TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº961_26_08_1989 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº961_26_08_1989Número da edição961Data de publicação26 de agosto de 1989Número de páginas8GeoCoordenada -22.11172421058984 , -56.52609386695728 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº961_26_08_1989 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto o+ tss nb 1 cu] r 17 a - 0; ' OI og! de ) a i çiio alo sis an spl rea e to to , idas s Ne 3. ELA VISTA - MATO GROSSO no SUL ----------------------------------------- 0! Regimento de Cavalaria Mecanizado Comemora o Dia do Soldado cnRTft AO SUPERINTENDENTE REGIONAL 00 BANCO DO BRASIL pr, Sirley_ M, 'Vogue!ra. Todo brasfletro, no decorrer da h!s torta, aprendeu a admirar e respedtar 0 Bànco do BrnA11, Sonho de muitos jovens, Ingressar nas fileiras do Banco é (ou era?) ques 1Õo de honra, ele um ldcnl profunclo, a-: final, AfiSim como a l'F.TROBRÁS, o 1lanco do Brasi 1 é como o coração dos brasf - Jclros, Sempre pulsnndo mais fort<' cm defesa dos interesses maiores da Naço. Forças desconhpcIdas de m!Hões de hrasileiros, parec.:w ~star nrunndo con tra o banco, contra estn Instituição que foi sempre motivo de orgulho para todos nós. Estas forças prccisnm ner denuncia das, através dos jornais, emissoras de rádio e tel evisiio. O povo precisa sa ber quais são os inimigos do Jlrasil. E paradoxal, Sr. Superintendente enquanto dcfinhnm o,; lucros do Banco do Brasil, crescem assustadoramente os lucros de alguns bancos particulares. E lembramos que só o BR Investiu na PRODUÇÃO, investiu naqueles que traba lha. Os "outros" preferiram a AGIOTA CEM, fruto podre de um reg Lme que po derá levar o País a uma r<>voltn social. Por acreditar que há no Banco cio Brasil, brns 11 eiros patriotas, empre - endedores, homens e mulheres acrcditan do que um País sõ poderá se transfor cnr en l-AÇÀ() quando todos os seus f ! lhos, conscientes, optarem pelo cami nho do trabalho, da honradez e da de cência, abominando o,; desvios de um ca !talismo selvagem, desumano e 1ngra - to, lançamos o nosso apelo. Dr. Sirley , 1· existem os an - • ]os oaus, não os conhecemos, mas sabemos que são filhas do Demô nio, Assim como l:lanipulam as a 1 i:as dos sereS huanos, seguin do ordens á[' +«te ase rc- '=a. s6Ia. as, hã tambê E! l:-""--- os anjos maus da economia manipulando a ordem (ou desordem?) econômica deste ?a!s. só não sabemos QUEM É, ou quais sao, os DEMõ:,1os que os orientam. A situação dos devedores do Banco do Brasil em Bela Vista é crítica, to tios estão com a alma à beira de um va- 2!o, de um lado a Luz e do outro as tevas. . A luz significa o progresso, a gera ao de ecpregos, o trabalho produtivo, ~ justiço social; as Trevas, o aniqui- ncento, a revolta social, a injusti - e, a revolta. no campo, significa, aci a !e tudo, Dr. Sirley, o campo fértil " ·ª a proliferação de idéias radicais e levarão o País ao caos, a escur! - dão e a morte entre irmãos. ,io vou justificar os erros dos em Presârios, o maior deles foi acreditar na Promessa de inflação ZERO, do cres dento e da normalização. Este foi o ator er+. t .. u1t,1s oas dívidas atuais foram con ta!d, d .d, - t. a_iurante o Plano Cruzado, e ru! ~~ estao pagando até hoje os erros de "gutpe econGica que, sinceranen - ,, ao trabalharam e nem estao traba ,"?"o elo ras±1, MAS CONTRA O BRA - .golpe em cia de golpe; Cruzado SFdo, Bresser, etc, etc, assina-se um Crato A« , 107 ara vote com juros de 3, I e -, de juros ao ano, e o que se <_ "ENros CRIMINOSOS, INJUSTOS e éc::, nos leva::, o pensar que para acabar ATos só veneno e o veneno e a ·raltzacão. Os pea - • las . uenos e mcdios er:iprcsariot... u ,_G'vidas foram contraídas durante o "o Cruzado e, outras, contraídas pa •• -iquidar estas dívidas, numa RODA A 'O: VIVA !ORTAL, sol1citam de V.Fa, dos diretores do B, em ras!lia, es tudos para: 1) Parcelar estes dêbitos; 2) Prazo de 2 u 3 anos; 3) Cancelamento nessa mentirona ex pressão denominada I'ADIPLPNCIA, que poro nós, não passa de uma grande mentira, pois IAII''P!ENTES MORAIS so os causadores deste desastre; 4)Juros "normais"-juros próprios para quem está trabalhando,gerando empre gos, riquez11s,enfim, fazendo este Pais andar; 5)acabar coma tal de "taxa de permanência", todos estão tentando há várias meses renegociar com o banco, se foi falta de "indexador"ou seja lá o que for,não é culpa dos devedores; 6) Ninguêm quer dar calote no banco, nem favorecimentos, apenas CO:-.'DIÇÕES para pagar estas dívidas injustas. ~ós acreditamos que o Ranco do Brasil têm as soluçÕc~ para estes problemas, e a cada dia que passa o relógio do tempo marca os segundos da estahilidade deste país. nizcm os "líderes" da economia que o Brasil do interior é rico e pro dutivo, mas se esquecem de dizer que DO ITERIOR poderá partir a grande revolta, iniciando-se com a paraliza ção da produção agrícola, e aí então faltará alimentos nas mesas das cida des, onde moram "estes" ho:ncns que não são brasileiros, porque não co nhecem o "rasil. QUE O BACO DO BRASIL ÃO SEJA CO MO ALGUNS BANCOS (MAIORIA) PARTIClºLA RF.S, ASSASSIXOS DE ESPERANÇA E COR TOPES DC ABSURDO. - PS: Dr. Sirley, não seria pedir mui to, que V.Fxa. enviasse um funcioná rio da Superintendência à Rela Vis ta, e estudasse CASO a CASO, está ha vendo ABUSOS nas cobranças, sem cul-: par os funcionários da agência, eles cumprem ordens, mas, do jeito que está o resulta~o será o caos. Muitas injustiças estão ocorrendo, caso não seja resolvido estes problcmas,o Ban co do Brasil será o grande culpado pela quebra de vários empresários produtores rurais. f'. este o objeti vo do Banco? E, neste caso, a vitó ria será de alguns donos de bancos particulares e da máfia que quer oca bar com 0 B. 1 1 L -,--- --,----:----:-:----:-----:-- - ---;:-;---:-~ ~ --:;-;:c---;-:--;-:-:-::-:-::--~ Flagrante da solenidade cm homenagem ao nia do Soldado - 25 de Agosto. O 102 Regimento de Cavalaria Mecaniza do, Regimento Antonio João, de Bela Vis-: ta, fez realizar uma bonita cerimônia nas dependências do Quartel de Bela Vista em homenagem a importante data militar, que contou com a presença de inúmeras autor! dades, convidados, e grande número de po pulares. - Comandante do 1 O'? RC 'IEC Ce l. Edson Gonet, Pres.da Camara Carlos A.Ocariz, Prefeito Ed son Moraes e Dr. Vilson Bertelli. 1 L. X<l oportunidade foram realiza das as solenidades de Jurac,ento ã Bandeira, Compromisso ao 12 Pos to e feita a entrega de medalhas à militares da ativa e da reserva. VEJA ATRIA A PAGINA 03 ESCOTISMO EM DELA VISTA "A Loja }lacônica Estrêla do Apa ng 9, preocupada na cons - trucão de uma sociedade humana e, na esperança de que com a mor à um Ser Supremo,ã Pátria, e à Família e ao Próximo, sob o tríade ~IRERDADE-lGUALDADE e FRATERNIDADE, buscando meios e Reras é o objetivo da Loja Maçônica de Bela Vista, contan do com o apoio da comunidade", Além de palestras de lide - res do·Escotismo no Estado, a exemplo do professor João Con ceio Ferreira Alves, na reu nião traçou-se os primeiros ob j etivos para criar o Grupo de Escotismo e formação da equipe de trabalho. para que possamos alcançar a fe licidade geral e a paz Univer sal, se propõe: ... Esta é a introdução de uma r:----------'-------!, carta-convite endereçada às au toridades belavistense, entida des de classe, clube de servi ços e imprensa, que a Loja Na çonica enviou semana passada convidando para uma reunião no Salão Paroquial, realizada dia 26, para a criação de um Grupo de Escoteiros em nossa cidade. Segundo Vaner Abella Ferrei ra, coordenador do evento, "ori entar e auxiliar a criação de um Grupo de Escoteiros, em nos sa cidade, visando a formacãÕ do caráter e desenvolver o ci vismo, amor a Deus, respeito ao próximo, orientando-o den - t ro dos fundarentos formulados pro Baden Powel, definidos no Livro Princípios, Orgànizoção l::Moção de Con gratulação O Vereador Sydney Xunes Lei te, do PDT, solicitou na cã~ã ra Municipal que seja endere çada "NOÇÃO DE CONGRATULAÇÃO" ao Exmo. Senhor Coronel Edson Conet, Comandante do 10 Regi mento de Cavalaria Mecanizado pela passagem da data comemo rativa ao Dia do Soldado e E xército Nacional, dia 25 do corrente. Nais notícias do legislati vo belavistense na Página 06: Congratulações pela passagem d Dia do Maçon -- VEJA NESTA EDIÇÃO: ADVOGADO NAZARI BORGES o POUPA 1,/ ,L D E.'