s
de denominação para as cit&das Ru2s.
ARTIG0-32- Esta L0i entrará err. vigc,r na da
ta de publicação, revog2dns as disp0siç;es
er; contrario.
Bela Visla-MS, 13 d~ junho-de 1989.
Edson Me~elros dL MorEes-PNf. Mur.icipcl
lei
M<•r'vlroi df' MoriPr,
fl<•lt,1 VI t l a, Etado d
P r, fr i o
r1:, to
GABINETE DO PREFEITO EM 13 DE JUNHO DE 1989
DiEp;c scbrc a rcgulorizaçic de Acadc -
-:las C' e,,rid.c:des EsportivD.s.
í I l {, j
AHTlGO ;>L Í. cor.!1;11 ,.,
i',rrtlcl'lar, prcJ ,JJ7•,(JO
e:,, I·npor-· , fqc,·t•1<;f<J.
por inicl11tiv·• prlv1".l,,, r (l_rrJ:q•' :o
volvlrnr·nlt, (l', .• ·;tivicJ•,d<:· cl·,'t,lf'i
for r:, elo /, r i i-o '1 cJ1·'J a l
ro cJ< Orien ação l·i!,IC . C.ub<~, Co:.rhni
nior;, l!Ó <·ln, Cl lnic,,.; , • f '1 ic,,, ;:, c1, -
ddes Civis de Caráter i-:5ptrl 1 vo cJ, '.i1r. 11~
res) .
§ 1•- No CUJO dnn CltlU(f'i, 110 toc:Jr: < n:·
:d ividades no abranLdns pelas norr· Dr.
·pcrtivas estableciduus prlus· Federaçóet
1)1•:.port lv :,: Ecolintas, ulat ,.,. Glr ·1 t !
cns, Musculação e Similares;
§?"- Em 11ipÓ1t :," ;-iJgumH podc•rÜo nL
1
.,•.··
bel·cimentos se dedicer a formçáo d• Pr-n
fessoros, instrutores e Auxiliares d Ensi
no, nem cnns<')'Ut·nt<'n.r•r,lc, rxpPdir· 01pJor:•;.
cc..m e:sas d nomi nnçÕer.
ARTIGO 3 - O:, e: t.,bclt,cirn<·nto:, p.11'1 ir•ul."l
rcs <~pcci::ilizr,clo..; 1-;-~Edt.cac;rio F'Ísic-,, F.r;
pcrt•· <· RPc1c·aç:Ío flcam sujeitos ·,e ficp!:::-
1.r·o r a oriPnt.,çio norm,liva d, C.M.f'.(Co
miisi'io Municipal ct1.. Esr,ortc).
ARTIGO 42-Para fins de organização e fun -
cion,,m<'rto,
05
"sthbnlPcim<nlos r:-,r-ticL:la
res ~o Educuç;c Fi:::lca, Esr,orle e Rccren
çno sno classif'icados err:
0.1- De Ginástica
ntividadP de Alaqur e Defesa .
Mu:;.culaçZtc
Dança
Yoga
Natnç:'io
outras atividades compreerdidas no
c~rrr.o da Educação FisicE, dos Esportes e
Rccrcaçãc.
ARTIGO-5°- Os e:;_t:cbelecimentos r:c.rt icula
res especializados cm Educação Fisi~.1. Es
pcrte e Recreação ficam sujeitos ao reis
tro obrignlÓrio nc C.M.E.(Comissão,de Es -
·porte), desde que csteja~enquadrados em
um Oü muis it6ns de rt. 4°.;
§ lº- PeriÓdicamcnte a C.M.E (Comissãc Mu
nicipé,l de Esportes) deverá svpc·rvisionar
o cumprimento das normas previstas no pre
sente projeto.
~ - O Supervisor d2 C.M.E. d€:verá ser
um Rrofessor licienciado em Edt.cação Fisi
ca.
fRTIGO 6º-A ccncessão do Registro do esta
belcc!mento fica condicionado~ aprovação
prévia d,.s respectivas instalnçÕes pt>r ins
pcção Técnica procedida pela C.M.E.· ae
Bela Vista-MS.
ARTIGO 72_ Toco estabelecimento tera obri-
-----
g8toriam<.:r.te, um Professor em Educação Fi-
sica, 'd0vidamcnte_regist::-ado nc c·.M.E.(:.1-
nistério de Educação e Cultura) como Dirc
tor-Técnicc responsável pelo Registro e
funcionamento do rLfcrido.estabclecimenéo,
qualquer qt.:e seja a entidade o_u pessoê. ri
si cê. m.:;n te dora ..
§ 12 - A vinculaçãc do Diretor-Técnico
dos Professores ac estabeleci~ento é a
• o. 2- De
0.3- De
0.4- De
0.5- De•
0.6- DP
0.8- De
A câr:,ur2 Municip, 1 de Bela Vista, Estado
<.:, Mato Gosso do Sul, decreta e cu pi·omul
·r• '1 seguinte Lei:
A TIGO 1º-0s estabelecimentos pErticulares
!:'J?Pcial: zados cn: Educnção Fi sicn, Esr,o'rte
º~crcaçãc. sediados n0 ~uniclpio de
e
vista nas Leis Tr~balhista;
§22- O propr,ietário do e!:tabelccim~nto se
for profissional em Educação Fisica, pode-
rn
PODER .JtiDJCIÍJH') D(, E.TADO DE MATO GRO..,S
DO SUL-Cu:-'./h';/, D·: r,H /, V fS'f'i,-'.1S,
Edital n! 01
: • f ~ , 1 . I} z
ri te , : i: f ·, ! :· or
1
J", . Á "r •• ? e '· 1.J' -
1e 'Vista, :.' : C Mo G:o «o do ul,1'
for ·rr , ~, 1 _ • 1 , (. ' e ...
lo, Prl'._1dt··.1, , .
XI Concrsc, p:a
n~~.:.· Co:. r rc: 1 .r
j r .. ·tr·uç0 -~- • ":..,
• f 1 , • l r, .. ( d v • • >
• ) : r. ; ,·Jt; 1 i
' ( ' j t ' !" ·1 J { :.:. i 1 "/.
coes das provas dc concurso supra-rferi
do .
l - DEZ E ± !· : .L '
d i :, 2'J • j ; •. (
12:CC heras:
: , ; ( : • ... t - 1 ( t ! : . f 1 "1 •
1 (
2- LCC/,L
!,!::i. proves sra taliz 3s i,• scci
Estadual d i II Graus ±:tu o.iv
tutt.d· ruu ,rãc d M.a ,..,,..,
de.
3- Os cand.atos : vrruo
Bela Vista. 13 e•
VILsm:. BERTELLI
(J t,
l ~ .. • C l ')
tar-Sl', r.o loc,,l ao cu:-:cu:·'-'c, cc r ;,: T cr
d@reia, munias d lpis, bcrracna, can_
ta esferorátice azul ou preta, acure-
to de: id-:ntlcadt: r• e•:·:.· j J:-;o '1C c;!r:;.·
1
r tr
err. caso de al tt ração e, nví.t. ~- :-.c:r.. ;L..r
as O:O0 horas serão ;ch+dos os p
de ingr-.e..sso nc• lccél .. : .. 1s '< v'•s.
4- No será aamitidc sal- a ore
o
hcrário e abelecido rc item nter.or.
5- Durante as provas, no sru per
tido o use de livros ou Códigos, de c al
qver especie, c dc macuinz calculadora.
d<: 1.389.
JUIZ DE DIREITO.
Quando termina um .sonno ... Começa a rea ida e e/só~
quem acredita em sonhos sabe o que. é melhor para si
Nós acreditamos no progresso e temos o que é melhor
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PREF EITURA MUNICIPAL OE CARACOL -
CONCURSO • PÚ.fÍLICO - EDITAL • 001/89
Dr. Iro MArb a da Silva, Prefelto Municipal de Caracol
i toado de Mate Cr o do Sul, faz publlo, para conhecl_nto,
do Interes ado que e /tario abertat, no per[odo de 2$ a J0
de Junuh d 190, Inscrfçies para o concurso publico des! fna
lo a lr tonar candidatos ao prof nto efetivos, rfado pe
l I Ld ,., /01/>7 tl<- lij,()/,ij7,
CAP[«/to 1
Do CAs O/LI0_1O 9CURSO
O ,tos ob]e os do concurso, .,t'U!li 'IUdntll!Hlvos. t:10
o catantes do nexo l th•u,• l"dltal.
N!RIO.II
IA± CM4OE!
I- A Inserções serio recebidas, dlarlaente, no Jwrfodo d<'
JS ,l 10 c1• Junho de 199, no:t hor,Írlos d,,J 08:00 us 11:()0 d,,s
)t,:00 na 17:00 tiorn11, nn AI/, l.lblndcJ F<•rrPlr,1 IRltt.•, nQ 251,
e, nt ru - Cuacol -~1$.
2- São r -: d!iltf'ls por., o ln~n•i.so , .. , cnry.o <'Í••ttvo:
2. l- St.•r hrnni l1•lro;
},'}- St.r I dor de 18 e
to das Inscrições;
2J- Estar qu!te com as obrfgçôes eleitora!s e nIl!tares;
24- Cotar de boa saúde;
2,S- lt••HH.:lrnJ ,1at.1 rio C'l1Cdr:t~l•nto d,Vi lnr.crtçÕes, o n(vc-1
dt• l'SCOlJrld,1dp l'/ou h:th!tlli,..lo pruítt.slonll e dC"r.:ials quallfl
caçoes ex!g!das para o exerelcfo do c:tn•o a que concorrC"r, 11
S,lbrr:
2.S. l- l',1r,1 ,,.. caros do grupo I- Ma!stérto- Classe Especial
2.';.1.1.- rroíl·r.t•or r-1, curso dt.' hnbiltti1çJo C'O na81Stirlo -
cor: duração de 3 anos, e/ou Logos;
2.5.l.2.- Pro(P1iwr t1-tl, curso dr hnbllttaç:io C'Cl r.in~lst~rlo,
cor duraio de 3 nes e Especialização;
2.5 .1. 1. - l'r..,h: •:or P- l 1 I, curi:o t:up1.•1· lor con 1 icl•nc laturn
curta;
2.5.1.4,- Profesor P-V, curso superior coa licenciatura ple
n.,;
2.5.2.- Para os aros do rupo II- Apolo Adzin!stratIvo
25.2,l- nico em contabilidade, curo d.1 h,tbllltnç,io t!::I
contabilidade e/CRC; classe "G"
2.5.7.2.· sistente ad!nfstratIvo, curso de 2? grau conple
to, e 1.1!- ,, "f'';
2.5 . .>.J.- ,u~Ui:u de contabll1d11de, AlLlllnr de tributação ,
Au.."Í.ilLn Jdi:llntr.trativo, Au~ilt.,r de• tcsournrl.1, curso de 2~
;:rau co:.pltto, c1a6sl" "D";
2.s.2 . 4.- Secretária, curso de 22 grau copleto, classe "E" ;
2.5.1.- 1'.1r,1 os cargos do grupo lll- Serviço de Natureza ris·
cal.
2.5.J.l.- FIscal de Obras e Postur,,s e Agente Fiscal, curso
22 ~r.1u CC'..,plcto, clnsst! "D";
2.S.4.- rarn os cars;os do Arupo IV- Apolo T~cnico
2.5.l.,l,- lTifcmeir::i, curso 2r gr.,u co:ipleto,clnsse "D'';
2.S.S.- Par,1 0:1 cnrgor. do ~rupo ' - Serviço;, Ata.xill.:ares. ela~
se "A'e "
2.S.S.1.- MotorlstJ., Operador de ~t.lqulnn, Rcct.•pclonlstn, Tele
fonlstn, Au.,illar de Enfel'T.'.1gcc, Continuo, Auxiliar d~ Scrvt7
os Gerais, Servente, Auxiliar de Operador de Máquina, tecan!
co, A1.L,lliar tle H;:-cÕnico, Zelador, ~:1:rcndclr.1, ttlf.1betlz~ctõ
co:n hnb! llt.1ç~o profisslon.1t.
2!6.- O servidor público federal, estadual ou r.:unlcip,11
1
que
nao pretender ncunul.1r o cargo a que concorrer co:i outro de
que Ji srj, ocupante, n.:io t:st.i suJ<"lto Jo llr.iltc :.ii."<.ir," de 1-
d,1dc qul! tr.1t.1 o sub-Itcn 2.2
3.- Para nscreverse, deverá o candidato preencher e .,sslnnr
:i fich.1. ~e ln.;crlç,10, que lhe ~er..1 fornccid.1 no locnl, qual
dêcl:ir:,ra pvsc;utr todos os n·qulsitos cxlgidos pana a investi
dura no caro .1 qul.' conc<;rrcr, bt:•:'l assin que conhece e accttã
coo val!das as dispos!ções deste Edital que rege o concurso
coo n:- .lltcr.:ições posteriores, que reger.lo o co:icurso.
J.1.- A inscrição deverá d feita pelo porto candld.1to,•Tlão
sendo ad"1ittda procur.1ç.10;
3.2.- ~o '!to da inscricão, o ca:1.didato dever.ia.presentar:
3.2. l.- Cedul:t de ldentid.1'1c ou C.1rteir,,1 Proflssionnl no seu
ort~inal, que após conferêncin scr-lhe·.i devolvld.1; '
3.2. 2- Co=pro,•a.nte do rccol~l.::ento da t.u.,,1 de: inscrtçâ.o, :-e:
diante original dil via do DAR.:!, fornecido pela Prc(eltura. :ru
nleIpal de Caracol-MS,_no valer de NCZS 5,00 (eLnco cruzados
novos) correspondente a refercncin d,1 classe "D" "E" ''fº
11r;•
1
e clnsse ~spccla!, e SCZS 3,00 (três cruzados novos), cor:-cs
pondentc a referc..nc1n da cl:1ssc "," e "B".
4.- !lo ata da lnscrlç.io o c.:1n..!l~.1to receberá, r.ratuit.1oentc ,
Junto CO"'.l o comprovante dn ii1scriç:io, u;::a folheto contendo o
texto deste edital e o prograa do concurso, Co:l descriç.1o
das r:,.atcri.1.s dl! cado rro,·a escrl !·" que ~everá prestar.
5.- Encerrado o prazo de inscriç::io, sera publicndo co Edit,11
., r<!lo.;-Jo nominal dos ;nscritos, c:i ordco n.lfo.bêtlc,1.
5.1.- O c.:mdidatc podera recorrer, no prazo de OS (cinco)
dl.H a contar da data da publlc.:u;.10
1 no Prefeito ~~nlcip1l
contra a omssao do seu nome da Ustn de inscritos.
5.2.- O rt.!curs~, n nc-r ,1presentndo por escrito n;.1 S{'cretarln
de Adntnistração, situada no Paço Municipal, à Av. LI!ndo
Ferreira Lette ng 2Sl, e-: Ca!.ocol-~, nos 'horiirios das 08:00
n~ 11:00 horas e das 14:00 :1s 17:00 hor,l!i dos dlns úteis se
ra dí'cldido e:, igu.1! pr.1::!o ãO ir.dtcndo no sub-{tt:n 5.1. ' ·-
5.3.- A_data, o horario e o local ondt! se renliz::irão ns nro
"?2Z?"!""as+, +rravs e ·atnt, +s d«certas ·'ira
CAP !n;LO l ll
DOS VALOR!:S_1'~ RE 'l'l.E:lAÇÃO
1:.- Os valo:-e, e!..: v~nci::t.>nt.>s ccn~.11,, corTcspondcnte à rcfe:
[;"Z,l", " aressrta tunetens1 o»teta ás concurso, is s se-
l. I .- P.tr:t os cargos do grupo I- Magistério- C1asse E.spccin!
L l. l. • J>r-,fcssoc P-1 • 'CZS 170,9
t.1.2.- ?rt,iessor P-TI - ~CZS 2!.!.,2:J
1.1.J.- ?ro!'essor P-III - .C2$ 252,3!.
l.l.t..- Pro!'essor ?-· - !CZS 4SS,L.0
l.2.- Par.,:os corsos do grupo ll- Apolo ndn!nlstr.:ittvo
l.2. t.- Classe
11
C" - NCZS t.8 ,40
1.2.2.- Classe "F" NCZS 201,50
1.2.3.- Cl.,ssc "D" NCZS 162,80
1.2,.t..- Clnss-c "E" - NCZS 187,22
~;t- P:i.r,'l os cnr;;os do gru;,o lll - Serviço de Natureza F!s -
1.l.!.• Clo~se "D"· '.;cz5 162,80
1.:. • - ?ar.J e~ c..irgos do ·rupo rv - Apolo Técnico
l.Z.,l. Clr:!i::e ":>" - ;;-czs 162,SO
1.5,-Para os cargos do grupo V - sc:-viço :au.'(illar
;3;7 risa, sera&r &e iáuta - c1asse "F" - czs
l:5•
2
•- Rrc.cec.tcni:tta, t~lcfon!st.1, ::ru:,,1l!nr rlc. o cr.t1do ..
iqu!na, ecinteo - classe "B"- Mz 122,1 P r r de
1.5.3.- A7xiliar i.!! c:,.!'e~_<::J, c:.ont!nuo au.xilinr <h.• sc:-vt -
Ç0!3 t)cr.a .. #, servente, auxt!tar de zeZnfe 13 ...
deira - classe "" - kczs 105,82 , zelador, reren-
CPITO I
DAS t ,t!J"•,5 f3CJ,.[üS r DOS Tí::t.1.05
1.- 0concurso cri de provai e título para todas as ca:ego-
rfa funcional.
2.- MA provas r!tas, a que erio sut t!dos os c!dato
"'' pt vierrtto tios cart,'.10 relactc.·.1..!ot ; ,,., ') l, e- ""YfE.•(• .-t, •
rio as seguintes matérias:
2I,- Para o caros do grupo I - Mgltérfo
7,l.1.- hovn 1•• e •11.,cta«•nto J,'l!r.tl• E:•v,J,., .. ndo 11.1tPrins e
1 ncntlc1Js r1J ,Jf(!,I fr.c·rf'lllt 11 catr·.• r1 .. fu.,clonJl.
2.2,- Para os cargos do grupo II • Ap d·1 A! Jnl,cra Ivo
2,2,1,- Prova de prática em dat!logra!ta;
2.2,2,- Prova elementar de portugues;
2.2,3,- Prova elementar de matematfca,
2.),- Para os caros do grupo III - Servlço de Natureza Fiscal
2,3,1,- Prova de noções da área de atuação especlfla de ca
da categorta funcional;
2.),2.- Prova elementar de português;
2.J.3.- Prova elementar de matematlca,
2.4.- Purj1 01 coqtos du Kfupo lV - Apolo lt'cnico
2.44,1, Prova de noções da área de atuaçio especffea de ca-
da c.ttPporla functon,11 i
2,4,2 ... Prova t•lt>l"lent,ir
1 . .t..J.- Prova C'l,~""t•ntnr
2.S.· P.1ro os caros do
2. 5. 1 . - Prov n de noções
<l,t c,,tt .. ~orin func!onnl.
J. - As provas escritas versarão sobre o conteúdo da& o.1tP
rfas indicadas no programa do concurso, que será fornecido
no c,rndidnto no ato dn fnscrlç,qo
4.- A provn de prática e~ dat! logrnfln scrii prestada so:,-ente
pt•lo'i candld,1tos aprovados nas provas escrltns para os cnr -
~oq do grupo 11 - Apolo Ad111Ínistrativo.
5.- , ,1vnllaçâo da prov.1 prática en dotllo~r11fia for-se-.i na
f'~c11 l., d,• lC'ro 11 cera pontos e s ricnte serã hnbl ti tildo o can
dld,1to ê;ue --obt tvcr o n(nlno de cinquenta por cento.
5,1.- Será cón~lldc•rndo hnbllttado, por nproxl:noção, o candl
d,1to que depender de ::ité O,S (rtelo) ponto ptlra corpletnr o
1:dn!r.o exljtido pt1r.1 a h:1bl l lt,1ç,io.
6.- As provas serão avnlt.1d.1s pela l'Cpresa prestadora de ser
vtços contr,1tnd,1 pnra n rc,1111.nçÃo do concurso.
7.- A av:ilJnc;:ilo d,15 provas cscrltn.s far-se-ii nn escala de ze
ro ., Cí'::l pontos cada una, -
7. 1.- As prova!:. ('sci--lt:-is só.o clininntórtos no seu conjunto e
r. ... ente será h~!lllltado o candidato que ot>tiver de cinquenta
por cento dn r:wdia <10s pontos atribu{vcis l1 esse conjunto .
7.2.- Ser.1 considerado hnbllltado, por aproxtação, o cnndi
d,'lto que depender de nté O,S (melo) ponto paro corapletnr o
r:lnl~o <•x!gldo para h,ihl 1 ! taçiio
7.3.- Não será admitido recurso contra o resultado da prova
ou do concurso.
8.- Os cnndidatos prcstnrão provas na cidade de inscrição
e data, horário e locols que ser.Jo publlcodos ern edital.
8.1.- t>urnntc- n rcallzaç,Ío d.1 prov.1 não será pcr:iitidn cctn -
r.ult.:t de qualquer espécie ., livro, caderno, folheto, revista
apostlln ou outro tipo de nponta:::cnto, be!!l. COC'o o uso de oâ
quinn calculador.,.
8.2.- O candid,1to que dci;,car de co::iparecer a qualquer prova
ou p.irtc d"ln est.1rii nutom,1tlcni:cnte cll:iinodo do concurso.
9.- O candidato .1prcscntará, no local de inscrtçâo, no per{o
do de OS à 10 de Julho de 1989, os respectivos t!tulo9 aco::l-=
panhndos de relnçao co que est.1rá descrito cada uni.
9.1.- A relnç,;o n que r.e refere este {ten constará de for-=.a-
1.;rlo próprio, que será fornecido ao c.1ndldnto no loc,11 de
fnscrlç.io, no ato dcstn, n ser prcenchldo coe cópia, corbona
da, que lhe será devolvida, cor.:o recibo; -
9.2.- Os tftulos de Mestre e de Doutor, para que possai:i srr
aceltos, devl'r.io estar aco::.panhados d.1 lndlcaçâo do .ito de
rccon~v•cir.-.~nto do rcspcctl•o curso.
10.- Os títulos serão avaliados na escala de zero a cem pon
tos.
10.1.- A m•,1ltaç~o ser:Í efctunda pela err:presa prestadora de
serviços contr.1t.1d.1 para a renl!znçiio do concurso.
11.- A pro,•,1 de titulo scr.1 classlflcatória, sõmente tendo
os respectivos títulos avaliados os candidatos aprovados nas
provas escr 1 t::is.
12.- São considerac'')s ::{tulos:
12.1.- 0s adquiridos: er f.lcc de conclusão do curso, publica
ç.10 de trabalhos e cinistr.ição de cursos.
12.2.- __ Os decorrentes de ter.ipo de serviço.
13. - ao serao adoitidos co::.o títulos os que constitue::1 pré
requlsito ao c~crc{cio do cargo n que concorrer o cand1d.:ito7
Il..- A pontuoçao dos títulos obedcccr.i aos seguintes crlté -
rios:
14. 1.- T[tulos adquiridos, valendo até 50 pontos:
14. l. 1.- Título de Doutor: qunntldadc, um; valor unitário
20 pontos; valor ::i.'Uii::o, 20 pontos;
l.t.. l.2.- Título de !-!estrc: qu.1ntid.:ide ur,; ,•alor unitiirio
15 pontos; 'ãlor o.i:d:io, 15 pontos; ,
14. 1.3.- Certiflc::ido de cortclus,;o de curc;o de pós-gn1duoçâo
a n{'cl d~ t::l'stra.do ou Doutorado, qu.ando não obtido o tfru
lo de !estre ou Doutor, beo co.~o curso de pôs-graduação a
nível d1! e~pêcf::iliznç.lo ou apcr!cÇi;:oa.I:icnto: quantidade, u.'!l;
valor unitnrlo, S pontos; 'Olor c;ixino 8 pontos·
ll..I,4.- Certiflc.:1do de conclusão de c~rso de cs~cciàlização
~!)erfeiço,11:ento, atu.:illz:iç.âo ou trelnaoento na .ire.). inerente
a categoria fi.:nc ional ,- êott carga hor.iria de:
:~;~•l.,1.- 601 a 800 hor.1s, 4 pontos por curso; cáxlr.o 8 Pº!!
lt..Í.4.?.- )51 .:i 600 hor.:1s, pontos por curso; c.áxic.o 6 Pº!!.
tos;
li.. 1.1.. '.
de português;
de matematfca,
rupo V - serviço Auxilar
do án•a de ntu.iç,io cspí'cÍ!lcn de cn-
tos;
ll.. l.4.4.- 40 a 120 horas, l ponto por curso; c;á..'(i::o 3 pon
tos.
121 a JSO horas, 2 pontos por curso; c.ix.l:io 4 Pº!!
14.1.5.- ~!.plc~o. de conclusão de curso superior de gr.:idu.nção
co::, dur.1çao c{nlr:UJ de oito scocstres, qu.,ndo o.ão for pré- re
quisito para o exerc!cio do cargo n que concorrer o candlda-=
to: quantldnde, ur:; v:1.lor unltârlo, 4 pontos; valor CÍXL:::o ,
4 pontos;
1
4
.1.6.- Co-::provante de .1provaç.;o e= concurso pGbltco fede -
ra.l, c.st.ldu.:11 ou cun!cipal~ .nn área inerente a cat.esoria fun
cion.11, re.Jli~ndo. ha, no CMi::o cinco anos: quantidade, at'e
2; v..1Ior unlt.ario, I ponto; valor cjxit:o, 2 pontos;
I4.1.7.- Coprovante de publlc.nçâo/de llvro e/ou revist.J, so
bre a ~rea_inc.rente a categoria funcional: quantld.1de, atC)
vnlor unltorlo: livro, 2 po:-itos; .,rtlgo, 1 ponto; ,•.:iler :~l
::o, S pontos; • -
14.1.8.-_Cocprovoç.io de- clnistração de curso de extensão, a
tualh.~1çao ou treinn:ento, co::: cnr-gn hor.ãrln o.{nic.1 de 20
horns ef~tiva::cntc ci:11str::idns: Quantid.-idc, ntê 2 po:i.tos; v!!.
lor unitnrio, 1 pont.0
1 valor ::i:Í.X1N> 2 pontos.
!â~-d~:coop;ovação dos títulos ínr-sc-:i oedl.1:i.tc aprese:1t..1 -
15.1.- Orlglnal e fotccôptã do respectivo <!iplo~ ou cert!f!_
cndo nos casos de conclusão de curso;
15.2.- E)te~plar do Uv·ro e/ou rcvlstn, no caso de publicaç.1o
di! trnbnlho;
15.3.- Fotocópi.1 <fa p.igtna do Oiâr[o Oficial que ten.>ic1 publi
e.ado o result::tdo !lnal do concurso pÚbllco, no qual o co:,;di-:
dato, concorreu, e que conste seu r.o::!e entre os aprovados ;
15.:..- Orlgin:11 e fot.ocópia do docu=.ento pc.lo -qual tenha si
do o cnndlt!.1to dcslgn.1do p.1r.1 :inistrnr cur~o co:.:pr-cend.!do
no sub-!tec: 14. 1.8; ,
16.- So c.nte ãer:i ~doitidn, de:cl.1r.1ç.1Õ, eo suhstitultâo de
dl.pl :::u ou certificado de conclu:,.lo de cu:-so, que ainda nãs
tenh.1i:: :::tdo e.xpcrlldo, qu.'lnt!o aco:p,1r:h.-id.1 do hlstÕric.o do
respectivo curso.
li.- S~io serão recebtdos t(tulos f r:i do pedodo oc. dos 1,..-
CAI>!. 'ti) V
DA NOTA FINAL F DA_CLASSIFICA
t.· A nota ftna! de classificação de cada candidata e r
dera a midfa dos pontos por ele obtidos nas provas esr'
acrescido tos pontos dos respectivos títulos, o t
C:r.s candic!iHOA para os cargos d rpo polo A t !t•ra
que seria mdla das notas obtidas mas provas escritas e
pro·,;:a de prit!ca em datilograffa.
2- A lasstftca;ião dos candidatos habilitados eri r
tada pela respectiva nota final, e ordem decrescente
r , ,. J nto1.
),- F aso de epate da nota ftnal, o desempate dar-se·j
ln ona·r-, '"" fayor de ca ... did'lto:
'). L - Ot' r:; J hor nota na prova de conhec l r.-E-n to e s:p
).?.· Do servdor munfc!pal da rea espeelflea;
3.J.- Do scrvlt!or nunicfp.11;
).4.- De ma!or 1date;
1..- o deaer:ipntP e11i relaç.ao aos sub-{tens ).1. ô 3.l..
tuac'o JW}õl co~t1s.io do cCJncurso.
CA>!TIJLO 'I
DAS 01 SPOS!çCE~ GERAI~
I.- O conêulao terá valld•1~e por 24 meses, :1 contar da tau
publ1caçno do ato de: honolozAçâo do SPU rf'SUltodo ffn4l,
s•·r expedido pelo l'Tefeito >'•:niclpol.
1.1- O ato de homologação, a ser publicado em ed!tal,
copanhado das relttçoes n.cr:-in..1ts dos aprovado,, por
de classificação r~ cada categoria fur.cionnl.
2.- Ournnte o prazo de validade do concurso alia dos u:i
rel,tcionodos no Anexo I t1esce edital, poderão ser pr(#"i-"'.
dos, por candidatos hobllitado5,osqu~v1E'rPr.i o v3gar nGjllt•
r!odo, bt-~ coco os que !orer.i criados por l.ei.
3.- F.o hl.,Õtese nenhu.-:i..:J será de·,olvlda a. to1X3 c!e inscrlç.Í.:,
aind,1 que esta venha a ser anul;:ada.
4.-:,jo serão adc:itidos ped!<:os de ir.!K:rlç,~ fora dos Joca:1
lr.dicados no fte::i l do capitulo II, nem fora do perfoto
25 ã JO de Junho de 1989.
S.- Sa. ocasião d-! possP do candid.:ito hat>Uitado que vfer
ser no=.endo, tera ele que co:J.provar possuir º'"' req11i1!:r1
indicados no !ter., 2 do capitulo li.
S.l.- A verlflcaçâo, er.i qualquer época, de dE:-claraç..io falu
ou do uso de docurento falso, pelo CJndi<!ato, no ato de 1"!
crlç~o ou nn posse, lwport.ara r..a anulaçõ.o da1~el:i e, e: e-;:
sequencia de todos os atos d<'la decorrentes, se-:: prej .. {:~
de outros proccdi:'lcntos leg.1.i~ c.,!){-.·eis.
6.- A 1:0.~eação dos aprovados ot>edecerá rigoro,a e exclr.uf~!
mente a ordec de classificação dos concorrentes a. cacfa u:
go.
6.1.- A posse deverá ocorrer :,o prazo c1e 30 (trinta) dfa
a contar da no~açao.
6.2.· O candidato que_não se aprêsentar, no erazo inr:Hu!-;.
para tomar posse e nao requerer
I
em teo~ habi 1, pror:-c;..i·
{"?./""t prazo. terá a reipettva nea;ão toradi se= °
7.- Os casos oolssos sc-rão rcsolvlr1o5 pelo PC'e!'elto ~-::~d·
pal, <;?bse.rvndas as norn.1s let,tais e regul.::1.=entml!S aplL::,Ío;th
,1 espcc1e.
CAR.COL, 08 de junho de 1989
PRSFElTIJRA 'l!P.,lCIPAL DE CARACOL· MS
DR. CIC!:1!0 RAR.~OSA DA SlL'A
PREFEITO XUN!C!PAL
ANEXOS "1'
QU,UiTll:ATIVOS DE CARGOS
GRl:?O l - MAGISTÉRIO
Hn.gistério
GRUPO II -
APOIO ~NtSTRAI1VO
~ Técnico de Contabilidade
• Auxiliar de Contablll~ade
- 1ssi.stente Ad~lnlstrativo
- ,lL,illar de T-r1butaçno
• Awtll!nr Ad:::lnlstrattvo
- Aux!11ar de Tesoure!ro
Secretaria
GRUPO 111
• StRV1CO DE NAI1REZA FISCAL
- Fisc.J.1 de Obras e Posturas
• Agente Fiscal
CllL1'0 LV • APOIO ttcxrco
- Enferneir-a
C;tlJ?O V • SERvtcos AUXTLU,u:5
- Motorlst.:,.
• Operador de !'Gqulna .
Recepcton!st.a
- Telefonista
• Auxiliar de :.'.,~fo:-:.,oe::,
- Contínuo co
Awt ll!ar de Se •
- Servente 'Tv!ços Gera!
I1ar de 0peradr
lecnnlc.o de. H.1.quina
AgÍI!ar de " "
Zelador-.. ec.1n1e:o
Merende!-
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füil ~ ~ ~ CERA!lo. AIE1''DD!EN'l'Q cai CJ,ft t'-l t
~ VAS D! AQIJ!llAUAliA FQ .
• • :ili. l4l • li.Só".
.... lttl.10 ,U.vts Oi! Al;!UDA
• DiPREsA.,uo E PECUAR! S'L· ,-
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lH I.A Vf';TA
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o DE LEI NO _005/9
_VEREADOR 1oGE_ nE_SOzA ROSA
., )'/lr. <'.()flkl· / IH'GIILJRl Z/Çi'ÍO J)f. /CJDEMl/S li l'N
s ESPORTIVAS".
j iara Munfelpal de bela VIsta, Estado de Ma-
r0osso do Sul, Decreta e i'l1 promu1 go n nt•r,d.ntc
1~ On ~ntnhclcclmcnroo pnrtlculnrca enpccJn
los em Educação Ffsfen, esporte e rucreaçao,se
± no Munfc[pfo de Bela VIta, nó poderão fun-
r e oranfzado d acordo com as normas pr
tas neta Lef.
, 22 - f, confd rado Estabel cimento Particu -
Especializado em Educação Ffsfca, eport e re
çiio, rodo uquolo quo, por JnlciatJvn pr!.v11d11-;
led1que no desenvolvimento das atividades clos-
lctHlns nu fonun do /ln. 1,~ dcntn Le1. (/cndemio,
tro de Orientação F{sfca, Clubes, Condomfn1os ,
Clln!cn11 de Estéticn, Sociedade Civis de
esportivo e similares).
$ 1! - No caso dos Clubes, no tocante uu otivi
,s não nbrongJ dns pelos nonnas desportivas esta
lrcldns p •lns Federações Deaportivas: EGcoli-:
, Aulnn de Ginástlcas, lusculação e similares;
l 2g- Em hipótese alguma poderão tais estabclc
entoa se dedicar à formação de professores, Lns
tores e auxiliares de ensino, nem consequente -
te, expedir diplomas com essas denominações.
notar ±, ART. 32 - Os Estabelecimentos Particulares espc
icddo 11,;1, µlizados em Educação Física, esporte e recreaçãÕ
·•t ra:n sujeitos ao registro e a orientação normati-
1
--.. tal, 1 -
por ,. da C.M.E, (Comissno Munlcipol de_ Esporte).
:. ART. 4? - Para fins de organizaçao e funciona -
.. ~ do, '-tto, os estabelecimentos particulares em Educa -
""""l FIstca, Esporte e Recreação são classificados
de Isr;' 0.1- de ·Ginástica
1
dos :· 0.2- de Atividade ele ataque e defesa
per{:; 0,3- de Musculacão
O. 4- de Dança
que v!: 0,5- de Yoga
r t,· 0.6 - de Natação
ra;is h 0.8 - de outras atividades compreendidas no cam
tio ato!!. da Educação F!sica, elos esportes e recreação. -
ART. 59 - Os Estabelecimentos Particulares espe
llizados cm ~ducacão Física, Esporte e RccreaçãÕ
an sujeitos oo registro obrigatório na C.M.E
lssão Municipal de Esporte), desde que estejam
tr1ntal , quadrados em um ou mais Itens do /rt. 4!!;
! Onico - Periódicamente a C.M.E. (Comissão Mu
o Jndl. l'lc!pal de Esportes) deverá supervisionar o cumpri
'd~~~-, nto das normas previstas no presente Projeto. -
1a " ART. 6? - A concessão do registro do Estabeleci
feito.· Jtnto fica condicionada à aprovação prévia das res
•• tl!s ,pJicr )te tivas instalações pôr inspeção técnico procedi-:
lpela C.H.E. de Bela ViGta- IS.
ART. 7!! - Todo estabelecimento terá obrigatorio
ntc, um Professor cm Educação Física, dcvidamen-:
registrado no M.E.C. (Minist6rio de Educocio e
ltura) como nirctor-Técnico responsável pelo rc
stro e funcionamento do referido cstabclecimen -
, qualquer que seja a entidade ou pessoa física
ntcncdora.
§ l!! - A vinculação do Diretor-Técnico e
ofcssorcs ao Estabelecimento é a prevista
is Trabalhistas;
§ 2Q - O proprietário do Estabelecimento se for
ofissional cm Erucação Física, poderá atuar como
retor-Técnico.
:: DO FUNCIONAfltNTO
t, AAT. 8Q - Urna vez concedido o registro, o cstn
heleciento poderá funcionar enquanto satisfizer
e:
11
normas baixados pela C.M.E. de Bela Vista-MS.
•' ART. 9!! - li pnrtir da vigêncin da presente Lei,
:· li::entc os profissionnis registrados na C.M. E. de
:' ltla Vista, poderão ministrar as atividades previs
no Art. 4!!. -
ART. 10!! - Os Professores dos Es'tnbelecimentos
: ~rticulares em Educação Física, E'sportes e Rçcrea
0
poderão ter auxiliares em seu trabalho, desde
~e os mesmos sejam registrados pela e.X.E.
Are. 11!! - Esta Lei entrará em vigor na data de
illi.
1
publiêoçào, revogadas as disposições cm contrã
tio •
Salo das Sessões, 08 de Maio de 1. 989.
,--.---------·----------·-•r--·--------------------
.. !U:CER N!! 005/89
OR: COMISSÃO DE FINANÇAS E ORÇAMENTO
r A Cocissào de Finanças e Orçamento da Câmara Mu
.• licipal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso d
': 1111, examinando atentamente o Projeto de Lei n!!
"?- Executivo Municipal - "Dispõe sobre auto-
i. zacao ao Poder Executivo a adotar a contratação
Pessoas por tempo determinado e dá outras provi
netas".. -
A Cocissão, após estudar atentamente concluiu -
• que o referido Projeto fere a Constituição Fe
ral, e seu ART. 37, item IX.
Considerando ao exposto, opina contrário à sua
rovação.
Sala das Sessões, 29 de Maio de 1.989.
JOÃO KALHE
Presidente.
dt4da ,
'tova
o
tu,,
ecrtt,,
à
dos
nas
A."ISELMO LOPES
Relator.
MARCELINO CISSIO B. ACIOLI
l'!embro.
PROJETO DE 1.1 l ,o 00"}/ll'J
/1IJ TOR: VEREADOR MARCELIN
"pISP E. OBRE A DENOMINAÇÃO DE VIAS PLICAS
DÁ OUTRAS PIHlVTOrncrAS".
A Cara Municipal de Bela VIst, Estado de la-
to Groa.o do Sul, aprovou e promulgo a seguinte
Lei:
ART, I? -- Ficam assim dunom!nadas as vias piblt
cas no loteamento Novo Horizonte:
J !lua sem denominaçüo no quadra 02 com rer-anes
ccntc do lote 85, fica apsfM denoml1111d11 hu Profs
oora Conceição R11moG, -
li Ruo sem dcnomlnnçÃo na quadra 01 e 02, con
frontando com a chácara do Sr. Francisco de Au -
qucrquc Ma in, fica assim denominada Rua Mário Hat-
tiloni. •
li Rua sem elenomJnncio na quadra 01 e 02 - Lotea
menta Novo Horizonte, fJca assim dcnominndn Run Ni
comedes Areco Ortiz, -
/RT. 2Q - Pica o Chefe do Poder Executivo auto
rizado a mandar confeccionar as plncns de dcnoulnn
cão para as citadas ruas.
/RT. 3!! - Esta Lei entrari cm vigor na aaca de
sua publicação, revogadas os disposições cr.i contrá
rio.