!AR 1-'.AYER DO JCRI POPULAR. (pAGIA 05) se r zir a m a- EXEMPLO DE SOLIDARIEDADE o Prefeito de !ela Vis e, ta, Edson Moraes, G1- ma na - Cima semana, deu um exe is - plo de sua filosofia de do trabalho e mostrou o ca- minha para se sair da cri o- UNIÃO E SOLIDARIEDA- n2 se: DE: (VEJA NA PÁGL'iA 05). a- z r t om do EMPRESÁRIO BELAVISTENSE do DIZ QUE GOVERNO DO ESTA- DO DESRESPEITA o POVO DE r, BELA VISTA(PÁGINA. 05). s- -zar a t t sr r ci DED APRESENTOU INDICAÇÕ .T - ES NA AS SEYBL É IA LEGISLA s, TIVA llENEFICIA.'HlO a- os M'- de NIC1PIOS DE BELA VISTA, - PONTA ?ORA E JARDIM. u- CONFIRA PÁGDIA as NA 04. •a- a po s t a r n- s.o.s. PRESIDEXTE SARNEY e- VEJA NA P,'iGUIA 07. ro tz r srs z g s r +- ESTÁ TUDO TRA'iQUILO NA a- c17CACO. (PCT 7 De autoria do Vere dor Sydney Nunes Leit foi apresentada na Câ ra Municipal de Bela V ta proposição no sent do de que seja env1a expediente a Loja Maç nica Estrela do Apa 9, com sede nesta cid de, congrotulando-sç c a mesma pela passagem Dia do Maço, ocorri no Últi□o dia 20. Segundo o Vereado "a Maçonaria é ur.ia in tituição de natureza vil que prega o aperf coamento dos costu=e incute em seus assoei dos a necessidade do senvolvimeP.to da virt de, do aprir:ioraoento d relações sociais, a, lorizacão dos sentime tos fraternais e dar tidão de caráter, e p cura a conquista da 1 herdade". O dia 20 de gosto êoDLado!aço. o ) PREFEITURA MUNICIPAL OE BELA· VISTA - MS . DECRETO H= 028/89 1,/. 1 il 10 l'Hfl· 1 i'O M lf !li. /,Cil !'OI, I', J. ll l'r 1•, ltu f.lu11rlp·1! ,J, H• I V!ul 1,l•,1• .HJ t,~ :_!. d l, 11 • o r:,o .,,, <1•1 .,11I. 110 J,o (1• l 1 11 1 d ç , , 1 , pai o • 111 b , , no 101 1, 1,1 11t1,r·t.1l !/!' 1,>n/r,,1, ú, Artlo 1 / ri m'.lr· c;o d, 1064. ll I C I' • 1' i: 1H'!'lGOt•·-= llt·1 o :t1·vt,o A11LÔnomo de Água E'syoto de Bela Vista, autorizado a ele - v" •~·J '1l),'(Q11 li lll por C:• nlo) prtl'l ·100 (Cem por cento), 1) 111111 I' I' U'.l ob, rturu d crédi .o (1Cll1·lnnal :;upl••rot ntares, usando c mo recursos para coberturá do5 c,-i•dl to:; a serem abertos, os provenientes de anula@cio pa1·c I al uu lolal ,1,, doL 1çÕ1 { consii;nacJ·w no u1·c; un,•ri l:> vi LCll L, , hc•m como os p.rov<'n i ente dos provve i :-; excessos de arre ada - çrio, considc~1·t1nUo-!;•• a lcndl'ncia do Pxer·,:- cl~·10. no:, L, rrnc:• tio Artigo 43, da L,~l FL deral N 4320/64. AHT:,;r 29 - f.:;t:1• d,:cr·•· o cntrnri1 ,,m vigor 7. I,,,.a. sua uttica;ão, revoadas .:is disposições cm contrário. Bcl.i V!st.,-,.;s, 18 dl' ngosto de 1.989. Edson i•kch'l r·os df' Mor.:iPs Pr•ef•ilo Munic1pal. Homolcgo em tolos _vy termos a Avaliação n l'cr·,·nt" a i1r, :, 1,wcll iz..:id;i n,i 2~ Ci rcuns criçi'io suburbana,. SLndo parle' elo lolc• N~ 02, com :1n•a d~• ó;,.000 m2(S,,ssenLG ,, C'r"l - co mil mts quudrados), no valor dc NCZS 10.üüO,OO(Dcz ~il cru~ados novos). Ecla VísLa(MS). 11 d<' ;1gosLo de 1;)8'1. E.dson Medeiros de Moraes Pr~fcito ~unicipal Edital de lntiR1acão l'OH r." 1°2/H• Cf>lll 1 •; HAI ' tnd nrl<, :10.· l'1 'l. 1111 p •lo p1·•., ri• • ,·<li t tl q•r n· 5ncJ1· d, :,11 JuÍ '·" pul,l i C tc!o ll • (<JI'[ 'I (J Ll i , no qu tl !'lr 1 1;:J 11:1l ·.'t,t.:•rn t::I.'•í Aviso: end om Prazo d de ~mó eis A- A C;llx11 EconÔmlca F,. !,·r,,l-Ctc, fl li :d de Mato Grosso dz SUI, cmunica que vende ra pela m••lho1· or, rL"l os ir:;Óv, i:; ·baixo relacionado-, no Estndo em que sc ncon - tram. 13- As propostas serio entregues, em enve lopes lacrados na Agência B l'l Vista/MS . à Rua S,b·1s1.Jiio Cr1:;pirn do R;·gu, a par ir do clla 1'1/SJ::T/8º atC:, o di:t 22/SET/8~, 110 ho1·.:1rio clc> 10:00 :,s 15:00 hor:,s. C- O inLcres!;ado que desejar contar com Cinanci;,mt!nto ct, v.:r•:i c!irigir-s, ao local incllcaclo, an es do prazo ~stipulado p~ra r• entrega das propostas, munido dos corptg vantes de renda, a fim de inteirar-s da:5 condiçÕL's. D- As propostas de p,:sso:ts juridic:ts ~o - mente serão aceitas se preverem paamen - to i vista. E- As condiçÕc•.s biisicas p:-ir·t p.1rticip:tç;;o que fazem parte integrante do presente A viso, estarão à lisposiçÕt·.· rios interssa Yint Dias o GABINE'l'!:: DO PREF'.1'1'0 Ei-1. 08 DS AGOSTO DE 1989. Edson MLdclros de Moracs, Prefeito Mun! cipnl de B~la Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, usando as atribuições que lhe sao conferidas de acordo com o disposto cm Artigo 120 da Lei complementar 07 de 20 de Nove~bro da !.981. DECRETA A.'lTlG l O )-Nos Lc'rmos da !Pi ;,Junicip..il n~- 830/S8. Artigo 1 fica aberto um crédito A dicional Suplcmc'n ar no valor de tlCZS 39.000,00(Ti·:n:a ·~ nove mil cruzados r.o vos), a ser designado nas seguintes Dota çÕ"s Orç=cntárías. EXE UTIVO: 020J- .EC/Dl,; l'LANEJAMEN'l'O 4000-Despeso~ de Cnpital •H 20-Equip." Mal. Pc:-n:.in..:n Lc 2. 000, ü, 0203-SEC/bE EDUCUCAÇÃO CULT.E DESPOR~O 4000-Despesas de Capitnl 4110-0bras e ln~talaçÕcs 12. 00,00 4120-Equip.c Nat.Permancnte 25.000,00 SOMA 39.000,00 AR IGO 2~)-Para cobertura-dos créditos a berto no artigo an criar scrao u ilizados recursos proveni ntcs do Excesso de Arrc c.adac;ão. Apurados de acoro com o Ar igo 43 da Lcl 4.320/04. AR'rlGO 3i)-Estc Decre o entrará cm vigorna éa a de sua publicação revogadas as dispo s:c;Ões em contrário Bela Vista-MS, 08 de agosto e 1989. IIEUIIII±ILHILIIIIGLIIIJ - QUE O POVO SEJA 13EM INFORMADO- .JOlil."oAI. ~ 0" r..:::,,.11-.,. l'MU. ~T.,_ ~ ccnu,~ HSI UAJIOl."'l 0a O IJ,,Q.KJCS,I IC,i.AA l0"lS O• V.C.V-'A, J0 +a, R Mtumt04 pro1d ot JO'hA.LDC~ ~ ..()JNAj.r'C M'TCNO..olôv.Kt.O'('O.J0.101 H4 ~Jl DC 00 J.HOS (Of'T,U-400 >01M ... t$ ( K TAU-a,.rx:, 0 "'UN,O,,<w.MO FH n onco rência- n: 001/~ do: n Aenc « Bela Visto, no nd e i n, • .pci r, F - O 1r • ,. r :- . Cor!c..;'- r-r·,""1,c- i • v C: i i;l i ] min ir:-.o c.! 1 ; 1 ! l Í ' ! . l l ! '' 1 !'.t vln "'Jl I' u·n, 2 ( rj V• r. !·1, ·1 t :; r· e ·:--.tu • .1. 1 J l l, Anc!a Bl isa/k., • G- A uber'ur : , r,v, l 'Í' no d i ;,, ? - /ST/e3 1 r • r • r • no ··nd:rco cima. H- Do:; lí•,ov<.• is: d r· U;_ l , /.HF-., /d RóX.-92,13, PREÇO Mi;:!M -;->-~. ar;,: -F:!:LJERE ;'- -: 1-t- . .-.t'f,r L/ :)> ! -r1!:::i' 'I.)'.1- /..! ~=-A íPH 1 X-73, 417.6- CU : O ºº ! zol;,e -.:o e·- 01 ?e - PADRÃO DE QUALIDAC!ê - o',l?RESSOS CM GERAL • SERI/IÇO OE ll~OTIPAGEM co·:FECÇôCS OE UI/ROS E REI/IST AS . BOLETINS 1M?l1ESSOS A CORES U .. 4 Ll•l'Wf).4 DO GIU,0 tl0[ l!lAVlltlMl[ 0[ JOlHAt1 RUI DA A!FÚl!UCASI '·.BllA.1/ISTA, MS. .? P' ,:1.::.i,.:..1 • ;;o:ito! ;: t!te:isc '·º se H • ' . ne a!tn±, anent ,,_ _.. ~f e.o "!.3 des! tede •.o :';Qc 1 ~'la•.r 1 .::., e todo± ' ,a.1 i i!±4 ar, ~· i::o~,.. .. .:- or tr. -~, Per 're! ;::. to • e - ........ ei;-a.1o1 , ??voa. su- •,- s / ' - ' •• ,re, ;: f =o <<3.- o. -- ~ ,ar 7e, ... :, 2" ~¼!;~ , " ., ,à] te nosco egócios JO!l'IAL TRIBUNA DA FROKTEIRA ;> fTiip~gráficos ,e Of'F' SETT - p;iclrão de. qualidncie, (- D 20 • e ciencia e os melh . - •. :l:N ADO Dt DE F,EVEREIRO DF; 1~72). !- ores preços aa regiao (a. toes de visit • -«--·-a IVALDO PEREIRA as, convites de casanento, íolhetoS• E IVALDO PEREI" • serviços em alto relevo • •1• ~d. r.: • ,,A e facil'idad d ' a cores, entrega ra?l"' vr.tu. .. i: GILSO:l SILVA SA1'TOS es e pagamento. REPO,GAGENS: UBALDINO RODRIGUES E LUIZ HENRIQUE TELEFOXE e enviaret::os pl:º 'lL"NES CORRE,. melhor lhe atend<>r. uc representilnte ~:OT1CIAS: ABUl, AE, PLAN,~LTO E CORRESPOXDENTES. 1'. 4 39-1410 - Bela Vista REDAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÃFICO: Rua da ti' 251 - 1669 - Jardi,o República, 564 - CaL'<a Postal 23 - Fone: (067) _ i IMPRE.'SA - a naior red d jornais impres~os _e. : jornafs do incer.!c.r'. 439-1410 - Séde Própria - Registro no Cartório região. ec 11rF Sr.TT e os mais lidos~ de Titules e Docuínen'tos n9 35'. mm Tr±Ava l5 "er cesse±ansa sr acers -...., JORXAIS .