Sala das Sessões, 22 de Maio d~ 1.989.
'PROJETO DE RESOLUÇÃO N!! 007 /89
!.
CRIA lJl,!.A COMISSÃO ESPECIAL DE ESTUDOS SOBRE A
DENOMIWAÇi'íO DE LOGRADOUROS P0BLICOS E OUTRAS PROVI
Dl:'.NCIAS.
O Presidente da Cãmara Municipal de Bela Vista,
F.stndo ele Mato Grosso do Sul,
FAÇO SABER que a CÃM/RA MUNICIPAL DE BEL/ VIS -
TIi, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso de suas a
tribuiçÕes lcgais,~aprovou e eu promulgo a segutn
te RESOtUÇÃO:
IIRT. l!! - Fica criada uma Comissão Especial de
Estudos sobre a denominação de Logradouros PÚbli -
cos destn cidade, composta de três membros.
ART. 29 - /pós 'a nomeação a Comissão terá o pra
zo de 60 (sessenta) dias para apresentar o re~ult;
do de seu trabalho, inclusive com a indicação de
nomes'de logradouros públicos, modificações de no
mes, substituição destes, e tudo o mais que setor
nc necessário a regularização e normalização da m;
téria.
/RT, 3~ - Fica suspenso o andamento de
os projetos de lei cm andamento e referentes a de
nominação de logradouros públicos.
ART. 4!! - Ficam nomeados os Vereadores JORGE DE
SOUZA ROSA, PAULO DE MELO e SYDNEY NUNES LEITE co
mo Membros da Comissão prevista no art. l!! desta
Resolução, que, entre si, escolherão o Presidente
e o Secretário.
/RT. SQ - li presente Resolução entrará em vigor
na data de sua publicação revogadas as disposições
cm contrário
Sala das Sessões, em 08 de Junho de 1.989.
JUSTIFICATIVA:
Há necessidade de se normalizar a denominação
logradouros públicos de nossa cidade, uma vez que
existem muitos sem nomes, com nomes em duplicata,e
nomes que nada representam.
todos
------------------------------------------------
PORTARIA N!! 009/89 - CÃMARA MUNICIPAL
CARLOS ALBERTO OCÁRIZ, Presidente da Câmara
nicipal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso
Sul, usando das atribuições que lhe confere
Leis;
RESOLVE:
Concedér ao Funcionário HAROLDO BRAGA CAVALHEI
RO, 03 (três) dias de licença para atender intcres
ses particulares, a contar de 14.06.89.
CUMPRA-SE
Sala das Sessões, 13 de Junho de 1.989.
RONEY MORAES SIMÕES
lQ Secretário
----------------------------------------------
PROJETO DE LEI NQ 001/89
Mu
do
CARLOS ALBERTO OCÁRIZ
Presidente
AUTOR: VEREADOR MARCELINO CÃSSIO BIGLIA ACIOLI
"DISPÕE SOBRE MODIFICAÇÃO DE DENOMINAÇÃO DE VIA
POBLICA".
A CÃMARA MUN,ICIPÀL DE BELA VISTA, ESTADO DE MA
TO GROSSO DO SUL, APROVOU E,EU PROMULGO A SEGUINTE
LEI:
ART. l!! - Fica assim modificada a denominação de
via pública:
A Rua Ricardo Loureiro, localizada no Rairro
Primavera I e IV, passará a denominar-se Rua José
SimplÍcio da Costa Marques.
ART. 2!! - Esta Lei ~ntrará cm vigor, na
de sua publicação, revogadas as disposições eo con
trário.
Sala das Sessões, 03 de Abril de 1.989.
data
------------------------------ ~-----
PARECER NQ 015/89 '
AUTOR: COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO, JUSTICA E REDAÇÃO
FINAL.
~ omissão de Legislação, Justiça e Redação Fi
nal da Câmara Municipal de Bela Vista, Fstado de
Mato Grosso do Sul, examinando atentru:iente o Projc
to de Lei nQ 001/89 de autoria do Vereador Marcel!
no Cássio B. Acioli - "Dispõe sobre modificação d;;
denominação de via pública".
A Cocússão após estudar atentamente concluiu-se
,
FH!AL.
e
ART. 12 - I lc ,lSfl l ! ,1
A Rua sem denominação, paralela con
nndes Rodrigues e Rua Ala[de da S!lva
quorl ras 16 e 12, 15 e 11. 1 5 e 1 0e 13 e 09, o
Bairro Prfmavera I, passará a denominar-e Rua 'ta
nocl Podrinucs de Mlrnnd3,
ART. 22 - F!ca o Chefe do Poder Executt o, uto
rizado a mandar confeccionar a placa de denomina -
ç:io para a clrado n,.,.
ART. 3 - f.cto Lei entrará cm vigor na data d
aun publicnç:o, rcvo•nd.J as dlsposlçÕc c ncrn
rio.
Sala d± Sessões, 22 d Malo de 1.989.
PARECER X9 012/29
ATOR· COMISSÃO DE LFGISLACÃO, JTIÇA E P h.s!
A Con!ssão de Leslação, .Justiça e Redação
Final da Cãrara "un!Ipal d± ela Vista, E tado '
Mato Grosso do Sul, exan1:.ando atentamente o Pro,]g
to de Le! ng 002/89 do 'Vereador Marcel!no Cassio
B. AC(ol - 'ptspõe sobre denominação de !a Pi -
blfca e dá outras provd@nc!as".
A Comissõo, após estudar atentm·erte cnt1(..lulu -
se favorável ao referido Projeto de Lei.
Sala das Sesses, 05 ele Junho de 1.969.
JORGE DE SOUZA ROSA
Presidente.
M/RCELI!O CÃSSIO B. ACIOLI
Membro.
JOÃO KALIFF
Relator.
VEREADOR PEDE O CUMPRIMENTO DO DECRETO 0193/7.Q'[E
"DECLARA DE UTILIDADE P0BLICA O ASILO DOS DESAMPARA
DOS".
O Vereador Roncy Moracs Simões, do PFL, sol1ci
tou o envio de expediente
ao Exmo. Prefeito ~unici
pal, con cópia ao Pres!
dente da Associação Evan
gélica dos Desaparados
de Bela Vista; solicitan
do ao Prefeito l"•inJc!pnl
que cumpra o Decreto n?
1 0193/R7-C.P: "fkcl,,rJ de
J
t:tilidade Pública oa~a
fins de desapropriacão o
imóvel que especifica";
corrigindo o preço de de
f' lsapropriação, o dese -
~~-------'----'--..J brar:ncnto do Lote e a co:u
pra imediata do nes::,o. RONEY MORAES SI:-!ÕES.
Para Roney, "Tendo cm vista que o referido De
ereto ainda não foi cumprido após quase dois anos;
Tendo cm vista ainda que no referido icóvel Já
se.encontra instalado um reservatório d'água e até
o momento a Associação nada recebeu, pedioos enca
recidamente que o Poder Executivo faça mais c::,a
vez justiça, pora que os usuários da Assoclaçno
possam melhorar suas condições de vida.
Sabemos das dificuldades da nossa Prefeitura
mas não podemos pc=itir que por descaso da adn1 -
ni.stração anterior os idosos venhao sofrer =ls
esse problema".
-
O Ver. Sydoey Nunes Lei
te do PDT,solicitou na Câ
:1ara para que seja enderé
cada expediente ao !':.=o.
Sr. Prefeito l"cricip3l.no
sentido que inicie co~ a
mãx1aa urgência Mt!ão
no Bairro "ilA ·ova, nnis
o íefcrido Bairro enco. -
tra-sc totalocntc ~bando
nado pela administração
público, sendo est..s as
prioridades do P.al-=ro:
- abertura, cascalhamen
to, aterrarento e r!vela
ento das ruas·
1
- coleta de lixo; _
- 11.npeza de ruJs
'.......-=- } terrenos baldios.
VEREADOR SYDEY N. LEITE.
e
-
< r
.., , a ,.
do, Puruca, d
gu,d J><•in1lda
li ll'iSOC-11('l
COITIC' rcial e A
aro Pastoril de
nela Vista foi cri
ada pola Dra. ver
Tvl<l0 <ln Cnetro Pinto,
para a qual dedicou um
cnrinho tndo unpccial,poin
naui rrsidrm e0us paio e ir
mi. Acontece que essa "semen -
te" ainda niic dr11 5rvorc e fru -
Lor.. vera 'l'yldr,, provavelmente esta
ri cnLrc n6s cm julho ocasi~o cm que
Frr5 clcita novn dirrtorin e aí é a n
•portunidadc de nosoos comerciantes se uni-
rem e desenvolverem a contento essa lsso -
cinção que é importantíssima para a clas
se, pois atrav6s dela os mesmos poderão ob
ter muitos hcneficios e dessa forma dar u
ma "nrrancada" cm nosso com6rcio local.
Vera Tyldc atualmente estã_cm Teresina
no Piaui, junto com a Delcgaçao de MS., on
de participa do I Congresso Nacional da 11-
DRAJET (Associação Brasileira de Jornalis
tas e Escritores de Turismo. De lá irá, pa
ra o Hio de Janeiro, onde estará no Scminf
rio "Drasil, Portugal, e Mercado Comum
Europeu" e por dois dias no Fiocentro par
ticipará do V Congresso das lssociaçõcs C~
mercinis do Brasil. Para n6s belavistcnscs
6 motivo de muito orgulho a participação
de Vera Tyldc cm tão importantes eventos!
A BANCÂRil
~aria Izahcl Borba, quando trabalhava
no Banco do Brasil cm nossa cidade, há uns
seis ou sete anos atrás já era nossa cola
boradora com crõnicas de sua autoria. Ago
ra, voltamos a tê-la entre n6s atrav6s de
suns poesias, Izabel mora atualmente em
Boa 'iagem no Recife - PE., e como ela dis
se via telefone: "Bela Vista é incsqueci
vel, tenho-a como linda recordação de mi -
nha vida".
MEU LAR
Neste momento, cm prece ...
A noite escura pontilhada de luzes ...
Deus,
lbencõa essa paisagem lintla!
Tantas lutas especaram! (nos cart6rios)
Lágrimas desabrocharam,
Dolorosamente,
Na humilhação daquele que necessita,
Que implora,
De alguma forma.
Agora é meu - o apartamento!
Agora é minha - a janela!
Daqui, descortino o universo no amanhã!
Sinto o mar
No vento audaz, pelas cortinas,
Que me arrepia ...
E cada vez mais
O cansaço tripudia.
Somente aqui, desfruto a alegria,no dia
a dia,
Do esplendor de ser feliz! De ter um
lar!
~1ARIA IZABEL BORBA.
Recife-PE, 19.08.88.
ITANA COSTA .ARQUES
no dia 09/06 pp., rec0beu-em sua rcsidên -
eia muitos amigos que foram cumprimentá-la
por mais'um ano de vida. Parabéns!
JÂ NO DIA
13 pp., o garotão Marco Antonio Velasquez
co~cnorou a data com delicioso churrasco
entre familiares. Felicidades!
NO DI 11 PP.,
às 16 horas, aconteceu no Cassino Para
gua-y •t.-a sensacional Desfile de Modas. As
roupas exibidas foram de Diana Modas. Pro
d~çno :_iarcos Lõris. Som TOP 13 e a Promo -
çao foi da Co:u.ssão de Damas da Seccional
Colorada.
rmITA GSNTE
prcstigi~u o_ncontccimcnto. O chá, salgadi
r.l:os e biscoitos c::tavan deliciosos. EstãÕ
-- --------
1• (reia r;
: V 1:l t1 j li D I'] - V ia
e
oj . M
FLÃVIA AZEVEDO
LIVROS DE RECEITAS
A Casa da Amizade adquiriu dois tipos de livros de
Receitas fáceis e já testadas. Apenas 15,00 o excm
plar. As interessadas procurar na residência d;
Sra. Maisa Azevedo.
RECEBEMOS ;
esta semana rãpida vlsita do Diretor Geral da Polí
eia Ci'il Dr. Jair Bispo, Presidcntl! da União dosl!iwi;u;:;,,:;;:;;;;:::;-:;:-::-:--:::----------
Vereadores do Sudoeste Inácio de Carvalho do PFL de BATATAS ACEBOLADAS
Nioaque.
1
ll(GREDlD.TES: 600 .,tJ
co casca - l granas de batata fim.e cc--
Óleo - sal. cebola grande - 3 colheres (so?J
PREPARO
Dourar no óleo a cebo, .gc""
as batàtas d
O
a beo picada acre- .
escascadas +5
gar e oisturar de 1 e cortadas e cubi"
eve com a cebola dourad+
PRESTICIA!llO
Vi'iNIA AZEVEDO
g1r
1
r . I
• e « voe« ««eo
l udÓ, h r. ')ni.· n lo ri
do com a realidad •
olte a criança de . ,
em você, libere o seu verdade1ro
. n<Jocmilciin <:11, inL Jlgcn.:lil,
{",, sua criatividade, seu poder
n i~~çiío, dando srn tido e sbor a
rente do dia a dia. .
Experimente os prodigios de u i
interior jogue fora udo o quc pr
você> projctnndo na 'ela mental do
profundo, apenas as coisas boas, o
posl ivo dos ncontccimcn os.
Aprecie de coração abrrto,
vida, os caminhos do tempo, num cont
de paz, do harmonia, de amor o de luz,
do deve revelar vocc mesmo.
Aldous !luxley, o grande escri or
qlês,afirmou: "Há somente um cano do um!
so que você pode ter certeza de melhorar.: yd!
#ia«riiiisiaarf
sa de se carda~
PROCURE; 7,O ICEIVAP SE' FILHO 1
as festas juninas no dia 10 pp., nn Escola Jarbas
Passarinho e 11 na Paróquia Santo A onso o Deputa
do Henrique Moracs Dedé que trouxe So para
an1mar "as festanças".
PENSAMENTO
A ilusão é co::io a neblina àa manhã.
GERIR SAL. QUANTO MENOS MELHOR. TOE C
DADO COM OS SASDUÍCHES.
SAL E CRIÇAS
Desde cedo as crianças já ingere~ -
quantidade muito alta de sal. Segundo(
quisas feitas pela l'niversidade de Lo·.·
na, E.U.A., o estudo con cerca de l.'
crianças, demonstrou que a ingestão de
dio começa a ficar demais já aos 6 ~=
de idade e aumenta quatro vezes aos S +
nos. Nas crianças com 4 anos de idade f:
encontrada 3, 2 gramas de sódio (o eqJi
lente a 1 1/2 colher de sopa de sal)
dia, quase que a mcsna quantidade pre
te em estudantes adolescentes.
A estimativa adequada da ingcstio
sod 10 por uma cr i<lnça de 1 anos é de 5
1. 3 gramas por dia. Uma ingestão ::•;:·
grande de sódio, não necessariamente é,
rigosa, mas pode ser um fator de risco.
ra a elevação da pressão sanguinea, es;:
cialmente para as crianças com probler"i
de hipertensão hereditária. Sendo assi'
as mamaes devem tomar mais cuidado e ::::
tar atenção a estas dicas para a reãu;i:
do sal:
procure evitar comidas enlatadas cozi"
sichas presuntos, vegetais crus, sopai
refeições prontas, onde contêm um tE'
muito alto de sal.
opte por bolachas, batatas fritas e si
~adinhos com uma quantidade mui to ba:J
e sal. Cereais frios e sopas deve::i ,.
bem leves e de preferência bem frescos•
Procure não adicionar sal às co::iiãas;,
seu filho seguindo sua vonta?o. Ela s°
pre e bem diferente da do se~ =ilho.
Estudantes
Perseguidos
A televisão h'
22 15 3 c..inesa mostrou fotos .
1deres esu +: +
M : .aanis, como a de •·
in, que organizaram <:
da d o movimento a
t d
emocracia. Todos tiveram orisão de-~·,
a a soh acusa - • .,1
revolucionar?? de_"atividades co-
te na China. o '_crime punido coe.g
também apara. Primeiro-ministro Ili.«
ceu na TV e : . 0 "
verno continu, = reatirou ,,e:
ta aos "rel a repressão até a%,
tosrafias a .A policia aistri;;
Li±h±, refu@4.,3tista dissidente..,~;e
Pequim. g
O
na embaixada arnerJ.C'-'·'
..s, 1M
7E'D!
l'.'".)0 PAI
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/NO XVIII N 952
J EDi'fOR C!!El'T·
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liit
Opinião
Ante da elefçôes de
ov,•mhro d • 1988, cm co
entár lo neste Jornal,a
il rmóv,1nos que haver ln u
renovação total nas Cã
iras Munfe1pais não só
le nossa refio, mas de
todo o Drnotl. t:m nosso
fetão, nas cfdades de e
la Vista, Jnrdlm, Cnro
' ol, Porto Mnrt inho, llo
nl to, Guin Lope-. e Anto
nio Joílo, a rcnovaçilo, se
nio foi total, rit lni;iu o
, ais ele 70 .
Falávamos que essa.re
~mur.e,,· novaçao ern um sintoma
ente
O
dos "Sinais dos Tempos"
erecie! a então classe política
no poder, e, por que não,
anos e: J Inda no poder. no cnso
se. Era los Deputados Estaduais,
arrec:: federais, Senn<lores e Go
',Hnndores.
Em novemhro de 1990 te
fetos novas eleições, pa
ta Deputados Estaduais ,
:edernls, Senadores e Go
sara IL'
scnlac •.
incur.!!.
tos.
minaci:
a bio.
,·ernadores.
O fen5meno Collor
elo é o efeito de
todas:
adie-
·5ic° '
•1a.-n
a 0F
a su-
de
uma
tausa. Esta causa, desde
novembro de 1988, pres
entimos e avfsan!os, aos
"tienos avisados".
A ntual classe pol!ti
a, com excessão dos e
leitos em nov,!mhro, está
lesgastada. Cor raríssi
s excessôes, um .iqu i,
outro acolá ... são pou-
17 DE JUNHO DE 1989 ______ _,, _
BRÍINÕlÕ: ''RI O É UM OPO TUNISTI,
N ~ O SERÍ· BENVINDO 110 PRI'
MlTO GílotlSO DO SUL
Ao tom,1r conhecimento, através da imprensa da
cnpitnl, de que o Deputado Estadual Arl Rtgo, elo
PFI., lado ao governador Marcelo Mlrnndo, vnl "col
lorlr", ou sejn, apoiur Fernando Collor de Melo a'
Prns ldentc cl,1 RepÚblicn, o ndvogndo Nelson llrandiío,
Presidente cio Partido da Rcconstruç~o Nacional em
'ardim, solicitou que publicássemos a seguinte no
tn:
Nelson Hrnndio, Presidente do Pnrtido da Recons
truç3o Nncionnl(PRS) ele Jnrdim.
OPORTUNISTA, NÃO SERÁ BENINDO AO i'R',".
:u.sos BRA::•),o - PRFS rIH NTE DO DIRETÓRIO DO PRN
PARTIDO DA RECONSTRUÇÃO NACIONAL - DE JARDIM.
Mordomias, snlcírios al Fernando Nunes Rondon
tíssimos, marnjâs, polí= frente ao Sindicnto Ru -
tica de perseguições, fa ral de llela Vista cnrre
,·orecimentos, apadrinha= ga hoje o estigma da
~entos, promessas I menti "marca da competência" ,
ras, negociatas, falta de prova disto é mais um su
friedade, são vários os cesso alcançado pelo Si;
fatores que provocaram o dicato Rural Belavisten
rompimento desses políti se no dia 10 de junho,s:i
cos com o povo. - hado pp. , quando da rea-
E o fenõoeno Collor é lização do 129 LEILÃO A
f~cil de expHcar.Collor P, CORTE já tradicional
nao quer alianças, nem a na região sudoeste do n~
erros, fala a linguagem to Grosso do Sul.
que o povo quer ouvir. É A chuva e o frio que
Jovem. Diz que não adian se abaêeu sobre a Prince
ta fazer olano num País sa do Apa não intimidou -
pnde a corrupção grassa os criadores e pecuaris
r todos os setores. Fa- tas que comparecem ao Ta
:la unicamente em morali- tersal do Parque de Expo
, sr. E é ±so o que o po siçÕes Rio Apa para mais
l:,_;.,- o quer. - um grande leilão.