- • DA REDE - }~esses voce- UM SE."IA.>1,-RIO DA REDE 'BELAVISTENSE DE JORNAIS. i) pode acredi cnr, T'ribuna da Frontei CGC MF - 15.513.203/0001-59 - D!SCR. EST. 28: :'.lnal de ,..,tonio João ra'. Correio Jardinense, Jcr ~ 219.0003-L Jl'L,;ci: TXSE • Jornal de Bonito, Jornal " , • ... , Tribuna d e _!lTR~:roRA: .MARIA_ESTEL_!, ytLASQUEZ PEREIRA. IJ'Se, Jornal da Pe " _" aruo1, Trtua Mar±ah; - g cua r a e Agricul il9eh ,RIO: ROA DA CARIOCA,59-49 E 59 JKDAR _ e,:·;, ?Q 'o-·n ~ELEFO''E: 2203770/2626760 - RIO DE JA'E-iRo- _• ~' 251-1669 '/T'','fA .. ,·eço 'ipa IOr•' VCT!,r 1o, :0 a .ar-se. >O hor 'i SLü '85,: 0-BEL' '()- - ..... E 1.e :' -a' eu Homenagem ao ia io Sollalo Hoje, mafs do que nunca, precfsamos despertar nos jovens e fazer renascer es adultos, aquele sentimento puro dos sentimentos que valorizam a cdudn{a lenofnamos real slynlfteado da palavra PÁTRIA. ada fala mal alto, qunndo se preocupa a clt•flnlr ll p lavra PTRIA,do que o sfrito simples, nobre e valoroso do SúLílAl)O, í. ele ,1 nat,;rin bruta q11e li vi la MurIla para transformá-lo em sentinela de nossos valores, e ninguém encar ou to bem este sentimento quanto o MARECIIAI. RONDON, - rm honrnMr,é1~ no llTA llCJ SO!.!JrDO, 25 de Agosto, publicamos este texto ba1- 10, a rer.pnllo do então Mnjor Eng. C11nllldo 'l11rlano el11 Silva Rondon, um dos esbrvadores do então Mato Grosso, envido à nossa redaçio pelo Major Refor ado Gamalte] Stumpf. esse texto, um pouco do trabalho de Rondon, desbrvan lo matas e cerrados parn edIffcr as linhas telegrffcas de nossa rer,iiio. - de Bela Vista )pp4 (lm [mi[Itqpo l de Porto Mortinho em 24 de Xalo de 1905, foram ence- tados os trabalhos deste raoa 1 com a locçio da d l retriz dos alinhamentos, sendo lnlciadn li constru- ção propr lamente, no e! ln IQ de junho seguinte. No dla 30 deste mesmo :ês lnaugunivaMos 11 Esta ção de Bela Vista e 61.590 ~etros de 11 nha assentada daí a tê }:a rga rida. Coroãvamos o nosso tru balho no sul do Estado com esse golpe de açio, cons truindo aquela 1 inha em um =~s com 100 praças, es for o a!or do que o emprepa do de S. Roque parn Maq;ã rida. - Não pudemos traçar um só alinhamento ligando os dois pontos rcfcriclos,por que extenso e formidável brejo se lhes interpõe. Foi necessãrio proje tar a linha com diversos alinhamentos para S.., a 1 fb de contornar as cabe ceiras desse brejão, c;u" l se estende a tê próx !mo elo azinho nos passos dos cór regos Guavira e Derrota.O 1 urres contos n«ar E-LGA 1 LI5a raia. as a c.a.= :•ndo todos os córregos de taçao Telegrãfica de ~lar~ariela. ua salinas, Intragável. A linha foi traçada en campo aberto •~ Margarida, atê o Retiro dos Velhos; Azo coberto, onde predomina a árvore 'º• ou orelha de burro. , Ela atravessou antes os córregos ~oocaji, Guavlra e Derrota, e deste er alante - - - b" • penetrou por ccrradao e caapao ate r,anhar o rio Piripucu, onde tam- eci ter-mina o afloraoento da rocha calcárea. _ Aléo do Piripucu seguiu a linha ainela cm ca!'lpo atê o cerradão do "Nunca- e-" e? d' • cerra ao quase mato cm que prcdomin3 a taquara. Do fim desse cerra- ao Cooeçam os campos conhccielos por 11que1c nonc e continuam assim atê a mar g~ do Rio Apa, na povoação de Bela Vista. O povoado de Nunca-Te-Vi tem uma população de 448 habitantes, sendo do se lo tiasculino 246 e do sexo feminino 202; Brasileiros 158, paraguaios 286 e ar ~ent!nos 4, segundo as estatísticas de 1906. Fssa população acha-se disse! ~a pela campanhtt que tem uma irea de cerca de 5.000 hectares, atravessada Pelo córrego que deu O nome à localidade. _Na fronteira de Bela Vista encontrou o gaucho riograndcnsc condições topo /~ficas 3nálogas às que oferece o seu Estado natal. Aí verificou que pode: le progredir rapidamente II principal indústria do Rio Grande do Sul, uma vez Sue t·• 5 extensos campos, dotados de forragens nativas, eram apropriadas à cria do gado. Eis porque se observa a predominância no Sul do Mato G::osso dos k:u r ats do extremo sul do Brasil, que para nli nestes Últimos dez anos têm ,'rado en grande escala, indo ocupar não só aquela fronteira como os bel{s ...... os e d - h -C aopos e Ponta Pora, Tpe um e Vacaria, em cima da Serra de aracaju. . /incidiu com essa imigração o incremento que tomou o contrabando na mes ~l ronteira, com os consequentes embaraços à eficaz vigilãncia por parte do .sco p 1 d d i L.- . 1 • or outro a o, tratando-se e m graçao de gente de campanha e fron- •e ra do Ri d • - 30 o Grande o Sul, habituada as Revoluçocs, o Estado de Mato Gros- s~ que de~de os primeiros dias da República se convulsionar11, adquiriu as tr novos elementos que contribuiram para manter essa região cm constantes Opel!a. l : - , " revo ucionarias, em que o gaucho tem desempenhado papel saliente. ba Ja vista as Revoluções de l899 e 1906, no Sul do Estado, chefiadas am- "_PO caudilhos riograndenses. t st a situada Bela Vista à margCDl direita do Rio Apa e aos 222 6' 12" de la " a e 13g 11' 56", 25 de longitude W do Rio de Janeiro. , arge esquerda do meszo rio se ostenta galhardamente e com mais opulêE_ , a sua liamonia a sua homônima paraguaia. h po·voa ... • 1 ; Para icao orasi eira do Apa possue apenas cerca de 400 almas, ao passo que tã a gua_a conta o triplo. e incluindo a população do "Nunca-Te-Vi", pod~ rgen brasileira do Apa se igualnr à paraguaia em populaciio.- É de su- que co a 1, ,- .- T1, r l a,' ' nauguraçao aa Estaçao e egra ca e com a trans·ferência para ,"Parada do 7g Regimento de Cava ln ria, a populac:ão da povoação brasilei , ente rap!d h - d - coz, :amente e ven a ate CKCC era paraguaia. (Efetivamente assir ,. 11 ceu - nota de 194 7)." • ty"e brastelira uma das priselras contrucão de alvenaria de pedra e :, <Sta oi ª do prcdlo dest in:ido à Estação Todegràfica, sendo indubHáveL".lcn ª prltieira de estilo .. n margcr., paraguaia existem em maiornÜ"ll:!toca-:: } ,,. roV da beira dn mata do córrego de ~!Óquem, caí até o córrego Derrota por entre conhecida pelo nome de Capitão do Car e· __;_;;_ _ ''m_pouso do ''for Rondonpróx1mi3ela 'f«ta._A_seu ladove-se_o Alferes, V! collu Bueno 11. sas cobertas de telhas, ao passo que as da margem oposta so ranchos de pa lha ou galpões de zinco, exceto, coo já dissemos, a esta,io teleriftca que é de estilo toscano cliissico. Fssa casa, foi construíd no larlo e.erldion11l da Ünica praça existente, elando a frente para o Sorte. O terreno fo! cedido pe los que representavam na ocasião os porleres munlcipAls, entrnndo II Comissão no uso e gozo cio mesmo para todos os efeitos desde" data <la lnnux11r11ção, is to é, desde 30 de junho de 1905. - (llomcnagem ao ínclito Marechal Cand1do Mariano da SI1v Rondon, un dos maiores soldndos de nossn P~tria, pela passagem do Dia do Soldado. Fonte: Rc latór!o dos Trabalhos Realizados pelo cntao ~ajor ~npenheiro Canelldno Maria no da Silva Ronrlon - !900/1906, numa colaboraçao (Inclusive fotos) do Vajor Rcfom11c!o í.nmallcl Sturnpf) . 10" Resinento de Cavalaria Cmemora o lia Cel.Edson Gonet, cor:andante do 10? RC MEC, fala aos seus conandados e autoridades presentes. F ·-· - 1 1 ' q 1 Em primeiro Plano Suh-Conandante M:i,ior Lucas outros ofici:iis. :1i;rantc Jo 'Co pc os novos o Ig Posto , - RC :n::c. e resta- • ec n za o ollat No d1a 25 de Aosto come T-ora-se o ília do Soldado, bra sileiros que dia e noite per manecen em prontidão e aler ta nos maislongíncoos pon tos do território nacional, sempre prontos, se preciso for, defender as cõres de nos sa Paéria com a prÓ?ria mor= te. O 102 Regimento de Cava laria Mecanizado, Regimento Antonio João, fez realizar u ma bonita solenidade nas de pendências do Quartel de Be la Vista e honenage a fm portante data, com a presen ça de autoridades, Prefeito Municipal Edson Moraes, Pre sidente da Câmara Carlos Al berto Ocariz, Juiz de ílirei•· to Dr. Vilson Bertelli, De fensor Público Dr. Julio Ce sar Pinheiro, Promotor de Jus tiça Dr. Celso Antonio Bote: lho de Carvalho, General da Reserva Rubens Abot de Cas tro Pinto, Major Reforrado Ga maliel Stumpf, além de inúme ros militares da reserva,co; vidados e grande nú:nero de pÕ pulares. - Na oportunidade, com mui ta pompa e plasticidade, fo ra:n realizadas as solenidades de Juramento a Bandeira, pe los Recrutas incorporados es te ano, Compro::ússo ao 12 Pos to, pelos novos oficLais, a= lên da entrega de medalhas de honra ao mérito aos mili tares que fizeran jus pela sua dedicação, trabalho e hon radez n instituição militar~ Enfim, o 102 RC MEC, orgu lho r.taior de nossa fronte. ra, comandado pelo Coronel E<l son Gonet, deu una demonstri çao de organização, galhar:: dia e compromisso com a sua missão constitucional, muito bem lembrada na Ordem do Dia pelo Ministro do Exército,Ge neral Leonidas Pires Goncal= ves: "Soldados do Exército 3ra~Uciro! En nosso dia, é meu desejo que sniban o quan1 to o seu trabalho anÔnir.Õ tranqu-:1.lizn o País". ("o tos: l'baldino Rodrigues). •• @FIE PRESENTOU WC,ãES IssEiLéÍ FILAI! EiÉFiljO ô iüNiPio'E BELÁ VISTA, PONTA PORÁ E JARll -. )edé jus' {A Aa ostarem instalad naquela local 'a aeireir Escola de 1o ratu, ",r,e nto tl ta, fábrica onqarri ta', , r1 + a A, cor.hus iv 1 P oc o tln v n~a' ! ' y]ta!eira e centro ran e, r gaúchas• ni'l·3u1•l a d 1,nta air.•1;:, qu,' • - Cl~ n - s rurais onde são desen de existe",%"à confinamento bovino, vidas prat .cas consultas, via tele! r quer constan cs e • _ . i,formações básica para o d nia, sobre " ~a.a a ivicl d. senvolvimento lest O r.,unicípio de Jard F'lnnlmcntc, para • . . . ·aos podê enviou expediente Henrique • or ·' 1 João AnLonio cln ,.. Pre:.idr>nte c:la r:norsu ' - • • l . ·i t nrlo a ex enr,ao ela rede de e- co 50 l.C a • , - 1 i • -1 i; rlAtrica, da vila Ange ca, as qua r tiritadas pelas ruas Projetada, Bahia i ., do Sul São Paulo e Avenida Ma- R o C.ranuc " • to o deputado Henrique Morae Dede apresen LIJIJ no plenário da Aomhl+ia Legislativa, tr6 indicações, solicitando a realizacao da serviços por parte dos órgãos liqados ao Covorno do F'ado, que irão beneficiar poplação do municipios de Bela Vista , Ponta Porá e Jardim, 'Todas as matérias fo ram provadas por unanimidade pe 1 on d ma is parlamentares com aento na hL. rom rnlncao no municlpJo de nclo ViR n, llcnriqll'' ncdé rrnlicitou oo l'rccirlr.n cln T lnmu, sflvio Lopon de Araújo, que_ oo·a mprnhn realize ocrvlc;oe de instalação de um tP)n•on,1 crnnunitiirio defronto a J.ancho neto Kaiser, a qual eoLii sltuacln ii Rua da 0pública, 281. nn :;11a juc Ll icn Li va, o pa rl amen f!r _ •c c l;ll •t·r que "a área da cidade onde _ esta lQ aliado este es ahelecimcn o, esta <'lcsas riuticla de aparelhon comunitários, sendo que o mais próximo localiza-se aproximada mcnt~ a dez quadrar. do local. Alem disso , ao lado da Lanchonete está instalada a Es cola Estadual "Ester Silva", que funciona cm trfü, turnoi; diiirios, ci il instalação de.:: te telefone beneficiaria em muit,o a comun_i dade nRtudnntil". . ·· Tamb·m ao Prc,si<'lente <'la Tclems, o rlep1;= tado 110nriquc nc:lé solicitou a instalac;ao do un Posto dt'! Sc>rvicos (PS) no loteamen to r)5cara Alvorada, localizado no Km 12 □ . ,, !)eput11 n "cnrtquc ~loraes Dedé - PTII. rla rodovia MS-164, nistrito de /quida ban, no município de Ponta- Porã. Henrique r.rosso. - 11 i o Ao comentar a solici ac;ao_, _')nr _que e• dé destacou que "a Vila Angélica e a ma!t populosa de Jardi:n e possui uma ex tens.a a· rea ainda não beneficiada com os serv1ços de encroia el0.trica. 111ém, disso, ali residem centenas e· familias e a ocupação de_ vá~ios lo e· neste setor da vila, esta diretamnen • te ligada à nao existência de en.2: gia elétrica". ·I 1 l Dr. Ramez Tebet-Sunerintendente da Sudeco. Um plano de <'lesenvolvimento agroamhie~ tal para o Mato Grosso do Sul, com aten - ção especial para o meio ambiente, começa a ser definido com hase no zoneamento a groe ológico iniciado no F.stado. ~écnicos <'la Sudeco e da Secretaria de planejamento' F.stndual reuniram-se nesta Canital com re presentantes das demais Secretarias par~ apr~scntar os primeiros rcsulta<'lns do zo- neamcnto iniciado na região norte e nordes te. 'o encontro, foram mostraçlas algumas recomendaç6es para o melhor aproveitamento das potencialidades locais, a serem deta - lhadas nas pr6xi~as reuniões de trabalho. / região norte e nordeste do Mato Gros so cio Sul, que reune 73 municípios e tem mais de 130 mil quilometros quadrados, foi escolhida como área laborat6rio para ini - cio do primeiro zoneamento agroecol6gico. Norteou a escolha o intenso processo de o cupação desordenada nos últimos anos e que resultou em áreas consideradas de risco,em termos de impacto ecol6gico. Dentre essas áreas, está a bacia do Rio, Taquari, onde os efeitos nocivos da ocupação atingem o Pantanal, e que terá prioridade ahsoluta em termos de programas. O levantamento feito até agora mostra a ocupação do solo, as áreas de preservação e conservação e a análise em termos de risco e potencial. Foram definidas áreas de cul tura permánentes e temporarias, com identi ficação das regi6es suhutilizadas, onde se recomenda um ordenamento, e superutiliza - das, onde deve haver o redirecionamento da ordenação. Outras recomendaç6es referem-se às atividades de agricultura, pecuária, a proveitamento de recursos minerais e dos recursos da fauna e flora, preservação dos recursos naturais e atividades de turismo e lazer. Em termos de ocupação produtiva, a re gião apresenta como atividade básica a a gropecuária. F.xistem porém prohlemas como a baixa produtividade, subaproveitamento da pecuária de corte e leiteira e manejo o?o das pastagens, que resultam • em rosão. o setor pecuário foram ainda ,~enti:icadas três áreas homogeneas: a do em torno rlc Campo Grande, com proble • mas de falta rle leite na entresafra, a rt· gião de Paranaíba e Três Lagoas, consider da a maior Bacia Leiteira do F.stado, e região de Coxim e Pedro Gomes, onde a ?~ cuária leiteira atende apenas as necessi~ deslocais. Os maiores prohlemas da regif são.a expansão da agricultura, em especia::;-, a de soja, com baixos rendimentos da expl; ~ ração pecuária, e falta de infraestrutura, ''..,u sohretudo no setor da eletrificação rural. :esse _ Entre as propostas de programas priori· • e lá tarios, estão aç6es de conservação do' so • • este lo, reforma da pastagem, re:orço da supi! :-, t;•:r mentação alimentar, melhoria no manejo sr ~F nitário, icentivo ao associativismo melh; -:lcg1a ria genética do rabanho, fomento do 1 créd:· ;·'="ade to e recomposição das matas. Essas e o'J· 1 es tras sugest6~s serio reunidas no proje" de desenvolvimento agroambiental do nortr nordeste de Mato Grosso do Sul será enca::i nhado ao Banco Mundial para solicitaçio ~ emprest1mo. Ehlora ,PARTA.'IEKTOS CO!-1 ni{ REFRlt;c.KADO, AT8'1liME-10 C0!-1 CAFt'. DA MANHà COMPLETO E REFEIÇÕES. "RESERVAS EM AQUIDAUAJ''A " _ " FOKE: 241 - 3456.-!- HÉLIO ALVES DE ARRU DA EPRESRIO E PECARLST: Rua: Dr. Corrêa, 55 _ Em frente a SAESL PORTO MURTIXHO - ATO e GROSSO DO SLL,. o-nheça Nossa Front fa QUE, VIAÇÃO CRUZEIRO DO SUL SEGURANÇA - TRANQUILIDADF. - CONFORTO ÔNIBUS PIRA EXCURSÜES L AS PARA: BELA VISTA, PORTO l"URTINHO, JARDIM, ANTONIO JOÃO, PONTA PO RJ'i. BONITO, GUI/ LOPES DA LAGUNA, l".ARAC/JÚ, AQUIDAUANA, CORUMBÁ, NIOA - 1 BODOQUENA, SIDROLÂNDIA E CAPO GRANDE. VIAJE BEM, VIAJE A CRUZEIRO Do COM SlJl .. I' !. 1./ 'II ST f. l li to <l, ~ er, ida, t e . adi,g EXEMPLO · Df. SOLIDARIEDADE ramil precisa de bons exemplos, pro reconquistar a confiança, precisa que os seus filhos voltem a acreditarem s potenc I il lidades deste Pais imenso,che ,J,, con rasten, mas rico o habitado por povo bom e generoso, Prefeito de Bela Vista, Edson Medi . de Moraes, n ú ltima semana, deu um e- lo de nua, [1,] or:ofia tlc Lrübalho e mo!; ot o caminho para se sair da crise: Uff D p SOí,Iíll'IR[f:OiDJ:. , Enquanto setores do Governo do Estado iscr1minam o prefeitos eleitos pela opo çio, até mesmo diretórios boicotam rci intdcaços desses prefeitos, unicamente r niio coin1rngarcm oo mer.mon ideais polí icofi, pr judicanrlo com isso, não er;tes refeitos, mas O POVO, o Prefeito tlo Bela hs'a, apesar das grandes dificuldades que uavessn a Prefc1.tura, entende as mãos, bre os bracon e acolhe o tftmbém generoso vo de Caracol, realizando naquela cida- 0 um "MUTIRJO DI AMIZADE". ue a r:a- :cnsa :L------------------------, erviç: 2nas i )S lo, 2tame: de e· eré C C prof n0:' e:."" ·çã° Miquinas e equipamentos, homens e mu heres se deslocaram até o vizinho munici io e li plantaram a semente de uma idéia ue este jornal vêm chvulgando há vários os, UNIR OS 'lllNIC!PIOS DA REGI/1.O, REALt AR ESFORÇOS COJ'.