Os atuais deputados· e Mais uma vez o dinâmi
nadores, podem, desde co Leiloeiro Josias Vlto
•
1
, colocar as suas bar- rino do Nascimento dÕ
de molho. No ano que LElLOBOI esteve marc:rndo
a "limpa" será ainda presença em nossa cida-
1.or. de.
'
co!l ,·l !:': aos que se elegeram
<oseh' "svebro, prefeitos e
l)Ol • ,adores, aí est:Í a li
as. s5 não vai aprender
1
•e:i nao quiser.
"l~ O povo é um juiz radi
L "»sn.g-
'J :~ente e inocente. Nao
::eios ci.• advogados pro
'a::em o contrário. -
E o povo jâ deu o seu
eredito: CULPAUOS.
Do jeito que vai, fá
cil, vai dar Collor tran
s!lazente. E não adian
a grita dos outros pre
iéenciãveis, quanto ma
CTiticare::i o "CAÇADOR
E MARAJÁS", mn is o novo
icará ao seu lodo. •
Fenêzeno ou nio o ex
vernador de Alagoas po
Por que não, ser a
luação do Brasil.
(IP).
A adminlstr.:1c30 Luís Gonznles.
COMPRADORES
Quem participou ativa
mente do 122 LEILÃO APA
CORTE, foram os pecuaris
tas que levaram para su
as fazendas o excelente
rebanho comercializado.
Foram os criadores: Ma
noel Carlos Barbosa, Sô
nia Romano '!arqucz, Fn -
zenda Marangatu, Atana -
sio Loureiro, Valter Oli
veira Alves, Edson Mo=
rnes (Prefeito de Bela
Vista), Fazenda São Feli
pc, Josê Carlos Miranda,
Julio ~urano, ~•arcos Ron
<lon, Alberto · Saraivn
Rranco, Edgar ,unes e Ra
,-,,io llocirt.gues.
'OTA oe PROTESTO
Protestamos veemente
mente contrn o Ingresso
do Deputado ArJ Rlgo nne
fileiras de nosso parti
do. Oemonstrnndo mnls u
mn vez o se11 oportunismo
o deputado resolve npoinr
Collor de Melo, numa de
monstrnção J.nequívocn ele
seus princípios po!Iti -
cos, que se resumem npe
nas numa frase: "O PODER
A QUALQUER CUSTO".
Sabendo que o seu can
didata, Ulisses Guimarã
es, ou é Aureliano? não
possui condições de sen
sibilizar o povo brasi
leiro, o deputado oportu
nista resolve agora apoI
ar Fernando C">llor.É co~
tra esse tipo de manobra,
de princípios ,que estamos
lutando,não queremos,nâo
precisamos do apoio do De
putado, fica aqui o nos
so protesto, "RICO ~ UM
VENDEDORES
·Registramos o noce
dos criadores que leva -
ram ao Tatersal do Par -
que de Exposições bela -
viseense um gndo Nelore
de Ótima qualidade são
eles: Josê Carlos Pache
co, Antonio Carlos Pache
co, Alcssandro Rondon,~Õ
mo Godoy, Luiz Fernan
éo Xunes Rondon, Candido
Loureiro Pinheiro, Paulo
iões, Antonio Maria "u
1.s Rondon, José Flávio
Campos Nunes, Ramo Cani
•a. Celso "ora e Linei
Foi comercializado um
total geral de ~czs 273.
930,00 sendo que 844 ant
mais para cria, recria e
engorda foram vendidos ,
ficando a mêdia de ven -
das por onimal no monta~•· • 1
te de CZ$ 324,57. LUIS FERINDO X. ROO.
DOAÇÕES
Oswaldo nello NCZS 380,
00. Com estas doações o
caixa da União Democráti
ca Ruralista Jovem ficou
mais "recheado" totali -
zou o montante NCZS
3.320,00.
O Pronav/LBA sob a
direção da 1~ Dama Cecí-
lia Moraes recebeu
doação da Fazenda
Paula no valor de
1.000,00.
O pecuarista Antonio
Carlos Barbosa fez duas
doações, urna à Casa do
fenor Abandonado no va-
N
uma
Santa
NCZS
1
l _
Depuc.,do ri R1go - O ·rendo "Collorir'
lorde NCZS 500,00 e ou
tra ao Asilo .'CZS 420,-
00.
O Sindicato Rural de
Bela Vista tambêm foi
contemplado com doa-
çÕes,dos pecuaristas:Li
neu Gonzales doou NCZ
550,00; Edson ~. XCl5
600,00; Fazenda B. Vis
ta NCZS 360,00; Joaquim
de Jesus (TCPÉ) NCZS
420,00; Racão Godoy
NCZS 330,00, totalizan
do um montante de
3.010,00.
LILE.
tac,bér.1.
~VEREADOR PftUL
O pecuarista Candido
Loureiro Pinheiro doou ·classe e, sobretudo,
à Paróquia de Santo Afon ~o povo de nossa regi,
so NCZS 1.000,00 e- Jo:i;- ao. •
Louret.ro Pinheiro CzS Liderança jovem,li
3
40,00 tambe·m a· p - i der emergente, Paulo
aroqu.d· elo é filho de um dos
A UDR jovem marcou
120
L.-YLÀO mais tradicionais lei
presença no - tores de a TRIBUNA
APA CORTE recebeu vartas p FRONTEIRA -_
doaçoe~: Pnu lo Si moes 1 • • • Atana
"CZ~40000·"' d ,,_.s1.odel'llme1.aa Melo,
tazn.a . o 1 ! . d
vn NCZ$ 450, 00; Fazenda que mu. to_nos aJu!ou
Pontal NCZ$ 500,00; Ade-~ p~r ocas1.a<? da fun~a
mar Godoy Nc?' 350,00 cão deste jornal, is
Pnn o Dantas :cz; 5on,<ro to ha mais de dezessg
t:e anos.
M l
E
' XOTlFIC,ÇÃO E AGRADECI-
' ' :-IESTO.
,C ulpe da Cor!ssão Ora
é±zadar.a da Festa.Juni::a da Pa-
ró:ta de Santo Mono, not!t!
ca o resultado da FESTA JN'À
realizada dia l/Junho/yp.
O valor IIqu!do arrecadado
fo! de 9.830,57 'ove MLI. OI
tocentos e Trinta e TrGs Cruza
dos Novos e Cinquenta e Sete
Centavos), que seri revertido
e pró! da refora da Matriz
de Santo Afonso.
Aproveitaros para agradecer
a artIc!paão e a colaboração
do público e era!, das cou
n!dades dos La!rros, do comer
cio, das pessoas voluntirfas e
que colaborara para o sucesso
do evento, fazendo cor que as
danças, barracas e demais atra
ções oferecidas aos que se ±!
zeran presentes, funcionassem
na a!s perfeita orden e haro
nin.
OóRIGADO A TOOOS '.'OCES.
.1
VALEU
A COISSIO
$SIM
Bela Vista têm o seu Paulo já foi Agen os interesses de e
representante na Asso te Regional de Educa la Vista. Sua pre
ciação de Vereadores ,ção, é da ala jovem senca na Associação
do Sudoeste, trata-se do PMDB, têm por prin àe Vereadores do Su
de Paulo Melo, do PM- cipio dialogar, ate doeste representa ã
DB, eleito 20 Tesourei mesmo com os adversã força e representa
ra da referida Associa rios políticos, bus- tividade do-Legisla-
ção.· - cando sempre defender tive belavistense.
Segu
nd
o informacõ- PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA
és dos demais inteoran
tes da diretoria,ove
reador belavistense ja
participou de diversas
reuniões, sempre defen
dendo os inte:::esses da
ORE
Comu-nicado
. CONFOR~tE PORTARIA NO 208/89, DE 13/
06/89, A PARTIR DESTA DATA OS ALVARÁS E
CERTIDÕES NEGl'ITIVl'IS EXPEDIDAS PELA PRE
F:_EITORA SÔ TERÃO VALIDADE SE POSSUIREM
A ASSINATURA DO PREFEITO-OU DO SECRETA
RIO MUNICIPAL DE FAZE"IDA.
AS ANTERIORES A ESTA DATA CONTINUAM
VÃLIDAS.
BELA VISTA-MS, 16 DE JUNHO DE 1989.-
EDSON MEDEIROS DE MORAES
PREFEITO MUNICIPAL
nform·e.T
O JEITO QUE o
LEITORES GOS
-TAM NA Pfi.GINA 1
Policia Militar_- uma necessidade
e quicemrten,ária, a Poli ia MI
Groo d Sul, orguiht-te d
[ I 1 1 • 1 p :tr., - , , r1 , : t t o hís-
1 ( 1 J O •
Como e±te povo, for)ou para si um cara
ter briv e libertar1o, esta Millcla culti
va u pansad d lorJomar tradições bucat
do1 premente, conservar tradiçoes coner
var n miticna de def r,r t.!'u dor val<H'"!l c!,i
socI < d:, 11•, ,
Com efeito,mlrado o advento da Sindro
m, <l,t 111111g111·.i1,ç11, du v1o1Pncln lrroctonul
como ro1111r. cl1• cc,n,J'OI' 111 .. ento, compromeen.do
o Lei, 11 m:Lorltl,Hle ,. 11r: Jr.nL1Luiço1•n; mr,1-
grado o juo e q,wrL mwmc•nLo pcpulnr, n Po-
1 ÍC'ln Mil 1 lill' do Estado d Mo Lo GrOCf'O do
Sul, tem conscfên:da plen da expectativa
n11 aLunçõo cmirwnl e mente profissional de
flf'UG ir, LC'[sl'!ll1 LC'!>, cil, fll)CC'Ofl ldode d v 1 ven
C1flr' os diversos segmentos dú pc,vo de quem
~ f1ulo e insLrurnrnLo.
Supc rando l im~ Lnçõe s de me 1 os, adéop a-se
npc.rfciçon-sc, procuro estar a per de seu
lcmpú. Forrra su&s novas gerações no er,tendi
mentc de que ume na;ãc não se faz por Decr~ uma nEcessidude?
te, s~dimcnla-se no forLalcclmcnto de suas
in:;tltuiçêes, nu visão projetiva de seus c! 2a 'Tér, PM. Daniel
d,,ctãos, nc, compromisso construtivc. dos con- CrnL. do Nu/Pcl PM. DLV-MS.
temporí',ncos, nc respcit<' as clãs de; conhec! lL/06/89
mento e na amalgama dos valores pc-si Li vos • - ...,. .
E!::LC é o esplri to bus::olnr de' Policia M! .MUTIRBO n BDIXftD
lilar de Mato Grosso do Sul, ao mesmo terrpo
quer comunl cnr ao se1.: pÍib li co, o per sam€.nlo
e a ação que norleiarn os profissionais nri f LUMINENSE
sulvnpuorda da Lei e da ordem.
Exi stimc>s não pelos fvores desse OL' d.:?.-
quelE pc,vcrno; existimos sim por 1ntcgra-
rnos as necessidndcs b;sicas da scciedade e
por S(•rmos o insLrurn<nto fundamental. a h::
m~ostasia do sislcmú de convivêncin publi
ca. Como pcç;; fundamental ac equilibrio de
um sistema, é inperativo que·cristalizernoa
1 (
• ·, ,lnr
ç
• r dr·
IJ 1 t:i
, r. l
prtnc
cupri- l e .
Quando ncs referimos a uma profissa
pen± ando numa atividade da qual se tiI
o sustento, fazer "Policia', em sua for
m mais elemntar, exige do homem dedic
çãc, abnegação, coragem e outra virtu -
deu qu<> chc p:urr. n cc,nf ip,t.r•,,r um cerd -
elo.
E
Em vc rc1 ~-de• com mr·cl 1 nn:
1 r rl J ,; ' ~ r
ce dante do tc O
rc s podemos ch gr,r II ç.lt•n,, oc,·p:,çi:io d< -
e:;paço& a nó des inadcs no s,· lo d:, !.>(• -
ciedcdP, fHIII o. nccp:;sidú<.le dt• "LOBBlf.S "
junlos uqL'<"les que pr·ocesnrn hcje as mu
dunçus sociais dú Pais. Esternos vi~cnd0
de favores pra cumprir nc;ssa mis!:UO ?
ainda nno no!: Pr,contr2r.10E.? ou não scn,c.
A Daixadu Flurnln1·nsc, recebe1; no Últi
mo d~a OE,n equipe da Prefeitura MuFici:
pal, qi;e p11trolou todas as ruas, real l -
zou atc-rro, fez Bocas de Lcbo em diver-
CAUSAS C1V I. E
J " [)f,
;ov ,:-10 o
·rr:LEFO'J ; : 4 • 1 - l
--~-·.···-.
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... . ... .. . ..
JOR.'<AL TRIBUNA DA FRONTEIRA
i. (Fm<"DADO ~l 20 DE F_EVEREIRO DE 1972).
FUNDADOR: IVALDO PEREIRA
REDATOR CHEFÉ: IVALDO PEREIRA
GERENTE: GILSON SILVA SANTOS
REPORTAGENS: UBALDINO RODRIGUES E LUIZ HENRIQUE
NlJNES CORREA. .
NOT1CIAS: ABnt, AE, PLANALTO E CORRESPONDENTES.
REDAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÃFICO: Rua da
República, 564 - Caixa Postal 23 - Fone:(067) -
' 439-1410 - Séde Própria - Re.gi~tro no - Cartório
de Títulos e Documentos ng 35.
fILtADô Á ÁDJORI E ÁBRAJORI.
tJ:-t SEMA..liÃ.RIO DA REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS.
«
,, CGC MP - 15.513.203/0001-59 - INSCR. EST. 28.
' 219.0003-1.
'1,:nTRETORA: MARIA ESTELA VELASQUEZ PEREIRA.
sos cruzamentos de ruas par dr vzão à
enxurradci que alagavam os terrcr,os mal s
baixos.·
Ao contririo do Presidcr.ce dé Assoei&
ção dos moradores de Baixada Fluminer.se,
"TOCO", como é ccnhccido, qve não parti
cipou do mutirão. Os moradores, entusias
mados, procuraram os funcionários da ad
ministração Mur.icipé!l pnr& solicitar le
nhh, orientação para plantio de horta, e
levar su2s reivindlcações,mc,strando quv
o maior problema do Bairro é aterro s ss
near.ento basico, onde o mato contribui
também ccm a Rrclifcração de mosqu.tos.
As pe-squi scdoras de sz.Úde ccns ta taran;
que é g1ande. o número de resid~ncias se~
sunitirios, muitas corr fossas correndo a
céu abertc.
A Prefeitura cadastrou todos os mora
dores, para atender posteriormente a! so
licitações de encanamento d€ água, s,.mi
tários padrão e colocaçio de bueiros que
fará futuramente.
A Dr~. Azaléa, Secretária de Saúde, a
tendeu uma midia de 50 pessoas por dia.:
com consultas e medicamentos.
A Prefeitura agradece a Dona Lúcia q/
cedeu si,lz. residên::ia pEra atenderem os
moradorez do Bairro, e a todús aqueles
que colabcraram com o· pessoal da Secre
tarta de obras, bem como a Pastoral d
Saúde.
scritório Jurídic
NELSjltl __ CHAGAS
lDVOGADO
FONES: 251 - 1721 - ESCRITÓRIO
251 - 1712 - RESIDtNCIA
ESCRITÓRIO: Rua Tenente Bernardes no a·
RESIDENCIA: Av. Ccl. Camisão no 65i
JARDIM
OTIH-MS 2.491-A.
g CD
DR. RENATO DE SOUZA ROSA
MEDICO-CRM - MS - 2049-HORÁRIO: 17-21
DR. UBIRATÃ LEÃO S. TORRES
~--=-- -· -- ---:..=- --- - - - "- .;5i5
CIRURGIÃO DENTISTA - CRO - MS
HORÁRIO - 13 - 21 HORAS.
ENDEREÇO: Rua General Osório NO 660
BELA VISTA - MS,
DR. _ LU l_l A _ NSEL!O DA SIYA
crvnc±xo Eirsx co - s.5
HORÁRIO: 08:00 - 12:00 HORAS.
: :a 'ist
e:te estt
TO
TRABALHISTA
.
E_SCRITÓRIO: Rua Coronel e • -
ar:iisao,
FONE: 439-1302
QUESTÕES DE
- CENTRO - CEP: 79,2(
-Quando termina um sonho... Começa a realidade é s@
.quem.acfedita em sonhos sabe o que é melhor para si
RELA V
ISTA - 1ATO GROSSO DO ~
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TIP.f,A 'JJ'.;TA J 7 DE JU O DE
TF
[: Taça Cidade
de Bela Vista
Dono do melhor retrospecto ao longo do campeona-
teve ainda o oleiro menos vazado(Gato) e o ar
pero da competição(leto Mendonça), O Gremfo Es
rtlvo Unfo fez Jus ao título de Campeão da I! TA
CIDADE Ili'. IJILA VlSTA, promovida pela LIa Espor-
193 l!elnvistense e que teve St!ll têrmlno no Último
la! de semana(dia LI/06), no Estádio Municipal Oc
vlo Fontoura.
ALGUNS DADOS DA COMl'ETIÇÃO
Foram disputadas 15 partidos desde o BCU início,
2
.491-1 a 09/04, assinalados 76 gols, numa média de mais
cinco gols por partida, sendo o principal art! -
~l:TÕR!O beiro o atleta Beto Mendonça do Grêmio Esportivo U
tNCIA J!âo, com 11 gols assinalados. -
ardes z
n? E lespaclante Dinâmico
Bela Vista na arca de escritórios de Despachante
alente está muito bem servida. A cidade possui
I
• ês ou quatro escritórios do ramo com profissiona-
lc
n altamente éompetentes e conprometidos em bem a
u tender a população belavistense. Um Despachante que
lerece nossos elogios e o JJ DESPACHANTE, localiza-
em frente ao Grêmio Pedro Rufino onde o Justino
tâ sempre pronto para atender da melhor maneira os
us clientes. Na semana passada Justino esteve com
u pessoal prestando todo o atendimento, inclusive
ROS~ a colocação de balisas para treinos do pessoal
--=-=-- ~e pretendia tirar a sua carteiro de habilitação .
'O: 1•-. teste feito pelo DETRAN, no dia 09, entre mais de
pretendentes a se habilitarem somente cinco con
uiram, o que mostro a necessidade dos nossos Des
chances realizarem esse tipo de trabalho. Para -
• JJ DESPACHANTE.
FALANDO EM CARTEIRAS DE IIABILITAÇ,i.O ...
Clubes de Laço de Mato Groso do Sul. Oscar Corra
les é um dos mais regularei laçadores do Clube de
Laço São Geraldo, nos três últimos encontros real!
zados em Sidrolandia, Gufa Lopes da Launa e Cara
col, o laçador conseguiu excelente média de pro
veltamento de armadas, ajudando ua equipe a con
seguir excelentes classificações.
Na entrevista, Corrales fez questão de desacar
o apolo que vem recebendo do Patrão do Clube d La
co São Geraldo, Victor Feltx Rojas, "ele oferece to
das as condlçÔes paro que seus laçadores tenham um
bom desempenho nas competições", disse Oscar. Lem
brou ainda o laçador que "o dinamismo, a participa
ão e o apol dado pela Sra. Jandlra Sena Ro[as,es
poso do Patrio e que acompanha o Clube em todos os
seus encontroa, cu1dnndo com carinho e atenção pnru
que todos os laçadores sejam bem atendidos, não po
de ser esquecido".
Um fator que deve ser destacndo e n populnridode
de Oscar Corrales, estivemos no encontro de Sldro
lândia onde pudemos comprovar que o nome Corrales
já virou folclore no meio dos participantes desse
esporte equestre. De Corumbá a Rio Verde, laçado
res de Clubes de Laço sabem quem é o CORRALES de Be
la Vista, bom de laço e bom de papo! 1
Duque de Caxias Pista de
Motocross_ ou Via Pública
Já estava na hora dos políticos do PMDB, princ.!_
palmente os deputados do partido que se dizem nos
sos representantes, desconfiarem e reivindicarem ao
Governo do Estado o· termino das obras na Avenida D!:!,
que de Caxias que foi iniciada no mês de setem))ro
do ano passado, com a clara e evidente intenção de
angariar mais alguns votos para o candidato do PDB
a Prefeito Municipal nas eleições passadas e que o
té agora não foi concluída. Já vai fazer um ano;
o que estamos vendo, principalmente nessa época de
chuvas e muito barro, lamas, buracos e lombadas, o
que vem prejudicando sobremaneira os comerciantes
que têm suas lojas localizadas naquela via públi
ca. Ao que nos parece, nem os vereadores do parti
do do "velho" Ulisses.estão esquentando com o pro
blema, muito menos as autoridades governamentais .