•1'""'0S, sem barreiras da deologia, com grande sentimento de soli ariedade. $ Enquano o Governo do Estado realiza u irões do Progresso, a exemplo do que fez em Por .o Murtinho, os prefei os ol itos p la 0poção(e bem que hoje não entendemos quem é oponiçiio e quem é situação, dado os entendimenos entre- diversas correntes) po dom e dev m no unirem e procurarem al orna tivna ara a ender as aspires do povo, r: s e povo, sensível, está vendo, aar decido, comprcerido as d111.culdades, só n-o compreende e não entende a 'QISCRHIN/'ÇÃO. Afinal, a idade somos nón, todos juntos, sem olharmqs a Ídeologia política de cada cidadão. C/l.'1ARA MUNICIPAL DE CAMPO GRA DE ENVIA VOTOS OF. CONGRATULlÇÔEp. Em oficio enviado ao Prefeito Municipal de Pela Vista, Edson Medeiros de 'oracs,as sinado pelo Presiden e da Câmara ~unicipal de Campo Grande, Giordano "lcto, a Câmara da Capital também reconheceu o gesto de soli ·dariedade do Prefeito bélavistense. Atra vés de Requerimento do Vereador Prancisco Maia. Eis a íntegra <lo ofício: CMARA MUNICIPAL DE CAM r PO GRANDE - Gabinete da Pre si<lência. Campo Grande, 16 de A- gosto de 1989. ' Senhor Prefeito: Temos a grata satisfa cão de levar ao conhecimen to de V. Exa. que em sessãÕ ' ordinária do dia 15 do cor rente, foi aprovado Reque rimento de autoria do Ve reador Francisco Maia, so licitando sejam enviados vo tos de congratulações des: te Legislativo, pelo exem- l plo de solidariedade, de- •-------------~ terminação e amizade que o 'J"rr.ndor "rancisco ~IA la. Executivo deste município demonstrou ao ceder seu e quipnmento e parcos recursos ao município visinho de Caracol, quando da realização do 'futirào da Amizade, manifestando desta forme, o encorajamento para o tra balho uQido em busca de soluções para os problemas. Sem outro particular, renovamos a V. Exa. os nos sos protestos de estima e real apreço. Atenciosamente, GIORDANO NETO PRESIDEHE DA CÃMARA MU'HCIPAL DE este o caminho. Empresário Belaistese diz qe Governo to É&sala fesrespeita o F'ovo e Bela Vista CAMPO GRANDE - S. ' ·- - t Rela Vist·a - O ex-vereador, ex-presidente da Cà ra Municipal, ex-presidente do diretório do PDS, atualmente empresário do ramo farmacêutico, Anto !o Silveira Xavier, disse ontem que "o Governo do tado desrespeitou o povo de Bela Vista quando lan 'U o asfalto para Jardim, depois suspendendo as ras, isto apôs vencer as eleições, e continua a -Srespeitar, agora· com a parafização das obras da Duque de Caxias, no .centro da cidade". -ara Antonio Silveira Xavier, "hoje a Duque de ias se assemelha a uma trilha de lamas e detri s, impedindo o triinsiro de veículos e pedestres, !'•indo coco exemplo de uma administração incompc 1 te, um verdadeiro momumento vivo da irresponsa- •-idade de n6,;sns autoridades estaduais". ioninho. como é m,,is conhecido. pergunta': ~ ~~sponsãvcl, ou melhor, o irresponsável, t "obra" que há mais de um ano se arrasta orges poupa Waldemar Mayer do Júri Popular neI V I t a - O c ! d a d a o ''!de ar ta r, )5 « n o , belavfstens de cor çao e natura stado de San t Catarina, há quase 20 anc re acI d ade, desde su chegada é empre erente do Sr, Ol!mpLo do A, Cardinal, conhecido peca rtsta de nos so Estado. - Ocorre que a!domar Mayr, em 05 de abri! de 1988, por volta das 23:00 horas, quan o eh, ,va do trabalho em sua casa, ao abrr o porto de sua re sidência, eis que foi hordndo por u I v1•!nhn qur• correndo desesperada com uma crfanç de 3meses nos braços, em pavorosos ,,ritos por ,;ocorro e como ro! to e roupa todo ensanguentada, além de puxar pela ·mio outrn crJanca com 09 anos de Idade, tendo em neu encalço seu n~jsio Geraldo Arcc que Ji Lhe ha via espancado. Diante do pedido insi!ltPnte de socorro da pobre senhora, num quadro verdadelrue1e11tc de tragédia, Waldenar, apesar da fAdiga de um longo <lia de trn balho, tentou conversar com o agressor do mulher, pedindo-lhe que se acalmasse. Entretanto, como resposta, recebeu um forte so co no pescoço, mas coo é pessoa naturalmente cal ma, ainda assim Inststtu para que o agressor paras se com a injustificada fúrin; ~as, enfurecido, Ge raldo investiu novamente em Waldemar; Ato contínuo, 'Valdemar sacou de uma pequena pistola que casual mente portava no bolso da benr.uda e ameaçou o Já e n tão seu agressor de que se não parasse iria atirar; ~as ainda assim, enfurecido, Geraldo fez menção de sacar algo da cintura, quando então Waldemar dispa rou dois tiros para o chio eo sinal de alerta, ma; o raivoso nio se acalcou e ao tentar nova inveRti da eis que recebeu um tiro mortal no peito. Preso em flagrante ãs 06:00 horas da manhii, ./al demar contratou o advogado Carlos Alberto Nazari Rorges,·que o liberou, naquele mesmo dia, às 17:00 horas. ., Processado criminalmente, Waldemar nunca se omf tiu em comparecer perante a Justiça. Pronunclado no início deste ano, ou seja, seria levado ao JURI cer tamente ~o mês de junho próxino passado. Entretan to, inconformado seu advogado entrou com recurso no Tribunal de Justiça do Estado pare que Walrlemar fos se absolvido sunariamente, ou seja, ·que fosse ab: solvido sem a necessidade de ser postado perante o Juri Popular, considerando que agiu em legítima de fesa. "Quem por pelos caminhos da promessa e da mentira"? "Esta obra, prossegue, representa o espelho disto que ai está a frente dos destinos de nosso Estado, o povo de Bela Vista, está sufocado pelas promessas". Toninho se surpreende ao verificar que naquela rua tres vereadores possuem escritórios e até ago ra nada falaram a respeito, e estes vereadores sio da oposiçio". E finaliza, perguntando· "O que fi zemos, meu Deus, para merecermos tanta's injusti-• cas"? ATENÇÃO EMPRESÁRIOS E COMERCIANTES: Antes de fazer seus serviços gráficos, procu re a GRÁFICA E EDITORA APA, estamos equipados pa ra realizarmos qualquer tipo de impre~so c~m os melhores preços da região. Procure-nos. Rua da República, 564 - Bela Vista - MS I Advog3do Carlos Alberto Nazari Borges. Julgado o recurso em 14 de agosto passado pelo Tribunal de Justica ,fo Estado, Waldemar Mayer foi vitorioso p~lo entendimento de todos os Desembarga rlores que participara do julgamento, pelo que a soleram aldemar sem que tenha que ser julgado pe lo Tribunal do Juri em Bela Vista. - Vitória de Waldemar e maior vitória ainda da Jus tiça, já que segundo seu.advogado Dr. Carlos Alberto Nazari Borges "Waldemar é um cidadio honesto, trabalha .dor, além do que agiu verdadeiramente em legítima de:: fesa, não seria justo coloca-lo diante a sociedade belavistense sentado numa cadeira tão pouco honro- sa, qual aquela destinada aos réus". (UR). - HOT l POUS1·01_ OI FR NTEIRI ''No Coração da Cidade" Apartamentos. com ftr Condicionado, Café da Manhã Completo AVENIDA TEODORO SATIVA RESERVAS: 439-1487 E 439-1366 BELA VISTA MS • • A Em Delesa da Bandeira Ação Pohc1al contra os V andalos Nacional IJfi 11 r: l 'ld 1 ' e Hit r , 11: '' > ,L1·...:·•·.:.r::.,h:..:..·•,.:._''...:l:..-:.:..c._:::..:..- !.._.J_!..'.·'.-1in. 1,.',1 I ko.1 ,. 1 ns.' ido:_". 1 d d 1. [ 1cl ic.açao dc vereador " 1 lri I i e ç H> qu • • 1 '°;11 1 ll o , < ri l X 1 1 "l I L ,, ,.,. vi1•t. ·, .tllll<;:ic. ct,,:1 v",n 1 J1ln. •lide, 'l pa'1·l11Ônio pÚhlit:o,ln- 1 l' rn de ' I n i n d e , 1 x, 1,. ~;,,. Pt·t t• i I u Mt.:11 i t· p l ~,o :.t 1d » d x1 1 i 1· L•.: l 1 1I rida!d.s pc,l ic:, - ais a]ar com enr, is nu: investigações a 1 ifl' deslindar a quadrilha de llllflt. gc,; pÚbl 1 t·c,,•; qtH}, :11 f: ... 1 .,rn, nt,·, tm, agredido 1 l' 1 1' i 1, V: 1 l (l t 111 j i t (j. Dr•:.;<H· q1. , .1•u·1l l r'<•l'<'ilu J.;,,ni,•ip'11 t'oi I lvl' ', t, • 1r,Ício, r;i,)tlm tliC111'/'tit•· a disttu ca património Pábliec kunici p.1 l , Prime to foram a maquinas totzlmnte "depn dos", ±pois, foi a destruição si tnittca d:s plucas d sinalização de t. sito.kis tarde, forar a:.:· li x, ir··,.; q/ t ·,.b )r' i nlJ :..., is, uma Vt·z qu( n l nei.é:r. a!.; u ti E. e p J r á obr 1 sa: dc Prefeito Mo.c'pi.1? Isso é o cumulo da cretinic' sendo atl nl', 1 do é a p<•! U l (, ,l ) b, f • t nor,o: ' t; r! t <; ·t .J. Os vàr, nulos, dvrim d e, ertão, ver!ficr qu 5u vvl t.'1do cc,nl r 1 :d pr·Ú1-r·'. o. A pcuco di: , [ 1 .,_,., IJlna () 1 l 'li' !' [l• 11 • 1 to bos: ' guerra ccntra alguns cidadãos devido a qu ! 11., d do~ Lr~ or·,s. F.. a•(. lloj•, u: 0 c<:I o órgãc d irp1• n..;o. noLlcl::i o r.110, como un.n vi LÓria do podr pulic íal. Esta é a hera da ip ensa locl lcvn ar , sl., b: nd •'. ro. e ,Jecl, rar gu•·ri·o. LC• ,il ''l)$ v?inc'i.dOS, ae:s blSSUÍ!-,, q1.1C C'. tâc df'S- r•u; ndu o pai I irnÔnio pÚbl 1 co b•· lo.vi stcns··. É t.'lllPI.) dl.' l'C(d Óp i ;'". l), fC!,j,'.1 do mio am biente. ll'S ;u·vores. elos pássaros L do pnntnnul. Cuidar elos nossos rios, e mcn - l<:r ncl'Sa aq,wla ci.imp·inh::i: !'t,int, um:1 ar·- vore. Pois é, cadeia s também chamada de ga- iola que·la de guardar passarinhos, e no caso da e«d i, mo cadeia mesmo, pal"l guardar ire s, bandidos, marginais, se bem d v r qumndo a 11 ncss s Justiça" fa lhn e alguns inocen' '5 vão pagar atrás ctÕs fr". i, .,, .. r·qu:-inLo outro que àevcriam fi - er rancados...stão soltos- se bem que sou ,d"plo el~qu~les campos Lie Lrabnlho forçcdo, OLI scj;1, o cara vai preso e cum l'irÓ. p n, ._,•nb,üh,u:Jo, abrindo estr.1dns , _trub:11!1::indo na lavouras, trabalhando duro m.as ete é.outro assunto. Vmos ao que i teress. Vereador quer que os canarios cantam livr .:;. CJ I3L"li! Víct.,,, 23 d<: ai;oslo d•.: 1989. SYDllEY r:ur:i-:s LF]TE VF:HI.ADOR F. LIDER 0(1 !'D'l' U' I" t l v l t, l , :' ! • r v1•ct .. dr t r·-1 nsgo de civis do:-. "11 ·~, o ,r·• • seguiu o V XXi § l rJ cu: • 1 tuião Fed ,. 1 lr i.;, : ·1 put.>l ic I l rJ" Jc,:., .1' e,. • proar (b r-•··· ,-rvcoc, e .. r~ 1 r.hJ..; do; Ór-iJ.-Ov ) • • • J a± f ; .. bl ico.; cJ, vera t r c·,ratt r, _ ou ,j, 01 i·•r.· - ,•:,.0 <;' ci...11, tlcl.i º"º pod• 1.- do cc,n..; l., r nc,~•- s, ..; í ,.,bolos ou irn:1w•n~ q c·ir·:,c:,•r·l2.,:·1 ir' oção socl·ll d•• au ori. dL o(J .Ji rv idv:·,· í) 1 Jbl icoG". 11:DICAÇCr.S Ai'fi::'.,S:iTADO PELC VE!ffADOrt ,•r~tr·ou com indicação nil câmara t•'.unicipal "s~ 1 i e i tando que se j o. er,v i o.do <. xpL·d i en lc o.o Dr. Delegado da Pclici::i Civil, para que o mcs~o informe "respeito do destino que sg rú Li2do aos cnnârios apr~endidos, sc,undo c0nsto., por aquela utoridede, no pr6prio p:1tio d~ Deleg·,ci-1 de Polici::i". Disse ain da o ncbrt• edil, preocupado co:; e S • pnssar nhot, prçr,dc -se L'SL~ rcqucrirnLnto ;te fi!LO dc que ccns.tatei, pessoalmente, em visita qcc fiz; Dcl•g~cin d~ Policia, cumprindo os m,u~ afazeres profissionais.que, no pá tio da Delegacia exlsLe uma gaiola, com o.proximadamcnte 20 canários.e que, o pr! - sionamcnto dcs mesmos é feito naquele pr6- prio pÓtio, utilizanào- o de umTa "chamaº. Quer me _p1rccer que essa prá- tica, Sl' realr.1enLc éxistc, o.Jérn de estranho e infração penal. E Sidney pediu: Dr. solte os "As dificuldades financeiras pcrqu sa refeitura Municipal, herança d d ... ,i! J.ttr..c;c.:50 :-.r.tt.'r-in! ... , tem sido o obs' -1cui, n: 'ur :.i.1 de Executivo Municipal que li-: e própria- rir:ou o vereador Sidney Nunes !...Pi t. , de PDT, conlinu;indo- ºno er:tanto, e p1 l'C iso que a Prefeitra faça os nE.ccssá rios r paros na Avenida Teodoro Saliva, no 1.recho Lre as ruas Cl'ispirn de Rêgo e 15 d• 1 ovcrnbro. tendo cm vis;.a o desgaste do uS falto e o se!"v iço é de suma im. r ân c ia p:;ra a ccnscrvnç:io do mesmo". F)n,:iliza o vereador, "sabemos que quan to naior f9r o dap . maior serio ;nus fi nanceiro do 1•1unici.p:o". p~ssar-inhos! ! ! ! ereador pede empenho das. autoridades Gf UE SOUZA ROSA. -Para que seja ,,nd•2rl:çado c-xp,·ditn~ ao Exr;io. S!·.Pr,f-"ito rt.unlcipal, no :.H:n·. do d·: v•.T a possibilic!u-.:c C'> s,..:d•'r Ll:.a 1JnciO!'.ã= ria da Pn..fdtur ... r,:unicipo.l, ::io Dekg·,'.!o o Polícia local, para que a rn<'SKJ. ajud•. nG liir:pt;:., da Delagacia de Policia 1e nosso i•h..!."licipio. ------- - ----------------------- n 1·• . ..:!o:· cá.ssio Acioly, do PFL. soli- vumcnt~ mais empenho das autorida _,,: 1~,s uo Governo d Estado , no sen L i d de sensibilizarem o Governo.dor Narce lo ~irJnda p~ra a nvcessidade da pavimen ação asfáltica do trecho Beln V.ist~ a An ,onio João. Cássio. 'Cca intervenção dos D.:put;;-.c!osValdemir l!ok.:i,:ri R1go e Herriqué:l)e<lé,assim ccrnoc!os Prcfei - tÕs Cci·los Froés(Pon:a Por) e Ovaldete Coinetc(A.ri tor.io João) ,U'1indoesforços p/ a rc3.Hzaçãodaobra, "to importante p/ o progresso de nossa região, le::i - brando q/ por esc.:. rodovia trans.i tamca'lli.nhÕCs tra"5- port ndo c;tlc-Íreo produzido nesta cid:ule, e devido as eh vaso tr....nsito toma-se intransít.á.vd. lubnn - Fábrica de Tubos [TOA. T o B o s D E C o N C R E T o s RUA: G E N E R A L R o N D:O N ?-! Q 251. .. _::-_g_ws: 255 - 1205 255 - 1201 255 - 1376. BO:-ITO :·, TO GROSSO DO SUL. -P'l!"l qu•· ~' j;;_i t·r.dr·ri~çadc PXfY-•'ii•·:1tr ~o :r. • Sr. Prefeito l•'.uniCÍpal, ca1 c6pia ao Chefe do Escri t6rio loco.l e::, B,'ERSUL, n..i ter,mr.o Indict,~ n~ .055/89, no &·:itido que os r.:r.:::rr~s d-.<· ·r.c.ir.en colocaçüo de ll.•:lir.iirlas na Ru3. Ricardo Lour::lrc , no Bairro Vila. llovo.. ---------------------------------- -Para que seja endereçado expediente ao Ex° • Sr°. Prefeito Municipal, para qu-- de::.,c-rr.:ir.'s i!. 5<.·C!"•tário d·~ Cbr·:!S Ll n2"ir ;d3 c!o bo.'1."l'eiro pt,t:!: co da Praça Castro Alves, pois o remo al no ser usa:!o, tira toda a ,_ .. st~tica C:i. r-..:f1::-:·c..: Praga; ou mgo transferi-lo para un local qr poss::i sc.r usado P!-'las pessoas qi.;-• :ui• circul:T- ------------ -PJra qi.;e St' ju enden:cado cx~dic:nt:l: ao De':' • Sr~. PP•fd to i-:ur.iclpal, - par-.1. e~-~ d··t:t:mi:-ie a= S<:cn:t:1rio de Obras. a possibiÍidad·..: d':' fazer •.r c:st.uc.Jo oc. ccnstrução de, un teminal Roc!i vir:o • onde s-, Lncontra hoje o Parçu<: Infanti 1 da Praç Castro Alvt!s, tr--cl!"'.s:'erir.do o rni..:sr.io pa~ o cen::"': do. 1':ferida Praça. ;rv7ad, .... ! es • !1,0.1,t :! t tu :-: t:C),r 7a!s - ±te: ::cs aos .:ao "pes ;, l=:;,c "-+ ts e -: ! Sit :..--::it ?zet. as s tiee e, o eE :, t!e•,e ':.:ro . -Par.1. que seja C!']ca-nir.haào expt;diente ao ?:-; • feit'? i•lu."l.icipal, no sentido que c!etcr::iine ao se cretario de Obras, a retirada dos tntulhos cr.::. :'ora-n colocados na Rua Volu'1tários da Pátria. e;: tre a Rua Geraldo de Souza Rosa e Avenida Teo? ro Sativa, tendo em vista que o tráfego na refe rida Rua é intenso d·.:vido as obras na Rua DuT de Caxias, e can esses entulhos ali colocados~ bra passage.-:n para transitar sanente u::i veiculo- -Para que seja endereçado expec.iente ao ::e:, Govt::rnador do Estad - • ·,< e- º• can copias aos St:cre:ar 1 -- Da • azenca, ca Educação e da Adi . - r: sentido de aue ' ministra ,, . · . · - ª ericia 71 as Reivindicaçoes dos r,; e 10nar 1 os Estaduais . . . ,, . . • PI'l.nc1~ ente daoueles <l.,. ~rabalha:i no Setor d - • - • ,= e ::.aucaçao, e que rbas partes faça de tudo , . r 1 . - para evitar greves 001s ~ ra.L t zai O OS f.. "lC. • . . ' _. • ulaveis n- ". 1onar10s os prejuízos sao jr,C--;. ao so para o E St.ad • e.'.;.!'• toda a população. o, ccr.o ai;,.!:Jem ttr;.~en t0s, po.i s os -prc _..,. Z03. /osccr'.'<?rci1.lfl7° 5 ' r---ddof!s da R: Ducf ... k! e- C. as es á 1r.suoorté.v~l" •• mlizo o lid:-r of1'.".:, c~r:ni ~'unlc i.po.l. ~. ' . ., .. 1 ..... - .. • .. ~::i 't.