No nosso entender, o PMDB, sem querer, criou em Be
la Vista uma-pista de Motocross na Duque de Caxi:
as. Quem deve estar gostando é a Associação de Mo
toqueiros da cidade, pois a continuar assim não pre
cisará nem construir uma pista para participar do
Estadual de Motocross ! !
O que existe de motoristas em Bela Vista que es
cionam seus veículos cm qualquer lugar, pouco se
reocupando se estão atrapalhando o trânsito ou a
são dos demais motoristas, não está escrito. ~ co
- encontrarmos nas esquinas da cidade carros e ca
~hões estacionados sem a mínima obediência à le:
slaçâo de trânsito que exige o estacionamento,pa
carros pequenos a mais de três metros da esquina
10 metros para caminhões. Depois acham ruim que a
Hcia Militar realiza blitz e aplica multas nos i!l_
atores das leis de trânsito. Isso tudo sem contar
eles condutores que ao virarem uma esquina ligam
seca e esquecem de desligar, virando para a dire.!_
•ADI ou para a esquerda com o "pisca" ligado para o la
1 rio contrário. Quero ver a hora que esses motoristas
feree dirtgir numa cidade maior e de trânsito bas-
·E l s:o1UE s CASAIS]
llliro"lã de Bela Vista"!! ....
11NA15 , r------------------,----,
- l LA,AD0R FOLE.L0RICO .g7±±EMA"E%
todas as sextas feiras no clube a sociedade bela
vistense está convidada a participar da "Discote -
que dos Casais". Só entra quem estiver acompanhado
do namorado(a) ou da esposa(o). Segundo a direto -
ria do clube, "os jovens têm a sua tradicional dis
coteque aos sábados, aos domingos e a vez da crian
cada das quatro às oito e agora os casais terão a
sua vez de curtirem as músicas que marcaram época,
tipo tangos, boleros, valsas", etc.
N
E NÃO ADIANTA FALAR QUE SOMOS CHATOS!!
"Contra fatos não hà argumentos", e a verdade é
uma só. Para se ter uma ideia, a empreiteira que es
cava fazendo os serviços em nossa cidade foi trans
ferida quase que em sua totalidade para Porto Mur
tinho onde já asfaltaram mais da metade da cidade,
além do realização de todo o serviço de esgotos e
saneamento da cidade. É mole!!
são
RALES, OU MELHOR,"ENGENHEIRO" OSCAR CORRALF.S ! !
Quem conhece o
-'Engenheiro Mecani
P' o 0scar Corrales
ar!n como.um bom
ecâ:tco, está qua
erto; Mas que
sa que ele só sa
e consertar
e
0
s está errado·
' Oscar corrales,
ou Corrales é a-
r
(l tr:,, disso u~ gran
(l de laçador, inte-
• rante do Clube de
co são Geraldo de
la Vista, pelo
al já venceu vá-
ios torneios :le lo
e ciaa de sua
ua "Meia Noite".
Esta secana cs-
tve=e, ceveras-!2 _ __e'
co Corrales(foto acima), a respeito do
to ~e Club'es de Laço que será realizado no prxi
es de julho, por ocasião da realizacão da EÀ"1'0
• Afirou a reportagem Corrales que "espero uma
Celentc apresentação dos dois Clubes de Loco de
la Vista, pois seus laçadores vei:- r't'<?inando com
dnco para ficar co o título do Econcro". Lem
Ramos que a disputa é promovida pela Federação de
• Vara Miranda· - Dia 30
No proximo dia 30/06, a cantora Yara M.iranda es
torá se apresentando em nossa cidade no r.inásio dê
Esportes. A promoção e do Grêmio Estudantil da Es
cola Castelo Branco. O-Show com a sensual cantora
que e irmã de Sula Miranda e Gretchen terá início'
às 19:00 horas com o ingresso custando apenas NCZS
3,00. Na oporturridade estarão se apresentando ain
da vários grupos de danças alem de outras atraçÕ:
es. Todos são convidados.
Na semana passada foram realizadas as eleições pa
ra a Presidenc:ia do Associaçao de '!oradores da vnã
Cohab ec nosso cidade. O vencedor, ou melhor, a ven
cedora foi a senhora Rosana, que derrotou o candi
dato oponente por uma diferença de trlnta e três
votos. Vale ressaltnr que, por incrível que pare
ça, as eleições no Vila Cohab transcorreram senne
nhum ainterferência política ou de políticos. Dese
jamos a nova Presidenta que desenvolva todos os ei
forços em prol do bem estar da comunidade da Cohob.
ELE O FAZENDEIRO}
Foi promovido pela UDR JOVEM de Bela Vista nes
te sábado, dia 17/06-, no Clube Espo_rtivo Belavis -
tense o Baile do Fazendeiro. Os que estiveram no
Clube disseram que o baile foi sucesso total, o clu
be esteve completamente lotado e o conjunto era de
excelente qualidade. Parabéns UDR Jovem.
Enquanto no Clube Esportivo Belavistense a UDR
realizava o Baile do Fazendeiro, no Grê::iio Pedro Ru
fino a CORPORE ACADEMIA DE Gl'.'<ÁSTICA E MUSClfl.AÇÃO
promovia uma discoteque com a apresentação do GRU
PO GINGA, um dos mais renomados grupo de dança do
Estado. Informaram à reportagem que o clube tabém
esteve com suas dependências completanente tonadas.
J As reclamações 1
Todo nundo sàbe que a nossa cidade nao coporta
duas promoções de bom nível ao meso dia. Isto por
que boas promoções hoje em dia estão bastante ca
ras e exige uma excelente arrecadação para não da
rem prejuízos. Não entendemos porque realizarem o
Baile do Fazendeiro e trazeren o Grupo Ginga na me-s
ma data. Muita gente gostaria de participar do a?
le no Belavistense, mas tacbem gostaria de ver
Grupo Ginga, no Grêmio.
Em resumo, uc acabou atrapalhando o outro, mes
:no sem querer, e claro, sendo que se houvesse ue
lhor entendi.cento ent~e as pessoas envolvidas, a
caria escolher as datas e os dois sairiac ganhandÕ
muito cais, não acham? Eu mesmo, para ninguém re
clamar, não fui em nenhuma das promoções. Tchau ! !
RUA:
FONE:
DR, SALVADOR
:
LOUREIRO
OAB/MS 3.369
CIC 029.875.191-20
ESCRITÕRIO
251
JARDIM
FONE:
10 DE MAIO,
RESIDENCIA: RUA OLAVO BILAC, 146- COHAB.
1410.
MATO GROSSO DO SOL.
251 - 1451
341
l
·Sindicato quer
Farmácia como
Postos de Saúde
Pr ra o 8 tr,cJl e, o elo:; l·nrm:,cc u icc,s rtc•
Mnto Gro:,no de• !.:ul ('.:JIHAJll~S), 11~ fnrm,,cias
d<'V<'lll runc 1011:- r e r,rnc, vr rdr d•· 1 ro!'l po:. Los de•
aude e prestar primeiros-sccorros. O pr••
o!ckntc· c}[I lnt,til1.lç:10, A1y FPrrl'lra, c-n
tregou à ccmisso de sistematização da s
sembléia Estadul Corstituin e, tm nuclit·n
oia pÍlbUc ,. 1m, dot'urncnto ql:t! rcl.:,cionP
a sugestões d classe pra aprovei amnto
nc, procc :.i:-o c,,n~· t.i t.uc i anal.
Serunci1, t' Gl11clic;,to, a:..: farmncia ;1clqui
r'iran., Cvla o I n.r,o. u,, c,,ri,ter comc·rci•,l
provavelmente referindo-s aos estabeleci-'
mr 11 t.oeo do pc·rn t'<►Jpv;,Jos Dl' l ns e i rcun!? tnr.
c ias, a vnder artipos nos ccnvcnclon:.is,
como ~lirnLnloP normrlmcnle ccmrrcializhdos
cm mt..:rcuCuri;ls. A s) tLü.çào é o.tribL•icta
por !- l' r rc ira na falta dc po li ti cas adequ~
elas. Tnnto que a rrimlira sugcsrão do sin
cliC'nlo ncs ccnsll tuint,·s é um arLigo que
prece i tu,. o cl(•Vt' ,. de, !-.::; tudo de se: rcsron
snbi 11 znr pelo atendimento F~rmncolÓgic~
"um c1i rei to º" t, dos".
. qucr-li=io dcs í!H dic.1r.a:nto:,, t:.rnb.;-m mcrc
cru dcs trmucuticcs amplos estudos. inu
ci '.ldot~ que• cc.1,1rr0vflm os r-,,stos e o de sper
dicic dn govLrnC' brasilc·iro otr·,vés a. Cg
me:(Cerlral ctc t•lt>dic.im,·ntos), o Sinfar;;;::;
criticou n pc.Jitic;-c do setor e [)<•diu aleu
mrs pr·ovidências, c(,mo o camb.: te n· m:to -
mcdict•c;n0 e n pn ibtç:;o dL publ icid::dP de
remédios nos meios .te comuricaçio. Ferrci
ra. disse que classe ex J gc t,,mhÍ·m, ni1 cc
mreializaçáo de produtos tmeopaticos, ex
clusividde acs Farmceuticos especializa..
dos, qu igualmente avem ser pr'cscnça
obr·igPtÓria nc,s pcsto,; d<· saÚctc govern"mc.!:1.
t.;is l' 11<. vigil3.nci a SC1ni tnri ?.
DF.NTISTAS
O prPsidcnl~ do Con~elho RC[ional cte:
Odont0logia, PC1ulo Belchior dos Reis, crca
minhou aos constituintes neve p0stulacÕes
bãsicas. entr·c elas s::.1nl'ios cc~~µ.,dvc-i.9
carga horária oçcional, iscncmia salarial
dos p!:'Ofi:,,sionais do Est.aao e Municípios
cc.m os a,, unino, ins.:ilubridãde, ir.plar.ta
çao de consul tÓrios cdcntclogiconas csco
la:,, dQ 12 Grau e criaçao de programas ed
caLivos, prC'vcnUvos e curativos, plenitu
de dc,s pt·ogram,,s de fluo rc tação.
U, tJnnoJ r.o Eu udo e propo ,. d< '1;J
j1 insUtuido no En3lno rl• l Gr u. r.:~,Lcrl
q1.c· dP oriPnl açÕ<'fl P,f ra1G ..,cbz•e <• tum. l o
nor ,duro•:, rrt,lhcr·c•::; ccndiçÕes P• r, :w c:r -
pn 3;•1; no qu,· r,<: rclc.c1c.nc fl pr·lorl<i de nns
via urbnas principglmen e pra o Bi!'êf•r:l'•
cc;I(• lvc e· t,1x;•çÍ:Ío dl' t, r1!'11r, ·,dr•qu,,rl;i".
rtobcrlo fl1,r 1·0::i dr 01 iv,•J.r·1 p1·ccJ cl1-r.LP <lCJ
"lnd1crto rJe,f· Dc•f·prchnntcn, 1·cliciL011 qt<·
cejn insPr!da nt Cor::i ltuiçí:io o rrronhrcl -
mcnLo cl1. allvtdr.clc da cc- egodl'.I pclr; <·uLrJ ,
r, sun justific.ilív,,, proveu oer c:,p,,z de
e fr·t•t1 ·tr !-:oi t unçÕ<'!1 ndverCP:3, of(~rPCl•r br:.,
cr;t ar, t1aballi<·, dignid,,dc, nrrov••! ·,rnt-n <>
dt M:io-d(• Obra dcsqunli.fJcad;. da N•ncll',<'Vi
t:né.o n r.i;,rp1nnliz.:,ç;:Ío deste-. Foi p'<lldo
qul' se discipline: o número Ul' prcris~ion·,!::;
at.rnvi,s do Ínctlcc populaclon;,l d<. c;1da Mun!
ciplo. O Sinclicalo cclhlu ~m tod0 o EsLado
4.789 a~sinaturas.
Em n0me elo Sindicato des Médicos,dc Con
selho Regional dC' Medicina e As~oriuçí:io.L~
cio M~rio DulhÕes(Prcsldcntc a Primeira E.!:1_
tlclcde), apzescnlou as scguintPs propostas
básicl'ls: Mar.uter,ção dcs Dcr.efÍc1os g.:,r,->rt i
dos pcln Cor.stltLiçio Federal, humanização
dos Scrviçcs PÚblicos de saúde e cfctiv~çno
imedia a do SUDS- Sistema Unifictdc e De
centralizado de Saúde, isonomia Sõlarial
além de outroE itens já artcriormcnLe er.cn
m'nhndos na As!'c~bléia Estadual Constituin
te.
O rcprcsentnntc da Associação Profissio
nais dê, Indústria de Cerâmica, LLiZ Clnudio
Fornnri, destacou duas rcspost,,s uur a catg
geria cr.tçndc cerno primordial nc • capitulo
d~ ordem ccon~nica de Neva Constltuiçno:Pro
tcçio as indústrias d,. ccncorrêr.cia dcslc-al
qu,mdo c::cta fcr motivada per incPntivo fis
c~is concedidos por outras urid&dcs dn Fede
r,çio, e que proporciono nr comercializ~ç~;
neste, diferença de carga tributária e, ai.!:1_
d~, , pr·efcr~ncin de bcr.s materiais OL scr
vçcs da terra.
Sfstema ização recebe
proposta de instituir maté
ria. de trânsito no t grau
Mais uma .:lL'. 1e,icia publica foi realiza
da no dia 08/0õ 'qL.:n.ndo ã Cor.il ssôo de is
. Enatização, p
1
-es.ididapclÓ Dcç-utado Cícero
de ouza.• re=cbcr.: r-. rescn antes do Sindi
cato d·,s Emprc as de •rrwiEpcrle de Pasf..a -
geiros, Sircicàto d s Despachar.tes, Cnse
Iho R{;~lon9l:dc 4ec.ic nt, AssocJaçào M6di-
• ca, As~oc1açào dQs Cirurgiões Der.tistas
Sindicato dos ~~dices, Ccrs.lho Recior.al
de ,!'ar:nácia e Associaç;::o Profi ssion,11 d::,
IndÚ·triade Cerâ-:lica, que . ,,i:rescntr.r·am
prcpo to.s r.:g stÕes p~ira a . "icvn Con:,,ti
tuiçáo de Mato Grosso ac Sul.
O Secret.'.,i-io ac inaicnto das Enp1·.:?s&s
de T r an s p c r t e s de Passageiros, L u i z C a r l o s
Spcr.cler, ~~!'.;e c;1:•• cx.::t :-- lõ E:r.-,prcsa-
(en'.re Intermunicipais d transpcr e
Aquímica ·não
conveniente-
(l
a dquir!r o "Kr w-h
quetei com o let 4
chg roc
i'•• •, 1 , lo Ir ~ .,
K
~ t•l1!,r'
seus rproar'·nt
la, qu
t: • 1 e: l <
Ur.1 Cu+ r'V r• f
r• !'O!
rio lar,
r • ,ic,
! t,, l .. ,;
pode mat:.r pel r ro 3,000 d
prios ciddos nur nataqu
Ca ;,r C,Jl 11 .. •. n ci0 d,
di•,,., 11> .- 17
Vl::, fi u::a fir:. l
d; Alc•rr;irir,-_ ,:; cj, r.· • 1 q,.,. v1·nd1 ,,
loia pra a fatric,G u c . ases
G.e os que uac"
o estabelecimenta
,t ' ~., r·,o e
a produção de ingredientes quimicos e
tif,~ros. ur.i· bc,lctu:i r,•:;..Jl r·,:.:.E: d,, ;:.e.
pomatica do encontro internacionsl
t r ~ o g:'is vcr.cr.c::-"'i, :·r .. , 1 i z~ ,~,., r.:--. P'lr.
rce ter impelia dc P,ises europeus
bloql!Céi!"C·r:1 ::i fi,b1i:::, lÍbir, •·r• í<:.ibc.:.
to pode ser ris significa:te do qu
p l esrcnte ir, t '; r-rc ,;' p ( r • -, ü ,; ll j _; l ç ão d t
vcn< n0s-o por urr: d i ._ ::C')!' 1 ns • :."✓t 1. Cc,;""
ataque .:.rrcricano e n T!"ipcl i, q~•· Jev'.
quL·d,, cr• ric,i:c- trrçcs rlc. t<-·rror1srro :r:
gado pelos llb:os, a dt=t<::rrr.i~1.:.ção ce
U:r o::. plarios d Kaddafi de utilizar
gás venc no.so nL m;:; eut- r r·1, isto pr,cen,
presentar- tl:r. import,Jr.tt· cfci to d'
cusão scb!"r- a 5iri;, <= o Ir2.qu,.
·Michael Da:by'
osbacher culpa outrn~
aíses pelas atribuições~
omércio orie mericaíl
lei
",F í E
câ-ra
".;to r,
.dr. c.:
::G0 1°
- :, .c·s 1
A Rua :
C;;.nberra- Nas primeiras semanas de janci
ro, u~a investigcção realizada pela RepÚbli,
e;;. Federal da Alemanh~ deixou claro que aC
compcnhias dc produto!ã quimices de Pais não li Sct:r,_ ::.:..i"ic a::ljt..nto de. Tescuro cr:s s,!.~::..-
estavam envc 1 vi das nn construção de uma fá- Mulforu • disse que as re:·orr:.;,.s , ccr.êrica5
br ic,, n;;. Lfbia, acusr:da de estar f'abricznclo ticas ccnsist<:en a ::h:.ve C.ér;r auc: u:- .. rals cê•-'
gas venenoso. No fim de janeirc, o chance _ cnsiga tirrprcvito dc uz estratégica "
ler Kohl acmi ti! que as firmes ::i.1er:rãs esta- auzir- a divida cc terceiro !urdo e seu ser#
v.:m cr.vclvid2s né. coorden.;.ção oa construcão "Um Pais deve instituir pc,liticas cer:e=-~
ao rcrertd;;. fábrica. Gcrhard Vor Stotten- su?_economia, acelerar
O
c.:-esc::.rrert:o, n::i3~
bc·rg. m::.nistro dé.s Finanças da Aler:ré.nha Oci deficits fiscais, fazer b?.ixar a infl~ão,
dc-nt~,, admitiu que a fábrica da Rebta for-;:; iZõ.r ª rep:rtição de c1:,piLal, incentivz..rc=·
d • e i ,,, • xos àc- ir,ves '~n~- - ........... ,..
• !'OJ. ai'! pra pro UZ r gas vencnc SO. gcrz " " uo estrangeiro, privai
' 1 h O • d 1 • • b • t - ª"' sua eccn~u· __,,,
a i man a c» cnta ira nir a expcr açao - -. •~.,a qt..e hojE P<'.SSc:.-:: e:,,t.ar e-,,,-
de tecnologia pz:ra os países ré.clicais de tê.tais e S<::rem setores rr.uito si;bver.cic.,;;.:l~ r
• t, Mies B ' ici a • • • sangria nc o>-c"'""' t d -
ren.e Me@io,e 3onn ir..ou uma investiga- 'Vento e ngo zbrir seus V
- r· 1 - t d ccrnerciai~ ad ; •· • • _.,.
çao cm 14 1rmas a emas cxpcr a oras en; pô- • _.., Dtare.-:i poli~icas ==~ e ·
ter.eia! de competentes qu:imicos para os ex- • r:i um_!"tgir.e oe caxas ac· câ:~.bio"p;_ra c,.Y-c i'
trem is as regimes árabes; além do Kaddafi. q~ali
1
car-se- às va,tage.-is da nc,v
2
es.:r.:i~é;-
Esta sÚbida mud,,nça de atitude teve inicio o~vlda, disse i•:Ulford ac "orldne " a::&:::
nas vésperas dz. i:-ecente ccnferênc a centra dlal de tEl'-visào - • ' 1·- '•
/ oe D· .