~~!:~ .S. resi ente Sarne uros altos, correções, taxas e mais taxas est quebrando empresários e produtores rurais A 07 Indicador Escritório de Advocacia to ' p0d emin l..OUI, ,1 r,11111,r,iin ,; ,fruritÍt !cn, Arclar r( quem? Super Intendente He onnl do Banco do Bras11? as{dente do nnco do BraII? MI!stro Ma[lson Nóbrega? Ou d!retamente no Prefdente da Repá - la José Sarney? Apelar sim, a todos os responsvels pela tua] ltuaçao, que et nrrnsndoafnda,o devedores que tra!rm seus empréstimos durante e após o Pla rruiailo e se cncon t mm l NAIHHl'LEN l'llS ( uma aber- ão) junto ao Banco do Hrasfl. Multos desses devedores sao pequenos e méd!os presirlos; pequenos e médios produtores rurais " foram anistiados, encararam com fé e coragem a rspcctlva de que n economia porlcriu se normnll - r. Outron vencicrnm IJTIÔvcls, CA!JaA, mltquinRs, e acuraram o caminho da ner,ocinçiio. Desde novembro c'c 88, cm Bela lista, vlÍrtos cm ts~rios e produtores Rol 1c J taram no ílanco ,lo lira 1 o parcelamento de seus débitos, ninguém falou dar o calote, ou perdão, quer J 11m e que rem ape - s pagar o que elevem, ~•s o que aconteceu? Simples .. A sol lei taçiio de ruccntos e mais documentos, certidão disso e da !lo, cópia disso e dsqu1lo, é a novela foi se ar 5tando. Quando parcela que tudo estava se enea Ando normalmente: :-iiio d,Í para negociar, falta u;;; f.XAOOR. Enquanto esta novela macabrn se desenrolava, as !das foram uumcn tando, aumentando, lumcntando. SÓ pHa cit11r um exemplo: Um empresário devia oanco cm Janeiro de 89, l'Ci'.$ 42.000,00 cruzados; deu uma casa e entregou uo Banco, limpinhos s 25,000,00, isto cm Abril; pediu a negociação, ! aprovada, mns não concretizadll, cm Julho sua ~Ida estava em 130.000,00. Em Agosto vai para ma de 160. 000, 00. ' A origem desta <lívida? Menos ele 5.000,00 con- lda durante o Plano r.ruzado. ~te ernpreslÍrio j,Í pagou de juros, taxas, etc, , ta!s de VINTE vetes o capital emprestado. f. ---- u exemplo. 3 ao [Outros casos existem cm Bela Vista, quHsc todos :;lnados da mesma fonte, o Plano Cruzado, , lerão e outro~ Planos ... São pessoas que trabalham, produzem, geram em- 0s, Impostos e nio desviara um tosto sequer a fins particulares. ~tes empresirlos estão preocupados. E não en ce:: a situação, são os que carregam nas costas conocia desta cidade, o por quê do espírito de no gatilho contra estes empresários? stão surgindo nuvens negras no horizonte. Amea ir.e de demissões, encerramento de atividades ,desc~ e ~-•' ,o e, o que é pior, cresce, devagar, mas crcs ·i~· ..,º senticcnto de que não vale a pena lutar. Ou 1 d:iF' ,or, deve se procurar outras formas de luta,e o, Spero leva o homem a praticar atos que normal- e aboclna. ecaram as antiestações. São os lavoure!ros ..---- 3 racaju; ame11ç11s d.1 greve aqui e a cola; procu- 0:: ·se, inclusive, alternativas no País vizinho(Pa 'li) -e, fala-se, também, que do jeito que esta, cais poderiio conturbar o processo democrático e 4 eleição presidencial - isto a nível nac1onal. 'lCic: do a li .pio. t:' ílrcs CARLOS A. CAUSAS C VFIS E CRMI A1S. RUA: TELEFONE: 'O 439 - 1382 MS. Falando ontem à nossa reportagem,o Vereador Sy dney Nunes Leite, do PDT, falou a respeito de notí~ eia publicada no outro jornal local, cm a qual o Vereador Jorge Rosa, do PTB,diz que nem tudo está 0 entendemos o- porquê e qual o notivo de o . d , !tranquilo n~ Coligaçao e 0 Brasil divulgar baixos lucros, se os dcv~ • que uns llpoiam Brizola,ou • pelo menos aqui em Bela Vista, cstao procu- tros Collor,Haluf e ele j ) Banco para saldar os seus compromlssos.~!as fif • e que será difícil fora JUSTA, EQUILIBRADA, HONESTA e que não -.-.::--:-:---;:-:-;----::--:-::----" "juntar os cacos" no ano Ver. Sydney N. L it • 0 :::eterâ os tais "lucros", querem apenas TRABA -- e e. ! e continuar de•senvolvcndo suas atividades. que vem. A C!S t e respeito, - Sidney disse que "democra 0 e justo valorizar a especulação financcirn eia é isto mesmo,é o plu~ • ttir:eento 'da produção; não. é justo querer jo- ralismo,debate a nível de / 5 costas dos pequenos (ja carregl!das de pen~ idéias,ninguêm cabrcstean Aus) a culpa pelos desvios e negociatas dos . - +' do ninguem, sem caciques, s. e justo o massacre que estii ocorrendo o • mas cada um respeitando as .,"Ao teos permanecer calados, vamos ao 3: {a&las e tendências do cor .. 0, mas nao serenos com0 0s Judeus na II - a panheiro". Prosseguiu Sy- ' que ia::, para as Ci!maras de gás calados,como dncy, "cada eleição é uma ,ros (hoje eles aprer:c'cram) - JlASTA, um CHEGA eleição, cada cabeça uma ª S.ltuaçâo. Não somos nós, empresários e pro- e cabeça, este ano teremos 5 rurais, os CULPADOS. Nós estamos trabalha [1elções para Presidente Seremos pagar as nossas contas, mas sem ur RE da Repúbllca,nossos corapa em nossas atividades. nheiros têm liberdade d°e •º Brasil está negociando sua vida externa, ~ éos juros, etc, porque nós não podemos faltar por este ou por a- eso? quele candidato,isto é,sa coo ROUBARAM e ESTÃO ROUBANDO O BRASIL [lutar desde que,observe - ro •b rnos,atualmcnte no Brasil l! ando e massacrando, aqui mesmo, cs BRA ~ os partidos políticos cs- ,Patriotas e que acredita no TRABALHO. Á e união. tiio cn ebulição, buscando S estamos citando aqu! apen. se a[caminhos. Se Jorge Rosa ·• - e porque este anco é o ú .. !~e que real _ tem a liberdade de optar e preocupa cor a produção e suas diretr; _[por Afif, os demais copa '«uso. +is isentei. oi.ses .late4rs retestar si ' l lt is@ 22 E Fazenda e Pres!dente da RepG'!!ca. Seus func!onirI os apenas cumprem ordens. No tocante aos HANCOS particul .res, que, estio obtenrlo LIICRO$ -FANTÁSTJ.COS, cre,ic1r-l'ntos nunc11 nn tes vistos, estes so um capítulo parte e só a pós II ELEIÇÃO, se o novo PRESIDENTE for mesmo 111'! rn1E'o;CIOXADO, c11bcrà a ele IHSClPLl'-AR . AG10TAGl1' ente CAl'ITil.JSMO SF.LIAGf!M rlc6tcs bancos, e, na ver dade, alguns deles, trabalham té mesmo.. contra o Banco do Brasfl. JL.P). Dívida de Agricul ores e empresas com B B chega cz 9 ilhões· O ílanco do Br11sil está encontrando grande dlfi - culdadc para receber NCZS 4,7 bilh;cs em dívidas de a~ricultorcs e empresas. Durante depoimento prestado na Comissão de Fiscalização e Controle do Senado, o Presidente do BII, Mário ílerard, informou que II inadimplinci~ cresceu ele forma expressiva de dezembro de 1988 11 junho deste ano, alcançando 11, 25" clll carteira de empréstimos do Banco. O prejuí zo com créditos irrecuperáveis chegou em NCZ$ 600 milhões, eci 30 de Junho último. Segunrlo Berard, a inadimplincia foi ~m dos motl vos do péssimo resultado do Banco no primeiro se- mestre deste ano (l'CZS 48,8 milhões de lucro). , A situação é tão preocupante, conforme o Presl- 1 dente do BB, que a instituição criou um departamen to que se dcdicll excluslvamLnte. recuperação dos créditos, - Vamos tomar providências enérgicas para receber o que temos direito - avisou ílerard em seu depol - rnento. Apesar da postura agressiva, o Presidente c!o Banco do Brastl«chague poderá recuperar uma par te dos créditos através da negociação com os deve dores. i Acordo com Berard, a inadimplência' está ele vada em função do não pagamento de empréstimos a agricultores, que reclamam na Justiça a isenção da correção monetária; da quebra de algucds safrlls es pecíficas; da queda de preço de alguns produtos das altas taxas de juros; e da rctençàodc recursos para o custeio da próxima safra, recurso que mui - tos agricultores estão utilizando para se precave rem da possível falta de crédito na oróxfffa ~aíra. Escritório Jurídico MELSO L e CHAG_AS lD/OGJDO FONES: DR, 2.491-1. i 251 - 1721 - ESCRITÓRIO 251 - 1712 - RESintNCII ESCRITÓRIO: Pua Tenen e Bernardes no 826 RESIDENCIJ: Av. Cel. JARDIM Camisão no MATO GROSSO DO sur.. } - - .~ . -- ~ - ..... - - are. e e Consultórío . Médico Odo ológico R::NATO DE_ SO_UZA ROSA M8DICO-CRM - MS - 2049-HORÃRIO: DR, UB rRATA LEÃO ---.::::::::,--- __ - ... _ CIPURGIÃO DENTISTA CRO - MS. HORÁRIO: 08: 00 - 12: 00 HORAS. 657 17-21 hs. .S ..... .,,.JORRES. CIRURGIÃO DENTISTA - CRO - MS HORARIO - 13 - 21 BORJI.S. ENDEREÇO: Rua General·OsÓrio NO 660 BELA VISTA - MS. DR. LUIZ ANSELMO DA SILVA ----- ---2z. .c .-- - - q0t-' a. - e % TO OAB/MS CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS - DIREI TRABALHISTA ESCRITÓRIQ: Rua Coronel Camisão, FONE: 439-1302 el QUESTÕES a 'asa ADVOGADA 3281 141.49Q.10l-10. DE - CE. 'TRO - CEP: TERRAS. 638 79.260 outros,ou teriàm todos que fechar com Afif? "A Coligaçiio está mais forte do que nunca,o que nao pode ocorrer, é ser vir de instrumento ino cente a serviço de adver sários, que na derroca~ da buscam se util.lzar de todos os meios, até mes mo sei:ieando desavenças e disses que disses. Estamos unidos e va mos caminhar unidos es te ano, ano que vem e , sempre, desde que os , interesses de Bela Vista estejam acima de quaisquer outros interesses". BELA VISTA - .MATO GROSSO DO SUL. CIC SALVAI:OR LOUREIRO OAB/ IS ESCRITÓRIO 3.369 029.875.191-20 251 - 1451 RUA: 10 DE MAIO, 341 RESIDENCIA: ROA OLlVO BILAC, 146- COHAB.' FONE: 25.1 1410. I '• ~ $ $%5.--. t;,..~ O r,.1rot::Ío Joaquim Du- V'W lr.1 tl•·Lo, filho do ca.::i.!l Lul., t•'.mt< lo r PalrÍch. O::; avos matemos, Edson Moras e Cécl lia mul to felizes com a chega da de uniu I n nc o. l'ur.obérm! 1 ! - a-là nn,no Da e= da Amlwdc n.•al lwdo sátxldo pp. fol coroodo de SUCl'SSOS. ASi:Df:IlA Casa da Amizade ornamentada com muitas folha . gens e flon:s, os lindos a.r-r.mjos forom da Flori - cultur-a 1llip,,. Sua proprietária Sr Hepfer fez Ull bonito Lrabulho. NA OCASIÃO A Cxa cb Ami:.:aue soh iJ prcsidencia de J.lac.blena I..,~itc rrocnç:i hcm:m:.igcou cano sócias beneméritas pelos rcvl'lnnl,'s :c;,,'1vi<;os p,'C'stados à Casa da Nni zadc ofercccnJo-lhcs m, Distintivo as Sras: Nice da Cosl.:1 l".I rnnd:i (Distinli vo colocado por l· adalcna) , Olimpia. Lourciro(Distint.ivo colocado por Ana Maria) Inah Camln::u.(Distintivo colocado por Sudy Rosa) e Emes.:ina Almoda(t•'.orcna), (Dislintlvo colocado por M.:truce Raha.1) . 111'-0S A ColociJÇ30 dos Distintivos nas hancn::igeàdas;foram convidad'.u; por Madalena p.:,r~ tom.:m::m seus lugares n:1 m~s:., de honr,1 para dcgust::in.'!:l do delicioso ch:Í. can biscoitos, nntcs, porém a Sr Nice proferiu as seguintc-s palavras: Amigas e canpLl-ihciras: cu..quc ro neste instante oferecer a vocês da Casa da Nni z.;1dc através d:i Prcsickntc, a a:niga ~bdalena, ,cst-; ramalhete de flores cm ratido a dcmonstraçiio de a;:.reço e carinho que estou I'.,Ccbcndo neste memento e afirnur à vocês o CSP<-'Cial e grande afeto que te nho por esta Entidillle que ajudei a rusccr cm nossÕ meio, da qU3.l tive" a honra de haver sido a 2 Pro sidente> e que o ano passado coletou 25 anos de cxistêncla de laborioso.:; lmbalhos cm bcnefÍcios dos mais car'=ntes. Concito neste mcrnorável momen to a tod s s jovens cCO;)ar.heira continuarem es te belo .:rabalho e que scj;;i:n SL'mpre abençoad s por Deus. CC: 15,300.8 4/0001- Pu: José Bn!tácio S/N-CEF.79.20. F ·la Vi±ta-M; Associação de erhoras de Rot r !.ir.O! d., Arr•l zadc; cor:KJ A..,.xx; laç:ÍO- •.nL1d."1" con.;tl luld 1 volunl"1r!:.m nL< por epos s € viuvs d ro ;ir.0- anos (óc las efetivas), sócias col ·bor:,1or;J!;,ho - norarias e benemrl .as, As Canas da Amizade urgiram do sentir n a - 11:.1110 do povo La lno-Am:•ric·•no, r-JZÔO por-qlY" ~ l·xiat•m no Dr-&;11 <: em alguna PaÍ1;,.::;, lb< r-o-/v"c ricanos. As Casas de Aml:t.ude ou Ar,::;ocl<IÇ:;O W- ~ nhoras de Rotarianos têm cus Es'a ut.os e Hegi - mentos Intr-mos prÕpr·los, sem nLn.tiun vínculo com o~; Holury Clubes. ?os.sul reta de trabalho, que varia de acordo corn as necessidades a ua cidade atcnde;ndo as pessoas carentes nos seus vriuds i.!Spcc tos. A Ca:sa da Amiwdc organiza prorooçÕCs soei - ais , culturais e especialmente, beneficente : wnibém pa.r-tlcipa das realizações caf'JJ!'litárias rculiwdas pdo Rotary Clubs. Seu principal o - bjctivo deve ser a ainizade e o canoanheirisno: A Casa da Amizade e actninistrada por una Diretoria CaT'posta de: - Presidente ; - Vice- Presidente; - Secretária - 12 e 22; - Teureira- 1 e 22., Oradora ou Protocolo Representante junto à Coorocnadori.'.l, A Casa da Ami zadc (sede) é o lugar de rcccpção aos Rotarianos, faiúliarcs e convidados. Prédio ou salão onde se rcÚne a família rotá.'.-ia para o desenvolvimento do caT'.panheirisrro local e rcgio - nal. OBRIGADA PELA SUA PRESENÇA. Madalena Proença Lei te (presidente). !-ORAS DIFÍCEIS ( '.:mnanue l ) Provável estejas a travess:urlo as horas difÍ - ceis que não aguaraavas. Querias o c:rpréstlillC de recursos amoedados, pa ra acertar os próprios negócios a'11ig:,s faltara11~ Perdeste todos os haveres nU'TI investimento que te parecia iirp0rtante e que resultou cm f'ra casso. Colocaste todas as esperanças nun filho que - rido que te tl'Ocou por a venturas inferiores. Pessoas a'!ladas deixara-n- te a sós, afastando- se junto daqueles mesmo que_ te recebia'TI apreço e confiança, Companheiros de ontem surrupiara-te hoje as va<1tagens e os bens. IDD2Gl 00 ~::::O 00 . IE O Brasileiro ca mais de trinta anos, vigor profl::;:;ic,:,.u, :.,. ,' b· n Douro t "po; derado inapto, para prestar ua série de catu pÚblicos, J, vido él:., l !r, 1 V· d.- id,,•J., p!" 0 ·-f1:1._ 28 ar.os carpl·:Los. A 6 or;,, pa:-a ;,qu-k.;; q .. e ansiosamente o Concurso do nco do Bra::;il I f. estabelecida a certeza de que não haverá lIml' idade_fixado pelo Üé'.r.Co que , sc·e;ur.-Jo :.c&:SS(;!'. na.o t.tm a intenção de !rir:.. Cor.::;tituiçOO F~ que determina no ArLi;_;o 7l, p...:-: •r:...I'o Y.Y.J., do' pitulo dos direitos sociais, a rão diccri!:açil de idade para a±nisso de servidores. Por cu to à cscolaricbcle , xigida, será o 2? grau ca to, L-"T'.a no , tra::licior.u.l c!o Banco, Ou" TY..'rs:::: apesar das insistentes reivindicaçcg e favor escolaridade a nivet a 1 zra, JORNAL DE oo:,ur:GO-lBERLk:JIA-!,:G1 Aro ir!e DIA 00 SOL:lAOO IEE-2 U Cana sócia corrtribulntc da Casa da A'lli.zade a Sr Ana Regina Melo Sá, pessoa que quando solicita da scmpru col.:ibory.i com a entidade. Apresentou-a a Sr~ G da C. tiá."'Qu<s para o quadro de sócias. NA OCAS1ÃO _Forom sorteados alguns brindes entre as sócias, aniversariantes do mês de julho. Sras: Mi..ruce !al-al,. Azalco. Ocariz, Bemadetc Rondâo, Edna Cardinal, 01 ga Zacal'las, Olímpia Loureiro, Agosto:AúréÚaDel- val lcs, Bcr.-,..'.lrd.:l. Nabhan, Tânia Souza Rosa, Jurema ' Gnbir.io e N!.lda Bazzano. A C1>SA D. ANIZAIE Agradece a todos qu colaboraram àe Lt'11a forma ou rutra P8:°' o sucesso ào Chá Bingo. Os agradecimen tos ta!"be!n aos Rotaric."los. Dr. Cachi to e Rahal que "cantarano Bingo"., Se essas horas de crise te surgiram na exis tênc1a, não te desa"limes e nem te desesperes. Ergue a fronte para o alto e conta can Deus. RIFA n.-' novilha já esta sendo vendida pela Casa -~. por apenas 10,00 .:. o número, vale a pena ...rriscar! ! O Cmte do 10º RC • • • Ce l Edson Gonet ,' cebeu cm sua u , d .. nica "' 1·,l li Lar mui tos e:~·. dados para a Sol id D' d en ade Comemorativa ia o Soldado que foi aia 25pp con 1~. cio às 8:45, • • DEFILE ESTUATIL Do dip. 7 de setezroro ,está movimenta<1do Dire- tores, Professores e alunos em grandes prepara - tlvos para esse dia. E isso mesno, nossos Estu - dantes estava necessitando de una " injeção de ClVlSITX), pois nos ultimos anos a animação par-a o óesfile deixou a desejar: DESTAQUE ESPtCIAL SR2 MAr-2- CO MIRA.11; DA E NI CE MIR..'1': DA E INAH CAL;AL. PARA: DE(CHÁ) E VEZES - CHÀ CASE.IRO TOSSE, ASMA, BRONQUITE.· COZINHE ... 1 LEITE BEBA AO CEBOLA EM 1 XÍCARA ADOCE QUENTE DIA COM TAS MEL l.CG) :-:AIS A noite a partir das 2 ,· ' _ 1 hs, o Ccl. Gone,,c. receu no Gremio Pedro Ruf . . • 1no u'jantar dança- rnutos convidados • f que parl.icipara'T! da oor.i t:.:: e. ratemiwção p rabé • •• ty. • ar r.s a tc..'Clos Militares ê:J. (:. 331, .. .. z:ra:=! '&lha d ' •: Zi :::, '1 isu si! a ., ' h, ; E hese ·a, 4 iro, 'e-, 2Dl7E Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº960_19_08_1989 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº962_01_09_1989 Voltar para a lista de itens