1
:: ~ per saceli te, a.;. USll-. 1>c··
armas ql:.Í.micas, realizada cm Paris, e refle .,1"':i g~ dos êl.JA) .
te· a crescente preocupação de co. o Kadda:f' ,:,le:n a sso, creio aue per ser II' p. ;:rf
uLilizaria sua fábrica d- orod1:tcs qliiraicos lu"ltar;c do qtal • ,.
• ' •· os bncgs recisam pzr>
feita pelo Alemães, em Rabta(60 krr ac Su otvta::iecce con,,-
1
·t:u· -
• •-e 1 ::'.I p,cble:na -é!"10 s.:
d Tripoli). Provavelraente, est:e foi uns · • s E:~.:ivt:r -t -
"' !"'c>Sa::'o rn Pé.gér."lCc., to de jur -
dos mo i vos da rEcusa do ex-presidente Re_ acs ac bn.coa -
' pois is ccrrplica e~-
gan cm não suspender um ataque a Rabca. vi-·r--------.:..--.::.=..:::.:.::.:.::..::.....
s,:ndc assim despertar a Alemanhé. Ocidental
OE- SLa apatia sobre o assunto. A dcrrub,.da
dos ci Migs: da LÍbia pelos norte-a::-eric2-
nos fc.i uma m~nrira de arralr a atenção cun
d!~l scbre seu Pnorme receio er. rulação ;
aqt..'siç5o dr armas quimices feita PLlo ins
távl regime de Kadcari.
Err. contrastes à apar nt ind1:-erer.ç dr:.
Alemanha Ocidental e de outros Países euro-
LEIA E as~slNf
"JORNAL Tf
• ·:-;!!!,jCCr
':!D: Rua
A ftUü ::
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• /,lbuqLec
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PREFEIIURI MUNICIPI DE
Lei Municipal n! 856 /89
,,1 ftll.'rl·.~ _t!!_l_':fl.l'lO l·.M 1'.l OI. _{l_!!,!tlO DE_l'I.!!.'.!_
-[Ji -;i-·,,.. ti( br'I n r'1 vov. ... c; 1c. rJ· Lei N 769/
4e OE d Abril-de 19/6- "Doação",
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AITIC.0 19- Tt1rrH. :;ir <l<'llo II Lt·J fl~'/ú')/86.
o a Ar d 196o, que autoriza O Ex,
•11l tvo Mt1!1lt· i "" l ,1 dn;,r• urn lot, e]( lt rr·.,no
rbno loc lizado nc Boi r·•·o Antt,niu '.JofÍl,
b NA 38 d 1 Circunscrição, me'indo
1x 3G m?, ;', lpr,j:1 clu Evanp lho Qu, drang~
l ·•r.
AHTICQ-22 - l·.:.1 il L., ! c,r t rara er vipor· nil d~
t· dt Su'1 publ ic-;,ç;-;0, nvopr1d·11· ar· d!src,si-
cÕt ~- n, contrario,
iWla Vi~:t:•-MS, l~• clr junho dr· 1.9(,
0
•
t.osc-n Mt•dtií'l!' d Moraes-Pref, nicipal
lei
G DINFTE DO PREFEITO EM 13 DE JUNHO DE 1989
Dispô sobre a denominzço de vias Pübli
cns ·e ctii outrt-~ pr·ovid('ncíns.
A Ci°rnr1r,, Munic ipnl ck Bela V1!'1 n, Est;,dc,
ae i•,dto Grosso de Sul ,,rrovcu e promulo a
s gu i n te Lc i :
ARTIGO 1- Fiem: aim denominadas a Vias
PÚblic.-,s nc lt>1.;rn,pr.tl• Neve, Hori::c;ntL':
A Ri.:a s<m d(•r,0n in:.ç:io na qu,•c'r!'I O~• cem
rcmÚ1L'sccnlc elo Lot, 8::, fica as!:.i11 dcnomi
n~dú: Rua Pro!'q Ct>r.Cl ição Ran.os.
A Rua sc·m dcnonr.'.nr:ção né qt:adr::i 01 e O;,>
ccnrronlando cc,w Chácara do Sr. Frznciscc
de Albuqt..crquc Mnin, fica as~im dcnorn~nadé!
Rua Mário B::it t.i l;-,ni.
A Ru::. sem dcron,innção !'ln qu.c.dra .01 e 02
lotc::irn,r.to Novo Horizcnte, fic.:c. a$Sim dcno
m:nada Rua N:c0medes Arcco Ortiz.
APTIGO 22- Ficn o Chefe do Poder Ex~cutivo
autorizRdo a mandar confeccionhr ª" plac&s
de denominação para as cit&das Ru2s.
ARTIG0-32- Esta L0i entrará err. vigc,r na da
ta de publicação, revog2dns as disp0siç;es
er; contrario.
Bela Visla-MS, 13 d~ junho-de 1989.
Edson Me~elros dL MorEes-PNf. Mur.icipcl
lei
M<•r'vlroi df' MoriPr,
fl<•lt,1 VI t l a, Etado d
P r, fr i o
r1:, to
GABINETE DO PREFEITO EM 13 DE JUNHO DE 1989
DiEp;c scbrc a rcgulorizaçic de Acadc -
-:las C' e,,rid.c:des EsportivD.s.
í I l {, j
AHTlGO ;>L Í. cor.!1;11 ,.,
i',rrtlcl'lar, prcJ ,JJ7•,(JO
e:,, I·npor-· , fqc,·t•1<;f<J.
por inicl11tiv·• prlv1".l,,, r (l_rrJ:q•' :o
volvlrnr·nlt, (l', .• ·;tivicJ•,d<:· cl·,'t,lf'i
for r:, elo /, r i i-o '1 cJ1·'J a l
ro cJ< Orien ação l·i!,IC . C.ub<~, Co:.rhni
nior;, l!Ó <·ln, Cl lnic,,.; , • f '1 ic,,, ;:, c1, -
ddes Civis de Caráter i-:5ptrl 1 vo cJ, '.i1r. 11~
res) .
§ 1•- No CUJO dnn CltlU(f'i, 110 toc:Jr: < n:·
:d ividades no abranLdns pelas norr· Dr.
·pcrtivas estableciduus prlus· Federaçóet
1)1•:.port lv :,: Ecolintas, ulat ,.,. Glr ·1 t !
cns, Musculação e Similares;
§?"- Em 11ipÓ1t :," ;-iJgumH podc•rÜo nL
1
.,•.··
bel·cimentos se dedicer a formçáo d• Pr-n
fessoros, instrutores e Auxiliares d Ensi
no, nem cnns<')'Ut·nt<'n.r•r,lc, rxpPdir· 01pJor:•;.
cc..m e:sas d nomi nnçÕer.
ARTIGO 3 - O:, e: t.,bclt,cirn<·nto:, p.11'1 ir•ul."l
rcs <~pcci::ilizr,clo..; 1-;-~Edt.cac;rio F'Ísic-,, F.r;
pcrt•· <· RPc1c·aç:Ío flcam sujeitos ·,e ficp!:::-
1.r·o r a oriPnt.,çio norm,liva d, C.M.f'.(Co
miisi'io Municipal ct1.. Esr,ortc).
ARTIGO 42-Para fins de organização e fun -
cion,,m<'rto,
05
"sthbnlPcim<nlos r:-,r-ticL:la
res ~o Educuç;c Fi:::lca, Esr,orle e Rccren
çno sno classif'icados err:
0.1- De Ginástica
ntividadP de Alaqur e Defesa .
Mu:;.culaçZtc
Dança
Yoga
Natnç:'io
outras atividades compreerdidas no
c~rrr.o da Educação FisicE, dos Esportes e
Rccrcaçãc.
ARTIGO-5°- Os e:;_t:cbelecimentos r:c.rt icula
res especializados cm Educação Fisi~.1. Es
pcrte e Recreação ficam sujeitos ao reis
tro obrignlÓrio nc C.M.E.(Comissão,de Es -
·porte), desde que csteja~enquadrados em
um Oü muis it6ns de rt. 4°.;
§ lº- PeriÓdicamcnte a C.M.E (Comissãc Mu
nicipé,l de Esportes) deverá svpc·rvisionar
o cumprimento das normas previstas no pre
sente projeto.
~ - O Supervisor d2 C.M.E. d€:verá ser
um Rrofessor licienciado em Edt.cação Fisi
ca.
fRTIGO 6º-A ccncessão do Registro do esta
belcc!mento fica condicionado~ aprovação
prévia d,.s respectivas instalnçÕes pt>r ins
pcção Técnica procedida pela C.M.E.· ae
Bela Vista-MS.
ARTIGO 72_ Toco estabelecimento tera obri-
-----
g8toriam<.:r.te, um Professor em Educação Fi-
sica, 'd0vidamcnte_regist::-ado nc c·.M.E.(:.1-
nistério de Educação e Cultura) como Dirc
tor-Técnicc responsável pelo Registro e
funcionamento do rLfcrido.estabclecimenéo,
qualquer qt.:e seja a entidade o_u pessoê. ri
si cê. m.:;n te dora ..
§ 12 - A vinculaçãc do Diretor-Técnico
dos Professores ac estabeleci~ento é a
• o. 2- De
0.3- De
0.4- De
0.5- De•
0.6- DP
0.8- De
A câr:,ur2 Municip, 1 de Bela Vista, Estado
<.:, Mato Gosso do Sul, decreta e cu pi·omul
·r• '1 seguinte Lei:
A TIGO 1º-0s estabelecimentos pErticulares
!:'J?Pcial: zados cn: Educnção Fi sicn, Esr,o'rte
º~crcaçãc. sediados n0 ~uniclpio de
e
vista nas Leis Tr~balhista;
§22- O propr,ietário do e!:tabelccim~nto se
for profissional em Educação Fisica, pode-
rn
PODER .JtiDJCIÍJH') D(, E.TADO DE MATO GRO..,S
DO SUL-Cu:-'./h';/, D·: r,H /, V fS'f'i,-'.1S,
Edital n! 01
: • f ~ , 1 . I} z
ri te , : i: f ·, ! :· or
1
J", . Á "r •• ? e '· 1.J' -
1e 'Vista, :.' : C Mo G:o «o do ul,1'
for ·rr , ~, 1 _ • 1 , (. ' e ...
lo, Prl'._1dt··.1, , .
XI Concrsc, p:a
n~~.:.· Co:. r rc: 1 .r
j r .. ·tr·uç0 -~- • ":..,
• f 1 , • l r, .. ( d v • • >
• ) : r. ; ,·Jt; 1 i
' ( ' j t ' !" ·1 J { :.:. i 1 "/.
coes das provas dc concurso supra-rferi
do .
l - DEZ E ± !· : .L '
d i :, 2'J • j ; •. (
12:CC heras:
: , ; ( : • ... t - 1 ( t ! : . f 1 "1 •
1 (
2- LCC/,L
!,!::i. proves sra taliz 3s i,• scci
Estadual d i II Graus ±:tu o.iv
tutt.d· ruu ,rãc d M.a ,..,,..,
de.
3- Os cand.atos : vrruo
Bela Vista. 13 e•
VILsm:. BERTELLI
(J t,
l ~ .. • C l ')
tar-Sl', r.o loc,,l ao cu:-:cu:·'-'c, cc r ;,: T cr
d@reia, munias d lpis, bcrracna, can_
ta esferorátice azul ou preta, acure-
to de: id-:ntlcadt: r• e•:·:.· j J:-;o '1C c;!r:;.·
1
r tr
err. caso de al tt ração e, nví.t. ~- :-.c:r.. ;L..r
as O:O0 horas serão ;ch+dos os p
de ingr-.e..sso nc• lccél .. : .. 1s '< v'•s.
4- No será aamitidc sal- a ore
o
hcrário e abelecido rc item nter.or.
5- Durante as provas, no sru per
tido o use de livros ou Códigos, de c al
qver especie, c dc macuinz calculadora.
d<: 1.389.
JUIZ DE DIREITO.
Quando termina um .sonno ... Começa a rea ida e e/só~
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PREF EITURA MUNICIPAL OE CARACOL -
CONCURSO • PÚ.fÍLICO - EDITAL • 001/89
Dr. Iro MArb a da Silva, Prefelto Municipal de Caracol
i toado de Mate Cr o do Sul, faz publlo, para conhecl_nto,
do Interes ado que e /tario abertat, no per[odo de 2$ a J0
de Junuh d 190, Inscrfçies para o concurso publico des! fna
lo a lr tonar candidatos ao prof nto efetivos, rfado pe
l I Ld ,., /01/>7 tl<- lij,()/,ij7,
CAP[«/to 1
Do CAs O/LI0_1O 9CURSO
O ,tos ob]e os do concurso, .,t'U!li 'IUdntll!Hlvos. t:10
o catantes do nexo l th•u,• l"dltal.
N!RIO.II
IA± CM4OE!
I- A Inserções serio recebidas, dlarlaente, no Jwrfodo d<'
JS ,l 10 c1• Junho de 199, no:t hor,Írlos d,,J 08:00 us 11:()0 d,,s
)t,:00 na 17:00 tiorn11, nn AI/, l.lblndcJ F<•rrPlr,1 IRltt.•, nQ 251,
e, nt ru - Cuacol -~1$.
2- São r -: d!iltf'ls por., o ln~n•i.so , .. , cnry.o <'Í••ttvo:
2. l- St.•r hrnni l1•lro;
},'}- St.r I dor de 18 e
to das Inscrições;
2J- Estar qu!te com as obrfgçôes eleitora!s e nIl!tares;
24- Cotar de boa saúde;
2,S- lt••HH.:lrnJ ,1at.1 rio C'l1Cdr:t~l•nto d,Vi lnr.crtçÕes, o n(vc-1
dt• l'SCOlJrld,1dp l'/ou h:th!tlli,..lo pruítt.slonll e dC"r.:ials quallfl
caçoes ex!g!das para o exerelcfo do c:tn•o a que concorrC"r, 11
S,lbrr:
2.S. l- l',1r,1 ,,.. caros do grupo I- Ma!stérto- Classe Especial
2.';.1.1.- rroíl·r.t•or r-1, curso dt.' hnbiltti1çJo C'O na81Stirlo -
cor: duração de 3 anos, e/ou Logos;
2.5.l.2.- Pro(P1iwr t1-tl, curso dr hnbllttaç:io C'Cl r.in~lst~rlo,
cor duraio de 3 nes e Especialização;
2.5 .1. 1. - l'r..,h: •:or P- l 1 I, curi:o t:up1.•1· lor con 1 icl•nc laturn
curta;
2.5.1.4,- Profesor P-V, curso superior coa licenciatura ple
n.,;
2.5.2.- Para os aros do rupo II- Apolo Adzin!stratIvo
25.2,l- nico em contabilidade, curo d.1 h,tbllltnç,io t!::I
contabilidade e/CRC; classe "G"
2.5.7.2.· sistente ad!nfstratIvo, curso de 2? grau conple
to, e 1.1!- ,, "f'';
2.5 . .>.J.- ,u~Ui:u de contabll1d11de, AlLlllnr de tributação ,
Au.."Í.ilLn Jdi:llntr.trativo, Au~ilt.,r de• tcsournrl.1, curso de 2~
;:rau co:.pltto, c1a6sl" "D";
2.s.2 . 4.- Secretária, curso de 22 grau copleto, classe "E" ;
2.5.1.- 1'.1r,1 os cargos do grupo lll- Serviço de Natureza ris·
cal.
2.5.J.l.- FIscal de Obras e Postur,,s e Agente Fiscal, curso
22 ~r.1u CC'..,plcto, clnsst! "D";
2.S.4.- rarn os cars;os do Arupo IV- Apolo T~cnico
2.5.l.,l,- lTifcmeir::i, curso 2r gr.,u co:ipleto,clnsse "D'';
2.S.S.- Par,1 0:1 cnrgor. do ~rupo ' - Serviço;, Ata.xill.:ares. ela~
se "A'e "
2.S.S.1.- MotorlstJ., Operador de ~t.lqulnn, Rcct.•pclonlstn, Tele
fonlstn, Au.,illar de Enfel'T.'.1gcc, Continuo, Auxiliar d~ Scrvt7
os Gerais, Servente, Auxiliar de Operador de Máquina, tecan!
co, A1.L,lliar tle H;:-cÕnico, Zelador, ~:1:rcndclr.1, ttlf.1betlz~ctõ
co:n hnb! llt.1ç~o profisslon.1t.
2!6.- O servidor público federal, estadual ou r.:unlcip,11
1
que
nao pretender ncunul.1r o cargo a que concorrer co:i outro de
que Ji srj, ocupante, n.:io t:st.i suJ<"lto Jo llr.iltc :.ii."<.ir," de 1-
d,1dc qul! tr.1t.1 o sub-Itcn 2.2
3.- Para nscreverse, deverá o candidato preencher e .,sslnnr
:i fich.1. ~e ln.;crlç,10, que lhe ~er..1 fornccid.1 no locnl, qual
dêcl:ir:,ra pvsc;utr todos os n·qulsitos cxlgidos pana a investi
dura no caro .1 qul.' conc<;rrcr, bt:•:'l assin que conhece e accttã
coo val!das as dispos!ções deste Edital que rege o concurso
coo n:- .lltcr.:ições posteriores, que reger.lo o co:icurso.
J.1.- A inscrição deverá d feita pelo porto candld.1to,•Tlão
sendo ad"1ittda procur.1ç.10;
3.2.- ~o '!to da inscricão, o ca:1.didato dever.ia.presentar:
3.2. l.- Cedul:t de ldentid.1'1c ou C.1rteir,,1 Proflssionnl no seu
ort~inal, que após conferêncin scr-lhe·.i devolvld.1; '
3.2. 2- Co=pro,•a.nte do rccol~l.::ento da t.u.,,1 de: inscrtçâ.o, :-e:
diante original dil via do DAR.:!, fornecido pela Prc(eltura. :ru
nleIpal de Caracol-MS,_no valer de NCZS 5,00 (eLnco cruzados
novos) correspondente a refercncin d,1 classe "D" "E" ''fº
11r;•
1
e clnsse ~spccla!, e SCZS 3,00 (três cruzados novos), cor:-cs
pondentc a referc..nc1n da cl:1ssc "," e "B".
4.- !lo ata da lnscrlç.io o c.:1n..!l~.1to receberá, r.ratuit.1oentc ,
Junto CO"'.l o comprovante dn ii1scriç:io, u;::a folheto contendo o
texto deste edital e o prograa do concurso, Co:l descriç.1o
das r:,.atcri.1.s dl! cado rro,·a escrl !·" que ~everá prestar.
5.- Encerrado o prazo de inscriç::io, sera publicndo co Edit,11
., r<!lo.;-Jo nominal dos ;nscritos, c:i ordco n.lfo.bêtlc,1.
5.1.- O c.:mdidatc podera recorrer, no prazo de OS (cinco)
dl.H a contar da data da publlc.:u;.10
1 no Prefeito ~~nlcip1l
contra a omssao do seu nome da Ustn de inscritos.
5.2.- O rt.!curs~, n nc-r ,1presentndo por escrito n;.1 S{'cretarln
de Adntnistração, situada no Paço Municipal, à Av. LI!ndo
Ferreira Lette ng 2Sl, e-: Ca!.ocol-~, nos 'horiirios das 08:00
n~ 11:00 horas e das 14:00 :1s 17:00 hor,l!i dos dlns úteis se
ra dí'cldido e:, igu.1! pr.1::!o ãO ir.dtcndo no sub-{tt:n 5.1. ' ·-
5.3.- A_data, o horario e o local ondt! se renliz::irão ns nro
"?2Z?"!""as+, +rravs e ·atnt, +s d«certas ·'ira
CAP !n;LO l ll
DOS VALOR!:S_1'~ RE 'l'l.E:lAÇÃO
1:.- Os valo:-e, e!..: v~nci::t.>nt.>s ccn~.11,, corTcspondcnte à rcfe:
[;"Z,l", " aressrta tunetens1 o»teta ás concurso, is s se-
l. I .- P.tr:t os cargos do grupo I- Magistério- C1asse E.spccin!
L l. l. • J>r-,fcssoc P-1 • 'CZS 170,9
t.1.2.- ?rt,iessor P-TI - ~CZS 2!.!.,2:J
1.1.J.- ?ro!'essor P-III - .C2$ 252,3!.
l.l.t..- Pro!'essor ?-· - !CZS 4SS,L.0
l.2.- Par.,:os corsos do grupo ll- Apolo ndn!nlstr.:ittvo
l.2. t.- Classe
11
C" - NCZS t.8 ,40
1.2.2.- Classe "F" NCZS 201,50
1.2.3.- Cl.,ssc "D" NCZS 162,80
1.2,.t..- Clnss-c "E" - NCZS 187,22
~;t- P:i.r,'l os cnr;;os do gru;,o lll - Serviço de Natureza F!s -
1.l.!.• Clo~se "D"· '.;cz5 162,80
1.:. • - ?ar.J e~ c..irgos do ·rupo rv - Apolo Técnico
l.Z.,l. Clr:!i::e ":>" - ;;-czs 162,SO
1.5,-Para os cargos do grupo V - sc:-viço :au.'(illar
;3;7 risa, sera&r &e iáuta - c1asse "F" - czs
l:5•
2
•- Rrc.cec.tcni:tta, t~lcfon!st.1, ::ru:,,1l!nr rlc. o cr.t1do ..
iqu!na, ecinteo - classe "B"- Mz 122,1 P r r de
1.5.3.- A7xiliar i.!! c:,.!'e~_<::J, c:.ont!nuo au.xilinr <h.• sc:-vt -
Ç0!3 t)cr.a .. #, servente, auxt!tar de zeZnfe 13 ...
deira - classe "" - kczs 105,82 , zelador, reren-
CPITO I
DAS t ,t!J"•,5 f3CJ,.[üS r DOS Tí::t.1.05
1.- 0concurso cri de provai e título para todas as ca:ego-
rfa funcional.
2.- MA provas r!tas, a que erio sut t!dos os c!dato
"'' pt vierrtto tios cart,'.10 relactc.·.1..!ot ; ,,., ') l, e- ""YfE.•(• .-t, •
rio as seguintes matérias:
2I,- Para o caros do grupo I - Mgltérfo
7,l.1.- hovn 1•• e •11.,cta«•nto J,'l!r.tl• E:•v,J,., .. ndo 11.1tPrins e
1 ncntlc1Js r1J ,Jf(!,I fr.c·rf'lllt 11 catr·.• r1 .. fu.,clonJl.
2.2,- Para os cargos do grupo II • Ap d·1 A! Jnl,cra Ivo
2,2,1,- Prova de prática em dat!logra!ta;
2.2,2,- Prova elementar de portugues;
2.2,3,- Prova elementar de matematfca,
2.),- Para os caros do grupo III - Servlço de Natureza Fiscal
2,3,1,- Prova de noções da área de atuação especlfla de ca
da categorta funcional;
2.),2.- Prova elementar de português;
2.J.3.- Prova elementar de matematlca,
2.4.- Purj1 01 coqtos du Kfupo lV - Apolo lt'cnico
2.44,1, Prova de noções da área de atuaçio especffea de ca-
da c.ttPporla functon,11 i
2,4,2 ... Prova t•lt>l"lent,ir
1 . .t..J.- Prova C'l,~""t•ntnr
2.S.· P.1ro os caros do
2. 5. 1 . - Prov n de noções
<l,t c,,tt .. ~orin func!onnl.
J. - As provas escritas versarão sobre o conteúdo da& o.1tP
rfas indicadas no programa do concurso, que será fornecido
no c,rndidnto no ato dn fnscrlç,qo
4.- A provn de prática e~ dat! logrnfln scrii prestada so:,-ente
pt•lo'i candld,1tos aprovados nas provas escrltns para os cnr -
~oq do grupo 11 - Apolo Ad111Ínistrativo.
5.- , ,1vnllaçâo da prov.1 prática en dotllo~r11fia for-se-.i na
f'~c11 l., d,• lC'ro 11 cera pontos e s ricnte serã hnbl ti tildo o can
dld,1to ê;ue --obt tvcr o n(nlno de cinquenta por cento.
5,1.- Será cón~lldc•rndo hnbllttado, por nproxl:noção, o candl
d,1to que depender de ::ité O,S (rtelo) ponto ptlra corpletnr o
1:dn!r.o exljtido pt1r.1 a h:1bl l lt,1ç,io.
6.- As provas serão avnlt.1d.1s pela l'Cpresa prestadora de ser
vtços contr,1tnd,1 pnra n rc,1111.nçÃo do concurso.
7.- A av:ilJnc;:ilo d,15 provas cscrltn.s far-se-ii nn escala de ze
ro ., Cí'::l pontos cada una, -
7. 1.- As prova!:. ('sci--lt:-is só.o clininntórtos no seu conjunto e
r. ... ente será h~!lllltado o candidato que ot>tiver de cinquenta
por cento dn r:wdia <10s pontos atribu{vcis l1 esse conjunto .
7.2.- Ser.1 considerado hnbllltado, por aproxtação, o cnndi
d,'lto que depender de nté O,S (melo) ponto paro corapletnr o
r:lnl~o <•x!gldo para h,ihl 1 ! taçiio
7.3.- Não será admitido recurso contra o resultado da prova
ou do concurso.
8.- Os cnndidatos prcstnrão provas na cidade de inscrição
e data, horário e locols que ser.Jo publlcodos ern edital.
8.1.- t>urnntc- n rcallzaç,Ío d.1 prov.1 não será pcr:iitidn cctn -
r.ult.:t de qualquer espécie ., livro, caderno, folheto, revista
apostlln ou outro tipo de nponta:::cnto, be!!l. COC'o o uso de oâ
quinn calculador.,.
8.2.- O candid,1to que dci;,car de co::iparecer a qualquer prova
ou p.irtc d"ln est.1rii nutom,1tlcni:cnte cll:iinodo do concurso.
9.- O candidato .1prcscntará, no local de inscrtçâo, no per{o
do de OS à 10 de Julho de 1989, os respectivos t!tulo9 aco::l-=
panhndos de relnçao co que est.1rá descrito cada uni.
9.1.- A relnç,;o n que r.e refere este {ten constará de for-=.a-
1.;rlo próprio, que será fornecido ao c.1ndldnto no loc,11 de
fnscrlç.io, no ato dcstn, n ser prcenchldo coe cópia, corbona
da, que lhe será devolvida, cor.:o recibo; -
9.2.- Os tftulos de Mestre e de Doutor, para que possai:i srr
aceltos, devl'r.io estar aco::.panhados d.1 lndlcaçâo do .ito de
rccon~v•cir.-.~nto do rcspcctl•o curso.
10.- Os títulos serão avaliados na escala de zero a cem pon
tos.
10.1.- A m•,1ltaç~o ser:Í efctunda pela err:presa prestadora de
serviços contr.1t.1d.1 para a renl!znçiio do concurso.
11.- A pro,•,1 de titulo scr.1 classlflcatória, sõmente tendo
os respectivos títulos avaliados os candidatos aprovados nas
provas escr 1 t::is.
12.- São considerac'')s ::{tulos:
12.1.- 0s adquiridos: er f.lcc de conclusão do curso, publica
ç.10 de trabalhos e cinistr.ição de cursos.
12.2.- __ Os decorrentes de ter.ipo de serviço.
13. - ao serao adoitidos co::.o títulos os que constitue::1 pré
requlsito ao c~crc{cio do cargo n que concorrer o cand1d.:ito7
Il..- A pontuoçao dos títulos obedcccr.i aos seguintes crlté -
rios:
14. 1.- T[tulos adquiridos, valendo até 50 pontos:
14. l. 1.- Título de Doutor: qunntldadc, um; valor unitário
20 pontos; valor ::i.'Uii::o, 20 pontos;
l.t.. l.2.- Título de !-!estrc: qu.1ntid.:ide ur,; ,•alor unitiirio
15 pontos; 'ãlor o.i:d:io, 15 pontos; ,
14. 1.3.- Certiflc::ido de cortclus,;o de curc;o de pós-gn1duoçâo
a n{'cl d~ t::l'stra.do ou Doutorado, qu.ando não obtido o tfru
lo de !estre ou Doutor, beo co.~o curso de pôs-graduação a
nível d1! e~pêcf::iliznç.lo ou apcr!cÇi;:oa.I:icnto: quantidade, u.'!l;
valor unitnrlo, S pontos; 'Olor c;ixino 8 pontos·
ll..I,4.- Certiflc.:1do de conclusão de c~rso de cs~cciàlização
~!)erfeiço,11:ento, atu.:illz:iç.âo ou trelnaoento na .ire.). inerente
a categoria fi.:nc ional ,- êott carga hor.iria de:
:~;~•l.,1.- 601 a 800 hor.1s, 4 pontos por curso; cáxlr.o 8 Pº!!
lt..Í.4.?.- )51 .:i 600 hor.:1s, pontos por curso; c.áxic.o 6 Pº!!.
tos;
li.. 1.1.. '.
de português;
de matematfca,
rupo V - serviço Auxilar
do án•a de ntu.iç,io cspí'cÍ!lcn de cn-
tos;
ll.. l.4.4.- 40 a 120 horas, l ponto por curso; c;á..'(i::o 3 pon
tos.
121 a JSO horas, 2 pontos por curso; c.ix.l:io 4 Pº!!
14.1.5.- ~!.plc~o. de conclusão de curso superior de gr.:idu.nção
co::, dur.1çao c{nlr:UJ de oito scocstres, qu.,ndo o.ão for pré- re
quisito para o exerc!cio do cargo n que concorrer o candlda-=
to: quantldnde, ur:; v:1.lor unltârlo, 4 pontos; valor CÍXL:::o ,
4 pontos;
1
4
.1.6.- Co-::provante de .1provaç.;o e= concurso pGbltco fede -
ra.l, c.st.ldu.:11 ou cun!cipal~ .nn área inerente a cat.esoria fun
cion.11, re.Jli~ndo. ha, no CMi::o cinco anos: quantidade, at'e
2; v..1Ior unlt.ario, I ponto; valor cjxit:o, 2 pontos;
I4.1.7.- Coprovante de publlc.nçâo/de llvro e/ou revist.J, so
bre a ~rea_inc.rente a categoria funcional: quantld.1de, atC)
vnlor unltorlo: livro, 2 po:-itos; .,rtlgo, 1 ponto; ,•.:iler :~l
::o, S pontos; • -
14.1.8.-_Cocprovoç.io de- clnistração de curso de extensão, a
tualh.~1çao ou treinn:ento, co::: cnr-gn hor.ãrln o.{nic.1 de 20
horns ef~tiva::cntc ci:11str::idns: Quantid.-idc, ntê 2 po:i.tos; v!!.
lor unitnrio, 1 pont.0
1 valor ::i:Í.X1N> 2 pontos.
!â~-d~:coop;ovação dos títulos ínr-sc-:i oedl.1:i.tc aprese:1t..1 -
15.1.- Orlglnal e fotccôptã do respectivo <!iplo~ ou cert!f!_
cndo nos casos de conclusão de curso;
15.2.- E)te~plar do Uv·ro e/ou rcvlstn, no caso de publicaç.1o
di! trnbnlho;
15.3.- Fotocópi.1 <fa p.igtna do Oiâr[o Oficial que ten.>ic1 publi
e.ado o result::tdo !lnal do concurso pÚbllco, no qual o co:,;di-:
dato, concorreu, e que conste seu r.o::!e entre os aprovados ;
15.:..- Orlgin:11 e fot.ocópia do docu=.ento pc.lo -qual tenha si
do o cnndlt!.1to dcslgn.1do p.1r.1 :inistrnr cur~o co:.:pr-cend.!do
no sub-!tec: 14. 1.8; ,
16.- So c.nte ãer:i ~doitidn, de:cl.1r.1ç.1Õ, eo suhstitultâo de
dl.pl :::u ou certificado de conclu:,.lo de cu:-so, que ainda nãs
tenh.1i:: :::tdo e.xpcrlldo, qu.'lnt!o aco:p,1r:h.-id.1 do hlstÕric.o do
respectivo curso.
li.- S~io serão recebtdos t(tulos f r:i do pedodo oc. dos 1,..-
CAI>!. 'ti) V
DA NOTA FINAL F DA_CLASSIFICA
t.· A nota ftna! de classificação de cada candidata e r
dera a midfa dos pontos por ele obtidos nas provas esr'
acrescido tos pontos dos respectivos títulos, o t
C:r.s candic!iHOA para os cargos d rpo polo A t !t•ra
que seria mdla das notas obtidas mas provas escritas e
pro·,;:a de prit!ca em datilograffa.
2- A lasstftca;ião dos candidatos habilitados eri r
tada pela respectiva nota final, e ordem decrescente
r , ,. J nto1.
),- F aso de epate da nota ftnal, o desempate dar-se·j
ln ona·r-, '"" fayor de ca ... did'lto:
'). L - Ot' r:; J hor nota na prova de conhec l r.-E-n to e s:p
).?.· Do servdor munfc!pal da rea espeelflea;
3.J.- Do scrvlt!or nunicfp.11;
).4.- De ma!or 1date;
1..- o deaer:ipntP e11i relaç.ao aos sub-{tens ).1. ô 3.l..
tuac'o JW}õl co~t1s.io do cCJncurso.
CA>!TIJLO 'I
DAS 01 SPOS!çCE~ GERAI~
I.- O conêulao terá valld•1~e por 24 meses, :1 contar da tau
publ1caçno do ato de: honolozAçâo do SPU rf'SUltodo ffn4l,
s•·r expedido pelo l'Tefeito >'•:niclpol.
1.1- O ato de homologação, a ser publicado em ed!tal,
copanhado das relttçoes n.cr:-in..1ts dos aprovado,, por
de classificação r~ cada categoria fur.cionnl.
2.- Ournnte o prazo de validade do concurso alia dos u:i
rel,tcionodos no Anexo I t1esce edital, poderão ser pr(#"i-"'.
dos, por candidatos hobllitado5,osqu~v1E'rPr.i o v3gar nGjllt•
r!odo, bt-~ coco os que !orer.i criados por l.ei.
3.- F.o hl.,Õtese nenhu.-:i..:J será de·,olvlda a. to1X3 c!e inscrlç.Í.:,
aind,1 que esta venha a ser anul;:ada.
4.-:,jo serão adc:itidos ped!<:os de ir.!K:rlç,~ fora dos Joca:1
lr.dicados no fte::i l do capitulo II, nem fora do perfoto
25 ã JO de Junho de 1989.
S.- Sa. ocasião d-! possP do candid.:ito hat>Uitado que vfer
ser no=.endo, tera ele que co:J.provar possuir º'"' req11i1!:r1
indicados no !ter., 2 do capitulo li.
S.l.- A verlflcaçâo, er.i qualquer época, de dE:-claraç..io falu
ou do uso de docurento falso, pelo CJndi<!ato, no ato de 1"!
crlç~o ou nn posse, lwport.ara r..a anulaçõ.o da1~el:i e, e: e-;:
sequencia de todos os atos d<'la decorrentes, se-:: prej .. {:~
de outros proccdi:'lcntos leg.1.i~ c.,!){-.·eis.
6.- A 1:0.~eação dos aprovados ot>edecerá rigoro,a e exclr.uf~!
mente a ordec de classificação dos concorrentes a. cacfa u:
go.
6.1.- A posse deverá ocorrer :,o prazo c1e 30 (trinta) dfa
a contar da no~açao.
6.2.· O candidato que_não se aprêsentar, no erazo inr:Hu!-;.
para tomar posse e nao requerer
I
em teo~ habi 1, pror:-c;..i·
{"?./""t prazo. terá a reipettva nea;ão toradi se= °
7.- Os casos oolssos sc-rão rcsolvlr1o5 pelo PC'e!'elto ~-::~d·
pal, <;?bse.rvndas as norn.1s let,tais e regul.::1.=entml!S aplL::,Ío;th
,1 espcc1e.
CAR.COL, 08 de junho de 1989
PRSFElTIJRA 'l!P.,lCIPAL DE CARACOL· MS
DR. CIC!:1!0 RAR.~OSA DA SlL'A
PREFEITO XUN!C!PAL
ANEXOS "1'
QU,UiTll:ATIVOS DE CARGOS
GRl:?O l - MAGISTÉRIO
Hn.gistério
GRUPO II -
APOIO ~NtSTRAI1VO
~ Técnico de Contabilidade
• Auxiliar de Contablll~ade
- 1ssi.stente Ad~lnlstrativo
- ,lL,illar de T-r1butaçno
• Awtll!nr Ad:::lnlstrattvo
- Aux!11ar de Tesoure!ro
Secretaria
GRUPO 111
• StRV1CO DE NAI1REZA FISCAL
- Fisc.J.1 de Obras e Posturas
• Agente Fiscal
CllL1'0 LV • APOIO ttcxrco
- Enferneir-a
C;tlJ?O V • SERvtcos AUXTLU,u:5
- Motorlst.:,.
• Operador de !'Gqulna .
Recepcton!st.a
- Telefonista
• Auxiliar de :.'.,~fo:-:.,oe::,
- Contínuo co
Awt ll!ar de Se •
- Servente 'Tv!ços Gera!
I1ar de 0peradr
lecnnlc.o de. H.1.quina
AgÍI!ar de " "
Zelador-.. ec.1n1e:o
Merende!-
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füil ~ ~ ~ CERA!lo. AIE1''DD!EN'l'Q cai CJ,ft t'-l t
~ VAS D! AQIJ!llAUAliA FQ .
• • :ili. l4l • li.Só".
.... lttl.10 ,U.vts Oi! Al;!UDA
• DiPREsA.,uo E PECUAR! S'L· ,-
RUA 1 -61,. COAAi:A S
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lH I.A Vf';TA
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ot
o DE LEI NO _005/9
_VEREADOR 1oGE_ nE_SOzA ROSA
., )'/lr. <'.()flkl· / IH'GIILJRl Z/Çi'ÍO J)f. /CJDEMl/S li l'N
s ESPORTIVAS".
j iara Munfelpal de bela VIsta, Estado de Ma-
r0osso do Sul, Decreta e i'l1 promu1 go n nt•r,d.ntc
1~ On ~ntnhclcclmcnroo pnrtlculnrca enpccJn
los em Educação Ffsfen, esporte e rucreaçao,se
± no Munfc[pfo de Bela VIta, nó poderão fun-
r e oranfzado d acordo com as normas pr
tas neta Lef.
, 22 - f, confd rado Estabel cimento Particu -
Especializado em Educação Ffsfca, eport e re
çiio, rodo uquolo quo, por JnlciatJvn pr!.v11d11-;
led1que no desenvolvimento das atividades clos-
lctHlns nu fonun do /ln. 1,~ dcntn Le1. (/cndemio,
tro de Orientação F{sfca, Clubes, Condomfn1os ,
Clln!cn11 de Estéticn, Sociedade Civis de
esportivo e similares).
$ 1! - No caso dos Clubes, no tocante uu otivi
,s não nbrongJ dns pelos nonnas desportivas esta
lrcldns p •lns Federações Deaportivas: EGcoli-:
, Aulnn de Ginástlcas, lusculação e similares;
l 2g- Em hipótese alguma poderão tais estabclc
entoa se dedicar à formação de professores, Lns
tores e auxiliares de ensino, nem consequente -
te, expedir diplomas com essas denominações.
notar ±, ART. 32 - Os Estabelecimentos Particulares espc
icddo 11,;1, µlizados em Educação Física, esporte e recreaçãÕ
·•t ra:n sujeitos ao registro e a orientação normati-
1
--.. tal, 1 -
por ,. da C.M.E, (Comissno Munlcipol de_ Esporte).
:. ART. 4? - Para fins de organizaçao e funciona -
.. ~ do, '-tto, os estabelecimentos particulares em Educa -
""""l FIstca, Esporte e Recreação são classificados
de Isr;' 0.1- de ·Ginástica
1
dos :· 0.2- de Atividade ele ataque e defesa
per{:; 0,3- de Musculacão
O. 4- de Dança
que v!: 0,5- de Yoga
r t,· 0.6 - de Natação
ra;is h 0.8 - de outras atividades compreendidas no cam
tio ato!!. da Educação F!sica, elos esportes e recreação. -
ART. 59 - Os Estabelecimentos Particulares espe
llizados cm ~ducacão Física, Esporte e RccreaçãÕ
an sujeitos oo registro obrigatório na C.M.E
lssão Municipal de Esporte), desde que estejam
tr1ntal , quadrados em um ou mais Itens do /rt. 4!!;
! Onico - Periódicamente a C.M.E. (Comissão Mu
o Jndl. l'lc!pal de Esportes) deverá supervisionar o cumpri
'd~~~-, nto das normas previstas no presente Projeto. -
1a " ART. 6? - A concessão do registro do Estabeleci
feito.· Jtnto fica condicionada à aprovação prévia das res
•• tl!s ,pJicr )te tivas instalações pôr inspeção técnico procedi-:
lpela C.H.E. de Bela ViGta- IS.
ART. 7!! - Todo estabelecimento terá obrigatorio
ntc, um Professor cm Educação Física, dcvidamen-:
registrado no M.E.C. (Minist6rio de Educocio e
ltura) como nirctor-Técnico responsável pelo rc
stro e funcionamento do referido cstabclecimen -
, qualquer que seja a entidade ou pessoa física
ntcncdora.
§ l!! - A vinculação do Diretor-Técnico e
ofcssorcs ao Estabelecimento é a prevista
is Trabalhistas;
§ 2Q - O proprietário do Estabelecimento se for
ofissional cm Erucação Física, poderá atuar como
retor-Técnico.
:: DO FUNCIONAfltNTO
t, AAT. 8Q - Urna vez concedido o registro, o cstn
heleciento poderá funcionar enquanto satisfizer
e:
11
normas baixados pela C.M.E. de Bela Vista-MS.
•' ART. 9!! - li pnrtir da vigêncin da presente Lei,
:· li::entc os profissionnis registrados na C.M. E. de
:' ltla Vista, poderão ministrar as atividades previs
no Art. 4!!. -
ART. 10!! - Os Professores dos Es'tnbelecimentos
: ~rticulares em Educação Física, E'sportes e Rçcrea
0
poderão ter auxiliares em seu trabalho, desde
~e os mesmos sejam registrados pela e.X.E.
Are. 11!! - Esta Lei entrará em vigor na data de
illi.
1
publiêoçào, revogadas as disposições cm contrã
tio •
Salo das Sessões, 08 de Maio de 1. 989.
,--.---------·----------·-•r--·--------------------
.. !U:CER N!! 005/89
OR: COMISSÃO DE FINANÇAS E ORÇAMENTO
r A Cocissào de Finanças e Orçamento da Câmara Mu
.• licipal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso d
': 1111, examinando atentamente o Projeto de Lei n!!
"?- Executivo Municipal - "Dispõe sobre auto-
i. zacao ao Poder Executivo a adotar a contratação
Pessoas por tempo determinado e dá outras provi
netas".. -
A Cocissão, após estudar atentamente concluiu -
• que o referido Projeto fere a Constituição Fe
ral, e seu ART. 37, item IX.
Considerando ao exposto, opina contrário à sua
rovação.
Sala das Sessões, 29 de Maio de 1.989.
JOÃO KALHE
Presidente.
dt4da ,
'tova
o
tu,,
ecrtt,,
à
dos
nas
A."ISELMO LOPES
Relator.
MARCELINO CISSIO B. ACIOLI
l'!embro.
PROJETO DE 1.1 l ,o 00"}/ll'J
/1IJ TOR: VEREADOR MARCELIN
"pISP E. OBRE A DENOMINAÇÃO DE VIAS PLICAS
DÁ OUTRAS PIHlVTOrncrAS".
A Cara Municipal de Bela VIst, Estado de la-
to Groa.o do Sul, aprovou e promulgo a seguinte
Lei:
ART, I? -- Ficam assim dunom!nadas as vias piblt
cas no loteamento Novo Horizonte:
J !lua sem denominaçüo no quadra 02 com rer-anes
ccntc do lote 85, fica apsfM denoml1111d11 hu Profs
oora Conceição R11moG, -
li Ruo sem dcnomlnnçÃo na quadra 01 e 02, con
frontando com a chácara do Sr. Francisco de Au -
qucrquc Ma in, fica assim denominada Rua Mário Hat-
tiloni. •
li Rua sem elenomJnncio na quadra 01 e 02 - Lotea
menta Novo Horizonte, fJca assim dcnominndn Run Ni
comedes Areco Ortiz, -
/RT. 2Q - Pica o Chefe do Poder Executivo auto
rizado a mandar confeccionar as plncns de dcnoulnn
cão para as citadas ruas.
/RT. 3!! - Esta Lei entrari cm vigor na aaca de
sua publicação, revogadas os disposições cr.i contrá
rio.
Sala das Sessões, 22 de Maio d~ 1.989.
'PROJETO DE RESOLUÇÃO N!! 007 /89
!.
CRIA lJl,!.A COMISSÃO ESPECIAL DE ESTUDOS SOBRE A
DENOMIWAÇi'íO DE LOGRADOUROS P0BLICOS E OUTRAS PROVI
Dl:'.NCIAS.
O Presidente da Cãmara Municipal de Bela Vista,
F.stndo ele Mato Grosso do Sul,
FAÇO SABER que a CÃM/RA MUNICIPAL DE BEL/ VIS -
TIi, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso de suas a
tribuiçÕes lcgais,~aprovou e eu promulgo a segutn
te RESOtUÇÃO:
IIRT. l!! - Fica criada uma Comissão Especial de
Estudos sobre a denominação de Logradouros PÚbli -
cos destn cidade, composta de três membros.
ART. 29 - /pós 'a nomeação a Comissão terá o pra
zo de 60 (sessenta) dias para apresentar o re~ult;
do de seu trabalho, inclusive com a indicação de
nomes'de logradouros públicos, modificações de no
mes, substituição destes, e tudo o mais que setor
nc necessário a regularização e normalização da m;
téria.
/RT, 3~ - Fica suspenso o andamento de
os projetos de lei cm andamento e referentes a de
nominação de logradouros públicos.
ART. 4!! - Ficam nomeados os Vereadores JORGE DE
SOUZA ROSA, PAULO DE MELO e SYDNEY NUNES LEITE co
mo Membros da Comissão prevista no art. l!! desta
Resolução, que, entre si, escolherão o Presidente
e o Secretário.
/RT. SQ - li presente Resolução entrará em vigor
na data de sua publicação revogadas as disposições
cm contrário
Sala das Sessões, em 08 de Junho de 1.989.
JUSTIFICATIVA:
Há necessidade de se normalizar a denominação
logradouros públicos de nossa cidade, uma vez que
existem muitos sem nomes, com nomes em duplicata,e
nomes que nada representam.
todos
------------------------------------------------
PORTARIA N!! 009/89 - CÃMARA MUNICIPAL
CARLOS ALBERTO OCÁRIZ, Presidente da Câmara
nicipal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso
Sul, usando das atribuições que lhe confere
Leis;
RESOLVE:
Concedér ao Funcionário HAROLDO BRAGA CAVALHEI
RO, 03 (três) dias de licença para atender intcres
ses particulares, a contar de 14.06.89.
CUMPRA-SE
Sala das Sessões, 13 de Junho de 1.989.
RONEY MORAES SIMÕES
lQ Secretário
----------------------------------------------
PROJETO DE LEI NQ 001/89
Mu
do
CARLOS ALBERTO OCÁRIZ
Presidente
AUTOR: VEREADOR MARCELINO CÃSSIO BIGLIA ACIOLI
"DISPÕE SOBRE MODIFICAÇÃO DE DENOMINAÇÃO DE VIA
POBLICA".
A CÃMARA MUN,ICIPÀL DE BELA VISTA, ESTADO DE MA
TO GROSSO DO SUL, APROVOU E,EU PROMULGO A SEGUINTE
LEI:
ART. l!! - Fica assim modificada a denominação de
via pública:
A Rua Ricardo Loureiro, localizada no Rairro
Primavera I e IV, passará a denominar-se Rua José
SimplÍcio da Costa Marques.
ART. 2!! - Esta Lei ~ntrará cm vigor, na
de sua publicação, revogadas as disposições eo con
trário.
Sala das Sessões, 03 de Abril de 1.989.
data
------------------------------ ~-----
PARECER NQ 015/89 '
AUTOR: COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO, JUSTICA E REDAÇÃO
FINAL.
~ omissão de Legislação, Justiça e Redação Fi
nal da Câmara Municipal de Bela Vista, Fstado de
Mato Grosso do Sul, examinando atentru:iente o Projc
to de Lei nQ 001/89 de autoria do Vereador Marcel!
no Cássio B. Acioli - "Dispõe sobre modificação d;;
denominação de via pública".
A Cocússão após estudar atentamente concluiu-se
,
FH!AL.
e
ART. 12 - I lc ,lSfl l ! ,1
A Rua sem denominação, paralela con
nndes Rodrigues e Rua Ala[de da S!lva
quorl ras 16 e 12, 15 e 11. 1 5 e 1 0e 13 e 09, o
Bairro Prfmavera I, passará a denominar-e Rua 'ta
nocl Podrinucs de Mlrnnd3,
ART. 22 - F!ca o Chefe do Poder Executt o, uto
rizado a mandar confeccionar a placa de denomina -
ç:io para a clrado n,.,.
ART. 3 - f.cto Lei entrará cm vigor na data d
aun publicnç:o, rcvo•nd.J as dlsposlçÕc c ncrn
rio.
Sala d± Sessões, 22 d Malo de 1.989.
PARECER X9 012/29
ATOR· COMISSÃO DE LFGISLACÃO, JTIÇA E P h.s!
A Con!ssão de Leslação, .Justiça e Redação
Final da Cãrara "un!Ipal d± ela Vista, E tado '
Mato Grosso do Sul, exan1:.ando atentamente o Pro,]g
to de Le! ng 002/89 do 'Vereador Marcel!no Cassio
B. AC(ol - 'ptspõe sobre denominação de !a Pi -
blfca e dá outras provd@nc!as".
A Comissõo, após estudar atentm·erte cnt1(..lulu -
se favorável ao referido Projeto de Lei.
Sala das Sesses, 05 ele Junho de 1.969.
JORGE DE SOUZA ROSA
Presidente.
M/RCELI!O CÃSSIO B. ACIOLI
Membro.
JOÃO KALIFF
Relator.
VEREADOR PEDE O CUMPRIMENTO DO DECRETO 0193/7.Q'[E
"DECLARA DE UTILIDADE P0BLICA O ASILO DOS DESAMPARA
DOS".
O Vereador Roncy Moracs Simões, do PFL, sol1ci
tou o envio de expediente
ao Exmo. Prefeito ~unici
pal, con cópia ao Pres!
dente da Associação Evan
gélica dos Desaparados
de Bela Vista; solicitan
do ao Prefeito l"•inJc!pnl
que cumpra o Decreto n?
1 0193/R7-C.P: "fkcl,,rJ de
J
t:tilidade Pública oa~a
fins de desapropriacão o
imóvel que especifica";
corrigindo o preço de de
f' lsapropriação, o dese -
~~-------'----'--..J brar:ncnto do Lote e a co:u
pra imediata do nes::,o. RONEY MORAES SI:-!ÕES.
Para Roney, "Tendo cm vista que o referido De
ereto ainda não foi cumprido após quase dois anos;
Tendo cm vista ainda que no referido icóvel Já
se.encontra instalado um reservatório d'água e até
o momento a Associação nada recebeu, pedioos enca
recidamente que o Poder Executivo faça mais c::,a
vez justiça, pora que os usuários da Assoclaçno
possam melhorar suas condições de vida.
Sabemos das dificuldades da nossa Prefeitura
mas não podemos pc=itir que por descaso da adn1 -
ni.stração anterior os idosos venhao sofrer =ls
esse problema".
-
O Ver. Sydoey Nunes Lei
te do PDT,solicitou na Câ
:1ara para que seja enderé
cada expediente ao !':.=o.
Sr. Prefeito l"cricip3l.no
sentido que inicie co~ a
mãx1aa urgência Mt!ão
no Bairro "ilA ·ova, nnis
o íefcrido Bairro enco. -
tra-sc totalocntc ~bando
nado pela administração
público, sendo est..s as
prioridades do P.al-=ro:
- abertura, cascalhamen
to, aterrarento e r!vela
ento das ruas·
1
- coleta de lixo; _
- 11.npeza de ruJs
'.......-=- } terrenos baldios.
VEREADOR SYDEY N. LEITE.
e
-
< r
.., , a ,.
do, Puruca, d
gu,d J><•in1lda
li ll'iSOC-11('l
COITIC' rcial e A
aro Pastoril de
nela Vista foi cri
ada pola Dra. ver
Tvl<l0 <ln Cnetro Pinto,
para a qual dedicou um
cnrinho tndo unpccial,poin
naui rrsidrm e0us paio e ir
mi. Acontece que essa "semen -
te" ainda niic dr11 5rvorc e fru -
Lor.. vera 'l'yldr,, provavelmente esta
ri cnLrc n6s cm julho ocasi~o cm que
Frr5 clcita novn dirrtorin e aí é a n
•portunidadc de nosoos comerciantes se uni-
rem e desenvolverem a contento essa lsso -
cinção que é importantíssima para a clas
se, pois atrav6s dela os mesmos poderão ob
ter muitos hcneficios e dessa forma dar u
ma "nrrancada" cm nosso com6rcio local.
Vera Tyldc atualmente estã_cm Teresina
no Piaui, junto com a Delcgaçao de MS., on
de participa do I Congresso Nacional da 11-
DRAJET (Associação Brasileira de Jornalis
tas e Escritores de Turismo. De lá irá, pa
ra o Hio de Janeiro, onde estará no Scminf
rio "Drasil, Portugal, e Mercado Comum
Europeu" e por dois dias no Fiocentro par
ticipará do V Congresso das lssociaçõcs C~
mercinis do Brasil. Para n6s belavistcnscs
6 motivo de muito orgulho a participação
de Vera Tyldc cm tão importantes eventos!
A BANCÂRil
~aria Izahcl Borba, quando trabalhava
no Banco do Brasil cm nossa cidade, há uns
seis ou sete anos atrás já era nossa cola
boradora com crõnicas de sua autoria. Ago
ra, voltamos a tê-la entre n6s atrav6s de
suns poesias, Izabel mora atualmente em
Boa 'iagem no Recife - PE., e como ela dis
se via telefone: "Bela Vista é incsqueci
vel, tenho-a como linda recordação de mi -
nha vida".
MEU LAR
Neste momento, cm prece ...
A noite escura pontilhada de luzes ...
Deus,
lbencõa essa paisagem lintla!
Tantas lutas especaram! (nos cart6rios)
Lágrimas desabrocharam,
Dolorosamente,
Na humilhação daquele que necessita,
Que implora,
De alguma forma.
Agora é meu - o apartamento!
Agora é minha - a janela!
Daqui, descortino o universo no amanhã!
Sinto o mar
No vento audaz, pelas cortinas,
Que me arrepia ...
E cada vez mais
O cansaço tripudia.
Somente aqui, desfruto a alegria,no dia
a dia,
Do esplendor de ser feliz! De ter um
lar!
~1ARIA IZABEL BORBA.
Recife-PE, 19.08.88.
ITANA COSTA .ARQUES
no dia 09/06 pp., rec0beu-em sua rcsidên -
eia muitos amigos que foram cumprimentá-la
por mais'um ano de vida. Parabéns!
JÂ NO DIA
13 pp., o garotão Marco Antonio Velasquez
co~cnorou a data com delicioso churrasco
entre familiares. Felicidades!
NO DI 11 PP.,
às 16 horas, aconteceu no Cassino Para
gua-y •t.-a sensacional Desfile de Modas. As
roupas exibidas foram de Diana Modas. Pro
d~çno :_iarcos Lõris. Som TOP 13 e a Promo -
çao foi da Co:u.ssão de Damas da Seccional
Colorada.
rmITA GSNTE
prcstigi~u o_ncontccimcnto. O chá, salgadi
r.l:os e biscoitos c::tavan deliciosos. EstãÕ
-- --------
1• (reia r;
: V 1:l t1 j li D I'] - V ia
e
oj . M
FLÃVIA AZEVEDO
LIVROS DE RECEITAS
A Casa da Amizade adquiriu dois tipos de livros de
Receitas fáceis e já testadas. Apenas 15,00 o excm
plar. As interessadas procurar na residência d;
Sra. Maisa Azevedo.
RECEBEMOS ;
esta semana rãpida vlsita do Diretor Geral da Polí
eia Ci'il Dr. Jair Bispo, Presidcntl! da União dosl!iwi;u;:;,,:;;:;;;;:::;-:;:-::-:--:::----------
Vereadores do Sudoeste Inácio de Carvalho do PFL de BATATAS ACEBOLADAS
Nioaque.
1
ll(GREDlD.TES: 600 .,tJ
co casca - l granas de batata fim.e cc--
Óleo - sal. cebola grande - 3 colheres (so?J
PREPARO
Dourar no óleo a cebo, .gc""
as batàtas d
O
a beo picada acre- .
escascadas +5
gar e oisturar de 1 e cortadas e cubi"
eve com a cebola dourad+
PRESTICIA!llO
Vi'iNIA AZEVEDO
g1r
1
r . I
• e « voe« ««eo
l udÓ, h r. ')ni.· n lo ri
do com a realidad •
olte a criança de . ,
em você, libere o seu verdade1ro
. n<Jocmilciin <:11, inL Jlgcn.:lil,
{",, sua criatividade, seu poder
n i~~çiío, dando srn tido e sbor a
rente do dia a dia. .
Experimente os prodigios de u i
interior jogue fora udo o quc pr
você> projctnndo na 'ela mental do
profundo, apenas as coisas boas, o
posl ivo dos ncontccimcn os.
Aprecie de coração abrrto,
vida, os caminhos do tempo, num cont
de paz, do harmonia, de amor o de luz,
do deve revelar vocc mesmo.
Aldous !luxley, o grande escri or
qlês,afirmou: "Há somente um cano do um!
so que você pode ter certeza de melhorar.: yd!
#ia«riiiisiaarf
sa de se carda~
PROCURE; 7,O ICEIVAP SE' FILHO 1
as festas juninas no dia 10 pp., nn Escola Jarbas
Passarinho e 11 na Paróquia Santo A onso o Deputa
do Henrique Moracs Dedé que trouxe So para
an1mar "as festanças".
PENSAMENTO
A ilusão é co::io a neblina àa manhã.
GERIR SAL. QUANTO MENOS MELHOR. TOE C
DADO COM OS SASDUÍCHES.
SAL E CRIÇAS
Desde cedo as crianças já ingere~ -
quantidade muito alta de sal. Segundo(
quisas feitas pela l'niversidade de Lo·.·
na, E.U.A., o estudo con cerca de l.'
crianças, demonstrou que a ingestão de
dio começa a ficar demais já aos 6 ~=
de idade e aumenta quatro vezes aos S +
nos. Nas crianças com 4 anos de idade f:
encontrada 3, 2 gramas de sódio (o eqJi
lente a 1 1/2 colher de sopa de sal)
dia, quase que a mcsna quantidade pre
te em estudantes adolescentes.
A estimativa adequada da ingcstio
sod 10 por uma cr i<lnça de 1 anos é de 5
1. 3 gramas por dia. Uma ingestão ::•;:·
grande de sódio, não necessariamente é,
rigosa, mas pode ser um fator de risco.
ra a elevação da pressão sanguinea, es;:
cialmente para as crianças com probler"i
de hipertensão hereditária. Sendo assi'
as mamaes devem tomar mais cuidado e ::::
tar atenção a estas dicas para a reãu;i:
do sal:
procure evitar comidas enlatadas cozi"
sichas presuntos, vegetais crus, sopai
refeições prontas, onde contêm um tE'
muito alto de sal.
opte por bolachas, batatas fritas e si
~adinhos com uma quantidade mui to ba:J
e sal. Cereais frios e sopas deve::i ,.
bem leves e de preferência bem frescos•
Procure não adicionar sal às co::iiãas;,
seu filho seguindo sua vonta?o. Ela s°
pre e bem diferente da do se~ =ilho.
Estudantes
Perseguidos
A televisão h'
22 15 3 c..inesa mostrou fotos .
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também apara. Primeiro-ministro Ili.«
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